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Por Chiquinho Leite Moreira
setembro 7, 2016 às 10:19 pm

Curioso, mas a pergunta do post anterior de quem poderia bater Andy Murray veio com algumas ironias e muitos palpites. Quase todos colocando, é claro, Nole, Novak Djokovic como capaz de superar o britânico. Outros poucos indicaram o argentino Juan Martin Del Potro. Mas deu mesmo nenhuma das anteriores. A façanha veio pela valente raquete do japonês Kei Nishikori.

O jogo na Arhur Ashe esteve repleto de altos e baixos. Muitas quebras de serviço, boas jogadas e num dia em que quase tudo deu certo para Nishikori, enquanto Murray não poderia dizer o mesmo.

Mas como dizem… o jogo é jogado e o lambari é pescado. Então, não se pode dizer que Kei Nishikori não tenha merecido o resultado. Ele já esteve na final do US Open e agora terá nova oportunidade. Está muito perto disso, embora ainda tenha um degrau alto para subir nas semifinais.

Enquanto isso, Novak Djokovic segue no que pode ser chamado de sorte de campeão. Chegou a sua 10a semifinal consecutiva do US Open, sem precisar se esforçar tanto. Em sua campanha teve duas desistências e um W.O. E para quem vem sofrendo com uma lesão no cotovelo, nada melhor do que se poupar para os momentos mais importantes do torneio.


Comentários
  1. Fábio

    Nishikori jogou muito! Mostrou coração e determinação. Atacou bastante… Arriscou. Enfim, fez o que tinha que ser feito!

    Mas foram 4h de jogo. E na próxima rodada, Stan/Delpo.

    Particularmente, acredito que o Delpo passe. A torcida americana já está “carregando” a Torre de Tandil nos braços num roteiro que pode se tornar a concretização de um sonho.

    Delpo ainda não perdeu um set sequer e vem jogando muito bem. Está onde é muito querido. Sente-se em casa em NY…

    Será um desafio e tanto para Kei.

    O torneio que vinha sem graça, ganhou um colorido especial desde às quartas de final.

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  2. Renato Veneziano Toniol

    Chiquinho, ainda que o nível técnico desta partida tenha sido baixíssimo, ao meu ver, Nishikori foi audacioso, buscou a definição dos pontos e mereceu a vitória.
    Murray, que tem um talento absurdo, limitou-se a se defender e esperar os erros do adversário. Não tenho nada contra um tenista que pratique um tênis mais defensivo, mas acho que esta tática deveria ser utilizada por jogadores não possuem bons golpes de definição, e não por um rapaz que possui um leque de opções tão grandioso como o escocês. Foi uma pena, pois eu esperava muito mais de Andy neste US Open.
    Vamos ver o que acontece agora nas rodadas finais, aonde a definição do título dependerá mais do grau em que se encontra a lesão de Novak Djokovic, pois em situação normal, acho muito difícil ele ser derrotado neste torneio, a não ser que Stan The Man atue no nível da final de Roland Garros 2015.

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