Musetti sobe a rampa
Por José Nilton Dalcim
24 de julho de 2022 às 22:11

Enfim, Lorenzo Musetti fez jus a seu imenso talento e ganhou um título. E não foi um troféu qualquer, mas sim um ATP 500 e em cima da sensação espanhola Carlos Alcaraz. O saibro de Hamburgo viu a mais jovem final do circuito em exatos 17 anos e há muita chance que este primeiro duelo como profissionais se repita algumas vezes ao longo das próximas temporadas.

Detalhes importantes podem marcar a arrancada definitiva de Musetti. Sua campanha difícil incluiu evitar dois match-points na estreia diante do sérvio Dusan Lajovic, um dia depois de chegar ao torneio com mala extraviada e uma noite mal dormida com crises de vômito. Depois, fez atuações empolgantes diante do espanhol Alejandro Fokina e do argentino Francisco Cerundolo, o que lhe garantia enfim a primeira final da carreira após quatro semis.

Superar Alcaraz exigiu um tênis de alta qualidade, em que soube explorar muito bem seu forehand cheio de spin em cima do lado esquerdo do espanhol. Mostrou ainda muita perna para chegar em bolas difíceis tanto laterais como para a frente, além de ótima mão para curtas, contradeixadas e voleios. Mas mão todo mundo sabe que ‘Lolo’, como é conhecido em seu país, sempre teve de sobra.

O que realmente chamou a atenção foi a parte mental do costumeiramente emotivo italiano. “Tentei não mostrar ao adversário a decepção que estava passando por perder os match-points e ao mesmo tempo procurava me perdoar”, contou Musetti, para explicar a batalha interna que viveu desde que abriu 40-15 com saque a favor no 5/4 no segundo set e pouco depois um incrível 6-3 no tiebreak, mais dois serviços à disposição. Ele se manteve firme no terceiro set e foi sempre aquele que teve mais chances até enfim obter a quebra fatal.

A explicação talvez se encontre no que aconteceu em Roland Garros do ano passado, quando abriu 2 sets a 0 em cima de Novak Djokovic, perdeu-se em quadra e acabou sendo muito criticado por abandonar o quinto set. Musetti ficou abalado com a virada que levou até que por fim optou por ajuda psicológica após os Jogos de Tóquio. “Me sentia mal em quadra e não queria jogar”, contou à época.

Com tenros 20 anos e dono de habilidade um tanto semelhante à do próprio Alcaraz, capazes de alternar força e jeito em lances consecutivos, Musetti pode dar dado o passo essencial rumo à maturidade. Nesta segunda-feira, será 31º do ranking, 20 posições acima de seu recorde pessoal, e portanto candidato a ser cabeça de chave no US Open.

O italiano se torna também o 10ª campeão inédito da temporada masculina, porém só ele e Felix Aliassime venceram torneios acima do nível 250. Os outros foram Kokkinakis, Bublik, Martinez, Rune, Baez, Rijthoven, Cerundolo e Cressy. Todos, observem, com no máximo 25 anos.

Alcaraz por sua vez perde sua primeira final após cinco títulos seguidos, mas poderá comemorar o top 5, deixando Casper Ruud, bicampeão em Gstaad, para trás. É válido observar que esta foi sua terceira derrota seguida para membros da ‘nova geração’, depois de ser batido por Alexander Zverev em Paris e por Jannik Sinner em Wimbledon.

E mais

  • Ernests Gulbis e Martin Klizan são os únicos que venceram as seis primeiras finais de ATP que disputaram. Ambos perderam na sétima.
  • Musetti marcou sua terceira vitória sobre um top 10 em nove tentativas, Schwartzman e Aliassime foram os outros.
  • Alcaraz está agora com 39 vitórias e 6 derrotas na sua ótima temporada. Ele ganhou ao menos um set em todos seus jogos.
  • Houve críticas ao italiano pelo lance em que a bola quicou duas vezes na deixadinha de Alcaraz e que a juíza francesa Aurélie Tourte não viu. Musetti realmente falhou ao não dar o ponto ao adversário. Ele também não escapou de indignação por ter sacado por baixo no primeiro match-point contra Cerundolo.
  • É muito bom ficar de olho no ranking da temporada a partir de agora. Alcaraz está a 1.500 pontos de Nadal, ainda vai tentar 250 em Umag e assim está vivíssimo na luta pelo número 1 ao final deste calendário. Atrás dele, aparece Tsitsipas, com 3.965.
  • Thiago Monteiro alcançará o 67º posto no ranking mesmo sem grande campanha nesta semana e chegará à mais alta classificação.
  • Danielzinho Silva jogará seu segundo ATP após 13 anos com desistências de Ruud e Matteo Berrettini, que eram cabeças 1 e 2 em Kitzbuhel. Parabéns ao canhoto de 34 anos não apenas pela vaga, mas principalmente pela coragem de arriscar o quali.

Comentários
  1. José Eustáquio Masculino Cruz

    Tudo tem mutreta aqui não é diferente,dá guarita para os outros e deixa o pau quebrar e outra ficou mal educado.for me bloquear o espaço é seu não passe vontade e de mais armas aos protegidos seus.este espaço é seu ok pode aceitar e pode bloquear não passe vontade!

  2. José Eustáquio Masculino Cruz

    Boa noite a todos.Caro Dalcim andei vendo os posts de um tempo para ká,e realmente como vc permite este Sérgio Ribeiro sim tudo ele mete bedelho o cara escreve uma mensagem ele rebate,outro fala de corrida ele rebate porra que mmediador é vc caraca!

    1. José Nilton Dalcim

      Se ele fizer ofensas, como você aliás fez, será editado ou bloqueado. Se ele apenas rebate questões sobre tênis, é direito dele.

  3. Heitor

    Rafael Nadal não tem mais pontos para defender até o final da temporada. E é o número 1 da Corrida com 1350 pontos à frente de Carlos Alcaraz. Se ele fizer uma boa temporada na América do Norte, estará muito próximo do número 1 do mundo no final do ano. Aos 36 anos.

    1. Sérgio Ribeiro

      Jura ??? . Reparou as vezes que postas sem um mínimo de pesquisa antes ? . Onde foram parar os 545 pontos que Rafa tem a defender , caro Gustavo, digo Heitor ? . Quanto a ALCARAZ este tem 775 . A briga parece mesmo estar entre os Espanhóis graças a teimosia do Sérvio que tem 2800 pontos pra defender. Estaria fácil na parada devido aos 5200 de MEDVEDEV e aos 4150 de Zverev. Abs!

  4. Luiz+Fernando

    Alcaraz segue firme rumo ao topo, por méritos indiscutíveis, embora ele e os demais mais jovens sejam ajudados pelas contusões e erros do Big 2, (erros: não tomar vacina no caso do Djoko p ser mais explícito). Ele me parece um jogador com maior potencial do q todos os da eterna nextgen, mas esse potencial precisará ser ratificado na quadra. Vamos aguardar, em especial pq estamos quase as vésperas do retorno dos grandes eventos…

    1. Sérgio Ribeiro

      Não foi em quadra que ele venceu Rafa e Novak em sequência pra vencer o MASTERS 1000 de Madri ? . Idem para o MASTERS 1000 de Miami ? . Se lembrares ( não é o teu forte ) , o Titio Nadal jogou tantos torneios em 2005 que nem conseguiu embarcar para o FINALS . O novo TOP 4 com seus 5035 pontos já atingidos , está virtualmente classificado para o ATP FINALS 2022 . Abs!

      1. Luiz Fernando

        Vc tem uma séria dificuldade de compreender as coisas e uma facilidade ímpar de implicar com as pessoas. Abs.

  5. Marcelo Costa

    Liçenca para exaltar a grande carreria de Michelle Nichlos, que foi audaciosamente para os grandes vão quando nos deixam, sou trekker, termo que se dá para quem é fã da série, e sou por causa da maravilhos utopia que Rondenberry imaginou lá na década de 1960, onde em plena guerra fria, ele colocou na “ponte” da Enterprise, uma negra, um russo, pasme um russo, um oriental, todos protagonistas, a série tratava de xenofobia, que Spock o diferente sofria, sobre a luta das mulheres ( este foi o último episódio da série clássica ). Nesse futuro não havia dinheiro, a terra após uma sucessão de guerras vivia em paz, o ser humano chegava em sua plenitude, visão cada vez mais distante.
    O primeiro beijo interracial, foi na série, e nos estados do sul americano, foi censurada, por isso Michelle, foi além de seu tempo, foi protagonista, foi a essência de uma oficial de comunicações, ela mandou uma mensagem que deveria ecoar nos dias de hoje, onde ainda temos episódios como da família Gagliasso.
    Vida eternizada e extremante próspera, tenente Uhura, sua voz se fez ser ouvida por todo universo.

    1. José Nilton Dalcim

      Se me permite, Nihcols quis deixar a série depois da primeira temporada, mas foi aconselhada por um amigo a permanecer pelo papel importante que representava para os afro-americanos. O amigo era Martin Luther King.

      1. Marcelo Costa

        Perfeito!!! E Whoppi Goldberg a vendo na TV como protagonista, soube que ela podia ser atriz também.
        Uma história galatica

    2. Maurício Luís *

      Excelente! Também sou fã da série. Menciono também que a série antecipou o que hoje são os celulares.

    3. Valmir da Silva Batista

      MARCELO COSTA, muito bem lembrada e merecidamente por você homenageada a icônica Michelle Nichols, não apenas por sua trajetória como atriz, mas também por sua importância na luta contra as convenções racistas e sentido de exclusão, por parte da branquitude asfixiante da sociedade americana. O excelente teor da sua postagem serve também para que não se fique aqui considerando o absurdo de excluir comentários que não se refiram ao tênis, como andaram ameaçando de fazê-lo outro dia. Caso tal estupidez fosse levada a cabo, Marcelo, agora estaríamos privados de ler sua oportuna homenagem à maravilhosa Michelle Nichols. Grato pela postagem…

    4. José Yoh

      Algo a destacar seria o tema lógica vs emoções (quase sempre presente), que atormentava internamente Spock e gerava atritos com McCoy e Kirk.
      Um clássico que influencia até hoje a juventude.
      Abs

  6. EDVAL CARDOSO

    Será que está nascendo uma freguesia entre os mais talentosos da nova geração???
    A surra que o Sinner deu no Tourinho Carlito ontem deve ter deixado os fãs do espanhol com as barbas de molho.

  7. Periferia

    Existe um documentário sobre a vida de Arthur Ashe (Citizen Ashe)…em determinado momento Ashe diz:
    “Não quero ser lembrado como um grande tenista…isso não é uma contribuição para sociedade.”

    A frase me faz lembrar de Bill Russell…um gigante para a sociedade.

    1. Valmir da Silva Batista

      PERIFERIA, Muitos jogadores de futebol, sobretudo os brasileiros, deveriam se pautar pela consciência social de Arthur Ashe, já que, em geral, são um bando de escrotos deslumbrados, que só sabem falar e fazer merda, como se o entorno de não existisse…

  8. Sérgio Ribeiro

    O Tourinho está arrumando sarna pra se coçar com JANNIK SINNER rsrs. Falando sério, torceu o tornozelo na Semi mas não deu nenhuma desculpa após a surra . Agora vamos tirar a prova se ele , apesar de muito jovem, é mais jogador nas hards . O Italiano apenas um ano mais velho , parece ter amadurecido depois do jogo contra Novak em WIMBLEDON. ALCARAZ já bateu Nadal e Novak em sequência pra levar um MASTERS 1000 . Vida que segue … Abs!

  9. Paulo Almeida

    Luto no basquete: morre Bill Russell, detentor de 11 títulos da NBA e para mim o GOAT do basquete. Além disso, foi muito conhecido por sua luta contra o racismo, como bem lembrado pelo Gildokson recentemente.

  10. Heitor

    Vi no Twitter e adaptei para o tênis:
    Fala aqui pra nós rapidão:

    Tenista do pai: Nadal
    Tenista da mãe: não assiste tênis
    Seu/sua tenista: Nadal

    Só pra nós ver se você é uma pessoa confiável.

    1. Sérgio Ribeiro

      Como és um resultadista de plantão aí vai : 1. O novo TOP 4 estava com 33 – 0 , quando ganha o primeiro Set . 2 . Em 49 nove partidas consecutivas, o cara em má fase venceu ao menos um Set . E fez duas FINAIS consecutivas nas duas últimas semanas rsrs. Abs!

      1. Luiz Fernando

        Como sua opinião importante p mim, vc não imagina, aprendo todo dia com seus comentários abalizados kkkk. Há uns dias aprendi q Rafa em 2011 era… next gen, aos 25 anos kkkk. Agora aprendi q quem leva duplo 61 de virada está em grande fase kkkk. Obrigado kkkkk. Abs.

        1. Sérgio Ribeiro

          Rafa era Next Gen quando venceu 10 Torneios em 2005 e se tornou N 2 do Mundo ( mesma idade de ALCARAZ) . Daí ficou 160 Semanas CONSECUTIVAS ( recorde absoluto) atrás do Craque Suíço até 2008 . Em 2009 , Federer retomou o N 1 e Nadal retornou ao N 2 . Neste caminho tomou Pneu de Federer nas FINAIS de WIMBLEDON 2006 e até no Saibro do MASTERS 1000 de Hamburgo 2007 . Estaria o Espanhol em má fase “ feto “ L.F . ?….Abs !

  11. Paulo Almeida

    Sinner dessa vez varreu o Alcaraz sem dó nem piedade. O italiano é um jogadoraço e um dos favoritos ao US Open, o que só corrobora como o Wimbledon de Djokogênio, o rei da grama, foi altamente parrudo.

    1. Felipe E S Rosa

      Essa história de gs parrudo, kkkk!

      Mas, cara, o Sinner é um belo jogador e terá um futuro brilhante, mas é nítido q ele sentiu demais depois de vencer o segundo set em WB. Todo mundo, na metade do terceiro set, já sabia q o Djoko venceria o jogo por 3 a 2. Quase não teve mais graça o jogo, com exceção ao peixinho hahah

      E claro, o Djoko é um craque mesmo, pra mim o melhor de todos (mesmo eu sendo Nadal desde criança)!

      Mas Paulo, esse WB não foi “parrudo”, desculpe a sinceridade. Mesmo o Nick na final (só salvou o saque), era nítido o nervosismo, o tanto de escolhas erradas nas trocas, mal conseguia trocar 6 bolas antes de fazer uma péssima escolha e querer mudar direções sem nenhuma posição pra isso.

      Vc é bom, Paulo, mas seu fanatismo te prejudica um pouco.

      1. Paulo Almeida

        Felipe,

        Ninguém sabia de nada até o jogo acabar, afinal a partida só acaba no último ponto. Eu mesmo só senti um pequeno alívio depois que o Sinner foi quebrado pela segunda vez no quinto set. O fato do italiano ter tomado a maior passada da história do Homem-Pássaro provavelmente causou o erro do ponto seguinte; ali sim ele parece ter sentido o golpe. No entanto, ainda faltava um game inteiro para a ida à semifinal ser consolidada.

        Sinner era o cabeça 10 do torneio, mas só ficou abaixo de Djoko e Nadal em tênis praticado em quadra, que é o que importa. Kyrgios também deu trabalho com seu saque e poderia ter levado a decisão para o quinto set tranquilamente, mesmo inferior nas trocas e em outros fundamentos. Portanto, foi sim um Slam parrudo, embora não tanto como outros que o sérvio ostenta em sua galeria derrotando seus rivais históricos, evidentemente.

        Abs!

        1. Paulo Almeida

          Complemento: falar que sabia depois do ocorrido é fácil. O fato de ter acontecido algumas vezes não significa que vai acontecer sempre. Todo mundo sabia que o Djoko iria virar o jogo contra o Medvedev, só que não.

        2. Felipe E S Rosa

          Paulo, vc sentiu alívio naquele momento pois torce pro Djoko e isso muda nossas percepções qdo estamos com a emoção na frente.

          Mas ok, o Sinner é um belo jogador de qq jeito. Mas ainda vai amadurecer, faz parte do processo. Com mais bagagem saberá lidar melhor nesses momentos, e quem sabe não perderá dessa forma. E isso fez total diferença naquele jogo. O próprio Djoko em início de carreira precisou amadurecer. O único que amadureceu precocemente nesse quesito foi Nadal.

          Por isso digo q foi previsível a virada do Djoko. Assim como em RG21 contra Musetti e Tsitsipas. Acredito que o Alcaraz seja mais maduro (a vitória em cima de Djoko em Madrid foi excepcional nesse sentido tb). Não digo que faltou técnica, físico e competência pro Sinner, mas sim kilometragem nesses momentos.

          Em WB22 não vi uma batalha real que testasse o Djoko, por exemplo como contra o Zverev no US21. E claro, que o sérvio tem todos os méritos, pois sabe como ng usar essa bagagem. Além de seu jogo excepcional. Somando tudo, fica previsível essas viradas.

          Não acredito que Rafa, Stan, Delpo, Alcaraz, Roger, Thiem, Tsonga e Murray sofressem uma virada dessa forma, sem ter qq chance nos próximos 3 sets. Essa é a diferença.

          1. Paulo Almeida

            O fator emocional altera um pouco as percepções, mas ainda acho que você está subestimando o Sinner. Se ele tivesse feito 40-40 naquele game da passada, poderia ter crescido, feito 3-4 e o Djoko ainda continuaria precisando de mais dois pra fechar. Não se esqueça de que o italiano salvou um 0-40 e outros games de saque em que estava em apuros em Wimbledon contra o Alcaraz e agora de novo em Umag. Ele demonstrou mais força mental do que o espanhol nesses confrontos.

            Concordo em relação ao Musetti: mesmo como torcedor, percebi que ele não aguentaria o tranco em determinado momento do quarto set. Já quanto ao Tsitsipas, discordo, pois ele lutou até o final do quinto set, tendo um iguais inclusive no último game. Teve suas chances sim na parcial decisiva, bem como no terceiro set; só o quarto foi mais tranquilo pro sérvio, assim como o segundo tinha sido para ele. O grego já tinha bagagem de grandes jogos contra todos do Big 3, inclusive a virada diante do Nadal no Australian Open do mesmo ano, logo não era um inexperiente como o Musetti.

            Bom, Federer levou virada de 2×0 do Djoko e Murray, Wawrinka, Thiem e Tsonga viradas após 2×1, mas obviamente não foi nada fácil construir a vitória naquelas partidas também. Enfim, pra mim só a virada contra o Lorenzo estava na cara.

            Pra finalizar: se eu lhe disser que, como espectador mais neutro, eu senti um crescimento grande do Nadal na final do Australian Open e que o Medvedev não aguentaria o tranco, você também acredita ou naquele caso foi diferente? Rsrs. Mesmo assim, eu não sabia de nada e o russo poderia me surpreender.

            Abs.

          2. Paulo Almeida

            Felipe,

            A discussão está interessante e poderia ir muito longe ainda, mas, como mudamos de pasta, vou entrar só em dois pontos.

            Então, o Sinner salvou um 0-40 contra o Alcaraz e outros games de saque perigosos EM Wimbledon e não só em Umag, como eu disse. Era um Slam, como você fez questão de destacar. Vejo o italiano em um momento melhor do que o espanhol para o US Open, mas tudo pode mudar até lá.

            Sobre a final do AO, quis dizer que senti que o Medvedev não aguentaria o ritmo do Nadal principalmente a partir do quarto set, mesmo tendo SIM mais bagagem em finais de Slam do que o grego. Para a surpresa de muitos, foi o espanhol que começou a sobrar fisicamente e não o russo (sentiu até cãibras), além de ter muito mais recursos. Para mim, era só questão de tempo. Porém, houve um imponderável: aquela quebra sacando pro jogo que o Meddy acabou retribuindo no game seguinte. Por isso, mesmo com a coisa encaminhada, é bom esperar até o último ponto mesmo.

            Abs.

        3. Rodrigo S. Cruz

          Ave Maria!

          É impressionante o fanatismo xiita desse Paulo “Al Qaeda” kkkkk

          Grand Slam parrudo, putz!

          Todo Slam que o Djokovic vence o cara vem com ginástica mental para sustentar essa idiotice…

          Quem que o Djo-cocô enfrentou nesse Wimbledon, mano?

          Sinner que é praticamente um garoto, com pouca rodagem e experiência, além de um tênis macabro de aborrecido.

          Kyrgios que tremeu mais do que vara verde na final, além de jogar bem abaixo do que poderia.

          Se dificilmente ele ganharia do sérvio jogando bem, ainda mais jogando um tênis medíocre como o daquela final…

          1. Paulo Almeida

            Hum, também apareceu o único participante do Blog que é TETRAVICE do Djokovic em Wimbledon (3 com El Freguesón e 1 com Cuspyrgios) e que estava chorando horrores debaixo da cama até hoje, kkkkkk.

            Sinner já vai fazer 21, tem jogado um belo tênis, firme no fundo e com variações; surrou o Alcaraz e será muito mais jogador do que seu amado Fognini, se é que já não é. Já seu outro ídolo jogou o que sabia, fez 30 aces, mas é inferior ao Craque em quase todos os fundamentos mesmo. Aquelas vitórias em 2017 te enganaram.

            Eu acho que foi um Slam parrudo, mas menos do que outros, como já expliquei para o Felipe. De qualquer forma, que foi superior aos títulos do terceirão em cima dos Reis Magos, eu não tenho a menor dúvida!

            E pra você que voltou agora, também não custa lembrar que 21 > 20, 373 > 310, 7 > 5, 38 > 28, 64 > 54, 27 > 23, Double Career Slam > Single Career Slam e Double Golden Masters > None Golden Masters. Tá sofrida a vida de terceirete absoluta!

          2. Felipe E S Rosa

            Paulo, algumas coisas que penso sobre sua última resposta:

            1. Final de Grand Slam é “outro esporte”! O mesmo acontece na natação qdo se compara campeão mundial de piscina curta (25m) com campeão olímpico na longa (50m). São esportes “diferentes”. Portanto, a bagagem do grego era zero em RG21, ainda mais contra um monstro como Djoko. O mesmo valeu pra Nick. E principalmente qdo o cara não venceu nenhuma ainda, vira outra dimensão!

            2. Sobre a final do AO22: vc mesmo acredita q foram casos iguais? Medvedev estava em sua quarta final do nível com um título recente (US21).

            3. Não subestimei o Sinner, mto pelo contrário (acredito no tênis dele faz anos). Apenas disse q falta bagagem pra esses momentos (esqueça Umag e outras coisas). De novo, GS é outro esporte, final de GS é outra dimensão e final de GS contra um dos BIGs é algo inexplicável.

            4. Levar virada do Djoko é normal para qq um. Estamos falando do melhor tenista que já pegou uma raquete. O que quero dizer, é que pra todos que citei (Musetti, Sinner e Tsitsipas) faltaram olhar pro Djoko e dizer: “vc pode até virar, mas vai ter de cagar sangue pra isso”! Isso, acho q só o Alcaraz faz dessa turma.

          3. FELIPE ROSA

            Fala, Paulo. Boa, continuamos outro dia. Ressalvas finais:

            Sim, era Slam, mas ainda não se pode comparar “o feito e a pressão” de ganhar do Alcaraz versus ganhar do Djoko em Slam, na grama sagrada. E até mesmo a vitória contundente contra o Alcaraz em WB jogou mais pressão sobre o italiano, conforme mais resultados tiver mais pressão vai sofrer. Alcaraz passa por isso nesse exato momento. Faz parte da kilometragem. Outro ponto, abrir 2 a 0 sem pressão é uma coisa, confirmar a vitória são outros quinhentos.

            E sim, o que o Nadal fez no AO22 (fisicamente) todos duvidávamos. Outro gênio do esporte! Sabe-se lá de onde veio essa energia, foi mais uma lição de vida de um dos grandes, eles nos ensinam todo dia. Mas sem clubismo (pois sou Nadal forte), achei a virada do touro mais emocionante e disputada do que as do sérvio. Até pq o sérvio qdo liga o modo turbo se torna imbatível em qualquer piso, entra na mente das pessoas (ainda mais dos ainda normais).

            E concordo contigo, mesmo pros grandes, o jogo só termina qdo acaba haha.

            Abração!

      2. Sérgio Ribeiro

        Fica tranquilo, caro Felipe . Esse papo de SLAM “ parrudo “ não foi invenção do Piloto não. Isso é de um grupo de Whats já faz tempo . Ele copiou do glorioso Cossenza . Só que o próprio adora passar vergonha utilizando o mesmo sem noção alguma . Este Wimbledon 2022 foi um dos mais prejudicados em década. Abs!

        1. Paulo Almeida

          Errado, esse “papo” já circulava no orkut e circula em fóruns internacionais há uns 12 anos pelo menos. Cossenza não é glorioso não, mas ainda assim manja mais do que você, rsrs.

          Abs!

    2. Gildokson

      Sinner assim como o a estrela desse post são mais dois cérebros gelatinosos, e o próprio Alcaraz ainda não tem o selo “big champion” até que conquiste um Slam.

      Acordei amargo hoje kkkkkk

      1. Luiz Fernando

        Cuidado com a ira do seu amiguinho de torcida kkk. Hummm, ele só implica c alguns, vc é sortudo kkkk…

    3. Bartolomeu

      Djoko venceu com todos os méritos Wimbledon, mas daí a dizer que foi um torneio forte é ignorar que:

      – Medvedev, número um do mundo, que fez bons torneios preparatórios, não pôde participar por conta da guerra na Ucrânia;

      – Zverev, número dois, e que sempre dá trabalho para o sérvio, não participou em decorrência de lesão;

      – Berretini, finalista do ano anterior, e bicampeão em Queens, contraiu covid e abandonou o torneio;

      – Nadal abandonou na metade do caminho, machucado;

      – Sinner, o parrudo adversário das quartas, nunca havia vencido um jogo na grama antes do torneio começar;

      – Norrie, o super parrudo adversário na semifinal, é o mesmo Norrie eliminado pelo Federer no ano anterior e que, quando os federistas celebraram tal vitória, foi motivo de incontáveis piadas por parte dos outros torcedores;

      – A final foi contra o ultra parrudo Kyrgios, o que dispensa maiores comentários

      1. Paulo Almeida

        Vejam só, um dos vários desaparecidos deu as caras depois de 3 semanas. Vamos lá:

        – Medvedev não ganhou nenhum torneio preparatório, tendo sido humilhado inclusive pelo holandês desconhecido, fora que nunca foi longe em Wimbledon;

        – Zverev também nunca arrumou nada em Wimbledon;

        – Berrettini é freguês e teria sido mais fácil do que Sinner e talvez Kyrgios;

        – Nadal ok, embora ache que o sérvio seria favorito no confronto;

        – Pois é, mas o Sinner não só venceu na grama, como eliminou a sensação do ano Alcaraz sem sofrer quebras e abriu 2×0 contra o Djoko;

        – Norrie é fraco mesmo. Só federete pra contar vantagem em cima dele;

        – Kyrgios destruiu o Krajinovic e eliminou o Tsitsipas e, como já dito várias vezes, deu muito trabalho na final.

        De qualquer forma, você também já sabe que 21 > 20, com ou sem parrudez de Slams.

        Abs.

      2. Gildokson

        Comentário perfeito!
        Eu já disse aqui outras vezes que o Paulo faz um trabalho parecido com o que os americanos fizeram com aquela selva que era o UFC, ele consegue promover algo que todos sabem que não foi tudo isso, como se fosse algo espetacular.
        Kkkkkkkkkkkkk

    1. Sérgio Ribeiro

      Olá P.F . Pelo jeito contínuas com ciúmes do Tourinho não é mesmo ???. Fique triste não. Com dezenove o ” goat ” Paraguaio já sonhava com o TOP 4 . Conseguiu o TOP 3 no ano seguinte e sentou em cima dele até 2011 kkkkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Vi outra vez mais abaixo demostrar que não lês mesmo os comentários. Federer não perde nas hards para o Touro desde 2015 na FINAL de Basel . Ou seja , nada de 2017 . E não foram apenas 4 partidas e sim 7 . Como WO não conta no h2h , foram SEIS . Isto já foi repetido dezenas de vezes por aqui desinformadissimo Jonaser rsrs. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Ps . O que mais permaneceu mas não de maneira CONSECUTIVA . Saiu e voltou pra 4 jogadores diferentes , incluindo Murray e Medvedev. Abs!

          2. Jonas

            Não sei oq H2H tem a ver com meu comentário acerca do tempo de permanência no topo do ranking. Nesse quesito Djokovic também superou Federer, que liderava, salvo engano, com 310 semanas.

  12. Maurício Luís *

    ” Penso, logo existo”. (Descartes)
    ” Discordo, logo ofendo”. ( certos frequentadores do blog)

  13. Ronildo

    O americano Andy Roddick, ex-número 1 do mundo, perdeu algumas finais para o melhor tenista de todos os tempos. Em 2009 fez uma campanha praticamente perfeita em Wimbledon e perdeu a final nos detalhes para Roger Federer. Ali, na final de Wimbledom de 2009, jogando daquela maneira, Andy Roddick, com aquela mesma idade, com sua experiência e garra, teria finalmente sido campeão contra Roger Federer SE, SE, SE

    SE SE SE

    SE:

    Fosse 6 anos mais jovem que Federer.

    E Federer não teria tido chance de sequer chegar a algum match-point, evidentemente.

      1. Sérgio Ribeiro

        Roddick como maior rival ??? . Só se for do “ goat “ paraguaio. O maior rival , um certo Espanhol, ficou como N 2 160 semanas CONSECUTIVAS de 2005 a 2008 . Entressafra somente na mais conhecida cabeça OCA deste fórum kkkkkkkk. Abs!

        1. Paulo Almeida

          Exatamente, o American Clown foi o maior rival do GOAT paraguaio da Suíça na grama até Wimbledon 2005 e nas hards até o US Open 2007, no mínimo. O feto Nadal foi número 2 a partir do finalzinho de 2005 e se manteve lá graças aos resultados no SAIBRO, não ameaçando as tais 237 semanas consecutivas entressafreiras fora de lá. Entenda de uma vez por todas nessa cabeça oca, haha!

          Abs!

    1. Thiago+Silva

      Essa torcida do Federer tá ficando esquizofrênica, é um que quer voltar pra 2009, outro que fica fantasiando que tá cumprimentando rainha e ficando no vácuo. Tudo por causa de um 40-15 kkkkk

  14. Periferia

    A “Mortandela”

    Por que essa mania…de se identificar com um tenista famoso e milionário do primeiro mundo?
    Particularmente acho que deveríamos fazer um estágio no “segundo mundo”…ir do terceiro para o primeiro considero um tipo de “alpinismo social” perigoso.
    Fui convidado para entrar no All England Club..iria assistir meu ídolo jogar (como ele é garboso naquela roupa branca…aquele relógio Rolex…ninguém diz “camon” como ele).
    Fiquei preocupado…
    Todos poderiam perceber a origem (os modos são tudo…as escolhas dos talheres ainda resistem).
    O capim da quadra era muito bem cuidado…verde mesmo.
    Todos muito elegantes…um pouquinho idosos.
    Acenei para a rainha no camarote real…mas não fui correspondido (depois fiquei sabendo que era um boneco do Museu Madame Tussauds…a rainha não foi).
    Não me abati…faz parte.
    Intervalo entre os sets a fome apertou.
    Aproveitei e fui fazer uma “boquinha”.
    Diante do atendente lancei um “strawberries and cream” (o músculo da face nunca mais foi o mesmo)…ele não compreendeu a pronúncia…me olhou desconfiado.
    No desespero…a fome era grande…pedi uma “mortandela”.
    Imediatamente fui cercado por homens de terno e óculos escuros com algo na orelha…me levaram direto para o aeroporto…estava sendo deportado.
    Até hoje não compreendo como eles descobriram que eu era brasileiro…

    (Sem mim …meu ídolo perdeu de 3×2 depois de ter 2 saques para fechar o jogo)

    1. Gildokson

      “O músculo da face nunca mais foi o mesmo” kkkkkkk
      Essa foi boa demais Perifa, só não gostei da triste lembrança que me trouxe no final rsrs.

    2. Marcelo Costa

      Se a europa ( no minúsculo mesmo) fosse a capital paulista, a espanha seria algo ali entre o tatuapé, penha, vila Maria, a suiça seria o itaim bibi, e a Sérvia seria o extremo leste, sabe a periferia, um bairro que o trem rasga, onde todos vão pra Faria Lima verificar o cara crachá?
      E quando o periférico europeu, ousa, ir a paulista ( WB), Oscar Freire ( RG ) Rebouças ( US ) e Faria Lima ( Aus ) e vence, choca, agride, incomoda, ou os moradores ali do brooklin que seria a Inglaterra iriam torcer pra Guaianazes em detrimento do itaim bibi?
      Sou apaixonado pelo tênis, me encanta ver o itaim bibi sendo mágico como nunca ninguém será, mas adoro ver a periferia calando os senhores e senhoras todos de branco, com tecido de algodão colhidos por mãos negras, pois, naquele 40×15 tinha uma piscina vazia, onde um usava pra fugir das balas, versus uma piscina cheia com água límpida.
      Óbvio que nínguem é culpado por nascer no itaim bibi, só que nascer no Itaim Paulista e vencer é incrível. Não citemos negação, isso fere a periferia, envergonha, entristece e não gostaria de ver isso como contra argumento, só a boa luta entre as classes, onde o de cima sobe e o debaixo desce.

      1. Periferia

        Olá Marcelo

        Vc não entendeu bem o texto.
        É um ironia a figura do fã (algo bem humorado)
        No tênis não existe luta de classes…existe apenas “a” classe.

        (Pela primeira vez usei um GPS para me localizar em uma resposta do blog….rs)

        Abs

  15. Oswaldo Euclydes Aranha

    Luiz Fabricio, vou esclarecer tua dúvida, Ivanovic era uma tenista linda e simpática que a todos encantava

    1. Luiz Fabriciano

      Sim, minha dúvida foi irônica, rsss.
      Aqui é complicado se declarar fãs de tenistas bonitas meu caro Aranha.

      1. Valmir da Silva Batista

        LUIZ FABRICIANO E RONILDO, numa época em que a mulher tem ocupado mais e mais espaço na sociedade, é burrice aludir à sua beleza, sem se reportar também sobre as qualidades que ela possui, em se tratando do seu ofício, e, assim sendo, o ideal é sempre destacar ambos os fatores, ok? Aprendam isso, No caso de Ana Schweinsteiger e Anna Kournikova, eram bonitinhas, mas apenas medianas como tenistas…

        1. Luiz Fabriciano

          Cara, não achas que está passando da hora de deixar de ser chato não?
          Continuo achando Ana IVANOVIC linda, independente da qualidade tenística dela, que nem mais tenista é.
          Que porre! Vou ter que falar coisas só porque tu queres ou deixar de falar, porque não queres?
          Contribua cara, contribua…

    2. Ronildo

      E como. Poucas tenistas foram mais bonitas que Ana Ivanovic. Talvez somente a Ana Kournikova, que foi também uma das melhores em seu tempo.

      1. Valmir da Silva Batista

        RONILDO KOURNIKOVA, você comeu um “N” da Anna russa. Sempre achei que ela não jogava grande coisa, então suponho que, ao subtrair uma das consoantes, você quis dizer que Anninha jogava menos ainda do que venho afirmando neste blog. Já a Ana Schweinsteiger, teve um pouco mais de serventia, pois foi uma espécie de Kournikova com um Grand Slam, para após o mesmo não oferecer mais grande coisa ao tênis, sugerindo a ideia de que o troféu francês foi o acaso que lhe deu de presente. Em linhas gerais, ambas ficaram devendo muito ao tênis, porque tinham muito mais nome do que bola. “Annas eu me lembro com saudade/Do nosso tempo, nosso amor, nossa alegria/Agora eu só as vejo nos meus sonhos/E quando acordo minha cama está vazia” – Roberto Carlos, na icônica “Ana”, dele mesmo e do Erasmo…

        1. Valmir da Silva Batista

          LUIZ FERNANDO, “deixava a desejar” é eufemismo ou bondade sua, ela era mesmo uma das maiores e melhores enganadoras do circuito. Como Anninha Kournikovinha era muito bonitinha, deixava a desejar o Ronildo e outros aficionados por sua vaziez…

  16. Maurício Luís *

    ” A floresta estava encolhendo, mas as árvores continuaram votando no machado. Porque o machado era esperto e convenceu as árvores que por causa do seu cabo ser feito de madeira, ele era uma delas.” (provérbio turco)

  17. Maurício Luís *

    ALCARAZ – Cheguei a pensar que o jovem espanhol fosse o + jovem a entrar no Top 5, porém acredito que o Nadal já deve ter conseguido este feito antes.
    DJOKOVIC – Espero que o Joe Biden não cometa a gafe e o desatino de concordar em abrir exceção pro sérvio jogar o US Open, conforme pedem seus compatriotas residentes na América. Não vejo absolutamente qualquer justificativa plausível pra uma “carteirada” dessas.

    1. Valmir da Silva Batista

      MAURÍCIO LUÍS, eu sequer cogitaria isto hipoteticamente num comentário, de tão absurda a ideia. Será que alguém, em sã consciência, acha que Joe Biden, um político sério, presidente da nação mais poderosa do mundo, um estadista cujo país alcançou um patamar de mortes por covid como nenhum outro, e um homem público que tem a responsabilidade de cuidar da saúde de cerca de 340 milhões de pessoas, irá sequer pensar no fator Novak Djokovic? Com toda essa gama de atribuições sobre a carcaça, só se Biden não tivesse uma Venezuela, uma Nicarágua, uma Síria, uma Faixa Gaza, uma Ucrânia e quase um continente africano inteiro para se ater, ou seja, se não tivesse realmente do que se ocupar, por supostamente estar coçando o dia todo na Casa Branca, e, assim sendo, eu diria que ele andou fazendo um intensivão com o escroto do Boris Johnson. Pelamô, Maurício!!

      1. Maurício Luís *

        Mas caríssimo Valmir, não foi minha esta ideia que eu acho igualmente absurda. Foi dos sérvios residentes nos Estados Unidos.

        1. Valmir da Silva Batista

          MAURÍCIO LUÍS, claro que sei que a ideia não é sua, pois você sequer esteve com Joe Biden nos últimos dias, como também não enviou e-mail ou mensagem. Entretanto, dá só uma olhada no absurdo da sua frase, pelo fato de considerar a hipótese do presidente americano tratar sobre o fator Djokovic: “Espero que Joe Biden não cometa a gafe e o desatino de concordar em abrir exceção pro sérvio jogar o US Open”, ou seja, você é que acabou cometendo a gafe e o desatino de achar viável Biden ponderar sobre a possível participação de Novak Djokovic no Grand Slam americano. Debita mais essa escorregada na sua conta, Mau…

          1. Maurício Luís *

            Valmir, nota-se que não é só comigo, você insiste em tentar diminuir o interlocutor recorrendo a adjetivos por vezes pejorativos. Você não é menos do que ninguém, mas não é mais do que ninguém também… embora aparentemente se ache como tal. Estou evitando contestá-lo em tudo, não por incapacidade minha, como você afirma, mas porque, como disse anteriormente, você não admite jamais estar errado. Então é pura perda de tempo. Outros frequentadores do blog também perceberam isto, pelo que vejo nos comentários.
            Então fique em paz com seus pontos-de-vista imutáveis, porque não sou psicólogo pra tentar mudar a sua conceituada pessoa. As consequências dos seus atos talvez o façam.

          2. Maurício Luís *

            Ah, faltou citar uma frase atribuída ao Mahatma Gandhi: ” O dinheiro faz as pessoas ricas. O conhecimento faz as pessoas sábias. Mas só a humildade faz as pessoas grandes”.

    2. Sérgio Ribeiro

      Então Maurício. O mais jovem Top 5 desde … Nadal . Michel Chang foi com 18 incompletos . A partir de hoje é o mais jovem TOP 4 desde …Nadal . Agassi foi com 18 completos. Vai decidir o ATP 250 contra SINNER que tem as mesmas 5 conquistas , e que também somente perdeu uma FINAL. E pra completar com h2h de 1 x 1 . É mole ou quer mais ? rsrs. Segundo o Eurosport as ” autoridades ” Servias na carta a BIDEN colocam como assunto de Estado a presença de Novak no USOPEN. O Presidente está com COVID … Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. O simples fato de ter chegado a FINAL já garante 150 pontos ao Tourinho Assassino e consequentemente o TOP 4 . Abs!

  18. Ronildo

    Oportunidade é sinônimo de:
    ensejo
    feita
    aberta
    ansa
    azo
    brecha
    cabe
    caminho
    comenos
    enchança
    hora
    instante
    maré
    meio
    momento
    motivo
    ocasião
    olada
    saída
    sazão
    sezão
    vagar
    vez
    assentada
    baque
    bolada
    botada
    bote
    conjuntura
    dia
    lance
    lanço

    Se Aírton Senna, por alguma questão pessoal jamais saísse da Tolleman, também jamais teria sido campeão. Da mesma maneira se Hamilton jamais tivesse ido para a Mercedes, poderia ter menos títulos que Alonso na Fórmula 1. Quem viu Fernando Alonso correr em igualdade de condições com Hamilton percebeu que eles eram no mínimo equivalentes. Como então, ao final da carreira Hamilton aparece com tantos títulos e números muitos maiores que Alonso? Sabemos a resposta.

    Apesar de Nadal e Djokovic serem grandes tenistas, sei, porque vejo além de números, que suas carreiras foram em boa parte oportunistas e muitos de seus títulos foram resultado de péssimas decisões de Federer em sua primeira metade da carreira. Sou motivo de chacota por afirmar isso?

    Simmm, há oportunidade também para isso!

    1. Luiz Fabriciano

      Sim, é.
      Decisões acertadas fazem parte do pacote de atributos que compõe um grande tenista.
      Mas relaxe, não foi isso que fez o Big2 vencer mais.

    2. Luiz Fernando

      Vc se supera a cada postagem. Mas pelo menos não atribui as vitórias dos adversários a doping, esquemas, mononucleose e outras baboseiras já postadas aqui…

    3. Paulo Almeida

      Com certeza é motivo de chacota, Ronildo.

      Já vai fazer 3 semanas do título do Craque Djoko e você ainda está batendo a cabeça na parede. É hora de aceitar a maior virada da história: 16×1 virou 20×21.

      Abs!

      1. Ronildo

        Sim, duplamente, mordazmente oportunista. No entanto continuarei defendendo a essência, que não são números.

  19. lEvI sIlvA

    Rapaz, a Swiatek precisa ficar esperta quando jogar contra tenistas francesas, viu…?!?!?
    Segunda vez que, leva a pior no seu melhor momento na carreira!

    1. Valmir da Silva Batista

      IEVI SILVA, o fator nacionalidade não passa de bobagem, a Swiatek só tem que jogar bola e ponto. O fato de suas duas últimas derrotadas terem sido para tenistas francesas é mera coincidência e não algo fantasmagórico, como sugere seu senso de telepatia. Muitos já dizem bobagem de sobra neste espaço, não engrosse ainda mais a lista, por favor…

  20. Ronildo

    Os números 1 masculinos tiveram correspondentes nas números 1 feminino. Para alguns tenistas, devido à sua incrível versatilidade, pode-se comparar com algumas tenistas. O que mais incorpora o talento de várias tenistas logicamente é Roger Federer. Mas se eu escolhesse duas tenistas que tiveram as características de Federer e vice-versa eu escolheria Martina Navratilova e Martina Hingis. Poderia ser também Navratilova e Justine Henan-Hardene. Ainda Navratilova e Ashleigh Barty para Federer. Pete Sampras poderia ser representado Por Stef Graf e Serena Willians. Nadal, (excetuando o gancho), seria representado por Iga Swiatek e Halep. Murray seria uma junção da australiana Ashleigh Barty evAngelique Kerber. Já Djokovic por Naomi Osaka e Dinara Safina.

    1. lEvI sIlvA

      Meu caro Ronildo, sinto em discordar em gênero, número e grau…mas jamais, Iga Swiatek – que joga quase sempre no ataque- e vai com constância a rede lembra Rafael Nadal…
      O estilo do espanhol, é muito mais o contra ataque e todo mundo sabe disso, já a polonesa, está sempre indo pra definir no Winner seja de direita, esquerda, cruzada ou paralela…
      Abraço e cuide-se por aí, ok?

      1. Ronildo

        Correto Silva, neste caso específico do Nadal quis apenas destacar a produção no saibro, porque em termos de características de jogo, nenhuma mulher jamais se assemellhou a ele. Abraços

      2. Luiz Fabriciano

        Já eu discordo em gênero, número, grau e degrau… dele, é claro.
        Dinara Safina teve uma única oportunidade de vencer um GS, perdeu para Ivanovic.
        Não sei porque, mas fiquei mais feliz com esse resultado.

        1. Ronildo

          O jogo da Naomi Osaka corresponde ao de Djokovic. A Dinara Safina entrou na lista por causa do destempero mental idêntico ao de Djokovic.
          Mas a Ana Ivanovic não venceu a Jelena Jankovic na final de RG?

        2. Valmir da Silva Batista

          ASSIM FICA DIFÍCIL, UNS COM PREGUIÇA DE PENSAR, outros com preguiça de pesquisar, e você, LUIZ FABRICIANO, está incluso em ambos os casos. Mas vá lá, vou refrescar a sua memória, afinal, não me custa nada um pouco de filantropia: a grande tenista russa Dinara Safina não teve apenas uma oportunidade de ganhar um Grand Slam, como você afirma em seu infeliz comentário; além da final perdida para a insossa Ana Schweinsteiger em Roland Garros/2008, Safina disputou também a final do Australian Open/2009, em que perdeu para a grande Serena Williams, e repetiu a dose em Roland Garros no mesmo 2009, desta feita perdendo para a sua compatriota Svetlana Kuznetsova. Como você vê, Luiz, Safina teve não uma, mas três oportunidades de conquistar um Grand Slam. Infelizmente, acabou não conseguindo, mas ela jogava muita bola…

          1. Luiz Fabriciano

            Ohh meu caro Valmir, infeliz mesmo deve ser outra coisa.
            Então, pior ainda ficou o aproveitamento da grande Dinara.
            De qualquer forma, obrigado por ter demorado tanto para me acertar um dardo.
            Saudações.

    2. Valmir da Silva Batista

      RONILDO, enfim uma postagem inventiva e inteligente de sua parte, adorei as relativizações do masculino com o feminino, ou vice-versa, no tênis. Faltou a Mônica Seles, né? Ela é o próprio John McEnroe. Outra sequência que gostei é a que você menciona a belga Justine Henin, pela simples lembrança em si, já que muitos desavisados da mídia vivem destacando a carreira de sua compatriota Kim Clijsters, que era, de fato, uma grande tenista, mas Henin jogava muito mais bola e até tinha três Slam a mais que Clijsters, ou seja 7 a 4, respectivamente. A única vantagem de Kim sobre Justine sequer deve ser levada consideração, pois tal vantagem corresponde a um WTA Finals a mais que ela tem, ou seja, 3 a 2 para Clijsters. Reitero, porém, que Henin jogava muito mais e tinha uma carreira bem mais estrelada. Parabéns, Ronildo, por ter esquecido, ao menos por um momento, a enganadora Anna Kournikova e produzido uma dissertação com teor inteligente…

      1. Valmir da Silva Batista

        LUIZ FERNANDO, a sua ideia, enquanto tema principal, era tratar sobre que Dinara Safina teve apenas uma oportunidade de erguer um troféu de Grand Slam. No entanto, como foi incapaz de fazê-lo, em razão da preguiça de pesquisar que lhe atribuí e a qual lhe é mesmo peculiar, agora me vem com um subterfúgio tolo, já que pegou muito mal você não ter conseguido discorrer, com propriedade, sobre o tema ao qual se propôs. Obviamente, não foi legal para a carreira de Safina, ela não ter conquistado nenhum Grand Slam, sendo que teve três oportunidades em mãos. Por outro lado, o fato de ter chegado nas três finais em si, é o bastante para o “pior ainda” por você utilizado, a fim de desqualificá-la, só porque você é tarado por estatísticas? E mais: é esse o seu argumento, para tentar não passar vergonha, em razão da falta de competência, no que concerne aos fatores históricos por você mal revisitados?

  21. Emerson Laker

    Dalcim, se Murray tivesse a idade de Medvedev, Zverev, etc, eu não tenho dúvida que ele estaria hoje reinando como n1, mas a questão, ao meu ver, é, se ele tivesse a idade de Medvedev, ou seja, se ele tivesse nascido em 96, em qual momento ele se tornaria n1? 2017? 2018? Mais que isso?

  22. Paulo Almeida

    O que Alcaraz e Sinner estão fazendo num ATP 250 no saibro, quando já deveriam estar na América do Norte concentrados para a gira na quadra dura, a começar por Washington?

    Ambos já são jogadores top 10 e não precisam da “modesta” premiação. A presença do Musetti ainda vai, pois ele vinha de uma sequência grande de derrotas (perdeu de novo hoje) e basicamente só joga bem nesse piso.

    Vai entender o planejamento desses caras…

      1. Paulo Almeida

        Meu comentário seguinte acabou servindo pra você, Maurício, kkk.

        Ele quer chegar como cabeça 4 no Canadá, só pode ser isso.

        Abs.

        1. Paulo Almeida

          Correção: nem precisa do título para ser cabeça 4 no Canadá com a ausência do Zverev. Já deveria estar nos EUA.

          Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            A primeira conquista ninguém esquece ainda mais que ela pode lhe dar o TOP 4 . Com a padronização o cara pula do Saibro pras hards e nem sente a diferença. Novak e Rafa pulam direto pra Grama . O Sérvio se deu ao luxo de comprar os direitos sobre o Torneio de sua primeira conquista e transformar no poderoso ATP 250 de Belgrado rsrs. Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Ps . Em 7 edições do poderoso Belgradao o Sérvio levou apenas 3 . Como sempre diz o caro Ronildo , como é dificil vencer um ATP 250 . Que dureza!!! kkkkkkk. Abs!

          3. Paulo Almeida

            Sei. Jogou no saibro verde de Wimbledon e agora vai pro saibro azul de Canadá/EUA.

            Tá certo, rsrsrs, abs!

    1. Paulo Almeida

      A defesa do título e dos pontos por parte do espanhol também não me parece uma boa justificativa, visto que pode e deve fazer muitos pontos na quadra dura pra compensar; já o italiano não tem nada pra fazer aí mesmo. Enfim, já são jogadores de outro patamar.

    2. Sérgio Ribeiro

      Ambos são ” fetos ” segundo o Piloto da Kombi. Mas o tourinho assassino está defendendo o Título . ABS !

      1. Paulo Almeida

        Até fetos com boa posição no ranking não precisam mais se desgatar em torneios menores, ainda mais em um piso que não é o mais relevante do momento.

        Vi que em caso de título ele será o cabeça 4 no Canadá, evitando um possível encontro com o Nadal nas quartas. Só pode ser isso, mas ainda assim achava melhor já ir se adaptando ao hard e jogar Washington. Enfim, a escolha já foi feita.

        Abs!

        1. Paulo Almeida

          Na verdade, já vai ultrapassar o Tsitsipas em caso de título e o Zverev nem joga no Canadá. O cabeça 4 já está garantido, podendo virar 3. Nem precisava estar lá mesmo!

    1. José Nilton Dalcim

      Neste momento, ele está fora. Mas, como já te expliquei, as normas podem mudar a qualquer momento. Então Nole aguarda.

  23. Luis+Nogueira

    Concordo com o papai do Federer, o ex número 5 do mundo Robredo, quando diz que Rafa e Novak são os melhores da história. Os números desses caras são algo muito, muito fora da curva. E realmente deve ser sofrido enfrentar alguém com uma direita tão poderosa e consistente como a de Rafa…

  24. Ronildo

    Muitos ficam atônitos com as sucessivas vitórias de Roger Federer sobre Nadal à partir de 2017, logo após um longo período afastado por cirurgia. Porém a explicação deste sucesso sobre seu maior rival é simples. Para Federer, vencer Nadal na dura sempre foi mais fácil do que vencer Djokovic. Nadal tem um lado mais fraco que o outro e Djokovic não tem. O problema de Federer com Nadal é que durante muito tempo ele não aplicou estratégia nenhuma contra Nadal, entrava apenas com sua habilidade e seu jogo intuitivo. E a partir de 2017 ele foi mais estratégico neste embate. Contra Djokovic a coisa foi diferente: a habilidade e a juventude de Federer sempre foi suficiente para vencer Djokovic, afinal Federer foi aclamado como o melhor tenista de todos os tempos, independentemente de recordes. Mas a coisa mudou de figura depois dos 30 de Federer. À partir dos 30 anos de Federer, a juventude e a consistência robótica de Djokovic mostrou-se superior. Porém o melhor de Federer sempre foi melhor e superior do que qualquer coisa que Djokovic produziu em qualquer piso.

    1. Jonas

      Na verdade até o início de 2017 Federer era freguês do Nadal até nas hards. Hoje eles têm H2H equilibrado no piso, graças àquelas 4 vitórias seguidas, mas ainda assim no AO Nadal tem 3 vitórias e uma derrota para o suíço.

      O problema do Federer nos últimos anos, tirando a lesão séria que teve em 2020, foi o Djokovic. Quando o sérvio esteve praticamente fora de combate, Federer venceu 3 Grand Slams: AO 2017, Wb 2017 e AO 2018. O sérvio retorna a seu “melhor” vencendo em sequência Wb, USO e AO.

      Se fosse o Cilic na final de Wb 2019, não tenho a menor dúvida de que Federer levaria o título sem problema, mas como tinha o Djoko do outro lado…

    2. Paulo F.

      O melhor de Federer não foi melhor do que o melhor de Djokovic NO SAIBRO.
      O melhor cartel de Djokovic NO SAIBRO do que o cartel de Federer NO SAIBRO diz isso.
      Vamos aos fatos:
      Monte Carlo: Djokovic 2 – Federer 0
      Hamburgo/Madrid: Djokovic 3 – Federer 5
      Roma: Djokovic 6 – Federer 0
      Roland Garros: Djokovic 2 – Federer 1

        1. Paulo F.

          Hahahahahahahahaha!!
          Ai, ai…
          Então baseado neste “brilhante” raciocínio, devo considerar Djokovic mais jogador do que o Nadal no saibro depois da semifinal de Roland Garros de 2021?

          1. Ronildo

            Paulo, pesquise sobre a raquete dos dois. Djokovic perdeu para um artista que usava uma raquete pouco indicada para o saibro.

        2. Dulce Consuelo

          Ronildo, a semifinal de 2011 de RG, o jogo foi mto equilibrado, e qqr um que assistiu aquela partida, sabe que o motivo da vitória do Federer foi o Djokovic ter tido um péssimo plano tático e Federer estudou e executou muito bem o seu… Pq Djokovic jogou bem, a partida foi igual. 43 vitórias seguidas elevaram mto o Ego dele, ficou claro que Djokovic deixou isso lhe consumir naquela derrota, pq ele quis ganhar de qualquer jeito, e tênis n é só isso. Na semi de 2012, ele amassou o Federer e provou que em 2011 ele perdeu pra si mesmo. Serviu de aprendizado. O Djokovic sempre incomodou Nadal no saibro, Federer sempre levou 3 conchas na orelha, e esse sempre será o parâmetro de comparação! Federer bateu no Djokovic em Madrid onde o Sérvio sempre teve dificuldade de jogar, pq em Roma por exemplo eu lembro de cabeça de 4 partidas que Djokovic dominou… E olha que eu acho que tiveram mais partidas. Roma serve mto mais como parâmetro pra RG, onde o placar é 2 a 1 pro Sérvio (Salvo engano).

          Precisa parar de ser tão político Ronildo, isso tira a credibilidade do teu comentário nas tuas respostas, e ainda por cima fica como chacota no blog. Você é um cara Inteligente, pode defender seu ídolo, isso é legal, gera debates… Mas a beleza é subjetiva. Em um debate, fatos são fatos, não existe contexto que justifique quando n se dá um bom contra argumento. Só você e o Rolex acham que os fatos/números não são importantes. “Mononucleose”, Ah tem outros fatores” e “Tem que ter perspicácia pra entender” são respostas tão pequenas pro que você pode agregar nas discussões… Elabora tão bem seus textos enaltecendo a grandiosidade do Federer, mas n consegue fazer isso quando é devidamente rebatido. Nem a Mídia acha ele melhor no saibro que o Djokovic… Nem no auge, nem na carreira. Te faço uma pergunta: Já jogou tênis? Independentemente da resposta, saiba que controlar um ponto durante mais de 10 trocas é mais difícil do que acertar Winners… E como eu já disse, beleza é subjetiva.

          1. Ronildo

            Oi Dulce, você já pensou no que aconteceria se Federer tivesse percebido a importância de ter uma grande equipe técnica em sua carreira e treinasse especialmente para o saibro com uma raquete com mais de 100 polegadas, assim como Nadal e Djokovic? Eu já me perguntei isso e a resposta para mim é que Federer seria campeão em RG nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007.
            Evidentemente que uma raquete mais adequada nas mãos de Federer, ao invés daquela de aro 90 que ele usou até metade de sua carreira o levaria a inúmeras outras vitórias em outros slans.

          2. Valmir da Silva Batista

            RONILDO, você oscila entre postagens interesantes e outras dignas de eu descer ripa, como é o caso dessa bobagem sobre raquete de 100 polegadas nas mãos do gênio Roger Federer, nas contendas em Roland Garros. Será que o talento de Nadal no terrão vermelho não é maior que isto? Se eu fosse medir o duo Nadal/Federer pela sua régua defeituosa, a esta altura estaria concordando com a esparrela de que, se Rafa tivesse se equipado com isso, com aquilo e com aquilo outro, ele teria surrado Federer inúmeras vezes em Wimbledon, sendo que, nesse caso, a perguntar seria: o talento de Federer na grama não contaria, se comparado às engenhocas da tecnologia? A única diferença em meio a essa tolice de cogitações entre o espanhol e o suíço, é que Nadal foi capaz de vencer Federer na final Wimbledon/2008, ao passo que Federer jamais venceu Nadal em Roland Garros. Todavia, o mais correto é concluir que Federer é melhor que Nadal na grama e que Nadal é melhor que Federer no saibro. Em linhas gerais, porém, Federer joga bola pra caramba e não é melhor que o espanhol, e que Nadal, tenista para quem eu torço, joga bola pra caramba e não é melhor que o suíço. O resto é burrice a serviço da confrontação ao talento…

    3. Paulo F.

      Outra coisa: por quê a habilidade e juventude de Federer não bastaram para derrotar Novak Djokovic na final do Masters 1000 do Canadá em 2007, com Federer com 26 ANOS, bem abaixo da tua “tese” do Federer “envelhecido” depois dos 30 anos?

      1. Ronildo

        Houve outros fatores que decidiram estas partidas, em geral, que não foram considerados por mim neste comentário.

    4. Paulo F.

      Ah, a habilidade e juventude de Federer também não bastaram para derrotar Novak Djokovic na semi-final do Aberto da Austrália em 2008.
      Federer também tina 26 ANOS.

        1. Luiz Fabriciano

          O nome completo dessa doença é mononucleose seletiva.
          Atacou Federer apenas na semi do AOpen na final de Wimbledon.

    5. Paulo Sérgio

      “Melhor da história, independentemente de recordes” = negação da realidade em estágio avançado rsrs.

    6. Luiz+Fernando

      “Sempre foi mais fácil”, tanto q em uma determinada época estava 24×10 pra Rafa. Vc tem q tentar escrever com menos incoerências e inconsistências, uma coisa são suas previsões mirabolantes de mentirinha, outra coisa são os comentários acerca de fatos q qualquer um comprova…

      1. Ronildo

        Há mais questões envolvidas, por isso nem tudo que parece é. Temos que ter perspicácia para decifrar estas questões emblemáticas.

          1. Ronildo

            Ohh sim. Não esquecendo que precisamos desenvolver perspicácia para entender as questões emblemáticas.

    7. Rafael Azevedo

      Se Federer passou a vencer mais o Nadal nas hards após “envelhecer” porque mudou a estratégia, então não é uma questão física. É uma questão de técnica/tática!

      Mas, você diz que com o Djokovic a questão é física. Inclusive dizendo que o Federer vencia Djokovic por causa do seu próprio vigor físico…

      Mas, o Nadal é aclamado por mundialmente por seu físico, além da atitude mental…

      Alguma coisa não está batendo nessa sua equação, Ronildo!

      1. Ronildo

        Na verdade houve outros fatores na equação, de maneira que esta amostra não foi absolutamente fiel aos fatos, visto o objetivo ter sido apenas elaborar um panorama razoável. Há outros elementos que decidiram de maneira implacável o resultado destes confrontos que são: o longo período que Federer ficou sem acompanhamento técnico, que com certeza, tendo este acompanhamento lhe seria apresentado o quadro estratégico dos confrontos; a monunocleose; a demora absurda em trocar a raquete e por último, por ser considerado o melhor de todos os tempos durante sua carreira, sempre houve uma enorme pressão que pesou contra ele.

        1. Carlo V. W.

          Ronildo: não adianta discutir com esse pessoal. Eles tem predileção por desportistas com cabeça de minhoca e pronto.

          Gostam de ir a algum site estatístico e baixar algum dado para comparação.

          Esse é o ganha-pão dessa galera: números, anti-vax, liberaçao de armas só pra poder comprar uma e poder exibir no churrasco e por aí vai…

          1. Ronildo

            Então Carlos, não sei se você está sendo irônico. De qualquer maneira eu fui questionado, de maneira inteligente, diga-se de passagem, pela Dulce, a respeito de minhas respostas não estarem à contento. Isso é verdade: com vou debater cada questionamento?

            Uma coisa que as pessoas não percebem é que se Federer fosse devidamente orientado, tanto na parte técnica como na física, ele teria um início de carreira tão bom quanto o Alcaraz. Mas não houve esta preparação e o primeiro grande título dele apareceu apenas aos 23 anos.

    8. Paulo Almeida

      Chega a ser engraçado tanta falácia e fuga da realidade. Federer, como um gênio das quadras e o melhor de todos os tempos, deveria ter percebido antes dos 35 anos que precisava de estratégia para vencer o Nadal, não? Rs.

      O “vencia sempre nas hards” eu já desmenti, mas ainda estou curioso para saber qual é o lado fraco do espanhol, a direita ou a esquerda.

    9. José Yoh

      Ronildo, na minha opinião:

      Fed. vs Nadal: O suíço sempre sofreu com bolas altas no revés. A partir do momento que passou a bater com a bola na subida e com Nadal acumulando diversas lesões sucessivas, passou a ganhar.

      Fed. vs Djoko: Até 2010, o H2H era amplamente favorável, embora os jogos não fossem fáceis. Depois disso o sérvio evoluiu técnica e mentalmente, virando o jogo alguns anos depois. Mesmo assim as partidas nunca foram fáceis.
      Abs

      1. Ronildo

        Tem o fator pressão também José. Federer praticamente sempre foi o “favorito” no jogo entre eles e sempre tinha mais a perder em caso de derrota.

        1. José Yoh

          Pode ser Ronildo, mas creio que após 2011, Djoko passou a ser o favorito.
          Ele perdeu a aura de invencibilidade que tinha anos antes, algo muito importante no tênis.
          Depois disso acho que foi um crescimento mental dos dois e um bloqueio do suíço mesmo, coisas do tipo “a idade chegou” (idade não é só uma diferença física), “não estou no meu melhor”, talvez.
          Pura suposição.
          Abs

          1. Ronildo

            Isso que você falou também concordo José. A época ideal para Federer vencer tudo foi antes de 2011 mesmo. Por isso que acredito que se ele tívesse uma preparação mais adequada para todo o circuito nesta época, com uma raquete que rendesse o circuito todo, inclusive no saibro, viajando com um técnico gabaritado, ele teria sido campeão de RG em 2004, 2005, 2006 e 2007.

  25. Marcelo Costa

    Após uma recomendação de um leitor do blog, fui ver o “pontaço” do Musseti, contra o Fokina, peço perdão por não dar o devido crédito a quem sugeriu o deleite que foi a jogada, mas saiba que mandou bem, quem quer que seja. Essa pra muitos malfadada padronização, eu vejo como normal, não faz sentido, pois, os tenistas estão velozes demais, agéis como nunca, o que compensa a tal “lentidão” do atual circuito. Toda comparação é leviana, mas ouso afirmo que nunca se jogou um tênis tão veloz, mesmo em quadras “padrões” como as atuais.

        1. Miguel BsB

          Essa aí foi minha mesmo rs…
          Tinha acabado de assistir esse pontaço, e resolvi recomendar pros amigos amantes de tênis do blog…
          Um dos pontos mais bonitos do ano, com certeza.

      1. Valmir da Silva Batista

        QUANDO ELE DEIXA de lado a enganadora Anna Kournikova, até acaba adquirindo um certo brilho…

    1. Luiz Fabriciano

      Finalmente um comentário completo enaltecendo o quanto o tênis moderno é mais veloz que o antigo, independente do tipo de piso usado.
      Mas já já vão dizer que as raquetes eram de madeira. E daí…

    2. Periferia

      Olá Marcelo

      Não entendi o comentário…
      Se vc aceita que as quadras ficaram lentas (padronização) a velocidade dos tenistas não compensa a “tal lentidão”… é o contrário.
      Quanto mais veloz o atleta mais lento fica o jogo (as quadras deveriam ficar mais velozes para compensar a evolução física dos atletas).
      O tênis de hoje será mais veloz que o de ontem e mais lento do que o de amanhã.
      É uma questão evolutiva.
      A atleta de hoje, fisicamente, sempre será melhor que o atleta do passado.

      Abs

      1. Marcelo Costa

        Coloco entre aspas, por achar uma imensa bobagem esses termos como padronização, lentidão, e todas as subjetividades que adoram trazer a tona, você mesmo trouxe os números da nba pra justificar menos títulos versus melhor jogador, e fomos premiados com pérolas tipo : ” stern fez o bulls, não jackson e jordan” ou que carisma conta, mas só pro suíço, mesmo a raquete do espanhol ser mais vendida ( não vou citar a parte técnica da babolat vs a Wilson do suíço), ou então como assinaram a petição pro sérvio jogar us open? Ou então 80% do circuito bate o revez com duas mãos, não teria influência do carismático suíço?
        Então eu “debocho” de tanto malabarismo passional como padrão de quadras, carisma entre outras distorções que só a paixão que se contrapõe a razão podemos ver por aqui.

        1. José Yoh

          Todos nós temos nosso lado passional, Marcelo. Algumas de suas colocações também não parecem lógicas para mim.

          Por exemplo, quem jogou com a Wilson Pro Staff do Federer e com a Babolat Aero do Nadal sabe bem porque a Aero é mais vendida.

          Revés de duas mãos é o estilo vigente hoje porque permite ângulos melhores, facilita em bolas altas e depende menos do ponto de contato que o de uma só mão. Tudo que o tênis moderno precisa.

          Carisma sempre foi importantíssimo para qualquer personalidade, atleta ou não. Coisas que tanto o sérvio ou Nadal tem, só depende do gosto.
          Um é pura raça e o outro, agressividade e determinação. O suíço esbanja elegância e equilíbrio.
          Abs

          1. Luiz Fabriciano

            Yoh, para ficarmos apenas no quesito carisma, toda personalidade depende dele para ser querida. Mas, o que não devemos comungar é que A é mais que B por ser mais carismático. Como se mede, mesmo sendo B mais vencedor que A, inclusive no confronto direto?

          2. Marcelo Costa

            Mas então porque gastamos tanta energia debatendo o subjetivo? Qual a razão de ficarmos post atrás dd post tentando convencer que seu goat é mais goat que o meu? Aliás lógica aqui é u. Nick que de lógico não há nada.
            Debates vazios, dos quais eu participo, mas não fico tentando justificar sempre tudo a todo mundo, até chegar na ofensa covarde, isso vale a pena?
            Sobre o uso da raquete e do revez, foi só pra mostrar que dá pra ficar no “se” justificando tudo, até o limite do respeito.
            Mais tênis e menos tenistas, alguns conseguiram ver o futuro em meu texto, outros ficaram no passado.

          3. José Yoh

            Fabriciano, sobre o carisma, ele não deve ser medido porque não há como. É puro gosto pessoal.
            Mas dizer que as pessoas não levam em consideração isso para eleger um GOAT não é verdade. Tanto que mesmo com números tão favoráveis estamos debatendo isso aqui. Há décadas de discussões sobre os melhores de outros esportes, envolvendo números, personalidade e importância da pessoa. Essas coisas elevam o patamar do atleta para LENDAS.
            Abs

          4. José Yoh

            Marcelo, tenho você como um dos mais ponderados por aqui, desculpe se o ofendi com alguma frase mal escrita.
            Realmente é comum chegar na ofensa apenas prolongando um debate que sabemos que não vai ter fim. Por isso tento selecionar melhor a quem responder.

            Os exemplos dados eu rebati porque achei que valia a pena esclarecer alguns pontos técnicos importantes para o conhecimento de alguém. Não queria que outros pensassem que uma Babolat Aero é mais vendida porque o Nadal tem mais carisma, por ex. Ela é popular porque é muito mais fácil para um amador manusear.
            Abs

      2. Sérgio Ribeiro

        Onde assino, caro Periferia ? . Eta coisa difícil para certos “ especialistas “ entenderem… Abs!

  26. Valmir da Silva Batista

    A ENGANADORA SOFIA KENIN já não jogava porcaria nenhuma, mas com o seu treinador, namorado e agora também bandido Max Wenders desempregado, é que ela vai pro ralo mesmo. O talzinho, que fazia parte de um esquema de manipulação de resultados, foi descoberto, julgado e penalizado com suspensão; o veredito? Doze anos de afastamento do circuito. E pensar que a patricinha americana nascida na Rússia, dispensou seu pai enquanto treinador, para ficar com o crápula holandês travestido de coach, aliás, isto me faz lembrar de “Dormindo Com o Inimigo”, filme de 1991, dirigido por Joseph Ruben. A partir de agora, a nova Anna Kournikova, com um título de Grand Slam que a fez ser vista como um primor de tenista por muitos desavisados, inclusive neste blog, está num mato sem cachorro, e não se trata aqui de nenhuma referência à grama sagrada de Wimbledon, a respeito do qual eu jamais soube que algum cão tenha invadido a relva ilustre. Coitada da nova Eugenie Bouchard, achou que jogava bola pra caramba e que sabia fazer escolhas, a propósito, isto remete ao belo cult-movie “A Escolha de Sofia”, filme de 1982, que foi dirigido por Alan J. Paula, só que no caso da abobada Kenin, a escolha foi ruim…

      1. Valmir da Silva Batista

        CARLO V. W., sim, sou bom pra caramba nisso? Por que? Algum problema? Vai sugerir censura e consequente tesourada à la anos 60 e 70, a exemplo do que já andou fazendo com meus comentários o proprietário deste blog? Aliás, ele jura de pés juntos que este é um espaço democrático, no entanto, às vezes não parece. Mas manjo de cinema sim, e espero que o seu comentário pouco claro, seja no sentido de considerar que isto é algo interessante…

    1. Ronildo

      Valmir, nenhuma ganhadora de grand slan pode ser chamada de enganadora. Por um bom tempo foi muito difícil vencer a Kenin, porém infelizmente ela está perdendo o rumo da carreira. Tomara que volte ao seu melhor nível.

      1. Valmir da Silva Batista

        RONILDO KOURNIKOVA, não desmereço o ganho de um Grand Slam, porém, eu gostaria de entender qual a relação entre ganhar um torneio de tal porte e jogar bola pra caramba? O que importa é mostrar qualidades em sequências longevas, de preferência contra adversários de status mais elevado e, por fim, conquistar outros torneios, que foi tudo o que a enganadora( !!! ) Sofía Kenin não fez, ou não vem fazendo, em que pese ter se ausentado do circuito por alguns meses. Avalio muito bem a importância que tem os números na trajetória de um tenista, mas qual o sentido de vencer apenas um( !!! ) Grand Slam e isto ser considerado uma boa régua para medição da qualidade de um tenista? Isto serve para você, que gosta de se limitar a clichês e vicissitudes do mundo do tênis, a exemplo da maioria neste espaço, que fica remoendo o besteirol sobre o goat e a esparrela enfadonha do big-3. Como assim, não pode ser chamada de enganadora só porque conquistou um Grand Slam? Isto é pouco? É muito? Não, meu caro, é um Grand Slam, entende? Vou lhe dar um exemplo envolvendo aceitação e “negação” de um Grand, quanto a jogar tênis com ou sem qualidade: o holandês Richard Krajicek venceu Wimbledon/1996 e Carlos Alcaraz não tem nenhum torneio deste porte. O primeiro pode ser chamado de Richard, que é o máximo que lhe cabe; ja o outro( ? ), não é apenas Carlos na ordem das coisas, é Alcaraz. Claro que o espanhol precisa vencer um ou mais Grand Slam, para estar no mesmo patamar de um Pete Sampras ou uma Serena Williams, por exemplo, mas ouso afirmar que ele joga bola pra caramba, enquanto Richard…quem foi Richard, ou até Krajicek, como queira? No mais, torço para que meu exemplo bem discernido lhe tenha alguma serventia…

        1. Ronildo

          Valmir, um grand slam é como uma medalha olímpica
          Quem chega lá coloca seu nome na constelação dos heróis das grandes façanhas. É um seleto grupo. Algumas tenistas alcançam a glória muito cedo como Raducanu, Kenin e Bianca Andreescu. Outras mais tarde como Francesca Schiavone, Flavia Pennetta e Caroline Wozniacki. As 6 são igualmente gloriosas.

          1. Valmir da Silva Batista

            RONILDO, sua avaliação, mais uma vez, se configura muito pobre. Uma medalha olímpica tem muito mais relevância que o ganho de um único Grand Slam, já que a Olimpíada é um evento que ocorre de quatro em quatro anos, ao passo que, neste mesmo período, há dezesseis possibilidades do tenista erguer um troféu valendo dois mil pontos. E mais: enquanto você alude a essa bobagem de “seleto grupo”, sugerindo uma exclusividade escrota, porque tem aspecto de burguesia, eu me refiro a algo totalmente diferente, eu falo sobre tênis e não a respeito de um clubinho fechado; falo sobre tênis, enquanto você fala de status, em razão do tal de “seleto grupo” que você montou, certamente com base no sentido de exclusão…

  27. Sérgio Ribeiro

    Sinceramente não vejo nenhuma relação com a volta de Novak a Laver Cup ( 2018 ) e de Nadal ( 17 , 19 ) , com possível despedida de Federer . Somente Murray vai debutar na competição ( dono da casa ) .No dia 10 de julho ele foi bem claro ao Eurosport : “ Penso no meu retorno todos os dias “ . Depois afirmou que 2023 vai depender de ser competitivo. Inscrito no ATP 500 de Basel , vai ter a noção exata se ainda retorna a WIMBLEDON 2023 . E’ mais fominha que Jimmy Connors que jogou até os 44 sem ser competitivo ? . Não acredito. Quanto a ALCARAZ o vejo mais das “ hards “ que do Saibro. Teremos , a meu ver , uma disputa entre os Espanhóis pelo N 1 se Rafa Nadal se recuperar. Tudo e’ óbvio se o Sérvio continuar teimoso… rs . Abs!

    1. Valmir da Silva Batista

      SÉRGIO RIBEIRO, o nó cego do Novak Djokovic irá participar da Laver Cup/2022, porque precisa passar um verniz na imagem de cara de pau que ele deixou transparecer nos últimos tempos, ou seja, ele quase que obrigatoriamente tem que fazer parte de alguns eventos, se quiser limpar sua barra, após ter cometido tanta barbeiragem de 2020 para cá, e como o momento é mesmo de fazer faxina, até um cala boca no encosto que é o seu pai, ele tem conseguido, já que Srdjan Djokovic não é um propriamente um pai, mas sim um palhaço que fala merda pra caramba e disputa, em pé de igualdade, com Neymar pai, quem é o pior progenitor de esportistas do mundial. Dito isto, Sérgio, faz sentido que Djokovic se junte a Federer, Murray e Nadal, para participar da Laver Cup/2022…

    1. Valmir da Silva Batista

      JOÃO ANDO que parece que desanda, isso é pergunta que alguém que acompanha tênis faça?! Se Roger Federer tivesse anunciado sua aposentadoria, até minha cadela( Kira ) saberia, mas obviamente do contrário, ela está ciente. Você só pode estar de brincadeira, ao supor que vivemos na era da pedra lascada, desprovidos de internet e, por conseguinte, sem o deus Google para socorrer desavisados como você. Nesse caso, ao invés de raquete, os tenistas fariam uso de porretes, para golpearem as pedras no lugar das bolinhas atuais. Pelamô, né?!!!

      1. joao ando

        valmir …eu nem sei o que podcast por isso quando vi algo sobre aposentadoria ,achei que ele tinha parado mesmo ;sou muito ruim nesse negocio de informatica, comprei um smartwatch agora e estou levando uma surra desse relogio

        1. Valmir da Silva Batista

          JOÃO ANDO, sugiro que ouça rádio, assista TV e compre jornais, já que você apanha da informática. No mais, torço, de coração, para que aprenda a lidar com seu novo brinquedinho…

          1. José Yoh

            Bons tempos quando não tínhamos essa interatividade tão viciosa e pouco agregadora.
            Com certeza o pior brinquedo que o ser humano já inventou. E olha que ele é craque nisso.
            Abs

          2. José Yoh

            Veja só Paulo, nós dois perdendo tempo aqui trocando frases pouco agregadoras em nossas vidas.
            A nostalgia pode ser chata mas há muita coerencia no que escrevi.

            Se você citar 10 vantagens, posso citar outras 10 desvantagens criadas por essas 10 vantagens.

            Por ex. o conhecimento fácil e disseminado virou um monte de fake news já que cada um argumenta como quer com os dados que obtém da net. Veja só este blog.
            Ou se é mais fácil e rápido pedir socorro para salvar alguém, por outro lado gera chamadas desnecessárias ao hospital tão lotado. Pior ainda é que as pessoas se automedicam lendo dicas do whatsapp.
            Se podemos trabalhar em casa, temos a nossa própria cobrança em entregar nosso trabalho. Não andamos mais nem para pegar um café. E etc. etc. etc…
            Abs

  28. Luiz Fernando

    Dalcim não sei se vc acompanha os tenistas via Instagram mas Rafa tem treinado regularmente na academia dele. O detalhe, segundo os caras q postam, é q não tem servido. Assim, creio q a definição sobre ir ou não ao Canadá deverá ser tomada na semana q vem, se tiver condições de servir normalmente. Mas não está descartado a hipótese de estar ausente…

    1. José Nilton Dalcim

      Não acompanho tão de perto, mas acho que Nadal está no processo correto para recuperação. Lembre que isso também aconteceu antes de Wimbledon, em que ele só começou a forçar o saque na reta final de preparação.

  29. Luis

    Dalcim, de todos os jogadores, o Djoko é o que menos se machuca, você tem alguma ideia de como ele faz isso e quanto tempo você acha que ele ainda pode jogar nesse nível? Digo, pois para mim parece que ele pode jogar mais tempo do que o Federer

    1. José Nilton Dalcim

      Djoko tem tido problemas de contusão ao longo dos últimos tempos, Luís. O do cotovelo foi bem sério, ainda que felizmente não tenha obrigado uma cirurgia. Federer até se machucava muito pouco até ter o problema sério nos joelhos.

        1. José Nilton Dalcim

          A rigor, foi sim. Mas nas próprias palavras do Djoko ele fez uma ‘small medical intervention on my elbow’, que não é exatamente a mesma coisa de uma cirurgia em si.

        2. Paulo Almeida

          Luiz,

          Na verdade, a pequena intervenção no cotovelo foi depois do AO 2018. Ele saiu do circuito após WB 2017 e fez um tratamento convencional, que não surtiu efeito. E parecia que nem assim seu problema havia sido resolvido, pois voltou perdendo pra Daniel, Paire, Thiem (ok), Klizan e Edmund; só em Roma deu indícios de melhora, mas aí chegou em RG e perdeu pro Cecchinato, rs. A redenção real só veio em Wimby mesmo.

          Abs.

      1. Paulo F.

        Perfeito comentário, Dalcim.
        Federer foi o tenista mais saudável que eu vi.
        Mais do que o próprio Djokovic – que eu acho um fenômeno também neste aspecto.
        Só começou a sofrer com lesões com o extremo avanço etário, desportivamente falando, que fique bem claro.

    2. Alessandro Siqueira

      Luis, tenho para mim que o biotipo de Djoko foi forjado para o esporte. Ele parece ser naturalmente magro, tanto que aos 35 demonstra uma compleição física muito parecida com a que exibia nos primeiros anos de circuito. Murray amealhou muitos quilos, o que sobrecarrega quadril e joelhos. Nadal também parece pesar bem mais. Já li coisas nesse sentido e elas parecem fazer sentido. Dalcim ressaltou bem a questão do cotovelo, o que o obrigou a mudar a mecânica de golpes, sobretudo o saque. Ainda assim, para quem está há quase duas décadas no circuito, ele parece ser disparado o jogador que ficou menos tempo afastado por questões de saúde.

    3. José Yoh

      Djoko utilizava uma câmara hiperbárica que aumentava o poder de recuperação do físico após cada partida. Não sei se utiliza ainda, já deve ter coisa melhor.

      Também é dono de ações de um laboratório de pesquisa para tratamento da Covid, então deve ter acesso à drogas legais para recuperação física. Veja bem, isso é uma conclusão minha. Puro achometro.

      Sua elasticidade – muito importante para evitar lesões – é absurda, então o biotipo e as técnicas de condicionamento atuais ajudam também.
      Abs

  30. Paulo Almeida

    SporTV está reprisando as finais de Roland Garros e Wimbledon. É sempre bom para rever de forma analítica e sem carga emocional.

  31. joao ando

    dalcim ;por que meu comentario da luisa stefani foi retirado ? no site da linha de comentarios ? grato joao ando

        1. João ando

          Foi no site .sobre a Vitória da Laurinha e eu falei que ia chegar ao top 100;depois top80 ,depois top50 e depois ao top 25…..Não fiz nenhum comentário com palavras baixas

  32. Jeferson

    Dalcim se for dar um palpite hoje,Medvedev é o favorito para o Usopen?Sou torcida do Novak,gostaria muito que ele pudesse jogar o Usopen,mesmo ele jogando ainda colocaria o Medvedev como favorito hoje,e o Zverev joga o Usopen 2022?

    1. José Nilton Dalcim

      É muito cedo para avaliar as chances de cada um, Jeferson, mas se fosse exatamente agora, sem Djokovic e com Nadal incerto, eu diria que certamente o atual campeão é o maior candidato.

    1. Valmir da Silva Batista

      PAULO H, que diabos de perguntas são essas?! O que poderia haver de ilegal num cidadão brasileiro ir morar na Espanha?

        1. Valmir da Silva Batista

          PAULO H, você não disponibilizou esse detalhe na sua pergunta, que continua sendo tola, porque se trata de algo que não faz sentido você perguntar ao proprietário desta casa, pois toda a besteirada cometida pelo enganador Thiago Wild e consequentes sanções, são de fácil acesso no deus Google. Mas creio que entendi o seu intento, é chegado numa boa ação fisiologista com o chefe, né?

          1. Paulo

            Por que não procurou no Google o “detalhe” que vc desconhecia mas que obviamente estava implícito na indignação do Paulo H?

        2. Valmir da Silva Batista

          PAULO H, que você quer ficar em paz eu acredito e acho legítimo, mas você não respondeu meu comentário de forma pesada por mera hipocrisia, ou seja, é chegado em dourar a pílula, em maquiar situações…

          1. Valmir da Silva Batista

            PAULO II GRUDADO NO PAULO H, engano seu, não há nenhum enunciado ou ensejo nas entrelinhas do comentário do seu irmão gêmeo. Caso houvesse, eu certamente recorreria ao deus Google, para entender o que quis dizer Paulo, o primeiro, que supôs ter dito algo implícito, no entanto, não disse nada com nada, neste aspecto, apenas encheu linguiça verbal…

          2. Paulo

            “De forma pesada”. Vc responde todo mundo de forma pesada e parece não se dar conta. Pior, ainda se acha autêntico e objetivo e contra o sistema e o mais inteligente por isso.

          3. Valmir da Silva Batista

            PAULO SEM H, eu sabia dos processos contra o enganador Thiago Wild, mas não tenho bola de cristal, para me aperceber dos mesmos através do comentário mal escrito pelo Paulo com H…

          4. Valmir da Silva Batista

            PAULO SEM H, claro que respondo algumas inserções de “colegas” comentaristas de “forma pesada”, eu não tenho sangue de barata como você e o seu homônimo. E não pense que você me ofende com isto. Ora, se afirmei que o Paulo com H não se reportou a mim de forma pesada num determinado momento, por ser ele hipócrita, é óbvio que não seria também eu provido da mesma hipocrisia, discordando da sua afirmação de que me reporto de “forma pesada”. Agora, por favor, sinta-se bem ensinado…

  33. Jeferson

    Dalcim o que acontece com torneio de Hamburgo,torneio tão tradicional e importante até os dias de hoje,e que já foi um master 1000 antes da mudança de nome,falo isso em relação a data,não deveria ser na mesma semana de Barcelona,antes de Madrid,Roma e Roland Garros,com certeza teria mais apelo aos tenistas de ponta,o que acontece,os organizadores não querem mudar a data ou não conseguem encaixar a data na fase mais importante do saibro,a ATP tem culpa nisso?

    1. José Nilton Dalcim

      Desde que Hamburgo foi rebaixado para 500 e Madri entrou no calendário do saibro isso tem acontecido, Jeferson, portanto já faz muitos anos. Sempre existe um diálogo entre organizador e ATP, portanto imagino que o deslocamento foi consenso. Seria difícil manter o torneio junto outros três Masters e mais o 500 de Barcelona.

      1. Jeferson

        Uma pena que Hamburgo tem sido escanteado assim,creio que o dinheiro deva ser a fator principal,Dalcim Hamburgo está mais para Roma ou Madrid,na questão do saibro para preparação para Roland Garros,como vc diz Roma é bem mais parecido com Roland Garros e Madrid completamente diferente a preparação,eu preferia Hamburgo a Madrid mas só quem de gosto mesmo,Dalcim em termos de saibro qual é ou era mais preparatório/próximo para Roland Garros,Madrid ou Hamburgo,tem diferença?

        1. José Nilton Dalcim

          Hamburgo é bem mais frio, está mais para Monte Carlo, porém ainda me parece mais próximo a Paris do que Madri. Os organizadores no entanto estavam com dificuldades com o alto custo de um Masters 1000, que tem premiação e exigências muito maiores, Jeferson.

  34. Oswaldo Euclydes Aranha

    Incrível como um dos detratores não consegue esquecer Djokovic, ele está ausente dos torneios, mas para ele não importa, se não falar mal dele não consegue nem dormir; tenho até pena pensando em seu sofrimento e frustração.

  35. Ronildo

    Decisão do UsOpen1989 entre Navratilova e Graff, as duas jogando um tênis mais rico, primoroso, com mais recursos e habilidades jamais vistos em Djokovic, que por um fator de tempo+adversários pouco gabaritados, bateu recordes importantes no tênis.

    https://youtu.be/2eTd6bGiaBU

    1. Paulo Sérgio

      Chora freguesão. De 16 a 1 no final de 2010, Djoko virou e agora está 21 a 20 e contando. Ah e ainda ganhou 4 vezes do freguesão em finais de slams.

      1. Ronildo

        Sim Paulo, quando Federer era mais jovem, aliando juventude com sua técnica e habilidade, constituía uma barreira intransponível para a correria e regularidade de Djokovic, mas as coisas se inverteram quando a idade de Federer passou dos 30.

          1. Paulo Sérgio

            Engraçado que a idade de Federer não pesou contra Nadal, a partir de 2017. Além disso, Djoko 9 slams depois dos 30 anos. No entanto, suas desculpas não impressionam, pois você adora culturar derrotados que jogam bonito, como a seleção de 1982.

          2. Sérgio Ribeiro

            Cara , jura que já eras nascido em 82 ??? . Incrível que o Mundo do Esporte ( Guardiola incluso ) , se deleitam com aquele futebol , e o torcedor modinha sempre repetindo a frase de quem não conhece nada da matéria. A Itália até hoje quando celebra a vitória histórica, não chama os Alemães. Pra eles a presença dos maiores oponentes e’ muito mais importante e tem sempre vários daquele TIMAÇO In loco na festa . Na boa , daí teus comentários sobre Tênis batem direitinho… Abs!

          3. Paulo Sérgio

            O maior time da história é a seleção de 1970 (magia e espetáculo aliados a resultado em campo). Boa parte dos jogadores de 1982 jogaram em 1986 e nem alcançaram as semifinais em nenhuma das duas copas. Os italianos foram campeões e é natural que celebrem a vitória contra a seleção que é a maior vencedora de Copas do Mundo. Obrigado Pelé, Garrincha, Romário e Ronaldo Fenômeno, entre outros.

          4. Paulo Sérgio

            Quero, inclusive, pedir desculpas ao terceiro maior vencedor da história do tênis, com 54 bit titles. Roger Federer, um multicampeão, não merece ser comparado com uma seleção que nem ganhou Copa América. Resultado em campo vale mais do que opinião romântica de torcedores. Obrigado Bebeto e Romário por terem acabado com nosso jejum de 24 anos.

          5. Ronildo

            Então Paulo Sérgio, para Federer, vencer Nadal na dura sempre foi mais fácil do que vencer Djokovic. Nadal tem um lado mais fraco que o outro e Djokovic não tem. O problema de Federer com Nadal é que durante muito tempo ele não aplicou estratégia nenhuma contra Nadal, entrava apenas com sua habilidade e seu jogo intuitivo. E a partir de 2017 ele foi mais estratégico contra neste embate. Contra Djokovic a coisa foi imutável e irremediável: a habilidade e a juventude de Federer sempre foi suficiente para vencer Djokovic, mas a coisa mudou de figura depois dos 30 de Federer.

          6. Sérgio Ribeiro

            A Seleção de 82 , já envelhecida em 86 , e com seu principal jogador baleado e no banco , somente tomou um gol nesta Copa e saiu invicta . És um resultadista de plantão e somente acertastes , a meu ver , na Seleção de 70 como a melhor de todas . Pra teu governo Tele Santana foi eleito esta semana , como o maior Treinador Brasileiro de Todos os Tempos . Este com certeza não é “ goat “ paraguaio kkkkk. Abs!

          7. Paulo Sérgio

            Esqueceu que Telê ganhou um caminhão de títulos pelo São Paulo? Se a seleção de 1982 ganhasse a Copa do Mundo, ele seria o melhor da história. Percebeu que conquistas são importantes?

          8. Luiz Fabriciano

            Sérgio Ribeiro, qual foi a vantagem da seleção de 86 ter tomado apenas um gol e ter sido “ELIMINADA” de forma invicta?
            A Argentina foi campeã dando um banho na Inglaterra pelo caminho, com gol de mão até.
            O que o Paulo Sérgio tentou esclarecer, por mais de uma vez, porém em vão, que apesar dos shows dado em 82 – eu também adorava – perdeu o único jogo que não podia e foi eliminada. O que importa é o título e cá entre nós, é bastante prazeroso convidar para festas nossos derrotados, não achas?
            Queria ver era brasileiros convidando italianos para qualquer coisa depois daquele jogo. Teve gente que se pudesse, matava todos, rsss.

        1. Paulo Almeida

          Era tão fácil o Federer vencer o Nadal nas hards que estava 9×6 pro espanhol até a final de Basel 2015, com 3×0 no Australian Open.

          Sim, o forehand do Nadal era seu lado fraco e o backhand do Federer seu lado forte, kkkkk.

        2. Valmir da Silva Batista

          RONILDO FENÔMENO E PAULO SÉRGIO DO ESPÍRITO SANTO( o estado ), vocês têm água de coco na cabeça? Será que, pelo fato de um gostar de Federer e o outro de Djokovic, ambos necessitam demonstrar incompetência para reconhecer que o suíço foi muito bem contra o sérvio e que o sérvio também foi muito bem contra o suíço, nas mais de 40 partidas entre eles? Eu detesto o Djokovic, mas reconheço que ele joga bola pra caramba e não é melhor que Roger; por outro lado, gosto muito de Federer, pois ele joga bola pra caramba, no entanto, sem ser melhor que Novak. Aprendam uma coisa: melhor é quando um tenista é muito superior a “X” ou a “Y”, e não é caso aqui, em se tratando dos dois tenistas em questão, ok? Os dois são muito bons…

          1. Paulo Sérgio

            Valmir,

            Quem tem água de coco na cabeça é você. Djokovic é melhor porque tem 64 big titles contra 54 de Federer. Tem vantagem de 13 a 6 em finais e 27 a 23 no total de confrontos. Além disso, reverteu uma vantagem de 16 a 1 em slams para Federer no final de 2010 para 21 a 20 pró-Djoko em 2022. Convém ressaltar que está 4 a 1 em finais de slams e desse total, três foram em WB. Como Djoko não pode ser melhor?

      1. Ronildo

        A habilidade de Djokovic nem se compara com as habilidades de Graf e Navratilova Paulo. Observe como a Navratilova tira a bola de baixo, próximo à rede, fechando o ponto no mesmo golpe. Igual entre os homens, somente Federer faz assim com uma técnica tão apurada.

        1. Paulo Almeida

          Realmente não se compara: a do sérvio é muito superior. Nesse vídeo que postei ele acerta um bate-pronto espetacular contra o Norrie, como já faz tantas outras vezes.

      2. Valmir da Silva Batista

        POBRE DIABO, sem o banco de dados à base de matemática como inspiração, seríamos apenas criaturas amorfas, ele próprio incluso…

    2. Valmir da Silva Batista

      RONILDO, parabéns pela bela lembrança da final feminina do US Open de 1989 entre Martina Navratilova e Steffi Graf. Estou me referindo a isto de forma bem destacada, porque este blog dá pouquíssimo espaço ao tênis feminino. Em linhas gerais, os colegas comentaristas, quando se permitem, escrevem a respeito beirando a misoginia, além do próprio DALCIM cometer umas barbeiragens que sugerem o mais infame sentido de exclusão, haja vista não ter escrito sequer uma linha sobre o título conquistado por Garbiñe Muguruza no WTA Finals/2021, em novembro, e, mais recentemente, no caso, de domingo para cá, não fazer nenhuma referência ao título da Bernarda Pera em Hamburgo( o segundo em apenas uma semana ) sobre a segunda colocada do ranking, Anett Kontaveit. Obviamente, não estou querendo forçar pautas para cima do dono da casa, como dizem alguns dos meus inimigos neste espaço, mas que é sacanagem não tratar o tênis feminino de forma parelha ao masculino, isso é. Ou um título de WTA Finals é algo tão irrelevante assim? Não é algo a se destacar, a número 81 do ranking conquistar um troféu sobre a segunda colocada desta mesma lista? É isso, meu caro, e parabéns pelo sugestivo comentário mais uma vez…

      1. Maurício Luís *

        Não vou discordar de você, prezado Valmir, sobre certos assuntos não terem entrado em pauta. Nisto concordo. Mas não conheço blog perfeito que satisfaça as exigências de 100% dos internautas. Com certeza você que é inteligente deve ter procurado algo melhor e não achou. Pelo menos quanto ao dinamismo na moderação, eu considero o Dalcim nota 10. Um exemplo: nada contra o Chiquinho, mas você já notou quanto tempo ele leva pra fazer a moderação? Nem é crítica, acho que é o modo de trabalho dele. Mas só pra efeito de comparação.
        Certa vez citei um exemplo que você nem gostou, mas atrevo-me a repeti-lo porque acho que tem a ver com o seu modo de encarar certas coisas. Alguém mostra uma folha branca com a palavra “azar” escrita em baixo bem na beirada.
        – O que você está vendo?
        – Tô vendo a palavra azar!
        – Mas e a folha branca, você não está vendo?
        Então é isso.
        Ah, e já abri meu guarda-chuva blindado aguardando a sua réplica… rs

        1. Valmir da Silva Batista

          MAURÍCIO LUÍS, qualificar o blog do Dalcim, tendo como régua a comparação com similares e não pelo seu real valor em si, é como fingir que não há nenhuma anomalia em voga, e o que é pior, você comete a grosseria de citar o nome do blogueiro Chiquinho de forma negativa, como configuração alternativa à mesma suposta qualificação. Uma coisa é você talvez não gostar das postagens do colega do Dalcim, ou do tempo longevo entre as mesmas, já outra, totalmente diferente, é mencionar seu trabalho como uma das partes podres do universo blogueiro do tênis, utilizando seu nome como se se tratasse de refugo. Ao tentar defender o dono desta casa através do fisiologismo que grassa nas dependências da mesma, o que você conseguiu passar foi a imagem de um tipo que faz de tudo para agradar o chefe, e isto, meu caro, é o que mais faz com que eu me afaste de quem se presta a tal papel. Sequer agradecerei pelos elogios que fez à minha inteligência, pois os seus disparates a outrem me soaram tão irritantes, que prefiro me colocar no lugar do Chiquinho, por você vilipendiado. Pela sua defesa espúria ao modus operandi deste espaço, creio que o proprietário do mesmo deve estar lhe esconjurando, e com razão, até porque, nenhum barbado, em sã consciência, se sentiria confortável com puxa-sacos lhe fazendo a corte com tanta lambeção…

          1. Maurício Luís *

            Prezado Valmir, reproduzo um trecho do que escrevi acima: ” Nem é crítica, acho que é o modo de trabalho dele. Mas só pra efeito de comparação.” Qualquer pessoa que leia vê claramente que eu não quis desmerecer o Chiquinho. Estes adjetivos que você usou… ” partes podres”, “refugo”, “vilipendiado”, são coisas que nem me passaram pela cabeça, e sim pela sua.
            Porém não vou rebater os demais adjetivos a mim dirigidos. Não concordo, mas quem acompanha as suas postagens percebe claramente que sua cabeça não muda. Podemos ficar aqui fazendo réplicas e tréplicas infinitas, que você sempre vai querer se sentir o vencedor da discussão, como de costume, recorrendo a adjetivos ácidos.
            Mas continuo respeitando sua pessoa. Democracia é isso.

          2. Carlo V. WAGEM

            Oi Valmir, tudo bem? Tamo aqui na torcida pra você achar um Blog melhor ou que te agrade mais!

            Fingers crossed!

            😉

          3. Valmir da Silva Batista

            MAURÍCIO LUÍS, não adianta recuperar trechos da sua verborragia, continua sendo grosseira do mesmo jeito, já que para qualificar “X” você não tem que afirmar que este é melhor que “Y”, e foi isto o básico exposto em seu comentário. Ah, não fez uso dos adjetivos que citei em meu comentário? Não foi necessário, né? Acha que só porque utilizou luvas de pelica em seu rocambole dissertativo, todos os leitores são desavisados e não perceberão que você supõe engenhosidade verbal? Era só dizer que o blog do Dalcim é o melhor, ou coisa parecida, e não fazer do blog do Chiquinho ou do seu nome sparrings…

          4. Valmir da Silva Batista

            CARLO V. WAGEM, você não entende nada mesmo, né? Eu não estou à procura de “um blog melhor”, eu gosto do blog do Dalcim, o que faço é “apenas” descer a ripa, quando há postagens de conteúdo ruim, ou quando não há postagens sobre o que é atribuição do blog cumprir, e isto o faço porque este é um espaço de foro público e sobretudo porque não tenho a menor pretensão de ser soldadinho amestrado, por achar que assim o chefe irá gostar de mim. Em contrapartida a isto, já postei aqui inúmeros comentários com deferência a alguns artigos do Dalcim, bem como a comentários dos meus “colegas”. No mais, sugiro que você faça um curso de interpretação de texto, para se reportar de forma não tão desguarnecida, como nesse seu último comentário…

          5. Maurício Luís *

            Valmir, deixarei que os demais internautas leiam o que escrevi e o que você me deu de resposta e vejam quem tem razão. Deixarei também que você se sinta o vencedor da discussão. Parece que isto lhe faz bem…

          6. Viktor

            Valmir falando de grosseria alheia sendo o mais grosseiro e prolixo (e vocabulário pedante-apesar de com certeza achar que, por ter muito vocabulário, é um bom escritor) do blog.

          7. Valmir da Silva Batista

            MAURÍCIO LUÍS, em primeiro lugar, não estou em posição de ser julgado por ninguém, e se você se submete a este tipo de situação, é porque necessita de aprovação de terceiros, o que revela insegurança, no que se refere às postagens que veicula. E mais: não estou participando de nenhuma rinha com você, para que me venha com essa bobagem de que penso em vencer nosso debate, “apenas” sou um cara direto, transparente e autêntico, o que o faz confundir com a ideia de que estamos num ringue, nesse caso, você está cumprindo um monólogo, uma espécie de Mike Tyson dando porradas na sombra e arrancando, à base de dentadas, a orelha imaginária do fantasma de Evander Holyfield. Mas ainda que eu estivesse disputando retórica com você, não teria muita graça, você não tem a menor condição de fazer frente a mim. Só espero que os que você pede para avaliá-lo( não eu ) tenham pena e lhe aprovem a contento…

          8. Maurício Luís *

            ” … você não tem a menor condição de fazer frente a mim ” – Puxa, Valmir, que poço de modéstia.
            Seus textos pacifistas irradiam serenidade. O Brasil nunca teve um ganhador do Nobel. Acho que seria o caso do pessoal aqui do blog tomar a iniciativa de um abaixo-assinado pra indicá-lo ao Nobel da Paz. Com você, sairíamos do zero. Parabéns!
            Só não sei se é um dom natural seu ou se fez algum curso zen-budista em algum mosteiro do Tibete.

          9. Valmir da Silva Batista

            VIKTOR, segue trocadilho do adjetivo por você utilizado, para tentar( ! ) esculhambar o dom que tenho da escrita, ou seja, estou transformando “prolixo” em: já pro lixo!!

          10. Valmir da Silva Batista

            MAURÍCIO LUÍS, reitero o que disse num dos meus comentários anteriores, já que não adianta você ficar tagarelando no teclado, ou seja, não faz mesmo frente a mim. Portanto, fica na sua que é melhor, ok?

    3. Luiz Fabriciano

      Na lista dos poucos gabaritados consta um tal suíço, responsável diretamente por no mínimo 6 GS na conta do sérvio.

      1. Ronildo

        Mas veja que os embates entre eles é bem aparelho, tanto em números de vitórias como nos placares das partidas. Na verdade, quando Federer era mais jovem, vencia Djokovic com facilidade, com placares mais elásticos. Porém quando Federer passou dos 30, que é uma idade crítica para atletas, Djokovic se aproveitou de ser 6 anos mais jovens e conseguiu não só equilibrar, mas até passar Federer.

        1. Paulo Almeida

          O único placar elástico foi naquele jogo da Davis de 2006. E o sérvio também aplicou aquela surra na semi do AO 2016, ou seja, nada de apertado.

          Mais uma falácia negacionista: 30 anos é uma idade tão crítica que o Djoko ganhou 9 Slams depois dela e o Nadal 8. Interessante, para o espanhol 5 anos mais novo (jogador da mesma categoria do Djoko) a idade não pesou em 2017 nas hards e na grama em 2019. O problema era com o sérvio mesmo.

    4. Luis

      Djokovic nunca vai ter um jogo vistoso, tipo esse jogo que vimos entre o Musetti e o Alcaraz, um espetáculo do começo ao fim. Normalmente vai ser chato pra caramba e cheio de catimba, na minha opinião. Mas que é o tipo de jogo mais eficiente possível, isso sim podemos falar e dai que vemos os resultados incríveis que ele tem tido.

      1. Paulo Almeida

        Vixe, mais um chorão e negacionista dos fatos. Aliás, você que estava chorando com as idas ao vestiário do sérvio, né? Na final ele foi depois do terceiro set, com 2×1 no placar. Curioso.

        No mais, sugiro que assista aos lances maravilhosos e ultravistosos do mais completo da história no vídeo que postei.

        Abs.

        1. Luis

          Puxa, eu acho o jogo dele chato de ver, as vezes faz lances incríveis , no nível do grande jogador que é, mas esta longe de ser a regra.
          Tem gente que gosta, sem problemas.

          1. Paulo Almeida

            Uma série de grandes jogadas em TODOS os jogos agora virou “às vezes”, rs. O vídeo é só o resumo do resumo. Já se vê que é mais um que não acompanha o sérvio, como alguns que continuam desaparecidos até hoje.

            De qualquer forma, NENHUM jogador vive só de lances mirabolantes e essa final de Hamburgo citada por você foi repleta de erros não-forçados bisonhos de ambos os lados.

          2. Luis

            Federer também fazia um monte de erros não forçados bizonhos e nem por isso deixou de ser um dos jogadores mais legais de se ver jogar. Como disse o Djoko tem um jogo catimbeiro e chato na minha opinião, se fosse só chato acho até tudo bem, seria como ver um jogo do Ferrer turbinado. Mas toda essa parte de quebrar raquete, ir ao banheiro (só) quando esta perdendo, enrolar ao máximo para sacar, se fazer de machucado e voltar a mil depois, etc.. . Quantas vezes já vi isso nem sei. Provavelmente, pensando somente nos resultados ele esta certo em fazer isso, seus feitos são inegáveis. É possível até que não teria ganhado alguns slams se tivesse jogado de forma mais “justa”

          3. Paulo Almeida

            Pois eu prefiro o jogador para quem torço cometendo o mínimo de erros, muito menos bisonhos como o Federer cometia, principalmente com suas madeiradas.

            Em relação às idas ao vestiário, acabei de dizer que na final ele foi depois do terceiro set (mais de 2 horas de partida), quando estava vencendo por 2×1. Você acha mesmo razoável que qualquer jogador não tenha o direito (sem abusar do tempo, claro) de fazer suas necessidades, jogar uma água na cara ou pensar um pouco em frente ao espelho em partidas tão longas como as de um Grand Slam? No futebol todos vão depois de 45 minutos e conversam com o treinador por 15 minutos, só pra te lembrar. Já quanto às outras teorias da conspiração, prefiro nem comentar. Djoko ganhou todos os seus títulos na bola.

    1. José Nilton Dalcim

      Dependendo do torneio e da situação, não vejo problemas. Suponha que ele não consiga se recuperar para Canadá ou Cincinnati. Seria muito válido jogar Winston-Salém para ganhar ritmo. E ainda existem ótimos 250, como Doha, Buemos Aires ou Stuttgart.

      1. José Eustáquio Masculino Cruz

        De forma Alguma Rafa passou deste época de somar pontos para ser número 1 .agora depende do faz me rir não é mesmo Money!e outra coisa Nadal está treinando como louco em sua cidade agora me falem ele não irá disputar Montreal vcs acham??????

  36. Daniel

    Jogão de tênis, 2 craques.
    Porém o Alcaraz oscila muito, já havia notado isso.

    Intercala 3 ou 4 jogadas geniais com umas 8 péssimas e aí está sempre nas cordas. Não tem mental que resista.

    Precisa urgentemente trabalhar isso, ter mais consistência, principalmente no forehand, onde erra umas bolas absurdas.

  37. Valmir da Silva Batista

    NA MESMA HAMBURGO DE LORENZO MUSETTI, mas também de outras figuras injustamente esquecidas, a tenista americana nascida na Croácia, BERNARDA PERA, conquistou seu segundo torneio seguido, apenas uma semana após ter vencido também o WTA 250 de Budapeste, na Hungria. E não foi um troféu qualquer, mas sim um WTA 250 em cima da segunda colocada do ranking, a estoniana Anett Kontaveit. Salve BERNARDA PERA!!

  38. Luiz+Fernando

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/98193/Ivanisevic-Novak-nao-e-lider-antivacina-como-dizem/: qualquer um faz o que quiser com sua saúde e seu corpo, mas o Djoko não é qualquer um, é um ícone do esporte, um cara q, na minha visão, deveria dar o exemplo. Mas de qualquer forma ele fez essa opção e os diferentes governos fizeram as deles, e o grande prejudicado foi o sérvio, q provavelmente venceria o AO e seria forte candidato no USO;

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/98194/Kyrgios-passa-a-respeitar-mais-o-Big-3-apos-Wimbledon/: primeira declaração sensata na vida…

  39. Ricardo Ortegal

    Alcaraz é um atleta fora de série. Isso é inquestionável. Ele tem reais chances de terminar o ano como número 1 do mundo, pois tem pouquíssimos pontos a defender e, além disso, alguns de seus concorrentes diretos enfrentam problemas de lesão (Nadal e Zverev) e de vacinação (Novak). É possível que Alcaraz atinja a ponta do ranking sem nunca ter vencido um Grand Slam. Dalcim, isso já aconteceu antes?

      1. Valmir da Silva Batista

        TAMBÉM OCORREU COM A KAROLINA PLISKOVA, que, em julho de 2017, atingiu a primeira posição do ranking, no entanto, jamais foi vencedora de um Grand Slam…

          1. Valmir da Silva Batista

            RONILDO, a Caroline Wozniacki, ao assumir o topo do ranking pela primeira vez, em 2910, ainda não tinha conquistado nenhum Grand Slam, vindo, posteriormente, a vencer o Australian Open em 2018, ou seja, a dinamarquesa não faz parte do que se está debatendo aqui, já que, em outubro de 2020, assumiu a liderança do ranking novamente, quase dois anos após ter vencido o Aberto da Austrália. Entendi que o que estamos debatendo é a respeito de tenistas que foram primeiros do ranking, sem jamais terem conquistado um Grand Slam em tempo algum, e não é o caso de Wozniacki. Quanto a Dinara Safina, que jogava muita bola, está correto, ela, apesar de ter merecido a liderança do ranking, alcançada em abril de 2009, jamais conquistou um Grand Slam, tendo sido semifinalista de Wimbledon e do US Open uma vez cada, e também finalista do Australian Open uma vez e outras duas vezes em Roland Garros. Em geral, deve ter outros tenistas, além dos já citados, que lideraram os rankings da WTA e da ATP, sem jamais terem conquistado um Grand Slam…

  40. Luiz Fernando

    Medvedev chega a semana 10 de liderança do ranking, motivada principalmente por: 1) Djoko não ter disputado uma série de torneios esse ano; 2) em um grau menor, Rafa ter ficado um semestre sem atuar. E o russo ainda zerado esse ano em conquistas…

        1. José Nilton Dalcim

          Isso não é exatamente correto, Luiz. No ano passado, Medvedev ganhou Mallorca e foi às oitavas de Wimbledon vencendo Struff, Alcaraz e Cilic. Perdeu do mesmo Hurkacz que havia ganhado do Federer. E neste ano, fez finais sesguidas em Hertogenbosch e em Halle. Não acredito que ele fosse ganhar Wimbledon, mas não dá para prever quantos jogos poderia ganhar, ainda mais porque a chave seria totalmente diferente com ele.

      1. Valmir da Silva Batista

        TORCEDOR FANÁTICO É UMA DROGA, tenta desqualificar o adversário sempre com a mesma porcaria de avaliação que não leva em conta o histórico e o cenário real…

    1. Sérgio Ribeiro

      Tens uma dificuldade de interpretar qualquer coisa . Quem arrumou 7775 pontos para o Russo ? . Até hoje não sabes quantas Semanas contam para o Ranking ??? . Seria novamente muito confuso, criança ? . Tudo pra ti se resume a Djoko e Rafa . Nem posso utilizar o termo pois não passa na moderação… rsrs. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Nadal somente defende 545 pontos e ALCARAZ 775 até o fim da temporada. Medvedev 5200 e Novak 2800 . Deu pra entender ou está muito confuso ? rsrs . Abs!

      2. Luiz Fernando

        E vc tem uma dificuldade enorme de não se meter onde não é chamado. Sua opinião pra mim é indiferente, em especial pq vc se caracteriza por implicâncias pessoais infantis e direcionadas contra esse ou aquele. Abs.

        1. Sérgio Ribeiro

          Jura ? . Implicância contigo , criança ? . Estamos num fórum de debates , se não gostas , não responda . Afinal desde sempre és o diversão garantida kkkkkk. Abs!

        2. Valmir da Silva Batista

          LUIZ FERNANDO, acho saudável desabafar, abstrair a tensão, dizer o que pensa, lavar a alma…

    2. José Yoh

      Já faz tempo que tanto Nole quanto Nadal não disputam uma série de torneios no ano. Eles se dedicam quase que exclusivamente aos slams se você reparar.
      Explica muito da longevidade do Big 3.

      Sobre Nole, Medvedev tem ganho com frequência, não é um adversário fácil como pode parecer. Principalmente nas rápidas.

  41. Ronildo

    Agora que Musetti está recuperado da malvadeza do Djokovic, desejo um encontro entre eles novamente antes da iminente aposentadoria do ex-número 1. Será uma bela oportunidade de Musetti sepultar definitivamente todos os fantasmas e do tênis arte-espetáculo superar novamente o maior representante do tênis-resultado, que é pouco apreciado pelos fãs do esporte.

    1. Paulo Almeida

      Djokovic todo enferrujado e traumatizado com a deportação venceu o Musetti em sets diretos no seu primeiro jogo do ano. Imagine em forma.

      Em relação ao tênis-arte aliado ao tênis-resultado (que é o que conta), vimos bastante com o Craque em Wimbledon, especialmente na final. Aliás, o australiano supostamente mais talentoso levou uma aula nos drop shots, não chegando em quase nenhum do sérvio, enquanto este chegou sobrando em quase todos dele. Kyrgios também foi inferior nos slices, voleios, devoluções e trocas em geral, tomando muita bola funda desconcertante, inclusive duas na linha no match point. Acho que só foi superior no saque mesmo, pois aí realmente não tem jeito.

      Abs!

      1. Paulo Almeida

        E que iminente aposentadoria é essa? Djokogênio joga mais uns dois anos em alto nível ainda. Você o confundiu com o rei da entressafra terceiro do Big 3.

        1. Luiz Fernando

          Paulo se o comentário foi em relação ao q postei p a Laver Cup, claro q me referi a uma eventual aposentadoria do Federer, não do Djoko!

        2. Luiz Fabriciano

          Perda de tempo PA, dar esses tipos de explicações.
          Ou alguém acha ser possível ganhar de Nick Kyrgios por 3×1 na final de Wimbledon apenas praticando tênis/resultado, no sentido pejorativo descrito por nosso amigo?

          1. Paulo Almeida

            É sempre bom colocar os pingos nos ‘is’ para os negacionistas do talento do monstro sérvio, nobre Fabriciano, rs.

          2. Gildokson

            Do nada o Kyrgios virou parâmetro? Kkkkkkk
            Tudo bem que tem um enorme talento, mas como gosta d dizer o próprio Paulo, o cara é uma “formiga” no mundo dos campeões. Nadal saudável ele não tinha nem pisado na final de Slam.
            Tentar supervalorizar o “feito” de ser melhor que esse medíocre numa final é no mínimo contraditório para quem tantas vezes diminuiu gente de currículo bemmmmm mais parrudo.

          3. Luiz Fabriciano

            Gildokson, se quem diminuiu curriculum de gente mais parruda que Kyrgios foi para mim, não procede.
            O australiano não virou parâmetro do nada, haja vista que desde que ele superou Nadal em Londres, aos 19 anos, é quase unanimidade aqui que ele é isso ou aquilo quando se fala de talento e capacidade técnica, como tenista.
            Eu apenas nunca gostei dele por conta de várias atitudes que não é necessário listar mais e o “parâmetro” lembrado por você foi mais uma forma que encontrei de dizer o quanto o sérvio é superior a ele, mesmo ainda tendo h2h negativo, o que também nem devemos entrar no mérito dessa questão mais.
            Saudações.

          4. Paulo Almeida

            Ora, mas estamos falando é de talento e de fundamentos em que supostamente ele é melhor para alguns. Na final, não foi isso que foi visto, com o Craque sendo melhor em quase tudo. Porém, muito graças ao saque devastador do australiano, o jogo foi duríssimo e só decidido no tiebreak do quarto set.

            Abs!

        3. Ronildo

          Djokovic não aguenta mais a dureza do circuito de maneira integral. Ele não pode competir como nos anos anteriores.

          1. Gildokson

            Luiz Fabriciano, não é para você, foi para meu camarada Paulo Almeida mesmo.
            E Paulo, de certa forma até concordo com você, e eu não sou um dos que acha o Kyrgios essa Brastemp toda tão superior assim em alguns fundamentos, para mim ele é até um pouco superestimado, daí meu espanto com a propaganda feita com uma vitória protocolar em cima dele. Um cara com o jogo dele e com aquele mental nunca iria ganhar Wimbledon em cima de um Djokovic, e sérvio realmente foi superior em fundamentos que o super habilidoso devia ser.

    2. DANILO AFONSO

      Tênis resultado ?
      O sérvio vem apresentando nos ultimos anos um jogo muito agradável, com boa variação. Ele vai mais à rede, aplica mais deixadinhas, lobs e passou a alternar muito o peso, altura e ângulos dos golpes, bem como é nítido observar como é um jogador mais inteligente na tomada de decisões. É um jogo mais vencedor do que praticou em 2011 e 2015 ?? Creio que não. Depende do estilo de jogo e qualidade do adversário, mas atualmente é muito mais interessante de assistir.

      Saudações Nolistas !!

      1. Paulo Almeida

        Nos lobs e nas variações de peso, altura e ângulo, bem como nas mudanças de direção, ele já é bom há muito tempo, Danilão.

        Creio que o tênis dos últimos quatro anos só não é tão vencedor porque ele jogou bem menos torneios do que em 2011 e 2015 e pela concorrência também, mas ainda assim ganhou um absurdo: foram 9 Slams.

        Abs!

        1. DANILO AFONSO

          Paulo, entendo que ele está variando bem mais. Atualmente vemos com mais regularidade ele jogando o adversário para fora da quadra batendo o forehand bem angulado. No saibro ele as vezes lança mão de alguns balões, mesmo quando chega equilibrado na bola.
          Ele nunca deu tanto lob como nos dois últimos anos. Isso ocorre em razão dele passar a “chamar” o adversário com mais frequência à rede após aplicar drops.
          O forehand atualmente conta com mais variação, alternando bem mais entre golpes retos e cheio de spin.
          A mudança de direção ainda é uma qualidade marcante do sérvio, mas é nítido como ele está muito mais consersador em arriscar o backhand na paralela. Em WB foran pouquíssimos. Quando mais novo o sérvio era mais imprudente e audacioso, capitalizando muitos winners, mas também dando pontos de graça ao aplicar este golpe. Ele deve ter chegado a conclusão que é melhor estatisticamente optar mais pelo back na cruzada e somente escolher a paralela quando chega equilibrado e com a bola na altura da cintura

          Aquele Djokovic on fire de 2011 jogava muito diferente. Era interessante vê-lo na pancadaria e não “filtrando” o backhand na paralela, mas o jogo contava com bem menos variação.

          Abs !!

          1. Paulo Almeida

            Sim, com certeza o Djoko tem variado muito mais e por isso falo sempre da vasta caixa de ferramentas do sérvio, como agora mesmo citei as curtas, voleios e slices para o Ronildo. Eu só quis salientar que ele já lobava com muita perfeição antes (vide final USO 2015), mas de fato tem feito muito mais a sequência drop-lob ou drop-lob-voleio, se preciso. Quanto ao FH e ao BH você também tem razão, porém sinto falta deste último na paralela na corrida com mais frequência, uma de suas marcas registradas; os balões no saibro também são novidade dos últimos 2 anos.

            Abs!

          2. Paulo Almeida

            Luiz, na verdade a gran willy é um dos recursos de quem toma o lob. O aplicador fica na rede pra fechar com o voleio. É o que o Djoko costuma fazer, embora tenha falhado em um contra o Kyrgios no terceiro set.

          3. Luiz Fabriciano

            PA, talvez não escrevi bem.
            O Lob-Grand-Willy que é aquele lance que o jogador aplica um lob através de um grand-willy, como aquele que o sérvio fez no holandês e depois matou o ponto no voleio.

          4. Paulo Almeida

            Ah, sim! Você fala de um lob via gran willy, que ele executou contra o Norrie na verdade. Tomou um lob do britânico, deu um de volta com a gran e fechou no voleio cruzado. Eu e o Danilo estávamos falando de uma sequência de jogadas do mesmo jogador, ou seja, drop shot seguido de lob e depois de voleio.

            Abs.

  42. Evaldo Moreira

    Bom dia,
    Há tempos, ouvia falar do Lorenzo Musetti, o que falaram dele, eu pude ver e perceber no jogo dele ontem.
    Muito talento, capacidade leitura acima da média, se comportou taticamente muito bem, tem um bom saque, precisa melhorar esse quesito, segundo saque também precisa ser aprimorado, como ele mesmo disse, manter o embalo, ter foco e seguir adiante.
    Ao meu ver, precisa melhorar a parte fisica, melhorar mais ainda o seu backhand de uma mão, melhorar as devoluções também, como é jovem, cabe mais com certeza, já o seu calendário, idem, é outro fator, por ser jovem, obriga-se a ir em muitos eventos, fato.
    O que dizer do Alcaraz, belo tenista, mas precisa melhorar mais, principalmente a equerda, Ferrero precisa ajustar algumas coisas no jogo dele, alguns adversários vão perceber, e Musetti já fez isso ontem, a mairia das bolas, foi tirando da cintura do espanhol, ou seja, Carlitos fiou meio que sem opção do que se fazer, tirando a bola da cintura do espanhol, já é meio caminho andado para a construção dos pontos.
    Concordas mestre Dalcim ? Chegou a perceber em alguns momentos da partida, sobre o que o Musetti fez ontem, ou foi circunstâncias do jogo mesmo!?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que foi basicamente isso. Alcaraz continua com dificuldade de jogar quando ele é favorito, o que na verdade é outra lição a se aprender.

        1. José Nilton Dalcim

          E como você chama isso? Espiritismo? Isso se chama plano tático, tanto aqui, como em Hamburgo ou em Uberlândia.

  43. Rafael

    Belo jogo. O italiano quase entregou a paçoca, mas venceu merecidamente. O Alcaraz é muito craque, mas não é esse favorito todo no circuito, que a mídia alardeia sistematicamente.

  44. Miguel BsB

    Grande título e campanha do Musseti! Bateu grandes saibristas pelo caminho.
    Técnica ele sempre teve de sobra. O que faltava era cabeça e físico. Parece que tá melhorando nesses aspectos.
    Um dos poucos garotos que ainda “teimam” em bater o backhand com uma só mão…
    Vida longa aos one handers! Cada vez mais raros, mas ainda não extintos…

  45. Emerson Pion

    Acho totalmente errado colocar Zverev como um jogador da nova geração. O cara tá a 6 ano no top 10, tem 25 anos, ele não é nova geração nunca, Sinner e Musetti sim são Nova Geração.

    1. Sérgio Ribeiro

      Incrível a dificuldade de entender que Next Gen é até 21 anos . A chamada “ Nova Geração “ até os 25 , se deve distância de DÉCADA para o Big 4 . Abs!

      1. LION

        Incrível como o último jogador a vencer seu primeiro grand slam antes de completar 21 anos foi o Delpo ,em 2009, que completou 21 alguns dias depois, e antes dele, foi Djokovic, em 2008, aos 20 anos 8 meses!

        1. Sérgio Ribeiro

          Esquecestes do principal . Rafa Nadal em Roland Garros 2005 . Mal tinha completo 19 aninhos e se deu ao luxo de vencer 4 MASTERS 1000 ( 2 no Saibro + 2 nas hards ) , num total de 10 Torneios na Temporada que terminou como Top 2 . Abs!

        2. Valmir da Silva Batista

          LI ON, não tem nada de incrível nisso. Se você atentar para o fato de que a tríade Djokovic/Federer/Nadal fez a rapa de 2009 para cá, ou seja, nos últimos treze anos, fazendo valer o estilo arrasa-quarteirão, faz todo o sentido que mais nenhum Del Portinho tenha vencido um Grand Slam trajando fraudas, até porque, nesse interregno, teve três bicadas do Murray, três do Wawrinka e uma do Cilic, que, a exemplo dos da santíssima trindade, já não eram mais bebês, ao conquistaram seus sete troféus, no referido período. A “obrigação” era dos amarelões Thiem, Zverev, Tisitsipas e talvez mais um ou dois, que começaram a atuar quando os três mosqueteiros já estavam praticamente iniciando sua fase fim de feira. Um ou outro garotinho de fraudas e com sangue no “zóio” como o Alcaraz, que joga bola pra caramba, quem sabe consigam corresponder a sua expectativa…

        1. Valmir da Silva Batista

          ERIC CLAPTON, a respeito de nova geração, lembrei que você pegou a esposa do George Harrison…

  46. Sérgio Ribeiro

    Quem se der o direito de assistir ao menos estes highlights , verá que ambos os Tenistas tem muita mão. Nada de só pancadaria a lá Rublev . Um verdadeiro espetáculo . Abs!

    1. Gustavo

      Se alguém escrevesse aqui o q vc escreveu do rublev (ou zverev), vc escreveria textão dizendo que a pessoa não entende nada, que o russo é maravilhoso, que já conquistou a, b, c etc

      1. Luiz+Fernando

        Rublev é muito talentoso mesmo… quando joga ATP 250 ou 500.. Mas seu comentário é perfeito, fosse qualquer outro a postar isso teríamos q aguentar aqueles textos confusos e recheados de incoerências…

      2. Sérgio Ribeiro

        Jura , meritíssimo ? . Bote a Calça Jeans e veja os jogos . Somente assim vai parar de somente ficar na espreita sem opinião própria de coisa alguma. Rublev ainda pode melhorar ? Claro que sim . É muito jovem mas está há dois anos estacionado . Viu como não é difícil ? rsrs.

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . Não sejas tão preguiçoso pra ler os comentários. Afinal aqui somente sabes dar apenas a mesma sentença. Kkkkkk. Abs!

  47. Rafael Azevedo

    Muito bom esse retorno do Musetti. Ele é craque. Espero que consiga manter o nível daqui pra frente. Esse duelo Musetti x Alcatraz promete muito entretenimento da mais alta qualidade para os amantes do tênis.

    Obs : Quase que um tenista super talentoso perde a partida após ter dois Match points em um 40-15 com saque…Já estava pronto para chamar o Alcaraz de “Carlovak Alcarovic”, hehe.

    1. Sérgio Ribeiro

      Somente esquecestes que Carlovic ainda teve que sair de 3 x 6 no Tie-break e virar pra 8 x 6 rsrs. Abs!

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