Vacaria (RS) – Um dia depois de a organização do W75 de Vacaria anunciar que o torneio não será realizado em 2027 e citar mudanças no apoio financeiro da CBT, a Confederação Brasileira se manifestou nesta segunda-feira, contestando algumas das informações apresentadas pelos promotores do evento gaúcho realizado na última semana. A entidade também planeja realizar um torneio de mesmo nível no ano que vem, para que as jogadoras não sejam prejudicadas.
A Confederação afirmou que manteve apoio financeiro e institucional ao torneio de Vacaria desde 2022 e contestou a versão de que teria retirado o suporte ao evento. Segundo a entidade, o investimento destinado ao W75 de 2026 foi de aproximadamente R$ 350 mil, incluindo o pagamento integral da premiação e o fornecimento de todas as bolas oficiais da competição. A CBT também destacou que oferece apoio operacional, institucional, de comunicação, produção e transmissão por streaming e TV aos torneios que integra.
Em sua manifestação, a entidade ressaltou que apoiou mais de 20 torneios profissionais internacionais no Brasil em 2025 e que o calendário de 2026 conta com 27 eventos apoiados, sendo 13 femininos e 14 masculinos, com investimento previsto superior a R$ 4,4 milhões em premiações. A CBT afirmou ainda que trabalha para ampliar o calendário de forma planejada e sustentável, com eventos distribuídos pelas cinco regiões do país.
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Como resposta direta ao fim do W75 de Vacaria, a confederação assumiu o compromisso de manter em 2027 um torneio profissional feminino de categoria equivalente no calendário brasileiro, preservando as oportunidades para as tenistas nacionais somarem pontos em casa. A entidade também reiterou que continuará investindo em competições internacionais como ferramenta para o desenvolvimento dos atletas e defendeu a descentralização dos eventos pelo país.
Por fim, a CBT disse permanecer aberta ao diálogo com promotores, federações, clubes, atletas, patrocinadores e demais integrantes da comunidade do tênis. A Confederação afirmou que seguirá concentrando esforços na ampliação das oportunidades para os brasileiros e na construção de um calendário “cada vez mais sólido, sustentável e representativo”, reforçando que seu compromisso é com o desenvolvimento do tênis, do beach tennis e do tênis em cadeira de rodas em todas as regiões do Brasil.









Talvez o evento não esteja dando o lucro esperado aos organizadores, e aí o argumento contra a CBT fica melhor que expor isso.
Difícil acreditar na versão da CBT quando três meses atrás o presidente afirmou categoricamente que promoveria 18 torneios femininos no Brasil até o final de 2026 e agora está dizendo que teremos apenas 13 torneios. Cinco a menos. Pra ter credibilidade tem dar a palavra e cumprir o que promete. https://tenisbrasil.uol.com.br/cbt-anuncia-18-torneios-femininos-no-brasil-para-o-segundo-semestre.html
Só pra completar: Que em 2027 o evento esteja firme, gerando oportunidades para nossas atletas. Independente de quem o faça acontecer.
Li a posição dos “promoters”. Achei meio vago e genérico. Mesmo reconhecendo que, promover eventos deste porte deve ser muito caro e trabalhoso. Agora vem a CBT e posiciona-se em relação aos reclamantes. Me parecem mais claros e objetivos nos argumentos, expondo inclusive, valores. Coisa rara por estas bandas do Atlântico sul. Esperemos o próximo round.
vixxxxx. tem boi na linha. será que a organização daria a cara a tapa sem motivo? tudo muito estranho.