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Nadal: só uma derrota?
Por Chiquinho Leite Moreira
março 11, 2014 às 3:06 pm

Rafael Nadal mandou em seu twitter que teve um dia para esquecer em Indian Wells. Está claro que na sua opinião esta derrota para Alexandr Dolgopolov foi apenas um acidente de percurso. Coisas que acontecem. Mas este resultado não teria sido um aviso? Um sintoma de que se encontrou a fórmula de superar o espanhol e seu estilo?

O tempo vai responder. Senti que muita gente entusiasmou-se com a vitória do ucraniano. Não pelo momento em que seu país atravessa, mas pela forma como conquistou este resultado. Esteve agressivo e ousado em quadra e duelou com coragem, além, é claro, de muita habilidade.

Este toque de bola de Dolgopolov já era conhecido. Ele inclusive demonstrou esta habilidade já há alguns anos quando esteve no Brasil Open, ainda quando era disputado na Costa do Sauipe. Faltava a ele acrescentar agressividade. E conseguiu.

Esta ‘festejada’ fórmula de superar o estilo do espanhol, em sendo agressivo, invadindo a quadra deu certo em Indian Wells. Mas será que realmente descobriram a pólvora? Um dado interessante apareceu na transmissão do jogo. O da rotação do efeito na bolinha. A do espanhol gira de forma impressionante. Rebater um spin destes é para poucos em seus melhores dias.

Enfim, está claro que Nadal não é imbatível, ninguém o é. Mas o surgimento de novas caras com capacidade de ameaçar as estrelas do tênis é sempre interessante. Faz bem ao esporte, a competição e ao desenvolvimento. Novas técnicas e táticas de ataque e defesa estão surgindo.


Comentários
  1. carlos

    nao tirando os merido do ucraniano, o nadal jogou muito abaixo de seu jogo, oscilou, chegou esta perdendo 5/2 e saque contra empatou, teibreik 4/2 a favor , nadal pra mim jogou uma partida desmotivada .

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    1. Julio Calleja

      Que o Nadal não fez uma partida brilhante é certo, mas o Dolgopolov nem de longe fez uma partida espetacular, ele também foi bastante irregular na partida.

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  2. Rafael

    Chiquinho?? O cara disputou os 4 primeiros torneios do ano e fez três finais!!!! Quando ele disputar 4 torneios seguidos e perder os 4 nas rodadas iniciais acho que começa a “colar” essa sua suspeita!! Concorda??

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    1. George Guimarães

      Também não entendi o alarmismo da galera hahaha. Uma coisa é os jogadores estarem começando a descobrir como vencer o Nadal (o único que realmente sabe é o Djoko), o que é interessantíssimo para o tênis. Outra coisa completamente diferente é determinar que o espanhol já era, como li em comentários deste post. Poxa, queria eu estar acabado com dois títulos e uma final de Slam em quatro torneios jogados…

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  3. Bruno Pires

    Ufa! Achei que ninguém ia falar o mesmo.
    Sim, estão descobrindo como bater o Nadal. Wawrinka e Dolgopolov mostraram perfeitamente, mesmo que este último tenho vencido com muita dificuldade. Se o Nadal gosta de machucar o oponente no fundo e na esquerda, então resolvam este problema: batam uma boa esquerda e nos fundos do lado do Nadal. Afinal, ele também não gosta dessas bolas e, quem gosta?
    Ele não é invencível =)
    Adoro suas matérias, Chiquinho!

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  4. joao olimpio

    CONCORDO COM O VC CHIQUINHO, E ACRESCENTO QUE A DISCIPLINA TATICA DO UCRANIANO FOI QUASE IDENTICA A DO RAFA QUANDO JOGA COM O FEDERER.

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  5. Gilberto

    Chiquinho, desde a final da Austrália o Nadal vem ganhando jogos com muita dificuldade. Aqui no Rio Open, o Andújar quase aprontou e na Indian Wells ele suou demais para vencer o Stephanek e perdeu agora para o Dolgopolov. Não está paracendo que ele ainda não está recuperado da contusão?

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Não sei Gilberto, mas em alguns momentos ele não foi o Nadal de costume. Como na devolução de um segundo serviço na rede, no break point. Cometeu tb um número acima da média de erros não forçados. Mas isso não tira o brilho da vitória de Dolgopolov que jogou em altíssimo nível.

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  6. Rui Viotti Filho

    Realmente interessante a informação sobre a rotação do top spin. Só fiquei curioso para conhecer o método usado para colher esse dado. Já sabemos as tecnologias que estão por trás da medição de velocidade dos saques e no Hawk Eye. Mas marcar as RPM dos golpes num jogo oficial? Será que botaram conta giros nas peludas?

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Boa Rui… em se tratando de RPN quem sabe, no futuro, as bolinhas não venham mesmo com um conta giros. Mas, com todo respeito, não costumo suspeitar da tecnologia dos americanos. Enfim, pareceu-me mesmo um dado interessante. Assim, como gostaria de ver mais vezes a altura em que as bolinhas estão passando sobre a rede.

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      1. Luiz Fabriciano

        Com as câmeras de super slow é possível contar os giros que a bola faz ao longo de sua trajetória, associada ao fato do tempo de percurso já ser um registro bem comum em qualquer filmagem.

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      1. Maurício Luís

        Marcelo, digno de elogio o seu comentário e o do Luiz Fabriciano. Porque acrescentaram alguma coisa de nova e esclarecedora.
        Diferente de uns outros repetem o óbvio do ululante. Tem também os “achistas”: “Acho que o campeão de Wilbledon vai ser o Fulano: 6/3, 6/4, 6/7 7/5″ .
        Nada contra, acho que é direito de cada um , mas cansa…

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  7. Felipe

    Concordo com você Chiquinho, em dizer que novas técnicas e táticas estão surgindo. O jogo de ontem pra mim não foi simplesmente uma vitória de um simples tenista sobre o numero um. Houveram ralys nesse jogo com uma velocidade de bola pouco vista mesmo nos dias de hoje. Acho que o que vimos ontem foi um tênis de outro nível, (assustador em alguns momentos até) o que traz uma sensação boa de que esse o esporte belíssimo ainda esta em evolução. Demais!

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  8. Tom

    O que eu vi nesse jogo foi realmente inovador no circuito. Muitos notaram os “balões” de Dolgopolov no backhand de Nadal, fazendo-o experimentar do seu próprio veneno mas um fator que foi notado por comentaristas mas não o suficiente foi o jogo de corpo de Dolgopolov. Ele percebeu que poderia usar a própria força das bolas turbinadas com spin de Nadal contra o próprio simplesmente girando o corpo ao redor da bola e apenas angulando a devolução, ou seja, devolvendo a bola angulada e usando a força do Nadal contra ele mesmo. Pra isso é preciso usar o corpo todo ao invés de lutar contra a a bola, batendo spins altos e difíceis no fundo da quadra. Pra usar o corpo assim é preciso ter coragem de se adiantar na quadra e bater o spin de Nadal antes que suba demais, e arriscar as angulações girando o corpo. Quem for bater de frente contra os spins de Nadal vai perder ou ficar horas na quadra naquele sofrimento e correria. Pra mim Dolgopolov descobriu sim algo óbvio mas ainda pouco executado contra Nadal. Tanto os balões em seu backhand (backhand de duas mãos tira demais a possibilidade de spin na bola, a principal arma de Nadal, ao contrário do backhand de uma mão) quanto as giradas de corpo angulando a bola e suando a força do proprio Nadal. Essa última tática ainda abre portas para a aproximação da rede. Grande Dolgopolov!! Grade vitória!

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  9. Luis Manuel C.F.

    O comentário do Chiquinho, foi muito oportuno e atual,sem duvida alguma o jogo de Nadal começa e ser e bem visado…começam a despontar jogadores agressivos e com a receita para o sucesso,apenas acrescento que para alem do jogo habilidoso do oponemte ,foi fundamental a sua preparação fisica,pois Nadal não encontrou buracos
    p/direcionar a bola.

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  10. Tom

    Só corrigindo uma bobagem que escrevi. O backhand de duas mãos imprime mais spin na bola dependendo do posicionamento do tenista. De qualquer forma, Dolgopolov mostrou esse ponto fraco do Nadal, o balão no backhand. Agora os giros de corpo foram ainda mais geniais. Mostrou o caminho do menor atrito.

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  11. Angelo

    O segredo para ganhar do nal em uadra dura e adiantando o backhand nao deixando ele subir muito assim: (djokovic e federer nos melhores tempos) e alem disso tem que ter muita força,angulaçao e precisao.

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    1. Eduardo

      Não concordo não. A vitória do Dog foi facilitada em muito pelos erros do Nadal, seja no revés ou no forehand. Não vi nada de espetacular do jogo do ucraniano.

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  12. Régis

    É, se o Dolgopolov jogar SEMPRE assim, repito SEMPRE assim, será o número UM do mundo…mas sabemos que ninguém aguenta jogar naquele ritmo todos os jogos, ou sim???

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    1. Eduardo

      Não concordo não. A vitória do Dog foi facilitada em muito pelos erros do Nadal, seja no revés ou no forehand. Não vi nada de espetacular do jogo do ucraniano.

      Responder
  13. Jonathan

    Acredito que a fórmula já é antiga, se prestarmos atenção. James Blake e Nikolay Davydenko já a utilizaram para vencer.
    O segredo é simples, mas difícil de executar: no backhand do Nadal, bolas altas e fundas, onde ele tem dificuldade em gerar potência; no forehand, bolas potentes e chapadas, pra evitar o spin do Nadal e o ângulo que ele gera na cruzada.
    É por isso que só jogadores hiper agressivos tem sucesso. E é por isso que o Federer sofre tanto: não consegue cruzar o backhand com potência e profundidade o suficiente para expor o back do Nadal.

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  14. Leo

    Nadal acabou. Ele precisa dar outra dessas sumidas mandrake dele e reabastecer seu corpo com sabe se lá o que, que o faz voar em quadra.
    E segue a sina de não defender títulos fora do saibro, o que nos faz concluir que seus títulos fora do saibro são meramente por sorte de chaveamentos. Não há competência ali para ser um líder como o Federer ou destronar o título de melhor de todos os tempos do suiço.
    O tenis agradece a decadencia do Nadal.

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    1. Roberto Rocha

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      ENTÃO ELE SÓ GANHA NA SORTE???????????????????
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      Responder
        1. Garcia

          O que seria jogar para nao perder? Acredito que todos os tenistas façam isso ou nao? Se vc não perde, vc ganha! Nadal deve ter uma das menores médias de erros nao forçados do circuito!

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    2. Helena Abreu

      Concordo com você. Chega de Rafael Nadal, pode ser o primeiro do mundo no momento, tem raça, uma parte mental fortíssima, e o jogo baseado na força e no físico. Mas para o tênis acho péssimo a força física ser preponderante. Dizer que ele é completo é brincadeira. Ele até finaliza alguns pontos na rede, mas definitivamente não sabe volear, então não é completo coisa nenhuma. Mas o que mais me irrita é que ele desmerece a vitória do adversário, sempre que perde diz que jogou mal, que não jogou o seu melhor, e quando ganha duro de um adversário que não tem um ranking tão bom, vence e diz que jogou mal. Tb o que ocorreu na Austrália demonstra que não sabe perder, quando estava perdendo pediu atendimento médico, mas quando estava ganhando dispensou o atendimento. O que ele fêz foi muito feio, não admitiu que o Wawrinka pudesse vencê-lo. Aí saiu da quadra para o vestiário, depois os comentaristas começaram a falar que ele estava contundido para pairar sempre aquela dúvida: o Wawrinca só foi campeão pq Nadal se contundiu. Ora, quem está com dores nas costas, não saca a 180 por hora como no 4º set…

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  15. Leo

    Chiquinho, a tática para vencer o Nadal não é nenhuma novidade. Até eu como espectador e tenista amador já sabia, e eu e outros comentadores já debatemos muito isso no blog do Dalcim.
    A questão é que dificilmente dá para os dos tenistas executarem ao mesmo tempo suas taticas. O estilo de jogo do Nadal com spin pesados, sua capacidade fisica, aliada com pisos e bolas lentas e por jogar como canhoto geralmente impede o adversário de executar a tática correta que é ser agressivo e mirar seu backhand.
    Mas alguns jogadores com um ótimo backhand e que acharam o timing dos spins dele, estão conseguindo mais sucesso em destruir a tatica dele e impor a sua. Casos recentes do Djokovic, Wawrinka e essa ótima partida que o Dolg teve com seu backhand .

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  16. leandro

    chiquinho só tenho uma coisa pra fala o jogo q o nadal jogo hontem o saretta aposentado ganhava dele tao mal q ele jogo e na minha opiniao o dogopolov nao jogou nada de mais.

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  17. Tom

    Melhor jeito de vencer o Nadal: 1. Não fazer o jogo dele, ou seja, ficar batendo bola no fundo da quadra; 2. Se for pra ficar batendo bola com ele, que seja funda e no seu backhand, de preferência usando o mesmo veneno, balões com top spin; 3. não deixar o spin do espanhol subir, porque se subir já era, ele acaba ganhando o ponto. Se o adversário conseguir fazer o que Dolgopolov fez, girar o corpo em torno da bola e angular o golpe usando a própria força do spin do Nadal, já é meio caminho andado. Bater aqueles top spins depois que a bola já subiu é o caminho certo pra derrota; 4. Lembrar que Nadal é o jogador mais forte mentalmente do circuito, ou seja, se o oponente tem a
    oportunidade pra fechar em 6/3, é melhor fechar. É pra isso que serve um bom saque.

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  18. Fabio

    Todos querem ganhar uma partida do Nadal, é como um troféu ganhar do Nadal. Daqui a pouco o Dolgopolov perde para um centésimo do mundo e tudo volta ao normal.

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  19. Robson

    Os outros tenista estão no circuito também pra ganhar. Seria chato um esporte em que só um ganha. O Dolgopolov não jogou surpreendentemente bem. Jogou um jogo perfeito ao nível dele e o Nadal não rendeu o esperado. Foi um jogo de muitos erros bobos de ambos os lados. A vitória só foi de tamanha expressão porque foi em cima do nº 1 do mundo, que nunca tinha perdido sequer um set para o adversário. Nadal não é invencível!

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  20. lEvI sIlvA

    Chiquinho, não pode-se dizer que foi só uma derrota. O jogador que menos se poderia pensar levar uma partida contra Nadal seria o Dolgopolov. Ele normalmente, nem respira antes do 2º saque, caso tenha de fazê-lo. Sempre foi displicente apesar de talentoso. Não raro, vinha com um drop-shot preguiçoso fora de hora pra perder um game, um set ou até o jogo! Sem pensar se Nadal foi bem ou mal na partida, o ucraniano fez algo espantoso por manter-se com a cabeça no jogo até o fim. Se o Wavrinka mostrou que é sim possível, vencer os fora-de-série Dolgopolov ratificou de uma vez por todas! Algo me diz que o circuito pega fogo! rsrsrs

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  21. Einstein Bohr

    Como muitos, acompanho o Nadal faz muitos anos. E apesar dos resultados espetaculares, já o vi jogar de forma “horrorosa” muitas vezes. Até seu tio já afirmou que o sobrinho é o jogador que mais ganha jogando mal. Quando Nadal está jogando mal (de 60 a 80% do tempo, de acordo com o observador ) ele não é imbatível, muito longe disso.

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  22. Hendrix

    Chiquinho, Chiquinho…Você sempre secando o espanhol….
    Ele já está com 27 para 28 anos, cada vez mais completo, e se até hoje ninguem conseguiu se impor contra ele, não será agora com toda a cancha que ele tem que irão.
    Nadal jogou mal, essa é a verdade. Faltou intensidade, devoluções sempre curtas, enfim, o Dogolpolov jogando 100% e o Nadal 70%, em dez jogos o Nadal perde 1 set.
    O problema é que o Nadal jogou 50% ou menos.
    Desista de secar…senão você vai se decepcionar. Vem alguns Slams pela frente ainda..

    Responder
      1. Henrique Farinha

        Chiquinho, nem ligue. Isso é puro fanatismo de torcedor. Quanto a Nadal, ele é merecidamente o atual #1, mas está abaixo do estágio que apresentava nessa altura da temporada passada. Pode ser que essa eliminação tão cedo tenha lhe dado mais condições de descansar e se preparar para Miami. Mas, sinceramente, ele me pareceu mais pesado e forte, como ele costuma aparecer quando vai jogar no saibro. Talvez tenha antecipado sua costumeira preparação para o saibro, quando fica mais forte fisicamente, uma vez que o piso lhe favorece. Depois, ele faz um processo de “secagem”, ficando mais magro para poupar os joelhos. Faz sentido, até porque está com 28 anos e esse costuma ser o marco do início da decadência de um tenista. Tomara que não, pois é muito bom para o tênis ver o confronto de estilos entre Nadal, Djokovic, Federer e Murray. Nadal já se reinventou algumas vezes e seria ótimo que continuasse a fazê-lo, porém é óbvio que será cada vez mais complicado e ele terá opções progressivamente mais restritas para se preservar e prolongar a carreira. Abs!

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        1. Chiquinho Leite Moreira

          Henrique existe uma verdade que ronda as bastidores do tênis que diz “mais difícil do que chegar a liderança do ranking é manter a posição de número um”. Ano passado parecia loucura Nadal disputar um torneio nas quadras duras. Ainda assim foi para IW e levantou o título. Este ano esta inscrito em Miami, portanto, com plenas condições de defender os pontos perdidos na Califórnia. Concordo com sua observação de que o ‘estilo Nadal’ é agressivo. Mas ele é cuidadoso, quase espartano. 28 anos ainda lhe garante muitas temporadas pela frente. É claro que os altos e baixos são uma constante.
          Outro detalhe: os lounges, vestiários dos tênis lembram hospitais. Todos estão sempre em constante tratamento. Mas no caso de nomes como Nadal, tudo o que ele faz fica evidenciado pela sua importância. Federer deu uma entrevista em IW – e que vou contar no próximo post – e, em certo momento, fala de como é importante levantar pela manhã sem dores. Afinal, ninguém no esporte competitivo de alto nível escapa das lesões. abs
          Chiquinho

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  23. JM

    Dolgopolov fez aquilo que os que ganham do baloeiro precisam fazer: tirá-lo da zona de conforto e dificultar a possibilidade de execução daqueles ganchos geradores de spin. Mas o melhor de tudo foi que ganhou o jogo aquele que foi pra cima e não aquele que vive dos erros não-forçados dos outros. Acho que depois de Roland Garros vai rolar mais uma parada estratégica do espanhol pra limpar o sangue… Rs.

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  24. joao sawao ando

    acho que esta começando a derrocada do nadal,ja com 27 anos ele daqui a pouco não vai aguentar fazer esse jogo de força.oque e muito bom para o tênis.

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  25. Lu Thome

    Aah, como é bom comentar! Sentar comodamente, assistir um jog, outro e comentar. Cômodo, isso sim. E jogar?… Investir, tudo, isso mesmo TUDOOO, entrar na ‘arena’ e caprichar, na tática, técnica, força mental, muita disposição! Quem ganha? Quantos ganham, um, dois, mais torneios?

    Quantos jogadores top 3 tivemos nos últimos dez anos? Alguém lembra como os torneios eram chatos quando todos temiam Roger Federer? Como os 7 meses com Rafa tratando seu joelho, quanta monotonia, jogos bobos e chatos!

    Saudades, Rafa! Uma, duas semanas sem ver você, sua técnica única – quem jogou e foi campeão reconhece. Seu espetáculo de horas defendendo ou atacando, suando ou rosnando, mas certamente campeão de VÁRIOS torneios num único ano. Gracias campeón e volte logo.

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  26. Edson Pereira

    O Nadal já tinha sofrido na partida anterior. Se o oponente anterior tivesse um pouquinho mais de preparo físico o Nadal já tinha embarcado um jogo antes.

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  27. JM

    Tb já tô com saudades do Rafa. Seu espetáculo de horas defendendo, defendendo, defendendo e… defendendo mais um pouco e… erro do adversário! As 137 quicadas antes de sacar, as bolsas rentes (ao teto do ginásio) e as reclamações sobre as quadras rápidas da atualidade. Ah se ele tivesse jogado quando as quadras eram realmente diferentes (Hj só muda a cor do piso. Quando Madrid pintou o saibro de azul e o talento prevaleceu sobre o físico, a estratégia, e as raquetes e cordas ultra-tecnológicas o Rafa perdeu pro Verdasco. PRO VERDASCO!!!!). Até na grama, Hj em dia, se ganha torneio trocando 35 bolas com topspin por ponto. A sorte da ATP é que muita gente que vê o tênis dos dias de Hj acha que o jogo sempre foi esse. Mas para quem viu confrontos de estilos no passado, cada estilo se adequando a certos tipos de piso e a outros não, hoje sofre na frente da TV. SAUDADES, RAFA!

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  28. mariliense

    Èééé…. parece que o Sportv chegou à conclusão que torneio sem Rafael Nadal não tem o mesmo valor rsrsrsrs…. Até o Larry Ellison está meio deprimido com a queda do Miura. O freguês suíço duplamente premiado pois poderá ganhar um máster 1000 após anos e livrar de mais uma surra do seu algoz

    Responder ↓

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  29. Maurício Luís

    O Nadal “cara de lobo mau” “Tropeço da Família Adams” não começou o ano com a bola toda, não. Mas acho cedo ainda pra se cogitar qualquer decadência, porque há que se considerar que as quadras duras não são a especialidade do dito cujo.
    Vamos ver como ele se sai no saibro, com muitos pontos a defender. Aí sim é que a onça vai beber água. Dependendo do que ele fizer, a onça bebe a água e depois o come.
    Sempre me espanto com o lado emocional desses profissionais. Um jogador que nunca antes havia ganho 1 set sequer do espanhol, encontra força mental pra vencer o jogo na “negra”. Quisera eu ter 10 por cento dessa força.

    Responder
  30. J. K.

    Concordo que os novos jogadores, e alguns nem tão novos, estão desafiando os campeões. Discordo apenas quando dizem que estão vencendo apenas agora, o Nadal. Federer vem perdendo para ex-fregueses com muita frequencia enquanto que Nadal sempre teve dificuldades em vencer nas quadras rápidas. Acho que seu post e o do Dalcim, postagem em que comenta derrota do Rafa para Dolgopolov, estarão coerentes quando o espanhol começar a perder no saibro.

    Responder
    1. Mário Fagundes

      Bem, em RG 2013, Nadal flertou com a derrota por mais de duas rodadas. Djoko esteve perto de conseguir o feito. Você lembra aquele toque na rede do sérvio? Como teve sorte o espanhol! Melhor mesmo para o tênis que novos saibristas surgissem no circuito. De qualquer forma, não vejo Nadal “sobrando” na versão 2014. Ele está chegando aos 28 anos e está há muito tempo no circuito. A partir de agora ele tende a perder explosão muscular e velocidade. O cara faz uma força além dos limites do corpo para jogar em alto nível. E por mais forte mentalmente que seja, o corpo vai reclamar e mandará a conta. Você já pensou na hipótese de Nadal parar primeiro que Federer?

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      1. J. K.

        Sim, pensei. Aposto que o próprio Nadal tem pensado nisso com maior frequência do que gostaria. Realmente o Djoko está quase conseguindo, falta pouco. Apenas Roger tem menas chances contra o Nadal no saibro, não que não tenha tenis, Roger vence com facilidade muitos jogadores, até Djokovic, mas diante do espanhol ele perde.

        Responder
  31. Roselene Azevedo

    Chiquinho, adoro seus comentários pois são realistas e isentos da obrigação de agradar uns ou outros. Nós, que somos fãs, precisamos destas reflexões pois temos tendência a “surtar” demais tanto com vitórias quanto com derrotas. E acreditar que o atleta é invencível ou que está acabado quando ambas as posições são excessivamente simplistas e irreais.
    Pena que algumas pessoas se excedem no amor ou no “ódio” (pior no ódio) contra os atletas. Afinal eles se apertam as mãos depois dois jogos e muitos tem bom relacionamento fora da quadra.
    Quanto ao Nadal ele tem força mental mais que suficiente para absorver as derrotas. Me preocupo com problemas físicos e que ele fique vulnerável por causa deles. Quando os atletas Física e mentalmente estão no máximo os jogos são mais bonitos, as vitórias mais convincentes e as derrotas mais fáceis de assimilar.

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Acho que esse fanatismo vem da escola do futebol… Mas como dizia McEnroe, o tênis é um esporte de perdedores. Afinal, qudo não perde é campeão.

      Responder
  32. Chiquinho Leite Moreira

    Sua pergunta estava entremeada de insinuações e acusações que não podem ser provadas. O UOL e o TenisBrasil são espaços importantes e que são visualizados por gente do tênis em diversos países, não só o Brasil. No jornalismo não podemos escrever aquilo que não temos certeza, não podemos provar. Especulações cabem processos. Repito uma lição do Dr. Júlio Mesquita a de que é melhor não dar uma notícia do que dar uma notícia errada. Seus comentários entram neste espaço de leitura, com grande repercussão, acredite vc ou não. Não sei dos outros blogs, mas este está pautado pela ética jornalística. Espero que vc entenda de bom tom. abs
    Chiquinho

    Responder
  33. Henrique Farinha

    Alex, Nadal vai fazer 28 anos, exatamente a idade em que Federer deixou de ocupar a liderança, após 237 semanas. Essa idade costuma ser um marco do início da decadência física do tenista, que costuma ter de “pagar a fatura” após anos de esforço máximo. Nadal já está há 12 anos no circuito profissional, é um dos maiores da história, mas não tem uma mecânica limpa, é alguém que joga até além do limite físico e já vem com histórico de lesões. É natural que isso comece a pesar, porém eu sinceramente espero que ele supere isso e continue a nos oferecer seu mais alto nível de atuações. É muito bom para o tênis, independentemente de gostarmos mais de um ou de outro. Quanto às acusações de doping, o tênis está adequado às regras da WADA. Supõe-se, portanto, que o controle no profissional de alto nível seja rígido. Diria que a chance de acontecer algo é muito maior nos torneios futures e challengers, além dos juvenis, nos quais o controle é muito menos frequente. No nível ATP/WTA, a coisa realmente aperta. Para falar qualquer coisa, é preciso provar. O resto é mera especulação. Abs!

    Responder
  34. carollini

    CONCORDO! TORCENDO PARA O NADAL CONTINUAR A JOGAR UM TÊNIS DE ALTO NÍVEL E NOS PROPORCIONAR MAIS ESPETÁCULOS! NADAL ATÉ O FIM…

    Responder
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