Cincinnati (EUA) – Gustavo Heide endureceu a partida de estreia do qualificatório do Masters 1000 de Cincinnati, mas acabou perdendo para o francês Luca Van Assche. Único representante brasileiro no evento, o paulista foi eliminado pelo cabeça de chave 1 em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4, após 1h52 de confronto.
Na rodada final, o atual número 49 do ranking mundial terá como adversário quem passar do duelo envolvendo o sérvio Dusan Lajovic e o também francês Benjamin Bonzi, 13º pré-classificado do torneio.
Heide está com a sua melhor marca no ranking, na 131ª colocação. Ele disputou o qualificatório de um evento da série 1000 pela segunda vez na carreira, perdendo na estreia do Masters de Miami, em 2022.
O atleta de 24 anos não atuava desde a derrota na rodada inaugural do quali do ATP 250 de Kitzbuhel. Ainda jogando no saibro, ele foi campeão do forte challenger de Poznan, na Polônia, e também conquistou o título em Campinas.
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A partida entre Heide e o top 50 foi interrompida no início da tarde, devido ao mau tempo. Van Assche liderava por 6/3 e 3/3, sacando em 40/40. O paulista teve duas chances de quebrar o saque do rival, mas o francês se recuperou, voltou melhor após a paralisação e aproveitou o segundo break-point no nono game para depois selar a vitória.
Com 83% dos pontos vencidos com o primeiro saque, Van Assche ainda teve 100% de sucesso junto à rede, com quatro subidas. Heide anotou 15 winners contra 13, mas cometeu 33 erros não forçados, 20 a mais do que o francês. O cabeça 1 converteu seus dois break-points, quanto o brasileiro desperdiçou as duas chances.
Recentemente, o tenista de 22 anos faturou seu primeiro título de ATP, no saibro do 250 do Estoril. Na ocasião, derrotou o belga Alexander Blockx para também alcançar seu melhor ranking, a 48ª colocação. Na sequência, caiu na primeira fase em Montréal e ainda precisou disputar o quali em Cincinnati.












Frances muito consistente realmente não teve sorte nesse sorteio… o cara simplesmente não erra se não for tirado do lugar ,Heide parecia que estava esperando o erro do oponente mas sem sucesso , o que acontecia era justamente o contrário , ficou sem paciência, mudava a direção de forma equivocada ,percebendo essa postura estática do Heide o Frances deixava , bola baixa pro Heide errar, dito e feito errou bem mais que o Frances ,
Resultado normal
Quando vi o Heide jogar, uma situação me chamou a atenção foi a moleza dele na quadra. Sem intensidade, sem vibração. Tomara que melhore.
Primeira partida dele em qualy de M1000 onde se qualificou via ranking, pegou de cara o cabeça de chave n°1, achei q fez um jogo bem digno sim..
Oq me entristece nele é a falta de ambição de tentar buscar se enfiar nesse nivel, tem ranking pra ir encarar a gira asiática em quadras duras e tentar um novo qualy de M1000 em Xangai mas, não vai, estará jogando challenger na Europa após o USOpen..
33 ENF x 13 bem difícil ganhar mesmo. Ainda conseguiu 2 BP.
Enfim tentou… espero que fique por lá e vá pra algum challenger pré qualy do US Open.
Ele seria cabeca 1 da chave no Challenger 75 que esta’ rolando nos estados unidos. Para mim seria a melhor opcao para pegar ritmo neste tipo de quadra que e’ similar ao USOpen. Mas, quem sou eu para pensar assim! Espero ele esteja em algum Challenger da proxima semana.
Ele ganhou umass 5x mais grana nesse jogo caso fosse campeão desse challenger…
Não é fácil equilibrar as finanças quando não está entre os melhores…
Ganhou pouco mais de U$7 mil. Acho que a discussão é de ritmo de jogo e não do premio, quanto menos das finanças.
No challenger teria que chegar na semi final para ganhar U$ 5mil.
Nao faz absolutamente nenhum sentido em nenhum planeta de nenhum universo ter ranking pra entrar num M1000 e preferir entrar num 75. Nem vc concorda com o que vc falou.
Meu ponto de vista foi o de “pegar ritmo”. Entao voce concorda que ele “pegou ritmo.” Respeito a opiniao de todos aqui e estou aberto as porradas dos que nao escrevem seus proprios textos. Amem.
Previsível,Heide precisa jogar mais torneios,tem hora que tem azar no sorteio e pode perder terreno
como diria aquele simpático senhorzinho do futebol na ESPN… “noooooorrrrrrrrmaaaaalllllll”.
Pior que é. Falta-lhe algo que sempre foi escasso no BR, com honrosas exceções: levantar a cabeça e dizer “eu posso e vou fazer”.
Com certeza não foi por causa de falta de ritmo,pois o Heide joga toda semana