Djokovic se irrita com jornalista: “Acho que foi um pouco desrespeitoso”

Novak Djokovic (Foto: FFT)

Melbourne (Austrália) – Após garantir vaga nas semifinais do Australian Open, contando com a desistência do italiano Lorenzo Musetti, que abriu 2 sets a 0 e então abandonou a partida por lesão no começo do terceiro, o sérvio Novak Djokovic foi confrontado por um repórter presente na coletiva de imprensa e se irritou com a pergunta.

O jornalista questionou Djokovic em seu papel como perseguidor do espanhol Carlos Alcaraz e do italiano Jannik Sinner depois de ter passado anos também perseguindo o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal. Logo de cara o sérvio rebateu: “Estou tentando alcançar Jannik e Carlos? De que forma?”

Quando o jornalista se explicou, destacando não apenas o domínio anterior de Federer e Nadal, mas o de Alcaraz e Sinner neste momento, Djokovic reagiu irritado: “Então eu sou sempre o perseguidor e nunca sou perseguido por ninguém?”, indagou o recordista de títulos de Grand Slam, indignado com a colocação do repórter.

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Djokovic disse que o fato de ter conquistado 24 títulos de Slam nos últimos quase 20 anos, durante a era Federer e Nadal e depois que a geração mais jovem assumiu o controle, foi algo importante e esquecido de ser mencionado.

“Bem, acho um pouco desrespeitoso que você pareça ignorar o que aconteceu nesse meio tempo. Você diz que eu estava perseguindo Rafa e Roger e agora estou perseguindo Carlos e Jannik. Mas, nesse meio tempo, houve um período em que dominei os Grand Slams. Você deveria se lembrar disso”, cutucou.

Federer e Nadal seus verdadeiros rivais

Embora reconheça a qualidade de Alcaraz e Sinner, o ex-número 1 do mundo garante que a rivalidade que teve com Federer e Nadal não pode ser comparada. “Roger e Rafa sempre serão meus maiores rivais. Respeito tudo o que Sinner e Alcaraz fazem e tudo o que farão. É um ciclo natural no esporte”, comentou Djokovic.

“Talvez um terceiro homem se junte a nós, e eu torcerei por ele, porque eu fui o terceiro no começo. Não sinto que estou perseguindo alguém; estou escrevendo minha própria história. Quero chegar à final de todos os torneios, especialmente os Grand Slams, é um dos principais motivos pelos quais ainda jogo”, acrescentou.

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Realista
Realista
19 dias atrás

Djokovic precisa conviver com isso: ele é o terceirão do Fedal e terceirão do Alcasinner

Alessandro Siqueira
Alessandro Siqueira
18 dias atrás
Responder para  Realista

Uma mentira dita 1000 vezes seguirá sendo uma mentira, mas se ela te apraz, siga repetindo.

Elias Aguiar
Elias Aguiar
18 dias atrás
Responder para  Realista

Sim o “terceirão ” com 24>22>20>6>4 kkkkkkkk . Realista não, mas piadista você é kkkkkk

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
18 dias atrás
Responder para  Realista

Afirmar que o Djokovic é o terceirão do Fedal é fácil. O difícil é explicar. Tenho certeza que você não consegue explicar essa sua afirmação. Os fatos desmentem a sua primeira afirmação. A segunda afirmação é mais descabida ainda. Djokovic não tem nenhuma obrigação de rivalizar com Alcasinner. Pessoas de bom senso e com espírito esportivo reconhecem que o que o Nole está fazendo vai muito além de sua obrigação. O Nole está com 38 anos e 8 meses e é nº 4 do ranking. Da geração dele o mais próximo é o Grigor Dimitrov, nº 45 do ranking aos 34 anos e 8 meses, depois vem o Adrian Mannarino, nº 69 do ranking com 37 anos e 7 meses e depois tem o Marin Cilic, nº 70 do ranking com 37 anos e 4 meses. Portanto, o que o Djokovic ainda faz dentro de uma quadra de tênis mostra o quão fenomenal ele é como jogador tendo atingido um nível que nenhum outro conseguiu alcançar. Quem viver verá se no final de 2038 Jannik Sinner, com 37 anos de idade, e Carlos Alcaraz, com 35, ainda estarão no top 10.

PRGF
PRGF
18 dias atrás

Perfeito comentário

Marcio
Marcio
18 dias atrás

Parabéns pela colocação

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
18 dias atrás
Responder para  Realista

Vai ver a corrida é de costas.
Somente assim é possível perseguir Alcaraz e Sinner.
O espanhol chegou essa semana à sua partida de #100 em GS.
O sérvio passou de 400 vitórias em GS.
Quem é o real perseguidor?

Davi Silva
Davi Silva
18 dias atrás
Responder para  Realista

É verdade mano, o lobo costuma seguir gazelas e bezerro até abocanhar, no caso, gazela e o bezerro viraram almoço, agora está perseguindo duas sobremesas, mas pela avançada idade do lobo alfa, está difícil de alcançar.

Carlos Eduardo Siqueira
Carlos Eduardo Siqueira
18 dias atrás
Responder para  Realista

Concordo 100%, mas, os fãs do Dejokovid não estão preparados para ouvir isso.

Jr. Junior
Jr. Junior
18 dias atrás
Responder para  Carlos Eduardo Siqueira

No fundo eles tão ligados, mas preferem se iludir. A reae essa e não adianta chorar. Nunca será…Paz

Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás
Responder para  Realista

Sonha

Sergio
Sergio
18 dias atrás
Responder para  Realista

O terceirão ficou uma arara quando foi colocado no seu devido lugar, que é mesmo o de coadjuvante de Federer e Nadal e, agora de Sinner e Alcaraz.

Tiago
Tiago
18 dias atrás

Não sou fã do jogo de Djoko… Sou fã de sua atitude, resiliência, confronto, peito aberto, de sua postura e suas respostas… Por fim dou fã do cidadão terrestre e pai de família chamado Djokovic.

Paulo A.
Paulo A.
18 dias atrás
Responder para  Tiago

Concordo com você! O jogo dele é muito eficiente mas robotizado, carece de brilhantismo e emoção, se comparado aos inigualáveis Fedal.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás
Responder para  Paulo A.

Djokovic é o Goat e ponto final

Edu Martins
Edu Martins
18 dias atrás

É por isso que gosto do Nole, responde a altura, na lata, já que baixaram o nível, mais um jornalista sem noção, nível infantil, provocador, pronto pra se fazer de vítima pra embolar a situação, e justo no Aopen que anda devendo muito desde ano passado, depois ele perde a paciência e não sabem o que andou acontecendo!

Juscelino
Juscelino
18 dias atrás

Jornalista de memória curta. Djoco dominou o circuito por anos consecutivos. Deve tá querendo aparecer.

SANDRO
SANDRO
18 dias atrás

Jornalista totalmente sem noção com uma pergunta pra lá de imbecil…

Lucas
Lucas
18 dias atrás

Se o cara é o jogador com maior número Grand slam até Hj ..então o cara sempre estará no topo até q outro jogador o ultrapasse esses números….ou seja o cara é uma lenda viva ..24 titulos ..nao será fácil bater esse recorde..

José Afonso
José Afonso
18 dias atrás

O jornalista pode ter sido infeliz na escolha da palavra “chase”, mas a pergunta foi boa: queria que ele comparasse o início e o final da carreira em que precisa superar os dois fenômenos do momento para ser possível vencer um Slam.

Entendo o GOAT Dourado ficar na defensiva porque já foi desrespeitado por muitos jornalistas ao longo da carreira, mas, dessa vez, não vi maldade ou motivo para reagir assim.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
18 dias atrás
Responder para  José Afonso

De fato, ele perseguiu o Fedal até ultrapassa-los, mas os dois atuais líderes, como?

Marquinhos
Marquinhos
18 dias atrás

Síndrome do terceirão. kkkk Vivia à sombra de Rafa e Roger antes, vive à sombra de Sinner e Alcaraz hoje.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Coitado de vc, como sofre

Marquinhos
Marquinhos
18 dias atrás
Responder para  Jorge Luiz

Pelo contrário, me divirto muito! kkkk

Sergio
Sergio
18 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Exatamente.

Rockton
Rockton
18 dias atrás

O erro aí foi dizer que hoje em dia ele vive a sombra só de Simmer e Alcaraz. Na verdade vive a sombra de muitos outros. Se o Musetti não tivesse machucado o Sérvio ja estaria em casa.
Agora é só ladeira abaixo. Tem títulos, mas nunca vai ter um milésimo do carisma que tem Nadal e Federer. Nesse torneio deu “pití” em quadra novamente e quase deu outra forte bolada em um boleirrinho e seria desclassificado denovo.

Última edição 18 dias atrás by Rockton
Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás
Responder para  Rockton

Desde quando carisma tem a ver/? Passa uma pomada pra ver se essa dor no cotovelo acaba

Sergio
Sergio
18 dias atrás
Responder para  Rockton

Concordo plenamente. Nunca terá, com suas ridículas atitudes, o respeito de um Nadal ou de um Federer.

RODRIGO
RODRIGO
18 dias atrás

Virei fã desse jornalista. Reduziu o enganador sérvio, mais uma vez, ao papel de coadjuvante no tênis, que sempre foi a sua realidade. Sensacional!!!

Jr. Junior
Jr. Junior
17 dias atrás
Responder para  RODRIGO

Fato. Nunca será…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
18 dias atrás

O pessoal confunde popularidade ou ser mais midiático com ser goat no tênis.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás

Djokovic é o Goat, isso é um fato,o resto é só dor de cotovelo

Jr. Junior
Jr. Junior
18 dias atrás

E vocês que são os entendidos do assunto né kkkk eterno terceirão kkkk Nunca será e o mundo sabe disso. Paz

Estefänio
Estefänio
18 dias atrás

O problema não são os outros. O problema é o Djokovic. A rigor, ele somente é benquisto e ídolo na Sérvia. Pode ganhar 50 grande slams mas sempre será preterido pelo carisma de Federer e Nadal. E carisma é algo que ele não tem. Faz falta a ele ser reconhecido amplamente? Sim, faz falta porque suas respostas são ressentidas.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
18 dias atrás
Responder para  Estefänio

Tênis é esporte ou disputa de popularidade?

Estefänio
Estefänio
18 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Nessa conjuntura tecnológica, ambos: esporte e disputa de popularidade. Diria até com uma tendência a ser uma disputa de egos. Veja que o próprio Djokovic quando se inclina a responder perguntas como essa feita pelo jornalista, a primeira coisa que faz é defender seu “eu” diante da opinião pública tenística. Quer alguém mais vaidosa e egocêntrica que a Osaka atualmente? Há quem goste, mas eu já tenho ânsia dessa postura de falsa militante cujo intuito é, no mais das vezes, o engajamento “instagramático”.

CRAS
CRAS
18 dias atrás
Responder para  Estefänio

Responde por que é obrigado a responder por força de contratos perguntas de jornalistas mal intencionados e muitos mal preparados.

Djoko é herói em dobro.

Por conseguir jogar ainda em alto nível (longe do seu auge) e por ter paciência em participar dessas coletivas que nada acrescentam, seja no mundo do tênis ou fora dele.

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