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Quem são os jovens tenistas para assistir em 2022
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 28, 2021 às 5:56 pm

Para Emma Raducanu, o principal fator é ver como ela vai lidar com a situação de entrar em quadra como favorita e cada vez mais estudada pelas adversárias

Uma nova temporada do tênis internacional se inicia na próxima segunda-feira, com os principais nomes do circuito atuando na Austrália. Os atletas da nova geração do circuito chegam para 2022 com diferentes perspectivas, especialmente quando se fala em tênis feminino, onde vemos jogadoras muito novas já lutando por títulos importantes. Entre os homens, a renovação do circuito é mais lenta, mas também há jovens tenistas em franca evolução e que podem surpreender.

Pelo quinto ano seguido, TenisBrasil  apresenta a lista de jovens jogadores para acompanhar no próximo ano.  A relação deste ano conta com 23 nomes, com diversas ambições na temporada.

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Quatro fortes candidatas a títulos
O primeiro ponto a ser observado nas perspectivas para 2022 da nova geração são as chances de títulos para quatro jogadoras da WTA. Iga Swiatek, de 20 anos e número 9 do mundo, e Emma Raducanu, de 19 anos e 19ª colocada, já são campeãs de Grand Slam. Um pouco abaixo no ranking estão Coco Gauff, de 17 anos e 22ª do ranking, e Leylah Fernandez, 24ª do mundo aos 19 anos. Fernandez foi vice em Nova York este ano, enquanto Gauff fez quartas em Roland Garros e já tem dois títulos de WTA.

Em 2021, Swiatek deu continuidade à grande temporada que teve no ano anterior. Apesar de não ter conseguido defender o título de Roland Garros, a polonesa foi consistente ao chegar às oitavas de final em todos os Grand Slam e também conquistou dois títulos, o WTA 1000 de Roma e o 500 de Adelaide, fundamentais para que ela chegasse ao top 10 e disputasse o WTA Finals pela primeira vez. No fim do ano, encerrou a parceria de cinco anos que teve o técnico Piotr Sierzputowski.

Para Emma Raducanu, que começou o ano como 345ª do mundo e termina como top 20 e campeã do US Open, o principal fator é ver como ela vai lidar com a situação de entrar em quadra como favorita e cada vez mais estudada pelas adversárias. Desde a conquista em Nova York e a mudança repentina de vida, a britânica disputou apenas mais três torneios e sofreu eliminações precoces. Disposta a ter um nome mais experiente na equipe, contratou para 2022 o técnico alemão Torben Beltz, que levou Angelique Kerber ao topo do ranking.

De olho em Sinner, Alcaraz e Musetti

Sinner chegou ao top 10 em 2021 e venceu quatro títulos de ATP este ano

O espanhol Carlos Alcaraz e os italianos Jannik Sinner e Lorenzo Musetti são nomes a observar de perto em 2022. Sinner, de 20 anos, conquistou quatro de seus cinco títulos de ATP na última temporada, além de conseguir outros bons resultados como a final do Masters 1000 de Miami e as oitavas no US Open. Ele iniciou o no 37º lugar e finalizou a temporada no top 10. Pupilo do experiente treinador Riccardo Piatti, o italiano conviveu com grandes nomes do circuito desde muito jovem, o que o ajudou muito em seu desenvolvimento.

Carlos Alcaraz, eleito a revelação de 2020 pela ATP e indicado entre os jogadores que mais evoluíram em 2021, também é um nome a ser visto de perto. O espanhol de 18 anos ganhou mais de cem posições no ranking na última temporada, saltando do 141º para o 32º lugar. Ele foi campeão do ATP de Umag e chegou às quartas de final do US Open, além de ter conseguido sua primeira vitória contra top 10 diante de Stefanos Tsitsipas. Treinado pelo ex-número 1 Juan Carlos Ferrero, Alcaraz tem exibido um tênis agressivo e bem adaptado às condições de um circuito com cada vez mais torneios no piso duro. É um nome forte para ter resultados consistentes e estará no Brasil, disputando o Rio Open.

No caso de Lorenzo Musetti, a principal meta é uma retomada dos bons resultados após um segundo semestre abaixo do esperado. Desde sua campanha até as oitavas de final em Roland Garros, o italiano de 19 anos e atual 59º do ranking só conseguiu mais quatro vitórias em chaves principais no circuito da ATP. São resultados que destoam de uma boa primeira metade da temporada com duas semifinais de ATP.

Tauson, Osorio e Parry podem surpreender

Clara Tauson, de 19 anos, conquistou dois títulos em 2021 e é uma ameaça nas quadras duras e cobertas

A temporada feminina de 2021 apresentou jogadoras que conseguiram seus primeiros resultados de destaque no circuito da WTA e são possíveis ameaças para as principais favoritas nas fases iniciais dos torneios. Entre os destaques estão a dinamarquesa Clara Tauson, de 19 anos e 44ª do ranking, a colombiana Camila Osorio, de 20 anos e 55ª colocada, e também a francesa Diane Parry, 115ª do mundo aos 19 anos.

Tauson está se firmando como uma ameaça nos torneios em quadras duras e cobertas. Ela conquistou dois títulos nessas condições, em Lyon e Luxemburgo, além de ter disputado uma final em Courmayeur no fim do ano. A dinamarquesa tem um jogo agressivo com pontos curtos e muita potência nos golpes dos dois lados. Já Osorio é formada no saibro e conquistou seu primeiro título de WTA em Bogotá, mas também tem se destacado em outros pisos, com uma terceira rodada em Wimbledon e uma vitória sobre a top 10 Elina Svitolina na quadra dura de Tenerife.

Um pouco mais abaixo no ranking, Parry se destacou em torneios sul-americanos na reta final da temporada. Ela disputou duas finai na série 125, com título em Montevidéu e vice em Buenos Aires, além de também chegar à semifinal de um forte ITF em Santiago. Ex-número 1 juvenil, a francesa também chama atenção por um eficiente backhand de uma mão, um bom uso dos slices e um forehand com muito peso. Convidada para a chave principal do Australian Open, Parry tem a chance de crescer muito rápido no ranking.

Novas realidades para brasileiros e argentinos

Matheus Pucinelli fez a transição dos torneios ITF para os challengers no meio de 2021 e tenta dar mais um passo no ano que vem (Foto: Luiz Candido/CBT)

O ano de 2022 pode ser de novas realidades para grupos de brasileiros e argentinos do circuito. Para Juan Manuel Cerundolo e Sebastian Baez, números 90 e 99 do ranking aos 20 anos, será interessante vê-los em um calendário de torneios de nível ATP e com maior variedade de pisos e condições. Os dois argentinos conseguiram saltar no ranking ao longo da última temporada praticamente só jogando em challengers no saibro. Baez conseguiu seis títulos e 44 vitórias no piso, enquanto Cerundolo venceu três challengers (com 38 vitórias) e mais um ATP em Córdoba.

Para os nomes da nova geração brasileira, será interessante acompanhar a evolução de Matheus Pucinelli, de 20 anos e 287º do ranking, Gustavo Heide, 477º do mundo aos 19 anos, Gilbert Klier, 410º aos 21 anos, e Gabriel Décamps, 500º colocado aos 22 anos. Os quatro jogadores tiveram destaque em competições de nível future no circuito e tentam agora se firmar nos challengers.

Pucinelli fez essa transição ao longo do ano, três títulos e dois vices de ITF, e depois vencer mais 14 partidas de challenger com uma semifinal em Santiago. Heide e Klier conquistaram cada um três títulos de ITF e venceram seus primeiros jogos de challenger já no fim do ano. Já Décamps voltou ao circuito profissional em julho, vindo do circuito universitário norte-americano. O paulista estava com ranking zerado, mas se firmou entre os 500 do mundo com um título e dois vices de ITF, além de uma semifinal de challenger.

Adolescentes promissoras no circuito feminino

Ex-líder do ranking mundial juvenil, Victoria Jimenez Kasintseva conquistou no Brasil o primeiro título de sua carreira profissional (Foto: Luiz Candido/CBT)

Há ainda um grupo de jogadoras no circuito feminino que vale muito ficar de olho, o das adolescentes promissoras: A lista é puxada por Victoria Jimenez Kasintseva, tenista de apenas 16 anos e natural de Andorra. Ex-líder do ranking mundial juvenil, ela já aparece no 255º lugar entre as profissionais e conquistou um título no Brasil, em Aparecida de Goiânia. Destaque também para a norte-americana Robin Montgomery, de 17 anos e 372ª do ranking, campeã juvenil do US Open.

Vale ficar de olho também nas irmãs tchecas Linda e Brenda Fruhvirtova, números 2 e 4 do ranking mundial juvenil. Linda, de 16 anos e já 279ª da WTA. Brenda, com apenas 14 anos, teve sua primeira oportunidade no tênis profissional na última semana e avançou uma rodada no WTA 125 de Seul.

A situação de Rune, Tseng e norte-americanos 

Jenson Brooksby foi escolhido o Novato do Ano no circuito da ATP

Três norte-americanos estão em situações próximas no ranking da ATP e tentam dar um novo salto de qualidade. São os casos de Sebastian Korda, 41º aos 21 anos, Jenson Brooksby, 56º aos 21 anos, e Brandon Nakashima, 69º aos 20 anos. Korda venceu um ATP em Parma e jogou final em Delray Beach. Brooksby foi eleito o Novato do Ano, disputou uma final em Newport Beach e a semi em Washigton, enquanto Nakashima disputou duas finais seguidas em Atlanta e Los Cabos.

Outros dois nomes valem ser observados no circuito masculino. Um deles é o dinamarquês Holger Rune, 103º do ranking aos 18 anos. Rune conquistou quatro títulos de challenger este ano e já venceu sete jogos de ATP, ficando cada vez mais perto do top 100. Já o taiwanês Chun-Hsin Tseng chegou ao 188º lugar do ranking aos 20 anos. Ele já tem quatro títulos de ITF e terminou o ano disputando duas finais seguidas de challenger em Portugal, com um título e um vice.

 

Croata assume nº 1 do juvenil e paraguaio conquista o Orange Bowl
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 13, 2021 às 5:39 pm

O paraguaio Adolfo Daniel Vallejo é o primeiro jogador de seu país a conquistar o título do tradicional evento, disputado desde 1947 (Foto: Colette Lewis/Zoo Tennis)

Último grande evento no calendário do circuito mundial juvenil, o Orange Bowl chegou ao fim no último domingo em Plantation, na Flórida, e trouxe novidades para a reta final do ano. O paraguaio Adolfo Daniel Vallejo é o primeiro jogador de seu país a conquistar o título do tradicional evento, disputado desde 1947. No feminino, a croata Petra Marcinko foi campeã e ainda assumiu a liderança do ranking mundial da categoria.

Vallejo era o sétimo cabeça de chave e superou na final o norte-americano Bruno Kuzuhara, cabeça 2 do evento, por 6/2 e 6/3. Na semifinal, o paraguaio passou pelo norte-americano Ryan Colby por 6/2, 4/6 e 6/3. Já Kuzuhara, que é nascido em São Paulo, mas se mudou para os Estados Unidos com a família ainda na infância, venceu o macedônio Kalin Ivanovski por 4/6, 6/1 e 7/6 (7-4).

O título do Orange Bowl rendeu 500 pontos no ranking mundial juvenil para Vallejo, de 17 anos, que saltou nove posições e entrou no top 10 para terminar a temporada na oitava posição. Já Kuzuhara, também de 17 anos, ultrapassou cinco jogadores e agora é o quarto colocado no ranking. A liderança ainda é do chinês de 16 anos Juncheng Shang, que não disputou o torneio e já está em transição para o circuito profissional.

Já na chave feminina, Petra Marcinko venceu a final contra a russa Diana Shnaider por 3/6, 6/1 e 6/3. Na semi, a croata havia vencido a tcheca Kristyna Tomajkova por 6/1 e 6/4, enquanto Shnaider bateu a finlandesa Laura Hietaranta por 6/2 e 6/1. Esta é a segunda vez que uma croata conquista o torneio, repetindo o título de Ana Konjuh em 2012.

Marcinko, de 16 anos, saltou nove posições no ranking e assumiu a liderança na classificação. Em segundo lugar está a tcheca de 16 anos Linda Fruhvirtova, que vinha de dois títulos e um vice antes do Orange Bowl. Sua irmã mais nova, Brenda Fruhvirtova, tem 14 anos e já está no quarto lugar do ranking juvenil. A terceira é Diana Shnaider, enquanto a jovem tenista de Andorra Victoria Jimenez Kasintseva, que recentemente venceu seu primeiro torneio profissional no Brasil, caiu do primeiro para o quinto lugar do ranking.

Torneio já revelou grandes nomes
A lista de grandes nomes a vencer o Orange Bowl conta com Chris Evert, Bjorn Borg, Jim Courier, Ivan Lendl, Gabriela Sabatini, Roger Federer, Andy Roddick, Caroline Wozniacki, Dominic Thiem, Bianca Andreescu, Sofia Kenin e Coco Gauff.

O tênis brasileiro tem cinco títulos na história na competição. Os três primeiros foram no final da década de 1950, com Carlos Fernandes em 1956, Maria Esther Bueno em 1957 e Ronald Barnes em 1958. Além deles, Thomaz Koch foi campeão em 1963, enquanto Fernando Meligeni venceu em 1989.

Irmãs tchecas protagonizam três finais seguidas
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 5, 2021 às 9:26 pm

As irmãs tchecas Linda e Brenda Fruhvirtova vão se destacando nos principais eventos do circuito juvenil

As últimas três semanas do circuito juvenil foram de amplo domínio para as irmãs tchecas Linda e Brenda Fruhvirtova, que protagonizaram três finais seguidas nos principais torneios da categoria e estão aos poucos escalando o ranking mundial da ITF. Linda, de 16 anos, já é a quinta colocada. Uma posição atrás está Brenda, que tem apenas 14 anos.

A série de ótimos resultados das irmãs tchecas nas últimas semanas começou há duas semanas, com o título de Linda Fruhvirtova no ITF J1 de Guadalajara no México, competição que valia 300 pontos no ranking mundial. A irmã mais velha venceu a final por 6/4 e 7/6 (7-5). Foi o primeiro encontro entre elas no circuito da ITF. A vice-campeã recebeu 210 pontos.

Não demorou para que Brenda Fruhvirtova conseguisse a revanche. As tchecas voltaram a se encontrar no saibro de Mérida, também no México, em competição ITF JA que dava 500 pontos para a campeã e 350 para a vice. A caçula das irmãs tchecas levou a melhor, vencendo por duplo 7/5.

 

Já nesta semana, houve um encontro abreviado na final do tradicional Eddie Herr, evento ITF J1 nas quadras de har-tru em Bradenton, na Flórida. Linda Fruhvirtova liderava o primeiro set por 2/0 antes de ver sua irmã mais jovem abandonar a disputa.

Com isso, nas últimas semanas, a mais velha das irmãs Fruhvirtova acumulou 950 pontos no ranking, enquanto a caçula fez 920 pontos. Quando o ranking for atualizado na próxima segunda-feira, a tendência é que ambas continuem subindo e ambas apareçam entre as cinco melhores do mundo na categoria e sigam na luta pelo número 1.

As irmãs Fruhvirtova já chamam atenção de quem acompanha a nova geração do circuito há pelo menos dois aos. Em 2019, Linda foi campeã do Les Petis As, principal competição do mundo na categoria 14 anos. E Brenda venceu a edição de 2020 do mesmo torneio na França. Na atual temporada, Linda foi semifinalista do torneio juvenil de Wimbledon, enquanto Brenda fez parte da equipe tcheca campeã da Copa Billie Jean King Júnior.

Com mais experiência, a mais velha das irmãs tchecas já está em transição para o circuito profissional. Ela já conseguiu suas primeiras vitórias no circuito da WTA, chegando até as quartas de final do 250 de Charleston em abril. Apesar disso, não atingiu a meta de chegar ao top 200 ainda este ano, ocupando atualmente a 303ª posição do ranking.

O grande momento das jovens jogadoras é acompanhado de perto por uma das melhores tenistas do país, Petra Kvitova, que falou a TenisBrasil durante o WTA 500 de Stuttgart sobre o momento das compatriotas. “Ano passado, quando não tínhamos torneios, fizemos algumas exibições por equipes na República Tcheca e a Linda estava no meu time. E ela era muito legal e sempre conseguia jogar. Como capitã da equipe, sempre tinha a chance de vê-la jogar e treinei com ela um pouco. Vi agora que ela ganhou duas partidas em Charleston e sei que é uma jogadora muito talentosa”.

“Na República Tcheca, todo mundo a conhece há bastante tempo, assim como a irmã. As duas são talentosas e podem jogar muito bem”, acrescentou a canhota de 31 anos. “Espero que elas estejam bem de saúde, possam jogar e se concentrar totalmente nisso. Desejo boa sorte na carreira para elas. Com certeza será difícil, porque ainda são muito jovens e tudo é novo nessa fase, mas espero que permaneçam no circuito por bastante tempo”.

Juliana Munhoz e Ana Candiotto conseguem medalha de bronze no Pan-Americano Júnior
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 3, 2021 às 6:48 pm

Ana Candiotto e Juliana Munhoz conquistaram este ano suas primeiras vitórias no circuito profissional

A participação do tênis brasileiro no Pan-Americano Júnior em Cali terminou com uma medalha de bronze nas duplas femininas. As paulistas de 17 anos Ana Candiotto e Juliana Munhoz venceram a disputa do terceiro lugar contra a dupla paraguaia, formada por Leyla Risso e Paulina Martinessi, por 6/1 e 6/3.

Munhoz é a atual 155ª colocada no ranking mundial juvenil da ITF, enquanto Candiotto aparece atualmente no 167º lugar. Ambas chegaram às quartas de final de simples em Cali, sendo superadas na última quinta-feira. As duas também conseguiram este ano suas primeiras vitórias no circuito profissional, em Piracicaba e Aparecida de Goiânia, mas é necessário que elas pontuem em três torneios distintos para aparecerem no ranking da WTA.

Já nas duplas masculinas, o catarinense Pedro Boscardin e o mineiro João Victor Loureiro perderam a disputa da medalha de bronze para os paraguaios Adolfo Vallejos Alvarez e Martin Vergara Del Puerto com parciais de 6/3, 2/6 e 10-3. Boscardin chegou às quartas de final em simples, enquanto Loureiro parou nas oitavas.

No total, o Brasil teve seis representantes nos Jogos de Cali. A equipe também contou com a catarinense Priscila Janikian e o paranaense João Schiessl. O técnico gaúcho Rodrigo Ferreiro foi o responsável por liderar a delegação nacional na Colômbia.