Primeira perspectiva da quadra dura
Por José Nilton Dalcim
14 de julho de 2022 às 19:17

Depois de passar pelo saibro e pela grama desde o final de março, o circuito masculino retomará as quadras sintéticas dentro de nove dias, com os já tradicionais torneios que aquecem para o US Open. É uma série longa e variada, a partir do 250 de Atlanta, que segue depois para o 500 de Washington e o 250 de Los Cabos, chega aos Masters de Montréal e Cincinnati, com uma última parada no 250 de Winston-Salem antes de por fim desembarcar em Flushing Meadows.

Nada menos que 7 mil pontos no ranking estarão disponíveis, mas muitos poucos conseguiram se coroar nos três grandes campeonatos nesse curto espaço de cinco semanas e assim amealharam os 4 mil pontos mais relevantes. Patrick Rafter fez isso em 1998, Andy Roddick repetiu em 2003 e Rafael Nadal foi o mais recente, em 2013. Em 1995, Andre Agassi poderia ter sido o primeiro. Ganhou os dois Masters e fez final no US Open, mas foi batido por Pete Sampras.

Os últimos 12 meses
Como se saíram os principais protagonistas do tênis masculino no momento sobre a quadra dura? Vejamos o que nos dizem os últimos 12 meses, já que isso inclui a temporada de verão norte-americano de 2021 e o primeiro trimestre de 2022.

Quem mais venceram partidas foram Daniil Medvedev (50), Alexander Zverev (44) e Jannik Sinner (41), porém o percentual de aproveitamento de Nadal bateu 91,3% (21 vitórias em 23 jogos), à frente de Medvedev (83,3%), Zverev (83%) e Novak Djokovic (82,1%. com 23 vitórias em 28 possíveis). Zverev levantou o maior número de troféus (4), seguido por Nadal e Sinner (3), porém todos sabem que os Slam ficaram com Medvedev e Nadal.

Há alguns jogadores a se ficar de olho nessa análise. Carlos Alcaraz, por exemplo, teve índice de 78,4% (29 vitórias e oito derrotas), tendo faturado Miami. Semifinalista em Wimbledon dias atrás, Cameron Norrie jogou 55 partidas com 36 triunfos (65,5%) e três troféus, entre eles Indian Wells de outubro. Campanha pouco superior à de Taylor Fritz (51 jogos e 35 vitórias), campeão de Indian Wells de março.

Esses nomes saem logo de cara como os destaques para o que vai se seguir a partir de agora, lista que ainda pode acrescentar Casper Ruud (72,1% de vitórias nesse período) e Andrey Rublev (35 resultados positivos e dois títulos).

Muitas dúvidas e vazios
No entanto, há algumas decisivas incertezas para as próximas semanas. Retirado de Wimbledon com fissura no abdômen, Nadal precisa se recuperar para cumprir o calendário pretendido de ir ao Canadá e US Open, enquanto há poucas informações sobre o pós-operatório de Zverev e neste momento parece otimismo imaginar que ele consiga jogar em Nova York. A terceira e importante dúvida é se Djokovic receberá exceção para jogar nos EUA, onde a meta é disputar Cincinnati e Flushing Meadows.

Não menos interessante é que os top 10 parecem pouco motivados a ir para quadra sintética antes de Montréal. No momento, apenas Medvedev e Felix Aliassime previram jogar Los Cabos na semana anterior ao Masters canadense, enquanto Rublev deve ser o cabeça 1 em Washington. Os demais, como Ruud, Alcaraz e Sinner, optaram por ficar no saibro europeu, como aliás Rublev está fazendo nesta e na próxima semanas.

Atlanta assim indica Frtiz e Reilly Opelka como principais cabeças e Washington deve ter, além de Rublev, Hubert Hurkacz, Fritz, Opelka e Grigor Dimitrov.

Como curiosidade, Sebastian Baez, Aslan Karatsev e Francisco Cerundolo são os únicos dos top 50 que querem jogar tudo. Estão inscritos para seis semanas seguidas, fazendo transições imediatas do saibro para o sintético. O vice de Wimbledon Nick Kyrgios reservou lugar em Atlanta e Washington, mesmos torneios previstos para Andy Murray. Os dois dependem de convite ou do quali para jogar os Masters.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Parece que o Casper Ruud engatou uma quinta marcha. Agora vai… Pena que o mesmo não se possa dizer do Bellucci. Passada aquela primeira impressão da volta, estacionou no mesmo padrão de antes. Tipo ” Tudo como dantes, como no quartel de Abrantes”. Já o Alcaraz, já não está tão imbatível assim. Vai ter que se entender com a nova geração também.

    ****** De volta para o futuro – O Rei Salomão*******

    Nadalzinho Jr pede pro pai contar uma história antes de dormir.
    – Tão tá. Vou contar a história do Rei Salomão pra você.
    ” Duas mulheres vão pedir justiça ao Rei Salomão.
    Apontam para o bonito rapaz e o acusam de haver jurado
    se casar com a filha de cada uma. Salomão, sempre
    justo, sentencia:
    – Guardas! Cortai esse rapaz ao meio e dai a cada
    donzela uma metade.
    – Louvo a vossa justiça, majestade. -admite a primeira
    mãe, com um sorriso feliz.
    – Não majestade!!! -desespera-se a segunda. – Melhor
    que ele seja entregue à que não é minha filha!
    Salomão, sempre sábio, volta-se para a primeira mãe e
    decide:
    – Que este jovem seja marido de tua filha, pois tu que
    concordaste em vê-lo cortado em dois és a legitima e
    verdadeira sogra! ”
    – GOSTOU, filho?
    – Não seeei… Achei essa história meio sem pé nem cabeça…

  2. Sérgio Ribeiro

    E já está virando rotina. ALCARAZ em quadra é sinônimo de grandes partidas . A maneira que salvou os quatro Match points é coisa de gente grande. Do outro lado o garoto Italiano, muito melhorado fisicamente, mostrou um enorme talento dando esperanças num Back Simples podendo fazer estragos no Circuito. Mereceu a vitória apesar do ridículo erro da juíza. O Tourinho Assassino não levou o Caneco mas os Trezentos pontos no Ranking o faz saltar paro o Top 5 e ainda vem mais por aí. A conferir. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps . Ia me esquecendo. E’ o TOP 5 mais jovem desde o Touro em 2005 . Como diz os seguidores do Piloto da Kombi , outro “ feto “ sortudo kkkkkkkkk.

  3. Paulo Almeida

    Achei que o anão mental Musetti fosse tomar outra virada depois de perder uma penca de match points, mas me surpreendeu ao zerar tudo e vencer o terceiro set. Já o Alcaraz estava lá de novo pra dar o bote, mas ainda oscila demais.

    1. Sérgio Ribeiro

      Não assististes o jogo pra variar . Procure se informar quantas FINAIS Calos Alcaraz perdeu na carreira e como está sua performance na Temporada ( v -d ) . Aos 19 , da’ um autêntico banho de bola no “ goat “ paraguaio na mesma idade . Até em WIMBLEDON igualou a campanha do Sérvio em 2006 . Tu realmente não oscilas nada nos comentários. Sempre sem noção alguma rsrs. Abs!

      1. Paulo Almeida

        De novo o “onipresente” tentando adivinhar o que eu faço ou deixo de fazer e errando como sempre, rs. Sim, eu vi.

        Bom, o fato é que o Alcaraz perdeu, além da final de ontem, para Zverev e Sinner nos últimos dois Slams, que é o que interessa mais. Porém, ele de fato dá um banho no jovem GOAT paraguaio, que só tinha um Big Title (esse mesmo Hamburgão quando era M1000) até quase 22 anos. Foi o feto mais fraco do Big 3 com folga!

        Meu comentário foi condizente com as duas viradas que o Musetti levou em Roland Garros e a perda de tantos MP indicava mais uma, porém o espanhol oscilante não conseguiu fazer o serviço no terceiro set. Um dia você aprende!

        Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Um monte de bobagem pra variar . Chamar de mental de geleia um jogador com apenas 20 anos e’ típico de alguém que começou a acompanhar somente em 2008 , ou seja , quando o “ goat “ paraguaio já era competitivo. ALCARAZ de “ feto “ já e’ ignorância Tenistica mesmo . Borg , Becker, Hewitt e CIA jamais existiram rsrs. E Nadal já virar Top 2 com a mesma idade então , apenas te desmoraliza de vez rs . Abs!

          1. Paulo Almeida

            Você tem razão. Mental de geleia fica mais pra quem teve dois 40-15 e não conseguiu fechar os jogos mesmo no alto de sua experiência, kkkk.

            O feto Nadal foi um fenômeno no saibro mesmo, bem mais do que o Alcaraz, mas não nas outras superfícies, assegurando a entressafra no hard e na grama e consequentemente as tais 237 semanas até 2008.

            Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            O mais incrível é achar que mentindo se justifica perante teus seguidores. Nadal venceu em 2005 também dois MASTERS 1000 nas hards . E nos anos subsequentes foi capaz de fazer TRÊS FINAIS de Wimbledon em sequência 2006 , 2007 e 2008 . E todos sabem do altíssimo nível apresentado. Pelo simples fato do Espanhol ficar de 2005 a 2008 como N 2 , desmoraliza a tua “ entressafra “ . Devido aos nossos debates , todos sabem que não há argumentos isolados que prevaleçam sobre a história real deste maravilhoso Esporte. Abs!

  4. Ronildo

    Muito contente com o ressurgimento de Musetti depois dele ter sido vítima dos poderes extraordinários, extrassensoriais e extraterrestres de Djokovic ém RG2021. Foi uma luta com certeza muito árdua para voltar ao seu nível anterior e espero que agora ele esteja vacinado contra este poder oculto que Djokovic trás para as quadras.

    1. Luiz Fabriciano

      Ronildo, se ele tivesse voltado ao nível anterior, teria perdido ontem novamente.
      E outra, não dá para ser o maior #1 do mundo da história sem ter todos esses poderes citados por você.

  5. Periferia

    “Primeiramente, eu gosto muito de tênis. Eu amo muito! Para mim, mesmo tendo bastante dificuldade, sobreviver do tênis é muito legal. É um esporte que eu amo. Putz, eu amo vir aqui treinar o dia inteiro, estar aqui jogando. Acho que me orgulho disso. De onde a gente saiu. Eu, meu irmão, a minha família. E poder chegar aonde a gente chegou, putz, é muito gratificante. Eu fico até emocionado porque é muito legal.”

    Daniel Dutra da Silva …tenista profissional.

    (Grande feito)

  6. Alessandro Siqueira

    Em nome da ISONOMIA, APT e WTA tiraram pontos de Wimbledon, já que o Slam resolveu excluir russos e bielorrussos, como se isso tivesse alguma efeito prático na cabeça do PUTIN. Então, em nome da mesma ISONOMIA, USOPEN não deveria deixar qualquer atleta jogar no aberto sem as devidas vacinas. Digo isso porque o vírus não pede passaporte de ninguém para entrar em cena. Tennys Sandgren já declarou abertamente que não se vacinou e que irá jogar, afinal é americano. Sei que a regra de entrada é da política americana, e não do aberto, mas se a ATP e a WTA podem usar questões políticas em nome da isonomia em um caso, deveriam usar no outro também. No mais, e por mais que eu tome até 1000 doses de vacina, sigo acreditando que o mais razoável seja a testagem dos atletas, e não um comprovante de vacinação, vide Berrettini e Cilic na Inglaterra. Os dois, devidamente vacinados, testaram positivo, enquanto Djoko, sem vacina, testou negativo e levou o torneio.

  7. Ronildo

    Depois de acompanhar a Fórmula 1 este ano, e tendo acompanhado a carreira de Djokovic, secando, secando, com total insucesso, cheguei à conclusão que a única maneira de Leclerc ser campeão em 2022 é CASAR com Djokovic! Se os dois fossem um casal, então poderia haver uma simbiose e Djokovic não seria mais o tenista mais sortudo da história e também Leclerc deixaria de ser o piloto mais azarado da história. Neste caso, a justiça universal jamais seria sacaneada como em Wimbledom 2019 e a habilidade natural sobrepojaria a sorte, tanto no tênis, para a glória dos habilidosos Tsitsipas, Musseti, Sinner e companhia, como na Fórmula 1, fazendo de Leclerc o merecido grande campeão. Somente o passado não poderia ser desfeito.

    1. Luiz Fernando

      Leclerc é um ótimo piloto mas não é um fora de série. Além disso, o motor da Ferrari carece de confiabilidade. Por fim, a equipe peca em definir o cara como primeiro piloto, dando tratamento semelhante ao mediano Sainz. Quem sabe em 2023…

      1. Sérgio Ribeiro

        Quantas vezes abandonou Schumi antes de se firmar ? . Conseguiu perder campeonato até pra Damon Hill . Apesar de Leclerc cometer alguns erros a Ferrari se atrapalha toda em várias corridas . Hoje “ o mediano “ Sains , saiu da última fila até o terceiro posto passando por Red Bull e Mercedes e a equipe o chamou pro box num erro bisonho. És apenas um comentarista de resultados em qualquer Esporte rsrs. Abs!

  8. Sandra

    Dalcim , acredito que os EUA em se tratando de regras sanitárias sejam mais rigorosos , mas em 2018 quando fui a Las Vegas , a minha digital não entrava de maneira nenhuma , além de ter quase quebrado meu dedinho, ele perdeu a paciência e me deixou passar rsss

  9. Maurício Luís *

    Hoje resolvi dar uma olhada nos comentários de janeiro a março de 2013. E olha que interessante: o Luiz Fernando chamando o Federer de “aposentado” rs

    1. Sérgio Ribeiro

      Mas como assim , Maurício ? . Mas não é este o baba ovo mor da Turma da Kombi e que repete todo dia que aqui e’ diversão garantida ??? . Sabe tanto que de 2015 em diante o Miura nunca mais venceu Federer nas hards kkkkkkkkkkkk. Abs!

  10. José Eustáquio Masculino Cruz

    Depois de ter aparecido na lista de athetas que jogariam o GS Americano,o Tenista Sérvio foi confirmado na lista mas pediram desculpas e não estará por conta da vacinacão.Sandra e demais(Parem) como isto aqui é oficial não tem volta!Foi confirmado pela organização que está fora da Competição!

    1. José Nilton Dalcim

      Não sei onde você leu essa barbaridade. Um torneio não tem poder para excluir a inscrição de um tenista. Apenas o próprio Djokovic pode fazer isso. Se ele não o fizer, poderá ser sorteado na chave e também poderá entrar na programação da primeira rodada e, se não comparecer, aí sim será declarado ausente e substituído. Ainda mais nesse caso de uma lei de imigração que pode ser alterada pelo governo central a qualquer momento. Imagino que até o dia do sorteio, Nole vai aguardar. Mas se ele quiser, pode esperar até a data marcada para sua estreia. Regras são regras. Sabemos no entanto que é praxe nos EUA que uma alteração de lei seja previamente anunciada e com data estipulada para vigorar, ainda mais as sanitárias.

          1. lEvI sIlvA

            Dalcim, essa nota aí imagino, deve ter sido do MC, ou Masculino Cruz ou do Emerson Nogueira, não tem erro, viu?!?!? 🤭🤭🤭

      1. José Eustáquio Masculino Cruz

        Bem,na realidade o que disse ou melhor quiz foi o que li se ele estava inscrito.só que foi barrado o prazo era até ontem vc sabia?não sabia pq é inteligente mas se engana ou vc acha que só vc entende de tênis digo isto com respeito.Caso é que vai jogar a Laver Cup!

  11. Luiz Fernando

    Dalcim o q vc acha q falta p o Berrettini se tornar de fato um jogador candidato aos grandes títulos? A melhora do BH de forma isolada seria suficiente? Acho q o aspecto “confiança nele mesmo” supera a deficiência do BH…

    1. José Nilton Dalcim

      Ele obviamente depende de um piso mais veloz. Não consigo imaginar alguém com um lado tão mais fraco que o outro conseguir vencer em quadras mais lentas.

  12. Miguel BsB

    Olha, pra quem não viu, recomendo assistir o pontaço disputado entre o Musseti e o Fokina. Um dos mais bonitos que já vi…
    Viu esse Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Vi, sim, Miguel. Musetti mostrou todo seu talento, com os mais variados golpes e efeitos. Se ele colocar a cabeça no lugar, vai muito longe.

  13. Thiago+Silva

    Espero que o Thiem continue evoluindo e chegue bem no US Open, era legal demais ver seus jogos quando estava em plena forma.

  14. Marcelo Costa

    Ao ficarmos dando voz a negacionistas, alimentamos ainda mais essa cadeia de negação, obscuridade, medo e devaneio. Novak irá falar enquanto sua voz louca reverberar entre aqueles que acham absurdo, devemos deixar ele vociferar dentro de sua bolha, até que eles se calem, ou a seleção natural aja.
    Compreendo nossa justa indignação daqueles que se debruçam sobre milhões de vítimas da covid, mas estamos desde AO dando palco a loucos, dando voz aos ineptos e deixando ele ecoar suas teorias, quantos que lêem essas sandices que acabam por negar o óbvio, quantos que sempre se vacinaram, ao ver tantas manchetes sobre o sérvio e sua negação, não questionaram as vacinas?
    Dar voz a loucos, nos dias de hoje, é pular da borda da terra plana.

    1. Maurício Luís *

      Faço minhas as palavras. Djoko é uma celebridade, então no quesito vacina é exemplo negativo que com certeza já induziu a erro muitos seguidores. Muito triste isso. Seu comentário foi primoroso.

    2. Lola

      a seleção natural tá agindo, países africanos com pouquíssimos vacinados e nr ínfimo de mortes em relação aos mais vacinados.

      1. Maurício Luís *

        Isto porque lá há poucos idosos em relação aos jovens. A pirâmide de faixa etária prova isto. As péssimas condições sanitárias acabam por matar os menos resistentes. Você é mais uma que tenta a todo custo distorcer dados pra tentar divulgar ideias negacionistas. Acho até que é fake de um outro negacionista bem conhecido aqui, o qual chamo de “antivax emérito”

          1. Maurício Luís *

            Crianças são vacinadas por precaução, mas são bem menos sujeitas a óbitos. Muito triste e preocupante essas ideias antivacina sendo propagadas a torto e a direito em redes sociais, levando pessoas a cometerem erros que em alguns casos são fatais. Na Africa há uma falta de controle enorme e uma falta de notificação crônica. O biomédico Lucas Zanandrez em um dos seus vídeos no Youtube explica isto em detalhes: o porque da cloroquina e outras baboseiras não terem efeito algum. Os antivacina/negacionistas no meu ponto de vista tem as mãos sujas de sangue.

      2. Marcelo Costa

        Isso não é seleção natural, é a eterna desumanidade que impera sobre o continente africano, é a sanha do primeiro mundo que desde sempre pilhou a África, América do Sul e parte da Ásia
        . Por favor não deturpe meu texto, não é honesto, estou tratando da bolha negacionista que rodeia o sérvio, que tem ele como exemplo de negação, nunca faria correlação com o que ocorre nos países de terceiro mundo.

  15. José Eustáquio Masculino Cruz

    Se comentarem algo sobre Nole aqui que ele deveria jogar eu jogo uma bomba.USTA já proibiu Sandra vai fazendo corão ai Nole Nole vamos para os Estados Unidos!já encheu o saco irei entrar com direito constitucionais.Sinceramente queria que Nole jogasse o mundo virou e agora tudo vale kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  16. Sandra

    Dalcim , se Wimbledon nao pode ter pontos , então porque Djokovic vai poder jogar o Finals ? Que mal me pergunte , aonde ele somou pontos se mal jogou esse ano ? rsss

    1. Alessandro Siqueira

      Sandra, a regra geral é que os 08 primeiros cheguem ao finals, salve um TOP 20 com Slam que tenha ficado fora do TOP 8. Os pontos acumulados por Djokovic ao longo de 2022, no ranking da corrida, já são bem superiores ao número amealhado pelo atual 20º no ranking de entradas. Então, dificilmente ficará fora do finals. A bem da verdade, o caso de Wimbledon parece singular, porque ele segue campeão, embora sem pontuação. Só que a regra fala Slam, e não pontuação advinda de Slam. Aguardemos… rsrs

  17. Miguel BsB

    Bom, fugindo dos temas B.O.D.E. e Vacinas, duas notícias muito legais:

    Thiem parece que está conseguindo retornar a um nível de alta competição.
    Djokovic vai participar da Laver Cup, ao lado de Federer, Nadal e Murray (falta só convidar Stan, the Man…)

  18. Fernando Brack

    Fico pasmo de ver como ainda tem comentário antivax, mesmo com todos os benefícios que as vacinas trouxeram. Ainda leio aqui e nos artigos sobre a situação do Djoko diante do USOpen que as vacinas são inócuas e que foram feitas às pressas. A ignorância sobre o tema persiste.

    Quanto à decisão dos EUA de não permitir a entrada de estrangeiros não vacinados, enquanto ainda há muitos locais que não tomaram a vacina, pode-se criticá-la. Todos temos direito a fazer críticas, mas o que não é razoável é achar que uma regulação nacional deveria ser adaptada só porque o cidadão é um tenista profissional famoso. Como é difícil para certas pessoas entender que leis e autoridades devem ser respeitadas. Bem, talvez eu não deveria me surpreender, pois vivemos num pais em que o próprio presidente prega o desrespeito às leis e às autoridades quando estas não lhe agradam.

    1. José Nilton Dalcim

      Estamos no Mundial de Atletismo em Eugene e um corredor brasileiro foi impedido de entrar por estar apenas com uma dose. Precisou tomar a outra e chegou atrasado ao Mundial.

      1. Fernando Brack

        Então Dalcim, o cara é um atleta de nível internacional, supostamente bem amparado pela respectiva confederação esportiva nacional, isto é, não há desculpa para não conhecer perfeitamente a regra sanitária do país sede da competição. Francamente, isso pra mim vai bem mais longe que teimosia e negacionismo. É burrice em estado puro.

    2. Maurício Luís *

      Perfeito! Os fanáticos invariavelmente querem adaptar as Leis de acordo com os seus interesses.

    3. Paulo Almeida

      Brack,

      Infelizmente, acho que quem não acredita nas vacinas não vai mudar de opinião a essa altura do campeonato e continuará dizendo besteiras acerca do tema. Entretanto, como estamos na fase endêmica da doença (que provavelmente será eterna como a gripe, pois o vírus nunca irá embora), esses cidadãos não devem continuar sendo impedidos indefinidamente de entrar nos EUA ou em qualquer outro país que ainda não relaxou as restrições, mas é óbvio que nenhum governo tem que mudar a lei para beneficiar alguém em especial (o Djokovic no caso). Pelo menos é o que eu penso no momento.

      Abs.

      1. Fernando Brack

        Foi o que eu disse, PA. Podemos criticar regras, regulamentos e leis. Faz parte do direito de podermos nos expressar livremente, mas não se deve desrespeitá-las. Eu fui muito crítico à restrição que WB impôs à participação de tenistas russos e bielorrussos, porque acho que atletas nada tem a ver com a guerra na Ucrânia. Ao mesmo tempo, se fosse russo ou bielorrusso, nunca tentaria participar do torneio por algum recurso judicial. Não que isso tenha ocorrido, mas foi o que Djoko fez na Austrália.

      2. Gildokson

        Ele e outros deviam eram ser privados de todos os benefícios que as campanhas de vacinação contra o COVID trouxeram. Dentre eles, poder jogar na Quadra Central de Wimbledon lotada!!!

        1. Luiz Fabriciano

          É possível afirmar que 100% da quadra central lotada eram vacinados? Se tivesse UM não vacinado foi um risco?

  19. José Eustáquio Masculino Cruz

    Bom dia,n~~ao tem mais especulação o desvairado do Nole não joga os Masters dos Estados Unidos,e neneca para ele este desvairado bateram o Martelo.Estrangeiro que não está vacinado tanto faz para prática esportiva ou não não entra lá tome genocida!

  20. Luiz Fernando

    Dalcim tem uma matéria no Insta citando q o Big4 completo estará na Laver Cup, vc viu isso também? Se confirmado, seria algo inédito e, creio, talvez explicado por um possível encerramento da carreira do Federer no evento. O q vc acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, também já está noticiado no TenisBrasil desde cedo. Olha, não descartaria essa ideia de aposentadoria, mas acho que no caso do Djokovic houve a questão do impedimento de entrar nos EUA. Talvez ele não disputasse o evento se pudesse ir longe no US Open. De qualquer forma, será um momento mais do que especial, porque Federer, Murray e quem sabe Nadal podem estar fazendo a última apresentação no torneio.

  21. Paulo Sérgio

    Dalcim,

    Não sei se viu minha pergunta. Por isso, vou repetir: os tenistas dos Estados Unidos não vacinados terão isenção para jogar o US OPEN?

    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que não. O US Open no entanto não está subordinado à ATP, mas sim À iTF. Então precisa checar quais as orientações da ITF.

      1. André Aguiar

        Pelo que entendi, a USTA não exigirá atestado de vacina p/ se jogar no US Open. O governo americano é que está proibindo a entrada de estrangeiros não vacinados no país. Portanto, os tenistas estadunidenses não vacinados, tal como o Tennys Sandgren, poderão jogar tranquilamente.

    2. Valmir da Silva Batista

      Que absurdo de pergunta, PAULO SÉRGIO! A questão não é xenófoba e sim pandêmica. Juro que não aguento isso…

      1. Paulo Sérgio

        Valmir,

        Só fiz uma pergunta. Não sou anti-vacina e não falei sobre xenofobia. Gosto apenas do tênis de Nole, mas não sou adepto de teorias conspiratórias e acho a visão dele sobre as vacinas totalmente inaceitável. Aliás, leio bastante e isso me faz evitar acreditar em bobagens e crenças infundadas. Sou adepto da ciência!!!

        Abs!!!

  22. Oswaldo Euclydes Aranha

    O fato de o Djokovic não jogar no Canadá e Estados Unidos está preocupando muito seus detratores; onde eles irão buscar matérias para suas manifestações? Ficarão por demais frustrados!

      1. Paulo Sérgio

        Será?
        Que Nole está sabotando a própria carreira, não há dúvida. No entanto, sabemos que ele sempre será favorito se jogar, com exceção de RG. Aliás, deve ser alívio e motivo de euforia para muitos o fato do Nole ser cabeça dura.

  23. Carlo V. W.

    Diferenças entre os tipos de torcedires:
    – uns sao baixos
    – outros altos
    – uns pesam mais
    – outros menos.

    No entanto, todos usam seus argumentos para provar qur o seu é o melhor. Para isso:
    – Alguns apelam para números
    – outros para o carisma
    – uns apelam para a correta ortografia de nossas proposições
    – outros contestam tudo.
    – Alguns parecem auto suficientes
    – Outros precisam da aprovaçao de alguem que aprovou seu comentário 11 anos atrás

    – Alguns se travestem de alguém “super cool” de um pretenso bairro pobre
    – Outros exaltam que seu ídolo lembra um prato de lagosta com um bom vinho

    Mas o ser humano é ihual na essênvia. Todos queremos aprnas impor nossa opiniao sobre o “parça” ali adiante.

    O tênis é só o meio para alcançar o q cada um mais deseja:
    – Que sua opiniao seja mais valiosa e mais aceita que a do teu vizinho.

    E pra essas pessoas? uoda-se o certo e o errafo

    1. Marcelo Costa

      Se eu fosse juiz, bateria o martelo na mesa, e determinaria caso encerrado. Eu só seria menos ácido, douraria a pílula, mas está coberto de razão.

    2. Valmir da Silva Batista

      CARLO V. W., e você? Em qual das suas pretensas definições você se encaixa? Ou há alguma outra não listada que lhe sirva?

    3. Maurício Luís *

      Outro tipo comum é o torcedor-cartomante. Do tipo que ‘se acha’. Não briga com ninguém, mas acha que tem o dom de prever o futuro. Afirma, em tom doutoral, que ” Federer está acabado”, ” Nadal vai parar por causa do pé”, ” Medvedev vai durar X semanas como número 1″, e por aí vai. Perguntei a um deles quais os números da mega-sena da semana que vem, e até agora não obtive resposta.

    4. José Yoh

      Aqui é quase um exercício de advocacia, Carlo. E como todo bom advogado, todos tem auto-estima na lua e precisam da aprovaçao de suas idéias pela sociedade.

      Somos seres movidos à vaidade (eu incluso).

      Mas tudo isso nao tem problema se a gente nao ofender os outros. Acho que às vezes passamos dos limites.
      É por isso que acho que falei demais e é bom eu calar a boca.
      Abs

  24. Sérgio Ribeiro

    A única coisa que poderia mexer com Cabeça dura do Sérvio seriam milhares de assinaturas pra que ele se vacine de uma vez por todas . Além de poder jogar o USOPEN 2022 , de quebra os Australianos tenderiam a voltar atrás na suspensão de 3 anos que segundo Ivasinevic ainda está assustando. Essa tentativa de recuo dos três Países ( incluso Canadá) , me parece inócua. Abs!

    1. Valmir da Silva Batista

      SÉRGIO RIBEIRO, o ex enganador Goran Ivanisevic não tem razão nenhuma em ficar assustado, toda a represália ao nó cego do Djokovic em solo australiano está absolutamente dentro da lei. O que ele queria? Que o veredito fosse revogado, só porque o escroto em questão é o Djokovic? Em se tratando de lei, todo mundo é cidadão, ou seja, não tem essa de fulano ser o rei da cocada preta e, por conta disso, ser tratado com deferência. Esse tal Goran Ivanisevic é um babaca…

  25. Paulo Almeida

    É, era praticamente impossível que o governo estadunidense liberasse a entrada de não-vacinados em seu território de uma hora pra outra ou que o Djoko conseguisse qualquer isenção. A única chance agora é ele receber um raio de luz (rs) e entender que a vacina não vai comprometer seu desempenho. Bom, o título de Wimbledon salvou esse ano catastrófico para ele pelo menos.

  26. Sandra

    Dalcim, apesar de não concordar com o Djokovic, eu bem que assinei a petição para ele poder jogar nos EUA, você acha que a petição pode fazer algum efeito? E outra pergunta , e o País que proíbe a entrada ou são os Estados ?

    1. José Nilton Dalcim

      Pelo que TenisBrasil acabou de publicar, o US Open seguirá a lei federal que determina exigência de vacinação completa para entrar no país. Portanto, não é uma decisão do torneio, nem do estado de Nova York.

      1. Luiz Fabriciano

        Dalcim, li isso agora e acho engraçado quando o US Open comunica dizendo que não faz restrição de atletas não-vacinados, que obedecem ao governo americano, que são soberanos, lógico.
        Mas, para qualquer atleta estrangeiro jogar, precisa primeiro entrar no país, pela porta principal que é onde se filtra vacinados de não-vacinados, ou seja, essa realmente é uma atribuição do US Open ou a USTA ainda tem que exigir passaporte vacinal de estrangeiros?

        1. José Nilton Dalcim

          Se ele passou pela alfândega – lembre-se que existe Cincinnati antes -, então ele está regular no país e pode ir a qualquer lugar e jogar qualquer torneio.

  27. Luiz Fabriciano

    Vira e mexe, aparece o nome de um banido ou suspenso do tênis por manipulação de resultados.
    Mas o que não muda é que todos os envolvidos estão abaixo do top 500 do ranking.
    A pergunta: estão eliminando o mau pela raiz ou lá no fundo do ranking a coisa corre frouxa?

    1. lEvI sIlvA

      Ao que tudo indica, caro Fabriciano, eles não estão fazendo tudo pra cortar o mal pela raiz mesmo…
      Vejamos, se a premiação nesse nível fosse mais decente e permitisse ao jogador se manter, seria menos provável existir manipulação de resultados pra ganhar algum 💰💰💰, não acha?
      Claro, não estou justificando agir de má fé por causa disso. Mas, fica bem escancarado, que a coisa vai por aí, não é mesmo?

      1. Luiz Fabriciano

        Bom, já sou da opinião que esse tipo de conduta vai do desvio moral mesmo, independente da faixa de ranking do tenista.
        Acho que lá no fundo da tabela, fazem vista grossa e vez ou outra, banem um pseudo zé-ninguém do esporte, tipo para dar exemplo.
        Bastava que o cidadão não se envolve em crime para faturar algum, já que sua condição esportista não lhe permite maiores passos.

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, acho que já cansei de opinar sobre o Nadal e suas incríveis qualidades. Mas não sei por que você quer minha opinião, se acha que eu torço contra ele… rsrs… Como disse por muitas vezes aqui, Rafa tem um estilo único no tênis, que muito provavelmente jamais será repetido, como alias também aconteceu com Borg. É algo muito especial, em que o espanhol alia enorme força física com uma cobertura de quadra espetacular. Ele possui a melhor seleção de golpes que já vi. E sua determinação? Bom, isso tudo mundo concorda que nunca houve outro nesse nível. O mais importante, no entanto, é que o José Eustáquio tenha ficado feliz!

    1. lEvI sIlvA

      Caramba, MC… Coisa boa, isso aí, né? Tu vai levar ao menos uns 5% disso… Afinal, tu é o maior fã do Miúra…!!! 🤭🤭🤭

  28. Luiz Fernando

    Dalcim, esses jogadores q saíram da grama e voltaram ao saibro, num momento q precede a temporada de quadras duras, estão nesses torneios apenas pelos pontos ou pela premiação ou há outras razões? Me parece algo contraproducente…

    1. José Nilton Dalcim

      Na maioria dos casos, estão no piso que mais se sentem confortáveis, Luiz. Estão atrás de pontos para entrar no US Open e obviamente de boa premiação também.

      1. EDVAL CARDOSO

        Mesmo assim pode-se dizer que foi um ponto fora da curva.
        Ninguém teve mais de 10 aces, nem mesmo o Berretine que é um ótimo sacador.
        Ou o Nicolas estava muito inspirado ou Thiago que tem que melhorar muito a sua devolução.

  29. Marcelo Eiras

    Dalcim, se Federer tivesse que escolher entre uma final do US Open ou um título de Basel, qual ele escolheria?

  30. Valmir da Silva Batista

    VIVA MARTINA NAVRATILOVA, AMÉLIE MAURESMO, LISA RAYMOND, ALISON VAN UYTVANCK, GREET MINNEN E DARIA KASATKINA!!

  31. Thierry S.

    O que ao meu ver compromete Nadal na briga pelo GOAT são 2 fatores:

    1- Ele tem um número mto menor de semanas como N1 que Djokovic e Federer, precisaria dominar esse posto pelo menos por 1 anos a mais.

    2- O fato dele dominar tanto um dos Slams fez com que Djokovic e Federer alcançassem seus números praticamente com 1 dos 4 fora de disputa. Federer teve 1/1 e Djokovic 2/4 de aproveitamento nas chances reais de vencer RG nos últimos 18 anos…

    Mesmo assim, ele tem quase 70% de aproveitamento contra o Federer, e tá 29/59 contra Djokovic, apenas uma derrota de diferença. Isso pra mim fará que com que ao final da carreira ele termine a frente de Federer. Djokovic ao meu ver luta contra ele mesmo. Nadal se aposentará em RG 2023, salvo uma lesão devastadora… Ele claramente n aguenta mais e está no limite pq sabe que tem chances de vencer mais Slams… Tentará chegar aos 24 (US Open e RG) até lá. Djokovic terá mais alguns anos pela frente, e sua luta por recordes será contra Medvedev no auge, Alcaraz despontando com força, e Sinner, Zverev e Tsitsipas alcançando consistência, a tendência é que n consiga larga vantagem, mas termine com números melhores que seus rivais diretos.

    Obs: Nadal e Djokovic n devem mais se enfrentar na Hard, então Nadal tem real possibilidade de, como mais 2/3 jogos no saibro, terminar a frente de Djokovic no confronto direto.

    1. Jonas

      A meu ver oq compromete ele são 2 fatores: ter zero ATP FINALS e “poucas” semanas como número 1, o que o deixa atrás do Djokovic hoje. Mas com o Federer cabe discussão, só que são dois Grand Slams de vantagem pro espanhol…

      1. Rhenan+Zimermann

        De acordo. Para mim, se for fazer um recorte estatístico na soma de todos os feitos relevantes, estes seriam estes os únicos dois argumentos consideráveis para tirar Nadal na disputa pelo G.O.A.T. Discordo do colega Tierry no item 2, pois o fato de Nadal literalmente dominar RG, não significa que ter esta estatística a seu favor seja um demérito em relação aos outros dois terem que “buscar” seus impressionantes números em 3 dos 4 Slams, porque um já estava “fora de disputa”. Se não houvesse Nadal no Saibro, os outros teriam mais Slams, o que compensa não ter Djoko na Hard, Nadal também teria ganho muito maias Slams. Não citei Federer, pois até 2017 Nadal não chegava a ter problemas com ele nas Hards. Abç!

        1. Jonas

          Ele até tem outros feitos incríveis que os outros dois nem chegam perto: 2 medalhas de OURO em Olimpíadas diferentes (simples e duplas) e seus (absurdos) 14 títulos em Roland Garros. Ainda assim, o “currículo” do Djoko, hoje, é melhor. A chance do Nadal é vencer mais e mais Grand Slams, até pq o Djoko, a princípio, tá fora do USO e AO.

        2. Sérgio Ribeiro

          Na boa , Nadal não vence Novak fora do Saibro desde 2013 e Federer desde 2015 ( 7 confrontos) . Assunto repetido dezenas de vezes por aqui , meu caro . Abs!

          1. Rhenan+Zimermann

            O senhor apesar de entender muito de tênis, não cansa de dar bola fora! Deve ter problema de interpretação de texto. Por favor me aponte em que momento entrei na discussão se vence ou não vence fora do Saibro os principais adversários, à partir de tal ano? Citei Federer em 2017, pois 2015 e 2016 o Touro estava longe, mas muito longe do seu melhor nível, ou seja, à partir de 2017 é que ambos fizeram vários jogos em altíssimo nível e Federer ganhou todas. Até então não era esta a realidade “meu caro”. Djoko é quem domina Nadal nas Hards já de muito tempo, e não o Maestro. Para finalizar, meu ponto foi apenas colocar que dominar RG não é demérito, e dizer que, se Nadal “ferrou” com os outros dois gênios no SAIBRO, o contrário aconteceu nas Hards e até na Grama, ou alguém acha que ele não teria ganho muito mais em Wimbledon caso não tivesse por lá Federer e Nole por lá? Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Fezistes uma afirmação equivocada , meu SR . Em 2015 Nadal foi batido numa FINAL . Procure saber qual , pois quem a atinge não está tão mal . Figuras como o SR que caem aqui de paraquedas , ficam nervosinhos muito facilmente. Se liga ! . Abs!

  32. Marcelo Costa

    Nova forma de avaliação: o tenista polímero, assim como o plástico ambos poluem os ambientes em que jogamos.

  33. Periferia

    Tipos de fã

    Admirador – aquele que gosta do tenista sem muito compromisso

    Colecionador – gosta de colecionar coisas do tenista…muitos tem o poster dele na parede…ou a imagem do tenista nos pratos de jantar que comprou para esposa.

    Geek – são fãs também de pessoas que tem ligação com o tenista…até o encordoador merece atenção.

    Obsessivo – tudo gira em torno do tenista…onde ele está…o tenista estará com ele…sempre carrega uma foto (3/4) do tenista na carteira.

    Imitador – gosta de se vestir como o tenista…compra a mesma raquete…o mesmo tênis…o penteado…para ele o tenista dita moda.

    Fanáticos – o tenista é uma religião…não se deve falar mal do tenista perto desse fã…está sempre munido de informações para embasar a “defesa” ou o “ataque”.

    Sazonal – lembra do tenista apenas quando vence ou está em alta…sempre diz ” eu não disse” ou “eu sabia”.

    Amigo – é aquele que se aproxima tanto do tenista que acaba virando alguém próximo…se tiver um estilo inglês…vira mordomo.

    Histérico – aquele que chora…grita até ficar rouco…rói unha…geralmente faz terapia para conter a ansiedade…toma toneladas de Diazepam.

    Obcecado – perigosíssimo…fica num mundo onde a única coisa importante é o tenista…acredita que é correspondido… é algo quase sexual.

    1. Valmir da Silva Batista

      PERIFERIA, em razão de eu estar sempre rebatendo essa esparrela de goat, bem como a bobagem enfadonha do big-3, e também porque sou torcedor do Rafael Nadal sem deixar de enaltecer o quanto jogam bola seus maiores adversários, além do tenista que considero o melhor da história já ter pendurado a raquete, ou seja, Pete Sampras, declaro que me enquadro perfeitamente no primeiro quesito, sou um torcedor admirador dos tenistas que mais gosto, no caso, Rafa e Sampras…

    2. Helena

      Blasé – Finge que não liga muito e olha torto os que são abertamente animados, mas no mundo é tão fanático/entusiasta quanto os que julga.

  34. Rafael Azevedo

    Sei que o exercício do “se” é inútil, mas eu creio que SE Nadal e Djokovic tivessem jogado na década de 90, 80 ou qualquer outra, eles ainda teriam sido tão grandes como foram.
    E por quê? Porque eles atletas dedicados no mais alto nível da palavra. Eles desenvolveram o estilo de jogo que têm, porque era o necessário para conquistar as décadas atuais.
    Não duvido que teriam se adaptado à velocidade, aos equipamentos e à medicina esportiva de outras épocas para alcançar a máxima excelência possível e serem os melhores (nem que fosse estilos de saque-voleio). É só ver como mudaram seus jogos para continuarem vencendo até os 35/36 anos (e continua…).
    Todos os grandes do passado seriam derrotados diversas vezes por esses dois, se fossem contemporâneos.
    Porque a maior qualidade desses dois está na mentalidade. É uma mentalidade de GOATs. E um mental vencedor não tem época!

    P.s.: também penso o mesmo sobre Federer, mas como a questão levantada aqui foi sobre os outros dois, foquei nestes.

    1. José Yoh

      Rafael, também acho que eles teriam grandes chances de se dar bem em outras épocas. Apenas acho que não chegariam conquistando muita coisa com mais de 30 anos.
      Mas como todo e qualquer exercício do “Se”,a única resposta e também a única certeza é :

      “Nunca saberemos”.

      Abs

    2. Luiz Fabriciano

      Concordo plenamente.
      Difícil imaginar que tenistas medíocres das épocas citadas, que venceram meia dúzia de torneios, figuraram no top50, fizeram semis ou finais de GS – Martin Verkerk, Fernando Meligeni – alcançaram tal êxito, os dois não teriam feito mais.

    3. DANILO AFONSO

      Isso mesmo Rafael !! Você como sempre preciso e ponderado.

      Com mental e físico muito acima da média, bem como foco, ótima leitura tática do jogo e saberem como poucos quando agredir e ser conservador durante cada ponto ou game, Nadal e Djokovic teriam sucesso em qualquer geração. São campeões natos. Exemplos de superação.

    4. Valmir da Silva Batista

      RAFAEL AZEVEDO, eu detesto ter que fazer uso das expressões goat e big sei lá do quê. Por outro lado, creio que se Federer, Djokovic e Nadal jogassem na década de 80, teríamos o big-5 por conta do fator Federer/McEnroe/Djokovic/Lendl/Nadal; fosse o cenário dos anos 90, o big-5 seria Federer/Agassi/Djokovic/Sampras/Nadal, ou seja, dentre esses sete tenistas, não considero que nenhum seja mais craque que o outro. Em linhas gerais, McEnroe, Lendl, Agassi e Sampras, teriam dificultades, mas manteriam o alto nível e jogariam de igual pra igual contra o suíço, o sérvio e o espanhol nos últimos 20 anos, assim como Federer, Djokovic e Nadal teriam as mesmas dificuldades, porém, também manteriam o alto nível e jogariam de forma parelha contra o tcheco e os três americanos nos anos 80 e 90. Simples assim…

        1. Valmir da Silva Batista

          JOSÉ EUSTÁQUÍO MASCULINO CRUZ, sou torcedor do Rafael Nadal e, pelo que percebi, você também é. Por outro lado, eu jamais diria uma bobagem precipitada como a que você declarou em seu comentário, ainda mais sem explicar o porquê de tal opinião…

  35. Rafael

    Olá Dalcim,

    Se puder (e estiver disposto), que análise você faria sobre o que o futuro (tenístico) reserva à Naomi Osaka? Vencerá mais slams? Continuará desmotivada? Será capaz de superar meninas como Iga? Será protagonista ou cairá no esquecimento?

    E Bianca Andreescu?

    Obrigado.

    ______________________________________________________________

    Como o José Claudio questionou há sei lá, uns 6 meses ou mais, com incrível propriedade, se, em um exercício de imaginação, no qual Djokovic, na hipótese de vir a vencer Wimbledon novamente (e o torneio estava bem longe de acontecer na época do post), no discurso de agradecimento, lembraria de agradecer a todo o público e ao mundo todo por ter tomado a vacina que ele não tomou nem vai tomar, pois sem que essas pessoas tivessem feito isso, nem o torneio nem muito menos a conquista teriam acontecido, ELE NÃO LEMBROU. Esse texto do Periferia me marcou. Não adianta, não sei separar as coisas, admiro quem consegue. Outro dia ia ver um filme no Prime Video porque os atores/atrizes me chamaram a atenção, quando vi que o Woody Allen era o diretor mudei a programação. Não estou comparando as coisas, apenas observando que o rapaz que admirei por tantos anos, muito pelo que fazia fora da quadra, me perdeu nessa história. Foi aí que, embora não desejando o mal de Djokovic nem de ninguém, desci da Kombi.
    ______________________________________________________________________________________

    Por último, um abraço ao Miguel de Brasília, que questionou um zero à esquerda que achou que estava me provocando de alguma forma ao mencionar minha vasta cabeleira também há um bom tempo. Na época passou, Miguel, mas eu vi. Obrigado.

    1. José Nilton Dalcim

      Se eu tivesse de apostar, diria que a Osaka ainda fará mais que a Andreescu. Porque seu problema motivacional é superável com menor dificuldade do que as insistentes contusões da Andreescu. Eu colocaria facilmente a Osaka entre as melhores da quadra dura, talvez até a melhor de todas, então ela precisa apenas ajustar a parte física e emocional. Gosto demais do estilo da Andreescu, uma das minhas prediletas no circuito hoje, mas sinto que ela faz muito mais esforço para jogar, o que pesa em torneios mais longos.

        1. Valmir da Silva Batista

          QUE COISA MAIS GROSSEIRA. Isso é jeito de colocar uma opinião( ? ) sobre algo tão sério? Dizer “problemas mentais” é o mesmo que aludir a uma patologia e não que o caso de Naomi Osaka é a dificuldade de lidar, mentalmente, com determinada sequência de sua carreira. Ter “problemas mentais” é estar acometido de uma patologia de forma permanente. Pois é, que escrotice, seu EUSTÁQUIO! Para piorar, ainda comete a mesma estupidez em relação a Dominic Thiem, que “apenas” declarou, em meados de 2021, estar sentindo desgaste mental, a partir da séria lesão da qual foi acometido. Portanto, nem Naomi Osaka nem Dominic Thiem têm “problemas mentais”. Doravante, vê se na próxima vez que se ater ao caso, o faça de maneira menos irresponsável, ok?

      1. Valmir da Silva Batista

        ATÉ PORQUE, DAS TENISTAS com pouca idade ou pós Serena Williams, nenhuma outra, mesmo as com trinta anos e até um pouco mais, ganhou tantos Grand Slam quanto Naomi Osaka, são quatro troféus com apenas 24 anos de idade, ou seja, isto é uma amostra não só de que ela joga bola pra caramba, como tem mesmo condições de evoluir e jogar no mesmo patamar de há dois anos. Quanto a Bianca Andreescu, é a minha preferida do circuito, mas acho difícil uma tenista que sofre há quase dois anos com seguidas lesões, venha a disputar em alto nível novamente, apenas com base na qualidade irrefutável do seu jogo, em que pese ter somente 22 anos, porém, tomara que ela consiga frustrar as minhas expectativas, proporcionando a mim mesmo sequências longevas, com troféus e um tênis bem jogado…

    2. Gustavo

      Woody allen é um gênio que vc decidiu odiar.
      Eu continuo gostando. Não tenho dúvida de que ele é inocente.

      1. Valmir da Silva Batista

        GUSTAVO, o tal de Rafael declarou que: “Outro dia ia ver um filme no Prime Video porque os atores/atrizes me chamaram a atenção, quando vi que o Woody Allen era o diretor mudei a programação”, ou seja, na mais deslavada falta de coerência, ele não teve, ao desistir do filme, discernimento para separar os atores e atrizes, que afirmou ter gostado, do diretor que disse não gostar, colocando todos no mesmo senso de analogia ruim, o que acabou se configurando o mesmo que maltratar seu algoz golpeando a punhaladas o próprio amigo. No mais, também considero Woody Allen um gênio…

    3. José Yoh

      Grande Rafael, espero que esteja bem!
      Não acho que Osaka volta ao topo porque a questão mental é algo muito difícil de lidar. Muitos simplesmente desistem.

      Sobre o texto do Periferia, como sempre foi um texto memorável. Mas hoje acho que o sérvio, apesar do erro na tentativa de entrar na Austrália, teve seus momentos e escolhas ruins como todo ser humano. Quem nunca…

      Na nossa idade, o negócio é perdoar qualquer erro cometido.
      Abs

    4. Gustavo

      O woody allen respondeu processo pelas acusações e nada foi provado.

      E mais: “ah, é possível separar o autor de duas obras?”.
      Nesse caso, acredito que quando acontece de o trabalho de um artista refletir seus preconceitos ou impropriedade moral, o que não ocorre nos filmes dele, é nossa obrigação moral atribuir-lhe um valor menor ou mesmo deixar de consumir.

      O exemplo clássico é o documentário “Triunfo da Vontade”, de Leni Riefenstahl, que ao registrar um congresso nazista em 1934 usou técnicas cinematográficas inovadoras para glorificar Hitler. Sim, o filme é uma obra de arte, mas repugnante,, porque também é propaganda nazista.

      Os filmes de Allen não refletem seus preconceitos ou qualquer impropriedade moral. Eles apenas mostram suas neuroses. Personagens frágeis e comicamente ansiosas buscam a companhia umas das outras em um mundo confuso e de escolhas restritas. E as protagonistas cuja complexidade ele ilumina melhor são as mulheres.

      1. Luiz Fabriciano

        Muito bom.
        E para juntar os temas, que tal Match Point, de Woody Allen, com a belíssima Scarlett Johansson?

        1. Gustavo

          Que bom, Luiz Fabriciano, muito obrigado.
          Não é o meu preferido dele rs mas tem tudo a ver a tua sugestão.

        2. Valmir da Silva Batista

          LUIZ FABRICIANO, gosto da Scarlett Johansson em “Encontros e Desencontros”, da Sofia Coppola, belíssimo cult-movie de 2003, no qual ela esteve maravilhosa…

    5. Miguel BsB

      Lembrei, faz um tempo mesmo. rs
      Tranquilo Rafael, tamo junto.
      Apareça mais, você anda sumido do blog…
      Abraço

    6. Periferia

      Olá Rafael…

      Bom vê-lo por aqui…espero que esteja bem…

      Como vc não tem participado muito…lembrei de um quadro seu…se chama Madona Sistina.
      (Aquele querubim…embaixo…olhando para o alto…com a mão no queixo…observando atentamente tudo….é o querubim Rafael)

      Fique bem

  36. Mateus

    Dalcim, há alguns dias quero tirar uma dúvida contigo e não tinha ainda conseguido questioná-lo a respeito.
    Logo antes da final, perguntaram neste espaço o que achava melhor para cada jogador tentar fazer para tentar levar vantagem sobre o oponente e lembro de o Sr. ter respondido que Djokovic deveria explorar o lado direito do adversário. Contudo, me bateu a dúvida do porquê disso, uma vez que o backhand do Kyrgios ser infinitamente pior e ter uma mecânica menos fluida que seu forehand – pelo menos aos meus olhos leigos, embora de acompanhante de tênis há 24 anos. Não seria mais efetivo explorar a esquerda do australiano em vez do seu lado direito – tendo o próprio sérvio um dos melhores backhands de todos os tempos e com isso a vantagem nos golpes cruzados ficar ainda mais relevante? Ou no caso em questão era explorar o lado direito do Kyrgios exatamente com as paralelas de esquerda?
    Quero também parabenizá-lo por este espaço e pelo tempo gasto nas análises e pontuações que faz. Aprendo muito contigo por aqui!

    1. José Nilton Dalcim

      Há alguns bons motivos para isso, Mateus. Kyrgios protege o lado esquerdo e portanto deixa maior margem para o ataque na direita, onde muitas vezes terá de fazer o golpe em movimento. Se você perceber, ao longo do jogo o australiano foi obrigado diversas vezes a carregar o forehand de muito spin, dando até um certo balão. Ou seja, perdeu muito da agressividade do golpe. Ele tem um forehand pesado, sem dúvida, mas desde que esteja perfeitamente ajustado. Perceba também que o forehand dele exige uma amplitude maior de movimento, enquanto o backhand é batido quase sem preparação alguma, algo aliás em que ele é magnífico. Abs!

  37. Rafael Azevedo

    Eu acho o argumento da idade interessante. Eu me pergunto o que teria acontecido se o Federer fosse 6 anos mais novo. Os seus torcedores podem estar certos (ou não).
    Mas, fiquei com uma dúvida…
    Esse argumento só vale para os duelos contra o Djokovic? Já que contra o NADAL ocorreu o inverso: Federer venceu mais (bem mais) o espanhol, após “envelhecer”.

    1. Jonas

      Esse argumento (pra mim desculpa), colava mais quando diziam que o Nadal não jogaria em alto nível depois dos 30. Nem preciso dizer que se equivocaram. Nadal ganhou o que, uns 7 ou 8 Slams depois dos 30?

      Foi meio que uma coincidência também, uma fuga, porque o pico do Djokovic ocorreu em 2011, quando o sérvio estava com 23/24 anos e Federer com 29/30. O suíço começou a perder mais para o sérvio desde então, fato. Só que eu acho que a galera se esquece ou torce o nariz para o fato do Djokovic não ter começado só a bater Federer, mas o Nadal também, que é da mesma idade do sérvio praticamente. Nadal chegou a perder SETE FINAIS seguidas para Djokovic entre 2011-2012. É óbvio que houve uma subida de nível aí, afinal até 2010 Djoko era freguês do espanhol.

      Sobre Federer, eu diria que ele até se reinventou. Respeito opiniões diversas, mas pra mim a melhor versão dele foi em 2017, voando fisicamente e tecnicamente aos 36 anos. Claro que hoje, com praticamente 41 anos me parece que a idade chegou, mas é fato que o suíço teve uma carreira plano até os 38.

      E os outros dois seguem calando a boca de muitos. Nadal esses dias levou Roland Garros, que pra mim é o torneio mais difícil do circuito, derrotando em seguida Djoko e Zverev.

      Djokovic, que é uns 15, 16 anos mais velho que Alcaraz fez um jogaço contra esse fenômeno em Madrid e perdeu nos detalhes. Semana passada venceu Slam. Ainda não acho que a idade “pegou” Djoko e Nadal, vamos ver até quando eles aguentam.

      1. Luiz Fabriciano

        Detalhe realmente importante aventado por ti.
        Em RG, Nadal bateu Djokovic (que era cotado como segundo maior favorito) e Zeverev em sequência, porque na final, nem teve jogo.

        1. Jonas

          Sem dúvida, eu nem considero aquilo uma final rs…foi tipo aquele torneio de 2013, mas pelo menos o Ferrer deu algum trabalho.

          1. Jonas

            Bom, que eu saiba Ferrer é freguês de carteirinha de Nadal. Obviamente no saibro isso não é demérito pra ninguém, estamos falando do GOAT do piso disparado.

            Mas eu me referia à final de 2013, em que Ferrer foi sim dominado – parciais de 6/3 6/2 6/3 – e ainda assim fez mais que o fraco Ruud. Final, final mesmo foi contra o Djokovic em 2013, aquele jogaço na SF.

          2. Valmir da Silva Batista

            JONAS E JOSÉ EUSTÁQUIO, como vocês perdem tempo com migalhas de ideias, não? Nunca vi alguém fazer questão de tanta arenga junta. O que é um tenista dar trabalho a outro, no caso aqui, a Rafael Nadal? Dar trabalho tenístico significa jogar bola pra caramba, a ponto de merecer destaque, como se tivesse ganhado ou até mesmo perdido para o adversário apenas no tiebreak? Vocês só podem estar de brincadeira, né? Considerar relevantes as raquetadas de Casper Ruud e David Ferrer frente a Nadal, é o mesmo que nivelar por baixo seu jogo, bem como o próprio tênis em si…

          3. Jonas

            Meu colega Valmir, você deve ser cego. Eu disse que apenas Ferrer deu “algum trabalho” pro Nadal, ou seja, foi dominado mas não varrido de quadra como o fraco Ruud. Tem diferença.

          1. Valmir da Silva Batista

            JONAS, mesmo eu tendo me equivocado em parte quanto ao pseudo tênis de Ruud e Ferrer frente a Nadal, ainda assim você continua errado, pois o que significa mesmo um tenista dar trabalho ao outro, no caso, a Nadal? Não significa jogar bola pra caramba, não é mesmo? A próxima, por favor…

    2. Paulo F.

      Pois é, as fiasqueiras que Federer já no auge fazia contra um Nadal embrião 05 ANOS MAiS NoVo, MAS AINDA UM BEBÊ,, as terceiretes não computam.

      1. Sérgio Ribeiro

        E tu estás percebendo as do outro “ feto “ ALCARAZ. Ficas todo nervosinho somente em olhar para o Tourinho assassino que retorna ao Circuito amanhã. Caso vença Hamburgo já salta para o TOP 4 . Um verdadeiro Bebê kkkkkk. Abs!

        1. Luiz Fabriciano

          Vou dar uma de analista de resultado. Hoje passou pelo buraco da agulha para vencer o jogo de estreia, diante do #249 do mundo.

        2. Paulo Almeida

          Tourinho Assassino não conseguiu quebrar o Sinner uma única vez em Wimbledon. De fato, o italiano foi um adversário bem mais parrudo do que o feto teria sido.

          Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Sabes muito bem que ALCARAZ tem 19 , e SINNER 20 . Então seriam dois “ Fetos “ denominação ridícula para Tops 10 . E se tivesses assistido a partida verias que o Tourinho teve suas chances . Mas sempre optas em tentar enganar desavisados … rs Abs!

          2. Paulo Almeida

            Sinner já vai fazer 21, não é mais feto.

            É óbvio que eu assisti à partida inteira e o Alcaraz não teve a menor chance de vencer, mas apenas de sobreviver e não levar um sonoro 3×0.

            E aí, já processou que o GOAT da 25 de Março não chega mais no GOAT Djoko nas principais estatísticas?

            Abs!

    3. DANILO AFONSO

      Não esqueça do Murray também. Conforme disse em outra postagem, Federer, após evoluir seu jogo depois dos 33 anos, passou finalmente a ganhar do britânico com regularidade quando este era jovem e jogava um excelente tênis. Lembrando que Murray tem a mesma idade do sérvio.

      1. Paulo Almeida

        Gildokson,

        Sim, ele venceu, pois também era freguês no hard court, com 9×6 para o espanhol até 2015. Somente o Federer “velho” conseguiu diminuir um pouco o h2h vexatório de 23×10. O suíço da década passada era melhor tecnicamente do que o dos anos 2000 e também penso o mesmo do Djoko e do Nadal dos últimos 4/5 anos, dispondo de uma caixa de ferramentas mais vasta.

        Abs.

        1. Gildokson

          Pois num tênis tão físico como é jogado na era Djoko/Nadal eu ainda prefiro um Federer mais ágil e rápido de pernas chegando melhor nas bolas de que esse Federer mais evoluído tecnicamente, ao contrário do que vocês acham. Até pq em certas momentos chegar equilibrado nas bolas faz mais diferença do que ter uma caixa de ferramentas mais vasta, do new Federer o que seria ótimo ter vindo antes era a troca da raquete, o old Federer era aquele cara que que quase completou 19 Finais de Grand Slans consecutivas e depois mesmo com a evolução do Djoko foi muito forte até 2015 com exceção de um 2013 medonho.

  38. Paulo Sérgio

    Um resumo da lógica desesperada.
    Contextualização: tênis é um esporte profissional e o objetivo de cada tenista é ganhar títulos;
    Critério objetivo para definir o melhor: aquele que ganha a maior quantidade de títulos relevantes e estabelece os recordes mais impressionantes;
    Antes:
    (1) Meu tenista favorito tem os principais recordes (ele é o goat);
    Hoje em dia:
    (2) Meu tenista favorito perdeu quase 100% dos principais recordes. Eis as desculpas: (1) perdeu por ser mais velho; (2) o jogo dele é mais vistoso; (3) o jogo do oponente é feio; (4) se os maiores vencedores de hoje fossem para outra época não ganhariam nada, mas meu tenista seria o único capaz de vencer os antigos; (5) se tivesse que pagar ingresso, eu pagaria do tenista mais habilidoso; (6) não existe essa coisa de goat, ou seja, isso é mera opinião pessoal; (7) cada um adota o critério que mais lhe convém (variante da desculpa de número 6); (8) é o público que decide quem é o goat e não os resultados dentro de quadra; (9) números não importam, pois também são subjetivos🤣; (10) pode ter todos os recordes, mas jamais vai ter o carinho do público🤣; (11) o rival é mal caráter.

    Enfim, haja exercício mental para negar o óbvio.

    1. Paulo Almeida

      PS,

      Estava só acompanhando sua discussão com o Periferia sobre o GOAT do basquete e no passado até já discordamos a respeito, pois creio que os 11 títulos (e não 9, como foi dito por ele) do Bill Russell contra os 6 do Michael Jordan falam mais alto do que qualquer outra estatística, ainda mais porque eles só disputam um título por temporada (e que título). Logo, o peso de cada caneco é muito maior do que o de um Grand Slam, por exemplo. Fazendo-se uma conversão simples, seria como se o pivô do Celtics tivesse 20 Slams a mais do que o ala do Bulls. No entanto, Jordan foi o melhor indiscutível de sua época, o que o Federer não foi.

      Abs.

      1. Paulo Sérgio

        PA,

        Basquete é esporte coletivo. Qualquer reserva do Celtics tem mais aneis do que Jordan. Para analisar desempenho individual creio que as estatísticas mais significativas são as seguintes: mvp de temporada regular e playoffs; média de pontos em toda a carreira e playoffs; suores champion de temporada regular; maior certinha da história; escolha de primeiro time para a defesa e All-Star NBA.

        Abs,

        1. Paulo Almeida

          Então, eu me referia ao craque de cada time. Como em todo esporte, acho que o mais importante é ostentar a maior quantidade de títulos, todavia entendo e respeito seu ponto de vista. Acho que o Michael Jordan perdeu a chance de ganhar pelo menos uns 9 canecos com aquela viajada de jogar baseball por quase duas temporadas e de ter saído do Bulls depois de 1998. Ele poderia ter ficado mais próximo do Russell em conquistas para ser um GOAT incontestável.

          Abs.

      2. Gildokson

        Sem contar o contexto histórico e político/racial que Russel enfrentou na época jogando no “time dos brancos” tendo até a casa vandalizada mesmo entregando troféus de campeão todo ano, a ponto de preferir fazer a cerimônia de aposentadoria da camisa só com os companheiros de equipe e família se não me engano.

      3. Gildokson

        Sem contar o contexto histórico e político/racial que Russel enfrentou na época jogando no “time dos brancos” tendo até a casa vandalizada mesmo entregando troféus de campeão todo ano, a ponto de preferir fazer a cerimônia de aposentadoria da camisa só com os companheiros de equipe e família se não me engano.

      4. Gildokson

        Sem contar o contexto histórico e político/racial que Russel enfrentou na época jogando no “time dos brancos” tendo até a casa vandalizada mesmo entregando troféus de campeão todo ano, a ponto de preferir fazer a cerimônia de aposentadoria da camisa só com os companheiros de equipe e família se não me engano.

    2. Sérgio Ribeiro

      Pelo menos sua excelência aparece para palminhas , mais abaixo rs . Roger Federer e’ de longe o jogador mais IMPORTANTE deste Esporte. Vocês podem demorar o tempo que quiser pra reconhecer o tal “ goat “ , debaixo do nariz . Mas não vai ser a Turminha da Kombi que vai recebê-lo em seu retorno, como jamais se viu neste maravilhoso Esporte. Seu jogo sempre atraiu multidões e mudou a maneira de enxergar o mesmo. Apenas alguns meses pra que entendam de uma vez por todas . A conferir. Abs!

      1. Paulo Sérgio

        Ninguém discute sobre a importância de Federer no tênis. Fazendo uma comparação simples, ele representa o mesmo que Pelé para o futebol. No entanto, ao contrário de Pelé ele foi dominado por seus dois maiores rivais: ninguém no futebol tem 3 copas do mundo, mas o suíço teve seus principais recordes quebrados. Será que vou ter que repetir isso 237 vezes CONSECUTIVAS?

    3. José Yoh

      Paulo(s), Gustavo, Luiz Fernando (LF não é você Fabriciano), vocês tem o direito de escolher quem desejar, assim como eu e qualquer pessoa neste blog.

      Alias, os itens 5, 6, 7 e 8 são os únicos que eu tenho certeza que estão corretos. Senão não estaríamos nem discutindo isso aqui, ninguém nem levantaria a hipótese do espanhol ou talvez o sérvio não ser o GOAT. Cada um escolhe o seu de acordo com os critérios que convém.

      Só queria um pouco de bom senso e principalmente educação em admitir que cada um interpreta os números da forma que interessa, relativizando idade, slams parrudos, slams no saibro, tamanho da raquete, seja lá o que for. Por isso levantei essa bola.

      Vocês é que diziam, antes do sérvio bater de fato os recordes, que Federer era um GOAT fake, deixando de lado seus números.
      Não falei que o sérvio não é o GOAT, nem que Federer o é.

      NÃO SOU FANÁTICO (desculpem o caps).
      Um abraço

      1. Valmir da Silva Batista

        JOSÉ YOH, é um porre esse lance de pretenso mediador de debates, é necessário carisma, para não proporcionar o enfado…

  39. Maurício Luís *

    ***** De volta para o futuro – ” Quem é o GOAT? *****

    2032. O septuagenário blogueiro tenta, com dificuldade, apaziguar os ânimos dos internautas… que teimam em intitular de GOAT o seu ídolo. O + ” novinho ” agora está com 60 primaveras.
    Metade está com alzheimer: tem gente que já postou 17 vezes a mesma estatística pra “provar” que ” O meu é maior que o seu”. A outra metade está com problema de catarata. Não enxerga direito o teclado e o texto sai tipo sopa de letrinhas. Ponto, vírgula, concordância, nem pensar. Nem letra conseguem ver, quanto mais sinais de pontuação.
    Alguém teve a ideia de propor um churrasco de confraternização. Mas um é diabético, o outro tá com triglicérides e colesterol altos, então o consenso foi o seguinte: ” – Vamos nos reunir na Drogaria Gripe Forever e fazer um amigo secreto”
    ” – Acho que inimigo secreto seria o + adequado… ” diz o mais gaiato. ” – Um dá uma faca, outro dá um punhal, o outro um fuzil…”

    1. Maurício Luís *

      Ah, e tem um que é anti-armamentista. Deu pro seu inimigo secreto um cruzeiro de 1 mês pro Alasca. E com direito a 2 acompanhantes! A sogra querida e o genro folgado que está lhe devendo $$$$$$ desde o ano retrasado.

    2. Carlo V. W.

      Esqueceste de pontuar quantos processos já sofreu o Sepragenário blogueiro. Principais razões dos processos:
      – citou mais vezes o nome do tenista goat dos torcedores rivais;
      – Permitiu um post sobre o goat rival (e agora o requerente diz estar sofrendo perdas irreparáveis e danos morais) por ter lido um elogio ao rival
      – Outros.. estao movendo um processo internacional… peko outro ter mais recordes e se sentirem fragilizados

      E o blogueiro.. septagenário.. já cansado de tamanha inutilidade. resolve encerrar o blog (razào pela qual ele acaba de receber uma nova notificaçao)… pois o fechamento nao permitiu a tréplica de alguém e este alguém se achou no direito de procurar seu direito de réplica na justiça

      E assim o blog terminou, com o Editor encerrando toda a operaçao. Mas saiu assim.. com um gosto amargo na boca, com uma sensação de dever nao cumprido, triste, mas querendo apenas distância de tudo aquilio.

      Mas eis que um fia, alguém o reconhece na rua… e pergunta sobrtênis, blog… e enfim sobre o goat.

      E então que o blogueiro, já septagenário, levanta sua bengala, e desfere um potentíssimo golpe na cabeça do tal que o reconheceu, sob o olhar horrorizado dos transuentes.
      Mas aoesar de ver o povo que horrorizado que a tudo assistiu, ele calmamente ajeita o paletó e sai andando, calmamente, com a velocidade que a idade o permitia fazer.

      E seguiu em frente, feliz, na verdade, sentiu-se extremamemente surpreso com a excelente sensação que sentiu, ao bater com tanta força quanto a idade lhe permitia.

      E seguiu em frente… sem blog, sem tênis, e sem goat. Mas feliz! Apenas feliz

      : – )

      1. Maurício Luís *

        Valeu, Carlo! Fechou o blog com chave de ouro… Pena que o motivo do fechamento tenha sido porque fechou o tempo entre o blogueiro e os internautas.
        ” … E todos viveram infelizes para sempre! “

  40. Marcelo Costa

    O debate do “cabra” nesse espaço, entra em uma nova vertente, além dos números objetivos, subjetivos, valem, não valem, agora a idade serve para os malabares justificatórios ( Odorico incorporou ), Tom Brady já em seus 41 anos, venceu o promissor Mahhones sendo muitos anos mais novo, Cr7 eterno, goleiro Fábio que ontem fez milagres nos seus 41 anos, entre tantos outros exemplos que jogam por terra a teoria de que o suiço por ser mais velho, deveria então sucumbir aos demais, o pior que são os mesmos que dizem que o nova geração dez anos mais jovem, deveria vencer o velho Nadal, ou o velho Novak, e como Federer venceu seu último Slam?
    Na verdade, vale o que vier, vale o que quiser, só não vale colocar seu cabra na frente do meu cabra ( Sai Odorico, incorpora Tim ).

    1. Sérgio Ribeiro

      Até hoje Hewitt aos 20 anos e’ o mais jovem N 1 de toda a Era Profissional, e Nadal somente não repetiu o feito em 2005 ao vencer 10 Torneios , por existir um certo Suíço ( não tão precoce ) que não permitiu . Este bateu Sampras em Wimbledon 2001 também aos 19 , mas precisou esperar até os 22 pra assumir o Posto. Seus exemplos de outros esportes , jogadores de Esporte Coletivos, não colam . Rafa Nadal ficou então 160 Semanas consecutivas aguardando de 2005 a 2008 para assumir o N 1 que foi retomado em 2009 pelo mesmo oponente. E’ óbvio que existem jogadores como Medvedev, Zverev e ALCARAZ que eventualmente podem vencê-los e assumir o N 1 . A meu ver , teus exemplos não jogam por terra coisa alguma . Abraços para Fábio , o goleiro rs . Abs!

      1. Luiz Fabriciano

        Como tu és o Mr. Know-it-all, por que o Lleyton Hewitt, apesar de todos os atributos e feitos sempre listados por você, só foi convidado ao Hall of Fame, semana passada?
        Guga já está lá há mais de 10 anos.

        1. lEvI sIlvA

          Rapaz, se tem um tenista que foi fora de série, mas que não me desce de jeito nenhum, é Lleyton Hewitt…!!!
          A antipatia é tanta, que sequer consigo admirar qualquer feito dele na história do 🎾, acredita?!?!?
          E isso nada tem a ver com ter tirado de Guga o N°1 e ter ganho várias do brasileiro…

      2. Marcelo Costa

        Eu não faço a menor questão de estar certo, de ir ao Google ficar pesquisando minúcias sobre em que idade hewit chegou ao número 1 ou citar 237 vezes seguidas, isso leva nada a lugar algum, pois, o que importa são os grandes torneios, onde 128 tenistas disputam melhor de 5 sets para se sagrar campeão, buscar narrativas estratosfericas para justificar o número 237 é tentar convencer que o meu é maior que o seu.

        1. Valmir da Silva Batista

          MARCELO COSTA, enfim uma mente brilhante no fim do túnel escuro em que se transformou este blog há cerca de dez dias, face ao besteirol a respeito do goat e do big-3. Muito obrigado pela opinião tão discernida e sem a imundície dos habituais clichês. Um abraço…

  41. Carlo V. W.

    Dalcim: já pensaste em criar algum tipo de canal temátuco dentro do blog? O canal poderia única e exclusivamente tratar sobre o assunto do mimento: GOAT.

    Nao se discute mais tênis aqui. Se discute únuca e exclusivamente o tal do GOAT nos últumos 12 anos, seja lá o tema que bocê escolha.

    Se a página tiver uma versao em inglês, talvez você tenha até mesmo que selecionar um estagiário para a moderação.

    1. Maurício Luís *

      Obviamente que nunca jamais haverá consenso sobre esse tema GOAT. Porém supondo que todos concordassem que um dos Big 3 é o maioral… como disse certa vez um certo presidente de um certo país sobre os milhares de mortos por covid… ” E daí ? “

  42. Robson Couto

    Dalcim, desculpe se você já respondeu a essa pergunta anteriormente, mas os anos em que Nadal, Djokovic e Federer apresentaram seu melhor tênis (no aspecto técnico) foram respectivamente 2013, 2015 e 2017?

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Robson, se formos pensar em termos técnicos, ou seja, a qualidade real do jogo de cada um, eu diria que todos têm de ser vistos por seus momentos mais recentes, porque continuam a se aperfeiçoar. Assim, o Federer de 2019 para mim foi a melhor versão de todas, assim como o Djokovic de 2021 e o Nadal de 2022. No entanto, imagino que você esteja se referindo à melhor temporada de cada um, então Nadal (2013), Djokovic (2021) e Federer (2017) seriam boas escolhas. Abs!

  43. Denis

    Dalcim, caso o Djoko fique fora dos oito melhores do ano ele vai poder jogar o finals devido ao título de Wimbledon (desde que fique no top20)? Fiquei em dúvida pois o torneio não valeu pontos pro ranking.

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, não houve observação formal da ATP de que Wimbledon não valeria para esse critério (e nem tem sentido não valer), portanto eu acredito que Nole esteja dentro da regra. Abs!

  44. Paulo Almeida

    Os números são objetivos e implacáveis e definirão o GOAT nos próximos 2 ou 3 anos entre Djokovic e Nadal. Federer ficou pra trás e se entrarmos no campo subjetivo, a coisa só piora pra ele, já que perdeu muito mais do que venceu seus arquirrivais e mais da metade de seus Slams não foram sobre eles ou Murray. A terceira posição é cada vez mais clara.

  45. André

    Dos comentários sobre o GOAT, a linha em comum: os números e fatos são a base, e a conclusão será sempre subjetiva. MASSSS…. Subjetivo = sujeito. Individual. E no fundo o que importa é o coletivo. Se (muito) mais pessoas consideram Federer o GOAT, os eleitores de Nadal e Djoko podem contestar, claro, mas quem a história (registro coletivo) registrará como GOAT será o Federer. Mesmo que a minoria discorde. Se amanhã Djoko (ou Nadal) ganhar mais 40 Slams e convencer a maioria de que ele é o maior, parabéns, então será o GOAT. Só que primeiro tem que convencer (subjetivamente) a maioria.

    1. Thiago+Silva

      Se os números são a base e os números são favoráveis ao Djokovic, significa que a conclusão de que o Federer é o GOAT não tem base nenhuma, só fanatismo e negação da realidade.

    2. Samuel, o Samuca

      Não é bem assim. Pode ser que a maioria esteja equivocada.
      Por exemplo, há centenas de anos, 99,999% da população mundial acreditava que a Terra era plana.
      Portanto, sob seu ponto de vista, naquela época a Terra não era um globo.

      Samuel, o Samuca

    3. Rogerio R Silva

      Todo mundo acha,inclusive os jogadores,que o Ronaldo Fenômeno é melhor que o CR7,mesmo tendo menos gols e Champions;
      Todo mundo sabe que o Senna é melhor que o Hamilton.
      Todo mundo sabe que o Jordan é melhor que o Bill Russel.
      Mas no tênis tem que ser ciência exata.
      Num esporte de alto rendimento cinco anos é muita diferença,todos sabem que Djoko passou muito tempo sendo freguês do Federer até a balança da idade pender pro lado do mais jovem.
      O desfavor com Nadal todos sabem que é devido as diversas partidas no saibro,vide as últimas nos outros pisos.
      Vejo tênis desde Borg e Connors,mas nunca alguém me deu tanto prazer quanto Federer.Esse é o motivo dele e do Laver serem reverenciados.
      Respeito a opinião de todos mas essa discussão nunca vai acabar.

      1. Valmir da Silva Batista

        ROGÉRIO R SILVA, em relação às contendas Nadal/Federer sem ser no saibro, não entendi por que ver apenas “as últimas nos outros pisos”. Por que não todas nos outros pisos?

    4. Luiz Fernando

      Acorda rapaz, nem nascerdes sociais Federer tem maioria. Mas gostei do número 40 GS, pq não 100 kkkk. Aqui é diversão garantida kkkk…

      1. Sérgio Ribeiro

        Diversão garantida e’ um sujeito da tua idade acreditar que nas redes sociais e’ que entendem de Tênis. Veja quantos seguidores tem o “ Menino Ney “ comparado a Messi. Roger Federer tem muito mais patrocinadores que os outros dois juntos. Ninguém gasta tanto com terceiretes . Da’ pra perceber que em qualquer assunto faz questão de postar bobagens , criança . Na boa , tu és muito engraçado kkkkkkkkkk. Abs!

        1. Luiz Fernando

          Vc não é diversão garantida kkk, aliás vc tenta ser engraçado mas não consegue. Persista, as vezes a perda de 0.5% da arrogância ajuda…

        2. Luiz Fernando

          Rafa voltou aos treinos hj, o q já é uma ótima perspectiva de uma evolução favorável da contusão e sua participação no Canadá…

        3. Rafael Azevedo

          Olá, Sérgio.
          Fiquei curioso sobre a sua conclusão quanto a Neymar e Messi.
          Messi tem o dobro de seguidores de Neymar, no Instagram. Qual seria a relação disso para o caso Nadal x Federer que Luiz citou?

          1. Sérgio Ribeiro

            Tens razão, Rafael . Neymar já esteve à frente de Messi e hoje está com a metade . Incrivelmente CR7 deu um salto monstro para 400 milhões de seguidores. Apesar do meu equívoco o Blogueiro já explicou que seguidores no Insta não é garantia de maior popularidade. Federer mesmo sem jogar continua à frente dos outros dois a nível de popularidade segundo revistas especializadas. E’ óbvio que uma hora vai mudar e talvez não demore tanto… Abs!

    5. Valmir da Silva Batista

      ANDRÉ, com base em que fator científico e/ou verídico você chegou à conclusão de que Federer é “quem a história( registro coletivo ) registrará como goat”? Desenvolve, por gentileza, quero entender…

  46. Thiago+Silva

    Agora transportam o Djokovic até os anos 90 pra desqualificá-lo 😂😂😂. Tudo isso pra dizer que o Federer “seria” teoricamente superior a ele naquela época, mesmo os dois tendo sido contemporâneos por mais dr 10 anos e jogado mais de 50 partidas. Aceitem que ele superou o Federer e sigam a vida, melhor que ficar fantasiando um roteiro onde o sérvio seria inferior.

      1. Sérgio Ribeiro

        O torcedor modinha atualmente fica somente na espreita rs . Engraçado e’ a quantidade de Paulos que fazem o mesmo neste fórum rsrs . Abs!

      1. Thiago+Silva

        O sérvio tem feitos que o Federer nunca conseguiu, ganhar duas vezes do Nadal em Roland Garros, ganhar duas vezes cada slam e cada Masters 1000 também é prova que ele é mais versátil que o suíço. Dá pra fazer uma lista grande de feitos espetaculares do Djokovic que a torcida do Federer torce o nariz, não vou fazer agora porque os torcedores dele já fizeram e tá tarde. Se o Djokovic fosse americano ou de algum país de grife europeu já estaria estampado em todas as capas de jornais que ele é o GOAT.

        1. Fabiano

          Kkkk. Por acaso o Nadal estava no auge físico e técnico nessas duas vitórias?
          O FEDERER sempre enfrentou Nadal no auge em Rolanga, e perdeu todas, infelizmente
          O Djocovid quando pegou Nadal no auge, também perdeu todas. Kkkk

          1. Jonas

            1 – No primeiro confronto vencido pelo sérvio em RG, Nadal estava em má fase técnica. Na vitória do ano passado o espanhol foi superado em um jogaço, não estava mal tecnicamente, acho que foi o melhor jogo do ano.

            2 – Discordo em relação ao auge do Nadal. Ele não estava no auge entre 2005-2007. Eu diria que a melhor versão do espanhol em RG foi em 2010 ou 2013. De qualquer forma, Nadal teve evolução absurda a partir de 2008.

    1. Sérgio Ribeiro

      Quanta bobagem ao mesmo Tempo . Jogaram dez anos juntos graças a incrível longevidade do Craque Suíço , SEIS anos mais velho( enfrentou TRÊS gerações) . Seu contemporâneo é o Espanhol , apenas um ano mais velho que o Sérvio, e recordista disparado com 160 Semanas CONSECUTIVAS como N 2 do Mundo atrás do Suíço ( essa é imbativel ) . Com seus Zero FINALS terá números menores que Novak ao FINAL da carreira rsrs . Não esqueces Federer nem no fake , digo , faceTenisBrasil kkkk. Abs!

      1. Jonas

        Federer e Djokovic se enfrentaram cerca de 50 vezes, inclusive em finais de Slams, masters 1000 e ATP Finals.

        O suíço é longevo, fez final de Slam aos 37 anos (quase 38) e venceu o Australian Open 2018. Djoko e Nadal também dispensam comentários nesse aspecto. A idade pra esses gênios é quase que um mero detalhe, obviamente um dia ficarão velhos, mas jogaram tantas vezes que essa “desculpa” de idade praticamente caiu por terra.

        1. Sérgio Ribeiro

          Jogaram 50 partias mas sempre alguém era SEIS anos mais velho . O mesmo aconteceu com Connors em relação a Borg , Big Mac e Lendl . No início dava Jimbo , depois próximo aos 30 , começou a apanhar de todos . Lendl venceu as últimas DOZE . Abs!

          1. Jonas

            Federer jamais perdeu uma partida pra Djokovic por estar velho. Não teve desvantagem alguma, simplesmente foi superado em quadra.

        2. Paulo Almeida

          E tendo como base esses 50 confrontos desde 2006, eles só não são contemporâneos como formam a segunda maior rivalidade da história, atrás apenas do DjoDal. O resto é conversa pra boi dormir.

      2. Mateus

        É constrangedor ler um cara que nitidamente sabe muito de tênis como você, Sérgio, ficar reforçando essa balela que semanas “CONSECUTIVAS” (kkkkkkkk) são mais relevantes que semanas totais no topo, embora o recorde de semanas consecutivas – que Fedex detém – seja um enorme feito. Cada vez que leio isso me dá mais vergonha alheia. kkkkkkk
        Nem os mais fanáticos torcedores do Federer, incluído aqui o multi homem Marquinhos-Johnny-Victor Hugo-Renato (que até sumiu(ram?) e deve(m) estar chorando em posição fetal com a perda dos recordes do genial suíço) vão nessa onda, pq mesmo eles sabem que não faz nenhum sentido, é só um argumento desesperado para teimar em afirmar algo insustentável…
        Negar em assumir que Federer foi ultrapassado em termos de recordes pelos seus dois principais concorrentes é um despropósito, pois independente de qualquer coisa aquele teve uma carreira brilhantemente vitoriosa e jogou o jogo mais vistoso que estes olhos já tiveram o prazer de acompanhar.

        1. Luiz Fabriciano

          Certa vez, estava eu, que sou baiano e moro na Bahia, numa roda de amigos mineiros, lá nas Minas Gerais e eles se gabando das cachoeiras, dos rios etc.
          Depois de um tempão intervir: aqui tem praia?
          Ficaram todos mudos.

        2. Sérgio Ribeiro

          Não posso adivinhar há quanto tempo acompanhas o Esporte , meu caro Paulo , digo, Mateus . Semanas CONSECUTIVAS está no livro da ATP é o mais difícil, junto com as Temporadas CONSECUTIVAS de Temporadas como N 1 de Pete Sampras . Serena fez de tudo para alcançar as 186 de Steffi Graf , e não conseguiu abrir uma só, devido a dificuldade. Novak atingiu o Top 3 em 2007 . Esquentou o banquinho até 2011para assumir o Posto . Porque saiu várias vezes ? . Pergunte para seus fanáticos torcedores … rs . Abs!

          1. Mateus

            Meu caro, é Mateus mesmo, não Paulo, embora eu entenda a referência! hahaha
            Não perco meu tempo discutindo quem fez o quê, pois todos os três são magistrais, mas os números do suíço hoje são inferiores. Existem interpretações subjetivas para o “tamanho” dos números (apesar de considerá-las tolas) – como Slams “parrudos”, tempo que Fedex demorou para trocar de raquete ou aquela do maior rei das pérolas daqui: “Federer era mais amado, com isso sofreu mais pressão e ganhou menos por isso”… como se jogar com a torcida a favor fosse pior, como desmente praticamente qualquer situação da história do esporte. (kkkkkkkk) Contudo, não existe subjetividade nos números em si. Não se pode dizer que Nadal ganhou menos Slams que Djokovic ou que o suíço ganhou mais que os outros dois.
            Quanto a dizer que ficar mais tempo seguidamente seja mais difícil, pode até ser, mas obviamente é um recorde menos relevante do que as semanas totais e só pessoas que anseiam em brigar com o óbvio discordam disso (neste espaço, somente você).
            Tão bizarro isso e de conveniência tão patente, que já te vi enfatizando apaixonadamente os 6 títulos do Federer no Finals, recorde que ele possui isoladamente, e nunca disse nada sobre o tetra seguido (penta no total) de Djokovic no mesmo torneio ser melhor ou mais impressionante. E vc está certo em não dizê-lo: PQ NÃO É MESMO! 6 títulos no total é sempre melhor que 5, sendo 4 CONSECUTIVOS. (hahaha) É uma falta de nexo incrível e, como disse no outro comentário, bastante constrangedor vê-lo tão visceralmente defender o indefensável.

        3. Valmir da Silva Batista

          MATEUS, eu estou com você nessa, ou seja, de saco do besteirol acerca dos números como protagonistas das contendas entre Nadal, Djokovic e Federer. Obviamente que tal mensuração é importante, mas jamais como item prioritário para afirmar que fulano e sicrana jogaram mais ou menos bola que outrem. Quanto a apenas Federer, sou torcedor do Nadal, porém, considero o suíço da mesma forma que você, é um artista plástico que jogando tênis, um Vincent van Gogh das quadras…

      3. Thiago+Silva

        Os dois terão números inferiores ao Djokovic no final da carreira, por isso o sérvio vai terminar como GOAT, mas ao contrário de vocês eu não me incomodo com isso, o GOAT tem que ser o mais vencedor mesmo.

  47. diego adrian

    Que semana do tenis argentino! Final argentina sub 23 em Bastad. Baez com 21 anos, F. Cerundolo com 23, os 2 no top 40. Vitorias nessa semana sobre Rublev, Fognini, Casper Ruud, Carreño Busta, e Thiem. Há vida após Delpo e Schwartzman…hehe. Tranquilo e feliz de que a nova geração do tenis argentino esta mantendo o país no mapa do tenis mundial. E ainda temos outros sub 23 no top 200 e subindo aos poucos no ranking: Juan Manuel Cerundolo, Tirante, Carabelli, e Rodriguez Taverna. Vamos!

    1. Carlo V. W.

      Abç aos Hermanos Argentinos! Lamentamos a atual situação política econômica pela qual vcs passam no momento. Dias melhores!

      Já qto ao tênis, parece que vai tudo muito bem por lá! 🙂

  48. José Eustáquio Masculino Cruz

    Estastiticas não servem para nada tem vários exemplos disto.a meu ver o que vale é GS e pronto!Sampras um amarelão Becker outro,o cara mais vistoso no jogo digo em quadra é Federer.Mas para mim o melhor é Rafael Nadal e pronto alguém vai dizer o contrário.sou direto!

  49. EDVAL CARDOSO

    Na minha opinião, quando se quer argumentar qual atleta é o melhor em seu esporte, podemos olhar por dois lados;
    Um que abrange a importância desse atleta para o esporte como um todo, ele não precisa ter sido necessariamente o maior ganhador do seu esporte, mas a sua importância fora das quadras, campos, autódromo, ringues, etc.., faz com que uma boa parcela dos fãs os considerem como maior da sua categoria.
    E temos os números, quantidade de troféus, importância dos troféus, quantidade de anos como número um de sua modalidade e por aí vai.
    Aí cada um escolhe qual lado vai usar pra argumentar, e claro, a maioria sempre vai puxar a sardinha pra sua brasa, dependendo do lado que seu preferido estiver.

  50. Maurício Luís *

    Achei muito interessante a análise, dá uma ótima ideia do que está por vir. E falando no que está por vir, quanto à Serena Williams…
    Como torcedor e fã dela, espero que a multicampeã dedique-se no preparo físico com o maior esmero possível. Porque ela não é daquelas que entram pra participar e pronto. Ela quer os grandes títulos. Só que as adversárias evoluíram – muitas inspiradas nela mesma – e ela perdeu aquela aura de imbatível. A maioria agora é adepta de disparar ‘misseis’ dos 2 lados.
    40 primaveras nas costas, não é fácil pra um esporte tão exigente.
    Meu lado racional diz que a Serena não vai mais muito longe. Mas meu lado emocional ainda teima em me dar esperança.
    Não vou dizer que aprovo tudo o que ela faz (ou “apronta”…), mas acho que ela faz muita falta.
    Então, bola pra frente, Serena… que atrás vem gente.

    1. Fernando Brack

      Muito longe ela não vai mesmo, Maurício. Com 40 anos, acho que ela só vai para um lugar nos torneios que disputar: pra casa mais cedo.

        1. Sérgio Ribeiro

          Não existe se . Roger Federer já está inscrito em dois Torneios com chancela ATP . Laver Cup e ATP 500 de Basel . A partir daí é que decidirá seu destino em relação a 2023 . Abs!

          1. Luiz Fabriciano

            Claro que existe.
            Berrettini estava cotado como segundo maior candidato ao título em Londres, motivado por suas campanhas recentes na grama e por ter sido vice ano passado.
            Na hora de entrar na quadra, a COVID-19 disse: “não vá”.

  51. DANILO AFONSO

    Constantemente leio membros aqui deste blog e em outras plataformas afirmando que Djokovic teria dificuldade para jogar nos anos 90, alegando que o jogo era muito mais veloz e o estilo saque voleio dos adversários iria dificultar seu jogo e principalmente a DEVOLUÇÃO do sérvio, para muitos a sua maior arma. Essa resposta nunca teremos. Porém, quando me deparo com alguns vídeos do passado e principalmente as estatísticas apuradas da época, faz-me acreditar que ele teria muito sucesso, não sei se na mesma proporção que atingiu atualmente.

    O último US OPEN registrou 10% de ACES, a maior porcentagem desde que a ATP passou a levantar tais dados estatísticos (1991). Tal porcentagem representa um aumento de 26% quando comparado com os 7,6% de aces do US OPEN 99, ano que o torneio registrou a maior porcentagem de aces nos anos 90. Quando comparamos com os 5,1% de aces no US OPEN 92, a diferença de aproveitamento de aces é ainda mais gritante, incríveis 96,2%, quase o dobro da porcentagem.

    Se atualmente o sérvio é uma referência na devolução contra saques cada vez mais eficientes, por que não acreditar que ele também teria sucesso nos anos 90 quando nos deparamos com os números citados acima ??

    Por que não acreditar que Djokovic teria a mesma ou superior eficiência na devolução de saque que o americano AGASSI, considerado o melhor devolvedor da sua geração ??

    Além da devolução, creio que o sérvio tem outras qualidades superiores ao americano, na qual destaco o backhand (ofensivo e defensivo), saque, drop shots, mental, físico e leitura tática do jogo, bem como disciplina e obstinação por recordes.

    Vejamos a % de ACES do US OPEN nos últimos 30 anos:

    1991 – 5,4%
    1992 – 5,1%
    1993 – 5,9%
    1994 – 5,9%
    1995 – 6,7%
    1996 – 6,7%
    1997 – 6,8%
    1998 – 6,8%
    1999 – 7,6%
    2000 – 9,1%
    2001 – 9,0%
    2002 – 7,6%
    2003 – 8,3%
    2004 – 8,4%
    2005 – 8,0%
    2006 – 8,0%
    2007 – 8,2%
    2008 – 8,6%
    2009 – 7,4%
    2010 – 8,4%
    2011 – 7,1%
    2012 – 8,4%
    2013 – 7,8%
    2014 – 8,6%
    2015 – 9,0%
    2016 – 7,2%
    2017 – 7,5%
    2018 – 8,6%
    2019 – 8,0%
    2020 – 8,3%
    2021 – 10%

    Fonte: Ultimate Tennis Statistics
    https://www.ultimatetennisstatistics.com/statsTimeline?rawData=false&tournamentId=19

    1. Barocos

      Grande Danilo,

      Como de costume, muito bem colocado.

      Estas suposições e insinuações de que o Djokovic não teria relevância em outra época, não passa mesmo de especulação baseada em achismos. Não, não podemos afirmar que teria com certeza absoluta, mas os números e a qualidade dos adversários que ele enfrentou e ainda enfrenta são um excelente indicativo de que sim, ele seria um expoente de maior grandeza, tal qual ele é atualmente.

      O valor dos números é frequentemente posto em dúvida por muitos motivos diferentes, mas o fato é que é um dos poucos critérios resistentes às manipulações por conveniência. Acho que um dos motivos para tal é que a probabilidade e a estatística não são triviais, ao contrário do que muita gente parece pensar, sendo necessário, muitas vezes, entender as relações de correlação e significância do que se está analisando. Ainda por cima, existe todo o folclore que é repetido ad nauseam: “lies, damn lies and statistics”, daí toda a desconfiança e certo menosprezo que muitas pessoas parecem nutrir pelos números como parâmetro de avaliação.

      Saúde, paz e estatísticas!

      1. Antônio

        É absolutamente evidente (basta ter UM PNGUINHO de cérebro) para compreender que nos últimos 20 anos os três maiores jogadores da história não só obtiveram marcas espetaculares (o que por si é inconteste) durante toda a sua longeva carreira (o que os coloca acima dos outros grandes), mas também enfrentaram e anda enfrentam gerações inteiras de jogadores pífios (cuja mediocridade perante os três pode ser aferida pela incapacidade de chegarem a finais relevantes com a mínima regularidade – ou seja, ainda que os três maiores estivessem ausentes, não se pode deduzir que os outros mais bem classificados fossem campeões do que quer que seja). As poucas exceções foram os grandes Agassi, Hewitt, Safin, Ferrero, Murray e Medvedev – todos não por acaso números um nesse período ou pouco antes disso. Eis a questão: os inúmeros concorrentes dos três melhores eram tão irregulares quanto as tenistas de hoje.

          1. Antônio

            A fé ideológica impede os seres de entenderem o que leem, leva-os a distorcer o significado dado pelo léxico às palavras que usam como bandeira e dificulta-lhes perceber que a atual geração de tenistas mulheres é insegura, suscetível e irregular.

    2. José Yoh

      Danilo, um ace é um saque indefensável, normalmente o primeiro. Esse percentual é bastante interessante mas não dá para cravar que a devolução ficou mais difícil atualmente. Seria necessário analisar mais dados como percentual de pontos obtidos contra o primeiro e segundo saque.

      Sobre a devolução do Djoko, se ele voltasse nos anos 90, a mecânica da devolução e as técnicas para isso eram bem diferentes. Ele não teria esse conhecimento e iria usar o que era vigente. Fora as raquetes, tênis, treino de reflexos, visão, tudo.

      Por isso, como você mesmo disse, nunca saberemos.
      Abs

      1. DANILO AFONSO

        Nobre José Yoh, há outras estatísticas para embasar a minha percepção de que nunca foi tão difícil devolver saque como nos últimos anos, apesar de treinos específicos deste fundamento e aperfeiçoamento da biomecânica do movimento.

        Vou te passar outro link na qual você verificará que a porcentagem de break points salvos foi aumentando no decorrer das décadas e consequente a porcentagem de break points convertidos diminuiu. O fator saque foi responsável por tal estatística. https://www.ultimatetennisstatistics.com/statsTimeline?rawData=false

        Não sei se você acompanha as estatísticas que a ATP disponibiliza no decorrer dos jogos. É possível verificar que há uma correlação muito grande entre a porcentagem de ACES (saque sem toque do devolvedor) e saques não devolvidos (aces e não aces), isto é, quando o tenista tem uma porcentagem boa de aces, ele quase sempre também tem uma porcentagem boa de saques não devolvidos (maioria com toque na raquete do devolvedor). Falo isso, porque muitos podem ter achado que a estatística da % de aces que apresentei acima é insuficiente para eu tirar minhas conclusões sobre a devolução do sérvio. A estatística sobre aces pode parecer para alguns um dado de pouca importância, mas quando devidamente associada a outras estatísticas, muitas vezes nos proporciona extrair boas análises.

        Creio que muita gente concorda que atualmente o sérvio tem a melhor devolução da sua geração (talvez da história), e isso com todos adversários contemporâneos tendo acesso a mesma tecnologia de raquetes, cordas, tênis, treino de reflexos e elasticidade. Logo não seria absurdo deduzirmos que o golpe (devolução) é uma facilidade (dom) inerente a sua pessoa, tendo ele destaque independente da década ou material e treinos disponíveis. Não podemos esquecer que ” Pau que bate em Chico também bate em Francisco”. Se a devolução evoluiu muito em decorrência da mecânica, técnica, treinos e materiais esportivos, o mesmo vale para o saque, que conforme demonstrei em números, aprimorou muito década a década. O sérvio enfrentaria saques menos eficientes.
        _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
        Com exceção da nossa sensibilidade e visão sobre a arte (pinturas, livros, esculturas, filmes, músicas etc), onde a subjetividade reina de forma absoluta, no esporte e em outros segmentos, a nossa manifestação subjetiva está embasada (mesmo que inconscientemente) na objetividade.

        1. José Yoh

          Danilo, pelo link que você enviou (bem legal por sinal!), os dados que vc compilou no post original, eram do USOpen. No geral, e mesmo só nas hards, o numero de aces variou bem menos.
          Os break-points salvos também tem uma variação pequena.

          Veja só como os números são traiçoeiros e subjetivos (tudo bem, a interpretação deles é que é subjetiva): você mesmo extraiu o que desejava para obter o resultado que queria. Isso acontece inconscientemente.

          Aí mora o perigo de analisar números sob uma única ótica. Havia uma propaganda da Folha que mostrava os bons números econômicos de um período de uma nação e no final descobríamos que era a Alemanha Nazista.
          Abs

    3. Periferia

      Olá Danilo.

      Djokovic teria dificuldades (assim como Federer e Nadal) por ter que enfrentar nos anos 90 gente como:
      Sampras…Agassi…Becker….Willander….Chang…Kafelnikov….Courier…Ivani…Bruguera…Edberg….Corretja…Moyá..etc (ranking de 1995).

      A comparação de geração é ingrata…principalmente usando aces.
      Hoje o tenista é maior…mais bem preparado fisicamente…as raquetes mudaram….as bolas também…piso é diferente.
      Os números servem como curiosidade…até mesmo para mostrar a evolução de um golpe isolado no tênis.
      Não servem para comparar jogadores e nem mesmo comprovar a superioridade de A sobre B.

      Abs

      1. Luiz Fabriciano

        No final, tudo é igual.
        As épocas mudam proporcionalmente.
        Houve épocas, que existiam melhores sacadores, como hoje, e também desenvolvedores que se destacavam, como hoje.
        E todos usavam raquetes de madeira.
        Trazendo para hoje, acreditas que dentro do top 100 consolidado, algum tenista tenha dificuldades tecnológicas, como raquetes inferiores, tênis, bolas etc?

      2. Sérgio Ribeiro

        Perfeito Peri . Com a padronização e a consequente lentidão o devolvedor leva grande vantagem na devolução de Serviço quanto nas trocas devido ao Equipamento. Somente não vê que não assiste aos jogos . Não cabe comparação com o passado. Abs!

  52. Periferia

    Contexto histórico

    Para saber a importância de um atleta em seu esporte devemos não apenas tabular números…mas influência dele para aquele esporte.

    Michael Jordan nunca teve domínio dos números e recordes do basquete (Russel…Kareen dominam os números)…mesmo assim fez da NBA algo mundial.

    Muhammad Ali não domina os números do boxe (Marciano e Sugar Ray dominam os números)…Ali não é apenas importante no boxe…para muitos Ali transcende o esporte…foi o maior nome do esporte em geral.

    Tiger Woods não tem o recorde de majors no golfe (Nicklaus domina)…mas é considerado o maior jogador de golfe de todos os tempos…transformou um esporte de “nicho” em um dos grandes eventos do mundo.

    Muitos correram mais rápido que Jesse Owens…mas nenhum tem a importância história dele.

    Mikhail Tal tem o recorde de vitórias (95 seguidas)….Lasker tem o maior período como campeão (27 anos)…apesar disso…Bobby Fischer é considerado o maior enxadrista que existiu.

    Todos tem uma coisa em comum…a importância histórica…cada um deles transformaram o o esporte que praticaram…

    Números são muletas…o cara para ser considerado o maior do esporte precisa mais do que números…

    1. Rafael Azevedo

      Concordo.
      Mas, os números são critérios qualificadores. Para disputar o GOAT, o cara tem que ter números absurdos (não necessariamente os melhores), juntamente com os outros postulantes. Aí, para selecionar entre esses poucos, algo além dos números é analisado e, portanto, cada um tem um Goat diferente.
      Mas, quando um cara fica muito para trás nós números, ele fica um pouco de fora da disputa. Algo semelhante ocorreu com Born e com Sampras. Atualmente, poucos os colocam na discussão do Goat, em comparação a décadas atrás. E por quê? Porque seus números ficaram pra lá de Bagdá do Big 3.

      1. Periferia

        Olá Rafael…

        Respondendo o Valmir citei 3 coisas necessárias para um Goat ( modo de ver da Periferia).

        Números (títulos)
        Forma (plasticidade no jogar)
        Carisma (transformou o esporte que joga)

        Se o jogador preenche apenas 2 quesitos…ele não pode ser considerado o maior de todos os tempos.
        Tem que ter números….tem que jogar bonito e principalmente…transformar o esporte que prática.
        Uma visão apenas.

        Abs

        1. Rafael Azevedo

          Olá, Periferia.

          Mas, na sua visão, tem alguém do big 3 não satisfaz algum desses três critérios que você citou?

          1. Periferia

            Olá Rafael…

            Sim….não acho (mesmo respeitando a grandeza de ambos) que Djokovic e Nadal tem o carisma suficiente .
            Precisamos compreender que quando escrevo “carisma” é no sentido de influenciar e causar impacto no jogo…nenhum dos dois mudaram o jogo (tanto que não surge ninguém para enfrenta-los…o jogo não muda…está estacionado na grandeza dos 2).
            Poderia falar também sobre a forma…não considero o jogo do Djokovic e nem do Nadal do meu agrado…são campeões indiscutíveis…jogadores de uma grandeza imensa.
            Mas sou o cara do sofá…olho o esporte (qualquer um) com uma exigência maior do que o simples resultado…espero algo extraordinário daquilo que gosto…independente da figura que o prática.

            Abs

          2. Luiz Fabriciano

            Essa resposta é ao comentário do Periferia, pois não havia mais espaço lá.

            Você diz que carisma, Nadal e Djokovic não o possue suficientemente, mas começa com “não acho”;
            Na forma de jogar, você diz “não considero o jogo do Djokovic e nem do Nadal do meu agrado…”
            Então, a questão está toda no âmbito do gosto pessoal.

        2. Valmir da Silva Batista

          PERIFERIA, considero seu critério muito bem posto, justamente por conta do extremismo. Andei gastando a memória até o quanto pude, mas não encontrei nenhum jogador que tivesse em sua trajetória no tênis os três quesitos por você adotados, para chegar à conclusão de qual é o melhor. Após me ater a números, forma e carisma, que são os tais quesitos, minha percepção é a de que nenhum tenista é, digamos, o melhor, pelo menos de 1987 para cá, quando comecei a acompanhar tênis de forma mais efetiva, ou seja, nos últimos 35 anos, sendo que outros, anteriores ao referido período, acompanhei algumas passagens suas pela TV e sobretudo canais digitais. Craques como Borg, Vilas, McEnroe, Lendl, Sampras, Agassi, Federer, Nadal, Graf, Seles, Navratilova, Hings e Serena, se encaixaram no máximo em duas das três réguas periféricas. Claro que prefiro não adotar a mesma cartilha que você, como forma de avaliação para concluir quem é o tal melhor( detesto essa bobagem de goat ), apesar de eu ter gostado muito do modus operandi que você utilizou. Já me valendo apenas da minha despretensiosa régua, ouso afirmar que os melhores são Pete Sampras, Monica Seles, Rafael Nadal e Serena Williams…

        3. Carlo Von Wagen

          Ou em resumo (ou em outras palavras): você está retirando Djokovic da disputa pelo g-o-a-t porque vc não gosta dele (o tal carisma).

          Mas… e as pessoas que gistam? Ele nao te cativou (carisma???).. mas parece que ele cativa muita gente (carisma)

          1. José Yoh

            Claro que ele tem muitos fãs que imaginam que ele tem carisma. E para estes, ele é o GOAT.
            Para outros o GOAT pode ser outro.
            Por isso insisto tanto que é uma questão de GOSTO, rss.
            Não é só questão de números de qualquer jeito. Senão seria unanimidade.
            Abs

      2. José Yoh

        Acho que alem dos números terem ficaram para trás, sobraram poucas testemunhas de seus jogos e da magia que era cada partida. É natural que as pessoas mais novas tenham preferência pelos atletas atuais, ainda mais com a mídia massiva de hoje em dia.
        Abs

    2. Paulo Sérgio

      Periferia,

      O basquete é esporte coletivo.
      Michael Jordan tem 6 títulos de MVP’s de Finals e 5 mvp’s da temporada regular. Além disso, tem média de 30 pontos por jogo em toda a carreira e se contar apenas os playoffs, a marca ultrapassa a média de 35 pontos por jogo. Dizer que ele não tem as melhores marcas do basquete é ignorar esses recordes, no mínimo.

      1. Periferia

        Olá Paulo Sérgio

        Havia lido anteriormente sei argumento em relação ao Jordan…estranho que vc usa o argumento de números para justificar o Goat do Jordan …
        Sem querer vc concorda comigo….vejamos os números da NBA…os records “parrudos”.

        Maior média de pontos em uma temporada regular : Wilt Chamberlain (50,4)

        Maior cestinha da história da NBA: Kareen Abdul Jabbar

        Jogador mais vezes MVP da temporada : Kareen Abdul Jabbar (6 vezes)

        Jogador com mais títulos da NBA : Bill Russell (9 vezes).

        Maior cestinha em playoffs : LeBron James

        Maior cestinha em finais de NBA: Jerry West

        Maior pontuação em um jogo da NBA: Wilt Chamberlain (100 pontos)

        Maior pontuação em uma partida de final: Elgin Baylor ( 61 pontos)

        Maior reboteiro da NBA: Wilt Chamberlain

        Jogador com mais assistências : John Stockton

        Com mais triplo duplos: Westbrook

        Mais vezes convocado para o All Star: Kareen Abdul Jabbar

        Como vemos o Jordan não tem os maiores recordes do esporte que prática….mas ele é o Goat do basquete….não pelos numeros…mas pela sua importância histórica para o basquete…
        Transformou uma NBA deficitária…onde a maioria dos astros jogavam dopados e com seu talento fez da NBA (não sozinho) algo mundial…fazendo do basquete um dos esportes mais populares do mundo….

        Abs Paulo Sérgio

        1. Paulo Sérgio

          Periferia,

          Estranho você fatiar os números para dizer que Jordan não tem os principais recordes. Vejamos:

          (1) 6 MVP´s de playoffs contra 2 de Kareen Abdul-Jabbar, ou seja, são 11 MVP’s para Jordan contra 8 de Kareen;
          (2) 30,1 de pontos por jogo e empatado com Wilt Chamberlain na temporada regular. No entanto, nos playoffs Jordan tem média de 33,4 contra 22,5 de Wilt Chamberlain;
          (3) 10 vezes como cestinha na NBA contra 7 de Chamberlain, 2 de Kareen Abdul-Jabbar e 1 de Lebron;
          (4) Bill Russell tem mais títulos, mas não tem MVP das finais. Lembre-se que se trata de um esporte coletivo;
          (5) maior pontuador de uma partida dos playoffs (63 pontos contra o Boston Celtics);
          (6) Jordan tem média de 43,7 pontos nos playoffs de 1986 contra 22,4 de Bill Russell na temporada 1961-62 e de 37 de Wilt Chamberlain em 1961;
          (7) Lebron tem 4 MVP´s de finais contra 6 de Jordan. É o segundo maior cestinha da história, mas só tem 1 título de maior cestinha em temporada regular;
          (8) Foi selecionado 9 vezes para o primeiro time ideal da defesa contra 5 de Kareen e 5 de Lebron. Ou seja, monstro na defesa e no ataque;
          (9) 3 vezes MVP do All-Star Game contra 1 de Chamberlain e nenhum de Kareen. Empata com Lebron nesse quesito.

          Pegar estatísticas individuais para tirar os méritos de Jordan é complicado. Você quer que ele vença em todas as estatísticas, inclusive de rebotes?
          Os recordes parrudos são os seguintes: mvp de temporada regular; mvp de playoffs; maior cestinha em temporada regular; média de pontos na carreira; média de pontos nos playoffs; maior cestinha da história; escolha para primeiro time da defesa e primeiro time do All-Star NBA.

          Observação: o jogador com mais assistências é Magic Johnson.

          1. Periferia

            Olá Paulo Sérgio

            Eu não tirei os méritos de Jordan….assim como vc considero ele o “Goat” do basquete…
            Não pelos números (como vc acredita)….mas pela relevância histórica…
            O impacto causado por ele no basquete é indiscutível….Jordan tem:

            Números (títulos)
            Forma (plasticamente era perfeito jogando)
            Carisma ( influenciou a todos…mudou o jogo…o impacto dele no basquete ainda reverbera).

            Ele preenche todos os requisitos exigidos na periferia para ser considerado o maior de todos os tempos…Jordan é o “Goat” pelo conjunto da obra.

            Abs

          2. Periferia

            Olá Paulo Sérgio

            Apenas para não passar batido….John Stockton é o jogador recordista em assistência na NBA….tem mais de 15 mil assistências
            Magic Johnson não está nem entre os 5 primeiros.

            Abs

          3. Paulo Sérgio

            Periferia,

            Eu só mostrei a você que Jordan tem os recordes mais relevantes do basquete. O “goatismo” dele é baseado nessas estatísticas que citei, principalmente.

            Grande abraço!!!

          1. Periferia

            Olá Heitor

            Nenhum dirigente do mundo consegue transformar um esporte sem o figura do grande jogador(es).
            A figura do atleta sempre será o fator de transformação de um esporte.
            Ideias são boas se vc tiver como implementa-la.
            Sem o Showtime do Likes…a garra do Piston e o “vôo” do Jordan….não tem dirigente que transforme algo.

            Avs

          2. Heitor

            Periferia, entendo teu ponto. Mas continuo achando que primeiro veio o David Stern, o cérebro por trás da transformação da NBA em uma potência esportiva mundial – desde exame antidoping nos atletas até transmissão internacional.

            O talento e a visão de Stern encontraram um golpe de sorte: enquanto ele bolava seu plano, as duas franquias mais vencedoras da história da NBA tinham em seus elencos Magic Johnson e Larry Bird. Some isso aos últimos bons anos de carreira de Julius Erving e o mágico Draft de 1984, ano em que David Stern assumiu como comissário da NBA, com a chegada de Hakeem Olajuwon, Charles Barkley, John Stockton e Michael Jordan. Uma era de ouro de grandes atletas e grandes times só esperando o mundo assistir.

        2. Um qualquer

          Jordan de 84 a 98, com uma pausa de 1 ano e meio pra jogar beisebol, e voltando pra ganhar 3 títulos seguidos no melhor time da história. LeBron disputou todas as finais da NBA de 10/11 a 17/18… Ou seja, 8 seguidas. Ganhou 3! Tem 4 títulos, começou a jogar com 18 anos. Wilt Chamberlain ficava embaixo da tabela fazendo cesta sem marcação O JOGO TODO, tinha MTA envergadura e impulsão, era quase impossível parar ele, só o Bill Russell conseguia, e isso pq ele tinha um time forte suficiente pra ganhar 11 títulos em 13 anos! John Stockton dava 20 passes por jogo pro Karl Malone, o cara tem mais cestas até que Jordan na carreira… E mais, recorde de Rebotes e triplo-duplo? Jordan n é reboteiro, muito menos um armador pra dar assistência, pq quem decide é ele em 90% das posses que chegam na mão dele! Quer comparar com Tênis? Big 3 não chega PERTO do recorde de Aces, do John Isher… logo, Isner GOAT? Pfvr né! Vocêu as estatisticas que interessam pra ti argumentar contra, as Médias são um parâmetro suficiente pra colocar ele como GOAT incontestável. Outra coisa, a questão principal nesse caso é: Contra quem ele jogou? LeBron perdeu títulos pra Nowitzki, Duncan e Curry, jogadores top20 da história, ok… Mas Jordan simplesmente ANIQUILAVA Magic Johnson e Larry Bird com times lendários tendo ele companheiros pífios… Quando teve 1 cara acima da média como Pippen, ainda teve que esperar o cara amadurecer pra ganhar seus trofeus. Apesar de LeBron ser muito mais completo, tendo muito mais recordes e etc, esporte coletivo com individual, comparar n tem cabimento. Legado do esporte coletivo é o fator determinante, Pelé, Jordan, Brady… Esses caras ganharam tudo, em times lendários, seus concorrentes n chegam perto disso… Messi e CR7 nunca ganharam copa, Pelé tem 3! Brady tem 10 finais em 20 anos, 7 títulos, mais que TODAS as franquias da NFL.

          1. Periferia

            Olá (vc não é) Um qualquer

            Na realidade…vc cita Pelé como o “Goat” do futebol…sustentando o argumento pelos números.
            Pele é “Goat” por ter:

            Números (títulos).
            Forma (plasticamente perfeito ).
            Carisma (o futebol mudou taticamente ).

            Na década de 50 o futebol ainda jogava no sistema WM…em 54 a Hungria revolucionou o futebol com o 4-2-4 (uma equipe lendária liderada pelo Puskás).
            Com o surgimento de Pelé…o Brasil apresentou para o mundo o 4-3-3 (com Feola de técnico)…o ponta de lança surgiu (o nosso camisa 10).
            O impacto de Pelé no futebol foi tão grande que o inglês Alf Ramsey na década de 1960 introduziu o 4-4-2.
            Com o novo esquema tentava anular o ponta de lança (o camisa 10)…colocando 4 no meio de campo.
            Conseguiram…em 1966 tanto os ingleses como alemães (final da copa) usaram o 4-4-2.
            Porém Pelé voltou em 1970 com sangue nos olhos…conquistou junto com o timaço do Brasil a Copa.
            Fez com que a Europa mudasse taticamente o jogo novamente (a Europa sempre tentava anular).
            O holandês Rinus Michels…do Ajax…logo após a copa do México… aprimorou o “futebol total” (aqui conhecido como carrossel holandês)…assim acabaria com a figura o “homo squadra”(o camisa 10)…com uma movimentação constante dos jogadores…todos em algum momento seriam o camisa 10.
            Os alemães preferiram a figura do libero (inventado na década de 30)…o libero seria o antídoto para o ponta de lança (camisa 10).
            Holandeses e alemães fizeram a final da copa de 1974…os dois usando o antídoto para Pelé (que não jogou a copa…ironia).
            Tudo isso aconteceu por causa de um jogador brasileiro…considerado por muitos o maior de todos os tempos chamado Pelé.

            Pelé não é o “Goat” por fazer mais de mil gols ou ter ganho 3 títulos mundiais.

            Pelé é “Goat” por ter modificado o jogo que praticava…de uma forma belíssima e ganhado títulos.

            Preencheu os 3 quesitos do “Goat” da periferia.

            (Esporte coletivo ou não….”Goat” é “Goat”)

            Abs

          2. Gildokson

            Quem disse que Jordan aniquilou Magic e Bird? E quais companheiros pífios ele teve? Que exagero cara.
            A era de domínio do Jordan só começou depois que ele achou um jeito de escapar do rodízio dos Pistons, nessa época Bird e Johnson já estavam cansados.

          3. Marcelo Costa

            Eu não tenho sua paciência de ter que citar com tanta preciso o óbvio, colocar números para justificar jordan é uma sandice, mas você com propriedade deixou tudo nos eixos.
            E se você ver o dirk, peça pra ele tirar o lebron do bolso, ele tá lá desde 2011, tempo demais.

    3. DANILO AFONSO

      Cláudio, ao que tudo indica o seu texto busca defender a grandeza e influência do FEDERER no tênis, apesar dele não ser mais o detentor dos principais números do esporte. Porém, tem um pequeno detalhe. Diferentemente dos exemplos acima em que os atletas mais influentes não foram contemporâneos (ou nao foram adversários ) dos detentores dos recordes, FEDERER enfrentou seus dois principais adversários por pelo menos 15 temporadas e foi na mauoria das vezes dominado, deixando escapar os seus principais recordes.

      Tiger Woods, Jordan, Muhammad Ali teriam a mesma influencia para as novas gerações se por 15 temporadas tivessem convivido com dois rivais que foram dominantes e abocanharam os principais recordes do esporte ? É óbvio que não.

      Tiger Woods, Jordan, Muhammad Ali não são os detentores dos principais recordes do esporte, mas enquanto estavam na ativa nenhum outro atleta contemporâneo foi mais dominante ou construiu números melhores.

      1. Periferia

        Olá Danilo…

        A questão da contemporâneo é discutível…vc pode ter jogadores disputando uma partida hoje…
        Um deles tem 41anos….o outro 35…
        Tecnicamente eles são contemporâneos…
        Mas estão no mesmo nível ?
        Como vc citou…uso o exemplo…o melhor Djokovic já enfrentou o melhor Federer?
        Claro que não….temos 6 anos de diferença…

        Abs

        1. José Yoh

          Tanto é verdade que até os 30 e tantos anos o H2H e os números (ahh, os números), eram amplamente favoráveis ao suíço em relação ao sérvio, que só foi virar o jogo recentemente.
          Abs

        2. DANILO AFONSO

          Você não respondeu a minha pergunta. Se a resposta for “não”, Federer não se encaixa no seu texto. Os atletas citados por você foram soberanos, independente da idade dos concorrentes. Federer não gozou deste status.

          Ahhh os números…

          1. Periferia

            Olá Danilo…

            Caso eu tenha 100 reais no bolso (como é bom imaginar…rs)….estou no Villa Lobos (parque em sp onde tem várias quadras públicas)…todas estão cercadas com tapume e em cada uma delas joga um dos integrantes do Big3 no melhor momento da carreira.
            O ingresso é 100….preciso escolher uma das 3 quadras.
            Escolho ver o Federer…pela qualidade do jogo dele.
            Já disse…não tenho ídolos…principalmente no tênis.
            A figura do ídolo (principalmente no tênis) tem um viés de identificação (ou a pessoa gostaria de ser o indivíduo ou ela acha que tem qualidades parecidas).
            Acho o Federer genial (os outros 2 também)…mas o suíço tem algo mais na forma e no carisma.
            Porém está longe de ser meu ídolo….ele não tem nada que eu possa buscar identificação…ele é suíço (deve gostar daquelas balas Lindt…caríssimas)…eu morador da periferia de um pais chamado Brasil.
            Não temos nada em comum….nem o desejo de ser ele…acho a periferia mais interessante.

            Abs nobre Danilo

          2. José Yoh

            Danilo, é comum escutar aqui que Federer é contemporâneo de Djokovic e Nadal.
            Mas é comum também escutar que Federer no seu auge pegou uma “entressafra”. Entressafra que dizem que não incluía Nadal e Nole.

            Então é ou não contemporâneo? Eu acho que não.

            Seis anos é muita diferença para um atleta (veja bem: de níveis parecidos).
            Abs

          3. José Yoh

            Sobre a sua pergunta:
            Se Woods, Ali ou outro grande tivesse convivido com algum outro super atleta e estes viessem depois, provavelmente teriam bons números também, mas isso ninguém pode responder (Federer teve).

            Mas o que fez diferença mesmo é essa influência que ele gera no esporte, como bem disse o Periferia, Nadal e Djoko foram resultado do que Federer produziu e não o contrário. Fez o esporte crescer de uma forma que outros não conseguiram.
            Abs

    4. Paulo Sérgio

      Adendo:

      Michael Phelps e Usain Bolt tem as melhores marcas na natação e no atletismo, respectivamente. Pelé tem 3 copas do mundo e é o jogador mais importante do futebol. Tom Brady é o melhor quaterback da história do futebol americano e tem vários recordes. Crouser é o maior arremessador da história do arremeso de peso, pois tem o recorde da modalidade e dois ouros olímpicos. Pesquise sobre os recordes do goat no salto com varas. A lista para por aqui!!!

      1. Periferia

        Olá Paulo Sérgio

        Poderia contestar cada exemplo.
        Ficarei no primeiro…o espetacular Michael Phelps.

        Em números de medalhas olímpicas…Phelps é absoluto.
        Agora vamos contextualizar os números.
        Phelps tem 28 medalhas (23 de ouro) nadando até 31 anos.
        Spitz tem 11 medalhas (9 de ouro) nadando até 22 anos…
        Sendo que Spitz nadou por apenas 5 anos.
        Por que Spitz não pode ser considerado o Goat?

        (Apenas para comprovar que números não são confiáveis…se o Phelps pode ser contestado…qualquer um pode).

        1. Barocos

          Periferia,

          Embora muitas coisas que você diz façam sentido para esportes onde concentração + habilidade fazem a diferença, o exemplo que você utilizou na natação não é o melhor para justificar os seus argumentos. Mark Spitz brilhou por uma série de fatores, entre eles, o novo tipo de treinamento ao qual se submeteu e a sua determinação. Muito provavelmente, não teria qualquer, chance nos dias de hoje. Por quê? Porquê, se você pesquisar, vai descobrir que o biotipo dele não é o mais apropriado para nadadores dominantes nos dias de hoje. Como assim? Ser alto, com grandes mãos e envergadura traz muita vantagem na natação.

          Recordes do Mark Spitz (1,83 m):
          Men 100 Freestyle 51.22 WR
          Men 200 Freestyle 01:52.78 WR
          Men 400 Freestyle 04:07.70 WR

          Recordes do Michael Phelps (1,93):
          Men 100 Freestyle 47.77
          Men 200 Freestyle 01:42.78
          Men 400 Freestyle 03:59.16

          Recordes gerais:
          100m freestyle 46.91 César Cielo ( 1,95m – não tenho certeza, mas muito provavelmente ainda com os maiôs to tipo “pele de tubarão”)
          200m freestyle 1:42.00
          400m freestyle 3:40.07

          A discrepância nos números é gigantesca. Duvido muito que ele conquistasse qualquer medalha de ouro nos dias de hoje. Note ainda que muitas das medalhas tanto do Spitz quanto do Phelps são por equipe e vêm do fato do EUA possuir, há muito, um conjunto muito bom de outros atletas. Então, não, eu não colocaria o Spitz como o melhor nadador de todos os tempos, muito embora tenha sido o da sua época. Mas, sim, é um nome muito importante pelos avanços nos treinamentos e pelo contexto histórico.

          Mesmo uma dos poucos atletas que considero um herói, Jesse Owens (1,78m), talvez não brilhasse nos dias atuais, tanto mais se tivesse que competir contra Carl Lewis (1,88m) ou contra o fenomenal Usain Bolt (1,95m), ainda que seja gigante na perspectiva histórica.

          Saúde e paz.

          1. José Yoh

            Barocos, creio que o Periferia estava falando sobre o fato de Spitz ter parado cedo, e nao se ele competisse nos tempos atuais.
            Se ele competisse até os 31 anos como Phelps quantas medalhas teria?
            Abs

          2. Periferia

            Olá Barcos.

            Bem vê-lo por aqui.

            A comparação não é por performance…não se pode comparar resultados antigos com os atuais…
            A comparação é pelo domínio do atleta naquele momento…
            Vc não acha que M. Spitz em Montreal foi tão dominante quanto Phelps em qualquer das 4 olimpíadas que o americano participou????

            (Não se pode comparar performance com décadas separando…mas podemos comparar domínio do esporte).

            Espero que esteja bem…

            Abs

          3. Barocos

            Yoh,

            Minha intervenção foi para alertar que em esportes onde existe o estabelecimento de recordes mensuráveis em tempo, distância ou qualquer outra medida objetiva, é muito mais fácil apontar um GOAT. Por exemplo, nas corridas de 100m, é o Usain Bolt e assim seria mesmo se ele não tivesse sido o melhor por 3 olimpíadas, já que ele possui as melhores marcas.

            Nos esportes onde não se usa uma mensuração direta e os resultados são em função das vitórias contra os oponentes, como no caso do tênis, tentar estabelecer alguém como GOAT é muito mais inglória, como tentei explicar em outra postagem.

            De qualquer maneira, a importância histórica não deve jamais ser descartada. O exemplo máximo disto, para mim, é o Jesse Owens.

            Saúde e paz.

        2. Barocos

          Periferia,

          Faltou um complemento no texto anterior.

          Existem esportes nos quais as principais marcas não são estabelecidas por medidas de tempo, distância ou outras medidas objetivas, e existem aquelas nos quais o são. Eu costumo dizer, para simplificar, que no 1º caso, você compete contra os limites dos seus adversários e, no 2º, você compete contra os seus próprios limites. O 1º grupo permite uma maior liberdade de interpretação e subjetividade na escolha do tal GOAT que o segundo, neste, no 2º, os recordes são, na minha opinião, o fator mais importante.

          Saúde e paz.

          1. Periferia

            Olá Barocos

            Os recordes mostram a evolução do esporte….a evolução do treinamento…da alimentação e até mesmo componentes químicos que melhoram a capacidade do atleta.

            O domínio do esporte por um atleta produz mudanças na estrutura do próprio esporte…se busca alternativas para combater aquele domínio…com isso o fenômeno altera o esporte que prática….altera pela forma….pelo carisma e pelos números.

            São coisas separadas….

            Abs

    5. Marcelo Costa

      Então eu posso dizer que Nadal é o maior de todos, por trazer a plena soberania em um piso? Ou posso afirmar, pasme afirmar que o sérvio por ter derrotado seus adversários em confrontos diretos é o melhor? Ou então pela plasticidade do jogo o suíço é mais completo? A subjetividade de opiniões, na imensa maioria passionais servem como muletas também.
      Mas todos que você citou, não tiverem rivais na mesma dimensão, do mesmo gabarito e sendo contemporâneos, afinal Russel nunca enfrentou jordan, cassius não lutou contra tyson etc. Você só puxou a brasa pra sua sardinha, pois, com três contemporâneos exuberantes, resta pra eleger o maior os números, ou seja, ser o melhor, competindo contra os dois restantes, ou um prato de wb não conta? O mosquiteiro parisiense nada vale? Oras reduzir a subjetividade, deixando ao bel prazer do freguês, só gera esses embates tresloucados de 237, entesafra, padronização, cai nessa não é cilada bino.

      1. Periferia

        Olá Marcelo…

        Tudo é subjetivo até os números.
        Outro dia alguém lembrou do Suassuna.
        O “velho” contador de histórias tinha pavor de entrar num avião…
        Todos falavam que o avião era o meio de transporte mais seguro do mundo…o número de pessoas que morriam em um acidente aéreo era muito menor daqueles que usavam o carro por exemplo.
        Mostravam estatísticas para ele….
        Ele sempre dizia:
        – Agora vai ali e pega dez acidentes de avião e dez acidentes de carros….onde morreram mais pessoas ?
        Números?????…..depende de como se usa.

        Abs

      2. Gildokson

        Perfeito Marcelo, eu sempre disse por aqui que a cronologia foi cruel com o Federer, ter esses dois monstros 5 e 6 anos mais jovens que ele e tão bons ou melhores foi algo que não aconteceu com nenhum desses citados nos outros esportes. Russel por exemplo é constantemente ignorado na conversa de GOAT do basquete onde os críticos chegam a considerar até o LeBron, e eu concordo com você que não há garantias que Jordan teria todos esses números se competisse no mesmo período que esses dois. Mas eu também sempre fui do time que acha que tem que se adotar um critério, e pra mim esse critério é o número de Slans, então no momento Nadal é o GOAT.

        1. Luiz Fabriciano

          Nessa toada, vamos considerar isso: Federer é 6 anos mais velho que Djokovic, portanto, parou nos 20 GS por conta disso.
          Então, Djokovic e Nadal, estão temporariamente como GOAT, pois, outros mais jovens os pararão.
          A questão é, quanto tempo levará para qualquer outro tenista chegar nesses números? Se é que alguém chegará.

    6. José Yoh

      Um primor de texto. Traduz bem o que eu queria dizer e vai além. Pena que não consigo escrever assim, rs.

      Saudações Periferia! Espero que esteja bem.
      Abs

    7. Valmir da Silva Batista

      PERIFERIA, vivo escrevendo sobre fatores extra números aqui, como sendo tão ou mais relevantes que os mesmos, mas sou sempre vilipendiado pelos desesperados que se asfixiam com a ditadura das estatísticas e não se prestam a avaliarem a inteireza do ocorrido. Teve um até que disse que “números são subjetivos”, num dos maiores exemplares do que pode ser chamado de avaliação rasteira, o que apenas respeito como livre arbítrio, no entanto, acho um raciocínio pobre demais pra minha cabeça. Vou aludir agora a uma opinião pessoal, só não sendo mais pessoal do que é, por ser correlata ao teor do seu comentário. O que quero dizer, PERIFERIA, é que sou torcedor do Rafael Nadal, mas considero Pete Sampras o melhor tenista da história…

      1. Periferia

        Olá Valmir….

        Lendo e vendo sobre a história e tudo que cerca o tênis…considero Borg e Federer os maiores jogadores que pisaram numa quadra.
        Acredito que o tal de “Goat” tem que ter 3 coisinha…
        Números (títulos)
        Forma (plasticidade no jogar)
        Carisma (transformador)

        Tanto Borg como Federer preenche os 3 quesitos.
        Borg mudou o esporte com sua forma de jogar (Dalcim está aí poderia até comentar sobre o sueco)
        Federer transformou o tênis….tanto Nadal e Djokovic são produtos da excelência do suíço (e não o contrário)…quando Federer ganhou o primeiro Austrália Open….o prêmio era de 900mil…hoje o mesmo torneio oferece 4 milhões…o tênis passou a ser respeitado de uma forma diferente…jogadores com Federer…Nadal….Djokovic e acho que serena também ganharam o Laureus…demonstrando 9 respeito para com o tênis.

        É apenas uma opinião….tento fundamentar ela…para não ficar naquela coisa de torcedor desesperado…até porque acho o Federer genial…mas não é meu ídolo e com certeza nunca será.

        1. Marcelo Costa

          O suíço tem , digo tem, pois, ainda não parou, veremos ele desfilar, com menos exuberância mas veremos, então o jogo que importa dentro da quadra que é o que importa, foi pouco impactado pelo jeito de federer jogar, a mais obvia é o revez com uma mão, além do tênis mais progressivo mais dentro da quadra, quase intuitivo, além de um saque genial, coisas que ninguém chegou perto de fazer, então o impacto técnico foi muito pouco ou quase nulo, só nos trouxe esplendor de presenciar. Dito isso, o impacto de Nadal e Nole é muito maior, com um jogo reativo, longe da linha de base e saque de um mortal, moldou o método de jogar mais uma, e isso me encanta tanto quanto as magia do suíço pois, ambos exigem excelência até o último ponto, então o suíço trouxe glamour, espetáculo, os outros trouxeram excelência precisão e gana.

          1. Periferia

            Olá Marcelo

            O impacto do Federer foi imenso.
            Não se resume apenas a “forma” de jogar (difícil replicar algo tão belo e complexo como a forma de jogar do suíço).
            Tanto Nadal e Djokovic (algozes do suíço) são produtos de um jogador com as qualidades do Federer…eles jamais atingiram o nível de excelência sem o suíço.

            Abs

        2. Valmir da Silva Batista

          Bela avaliação, PERIFERIA, eu não discordo, aliás, após quase um ano como resenhista neste espaço, descobri que você é o melhor pensador por aqui, o mais discernido, o mais equilibrado, o mais educado, o mais cirúrgico, o de senso democrático mais apurado, um misto de Pete Sampras com Serena Williams, enfim, tem uns dois ou três caretas aqui no blog que eu gosto muito, e você é um deles, o melhor…

      2. José Yoh

        “…num dos maiores exemplares do que pode ser chamado de avaliação rasteira, o que apenas respeito como livre arbítrio, no entanto, acho um raciocínio pobre demais pra minha cabeça.”
        Pode ser um raciocínio pobre, uma colocação mal escrita (eu mesmo disse isso ao Barocos), mas vale uma ofensa dessas? E se eu dissesse que seus comentários são confusos e inconvenientes, você aceitaria numa boa?

        1. Antônio

          José Yoh, essa tática mencionada por você (a de atacar as ideias de uma pessoa com o máximo desrespeito, ao mesmo tempo em que se oculta a injúria que se visa cometer contra o titular da ideia criticada) é uma tática muito comum dos covardes que praticam assédio moral e dos militantes ideológicos antes de atingir o poder (depois que o atingem, passam à perseguição física de seus desafetos).

          Tais pessoas são dotadas normalmente de sociopatia (perversidade em um primeiro momento não violenta E TEATRALIDADE). Por isso, além da incapacidade de assumir sua própria pequenez, FINGEM-SE de ‘ofendidas’ diante da primeira pessoa que lhes causa desconforto por se dirigir a elas de maneira mais normal (direta). Como resposta, saem processando seus bodes expiatórios.

          Normalmente tais criaturas ficam ‘extremamente brabinhas’ quando alguém se lhes apresenta a mínima oposição.

          São previsíveis. Dá sono.

        2. Valmir da Silva Batista

          JOSÉ YOH, era só o que faltava eu atribuir peso significativo às suas considerações sobre mim ou sobre o que aqui escrevo. “Apenas” uma ou outra mente rodriguiana pode se permitir a condição de auto-referência, ok? Obviamente, não sou melhor que ninguém, mas e você? Quem é você na ordem das coisas?

          1. José Yoh

            Sou alguém como qualquer outro aqui Valmir. A diferença está entre ofender os outros ou não (inclusive o blogueiro).

          2. Valmir da Silva Batista

            JOSÉ YOH, respondi a esse seu último argumento( ? ), mas o Dalcim resolveu censurar e, numa atitude anti-democrática, passou a tesoura na postagem…

    8. Antônio

      Acho muito bacana o basquete americano. Existe quase uma hegemonia de pessoas morenas nele. Tenho curiosidade em saber se isso tem a ver com o biótipo. De qualquer maneira, mídia, empresas e público transformaram centenas desses atletas em algo entre milionários e bilionários, muito diferente do que ocorre na maioria dos esportes. No tênis infelizmente a renda não é tão alta e é para poucos.

      1. Gildokson

        Hegemonia de pessoas NEGRAS.
        Sim os negros devido à sua excelência e talento praticamente dominaram a NBA, e algo próximo disso poderia acontecer em qualquer esporte onde haja interesse e lhes forem dadas oportunidades.

        1. Antônio

          Nossa… Eu me pergunto se o moço ali de cima sabe que os EUA são considerados pelos grã-finos, pelos jornalistas e pelos professores universitários (grupos que ADORAM visitar o país) como a nação mais preconceituosa do mundo civilizado quanto à cor da pele e etnia. Nada obstante, a terra das iberdades produziu Tiger Woods, Jesse Owens e outros milhares de corredores, Michael Jordan e outros milhares de jogadores de basquete, Barack Obama M. L. King e outros milhares de pastores protestantes, Althea Gilson e outras dezenas de tenistas (em quantidade menor, pois o tênis é um esporte menos praticado e com menos profissionais), Cassius Clay Jr. / “Muhammed Ali” e outros milhares de lutadores de boxe etc. etc. etc.

          A população morena nos EUA é de cerca de 10%, enquanto os negros são 2%. Por todos os lados nos EUA vê-se pessoas de pele com os mais variados fenótipos. E, para quem gosta de diversificação fenotípica, até mesmo a Suprema Corte dos EUA, dos cerca de apenas 100 juízes que já teve, uma é mulata e um é negro.

          Vale lembrar que o maior estádio de tênis do planeta leva o nome de uma pessoa mulata (Arthut Ashe) e fica justamente no tão criticado país.

          Por fim, Serena Williams, apesar de ser uma pessoa que sempre demonstrou bastante ódio, preconceito e desrespeito em quadra, é respeitada como provavelmente uma das terceira ou cinco mais importantes jogadoras da história do tênis. Onde ela cresceu? Na terra acusada de preconceito.

          Não se pode ficar insatisfeito sempre com as coisas.

          Difícil é, DE VERDADE, um moreno, um mulato um negro viver na África. Lá, sim, todos se dão mal, independentemente da religião, cor da pele, tribo ou nacionalidade.

          1. Antônio

            *** Serena Williams (…) é respeitada como provavelmente uma das TRÊS ou cinco mais importantes tenistas (…)

          2. Valmir da Silva Batista

            ANTÔNIO, com certeza não sou fã dos EUA, sobretudo por seu modus operandi imperialista mediante as demais nações. Por outro lado, seus pareceres a respeito dos americanos, no que se refere à questão racial, são de um absurdo que não tem pé nem cabeça, ou seja, configuram-se como a estupidez de que seria interesante o americano passar fome, para que se propagarse o sentido de união e, por conseguinte, fosse defenestrado de vez o racismo, dentre outros tipos de descriminação, já que, segundo você diz, países do continente africano sofrem por não serem cumpridas necessidades básicas, o que faz com que por lá não haja nenhum tipo de preconceito. Juro que não aguento tanta bobagem…

  53. Fernando Brack

    Trazendo pra cá discussão no último post sobre Federer voltar ou não, respeito a opinião de colegas que acham que ele volta por amor ao esporte. Eu apenas tenho opinião diferente e acho que não faz o menor sentido alguém com o currículo dele voltar unicamente por tal motivo. Sinceramente, hoje Federer não me parece ser capaz de ganhar de ninguém. Nem do Bellucci. Voltaria então só pra perder? Acho que não.

      1. Valmir da Silva Batista

        JONAS, não seja ingênuo, esquece essa entrevista. Federer vai voltar de qualquer jeito, só não contundido, obviamente, e ele o fará porque sente a necessidade de encerrar a carreira em quadra, a exemplo de Del Potro outro dia, lembra? Retornou apenas para cumprir o encerramento, até porque, o próprio encerramento em si, no que se refere a Federer, será também um grande evento para o mundo do tênis…

    1. Gildokson

      Mas não tem como falar de “hoje” Brack, só após os primeiros jogos. Se levarmos em consideração a última volta, pra mim ele não fez vergonha nenhuma, jogou um tênis respeitável em RG eliminando e saiu de WB nas quartas. Tudo isso segundo ele próprio sem ter a confiança necessária na região operada. Se dessa vez a recuperação for melhor ele só vai perder para alguns desses que estão aí por causa do físico, daí a conquistar título grande eu também acho difícil, mas não dá pra desacreditar de vez de um gênio.

    2. DANILO AFONSO

      Fernando, se ele voltar 100% recuperado, acredito que ele alcança TOP 20 em pouco menos de 1 ano, mesmo jogando cerca de 12 torneios por ano.
      Em razão do físico (força, resistência e recuperação pós-jogo) ainda estar aquém, falta de ritmo e depois a lesão que foi agravando aos poucos, o suíço em 2021 não conseguiu atingir um nível de competitividade ideal. Mesmo assim fez oitavas em RG e quartas em WB.

      Lembrando que na época ele retornou após 14 MESES sem competir. Isso é muito tempo em um circuito cada vez mais físico. E quando retornou competiu apenas por 3 meses. Não deu tempo de reforçar a musculatura, aumentar o nível de precisão dos golpes e consequentemente ganhar confiança. Em um esporte que na maioria das vezes o vencedor ganha os jogos com aproveitamento entre 51% a 55% dos pontos, qualquer piora física e/ou técnica faz muita diferença.

      Certamente alguns vão dizer que é complicado retornar ao circuito aos 41 anos. Não vai ser fácil, ainda mais solto nas chaves. Contudo creio que o suíço sabe que ele recuperado fisicamente e embalado, em 2023, tem grande chance de consegui resultados superiores ao que conseguiu aos 40 anos sem estar fisicamente e tecnicamente competitivo.

  54. Luiz Henrique

    Muito se fala dos recordes de Federer, mas esse tá sendo o ano do Sampras, ainda mais se Nadal vencer o US

    AO – Nadal igualou Sampras em títulos lá
    RG – Nadal conseguiu ganhar só em RG o nº de GS de Sampras
    WB – Djoko igualou Sampras em títulos lá
    US – Nadal pode igualar Sampras (e Federer) em títulos lá

    E se Nadal terminar o ano na liderança, iguala Sampras em temporadas terminadas como nº 1

  55. Vinicius

    Dalcim, analisando os dois grand slams na quadra dura, existe alguma diferença de velocidade no piso das quadras rod laver e arthur ashe ou elas são iguais nesse ponto?

    1. José Nilton Dalcim

      Costumam ser diferentes, Viniciius. O Australian Open aumentou claramente a velocidade nos últimos anos, enquanto o US Open diminuiu. Como os dois acontecem no verão e em locais muito úmidos, isso também pode ter influência.

      1. José Yoh

        Uma dúvida Dalcim: as quadras rápidas ficaram menos lesivas após ficarem mais lentas?
        Costumava jogar em um piso muito rápido, liso e duro. As atuais parecem mais “macias” e porosas (a bola sofre um desgaste diferente). Não sei se é impressão.
        Abs

        1. José Nilton Dalcim

          Lesivas em termos de lesão? Acho que não faz tanta diferença. Na verdade, as quadras duras mais lentas exigem muito mais do físico e talvez essas sejam mais prejudiciais hoje. Quando ao desgaste da bola, a quadra lenta é naturalmente mais abrasiva, ou seja, ‘segura’ mais a bola no atrito com o solo e assim certamente gasta mais rapidamente o feltro. Abs!

          1. Valmir da Silva Batista

            JOSÉ NILTON DALCIM, gosto de avaliações técnicas e sérias assim. Além de serem algo necessário, aludir a fatores como o “feltro” da bola até tem aspecto lúdico, e pode ser um componente a mais, enquanto atrativo a leitores mais atentos e discernidos…

          2. José Yoh

            Obrigado Dalcim, não tinha pensado sobre esse lado de haver mais trocas com a lentidão. Parece óbvio que haverão mais lesões.
            Sobre as bolas, lembro que nessa quadra antiga, a bola ficava totalmente sem pelos, lisa. Nas quadras atuais a abrasividade é tanta que desgasta até a borracha da bola, que fica irregular.
            Abs

  56. José Yoh

    É muito triste perceber que as pessoas não conseguem mais argumentar sobre qualquer tipo de assunto (Fabriciano vc não faz parte desse grupo).
    Sinceramente, começo a duvidar da inteligência e da educação de algumas pessoas do blog, que sempre respondem com um preguiçoso e evasivo “kkkkk”.

    Se estou errado, provem com argumentos. Posso não concordar mas nunca fui do tipo ignorante.

    Aqui que era um dos poucos bons lugares para iniciar um debate e ganhar conhecimento, deixou de ser. As torcidas estão cada vez mais radicais e rancorosas. Não há argumento que convença qualquer parte. Ninguém admite nada.

    E isso não é só neste blog. No resto da Internet está pior ainda.
    Creio que seja uma consequẽncia do ódio gerado pela polarização de idéias ou alguma falta de oxigênio causado pelo corona…

    1. Barocos

      Yoh,

      Números são importantes e, no final, é o que fica como registro histórico de uma época, mas, claro, não contam toda a história. Neste sentido, eu não diria que números são subjetivos, eles não o são, mas eles podem e devem ser relativizados pelas pessoas que se debruçam sobre eles, por especialistas e historiadores.

      Assim, e Infelizmente para todos os que têm predileção por aqueles que não possuem os melhores/maiores números, o que está registrado é o que será contado em conversas expeditas em mesas de bares, festas e blogs munda afora, exceto, é claro, por quem viveu e acompanhou a trajetória dos seus favoritos.

      Um exemplo claro disto é a escolha do GOAT, poucos aqui assinalam o Bjorn Borg como um dos principais candidatos, mas ele jogava em uma época onde era muito mais difícil competir em tantos torneios ou se manter saudável utilizando os métodos, equipamentos e técnicas médicas de então, ou seja, era quase impossível alcançar números tão altos quanto os que são possíveis nos dias de hoje. Por outro lado, nunca tantas pessoas praticaram tênis como o fazem correntemente, o quê, muito provavelmente, proporciona uma elevação no nível médio dos atletas.

      Dado o exposto acima, qual pílula relativizadora você escolhe? Pois, é não há uma regra fácil para isto e, caso você se interesse também por xadrez, e outros esportes individuais, existe o famoso índice ELO (https://en.wikipedia.org/wiki/Elo_rating_system). Acho que o Danilo chegou a abordá-lo em discussões antigas. Pelo exposto acima, é óbvio que o ELO não é perfeito, já que é, no mínimo, arriscado comparar eras diferentes, com recursos diferentes, em condições diferentes e com adversários diferentes. Em todo o caso, dê uma olhada nos seguintes links: http://tennisabstract.com/reports/atp_elo_ratings.html, https://databuckets.org/databucket/2020/12/10/a-history-of-mens-professional-tennis-via-elo-ratings. Na minha opinião, o mais relevante é melhor exposto no seguinte: https://www.ultimatetennisstatistics.com/peakEloRatings.

      Voltando a era atual, seria mais fácil comparar as carreiras do Nadal, Federer e Djokovic se este tivessem surgido na mesma época e com idades próximas, mas não foi isto o que aconteceu. Curta, então, o grande RF e a sua magnífica carreira e ignore os detratores.

      Saúde e paz.

      1. José Yoh

        Barocos, o oásis do blog.
        Sempre agregando e respeitando as pessoas. Faço questão de ler seus comentários.

        Eu falei sobre números serem subjetivos e você está certo, números não são subjetivos, nossa interpretação deles é que é. Acho que isso gerou alguma distorção. Ou não, rs. E obrigado pelo ranking Elo e outras informações valiiosas.

        O início do debate na verdade foi sobre o fato de que os números nunca eram respeitados na época em que Federer tinha os recordes. Os torcedores radicias contra ele diziam que ele era um falso GOAT. E de repente, os mesmos que rebatiam todo e qualquer recorde do suíço passaram a considerar números a coisa mais importante para a eleger um.

        A resposta que eu recebi sobre essa colocação??? Foi “kkkkkkkkkkkkk”.
        Abs

        1. Paulo F.

          Discordo novamente de ti.
          Claro que os números eram respeitados quando Federer detinha a maioria deles.

      2. Vítor Barsotti

        Muito bom, Barocos. Eu ia justamente responder pro Yoh algo nessa linha. Só substituiria o ”relativizar” por contextualizar.

        Números são objetivos, sim. Eles nos dão uma primeira aproximação do tamanho dos feitos de um atleta. A partir daí, como você muito bem colocou, é possível se debruçar sobre eles e ver como foram obtidos.

        Só acho importante colocar aqui que, no caso do tênis em particular, o número total de grand slams sozinho, ainda que seja o critério mais importante, não deve ser o único para definir o maior (numericamente). O número de semanas na liderança do ranking é quase tão importante quanto, assim como Finals, Masters 1000 e H2H tem peso significativo.

        Sou Federista mas já tenho bem claro que o suíço foi superado (nos números) por Djokovic. Para mim, este já o maior (nos números) entre o BIG3. Considero 22x21x20 um empate técnico (ainda que esses números devam mudar desfavoravelmente para o suíço), e que no restante dos números mais importantes há clara vantagem para o sérvio. Já entre Federer e Nadal vejo a coisa muito mais parelha. Enquanto o primeiro leva vantagem em semanas na liderança do ranking e Finals, o outro leva a melhor em M1000 e H2H. Portanto, um empate entre os dois, hoje, levando-se em conta apenas a questão numérica, me parece de bom tamanho.

        Por fim, claro, estou levando em conta somente o BIG3 nessa discussão porque são contemporâneos e mais facilmente comparáveis. Se formos pegar os grandes do passado (Laver, Borg e Sampras, principalmente), aí é que a contextualização é mais importante ainda.

        Muito bom ver um debate desses por aqui, para além das provocações rasas e repetitivas.

        1. Jonas

          Exato.

          Achar que Federer venceu seus títulos em cima de ninguém, ou q Djoko só ganhou porque Federer ficou idoso, Nadal é saibral, etc tudo isso é subjetivo. Mas não dá pra discutir com números, até porque os três são contemporâneos.

    2. Luiz Fabriciano

      Meu prezado, o corona, nesse caso é só vítima também.
      O grande lance é que, como eu que escrevo agora, munido do meu teclado, nem se importam se tu és branco, preto, alto, baixo, fraco ou forte, especialmente esse último, pois sabem que não chegarás perto a ponto de se agredirem fisicamente, baseado em discordâncias.
      Meu teclado, minha arma – e nem sei usa-la corretamente. Existem textos que nos esforçamos tanto para saber o que está escrito, quiçá entender a mensagem do autor.
      A internet muniu todos de conhecimentos e autoridade. Aqui, até que ainda vemos algum respeito, mas fora, por aí, a coisa fede.
      Saudações.

      1. José Yoh

        Estou começando a entender tardiamente o funcionamento da Internet, Fabriciano.
        É uma espécie de seleção natural.

        Quem tem algo a adicionar, recebe variadas respostas e percebe o quanto a maioria das pessoas é ignorante e agressiva sobre os mais diversos assuntos e aspectos.
        Então cai fora desse mundo.

        Sobra só quem não tem a capacidade de perceber o quanto é nocivo e pouco agregador esse universo.
        Abs

    3. Jonas

      Bom, tô por fora da discussão de vocês, mas a meu ver os números no tênis são claros e objetivos.

      Quando Federer tinha 16 Slams de forma isolada e era recordista de semanas como número 1 ele era considerado o maior tenista da história, sem muita discussão. O que se questionava apenas era a qualidade de seus adversários em final de Slam e sua freguesia ante Nadal.

      E quando Djokovic foi chegando mais próximo dos 2 em números, essa discussão ficou ainda maior em cima de critérios subjetivos (Slams pesados, qualidade dos adversários, qual era foi mais difícil etc). Agora, os números sempre estiveram ali, o problema é que Federer perdeu boa parte de seus recordes, algo impensável anos atrás. Eu mesmo duvidei bastante do Djokovic.

      1. José Yoh

        Exato Jonas. Pegou o que eu quis dizer.
        Na real, parabéns pelos números, já disse isso inúmeras vezes aqui.

        Acho essa discussão do GOAT algo totalmente inútil. Para resolver esse tipo de eleição (o melhor de qq coisa) não costumamos usar números, eles são apenas mais um fator. Normalmente é feita uma eleição entre pessoas que entendem do esporte, justamente porque é necessário relativizar os números.
        E ainda assim é comum isso ir para o lado político.
        Abs

        1. Jonas

          Números são um fator de peso, talvez o principal. Federer os teve por um bom tempo, liderava a corrida, hoje foi superado (nessa área).

          No critério frio, objetivo, o suíço foi superado por seus dois principais rivais. Agora, em critérios subjetivos ainda é possível colocá-lo como maior, é uma questão de opinião. Você pode achar q ele é maior representante que o tênis já teve, ou que foi o tenista de maior impacto no mundo do tênis. Perfeito, é bem comum ler isso por aqui, aliás.

          Pra mim (opinião subjetiva) o que pesa contra ele é que tênis é um esporte individual. Ele duelou contra Djokovic e Nadal várias e várias vezes e foi superado em quadra. Além disso, seus recordes caíram justamente para esses dois. Isso a meu ver faz enorme diferença na análise. Abs.

    4. Luiz Fernando

      Meu caro o problema não é de inteligência, é da ficha cair p vcs com a realidade, da qual vcs sempre foram alienados. Mas vá ao YouTube, lá encontrará algum conforto kkkk…

    5. Valmir da Silva Batista

      JOSÉ YOH, não creio que o revanchismo provido de truculência que temos visto na internet e, especificamente, neste blog, segundo você, não é em “consequência do ódio gerado pela polarização de ideias”, como você diz, mas sim pela audiência da falta delas, ou seja, é um festival de posições rasteiras que nunca têm fim, mas claro, isto é também questão de livre arbítrio, fazer o quê, né? Ontem mesmo tive que engolir uma bronca, por, segundo a pessoa que quis me cercear, não obedecer a uns tais padrões. Obviamente, fiquei muito puto, porque jamais me apetecem formas e sim conteúdo. Enfim, creio que estamos aludindo mais ou menos à mesma coisa, com apenas mínimas diferenças…

      1. José Yoh

        Bem dito, Valmir. A polarização só acontece porque faltam idéias na cabeça das pessoas. Então seguem a primeira idéia rasteira que aparece.
        Abs

        1. Valmir da Silva Batista

          JOSÉ YOH, é sempre mais cômodo, né? A impressão que dá é que pensar dói e que a taxa tributária para tal modalidade é alta, daí tantos declinarem do nobre exercício…

    6. Catlo V. W.

      Na vdd, no restante do mundo inteiro está assim. O blog, a política, etc, são apenas reflexo do restante da sociedade.

      Aliás, e apenas um detalhe para que eu possa (ou não) concordar com tua opinião:
      – Em quem vc vota e qual teu tenista preferido?

      Dependendo das respostas, possa concordar (ou discordat) de tua opinião.
      Claro, trata-se de uma brincadeira da minha parte, mas acgo esse (acima) é o retrato do mundo atual.

      1. José Yoh

        Verdade, Carlo. Mas o anonimato e a distância potencializa essas coisas.
        Houve um tempo em que alguns integrantes do blog sugeriram um churrasco, que nunca vingou.
        Adivinhe porque. Ia acabar a brincadeira.
        Abs

        1. Carlo Von Wagem

          Acredito essa tese do anonimato potencializar isso ou aquilo infelizmente já foi superada. Vide o caso do nosso amigo, que também comentou…. ele se coloca numa posiçao com nome e sobrenome. Aliás.. as pessoas se auto aclamam isso ou aquilo, sem olhar o conteúdo disso ou daquilo. Esse recente caso-aberração ocorrido numa festa no PAraná foi a maior prova de que as pessoas estão pouco preocupadas pela existÊncia (ou ausencia) da cortina do anonimato para se expressar como sendo de alguma extrema.

          No anonimato hoje, se escondem pessoas como eu ou você, que não queremos expressar nossa opinião real, com medo das duas extremas (ou trÊs extremas, no caso do GOAT).

      2. Valmir da Silva Batista

        CATLO V. W., se a pergunta for extensiva( há a diluição pela longa sequência de comentários acerca do mesmo tema ), sou torcedor do Rafael Nadal, mas considero Pete Sampras o tenista mais brilhante da história, ou o melhor e maior, como queira. Quanto ao meu voto, ele é de e na esquerda, ou seja, não somente anti-Jair, que é um escroto, mas também não está preso a Luiz Inácio, “apenas” porque a gestão Bolsonaro tem sido um lixo, ou seja, o que quero dizer é que vou votar no Lula para presidente, por ser, dentre os candidatos disponíveis, o que mais se identifica com as questões sociais; vou votar também no Haddad para governador, sobretudo para exorcizar os trinta anos de inoperância do PSDB em São Paulo; para deputada federal, meu voto é em dona Erundina( PSOL ); já para senador e deputado estadual, ainda estou avaliando as opções, mas certamente será em candidatos da esquerda. Como vê, minha opinião e consequente voto, não guarda nenhuma semelhança com o Fla-Flu maniqueísta entre alienados de direita e alienados de esquerda, ou ainda entre Bolsonaristas e Lulistas. Se minhas inserções políticas vão ajudar o país ou não, isto é outra história…

        1. José Nilton Dalcim

          Comentário publicado, mas vou reiterar o pedido para que se evite a todo custo comentários políticos neste Blog.

          1. Valmir da Silva Batista

            JOSÉ NILTON DALCIM, não concordo com tal objeção, acho lesiva à liberdade de expressão. Por outro lado, meu intento não é fazer uso político deste espaço, mas devo lembrá-lo, agora não se tratando só de mim, que um assunto às vezes vai puxado o outro naturalmente e, assim sendo, é inevitável que se discorra sobre temas extra tênis, enquanto exceção( ! ) da regra, e tão somente como exceção. Ao menos quando for questionado com alguma inserção de teor político neste espaço, vou, sim, responder politicamente, como reação proveniente de uma ação, já que não teria cabimento não fazê-lo, seria até ignorância se eu assim procedesse. Quanto aos meandros do tênis, são minha prioridade por aqui…

        2. Antônio

          Engraçado… Todos os estados da federação governados nos últimos 30 anos alternativamente por esquerda e por seu centrão-satélite (BA, CE, RJ, AL, PE, RN etc.) têm taxas de criminalidade voluntária e involuntária (acidentes de trânsito) que cresce de forma exponencial. A ‘solução’ que os eleitores buscam?????? Eleger ainda mais tais grupos.

          Já SP, governado por centro e por centro-esquerda, tem uma das taxas de criminalidade mais baixas do país. Mas militantes, eleitores geniais e (hoje milhões de) eleitores vindos de outros estados querem pôr tudo a perder.

          Enquanto SC e PR, que elegem centristas, que têm poucos eleitores migrantes e que têm baixas taxas de criminalidade, parecem não pretender mudar de rumos tão cedo.

    7. Maurício Luís *

      ” Não há argumento que convença qualquer parte. Ninguém admite nada.” – Concordo. E principalmente nesta inútil discussão de GOAT, nunca vi ninguém mudar de lado. Uma total perda de tempo.

      1. José Yoh

        Também acho. E várias vezes fui pego justamente por algo que nunca achei que valesse a pena, essa discussão vazia.
        Mas desta vez era mais sobre a lembrança da lógica de alguns aqui sobre a relativização dos números.
        Abs

      2. Valmir da Silva Batista

        MAURÍCIO LUÍS, é por isso que sempre digo aqui que acho um grande besteirol essa conversinha fiada de goat, ainda que eu respeite o fator livre arbítrio. Para mim, mais sério seria que se reportasse a esse ou àquele tenista como sendo o seu preferido, ao invés da bobagem acima referida, que só serve mesmo para encher linguiça…

    8. evaldo moreira

      JOSE YOH
      Concordo plenamente com as suas argumentações, além de ignorantes, radicais e nunca admitem nada.
      Uns se acham como tal, soberbos, alguns fazem algumas brincadeiras saudáveis, mas vem um zé ninguém, e solta faísca, ou seja, não sabe interpretar uma brincadeiras, se acham o máximo, uma pena.
      Eu apenas leio o que me convém, o resto, passa direto na lixeira, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, só o mestre Dalcim para se ter tanta paciência neste primoroso blog para ler, meditar o que está escrito, e somente depois publicar, isto se ele não editar antes, pois dependendo da mensagem, se for de cunho agressivo e/ou fora do contexto do assunto, ele edita e publica, até nisso já reclamação por parte dos internautas, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      1. José Yoh

        Pois é Evaldo, sou um cabeçudo mesmo. Depois de tantos anos ainda não aprendi a filtrar bem as mensagens.
        E depois de tantos anos entendi o funcionamento da Internet (veja a minha resposta ao Fabriciano).
        Acho que preciso de um detox tecnológico…
        Abs

    9. Gustavo

      Mas foi vc quem criou nicks fakes a pouco tempo atrás tumultuando o ambiente e agora vem falar de gente que tumultua ou não argumenta

      1. José Yoh

        Ao menos tenho a coragem de assumir o erro e pedir desculpas.
        Algo que falta para muitos que não tem sequer a honestidade de escrever com o mesmo nick.
        Também não crio fakes respondendo a si mesmo como acontecia com frequência. Aquilo reduziu drasticamente essa prática sem sentido.

        1. Paulo Almeida

          É mesmo, José Yoh?

          E quem cria fakes e responde a si mesmo? O Gustavo aí? Ou o Heitor? Ou o Paulo Sérgio?

          21 > 20

          Abs.

          1. José Yoh

            Quem cria sabe muito bem disso Paulo Almeida. E como já disse no meu pedido de perdao, nao desconfio de voce.

            Agora pelas respostas do Dalcim, tenho certeza que existiu essa prática (talvez ainda exista). Uma vez ele falou que era bem divertido saber quem eram os fakes.
            Abs

          2. Paulo Almeida

            Hum, achei que essa sua discussão com o Gustavo tivesse sobrado pra mim pra variar, rs. Desculpe-me.

            Enfim, ele também não deveria ter ressuscitado aquele episódio dos fakes que você criou, que acabou causando uma grande celeuma.

            Abs.

      2. Valmir da Silva Batista

        GUSTAVO, o ioiô foi acionado por si mesmo no modo desespero, ou seja, atira para todos os lados, como manda a sagrada cartilha do vitimismo…

    10. Valmir da Silva Batista

      JOSÉ YOH, ao menos desta feita você tem minha anuência, porque eu também detesto KKKKK, eu nunca digo KKKKK e tampouco havia escrito KKKKK, no entanto, escrevi KKKKK agora por motivo de força maior. Normalmente, expresso minha contentamento, bem como o sarcasmo, com um comedido rsrsrsrs, o que talvez fizesse Mona Lisa se atirar em meus braços no Museu do Louvre…

  57. Valmir da Silva Batista

    FICA FALTANDO APENAS texto com avaliação a respeito do tênis feminino, também no que se refere a quadras duras…

    1. Paulo Almeida

      Eu não preciso convencer ninguém: os números já fazem isso por mim, rs.

      O Craque Djoko vai se manter longe de muitos prazeres gastronômicos por mais uns 5 anos. Logo, você não precisa se preocupar com isso por enquanto, só com os recordes do tênis.

      Abs!

  58. Carlo V. W.

    Ficou muito boa a lista, para traçar o mapa de favoritos para esta fase da temporada. Muito bom, mesmo, já que pela fase dos maiores pontuadores, há uma boa possibilidade de boa parte repetir os bons resultados.

    – Aparte ao Nadal e ao Djoko, destacaria a ausência dos velhinhos na lista, mostrando que a “tal renovação” já aconteceu mesmo, já é passado.
    – Curioso para ver como voltará Zverev, mas acredito terá alguma dificuldade de voltar em alto nível nesta temporada. “Espero mais dele” a partir do AUSOpen, para falar a verdade.
    – Alguns tenistas (como Medvedev) com um caminhão de pontos a defender a partir de agora.
    – Eu não esperava Nadal liderando tão longe no porcentual (nem percebemos),
    – Não esperava ver Casper Ruud na lista.
    – Creio todos na expectativa de ver como se sairá o Alcaraz. O que ele apresentou no início do ano nos leva a querer ver mais daquele bom tênis em quadra dura.

    E… Djokovic segue batendo recordes: desta vez o recorde da teimosia com esta história da vacina. E o tempo dele vai passando: 34/35/36… “Seríssimo candidato a COVIDIOTA do ano também em 2022′. Uma pena!

    Dalcim, você destacaria algum “candidato a surpresa” que poderia ganhar algum torneio fora desta lista????

    1. José Nilton Dalcim

      Ah, sempre podem aparecer. Opelka e Bublik em pisos mais velozes, até mesmo um Tommy Paul ou Alex de Minaur num piso mais lento. Mas acho que esses dependem de uma chave bem favorável.

  59. Maria Ranavalona de Imerina

    oiiii pessoas que criticam o Kirgios nao levam em conta q ele uma pessoa mta caridosa que já ajudou muito a economia informal da Colômbia, talvez em milhões de dólares

    1. joao ando

      ser uma pessoa caridosa ,nao diz respeito ao carater do respectivo que prefiro nao falar o nome ja que cuspiu na cara de um torcedor ,fora ter feito insinuacoes maldosas sobre uma tenista que na epoca namora stans wawrinka/para mim um mau carater que deveria ser banido do tenis de competicao

    2. Valmir da Silva Batista

      MARIA RANAVALONA DE IMERINA( lindo nome, achei poético ), a maioria dos esportistas e artistas tem esse tipo de atitude filantrópica, apenas não divulga, e, apesar de achar normal que se divulgue, penso que é mais interessante não fazê-lo. Quanto a Kyrgios, também considero uma idiotice dar audiência ao que nele chamam de boy, quando, a bem da verdade, ele tem tênis de sobra, para que os que querem ver sangue não se ocupem do seu comportamento social( anti? ). Parabéns pela isenção do comentário, Maria…

      1. Maria Ranavalona de Imerina

        Ooioio joao Ando e Walmir nao entederam o q falei. Fiz pura ironia, deboche, ESNÁRNIO contra o australiano. Estou explicando agora. Obrigada bjsss

        1. Valmir da Silva Batista

          MARIA RANAVALONA DE IMERINA, então você está muito bem de nome e péssima de ironia…

      2. João ando

        O ator Keanu reeves ajuda pessoas que moram na riua.colegas que ajudam para que o filme se realiza e não fica falando e divulgando seus atos de caridade. …vc deve conhecê lo….

  60. Evaldo Aparecido Moreira

    Bom dia mestre,
    E vamos aguardar as previsões , se Dojokic , não vier e os americanos ainda não se pronunciaram se estrangeiro entra ou não , eis a questão.
    Acho que, Zverev dificilmente vem, apesar de sabermos de , como anda a sua recuperação no momento.
    Acredito que, venham forte alguns : apostaria que kyrgios venham a fazer algo , aprontar kkkkk, se jogar o jogou na grama, vai dar trabalho hein, a conferir, ABS

  61. Luis Felipe

    Dalcim, analisando algo, que eu já defendo a tempos, mas esse fato pra mim é prova incontestável que não da pra comparar Nole e Nadal com Sampras, dá pra comparar com Federer, mas com Sampras não.
    Analise alguns bons jogadores dos anos 90, Bruguera, Krajicek, Rafter, Wayne Ferreira, Medvedev (o pai) e Agassi. Esses que eu falei tiveram uma temporada que não jogaram muitos torneios, porém Agassi não jogou por questão de drogas, o resto foi tudo por lesão, e adivinhe, depois disso a carreira deles foi por água abaixo. Wayne foi o único que passou dos 30 com um mínimo de competição, o resto ou parou com seus 25, ou com 26, 27, 28, 29, ou passou disso jogando de forma lastimável.
    Então, se fosse para fazer uma comparação Nadal e Djokovic vs Sampras, o justo seria fazer uma analise usando o Djokovic até 2017 e o Nadal até 2012??
    E pq digo isso, pq depois de Wimbledon eles ficaram, nesses anos que eu coloquei, mais de 6 meses sem jogar por conta de cirurgia, ou seja, na época de Sampras não voltariam mais. Nadal teria 11 GS e Nole 12.
    Beleza, a relação desses 2 com Federer é outra, pegaram a mesma medicina, e no fim tão ultrapassando o suíço em tudo, mas se botasse os dois nos anos 90, perderiam para Sampras.

    1. Valmir da Silva Batista

      LUIS FELIPE, com a firmeza e habilidade que o Sampras atacava a bola e matava o ponto, eu não tenho a menor dúvida que ele engoliria Djokovic e Nadal. Claro que ambos, por jogarem bola pra caramba, ofereceriam alguma resistência a Pete, que foi um dos melhores tenistas de todos os tempos, senão o melhor. Quanto a Federer, creio que ele é único que teria condições de jogar mais ou menos de igual para igual com Sampras…

      1. Luis Felipe

        Cara, eu acho Federer ofensividade pura, em termos de técnica, nem Sampras chega perto dele, o problema é a parte mental, que é terrível, por isso não da pra fazer um prognóstico de como seria um duelo entre eles, num ATP 500 da vida, talvez até dê pra dizer que Federer ganharia, mas numa final de GS, aí a história é outra, se em Wimbledon contra Djokovic o suíço se treme todo, imagine contra Sampras?

        1. Valmir da Silva Batista

          LUIS FELIPE, outra vez essa esparrela de aspecto mental?!!! Claro que isto é relevante para que fulano ou sicrana desenvolvam, com eficácia, o que se propõem a fazer, mas estou falando de outra coisa, me refiro às habilidades e modus operandi vistos neste ou naquele tenista, ou seja, do que os mesmos possuem enquanto desenvoltura em seu estilo, e não de cada jogo disputado ou quantos gramas pesam as raquetes de cada qual, ok? Uma coisa é ter 300 Grand Slam e outros 300 Master 1000, bem como um metabolismo mais ou menos condicionado, já outra, totalmente diferente, é o tenista em se tratando da prática pura e simples, no sentido bola/raquete. Se é para se ater a todo instante ao sentido inverso disso, tolos chegarão à infame conclusão de que Pete Sampras era inferior porque conta “apenas” 14 troféus de Grand Slam, e que Nick Kyrgios não joga nada, por ter atirado raquetes, ao ficar puto em determinadas sequências de alguns jogos. Por favor, né?!

      2. Paulo Sérgio

        Qual o fundamento dessa afirmação? Se Djoko e Nadal competissem na “era de Sampras” só perderiam para o americano? Será que eles não estariam adaptados ao tênis da época? E como Federer seria o único a vencê-lo? Com base na realidade, a afirmação oposta que deveria ser feita, ou seja, somente Nadal e Djoko poderiam oferecer resistência a Sampras. Não custa lembrar que Federer foi dominado por ambos. Sua afirmação tem fortes doses de saudosismo e negação da realidade.

      3. lEvI sIlvA

        Valmir, eu penso bem diferente sobre Sampras engolir Nadal e Djokovic. Oferecer “alguma resistência”, como você diz me parece muito pouco, se levarmos em conta o protagonismo do espanhol e sérvio no tênis 🎾 dos últimos 15 anos.
        Vou dar um exemplo apenas, de um tenista da época do Sampras, ok?
        Guga, foi um que não foi engolido pelo americano sacador e que matava o ponto na segunda ou terceira bola. O “manezinho”, todo mundo sabe, era um saibrista nato, e dos bons… 3 Roland Garros e vários Masters no saibro corroboram isso. Não era grande coisa nas duas e menos ainda na grama.
        Mas não sei se sabe, teve um jogo no US Open que levou ao 5° Set com Pete e muito se fala, foi “garfado” pela arbitragem, infelizmente. E olha lá, isso foi o Guga, viu?!?!
        Na Masters Cup de 2000 em Lisboa, Guga fez um milagre numa quadra de carpete derrotando os 2, Sampras e Agassi pra levar, o que ele mesmo considera seu maior triunfo no mundo do tênis.
        E não foi só isso, que o brasileiro fez de excepcional…!!!
        Em 2003, se não estou enganado, bateu na Final de Cincinatti (quadra dura e rápida) Patrick Rafter, outro grande expoente do saque e voleio como se fosse algo fácil de fazer.
        Depois, olhe os highlights do jogo, vai se impressionar com o volume de jogo do brasileiro!
        E olha que o Aussie, não foi mal no jogo, nada disso…
        É que, Guga estava infernal, naquele dia!
        Ali, creio que ninguém o derrotaria. (E o detalhe, ele acabou de jogar o último set da SF umas 2 horas antes da final com Rafter, acredita?
        Daí, eu pergunto a você, sem desmerecer Guga por quem tenho imenso respeito…
        Quem é, ou foi mais, Nadal e Djokovic ou Guga?

        1. Paulo F.

          Levi, se me permites a correção, esse jogo que o Guga perdeu na mão grande para o Sampras, foi uma final de Miami e não uma partida de US Open.

        2. Luiz Fabriciano

          Levi, a única correção aí é que Guga foi “garfado” em Miami 2000, na final. Batera Agassi na semi.
          Jamais se enfrataram no US Open.

          1. lEvI sIlvA

            Grato pela correção, Paulo F. e Luiz Fabriciano!
            Taí, olha só que interessante… Não fosse o Guga ter sido “garfado” pela arbitragem, teria sido 2 vezes que derrotou Agassi e Sampras em quadras duras e ganhou um torneio. Simples assim, e isso, já responde nosso caro Valmir, sobre o Guga ter levado a melhor, “apenas” uma vez contra Pete.

          2. José Nilton Dalcim

            Desculpe a intromissão, mas o erro do juiz teria dado o quarto set ao Guga, não a vitória. Haveria ainda um quinto set a ser jogado.

        3. Valmir da Silva Batista

          IEVI SILVA, além daquela merecida vitória em Lisboa, quantas foram as vezes que Kuerten venceu Sampras? E, em linhas gerais, qual o seu currículo na grama e nas quadras de superfície dura, contra os seus contemporâneos? Ou seja, mesmo tendo jogado muita bola em Portugal, ainda assim o fator Lisboa parece ter sido algo pontual. Quanto a outros aspectos do mote comparativo entre os tenistas em geral, você citou o fator época, mas eu não aludi a nada disso, apenas me referi a comparações de tenistas a outros tenistas, em se tratando de estilos pura e simplesmente…

          1. Luiz Fabriciano

            Aí voltamos ao trio Federer-Nadal-Djokovic.
            Federer foi dominado por ambos. Não aceito a desculpa da idade.
            Federer domina todo o restante do circuito, jovens e velhos. Exceto aqueles cujo encontro aconteceu uma única ou duas vezes, no máximo. Aí não serve de parâmetro, como o caso de Guga em Lisboa.

    2. José Yoh

      Felipe, na época do Sampras com certeza os números do Big 3 seriam menores já que não conseguiriam ir muito além dos 30.

      Por essas e outras digo que números são subjetivos (ainda espero um bom argumento provando o contrário).
      Abs

      1. Emerson Nogueira

        Tomando como base a lesão mais grave, Federer levaria vantagem, pois quando se lesionou tava com17 GS, mas eu acho que se fizesse 5 finais de Wimbledon com Sampras ele perderia as 5, por tanto acho que ficaria com os mesmos números ou menos de Nadal e Djokovic.

    1. José Nilton Dalcim

      Infelizmente, não, Chico. Acho que ele teria de mudar mais seu estilo para tentar encurtar pontos, ser mais agressivo, e ele próprio diz que não tem confiança para isso.

      1. evaldo moreira

        É mestre,
        O Murray é muito cabeça dura, como assim não tem confiança ?
        Pelo amor de Deus, se o britânico usasse a cabeça, ele teria feito isso lá pelos 29/30 anos e não fez, pois talento ele tem de sobra, fato. Agora, e poderia ter feito de imediato, quando operou o quadril e voltou as quadras após període reabilitação.
        Mas espero ele, sim nas rodadas finais, faz muita falta realmente, além dele, o Stan W.

  62. SANDRO

    Bom… Já que a AMÉRICA não quer o astro DJOKOVIC, quem mais tem a perder nisto tudo é a própria AMÉRICA, que será privada de ver todo o talento do RECORDISTA ABSOLUTO DE MASTERS MIL!!!
    Que o talento de DJOKOVIC fique reservado aos espectadores dos torneios na Europa então!!!

    1. Gustavo

      A América não é contra o Djoko em si. Por favor né.
      Ela exige vacinação. Se ele não quer se vacinar, quem é contra a América é ele.

  63. Sérgio Ribeiro

    Casper Rudd defendia o Título no ATP 250 de Estocolmo ,e caiu de cara . Daí que previsão de ALCARAZ atingir o Top 5 até o final da Temporada, já deve acontecer no próxima semana. Acredito que o Espanhol deva se consolidar nesta gira de quadras duras como um dos principais participantes. Fora Novak Djokovic, e dependendo do que vá participar, ALCARAZ e MEDVEDEV podem ter um protagonismo acima do esperado . Lembrando sempre que o Russo já está muito mais maduro na turma e aparentemente curado de lesões. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Grato , Dalcim . Mas incrivelmente neste Bastad , Dominic Thiem consegue uma grande vitória desde 2020 pra cima de Bautista Agut . Infelizmente a alegria durou pouco … Abs!.

  64. Mundo do Tenis

    Um dado interessante.

    Nadal, Federer e Djokovic tem 16 Slams ganhos sobre tenistas que venceram slams. Pessoal que fala que Federer pegou Intersafra não analisa.

    Nadal é o único entre a tríade a ganhar os dois masters da dura mais o us open.

    Feito que nem Federer e nem Djokovic conseguiram.

    Fez no saibro em 2010 ganhando os três masters mil mais Roland Garros.

    1. Valmir da Silva Batista

      RONILDO, eu detesto o Djokovic, mas devo lhe perguntar: isso é uma avaliação provida de bom senso, um chute ou o quê? É desespero, em razão do vazio?

    2. DANILO AFONSO

      Poh Ronildo !! Há anos você fica escrevendo isso e depois quebra a cara. É óbvio que uma hora você acertar, mas o cara acabou de ganhar Wimbledon e perdeu RG para o campeão. Fala sério nobre !!

  65. Hemerson

    Djokovic e Nadal são os favoritos a serem batidos.
    Primeiro grande candidato acho que será o Medvedev.
    Não acredito que o Zverev, se jogar, consiga bons resultados tão rápidamente.
    Alcaraz sim, estará num ambiente mais azeitado para seu jogo e a velocidade dele é um diferencial.
    Depois destes teremos aqueles que estão batendo tanto no cravo quanto na ferradura. Bons torneios e somem em outros. Sinner, Hurkacz, Taylor Fritz. Kyrgios? Depois da final de W pode ter gostado e entrar com mais seriedade para mostrar que não é jogador para ficar abaixo dos 20 melhores. No feminino se não cair um raio vai dar Iga ( se não estiver com algum problema fisico).
    Façam suas apostas.

  66. Jocelino Jr

    Acredito muito que Nadal estara pronto e brigara muito pelo USOPen ainda mais sem Djoko. Acho que ganha assim como ganhou na Australia.

    Mestre Nadal a caminho do 6 ano como nunero 1 agora que Djoko esta fora do USOpen e dos Masters americanos?

    E quanto ao finals? Djoko corre risco de ficar de fora dos 20 melhores? Sem pontos dos 4 Masters US mais 3 GS fica dificil…

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, Nadal está em ótima posição, Jocelino. Quanto ao Finals, acho que Djokovic tem muita chance de entrar mesmo que não dispute mais torneios na temporada.

        1. José Nilton Dalcim

          Sim, mas em termos de Finals isso não faz diferença, porque não há defesa mas sim apenas somatória de pontos. Veja bem: Djoko somou 1975 pontos na temporada até agora. Para ele ficar fora do top 20, os 10 abaixo dele teriam de somar entre 500 e 1000 pontos. Sem falar que o sérvio ainda poderia jogar um 600 ou Paris para buscar pontos na Europa.

  67. DANILO AFONSO

    A superfície mais competitiva do circuito proporcionaria duelos interessantes se Nadal e Zverev chegassem recuperados e com ritmo em Cincinatti e US OPEN, e Djokovic pudesse jogar tais torneios. Estes juntamente com Medvedev, Alcaraz, Sinner, Berretini, Tsitsipas e Hurkacz lutariam pelos títulos mais “abertos” nos últimos anos, com leve favoritismo a favor do russo, sérvio e touro miura.

  68. rafael

    Se o Djoko jogar será favorito absoluto no piso duro. Até porque Medvedev não ganhou nada e Zverev é uma incógnita. Fora isso, segue tudo aberto.

  69. Heitor

    Roland Garros, de tênis para padel.
    Chatrier sedia torneio de padel.
    Se Nadal participasse, ganharia!!
    Kkkkk

  70. Ruy+Machado

    Boa noite!
    Eu não acredito na recuperação do Zverev para o US Open. Até mesmo pela lado emocional e mental! Ganhar confiança novamente é o mais difícil! Não querendo me comparar a um atleta profissional, mas quando rompi 3 ligamentos no joelho e coloquei 2 pinos de titânio, levei 5 meses para voltar a praticar futebol e Jiu jitsu. E eu tinha condicionamento físico e determinação para tanto. Logicamente, existe uma evolução da medicina de 25 anos atrás para hoje. Além do poder aquisitivo que o Zverev possui para ter os melhores profissionais a sua disposição. Será que 12 semanas de recuperação é possível?
    Com relação ao Nadal, espero que seja tempo suficiente para estar pronto para o M1000 do Canadá., que começa em 24 dias. Ou se precisar de mais uma semana, vá para Cincinnati. O importante é estar bem para o último GS do ano. Sempre que esteve saudável, foi brilhante. E que se programe muito bem para a reta final da temporada. Se não for cabeça dura, joga a Laver Cup, um M1000 (pode ser Paris) e feche no Finals.
    Abc a todos e Saudações Rubro Negras… Rsrsrs

    1. José Nilton Dalcim

      Paulo, por favor responda dentro do comentário correspondente, caso contrário fica difícil a interpretação. Abs

        1. José Yoh

          E continuam sem argumentos, Gustavo.
          Pelo visto seu problema é de leitura de textos grandes (10 linhas), fica difícil entender.
          Abs

    2. Valmir da Silva Batista

      ESSE AFORISMO sem quê nem porquê, me faz relacioná-lo a outro Paulo, o Guedes, gênio que ressuscitou o fantasma da inflação…

    3. José Yoh

      Ao contrário de sua (como sempre) provocativa resposta e do LF, dei argumentos para dizer que números são subjetivos.

      Até hoje não recebi uma resposta convincente do conrário, então… números são subjetivos sim.
      No aguardo.
      Abs

      1. Luiz Fabriciano

        Yoh, você não me pediu contra-argumentos, mas vou tentar.
        Números são OBJETIVOS sim.
        Se hoje o Big4 detém 22-21-20-3, importa para o torcedor de Federer se ele já havia passado dos 30 quando os outros dois ainda não e venceram GS.
        Para federistas, não importa se ele venceu um cipriota, um chileno e ou australiano em algumas finais, mas para os outros sim. Para os torcedores de Federer importa se Nadal tem tantos GS por conta de 64% ser em RG.
        Toda essa importância é relativa e subjetiva, mas no final, o Big4, em qualquer local do mundo, na ATP, sites de tênis etc possui 22-21-20-3 e dá esquerda para direita, é o maior vencedor.
        Não importa se você é gênio, não estuda nunca e seu concorrente estuda 14 h/dia para o vestibular. O que abrirá a sua porta ou a dele para a universidade será a nota que for mais alta.
        Mas você pode escolher torcer para o que tem apenas o número 3, haja vista o nosso colega Marcão, que sempre nos brindava com excelentes textos.
        Saudações.

        1. José Yoh

          Digo que para eleger o maior vencedor, números servem.
          Para eleger o GOAT, é necessário opinião especializada de muitas pessoas. Senão, bola de ouro, atleta do século, etc seria eleito apenas com números.

          Mas isso é uma discussão vazia. Para mim tanto faz o que cada um escolheu, não vou mudar a cabeça de ninguém.
          O que eu dizia era sobre a memória curta de alguns aqui do blog.
          Abs

          1. lEvI sIlvA

            Yoh, sabe aquele ditado antigo, “pimenta nos olhos dos outros, é refresco”? Pois é, isso nada tem a ver com memória curta ou coisa assim, mas provocações sem fim, só isso…
            E isso aí, não muda, infelizmente!
            Em muitos casos, se paga ou recebe na mesma moeda o que plantou.
            Faz parte, mas sempre podemos interagir com quem queremos, não é assim? Ou seja, a opção, sempre é nossa e pessoal.
            Abraço e cuide-se por aí, ok?

          2. José Yoh

            Tem toda razão lEvI.
            Vou seguir seu conselho, escolher melhor com quem interagir.
            Há coisas que valem a pena e coisas que dão pena.
            Abs

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