McEnroe imagina Alcaraz contra Federer no auge: “Sem favorito”

Carlos Alcaraz e Roger Federer (Foto: Getty Images for Laver Cup)

Nova York (EUA) – O norte-americano John McEnroe acredita que em um hipotético confronto entre Carlos Alcaraz e Roger Federer, com ambos no auge, não haveria um favorito. Para o ex-número 1 do mundo, seria uma partida bastante equilibrada, independentemente até mesmo do piso.

“Eu diria que seria a partida que você sonharia em assistir. Para mim, seria 50-50. Ia dizer que dependeria da superfície, mas não tenho certeza se realmente dependeria disso”, afirmou o dono de sete títulos de Grand Slam em simples.

McEnroe destacou a vantagem de Alcaraz no saibro, principalmente pelos resultados em Roland Garros, mas lembrou tudo o que Federer conquistou nos outros dois torneios citados.

“Carlos teve mais sucesso no saibro em Roland Garros. Depois, ainda há muito trabalho para alcançar Roger em Wimbledon e no US Open. É uma dessas partidas imaginárias que você adoraria discutir”, pontuou.

Apesar de terem dividido o circuito por um curto período, Alcaraz e Federer jamais se enfrentaram oficialmente. O suíço encerrou a carreira em 2022, justamente na temporada em que o espanhol conquistou seu primeiro Grand Slam, no US Open, e alcançou o topo do ranking mundial.

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A comparação surge poucos dias depois do retorno de Alcaraz ao circuito. O espanhol ficou mais de quatro meses afastado por causa de uma lesão no punho direito e não disputava uma partida desde vencer a estreia no ATP 500 de Barcelona. Recuperado, voltou diretamente no US Open e avançou até as quartas de final.

Em Nova York, o cabeça de chave 2 passou por Roman Safiullin, Jaime Faria, Yibing Wu e Tommy Paul antes de encarar Ben Shelton. O espanhol acabou eliminado pelo norte-americano em uma batalha de cinco sets, decidida apenas no match-tiebreak. Ele agora volta suas atenções para a temporada na Ásia, também no piso sintético.

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Rafassiner
Rafassiner
11/09/2026 23:42

Daria jogo mesmo, já Federer contra Djokovic o servio só amassava e o Jannik começou a espancar um jogador midiático e bem comum que foi citado e logo sairá do top 5 e nunca mais ganhará um G Slam e foi eliminado recentemente.

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
12/09/2026 01:20
Responder para  Rafassiner

Você mudou de idéia? O Alcaraz não estava aposentado? Ele foi eliminado recentemente nas quartas de final de um grand slam, no tie break do quinto set. Esse detalhe é importante pra você fazer vistas grossas como se fosse algo comum que qualquer jogador consegue fazer. E o outro detalhe importante é que o Carlitos estava voltando de uma parada por lesão de 4 meses e meio.

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
11/09/2026 21:45

O John McEnroe foi bastante generoso no seu comentário, não quis se comprometer escolhendo um vencedor desse hipotético jogo que nunca vai acontecer. Considerando que Carlos Alcaraz é mais completo tecnicamente e tem maior capacidade atlética do que Roger Federer tinha no seu auge, já conquistou alguns torneios que o suiço nunca conseguiu, leva uma pequena vantagem nas estatísticas de títulos importantes conquistados em comparação com o seu único grande rival, Jannik Sinner, eu não tenho dúvidas de que se fizessem 10 jogos durante o ano em competições e não em torneios exibição, Carlos Alcaraz ganharia pelo menos 8, sendo que o Federer talvez ganharia um jogo no piso duro e outro na grama. E não me surpreenderia se no final de 10 jogos disputados entre eles, o espanhol terminasse com o placar de 10 a 0 a seu favor.

Jonas
Jonas
11/09/2026 21:40

A meu ver Alcaraz é mais completo. O suíço tinha buracos bem evidentes e que foram claro expostos por Nadal e Djokovic mesmo com Federer bastante jovem.

O Federer saca melhor, mas no resto o espanhol leva vantagem. Não tem o buraco na esquerda, o forehand é até mais pesado e tudo que o Federer fazia em termos de improviso em quadra o Alcaraz também faz e com excelência.

E eles têm uma coisa em comum, o Federer começou a dominar o tênis na transição, com Sampras/Agassi/Guga aposentados ou velhos demais, mesma coisa podemos dizer sobre o Djokovic hoje.

M. Lima
M. Lima
11/09/2026 18:30

Fiz um texto do tamanho do mundo, mas vamos lá:

Eu daria 60–40 para o Carlitos nesse confronto hipotético. E não porque eu ache que o nível do Roger fosse inferior. Muito pelo contrário, o Roger no auge seria um pesadelo absoluto de enfrentar. Mas acho que o matchup em si favoreceria o Carlos.

O principal fator para mim é o backhand de uma mão do Roger. Não estou dizendo que era um golpe ruim, porque obviamente não era. No auge, ele conseguia fazer coisas absurdas com aquele backhand, principalmente batendo cedo, mudando a direção e usando o slice. Mas era uma vulnerabilidade estrutural no jogo dele, e nós já vimos o Rafa explorar isso de forma impiedosa. O Carlitos exploraria isso da mesma forma.

E o Carlos teria armas perfeitas para isso. O forehand dele é obviamente a maior arma, mas o backhand também é muito bom e vem ficando cada vez mais sólido e perigoso. Então ele poderia simplesmente martelar o backhand do Roger com aquele forehand absurdo, variar a direção, usar dropshots, mudar o ritmo, movimentá-lo pela quadra e atacar qualquer bola curta.

A diferença é que o Roger não teria uma vulnerabilidade equivalente tão óbvia para explorar no Carlos. Ele poderia tentar atacar o backhand, mas o Carlos consegue defender, acelerar, mudar a direção e transformar aquele lado em uma arma também.

E eu também daria vantagem ao Carlos fisicamente. Ele tem um físico mais completo para esse tipo de batalha, além de ser mais rápido e explosivo. A velocidade de deslocamento dele permite que ele chegue em bolas que muitos jogadores simplesmente não alcançariam, e ele consegue transformar defesa em ataque em uma única pancada. Em uma partida de melhor de cinco sets, essa combinação de velocidade, explosão e resistência poderia fazer uma diferença enorme.

Isso seria especialmente importante contra o Roger, porque o Carlos teria condições de alongar os pontos, explorar o backhand de uma mão dele e obrigá-lo a se movimentar muito, enquanto o próprio Carlos consegue cobrir a quadra inteira e continuar criando ângulos absurdos.

É claro que o Roger ainda teria todas as armas dele: pegar a bola cedo, tirar tempo, sacar muito bem, usar o slice, variar o ritmo e atacar a rede. Ele definitivamente poderia vencer. Não estou dizendo que o Carlitos simplesmente passaria por cima dele.

Mas se eu tivesse que escolher um vencedor, eu escolheria o Carlos. Ele teria as armas perfeitas para explorar a maior vulnerabilidade do Roger, enquanto o Roger não teria uma fraqueza tão evidente no Carlos para atacar da mesma maneira. E considerando que a gente ainda nem viu o verdadeiro auge do Carlitos, acho que o prime dele poderia ser um matchup absolutamente infernal para o Roger.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 19:42
Responder para  M. Lima

Você não viu o Federer no tal auge, Mayara, pois você mesma disse que estava nascendo na época. Ele começou a pegar na subida e anular o forehand do Nadal somente em 2017, graças ao técnico Ljubicic. Porém, contra o Djokovic continuou não surtindo efeito, com o suíço levando 5×1 no h2h.

Acho que já vimos o verdadeiro auge do Alcaraz algumas vezes, ou pelo menos o primeiro deles, lembrando que Nadal teve seu primeiro com 24 anos em 2010 e Djokovic com 23/24 em 2011. Ele vai seguir oscilando na carreira, assim como o Sinner. Todos já conhecem a caixa de ferramentas dos dois.

M. Lima
M. Lima
11/09/2026 20:34
Responder para  Paulo Almeida

E só porque eu era jovem quando aconteceu significa que não assisti depois? Pra que existe o YouTube? Eu tenho um canal na minha TV chamado Tennis TV Classics, que passa partidas antigas de tênis o dia inteiro. Inclusive, ontem assisti a umas três do Rafa e, neste exato momento, estou assistindo a Rafa x Thiem nas quartas do M1000 de Madrid de 2018. Obviamente, ainda não vi todas as partidas dele e provavelmente nunca vou ver, mas tenho uma boa ideia do que o Maestro suíço fez no auge.

Sobre as mudanças do Roger não surtirem efeito no Djoko, isso não vem ao caso e não tem absolutamente nada a ver com o que eu escrevi. Na verdade, nem tem relação com a notícia que estamos comentando, já que o Djoko sequer foi mencionado.

Quanto ao auge do Carlos, eu discordo. Acho que já vimos momentos incríveis dele, mas, pra mim, ainda não vimos o verdadeiro “peak Carlitos”. Sinto que ele ainda tem espaço pra evoluir, assim como o Sinner. Sobre a oscilação, provavelmente é verdade, mas acredito que, com o tempo, ele não vai oscilar tanto quanto oscila atualmente.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 23:06
Responder para  M. Lima

Ver VT’s é bem diferente de vivenciar a época e você sabe disso, pois vê cada jogo do Alcaraz. Eu também vi muitos, mas bem longe de ver todos e ter o sentimento do “ao vivo”. Exato, nem você nem eu vamos ver, ainda mais jogos irrelevantes de primeiras rodadas.

Ué, não está vendo a semifinal do USO? Está excelente.

Foi só um complemento da informação. A evolução do back do Federer surtiu efeito contra o Nadal, mas não muito contra o Djoko.

Eu acho que ele teve seu primeiro auge no ano passado, especialmente no USO, quando passou por cima até do Sinner. Pode evoluir mais saque, devolução, esquerda, mas pelo braço mais curto, acho que nunca terá o alcance de um Djoko ou Sinner e tampouco será um servebot pela estatura que tem.

M. Lima
M. Lima
11/09/2026 23:56
Responder para  Paulo Almeida

Tudo o que ele fez está gravado, então não faz tanta diferença pra mim se é ao vivo ou não, tirando aquele friozinho na barriga de saber quem vai ganhar. Agora, se for pessoalmente, aí sim faz uma diferença enorme.

Eu coloquei no jogo logo depois que mandei aquela última resposta kkkk. Tinha esquecido completamente.

Eu sei que foi só um complemento de informação, mas nesse caso foi realmente desnecessário kkkkk, porque o Carlos não joga como o Djoko nem como o Rafa. Então acabou parecendo que você só aproveitou a oportunidade pra jogar na minha cara o H2H negativo do Roger contra o Djoko.

Ano passado o Carlos realmente teve uma temporada muito especial, mas, sendo bem honesta, teve alguns torneios que ele ganhou em que eu não achei que ele jogou tão bem assim. E ele também perdeu umas partidas bobas que não deveria ter perdido. Pra mim, os dois melhores torneios dele na temporada passada foram Tóquio e o US Open. Nesses dois eu realmente não tenho do que reclamar kkk. Na temporada atual, ele também jogou demais em Doha. No AO ele foi muito bem também, apesar daquela semi dramática.

Também acho meio impossível ele virar um servebot, mas se ele conseguir sacar igual ao Roger, pra mim já tá bom demais :3

Paulo Almeida
Paulo Almeida
12/09/2026 00:10
Responder para  M. Lima

Não foi, mesmo porque eu sei que você torcia pro Nadal. Foi de fato um complemento sobre a evolução da esquerda do suíço!

M. Lima
M. Lima
12/09/2026 00:58
Responder para  Paulo Almeida

Mas eu torcia pro Roger também T-T

Última edição 27 dias atrás by M. Lima
Julio Marinho
Julio Marinho
11/09/2026 22:35
Responder para  M. Lima

Dessa vez, minha cara, discordaria e daria na verdade 70-30 para o Federer. Mas estamos falando do auge mesmo, 2004-2006. Naqueles anos que Roger não perdia 6 jogos no ano. Primeiro temos que definir o piso. Então, para sermos justos, quadra rápida. A questão de eventual forma de Alcaraz explorar incessantemente o back do Federer falha para mim já no sentido de que, nem de longe, Alcaraz é pragmático como Nadal. Ele mal conseguiu martelar o back do Shelton agora, com consistência no jogo todo. Ele é criativo como o Federer e aí o jogo seria muito mais aberto. Se o Alcaraz pode ser mais rápido que o Federer no auge de pernas, Federer pegava mais cedo e fazia decisões melhores e mortais. E naquela época, jogar slice contra o Federer era sacola. Já Federer tinha tanto veneno no slice que tiraria alguns frutos nisso. Além disso, não só no auge, mas em toda a carreira, Federer está a anos luz à frente do saque de Alcaraz. Então, daria 70-30 para o suíço. Se fosse saibro, acho que Alcaraz teria vantagens pelo spin, mas só lá. Em todos os outros cenários, Federer faria o express dele de 2004-2006, que é a premissa da conversa. Abraços!!

M. Lima
M. Lima
12/09/2026 00:07
Responder para  Julio Marinho

Aí eu vou discordar. Eu daria 60–40 para o Alcaraz, mesmo falando do Federer de 2004–2006.

Primeiro, eu não acho que o Carlos precise jogar como o Nadal para explorar o backhand do Federer. Óbvio que ele não seria tão pragmático e obsessivo quanto o Rafa, mas o Alcaraz tem uma variedade absurda de recursos. Ele pode mudar direção, altura e ritmo, usar drop shot, ângulos curtos, atacar a rede e abrir a quadra de maneiras que não dependem simplesmente de ficar martelando o backhand adversário.

E usar o jogo contra o Shelton agora como prova de que ele não conseguiria fazer isso não me convence. O Carlos estava voltando de quase cinco meses parado depois de uma lesão séria no punho. Ele claramente ainda estava enferrujado e fisicamente longe do ideal. Não acho justo usar justamente essa versão dele como parâmetro para um hipotético confronto contra o Federer no auge.

Também acho que você está superestimando um pouco essa ideia de que o Federer pegaria tudo mais cedo e simplesmente mataria os pontos. Sim, isso seria uma vantagem enorme do Roger, principalmente numa quadra rápida. Mas o Carlos também é extremamente rápido na leitura e na execução, e tem uma capacidade absurda de absorver ritmo e devolver ainda mais velocidade. Além disso, a movimentação dele seria um problema gigantesco até para alguém como Federer.

Sobre o slice, concordo que o Federer era muito mais perigoso nesse aspecto, mas não vejo o Carlos sendo obrigado a entrar no jogo que o Federer quer. A maior arma do Alcaraz é justamente a capacidade de bagunçar a estrutura do ponto. Ele não precisa vencer o Roger jogando nas especialidades dele.

E sobre o saque, aí sim eu te dou toda a razão. O Federer está anos-luz à frente do Carlos nesse quesito, especialmente naquele período. Mas tênis não é decidido por uma arma isolada, e o Carlos teria outras maneiras de compensar isso.

Na verdade, eu acho que o matchup favoreceria mais o Carlos do que você está considerando. O Federer teria problemas com a velocidade, a movimentação, o spin e principalmente com a imprevisibilidade do Alcaraz. E o Carlos também não seria intimidado pela variedade do Roger porque ele próprio joga com uma variedade enorme.

E não podemos esquecer da premissa mais importante: estamos falando de ambos no auge. Nós sabemos exatamente como era o Federer no auge, porque já vimos. O problema é que nós ainda nem vimos o auge do Carlos. Ele tem apenas 23 anos e, sinceramente, tenho certeza de que o melhor Alcaraz que veremos ainda será algo absurdo. Então acho complicado comparar o auge já conhecido do Federer com uma versão do Carlos cujo teto nós sequer conhecemos ainda.

Então eu manteria meu 60–40 para o Carlos. Federer seria obviamente um pesadelo e provavelmente teria partidas em que pareceria simplesmente impossível de vencer, mas eu não consigo colocar o Roger como favorito nesse matchup específico. Em quadra rápida seria muito equilibrado, mas ainda vejo o Carlos com uma pequena vantagem.

E no saibro, aí eu aumentaria ainda mais a vantagem do Carlos. O spin, a movimentação e a capacidade dele de defender e imediatamente virar o ponto seriam um inferno para o Federer. Enfim, respeito o 70–30, mas para mim você está dando crédito demais ao Federer e pouco demais ao Carlitos.

Abraços!

Julio Marinho
Julio Marinho
12/09/2026 23:24
Responder para  M. Lima

Concordamos no saibro, pelo menos. A grande questão é que o jogo não se tornaria estritamente físico, porque o Roger daquela época, tinha um poder de saque, primeira bola, rede e jogadas desconcertantes que tiram toda uma estrutura de um jogo mais completo de muitas armas. Não acho a passada do Alcaraz ainda no nível que pode chegar, como era do Nadal e principalmente do Djokovic. E Federer estaria sempre na redeZ e a falta de pragmatismo dele não foi contra o Shelton, ele tem um jogo criativo, queria inclusive que fosse mais pragmático, embora isso tire a magia que nos encanta nele. Ele quer fazer as coisas dele. E naquela época, ninguém venceu o Federer pela direita, pelos slices ou pelos drops. Chamar o Federer para rede é tão ruim quanto chamar Alcaraz, porque possuem toques muito refinados. O que eu acho que Alcaraz se daria bem seria nos lobs, porque ele precisaria bastante. Agora assim, só posso pensar e projetar, com um monte de “se” no melhor Alcaraz que conhecemos, um talvez melhor não tenho como bem ponderar, porque não sei como será. Aí, seriam outros palpites. Mesmo lendo sua opinião, que tanto respeito e de uma pessoa que realmente entende de tênis, vejo Federer com vantagem, naquele outplay dele. Para mim, ele sempre deixaria o jogo de pontos curtos, sem dar tanto espaço para o jogo em que se daria mal. Enfim, seria bom que fosse verdade e aí veríamos o que rolaria. Abraços!

M. Lima
M. Lima
13/09/2026 00:54
Responder para  Julio Marinho

Sim, infelizmente jamais teremos o deleite de admirar esses dois artistas dividindo uma quadra e descobrir o que aconteceria de verdade. Só nos resta especular e brincar com todos esses “ses”. Mas seria um espetáculo absurdo de assistir.

Marquinhos
Marquinhos
11/09/2026 16:58

Sem dúvidas seria o jogo dos sonhos entre os dois tenistas mais técnicos, habilidosos e com jogo mais bonito de todos os tempos.

Marquinhos
Marquinhos
11/09/2026 16:57

Daqui algum tempo serão os dois maiores da história. Federer, por enquanto, o GOAT.

MARCOS
MARCOS
11/09/2026 16:45

Esses dois foram os que jogaram o melhor tênis que já se viu. E realmente difícil de arriscar um palpite do resultado.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 19:23
Responder para  MARCOS

O melhor tênis que já viu foi praticado por Djokovic. Não à toa é o maior dos esportes e detém todos os recordes relevantes do tênis.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 16:18

Qual é o prime Federer? Aquele que ganhava Slam em cima de Baghdatis, Roddick e González? Com aquele back deficiente dos anos 2000, perderia 2 de cada 10, sendo generoso.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 22:21
Responder para  Paulo Almeida

*venceria

ADRIANO
ADRIANO
11/09/2026 15:28

Ainda não vimos o Prime do Alcaraz, já o Prime do Maestro Suíço simplesmente mudou e revolucionou esse esporte! Carlitos já é gigante, mas ainda não chegou no nível do melhor Federer.
É digo mais, pela própria essência do jogo e pelo estilo, Carlitos (nem ninguém) nunca reproduzirá o encanto, a magia, a classe e a categoria do Roger Federer…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 16:28
Responder para  ADRIANO

“Encanto, magia, classe e categoria” não serviram para ele ocupar mais do que o terceiro lugar do Big 3.

MARCOS
MARCOS
11/09/2026 16:48
Responder para  Paulo Almeida

Pois é, os dois “primeiros” foram no embalo, mas nunca chegaram no nível dele …

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11/09/2026 19:21
Responder para  MARCOS

Não chegaram mesmo: ultrapassaram o nível dele.

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