Nova Iorque (EUA) – Em turnê de divulgação do documentário “The Wolf in Winter”, sobre sua vida e carreira, Novak Djokovic aproveitou para relembrar o início de sua trajetória e destacou a importância dos croatas Ivan Ljubicic e Mario Ancic em sua formação.
O sérvio relatou que, ainda adolescente, treinava com o italiano Riccardo Piatti, mesmo profissional responsável por Ljubicic, então número 3 do mundo. De certa forma, a proximidade serviu de mentoria para que o tenista de Belgrado compreendesse melhor como realizar a transição para o circuito profissional.
Segundo o site Puntodebreak, em declarações reproduzidas pelo SportKlub, Djokovic conseguiu amadurecer mais rapidamente convivendo com atletas de ponta quando ainda era muito jovem. Além de Ljubicic, Mario Ancic, ex-top 7, também foi essencial em seus primeiros passos.
“Os dois estavam entre os melhores do mundo naquele momento, terceiro e sétimo do ranking da ATP. Naquela época, eu compartilhava treinador com Ivan Ljubicic”, relembrou o tenista de Belgrado.
Djokovic disse que aprendeu bastante com a experiência ao lado dos croatas. “Eu era um adolescente e não tinha ideia de quase nada. Quais cordas usar, qual raquete escolher, qual balanceamento era o ideal, quanto ela deveria pesar… Realmente não sabia. Aprendi tudo no caminho”, confidenciou.
“Como um garoto magro da Sérvia que acabava de chegar ao mundo do tênis, eu estava tentando encontrar meu caminho e conquistar meu espaço. Ivan me acolheu, me ajudou e me guiou durante todo o processo”, destacou.
O sérvio garantiu que a experiência de Ljubicic serviu de modelo sobre como se portar dentro e fora das quadras. “Ele me explicou como falar com a imprensa e como me comportar. O conselho mais importante que me deu foi para que eu sempre fosse eu mesmo e permanecesse autêntico”, assegurou Djokovic.
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Isso estava precisando mesmo, Ljubicic e Murray lhe deram a chance de sair do carisma negativo.
Autêntico? Tipo imitar os outros temistas que ele fazia no começo da carreira é ser Autêntico?
Sim, claro que é.
Ser autêntico é agir conforme sua personalidade em qualquer lugar, respeitando o limite do seu até o outro. Nunca imitou ninguém sem desrespeitar e todos se divertiam.
Quando imitou Nadal, foi depois de perder o jogo. Jamais faria o mesmo se tivesse ganhado.
Nem ele achava que era autentico fazendo essas palhaçadas, ele ja deu diversas entrevistas dizendo que se sentia estranho e deslocado e só bem mais velho começou a se sentir pertencendo e sendo mais autentico.
Um palhaço sendo palhaço é ser autêntico.
O que não é, é um palhaço demonstrando ser sério, compenetrado e outros adjetivos próximos.
Djokovic sempre foi ele mesmo. Não à toa, sempre toma cacetadas.
Os politicamente corretos, estão sempre em suas zonas de conforto.
Bom se vc o considera um palhaço quem sou eu pra discordar….
Agarraste o que considera uma bela oportunidade de achincalhar, não é?
Eu não escrevi que o considero um palhaço, mas, isso é perda de tempo minha.
Sendo que o próprio sérvio já deu uma entrevista dizendo que ele só se tornou autêntico mais velho, quando se sentiu confortável para externar seu verdadeiro ser. Sobre as qualidades dessa persona, eu prefiro me omitir.
Por favor então.
Ainda dói, né?
Parabéns ao GOAT Djokovic e aos seus mentores Ljubicic e Ancic!!!
Depois Ljubicic foi trabalhar com o melhor tenista da história.
“Como um garoto magro da Sérvia que acabava de chegar ao mundo do tênis, eu estava tentando encontrar meu caminho e conquistar meu espaço. Ivan me acolheu, me ajudou e me guiou durante todo o processo”, destacou.
É muito menino Charlinho. O menino que só queria jogar tênis.