Felipe Priante
Do Rio de Janeiro, Especial para TenisBrasil
A dupla formada pelos gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz completou a varrida na série contra a Suíça ao bater Dominic Stricker e Jakub Paul em sets diretos neste sábado na Farmasi Arena, marcando parciais de 7/6 (7-1) e 6/2, em 1h47 de confronto
O resultado da dupla garante a vitória por 3 a 0 no confronto e classifica o Brasil para a fase de qualificação para as finais da Copa Davis no ano que vem, assim como aconteceu no começo de 2026, quando foi derrotado pelo Canadá, fora de casa, em fevereiro.
No dia anterior, a equipe capitaneada por Jaime Oncins deu importante passo para a vitória na série com duas suadas viradas, a primeira do carioca João Fonseca sobre Stricker e a segunda do paulista Gustavo Heide para cima do veterano Stan Wawrinka.
Apesar do embate já estar definido, um quarto jogo deve ainda ser disputado na sequência para contemplar o público que comprou os ingressos para este segundo dia de competições. Matheus Pucinelli entra no lugar de Fonseca e Remy Bertola substitui Wawrinka.
Favoritos à vitória, os gaúchos foram firmes do começo ao fim e não deram brechas aos rivais suíços. Porém, eles tiveram grande trabalho para conseguir vencer o primeiro set. Os games de serviço de Paul foram aqueles que Matos e Luz mais tiveram chances, só que demoraram para chegar efetivamente ao break-point.
As duas duplas foram confirmando os serviços sem grandes sustos até que veio o longuíssimo 12º game, que durou mais de 10 minutos, teve quatro set-points para os brasileiros e terminou com Paul confirmando a duras penas.
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Veio então o tiebreak para definir a parcial e os gaúchos não se abateram com as chances desperdiçadas, abriram 3-0 de cara com dois mini-breaks e só perderam um ponto no decorrer da disputa, fechando o set para largar na frente.
Uma vez com a vantagem no placar, Rafa e Orlandinho deslancharam na partida, quebraram Paul logo no primeiro game do segundo set e repetiram o feito no sétimo, desta vez nos serviços de Stricker. Em seguida, eles confirmaram após salvar dois break-points e carimbaram a vitória.













Joao após chegar no topo deu uma motivada boa nos demais atletas. Precisa ter sempre alguém motivador. Agora precisamos de uma atleta que possa ser motivação para o tênis feminino. Por enquanto a luta vai ser não cair pra quarta divisão do BJK.
[…] com a Suíça, os gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos destacaram a importância dos ajustes feitos na partida contra Jakub Paul e Dominic Stricker, deslanchando no segundo set depois de uma primeira parcial dura e decidida apenas no […]
Parabéns para os duplistas e Heide, fizeram um bom trabalho para na próxima estarmos ainda mais forte com Fonseca, Wild, Matos e Orlandao
E o Heide tb
São cinco os convocados. O Oncins dificilmente irá convocar o Thiago W., a não ser que ele entre no Top 100 e passe a disputar ATPs.
Quem sabe o Guto como titular.
Wild será a quarta opção, depois do Fonseca, Heide e Gutão.
Com certeza Heide mostrou que faz por merecer ser o número 2 junto com Wild desde que o wild continue a elevar o nível e volte aos ATPs. Bom pra todos. Sem falar no Guto. Esse garoto vai crescer muito e nivelar logo a briga pelo número 2.
É sempre mais fácil comentar, criticando ou não, quando não se é a pessoa que toma a decisão, seja o atleta quando escolhe o golpe, ou nesse caso, do capitão que tem que convocar equipe. Tipo de quadra, momento, grupo… sao muitas variáveis. Principalmente com esse resultado, é preciso dar o mérito à convocação, penso eu.
Estádio vazio nos 3 confrontos… O ingresso que tava caro? Ou o público que não estava muito afim será?
Meia entrada a R$ 1.017. O que acha?
Putz ridículo estes preços! Em que realidade os organizadores vivem… Por isto estes torneios Davis/Rio open sempre a maior parte do estadio vazio, com estes precos fora da realidade.
De onde você tirou esse valor de ingresso, amigo? Havia ingressos de meia solidária por 180 reais mais 1kg de alimento, que é um valor muito acessível pra dois dias de evento. Eu tenho ido a todos os confrontos da Davis e BJK no Brasil desde 2023, e é sempre essa faixa de preço. Mais barato que os torneios ATP e WTA
Assisti o fim. Orlandão fechou a rede d+!
Brasil achou e hoje tem um time para ficar muitos anos na elite da Davis. Fonseca, Heide, Guto, Luz e Matos formam um time muito coeso e que tem chances de brigar por lugares grandes. Se os astros se alinharem muito bem dá pra sonhar com semi final e talvez final.
Bom comentário! O Heide está tentando se consolidar, e o Guto é uma aposta para o futuro. É um comentário otimista, mas não tem nada de absurdo. Parabéns pela ponderação!
Não é ponderado… é troll. Se não percebeu, ele retira o Wild de propósito no mesmo módulo operandi tedioso de sempre.
Sim, tem que ser retirado mesmo. Wild não é bom de grupo e vem com muito problema extra quadra (história não se apaga). Foco no futuro que poderemos ter um belo time sem esse problema.
De onde vem esse boato que ele não é bom de grupo? Teria alguma fonte?
É a opinião dele. O Thiago e o Heide jogam os mesmos torneios, e o Gustavo é mais jovem. Ele montou uma equipe pensando no futuro e citou o Guto. Achei ponderado. Não precisamos concordar 100% para respeitar a opinião.
Essa formação é boa mesmo. São jogadores bons de grupo, com espírito coletivo. Dá pra esperar sim bons resultados na elite da Davis. E não precisa mais ficar só dependendo de saibro pra vencer duelos. Hoje nosso time joga bem também na quadra dura.
Sobretudo com o Guto amadurecendo e cumprindo às expectativas que se tem nele, em 3-4 anos teremos um time para sonhar com coisas grandes na Davis..
E, particularmente eu adoraria que a Davis voltasse ao formato antigo com mata-mata e mando de campo alternados até o final nesse intervalo de tempo..