Lusail (Qatar) – Disposto a seguir competitivo no circuito e lutar pelo tão sonhado 25º título de Grand Slam, Novak Djokovic vai para sua 23ª temporada no circuito profissional. Aos 38 anos, prioriza a recuperação e condicionamento físico. Embora tenha sido semifinalista nos quatro principais torneios da última temporada e conquistado ATP 250, em Genebra e Atenas, ele reconhece que precisa estar no auge físico para competir com Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, que dominam o circuito.
Djokovic esteve no Qatar no último fim de semana, quando aproveitou a viagem ao Grande Prêmio de Fórmula 1 para mostrar um pouco de sua rotina de recuperação. O tenista apresentou sua cápsula de recuperação, a Regenesis recovery pod, e concedeu entrevista à Sky Sports, detalhando o processo físico pelo qual está passando depois de 18 meses marcados por lesões. Ele ficou fora do ATP Finals por um problema no ombro e também havia se retirado na semi do Australian Open, por lesão muscular na perna esquerda.
“Estou fazendo uma pequena pausa e tentando reconstruir a minha máquina, por assim dizer, usando a linguagem do automobilismo”, afirmou Djokovic. “Tenho me lesionado com mais frequência nos últimos 18 meses, então estou tentando reconstruir meu corpo para que o início da próxima temporada seja ótimo e, com sorte, para que eu consiga acompanhar os melhores”. Ao explicar o funcionamento da cápsula de recuperação, ele deu mais detalhes: “É uma cápsula de bem-estar multissensorial que recarrega suas baterias no menor tempo possível, que são oito minutos”.
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O sérvio também comentou a experiência de acompanhar de perto o paddock da Fórmula 1. Na quinta-feira, o sérvio participou de uma divertida aula de ioga em Doha ao lado do piloto argentino Franco Colapinto, da Alpine. E no sábado, entregou a premiação da corrida Sprint. “Ver esses caras competindo no mais alto nível é um privilégio. Se eu fosse um deles, ficaria na minha própria bolha. Há muita coisa acontecendo. Fico impressionado e até chocado com o número de distrações ao redor dos pilotos, então eles precisam manter sua rotina e manter tudo simples”, declarou.










Ué, eu achava que esse ser de luz se recuperaria debaixo de uma cachoeira, meditando. Não entrando numa cápsula hipertecnológica, com a utilização de radiação e afins para acelerar a recuperação muscular.
É o mesmo indivíduo que diz que chorou quando teve de fazer uma operação, afirmando que ele teria falhado com o próprio corpo.
Claramente trata-se de uma pessoa contraditória e desequilibrada.
Cada um interpreta os fatos conforme a sua conveniência. Não vejo nenhuma contradição ou desequilíbrio nas atitudes do Djokovic. Ele, assim como qualquer outra pessoa, tem o direito de mudar de opinião conforme a necessidade. Como existem muitos fatores que estão fora do controle das pessoas, e muitas coisas que acontecem sem terem sido previstas, todos têm o direito de mudar de idéia antes de executar qualquer ação.
Mas ele jamais mudou de ideia. Sempre foi adepto da mais alta tecnologia de preparação e recuperação física.
O Gilvan é que está querendo atrapalhar seu raciocínio e quase conseguiu.
Fique atento.
O cara é um exemplo do estado da arte da dedicação. Esse aí não foge da carteira de trabalho.
Só em ouvir de Djokovic que continuará competindo, os antis passam mal. Djokovic vai ser o primeiro tenista a atingir 400+ vitórias em nível slam, pode ainda ser o primeiro a ter 100+ vitória em todos os slams, o que já era para ter acontecido não fosse os contratempos pelo que Nole passou. Derrepente ainda da pra se tornar o segundo homem com mais títulos na era open. Incrível como ele conseguiu está nesta posição e com possibilidades muito reais.
Djoko é o Jimmy Connors do Big 3. Nadal é o Born do Big 3 e Federer o Laver do Big 3.
Djoko é Djoko, recordista de tudo que é importante neste esporte, todos os outros, do passado e do presente, estão abaixo dele. Só a espera de mais recordes e feitos do Goat de todos os esportes.
Exatamente.
Federer terceiro, Nadal segundo e Djoko primeiro com muita folga.
Regenesis Recovery Pod não tem nenhum reconhecimento científico que comprove sua eficácia.
Inclusive a “máquina” é financiada pelo próprio Djokovic (co-fundador é investidor do produto).
A cápsula integra terapia de luz, frequências sonoras, terapia de campos eletromagnéticos pulsado, aromaterapia, e a energia de cristais.
Enquanto não temos nenhuma comprovação científica do produto, o sérvio vai vendendo o equipamento.
Logo, logo, o Djokovic chama Elizabeth Holmes para ser o CEO da empresa.
Quanto engodo…
Ou seja, foi um baita de um jabá dos golpinhos do Djoko. Mais um.
Quanto estudo para colocar à prova alguém, hein?
Mas, se ele próprio está dentro da máquina, tomara que ela não funcione, certo?
Será lindo vê-lo perdendo seu ranking artificialmente inflado quando não defender os pontos fakes da semifinal fake do AO…
Força Djokovik.
Esperando o retorno para ver mais recordes ser batidos.
É só viver da Fé.
Que chega a 100 anos novinho, sem dores, sem contusões, sem doença, sem morte.
Com 38 anos e indo para 39,não há muito o que ele possa fazer a essa altura. Esses novos procedimentos tecnológicos podem até ajudar. Mas o corpo passa a cobrar cada vez mais a partir de agora, e isso não há nada do que ele possa fazer. As lesões serão cada vez mais frequentes. Por mim, ele já se aposentaria nesse próximo AO. Só que todos sabemos que não irá. Uma coisa acho certa; se ele ainda tem uma mísera chance de ganhar algum GS,esse é na Austrália, por ser seu ambiente preferido de jogar e tudo o que conquistou lá. Ainda terá 38 até lá. Nos outros eu duvido muito. Sinner e Alcaraz estão cada vez mais dominantes e voando fisicamente.
Não esqueça de Wimbledon, o Slam favorito dele e que, não fosse uma lesão inesperada, Saint Grigor muito provavelmente teria derrubado, nas quartas de final, o campeão e pedra no sapato do GOAT Dourado.
O Slam favorito dele é o AO. Os números já dizem isso. Wimbledon vem depois. Mas, o Alcaraz tem jogado muito naquela superfície,e vem de três finais seguidas; onde ganhou duas do próprio Djokovic. Sinner já mostrou que pode ganhar lá. Mesmo o sérvio tendo jogado as últimas duas edições baleado, ganhar na grama tá cada vez mais difícil.
Outro dia, uma jornalista lembrou de Marian Keegh, uma dona de casa de Chicago, do nada inventou uma seita, dizendo que alienígenas entraram em contato avisando que o mundo iria acabar dia 21 de dezembro.
No dia 20, seus seguidores se reuniram na sede da seita. Antes, venderam todos os seus bens e doaram o dinheiro para a seita de Marian Keegh, era o preço a pagar.
Quando chegou a meia-noite, os seguidores aguardaram a chegada do fim do mundo, com esperança de que a nave alienígena fizesse o resgate.
Nada aconteceu, o mundo não acabou e a nave não apareceu.
Por volta das duas horas da manhã, Marian Keegh subiu num púlpito improvisado, olhou para os seus seguidores e disse:
“Graças à fé de vocês, o mundo foi salvo”.
A pequena multidão olhou assustada para sua líder, até que alguém gritou:
“Aleluia”
E todos oraram em agradecimento…
(É assim é o fanatismo).
Por isso temos que estar firmados na Rocha.
Não seremos enganados.
Sem fanatismo.
Seguindo a Verdade. A morte é vencida.
Kkkkkk
jamais conseguirá superar o GOAT
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Já ultrapassou há tempos e deixou comendo poeira.
Que bom que está se cuidando. Quem sabe consiga beliscar mais um atpzinho 250. Pensar em algo maior que isso, seria insanidade.
O maior atleta da história com certa folga ganhará no mínimo 3 títulos em 2026 e jogará o Terceirão para o terceiro lugar em mais uma estatística; já é o terceiro em Grand Slams, Masters 1000 e Big Titles.
Que bom que está se cuidando. Quem sabe consiga beliscar mais um atpzinho 250. Pensar em algo maior que isso, seria insanidade…
Certíssimo. Nesta idade, prioridade é recuperação.
Já dá para passar os 103 títulos ATP do Federer e mais algum outro recorde a cada vitória que ele conquista. E na sorte, vai que um dos dois se enrosca em um GS ele leva o 25°, boa estratégia.