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O Brasil no Grupo Mundial

Desde que o Grupo Mundial foi instituído, em 81, o Brasil disputou 25 confrontos e só ganhou nove, oito deles como sede, sendo três pela rodada de repescagem. O tabu de nunca ter vencido como visitante caiu diante da Espanha, na primeira rodada de 99, mas o duelo foi no saibro.

São 51 vitórias em 118 jogos pelo Grupo Mundial, ou seja, 43,2% de rendimento. Dessas vitórias, apenas 14 não foram no saibro. Nesse piso, ganhamos 37 de 63 jogos e, em tapete, só vencemos 12 de 45 partidas. Outros cinco jogos aconteceram na grama e perdemos todos eles.

O melhor desempenho tem sido nas duplas: em 24 jogos pelo Grupo Mundial, ganhamos 14, sendo 12 no saibro, 1 na dura e 1 no tapete. Individualmente, vencemos apenas 38 (25 no saibro) de 93 partidas.

Na condição de visitante, o Brasil tem números muito ruins: só ganhou 12 de 51 jogos de simples e quatro de 13 partidas de duplas, ou seja, um total de 16 de 63 jogos.

Quando atuou como sede, o Brasil perdeu apenas um jogo de duplas desde 81. A invencibilidade de dez jogos consecutivos foi quebrada no duelo diante da Austrália, em 2001, em Florianópolis. No saibro caseiro, o time nacional venceu 33 de 50 partidas.

Confira o desempenho brasileiro no grupo mundial da Copa Davis

1981

1ª rodada - Romênia 3 x 2 Brasil, em Bucareste, piso de tapete
Florin Segarceanu v. Carlos Kirmayr, 4/6 7/5 6/2 6/2 
Thomaz Koch v. Andrei Dirzu, 6/2 6/4 6/1 
Dirzu/Segarceanu v. Koch/Kirmayr, 0/6 8/6 6/4 7/5 
Segarceanu v. Koch, 4/6 6/3 7/5 4/6 6/0 
Kirmayr v. Dirzu, 6/2 6/0

Playoff - Brasil 2 x 3 Alemanha, em São Paulo, piso de tapete
Uli Pinner v. Thomaz Koch, 6/3 6/3 6/2 
Carlos Kirmayr v. Peter Elter, 7/5 6/2 3/6 6/2 
Heinz Beutel/Christoph Zipf v. Kirmayr/Marcos Hocevar, 6/8 6/4 6/3 13/11 
Kirmayr v. Pinner, 6/2 11/13 21/19 6/3 
Elter v. Koch, 7/5 7/5 6/3


1988

1ª rodada - Alemanha 5 x 0 Brasil, em Essen, piso de tapete
Boris Becker v. Cássio Motta, 6/0 6/2 6/0 
Carl Steeb v. Luiz Mattar, 6/1 6/2 6/3 
Becker/Patrick Kuhnen v. Mattar/Ricardo Acioly, 8/6 15/13 6/4 
Kuhnen v. Mattar, 9/7 6/3 
Steeb v. Motta, 6/1 6/2

Playoff - Espanha 5 x 0 Brasil, em Múrcia, piso de saibro
Javier Sanchez v. Ivan Kley, 6/4 10/8 5/7 6/2 
Emilio Sanchez v. Luiz Mattar, 5/7 6/3 3/6 6/4 6/4 
E.Sanchez/Sergio Casal v. Kley/Ricardo Acioly, 6/3 6/3 6/4 
J.Sanchez v. Cássio Motta, 10/12 6/3 6/4 
E.Sanchez v. Kley, 6/2 9/7


1992

1ª rodada - Brasil 3 x 1 Alemanha, no Rio, piso de saibro
Boris Becker v. Luiz Mattar, 6/4 5/7 1/6 7/6 6/0 
Jaime Oncins v. Carl Steeb, 6/3 4/6 6/2 7/6 
Cássio Motta/Fernando Roese v. Becker/Eric Jelen, 7/5 6/3 6/3 
Oncins v. Markus Zoecke, 1/6 6/4 7/6 2/6 7/5

2ª rodada - Brasil 3 x 1 Itália, em Maceió, piso de saibro
Omar Camporese v. Luiz Mattar, 6/3 5/7 6/4 6/7 6/4 
Jaime Oncins v. Paolo Cané, 7/6 4/6 5/7 7/5 6/3 
Cássio Motta/Fernando Roese v. Camporese/Diego Nargiso, 6/1 6/2 5/7 3/6 6/3 
Oncins v. Stefano Pescosolido, 6/4 6/3 3/6 1/0 desistência

Semifinal - Suíça 5 x 0 Brasil, em Genebra, piso de tapete
Marc Rosset v. Jaime Oncins, 6/3 7/5 7/5 
Jakob Hlasek v. Luiz Mattar, 6/2 6/3 6/7 6/3 
Rosset/Hlasek v. Cássio Motta/Fernando Roese, 6/3 6/4 6/3 
Hlasek v. Oncins, 6/4 6/2 
Rosset v. Mattar, 7/6 6/3


1993

1ª rodada - Itália 4 x 1 Brasil, em Modena, piso de tapete
Diego Nargiso v. Jaime Oncins, 7/5 6/2 6/3 
Omar Camporese v. Luiz Mattar, 7/6 4/6 6/2 6/1 
Camporese/Diego Nargiso v. Cássio Motta/Fernando Roese, 7/6 3/6 4/6 6/3 10/8 
Oncins v. Camporese, 6/4 3/6 6/3 
Nargiso v. Motta, 6/1 6/2

Playoff - Bélgica 3 x 1 Brasil, em Bruxelas, piso de saibro
Bart Wuyts v. Jaime Oncins, 6/2 6/2 2/6 7/5 
Filip de Wulf v. Fernando Meligeni, 6/2 6/1 7/5 
Luiz Mattar/Cássio Motta v. Wuyts/Van Houdt, 6/2 6/2 6/3 
Wuyts v. Meligeni, 6/3 1/6 7/6 7/5


1997

1ª rodada - Brasil 1 x 4 EUA, em Ribeirão Preto, piso de saibro
MaliVai Washington v. Gustavo Kuerten, 3/6 7/6 7/6 6/3 
Jim Courier v. Fernando Meligeni, 3/6 6/1 6/4 4/6 6/4 
Kuerten/Jaime Oncins v. Rick Leach/Alex O’Brien, 6/2 6/4 7/5 
Courier v. Kuerten, 6/3 6/2 5/7 7/6 
O’Brien v. Meligeni, 7/5 7/6

Playoff - Brasil 5 x 0 Nova Zelândia, em Florianópolis, piso de saibro
Gustavo Kuerten v. Alistar Hunt, 7/5 6/3 6/2 
Fernando Meligeni v. Brett Steven, 6/3 7/5 6/4 
Kuerten/Jaime Oncins v. Steven/Hunt, 6/0 6/2 6/0 
Kuerten v. Steven, 6/1 6/0 
André Sá v. Hunt, 6/2 6/2


1998

1ª rodada - Brasil 2 x 3 Espanha, em Porto Alegre, piso de saibro
Gustavo Kuerten v. Carlos Moyá, 5/7 1/6 6/4 6/4 6/4 
Alex Corretja v. Fernando Meligeni, 4/6 6/4 3/6 6/4 6/4 
Kuerten/Jaime Oncins v. Corretja/Javier Sanchez, 6/1 7/5 3/6 6/2 
Corretja v. Kuerten, 6/3 7/5 4/6 6/4 
Moyá v. Meligeni, 7/6 6/2 6/2

Playoff - Brasil 3 x 0 Romênia, em Florianópolis, piso de saibro
Fernando Meligeni v. Adrian Voinea, 6/1 6/4 7/6 
Gustavo Kuerten v. Andrei Pavel, 7/5 6/3 6/3 
Kuerten/Jaime Oncins v. 7/5 6/4 6/4


1999

1ª rodada - Espanha 2 x 3 Brasil, em Lérida, piso de saibro
Carlos Moyá v. Fernando Meligeni , 6/2 6/7 6/0 6/4 
Gustavo Kuerten v. Alex Corretja, 6/3 6/4 7/5 
Kuerten/Oncins v. Corretja/Albert Costa, 6/2 5/7 4/6 6/4 6/3 
Kuerten v. Moyá, 6/2 6/4 6/1 
Corretja v. Márcio Carlsson, 6/1 6/2

Quartas-de-final - França 3 x 2 Brasil, em Pau, piso de carpete
Cédric Pioline v. Fernando Meligeni, 6/3 6/3 6/3 
Gustavo Kuerten v. Sebastien Grosjean, 6/2 6/7 7/6 6/7 9/7 
Fabrice Santoro/Olivier Delaitre v. Kuerten/Jaime Oncins, 7/6(5) 6/4 6/4 
Pioline v. Kuerten, 6/3 6/4 6/4 
Meligeni v. Grosjean, 6/7 6/4 6/2


2000

1ª rodada - Brasil 4 x 1 França, em Florianópolis, piso de saibro
Fernando Meligeni v. Cédric Pioline, 7/5 5/7 4/6 6/1 6/4 
Gustavo Kuerten  v. Jérome Golmard, 6/3 3/6 6/3 6/2 
Kuerten/Jaime Oncins v. Pioline/Nicolas Escudé, 6/4 6/4 6/4 
Escudé v. Kuerten, 6/2 7/6 
Francisco Costa v. Arnaud Clement, 7/6 5/7 6/2

Quartas-de-final - Brasil 3 x 2 Eslováquia, no Rio de Janeiro, piso de saibro
Gustavo Kuerten v. Karol Kucera, 2/6 6/3 4/6 7/5/ 6/1 
Dominik Hrbaty v. Fernando Meligeni, 6/1 7/5/ 6/2 
Kuerten/Jaime Oncins v. Kucera/Hrbaty, 6/3 2/6 6/2 6/3 
Hrbaty v. Kuerten, 7/5 6/4 7/6 
Meligeni v. Kucera, 5/7 7/6 6/2 6/4

Semifinais - Austrália 5 x 0  Brasil, em Brisbane, piso de grama
Patrick Rafter v. Gustavo Kuerten, 6/3 6/2 6/3 
Lleyton Hewitt v. Fernando Meligeni, 6/4 6/2 6/3 
Mark Woodforde/Sandon Stolle v. Kuerten/Jaime Oncins, 6/7 6/4 3/6 6/3 6/4 
Hewitt v. André Sá, 6/4 6/1 
Rafter v. Meligeni, 6/3 6/4


2001

1ª rodada - Brasil 4 x 1 Marrocos, no Rio, piso de saibro
Gustavo Kuerten v. Karim Alami, 6/7 6/4 3/6 6/1 6/2 
Fernando Meligeni v. Hicham Arazi, 6/4 5/7 6/3 4/3 abandono 
Alexandre Simoni/Jaime Oncins v. Alami/Arazi, 6/3 6/3 6/3 
Kuerten v. Mounir el Aarej, 6/2 6/2 
Alami v. Simoni, 6/4 0/6 6/3

Quartas-de-final - Brasil 1 x 3 Austrália, em Florianópolis, piso de saibro
Gustavo Kuerten v. Patrick Rafter, 4/6 6/4 7/6 2/1 des. 
Lleyton Hewitt v. Fernando Meligeni, 6/3 6/3 6/3 
Hewitt/Rafter v. Kuerten/Jaime Oncins, 7/6 7/6 7/6 
Hewitt v. Kuerten, 7/6 6/3 7/6 
Richard Fromberg v. Alexandre Simoni, 6/2 4/4 des.


2002

1ª rodada - Rep. Tcheca 4 x 1 Brasil, em Ostrava, piso de tapete
Jiri Novak v. André Sá, 6/7(10) 6/1 6/1 6/4 
Bohdan Ulihrach v. Fernando Meligeni, 6/3 6/4 6/4 
Jiri Novak/David Rikl v. Alexandre Simoni/André Sá, 6/4 6/3 7/5 
Flávio Saretta v. Jan Vacek, 6/1 7/6(6) 
Bohdan Ulihrach v. André Sá, 6/1 6/2

Playoff - Brasil 4 x 0 Canadá, no Rio de Janeiro, piso de saibro
Fernando Meligeni (BRA) v. Frank Dancevic (CAN), 6/2 7/5 2/6 7/5 
Gustavo Kuerten (BRA) v. Daniel Nestor (CAN), 6/4 7/6(10) 6/0 
Kuerten/André Sá (BRA) v. Nestor/Simon Larose (CAN), 4/6 7/6(5) 6/1 4/6 6/2 
André Sá (BRA) v. Frank Dancevic (CAN), 6/3 6/2 
Fernando Meligeni (BRA) vs. Simon Larose (CAN) - cancelado


2003

1ª rodada -Suécia 3 x 2 Brasil, em Hensinborg, piso de tapete
Gustavo Kuerten (BRA) v. Andreas Vinciguerra (SUE), 6/1 6/4 6/4 
Jonas Bjorkman (SUE) v. André Sá (BRA), 6/4 5/7 6/2 4/6 6/1 
Kuerten/Sá (BRA) v. Bjorkman/Magnus Larsson (SUE), 6/4 2/6 5/7 6/2 6/2 
Bjorkman (SUE) v. Kuerten (BRA), 6/4 6/4 4/6 4/6 6/1 
Vinciguerra (SUE) v. Flávio Saretta (BRA), 6/1 7/5 6/3

Playoff - Canadá 3 x 2 Brasil, no Calgary, piso de tapete
Flávio Saretta (BRA) v. Frederic Niemeyer (CAN), 6/4 7/6 (5) 6/7 (7) 6/4 
Daniel Nestor (CAN) v. Gustavo Kuerten, 6/7(7) 7/6(0) 6/3 6/7(7) 7/5
Daniel Nestor/Frederic Niemeyer (CAN) v. Gustavo Kuerten/André Sá, 6/3 6/2 1/6 6/2 
Gustavo Kuerten (BRA) v. Simon Larose (CAN), 7/6(4) 7/6(4) 3/6 7/6 (10) 
Frank Dancevic (CAN) v. Flávio Saretta (BRA), 6/3 7/5 3/6 7/6(7)


2013

1ª rodada - Estados Unidos 3 x 2 Brasil, em Jacksonvlle, piso sintético coberto
Sam Querrey (EUA) v. Thomaz Bellucci (BRA), 6/3 6/4 6/4
John Isner (EUA) v. Thiago Alves (BRA), 6/3 7/6(4) 6/3
Marcelo Melo/Bruno Soares (BRA) v. Mike Bryan/Bob Bryan (EUA), 7/6(6) 6/7(7) 6/4 3/6 6/3
Thomaz Bellucci (BRA) v. John Isner (EUA), 2/6 6/4 6/7(7) 6/4 6/3
Sam Querrey (EUA) v. Thiago Alves (BRA), 4/6 6/3 6/4 7/6(3)

Playoff - Alemanha 4 x 1 Brasil, em Ulm, sintético coberto
Philipp Kohlschreiber (ALE) v. Rogério Silva (BRA), 6/3 7/5 6/4
Florian Mayer (ALE) v. Thomaz Bellucci (BRA), 6/4 6/1 6/2
Marcelo Melo/Bruno Soares (BRA) v. Daniel Brands/Martin Emmrich (ALE), 6/3 6/4 6/4
Daniel Brands (ALE) v. Thomaz Bellucci, 6/4 6/2 6/3
Florian Mayer (ALE) v. Rogério Silva, 6/4 6/4


2015

1ª rodada - Argentina 3 x 2 Brasil, em Buenos Aires, saibro
João Souza (BRA) v. Carlos Berlocq (ARG), 6/4 3/6 5/7 6/3 6/2
Leonardo Mayer (ARG) v. Thomaz Bellucci (BRA), 6/4 6/3 1/6 6/3
Marcelo Melo/Bruno Soares (BRA) v. Carlos Berlocq/Diego Schwartzman (ARG), 7/5 6/3 6/4
Leonardo Mayer (ARG) v. João Souza (BRA), 7/6(4) 7/6(5) 5/7 5/7 15/13
Federico Delbonis (ARG) v. Thomaz Bellucci (BRA), 6/3 3/6 6/2 7/5

Playoff - Brasil 1 x 3 Croácia, em Florianópolis, saibro
Thomaz Bellucci (BRA) v. Mate Delic, 6/1 6/4 3/6 6/4
Borna Coric (CRO) v. João Souza (BRA), 6/4 7/6(5) 6/1
Ivan Dodig/Franko Skugor (CRO) v. Marcelo Melo/Bruno Soares (BRA), 6/0 3/6 7/6(2) 7/6(3)
Borna Coric (CRO) v. Thomaz Bellucci (BRA), 6/2 4/6 7/6(4) 4/0 des.

Campanhas

Brasil já esteve em quatro semifinais da Copa Davis

O tênis brasileiro começou a disputar a Copa Davis em 1932. Desde 51, participa de todas as edições do campeonato. Devido às diversas mudanças no regulamento, competiu muitas vezes no zonal europeu, aproveitando a presença dos jogadores brasileiros naqueles continente.

Até a criação do sistema de acesso e descenso, em 1981, que vigora até hoje, as melhores campanhas brasileiras foram em 66 e 71, quando chegamos à semifinal internacional (a vitória permitiria jogar pelo título com o campeão do ano anterior, que não disputava as eliminatórias e só fazia a final da Copa). Eram os áureos tempos de Thomaz Koch e Édison Mandarino. Na verdade, faltou apenas um game para o Brasil disputar o título de 66 contra a Austrália. No décimo game do quinto set do último e decisivo jogo contra a Índia, Koch teve 5/4 e saque contra Ramanathan Krishnan.

Em 81, a forma de disputa da Copa Davis foi alterada para a versão que permanece até hoje. A principal mudança foi a instituição de níveis. O Grupo Mundial, formado por 16 países, disputa o título. Os zonais classificatórios dividem demais participantes em quatro regiões mundiais e também têm subdivisões. Todas as faixas competem no sistema de acesso e descenso.


Veja as quatro grandes campanhas do Brasil na Davis

1966 (com Thomaz Koch, Édson Mandarino e Luís Felipe Tavares) 
Dinamarca 0 x 5 Brasil 
Espanha 2 x 3 Brasil 
Polônia 1 x 4 Brasil 
França 1 x 4 Brasil 
Brasil 3 x 2 EUA 
Índia 3 x 2 Brasil

1971 (com Thomaz Koch, Édson Mandarino, Luís Felipe Tavares e Carlos Kirmayr) 
Brasil 4 x 1 Equador 
Brasil 3 x 2 Chile 
Brasil 3 x 2 México 
Brasil 4 x 1 Tchecoeslováquia 
Romênia 3 x 2 Brasil

1992 (com Luiz Mattar, Jaime Oncins, Cássio Motta e Fernando Roese) 
Brasil 3 x 1 Alemanha 
Brasil 3 x 1 Itália 
Suíça 5 x 0 Brasil

2000 (com Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Francisco Costa e André Sá) 
Brasil 4 x 1 França 
Brasil 3 x 2 Eslováquia 
Austrália 5 x 0 Brasil

Estatísticas

Brasil tem 91 vitórias na Copa Davis

Primeiro ano de disputa: 1932
Anos jogados: 73 (incluindo 2022)
Confrontos disputados: 164 (91 vitórias e 73 derrotas)
Presenças no Grupo Mundial: 16 (7 confrontos vencidos e 15 perdidos)
Melhor performance: semifinais de 66, 71, 92 e 2000
Quem mais jogou: Thomaz Koch (44 confrontos em 16 anos)
Quem mais venceu em simples: Thomaz Koch (46 de 78)
Quem mais venceu em duplas: Thomaz Koch (28 de 40)
Melhor dupla: Thomaz Koch/Edison Mandarino (23 de 32)
Viradas de 0-2: 1966, 2ª rodada, Brasil 3 x 2 Espanha
Maior sequência de vitórias: 6 (playoff zonal de 90 até quartas de 92)
Jogadores que já atuaram na Copa Davis: 83
Mais jovem a disputar a Davis: Fernando Roese, aos 16 anos e 151 dias
Mais velho a disputar a Davis: Bruno Soares, aos 37 anos e 331 dias


Melhores desempenhos brasileiros

Jogador

V/D Total

V/D Simples

Confrontos

Anos

Thomaz Koch
74-44
46-32
44
16
Edison Mandarino
68-41
41-31
43
15
Carlos Kirmayr
34-22
17-15
28
14
Gustavo Kuerten
34-18
21-11
23
11
Cássio Motta
28-21
13-16
27
11
Carlos Fernandes
25-15
16-10
16
8
Jaime Oncins
23-14
12-8
25
11
Thomaz Bellucci
22-15
21-15
19
11
Luiz Mattar
20-18
16-15
20
9
Marcelo Melo
19-5
1-0
23
12
Bruno Soares
17-4
2-0
19
10
Ronald Barnes
16-17
7-13
14
8
André Sá
14-10
4-4
18
9
Fernando Meligeni
13-16
13-16
19
10
Armando Vieira
13-11
10-5
9
5
Os maiores feitos brasileiros

Koch é o 10º maior vencedor - O gaúcho Thomaz Koch ganhou 74 de seus 118 jogos, sendo 46 de simples e 28 de duplas, nos 44 confrontos de Copa Davis que participou. É o 10º maior vencedor de todos os tempos, superado por Nicola Pietrangeli (120), Ilie Nastase (109), Omar Alawadhi (94), Leander Paes (93), Manuel Santana (92), Gottfried von Cramm (82), Alex Metreveli (80). Esam Abdul-All (77) e Balazs Taroczy (76).

Uma dupla incrível - No quesito dupla, Koch e Mandarino também fazem história. A parceria é a sexta maior vencedora de todos os tempos, com 23 vitórias e apenas nove derrotas em 10 anos de Davis.

Cinco sets - Koch é o quinto jogador da história com melhor produtividade em jogos decididos no quinto se, somados simples e duplas. Ele ganhou 14 de 8. O recordista é Nicola Pietrangeli, com 19 em 28.

Recorde de games - Em 1981, Carlos Kirmayr anotou o recorde de games (40) para um set em jogos de simples no Grupo Mundial, ao bater o alemão Uli Pinner por 6/2, 11/13, 21/19 e 6/3. Este é também o oitavo jogo mais longo de todos os tempos em número de games, com 81.

Rei dos aces - Gustavo Kuerten anotou 47 aces diante do canandense Daniel Nestor, na repescagem do Grupo Mundial de 2003, recorde em toda a história.

Mais longo - O Brasil aparece em dois dos 10 mais longos confrontos do Grupo Mundial. Em 1981, foram jogados 234 games na derrota para a Alemanha e, em 2003, 229 games na queda diante do Canadá, ambos pela repescagem.