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Quem quer ser um milionário?
Por Chiquinho Leite Moreira
agosto 31, 2015 às 12:22 pm

Começou a corrida do mais rico e popular torneio de tênis do planeta: o US Open. São vários os candidatos ao prêmio recorde de US$ 3,3 milhões, que em alguns casos pode chegar a US$ 4.3 milhões. Mas os desafios em Flushing Meadows são enormes. Vencer sete jogos em 14 dias em condições das mais variáveis reflete um digno campeão.

Há muitas perguntas que começam a ser respondidas a partir desta segunda feira. Pode Novak Djokovic vencer três Slams em 2015? Será que Roger Federer vai faturar o primeiro Major desde 2012? Andy Murray poderá ganhar o segundo US Open? Rafael Nadal, será que o espanhol voltará a jogar o seu melhor? E Marin Cilic irá repetir a incrível atuação do ano passado?

No lado feminino, ao meu ver, há apenas uma questão: quem pode parar Serena Williams? A americana está a caminho do seu quinto título seguido e pode completar o calendar Grand Slam. Motivações que devem incentivar ainda mais a número um do mundo.

Para quem quiser dar seus palpites ou mesmo apostar suas fichas li um interessante comentário estes dias. Dizia o porquê de Novak Djokovic ter vencido apenas um US Open nos últimos cinco anos. E apresentava a justificativa para suas dificuldades em jogar em Nova York: “o sérvio não é o melhor no vento”. É algo para se pensar, mas também refletir sobre todas as dificuldades apresentadas neste último Slam da temporada. Já peguei dias de ventos muito fortes, fruto de furacões no sul dos Estados Unidos.

Com jogos durante o dia, com sol forte e muito calor, e sessão noturna não há dúvidas de que a versatilidade faz parte do acervo dos campeões em Nova York. O público é também diferente. Barulhento e festivo, especialmente nas noites da Arthur Ashe, onde a atmosfera é eletrizante. Bem, pelo menos, nas arquibancadas… sei lá se todos jogadores gostam disso. Pois lembro que, certa vez, Andre Agassi reclamou com a organização de que não queria música, DJ, telão e etc nos intervalos dos games. Não adiantou nada… teve mesmo de se acostumar com o clima festivo.

Não há dúvidas de que os americanos sabem promover eventos. A noite de abertura promete inúmeras atrações. Uma delas é Josh Groban. Para quem o conhece mando um link abaixo com a minha preferida. A música chama “Per Te”. Para quem ainda não teve a oportunidade, o US Open oferece o prazer de ouvir um dos maiores talentos da atualidade… bem… pelo menos eu sou super fã.

 

 

 

 


Comentários
    1. Chiquinho Leite Moreira

      A cobertura – teto retratil – soh ficarah pronta em 2016. Este ano jah estah instalada a estrutura metalica com seis toneladas. Qdo estiver pronto o teto fecha apenas com chuva. Com vento segue aberto. Enfim, serah mais um desafio aos campeoes.

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  1. Maurício Luís *

    Chiquinho, o seu texto, além de muito bem escrito, tem um título interessante, que desperta a curiosidade. Só tenho que lhe dar os parabéns.
    Ih, e o japa Nishikori já rodou. Uma pena, gosto do jogo dele. Mas foi pra casa comer sushi mais cedo.

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    1. benjamin button

      Comentário infeliz esse… quase preconceituoso… japonês não necessariamente come sushi, frita pastel, ou qquer outro desses tipos de “adjetivos” que gente burra como vc dá aos orientais… Nishikori mora na Flórida…

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      1. Chiquinho Leite Moreira

        Benjamin, sinceramente, não vi nenhum preconceito, racismo ou qualquer coisa parecida no comentário. Apenas uma ironia, ao meu ver… ‘foi pra casa mais cedo’. E vc tem razão, o Nishikori é chamado pelos japoneses como ‘made in usa’, pois está radicado nos EUA ´há muito tempo, o que não o impede de gostar de sushi… não é mesmo? E, desde já, peço desculpas se ficou esta impressão preconceituosa no comentário do Mauricio Luís, se tivesse tido esta interpretação não o teria aprovado.

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