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Austrália merece ser um Slam?
Por Chiquinho Leite Moreira
janeiro 12, 2013 às 7:56 pm

Se existisse um ranking dos Grand Slams, o Aberto da Austrália ocuparia a quarta colocação. Para os primeiros três lugares a briga seria bem mais polêmica, não tenho dúvidas. Dos quatro torneios este sempre foi o mais tranquilo, a ponto de em certa época colocarem em pauta a sua tradicional condição. Com o aparecimento de eventos fortes, especialmente o Masters de Miami, cogitou-se de os Estados Unidos terem dois Slams, No golfe, dos quatro majors, três são em território americano.

O desinteresse popular, a distância, a ausência de alguns astros, em certo momento colocaram o torneio australiano em situação complicada. Entre as principais ações para manter o status foi a mudança de data. Era disputado em dezembro, num período em que os tenistas mais pensavam em férias, descanso, do que em troféus, prêmios e pontos.

A mudança para janeiro trouxe um novo ânimo, mas não afastou certos desconfortos como calor excessivo e a distância. Foi preciso entrar com investimentos pesados e alternativa dos organizadores foi a de ‘vender’ o evento. Marcas poderosas começaram a fazer parte do fundo de quadra. E uma alternativa diplomática, que gerou novos recursos, foi começar a interpretá-lo de Slam da Ásia e Oceânia. O patrocínio tornou-se mais abrangente e deu oportunidade para investimentos em todos os aspectos. Nas instalações, no conforto e, especialmente, na premiação.

Com mais dinheiro em jogo, os tenistas deixaram as reclamações de lado. Hoje todos os grandes astros viajam para Melbourne, sem cara feia, ou hesitação.

Nos últimos tempos, o público também passou a dar maior prestígio. Não sei por que cardas d’águas, há sempre um grupo enorme de suecos em Melbourne. Alegres, bonitos e festivos dão uma cor interessante ao ambiente. As colonias de imigrantes também ocupam boa parte das arquibancadas. Mas, neste caso, algumas disputas etnicas esquentaram muito mais a atmosfera do que a já alta temperatura.

Enfim, depois de mudança de piso, local, data e investimentos, não se cogitou mais a possibilidade de a Austrália perder sua condição de Slam. Passou-se apenas a chamar Miami de o quinto Grand Slam… boa saída, não?

Uma coisa não tem como mudar: a distância. Lembro que costumava ficar revoltado com o fato de toda vez que viajava para a Austrália perdia um sábado e ganhava duas segundas-feiras. E isto vou carregar por toda a minha vida, não importando o quão longa ela possa ser. Não é como horário de verão, em que a gente perde e depois recupera.

Pode parecer estranho, mas é verdade. Deixava o Brasil sempre numa quinta-feira. Desembarcava em Los Angeles na sexta-feira pela manhã. À noite embarcava para 16 horas (é isso mesmo) de vôo para Melbourne. Como cruzávamos a linha internacional da data, desembarcava em Melbourne no domingo. E o sábado? Ficou entre a Nova Zelândia e a Austrália, ora.

Na volta, deixava Melbourne na segunda-feira. Viajava novas 16 horas e chegava a Los Angeles na segunda-feira. Logo de manhã pelo fuso horário da costa oeste americana. Poxa ainda é segunda-feira? À noite, desta interminável segunda-feira, embarcava para o Brasil e, ufa! chegava na terça pela manhã.

 


Comentários
  1. Bruno Louzada

    MErece…por varios motivos

    – É talvez o slam melhor organizado
    – Tem uma das melhores estruturas.
    – è um dos slams que tem os melhores jogos…so pra lembrar a final de austraçia de 2012 e 2009.

    E Roland GArros??? desorganizado…. partidas suspensas por causa de chuva….jogos mornos

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      1. Renato

        É incrível como vem carinha querer falar que RG é desorganizado. Eu aposto, e ganho antecipadamente, que nunca chegou nem perto de ir ver um jogo lá em Paris.

        Responder
      2. João

        Falando em RG, você havia falado que a Band Sports vai transmitir o evento neste ano, não é!? Mas os canais que transmitiam o evento nos anos anteriores vão continuar transmitindo o evento ou a Band Sports vai transmitir o evento com exclusividade??

        Responder
    1. Felipe Araújo de Queiroga

      Não digo desorganizado, mas quase obsoleto. Se você for ver não encheram o estádio nem para ver Federer x Djokovic em 2011, aquele JOGAÇO.

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  2. Kleyton

    Tu ainda fazia essa viagem somente uma vez por ano. A cada dois meses, aproximadamente, faço uma viagem de 17 horas de ônibus, percorrendo apenas mil quilômetros. É mais do que as 16 horas entre Los Angeles e Melbourne, que possui uma distância de 12 mil quilômetros. Enfim, eu sei que a viagem é cansativa, mas no seu caso, feita raramente. No final das contas, o que importaria para mim seria a oportunidade de conhecer outra cultura, outro país. Suprime qualquer viagem longa.

    Mas falando sobre o Australian Open. Depende também do ponto de vista. Para os australianos e asiáticos que moram em seus países de origem, longe é ir para os Estados Unidos e Europa o ano inteiro ;]

    E o AO é pioneiro em inovações. Primeiro Grand Slam a ter quadras cobertas (duas, atualmente). O que faz muita diferença, como nos mostraram os exemplos das últimas cinco edições do USO e a última edição de Roland Garros. O Australian Open também foi o primeiro a disponibilizar gratuitamente, ano passado, imagens de todos os jogos pelo site do torneio. Imagens ótimas, sem travamento. Podíamos escolher o jogo que quiséssemos assistir. Se lembro bem, todas as quadras tinham o recurso.

    Em termos de inovações e até em qualidade da estrutura, o Australian Open está em primeiro lugar.

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Kleyton concordo com vc… vale qualquer sacrifício para conhecer novas culturas. Mas só relatei uma situação dos que costumam jogar na América e Europa. Enfim, o AO soube se reiventar.
      abs
      Chiquinho

      Responder
  3. Leandro Passos

    Olá, Chiquinho. Belo post. Eu acho que, apesar da distância e do fuso horário da Austrália, eu acho que é um ótimo país. Nunca visitei lá, mas o povo é animado e educado, o lugar é limpo, tem uma natureza impecável e o país é muito bonito. Como você mesmo disse, o fuso horário e a distância atrapalham, mas acho que com o país e o povo que tem lá, não deixa de ser um ótimo lugar para viajar, ainda mais com um Grand Slam como este. E agora muitos jogadores gostam de jogar lá, não só por ser um Slam, mas também pela atmosfera, que é sempre alegre. Por isto que Federer chama o Australian Open de “Happy Slam”. Abraços!

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Olá Leandro… O AO é realmente divertido. O país merece sim ser visitado. Belas paisagens, bons vinhos, comida mais ou menos, só que o povo… não sei não. Acho melhor nem comentar em público por questões diplomáticas.
      abs e aproveito para informar que o TenisBrasil mudou algumas coisas nos blogs e peço desculpas por qualquer atraso.
      Chiquinho

      Responder
      1. Eduardo

        Chiquinho, morei na Australia por 2 anos e meio.Fui assisitir ao AO em 2007, naquele ano em que RF ganhou sem sequer perder um set. Torneio fantastico, nao ha uma ressalva a ser feita. Concordo com voce sobre a comida na Australia ser mais ou menos, mas falar do povo, acho que esta falando sem conhecimento de causa hein. Povo receptivo, caloroso, atencioso….Nao sei quem voce conheceu por la, mas te garanto que sua impressao esta errada.
        Abracos

        Responder
        1. Chiquinho Leite Moreira

          Realmente falar do povo é uma coisa complicada e não cabe discussões neste espaço. Mas apenas coloquei esta citação em uma resposta. Enfim, tanto no Masters de Sydney, em que fizeram tudo para prejudicar Guga e levar Hewitt a liderar o ranking, quanto em diversas participações no AO a vida de um brasileiro não foi sempre muito tranquila.
          abs
          Chiquinho

          Responder
          1. Roberto

            Morei na Australia em 2010. Não posso falar uma vírgula sobre o povo australiano. Extremamente educados e gentis.
            Se voce levar em conta esse episódio do Guga nenhum povo do mundo vai agradar….talvez nem nós….
            Abraços

      2. Marcos de Noronha

        A experiencia que a gente tem com o povo de cada país é muito diferente pra cada pessoa. Eu moro na Australia e gosto muito daqui. Não perco o AO por nada, nem que seja só por um dia, só com ground pass. O povo australiano é igual ou melhor ao francês, inglês e americano. Com todo respeito, achar que o povo australiano é um problema é como falar do cisco do olho alheio sem tirar a trava do olho próprio. Aproveito para dar os parabéns sobre o blog do Noriega, sou de Amparo e aprendi jogar tenis no Atletico, lugar onde volto para um bate bola com os velhos amigos de lá sempre que posso.

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  4. Fernanda

    Pois e… longe e so uma questao de ponto de vista… e o lado leste do mundo ( e, particularmente a Australia) merece sim o Grand Slam. E lindo ver o envolvimento dos australianos com o tenis…o esporte e transmitido o dia inteiro pela TV aberta, assiistido e comentado por todos, teloes espalhados por todas as grandes cidades etc. Alias, mais lindo ainda e ver todo o incentivo que se da ao tenis por la. Quase todos os bairros tem um complexo de quadras gratuitas e todo mundo arrisca umas raquetadas de vez em quando…

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  5. Marcelo

    Chiquinho, após todas as mudanças que você descreveu essa quarta colocação é ainda assim tão óbvia? O Dalcim há alguns dias publicou um post enfatizando, por exemplo, o fato de que hoje o AO possui recorde de público.

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      È verdade… pode não ser mais uma unanimidade como já foi. Mas qual seria o seu ranking dos Slams?
      abs
      Chiquinho

      Responder
      1. fernando

        pra mim o torneio mais sem graça por diversos motivos é RG, apesar de aparecerem jogadores brilhantes por la como Guga, RG é marcado por um tenis covarde tendo os piores jogos dos GS alem de ser a pior estrutura dos 4.. AO é sim um torneio muito divertido pra assistir e nao merece ter esse apelido d quarto GS

        Responder
      2. Rafael Medeiros

        Claro que o aussie é o 4 Slam em importância.

        De jeito nenhum é possível colocá-lo noutro lugar.

        E duvido que qualquer tenista profissional tenha como sonho vencer lá do que os demais Slam´s.

        Responder
  6. Rodrigo

    Caro Chiquinho, não sei se vc conhece o Fernando Meligeni e o narrador Paulo Cleto pessoalmente, se conhecer, faça um favor para todo Brasil, peça pra eles PARAREM de mandar abraços pra todos seus amigos durante transmissões. Não há coisa mais irritante de vc estar curtindo um tenis na TV e esses dois começarem a mandar abraços pra amigo que mora la no oiapoque. Na transmissão em inglês por exemplo ninguém manda abraço pra ninguém. Não estamos interessados em ouvir saudações de amizades de gente que nem conhecemos, isso irrita.

    Abs Rodrigo

    Responder
    1. João Luiz Caraguá/SP

      em 2 horas de jogo, meia hora só mandando abraço. se quer mandar abraço. entra no twitter, e fique a vontade.
      engraçado é que milhares de pessoas, como eu por exemplo, entram no mural da ESPN postando mensagens, raramente lidas.

      sobre o post, cada slam tem o seu charme, qualidade e pontos a melhorar.
      agora, ter a quadra coberta na Austrália, e a maior quadra do mundo, no USA Open não ter, causando atrasos nos jogos, afetando o desempenho, sendo capaz inclusive de mudar a história do jogo, é um motivo para dar os parabéns aos organizadores australianos.

      Responder
  7. Felipe Araújo de Queiroga

    Me desculpe Chiquinho, mas eu acho até um absurdo essa discussão. Os outros Slams podem ter mais história, mas no que se refere à modernidade o Australian Open está anos-luz na frente de todos os outros Slams.

    O público australiano é o mais apaixonado por tênis no mundo. Muito alegre e enche estádio até em challengers.
    Tem duas quadras cobertas e já planeja uma terceira.
    O país tem tradição enorme no tênis, sendo Rod Laver um expoente.
    Isso sem falar nos sites, que disponibilizam stream ao vivo grátis, possuem o Australian vault, onde podem acessar jogos clássicos que já aconteceram no Australian Open, enfim estão sempre na vanguarda da modernidade tenística.

    Na minha opinião o melhor Grand Slam. O que não quer dizer necessariamente o mais prestigioso.

    Responder
  8. João Pedro Viberti

    Chiquinho,na minha opinião Australia e US Open tem disparados os jogos mais atraentes (em termos de disputa).
    Vejo Wimbledon e RG com jogos tediosos e finais em que Federer,Nadal,Djoko não tem tantas dificuldades para chegarem as semis.

    Responder
  9. Guilherme

    Olá Chiquinho! Tive a aoportunidade de conhecer Melbourne numa época do ano distante do AO… Mesmo assim, fui conhecer o complexo Rod Laver Arena! A estrutura é, com o perdão da palavra, fudida! O pessoal mostrou o vestiário, com os armários que os tenistas sempre pegam, o hotel que tem atrás das quadras, a área que os tenistas dão autógrafos e interagem com as crianças (eles disseram que pra entrar no torneio, uma condição é que ele aceite particpar das atividades com as crianças), o mural dos campeões com os autógrafos, e é claro, as quadras! No final do tour apresentaram um vídeo com imagens de como éo complexo durante o AO. Prometi pra mim mesmo retornar pra assistir ao Aberto! Seria uma pena se não fosse um Grand Slam!

    Responder
  10. Michel Araújo

    Oi Chiquinho!

    Morei na Australia e a viagem realmente é longa e cansativa, mas indo pelo Chile é mais tranquilo e agora há também uma nova opção por Buenos Aires que voa direto para Sidney, vale a tentativa.

    Grande abraço!

    Michel

    Responder
  11. Marcos Anton Nogelli

    Sou um espectador ocasional (só veja os Grand Slams, he, he) e absolutamente fascinado com o tênis, sobre o qual gostaria de conhecer mais.

    Uma coisa no seu post me chamou a atenção e notei – mais uma vez – o quanto ainda tenho que aprender, sou neófito: sempre achei que havia uma disputa sobre qual era “o” Slam entre Roland Garros e Wimbledon, ficando o USOpen estabelecio no segundo lugar. Estava errado, né.

    Ah, e eu não sei se vc torceu contra o Hewitt, mas que saída a jato dele, hein…

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Marcos acho que sua lista tb é válida. Acredito que vários aspectos determinam a escolha de um ou de outro. Não só instalações.
      abs
      Chiquinho

      Responder
  12. renan

    O aberto da Australia é o GS mais organizado 2 quadras gigantes cobertas e com otima iluminaçao, e jogos que o publico participa intensamente, e bem disputados, e é trsite ver o despreparo dos brasileiros para disputarem esse torneio, nunca conseguem ir longe, mas o aberto da australia é muito melhor que o USopen, la eles inventam o suoer sabado e nunca conseguem fazer a final no domingo,a chuva atrapalha ou atrasa a grade, nao possui nenhuma quadra coberta,e a visibilidade é ruim, winbledon precisa se modernizar e aceitar pelo menos refletores nas quadras principais e ate mesmo cobertura, lembro da final de 2008 que federer e nadal quase jogaram no escuro e alem de ter lanchonetes banheiros sianlizaçao piores que os 4 GS, ja RG nao posso dizer por nao conhecer

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Ademir já existia essa rota… Mas, na verdade, por necessidade de viajar por algumas companhias tinha de fazer esta rota meio maluca de LA e Melbourne, quando não tinha Auckland pelo caminho. Hj, o pessoal está preferindo viajar via Doha ou Dubai…
      abs
      Chiquinho

      Responder
  13. rafael

    Que chato hein? ir para Los Angeles, depois para Austrália…que chato mesmo, é a coisa mais normal do mundo…deve ser chato mesmo ser “obrigado” a estar na australia provavelmente com tudo pago para ficar de bobeira o dia todo e de repente assistir um joguinho… mesmo que escreva para um site, faça uma pauta qualquer…

    Seja mais realista…posta aí também…que chato deve ser acordar todo dia e os caras já te enchendo o saco…e aí doutor, vai ser caviar ou lagosta? vai sair na Ferrari ou no Bentley?

    Responder
  14. Ronaldo Siloto

    Olá Chiquinho, boa tarde!

    Primeiro gostaria de parabeniza-lo pelos seus comentários, que sempre são de muita qualidade!

    É a primeira vez que estou respondendo no seu blog…

    E mesmo assim, na minha opinião tenho que descordar!

    Pratico tenis e o tenho como o meu esporte favorito a vários anos. O meu slam favorito sempre foi Wimbledon e na era Guga, é lógico que RG nos deu uma enorme satisfação de acompanhar sempre… Mas de 4 a 5 anos para cá, considero o Australian o melhor Slam disparado em termos de informações digitais, organização do evento (com certeza tem que melhorar a agilidade dos catadores de bola), TV, o enorme sucesso de público batendo recordes dos Slam todos os anos, premiações e sem dúvida, os jogos com excelentes disputas inacreditáveis.

    O que mais nos interessa nos Slans, é o nível de excelência nos jogos assistidos, e RG atualmente esta deixando a desejar nos últimos anos… Não só pela superioridade do Nadal, mas o piso esta deixando os jogos muito lento, em comparação com os outros Slam… E olha que adoro Saibro… Também, o excesso de chuva e ventos fortes, que acabam prejudicando os melhores jogadores.

    Então atualmente os Slam ficam asim:

    1- Australian
    2- Wimbledon
    3- US
    4- RG

    Abraços!

    Responder
  15. Lucas

    Já assisti as semifinais do AO e digo que não vejo o pq de questionar o torneio.
    Na Austrália há uma cultura esportiva muito forte, sendo que em Melbourne um dos grandes destaques é a prática do tênis, faz parte do dia dia de muita gente praticar e falar de tênis. Não se limita ao complexo de quadras do Rod Laver, mas existem centros como o de Kooyong, que é fenomenal (e inclusive já recebeu o AO)
    Se for ver bem o AO não possui tanta sofisticação, glamour, mas é extremamente eficiente, prático, muito interessante e funciona muito bem, reflexo do país que o abriga, sem importar um monte de coisa que por fim não faz falta alguma pro esporte.
    É só vermos a ocupação hoteleira com pessoas de toda parte do país que viajam exclusivamente para acompanhar os jogos, dos primeiros aos últimos do dia.

    Responder
  16. Rafael Medeiros

    Como em tudo – excrupulosamente TUDO – na vida: libere a grana que os resultados aparecem.

    Não há muito segredo. O complicado é arrumá-lo, o que foi feito. Diante disto, bastou injetar e pronto.

    No fim de todas as coisas, é tudo igual, pessoal.

    Responder
  17. Carlos Eduardo Fonseca

    Australia tem uma das maiores escolas do Tenis mundial, o Maior Jogador de todos os tempos, Rod Laver, e uma populacao q adora o esporte. O Slam ta muito bem entregue. Os Americanos nao precisam de dois. Alias, podiam reformar o Arthur Ashe Stadium q ja esta bem zoadinho.

    Responder
  18. wellingtgon

    sinceramente chiquinho esse seu post não tem nada haver.
    Sabe o que é inaceitável é um grand slam não ter nenhuma quadra coberta como em 2012 roland garros toda hora o jogo era interrompido por conta da chuva foi o pior slam do ano passado. o A.O foi o melhor slam do ano passado mim poupe

    Responder
  19. Luciano Maia

    Este nagócio de ser longe é pura falta do que falar ou de reciocínio. É loge para quem? Para nos das américas…então o mesmo vale para os australianos no caso do USOpen,
    NA verdade o que diz se o torneio é GS ou não é o tamanho da chave , com a premiação.
    Não há pq ter dúvida de tem porte ou não de um GS. È e continuará sendo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Responder
  20. paulo machado

    Chiquinho, o que mais gostei foi que mesmo com comentários contundentes pela inteligência e ironia você não perde a elegância e o bom humor. parabéns!

    Responder
  21. Micheli

    Eu não consigo entender essas criticas ao Aus Open, o GS mais interessante e mais organizado de todos!!
    A melhor final de 2011 foi a do Aus Open, o público mais presente é do Aus Open, os jogos começam e terminam sempre na data pré-determinada, não há imprevistos com o tempo, se não temos SKY e NET pra assistir aos jogos, podemos ver pelo site, já que eles disponibilizam stream em várias quadras, enfim, SÓ VEJO PONTOS POSITIVOS PARA O AUSTRALIAN OPEN, além de sol, calor, tempo bom e ótimo tênis.

    Responder
  22. Gleyson

    Eu nunca fui e espero um dia poder ir a um slam.
    Mas adoro o Australian Open. Acho excelente a estrutura com as quadras cobertas, a organização, etc.
    Enfim, acho que se um dia eu for a um slam vou pensar seriamente em ir na Austrália.

    Responder
  23. Angela

    Nossa Chiquinho, seu post foi uma “bola fora”. Menosprezar o AO como vc fez…e ainda com uma das justificativas sendo a localizacao…??? Eh a primeira vez que leio uma critica dessas de um comentarista de tenis..sobre esse sensacional SLAM (sim) …..principalmente nessa ultima decada. Hoje o AO eh considerado o melhor (p/ jogadores e publico) – incluindo estrutura, organizacao, jogos…..Tisc tisc!!! Faz tempo que vc nao vai pra Down Under, hein? Hora de fazer um update.

    Responder
  24. emerson

    Pra que ir ate Los Angeles? Eu fui para Australia via Argentina…SP-ARG 3e30, depois fiquei 4 horas esperando voo para sidney….Meu voo de Buenos Aires a Sidney foi 14hrs…E depois vc poderia pegar voo de Sidney para Melbounre que seria mais rapido e menos cansativo. PARE DE RECLAMAR, CHATO E ACORDAR 5 DA MANHA E PEGAR TREM LOTADO EM SAMPA!!!!TEM GENTE QUE NAO DA VALOR NA VIDA QUE LEVA!

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Por causa dos acordos com as cias aéreas tinha de viajar via LA. Se vc acha que reclamo, então me devolva estes sábados perdidos….
      abs
      Chiquinho

      Responder
  25. Reinaldo Scott

    Pra mim é o melhor dos Slams.

    Roland Garros é totalmente sem graça, o que menos winners tem, …..fora chuva e desorganização……..
    US Open com a atitude arrogante e estúpida da organização de colocar semi no sábado e final no domingo e agora tomaram a “grande” decisão de colocar a final na segunda, ou seja, tudo pelo business os jogadores que se danem.
    Wimbledon, tradição ridícula de obrigar os jogadores de usarem branco……coisa de 1500 anos atrás……seu status é mais pelo local, Londres, Grã-Betanha e sua tradição besta……com Rainha, príncipe…coisa de historinha……
    Já o Australian Open tem estrutura exemplar, maior premiação, grandes jogos e sempre tá rolando umas zebras interessantes…….todo ano tem jogos espetaculares, não dá nem pra citar pra não ser injusto…….
    Por isso, pra mim o MAIOR DE TODOS !!!!!!!!!!!!

    Responder
  26. Reinaldo Scott

    Chiquinho, acho que seria interessante uma pesquisa de qual o GS de preferência em ordem da galera…..

    segue minha resposta :
    1º : AO
    2º : WB
    3º : RG
    4 : US
    abs

    Responder
  27. Reginaldo

    Estive em Sidney a pouco tempo. Não perdi sábados e achei o povo e a cidade fantásticos. Se houve problemas com o torneio em um período, eles trabalharam e acharam alternativas! Se há um grupo enorme de suecos em Melbourne, há um grupo enorme de brasileiros em Miami. Se trataram mal o Guga na Austrália, trataram mal também em NY.
    Acho que vc misturou impressão pessoal com informação e a torneio com o país sem conhecê-los.

    Responder
  28. PAULO REIS

    Chiquinho,
    Fantástico o AO. Quanto a distância não vejo problemas. A grande maioria dos que assistem a este ou qualquer outro SLAM, são como eu. Usam a TV e o controle remoto. Portanto minha unica queixa são para os narradores e comentaristas da ESPN, que nada narram, nada informam. Só falam “abobrinhas”.
    Meus favoritos:
    AO
    US OPEN
    WINBLEDON
    RG (quarto lugar apenas pela dificuldade em enxergar a bolinha na TV)
    abs.

    Responder
  29. Reinaldo Scott

    Mais uma para sua reflexão sobre o AO merecer ou não ser um GS………segue uma notícia sobre o AO.

    O público, aliás, não decepciona na Austrália: 65.416 pessoas estiveram no complexo neste domingo, e 466 mil foi o público total da primeira semana – ambas as marcas são recordes.

    Responder
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