Miami (EUA) – A presença de Venus Williams, de 45 anos, em competições de alto nível através de convite, está incomodando uma lenda do tênis, o russo Yevgeny Kafelnikov. A americana não vence uma partida desde 22 de julho do ano passado, quando derrotou Peyton Stearns, em Washington.
Mesmo assim, Venus continua tentando e no WTA 1000 de Miami terá mais uma chance de interromper sua sequência sem vitórias. Os nove jogos sem triunfo não a desanimaram e os principais torneios continuam a lhe conceder convites.
Por essa razão, o russo ex-número 1 do mundo afirmou que, em sua opinião, os convites deveriam ser conferidos aos talentos da nova geração, para lhes dar oportunidade. “Tenho um respeito incrível pelas conquistas de Venus Williams, mas já está na hora. Um convite para a chave principal seria útil para muitas tenistas”, disse ele no Hard Court.
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Classificada em 517º lugar no ranking da WTA, a mais velha das irmãs mais famosas do tênis se prepara para disputar seu sexto torneio de 2026, mais do que a soma de suas participações em 2024 e 2025. Ela fará sua estreia contra a britânica Francesca Jones, que também não vive um bom momento: derrotas na primeira rodada em cinco de seus últimos seis torneios.












Tudo pelo business, precisam ser geradas noticias, posts, views. Venus, Raducanu, Kyrgios e em breve youtubers e instagrammers completamente amadores tipo o Sell mas que gerem engajamento vão começar a ser convidados tambem….
Raducanu? A guria é top 30 e não precisa de convite… Não tem como comparar….
Raducanu jogou 3 anos completos com WCs e com o ranking fabricado pelos WCs ela entrava nos Slams. Pesquise.
Agora me deu “nojo” de sse Kafelnikov!!! Que a excelentíssima ilustríssima Senhora Vênus Williams seja convidada, sim, para rodos os torneios que ela quiser jogar!!!
Não viaja mano, tá certíssimo o Kafe
Não vejo problemas convidaram a Sloan Stephens que tem 1 Slam, porque não a Vênus que tem 22 e foi número 1 do mundo além de morar na região.
O torneio tem 96 participantes um convite para uma lenda como a Vênus é merecido.
A Serena tem 22 GS ,Faz a pesquisa aí direito kkkk
Serena tem 23, a Venus tem sete.
Você viajou na maionese…
Quem tem 22 Slam’s é a Irmã da Vênus, Serena!
Eu, heim?
Certíssimo o russo. Vênus faz turismo e só
Concordo plenamente. Ela tem passado vergonha desde julho do ano passado. Ela tem um legado, ok, inquestionável, mas tira oportunidade de outras tenistas mais jovens. Se é tão boa quarto, vença e suba no ranking. Agora, com 45 anos, nao vencendo nada, e ainda ficar recebendo convites, acho um absurdo. Não tem razão pra isso acontecer. Se ganhasse, e ainda fizesse por merecer, mas isso nao acontece, ela nao tem mais potencial, simples assim.
Quando você afirma que a Vênus está passando vergonha nos últimos torneios dos quais está participando, na verdade está medindo a norte-americana com a sua régua. A mensagem que você passa é que, se estivesse no lugar dela, estaria se sentindo envergonhado pela sequência de derrotas. A destinação dos convites para cada torneio cabe, exclusivamente, aos organizadores de cada evento, a critério dos próprios. A Vênus construiu uma história no tênis suficientemente vencedora para merecer os convites que está recebendo. E talvez também atraia a atenção do público amante do tênis, dos patrocinadores e sirva de inspiração para muitas(os) jogadoras(es) da nova geração.
Tá certíssimo, faz muitos anos que tá fazendo hora extra no circuito.
Concordo com o Kafelnikov.
Virou jogo-exibição dentro de torneio oficial.
Isso é um completo desvirtuamento do que deveria ser um wild card. O convite deveria servir para impulsionar quem está tentando crescer no circuito, não para ressuscitar carreira em decadência.
Dar vaga para uma jogadora fora do top 500, que já ganhou dezenas de milhões de dólares, enquanto jovens promissoras lutam diariamente para se manter no circuito, é injustificável. É tirar oportunidade de quem realmente precisa.
E, sim, também passa por uma questão de egoísmo. Chega um ponto em que aceitar esse tipo de convite deixa de ser sobre competir e passa a ser sobre ocupar espaço que claramente já não deveria ser seu.
No fim, o recado é claro: nome vale mais que mérito. E isso só enfraquece o esporte.
Kafelnikov está certíssimo, parabéns a ele que teve coragem de meter o dedo nessa ferida.
Eu concordo com o “soviético”. Acredito que o tema que ele levantou não seria assunto, se a veterana estivesse somando vitórias. Cada uma das 9 derrotas foi um conselho, à ela, para pendurar a raquete.
É mais que hora para parar de “competir,” e passar a treinar a sobrinha.
P.S. Está na idade para ter criado a Sabalenka e a Gauff…