Louvável derrota
Por José Nilton Dalcim
5 de março de 2022 às 20:21

A entrada de última hora de Alexander Zverev no já forte time alemão reduziu a chance brasileira de chegar pela primeira vez à fase final da Copa Davis, mas a derrota não foi amarga. Longe disso. Todos os brasileiros que entraram no saibro do Parque Olímpico mostraram tênis competitivo e muita garra. Não fosse a distância técnica tão grande para o número 3 do mundo, poderíamos até ter vencido.

Zverev nem jogou tão bem, mas sua vasta experiência em grandes torneios e principalmente o poderoso saque acabam criando um considerável abismo. Na sexta-feira, Thiago Wild encarou bem as trocas, apesar de ter insistido demais em cruzar o backhand, e suas chances esbarraram quase sempre no serviço do alemão. A devolução ainda é um dos pontos que o paranaense pode melhorar muito.

Já no sábado, Thiago Monteiro não se achou no primeiro set e mostrou certa precipitação para trocar direções, mas depois fez uma segunda parcial muito decente. Seus golpes ficaram consistentes e isso induziu Zverev a erros. Faltou aquela profundidade de bola que Monteiro mostrou contra Matteo Berrettini. Ainda assim, chegou a ter set-point.

O canhoto cearense continua com grande volume de jogo e obteve uma de suas melhores vitórias da carreira sobre Jan-Lennard Struff. Estava sob pressão do empate e viu um adversário muito agressivo a partir do segundo set. A parada de poucos minutos colocou sua cabeça no lugar e ele voltou para a série decisiva com aplicação e precisão. Colocou Struff para correr e usou muito bem o forehand.

Como eram esperadas as duas vitórias de Zverev, a dupla teve aquele enorme peso. Não se pode reclamar da atuação da parceria Bruno Soares e Felipe Meligeni. O mineiro talvez pudesse ter acertado duas ou três devoluções que fariam diferença. Meligeni por seu lado se mostrou uma aposta acertadíssima do capitão Jaime Oncins e foi o melhor jogador em quadra. A mescla com a experiência de Soares deu muito certo.

Perdemos, é verdade, porém numa questão de detalhes num terceiro set bem apertado e num jogo de apenas dois break-points convertidos, um para cada lado. Tim Puetz e Kevin Krawietz são dois excelentes duplistas, marcaram a quinta vitória lado a lado e nunca perderam na Davis (oito para Puetz e sete para Krawietz).

Pena que nunca saberemos como teria sido um quinto jogo entre Wild e Struff. O fato é que caímos de cabeça erguida e que isso sirva de grande motivação para todos os envolvidos. Como sempre, haverá quem diga que o tênis brasileiro não tem nível para estar entre os 16 finalistas, mas eu garanto que este grupo não é jamais inferior a Suécia ou Coreia, que se classificaram. Sorte faz parte do jogo.

Voltaremos a jogar em setembro pelo Grupo Mundial I, o que significa que precisamos ganhar para ter outra chance no qualificatório de 2023. É preciso ainda esperar o fim da repescagem deste fim de semana e o novo ranking, na segunda-feira, para sabermos os possíveis adversários. Isso é decidido em sorteio, assim como quem será o mandante.

Várias potências superaram a rodada deste final de semana e estão garantidas na fase final da Davis, a de grupos, em setembro: Alemanha, Espanha, França, Itália, EUA, Austrália e Argentina. Também jogarão Holanda, Cazaquistão, Bélgica, além das já citadas Coreia e Suécia. Esses países se juntam a Croácia, vice de 2021, e às convidadas Sérvia e Grã-Bretanha. A Rússia, atual campeã, está provisoriamente vetada por conta da invasão à Ucrânia e seu lugar será definido até lá.


Comentários
  1. Sandra

    Dalcim , nao retiraram o Djokovic da lista de Indian wells ainda , tanto que o tenista português estava reclamando de ter de jogar o qualy por causa do Djoko, ainda tem alguma esperança dele jogar ? Porque dessa demora toda ?

    1. José Nilton Dalcim

      Ele teria de se retirar, os organizadores não podem excluí-lo se ele manteve a inscrição. Ao que parece, ele tenta algum tipo de ação para entrar nos EUA sem estar vacinado. Como ele só deve estrear no sábado ou domingo, ainda há tempo.

  2. Luiz+Fernando

    Se essa chave de IW confirmar cada adversário potencial de Rafa e ele vencer todos, só o físico vai poder para-lo nos próximos torneios…

  3. Adriano Moraes

    Dalcim, tudo isso que tá acontecendo na Ucrânia me fez repensar a política militarista da Coreia. Eu metia o pau na Coreia por obrigar o triturador de sérvio em ficar 1 ano lá servindo o exército, e se vê que ele era um jovem talentoso tanto que em 2017 tinha ganho o Next Gen, embora a carreira dele tenha se acabado, mas parar um ano para servir o exército seria tirar um ano da carreira de alguém que tem no máximo uns 18 anos de atividade.
    Porém, as Coreias não tem sequer um acordo de paz, e vendo o que a Rússia tem feito com a Ucrânia, me fez refletir sobre essa situação, de fato, a Coreia do Sul está certa, todo jovem tem que ser obrigado a servir, pois a qualquer momento pode explodir uma guerra por lá.

  4. Louie

    ROLLAND GARROS… desespero….. passei a madrugada na fila tentando comprar ingresso pra roland Garros mas tive um punhado de problemas…. na ht q deu certo soh tinham uns lugares horríveis pra ver semi feminina ou oitavas masc e fem…..

    Dalcim ou alguém sabe se consigo compra ingresso pela internet ainda????? Tem site confiável??? Podem me indicar….? Daí passo email ou zap Obrigada

  5. André+Borges

    Legal essa promoção que o Zverev pegou hein? Cometa duas violações e leve só uma punição. Até 2023 se ele cometer uma segunda violação a primeira sai de graça, se não cometer a segunda a primeira sai de graça também. É impressionante como a ATP eh extremamente tolerante e benevolente com os tops, desde a época do Agassi quando ele era pego em antidoping e ligavam pra ele pra avisa-lo e sugerir silent ban. Imediatamente penso naquelas contusões do Nadal, onde ele ficava 8 meses parado e voltava vencendo 18 torneios seguidos. Eh aquela história, esporte de altíssimo rendimento eh sobre dinheiro, poder e política o resto eh bobagem.

    1. Bebeto

      Não seria estranho o Nadal jogar dopado e mesmo assim ter tantos fâs entre os tenistas? Ah, os tenistas nao sabem? Nem suspeitam? Rapaz, vai descansar um pouco, vc deve estar cansado.

  6. Periferia

    Dei maçã para Adão…

    Impedi Salomão…

    Cortei o cabelo de Sansão…

    Tróia ficou na minha mão…

    Romeu morreu de paixão…

    Assim como Tristão…

    Acabei com a escravidão…

    Edward VIII perdeu o chão…

    Sumi num avião…

    Ensinei Sartre sobre reflexão…

    Na Argentina causei comoção…

    Fico calada no Afeganistão.

    No Brasil sofro agressão…

    Também discriminação…

    Dias melhores virão…

    (Como homem…peço perdão)

  7. Luiz+Fernando

    Essa ATP tem uma dificuldade de tomar atitudes duras, pra variar passando a mão na cabeça do Zverev como já passou em outras ocasiões na do Kyrgios. É por isso q eles são reincidentes nas palhaçadas e atitudes antiesportivas…

      1. Carlo Von Wagen

        È que o crime do “Djoko” foi um “Crime Capital”. Vc nao se recorda, ou nao sabe qual foi o crime dele?

    1. Luis

      Não temo não concordar, as vezes da a impressão de que eles gostam quando o jagador faz umas dessas, gera mais mídia. Pensando no curto prazo vale a pena, no longo da problema

  8. Sérgio Ribeiro

    BARTY com suas 118 Semanas no TOPO ultrapassa Justine Henin e já ocupa a SÉTIMA posição na história da WTA . O tempo passa rápido e pensaram em Azarenka como substituta de Serena . Acabou que tivemos 18 x 5 para a Norte-Americana. Com BARTY está 1 x 3 . A meu ver a menina Iga Swiatek , é a mais cotada a médio prazo pra incomodar a excelente N 1 do Mundo. A conferir. Abs!

    1. Valmir da Silva Batista

      SÉRGIO RIBEIRO, inclusive a substituta natural da Serrana Williams seria, a meu ver, a própria Justine Henin, pois além de ser um pouco mais de um ano mais jovem, é a tenista que tem mais Grand Slam( sete ) das de sua geração após os 23 da americana, sendo que, posteriormente a isto, não há sequer uma jogadora com cinco troféus deste nível; Henin tem também dois troféus de WTA Finals, além do fato de ter encerrado a carreira há doze anos, ou seja, aos 28, o que quer dizer que jogando mais uns dez anos até atingir os quarentão de Serena, ela teria chance de adquirir, no mínimo, metade dos Slam da caçula das Williams…

  9. Sérgio Ribeiro

    E’ óbvio que o mais correto seria uma suspensão agora que ele busca a ponta do Ranking. Mas não me lembro de ter visto McEnroe, Connors , Nastase e CIA em LIBERDADE CONDICIONAL tendo cometido abusos diversas vezes . BIG MAC foi expulso de um AOPEN e ficou por isso mesmo. Dito isto , acredito que Sasha cresça e mostre a Kyrgios ( já aos 25 ) que não é tão complicado assim … Abs!

  10. Maurício Luís *

    Os falecidos Ruy Barbosa, Carlos Drummond de Andrade, o contemporâneo filosofo Leandro Karnal, o Papa Bento XVI (maior teólogo vivo da Igreja Católica), Ariano Suassuna… só pra citar uns exemplos… Nenhum deles nunca se auto-denominou “Eu sou intelectual”, como alguém andou fazendo isso nos comentários . São os seguidores que dão a eles este titulo. O verdadeiro intelectual costuma expor o que sabe apenas quando lhe é solicitado e de forma acessível, sempre tomando o cuidado pra não constranger o interlocutor. Não dizem “Eu sei mais do que você…” mesmo porque o maior intelectual do mundo pode não entender nada de Mecânica e depender de um que mal terminou o primeiro grau.
    Quanto à Davis, o de sempre. Lutamos como nunca, perdemos como sempre.

    1. Luiz+Fabriciano

      Assinado.
      Duvido que os citados acima entendiam bulufas de mecânica, mas são intelectuais não-autonomináveis, sim.

    2. Paulo Almeida

      Maurício,

      Você está correto na parte em que um verdadeiro intelectual jamais se intitula como tal e se acha superior aos outros, mas, como a maioria das pessoas, limita erroneamente esses indivíduos às Ciências Humanas, quando na realidade podem estar em qualquer área do conhecimento. Já que falou em Mecânica, vou citar só Galileu e Newton, para os quais essa alcunha pode até nem ser suficiente, pois estão entre os maiores gênios da história da humanidade.

      Abs.

  11. Thiago+Silva

    Se eu fosse o Dalcim censurava esse fake chato, se quer ser mal educado que vá criar o próprio blog e postar as bobagens que quiser lá, quero ver se alguém vai ler.
    Ficar postando besteira em blog consolidado com uma grande audiência é fácil, agora quero ver conquistar tudo isso pra poder vir dar uma de bonzão.

    1. Valmir da Silva Batista

      THIAGO SILVA, eu não poderia esperar outra coisa da sua parte, que não o absurdo de defender o retorno aos anos de chumbo em pleno 2022. Você defende a qualidade do blog do Dalcim, mas, ao mesmo tempo, sugere emporcalhar o mesmo com o infeliz recurso da censura. Dito isto, só me resta acreditar que você defende a existência de mecanismos repressores como o AI-5, ou seja, sua “opinião” casa muitíssimo bem com o jeito Bolsonaro de ser…

      1. Thiago+Silva

        Isso aqui não é um espaço público, é um blog privado que custa dinheiro pra manter e que você não gasta um centavo pra ajudar a pagar a manutenção.

        1. Valmir da Silva Batista

          THIAGO SILVA, o blog tem dono, mas é ao público que ele se reporta, e o que é postado no mesmo é para que se troque ideias, para que haja debate. Vê se aprende isso, ok?

          1. Heitor

            Thiago, concordo com vc. É aquela velha história: como se diz as coisas é até mais importante do que o quê.

        1. Valmir da Silva Batista

          LUIS, é só não me provocarem. Peço que você e os outros deixem meu estilo de escrita em paz…

  12. Luis

    Para quem não viu o filme do pai da serena e da venus Williams recomendo. Alguém deveria fazer o filme da história do Agassi também

    1. Luis

      Pessoalmente nunca gostei da serena, acho ela muito mal esucada em quadra e nas entrevistas, mas o filme é legal. Alguém leu o novo livro do Federer?

    2. Luiz+Fabriciano

      O filme é ótimo!
      E discordando de uma opinião aqui, que Hollywood adora premiar quem é tirano, sugerindo que Richard Williams o seja, Hollywood pretende premiar Will Smith ,por sua performance interpretativa.

  13. Luis

    Oi Dalcim , parece que virou crime torcer para o Brasil, né? Mudando de assunto queria te perguntar quais as chances do Djokovic participar dos próximos campeonatos e qual deles você apostaria que o servio volta?
    Obrigado

    1. José Nilton Dalcim

      Ao que tudo indica, ele voltará em Monte Carlo, já que ainda existem restrições de entrada nos EUA. Claro que, se algo mudar, ainda haverá tempo de jogar Miami, que está um tanto distante.

  14. Luiz+Fabriciano

    Mestre Dalcim, com todo respeito que nutro por você, sabes disso, pois “estou aqui’ nesse blog desde sua criação, discordei do post anterior e esse último, fez apenas aumentar minha discordância.
    Se no anterior, falavas do que a seleção brasileira deveria fazer para derrotar a Alemanha, o que gerou até comentário irônico meu, essa “derrota com louvor” ficou mais esquisita ainda. Acho que fostes mais torcedor que analista, dessa vez.
    A verdade é só uma: não temos time para brigar com a elite mundial. A derrota foi só por isso e o fato de termos feito um ponto, foi uma zebra.
    Zverev veio jogar em um local totalmente fora do seu habitat, numa quadra péssima – aliás, me diga como se faz um piso de saibro sobre um de cimento? fico muito curioso com essas engenharias, que devem custar uma nota preta – numa torcida completamente fora do prumo e ainda assim, sem mostrar todo seu vigor, levou sem suar.
    Essa coisa de que os Thiagos ainda não atingiram seus respectivos potenciais, ao menos para mim, não traz nenhuma esperança para futuros melhores. Me trará sim, quando ver um garotinho, de 15-16 anos aparecendo no cenário. Pode não vingar, claro, mas somente por sua idade será uma esperança.
    Outra grande verdade é que temos apenas dois nomes que mantêm o nome do Brasil vivo na história do tênis: Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno.
    Aliás, o Sportv 3 não pára de fazer programas com ele, contando seus feitos.
    Você explicou a um colega comentarista que não se produz atletas do dia para noite e que o custo é muito alto. Concordo com as duas coisas e aí, vem mais uma pá de cau: não temos e nunca tivemos dinheiro para isso. Esses eventos da Davis por aqui, são circos para agradar meia dúzia e promover falsas esperanças aos mais eufóricos.
    Mas voltando a produção de atletas, achas mesmo que escola de países somente com dinheiro são capazes de produzi-los?
    A academia de Nick Bolletieri teria sucesso com Agassi, Haas e Sharapova (somente três exemplos) se esses não fossem excepcionais tenistas?
    Sharapova e Agassi teriam sido campeões em qualquer escola.
    Você mesmo disse que a França jamais fez um #1, mas o Brasil sim.
    Então, não se trata de escolas e sim, sob meu ponto de vista, dons inatos de crianças para o esporte.
    O próprio Guga, que se dedica há mais de 10 anos à sua, mostrou algum produto de lá?
    Certa vez, quando percorria o circuito infantil em meu estado, a Bahia, em um torneio em Salvador, vi um garotinho de 14 anos, cuja performance atraia a atenção de todos, inclusive a minha.
    Ao deixar Salvador, em direção ao interior, passei de frente a um enorme out-door, com propaganda de um supermercado que estampava sua foto. Era nada mais nada menos que aquele garoto que vira no torneio e que também já teve seu nome publicado nesse site: Cilas Cerqueira, de Feira de Santana.
    O mesmo chegou a marcar seu primeiro ponto na ATP, ainda aos quinze anos. Mas acho que não fez o segundo.
    Jordan Correia foi outro que vi jogar novinho. Fez até jogo com meu filho em um balneário perto de onde moro. Hoje tem 27 anos e salvo engano, joga futures na Turquia e Egito, ou seja, fazendo apenas o ganha-pão.
    Essa é nossa triste realidade.
    Somos ainda excelência no futebol, vôlei (há menos tempo), mas tênis, somos passagens do cometa Halley.
    Ou aparece os gênios, foras da curva, excepcionais (Guga, Estherzinha), ou simplesmente continuaremos disputando repescagens da Davis eternamente.
    Todas os nossos principais jogadores hoje, já passaram dos 22 anos. Monteiro, julgo já ter seus 27 – isso é idade avançada.
    A Suécia e Coreia passaram por seus desafios na Davis, segundo você, com qualidade inferior a brasileira.
    A Suécia já foi potência. Coreia jamais, mas veja que a questão não é falta de estrutura apenas.
    Me desculpe o desabafo, mas é o que sinto ao ver entusiasmos e descasos com recursos públicos em demasia.
    Para mim, você e seu blog continuam #1 do Brasil.

    1. José Nilton Dalcim

      Você tem todo o direito de discordar, Luiz, aliás sempre faz isso com muita educação e com bons argumentos. Vou tentar resumir: em momento algum eu disse que o Brasil seria favorito diante da Alemanha, como já disse minha frase foi muito clara, ao menos para mim: a chance seria jogar com um apuro tático espetacular e AINDA contar com Zverev em dia ruim. Perder era a coisa mais natural do mundo, ainda mais quando o número 3 inesperadamente entrou no time adversário, mas a ‘louvável’ diz respeito à dedicação dos nossos jogadores. Monteiro jogou num nível acima e quase tirou um set do Zverev (nas palavras do próprio alemão, ele teve sorte em ganhar aquele set-point e não saberia o que esperar do terceiro set). A dupla, ainda que improvisada, ficou muito perto de bater uma parceria poderosa e invicta, e o melhor nome em quadra foi o Felipe. E mesmo Wild encarou como pôde o desafio diante de Zverev, sem xiliques e correndo atrás de todas as bolas. O time é limitado, o que não é surpresa para ninguém, mas a meu ver foi além do imaginado nesse duelo. Abs!

    2. Rafael+Azevedo

      Caro, Luiz. Se você permite minha intromissão (e já estou me intrometendo sem sua permissão, rsrs), só queria dizer 2 coisas:

      1. Você diz que o Brasil perdeu porque está tecnicamente distante da elite mundial e que a produção de bons tenistas aqui equipara-se à passagem de um comenta. Pois bem, é exatamente por essa razão que tivemos uma “derrota louvável”. Não somos comparáveis à equipe da Alemanha, mas vendemos caro a derrota. Imagina se a nossa dupla vence a partida (estivemos perto disso)? E tudo isso, com o Zverev na equipe (inicialmente, ele não viria).

      2. Não esqueça que o Bruno e o Melo também levaram o nome do tênis brasileiro ao cenário mundial. Não atualmente, e não como Guga e Ester, mas levaram.

      1. Luiz+Fabriciano

        Permissão concedida, rssss.
        Rafael, a derrota foi sim louvável, mas senti um tom de que seria (a seleção) capaz de faturar a vitória, mas que não deu, portanto, foi louvável – conformismo.
        Não acho o time brasileiro habilitado para frequentar a elite mundial e diferente desse confronto, que me pareceu o mais sóbrio dos últimos tempos, antes, a equipe sempre dizia que seria possível. O que falta, para mim, é mais empenho da confederação em tornar esse campeonato mais sério do ponto de vista + empenho – oba/oba. Cuidar melhor do investimento público.
        Lembro de certa vez, ainda com Meligeni (tio) e Guga, nas vésperas de um confronto com a Austrália – lá na Austrália – o próprio Meligeni analisando os adversários, enumerava as características de cada um e na conta dele, o Brasil venceria.
        Resultado: 5 x 0 para os australianos.
        A dupla Soares/Melo realmente venceu bastante no circuito, mas na seleção, não chegaram a ser o fiel da balança. Aja vista, não são um time, fora da Davis. Já disse aqui, que a química deles é incompatível para o jogo, quando não se trata de um time nacional.
        Saudações.

        1. Sérgio Ribeiro

          Meligeni achando que ele e GUGA poderiam bater Hewitt e Patrick Rafter na Grama Australiana , em 2000 ? . Ainda mais que os dois fominhas jogavam juntos também nas duplas . No ano seguinte os mesmos vieram no Saibro lentíssimo de Floripa e Lleyton Hewitt marcou os Três pontos no 4 x 1 . Ainda bem que Fino agora e’ somente comentarista … rs . Abs!

    3. Valmir da Silva Batista

      LUIZ FABRICIANO, achei brilhante sua dissertação, aliás, salvo algum lapso de memória, esta é uma das poucas avaliações sem patriotismo barato e sobretudo provida de discernimento acima da média deste espaço. Detesto a ideia de discordar por discordar, que possui o firme propósito de querer sobressair, mas você demonstrou, com o comentário em questão, que é possível fazê-lo sem nenhum histrionismo ou pudor, e não há mesmo que se permitir condescendente, em nome de uma suposta cordialidade, a qual mais se assemelha ao clientelismo do Congresso Nacional Brasileiro. Parabéns, meu caro, bela analogia…

      1. Luiz+Fabriciano

        Valmir, obrigado pelo elogio.
        Sou muito fiel aos meus sentimentos. Deve ser por isso que mantenho meu lugar cativo na Kombi – se é que me entendes.
        Torci muito pela seleção brasileira de futebol.
        Chorei uma semana depois daquele 3 x 2 da Itália, na copa de 82;
        Chorei o domingo inteiro, após aquele sábado a tarde quando Zico perdeu um penalty contra a França, em 86;
        Em 90, cheguei até a esboçar um sorriso, quando vi em uma barraca de praça, ao lado de onde estava, seu dono destruindo toda a ornamentação para copa, após Caniggia fazer aquele gol, depois da falha de Branco;
        Em 94, vencemos (nós vecemos?), mas foi o campeonato mais sem graça para mim.. a partir daí, com a chegada de Neymar os status de estrela internacional, não sofro mais, tampouco torço.
        Mas voltando ao tênis, curtir demais Guga, não somente por suas conquistas, mas mais pelo seu jeitão. Não sou do tipo que torço para que o time brasileiro suba, simplesmente por eu ser brasileiro, mas pelo conjunto de posturas, pelo empenho, humildade, o que dizem etc. As vezes, já me peguei torcendo pelo adversário, por conta desses atributos.
        Se me permitir uma respeitosa opinião, concordo com sua análise sobre a seleção brasileira atual na Davis, bem como, acerca dos limitados jogadores nacionais, mas discordo de algumas palavras mais duras que proferes, o que pode demonstrar falta de respeito ao redator. Poderias ser menos incisivo nesse aspecto.
        Mas, fique a vontade em não concordar comigo nesse ponto, afinal, somos universos independentes, mesmo que meu atos influencie os seus e vice/versa.
        Mas uma vez, obrigado pela resposta e que continuemos evoluindo em nosso jeito de compreender o que nos cerca.
        Abraço.

        1. Sérgio Ribeiro

          Tudo ótimo até o choro do domingo inteiro no Pênalti de Zico rs . Tivemos uma prorrogação inteira e o placar permaneceu 1 x 1 . Poucos jogadores além do Galinho bateriam de novo . Ele o fez e Sócrates e o zagueirao Júlio César é que perderam os seus . Saímos da Copa Invictos e com apenas UM gol sofrido . Daí talvez o choro … rs . Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Ps . Vale a pena uma olhadinha no YouTube. Além de Três bolas na trave , Michel Platini jogou seu pênalti na disputa FINAL lá na Arquiba. E mesmo assim a França levou . Inacreditável… Abs!

          2. Luiz+Fabriciano

            Meu choro foi porque o penalty perdido de Zico no decorrer da partida certamente teria evitado o sofrimento extra no final.
            Ali seria 2×1 Brasil e ponto final.
            Nas penalidades, o Brasil deu um tremendo azar, quando um francês chutou na trave. Infelizmente o goleiro Carlos foi para a bola, que ao voltar da trave bateu em suas costas e entrou no gol. Se o goleirão caísse para o outro lado, não teria sido gol.

        2. Valmir da Silva Batista

          LUIZ FABRICIANO, você não precisa de “lugar cativo na kombi”, isto não é bom para democratas bem discernidos como você. Quanto à sua paixão pela seleção brasileira estendida à esfera tenística, é algo legítimo, paixões são irrefutáveis, e em meio ao vendaval que é estar apaixonado, o Importante é conseguir manter o discernimento( de novo ). Valeu!

    4. José+Yoh

      Fabriciano, o Brasil ter um número um é realmente um feito quase milagroso. Basta citar que o Reino Unido não tinha há pouco tempo atrás. Isso acontece principalmente porque a quantidade é bastante limitada, e estes dominaram eras do esporte sobrando pouca chance para outros nomes.

      Porém ser um top 10 ou 20 não é algo tão impossível. E com um time que tenha dois top 20 e uma boa dupla já acho ser possível sonhar com alguma coisa. E no top 20 encontramos nomes que vem de países onde o investimento no esporte é muito maior que aqui. Com investimento maior, mais pessoas, mais escala de produção que barateia os custos, mais chance de surgirem bons jogadores.

      Tem também o fator geográfico (participar de torneios no exterior é caríssimo para quem está longe). Você só consegue viver do esporte se estiver perto destes torneios.
      Abs

      1. Luiz+Fabriciano

        Concordo com todos os fatores, mas veja que nem a escala é garantia.
        A França já teve 3 milhões de tenistas em seus programas de fomento ao esporte e continua sem nenhum novo nome.
        Aqui, além do mais, não há escalas e nem dinheiro. Falta tudo…
        Saudações.

    5. Marcelo+Costa

      Conversando com um pai de um jovem de 17 anos, que por indicação do Meligeni, se mudou para Argentina para treinar por lá, onde na primeira semana viu a gritante diferença entre os treinos, métodos e intensidade, outro casal amigo, pais de um jovem prodigio de 9 anos, estão de mudança para Portugal, pois, aqui não haveria tantas oportunidades. Então devemos sim exigir da CBT, toda responsabilidade que lhes é exigida, mas cabe uma crítica as academias, centros de treinamento, clubes etc que deveriam formar jovens atletas com condições de competir em altissimo nível, como dito por você mesmo, fazemos no futebol e vôlei.

      1. Luiz+Fabriciano

        Concordo também.
        Vira a mexe alguém pergunta: por que a Argentina produz mais tenistas que o Brasil?

  15. Luiz Guilherme Correia

    Dalcim, você não acha que a montagem da quadra prejudicou demais o Brasil? Esse saibro sobre o piso duro deixou a quadra muito rápida e com quique muito alto, o que favoreceu demais o jogo do Zverev, principalmente no saque. E convenhamos, a quadra estava muito ruim, cheia de falhas e a bola quicava de maneira muito estranha.

    Mas, de todo modo, a equipe brasileira jogou bem, acho que entregou praticamente 90% de seu potencial. E finalmente temos um CAPITÃO! Oncins muito, mas muito melhor que o Zwetsch.

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que prejudicou, mas vamos lembrar que Zverev apareceu de última hora, quando todo o planejamento já estava feito. É importante lembrar que tanto Monteiro como Wild preferem um saibro um pouco mais rápido. Agora as falhas na quadra são realmente chatas, ainda que é claro prejudiquem os dois lados. Montagem de quadras temporárias é algo muito complicado. Acho que a CBT deveria avaliar isso melhor nas próximas vezes.

  16. Luiz Fernando

    Salvo eu ter lido com pressa ou desatenção, parece os apostadores creem em Djoko, Rafa e Barty. O detalhe é q a australiana não irá aos EUA e o sérvio provavelmente não irá aos dois torneios. Pra quem está apostando grana essa turma é bem desatenta…

    1. Frederico Schnack

      Caríssimo Nadalista… se tu fores ler a reportagem ela se dedica exclusivamente aos Slams que acontecerão no mais tardar: RG e Wimbledon. Como Novak está liberado para jogar RG, (de W ainda não sei se haverá exigência de vacina, acredito q não) acredito que os 3 q citaste estarão nos Slams citados na reportagem, a não ser q aconteça uma hecatombe.
      Atenciosamente, e saudações nadalistas.

    2. Valmir da Silva Batista

      LUIZ FERNANDO, o teor da sua avaliação é um tanto relativo. Alguém( apostador, torcedor ou analista ) apostaria em Nadal para levar o troféu do Australian Open/2022? Ele vinha de meio ano na inatividade, com apenas o Melbourne/250 pré Grand Slam australiano…

  17. Tiago+Santana

    Caramba, alguns comentários bem agressivos com Dalcim. Algumas análises e opiniões cheias de rancor, palavras pesadas e agressividade incompreensíveis. Uma pena, pois o duelo da Davis foi bem interessante, com esperança real de vitória (vai saber o que aconteceria se a dupla nacional fosse vitoriosa?), além de boas atuações dos dois times. O esporte é para trazer alegrias, e mesmo em momentos de derrotas é preciso ter serenidade para buscar novos aprendizados e louvar (para utilizar o termo muito bem aplicado pelo jornalista) o que houve de bom. Forte abraço a todos!

    1. José+Yoh

      Infelizmente a Internet tem sido utilizada como terapia, Tiago. Antigamente as pessoas descontavam suas frustrações no trânsito, na família, no futebol.
      Hoje, adivinha onde passamos a maior parte do tempo? Para ajudar ainda tem o anonimato.
      Abs

  18. Daniel+C

    Gostaria de deixar aqui registrado o meu elogio à atitude do Djokovic de enviar mensagem privada ao ex tenista ucraniano Stakhovsky, perguntando se está tudo bem e desejando que tudo melhore. Uma bela atitude, necessária em um momento desses. O cara tem dado muitas bolas foras nos últimos anos, mas quando dá uma dentro, não é justo omitir. Boa!

    1. Luiz+Fabriciano

      Daniel C, acho que lembras de mim.
      Essa atitude dele não me causou espanto, pois, já vi outras. Aliás, as mais importantes são relatadas pelos beneficiados e/ou por mídias que ficaram sabendo.
      O próprio se abstém de noticia-las.
      Por isso o defendo, dizendo que não devemos lhe jogar pedras quando algo bobo acontece, em detrimento de algo grandioso, aliás, feito por mais de uma vez.
      E é raro, torcedor contra vir a público enaltecer um feito de seu adversário.
      Parabéns!

      1. Daniel+C

        Opa Luiz Fabriciano, tudo bem? Claro que lembro!

        Essa guerra traz algumas reflexões sobre não odiarmos ninguém, pois é muito triste ver o que os interesses e o ódio podem levar um ser humano a fazer contra o próximo. Eu fico agoniado de ver esse tenista ucraniano arriscando a vida dele em uma guerra onde o invasor é muito mais poderoso e realmente queria que ele não estivesse nessa situação. Imagino o stress mental que ele está passando.

        E essa questão de odiar outras pessoas gratuitamente também está muito presente nas redes sociais. Por mais que certas pessoas podem feio na bola, acho que as vezes a campanha de ódio e apedrejamento nas redes sociais é desproporcional. Caso a pessoa atacada não saiba lidar com tantas ofensas, pode desenvolver depressão, e sabemos o que a depressão pode fazer com uma pessoa.

        Não concordo a postura do sérvio em relação a vacinas, mas consigo entender o raciocínio dele, mas não desejo o mal dele e espero que ele evolua e aprenda. Acho que ele anda muito mal assessorado / informado. E de novo, se ele tiver atitudes bacanas, devem ser elogiadas, o que não falta é hipocrisia nessas horas, e pessoas fingindo que não vêem esse tipo de atitude. Inclusive fiquei um pouco chateado com a omissão de Federer e Nadal nessa questão do tenista ucraniano.

        Abs

    2. Marcelo+Costa

      O sérvio, é vítima de guerra, conhece na pele, sente na alma, lhe dói no peito o que houve com ele, e por isso tem empatia com seus “irmãos” de refens da guerra. Ele merece toda crítica que lhe cabe, sem claros os exageros passionais, mas essa notícia deveria sim ter sido melhor divulgada, assim como a notícia que a Australia enviou uma atleta infectada com covid, para a olimpíada de inverno na china, e essa atleta competiu.

  19. Sérgio Ribeiro

    Enquanto Kyrgios fala suas costumeiras groselhas , ALCARAZ diz que não vê a hora de encontrar Novak e rever Nadal em quadra. Ao Eurosport o Espanhol garante que já terá outra postura ( deixa o Touro saber rs ). ” Posso até tomar outra surra . Mas não acredito ” . Acho esse tipo de postura bem legal, faltou pra vários da Nova geração … Abs!

  20. Roberto Rocha

    Todo ano a mesma história… “Brasil joga bem, MAS…” “Foi por pouco, Brasil!” “Guerreiros do Brasil QUASE conseguem!”
    Enquanto não tivermos 1 jogador sólido de verdade integrando pelo menos o Top 50, vamos apanhar sempre…
    Aliás, recomendo já deixar copiado o artigo desse ano para o ano que vem.

  21. Samuel

    Os dirigentes da ATP, da WTA e da ITF, como forma de manifestar repúdio aos crimes que Pútin pratica para deter o expansionismo da OTAN, transformaram em apátridas os tenistas da Rússia e da Bielorrússia.

    Talvez essas entidades, antes de se voltarem de maneira fácil, demagógica e racista contra alguns jogadores, pudessem prestar serviços úteis a todos eles, como, por exemplo, permitindo-lhes maior participação nas arrecadações do circuito; ou mesmo punindo com vigor delinquentes como Serena, Kyrgios e Zverev.

      1. Miguel BsB

        Ops, menos em relação à Serena…sabia que tava muito esquisito eu concordar em tudo contigo…rs de qualquer maneira, saudações.

  22. Carlo Von Wagen

    Dalcin: vc vê chance dos tenistas russos serem discriminados (proibidos de entrar em algum país), ou boicotados (jogadores se negarem a entrar em quadra contra russos)?

    Eu partilarmente sou contra essa prssoalização presente no movimento anti-russia está crescendo bastante.

    1. José Nilton Dalcim

      Não acho improvável, mas não sei se é justo. A menos que demonstrem ser favoráveis à invasão, como fez o ginasta no domingo.

    2. José+Yoh

      Se tem uma coisa realmente perigosa é o ódio do mundo contra um país. Já vi essa história antes.
      Abs

  23. Carlo Von Wagen

    Eu acho que quando alguns amargos citam que “o Brasil nao produz talentos no tênis”, devemos começar a interpretar como “o Brasil nao produz GOATs no simples masculino”. Nunca ganhamos tantos GS como na última década, tivemos líder e vice-lider de ranking, temos Stefani e Bia Haddad (nossas mrlhorea tenistas depois de Maria Esther Bueno), e tivemos Bellucci em ótima fase por um longo período (foi 21 do ranking e na minha opiniao o segundo melhor tenista brasileiro de simples masculino de 80 para cá), que é o limite que minha memória alcança.

    Mas… nada menos que o melhor agrada essa geração de losers, com tamanho suficiente para tapar o buraco emocional que carregam.⁷

  24. Sandra

    Dalcim , você acha que os russos vão conseguir jogar ? Será que eles vão ter sangue frio para não se deixar pelas prováveis hostilidades ? Sei que eles não tem culpa!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que vão sim. No tênis, raramente se joga pelo país e duvido que algum deles não seja a favor da paz.

  25. Luiz Fernando

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/94248/Kyrgios-diz-que-goat-esta-entre-Nadal-e-Djokovic/. Uma das poucas vezes na vida q esse rapaz falou algo q não seja uma asneira…

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/94249/Para-Wilander-o-numero-1-de-Medvedev-e-fragil/. Claro q se trata de uma opinião pessoal do MW, mas vejo o russo como número 1 em especial por sua regularidade, menos por suas grandes qualidades como tenista, acho Zverev mais jogador do q ele, só q bem mais irregular e acima de tudo sem equilíbrio. Como Medvedev em geral não vai bem no saibro, talvez o alemão posso lhe roubar o posto nestes próximos meses, pois estão separados por pouco mais de 1000 pontos, embora eu não saiba (e não me interessa pesquisar) quanto q cada um defende nos 2 M1000 americanos e na temporada de saibro…

    1. Paulo Almeida

      Embora a opinião do Kyrgios tenha pouquíssimo peso, dessa vez ele acertou.

      Esse número 1 do Medvedev é provavelmente um dos mais amargos da história, afinal o russo não ganha nada desde o US Open. É especial quando você vai lá e toma do cara na final de um título grande, como o Djoko conseguiu em Wimbledon 2011 e no Finals 2012.

      1. Sérgio Ribeiro

        Cara é impressionante . O Russo fez DUAS FINAIS de SLAM CONSECUTIVAS e tu vens falar que não tem graça ?. Com direito no AOPEN a defender TODOS os Pontos do ano anterior numa FINAL épica . E quanto a Kyrgios, outro de memória curta como tu e o resto da Kombi rs . Desmentiu a si próprio copiando Wilander , Sampras e outros menos cotados . Malham o Cara há anos e de repente tudo muda ? . Sendo dúvidas és muito engraçado kkkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          * Sem dúvidas. Nick não sabe nem quem é o melhor jogador Australiano quanto mais o tal ” goat ” rsrs. Abs!

        2. Paulo Almeida

          Sim, é impressionante como você não entendeu nada do que eu disse.

          Depois do US Open, o Medvedev caiu nas oitavas de Indian Wells, foi vice de Paris, vice do Finals, vice do Australian Open tomando uma virada extremamente dolorosa e caiu na semifinal de Acapulco. Todo mundo sabe (inclusive o próprio) que esse número 1 veio muito mais por demérito do Djokovic, mas, para o Sr. SR, o russo está dando pulos de alegria! A “graça” foi engolida pelo amargor.

          Kyrgios começou a seguir os caras que entendem realmente de tênis. Nunca é tarde para aprender!

          Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Quem não entendeu nada foi o “ distraído “ do L.F. que não le nem os Sites com a devida atenção, quanto mais os comentários. Os resultados do Russo foram EXCELENTES, defender a FINAL de SLAM o fizeram pontuar o suficiente para tomar o N 1 de Novak quando este resolveu “ pular” o AOPEN 2022. E se o Sérvio não fez a sua parte em Dubai , MEDVEDEV não tem nada a ver com isso . Nadal no FINALS 2019 foi eliminado cedo e contou com o Craque Suíço mandando Novak pra casa em Sets diretos ( primeira após Wimbledon 2019 ) , pra terminar a Quinta Temporada como N 1 se igualando ao Suíço . Fez também a sua parte . E Kyrgios é um aloprado que esse ano mesmo disse que o “ goat “ era Federer pelo conjunto da obra . Opinião de Ex-Tenistas pouco acrescentam . Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Ps Opinião de Tenistas que mudam a dar com o pau. Até mesmo GUGA as vezes solta umas … deixa pra lá rsrs. Abs!

          3. Paulo Almeida

            Dubai, kkkk. Aquilo foi só a último suspiro de algo que estava prestes a acontecer.

            O Djoko perdeu quase 2500 pontos por conta de ATP Cup e Australian Open. Com no mínimo uma semifinal no Major e boas campanhas agora nos Masters americanos (onde poderia somar bastante), manteria o número 1 sem sustos até Roland Garros, como o Danilo já explanou.

            E pra reforçar quanto ao russo: ele desenvolveu uma mentalidade vencedora e aposto que queria ter tomado o número 1 do sérvio em quadra ou pelo menos sendo campeão nos últimos torneios.

            Abs!

        3. Luiz Fernando

          Quem copiou o MW fui eu e não o Paulo. Segundo, expus a opinião dele, q vale tanto quanto a do Sampras, Agassi etc, claro q não tanto quanto a sua kkkk. Kyrgios sempre foi um abobado, mas será q não pode dizer algo lógico? Desta vez EU acho q ele falou algo correto, se vc discorda, tudo bem, ninguém é obrigado a ter a mesma opinião dos outros. Ainda não caiu a ficha p vc q sua opinião é apenas uma a mais aqui, mas tenha fé, ela remove montanhas. Por fim, sua opinião e nada p mim significam o mesmo…

          1. Sérgio Ribeiro

            Cara muda o disco que essas ba********, não colam mais . Tu és mesmo o passador mor de recibos do Blog disparado rsrs. Abs!

  26. Daniel

    As duplas decidiram, porém me pareceu que não queriam ou não sabiam que podiam ter ganho, os brasileiros.

    Senti uma certa apatia no jogo do Bruno Soares. Meligeni sacou pra caramba, ele saca sempre assim?

  27. Alexandre

    Dalcim,
    Boa tarde!!!…
    É fato que após o Guga conduzir o Brasil para a elite do tênis mundial nunca mais tivemos um legítimo representante com um real potencial para elevar novamente o nosso país ao topo ou próximo dele. Então lhe pergunto: Monteiro e Wild chegaram no seus respectivos limites e o que podemos esperar deles? Você tem alguma informação se temos alguma nova promessa com real potencial assim como hoje é o Alcaraz na espanha ? Já se passaram tantos anos desde q o Guga se aposentou e parece q não muda nada…Será que as nossas escolas tenisticas estão tão atrasadas assim em relação aos outros países???
    Abraços e parabéns sempre pelos seus posts!!!

    1. José Nilton Dalcim

      Vamos por partes. Não, não acho que Monteiro e muito menos o Wild atingiram ainda o máximo. O canhoto cearense claramente evoluiu em diversos campos nos últimos meses e portanto pode mais. Wild ainda está no início da carreira e tem grande potencial. Quanto a fazer ‘novos Gugas’, não depende apenas de trabalho e de dinheiro. Austrália e Grã-Bretanha gastam milhões e não conseguem também fazer grandes nomes com frequência, a França tem uma tremenda estrutura e nunca teve um número 1 do mundo e por aí vai. Acho que é uma junção de várias coisas e, entre elas, fazer um garimpo mais criterioso para não deixar escapar talentos. Esse é um eterno problema no tênis brasileiro, jamais resolvido. E muitas vezes, mesmo diante de um talento, ainda existem fatores humanos e físicos que podem impedir que tenhamos um top 20.

      1. Valmir da Silva Batista

        DALCIM, a respeito de Thiago Monteiro, ele completa 28 anos em maio próximo, e, nesse caso, o ponto alto de evolução que ele poderia alcançar, já ocorreu, o que quer dizer que, já perto dos 30, chegou, no máximo, à condição de tenista mediano, e olhe lá. Quanto ao mimado Thiago( tá mal de nome ) Wild, vou ser coerente com o que disse aqui num comentário outro dia: não acredito no jogo dele, no sentido de uma evolução significativa, porém, como ainda é jovem, diferentemente do seu homônimo, ainda me permito pagar para ver…

  28. Periferia

    O Brasil perdeu para Alemanha na Davis.
    Novamente uma grande oportunidade é jogada fora.
    Os confrontos ocorreram em uma arena grande.
    Os “donos” do tênis no país novamente trataram o evento como se fossem deles .
    Com expertise em desenvolver quadras de saibro sobre quadras duras (no Ibirapuera faziam o mesmo…uma quadra com um piso irregular).
    Distribuíram convites para os “amigos do tênis” (não sei se é um momento de estresse…”os amigos do tênis” estavam agressivos…xingando e chamando os alemães para um MMA).
    Um evento assim…os organizadores poderiam fazer convênios com escolas da cidade…levando a molecada para conhecer um esporte espetacular.
    Tratado como nicho por alguns (muitos usam o esporte como identidade de classe social).
    O tênis continua com “donos”…sequestrado…que não tem interesse em abrir mão dele…popularizar o esporte seria um grande risco (para eles)…a “miscigenação” no esporte seria uma afronta.

    (Também achei que não foi uma derrota louvável…foi apenas mais um derrota entre tantas)

    1. Gustavo

      Comentário perfeito. Os “vips” com garçom e tudo e o povo tendo que encarar uma fila de 30-40 min pra conseguir uma garrafa de água por R$6. Parabéns CBT…

    2. Maurício Luís *

      Bem interessante essa sua ideia de trazer estudantes pra ver os jogos. É pena que os cartolas do tênis não se interessam por poparizar o esporte. O $$$$ caindo na conta no fim do mês, então tá tudo bem.

  29. Vitor

    Dalcim pelo tênis que a Bia joga creio que vá ficar entre as 40 a 100 do mundo, vc concorda com isso? Sobre a dupla, qual foi o motivo p n utilizar o melo? Seria por sua amizade c o sacha?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Bia tem tudo para se manter no top 50, Vitor. Está jogando bem em todos os pisos, já melhorou o saque e o backhand está sólido. Segundo o capitão, Melo não se adaptou tão bem ao saibro quanto o Meligeni, que tinha do título em Santiago.

  30. Valmir da Silva Batista

    DALCIM, o título de sua nova crônica dá bem o tom do quão ruim está o tênis brasileiro atualmente, mas mostra também como se é capaz de ficar satisfeito com migalhas, por mais uma vez estarmos diante de um típico caso de patriotada. “Louvável Derrota”, a começar por seu título, nos oferece o que há de mais tacanho, em termos de derrota camuflada de vitória, ou ainda do vistoso troféu de campeão moral, expressão cunhada após a copa do mundo de 1978, e atribuída à seleção brasileira, pelo fato de a campeã, Argentina, supostamente ter comprado o resultado da partida contra o Peru, somado ao fato do Brasil ter sido eliminado do torneio de forma invicta, ou seja, tal invencionice verde-amarelona, então adequada ao velório futebolístico daquele ano, agora se faz necessária, como avaliação da bela dissertação de José Nilton, porém, provida de título e conteúdo refutáveis. De fato, ninguém merece “Louvável Derrota”, e aceitar tal pérola verbal e o teor do texto em si, é como legitimar o eterno complexo de vira-latas, bem como a baixa auto-estima, no caso do tênis brasileiro, sua ruindade explícita…

      1. Valmir da Silva Batista

        DALCIM, como posso dourar a pílula com hipocrisia, se o que li é mesmo ruim? Eu “Poderia enxergar a vida de forma menos negativa”? Não creio, você é que poderia enxergar com analogia mais discernida e nacionalismo menos arraigado o grande desserviço que é atualmente o tênis brasileiro. A impressão que me dá é que você cunhou a pérola “Louvável Derrota”, para que intelectuais como eu riam, mas juro que não consegui…

      1. Valmir da Silva Batista

        MARCELO COSTA, toda vez que se reportar à minha pessoa, o faça sem essa filosofia barata de botequim, por favor, eu não suporto clichês e frases feitas como essa sua…

        1. Marcelo+Costa

          Então consegui lhe chamar a atenção, que bom, mas reforço seja menos rancoroso, seja mais cordial, esse espaço agradece, pois, eu até poderia e deveria ignorar, mas são tantas sandices que fica impossível não rechaçar.

          1. Valmir da Silva Batista

            MARCELO, não confunda ser autêntico, sincero, discernido, não hipócrita e não patriota com não ser cordial. Acirramento, meu caro, é algo perfeitamente natural e, nesse caso, não preciso me preocupar em não estar sendo cordial, porque sei que o que há é o medinho da maioria desagradar o DALCIM, caso tal maioria venha a ter opinião própria, e então, a opinião própria, em razão do medinho, não se propaga, inclusive a sua. Portanto, se esse é o preço a ser pego para ser tido como uma pessoa cordial, então eu não sou mesmo e nem faço questão, deixo esse tipo de abstenção para você, pois pra quem gosta é um prato cheio. No mais, é curioso você estranhar o fato da sua pessoa ter chamado minha atenção, será que você se considera tão desinteressante assim?

  31. Carlo Von Wagen

    Assuntos: DAVIS. Polêmica: Banco de reservas:

    – Num time, cada um contribui a sua maneira. Seja como titular, seja como reserva. Seja com vibração (apoio) ou com experiência (orientação).

    Em resumo: depois de uma década no mais alto nível possível (alcançou quase tudo), que ajudem a desenvolver a nova geração. O resultado positivo e crescimento da nova geração do tênis no Brasil seria revertido a eles próprios que vivem do tênis e que num futuro não muito distante podem vir a ser treinadores, comentaristas ou até mesmo cartolas.

    E claro, ainda torço por bons resultados deles em quadra. Ainda jogam em alto nível. E não sou eu dizendo: quando se é 20 ou 40, o próprio ranking diz que Ainda estão no topo.

    Difícil mesmo (no caso da Davis), é entender a aposta em pisos errados confronto após confronto, a não ser que a escolha seja puramente de caráter econômico, ou por razões espúrias, típicas da cartolagem. Aliás, hoje ao invés de pilhar os eleitores/partidários de GOATs, vou optar por fazer uma homenagem a Cartolagem (aliás… Chico Buarque vai fazer):
    https://www.youtube.com/watch?v=7fVyckW2ljs

  32. João ando

    Dalcim. Pela primeira vez em um jogo profissional eu vi os dois jogadores não volearem e nem smasharem…foi uma combinação do Monteiro com o sasha?

    1. José Nilton Dalcim

      Você então cochilou, porque ambos fizeram as duas coisas, embora em quantidade realmente pequena… rsrs…

  33. Roberto Rocha

    Derrota 500% esperada. Sem jogadores top 50, sem chances. A distância técnica entre nossos jogadores e os adversários é um abismo colossal. A derrota nas duplas não fez a menor diferença. Wilde não teria a menor chance.
    Destaque para o testemunho do Gustavo (Se não estou enganado) sobre a “capacidade” dos dirigentes da transformar um evento de ponta em feira livre e se divertirem diante da plebe…

  34. Miguel BsB

    Dalcim, faltou comentar sobre a total falta de educação e de respeito da torcida brasileira, uma vergonha! Assim como Zverev, também acho que passaram (e muito), dos limites…

    1. José Nilton Dalcim

      Você tem razão, faltou mesmo. Eu acho muito legal a torcida incentivar seu jogador o máximo que puder, mas é absolutamente lamentável que tente atrapalhar o adversário. E se for com provocações rasteiras, aí ainda piora. Não combina com o tênis, ainda que seja Davis.

      1. André+Borges

        Ahhh Dalcim, eu meio que discordo. Acho que na Davis há um espaço bem maior para uma torcida inflamada e ativa, inclusive com provocações rasteiras rsrsrs. Não gritando no meio do ponto, berrando durante o toss e coisas que realmente atrapalham o jogo do adversário de resto o que for feito pra quebrar o mental eh válido. Gritaram “Sharypova”? Sacha que lute rs.

        1. José+Yoh

          Ah, não né André. Fica até difícil para esses caras voltarem para o Brasil. Essas coisas não acontecem nem em torneio de clube.
          Depois a gente reclama que tem poucos torneios de bom nível aqui.
          A organização já é horrível, imagine se nem o fator torcida (que julgamos ser o lado bom do brasileiro – “o calor humano”) colaborar…
          Abs

  35. Sérgio Ribeiro

    Quando Zverev embarcou eu cravei 3 x 0 pois tinha conhecimento da Dupla Alemã. Daí que chegar ao quarto jogo foi uma surpresa agradável. Mas mesmo no Saibro o Alemão consegue não dar margem a dúvidas. Alguns mísseis de um autêntico Top 3 , e Serviços de grande sacador . Não tive vontade de ir pois Acapulco ainda permanece na memória. Mas que público de Tênis no mundo xingaria a namorada de um jogador adversário se não o Brasileiro ? . Lamentável o nível em todos os sentidos. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Vários Países mostram que a renovação e’ possível. Vide a Itália sem Fognini e com garotos que não passam dos 21. Abs!

  36. SANDRO

    Sem qualquer tipo de “PATRIOTADA”, não considero que o Brasil tenha um time pra estar na Fase Final da Davis… Não temos mais um Guga Kuerten no time e os atuais jogadores de simples são, no máximo, esforçados.
    Quanto à dupla, gostaria de ter visto a dupla mais entrosada Meligeni e Matos jogando do que a dupla improvisada por Oncins…

    1. José Nilton Dalcim

      Suécia tem menos ainda, a Coreia só possui um jogador no top 100. Mas estão lá. Claro que não há chance de ganhar a Davis, mas de aparecer ocasionalmente na fase final, acho que é possível.

      1. Valmir da Silva Batista

        DALCIM, essa sua avaliação é ridícula, pois nivela por baixo para querer destacar qual fator positivo em nossa seleção? Cai na real, por favor, já basta a cambada de nacionalista barato com suas patriotadas verbais, agora ainda vem o dono do blog ustificar a derrota do Brasil, comparando-o com países ruins de tênis atualmente, é isso? Tenha um pouco mais de respeito à sua biografia, por gentileza…

        1. José Nilton Dalcim

          E quem você se julga para me dizer o que devo pensar ou escrever? Vamos devagar, rapaz. Divergir é um direito, saudável, mas não ultrapasse o limite do bom senso, o que aliás você faz com irritante frequência.

          1. Valmir da Silva Batista

            DALCIM, o que sou é autêntico, sincero e discernido, ao invés de ficar com lambeção a você como a maioria aqui, que nunca tem nada discordante em relação às coisas que você diz, não o fazendo só por tratar-se do proprietário do blog. Por outro lado, eu não discordo por discordar, eu o faço quando não considero algo legal, mas quando do contrário, avalio positivamente e assim continuarei, “só”isso…

          1. Valmir da Silva Batista

            THIAGO SILVA, definir como “mau humor exagerado” e que “parece vontade de fazer graça pra aparecer” pelo fato de eu o Dalcim termos diferenças a respeito do esporte tênis, é porque quer pegar carona nesse suposto histrionismo, o que acho até coerente, pois um eterno isentão como você precisa mesmo desse tipo de “opinião”, para sobressair principalmente mediante o próprio Dalcim, afinal de contas, ele é o chefe, o seu chefe…

        2. Maurício Luís *

          Tem muitas maneiras de se discordar sem usar termos como “ridículas”. Sua intenção é boa, mas como diz o ditado… ” De boa intenção o inferno está cheio”. Ao menos conseguiu a “proeza” de irritar o blogueiro.

          1. Valmir da Silva Batista

            MAURÍCIO LUÍS, eu não vivo escorado em ditados e clichês. Para mim, quem se vale desse tipo de recurso verbal, é porque não tem opinião. Quer me dizer algo de sério, o faça com ideias da sua própria cabeça, ok?

          2. Maurício Luís *

            Valmir, antes de citar o que você chama de clichê, eu expus a ideia da minha própria cabeça. O tal clichê foi só pra exemplificar. Mas vejo que você já foi alertado por esse seu estilo muito incisivo tanto pelo Dalcim – + de 1 vez – quanto pelos colegas internautas. Salta aos olhos que é o tipo de pessoa que jamais dá o braço a torcer e faz questão de vencer todas as discussões, nem que pra isso lance mão de adjetivos pejorativos. Se acha que assim é o certo, acho que nada posso fazer. Não estou disposto a levar + paulada de rolo de macarrão na cabeça… já chega a minha patroa.

        3. José+Yoh

          “Lambeção”? “Eterno isentão”? “Chefe”? “Cambada de nacionalista barato”? “clientelismo do Congresso Nacional Brasileiro”? “filosofia barata de botequim”?

          “Intelectuais como eu”????!!!!!!!

          Aonde você quer chegar ofendendo a tudo e a todos Valmir? Pense bem no que escreveu.
          Com todo respeito (que sempre é necessário), faltou cordialidade sim. Não só com o blogueiro mas com todos do blog.
          Abs

  37. Gustavo

    Para os nossos jogadores só parabéns. Agora para a CBT só críticas, fizeram um evento pra milhares de pessoas com apenas 2 pontos de venda de água a R$6 e não permitiram entrada de água externa.
    Enquanto as filas estavam enormes (30-40 min) pra conseguir uma água, os bonitões da CBT estavam ate tomando até chimarrão no maior oba oba.
    Difícil ver o futuro do tênis estar na mão de pessoas, que não entendem nada de tênis e muito menos de gestão de negócios.

    1. André

      Assino embaixo. Quase quebrei pau com um funcionário da CBT quando ele me disse que “os bebedouros eram só para os funcionários”.

      Bizarro.

      1. Maurício Luís *

        Nossa, que absurdo… negar água. Tá explicado por que o tênis brasileiro faz anos que está nesse buraco. Com organizadores como esses, quem precisa de bagunça?

    2. Frederico Schnack

      Particularmente tenho muitas suspeitas sobre a lisura nas contas de todas as entidades esportivas. O problema é a falta de transparência. O balanço que publicam tem contas camufladas. Todas as confederações publicam em seus sites o balanço financeiro anual. Mas tente identificar em algumas delas como o CBT, ou mesmo no COB quanto gastam com “salários”. Então, o balanço é peça ficcional. Além disso, a Secretaria Especial do Esporte não tem pessoal suficiente para fazer um controle como deveria, rígido, sistemático. O pior é que tem muita grana saindo pelo ladrão, no bom sentido, claro. De Patrocinadores, da Secretaria Especial do Esporte, da Lei de Incentivo aos Esportes, loterias, etc. E quem controla a aplicação real dessa grana? A festa é grande, parceiro.
      Atenciosamente.

  38. André+Borges

    Escolha completamente padrão Meligeni no lugar do Melo. A galera critica pra encher o saco mesmo, tipo os torcedores/jornalistas caça like que acham que o Abel Ferreira está balançando porque não ganhou o mundial. Com a dupla Soares/Melo nós teríamos uma derrota garantida, no auge do Melo eles faziam uma dupla mediana, imagina agora.

  39. João ando

    Recebi um convite e fui ver .perdemos a dupla no detlhe..Agora a diferença técnica do Monteiro para o sasha e um abismo. Segue a vida

Comentários fechados.