Hora de sonhar alto
Por José Nilton Dalcim
19 de junho de 2022 às 20:13

Beatriz Haddad Maia e sua canhota poderosa já registraram seu lugar entre os maiores tenistas brasileiros da Era Profissional. Tem agora os mesmos dois títulos de WTA de Niege Dias e Teliana Pereira, soma quatro de duplas como Cláudia Monteiro e só perde por um de Patrícia Medrado e atinge o maior ranking entre as meninas, igualando Maria Esther Bueno. Claro que qualquer comparação com Estherzinha é fútil, porém sempre uma referência agradável.

O extremamente animador é que Bia está em franca ascensão. Melhorou muito o físico, mostra golpes bem agressivos e compactos, a confiança cresce a cada semana e grande vitória. A campanha em Birmingham incluiu vitórias sobre duas campeãs de Wimbledon, a de Nottingham marcou outro triunfo em cima de uma top 5. O duelo de força pura e pernas firmes contra Simona Halep encheu os olhos. Fazia tempo que eu não ficava tão nervoso.

Grama obviamente não pode ser o piso predileto, porque praticamente inexiste no Brasil e mesmo em nível internacional está limitada a três ou quatro semanas de competições, então há pouco sentido em se preparar especificamente para isso. No entanto, certos estilos combinam e se adaptam bem com a superfície natural do tênis e esse é o caso desta paulistana de 26 anos e 1,85m. Como relembrou dias atrás, Petra Kvitova sempre foi seu espelho. Que continue assim.

Falta agora campanha de peso num Grand Slam, categoria em que soma seis vitórias porém nunca passou da segunda rodada, incluindo Wimbledon de 2017 e 2019. Depois de tanto sucesso nestas duas últimas semanas, cresce a expectativa não apenas aqui, mas também lá fora. Há muitos analistas falando que vale ficar de olho nela, e concordo plenamente. É hora de sonhar alto.

Como cabeça 24 do Slam londrino, Bia evita cruzar numa eventual terceira rodada com uma das oito principais favoritas, mas a rigor isso não facilita muita coisa porque entre 9 e 16 estão nomes de muito respeito no piso, como Emma Raducanu, Coco Gauff, Jelena Ostapenko, Leylah Fernandez e Belinda Bencic. Abre no entanto chance de cruzar com Garbiñe Muguruza, a quem venceu lá mesmo.

Só precisamos torcer para que venha um sorteio favorável para as duas primeiras partidas porque o equilibrado e imprevisível circuito feminino possui jogadoras bem perigosas que estarão soltas na chave, como Shuai Zhang, Alison van Uytvanck, Clara Tauson e Bianca Andreescu para ficar em poucos exemplos.

Por isso, fica a inevitável pergunta: Bia não deveria dar uma pausa e pular Eastbourne? Além de ter uma estreia duríssima contra Kaia Kanepi, aquela que a venceu batendo tudo em Roland Garros, existe sempre o risco de uma contusão ou sequelas das inevitáveis dores no quadril e coxa que a grama provoca a cada jogo. Se a ideia é manter o embalo e não deixar a parceira na mão, quem sabe entrar somente nas duplas. Bia afirmou neste domingo que não é momento de descanso. Resta respeitar e torcer.

E mais

  • Ainda que os olhos estejam sobre Djokovic e Nadal, Wimbledon ganhou corpo com os resultados dos preparatórios masculinos para a grama. Matteo Berrettini voltou totalmente em forma – e acho que ainda pode jogar melhor -, Hubert Hurkacz fez uma notável campanha em Halle jogando um tênis extremamente competitivo e Nick Kyrgios se mostrou menos fanfarrista e mais focado, o que o torna sempre um grande perigo nesse piso.
  • A decepção por outro lado fica ainda com Stefanos Tsitsipas, ainda que o grego tenha perdido para gente grande como Kyrgios e Andy Murray. Alguém tão versátil, com backhand simples e saque respeitável, tem que fazer mais na grama.
  • Berrettini ganhou quatro de cinco finais que já disputou sobre a grama, com única derrota na final de Wimbledon do ano passado. Hurkacz ergueu o quinto troféu sem jamais ser vice, feito que iguala Alcaraz e Enqvist e fica atrás só de Gulbis e Klizan.
  • Daniil Medvedev, é bom lembrar, perdeu as cinco finais que disputou desde o título do US Open e agora tem 13-12 na carreira.
  • Oscar Otte fez duas semifinais, voleia muito e foi ótima surpresa. Nada bom cruzar com ele nas primeiras rodadas de Wimbledon. Aliás, também estarão soltos na chave Kyrgios, Murray, Bublik, Ivashka, Vesely, Gasquet e Paire.
  • Ótimas atuações de Ons Jabeur em Berlim. Sobe para o terceiro lugar do ranking e pode torcer agora para ficar bem longe de Iga Swiatek na chave. Bencic se machucou e, caso se recupere, é outra que pode sonhar grande. Raducanu, a grande estrela britânica, não jogará Eastbourne e corre contra o tempo para estar inteira até Wimbledon.

Comentários

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    1. José Nilton Dalcim

      Provavelmente, Kvitova entrará bem mais esperta em quadra. Mas vejo boas chances para Bia. Esse dia de descanso veio em excelente hora.

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  1. Carlo V. W.

    Devido ao desempenho do Djoko desde o ultimo USOpen, ele sò è favorito a ganhar Wimbledo no papel.

    Predicados e històrico para estar em primeiro nas casas de apostas nao lhe faltam, mas visto o que tem apresentado, nao me surpreenderia com uma derrota dele là pelas quartas ou semi , caso o sorteio não favoreça.

    Agora… “franco favorito” deve ser o nome de alguma viagem sintètica… se considerarmos o desempenho nestes ùltimos 11 meses.

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    1. Luiz Fernando

      Vc deve ser parente do Sérgio Ribeiro, que ao invés de comentar julga a opinião alheia. Parabéns, continue assim, demonstre o quanto vc é humilde…

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      1. Sérgio Ribeiro

        Deixa de bobagem , rapaz . Tu ficastes anos denegrindo Tenistas do calibre de Federer num fórum de debates . Tuas asneiras são diárias , e passíveis de comentários, muda o disco com seus papinhos de arrogância que não cola . Se não gostas de debater se manda . Quando dissestes que Novak já era o “ goat “ duzentas vezes , eu te lembrei que o Espanhol não estava morto. Onde está a sua babação de ovo dos caras da Kombi durante dois anos consecutivos ??? . Agora somente a babaquice de terceirete e outras costumeiras. Se liga !!! . Abs!

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  2. Sérgio Ribeiro

    Outra Opinião : ATP CUP puxou mudanças na tradicionalissima Copa Davis de Tênis e somente a primeira dá pontos no Ranking. Em contra partida a Lavei Cup ( passou a ser oficial também somente em 2019 ) , dá ZERO PONTO assim como Jogos Olímpicos , mas contam para o famoso h2h . Pior é o ATP FINALS ( o verdadeiro Quinto SLAM ), com seu formato peculiar , dá tudo que tem direito. E finalmente o ATP NEXT GEN FINALS onde é testado todas as novidades na regra que podem a vir ser implementadas , cujo Campeão leva U$ 429000 ,00 , serve apenas para o h2h. Equivocadamente , a meu ver . Abs!

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  3. Babidi

    Dalcim, fiz um comentário na notícia, mas também gostaria de perguntar mais diretamente. Você não acha que a Laver Cup é uma competição elitista? Nunca escolhem uma sede fora da Europa ou da América do Norte. Tá sempre nessa mesma bolha..

    E outra, faz sentido que partidas disputadas em um torneio amistoso entrem no H2H oficial de dois jogadores?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que seja uma questão elitista, mas de logística. Acontece logo depois do US Open e em seguida vem a temporada de quadra dura na Europa, então imagino que haja intenção de diminuir o deslocamento. Por outro lado, é um evento que exige casa cheia todo dia e fazer fora de grandes centros seria um considerável risco. Por fim, não, acho que partidas disputadas em sistema não oficiais nunca deveriam contabilizar e incluo aí o Next Gen. Abs!

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  4. Rafael Azevedo

    Hoje, os dois favoritos a Wimbledon deram suas caras.
    Desculpem-me Berretini, Hurkacz, Aliassime e Dalcim, mas não tem como retirar o favoritismo do Nadal.
    Podem dizer que Djokovic é o principal favorito. Mas, no máximo, só ele está acima de Nadal em questão de favoritismo.
    Claro que o Nadal pode perder para o italiano, por exemplo, até porque favoritismo não ganha jogo. Mas, não tenho dúvidas de que os dois jogadores a ser batido em Londres chamam-se Novak Djokovic e Rafael Nadal.

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    1. Rhenan+Zimermann

      Rafael, você tocou num ponto que eu já vinha refletindo sobre favoritismo. Acompanho sua opinião. Podem me chamar de torcedor, mas para mim, apesar do piso e de que obviamente o jogo do Rafa é bem mais vulnerável na grama, para mim (em condições normais) e neste ano especificamente, ele entra com grande favoritismo pois, quem ganhou mais do que ele no ano??? O outro grande favorito é o Djoko, inegável, domina o piso nos últimos anos. Do resto, vejo apenas o Berrettini com leve favoritismo entre os demais postulantes de fora do BIG 2, pelo que jogou ano passado e vem jogando nesse ano na grama. Tirando esses aí, vejo o torneio muito aberto a surpresas. E para finalizar, é evidente que favoritismo não significa que um ou outro não possa perder para qualquer outro jogador pelo caminho, com mais probabilidade para Rafa nesse quesito. Abraço!

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      1. Rafael Azevedo

        É exatamente isso o que eu penso, Rhenan. Nadal venceu quase tudo no ano. Por mais que a grama seja um pouco diferente, mas é tênis, também. E o cara que tem jogado o melhor tênis no ano chama-se Rafael Nadal. Pode ser que o desempenho dele caia na grama? Obviamente. Mas, não um tanto para que se tire o favoritismo dele. Não estamos falando de Schwartzmann e nem de Tsitsipas, mas de Rafael Nadal.

        Abraços.

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    2. Paulo Almeida

      Concordo, mas dois de cada (já incluindo o Alcaraz) vão pro lado do Djoko e dois pro lado do Nadal. Ruud e Tsitsipas devem ser só figurantes que cairão precocemente.

      Abs.

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  5. DANILO AFONSO

    Como o tempo passa rápido. No próximo dia 16 completará 7 anos que Federer e Murray se enfrentaram pela última vez. O afastamento (lesão) do Federer em boa parte da temporada 2016 e ausência do Murray, também por lesão, em vários torneios das temporadas 2017, 2018 e 2019, bem como a pandemia e nova lesão do Federer em 2020 e 2021, foram os motivos pelo qual há tanto tempo não vemos tal confronto.

    Em 10 anos (2005 a 2015) do clássico, o retrospecto entre os dois foi marcado pelo equilíbrio, 14 x 11 a favor do suíço, com vantagem deste nos jogos melhor de 5 sets (5 x 2) e empate (9 x 9) nas partidas melhor de 3 sets. Curioso que nunca se enfrentaram no saibro.

    Outro detalhe interessante, é que por 9 anos Murray liderava o H2H, sendo superado somente após o Federer completar 33 anos. De 2005 a 2010, quando Federer tinha entre 24 a 29 anos, o jovem Murray levava vantagem no confronto (8 x 6). E de 2012 a 2015, com suíço entre 31 a 34 anos, este venceu 8 dos 11 duelos neste período, ganhando os últimos 5 jogos.

    Mesmo com o Murray amadurecendo e evoluindo muito na década passada quando comparado com a década retrasada (2005 a 2010), o Federer reverteu o retrospecto ao continuar progredindo muito tecnicamente, taticamente e mentalmente, atributos estes que também foram determinantes para que o suíço ganhasse 7 dos últimos 8 jogos contra o Nadal entre 2015 e 2019, quando então o suíço tinha entre 34 a 38 anos.
    Compensou a diminuição da capacidade física com o aprimoramento técnico de alguns fundamentos e elevação do seu senso tático e força mental, algo comum aos atletas após atingirem a casa dos 30 anos.

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      1. Luiz Fabriciano

        Então, só contra o Djokovic é que a idade conta em desvantagem…
        Ou o Djokovic é bem superior aos dois, pois o britânico, mais velho passou a perder mais do Federer e em relação ao sérvio, continuou perdendo mais.

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          1. Luiz Fabriciano

            Murray 3 x 0.
            Mas uma apenas conta, num contexto amplamente negativo?
            É preciso aprimorar os argumentos.

    1. Sérgio Ribeiro

      Algo comum a somente TRÊS ATLETAS , meu caro estatístico , Federer , Nadal e Novak . Isto não aconteceu com os outros TODOS N 1 após os 30 anos. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Deve ser por isso que nunca antes na história do tênis houve um Big3, não é caríssimo SR?
        Duvido que haverá outro, como quer o grego Tsitsipas.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Não do mesmo calibre , mas Connors, Borg e McEnroe levaram 26 SLAM . Acredito que ainda possa surgir um fenômeno capaz de superar algum deles . A conferir. Abs!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Como sua tentativa de se mostrar mais sabidão que os demais é inócua.
            Borg, aos 26 anos estava curtindo praia. Connors ainda é o detentor de maior número de títulos no geral, mas se seguirmos a cartilha de um participante aqui e atribuirmos pontos a cada torneio, talvez não dê metade do que daria apenas os M1000 de Djokovic.
            Os três somam quase 900 semanas na liderança do ranking. Pouco talvez não?
            Ou seja, Big3 é único, no passado e presente. Aposto no futuro também.

          2. Sérgio Ribeiro

            Não bates bem mesmo , enroladíssimo L. F 2 . Em vez de tanta besteira, porque não devolves esse Nick ao papai . Está claramente escrito que o BIG 3 dos anos 70 e 80 , não foi DO MESMO CALIBRE do atual . E’ difícil ao menos LER ??? . Daí em nada diminui a importância deles pra história deste Esporte. Depois disse que acredito sim , que possa surgir um FENÔMENO superior a algum deles . Nada a ver com sabichão e outras babaquices tuas e do L.F . Es incrivelmente imaturo pra repetir tudo que o priminho posta rsrs. Abs!

      1. Paulo F.

        Bom, mas preparatórios (por assim dizer) no nível 1000 ele raramente falha.
        Vide Roma, em que sequer lembro alguma edição que ele não participou.

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        1. José Nilton Dalcim

          A questão dos preparatórios é pela curta distância entre Roland Garros e Wimbledon. Ele já disputou Queen’s, por exemplo. Mas como geralmente joga muito no saibro, com dois Masters e Paris praticamente grudados, ele prefere descansar e treinar forte depois.

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          1. Sérgio Ribeiro

            E qual a distância entre Roma e RG , meu caro ? . A verdade é que a maioria os grandes Tenistas inclusos Sampras e Federer sempre participaram dos preparatórios, basta ver a lista de Campeões de Queens e Halle. Não tenho dúvidas que se não tivesse perdidos Todas as FINAIS ( 3 ) , ele participaria ao menos de Queens , grama semelhante a WIMBLEDON. Ano passado foi ao ATP 250 de Mallorca , mas somente jogou Duplas . Acredito que , junto a Nadal , tem a estratégia de chegar invicto na GRAMA. Abs!

          2. José Nilton Dalcim

            Acho que você não entendeu meu ponto, Sérgio. Não é uma questão de proximidade, mas de mudança de piso. Djokovic (como Nadal) geralmente vão longe em pelo menos três grandes torneios de saibro e isso dificulta ainda mais a mudança de piso. Veja que Murray este ano (assim como Federer no ano passado) diminuíram o calendário do saibro para poder se preparar melhor. A grama exige um tipo bem específico de adaptação.

  6. Ronildo

    Aliassime escondeu o jogo contra Djokovic. Seu objetivo com certeza é causar uma imensa surpresa num confronto com Djokovic em Wimbledom. Outro que escondeu o jogo foi Shapovalov, semifinalista do ano passado. Tanto é que hoje perdeu para um desconhecido. A simulação é uma grande estratégia usada no tênis, inclusive Djokovic é o número 1 em simulações.

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    1. Paulo Almeida

      Fregueser simulou lesão pra fugir do Djokovic no Finals 2014 e em RG 2021, pra esfriar o Dimitrov no USO 2019 e pro Sandgren e pro Craque ficarem com pena dele no AO 2020, só das que eu lembro por alto.

      Berrettini é de fato muito melhor do que os Reis Magos da entressafra, Ronildo, mas pra ter ganhado do rei da grama no ano passado faltava muita bola ainda.

      Abs!

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      1. Gildokson

        Rei da grama? Kkkkkkkkk Djoko joga muito lá, mas rei ele não é.

        Quando o Berretini disputar a terceira final de WB você volta aqui tá?! Kkkkkkkkkkkkk
        Aliás… quando ganhar um Grand Slam e for n° do mundo a gente conversa.

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      2. Sérgio Ribeiro

        E a credibilidade….??? . Na boa , como um cara da sua idade pode escrever tamanhas asneiras repetitivas e diárias? rs . Se ainda hoje não sabes da lesão do Suíço e’ porque és muito mal informado. Embora postes estás graças pra não passar em branco kkkk. Abs!

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        1. Paulo Almeida

          Tô tranquilo com a minha idade. Você que acompanha tênis desde os anos 237 e não aprendeu absolutamente nada até hoje, kkkkkk.

          Abs!

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    2. Luiz Fabriciano

      Então, baseado nisso, um possível confronto entre Djokovic e Aliassime na chave de Wimbledon vai dar resultado sérvio novamente, pois, se o canadense simulou o jogo ontem, mas o outro é #1 nesse atributo, sem chances para o Felix.

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    3. Valmir da Silva Batista

      PREPARATÓRIOS NÃO SÃO propriamente para os tenistas mostrarem seu jogo, haja vista carregarem tal adjetivo, ou ainda, no caso pré Wimbledon desta semana, o substantivo “exibição”, já que o referido termo fala por si. Assim sendo, Djokovic x Aliassime e Nadal x Wawrinka foram treinamentos, de luxo, mas treinamentos, ok? Não foram contendas sérias, a respeito das quais muitos péssimos analistas deste blog, se referiram aos embates como “surra de Djokovic” e “vitória com autoridade de Nadal”. Que falta de visão, né?

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  7. EDVAL CARDOSO

    Só to esperando a Bia continuar com essa boa fase na grama, e fazer uma boa campanha em Wimbledon pras tvs abertas darem alguma atenção pro nosso tênis, porquê são assim, só dão atenção quando algum brasileiro se destaca, principalmente a globolixo, que com certeza já tá preparando uma entrevista exclusiva com a nossa maior tenista no fantástico.

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  8. Luiz Fernando

    Que atropelada do Djoko hein, eu sinceramente julgava q ele venceria, mas não dessa forma. Duvido q Rafa na sexta vença dessa forma tão contundente, se ocorrer será uma grata surpresa. Esses fatos apenas confirmam o favoritismo do sérvio para esse torneio…

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    1. Barocos

      Final dos sonhos em Wimbledon: Nadal x Djokovic.

      Ainda que eu torça pelo sérvio cabeça-dura, anti-ciência, uma vitória do espanhol também me deixaria feliz.

      Saúde e paz.

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    2. Paulo F.

      Todos já sabemos, graças às terceiretes, que os amplos e incontestáveis favoritos para Wimbledon são Alcaraz-El e Kyrgios.
      Quem é Djokovic na grama perto do GOAT dos GOATs e o Mito Australiano da Grama?

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      1. Luiz Henrique

        Não adianta vir com esse papo kkkk, as casas de apostas que mostram que é o favorito
        Curiosamente se Nadal vencer teria um recorde único: 3 GS seguidos vencidos sem ser o favorito
        Nos 2 anteriores foi o 3º favorito
        Djoko é o favorito sim, ganhou 5 das últimas 7 edições do torneio

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Finalmente, caríssimo Luiz . Ficar assinando todas as abobrinhas de P.F . não dá rs . Aproveitando tivemos 122 diferentes Campeões em RG e 117 em Wimbledon ( em todos os tempos ) . E’ óbvio que e’ mais difícil mudar a tática na GRAMA , do que no Saibro, mas nada a ver combinar com o oponente como diz outra figura da Kombi. Agora mesmo MEDVEDEV está recebendo bem mais à frente e botando a cara na rede pois não tem o tempo pra preparar os golpes como em outras superfícies. Seu movimento e’ bem amplo . Abs!

          Responder
    1. Gildokson

      Sério mesmo que vocês estão levando a sério esse treino? Kkkkkkkkkkkkk

      E o outro aí em cima atribuindo aos federistas algo que nunca foi dito só por “raivinha” dos elogios ao moleque espanhol semanas atrás. Kkkkkkkkk
      Com direito até a fazer o Dalcim responder uma pergunta ridícula de tão lógica que é a resposta.
      Realmente a coroa nunca vai ficar bem nas cabeças de vocês. Kkkkkkkkk

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      1. Paulo Almeida

        Não foi treino: ambos levaram a sério a partida para um excelente público pagante. Ainda está disponível aqui mesmo no site para você ver o show de slices do monstro sérvio.

        Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          És uma figura sem jeito mesmo rs . Cansamos de ver jogador tomar surra antes dos SLAM em exibição e depois arrebentar . Achas mesmo que Aliassime jogaria tudo contra o favorito do Torneio ? . E’ mais fácil fazer isso na Laver Cup … Ficastes todo animadinho com isso não é mesmo ? . kkkkkkk. Vamos ver contra o Tourinho assassino … Abs!

          Responder
    2. Valmir da Silva Batista

      PAULO ALMEIDA, você se expõe ao ridículo, quando afirma que esperava “bem mais dificuldade” por parte do Aliassime, durante o que foi apenas um jogo exibição. Uma pessoa que se propõe a tratar sobre tênis de forma séria neste espaço, avaliar um simples jogo-treino como sendo uma partida valendo dois mil pontos num Grand Slam, é, no mínimo, desprovida de discernimento…

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Onde eu disse que valia o mesmo que uma partida de Slam? Não distorça a minha fala.

        Eu tenho CERTEZA de que o FAA não entrou em quadra pra tomar 6-2 e 6-1 do Djokovic em frente a um público considerável e com transmissão mundial; quem pensa o contrário é que se expõe ao ridículo e não dispõe de muito discernimento. Veja aí a dificuldade que o canadense está impondo ao Nadal num “jogo de brincadeira”.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Seria um absurdo se o Moyá dissesse o contrário… rsrs… Existe a chance, sem dúvida, mas são dois torneios bem difíceis para o Rafa.

      Responder
      1. Bruno Costa

        Dalcim, você disse que os dois Slams são difíceis para Nadal. Concordo em relação a Wimblendon. Mas no US Open vejo Nadal em pé de igualdade – senão com leve favoritismo – com o Djokovic . O sérvio tem até mais dificuldade no Slam Americano que em Roland Garros, pois no major francês tem só 2 títulos pela questão Nadal. Não fosse isso teria pelo menos o dobro. Já No US OPEN ele é tri e Nadal tetra. Além disso Djokovic já mostrou dificuldades com outros jogadores no Slam americano Logo, não há domínio por parte do sérvio. Aliás, está abaixo de Federer e também Nadal no US Open. O que acha?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, mas você está apenas preocupado com o Djokovic, que obviamente seria o maior rival. Mas não se esqueça que o piso duro é o predileto da maciça maioria dos tenistas de peso no circuito, entre eles o Medvedev, atual campeão. Então vejo muito mais concorrência do que Nadal tem em Roland Garros ou em Wimbledon.

          Responder
  9. Ronildo

    Já pensou alguém chegar para o Bruno Soares e o Marcelo Melo e dizer: “Vocês são péssimos tenistas, nunca ganharam um ATP de simples”!

    A primeira coisa que eles iriam pensar sobre tal pessoa é: “Será que esse cara já tomou o remédio hoje?”

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Ronildo meu amigo, é preciso se ligar.
      Bruno Soares e Marcelo Melo são duplistas PROFISSIONAIS, de carreira, e já venceram muito nessa modalidade. Não são eventuais como Djokovic, Nadal e Federer.
      Os dois brasileiros jamais entraram em chaves de simples. É outro esporte.

      Responder
  10. Carlo V. W.

    A tenista brasileira Bia pode ter tido uma mudança em treinamentos, preparação, etc.
    Mas o fato (ou apenas uma coincidência), è que a carreira dela sò começou a deslanchar depois do belo poema que o Ronildo dedicou a ela algums posts atràs.

    Trata-se de uma profissional, mulher, mas acima de tudo uma menina. Provavelmentw enjoada de ouvir toda sorte de elogios baratos que se compra no atacado para lojas de R$ 1.99 (hà varios por aí, inclusive nos comentàrios deste post), que valem nada, desprovidos de qualquer noção. Fico imaginando que tipo de mulher estes caras possam ter atraìdo, com tamanha bobagem, se è que tem, ou se beiram os 50 e ainda vivem com a mãe.

    Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        RONILDO, você trocou o assunto tênis pelos temas romantismo e beleza estética, já que, no que concerne ao primeiro, você não entende nada mesmo. Devo salientar que foi uma decisão bastante inteligente da sua parte. Com certeza, Anna Kournikova nunca jogou porra nenhuma, mas concordo que ela é( ! ) linda…

        Responder
    1. Valmir da Silva Batista

      CARLO V. W., talvez se seu parceiro de analogias ruins, RONILDO das couves, tivesse criado um poema a Anna Kournikova, caso tivesse tempo hábil há alguns anos, ela poderia até ter se tornado uma “excelente” tenista, adjetivo que ele cunhou para afirmar que a talzinha jogava muita bola, quando, a bem da verdade, Anninha nunca jogou porra nenhuma, haja vista sua estante não estar às moscas, depois de anos e anos atuando no circuito tenístico…

      Responder
  11. Sidnei

    Tabela de slams atualizada.
    W 5 pontos
    U 4 pontos
    A 3 pontos
    R 2 pontos
    Federer 5×8 + 4×5 + 3×6 + 2×1 = 79
    Djocovid 5×6 + 4×3 + 3×9 + 2×2 = 73
    Nadak 5×2 + 4×4 + 3×2 + 2×14 = 60

    Federer continua liderando com sobras na pontuação o ranking de slams. Volto após o US Open com a nova atualização, Wimbledon desse ano não tem validade como slam.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Desnecessário dizer que não existe pontuação pros Slams. Isso é invenção escalafabética de torcedor fanático do Federer. Antes ler isso do que ser cego.

      Responder
      1. Barocos

        Paulo,

        Muito provavelmente, bingo!

        Ao menos o estilo é muito semelhante então ou você acertou ou o Vitor Hugo está fazendo escola.

        Saúde e paz.

        Responder
        1. Paulo F.

          Caro confrade Barocos:
          É justamente desse cidadão de múltiplas personalidades a tola tentativa de ranquear os Slams.
          Obviamente melhor ranqueados aqueles que Federer tem a mais do que Nadal ou Djokovic!
          hahahahaha
          Vide o AO, que é o que ele menos considera, mesmo Federer tendo mais títulos lá do que no próprio USO!

          Responder
    2. luis

      Engraçado ver gente perdendo tempo inventando regras na própria cabeça para validar algo subjetivo. Se você gosta mais do Federer parabéns, ele é ótimo mesmo. Um dos melhores de todos os tempos. Quem é o melhor? Ninguém nunca vai concordar em um critério. Curta o seu.

      Responder
  12. Luiz Fernando

    Dalcim se Rafa disputar o torneio como vc vê as chances dele? Vejo como bem razoáveis, pois em 2018 perdeu pro Djoko e em 2019 pro Federer, caras superiores a ele nesse piso, mas perder p caras desse porte significa q jogou em alto nível. Claro q são 3 anos desde a última presença, mas ele vem tendo um ano de ótimo nível técnico e deve estar bem motivado…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Certamente, confiante ele está, Luiz, e já tem muita experiência para jogar bem em Wimbledon. Claro que existem adversários bem perigosos, que se inspirados podem dar enorme trabalho, como Berrettinim um possível adversário nas quartas. Então vejo que um bom sorteio também será importante para Rafa.

      Responder
  13. Rafael Azevedo

    Hoje, a Bia não estava tão bem quanto na partida com a Halep.
    Cedeu muitos break points.
    Mas, como ponto positivo, conseguiu salvar 11 de 12.
    Essa partida foi importante. Os grandes campeões também sabem sofrer e arrumar um jeito de vencer, quando o dia não está tão bom.
    Mas, um ponto para o crescimento mental da nossa brasileira.🇧🇷
    Que venha a Badosa!

    Responder
  14. Heitor

    Wimbledon é tão importante que tem até tenista russa mudando de nacionalidade para poder participar:

    “A tenista russa Natela Dzalamidze, número 43 do mundo no ranking de duplas da WTA, mudou de nacionalidade para poder participar do torneio de Wimbledon, segundo publicou no domingo o jornal britânico The Times.”

    Responder
  15. Luiz Fernando

    Rafa está programado p jogar quarta contra o Wawrinka e contra o Aliassime na sexta, este último sim, um teste mais realista. Tomara q fique bem e jogue o torneio…

    Responder
  16. George Beco

    Dalcim, em termos de ranking, podemos dizer que essa proibição acabou favorecendo Medvedev? Como não vai jogar Wimbledon vai se matar em todos os torneios possíveis na grama e acumular muitos pontos

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim ou não. É muito difícil conjecturar. Ele não está jogando nada mal na grama, então poderia almejar quartas, semi ou até final se a chave ajudasse. Com a importância de Wimbledon e de um Slam, mais a alta premiação envolvida, acho que ele não ficou feliz… rsrs

      Responder
  17. Ronildo

    Quanto mais observo a desenvoltura de Berrettini na grama, seu saque poderoso e sua direita tão eficiente como a de González, mais fico estupefato como Djokovic parece realmente ser ajudado por forças do além, pelo fato de, como que “por providência do além”, Berrettini ter entrado contundido na final de Wimbledom de 2021. Se Berrettini tivesse em perfeitas condições, teria batido Djokovic em 3 sets a 0.

    Responder
  18. Maurício Luís *

    Vi a mensagem que a Bia Maia deixou pros fãs – já no hotel – cabelo solto, toda arrumada… Ficou + bonita ainda. Até no falar é graciosa. Até tava pensando em perguntar se ela tem namorado… mas aí me lembrei que sou casado, pobre, pouca telha, feio, bem + baixo do que ela… então desisti da ideia (de jerico, diga-se de passagem).
    Minha única vantagem é que a minha mãe infelizmente já não está entre nós, então ela não teria sogra. Só. O resto não tem condição.
    Mas torcer por ela eu posso, né?

    Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        LUIZ FABRICIANO, esses “alguns por aqui” não passam de reles cagadores de regras, cujo principal intento parece ser a implementação de uma forma de censura, nos moldes do que cerceava a imprensa nos anos de chumbo, para que este blog fique com um jeito bem Domingão do Hulk de ser, algo bem Organizações Globo mesmo. Eu, porque quero, me refiro à beleza estética das tenistas e ninguém tem que me dizer para não fazê-lo, e o faço sem desfocar do objetivo principal desta casa, que é tratar sobre tênis. Nesse cenário, declaro que acho lindos os olhos amendoados da Sloane Stephens, as pernas da Paula Badosa, a voz quase pueril da Naomi Osaka, o aspecto algo artístico-depressivo da Karolina Pliskova, os lábios carnudos da Serena Williams, os pequenos seios da Maria Sakkari, os seios fartos e gemidos sensuais da Aryna Sabalenka, as covinhas faciais da Bianca Andreescu, a fofurice da Ons Jabeur etc etc etc…

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Caraca, vais tomar pancadas, rssss.
          Não sou um apreciador diverso como você, mas Sharapova, Eugenie, Ivanovic, Caroline Garcia, a chinesa (desculpe, mas não lembro seu nome) que perdeu para a Iga nesse RG, estão entre minhas favoritas.

          Responder
          1. Valmir da Silva Batista

            LUIZ FABRICIANO, os burrinhos misóginos de plantão que me derem pancadas, hão de receberem de volta também pancadas. Espero que não se atrevam…

  19. Rafael Azevedo

    O que mais impressiona na Bia é sua capacidade que devolver quebras. Contra a Halep, ela esteve atrás em todos os sets e conseguiu virar em dois deles. Situações como essa ocorreram aos montes, ao longo dessas duas semanas. Uma evolução mental incrível.

    Responder
    1. José Yoh

      No feminino o saque não é uma arma tão poderosa para a maioria, enquanto a devolução é sempre perigosa. Então quebras são bem frequentes independente da jogadora.
      Abs

      Responder
  20. Aruã

    Fazem muitos anos que não comento. Mas sempre leio você e seu site. Você continua prestando um serviço essencial ao país e ao esporte que amamos. Parabéns, Dalcim! Penso o mesmo: Bia poderia escolher se poupar e treinar para wimbledon. Mas eu entendo ela, talvez esteja com receio de ser só uma onda e da onda acabar…não sei. Grande abraço

    Responder
  21. Ronildo

    https://youtu.be/7xa8KM97Bcs

    Pra quem acha que a Anna Kournikova não jogava bem, dê uma olhada neste jogo dela contra a Lindasay Davenport. O problema é que é visível que ela não tinha condições atléticas para rivalizar com as números 1 do mundo, neste caso contra a Davenport parecia uma batalha de Davi contra Golias (sem milagres). Interessante é que aparentemente aparecia um grande público masculino para acompanhar os jogo dela e desconfio que qualquer bola duvidosa a juíza de cadeira decidia contra a Kournikova! kkkkkkkkk
    Mas falando sério, se a Kournikova fosse “braço de pau”, jamais faria dupla com a Martina Hingis!

    Responder
    1. Valmir da Silva Batista

      RONILDO, que falta de amplitude, avaliar o jogo( ? ) da enganadora Kournikova tendo como referência apenas uma partida. Quanto a seu porte físico, no que se refere às supostas dificultades para que desenvolvesse seu jogo( ? ), o mundo do tênis está repleto de jogadoras com o mesmo perfil longilíneo dela, vide Coco Gauff, por exemplo. Quer aludir ao jogo( ? ) da sua Anninha, disponibilize neste espaço as boas sequências que ela teve e principalmente faça uma listagem das grandes vitórias, bem como dos títulos importantes que a talzinha conquistou…

      Responder
      1. Ronildo

        Opa Sr. Oito ou Oitenta!

        Observar lances de 1 jogo contra uma jogadora que foi número 1 do mundo por um bom período já é suficiente para saber se qualquer tenista tem um jogo excelente ou não. Já é possível perceber se tal tenista tem velocidade, consegue devolver com desenvoltura, é inteligente em quadra, se tem bons golpes etc. Se a Davenport em seu melhor nível pegasse uma tenista mediana, seria sempre um massacre. Mas perceba Sr. Oito ou Oitenta como a Kournikova não foi massacrada em quadra e deu imenso trabalho para a Davenport.
        Uma tenista chega a número 4 em simples e 1 em duplas e mesmo assim não é excelente, de primeiro nível!?
        Que tipo de raciocínio é este?
        Mas enfim, Sr. Oito ou Oitenta, cada um com seus critérios!

        Responder
        1. Marcelo F

          Kournikova foi 8 do mundo , e não 4, em simples. O que dá quase no mesmo…Foi 1 em duplas, sempre ao lado de Martina Hingis, o que ajudava muito. Realmente era muito oba-oba pra cima dela (e ela gostava), afinal não ganhou um mísero titulo em simples. Mas temos que levar em conta que ela encerrou a carreira muito cedo, aos 22 (!), devido a contusões. Com certeza em algum momento ganharia algum titulo, mesmo que menor. Vide a Bia, agora no auge aos 26. Embora não possamos ter certeza, é muito improvável que não ganhasse um torneio algum dia, se continuasse. Ficou marcada mais por sua beleza do que por resultados. E ela foi, na minha opinião, de longe, a tenista mais bonita a pisar numa quadra de tênis.

          Responder
      2. Flavio

        Valmir concordo contigo o zé bola fora Ronildo falar que a péssima Kournikova que nunca ganhou nada achar que jogava bem tomou muita cachaça demais só pode kkkk,esse Ronildo não sabe nada de tênis tadinho kkkk. A Kournikova era tão ruim como a Bouchardt e do jeito que vai as coisas a Sabalenka e a Sakari que são duas grandes perdedoras estão indo para o mesmo caminho.

        Responder
    2. Luiz+Fernando

      Foi uma grande vencedora, com muitas conquistas de GS e M1000. Não sei como alguns teimam em se recordar da maravilhosa russa na figura de uma mulher maravilhosa…

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Ninguém disse que ela não jogava bem, apenas que encerrou a carreira sem NENHUM troféu da WTA, independente da importância do torneio disputado.
      Quanto ao físico, se não sabia brincar, o que foi fazer no play?

      Responder
      1. Ronildo

        Mas perceba um cara aí acima chamando a Kournikova de péssima. Quantas brasileiras foram melhores que ela? Somente a Maria Esther Bueno e agora a Bia Haddad chegou neste nível.

        Responder
        1. Valmir da Silva Batista

          RONILDO, não entendi a razão de você citar tenistas brasileiras, para sustentar a esparrela de que Anna Kournikova jogava bola de forma “execelente”, como você destacou acima. Que porra de sustentação argumentativa é essa, que você precisa trazer à baila o que não tem nada a ver com a avaliação sobre a enganadora russa? A questão é se a talzinha era boa tenista ou não, e se ela era mesmo “excelente”, como você frisou, a comparação teria que ser feita com tenistas de histórico relevante e não é o caso das tenistas brasileiras em geral, excetuando-se Maria Esther Bueno. Mas enfim, o que se vê é que você se perdeu na mediocridade do próprio argumento, já que apelou para um fator extra, a fim de sustentar o insustentável. Anna Kournikova, Ronildo, era uma tenista de jogo menor, só isso…

          Responder
          1. Ronildo

            Foi uma tentativa de tocar seu coração e te fazer perceber o quanto é difícil aparecer uma tenista do calibre de Anna Kournikova, Valmir. O Brasil com população de 200 milhões tem 2 tenistas mais bem sucedidas, contando com a Bia Haddad. Vários países não tiveram nenhuma tenista neste nível. A Argentina teve a Gabriele Sabatini.

  22. Sérgio Ribeiro

    A ATP deu a deixa retirando os pontos de WIMBLEDON ( tudo normal nos demais SLAM ) , mas infelizmente os jogadores de unidos não tem nada . A não ser no $$$$$$$$$. Daí que TRÊS preparatórios para Bia somente e’ justificado pela falta de pontos no All England Club . Ela já não tem 20 anos e precisaria pular este próximo pois tudo já começa na próxima semana . Ou como sugeriram apenas jogar duplas . Mas vamos combinar que e’ irresistível seguir na mesma toada e subir mais no Ranking. Abs!

    Responder
  23. João ando

    É jovem deve jogar o próximo torneio sim. Dalcim. Imã coisa que não tem nada a ver com o texto.o Feliciano López tem 40 anos e não se ouve ele falar em parar de jogar profissionalmente. …E isso mesmo …um novo jimbo?

    Responder
  24. Carlo V. Vagem

    Decisão difícil:
    “Mantém a boa vibe e continua disputando torneios menores antes de WIM (acumula pontos no ranking e aproveita toda a temporada de grama) ou descansa.”

    Se contarmos com um bom desempenho em Eastbourne, ela estaria contando 3 semanas inteiras de torneios e viagens (mais duas possíveis de Wimbledom). Trata-se de uma atleta com histórico de contusões e que também não tem experiência nessas sequencia longa de partidas dentro dos torneios semana após semana. O risco, neste caso, é que ela não se conheça tão bem assim e sofra ou uma contusão ou um esgotamento físico no meio de WIM, perdendo alguma partida antes do esperado.

    Favoritismo para alcançar a segunda semana de WIM: somente após o sorteio das chaves.

    Aliás, visto tratar-se de uma atleta que está tendo uma melhora significativa de nível, seria legal aproveitar parte dos recursos que estão chegando para investir numa preparação melhor. Olhar o que Novak Djokovic está fazendo em termos de preparação seria um excelente caminho e uma das melhores opções do mercado.

    Também com esta maior visibilidade que ela está ganhando, caso faça uma boa campanha melhor em WIM. deve-se abrir a porta para contratos melhores devido a maior exposição.

    Decisão entre jogar Eastbourne ou não jogar é muito difícil e só caberá a ela. De qualquer forma, só vai dar para analisarmos bem a questão após o fato consumado.

    Responder
  25. Rafael Azevedo

    Dando uma de comentarista:

    Eu conseguiu assistir a quase todos os jogos da Bia graças ao app do star+ no celular (dá para trabalhar e acompanhar a partida, rsrs), e é nítida a melhora na movimentação.
    Os golpes potentes ela sempre teve, mas dessa vez eles estão mais precisos. As paralelas, as bolas fundas e as cruzadas curtas estão caindo dentro da quadra quase 100% das vezes. Muito difícil derrotar alguém assim.
    Os voleios também são muito bons (sempre foram), mas se teve um golpe que funcionou bem contra a Halep foi a curtinha, que não estava muito calibrada nas outras partidas da semana.

    Responder
  26. Rafael

    Mestre,

    Até quando você vai se permitir ficar decepcionado com o Tsisipas? Sei que vc falou que, dentre os tenistas da nova geração, ele é um dos seus preferidos. Você é o melhor jornalista esportivo que conheço, mas o Tsisipas é muito enganador. Mas concordo com você que o Roger Federer é o maior de todos os tempos. Kkkk. Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tsitsipas ainda vai achar o caminho. Estava na hora de ele pegar um treinador realmente determinado, acho que é o que ainda o bloqueia. Claro, você tem todo o direito de não concordar, é apenas uma opinião. Não gosto do termo ‘maior’, mas eu jamais vi um tenista como ele nestes parcos 42 anos de circuito.

      Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        O TSITSIPAS É UM TISITSIPAS que alguns querem Marcelo Ríos, no entanto, é apenas um Tisitsipas desde os primórdios, ou seja, só uma mísera tosse-tosse do que foi o grande tenista chileno. Há cerca de quatro anos ouço e leio a esparrela de que o bad boy grego e o alemão amarelão Zverev são os substitutos naturais do big-3, outra bobagem que “dalcimianos” da mídia marrom vivem alimentando, ao invés de atentarem para os meandros do jogo de tênis, que é o que mais importa na ordem das coisas. Para finalizar a respeito do grego enganador, não tenho a menor dúvida de que o talzinho acabará no mesmo ralo expressionista genérico que Grigor Dimitrov, Eugenie Bouchard, Anna Kournikova, Yannick Noah, Sofia Kenin, James Blake, Emma Raducanu e Thomaz Bellucci, para ficar apenas em alguns poucos balões de ensaio que fingiram ou fingem que jogavam ou jogam tênis. E tenho dito …

        Responder
        1. Ronildo

          Todos estes que você citou, grandes tenistas, que fizeram história no circuito. Quisera eu, se fosse tenista profissional, ter uma carreira semelhante ao que menos ganhou. Teria meu milhão também, no mínimo.

          Responder
        2. Carlo V. W.

          Quando leio certas bobagens, não sei porque mas sempre me vém a cabeça aquele famoso programa daquela famosa TV dos anos 80 digo pela boca do humorista:

          – CALA A BOCA, BATISTA!

          Responder
          1. Valmir da Silva Batista

            CARLO V. W., será que a sua vida é tão desinteressante, que você se vê obrigado a se preocupar com a minha? Ou ainda a sua pessoa é tão desprovida de criatividade, que se preste apenas a reproduzir bordão alheio? Vá pro inferno, fantoche escondido atrás de siglas insignificantes!!!

        3. José Yoh

          Valmir, o pessoal que você aponta como “dalcimianos” da mídia marrom são apenas pessoas que gostam de escrever aqui no blog – bobagens ou não – que tem o devido respeito pelo Dalcim que eu acredito entender mais de tênis do que a maioria. Concordar com ele, muito longe de ser puxa-saquismo, na maioria das vezes é puramente a nossa opinião também. Nas outras raras vezes, discordamos.

          E penso que tratá-lo bem é o básico da educação necessária para o mínimo de convivência civilizada.
          Abs

          Responder
          1. Valmir da Silva Batista

            JOSÉ YOH, o problema não é concordar com o DAL, isto é normal. O foda é que ninguém discorda, é um clientelismo e um fisiologismo que só encontra paridade no jeito bolsonarista de ser. Obviamente, que não há que discordar só por discordar, isto é para alienados de esquerda, tão burros quanto os de direita. Por outro lado, onde praticamente não há discordância, não há troca de informações saudáveis, de ideias saudáveis, o debate não desenvolve, predomina uma nuance polarizadora, uma lambeção que mais se assemelha ao Domingão do Hulk. É isso, meu caro, creio que me fiz entender…

          2. José Yoh

            Na maioria das vezes concordo com a opinião dele. Senão nem viria aqui ler. Já discordei algumas vezes e já vi outros discordarem, já vi censuras no blog que eu não achei legal, mas não vejo motivo para críticas mais pesadas.

            Uma coisa bastante legal é que sempre há uma resposta por parte dele, algo que não vejo com frequência em outros espaços.
            Abs

      2. André Barcellos

        Concordo em gênero número e grau, Dalcim. Federer podera não ser o maior, mas nunca se viu (e vi ao vivo várias vezes) algo assim
        https://youtu.be/Ol2I9CxpZ3s

        Ele não tem o brio, preparo ou garra (embora tenha tudo) dos outros dois postulantes, daí seus números poderem ser superados, mas essa mágica ou talento, nunca vi também.

        Responder
    2. José Eustáquio Masculino Cruz

      Verdade Federer para mim o melhor jogador em termos técnicos a pisar em uma quadra.Mas há quem acha Rafa melhor e Djokovic então cada um na sua só sei que o primeiro critério e podem chorar é o número de GS então é Rafa pelo conjunto da obra.e param com essa babaquice!

      Responder
  27. Marcelo

    Descontou uma carreira inteira de frustrações em 2 semanas, a mina está on fire , rs. Difícil segurar, a mina vai querer jogar tudo que puder.

    Responder
  28. Rafael

    Belo texto, mestre! Realmente a Bia está em uma fase iluminada e vamos torcer para uma bela campanha em Wimbledon! Acho o feminino bem aberto. Em relação ao masculino, acredito no Djoko e Berretini novamente. É por aí, mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Djoko me parece ser o mais cotado. Gostei muito do Berrettini, mas não descartaria o Hurkacz. Curioso para ver o Alcaraz também.

      Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        É AÍ QUE ENTRA O NADAL e muitos acabam quebrando a cara, por conta do rigor analógico híbrido da paixão que cega e que é irmã gêmea da falta de discernimento…

        Responder
  29. Miguel BsB

    Eu que fui favorável a decisão da ATP/WTA de não computar os pontos de Wimbledon, agora sinto que é uma pena a Bia, na fase em que está, não conseguir boa pontuação no torneio, pois tudo leva a crer que fará boa campanha.
    Dalcim, o ponto fraco do Berretini se torna uma arma na grama? Você acha que o frágil backhand dele se torna uma arma na relva, pois ele consegue machucar os adversários com slices? Me parece que sim né? Somado aos seus monstruosos saque e direita…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que é isso mesmo, Miguel. Ele tem um belo slice e essa bola na grama é muito chata, torna o adversário completamente defensivo porque a bola também tende a escorregar.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Olha, alguns tenistas fazem isso. O Aliassime fez esta semana contra o Hurkacz, o Tsonga fez em Roland Garros. É uma questão do alcance, quando não dá para chegar lá com as duas mãos. Fica engraçado, sem dúvida.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Minha admiração foi simplesmente por ter em seu backhand o ponto fraco. Diferente de um Tsonga etc.

    2. Valmir da Silva Batista

      MIGUEL BsB, por aí se vê quando a mente alienada e xenófoba se vale de dois pesos e duas medidas, em se tratando de um único eixo. Você é o exemplo típico do brasileiro que gosta de uma patriotada à moda da casa e não está nem aí se o tiro fode a vida alheia ou não, o importante é adquirir o troféu pelo disparo desferido de forma eficaz. Ter opinião discernida que é bom, necas, não é mesmo?

      Responder
      1. Miguel BsB

        Ô Rolando Lero do ovo virado, eu já falei pro Senhor tomar seus remedinhos antes de vir comentar aqui…
        Como diz o Sérgio Ribeiro, vai procurar sua turma!

        Responder
  30. Pieter

    Mais um excelente e merecido post para enaltecer a sensacional fase daquela que já se credencia como a nossa melhor tenista profissional da era aberta do tênis.
    Na verdade, Bia está apenas realizando as altas expectativas que sempre se teve sobre ela desde que estreou entre as pro aos 14 anos e já com resultados muito promissores.
    Sem dúvida o momento é de comemorar, se orgulhar e sonhar com maiores feitos dessa sensacional jogadora mas espero que ela não se deixe afetar pela imensa pressão e cobrança que certamente virão, inclusive dela própria.
    Lembro da incrível Teliana Pereira que depois da melhor temporada da sua carreira, ganhando 2 WTAs e batendo o seu melhor ranking, infelizmente não conseguiu fazer mãos nada de comparável e acabou encerrando sua carreira de forma melancólica.
    Que Bia tenha um mental forte e resiliência o suficiente para continuar evoluindo e nos dando mais e maiores alegrias. Ave, Bia!!!!

    Responder
  31. Maurício SP

    Realmente impressionante a fase da Bia, tomara que continue assim! Apesar de todo o potencial que ela cedo apresentou, eu há muito não apostava mais nela (nem pra top 50) devido ao grande histórico de contusões, espero que essa maré ruim não retorne. Sem falar no doping, fico torcendo para que não caia de novo… afinal, as farmácias brasileiras já estão acostumadas a serem apontadas como as culpadas.

    Responder
  32. Jocelino Jr

    Mestre Dalcin parabens mais uma vez pelo texto excelente.

    So por curiosidade, quanto as casas de apostas devem estar pagando por um titulo da Bia em WB?

    Vamos ver Eastbourne…ja estou pensando em colocar uma fezinha

    Sonho de consumo: Bia campea de Eastbourne e,WB e Nadal Tri em WB, penta no USO e grand slam no ano!

    Responder
  33. Gilvan

    Um bom termômetro das chances da Bia em Wimbledon serão as casas de apostas londrinas. Na minha visão, ela entra na lista das 10 favoritas ao título.
    Está voando em quadra, mas com os pés no chão.

    Responder
  34. Paulo H

    Que maravilha ler tantos textos positivos sobre nossa Bia Haddad. A humildade com que ela comemora o ponto final de cada torneio vencido, com uma alegria contida, quase como se não se sentisse merecedora daquele momento sublime, é de uma sinceridade inacreditável no mundo do tênis atual, em que jogadores jogam raquetes para o alto, fingem desmaiar e se jogam no chão, de joelhos. Ela tem que se sentir muito orgulhosa por tudo que conquistou e por aquilo que o futuro ainda lhe reserva, que esperamos, sejam muitos outros títulos, de igual ou maior importância do que os conquistado até o momento.
    Parafraseando um personagem de sucesso: “Ao infinito e além, Bia!”

    Responder
  35. Luiz Afonso

    Excelente texto. Como de costume.
    No “E mais” é que discordo de colocar o Gasquet como preocupação para os principais postulantes ao título. Gasquet, hoje, tem um tênis bonito e só. Nem um pouco competitivo.
    Que vitória maiúscula da Bia sobre a Halep. E que jogo bonito de se ver, com bolas pesadas e jogadas incríveis. A capacidade da Simona de devolver praticamente todos os saques é impressionante. E o contra-ataque de backhand dela, quando atacada na paralela, faz um belo estrago. Bia venceu com o coração e com um nível técnico bastante elevado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Gasquet costuma jogar muito bem em Wimbledon, Luiz. Duvido que seja um semifinalista como já foi, mas numa primeira rodada é um adversário a se respeitar.

      Responder
  36. Rafael Azevedo

    Eu entendo a Bia. Ela está em uma fase excepcional na grama e não tem garantias de que continuará assim na hard norte americana. Então, não é hora de descansar. Faltam apenas 2 torneios para fechar essa gira atual.
    Essa é a hora do sprint final. Vamos buscar tudo.
    Mas, não vou negar que há riscos de lesão ou fadiga que atrapalhem o desempenho em WB.

    Obs.; O ideal seria não jogar as duplas. Mas, como tem a questão da outra duplista, acho que ela não abrirá mão.

    Responder
  37. Efraim Oliveira

    Ainda que você colocou no texto que não tava comparando a Bia com a Esther… Iria chover comentário achando isso rsrs.

    Parabéns à Bia!!! Espero que ela alcance voos maiores!

    Responder
  38. Arthur

    José Nilton Dalcim roendo as unhas assistindo a um jogo de tênis.
    Quem diria? Kkk
    Brincadeira, Dalcim.
    Torcida grande pela Bia.
    Que venha Wimbledon!

    Um abraço.

    Responder
  39. Ruan Santos

    Boa noite. Aqui acredito que responderam minha dúvida: por que os títulos dos torneios nível 125 são ignorados? Procurei no site da WTA de algumas tenistas que tiveram conquistas desse nível recentemente e em nenhum histórico eles são contabilizados. Acho isso bem estranho.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Apesar de ter o nome de WTA 125 e entrar no calendário, esses torneios são considerados de segunda linha, o que corresponderia aos challengers masculinos de 100 a 150 mil dólares. Por isso, eles não são contabilizados, Ruan.

      Responder
  40. Guilherme

    Grande Dalcim! Parabéns por mais um primoroso texto!

    Eu acompanho o blog há mais de 10 anos, praticamente desde que ele nasceu, e é a primeiríssima vez que vejo quatro posts consecutivos – e todos positivos! – sobre uma tenista brasileira. A Bia tá escrevendo uma história sensacional!

    Fazia tempo, muito tempo, que um(a) tenista brasileiro(a) não rendia tantos posts consecutivos e positivos, não é mesmo?

    Uma pergunta: já dá pra arriscar que a Bia é a melhor tenista, dentre todos os tenistas – brasileiros e brasileiras -, que já apareceu no Brasil desde Gustavo Kuerten?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, não, Guilherme. O Bellucci por exemplo teve resultados e ranking melhores e mais consistentes. Quanto ao feminino, aí não me parece haver dúvida, apesar dos grandes méritos da Teliana.

      Responder
  41. Emerson

    Dalcim, acha que Murray consegue se recuperar pra jogar wimbledon. Sobre Tsitsipas, não teria ele os mesmo problemas na grama que o Wawrinka?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que ele está se poupando ao máximo para jogar bem lá. Acho que é um pouco diferente, porque o Tsitsipas vai mais para a frente e pode explorar os voleios. Mas com certeza ambos tem um problema no backhand, com a falta de tempo para melhor preparação.

      Responder
  42. FERNANDO PASSOS

    Dalcim, o fato de Wimbledon não distribuir pontos esse ano não pode ser um motivo para Bia optar por evitar essa pausa para descanso até lá?

    Responder
  43. Sérgio Ribeiro

    E os preparatórios continuam sendo os cemitérios dos N 1 rs . Não atoa Novak perdeu suas três FINAIS e resolveu desaparecer e Medvedev duas consecutivas. A Grama rápida de Halle parece ser a mais traiçoeira. Diferentemente do Saibro , não dá pra mudar a tática ficando lá trás esperando o erro e tendo tempo pra preparar os golpes . Apenas dois jogadores venceram 20 RG juntos ( Borg e Nadal ) e Lendl , Wilander e GUGA ,faturaram cada TRÊS, e ZERO WIMBLEDON . Hurkacz mostrou ao N 1 um pacote completo. Serviço de gente grande , um sólido jogo de rede e principalmente uma paralela de Backhand sensacional. Tiraram o Russo na marra de WIMBLEDON, mas com as duas FINAIS consecutivas, ele ainda vai tentar defender o Título em Mallorca. Se conseguir fará no total 700 pontos o equivalente a quase uma Semi em Londres ( 720 ) . Nada mais justo. Abs!

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O Craque normalmente despreza os 500tinhos mequetrefes da grama. O fujão do ATP Finals 2014 e de Roland Garros 2021 que adora encher linguiça/currículo com o tal de Hall’s, mas no ano passado foi aniquilado pelo Aliassime, kkkkkk.

      Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Piloto , como sempre inventando . Como alguém pode fugir de uma FINAL milionária se vinha de bater o Sérvio em Sets diretos em Xangai ???. E no ano seguinte livre de lesão fez a FINAL com o mesmo oponente ? . O cara joga dois ATP 250 no mesmo local e não liga pros ATP 500 na gira de grama ? . Vamos combinar que os 19 x 6 na relva, é uma surra que dói. Será que vai igualar Sampras este ano ou vai cair pro Tourinho assassino ? … rsrs. Abs!

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        1. Paulo Almeida

          Assim como você inventa que o Djoko foge desses torneios, quando na verdade só jogou quando mais novo ou quando estava com a confiança em baixa. Nesse ano não quis de novo, ou seja, deve estar confiando no taco. Com certeza não dá a mínima pra esses 19 aí, apenas para Wimbledon. Até tem o Eastbourne, então seriam 7.

          Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            Desculpe . Tinha me esquecido que ele fugiu dos dois ATPs 500 e foi pra este ATP 250 . Tudo questão de competência, afinal o Sérvio era bem “novinho” quando perdeu a FINAL de Queen’s 2018 para Marin Cilic rsrs. Abs!

    2. Luiz Fernando

      No saibro deve ser tudo mais fácil então, é só mudar de tática quando a coisa vai mal e o resultado aparece, mas será pex q o Sampras não… mudava de tática? Será pex q o Federer na vã tentativa de vencer dois setzinhos contra Rafa (a partida nem se pensar, claro) não… mudava de tática? Ou será q os seus queridinhos da eterna nextgen nunca… mudaram de tática? Assim, meu caro, apenas ter a oportunidade de mudar de tática não leva n ninguém a vitória em nenhum dos GS. Tenta enrolar melhor da próxima vez…

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      1. Sérgio Ribeiro

        Graças a ajustes na tática em RG , Federer ao contrário de Sampras fez CINCO FINAIS e somente perdeu , diferente de Novak pra STANIMAL , para o Touro Miúra . O Suíço foi sempre o Rei das curtinhas em Paris. Pete não saia do seu Saque – Voleio . Na Grama Rápida a preparação tem que ser curta . Não da’ tempo de embromação. Sei que está muito “confuso” pra LF entender … rsrs . Abs!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Além do Título , o Suíço é o terceiro maior vencedor de Partidas da história em Roland Garros . Bateu Novak por 3 x 1 na Semi de 2011 usando e abusando de variações. Inclusive subindo bastante a rede. Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            E desde quando entendes de Tênis o suficiente pra desenrolar ? . Daí a tua necessidade e do primo L F 2 de perguntarem sempre ao “ amado mestre “ . Se não for assim tudo e’ muito “ confuso “ e “ arrogante “, não é mesmo enroladíssimo , diversão garantida Kkkk . Abs!

      2. Luiz Fabriciano

        Quem acha que basta “mudar tática” e não combinar com o outro do outro lado da rede, nem sempre ganha.
        Diversão garantida?

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        1. Sérgio Ribeiro

          Assista mais os jogos , enroladíssimo, L. F 2 . Com certeza cada superfície necessita de revisão na estratégia. Pra ti fica comentários infantis , tipo “ combinar “ com os adversários. Com certeza teu papai assistia até uma gira na grama sem a presença de seu queridinho rsrs. Abs!

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    3. Marcelo Costa

      Hora de reverenciar Bia, saudar Bia, parabenizar Bia, idolatrar Bia. A gira do saibro passou, nadal, nole, e federer não jogaram essas semanas, é hora de reverenciar Bia, e até pasme comemorar vitória do Bellucci, saibro passou, wb não começou, espera um pouco pra poder voltar o debate que move muitos sobre o cabra do tênis, pois, agora a GOAT é Bia.
      Licença poética, humor, ironia e espírito esportivo.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Procure ler os comentários com mais atenção também nos Posts passados . Com certeza verás vários comentários sobre Bia e outras meninas do Circuito. Já sei que o problema é a costumeira preguiça, meu caro rs . Abs!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Lembrando que já estamos ao FINAL da gira de GRAMA . Que tem a presença do N 1 e grande parte do TOP 10 com exceção de Sasha lesionado , e dos costumeiros “ fujões “ dos preparatórios rs . Mesmo Titio Toni pondo em seu ATP 250 de Mallorca, a mesma lentidão do All England Club . Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Exato . Ainda mais quando se é OCTACAMPEÃO em Wimbledon e DECACAMPEÃO em Halle . E’ nítido que tem alguém que joga muito no Saibro Verde do All England Club, e na rapidíssima Halle . Realmente não é a maioria rs . Abs!

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    4. Luiz Henrique

      É totalmente ao contrário
      WB sempre foi um GS mais concentrado em poucos jogadores com títulos do que Roland Garros
      E é muito mais fácil mudar de tática no saibro do que na grama

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  44. Ari

    Oi Dalcim,
    Eu já vi a Bia jogar algumas vezes inclusive ao vivo e sempre foi muito claro para mim o seu gde potencial. Eu fiquei muito surpreso com o alto nível do 3o set contra a Halep. A Bia atacando muito, bolas mais retas e um excelente slice serve canhoto. Parecia que nasceu jogando na grama e não no saibro. Do arsenal novo, o Que Vc acha que a ajudará mais nos torneios norte americanos que terminam no US open? Ela tem muitos pontos a defender? E possível sonhar com Top 20 até o fim do ano?

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    1. José Nilton Dalcim

      Ela está jogando torneios bem maiores do que no ano passado, então se fizer boas campanhas certamente irá continuar subindo. Sua distância para a atual top 20, a Azarenka, é de 500 pontos.

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  45. Edinho Godoy

    Dalcim, essa equipe da Bia já se provou competente, basta ver como está saudável, o rendimento físico, mental, a melhora incrível da movimentação. Ou seja, sabem muito bem o que estão fazendo. Ela terá um dia de descanso e vai pro torneio. Tenista profissional quando não joga treina, e o treino às vezes exige até mais fisicamente do que um jogo (e menos mentalmente) – e sei que não estou falando nenhuma novidade pra vc. Acho que é hora de aproveitar o bom momento, torcendo por bons resultados em Eastbourne, pra subir mais ainda no ranking. Se não vierem, aí sim, descansar e preparar a cabeça pra ter uma bela performance em Wimbledon.

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