Felipe Priante
Do Rio de Janeiro, Especial para TenisBrasil
As dúvidas sobre a condição de João Fonseca no duelo com a Suíça pela Copa Davis foram se dissipando no desde o começo da semana com os primeiros treinos do jovem carioca ao lado do time. Após o sorteio das partidas, que colocou Fonseca para abrir o confronto diante do suíço Dominic Stricker, ele falou um pouco mais sobre suas sensações.
“Minha recuperação foi chata, obviamente eu queria ter jogado o US Open e gostaria de estar melhor fisicamente. Tive muitas lesões esse ano. Voltei a treinar semana passada e estou voltando a me sentir bem dentro de quadra”, afirmou o tenista de 19 anos, deixando a entender que ainda não está 100% recuperado.
Contudo, a importância de jogar um confronto deste porte e ainda dentro de casa é algo que vale um sacrifício extra. “Não poderia deixar de dar todo meu apoio ao time, tentei me recuperar o mais rápido possível para estar aqui. Todos sabem o quão importante é a Copa Davis para mim desde o juvenil”, disse Fonseca.
O tenista da casa prefere não vislumbrar ainda o embate com o veterano Stan Wawrinka, que será o quarto do confronto e foca em sua partida de estreia. “Eu acho que a gente tem que pensar em um jogo de cada vez. O primeiro é contra o Stricker, que é um jogador completo, já foi top 100 e ganhou de grandes tenistas”, ponderou.
“Acho que esse é o primeiro jogo que a gente tem que pensar. Mas, obviamente, num possível confronto, no sábado, vai ser uma honra, com certeza. Todos sabem que o Wawrinka é um grandíssimo jogador. Toda a história dele no tênis é muito grande”, disse Fonseca.
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Questionado sobre as condições da quadra (piso duro e coberto), o número 1 do Brasil e 29 do mundo lembrou que o maior título da carreira foi justamente em condições similares no ATP 500 da Basileia. “No ano passado me senti super bem na quadra rápido indoor. Com um piso um pouco mais áspero, lento”, comentou.
“Era uma bola um pouco maior, que eu consigo um pouco mais tempo para jogar. E eu acho que, para mim, essa superfície aqui está muito parecida. Nos treinos eu tenho gostado bastante. Acho que o time está bem preparado para esse confronto”, complementou Fonseca.











[…] “Com todas as lesões que eu tive esse ano, junto com os momentos difíceis, acabou rolando isso no final do jogo. Mas eu me sinto cada dia melhor, eu acho que estou evoluindo, mas ainda não estou onde eu quero chegar”, afirmou o carioca de 19 anos, que antes mesmo do confronto já havia declarado que sua condição física não era a melhor possível. […]
Não entendo essa cultura no Brasil de o atleta se sentir obrigado a manter o time, como se houvesse um contrato de vitaliciedade. O JF precisa de mudança, já passou da ora de buscar outra equipe, Guilherme e comissão já bateram no teto! Não entendo um preparador físico que não consegue cuidar do próprio corpo e com cara de sono todo jogo. Por que não mudar? Tem que trazer treinadores com bagagem a nível mundial como Ivan Ljubičić, Ferrero, Goran Ivanišević, Carlos Moyá. Tem muita gente boa livre aí no circuito.
Lesão crônica. Acostumem-se!
Tira o ano, volta no AO.
Rapaz vai jogar, vc tem 20 anos e ja ta estrupiado assim, pulando grand slam…
Depois de tantas lesões e abandonos, que me levaram a me frustrar em não ter jogos do João pra assistir, resolvi tratá-lo como mais um jogador comum, que conseguiu a “façanha” de entrar no Top 30, embora que “sempre “flertando” com o Top 40. E as novas promessas, como o Luis Miguel, Nauhany Silva e Victória Barros as duas últimas com grande oportunidade de mostrarem serviço no SP Open, não demonstrarem ser novos fenômenos como apregoavam alguns, aprendi a ser mais “pé no chão”, e apenas torcer, sem criar grandes expectativas. Isso certamente me ajudará a “sofrer” menos.
Os “influencers” e “outfluencers” às vezes exageram nas expectativas.
Um jogador comum que aos 18 anos virou 50 do mundo e aos 19 top 25. Agora dá uma olhada no ranking dos sub-20 hoje e veja os jogadores “incomuns” que tem lá…
Outra coisa: é perfeitamente possível ser um jogador “incomum”, no sentido de ser um talento generacional (no caso do tênis brasileiro, bem mais do que isso) e não virar top 5 aos 19 anos. O problema não é só a expectativa elevada, é a ansiedade para que essa expectativa se cumpra imediatamente.
Ih rapaz, n tá nem 100% e msm assim vai jogar podendo piorar a lesão, mas quem sou eu pra falar alguma coisa né.. ele que arque com as consequências (espero que dê tudo certo, e ele vença os 2 jogos)
Ele esta 100% da lesão. Ate porque sempre que tem algo ele se poupa. O que ele nao esta bem é o físico.
Putz!
O Fonseca voltou a jogar semana passada.
Sei não, deveriam ter colocado outro jogador. Cristal é valioso mas quebra fácil.
Acho que esse ano o Fonseca não ficou 3 meses sem se machucar.