Dubai (Emirados Árabes Unidos) – Nick Kyrgios venceu Aryna Sabalenka por duplo 6/3, neste domingo, na aguardada Batalha dos Sexos, disputada em formato de exibição em Dubai. O australiano levou a melhor sobre a número 1 do mundo em uma partida cercada de atenção midiática e regras adaptadas para equilibrar o confronto.
O evento foi realizado em quadra reduzida em 9% no lado de Sabalenka, sem trocas de lado ao longo do jogo. Além disso, não houve segundo saque para nenhum dos jogadores, e os games foram disputados com vantagem. As adaptações deram um caráter híbrido ao duelo, que misturou espetáculo, competitividade e estratégias pouco usuais no circuito profissional.
Mesmo diante das condições especiais e da resistência apresentada pela líder do ranking da WTA, Kyrgios soube explorar seus principais recursos técnicos, especialmente o saque e a capacidade de variar o jogo, para controlar os momentos decisivos da partida e fechar o confronto em sets diretos.
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Resumo do jogo
Kyrgios construiu a vitória a partir de um plano claro: saque eficiente, variação constante e encurtamento dos pontos sempre que possível. Sem segundo serviço, o australiano assumiu riscos calculados, usando bem o quique alto do saque e combinando bolas curtas e subidas à rede para tirar Sabalenka da zona de conforto.
A bielorrussa teve seus melhores momentos quando conseguiu impor potência e agressividade do fundo de quadra, chegando a liderar o segundo set por 3/1. No entanto, os erros em momentos-chave e a dificuldade em sustentar longas sequências ofensivas acabaram pesando contra.
Fisicamente, Kyrgios demonstrou considerável dificuldade em locomoção, mas administrou o desgaste ao longo do jogo, passando a buscar pontos mais curtos na reta final, enquanto Sabalenka mostrou coragem ao salvar match-points e manter o duelo competitivo até o último ponto. Ainda assim, o australiano confirmou a vitória, encerrando o confronto com um saque aberto que a bielorrussa não conseguiu devolver.
And that’s all she wrote!
Nick Kyrgios defeats Aryna Sabalenka to win the Battle of the Sexes 👏 pic.twitter.com/9Yysdt6F5V
— Tennis Channel (@TennisChannel) December 28, 2025












Valeu!!!
É brincadeira. Palhaçada esse jogo.
Vc foi obrigado a assistir?
Kkk
Legal, entretenimento, galera curte, é curioso.. obviamente nao tem a menor comparação, Sabalenka nao ganharia do 2mil do mundo, diferença é muito grande de força e locomoção
Claro que é, pois não tem como uma mulher vencer um homem seja qual esporte for, pois a diferença física, velocidade, mental são grandes e não adianta os lacradores teimarem com a verdade. Agora sobre o jogo achei até divertido e pra mim a Sabalenka foi até bem porque deu trabalho ao Krigyus, então se ela performar como ontem aí pode ser difícil algumas das moças vencê-la em 2026, mas vamos ver o que ela ou as outras moças apresentam em 2026.
Isso porque o australiano estava parado há anos. Se tivesse ativo no circuito, tudo indica que seria uma bicicleta.
Não dá para comprar as valências físicas…
Imagina um duelo entre Sinner, o número um masculino e Sabalenka, a número um feminino. Sinner vence sem perder um único ponto.
O Nº 1 do circuito masculino se chama Carlos Alcaraz, com 12.050 pontos.
Circo….
Farofada pura
Como a Vanessa Menga comentou na transmissão, a Sabalenka (e as mulheres em geral) não está acostumada e por isso teve dificuldade em devolver um saque tão alto no backhand. O Kyrgios valeu-se muito dessa vantagem.
Até que comenta bem a Vanessa Menga, então ela é mais uma surpresa boa que vem surgindo em comentários de tênis.
Sabalenka é a jogadora com mais punch do circuito feminino e mesmo com todas as adaptações na quadra e nas regras, nós vimos claramente que, se Kyrgios estivesse ao menos razoável fisicamente teria sido 6/1 6/0…
Acredito que se o jogo fosse contra uma tenista com mais recursos o Kyrgios teria mais dificuldade, agora na pancadaria…
Cara a Sabalenka melhorou muito tecnicamente porque não é só pancadaria mais, então ela que é a número 1 , com todos os méritos, não venceu aí é óbvio que nenhuma outra venceria ontem porque se era complicado para ela imagina para as outras? Krigyus venceu e não fez mais que sua obrigação.
Valeu o marketing que foi dado a esse jogo. De resto, não havia como ele perder, só se ele mesmo quisesse, mesmo parado como ele estava e nitidamente fora de forma.
A comentarista da Casemiro Televisão torcendo pra a mulher escancaradamente. Aí se um homem torcesse pra Kyrgios seria misóginia
E depois alguns vem querer comparar recordes Masculino paralelo ao Feminino.
Não dá. Recordes Feminino é Feminino, Masculino é Masculino.
Isso valoriza mais os recordes do Djokovik.
A número 1° do Ranking Feminino perdeu para o 671° do Ranking Masculino.
Então, seguindo uma lógica semelhante, não podemos considerar o Bolt ou o Phelps como os melhores de suas provas, já que ambos perderiam facilmente para guepardos e golfinhos.
A excelência esportiva sempre é definida dentro de uma categoria, não fora dela.
Os recordes do Djokovic não são mais valorizados porque a número 1 do mundo no feminino perde para um top 1000 do masculino. Isso é uma obviedade biológica e não acrescenta absolutamente nada aos recordes dele.
Um ponto fora do contexto, mas que merece reflexão: atletas trans não deveriam competir no esporte feminino. Mesmo com terapia hormonal, quem passou pela puberdade sendo homem carrega vantagens fisiológicas evidentes.
O que valoriza os recordes do Djokovik, é que alguns querem que Djokovik bata os alguns recordes de jogadoras feminina. Sendo que o ranking feminino é feminino, bem mais frágil comparando com o Ranking Masculino
Então os recordes de Djokovik são valorizados porque devem ser comparados só entre Masculino.
O 671° Masculino bateu a número 1° feminino, sem muito esforço.
Cada um na sua categoria. Tem que valorizar as mulheres campeãs e recordistas em suas categorias. Tudo muito justo, a final competiram com outras mulheres. Tem nada a ver com Djokovic nem com kyrgios.
Que é esse 671 masculino que venceu da 1 feminino? Qual e o nome dele?
Verdade.
Claro que não dar pra comparar, pois tênis masculino é outro nível, então tudo bem e segue o jogo.
Esse jogo, mesmo sendo um espetáculo, mostra bem o quanto é discriminação com as mulheres deixar que atletas nascidos do sexo masculino participem em competições femininas.
É como eu sempre digo: a pessoa pode se vestir como quiser, pode fazer sexo com quem quiser e ter a aparência que quiser, mas é um grande absurdo deixar pessoas nascidas homens competir em ligas femininas em qualquer esporte.
A diferença física é absurda.