Mais uma façanha de Zverev
Por José Nilton Dalcim
21 de novembro de 2021 às 20:22

É evidente que ainda falta um troféu de Grand Slam para Alexander Zverev entrar num outro patamar do tênis, porém o alemão encerrou com sucesso uma temporada de muito peso e de grande pressão extra-quadra. Além do emocionante título olímpico, venceu outros cinco torneios, que incluíram diferentes Masters. Acima de tudo ele claramente amadureceu.

Deixou de ser o garoto reclamão e passou a encarar seus desafios, mostrou evolução técnica em vários campos e fez um trabalho físico que lhe deu maior resistência e agilidade, o que influíram na sua capacidade defensiva. Sascha está longe de ser um grande voleador, mas não tem mais medo de tentar a rede e adotou um segundo saque forçado que causa espanto. Foi com esse golpe tão arriscado, por exemplo, que ganhou um ponto importantíssimo no tiebreak diante de Novak Djokovic e fechou o jogo diante de Daniil Medvedev.

Sem dúvida, é muito mais jogador do que em 2018, porém seus dois títulos no ATP Finals tem um gabarito particularmente grande. No primeiro, venceu Roger Federer numa duríssima semifinal e dominou Djokovic no dia seguinte. Desta vez, derrotou os dois líderes do ranking em exibições de alta qualidade e firmeza, um feito bem raro num Finals e que não acontecia desde 1990. Automaticamente, encerrou a temporada com maior número de títulos (6) e vitórias (58).

Talvez o melhor parâmetro da atual capacidade física, emocional e técnica de Zverev sejam seus cinco confrontos diante de Djokovic, todos na quadra dura. Ninguém duvida que o sérvio jogou uma temporada magnífica e ainda assim sofreu duas derrotas em eventos imponentes, em Tóquio e no Finals; venceu no US Open e no Australian Open em autênticas batalhas e suou até mesmo na ATP Cup. Claro que estamos falando em pisos velozes, no entanto vale recordar que em 2018 o alemão só tirou 15 games em três jogos e demorou sete confrontos e quatro temporadas para enfim ganhar um set, justamente na ATP Cup de fevereiro.

A opção tática para tentar encerrar o incômodo jejum de cinco derrotas para Medvedev foi bem interessante. Cinco dias atrás, a vitória escapou por pouco na mesmíssima quadra de Turim, já que chegou a ter 4-2 e saque no tiebreak do terceiro set.

Desta vez, ele foi muito mais proativo, tentou encurtar os pontos e fugir dos ralis, utilizando voleios, swing-volleys e qualquer bola na subida que aparecesse. A mudança de ritmo pareceu incomodar o russo, que não sacou bem como de costume e isso criou uma pressão adicional. Ainda assim, foi um jogo de apenas duas quebras em favor de Zverev. Vejam que estatística valiosa: mesmo adotando um estilo de maior risco, não encarou um único break-point e cometeu apenas 13 erros.

Ao que tudo indica, Zverev está pronto para dar esse passo a mais e tentar com real chance um título de Grand Slam. Ele já evoluiu. Fez sua primeira semifinal no Australian Open de 2020, decidiu o US Open há um ano e nesta temporada foi à penúltima rodada até de Roland Garros. Wimbledon é o mais fraco, com duas oitavas, porém a grama não pode ser uma superfície a lhe dar problemas.

Tomara que assim seja, porque o circuito só vai ganhar em emoção se novos e fortes candidatos às façanhas e à ponta do ranking se firmarem.

Desafio do Finals
Joelson de Araújo Diniz Mota foi extremamente bem no palpite sobre o placar e o tempo da partida: cravou o placar e quase acertou os 80 minutos (foram na verdade 74). Assim, ele leva a biografia de Novak Djokovic, grande sucesso da Editora Évora.


Comentários

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  1. Carlowagen

    PRa quem curte, o Challenger de Brasilia está com jogos das Quartas hoje, semi amanhã e finais no Domingo. Temos o Coria, o Londero, o Jaume Munar, o argentino Cerundulo (o + velho), e Thiago Wild nas Quartas.

    Esse eu vou “passar”. Está um pouco longe e longe ($$$) também.

    Aliás, parece que o nenhum GOAT se inscreveu para este torneio. Seria muito bom, pois poderia ser o “primeiro jogador a ganhar Paris e Brasilia no mesmo ano”

    Seria a cereja do bolo para coroar o ano cheio de recordes do Sérvio!

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    1. Carlos+Reis

      kkkk Sério que vc acredita MESMO nesse tipo de narrativa? A pessoa que fez o comentário quis lacrar, mas ao menor deslize, mesmo quem está DE JOELHOS para esses movimentos identitários é cancelado de maneira sumária. Por isso eu sempre digo, não fale sobre ELES, vc pode se dar muito mal, mesmo se vc for apoiador desse movimento INTOLERANTE, OPRESSOR e até VIOLENTO.

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  2. Alan

    O Big Four não ganhará mais nenhum SLAM, o bastão foi passado para a outra geração! Quem viu esses monstros em alta performance viu, já quem não viu…

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  3. Willian+Rodrigues

    Que garoto centrado, consciente, bem orientado é Alacaraz!
    Posso até queimar minha língua, mas, salvo lesões gravíssimas ou outras catástrofes, esse garoto se firmará no Top Ten e por lá permanecerá por bastante tempo. Já domina praticamente todos os fundamentos (saque, talvez seja algo a se melhorar). Numa comparação com um provável grande futuro rival, eu o vejo com mais recursos que Sinner, por exemplo. Minhas expectativas são boas em relação ao futuro do esporte que mais aprecio!

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    1. Miguel BsB

      Concordo plenamente William, inclusive com sua análise de que o Alcaraz tem mais recursos que o Sinner. Só vou mais além e não só acho que esse garoto vai ficar muitos anos no top 10, como vai ficar ser n1 por um bom tempo, salvo algum acontecimento fatídico ou contusões, claro…

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  4. DANILO+AFONSO

    Nobres, ao reler o texto do Dalxim do final do ano passado, abordando as façanhas que alguns tenistas poderiam alcançar na temporada 2021, fico impressionado e feliz que o sérvio tenha conseguido lograr êxito na maioria dos feitos em disputa, e olha que conquistou outros que não foram relacionados no texto do Dalcim.

    “AS FAÇANHAS EM DISPUTA EM 2021
    Dalcim – 13/12/2020
    (…)
    DJOKOVIC

    – Em contagem regressiva até 8 de março, irá superar Federer em total de semanas na ponta (310).
    – Com 17 títulos de Slam, tem missão possível mas difícil de empatar com os 20 de Federer e Nadal ou, mais improvável ainda, superá-los.
    – Dono de 27 finais de Slam, pode igualar as 28 de Rafa e empatar com as 31 de Federer.
    – Apenas mais quatro vitórias e será segundo homem a atingir 300 em Slam (Federer já tem 362).
    – Eventual bi em Roland Garros o tornará único profissional com ao menos dois troféus em cada Slam.
    – Busca repetir Agassi como únicos a ter todos os Slam, Finals, Davis e título olímpico de simples.
    – Se derrotar 10 adversários de nível top 10 a mais que Federer, assume o recorde no quesito (224 a 215).
    – Tenta igualar os seis títulos de Finals de Federer.
    – Pode se tornar único com sete temporadas encerradas como número 1.
    – Faltam US$ 4,6 milhões para se tornar o primeiro com US$ 150 mi de prêmios oficiais na carreira.”

    Além de ter “carimbado” oito dos dez feitos relacionados acima, incluiria também:

    – o recorde de 37 títulos de Master 1000;
    – o recorde momentâneo de 83,19% de aproveitamento de vitórias.
    – e a segunda vitória em RG contra o rei do saibro.

    Diante desta temporada magnífica do sérvio aos 34 ANOS, acho engraçado e as vezes tenho até vergonha alheia quando leio torcedores “rivais” comemorando e postando textões detonando o Novak a cada derrota. Esse povo não tem noção do ridículo?? Kkkkk Esquecem que até mesmo o tenista mais dominante não é imbatível ?

    Somado a estes feitos citados, destaco ainda a sua representativa fora das quadras. Cada vez mais exercendo maior liderança entre seus pares. Quase toda semana vemos tenistas enaltecendo a disponibilidade e dedicação do sérvio para com os colegas, inclusive os jovens tenistas. A PTPA a cada dia vem ganhando mais adeptos e peso para confrontar os atos da ATP.

    O texto do Dalxim há duas semanas foi preciso ao definir o sérvio como “O SENHOR DO TÊNIS”. E se tudo correr dentro da normalidade, daqui a cerca de 5 anos Djokovix alcançará um status e reconhecimento no esporte que muitos nolistas nem imaginam. Aguardemos…

    https://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2020/12/13/as-facanhas-em-disputa-em-2021/#comments

    Saudações Tenisticas !!!

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    1. Jonas

      Chegar aos 20 Slams certamente não era algo esperado pelo maioria.

      Bom, sendo realista, e considerando que Zverev e Medvedev estão no auge físico e técnico, além de haver outros excelentes tenistas por aí como Tsitsipas, Sinner e Alcaraz em franca ascensão, diria que o sérvio ainda consegue abocanhar alguns feitos, vejamos:

      40 masters 1000 – creio que esse número é bem possível, mas não vai ser fácil já que o Djoko pulou vários este ano;
      400 semanas como número 1 – esse aqui eu ficaria surpreso, mas acho totalmente possível , a depender do foco do sérvio;
      22, 23 Grand Slams – bem possível;
      6 ATP Finals – muito difícil, mas dá pra acreditar;
      Ouro Olímpico em simples – última chance do sérvio será em 2024. Talvez esse aqui seja o feito mais difícil.

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      1. Sandro

        Pra quê ouro olímpico e finals, quero que Djokovic se dedique a Grand Slams e Masters Mil e não fique perdendo tempo com essa gincana olímpica e Finals. Por mim, Djokovic não deveria ter ido a Tóquio perder tempo com gincana.

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  5. Luiz+Fabriciano

    Para mim, o que o jovem dinamarquês, Holger Rune, disse hoje sobre Novak Djokovic, não é nenhuma novidade.
    Deve ser para meia dúzia por aqui.

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  6. Rogerio+R+Silva

    Sr Sérgio Ribeiro,
    Quem te disse que eu não sei a origem do LH ?
    Quem te disse que sinto falta do blog do Paulo Cleto?
    Sinto falta de debates melhores.
    Aqui as pessoas estão sempre nervosas.
    O Sr é um deles.
    Sempre com uma resposta ignorante e por demais irônica.
    Melhoras.

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    1. Sérgio+Ribeiro

      Na boa , Sr . Quando tu dissestes que pela idade Lewis Hamilton não teria conhecimento dos feitos do Brasileiro, muitos não sabem que a idolatria começou na McLaren . E a opinião sobre o Blog do P. Cleto é minha . Dito isso , peço que o Sr não se dirija mais a minha pessoa . Coisa que jamais pedi a alguém desde 2009 quando passei a frequentar está fórum de debates . Abs!

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  7. Carlowagen

    Tenho a impressão.que pouco importa o título da matéria aqui. Poderia ser “Pablo Andajur torna-se primeiro do ranking”, ou “Quadra principal do USOpen passa a chamar-se Maria Esther Bueno”, ou ainda “Brasil atinge o 3o. Lugar no ranking global de produçao de amendoim”.

    Todos discutiremos apenas quem é o GOAT”.

    Eu já nem lembro mais o título da matéria. Alguém saberia (sem olhar???)

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  8. Carlowagen

    Se eu fosse hoje cravar o GOAT do esporte brasileiro, não cravaria o Senna. Senna sequer foi dominante em sua época. Ele dividiu esse papel ao menos com Prost. Acredito q Piquer estivesse alguns degraus abaixo e Emerson já estava no final, na Indy.

    Mas qto ao GOAT do esporte brasileiro, estaria uma disputa entre Pelé, Robert Scheidt, Giba do voley e alguém do voley feminino. Talvez o Gugaa. Estes sim, foram dominates nao so em suas epocas no Brasil, mas sim no cenário mundial.

    Já para se cravar Senna, seriam mais através de critérios.subjetivos. veja: dizer que Senna é ídolo do Hamilton. Será que isso realmente conta? O Senna era fã do argentino Fangio.

    Então, se Hamilton era fã do Senna e Senna fã do Fangio, o que isso significa ao final? Provavelmente nada.

    E o Robert Scehidt? Pelo que vi, 15 títulos mundiais + duas medalhas olímpicas nao eataria acima.de Pelé? Talvez sim (se compararmos números, ou talvez nao. Pelé alcançou tudo no futebol.

    Mas e Senna? Aparte a idolatria, eatá abaixo de Schumy, Hamilton, Fangio na maioria das eatísticas e sequer dá para cravar ele claramente acima de Prost (mesmo período).

    Entao, na minha opiniao, Senna nao..

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  9. Aurélio+Passos

    Há uns detalhes, porém:
    Tanto Medvedev quanto Zverev nada fazem na grama.
    Medvedev nada faz (e odeia!) no saibro.
    Zverev joga razoável no saibro, mas é “ganhável” por quase qualquer Top nssa superfície.

    Assim, ficará difícil tirarem ainda em 2022 a liderança do Djokovic, ou encantar os que acompanham o esporte.

    Quem realmente está tentando variar o tempo todo com vooleios, saque e voleio, drop shots, slices, alternãncia ataque e defesa, melhorando o serviço e tal, é o Djokovic – que continua um cavalheiro mesmo nas derrotas mais sofridss. Tanto eke (nos cumprimentos na rede ao final), quanto a sua equipe (há um vídeo agora na entrada pro vestiário do Vajda e da Jelena abraçando e cumprimentando o Zverev).

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    1. Thierry

      Medvedev, Zverev e Tsitsipas n vão bem na grama (Guga?)
      Zverev é bom no Saibro, porém qqr top pode vencer ele ali (Agassi?)
      Medvedev odeia o Saibro (Sampras?)

      Pfvr, a régua é quem? O Murray tá na porta de entrada do top 10 de todos os tempos e n ganhou quase nada perto do Big 3, usar esses caras como parâmetro é covardia!

      O big 3 dessa geração é forte e oscila como qqr top de outras épocas, e tem seus lugares pra jogar favoritos, e ainda n estão no auge…

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  10. Paulo F.

    Rafael Nadal nunca dominou Roger Federer, mas possui 24 a 16 no confronto direto.
    Imaginem então se tivesse dominado Roger Federer!
    kkkkkkkkkkkkkkkk
    O nobre Luiz Fernando tem razão, aqui é diversão garantida!

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    1. Jonas

      O colega abaixo falou sobre massacre, disse que não houve surra e blá blá blá. Sei:

      Roland Garros 2008 – 6/1 6/3 6/0
      Miami 2011 – 6/3 6/2

      Além disso, o retrospecto do suíço perante o espanhol na Austrália, onde deveria dominar, é pífio. Perdeu o título em 2009 e as SF de 2012 e 2014 (esse jogo aqui foi até tranquilo pro espanhol levar).

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      1. Sérgio+Ribeiro

        Insistes na mesma cantilena ( rs ) . Federer não dominou como deveria no AOPEN mas e’ HEXACAMPEÃO do Torneio . O Touro somente venceu UM . Somando ao fato de ser OCTACAMPEÃO em WIMBLEDON e PENTACAMPEÃO do USOPEN de forma consecutiva, imagine se ele dominasse os outros membros do BigFour fora do Saibro rs . Abs!

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        1. Jonas

          Óbvio que no Australian Open Federer é muito maior que Nadal, e justamente por isso deveria dominar o espanhol ali. Não conseguiu porque é freguês do espanhol.

          Abs.

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        1. Jonas

          Isso de cabeça, meu caro. Mas houve mais jogos, claro:

          IW 2013 – 6/4 6/2 Nadal
          Roma 2013 – 6/1 6/3 Nadal
          Miami 2004 – 6/3 6/3 Nadal

          Enfim, o domínio segue grande, mesmo depois das vitórias do suíço entre 2015-2019. Isso contra o Nadal.

          Nem considero o suíço freguês de carteirinha do Djokovic, mas não é absurdo afirmar que existe um domínio do sérvio, depois de tanta vitória em torneio gigante.

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          1. Ronildo

            Tenha vergonha Jonas, quando Federer venceu Nadal por 6/4, 6/0 na final de um Finals e foi perguntado o porquê de tal resultado tão elástico, se limitou a responder que quando Federer está acertando tudo, não há nada que se possa fazer, apenas esperar alguma chance de entrar na partida, chance esta que não aconteceu naquele momento. Na cabeça do próprio Nadal nunca se imaginou dominando Federer. Ele simplesmente sabe que venceu mais partidas.

    2. Sérgio+Ribeiro

      O “ Nobre “ L. F. sabe que o domínio se deu apenas no Saibro. Idem com o “ goat “ , 18 x 8 . Nas outras superfícies o Touro não obteve tanto sucesso com nenhum dos dois. Que tal abracar o “ Nobre “ e chorar lágrimas de esguicho juntinhos no meio fio kkkkkkkkkkk. Abs!

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      1. Thiago+Silva

        Como não obteve tanto sucesso? O Nadal tem 3 vitórias no Australian Open contra apenas uma do Federer, teve vitória na final de Wimbledon, teve vitórias em Miami, Indian Wells e até Cinccinatti que era o quintal do Federer. Inclusive no H2H Hard Outdoor tá 8-6 pro Nadal. O Nadal só não dominou o Federer na grama e na Hard Indoor.

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        1. Sérgio+Ribeiro

          Jura ? . Deixa de estória, parceiro . Temos 14 x 10 fora do Saibro para Federer . Sendo que jogaram apenas 4 partidas na Grama com TRÊS vitórias de Federer e vens falar em domínio ? . Em contra partida 16 partidas no Saibro. Não botei Novak fora do Saibro porque o parceiro sempre pula o Sérvio ( não interessa rs ) . Não esquece como da outra vez , são SEIS Vitórias consecutivas ( desde 2015 ) do Craque sobre o tal dominador FORA DO SAIBRO. E’ a décima vez que tu teimas . Se liga ! . Abs!

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          1. Thiago+Silva

            Quem falou em domínio? Você pra variar não sabe interpretar texto, você mesmo falou em “sucesso” e eu respondi com a mesma palavra.
            E sobre as cinco vitórias seguidas do Federer sobre o Nadal, o Touro conseguiu essas mesmas 5 por três períodos, não adianta se gabar disso. “Ai, mas fora do saibro…” não existe fora do saibro, o jogo de Roland Garros tá ali no meio e isso é um fato, não tem como excluir pra roubar pro Federer.
            Sobre eu não citar o Djokovic é porque não tem o que citar, os recordes dele são muito mais “parrudos” e os torcedores dele não precisam fingir que o saibro não existe ou é menos importante pra favorecer ele, até porque ele foi o único que incomodou o Nadal no saibro.

          2. Sandro

            Nadal ganhou do Roger Fregueser na grama de Wimbledon, Fregueser jamais ganhou de Nadal em Roland Garros… O resto e chororô de freguezaço perdedor!!!

  11. Rafa

    2o. e último comentário do dia:

    Em 2021 renasci. Deus não achou por bem me receber ainda e o demônio não me quis. Agora em dez. (n importa o dia) comemoro o 1o. ano do resto d minha vida. Após os eventos q aconteceram, repensei muitas coisas sobre o sentido q daria ao tempo que me restasse. Resolvi repartir o pouco que tenho, ao invés de achar que é obrigação do governo, apesar de ser. Passei a procurar – sou patologicamente desconfiado com aproveitadores e golpistas – instituições SÉRIAS, já que criar uma ONG demandaria tempo q n tenho, apesar de conhecer excelentes escritórios de advocacia q cuidariam da parte legal de forma pro bono, ainda assim precisaria muito tempo p construir credibilidade e conseguir ajudar rapidamente. Depois de mta pesquisa e ouvindo pessoas que tem experiência na área, decidi-me por três, que atuam em causas que falam alto à mim: as agruras dos refugiados, as vítimas de regimes totalitários e o sofrido povo do Nordeste, meus irmãos de vida. Passei a receber materiais semanais eletronicamente mostrando para onde vai cada centavo.

    Por isso, se vc simpatizou com o meu sofrimento e me dirigiu energias positivas este ano, considere ajudar gente que sofre bem mais todos os dias, gente que come uma vez a cada 72 hs e tudo mais q vcs já sabem.

    Uma contribuição mensal insignificante, que pode ser menor q 1 mensalidade da Netflix se vc quiser garante 30 dias de higiene, água e alimentação para 1 pessoa.

    As instituições são a ACNUR da ONU, os Médicos Sem Fronteiras e os Amigos do Bem (sobre o povo nordestino). Ninguém precisa dizer se fez nem nada – muitos já devem fazer e ter suas próprias instituições de preferência, eu sei), mas eu consideraria isso um presente para mim.

    No mais, muito obrigado por esse ano. Como vcs sabem, foram parte bem relevante na minha vida nele. Grande abraço a tds.

    Responder
    1. Willian+Rodrigues

      Parabéns por seus comentários, por sua história de vida e, mais importante ainda, seu altruísmo!
      Em algumas situações bem específicas, assim como você acabou de fazer, eu “burlo” aquela máxima cristã: “que sua mão direita não saiba as coisas de bem que faz a esquerda”.
      Demonstrar que pratica regularmente a caridade pode estimular outros Portanto, uma atitude muito positiva!
      É algo que muitas figuras realmente públicas, famosas, deveriam fazer sempre, em minha modesta opinião…
      Considerando-se nosso microuniverso aqui no blog, você é bem conhecido e respeitado. Portanto, quem sabe se outros foristas aqui não passarão a fazê-lo também.
      Que sua “nova vida” seja tão plena como imagino a minha!
      Abs

      Responder
  12. Rafa

    Caros colegas que pretendam ir ao RIO OPEN (apesar q vcs devem saber disso tanto qto eu):

    A operadora de telefonia móvel que utilizo está oferecendo 35% de desconto, p até 4 ingressos por CPF e por sessão, se não me engano a pré-venda vai até o começo de dez/2021. Não verifiquei a fundo, mas a princípio parece ser uma boa p quem quer ir, afinal, se puder pagar menos melhor, não?

    Abs

    Responder
  13. Paulo+Almeida

    Eu revi Djokovic X Zverev, pois esse jogo foi tão maravilhoso que não resisti. O que foram aqueles dois bate-prontos, um salvando break no 5-5 do primeiro set e o outro já no 2-5 do terceiro “com nojo”, conforme o Nardini?

    O game em que o gênio sérvio conseguiu quebrar o Sascha também foi todo por mérito próprio, com uma passada espetacular, dois smashes perfeitos, uma esquerda cruzada na linha e uma devolução no pé, ao passo que o game perdido foi todo por seus ENF’s. O tie-break também caiu pro lado do alemão por falta de sorte na dupla falta e na bolinha amortecida pela rede. Paciência, acontece. O fato é que o Djoko é MUITO craque e ainda tem condições de entregar bastante.

    Também já havia revisto a final de Roma contra o Nadal e a semi de Belgrado contra o Karatsev, fora tantas outras partidas do passado. Só não revejo derrotas imponentes, afinal não sou masoquista, rs.

    Responder
    1. DANILO+AFONSO

      Excelência, onde eu posso rever na íntegra o jogo contra Zverev ?? Tem o link ? Ou você tem o jogo gravado ??

      Também gosto de rever grandes jogos, mesmo quando o Novak perde.

      Responder
      1. Paulo+Almeida

        Excelência também não, kkkkk.

        Eu vi pelo Replay TV (falei contigo na época de Roland Garros), mas a final de Paris eu gravei mesmo. Vou poder rever mais vezes.

        Abs!

        Responder
    2. Aurélio+Passos

      Bem observado: o game que ele foi quebrado foi muito doido: começou com um winner de forehand, depois errou 3 forehands em sequência, batendo equilibrado, bolas normais.

      Responder
  14. Carlowagen

    Entre fazer o bem e “fazer o bem”:

    Sair correndo até um órgão oficial, gritar e reclamar deve aliviar mito a alma de alguém. Mas.. entre achar que está sendo acertivo e ser efetivamente acertivo, vai uma distância enorme.
    Exemplos de FAZER o BEM:
    – Adote uma família mais prejudica na pandemia durante um ano
    – Adote algumas crianças no Natal para presentear (de forma anônima, fake, sem ter que postar no FB ou no Insta, dizendo que VC fez algo). Apenas faça!
    – Adote um animalzinho abandonado, e o castre. PAgue por uma castração solidária
    – Crie uma iniciativa para o bem. Ex: peça ao Editor um espaço para receber doação de materiais esportivos usados de nossos colegas e repasse a alguém carente (ex: materiais de tÊnis). Ficaria surpreso (com o que alguns poderiam ter para doar e o fariam de bom grado)
    -procure um familair próximo em dificuldades e o auxilie, independente de eventuais rusgas de família que possa ter com ele
    – promova e organize ações posítivas em comunidades próximas a vocÊ
    – Etc, etc, etc

    Exemplos de ações que apenas “se parecem” com boas ações:
    – Ir até um ógão oficial reclamar, porque viu uma situação lá do outro lado do globo (caso vc não seja terraplanista). Vais passar apenas por chato
    – promover ou proliferar a reprodução de gatos e cachorros, se dizendo protetor animal (para um único cachorro ou gato em casa, vc promove a matança de 300 a 400 animais ano, só para alimentá-lo);
    – passe emails reclamando para “aliviar teu coração”. Aliviar teu coração, pode ser feito através de ajuda profissional, como bem colocou um colega aqui do blog alguns dias atrás
    – ajudar instituições sem investigar a que se destina o dinheiro (vocÊ pode ficar surpreso, se descobrir a quem e a que fins algumas possam estar ligadas.

    Talkey?

    Responder
  15. O LÓGICO

    DUAS AFIRMAÇÕES VERDADEIRAS E LÓGICAS kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    O robozinho nunca vai ganhar um ATP Finals porque esse torneio é pra macho kkkkkkkkkkkkkkk. Segunda: Mais um ano acaba e Roger permanece como o GOAT. Sobre os dois concorrentes ele tem as principais vantagens: Maior número de títulos, recorde nos slams dividido com os dois concorrentes e recordista no ATP Finals. O Almeidão negacionista e produtor de fake news kkkkkkk e o L Fernando Falling in love pelo robozinho kkkkkk não suportam esses truísmos kkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Discuta com os dois year-end a mais, com as 38 semanas a mais (e contando), com os 9 Masters 1000 a mais com Double Golden Masters, com o Double Career Slam, com o Nole Slam, com as duas vitórias sobre o Nadal em Roland Garros, com a doutrinação no head to head (especialmente 11×6 em Grand Slam e 13×6 em finais), com as palavras de John McEnroe e Pete Sampras etc etc.

      Está difícil ser negacionista, O LÓGICO!

      Responder
    2. Sandro

      De lógico vc não tem sequer a cueca:
      – Djokovic ganhou 3 Grand Slams em 2021, o que um Finals ridículo perto de um título de Roland Garros derrotando o Nadal???
      – Nadal derrotou Djokovic no Masters Milde Roma e Djokovic derrotou Nadal em Roland Garros em 2 partidas espetaculares e hídricas, Roger FREGUESer NUNCA derrotou Nadal em Roland Garros e não NENHUM TÍTULO no MASTERS MIL DE ROMA!!!
      – Djokovic bateu recorde de MASTERS MIL com 37 troféus, Nadal tem 36 e FREGUÊSer ainda tá no 28, lá bem pra trás do BIG2!!!
      – Freguêser perdeu todas as finais de Wimbledon contra Djokovic e todas as de Roland Garros de Nadal
      – Freguêser é tapete do BIG 2, Nadal e Djokovic!!!
      – Quem é pato de Nadal e Djokovic NUNCA será GOAT, isso sim é lógico!
      – Na realeza do tênis, Djokovic é o REI, Nadal é o BISPO

      Responder
    1. Paulo+Almeida

      Sim, nós vimos isso quando ele abriu 5-0 no primeiro set, pelo tanto que jogou no segundo e no terceiro set e no início do quarto, até que o Djokovic finalmente conseguiu batê-lo principalmente mentalmente.

      Ainda bem que a maioria dos torcedores do Nadal aqui do Blog tem a hombridade de reconhecer o mérito do sérvio.

      Responder
      1. Rafael+Azevedo

        Exato.

        Na primeira vitória, a de 2015, posso concordar que Nadal não estava em condições de defrontar Djokovic. Apesar de que, ainda assim, a maioria do circuito não conseguiria vencê-lo ali, e ele poderia ter sido campeão se não tivesse enfrentado o sérvio.

        Mas, a vitória desse ano foi incontestável. Foi no braço. Claro que o Nadal não está no auge de sua forma física, mas ainda era o melhor tenista do momento (no saibro). Quem assistiu a partida viu o esforço hercúleo que Djokovic teve para conseguir a vitória. Só após a quebra no 4° set é que o espanhol desabou. Mas, nesse momento já estava 2×1 para o sérvio, conquistado com o espanhol ainda voando em quadra.

        Não podemos diminuir esse feito histórico do Djokovic. Isso não tira a sua freguesia para o espanhol em RG. Mas, não dá para negar que foi épico e único (ninguém mais consguiu)

        P.s.: Não posso comparar a vitória do Sordeling em 2009, porque não acompanhei o circuito naquele momento. Alguns falam que Nadal estava um pouco baleado. Ainda assim, creio que o sueco deve receber uma honraria destacada. O Nadal lesionado em RG é, ainda, o melhor tenista do torneio. Mas, duvido muito que Sordeling teria derrotado o Nadal de 2021. Por isso, considero o feito de Djokovic como épico e único

        Responder
        1. Thierry

          Amigo, Soderling teve muitos méritos naquele jogo… Ele venceu Mto no mental, mas sim, Nadal n venceria aquela competição pq Federer e Del Potro provavelmente venceriam ele… Agora, outros jogadores como Murray, Djoko, Ferrer e Gonzales teria que ver como a partida se desenvolveria, mas acho que dificilmente conseguiriam a vitória. Isso mostra o demônio que Nadal é na terra batida

          Responder
    2. Sandro

      LESIONADO NÃO MESMO!!!
      Que lesionado chega a uma semifinal de Roland Garros??? Nenhum, isso é impossível!!!
      Que lesionado é esse que destruiu com rolo compressor todos os adversários e só perder a semifinal pra Djokovic numa partida épica, espetacular, histórica???

      Responder
    1. Marcelo+Costa

      Eu com meus 49 anos, uso uma head 265 gramas cabeça 102 com peso na cabeça, me faz um bem danado para ombros e cotovelos, tenho duas uma com tensão 52 e outra com 46, dependendo do adversário. Mas eu sou uma bactéria perto do suiço mas não sou teimoso como ele.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Compração muito difícil, porque Delpo teve uma carreira útil muito curta, basicamente de cinco temporadas. Acho que Delpo ainda tem maior relevância, ainda que alguns números inferiores.

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      1. Valmir+da+Silva+Batista

        DALCIM, tenho certeza que Del Potro, não fossem as inúmeras contusões, se equipararia, no mínimo, a Murray e Wawrinka. Dos seus quinze, vinte anos de carreira, creio que ele deve ter sido prejudicado pelas contusões em ao menos metade. Ele é um tenista que, nas vezes em que jogou contra o Big 3, por exemplo, sempre o fez de igual pra igual, haja vista ter vencido Djokovic na Olimpíada do Rio em 2016, sendo que no mesmo torneio, venceu também Rafael Nadal na semifinal; quanto a Roger Federer, o venceu na final do US Open em 2009, numa virada espetacular, saindo de um incômodo dois sets a zero para um quase improvável três a dois. Sempre torci por Del Potro, que é realmente um talento desperdiçado pelo capricho das contusões…

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    2. Groff

      Luis, adicionando ao que o Dalcim falou, vou fazer outro “approach”, uma comparação mais “tenística” do que das carreiras, que tocarei novamente ao final. Em tal aspecto, vejo uma distância considerável a favor do Del Potro, pois além do fato de que ele tinha um golpe que marcou época (uma das mais espetaculares direitas da história), somado a outros bons golpes de base e saque (que Zverev também tem, mas sem um diferencial do nível do forehand do DelPo), no quesito competitividade há um abismo de diferença, ainda. O argentino era um leão desde o início, com um coração infinito, e nunca foi dado a imaturidades no circuito. O Zverev está amadurecendo só agora, talvez um pouco tarde para o que já poderia ter feito. É um bom jogador, como o são Medvedev e Tsitsipas (o de maior potencial técnico), mas até aqui nada espetacular, o que se aplica a todos esses três se eu for sincero. Não tem nada, a meu ver, nessa geração que se compare nem ao “segundo nível” de competição que tínhamos pouco tempo atrás (Stan, Delpo, Cilic nas melhores fases; isso se não considerarmos o Murray nesse grupo – para mim, ele está no grupo superior, mais perto do Big3 do que dos demais; incluiria até o Tsonga nesse grupo, já que ele, saudável, não fica devendo nada aos “next gen” citados). Então, como dito, ainda vejo uma grade distância entre o DelPo e o Zverev, incluindo a parte da carreira, como bem disse o Dalcim, pois além de tudo os desafios a serem superados pelo argentino são superiores ao que o alemão teve que enfrentar até aqui. É meu “approach” a sua questão.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Permita- me discordar , caro Groff . Murray somente venceu seu primeiro SLAM aos 25 . Novak somente em 2011 deslanchou de vez no Circuito aos 24 . Wawrinka levou seu primeiro SLAM somente próximo aos 29 . Alexander Zverev já levou CINCO MASTERS 1000 , dois ATP FINALS e um OURO OLÍMPICO aos 24 num Total de 19 ATPS. Del Potro apesar de precoce no primeiro SLAM , somente venceu seu primeiro MASTERS 1000 aos 30 e parou por aí . Nenhum ATP FINALS , num total de 32 ATPs . Sua melhor colocação foi TOP 3 também aos 30 . Sasha atingiu o TOP 3 aos 20. Ambos possuem vitórias sobre o BIG Four . Abs!

          Responder
  16. Alessandro+Siqueira

    Já me desculpando pelo repeteco, digo que a versão foi revista e atualizada:

    “Há uma nuvem de lágrimas sobre meus olhos
    Dizendo pra mim que você é história
    E que tá difícil voltar a ganhar
    Eu tenho feito de tudo pra desmerecer
    E provar que o sérvio é pior que você
    Mas a ATP não me deixa enganar

    Vivo inventando paixões pra fugir da saudade
    Mas o tempo passa e na realidade
    Até o Hurcacz te surrou demais
    Dá um vazio no peito, um pneu ruim
    Teve 6 a 0 e ali foi o fim
    Vou sobrevivendo e negando o Nadal

    Ah, jeito triste de ter você
    Longe das quadras e dentro do meu coração
    Me ensina a te esquecer
    Tá difícil suportar, é muita humilhação.”

    Responder
    1. Ronildo

      Eu também quero ser amado!
      Não consigo entender essa gente
      Em todo lugar ele é aclamado!
      Acreditem! Não sou carente!

      O que eu preciso mais fazer?
      Quero ser como ele!
      Necessito, anseio muito muito ter
      O reconhecimento dele

      Não sou invejoso
      É um sentimento horroroso
      Mas algo me consome
      Quero ser como o Homem!

      Meu pai diz que eu sou amado
      Assim durmo mais feliz
      Reconheço meu estado
      De interiormente infeliz!
      Mas enquanto eu viver
      Como ele, vou querer ser!

      Responder
      1. Daniel+C

        Hahahahaha, sensacional!

        Primeiro o sérvio tentou ser amado com imitações. Não deu certo. Aí partiu para o lado gladiador: soltava gritos após vencer rallys, rasgava a camisa, comia grama. Não deu também. Aí começou a partir pro lado “paz e amor”: contratando guru, abraçando árvores, etc. Continuou com a maioria da torcida contra. Até que finalmente resolveu deixar tudo isso de lado e foi em cruzada em busca dos recordes (facilitada pela entressafra que vivemos desde 2018). Mas aposto que como vc descreveu no seu brilhante poema, deve continuar infeliz por dentro, sentido que o outro continua mais admirado pelo público e pelos juízes e boleiros tb!!! Pelo menos o Djokovic ganhou uma nova legião de torcedores matemáticos! Kkkkkkkk

        Abs

        Responder
          1. Alessandro+Siqueira

            Torço por Djokovic desde 2007, quando percebi nele algo diferente e uma possibilidade de oposição ao duopólio Federer/Nadal. Vi a derrota para o suíço no Aberto dos EUA desse ano como um ponto de mutação e hoje tenho claro que a percepção estava aguçada e os números estão aí para que se possa dizer: 348 > 310, 07 > 5, 37 > 28 e 62 > 54. Poderia destacar outras questões, mas não se faz necessário. Os dados objetivos se impõe, gostemos ou não. Dessa forma, melhor ser tachado de torcedor matemático que de hipócrita. Sim, a galera que hoje tenta relativizar dados objetivos cansou de colocar 20 e 310 como sendo algo inatingível. Agora, como isso é história, entrou numa de dizer que não é bem assim. Enfim, durmam com o barulho do SENHOR DO TÊNIS, usando a expressão cunhada pelo Dalcim. Caso queiram, cantem NUVEM DE LÁGRIMAS revisitada, porque é o que resta.

        1. Paulo Sérgio

          “Entressafra desde 2018”.

          Vejamos: venceu Del potro na final do US OPEN de 2018; venceu Nadal na semifinal de Wimbledon em 2018 e depois confirmou o título; venceu Nadal na final do AO em 2019 depois de um verdadeiro show, ou seja, não deixou chances ao seu maior rival e segundo melhor do tênis; venceu Federer na final de Wimbledon em 2019; venceu Federer (CPF na nota?) na semifinal do AO de 2020 e depois ganhou de Thiem na final; não teve Wimbledon 2020; venceu o AO 2021 batendo Medvedev na final e Zverev na semifinal; venceu Nadal na semifinal de Roland Garros de 2021 e depois confirmou o título.

          Responder
  17. EDVAL+CARDOSO

    As vezes eu fico com sentimento de vergonha alheia aqui nesse blog, pois sempre que o Djokovic perde vem a turma dos antas, digo, ants, detonar o sérvio, que está acabado, não vai ganhar mais nada e mais um monte de idiotices.
    Gente, o cara ganhou esse ano simplesmente 3 dos maiores torneios e em um foi vice, fora os outros menores, em que ou foi campeão ou terminou nas fazes agudas, e isso aos 34 anos.
    Então não tem como não colocar Novak no mais alto patamar de favoritismo nos slans e masters 1000 em 2022.
    Achei que ele terminou 2021 no mais alto nível, que normalmente é o seu patamar, e que tirando a final do Us open, em que ele realmente se deixou contaminar por toda pressão que aquela final exercia, nas outras ele jogou no seu nível máximo, mas encontrou um alemão, que jogou um nível absurdo de tênis, mas que não é o seu normal, pois se ele jogar todos os jogos como jogou as semifinais de Tóquio e finais em Turim, aí realmente 2022 pode ser o ano de consagração de Zverev.

    Responder
    1. Sandro

      Amigo EDVAL,não se esqueça desse recorde MONSTRUOSO E SOBRENATURAL de 37 MASTERS MIL!!!
      O Roger FREGUSer ten 28 Masters Mil e não tem perspectiva NENHUMA de conquistar sequer mais um… Já Djokovic pode tornar esse recorde de Masters Mil mais insano do que já é!!!

      Responder
  18. Luiz+Fernando

    Rafa é o novo recordista de semanas com Top 10. Putz, mas Federer não tem mais semanas? Tem, mas Nadal tem mais semanas seguidas, e aprendi aqui q é isso q conta, mais um recorde de Federer q vai por agua abaixo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Aqui é diversão garantida kkkkkkkkkkkkkkk…

    Voltando a o q interessa, vi agora q Rafa estreará contra o vencedor de Thiem e Murray em AD, com grande chance do britânico vencer o austríaco e posteriormente o espanhol, pois vem jogando regularmente. Vencer Murray, seu provável adversário, q vem jogando em excelente nível, será um bom indicador para o espanhol, mas isso é improvável…

    Responder
    1. Sérgio+Ribeiro

      Errado : Este não é o recorde mais importante. Rafa Nadal já e’ de longe o recordista de Semanas CONSECUTIVAS como N 2 . Este ninguém tira do Touro kkkkkkkkkkk. Abs!

      Responder
  19. Ronildo

    Me diz aí Paulo F.

    Como um jogador com estilo defensivo como Rafael Nadal dominou um jogador ofensivo como Roger Federer!?

    Responde essa por favor, baseado na sua crença que Nadal dominou Federer em quadra.

    Responder
      1. Ronildo

        Cara, um tenista defensivo jamais poderá dominar outro que por natureza é ofensivo. Ainda mais alguém que apareceu com esta habilidade única como no caso de Federer. O máximo que ele pode fazer é correr de um lado para o outro na esperança que o oponente erre o próximo golpe ou não golpeie a bola como gostaria para sair das cordas. Porque você acha que a maioria dos jogos que Nadal venceu fez menos ppntos que o adversário? No caso de Federer deve ter sido 100% dos jogos que Nadal fez menos pontos. Isso jamais seria dominar, é no mínimo sobreviver e vencer a partida.

        Responder
        1. Paulo F.

          Ao menos esse outro ganhou DUAS VEZES de Rafa em RG, ganhou Roma, Monte Carlo e Madrid em cima de Rafa.
          Como é o desempenho de Roger contra Rafa em RG, Roma e Monte Carlo?

          Responder
          1. Sérgio+Ribeiro

            Leia de novo , “ Nobre “ . Apenas no SAIBRO. Na Grama Sagrada jogaram 4 ( Rafa também foge dos preparatórios ) , TRÊS vitórias do Craque Suíço rsrs. Abs!

    1. Valmir+da+Silva+Batista

      RONILDO, vou pedir licença para participar desse debate e responder a questão por você colocada. O que tenho a dizer é que, no tênis, atuar defensivamente não é o mesmo que jogar na retranca, a exemplo do que se vê no futebol, pelo contrário, requer muita paciência e sobretudo regularidade nos golpes, ao não se propor a atacar tanto a bola, ou a fazê-lo apenas em situação oportuna. Neste aspecto, considero Rafael Nadal o melhor de todos, tendo, sim, sido superior a Federer de 2008 a por volta de 2012, não porque Rafa é melhor ele e ponto, mas porque Rafa foi melhor no referido período, se valendo da tática a respeito da qual estamos tratando, inclusive ao vencer na grama de Wimbledonn, piso preferido de Roger, em 2008 e 2010. Só de 2012 em diante é que as coisas se equilibraram um pouco mais nos jogos entre ambos, mas ainda assim, no geral, o Rafa é que tem o comando numérico das disputas, são quarenta jogos, com 24 vitórias dele e 16 do Federer, e sempre optando por seu jogo de fundo de quadra…

      Responder
      1. Ronildo

        Ok Valmir

        Porém a questão principal é que não houve domínio, controle. Houveram mais vitórias, a maioria das vezes com muito esforço. Para falar em controle, domínio, a gente tem que citar exemplos de Federer vs Ferrer, por exemplo.

        Responder
          1. Ronildo

            Patético é entender errado o que lê e se ofender. Eu me limitei a dizer que Rafael Nadal não dominou Federer em seus vários confrontos. Jamais afirmei que Federer dominou Nadal.

  20. Maurício+Luís+*

    … E o Lógico sumiu de novo. Espero que não tenha pegado covid outra vez. Ou então é porque o seu anti-ídolo Nadal está no estaleiro, bem como o seu ídolo Fedrerer.
    2021 será lembrado como o ano do fim do Big 3. Virou Big Nole… mas mesmo ele, que ponha as barbas de molho.
    E essa alta do dólar vai dificultar ainda mais o acesso às bolinhas, raquetes e tênis. Mesmo antes disto, só classe média pra cima tinha condição pra manter/patrocinar um aspirante a profissional. Junte-se a isso falta de patrocínio, mensalidade de clube (quadras públicas são raras e muitas mal-conservadas), etc. No futebol, dá pra se jogar de pé no chão. Basta uma bola e 2 galhos de árvore de trave. Não vou ser ingênuo de dizer que deveríamos fazer como americanos, italianos, canadenses… porque são países ricos. Mas a Argentina é de terceiro mundo como nós, então bem que podíamos copiar o modelo dos hermanos. Do contrário, ficaremos eternamente dependentes de pontos fora da curva como Maria Esther Bueno e Guga.

    Responder
  21. Ronildo

    Ninguém quer ser sincero e responder porque Schumacher em 17 anos venceu 5 vezes o Grande Prêmio de Mônaco, Lewis Hamilton em 14 anos 4 vezes e Senna em 10 anos venceu 6 vezes?

    Responder
    1. Valmir+da+Silva+Batista

      Automobilístico RONILDO, já que é para ser sincero, então que assim seja: não seria por alguma diferença fundamental de uma raquete para outra, utilizadas pelos pilotos em questão?

      Responder
      1. Ronildo

        Sim, como ser recordista no circuito mais difícil da Fórmula 1, ou se desejar, no torneio de tênis mais difícil e mais importante como Wimbledom.

        Responder
        1. Paulo Sérgio

          Meu nobre. Não entendi seu argumento. Imagine Senna disputando a vitória contra um rival em Mônaco três vezes e perdendo todas. Sim, foi o que aconteceu entre Federer e Djoko em Wimbledon. Aí os dois pilotos tem a mesma quantidade de títulos mundiais (slams), mas Senna perde em outras estatísticas, tais como: maior número de vitórias na fórmula 1 (masters 1000); maior número de poles (semanas totais como número 1); recorde de pontuação (número de anos terminados como número 1). Bom, vou parar por aqui!!!

          Responder
          1. Ronildo

            Paulo Sérgio, vou explicar melhir para você a questão. Mas somente para você porque acredito que os outros entenderam. Eu entrei na questão argumentando que Senna foi o melhor piloto que já existiu. Evidentemente ele não foi o piloto que mais ganhou grandes prêmios nem foi mais vezes campeão do mundo. Então como ele foi o melhor piloto entre todos os outros? Como provar isso para uma pessoa aberta a raciocinar? Bom, acredito que existem 3 fatores que mascaram essa questão:
            1- o maior tempo de carreira de Hamilton e Schumacher
            2- o domínio dos carros que ambos pilotaram em relação aos concorrentes
            3- a condição de primeiro piloto da equipe, favorecimento que não existia na época de Senna. De qualquer modo Schumacher foi muito mais favorecido neste aspecto como todos sabem.

            Diante disso, como tirar a limpo quem dos 3, citando quem estaria no páreo em nossa época atual, poderia ser considerado o melhor piloto?

            Por fazer um teste nas condições mais adversas!!!!!!!!!!!!!!!!

            E que melhor teste seria este para a Fórmula 1 do que ver quem pilotava melhor na chuva e quem foi mais vezes campeão de Mônaco????????!!!!!!!!!!!

            Eu preciso lhe explicar o porquê escolher estes dois padrões para ajudar a entender quem foi o melhor piloto ?

            Se precisar, é só avisar.

            No caso de Federer, fica evidente que ele não explorou todo o potencial que tinha, principalmente durante o tempo entre os 20 a 30 anos (em média), (Somente em 2013 decidiu mudar a raquete para ficar mais competitivo frente ais principais rivais) e por isso outros tenistas com menos potencial chegaram e até altrapassaram os números dele.

      2. Sérgio+Ribeiro

        O fanático Ferrarista deveria saber que Mônaco é considerado o Circuito que separa os homens das crianças. Altamente seletivo o percurso de rua não admite deslises . Infelizmente o melhor acertador de carros para Luciano Benneton, Nelson Piquet , passou em Branco. Ao contrário Ayrton foi o Mr . Mônaco. Simples assim . Abs!

        Responder
        1. Gustavo

          No quê o teu comentário tem a ver com o quê o LF escreveu? No que o teu comentário tem a ver sobre na F1 valer o critério de número de títulos e no tênis, porque o Djoko supera Federer, não?
          Pô, Sérgio, me ajude a te ajudar né? Kkkkk

          Responder
          1. Sérgio+Ribeiro

            Fica mal pra excelência que chegou de paraquedas , somente se meter em fofocas . Nossas divergências sobre Tênis , Fórmula 1 , e Futebol são de muito rs . Comentários que e’ bom sobre o Esporte não vejo o meritíssimo juiz se aprofundar . Entrarei em breve com agravo regimental rsrs . Abs!

          2. Sérgio+Ribeiro

            Ps . Se Ayrton Senna é considerado o maior de todos , como é que sua excelência afirma que ali vale o número de títulos ? . Desde quando o Sérvio superou os 20 SLAM ? . Desde quando superou o número de ATP FINALS ? . Desde quando superou os 103 ATP ? . Desde quando superou o número de Semanas consecutivas no TOPO do Ranking ??? . O Sérvio AINDA não superou Roger Federer em vários quesitos . Se liga , excelência kkkkkkkkkkkkkk. Abs!

  22. Helena

    Nobre Dalcim,

    Gostaria de deixar uma sugestão para um post futuro (Não sei se algo assim já foi feito), que seria analisando os treinadores. Aqueles que causaram maio e influência no jogo dos atletas e um pouco dos melhores e diferentes treinadores do circuito.

    Como fã do Nole, não consigo imaginar a carreira dele sem o Marián Vajda e fico pensando se algum treinador teve uma importância tão grande na carreira do seu pupilo como ele. Também acho interessante a contratação do Becker, que na época foi contestada pela diferença de estilos, mas hoje em dia é considerado um grande acerto. Edberb e Ljubicic também me parecem ter trazido uma segunda juventude ao Fedex. Isso sem contar todos os outros que não conheço. No circuito atual gosto muito do Giles Cervara, do Piatti e Ferrero. Além da evolução nos jogadores, também vejo como diferencial a sinergia entre mestre e pupilo.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Helena, incluiria Magnus Norman com o Wawrinka, passou a vencer GS e bater nos grandes após a parceria, e Ivan “o terrível” Lendl, fazendo o Murray finalmente vencer Slams, além do ouro olímpico.

      Responder
      1. Helena

        Ótimas lembranças, Miguel! Realmente foram fundamentais na carreira dos dois. Eu queria muito que Air Shapo investisse em um treinador que conseguisse explorar todo o potencial que ele tem (acho que é o mais talentoso desse faixa 22-26).

        Responder
        1. Miguel BsB

          Shapovalov precisa urgentemente de um técnico que o faça parar de jogar 100% no risco o tempo todo. Que o faça entender que muitas vezes é melhor ficar no ponto, ver se o adversário erra tb.
          Um cara tipo Brad Gilbert ou algum espanhol com mentalidade “saibrista”…

          Responder
  23. Jose+Nilton+Machado+Dalcim

    Pessoal, queria avisar que está no ar o Podcast da semana com análises e entrevista com Gustavo Heide. O link é: https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/91585/Podcast-Heide-nao-se-surpreende-com-arrancada/. Já já estará também no Deezer e no Spotify. E recebi este vídeo incrível do jornalista Eloi Silveira, lá da França. Será que ainda dá para discutir quem é o Goat: Vejam: https://twitter.com/eloisilveira/status/1462085477767524358?s=20

    Responder
    1. Sérgio+Ribeiro

      Chega mesmo a emocionar . Com aquela bola da época ( famosa G 18 rs ) , e com chuteiras meia boca , o genial Craque em gramados tenebrosos , fez tudo do melhor que outros fizeram no FUTURO . Não dá pra comparar …Abs!

      Responder
    2. Willian+Rodrigues

      Pelé foi um cara genial, que realizava jogadas diferentes, inusitadas, surpreendentes… Vide o drible de corpo no goleiro uruguaio em 1970. Pra mim, a jogada mais sensacional da história do futebol, porque foi inédita e planejada / executada numa fração de segundos! Habilidoso nos dribles, grande finalizador, chutava com ambas as pernas (mais de 200 gols com a canhotinha, salvo engano).
      Foi muito efetivo, porque fez mais gols e obteve mais títulos importantes. Três Copas do Mundo pela seleção já superam qualquer outro recorde de títulos, qualquer contra-argumento. Enorme inteligência emocional – substituir outro craque aos 16 anos de idade, e já ser um dos jogadores mais importantes do time de 1958?
      Se esse cidadão tivesse optado por jogar na Europa… Quantas Champions League teria vencido, hein?!
      Indiscutivelmente, o GOAT do futebol.

      Responder
      1. Luiz+Fernando

        Pelé é um atleta da estirpe de um Ali, de um Jesse Owens, qualquer palavra diferente de genial, gênio, espetacular, inigualável etc é pouco p definir o cara. E olha q passei muita raiva quando ele jogava contra nós…

        No futebol, esse é o GOAT…

        Responder
  24. Arthur

    E o Federer segue com a tática do português da piada, quando fala da sua aposentadoria.
    Ontem, o gato subiu no telhado. Hoje, o gato caiu do telhado… hehehehe

    Responder
  25. Miguel+BsB

    Voltando rapidamente a um assunto que surgiu no post anterior…
    Primeiramente, quiseram colocar Zico no mesmo patamar de ídolo nacional como foram Senna e Pelé…nunca! Estes 2 foram ídolos nacionais, Pelé tri campeão mundial pela seleção . Zico é o grande ídolo da maior torcida do Brasil, mas não é um ídolo nacional. O corintiano, palmeirense, colorado, cruzeirense, vascaíno, botafoguense, São Paulino, gremista, etc, tem outros ídolos muito maiores que Zico. E muitos deles mais vencedores e tão craques quanto, ou mais…
    Já disse em outra oportunidade, não me atrevo a comentar sobre automobilismo pq não é minha praia, um dos poucos esportes que não acompanho (assisti o último GP do Brasil dps de anos sem ver uma corrida, e dei sorte e escolhi muito bem, pois foi um show, em todos os sentidos, do Hamilton. Uma corrida espetacular!) Aliás, não vi muitos comentários o colocando como o GOAT, e já acho que ele tem cacife pra entrar com tudo nessa discussão…
    Pra finalizar, acho um absurdo esculhambarem a memória de um dos maiores ídolos nacionais, esse sim de todos, ou da grande maioria dos brasileiros…aliás, um ídolo mundial. Não à tôa é reverenciado por Hamilton. Não à toa, em 2018, me surpreendi quando estive em Lisboa, e vi um grande outdoor da TAG Heuer, com a imagem do Senna. Em um país estrangeiro, de uma empresa estrangeira, 24 anos após a sua morte.
    Mas, tb acho um absurdo esculhambarem gênios, ídolos e craques do tênis como Federer, Djokovic e Nadal, mas é o que mais temos visto por aqui…

    Responder
    1. Miguel+BsB

      *retificando: na verdade, colocaram o Zico como um ídolo brasileiro maior (!) que o Senna, o que é um absurdo e só pode ter partido de um flamenguista…

      Responder
      1. Sérgio+Ribeiro

        Então, Miguel . Senna obviamente está a frente de Zico . Mas de onde tirastes que o Craque não é um ídolo Nacional ??? . Tu não pegastes o auge do Galinho pois começastes por volta de 1986 segundo seus relatos em relação à Maradona. Gostaria que citastes os tais jogadores acima do Galinho. Nos Brasileiros ganhos pelo Atleta , sobrou pra Atlético Mineiro , Santos , Grêmio e Internacional. O cara teve uma visibilidade monstro. O meia-atacante com maior número de gols no Brasil e na América do Sul tirando ELE . Abs!

        Responder
          1. Sérgio+Ribeiro

            Rivellino foi um Craque na acepção da palavra, caro Ronildo . Barrado por João Saldanha na sua posição , acabou sendo um dos 4 camisa 10 escalados naquela maravilhosa Seleção de 70 . Mas a grande seca de Títulos no Corinthians, fez com que Riva nem de longe possa ser comparado a um jogador ambidestro , vencedor de todos os Títulos possíveis num Clube , e um baita Artilheiro na Seleção. Mais do dobro de gols marcados com o mesmo tempo de carreira . Daí que não dá pra comparar . E’ óbvio que a meu ver . ABS !

        1. Miguel+BsB

          Sérgio, como disse é claro que o Zico é um grande ídolo, pois é o maior ídolo da maior torcida do Brasil.
          Vou listar uns jogadores acima do Galo rapidamente e de cabeça aqui, não necessariamente nessa ordem de grandeza:
          Pelé, Mané, Didi, Rivelino, Ronaldo, Rivaldo, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Tostão, Zidane, Cruiyf, Ademir da Guia, Maradona, Messi, Cristiano Ronaldo…
          Zico entra na disputa com Platini, Beckenbauer, Falcão, Sócrates, Van Basten, Reinaldo, Gerson, Alex, Riquelme, Renato Gaúcho, Bobby Charlton…
          Obs: sábado vms segurar a máquina flamenguista, Abel vai dominar taticamente o Renato, e iremos ser tri da Libertadores! Dudu, Veiga, Rony e quiçá Scarpa vão brilhar. Weverton, Gomez e Felipe Melo vão segurar as pontas lá atrás! 🙏

          Responder
          1. Ruy+Machado

            Miguel, vc colocar Zico, Platini, Beckenbauer e Falcão no mesmo nível de Renato Gaúcho e colocar Romário e Rivaldo acima do quarteto que citei, é brincadeira… Melhor você falar de tênis… Rsrsrs Nem questionei Ademir da Guia, pois foi um craque de primeira linha e é ídolo máximo de seu time de coração… Mas abaixo de Zico em representatividade e futebol! Falamos depois do dia 27! Saudações Rubro Negras!

      2. Ruy+Machado

        Engraçado é que a imprensa internacional chamava o Zico de “White Pelé”, e não um flamenguista… Eu vou concordar com vc, Miguel, que Senna e Pelé (esse sim, GOAT incontestável) estão à frente de Zico como ídolos nacionais e acredito que APENAS esses dois estão à frente do Galo, se fosse possível mensurar cada um deles em seu ápice da carreira. Faça uma pesquisa das principais revistas esportivas da década de 80 (Revista PLACAR, a mais emblemática) e verá que Zico é o recordista de capas e reportagens… E a Editora Abril é de São Paulo… Rsrsrs. E lembre-se que a maior torcida do Brasil (dizem, do mundo) está do Norte ao Sul do país. E tem aqueles que idolatram o Zico sem ser, necessariamente, torcedor do Flamengo… E são milhões! Então, besteira forçar a barra em algo diferente de Zico nunca ter sido um símbolo ou ídolo nacional… Abc e bom dia.

        Responder
      3. Carlowagen

        Neste caso, não partiu de um flamenguista. Isto não deveria te fazer pensar?

        Senna disputou meia dúzia de corridas no Brasil. Zico (como muitos outros ídolos, todos abaixo de Pelé). Jogava duas vezes por semana. Ele era visto e lembrado. Estava nas discussões do café de Segunda-FEira, na volta ao trabalho, na memória viva das crianças de todo campinho de futebol de todas a torcidas (assim como Sócrates, Falcão, Ronaldo, R. Gaúcho, Kaká e outros mundo afora).

        Já Senna foi ídolo de quem entrava em seu Fusca rebaixado (com todo respeito, pois também tive o meu, embora para eu ele fosse apenas um meio de transporte), e saia fazendo suas acrobacias, que nem sempre tinham final feliz, para si mesmo e muitas vezes para os outros também. Quantas crianças não perderam pai, mãe e familiares para um acidente de trÂnsito de alguém espelhado neste “ídolo”.

        SEnna “inspirou” uma geração de “colegas distantes” que tive. Alguns perderam a vida ali entre Morungaba e Amparo, em suas motos que vão a “299”, outros tiveram toda a sorte de problemas com acidentes em seus carros, outros se safaram e atingiram a maturidade. Nunca gostei.

        E convenhamos: Não dá, né??? Um ídolo de um esporte lamentável que tanto problema nos causanão deveria ser exemplo de nada. Esporte deve ser vida (e não morte).

        O espaço da Fórmula 1 na TV deveria ser substituído por programas de conscientização sobre direção segura, e o mundo seria um pouco melhor.

        Responder
        1. Fernando Brack

          Rapá! Vc escreveu uma coisa muito non sense aí. Então a F1 é responsável por acidentes de trânsito e por isso ídolos desse esporte não deveriam ser admirados? De onde vc tirou uma asneira desse tamanho?

          Responder
        2. Fernando Brack

          Caso vc nunca tenha ouvido falar, muito da segurança que hoje usufruimos nos carros de passeio é oriundo de desenvolvimentos produzidos nas competições, em particular na F1.

          Responder
          1. Carlowagen

            Meu Caro,

            Não é o automóvel nem o desenvolvimento de carros que mata>
            – O que mata é a ação de quem assiste as corridas e quer levar o que vÊ na TV para o próprio Universo em que vive saindo com seu carro para fazer o que o “seu ídolo” faz lá no Bahrein.

            Também não é a arma de fogo que mata: O que mata, na verdade, é o que se faz dela, e as razões são conhecidas (poderia fazer uma lista abaixo).

            Que ao invés de assistir corrida do seu ídolo (que influenciou muita gente a passar dos limites na rua), vá jogar tênis ou futebol, que são bem mais saudáveis.

            Seguindo o mesmo pensamento, ao invés de discutir Senna, vamos continuar discutindo quem é o GOAT do futebol, do tênis ou até mesmo da bolinha de gude , “bets” ou amarelinha:

            https://revistaviver.com.br/?p=35761

          1. Carlowagen

            Eu posso estar enganado, mas acredito que o abs (e outras tecnologias) sao/seriam desenvolvidas com ou sem a formula 1 e outras modalidades do automobilismo.

        3. Jose Yoh

          Carlowagen, penso que isso tem mais relaçao com a falta de educaçao e respeito no transito do que com a F1 e seus ídolos. O povo nunca foi cuidadoso e respeitoso no transito e nas rodovias, mesmo antes do Senna.

          Senao na Alemanha teriamos mais mortes de carro, com Shummy e Vettel.
          Abraços

          Responder
    2. Gildokson

      Miguel, como na maioria das vezes concordo demais com você, eu lendo aquilo tudo e relembrando minha infância e adolescência fiquei abismado de como alguns se referem ao Senna naquela resenha. Coincidentemente a ala nolista era a maior parte dos que tentaram diminuir a lenda.

      Responder
        1. Miguel+BsB

          Sempre Paulo! Discordar faz parte, mas sempre, (ou quase sempre rs), com civilidade…
          Gildokson tb sempre participa do debate, mas nunca o vi desrespeitando ou agredindo alguém.

          Responder
    3. Jose Yoh

      Miguel, nao há dúvidas sobre Zico ser um ídolo nacional, pelo menos naquela época. Ele é um dos maiores nomes do futebol mundial da década de 80 e tem fas até no exterior (Japão por exemplo). Agora também nao temos dúvidas de que se fizermos uma votação nacional vai dar Pelé ou Senna.

      Sobre Senna ser ou nao o GOAT, gostaria de resumir aqui:

      – Sua performance na chuva e na volta de classificação mostram o quanto ele era superior aos demais pilotos da época.
      – Ele é uma lenda, turistas do exterior visitam seu túmulo até hoje;
      – Ele tinha uma aura de super piloto e um carisma que só os grandes de verdade tem.
      – Mesmo com menos números, está em todas as listas de GOATS que eu conheço, sempre nas 3 primeiras posições senao a primeira.
      – É o ídolo do maior piloto atualmente, que pelos números seria o atual GOAT. Prestou uma homenagem muito sincera no último GP do Brasil. Procurem também um vídeo antigo do Hamilton dirigindo a McLaren de Senna e verão a que nível chega a idolatria.
      – A história da F1 é separada entre antes de sua morte e depois. Muitos pilotos só estao vivos até hoje porque a segurança aumentou muito, inclusive Schumacher.

      Claro que é uma discussao sem fim como no tênis, mas é preciso lembrar que ele jamais será um GOAT Paraguaio.
      Abs

      Responder
  26. Marcus

    O momento é de virada na carreira de Djokovic. Como o sérvio de bobo não tem nada, já percebeu a encrenca em que está se enfiando e está tratando de ajustar seu jogo para garimpar mais uns Grand Slams. Não há mais dúvidas que Novak é o maior jogador de tênis que já pisou numa quadra, e isso ocorreu por que ele é o jogador mais bem adaptado, física, técnica e taticamente aos padrões do circuito atual. Se Borg, Federer e Nadal são melhores por a, b ou c motivos, cada um que trate de arrastar a brasa pro seu lado. Mas os números pertencem ao sérvio. O seu domínio no fundo de quadra, seu ganha pão até então, já não é mais tão exuberante. Medvedev e Zverev já parecem estar no nível ou até mesmo um degrau acima na consistência e na profundidade das trocas de fundo. Djoko já não consegue mais jogar tão a vontade e em cima da linha de base, recuou um pouco, mas passou a servir ainda melhor, tem ido mais a rede e certamente irá precisar encurtar os pontos cada vez mais daqui pra frente. A curva da carreira está aí, a geração mais jovem equilibrou o fundo de quadra, a idade vai impondo limitações mínimas mas que já impactam e parece que a partir do ano que vem o sérvio já parece precisar de uma chave favorável pra voltar a ganhar Grand Slam na quadra dura. Isso não é nenhum demerito. Pelo contrário.

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    1. Sérgio+Ribeiro

      Somente pra rememorar , espertíssimo L.F . Sempre fostes torcedor fanático de Nadal . E se utilizava desta frase mais que surrada lá em 2013 . Qual a posição do Espanhol em número de Semanas SIM / NÃO CONSECUTIVAS no TOPO do Ranking ? . E em Número de ATP FINALS.? És ou não disparado o diversão garantida kkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

      Responder
        1. Sérgio+Ribeiro

          Errado : Ele e ti torcem por Djokovic e Nadal . Ou melhor , trocaram o Espanhol pelo Sérvio . Na verdade prevalece o ” tudo menos Roger Federer ” kkkkkk. Abs!

          Responder
    2. Jose Yoh

      Nunca entendi muito a sua (e de alguns outros aqui) obsessão / ódio pelo Federer. Surpreende mais ainda que vocẽ torça pelo sérvio, em um momento onde Nadal está prestes a conquistar um 21o. slam e pelos números ser o GOAT.

      LF vocẽ e esses outros precisam perceber que a torcida federista já baixou as orelhas faz tempo.
      Aqueles de quem voce quer se vingar nem estao mais por aqui.
      Abs

      Responder
      1. Luiz+Fernando

        Mas ainda tem alguns aqui q é sempre ótimo provocar, eles caem em todas as minhas provocações e acima de tudo sofrem, sofrem, sofrem muito mesmo com a realidade dos fatos. Abs.

        Responder
  27. sander

    Dalcim, boa tarde. Parabéns, novamente, pela matéria!! Seu site é diferenciado. Vc tem uma facilidade enorme de nos transmitir os detalhes do tênis de maneira empolgante! Parabéns!

    Dalcim, com essa nova geração de altura extraordinária e de mobilidade cada vez maior, será que a ATP e os torneios não farão alguma mudança no piso (nas regras, não acredito) para tornar os jogos mais interessantes? Particularmente, não acho empolgantes jogos em que o saque indefensável (ou perto disso) seja a regra. Essa mudança para um piso muito veloz em Turim não me parece um caminho sensato com essa geração “girafa” que vem aí. O que acha?
    abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu na verdade sou favorável à versatilidade dos pisos, o que automaticamente exige versatilidade dos tenistas. Houve, é verdade, o aumento de velocidade de alguns torneios e não vejo isso algo ruim. A lentidão do circuito traz equilíbrio e jogadas mais longas, mas ao mesmo tempo torna o jogo extremamente mais físico e aí temos visto o enorme desgaste dos jogadores. Raramente alguém consegue jogar bem duas semanas seguidas e quase ninguém joga três. Então o piso veloz economiza nessa aspecto e por isso achei acertada a decisão de Turim de acelerar um pouco mais, pois tínhamos visto o enorme desgaste em Paris.

      Responder
  28. Renato+Veneziano+Toniol

    Mesmo tendo um segundo semestre abaixo das expectativas (digo isso pelo fato de se esperar dele a consagração eterna ganhando o ouro olímpico e fechando o Slam da temporada no US Open, além de igualar Federer em Finals), é muito cedo para decretar o declínio de Novak Djokovic.
    Que o seu domínio não é o mesmo de outrora, isso é nítido, até pelo fato de a nova geração estar mais “encorpada”, e como disse o Meligeni nas transmissões, passarem a acreditar mais que podem vence-lo, porém, lembremos que o seu final de 2020 também não foi dos melhores, tendo perdido inclusive duas partidas no Finals, uma delas sendo surrado pelo Medvedev.
    Mas veio 2021 e o cidadão seguiu quebrando recordes, ano após ano vem incorporando novos fundamentos em seu jogo. Ele está longe de ser o melhor voleador do circuito, mas melhorou absurdamente nesse quesito e não titubeia quando precisa avançar junto a rede. Até seu slice, que embora tenha uma técnica “estranha” rs, mas ele consegue utilizar muito bem. E falemos também do seu famoso Djoko smash. Quantos em situação difícil que ele vem cravando com segurança, algo impensado até pouco tempo atrás.
    Se analisarmos fisicamente, Nole não parece possuir um declínio significativo, embora com a idade mais avançada, obviamente já não é mais o mesmo.
    Por fim, chegamos a conclusão que ele entrará 2022 favorito a seguir quebrando recordes (dificilmente não terá o recorde de maior vencedor de Slam) e ganhando inúmeros títulos, porém, para o bem do tênis, creio que terá de agora em diante adversários a altura para desafiá-lo nos principais palcos do tênis.

    Responder
  29. Manoel Cruz Cabuga

    Dalcim, 10 títulos de Grand Slam tanto pra Zverev quanto pra Medvedev, você acha possível?

    Se for fazer os cálculos, talvez eles tenham mais uns 8/9 anos no topo, ganhando um por ano e num bom ano ganhando dois, acho viável.

    Responder
    1. Rafael+Azevedo

      Isso, se não surgirem outros nomes de peso, nesse período. Ao Alcaraz e o Sinner estão chegando aí. Os canadenses têm potencial. E ainda tem o Thiem. Ele pode retornar em alto nivel.

      Acho que Medvedev e Zverev só terão número tão altos assim, se apenas os 2 (e mais 1, no máximo) dominarem o circuito completamente. Pois já esti numa idade considerável.

      Responder
    2. Paulo Sérgio

      Prezado,

      Calma. Lembro-me de um tal sérvio que se intrometeu nao briga de um espanhol e de um suíço e acabou superando os dois. Pode ser que no futuro apareça outro jogador que supere Zverev e O russo. Pode ser o Sinner ou o Alcaraz. Só o tempo dirá!!!

      Responder
        1. Sérgio+Ribeiro

          Ps . Pete Sampras com apenas 11 MASTERS 1000 , esteve na briga pra muitos , exceto pra Turma da Kombi que afirma que o Sérvio é também o Rei da Grama rsrs. Abs!

          Responder
        2. Paulo Sérgio

          Em slams está empatado (20 a 20). Vamos ver o restante: 9 masters 1000 de vantagem 37 vs 28); 348 semanas totais contra 311 como número 1; 7 anos terminados como número 1 contra 5; 27 a 23 no H2H; 4 a 1 em finais de grand slams; 3 a 0 (1 delas de WO) em finais de ATP Finals; 3 a 0 em finais de Wimbledon; Mais títulos de slams depois dos 30 anos. Quer mais?

          Responder
    3. Valmir+da+Silva+Batista

      MANOEL CRUZ, creio que eles vão levar mais tempo para conseguir ganhar dez grand slam do que o Sampras levou toda a sua carreira para ganhar catorze da mesma série, e isto se conseguirem. Não é discordando de você, “apenas” não vislumbro cenário com tais números de slam, no que se refere aos tenistas em questão. A meu ver, eles estão mais propensos a atingirem o patamar de um Andre Agassi ou um Mats Wilander, com oito e sete grand slam, respectivamente, algo que os talentosos Guillermo Vilas e Andy Murray, por exemplo, jamais conseguiram, ambos com quatro e três grand slam, respectivamente. Mas claro, aguardemos a sequência dos anos, quem sabe eu não seja agradavelmente contrariado…

      Responder
  30. Guimarães

    Quando me interessei pelo tênis, os grandes nomes eram : Jim Courier (EUA) Pete Sampras (EUA)Boris Becker (ALE)André Agassi (EUA) e nosso querido Guga, que não fosse pelo quadril, iria mais longe. Comecei a jogar tênis ai. Toda essa turma aos poucos foram superadas pelo REI ( Roger Federer) Djoco e Nadal. Então é tudo normal. Quem joga tenis sabe ! sua mente sabe o que fazer, mas seu corpo já não responde com a mesma eficiência. Dai começam as lesões com mais frequências e você percebe que tem que selecionar menos torneios e cuidar mais da parte física. Com o tempo, tem que parar e jogar só por diversão, é assim em todos os esportes, e realmente vem vindo uma nova safra, que ainda não estão no auge, mas com certeza, deixarão um um legado para o futuro. Como disse um amigo aqui, tudo indica que serão; Zverev, Medvedv, Tsitispas e Thien . Podem aparecer outros e algum desses pode ficar pelo caminho. O que importa é que estamos vendo um tenis de alto padrão . A ciência tem ajudado para isso . Sucesso para todos e que nos brinde com grandes apresentações.

    Responder
  31. CarloWagen

    Uns curtem o tênis, outros o volley e ainda outros conhecem melhor o basquete.
    Alguns amam matemática, outros física, química e ainda outros adoram o “português”.
    Uns são visuais, alguns auditivos e outros ainda sinestésicos.
    Ainda outros não conhecem a língua escrita,
    Mas mesmo assim têm o dom da palavra de forma bem pronunciadat (a ponto de se tornarem presidentes da república!)

    E assim é a vida:
    Enquanto uns choram outros riem. Uns erram no português, outros no corte de cabelo e na barba.
    Alguns exageram na medida, outros no tom
    Alguns torcem para o Djokovid, outros para o Federer e ninguém para o Bellucci.

    E assim vamos levando e aturando a turminha da mamadeira de leito ninho…
    Que pensam no seu ídolo enquanto tomam a mamadeira de toddynho
    Pois trata-se da maioria!

    E viva as diferenças!!!

    Responder
  32. CarloWagen

    Tremendo ano do Djoko.

    Mas… nao ganha nada relevante (para as altas pretensões dele e dos fãs) desde Wimbledom. NÃO ganhou USOpen, NÃO ganhou olimpíadas e NÃO ganhou o FINALS.

    Eu achava ele franco favorito para o AUSOPEN. Mas…fico aqui com uma pulga atrás da orelha para o AUSOPEN:

    – Será que trata-se apenas de uma coincidência, ou temos mais dois postulantes eventualmente prontos para usurpar o trono já em 2022, começando a abrir caminho?

    Seria bem interessante para a “rinha de torcedores de GOATs”, se Medvedev ou Zverev ganhassem o AUSOpen/2022.

    Responder
  33. Vitor+Hugo

    Quero parabenizar o Daniel C pela coragem de escrever o que pensa, até porque, vivemos em um mundo perigoso, onde torcedores de tênis(do sérvio em questão) até ameaçam de morte ou invadem seu face …
    Suas palavras são sempre coerentes e vão ao encontro do que muitos pensam.

    Responder
        1. Cláudio+Bernardo

          Não assito mais Zorra Total, nem Hermes e Renato, prefiro ler as mensagens aqui do blog e dar ótimas gargalhadas.

          KKKKKKKKK

          Muito bom.

          Adje.

          Responder
    1. Daniel+C

      Obrigado, Vitor! Entendo o que você quis dizer, eu já fui perseguido por torcedores fanáticos por dar minhas opiniões. Na época, eram torcedores do Nadal (mas que foram aos poucos migrando para o Djokovic conforme perceberam que o sérvio teria mais chance de chegar em alguns números do suíço). O melhor a se fazer é se proteger mesmo e não perder muito tempo com essa turma. Hoje em dia estão mais comportados pq o sérvio conseguiu os números que eles tanto queriam, mas ainda existe a frustração de perceber que há coisas que os títulos não compram (admiração) rs.

      Abs!

      Responder
    2. Thiago+Silva

      Eu tinha um parente que chamava Rubiel, ele vivia na frente do espelho conversando com si próprio como se fosse outra pessoa, pena que não tinha Internet na época, de repente ele podia entrar num fórum e expressar as múltiplas personalidades dele.

      Responder
      1. Marcelo+Costa

        Eu li a biografia do Federer, confesso que é chata, pois, ele teve na vida o que teve no tênis, uma vida quase perfeita, sem sustos, sem desafios.
        Vale a leitura mas saibam que o final, o início e o meio são felizes e perfeitos.

        Responder
  34. Groff

    “‘Saque foi a chave da partida’, explica Medvedev”. A chamada do Tênis Brasil ilustra o que falei no meu comentário anterior, sobre o fato de o russo não ter achado o tempo do primeiro saque para ser mais incisivo e colocar mais pressão no Zverev. Daí vem um game de saque mais ou menos, com a quebra subsequente e, em quadras rápidas, adeus set. Com o Medvedev num dia mais “normal” no saque, o jogo poderia ter ido fácil para dois ou três tiebreaks. Mas, quando um jogador saca nesse nível, ou você é o melhor devolvedor da história (o Nole levou a semi até o terceiro, o que achei impressionante) ou precisa proteger o próprio saque muito bem e fechar rapidamente seus pontos para não deixar o adversário confortável na hora de sacar. Lembrei mais cedo do próprio Sacha, numa final de saibro (quase certeza que foi Madri em 2018), em que o andamento foi similar ao de ontem, incluindo o placar se não me engano. Também lembrei daquela fatídica queda do Federer para o sensacional Tsonga em Wimby de 2011, pois, guardadas todas as proporções aplicáveis ao caso, o andamento dos três sets finais foi mais ou menos assim também, com o francês aplicando triplo 6/4 após ter perdido as duas primeiras parciais, acelerando o jogo a partir do primeiro saque e sem errar praticamente com a bolinha na mão. Espero que o Finals de Turim seja um prenúncio do retorno das quadras mais rápidas como a base do circuito. Difícil, mas não custa sonhar.

    P.S. Mesmo com a quadra veloz, ainda lembro de um ponto com 23 trocas na final de ontem. Ou seja, não precisamos de quadras lentas em todo o circuito para ter ralis emocionantes.

    Responder
    1. Sérgio+Ribeiro

      Exato , Groff . Tem muitos que assistem os jogos e falando simultaneamente na Whats rs . Incapazes de ver que houveram 30 trocas acima de 9 pontos entre Novak e Sasha ( este ganhou 20 ) . Daí uma quadra que não permite empurrar bolinhas esperando o erro , pra muitos é somente Saque . Gostam de maratonas de 5 horas e meia como faziam principalmente Novak e Murray e consideram “ partidas épicas “ . De parabéns o AOPEN, já copiado pelo USOPEN, e agora uma tendência também para os MASTERS, onde o N 1 se adapta perfeitamente. O Sérvio não perdeu nas devoluções, e sim nas trocas onde Sasha estava inspiradíssimo . MEDVEDEV em nenhum momento pois culpa no piso e sim em si próprio. A quadra do ATP FINALS Next Gen estava também rapidíssima e o jovem Espanhol Carlos Alcaraz, se deu ao luxo de botar a cara na rede várias vezes . Abs!

      Responder
    2. Paulo+Almeida

      Quadras velozes como essa sempre estiveram presentes no circuito, Groff. E como já conversamos anteriormente, isso não impediu títulos do Djokovic (que bom que citou Wimbledon 2011).

      Você prefere esse tipo de quadra, enquanto eu prefiro intermediárias (nem tão lentas e nem tão rápidas).

      Abs.

      Responder
      1. Groff

        Olá, Paulo. Sim, sempre existiram, mas ficaram cada vez mais raras, ao passo que a lentidão foi se tornando a regra. Aliás, o que chamamos de “rápidas” hoje em dia provavelmente nem sequer o são de verdade. Abaixo, o único post fundamentado com a velocidade dos M1000 que encontrei mostra que nem sequer as quadras intermediárias, citadas por você, são padrão, e sim as “slow” ou “medium slow”:

        https://www.ubitennis.net/2016/10/atp-reveals-court-speed-of-all-nine-master-1000-events-and-atp-finals-shanghai-is-the-fastest/

        E veja que o que parecia ser o paradigma de rapidez, Shanghai (não, não é Cincy), é “medium fast”. Não há mais quadras realmente rápidas nos Masters e isso está meio que refletido no circuito em geral. Abraço.

        P.S. Estou curioso para saber a velocidade efetiva de Turim. Alguém viu alguma análise a respeito?

        Responder
  35. Jorge Alfonso Theilacker

    Parabéns ao Zverev! Jogando muito e de maneira consistente! Forçou na direita do Medvedev, aliando agressividade, consistência e frieza.
    Ele joga bem em quadras rápidas e de saibro. Acho que é grande candidato a ser número um!

    Responder
  36. Rafa

    VALMIR DA SILVA BATISTA,

    quando incitado (por ter falhado em ver a manchete na home de tenisbrasil sobre a vitória de Garbiñe Muguruza no finals feminino POUCO DEPOIS DA PARTIDA TER TERMINADO, com extensa cobertura, falha essa que o levou a dizer uma MENTIRA sobre a não cobertura desse torneio – e de vários outros), repito, quando incitado por um colega a defender a causa da tenista chinesa PENG SHUAI, o senhor SAIU PELA TANGENTE do que julga serem argumentos bem construídos, estruturados e fundamentados lançando um

    “mas fazer o quê de prático, quem sou eu?”

    Eu respondo: há gente que não conta, não faz propaganda, mas escreveu no twitter para a Embaixada da China no Brasil VÁRIAS VEZES, chegando ao destempero de adicionar à hash WhereisPengShuai os dizeres “Cadê a Tenista estuprada pelo premiê, seus malditos?”. Essa mesma pessoa FOI ATÉ O CONSULADO DA CHINA EM SÃO PAULO (ironicamente, na Rua Estados Unidos) protestar e cobrar satisfações, APESAR DE SER UM ZÉ NINGUÉM e NÃO TER PASSADO DA PORTA. Antes que os pasp… digo, desavisados de sempre venham se meter, reservei esse tempo pois EU faço meus próprios horários, desde que cumpra com o DEADLINE dos meus projetos.

    Fazer o quê? Fazer BARULHO, como o MUNDO inteiro fez.

    “Ah, mas eu não moro em SP”.

    Beleza, VALMIR, a China tem representações em vários locais do Brasil, basta olhar no site.

    Concluindo: O Sr. não se cansa de vir aqui repetir, DE MANEIRA INVERÍDICA, que o site Tenisbrasil não cobre o circuito feminino como deveria. EU, QUE LEIO O SITE, lhe digo que o Sr. MENTE. Não contente, destila uma verborragia incoerente e agressiva, na tentativa escrota (para usar SUAS PALAVRAS) de construir um ARREMEDO de argumentação.

    Sr. Valmir, a democracia exige tolerância, mesmo com os mais pentelhos, mas também dá liberdade de expressão e opinião.

    A minha é de que o Senhor enche o saco de forma fenomenal, e é apenas mais um guerreiro dos teclados. Na vida por trás dos teclados eu não sei, mas chega de escrever porque agora fiquei com vontade de comer BANANA.

    É isso.

    PS: Não tenho nada contra o POVO chinês, um país cuja cultura admiro muito, sou fã de VÁAAARIOOOS chineses, Lee Jun-fan (tb conhecido como Bruce Lee), Jack Chan, Jet Li, Donnie Yen (Ip Man 1 e 2 são os melhores filmes de kung fu de todos os tempos), Chow Yun-Fat, Zhang Ziyi, Qi Shu (minha Deusa), etc, mas ABOMINO O REGIME DE GOVERNO TOTALITÁRIO DE LÁ.

    Responder
    1. Ronildo

      O regime da China é terrível. Eles tratam o povo como se fossem mera manada de bois. Se o individuo for útil, é bem tratado. Se porém se tornar um estorvo por qualquer motivo, pode acontecer qualquer coisa de mal com tal pessoa.

      Parabéns pelas atitudes Rafael.

      Responder
        1. Pedro

          “China é admirável e representa luz contra decadência ocidental, diz Dilma”.

          “Por que Merkel pode ficar 16 anos no poder e Ortega não?”, questiona Lula sobre ditador da Nicarágua

          Responder
    2. Valmir+da+Silva+Batista

      Rafa meio caixa alta, meio caixa BAIXA, felizmente eu acompanho sim as publicações da TenisBrasil e, nesse caso, vi toda a cobertura sobre o título da Garbiñe Muguruza no WTA Finals 2021, assim como vejo tudo o que é postado na revista, diga-se de passagem, com a devida imparcialidade e de forma igualitária entre o tênis feminino e o masculino. Quando me refiro à não ocorrência dessas duas situações, é apenas e tão somente às postagens do blog em questão, nas quais o Dalcim aborda o tênis de maneira desfalcada quanto ao dia a dia da WTA, a ponto de, por exemplo, ter cometido o absurdo de não ter escrito sequer uma linha sobre o título da Garbiñe Muguruza, conquistado na última quarta-feira, dia 17/11/2021. Sobre os demais trechos do seu comentário baseado no meu, como suas referências ao ocorrido com a tenista chinesa Shuai Peng, devo salientar que tudo o mais vai na esteira do que acabo de dizer acima, ou seja, o fiz a partir de publicações de outros veículos de comunicação em geral, bem como da revista TenisBrasil e do blog do Dalcim, ficando este com o destaque negativo, por conta do que já citei…

      Responder
    3. Paulo+Almeida

      Rafael,

      Não quero me intrometer nas suas tretas com Valmir, Carnowagen, Vitor Hugo e outros, mas acho que “guerreiro dos teclados” se aplica mais a quem xinga e fala até em agredir o outro interlocutor fisicamente.

      Confesso também que estou surpreso, já que sempre foi um cara mais sereno, que não se alterava com outros participantes. Porém, as coisas estão sempre mudando na vida, né?

      Abs.

      Responder
      1. Rafa

        Paulo,

        Não se trata de uma mudança. Minha vida sempre foi de luta, discussões para obter meu direitos e utilização de todos os meios possíveis para defender os ideais nos quais acredito. Tenho um coração mole e sou um bobão por um lado, e um lado que explode com certa facilidade do outro.

        Venho lendo as provocações do senhor a quem dediquei meu post há vários dias. Como nenhuma delas corresponde à verdade, ou pelo menos ele não soube se expressar a respeito do que estava reclamando, não cai bem para o Dalcim dizer o que pensa, mas quanto a mim não há problema nenhum. Respeito eu dou a quem o faz por merecer.

        Sobre o Vitor Hugo, que culpa tenho eu de que ele interpretou mal o meu post? Primeiro, as colocações sobre a persona Marquinhos nada tem a ver com ter sido ele ou não o sucessor do Marquinhos (com alguns intermediários no meio). Estou falando de um personagem, não vejo porque o Vitor deveria se sentir ofendido. Expressei minha opinião. Foi o que bastou para o Vitor que, supostamente, nada tem a ver com o Marquinhos, questionar minhas idas e vindas do blog. Ora, quem sou eu? Alguém que mostra a cara. Não sou melhor ou pior do que ninguém, mas se você resolver me atacar, mostre a cara para eu saber com quem estou argumentando.

        Sobre o Volkswagen, é só um chato repetitivo que, por alguma razão, se acha iluminado. Corrigir o português dele é deselegante, mas é apenas uma das várias formas de expor a ele mesmo o quão deselegante é notar que “bagre” ele sabe escrever direito.

        Não sei quem disse isso, acho que foi o Gustavo juiz (se não foi me perdoe) mas este blog é cíclico, há épocas que há uma profusão de comentários cuja leitura faz você perder a vontade não só de ler, mas de comentar. Por falar nisso, onde estão o José Claudio e o Rubens Leme? Ao menos eles traziam um pouco de suavidade à beligerância que não raro domina as ações por aqui.

        Abs

        Responder
        1. Paulo+Almeida

          Você não precisava ter me dado uma explicação tão grande sobre cada caso, mas tudo bem, rs.

          Sinto falta do Periferia: tivemos um debate excelente sobre um álbum espetacular do Dream Theater algum tempo atrás.

          Abs!

          Responder
      2. Valmir+da+Silva+Batista

        PAULO,
        fique tranquilo, pois já me defendi a contento do Rafael, quando o mesmo fez beicinho em seus ataques a mim desferidos. Só não aludi à alcunha de “guerreiro dos teclados”, no que concerne a me defender, por tratar-se de uma expressão dotada de ambiguidade, ainda que o talzinho quisesse apenas me hostilizar, ou seja, tomei como elogio. De todo modo, agradeço por você combater o uso de tal expressão a mim dirigida, ao considerá-la ofensiva. Valeu…

        Responder
        1. Paulo+Almeida

          Valmir,

          Desculpe-me, mas não tomei partido de ninguém. Tenho boa relação com o Rafael e nada contra você. Apenas achei a expressão exagerada para o caso em questão, estando mais adequada para o ataque que sofri na pasta passada.

          Um abraço.

          Responder
          1. Valmir+da+Silva+Batista

            PAULO ALMEIDA, ainda assim agradeço, já que a expressão qual você contestou foi a mim atribuída. Valeu…

  37. Marcilio+Aguiar

    Parece que o russo e teuto-russo chegaram para ficar. Para o próximo ano tenho expectativas que o Tsitsipas amadureça e ponha em pratica todo seu potencial, que o Sinner evolua mais, os canadenses amadureçam e o Thiem volte recuperado e bem.

    Sobre os veteranos, o Nadal é uma incógnita e o Federer e o Djoko são certezas, ou seja, repetirão seus históricos recentes.

    Responder
  38. Ronildo

    Ayrton Senna e Roger Federer não foram os maiores por questões circunstanciais que, ou não tinham controle, ou não deram atenção para manobrarem tais circunstâncias a seu favor. Porém quem os viu correr ou jogar, quem acompanhou suas carreiras, sabe que se tratam do melhor pilotos de todos os tempos e do melhor tenista de todos os tempos.
    Ayrton Senna iniciou sua carreira na Fórmula 1 em 1984. A pessoa que nasceu em 1970, com 14 anos quando Senna estreouo na Fórmula 1, teria condições psicomotoras de fazer um julgamento abalizado sobre a carreira dele. Quem nasceu em 1980 e estava com 14 anos na morte de Ayrton Senna não tem condições de fazer um julgamento abalizado sobre Ayrton Senna, porque não viu!
    Se você não considera Ayrton Senna o melhor piloto de Fórmula 1 que já existiu, por favor, comprove sua idade aqui e saberemos porquê você pensa assim!

    Teve um cara que disse: “Só se Ayrton Senna foi o melhor de todos os tempos na chuva”! Kkkkkkk, que absurdo!

    Pois a chuva não é exatamente onde as condições de pilotagem ficam mais adversas e os avanços tecnológicos perdem sua eficiência, nivelando as condições para os pilotos?

    Você não consegue entender porque em 20 anos Lewis Hamilton não venceu mais em Mônaco do que Ayrton Senna?

    Por favor, pesquise quais as condições do Grande Prêmio de Mônaco, talvez consiga entender porque Senna foi o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. Os recordes que ele conseguiu em 10 anos, outros pilotos precisaram de quase o dobro de tempo de pilotagem para bater. Mesmo assim com hegemonias absurdas da Ferrari de Schumacher, da Red Bull d Vetel ou da Mercedes de Hamilton. E o absurdo ainda é que Schumacher e Hamilton tiveram um tratamento diferenciado em relação à equipe, como primeiros pilotos, coisa que não existia na época de Ayrton Senna!

    Números são números! Nem sempre o melhor alcança os maiores números!

    A mesma coisa pode afirmar quem acompanhou a carreira de Roger Federer. Ninguém nunca foi melhor tenista que ele. Tivesse dado atenção ao desenvolvimento das raquetes como seus principais opositores, não teria perdido as finais de Wimbledom 2008 e AO 2009 para Rafael Nadal. Também não teria perdido Us Open 2009 para Del Potro. Tampouco teria perdido RG 2006, 2007 e 2011. Diversas partidas que perdeu na semi para Nadal, Djokovic e Murray, teria vencido com uma raquete melhor desenvolvida. Aos 30 anos teria chegado facilmente aos 30 slans, 50 master mil e uns 15 Finals. Seria até um circuito sem graça, um só tenista vencendo tudo, sem oponentes à altura! Quando finalmente fez a mudança na raquete em 2014, a idade já estava pesando num esporte tão exigente fisicamente, mas mesmo assim conseguiu se manter competitivo até 2019. Sem falar na grande pressão que sempre enfrentou nos grandes jogos por causa de sua enorme popularidade. Quando Djokovic enfrentou uma ÚNICA VEZ pressão similar, caiu, desmanchou, fraquejou, fragilizou-se de maneira que fiquei até mesmo com pena dele! Parecia até aquela questão da capacidade do ser de usar a manopla das jóias do infinito! O Hulk perdeu o braço e o Homem de Ferro explodiu! Djokovic quase teve um troço quando enfrentou uma ÚNICA VEZ as condições de pressão que Federer lidou por 15 anos seguidos!

    ATENTEM

    ● Jogar com raquete menos eficiente por 10 anos seguidos e mesmo assim ser o multi campeão que é, comparando com as raquetes dos principais rivais, foi semelhante a Senna conseguir melhores resultados que outros pilotos com carros melhores.

    ● Ser campeão de slan aos 36 anos, vencer o número 1 da ATP em partida dicisiva, chegar em semi-final de slan aos 38 anos, ser o mais velho número 1 da ATP, o maior campeão de Wimbledom, é semelhante a Senna ser tão bom na chuva ou vencer tanto em Mônaco.

    Entenderam?

    Digam apenas sim, se discordarem, comprovem a idade e saberemos porque discordam.

    Responder
      1. Ronildo

        Sim, porque melhor de todos os tempos não é o mesmo que maior de todos os tempos. Djokovic está se consolidando como o maior, pelos números, embora não tenha sido o melhor.

        Responder
    1. Groff

      Ronildo, não sei se acho boa a comparação dos materiais porque, no caso do Senna, ele não podia simplesmente falar para a equipe “coloquem o motor tal e as peças tais” no carro, como o Federer poderia ter feito com a raquete. A teimosia do suíço custou muitos títulos na carreira dele, mas foram escolhas. Erradas, mas conscientes. Algo que se aplica ao plano tático dele também (USO de 2009, por exemplo?). Mudar de raquete e fornecedor, no tênis, é tremendamente mais fácil do que trocar de carro, ou de equipe, na F1. E nem sei se a simples mudança de raquete poderia ser colocada nessa conta. Muito menos por ter enfrentado o Nadal no auge do espanhol no saibro, o que na prática fazia o circuito ter três GS por ano em vez de quatro (como já disseram por aqui, brilhantemente; acho que foi o Rafael). Considero mais factível falar do fato de o circuito ter ficado cada vez mais lento e o quique da bola mais alto. Isso sim foi muito prejudicial à carreira e aos números do Federer, situação que não estava, de maneira alguma, em seu controle. Abraço.

      Responder
      1. Ronildo

        Minhas suposições são pelo fato de Federer jamais ter sido dominado pelos rivais. As partidas sempre foram equilibradas. Uma raquete um pouco mais elaborada faria estas partidas penderem tudo para o Federer. Até chegar a idade mais avançada para o esporte de alto nível e de extremo esforço físico.

        Responder
          1. Ronildo

            Exatamente Luiz Fabriciano. Me mostre apenas um jogo em que foi fácil vencer Federer, tirando aquela final de RG de 2008 ou uma semi do AO acho que também em 2008 entre Federer e Djokovic. E sabemos dos problemas de saúde de Federer no AO.

            Pesquise quantas vezes Federer foi dominado em um set por exemplo e quantas vezes ele aplicou pneu em Nadal ou Djokovic.

            Federer pode ter perdido mais partidas que vencido contra Nadal e Djokovic, mas jamais foi dominado por eles, como se tivesse um jogo inferior. Mas aí entrou a questão das raquetes mais modernas de Nadal e Djokovic, a pressão que Federer sentia pelo fato do público estar sempre esperando sua vitória etc. Federer também jamais dominou Safim, que foi outro grande talento, mas Hiwett sofreu com ele.

      1. Ronildo

        Nem sei do que você está falando kkkkk

        O que percebo é que os torcedores do Djokovic, em geral, olham para a Fórmula 1 e decidem pelos números quem é o melhor piloto de todos os tempos. Exatamente como fazem com a carreira de Djokovic.

        Responder
    2. GEAILTON PEREIRA

      Cara, quanta ladainha e quanta inconsistência. Um realmente enfrentou algo que não estava sob controle, mas dizer o mesmo do suiço é não saber o 1+1

      Responder
    3. Manoel Cruz Cabuga

      Sabe oq eu acho engraçado nas estatísticas dos fãs de Federer em relação a idade, é que com o tempo eles próprio vão ignorando elas. Antes falavam que era incrível o que Federer estava fazendo com 30 anos, mais aí veio Nadal e Djokovic, se revezando no n1 com 30 anos, pulverizando qualquer possível êxito obtido por Federer.
      Imagino ano que vem Nadal ganhar RG com 36, o que vão falar? Que só tem mérito ganhar GS com 36 anos se for quadra dura? Aí Nole ganha o AO com 36, vão dizer o que? Que só tem mérito quem chega em final de GS com 37 anos?
      Engraçado ainda é como valorizam aquela final de Wimbledon 2019, que foi, ao meu ver, o ponto mais baixo da carreira de Federer, pois mostrou a sua incapacidade de ganhar de Nole em jogos importantes, e só por isso já não da pra colocar ele como GOAT.
      Não imagino que na última curva Senna fosse tremer para Prost ou Piquet, mas tenho certeza que Federer no último ponto treme pra Djokovic, mostrando sua total incapacidade de ganhar de um rival, por isso sei nem pq tu colocou Senna e Piquet no mesmo saco.

      Mas concordo plenamente em relação aos números não dizer tudo. Não vejo Nole com a metade do domínio que Sampras teve, por isso não posso coloca-lo como GOAT vendo como Sampras mandou na sua época, onde os tenistas se aposentavam jovens. Nole pode até ter mais número, mas as condições favoreciam para que os número fossem ampliados.

      Responder
    4. Daniel+C

      Ronildo, excelente comentário, mas muito complexo para uma certa turma entender, especialmente aqueles que começaram a ver tênis a partir de 2011. Além disso, geralmente essa turma costuma ter má vontade de ler esse tipo de texto e já deve ter algumas respostas padrão do tipo: “chora mais” ou coisas assim, típico de quem tem dificuldades de debater em alto nível.

      Então me admira a sua paciência, pois eu já desisti e me contento de ficar satisfeito de eu ter esse tipo de percepção, junto com mais muita gente que acompanhou o suíço desde o início e que sabe enxergar além das estatísticas rs.

      Eu acrescentaria outros fatores nesse seu texto que impediram o Federer de ser líder disparado nos números tb, como por exemplo a falta de comprometimento com o lado tático / estratégico das partidas, a padronização e diminuição da velocidade dos pisos e a falta de concorrentes para Nadal e Djokovic de 2018 pra cá.

      Mas de novo, brilhante comentário!

      Abs

      Responder
      1. Ronildo

        Realmente Daniel, parece que Federer não cuidou do corpo como deveria, levando em consideração o patamar tenistico a que chegou. Inclusive quando ela fala sobre alimentação não parece que ele tem uma dieta especial. A elasticidade que ele tinha aos 20, acabou depois dos 30. Muito diferente de Djokovic que parece estar mais bem fisicamente do que quando tinha 28, 29.

        Responder
    5. Paulo+Almeida

      Bom, tentei tirar alguma coisa positiva do seu texto e só consegui concordar que quem é criança/adolescente não tem discernimento (nada a ver com condições psicomotoras) suficiente para avaliar com clareza o que está acontecendo ao seu redor como um adulto. Aliás, isso é bem óbvio.

      No mais, acho que você tentou usar o Senna como bengala para tentar ajudar o Federer. Se não foi isso, você tem uma grande predileção por falsos GOAT’s. No futebol quem é o seu: Zico ou Messi? Kkkkkkkkk

      Abs.

      Responder
    6. Carlowagen

      Essa é fácil, hein!!! Se fosse te classificar teu desafio no livrinho denpalavras cruzadas, seria “iniciante”.

      Mas seguemnsuas respostas: “Senna não foi o maior, porque tem menos da metade de títulos e vices dos dois principais concorrentes (Schumacher e Hamilton). Menos vitórias que ambos. Menos pole que ambos. Talvez ele seja o maior piloto brasileito de todos os tempos. Mas antes de afirmar, precisamos lembrar que Emo Fittipaldi venceu emnoutras caeforias com grande nivel de dificuldade. Portanto, de boa: GOAT ele não é…

      Quanto ao Federer, se utilizassemos a tua forma de.pensar para classificá-lo, usando a queatao da raquete, etc, entao.Sampras seria.mais que ele, pois enfrentou um momento onde os materiais tinham uma qualidade ainda mais inferior que a *Era Federer*, e os pisos eram tao distintos, que ainda tinhamos jogadores q so se destacavam em um piso (diferente de hj, onde os caras jogam até sobre uma.quadra de bolo de chocolate, como se estivessem jogando sobre hard-thru, pois sao planejados para terem a menor difeença possivel entre os pisos.

      Mas seguindonansua logica no caso dos equipamentos, entao, ao invés de considerar alguém do Big 3 como o GOAT, poderíamos erguer túmulo em homenagem ao “Jogador de tênis desconhecido”, do Sec. XIV, que jogava com as maos uma bolinha feita com lã e pele de cordeiro e elegê-lo GOAT.

      Poranto, teus argumentos nao se sustentam (na minha opiniao).

      Mas respeito tua opiniao, pois você nao ameaça fisicamente os outros participantes do Blog, e ainda gosta e torce abertamente pelo Federer.

      Portanto, tem minha simpatia.

      “Quando ouço que alguém quer me amassar, fico em dúvida se querem me bater ou me beijar”. : – D

      d – :

      Responder
        1. Carlowagen "in hope!"

          Muito prazer, Meu Querido! Não me recordo de onde nos conhecemos (vc parece estar me confundindo com alguém ou confundindo os nomes).

          Mas em todo caso, já que parece que “deu match” aqui, vamos conversando aqui nos comments!
          Quem sabe, né?
          😉

          Responder
      1. Sérgio+Ribeiro

        Na boa , realmente o Sr ainda não entendeu os critérios que levam a grande maioria dos Pilotos cravar Ayrton Senna como insuperável ??? . Até mesmo Lewis Hamilton ( pulverizou todos os recordes de Schumi) , tem o Brasileiro como o melhor de todos . Se fossem apenas os números seria o Inglês. O que provavelmente vai acontecer em função de uma performance também de outro Planeta . Abs!

        Responder
        1. Sérgio+Ribeiro

          Ia me esquecendo. Pete Sampras afirma em sua biografia que ao não trocar de Raquete perdeu as chances de vencer em RG . Teve acesso a de GUGA e ficou impressionado… Abs!

          Responder
        2. Rogerio+R+Silva

          Hamilton nem viu o Senna correr.
          Era criança à época.
          Assim como muitos outros pilotos.
          O Shumacher viu e acha o Senna o melhor.
          Tem que parar com essa palhaçada de aceitar opinião de quem não vivenciou os acontecimentos poder opinar.
          Tem muita gente que não viu o Zico aqui e quer comparar com o Messi ou o Pelé.
          Nem dou ouvidos.
          Quando eu era mais jovem eu pedia informações e me deliciava com as histórias.
          Hoje às pessoas querem debater.
          É bom para o Dalcim que o blog ganha mais.
          Para gente é enfadonho,triste até.
          Como debater Pelé e Zico com uma pessoa de 35 anos ?
          No saudoso blog do Paulo Cleto eu lembro de um participante que comparou o duelo Fedal com o dueto do Plácido Domingos com o John Denver.
          Foi pura poesia.
          Agora estamos vendo brigas e ameaças
          Acho que até o Rubens Leme se afastou por causa das indelicadezas.
          O nosso esporte preferido prima pela elegância.
          Sugiro tentarmos partir pra este lado.
          Ao menos tentar.
          E vamos ser sinceros : a gente sabe quando é um fake e sabemos também quando é um jovem sem vivência que está discorrendo sobre um assunto que não viu.
          Forte abraço a todos.

          Responder
          1. Sérgio+Ribeiro

            Procure se informar melhor , meu caro . Hamilton e’ cria da McLaren . Conhece mais a vida e a lenda que muitos que opinam neste fórum. Quanto ao Blog do P. Cleto , nenhuma saudade . O primeiro a vir com esse papinho de entressafra e a colocar o seu “ Animal “ como o melhor de todos . E cravava que o “ almofadinha “ Suíço seria tiro curto. Perdeu legal e escafedeu-se rs . Abs!

          2. José+Yoh

            Rogério, Hamilton pode não ter visto Senna correr, nem vivenciou o que foi a F1 naquela época.
            Porém é o melhor piloto atualmente, e para muitos o melhor de todos os tempos. Entende muito de volante e de história da F1, tenha certeza.

            E dirigiu uma McLaren daquela época.

            Seria uma heresia não considerar a opinião dele apenas porque ele é novo. Embora seja muito mais novo que nós, sabe mais que nós que vimos Senna correr pela TV. Ele conhece pessoas que o conheceram pessoalmente. Sabe o que é necessário fazer na Eau Rouge para fazer aquela curva no limite e não morrer lá. Nós não sabemos.

            Curiosidade: será que alguém aqui viu Laver jogar?
            Abraços

  39. Gustavo Luis

    Estatística interessante, de 19 finais do atp finals disputadas por jogadores que já tinham se enfrentado na fase de grupos de uma mesma edição, o jogador perdedor na fase de grupos conseguiu a revanche e ser campeão em 9 dessas 19 finais.

    Fonte: Bola Amarela.

    Responder
    1. Groff

      Caso do Guga com o Agassi em 2000. Tomou “na marra”, ademais, o número 1 que era para ter ficado com o Safin. Que torneio sensacional e um dos maiores feitos da história do tênis!

      Responder
  40. José Yoh

    A impressão que eu tenho é que 23/24 anos é a idade onde a maturidade e o físico finalmente encontram condições de conquistar grandes títulos, embora existam os precoces como Nadal.

    Responder
  41. Maurício Luís *

    A diferença de pontos entre o Djoko e o Medvedev é bem grande, e não é pra menos. Com 3 Slams e 1 vice na bagagem… Só que não vai ser fácil ano que vem manter esse altíssimo nível. Ainda mais se o Nadal voltar com tudo em Roland Garros. Sem falar que a NextGen está ganhando força e confiança.
    A Serena, espero que ela consiga voltar competitiva no Australian Open. Porque se não repetir a semi deste ano, acho que “babau” Top 100. Vai ter que fazer que nem a Venus, viver de convites.
    A Garbine Muguruza me surpreendeu. No apagar das luzes, renasceu das cinzas.
    Surpreendeu-me também o nível de agressividade gratuita de uma resposta que me foi dada. Triste isso, mas acho que não ficou feio pra mim, e sim pra quem digitou a resposta.

    Responder
    1. Valmir+da+Silva+Batista

      MAURÍCIO LUÍS, não que seja legal viver de convites, mas a Serena, caso venha a não ter ranking suficiente logo mais, até tem esse direito, pela carreira assombrosa que construiu, tornando-se Big 1 por bem mais que uma década, já que, de suas contemporâneas, as que mais se aproximaram dos seus 23 grand slam são Venus Williams, Justine Henin, ambas com sete conquistas cada, e Maria Sharapova com cinco, sendo que Justine venceu dois WTA Finals, Venus um e Sharapova jamais ergueu o troféu dentre as oito melhores do ano, enquanto Serena o fez em cinco oportunidades, tendo também conquistado um ouro olímpico em simples, a exemplo de Justine, com o mesmo não se sucedendo com Venus e Sharapova. Como você notou, para ficarmos só nos torneios do referido patamar, as principais adversárias de Serena não conquistaram sequer metade do que ela conseguiu, não proporcionando então a menor chance de formar um Big 3 feminino. Portanto, reitero que os convites que possivelmente Serena venha a receber, caso não esteja mais com ranking favorável, serão com ela já na casa dos quarenta anos e após ter realizado tudo isso que você viu aí acima, diferentemente de umas e outras como Sofia Kenin e Elena Ostapenko, por exemplo, que ganharam um grand slam já faz tempo, têm pouca idade e sumiram do mapa quanto a eficiência e regularidade. Já Serena é Serena, merece ser convidada para todas as recepções possíveis…

      Responder
      1. Sérgio+Ribeiro

        Os citados por ti , não levaram mesmo depois de eliminarem membros do TOP 10 antes da FINAL . Tiveram o azar de pegar um certo Suíço . Mas Fernando “ Mano de Piedra “ Gonzales teve tempo de ELIMINAR o Touro pelo caminho , e obter vantagem no restrospecto contra Novak Djokovic. Mas tu não vais entender pois somente acompanhas desde 2011 , quando trocastes o Espanhol pelo Sérvio rsrs. Abs!

        Responder
          1. Gustavo

            E qdo vc escreveu isso la em cima o Sergio ainda veio com o “errado”. Ou seja, tudo o que vc e o LF escreverem ele vai contestar e dizer que tá errado, mesmo qdo é algo de foro pessoal e mesmo qdo é algo como para quem vcs torcem. Haja saco, hein.

  42. Renan Vinicius

    Acho que foi superestimada demais a temporada do sérvio. Venceu o seu ganha pão, AO. Em RG contou com um Nadal lesionado e um Tsitsipas fraco mentalmente. Em Wimbledom, não pegou ninguém, isso mesmo, Berretini numa final é piada. Em Tokio mostrou que é um jogador que de fato vai terminar a carreira sem medalha de ouro. No Us Open, foi humilhado pelo russo e no Finals humilhado pelo Zverev.
    É muita babação de ovo pra uma temporada Fake number 1
    Em 2022 será o saco de pancadas da mulekada…

    Responder
    1. Paulo+Sérgio

      É o negacionismo aplicado ao tênis. Só falta dizer que as surras que o Federer tomou não foram reais em finais de slams, atp finals e masters 1000.

      Responder
    2. Valmir+da+Silva+Batista

      RENAN, creio que a temporada de 2021 de Djokovic não dá para se jogar no lixo, mas concordo com você, no sentido de que o referido ano não serve como parâmetro para sua qualificação em alto nível. Além dos motivos por você citados, faço questão de lembrar que, dos oito Master 1000, ele ganhou apenas Paris, há pouco menos de um mês, ou seja, aí já nos deparamos com o primeiro motivo para que o 2021 de Djokovic não seja enaltecido como coisa de outro mundo. O outro motivo foi ele não ter vencido um número significativo de torneios, a exemplo de anos anteriores, tendo como principais destaques, neste aspecto, os dois ATP 250 de Belgrado, em sua terra natal, sendo que o segundo suponho ter disputado apenas por questão de auto-afirmação, já que no primeiro tomou uma canseira do surpreendente Aslan Karatseve, ao ser eliminado na semifinal por dois sets a um; ainda a respeito do segundo ATP de Belgrado, acabou fazendo não mais que a sua obrigação, ao derrotar na final o eslovaco Alex Molcan( quem? ). Enfim, o blá blá blá de ano quase perfeito reportado pelos “djokovickianos” puxa-sacos de plantão, não passa de falta de uma analogia menos parcial e mais profunda, como a sua, Renan, já que o pseudo zen sérvio ganhou “apenas” grand slam, além de não ter feito nada de relevante na Olimpíada de Tóquio, de praticamente só ter cumprido tabela nos Master 1000 e de ter feito pose de fodão em duas séries 250, com status de torneios de bolinha de gude disputados na Sérvia. Em tempo: citei oito Master 1000 no ano corrente e não nove, porque o de Shanghai não foi realizado…

      Responder
      1. Luiz+Fabriciano

        Se a temporada do sérvio não foi a melhor de todas, esse comentário certamente é.
        Tem 4 GS por ano. O cara joga as quatro finais e ganha APENAS três.
        99% dos tenistas profissionais jamais fizeram sequer uma final em toda a carreira.
        Novamente tens razão. É uma temporada a ser esquecida.

        Responder
        1. Luiz+Fabriciano

          para Helena:
          Antes de ler sua resposta, nem havia me dado conta que ainda não é possível ganhar torneio do qual não se participa.
          Rssssssss

          Responder
      2. Helena

        1. Faltou explicar que desses oito Masters 1000, Djoko só participou de 3 (Monte Carlo, Roma e Paris), e, por enquanto, ainda não é possível ganhar torneios em que não se participa;

        2. “aí já nos deparamos com o primeiro motivo para que o 2021 de Djokovic não seja enaltecido como coisa de outro mundo”.

        Isso fica pela sua conta, porque a temporada do Djokovic vem sendo enaltecida sim. Tanto pelo desempenho  (3 GS vencidos e final no outro), como pelas marcas batidas no ano (recorde de semanas e anos finalizados como número 01; ter igualado Federer e Rafa na liderança dos GS; único a ter vencido duas vezes cada GS; líder isolado com o maior vencedor dos Masters 1000).

        3. “já que o pseudo zen sérvio ganhou “apenas” grand slam”

        Talvez para você seja pouco ganhar 3 dos 4 Slams em um ano. De repente tem algum torneio por aí que é mais importante e não estou sabendo. De qualquer forma, fico pensando quanto alguns jogadores gostariam de vencer 3 Grand Slams. Não em uma temporada só, mas em toda uma carreira. Esse é o mesmo número que Murray, Guga e Wawrinka conseguiram em um carreira inteira.

        Responder
        1. Valmir+da+Silva+Batista

          HELENA SAKKARI, no caso do tênis, os recordes são sempre resultantes do todo temporal na carreira dos tenistas. Connors, Martina, Sampras, Serena, Nadal, Djokovic etc etc…Todos encamparam este raciocínio numa determinada sequência da história do tênis, ao alcançarem recordes. Afora isso, vide os anos de 2011 e 2015 do tênis masculino, e então você entenderá a contento o que eu quis dizer( e disse ) em meu comentário anterior…

          Responder
          1. Helena

            Olá, Valmir. Acredito que você se fez muito claro nas suas explicações, não precisa se preocupar quanto a isso. Apenas não concordei e apresentei os meus argumentos em contraponto ao que voce trouxe.

            Não entendi a menção à Sakkari, mas a Maria é uma das minhas jogadoras favoritas, e eu bem que gostaria que ela tivesse umas lições de como desenvolver a força mental com o Djoko.

      1. Valmir+da+Silva+Batista

        HELENA,
        a menção a Maria Sakkari foi “apenas” uma brincadeira que quis fazer com você, pelo fato de que helena quer dizer grega, e como estamos tratando sobre tênis, ao mesmo tempo em que temos uma tenista da Grécia jogando muito bem atualmente, achei interessante me valer dessa analogia( elogiosa ) e chamá-la de Helena Sakkari, inclusive sou escritor e poeta e tenho um poema com o título de “Helena”…

        Responder
  43. Paulo Almeida

    O título do Zverev foi o “menos pior” no final. O melhor da história ainda fica com uma diferença confortável para no mínimo chegar às 364 semanas como número 1.

    Responder
  44. Valmir da Silva Batista

    QUERO APROVEITAR ESTE ESPAÇO DEMOCRÁTICO PARA REVERENCIAR OS CAMPEÕES EM 17/11/2021 E EM 21/11/2021, RESPECTIVAMENTE, GARBIÑE MUGURUZA E ALEXANDER ZVEREV, ELA PELO WTA FINALS E ELE PELO ATP FINALS…

    Responder
  45. Ronildo

    Zverev faz um tremendo esforço para superar barreiras. Andou perdendo algumas para Tsitsipas até superá-lo novamente a duras penas. O mesmo para o confronto com Medvedev. Perdeu, perdeu, até chegar na vitória. E decidindo título!

    Pelo visto Djokovic vai segurar o número 1 até depois do AO. Pelo menos com essa ascensão de Zverev fica garantido que ele estará completamente sitiado em questão de meses. É isso aí minha gente, em guerra de guerrilha os resultados são lentos, mas progressivos. A tomada do Número 1 agora é questão de meses.

    Em 2022 Djokovic sofrerá tantas derrotas que acredito que ele dicididirá que não valerá à pena competir no circuito em 2023 e poderá deixar se aposentar antes mesmo de Nadal e Federer.

    Responder
      1. Marcos Ribeiro

        É certo que Djokovic não terá moleza daqui para frente. Mas também é certo que as dificuldades para o Nadal e o Federer serão ainda maiores. De qualquer forma, a seqüência das aposentadorias vai depender principalmente da saúde. Em 2o lugar, provavelmente, da tolerância às frustrações. Mas quem teve de conviver durante anos com alergia ao glúten também teve de desenvolver esta tolerância. O ano de 2022 tende a dar uma boa idéia de como será a competição nos anos seguintes. E a minha bola de cristal só mostra até aí.

        Responder
        1. Ronildo

          Então Marcos, enquanto Federer estará na geladeira em 20022, Nadal estará com esperança no saibro. Enquanto isso Djokovic disputará os principais torneios. Creio que ao final de 2022 Djokovic estará bastante frustrado.

          Responder
    1. Paulo Almeida

      Você cravou que seria no Australian Open 2020, depois no de 2021 e até semana passada tinha absoluta certeza de que não passaria do de 2022. Errou todas. Vai acabar acertando uma hora, mas muito muuuuuuuito tarde para as suas pretensões, rs!

      Responder
      1. Ronildo

        Eu errei a previsão para o AO 2022 porque no Master 1000 de Paris o Djokovic vergonhosamente partiu para a conquista amorosa pra cima do Medvedev. Tão somente isso. Foi um tremendo golpe!

        Responder
    2. Carlos Reis

      Djokovic vai continuar ganhando em 2022, não sei se será tão dominante como em 2021. O que pode incomodar mesmo são os Novos Nazistas impondo VAC EXPERIMENTAL nos países que organizam os torneios. Espero que o Djoko não aceite as REGRAS ABSURDAS da Austrália, precisamos de alguém importante lutando por nós, aqueles que não confiam nas “vacinas” p/ Cvd19.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Ai ai ai… Regras absurdas tomar conta da saúde da população? Livre arbítrio permanece: quem não quer se vacinar, tem esse direito. Apenas não entra no país. É uma escolha, democrática. Ninguém entra na Colômbia se não se vacinar contra a malária, ninguém entra no Reino Unido se não tiver uma assistência de saúde contratada, ninguém entra nos EUA sem visto. Regras.

        Responder
        1. Groff

          Dalcim, eu realmente admiro ao extremo a tua paciência. Eu, no teu lugar, acho que nem teria publicado o comentário do Reis. Gostaria aliás de entender o que passa na cabeça desse povo antivacina, que provavelmente fica vendo coisas dos EUA e acham que o individual tem que prevalecer sobre o coletivo. NÃO TEM! Em qualquer país civilizado se sabe que o interesse do indivíduo é livre para ser exercido na medida em que não afete a coletividade. Esses figuras que criticam a postura da Austrália parecem aquelas crianças que não aprenderam a dividir o brinquedo no parquinho…

          Responder
        2. Paulo+Sérgio

          Prezado Dalcim,

          Quanto custa sua paciência? Pago no débito, no crédito ou em espécie. Aliás, tenho até inveja para lhe dar com certas figuras.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Estou trocando minha paciência pelo voleio do Federer, a devolução do Djoko e o spin do Nadal. Quem tiver, eu topo.

        3. Valmir+da+Silva+Batista

          Dalcim, você tem razão, porque uma coisa é não querer se vacinar por questão de direito; já outra, bem diferente, é achar que esse mesmo direito se estende ao fato de poder ir e vir a qualquer lugar, se expondo ao risco de adquirir covid, e o que é pior, expondo terceiros a semelhante risco. E todo esse blá blá blá em vigência, é em razão de os personagens envolvidos serem tenistas de ranking graúdo, como o mala pseudo zen Novak Djokovic e o rebelde sem causa destruidor de raquetes Stefanos Tsitsipas. Todo o rigor auferido pelas administrações dos torneios de tênis, no que se refere à covid-19, é, sim, muito bem vindo, o resto não passa de carteirada de quem está na dianteira de alguma situação, ao se aproveitar do poder que possui…

          Responder
        4. GEAILTON PEREIRA

          Dalcim tenho que discordar. As doenças que citou tem consenso científico tbm da eficácia da vacina, o que não ocorre na covid. O mesmo vale pra medicamentos

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Felizmente, o Brasil se tornou um exemplo claro da importância dessa vacinação: derrubou o número de mortes, internações e casos de forma brutal.

        5. Frederico Schnack

          Talvez por responder rapidamente ao colega anti-vacina, você tenha invertido Malária com Febre Amarela, caro Dalcim. Sim, a vacina contra a Malária existe, sendo a 1° vacina anti-parasita já feita na história, mas caminha a passos lentos por sua aplicação ser mais necessária em climas tropicais úmidos (países da África Subsaariana principalmente). Acredito que em nenhuma nação sul-americana seja exigida. A da Febre Amarela com certeza é exigida numa ampla gama de países, inclusive a Colômbia como você citaste. Atenciosamente.

          Responder
        6. Carlos+Reis

          Sim, é muito “DEMOcrático”, façam do NOSSO jeito ou não entram. Por favor. Infelizmente a doença existe, temos de aprender a conviver com ela. A maioria quer a vacina, por que infernizar a vida de quem não quer, de quem não confia no Sistema?

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Sim, democracia é um direito à escolha. Ele pode optar por não ir. Direito de um termina onde começa o direito do outro.

          2. Carlowagen

            Mas o povo de lá manda em seu próprio país. Trata se de um princípio basico de soberania .

            Portanto trata se de um direito que lhes cabe!

            Por mais q proibir o teu ídolo de entrar em algum local possa lhe causar estranhesa.

          3. Manu

            Porque, no fundo, a palavra liberdade tem dois sentidos, não apenas um. Eu exijo que a minha liberdade seja respeitada por terceiros.

            Mas isso implica, logicamente, que eu estou disposto a respeitar a liberdade de terceiros.

            O contrário disso —liberdade só para mim ou liberdade só para os outros— é um mero eufemismo para força bruta. Na selva, talvez resulte.

          4. marcos

            Picture yourself in a boat on a river
            With tangerine trees and marmalade skies
            Somebody calls you, you answer quite slowly
            A girl with kaleidoscope eyes

            Cellophane flowers of yellow and green
            Towering over your head
            Look for the girl with the Sun in her eyes
            And she’s gone

            Lucy in the sky with diamonds
            Lucy in the sky with diamonds
            Lucy in the sky with diamonds

    3. Groff

      Não acho que ele se aposentará antes dos dois, até porque é mais jovem. Uma aposta que considero mais segura é a hipótese de o AO ficar entre esses três nomes, Nole, Zverev e Medvedev, nessa ordem de favoritismo de acordo com o momento atual.

      Responder
    4. Helena

      “Em 2022 Djokovic sofrerá tantas derrotas que acredito que ele dicididirá que não valerá à pena competir no circuito em 2023 e poderá deixar se aposentar antes mesmo de Nadal e Federer.”

      Só para tirar uma dúvida antes de falar qualquer coisa. Isso aqui foi sério?

      Responder
      1. Valmir+da+Silva+Batista

        HELENA, isso é ridículo. Preconceito à parte, parece que o autor dessa pérola tipicamente futebolística sairia dando porrada em alguém que aludisse, por exemplo, ao fato de Djokovic ter vencido 37 torneios da série Master 1000 e Nadal, “apenas” 36. Torcer contra determinado time ou jogador é algo inerente ao direito de cada um, mas fazê-lo de forma esdrúxula como a do caso em questão, é pedir para levar porrada ideológica no lugar da porrada convencional. Ainda bem, Helena, que você não esqueceu de colocar aspas, ou seja, uma porrada de cada lado no pai da ideia absurda…

        Responder
      2. Ronildo

        Não foi tão sério assim Helena. É mais pegação de pé.
        Mas sinceramente, não descarto que ele perderá mais do que vencerá nos confrontos com Zverev e Medvedev. E também pode perder todas para estes dois.

        Responder
  46. Mangostin

    Oi Dalcim, como vc o futuro do tenis masculino. Parece que estes 2 se destacam dos demais pq tem sede de vitoria e controlam bem os nervos. O que vc acha? Quem mais pode despontar?

    Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Tsitsipas está bem perto em termos técnicos e físicos, faltando ainda o amadurecimento. Nesse aspecto aliás gosto muito do Sinner, porque parece muito focado e deverá aos poucos ter mais armas. Não descartaria ainda o Aliassime, que já evoluiu com o Toni e pode bem mais. E acho que o Rublev, se encontrar o caminho da versatilidade, é um tenista muito perigoso nos pisos mais velozes.

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Perdão pela intromissão no assunto Dalcim…
        Gosto bastante do Sinner, pelas qualidades que você mesmo já elencou
        Porém, muito antes de Tsitsipas, Aliassime e Rubelv, eu colocaria ALCARAZ!
        Esse espanhol, ao menos a meu ver, tem um potencial maior que todos os supracitados para obter resultados mais expressivos já em 2022!
        Vejamos…

        Responder
      2. Helena

        Ele disse que no final do ano já estavam tentando coisas novas, mas não disse o que foi. Me pareceu que eram as subidas à rede.

        Eu gosto desde estilo que ele e o Piatti vem desenvolvendo. Ter uma base sólida com golpes de confiança e depois ir desenvolvendo mais armas.

        Responder
  47. Luiz Fernando

    Perfeito comentário do Dalcim, e acima de tudo mostra aos implicantes de sempre o pq muitos se referiam a Zverev como Zé Verev no passado. Ele era imaturo e sem confiança, podendo vencer o Big 3 e perder para o maior mané do circuito de forma bisonha; ele não tinha preparo físico adequado e por isso invariavelmente sucumbia nos GS, muitas vezes nas primeiras rodadas; por fim, faltava a ele um maior refinamento de sua técnica, que já era bem acima da média. Agora a situação é outra: mais maduro e confiante, com preparo físico bem mais apurado e com evolução da parte técnica, o cara se tornou um favorito natural, ao lado de outros claro, a vencer os principais eventos. E o reflexo disso veio neste ano, com 6 títulos vencidos, inclusive com uma combinação inédita para os caras do Big3: venceu medalha de ouro olímpica e Finals no mesmo ano. É uma questão de tempo sua primeira conquista de GS, que aliás já deveria ter vindo em 2020, quando perdeu o USO para Thiem…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      NO PASSADO ??? . Estás de brincadeira , L. F . Sasha mesmo depois de atingir o N 3 do Mundo em 2017 , batendo Djokovic na FINAL do MASTERS 1000 de Roma em Sets diretos , e Federer na FINAL do MASTERS 1000 de Montreal também em Sets diretos , passou a ser respeitado por ti e seus Blue Caps . Sempre ridicularizado como toda a Next Gen . Aí vens agora fazer média com o Blogueiro que apenas repetiu o que falávamos na época . A maturidade precoce de Lleyton Hewitt e Rafa Nadal , foi citada várias vezes como casos a parte . Até Murray demorou . Precisou o cara atingir outro patamar com a conquista do Ouro Olímpico ( desdenhado pela maioria ), pra vencer 6 Torneios aos 24 anos na mesma Temporada.. Nem vencendo o ATP FINALS 2018 ( Nadal continua Zerado) , foi suficiente para darem um tempo nas piadinhas . Espero que não ocorra com JANNIK SINNER e Carlos Alcaraz, pois esses dois tendem a amadurar mais cedo. Tu mesmo essa semana continuou afirmando que a Nova Geração não dizia a que veio . A sensação é que não lês nem mesmo o que postas rs . Abs!

      Responder
  48. Daniel C

    Grande vitória do Zverev. É o que mais tem recursos dos “Next Gen” e acho ele mais jogador que o Medvedev. Está na hora de seu GS e espero que seja já no próximo Australian Open.

    Bem, esse foi um bom desfecho para uma temporada desastrosa para a história do tênis. Para quem acompanhou o segundo semestre de 2020, tudo levava a crer que a garotada iria vencer grandes títulos esse ano, mas decepcionaram em boa parte do ano, o que permitiu que o sérvio chiliquento quase fechasse o Golden Slam. Graças a Deus isso não aconteceu e sou bastante grato ao Zverev e ao Medvedev, apesar de achar que fizeram nada mais que suas obrigações.

    Mas ainda assim é muito pouco. Estamos falando de apenas dois jogadores que podem vencer o sérvio atualmente, ainda é uma tremenda entressafra. Mas se é só isso mesmo que teremos ano que vem, que assim seja e que o alemão e o russo vençam pelo menos 1 GS cada.

    Que venha 2022! Infelizmente continuará sendo um esporte sem brilho com a ausência do maior de todos, mas enquanto ele não voltar, iria torcer para uma renovação. Ninguém aguenta mais o Djokovic e seu maratenis, exceto sua família, os sérvios e a torcida de estatísticos kkkkkkk

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Correção: esse foi um dos melhores anos da história do tênis, com os principais recordes indo pro colo de quem mais fez por merecer.

      Se há jogadores que podem vencer o Djokovic, então não há entressafra, diferentemente do pavoroso período 2003-2007. O sérvio foi campeão passando por esses caras, o que ficará para sempre na história.

      O choro continua livre e, como já disse, o estrago não só é definitivo como segue aumentando a cada semana no topo do ranking. Como é bom fazer parte da nação GOATista.

      Responder
    2. Groff

      Tenho dúvidas se ele tem mais recursos, especialmente se comparado ao grego (mas isso não significa que não ache o alemão bom, nem que não goste dele). Até quanto ao Medvedev tenho dúvidas, porque o que falta ao “urso” é plasticidade nos movimentos, não ferramentas, as quais ele tem muitas. Ontem o que faltou para o russo foi achar o saque em tempo de colocar alguma pressão do lado oposto, penso eu. Também parece ter esquecido que a quadra estava rápida, pois tentou “cozinhar” o jogo do fundo enquanto o alemão tomava conta do espaço e se impunha na base do primeiro saque. Sem agredir primeiro numa quadra rápida e sem interferência de vento e sol, fica difícil. Até porque, quando está sacando nesse nível, o Sacha fica extremamente perigoso (lembra aquela final no saibro – Madri talvez – em que ele sacou essa barbaridade e o Thiem não viu a cor da bola?). Voltando a falar da final, se bem me lembro, depois da quebra sofrida no segundo set o russo começou a forçar o saque e ir para as bolas, e teve alguns winners muito bons, mas acho que até ele viu que era tarde. Belo jogo, rápido e com muito ataque, do jeito que eu prefiro ver. Mas ainda vou ler sobre o que os jogadores falaram e volto para comentar mais tarde.

      Responder
  49. Miguel BsB

    Falta o Slam para Alexander Zverev…
    Mas é bem visível que evoluiu demais, principalmente física e mentalmente.
    Veremos se ano que vem consegue vencer um Major.

    Responder
    1. Paulo F.

      Questão de tempo.
      Os deuses do tênis, que já deram Slam para amebas como Johansson, Gaudio e Ostapenko, não serão tão crueis assim com Sascha.

      Responder
      1. Daniel+C

        Eu já desconfio da boa intenção dos deuses do tênis. Afinal deram 20 (!!!) para Djokovic e Nadal e somente 20 para Federer, isso sem falar em pouquíssimos GS para tenistas como Delpo, Murray e Wawrinka e nenhum para Nalbandian, que foi mais tenista que o sérvio. É muita desigualdade! Rs

        Responder
        1. Luiz+Fabriciano

          Onde Nalbandian foi mais tenista que Djokovic?
          Só porque bateu em Federer numa Masters Cup?
          Djokovic fez isso uma dúzia de vezes. E o argentino venceu quantos M1000?
          Fez final de GS?
          Sem mais perguntas…

          Responder
    2. Valmir+da+Silva+Batista

      Miguel BsB, o Zverev lembra aqueles tipos de tenistas que são muito bons de bola, mas que vão batendo, batendo na trave e demoram para ganharem seu primeiro grand slam e, posteriormente, fazerem sequência vencendo mais vezes torneios deste porte, ou seja, o Zverev parece o Andy Murray da vez…

      Responder
  50. George Beco

    Acho que a vitória em cima de Nole deu uma confiança enorme pra o alemão.
    Dalcim, você acha que esse crescimento de Zverev, Medvedev e Sinner, põe em risco a pretensão de Nole ganhar mais um GS?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que eles estão bem mais perigosos, mas não vejo Djokovic abaixo de nenhum deles nem na parte técnica e muito menos na física ou mental. Então, ao menos da forma que termina 2021, Djokovic tem chance em qualquer Slam em 2022.

      Responder
      1. Julio Marinho

        Dalcim, acredito que não só chances como ainda é o favorito, certo? Tirando talvez RG em que Nadal nunca deve ser descartado como o maior, por muito, na superfície.

        Abraço!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que isso é antecipar muito, Júlio. Ele com certeza é o favorito do Australian Open se as condições de hoje permanecerem. Daí em diante, temos de avaliar como as coisas caminharão. Abs!

          Responder
      2. Wilson Rocha

        Mestre Dalcim,
        acredito que a superioridade em favor de Djokovic tende a ser mínima, principalmente quando tiver que enfrentar Zverev/Tsitsipas e Medvedev em sequencia.

        Responder
  51. Gildokson

    Eu que sou grande crítico dessa trio Med, Zverev e Tsitsipas tenho que reconhecer que aos as coisas estão melhorando, esse anos os 2 impediram feitos gigantescos do sérvio e isso realmente não é pra qualquer um.
    Impedir ouro olímpico, recorde de Filnals e Career Slam…?
    Bom trabalho garotos!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  52. Renan Djok

    A final antecipada foi contra o GOAT Djoko.

    Zverev e Medvedev têm sido adversários à altura do melhor da história, diferente de Baghdatis e cia, que eram rodada bônus para um tal suíço.

    Responder
  53. Renato Toniol

    Dado curioso, as duas conquistas de Finals do Zverev foi derrotando na final o oponente que o vencera na fase de grupos.
    Igual também a conquista do nosso manezinho, Guga Kuerten em 2000, em cima do Agassi.
    Ninguém vence Zverev e Guga duas vezes em uma mesma semana kkk.

    Responder