Madri (Espanha) – O torneio de Madri, que simultaneamente é um Masters 1000 e um WTA 1000 anunciou nesta quinta-feira uma decisão histórica que reforça seu compromisso com a inovação e destaca sua dedicação à igualdade: Garbiñe Muguruza se juntou à equipe como co-diretora do evento.
Ela dividirá com Feliciano López o cardo, consolidando assim um modelo de liderança compartilhada único no mundo do tênis. A decisão de trazer Muguruza para a equipe partiu diretamente de Gerard Tsobanian, CEO do torneio, reforçando assim a atenção, o cuidado e as necessidades dos jogadores dos circuitos ATP e WTA.
“Essa estrutura bipartida, sem precedentes em qualquer outro evento dos circuitos ATP e WTA, marca o evento como uma referência global em termos de inovação, diversidade de liderança e visão para o futuro”, afirmou o comunicado do torneio de Madri.
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Garbiñe se mostrou entusiasmada e pronta para a nova aventura. “Assumir a co-direção é uma enorme honra. Este torneio sempre se comprometeu com a inovação e a quebra de paradigmas, e estou particularmente entusiasmada por fazer parte de um projeto que continua a evoluir e não tem medo de liderar mudanças significativas no nosso esporte”.
Colega de função, López deu as boas-vindas à nova companheira de organização. “A chegada de Garbiñe é uma notícia fantástica para o torneio e um sinal muito claro da direção que queremos seguir como organização. Sua experiência no mais alto nível e sua capacidade de compreender tanto as necessidades dos jogadores quanto os desejos do público contribuirão imensamente”.











Gosto muito da Muguruza. Deve ter sido a última tenista sulamericana a se tornar número 1 do ranking desde a Gabriela Sabatini.
É espanhola.
Ela nasceu na Venezuela, e se naturalizou espanhola – pode ser considerada sulamericana
Venezuelana e espanhola. Nascida cá, ida pra lá.