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Outra vitória mágica de Nadal; e Tsitsipas brilha
Por Chiquinho Leite Moreira
novembro 13, 2019 às 9:57 pm

Certa vez o genial tenista, e hoje comentarista, John McEnroe viveu um momento de como queimar a língua. O sempre enfático norte-americano, conhecido falastrão, via da cabine do então estádio central do US Open, a quadra Louis Amstrong, o holandês Richard Krakicek sacando um tie break com vantagem de 5 a 0. Como se tratava de um dos maiores serviços da época, Big Mac não hesitou: “Se ele perder este tie break vou comentar o próximo jogo de cabeça para baixo”.

Antes da construção do estádio Arthur Ashe, a Amstrong era também um gigante. Mais de 20 mil lugares. Só que tudo cresceu ao gosto da necessidade e improviso. A media impressa – da qual fazia parte – sentava em banquinhos redondos e altos, destes de bar, com uma longa barra de madeira à frente. Eram apenas três fileiras com uma vista lá de cima, através de vidro, da quadra. Na mesma altura, sem barreiras ou portas, ficavam as cabines de TV. E não é que fomos ver McEnroe usando uma almofada para comentar alguns momentos de um jogo da rodada seginte de cabeça para baixo! Sem ironias, mas certamente, depois do que se viu nesta quarta feira, muitos teriam de ‘plantar bananeira’ depois do que fez Rafael Nadal diante de Daniil Medvedev.

Curioso, já não é a primeira vez que o russo sente o gostinho de uma vitória importante em cima de Nadal. A final deste ano do US Open caminhava sem muitas emoções, com os 2 sets a 0 a favor do espanhol. De repente, a atmosfera na Arthur Ashe ganhou cores emocionantes e de muita vibração. Em muitas trocas de bolas no quinto set vi Nadal nas cordas, a beira do nocaute. Só que como Fênix renasceu das cinzas e celebrou o título.

Incrível, mas pouco tempo depois repetiu a cena, agora de maneira ainda mais enfática. E vindo de derrota poderia imaginar-se que Nadal não teria condições de reagir. Chegou ao Finals como dúvida, em razão de uma lesão no abdômen. A ponto de viajar para Londres com o seu médico e da Real Federação Espanhola de Tênis, Angel Gottorro. Mas como sempre a gente gosta de lembrar no Ace BandSports, o espanhol certa vez desistiu da disputa de Roland Garros, na segunda rodada, quando ainda poderia jogar mais um pouco. Só que na entrevista coletiva ele afirmou que o este mesmo médico havia advertido que não suportaria mais cinco jogos – numero que faltava para ser campeão-. Por isso, desistiu. Então, se agora está em Londres é por acreditar que pode levantar o primeiro troféu do Masters de sua já tão brilhante carreira.

Por falar em brilhantismo, Stefano Tsitsipas também tem duas vitórias no round robin, assim como Dominic Thiem. E os mais de 30, Novak Djokovic e Roger Federer jogam agora por uma vaga nas semifinais…

 

 

 


Comentários
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Poxa se entendi vc acha que Nadal, Djokovic e Federer são fracos… By the way as transmissões do Finals estavam excelentes, em minha humilde opinião

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  1. Guina

    Comentaristas tendenciosos. Exaltam demais o Federer é o Nadal e isso chato. O fato é que ganhando ou perdendo os tais comentaristas sempre os colocam no pedestal.

    Responder
  2. Guina

    Que eles sao bons ñ se discute. Mas se perdem, é pq os outros foram melhores. Ñ é q são, mas q foram. Portanto, deixem suas preferências de lado e comentem simplesmente o q o outro fez de bom pra ganhar. Cara é chato vcs sempre comentarem mais o tenista preferencial de vcs do que o bom jogo do outro.
    Pensem nisso, por favor!

    Responder
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