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Challengers têm 25 campeões com até 21 anos
Por Mario Sérgio Cruz
novembro 26, 2019 às 7:01 pm

A temporada de challengers do circuito da ATP chegou ao fim na última semana, após o torneio disputado no saibro de Maia, em Portugal. Nesses eventos, que formam o último estágio até a entrada nas chave principais de ATP, alguns jogadores da nova geração conseguiram se destacar. Em 25 torneios, os campeões tinham até 21 anos, e 42 torneios foram vencidos por tenistas com até 23 anos.

O número de campões com no máximo 21 anos é um pouco menor do que o registrado em 2018, quando 29 challengers foram vencidos por jogadores nessa faixa etária. Já em 2017 foram 24 campeões com até 21 anos. Se o recorte for entre atletas com até 19 anos, são apenas seis campeões, contra oito ano passado e 15 de 2017.

 

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O campeão mais jovem do circuito foi o italiano Jannik Sinner. Ele estava com 17 anos e seis meses quando venceu em Bérgamo. Sinner ainda conquistou os challengers de Ortisei e Lexington. Ele também se tornou o mais jovem a ganhar três challengers no mesmo ano desde Richard Gasquet em 2003. Depois do italiano aparecem o espanhol Nicola Kuhn em Segóvia, o brasileiro Thiago Wild em Guayaquil, e o francês Corentin Moutet em Chennai.

Wifoi campeão mais jovem em sete temporadas
O título de Thiago Wild em Guayaquil colocou o paranaense entre os mais jovens brasileiros a conquistar um título de challenger. Apenas três jogadores do país conquistaram torneios deste porte com menos idade que ele. Wild estava com 19 anos e 7 meses na semana em que foi campeão no saibro equatoriano. Com isso, também se tornou também o brasileiro mais jovem a vencer um torneio desse nível no exterior.

O brasileiro mais jovem a ganhar um torneio challenger foi Jaime Oncins, aos 19 anos e um mês em julho de 1989, quando venceu um torneio na cidade paulista de Lins. Também em 1989, Roberto Jabali ganhou um challenger aos 19 anos e um mês na cidade de São Paulo. O terceiro jogador brasileiro com menos de 20 anos a ganhar um título de challenger foi Guilherme Clezar. O gaúcho nascido em dezembro de 1992 tinha 19 anos e quatro meses ganhou ganhou o challenger do Rio Quente, em Goiás, na temporada 2012.

Jovens jogadores com quatro títulos
Os recordistas de títulos de challenger na temporada foram o lituano Ricardas Berankis, o australiano James Duckworth, o finlandês Emil Ruusuvuori e o sueco Mikael Ymer. Todos eles conquistaram quatro torneios deste porte. Ymer, de 21 anos e 74º do ranking, e Ruusuvuori, 20 anos e 124º colocado, são os jovens. Berankis já está com 29 anos, enquanto Duckworth tem 27.

A idade com maior número de campeões da challenger é de 27 anos. Foram 24 torneios vencidos por jogadores com esse tempo de vida. Na sequência, aparecem os 17 títulos para tenistas de 21 anos e as 13 conquistas de jogadores de 24 anos.

As finais mais jovens na temporada foram em Segovia e Champaign, sempre entre um jogador de 19 anos e outro de 20. Na Espanha, Nicola Khun venceu Pavel Kotov. Já nos Estados Unidos, J.J. Wolf levou a melhor contra Sebastian Korda.

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Italianos, espanhóis e americanos se destacam
O país com maior número de títulos de challenger em 2019 foi a Itália, coom 15 campeões. Os italianos também conseguiram outros 17 vice-campeonatos. Logo depois aparecem a Espanha e os Estados Unidos, cada um com 15 troféus.

O Brasil teve seis campeões, com três títulos de Thiago Monteiro, um de João Menezes, um de Thiago Wild e outro de Rogério Dutra Silva. Os recordes são da Argentina, com 20 títulos em 2006 e 2007, e da França, cujos jogadores conseguiram 20 conquistas ao longo da temporada de 2005.

Veteranos venceram menos em 2019
Já os atletas com mais de 30 anos conquistaram 22 títulos, número menor que os 27 da temporada passada. O campeão mais velho da temporada foi Tommy Robredo, que estava com 37 anos e um mês quando foi campeão em Parma, na Itália e em Poznan, na Polônia.

Robredo também foi protagonista da final com maior diferença de idade na temporada. Enquanto o espanhol estava com 37 anos quando venceu um torneio em Poznan, seu rival alemão Rudolf Molleker tinha apenas 18 anos. A lista de vencedores mais velhos do ano ainda conta com um brasileiro, Rogério Dutra Silva, vencedor em Playford, na Austrália, aos 34 anos. Ele só fica atrás Tommy Robredo e Andreas Seppi.

Dez jovens que podem surpreender em 2018
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 20, 2017 às 7:10 pm

A temporada 2018 do tênis começa em menos de duas semanas e muitos expoentes da nova geração estão dispostos a dar um salto de qualidade e se firmar na elite do circuito. Hoje apresento no blog dez nomes com menos de 20 anos e fora do top 100 da ATP ou da WTA. São tenistas que já vem de bons resultados em seu primeiro ou segundo ano como profissionais e começam a aparecer nas chaves de grandes torneios e que terão presença cada vez mais constante nas principais competições do circuito.

Amanda Anisimova: A americana de apenas 16 anos subiu do 761º para o 192º lugar do ranking em 2017, chegando a ocupar a 183ª posição em 28 de agosto. Ela encerrou a carreira juvenil com 15 vitórias e apenas uma derrota durante a temporada, com destaque para o título do US Open da categoria.

Anisimova foi campeã juvenil do Australian Open e saltou mais de 500 posições na WTA

Anisimova foi campeã juvenil do Australian Open e saltou mais de 500 posições na WTA

Já como profissional, foram 22 vitórias e três finais de ITF, com um título em Sacramento. Além disso, Anisimova acabou recebendo convite para jogar Roland Garros por meio do acordo entre as federações nacionais de França e Estados Unidos. Anisimova esteve no Brasil e jogou um ITF profissional em Curitiba, além de ter vencido o Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre, antiga Copa Gerdau.

Bianca Andreescu: A canadense de 17 anos e 189ª do ranking iniciou a temporada apenas no 306º lugar e teve como melhor ranking a 143ª posição, alcançada em agosto. Andreescu se tornou a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a derrotar uma top 20 do mundo ao superar a então 13ª colocada Kristina Mladenovic em Washington.

Depois de saltar no ranking, furar o quali de Wimbledon e derrotar uma top 20 em Washington, Andreescu foi eleita a melhor jogadora do Canadá

Depois de saltar no ranking, furar o quali de Wimbledon e derrotar uma top 20 em Washington, Andreescu foi eleita a melhor jogadora do Canadá

Além de ter chegado às quartas de final do WTA disputado na capital norte-americana, a canadense treinada pela ex-número 3 do mundo Nathalie Tauziat também furou o quali de Wimbledon e venceu dois ITFs. O salto no ranking e bons resultados fizeram com que ela fosse eleita pela federação de seu país como a melhor tenista canadense de 2017, desbancando a ex-top 5 e atual 83ª do ranking Eugenie Bouchard.

Dayana Yastremska: A ucraniana de 17 anos também já esteve diante do público brasileiro, quando conquistou seu primeiro título profissional no ano passado em Campinas. Em 2017, Yastremska saltou do 342º para o 188º lugar do ranking mundial e venceu um ITF. Ela chegou às quartas em dois torneios da WTA, a primeira no saibro de Istambul e depois nas quadras duras e cobertas de Moscou, que é um evento de nível Premier.

Destanee Aiava: Primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA, este ano em Brisbane, Aiava tem apenas 17 anos e já irá disputar seu segundo Australian Open em janeiro de 2018. Ela subiu do 384º para o 154º lugar no ranking mundial durante a última temporada e chegou a conqusitar dois títulos de ITF.

Destanee Aiava, de 17 anos foi a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA

Destanee Aiava, de 17 anos foi a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA

Kayla Day: Depois de saltar do 988º para o 195º lugar em 2016, a jovem norte-americana teve uma nova ascensão no ranking e aparece atualmente na 152ª posição. Day completou 18 anos em setembro, três meses depois de ter alcançado a 122ª colocação no ranking. Convidada para jogar em Indian Wells, Day avançou duas rodadas e só parou na então sétima colocada Garbiñe Muguruza em duelo de três sets. Já no mês de agosto, ela entrou diretamente na chave do Premier de Stanford e avançou uma rodada antes de novamente só cair diante de Muguruza.

Xinyu Wang: Com apenas 16 anos e número 5 do ranking mundial juvenil, Xinyu Wang disputou apenas oito partidas válidas pelo circuito profissional em 2017 e conseguiu cinco vitórias. Até por isso, ela aparece apenas no modesto 767º lugar do ranking mundial. Entretanto, a jovem chinesa terminou o ano conquistando uma vaga na chave principal do Australian Open ao vencer a seletiva entre jogadores profissionais da Ásia e do Pacífico, chegando a vencer a ex-top 30 japonesa Misaki Doi na semifinal.

Chinesa de 16 anos e top 5 no ranking mundial juvenil irá disputar o Australian Open

Chinesa de 16 anos e top 5 no ranking mundial juvenil irá disputar o Australian Open

Felix Auger-Aliassime: O canadense de 17 anos já chama atenção desde 2015, quando se tornou o jogador mais jovem a vencer um jogo de challenger com apenas 14 anos, além de ser o primeiro nascido nos anos 2000 a conseguir tal feito.

O canadense é o mais jovem a vencer um jogo de challenger e o primeiro nascido em 2000 a ter um título deste porte

O canadense é o mais jovem a vencer um jogo de challenger e o primeiro nascido em 2000 a ter um título deste porte

Em 2017, Auger-Aliassime deu um salto no ranking, saindo do 601º para o 162º lugar, impulsionado por seus dois primeiros títulos de challenger, em Lyon e Sevilha. Ele poderia ter feito sua estreia em nível ATP no mês de agosto, durante o Masters 1000 de Montréal, mas teve que abrir mão do convite por conta de uma lesão no punho esquerdo.

Miomir Kecmanovic: Há um ano, Kecmanovic era o número 1 do ranking mundial juvenil e apenas o 806º colocado no ranking da ATP. Depois de conseguir 43 vitórias no circuito profissional em 2017, com três títulos de future e um challenger, o sérvio de 18 anos bate na porta do top 200 e aparece na 208ª posição.

Corentin Moutet: O canhoto francês de 18 anos venceu 44 jogos como profissional em 2017, acumulando três títulos de future e um challenger nas quadras duras e cobertas de Brest no fim do ano. Com a boa campanha, ele subiu do 519º para o 156º lugar. Além disso, como a França recebe muitos torneios ATP 250 durante a temporada, é bem provável que ele apareça em algum quali ou receba alguns convites no próximo ano. O primeiro deles será já para o Australian Open, pelo acordo de reciprocidade com as federações nacionais.

Moutet tem 18 anos e ganhou mais de 300 posições no ranking. Ele deverá receber convites no próximo ano

Moutet tem 18 anos e ganhou mais de 300 posições no ranking. Ele deverá receber convites no próximo ano

Nicola Kuhn: Nascido na cidade austríaca de Innsbruck, Khun é filho de pai alemão e mãe russa e optou por defender a Espanha aos 15 anos, já que treina na Equelite Sport Academy de Juan Carlos Ferrero. Em julho foi conquistou seu primeiro título de challenger no saibro alemão de Braunschweig, sendo que aquele era apenas o segundo torneio deste porte que ele disputou. Na temporada, ele subiu do 789º para o 241º lugar do ranking.

JÁ ESTÃO NO TOP 100

A tcheca Marketa Vondrousova já 67ª no ranking mundial aos 18 anos e tem um título de WTA

A tcheca Marketa Vondrousova já 67ª no ranking mundial aos 18 anos e tem um título de WTA

Como foi dito no início do post, preferi não destacar jogadores que já estão no top 100 do ranking mundial. Entretanto, três nomes que podem também dar um salto de qualidade. No circuito feminino, a canhota tcheca Marketa Vondrousova é 67ª do mundo com 18 anos e já tem até título de WTA, enquanto a bielorrusa de 19 anos Aryna Sabalenka aparece na 73ª posição e foi importante na campanha de seu país até a final da Fed Cup. Já no masculino, destaque para o grego Stefanos Tsitsipas, 91º do ranking mundial e dono de um título de challenger e quatro vitórias em nível ATP, uma delas sobre o top 10 David Goffin.

Uma campeã de trick-shots e acrobacias
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 30, 2017 às 4:26 pm

Chegou ao fim neste domingo a terceira edição do ITF Junior Masters, evento que reuniu dezesseis dos melhores jogadores da temporada do circuito mundial juvenil na cidade chinesa de Chengdu. O destaque deste ano ficou para a ucraniana Marta Kostyuk. Ela era a mais jovem da chave, com apenas 15 anos, campeã da chave feminina ao vencer todos os cinco jogos que fez durante a semana, sem perder nenhum set e conquistou a torcida com seu carisma, jogadas de efeito e comemorações acrobáticas.

Kostyuk venceu a final do último domingo contra a eslovena Kaja Juvan por 6/4 e 6/3, devolvendo a derrota sofrida na decisão do European Junior Championship, disputado em julho na Suíça. Ela também havia vencido Juvan durante a fase de grupos e liderou uma chave que ainda tinha a colombiana Maria Camila Osorio Serrano e chinesa Xin Yu Wang. Na semi, a ucraniana bateu a argentina Maria Lourdes Carle, com direito a lances de muita plasticidade.

Na final contra Juvan, vimos duas tenistas muito agressivas e com capacidade de contruir os pontos a partir de boas devoluções, estilo que tem sido comum na elite do circuito feminino. Nas rápidas condições de Chengdu, a potência dos golpes dos dois lados ficou ainda mais evidente, com pontos definidos de maneira muito rápida.

Kostyuk teve dificuldades em seus três primeiros games de saque, sofrendo duas quebras, mas aos poucos foi encontrando seu melhor ritmo. Depois de estar perdendo o set inicial por 4/2, a ucraniana conseguiu vencer os últimos quatro games. Já o segundo set teve menos alternância na liderança do placar e a ucraniana conseguiu quebras em momentos importantes e sacou bem no momento de fechar a partida.
Sobre sua característica comemoração, Kostyuk explicou: “Eu pratiquei ginástica durante sete anos e também jogava tênis. Faço isso quando a torcida me pede ou quando venço um torneio”, comentou a jogadora de apenas 15 anos, que sinalizou após a partida que este ter sido seu último torneio como juvenil

O título do Masters, aliado à conquista do Australian Open em janeiro, fazem com que Kostyuk suba do terceiro para o segundo lugar no ranking juvenil da ITF e diminua a distância para a norte-americana Whitney Osuigwe. A temporada ainda reserva dois torneios de graduação A que podem ser decisivos na disputa pelo número 1 até o fim do ano, o Aberto Juvenil Mexicano em novembro e o Orange Bowl em dezembro. Caso ela decida jogar, pode haver uma disputa interessante.

Marta Kostyuk e Emil Ruusuvuori conquistaram os títulos no Junior Masters (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Marta Kostyuk e Emil Ruusuvuori conquistaram os títulos no Junior Masters (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Finlandês campeão no masculino: O título masculino ficou com o finlandês Emil Ruusuvuori, que tem 18 anos e entrou no torneio como 15º do ranking. Ele venceu a final contra o chinês Yibing Wu, líder do ranking mundial e atual campeão do US Open, por 3/6, 6/1 e 7/6 (7-4) e fecha sua trajetória nas competições de base entre os dez melhores do mundo.

Ruusuvuori já teve a oportunidade de até jogar a Copa Davis por seu país, chegando a enfrentar o top 100 georgiano Nikoloz Basilashvili em abril, agora concentra esforços em seu início de carreira profissional. “Esse título pode ser o meu trampolim para o circuito profissional. Será um grande desafio, mas muito divertido”.

Argentinos se destacam: Legal também destacar a participação argentina, que colocou três semifinalistas. Axel Geller e Sebastian Baez avançaram no torneio masculino, enquanto Maria Lourdes Carle se classificou na chave feminina.

Baez terminou invicto a participação no Grupo Yong antes de cair na semi para o favorito e anfitrião Wu. Geller, número 2 do ranking da ITF e finalista de dois Grand Slam, veio da mesma chave de seu compatriota e perdeu a semifinal para o campeão Ruusuvuori. Geller ficou devolveu a derrota sofrida a Baez na fase de grupos e ficou com o terceiro lugar.

Já Carle terminou em segundo lugar na chave encabeçada pela norte-americana Whitney Osuigwe, líder do ranking mundial com apenas 15 anos e campeã de Roland Garros. Após a derrota para Kostyuk na semi, ela voltou a cair diante de Osuigwe e terminou na 4ª posição do torneio. Outra sul-americana no torneio, a colombiana de 15 anos Maria Camila Osorio Serrano foi a quinta colocada em Chengdu.

Para assistir: Por conta dos horários e da coincidência de datas com o WTA Finals, uma opção para ver mais dos jogos do Junior Masters é acompanhar os VTs completos no Olympic Channel. Eles disponibilizaram jogos da sexta-feira (último dia da fase de grupos), sábado (semifinais) e domingo (finais).

Conquistas em Challengers: A semana também teve dois jovens de 18 anos vencendo seus primeiros título de nível challenger, o sérvio Miomir Kecmanovic e o francês Corentin Moutet. Com isso, a temporada passa a ter 15 challenger vencidos por jogadores com menos de 20 anos. Em 2015 e 2016, foram 13 conquistas desses jovens, contra apenas seis em 2014.

O francês Corentin Moutet e sérvio Miomir Kecmanovic, ambos de apenas 18 anos, venceram os primeiros challengers neste domingo.

O francês Corentin Moutet e sérvio Miomir Kecmanovic, ambos de apenas 18 anos, venceram os primeiros challengers neste domingo.

Kecmanovic triunfou na cidade chinesa de Suzhou ao vencer a final contra o moldavo Radu Albot, 134º do ranking, por duplo 6/4. O título faz com que o sérvio salte 85 posições no ranking da ATP e se estabeleça no 209º lugar, melhor marca de sua promissora carreira. Há pouco menos de um ano, ele encerrava a última temporada como número 1 do ranking juvenil.

Já Corentin Moutet, que encerrou sua carreira juvenil apenas em agosto, venceu o challenger de Brest, em quadras duras e cobertas em seu país. A final foi contra o também promissor grego de 19 anos Stefanos Tsitsipas e terminou com parciais de 6/2 e 7/6 (10-8) e outra comemoração pouco ortodoxa (veja no vídeo abaixo). Com o título, ele salta 64 posições e fica no 160º lugar do ranking.

https://twitter.com/ATPChallenger/status/924816035487744000