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Djokovic esquenta o clima para Roland Garros
Por Chiquinho Leite Moreira
setembro 21, 2020 às 7:26 pm

Longe de ser o mais querido dos jogadores do circuito, não há como negar que Novak Djokovic é um monstro. E justamente pelo seu tom polêmico, a recente vitória no Masters 1000 de Roma vai esquentar o clima para Roland Garros, com efeitos de amor e ódio. Prefiro entender que o sérvio tem uma forte personalidade e a mente de campeão, descrita tão bem no livro sobre Pete Sampras de autoria do jornalista norte-americano Pete Bodo.

A formação de um grande campeão é recheada de adversidades e exigências. Djokovic vem enfrentando todos estes obstáculos com perseverança e, mesmo a contra gosto de muitos, revela um bom senso incrível, digno de admiração. Mas mesmo assim, muitos adoram atacar o sérvio.

Há várias razões para isso. A mais comentada é que Djokovic apareceu para estragar a festa. O público estava dividido entre Roger Federer e Rafael Nadal, até aparecer um sujeito determinado com um tênis p’ra lá de eficiente e forte nas palavras e decisões.

A situação tende a ficar ainda mais acirrada. Afinal, Djokovic vem realizando um ano incrível e seguindo assim irá bater muitos recordes. Esta semana passou Sampras no número de semanas como número 1 do ranking. Superou Nadal nos títulos de torneios da série 1000. Mas jamais poderá alcançar a série de títulos do espanhol em Paris.

Na final de Roma, Djokovic fez um afirmação das mais enfáticas. Disse que não sentiu estar jogando bem durante toda a semana. Só que nos momentos em que precisou, ele encontrou o seu melhor tênis.

Djokovic é assim na vida. Pode parecer antipático, polêmico, controverso, mas quando precisa sabe encontrar o melhor termo. No contato pessoal dá para perceber que o sérvio tem sinceridade. Há jogadores que dão entrevistas como se fossem robôs. Duros, sem sensibilidade e respostas “no automático”. Certo ano falei com ele, com exclusividade, em Paris e transmitiu interesse em responder bem, com atenção e a criatividade dos gênios.

Esta virtude de Djokovic é vista também na sua capacidade de falar e em diversos idiomas. Acompanho meu colega e amigo Chris Clarey (que também é digno de admiração pela sua competência e fluência em inglês, francês, espanhol e italiano). O jornalista americano escreveu que o sérvio é um poliglota ao falar sérvio, inglês, alemão, um bom francês e perguntou se havia outras línguas mais. Prontamente a esposa do tenista Jelena, respondeu dizendo que Nole também fala russo. E ela confessou que foi uma decisão de um dia para o outro. De repente, mostrou-se capaz em expressar-se também em russo. Muitos outros disseram que faz o mesmo com o espanhol.

Ora, com todo esse domínio e as inúmeras derrotas que impõe aos seus adversários é natural que Djokovic não seja uma unanimidade. E, por isso, ainda vai dar muito o que falar…


Comentários
  1. karita

    Este ano ele chega favoritasso em RG20, não?? Além de ser em outra época do ano a falta de ritmo/confiança do nadal, bola diferente quadra nova, umidade…… vai favorecer e muito o Djokovic e o Thiem não acha?

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Realmente condições diferentes este ano em
      Roland Garros. Pode ter jogo com quadra fechada, jogos continuarem à noite entre outras coisas, como público reduzido

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  2. Valter Mucillo

    Djoko um grande campeão, tirando o deslize no US Open hoje diríamos que em RG ele alcançaria o Nadal em Grand Slam, demais são os fãs do Kirgios que não gostam dele e ficam com mimimi

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  3. Rafael

    Chiquinho, endosso suas palavras.
    O Sérvio incomoda por isso tudo e mais um pouco. E é justamente por esse pacote que ele é ídolo de milhares de fãs!
    E afirmo que ele ficará ainda mais perigoso e determinado nesse RG que se avizinha.
    Vida longa ao monstro Djokovic!

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  4. Abel Afonso

    Chiquinho, estou contigo em tudo.
    Djokovic está em termos do que eu vi ao lado de Schumacher, Piquet, Michael Johnson e de Elena Isimbaeva como gênios esportivos negados pelos torcedores por serem autênticos e não adeptos de discursos pré fabricados. Propagam o que são e acreditam.
    Odeio como influenciadores: Neymar, Federer, Nadal, Senna e outros por serem chapa branca.
    As pessoas que acham Djokovic menos talentoso por sua opinião ou razões não esportivas deveriam nem pensar em competição como entreterimento.

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    1. Eduardo Carvalho

      Me parece que essa fase dele ja passou. Ele segue querendo tudo, mas agora por si mesmo. Se nota que ele ja não liga muito para o público, pois ele sabe que ele nunca terá maioria. A prova disso? Tudo o que ele vem fazendo mesmo sendo muito criticado pelo que faz fora (e as vezes dentro) da quadra. Qualquer outro que fizesse o que ele faz por carencia ja teria desistido. Bom, de qualquer forma se tudo isso for carencia, ele deveria ensinar como ser tão carente e vencedor, afinal ele certamente deve ser o cara mais carente de todos os tempos.

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    2. Rodrigo Gongora

      Deus te ouça que ele ganhe todos os torneios pois é o melhor e maior jogador de tênis de todos os tempos.
      Basta ver os confrontos diretos que tem contra o Nadal e o Federer.

      Avante NOLE !!!

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  5. WALDIR DOS SANTOS

    longe de ser o mais querido…why….inveja,preconceito,burrice,estupidez…parle…chiquinho no brasil o djoko é quem tem mais torcedores, vide redes socias, menos os dito comentarista….ele tem 90% dos records que voce queira falar…mama mia…..coloque em pauta tudo e todos, voce vai que eu tenho razão….cião….o federer é muito delicado e só fala o que voces querem ouvir….o nadal só joga no pasto, cheio de calombos, desniveis,montinhos de saibro ou terra, ele mesmo viu olhando o piso no master 1000 de roma e se chateou na moita, por isto é chamado de touro miura….pejorativo….fique na sua não fale do djoko…..seus amores são os dois, fazem tudo juntos, agarradinhos, combionam juntoa com atp, usta e outros……..em roma o djoko teve 3 bolas boas e o juiz de fora o sport disse e provpou….vaza.

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  6. Rosa Maria Bernardi

    Fiquei um tanto surpresa em ler sua análise, agradavelmente surpresa. Não tenho dúvidas de que Djokovic rompeu com o padrão de comportamento politicamente correto. Todas as suas manifestações dentro e fora da quadra parecem ser marcadas pela autenticidade, e de que é sua personalidade e sua visão de mundo que orientam seu comportamento pessoal e profissional. Djokovic não se esconde, manifesta suas posições independentemente de todas as controvérsias que possam levantar. Seu temperamento voluntarioso muitas vezes rola solto, mesmo com o conhecido esforço que faz (em especial com práticas espiritualizadas) para mantê-lo sob controle. Djokovic é corajoso e libertário…e paga um preço. Boa parte da imprensa, que tem Federer e Nadal como ídolos (parecem ser uma segunda pele/alma desses dois), querem impor-lhe o padrão bom moço de comportamento e são incansáveis em atacá-lo não só como tenista, mas ao seu caráter, como pessoa, por vezes ignorando fatos ou interpretando-os ao sabor dos preconceitos, destruindo a lógica e ignorando o direito do outro ter suas crenças e convicções. (Em tempo, admiro os grandes tenistas que são Federer e Nadal, eles tão somente desfrutam do status justamente conquistado). Um exemplo acabado disso foi o anúncio dessa nova Associação de Tenistas Profissionais. Antes mesmo que o conceito da iniciativa fosse devidamente esclarecido e explicado desabaram críticas e ataques irascíveis colocando a tal nova Associação como antagônica, concorrente, dividisora da categoria. De cara pensei, porque razão atletas não podem ter sua Associação de Classe? Não compartilho das posições de Djokovic sobre vacinas ou sua filosofia espiritualista de vida, mas admiro o fato dele ser uma pessoa que TEM uma filosofia de vida e que a pratica em unidade com sua família, apesar de todas as incompreensões e ataques que recebe. Certo que por vezes suas explosões temperamentais sejam excessivas na quadra, mas eu prefiro a expressão da emoção do que a máscara da frieza. Desculpe a extensão do comentário, mas é tão raro ver uma manifestação como a sua, que permite sair do estabelecido. Obrigada. Há…quando observo Djokovic, uma palavra me vem à cabeça, “Poder”…e acho que é isso que icomoda tanto.

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    1. Periferia

      Olá..

      Reducionismo interpretativo ao sabor da subjetividade.
      (Lindas palavras que servem para tudo e não diz nada …mas quando escritas….ficam bonitas )

      Abs

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    2. Miel Antunes

      Perfeita sua manisfestacao/comentário. Ficou claro que, embora ao texto do Chiquinho pareça ser favorável ao Djoko, na verdade é apenas uma tentativa de colocá-lo abaixo dos outros dois… lamentável.

      Responder
  7. Marlon

    Chiiquinho, eu sempre critico vc por não dar, tbm, a devida honra q djoko merece por tudo o q faz nesse esporte e o q ele representa. Vc ainda está devendo a esse blog um trxto sobre a vitória de djoko no AO deste ano. Mas, já passou, deixa pra o AO de 2021. Mas tenho q dizer uma coisa, nem sempre a voz do povo é a voz de Deus. O tênis é um esporte individual onde a probabilidade de vc se culpar e exigir de vc mesmo é grande. Não vejo problema nenhum nas atitudes de Djoko em quadra. Ele, pelo menos, é o mais próximo do normal, uma vez q sua personalidade é forte. Isso não quer dizer q Federer e Nadal sejam padrão dd comportamento no tênis. Eu gosto da transparência dele. Ele sofre muito preconceito por ser sérvio. Ele vai quebrar a marca de GS, tempo como número 1…etc; mas nunca será unâminidade, isso é certo. Mas será o maior de todos os tempos.

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  8. Valeria

    Difícil de explicar a razão pela qual muitos não gostam de Djokovic. Sempre pensei o mesmo q vc. Entrou no meio da rivalidade entre Federer e Nadal. E para os fans desses jogadores, comete o “crime” de ganhar deles. Nole é um dos melhores jogadores da história. Federer quando perded sai da quadra com cara feia e nem autógrafo dá a seus fans. Nadal…idem. Já vi Federer jogar uma bola com raiva e bateu na arquibancada. Ninguém disse nada. Quebrar raquete, gritos altos , como forma de aliviar a tensão é normal. Todos os tenistas fazem. Porém, se é Djokovic , toma uma proporção
    enorme. Parabéns Nole! Sou sua fã!

    Responder
  9. Valeria

    Difícil de explicar a razão pela qual muitos não gostam de Djokovic. Sempre pensei o mesmo q vc. Entrou no meio da rivalidade entre Federer e Nadal. E para os fans desses jogadores, comete o “crime” de ganhar deles. Nole é um dos melhores jogadores da história. Federer quando perde sai da quadra com cara feia e nem autógrafo dá a seus fans. Nadal…idem. Já vi Federer jogar uma bola com raiva e bateu na arquibancada. Ninguém disse nada. Quebrar raquete, gritos altos , como forma de aliviar a tensão é normal. Todos os tenistas fazem. Porém, se é Djokovic , toma uma proporção
    enorme. Parabéns Nole! Sou sua fã!

    Responder
  10. Periferia

    A culpa não é do Djokovic…..o culpa é dos fãs que se projetam nele.
    Os fãs tentam adquirir algo que possa ser integrado na sua personalidade…de preferência algo bom…vencedor (geralmente o fã ardoroso é alguém limitado em sua vida cotidiana).
    Djokovic não é um herói e nem tão pouco um exemplo para ninguém ….é um tremendo jogador de tênis….um dos maiores que já surgiram….fundamentalmente é alguém com muitos defeitos…como todos.
    Existe um certo “goela abaixo”…..como se as batalhas vencidas pelo sérvio fossem as batalhas de seus fãs.
    Não é…….

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    1. Willian Rodrigues

      Prezado, sou um desses fãs “ardorosos” do sérvio Novak Djokovic. De fato, admiro sua garra, autenticidade e suas grandes vitórias contra torcidas adversárias dos principais rivais, muitas vezes hostis, algo não condizente com as características do tênis (vide US OPen 2015). Sim, poder lutar contra imagens, figuras artificialmente construídas e consagradas por uma mídia que adora aquilo que se vende mais facilmente, é uma benção. Contudo, não o enxergo como um “herói”, ou exemplo “perfeito” de vida para ninguém!
      NÃO apresento nenhuma grande frustração ou limitação em minha vida!! E gostaria que todos fossem agraciados com isso…
      Gostei bastante do texto de nossa colega Rosa Maria. Quanto ao “reducionismo interpretativo” a que se referiu, peço perdão, mas acabou de aplicá-lo às avessas!! Sim, porque o fato de não reconhecer grandes qualidades em um jogador cujo estilo de jogo você não admira ou respeita, também reflete SUA subjetividade (e tendenciosidade) ao avaliar o contexto.
      Mais ainda, com suas afirmações: “Lindas palavras que servem para tudo e não diz nada …mas quando escritas….ficam bonitas”, numa referência ao que nossa nobre colega redigiu, ou ” geralmente o fã ardoroso é alguém limitado em sua vida cotidiana…”, você deixa transparecer uma certa ARROGÂNCIA! Algo típico de indivíduos intelectualoides…
      Eventualmente, eu leio e faço comentários nos blogs de tênis encarando isso como um hobby, pra relaxar… Não pra me envaidecer às custas do constrangimento de outros participantes.

      Responder
  11. Rosa Maria Bernardi

    Quer dizer que fãs de Djokovic são pessoas limitadas na sua vida cotidiana que usam Djokovic para nele projetar qualidades que desejariam serem suas e assim “aliviar suas próprias frustrações? E com isso ainda projetar uma figura exemplar e de herói para Djokovic?
    Caramba!!

    Responder
    1. Periferia

      De certa forma vc repetiu o que escrevi.
      Acho que vc entendeu….não entendi a surpresa.
      O que crítico é um fã “ardoroso” .
      Aquele que acredita que o ídolo é corajoso e libertário.
      Que afirma qual filosofia de vida o ídolo tem…..estendendo para sua familia….mesmo sem nunca conviver um minuto com ele.
      Quando o fã “ardoroso” escreve…..parece que convive com ele
      ….e sabemos…..não convive.

      Responder
      1. Rosa Maria Bernardi

        Mas veja, NÃO acreditar que existam componentes libertários e de coragem no atleta ( como exemplo), é tão distante da realidade quanto afirmar que ele possua essas qualidades. Tanto numa posição quanto noutra, estamos apenas a tentar interpretar o que acompanhamos a distância. Projetamos nossos valores nesse processo? Acredito que sim. Valores, coisas que apreciamos, porque isso precisa representar necessariamente frustações e não apenas e tão somente admiração? É nesse sentido que vejo a nossa subjetividade interferindo nas nossas interpretações embasadas apenas em fatos acompanhados a distância. Na verdade acho que esse exercício acontece mais como simples diversão, que a gente pode exercer com o cuidado de não difamar, de não atingir moralmente um atleta que apenas nos brinda com seu talento. Um prazer debater com você.

        Responder
  12. Rosa Maria Bernardi

    O não entendi foi pra mim? Referia-me a uma observação ao comentário acima do Periferia…reduziu os fãs de Djokovic a frustrados que se projetam nele. Mais um reducionismo interpretativo ao sabor da subjetividade dos seus autores.Abraço!

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  13. Sandro

    Admiro o Djokovic por ser autêntico, não se esconder atrás de máscaras, ele não está preocupado se gostam dele ou não, Djoko é assim, tem personalidade.
    O cara acabou de ser PENTACAMPEÃO em Roma com 33 anos e acaba de quebrar o recorde de tenista com mais idade a ser campeão em Roma.
    Djokovic tem que ser muito respeitado por essa façanha de conquistar 5 títulos em Roma sendo contemporâneo de Nadal. Nem o craque Federer seria capaz desse grande feito de ter 5 títulos em Roma.
    Em relação aos “BIG TITLES” da ATP temos:
    – Djokovic: 36 M1000 + 5 ATP Finals + 1 ATP Cup = 42 títulos;
    – Nadal: 35 M1000 + 0 ATP Finals + 0 ATP Cup = 35 títulos;
    – Federer: 28 M1000 + 6 ATP Finals + 0 ATP Cup = 34 títulos.
    – A ATP CUP é um dos maiores torneios já idealizados pela ATP e já foi um enorme sucesso de público e mídia já na sua estreia.
    -A ATP CUP é a Copa do Mundo da ATP, é um título importantíssimo que todo grande tenista quer ter na sua carreira.
    -A ATP CUP põe em jogo a disputa de muitos pontos para o ranking da ATP, logo, é um torneio importantíssimo e indispensável para quem está preocupado com seu ranking.
    – Djokovic teve uma sequência incrível de vitórias sobre grandes tenistas da atualidade na sua primeira conquista da ATP CUP.
    – Djokovic venceu em sequência tenistas talentosíssimos como Kevin Anderson, Gaël Monfils, Cristian Garín, Denis Shapovalov, Daniil Medevedev, Rafael Nadal, o que faz esse título de ATP CUP valer muito na carreira do Djokovic.
    “Quem tem boca vai a ROMA”…
    E… “Quem quer ser “GOAT” tem que ser campeão em ROMA” !!!
    Djokovic já foii 5 vezes campeão em ROMA.
    Nadal já foi 9 vezes campeão em ROMA.
    E Federer? Nenhuma? Como assim?
    Então, Federer ainda não é o “CABRA” do tênis, falta ser campeão em ROMA… Isso sem falar em Monte-Carlo também…

    Responder
    1. Hendrix

      Sandro,

      Seu comentario foi divertido…..seu “ranking” inclui ATC Cup e nao Davis Cup? Finals e nao ouro olimpico? ahahahaha

      Uma sugestao. Retire do ranking titulos no saibro (apenas barro nao?), e coloque peso 2 para o Aus Open (o de maior premiacao). Isso te deixara ainda mais feliz com seu ranking, dentro de sua bolha de fanatismo.

      Abracos

      Responder
    2. Artur

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK CARA QUE COMENTÁRIO SEN SA CIO NAL
      VALORIZANDO MUITO A ATP CUP E O MASTERS DE ROMA! KKKKKKKKKKKKKK
      E DE QUEBRA CITANDO “TENISTAS TALENTOSISSIMOS”
      AGORA VC ME CONVENCEU!

      Responder
  14. WALDIR DOS SANTOS

    rosa maria bernardi, nunca houvi uma esplanação tão linda, perfeita, sensata, sabia,honesta,honrosa, etc….como a sua…chiquinho ve se aprende….a idolatria é mesquinha, todos os outros não servem…….o federer é muito falso e o nadal tambem, nem porisso deixamos de respeita-los como grandes jogadores….abraços a rosa,marlon, glauco,valeria, periferia…..

    Responder
  15. Daniel C.

    Chiquinho, as pessoas têm motivos diferentes para não gostarem do Djokovic. Pelo que tenho visto, o fato de ganhar do Federer e Nadal pode sim gerar antipatia nos torcedores do suíço e do espanhol, mas tem uma série de outros fatores na balança. Para citar alguns:
    – A forma como ele se comporta como um moleque quando o jogo não está caminhando da forma como ele gostaria: ele já gritou diversas vezes com boleiros (alguns crianças), faz sorrisos irônicos em boas jogadas dos adversários, encara torcedores que estão torcendo para o outro jogador, quebra raquetes e isola bolas
    – Algumas opiniões pra lá de controversas: ser contra vacinas, acreditar que bons sentimentos podem purificar uma água suja, etc.
    – Mostrar irresponsabilidade ao promover um torneio de exibição com público e sem os protocolos de isolamento no meio de uma pandemia
    – O estilo de tênis: sim, ele tem muita técnica, o estilo é eficiente, mas na essência é um estilo bem arroz com feijão, baseado em bolas fundas, troca de direção e algumas deixadinhas para surpreender o adversário. A questão é que ele executa com alta eficiência o tempo todo. Há quem goste, mas eu acho por exemplo os jogos dele chatos de acompanhar.
    – E por fim: as declarações desrespeitosas do pai dele. Ele não tem culpa, mas acho que poderia já ter pedido pro pai dele ficar mais na dele. Fica parecendo que ele gosta de ver essas declarações na midia.

    Responder
  16. Alemao

    Se não houvesse Djokovic o mundo do tenis seria tão mais sem graça. Fato! Djoko nao precisa ser o mais querido, quem liga pra isso? A gente quer ver jogos memoráveis, histórias incríveis, recordes superados… e Djoko faz isso trazendo sua humanidade escancarada em contraste com a vestimenta branca, alvejada e artificial do mundo do tenis. Viva o Big3 e em especial Djoko que coloca esse tempero indigesto pra muitos, mas inesquecível para sempre! O resto é torcida…

    Responder
  17. Romão Gomes

    Creio que alguns costumes do sérvio contribuíram bastante para a sua baixa popularidade em comparação a outros grandes nomes do Tenis.
    Dentre os “tais” costumes, cito: o excesso de palhaçadas (em geral sem graça) que ele durante muito tempo insistiu em fazer em diversos torneios, com imitações e outras bobeiras; a sua declarada preocupação em ser “querido” pelos amantes do Tenis e as suas constantes demonstrações de irritação quando um adversário claramente “mais fraco” lhe impõe resistência. Há outros fatores, alguns dos quais foram abordados nesta coluna do Chiquinho.
    Hoje as palhaçadas quase acabaram e seu desejo indisfarçado de ser amado diminuiu muito. Ele é o melhor e mais completo tenista que eu já vi jogar mas, uma vez que não é praticante do bom “mocismo” que a grande mídia espera, marcará seu nome na história pela força de suas conquistas e nada mais.
    O certo é que todos aqueles que, independente de preferências, sabem reconhecer o valor de um grande atleta, sabem que o sérvio é o melhor.

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