Federer merece uma despedida
Por José Nilton Dalcim
17 de novembro de 2021 às 21:00

Roger Federer é muito provavelmente a pessoa mais importante da história do tênis. E nem é apenas por sua técnica ou pelos números. O suíço também foi o maior nome quando a nova era das comunicações atingiu o circuito, fato que maximizou façanhas e rivalidades e o transformou igualmente num crucial instrumento de popularização do esporte e num sucesso arrebatador de marketing. Federer extrapolou o universo do tênis e por isso é dono de uma das 10 maiores fortunas construídas por um atleta.

Alguém com esse peso não merece a triste perspectiva de encerrar a carreira sem novamente pisar numa quadra. Em entrevista divulgada nesta quarta-feira pelo Tages Anzeiger, Federer admite que nem sua equipe médica sabe se ele voltará a jogar de forma competitiva. Com sorte, conseguirá correr em janeiro e a treinar em abril. Caso atinja um bom nível, só poderá jogar depois de Wimbledon, quando estará às portas dos 41 anos.

Ele afirma que o sonho é ainda ter condições de competir, nem que seja em 2023. Usou de forma sintomática a palavra ‘milagre’ e talvez nesta altura a esperança seja ter o mínimo de forças para realizar uma turnê de despedida, ainda que econômica. ‘Tenho dificuldade em tomar a decisão de me aposentar’, confessou, o que é algo muito comum entre megaestrelas do esporte. ‘Gostaria de poder decidir o momento de parar, me despedir do meu jeito, na quadra de tênis’.

Federer merece muito isso.

Djoko e Medvedev confirmam
Foram necessárias apenas duas rodadas para Novak Djokovic e Daniil Medvedev garantirem a vaga na semi do ATP Finals e ainda por cima como vencedores de seus grupos, o que abre a perspectiva de se reencontrarem na decisão de domingo. O russo é verdade deu alguma sorte com a saída de Matteo Berrettini, o que adiantou sua tarefa, mas fez uma boa exibição na vitória, mais uma, contra Alexander Zverev.

Djokovic por seu lado está sobrando na turma outra vez. É bem verdade que começou seus jogos contra Casper Ruud e Andrey Rublev um tanto preguiçoso, mas a partir do momento em que pegou o ritmo parecia um jogador de outra divisão. Está muito acima e completamente à vontade num piso sintético veloz, explorando saque, voleio, devolução, tudo que lhe cabe.

Zverev é o candidato a enfrentar Nole no sábado, já que basta vencer o polonês Hubert Hurkacz, mais um que está ‘baleado’ na competição. Mas nem ele, nem Jannik Sinner estão totalmente fora. O italiano precisa ganhar de Medvedev e torcer por Hurkacz, o que pelo menos animaria mais o público, que ainda não conseguiu lotar qualquer sessão de Turim. Já Medvedev aguarda quem vencer entre Rublev e Ruud, em que o russo só perdeu um set do norueguês em quatro duelos, e olha que três foram em pleno saibro.

Bruno Soares e Jamie Murray perderam outra vez em sets diretos e assim estão fora, mesmo que vençam na sexta-feira os franceses Pierre Herbert/Nicolas Mahut. Os únicos garantidos na semi são Marcel Granollers e Horacio Zeballos. Os líderes da temporada Nikola Mektic e Mate Pavic terão de ganhar de Ivan Dodig/Filip Polasek.

Decisão inesperada no México
A quinta e a oitava do ranking irão decidir o WTA Finals de Guadalajara nesta noite, cacifando mais um torneio de surpresas na agitada temporada feminina de 2021.

Claro que Garbiñe Muguruza tem currículo muito superior, mas o confronto direto é apertado: 3 a 2, e isso considerando o jogo desta semana pela fase de grupos. Nenhuma espanhola ganhou um Finals até hoje e Muguruza pode recuperar o impulso da carreira. Afinal, seus troféus de Grand Slam vieram em 2016 e 2017 e desde 2018 ela ganhou um único 1000, em Dubai deste ano.

Anett Kontaveit faz uma reta final de temporada incrível, com dois títulos que a levaram de última hora a Guadalajara. No total, esta será sua sétima decisão em 2021 e a 13ª da carreira.


Comentários

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  1. Chris

    Sem entrar nos controversos números, concordo com Dalcim.
    Federer reescreveu as regras do tênis, aos outros não restou alternativa senão segui-lo. Será para sempre a maior de todas as lendas, o Pai do tênis moderno.
    Privilégio de quem o viu ao menos uma vez na quadra.

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  2. Aurélio Passos

    O que fica é o Head to Head mas….
    Contando a partir do quinto set no Australian Open em 2017, o Federer não perdeu mais set pro Nadal fora do saibro… foram 4 ou 6 vitórias seguidas fora do saibro…

    Já o Djokovic, contra Nadal, a última derrota fora do saibro foi na final do IUS Open em 2013… Depois disso, não perdeu mais um set sequer pro Nadal fora do saibro (creio que umas 8 ou 9 partidas).

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  3. Alessandro Siqueira

    Roddick rende-se: «É muito difícil arranjar argumentos contra Djokovic nesta altura»

    “Vou dizer isto de forma muito clara. Se Novak Djokovic acaba a carreira com mais títulos de Grand Slam, é estatisticamente impossível discutir se ele é o melhor com base em números. Este sétimo ano a acabar como número é mais um ponto para juntar ao recorde Masters 1000 e ao head-to-head favorável contra os melhores de sempre”, começou por afirmar no Tennis Channel.

    Roddick rende-se mesmo às evidências, embora expresse um desejo. “É muito difícil arranjar argumentos contra Djokovic nesta altura. Roger é um dos meus queridos amigos e tenho muito respeito pelo Rafael Nadal. Espero que os dois voltem e ganhem Grand Slams”, atirou. (BOLA AMARELA)

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  4. George Beco

    Dalcim, os pontos da Copa Davis entraram nessa temporada ainda? Pois pelo que vi, acho que uma vitória talvez seja o suficiente pra Norrie passar Nadal no ranking da temporada

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  5. Ala fake

    Na verdade, não convivemos com o sucesso dos algozes do Federer, pois o Federer nao possui algozes.

    Federer é o Rei. É o mito. Daqui a 80 anos ainda se falará dele como se fosse ontem.

    Federer reescreveu a cartilha do tênis, mas num nível que nenhum mortal pode alcançar.

    Federer desceu do Olímpo, como disse um nosso companheiro nos comentários.

    Os números pouco importam, neste caso.

    Pouco importam o sefundone o terceiro. Nemno quarto e o quinto.

    Nao importam Borg, Lendl, Laver, Sampras, Agassi, Nadal ou Djokovic.

    Quem chegou perto foi Nadal, com seu reinado infinito no saibro de Roland Garros.

    Nadal é seu rival natural. Djokovic vai voltar ao ostracismo da Servia tão logo sua carreira termine.

    Poderá colocar seus recordes dentro de um Guiness.. para mostrar aos netos sérvios, e mais nada.

    Aos torcesores do Sérvio, podem falar onque quiserem, e recorrer a qualquer número que lhes convier. Mas “nunca serão”.

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  6. Paulo Almeida

    Medvedev, você está de brincadeira, né?

    Você terá 37 horas de descanso até a semifinal e mais de 24 até a final, enquanto o Djoko ainda joga daqui a pouco (Zverev já está de camarote há muito tempo), amanhã travará outra batalha com o alemão e o vencedor terá umas 20 horas de descanso no máximo.

    Se alguém pode reclamar desses horários esdrúxulos do Finals, esse alguém é o sérvio.

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  7. Willian Rodrigues

    Para aqueles que, eventualmente, manifestam descrença em relação ao futuro do tênis.
    Ou ainda, aos que criticam as limitadas variações de jogo do Jannik Sinner, pergunto: em que estágio encontrava-se o próprio Medvedev aos 20 anos de idade?
    Esse italianinho forçou o russo, Nº 2 DO MUNDO, a disputar dois tie-breaks em pleno ATP Finals!!
    Conforme ele próprio afirmou, ainda há muito espaço para evolução…
    Alacaraz é outro que, salvo alguma contusão catastrófica, brilhará muito no circuito. Atingiu quartas de final em um torneio do grand slam aos 18 aninhos de idade.
    Curioso para saber como serão as discussões aqui no blog no ano de 2031…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Onde assino , Willian ? . E o jovem Casper Ruud ( foi considerado uma piada o convite recebido para o Rio OPEN 2017 ) aos 22 , fez Oitavas no AOPEN 2021 e Quartas no MASTERS 1000 de Paris. Mesmo atingindo o TOP 8 chegou como Zebra no ATP FINALS. Mostrou a Rublev que se não melhorar seu plano de jogo urgente, tende a estagnar . Os N 1 , 2 , 3 do Mundo nada mais fizeram que ratificar suas campanhas em 2021 . Pelo grande arsenal apresentado na rapidíssima Turin , Novak Djokovic promete finalmente atingir a Sexta conquista se Igualando a Roger Federer. A conferir. Abs!

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  8. Oswaldo E. Aranha

    Os países nórdicos têm nos apresentado grandes tenistas: Suécia vários, Dinamarca uma grande tenista, Noruega agora um tenista em destaque, faltando a Finlândia

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  9. Ronildo

    Ficção: Quando Fernando Scherer era o nadador mais rápido do mundo, perdeu um desafio para mim. Fiz 100 metros mais rápido que ele. Ele nadou rio acima e eu rio abaixo. Ele contra a correnteza e eu a favor.

    Realidade: Enquanto Nadal e Djokovic abraçavam cada mudança na raquete que lhes era possível, Roger Federer teimosamente permaneceu com a mesma raquete, o que lhe proporcionou tremenda desvantagem no confronto direto com estes rivais.

    Resultado: Como muitas pessoas não conseguem entender nem decifrar os diversos elementos que decidem uma partida, exatamente iguais a cegos de nascença que não conseguem diferenciar cores, passaram a acreditar que Nadal e Djokovic foram melhores tenistas que Federer.

    Presente: multidões de aficcionados por tênis que sabem que Federer foi o melhor tenista que já viram jogar, mesmo que tenha escolhido armas e estratégias inferiores.

    Futuro: não haverá concenso sobre o melhor de todos os tempos.

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    1. Sandro

      Agora só falta dizer que a marca da CUECA do Roger FREGUESer não era a ideal para vencer Nadal e Djokovic !!!
      Haja vergonha alheia dessas desculpas esfarrapadas!!!
      No futuro verão que FREGUÊSer foi o pato de Nadal e Djokovic.
      Está registrado para sempre q FREGUESer perdeu TODAS as finais de Roland Garros contra Nadal e TODAS as finais de Wimbledon contra Djokovic.

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    2. Luiz Fabriciano

      Já ouviste falar de livre-arbítrio? Duvido.
      Paul Annacone, sabes quem é?
      Disse que Federer é uma pessoa difícil. Por acaso, Nadal ou Djokovic sabotaram as raquetes de Federer?
      Esqueces que Federer, jovenzinho da Silva, tomava pau de Nadal com a raquete tinindo também.
      Agora vens com esse papo de raquete já depois de uma brilhante e consolidada carreira.
      E outra, enquanto ele era o recordista de tudo, havia GOAT, agora que não é mais, isso virou assunto sem definição para o futuro. Hilário!
      Sobre o Xuxa (nadador), nunca nadou de correnteza acima e ademais, o nado contra correnteza imposto a Federer, foi causado primeiro por Nadal e depois por Djokovic, que colocou uma volta sobre ele, fazendo analogia a F1.
      Grande abraço e saudações novakianas.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , meu caro. Qual a fonte para afirmar que Pául Annacone fez esse tipo de declaração em relação ao Suíço depois da bem sucedida parceria ? . Em entrevista ao podcast The Double Bagel ele elogia o Ex-pupilo e faz questão de destacar sua paixão pelo esporte. A bem sucedida parceria entre 2010 e 2013 , levou Roger a vencer WIMBLEDON 2012 batendo Novak e Murray em sequência. Com isso retornou ao N 1 .” Ele adora o Tênis em todos os seus aspectos , não apenas o jogo , mas também o estilo de vida . E’ um dos mais talentosos atletas e um gênio a nível mental . Você entende como pode ser que aos 39 continue trabalhando duro para voltar “ . Está pegando mal , e outro expert mais abaixo afirma que o Suíço não soube parar … Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            Obrigado pela resposta , mas Annacone assim como Edberg , continuam fãs de carteirinha do Suíço . Assim como Luth e Ljubocic.. Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Ps . A melhor de todas em 19 / 05 / 2021 corrobora com Podcast . Basta reler e ler Annacone ainda acreditando no Suíço mesmo com todas as dificuldades. Somente coloca que voltar com 39 é diferente de voltar com 35 . Abs!

          3. Luiz Fabriciano

            Sérgio, sua capacidade para querer distorcer os fatos é incrível.
            Disse que Anaconne comentou que seu ex-pupilo é uma pessoa difícil. Não disse que não é mais fã. Tampouco sabia que os outros citados por ti também são.
            Achar alguém difícil não necessariamente o descrendencia como ídolo.

    3. Alessandro Siqueira

      E é bom que não haja CONSENSO, afinal a unanimidade costuma ser burra. Mas, fatos são fatos. Até para tampar o sol com a peneira deve haver limite.

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    4. Marcelo Costa

      Você com seu texto, me lembrou o personagem Tom Hanks no filme náufrago, quando ele perde sua bola de vôlei no vasto oceano, e fica desesperado gritando: WILSON!!! WILSON!!!!WILSON!!!!! SORRY, SORRY”

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    5. Maurício Luís *

      Ronildo, alguns tenistas resistem em mudar a raquete por temerem não se adaptarem e o jogo até piorar. Se o Federer tivesse atualizado as raquetes, podia dar certo como podia não dar. De modo que o que você escreveu aí em cima até tem lógica… mas só Deus sabe se ia dar certo ou ia degringolar de vez o jogo do suiço.
      E o caso do Federer não é isolado. Jimmy Connors resistiu muito tempo pra trocar de raquete. Só o fez quando viu que não achava mais o modelo, se não me engano porque foi descontinuada.

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  10. Rafael

    Um off-topic antes de começar mais um dia de trabalho:

    Como muitos, já me perguntei diversas vezes pq o Dalcim permite fakes no blog. A coisa mais rara é aparecer um fake divertido e inteligente. Mas as discussões e as provocações promovem a interação, então sei lá, acho que tudo bem.

    Dito isso, sinto saudades da “persona” Marquinhos. Sim, o mesmo que insinuou que Nadal era gay, falava diretamente que Nadal era dopado, essa pessoa que dizia essas tolices, o cara que prometia sair do blog se determinado fato acontecesse, não cumpria e voltava todo fanfarrão… Já discuti muito com ele. Depois passei a perceber que “Marquinhos” era uma figura bacana, um admirador do Santos de Pelé e cia., um cara que morava (ou tinha morado) na Austrália, um atleta de jiu-jitsu, alguém inteligente, fã de Federer, mas, para além de tudo disso, quando chegava o final de cada ano, “Marquinhos” postava: “Gente, Feliz Natal a todos, não levem a sério o que eu escrevo, 80% é brincadeira”. “Marquinhos” virou uma figura folclórica pra mim. Os sucessores da persona “Marquinhos” nunca chegaram a causar a mesma impressão em mim.

    Concluindo, o nível dos fakes caiu muito. Acredito que vários fakes passaram a interpretar essa possibilidade (de se “esconder”) para vir neste espaço e, por meio de provocações ácidas e desprovidas de humor, extravasarem frustrações pessoais, dilemas, problemas, recalques… As pessoas perderam (ou nunca tiveram) a noção da função do fake. Ou seja, os atuais “haters”. Penso que os haters nem “odeiam” tanto aquilo ou aquele que criticam, só tem a necessidade de criticar para desopilar o fígado e a mente, cansada e confusa.

    Aos fakes haters e sem graça: o lugar para isso não é aqui. Existe uma categoria profissional própria que auxilia nessas questões: a área de atuação do profissional é a psicologia e o tratamento é a terapia. Desejo, sinceramente e sem ironias, melhoras. A vida não é fácil.

    Bom dia a todos.

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    1. Marcelo Costa

      Sabe, esses tais fakes , são homens de meia idade, não são meninos, são adultos que poluem este espaço, fazendo com que quem comente perca a vontade de fazer. Mas ainda há aqueles que não “supostamente” fakes e ocupam o blog pra destilar seu desmedido ódio gratuito.
      Tristes tempos, triste sina.

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  11. Rafael

    Vejo as pessoas comentando que Federer não “merece” terminar dessa forma.

    Não entendo a lógica disso. Não tem nada a ver com merecimento. Quem não soube a hora de parar foi ele. Mas deixando isso para lá (sua ganância em renovar patrocínios que o obrigam a mentir para seus torcedores – porque ele JÁ parou, só não está contando – e eu já disse isso há meses), Federer não PRECISA de uma despedida “ao nível do seu tênis” (e ainda bem que não precisa, pois ela não vai acontecer).

    Federer, que passou a considerar a si mesmo um gênio ainda em quadra ao ultrapassar Sampras em No. de slams estendeu a carreira além do que sabia certo. O que está acontecendo agora é apenas a consequência natural. O joelho atrofiou.

    Que os fãs se lamentem, entendo. Mas pedir a Deus por uma última temporada, um último jogo, etc sei lá, me parece meio que egoísmo, o melhor para Federer seria cuidar de sua saúde para poder viver sua vida sem restrições físicas, com sua mulher e suas crianças. Poder dirigir, ser independente, andar pelos Alpes, como ele tanto gosta, viajar, brincar com as crianças, “brincar” com a esposa, isso sim.

    Se eu fosse fã de Federer, torceria por isso, não por “mais uma última tentativa”. Será que ninguém vê que acabou?

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    1. Luiz Fabriciano

      Excelente comentário, para variar, nobre Rafael.
      É como se todo pessoa que morresse se tornasse santo ou melhor do que realmente é. E isso não acontece.
      Se meu tenista favorito parar na próxima segunda, terá feito em seu melhor momento, mas se parar daqui a quatro anos, capengando, vou me ater as lembranças de seu auge.
      Saudações novakeanas!

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    2. Ronildo

      Concordo com você Rafael. Mas o mesmo se aplica ao Murray. O cara fez uma cirurgia no púbis e ao invés de se contentar em preservar a saúde fica torrando tudo em partidas quase intermináveis de primeira e segunda rodada.

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    3. Gildokson

      Rafael, sou fã dos seus comentários mesmo discordando de vários, e vou te confessar que dessa vez me surpreendi com esse como nunca me surpreendi com outros.
      Ja que o próprio Roger Federer, uma lenda do esporte não sabe, e você pelo que escreveu sabe, eu te pergunto. Qual era a hora certa do Federer parar?? Qual hora você escolheria para que o gênio deixar as quadras?

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    4. Fernando Brack

      Tenho que concordar com vc, Rafael. Também acho que RF perdeu o ponto de encerrar a carreira, apesar de admitir que não é fácil decidir esse momento. E também concordo que não precisaria existir esse desejo agoniante dele e de muitos torcedores por uma temporada de despedida. Se não dá mais, não dá e fim de papo. Pra que forçar uma última temporada arriscando piorar sua condição física? Mesmo porque ela seria composta do quê? Uma sequência de torneios perdendo no 1° jogo? Isso sim é uma coisa que ele não merece.

      Responder
  12. Ronildo

    A volta de Federer este ano foi ou não foi precipitada?

    Poderia ter ficado o ano inteiro de molho, recuperando, e voltar só em 2022 no torneio de Roma.

    Foi uma das piores decisões da carreira dele. Pior do que a dispensa de técnico no início e não atentar para a evolução das raquetes dos rivais.

    Por falar nisso, alguém lembra até que ano o Federer insistiu em enfrentar Nadal e Djokovic com sua antiga raquete ultrapassada para perder partidas e decisões para eles e fazer alguns acreditarem que estes dois eram tenistas melhores que o próprio Federer?

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Só rindo mesmo, rsss.
      Federer tem a Wilson à sua disposição para lhe fazer o que quiser e tu vens dizer que esse “gênio” do esporte não se atentou para as limitações de seu equipamento? Ou limitações do seu jogo 🤔
      Sem mais.

      Responder
    2. Corleone

      Taí: finalmente alguém encontrou uma causa justa e uma saída honrosa para explicar as derrotas do Federer.

      E reapondendo a sua pergunta:

      – Acho que ele fez isso até Wimbledom 2021, se nao estou equivocado.

      Depois de Wimbledom 2021 ele nao fez mais, disso tenho certeza.

      Responder
  13. Paulo Almeida

    Bom, voltando ao que interessa mais, que é o ATP Finals, como o Medvedev está largo: venceu 2 partidas na bacia das almas do tie-break do terceiro set e depois do 6×6. O russo não está sobrando e não me surpreenderei se encontrar dificuldade também na semifinal.

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  14. Paulo F.

    Agora que o Big-3 começa derradeiramente a chegar ao final, vou elencar aquelas que considero algumas das maiores vitórias entre eles:

    Nadal x Federer – O Clássico da Freguesia:

    Final do Aberto da Austrália de 2017 – Vitória de Federer: a única vez em que vi Federer se recusar a ser o cordeirinho do predador Nadal.
    Final de Wimbledon 2008 – Vitória de Nadal: o simbolismo de Rafa ter tomado de assalto o reino de Federer. Federer nunca sequer fez cócegas na situação contrária.

    Djokovic x Natal – O Maior e Melhor Clássico da História do Tênis:

    Final do Aberto da Austrália de 2012 – Vitória de Djokovic: a maior final de Grand Slam de todos os tempos.
    Semifinal de Roland Garros de 2013 – Vitória de Nadal: muitos consideram a maior partida do saibro de todos os tempos.

    Djokovic x Federer – O Clássico Subestimado:

    Final de Wimbledon de 2019 – Vitória de Djokovic: uma das várias finais de Slams em que se discute como a maior.
    Semifinal de Roland Garros de 2011 – Vitória de Federer: parou o Djokovic alienígena daquele ano.

    Pretendo repetir este tópico quando todos se aposentarem.
    Com mais jogos.
    E em outros torneios.

    Responder
  15. Carlos Pereira

    Cada vez menos leio os comentários aqui da galera porque é de uma imbecilidade gritante! O tênis não é um esporte igual a ginástica olímpica, que depende de movimentos bonitos! Todos sabemos como funciona! Não adianta jogar de uma forma plástica se não tiver resultados! Há, ele perdeu, mas jogou com mais plasticidade! Mesmo porque é uma coisa subjetiva!
    O que conta no final é quem ganhou mais títulos! O Federer aliou plasticidade e resultados, porém até aqui existe pelo menos um tenista que tem números superiores a ele! Grande tenista! Mas julgar que é um goat tendo números inferiores, não me parece justo! Além do mais o esporte sempre traz uma mensagem de superação, luta, determinação, que não vejo no Federer! O que penso!

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    1. Sinfonia Final

      Verdade!! Você tem razão na primeira frase mesmo. Basta ouvir que um tenista que chegou integro aos 37, disputando final de mais de 4 horas de duração não tem determinação, para confirmar o fato.

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  16. Leo Gavio

    Sem Nadal, Federer não seria nada.

    Muito do que ele é hoje se deve à rivalidade ocorrida no final dos anos 2000 quando ele batia em jogadores medianos/fracos e parecia imbatível.

    Nadal subjugou o Federer nas quadras, mas não no talento. A beleza dos movimentos do Federer acabaram se destacando quando ficou evidente o contraste. Lembro-me que as pessoas “hateavam” o Nadal de forma muito mais virulenta do que fazem com o Djoko atualmente. O grande touro miura era tratado como um lixo “baloeiro”, “antijogo”, “dopado” e etc, etc.

    Eu gosto de ver o Federer jogar, principalmente nos maiores jogos quando ele fazia milagre com aquela esquerda, os bate-prontos do Rei da entressafra são a joia da coroa.

    Federer só não é mais adorado por todos por causa da sua arrogância em determinadas situações e, principalmente, pela banda podre da sua torcida que, indiscutivelmente, é a maioria, simplesmente são insuportáveis, não conseguem conviver com o sucesso dos seus algozes.

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  17. Maurício Luís *

    Existe uma coisa chamada EMPATIA. Saber colocar-se na pele do outro. Numa situação como a do Federer, era de se esperar um mínimo de empatia, sendo torcedor dele ou não, desejando-lhe melhoras.
    Pois não é que me surpreendo com comentários que focam exclusivamente em dizer que ele não é o melhor, não é o + popular, é freguês de não sei quem… Não só com ele. Gente torcendo pro Nadal não voltar… Que triste isso.
    Só espero que não peguem uma faca e façam o mesmo que aquele fanático fez com a Monica Seles na década de 90.
    BELLUCCI – Puxa vida, parece que não sai mais do buraco o rapaz. Tem a mesma idade do Djokovic, então pode não ser um NextGen, mas também não é velho de pedra pra por a culpa no relógio biológico. Quem te viu e quem te vê, Bellucci. Deveria focar nas duplas, pra ver que bicho vai dar.

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    1. Viana

      Ótimo comentário!
      Quem gosta de tênis: torce para o BIG 3 estar bem e jogando! Eles são arte, cada um do seu jeito!
      Quem torce contra um deles… não torce para p tênis, mas sim idolatra um deles…

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  18. Helena

    Essa notícia de que o Federer não estará pronto nem para Wimbledon do ano que vem foi como levar uma marretada na cara. Não sei mais o que pensar, só torcer para que todo esse esforço e desejo dele possam se converter em uma última temporada de despedida. Espero muito que ele consiga competir e que o seu último jogo profissional não seja levando 6×0 no seu torneio favorito. Ainda me agarro no fio de esperança de que ele parece querer voltar para encerrar essa etapa de uma forma muito mais compatível com a sua carreira.

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  19. Ruy Machado

    Não sou torcedor do Federer. Mas sempre que podia, acompanhava seus jogos… Parecia algo simples jogar tênis em alto nível! Perdeu a grande oportunidade de parar no auge, em W19. Ali, era o momento certo, o lugar certo e contra o adversário certo para a sua despedida em grande estilo. Não preciso me alongar aqui para explicar o que ocorreu. Infelizmente, o suíço se arrasta para encontrar o melhor momento de pendurar a raquete, o que pode nunca acontecer. Espero que consiga fazer algum grande torneio, que vença, podendo até ser um ATP 250 (só não pode ser o Nadal a ser vencido…rsrs) e finalize sua brilhante carreira! Abc

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  20. Arthur

    Sei não, Dalcim, mas essa entrevista do Federer tá mais com cara daquela velha piada de português: “Manuel, sua mãe subiu no telhado…”

    Acho que ele não quis dar a notícia agora pra não causar uma comoção imediata e dar tempo de o pessoal se acostumar com a idéia de que ele não volta mais pro tênis. E, como você bem apontou, talvez tenha feito isso até pra si mesmo, como forma de trabalhar a aceitação da aposentadoria.

    Nas condições atuais, eu não vejo como ele possa voltar. E também me pergunto se valeria a pena voltar pra fazer uma despedida “à la Guga”, que, convenhamos, foi sofrível (sujeito entrar em quadra sem condição nenhuma de partida, só pra dizer que fez despedida).

    Um abraço.

    Ps.:

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Talvez uma despedida fora do circuito competitivo, chamando alguns jogadores para exibições em lugares selecionados. Penso em algo assim.

      Responder
  21. Sandro

    Que tal irmos aos fatos…
    Sem dramalhão.
    Sem chororô.
    Sem mimimi.
    O fato é que Roger Fregueser está atrás do Big2, Nadal e Djokovic.
    Esse mito de popularizar o tênis é balela!
    O tênis já era popular muito antes do FREGUESer aparecer!
    Na epoca de jogadores como McEnroe, Connors, Navratilova, Boris Becker, Graf, Gabriela Sabatini, Gustavo Kuerten e muitos outros, o tênis já era um esporte muito popular e prestigiado.
    Na época da também suíça Martina Hingis o tênis já bombava.
    Vai dizer que na época do Guga o tênis era um ilustre desconhecido…
    Ficar babando ovo do Fregueser não dá…
    Só pra lembrar, Masters 1000: Djokovic 37, Nadal 36, Freguser 28.
    Fegueser perdeu todas as finais de Roland Garros conta Nadal e todas as finais de Wimbledon contra Djokovic.

    Responder
      1. Paulo F.

        Falou aquele que se lambuzava com o Djokovic quando este parou o Nadal de 2011.
        Ah, mas quando o Djokovic começou a parar o Federer… se foi a casual admiração né?

        Responder
        1. Gildokson

          De onde tu tirou que eu não admiro o Djokovic?? Tu não deve ler meus comentários.
          Admiro e muito, respeito também, mas tenho minha opinião sobre o jogo dele e as atitudes, opinião que não é a que vocês gostariam.

          Responder
      2. Luiz Fernando

        E vc que gosta de cobrar atitudes dos torcedores adversários, como reagiu quando o amiguinho de torcida comemorou uma doença de um outro ser humano? Ficou em silêncio ou expôs q isso era errado de forma clara?

        Responder
        1. Gildokson

          Vou falar a mesma coisa se esse cara vier daqui um tempo pagar de bom moço sensato e ficar elogiando o Nadal aqui caindo em contradição.
          E tem outra coisa, você que é um cara bem brincalhão deveria saber diferenciar mais quando algo é dito em tom de brincadeira e quando é sério. Eu mesmo ja zuei o Nadal e Djokovic várias vezes, mas longe de ter uma obsessão negativa contra eles.

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    1. Luiz Fernando

      E veja se os supostos conhecidos defensores da moral e dos bons costumes repreenderam a criatura q agiu assim. Ficaram silenciosos, ou seja, coniventes. Depois aparecem aqui p cobrar isso ou aquilo dos demais. Hipocritas, p dizer o mínimo…

      Responder
    2. Renato Veneziano Toniol

      Sim, Paulo. Lamentável como teve torcedores do Federer que vibraram com a apendicite do Nadal e com o problema no cotovelo do Djokovic, algo de baixíssimo nível, porém a ala nolista critica tanto essa postura, mas age exatamente do mesmo jeito, e dizem que fazem apenas para “se vingar”.

      Responder
  22. Mestre Gafanhoto

    provavelmente ira fazer igual o Agassi, escolher seu melhor torneio(no caso winbledon) ser favorecido nas chaves pra ir o mais longe possível e perder na terceira rodada e receber todas as homenagens merecidas.

    Responder
  23. Tiago de Souza

    Alguém me tira essa dúvida por favor que não consegui entender, porque o Medvedev já se classificou com uma rodada de antecedência e como 1° do grupo ?
    Caso o Zverev vencesse ( e venceu ) sua partida contra Hurkacz e o Sinner vença por 2×0, ficariam os 3 com 2 vitórias e Medvedev com 4-4 em sets e o Sinner com 4-0, o Sinner não teria chances ainda dessa forma ??

    O fato de Sinner ter um jogo a menos deixa desfavorecido no desempate?

    Obrigado!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      No caso do Medvedev e Zverev, vale antes de qualquer coisa o confronto direto. No caso do Sinner, valeria o número de jogos realizados.

      Responder
  24. Marcelo Costa

    Com a saída do suiço, o esporte ficará muito menos brilhante, muito menos mágico, muito menos plástico, muito menos agradável, muito menos empolgante, muito menos tênis, pois, Federer é a síntese do esporte. Não o considero o maior, nem o melhor, mas é inegável que ele moldou, mudou e transcendeu o esporte a seu modo, pena que toda essa magia, não foram o suficiente para o deixar isolado no panteão dos maiores, pois, lhe faltava a alma do Nadal, a obstinação do Nole e sobrou uma confiança que lhe rendeu várias derrotas.
    Vida longa ao mago da raquete, mas tênis que segue, torneio que segue, ídolos que ficam.

    Responder
    1. Rafael

      Onde vc escreve “lhe sobrou uma confiança” eu leio “lhe sobrou uma arrogância, depois seguida de conformismo”.

      Leio assim pq é assim que penso, fazer o quê.

      Responder
  25. Rafael Azevedo

    Triste notícia. Mas, esperada…
    É angustiante ver um jogador do calibre do Federer tentando voltar só para fazer uma exibição de alto nível em algum torneio e não conseguir. Já vai 2 anos nessa peleja e ele ainda fala em 2023… dói no peito. Espero que consiga!

    Responder
  26. Barocos

    Me parece que os deuses, encastelados lá no Olympus, e diante de toda a indiferença que as suas criações têm dispensado a eles, resolveram vingar-se da maneira mais dolorosa que podiam: fustigando os heróis humanos com os piores castigos e nos instantes mais críticos. Parece que dizem: não há entre vocês qualquer um que mereça adentrar os portões da glória suprema, a nenhum de seus campeões será ofertado um trono em nossos domínios.

    Guardo uma penosa suspeita que o magistral Roger Federer, o tenista a exibir o mais belo estilo a quem tive o prazer de assistir em quadra, a desfilar toda a sua classe em estádios pelo mundo afora, terá que se contentar com uma despedida que em nada refletirá a estatura por ele alcançada. Desejo, claro, uma boa recuperação e muita felicidade ao grande “leão da montanha”, nossa “primeira bailarina” do tênis.

    O tempo é mesmo inexorável, é implacável com todos, mesmo com aqueles que julgam ter as armas para retardar o seu curso.

    Por mais doloroso que seja, tenho que concordar com o gigante Carl Sagan: “Nós somos como borboletas que vibram por um dia, e pensam que é para sempre.”.

    Saúde e paz para todos os bons homens do nosso pontinho azul flutuando no universo indiferente.

    Responder
  27. Aurélio Passos

    Tinha de jogar a rtoalhae dizer que não dá mais. para voltar pro tour e pronto. Ficar apenas em ficar saudável nos joelhos e, eventualmente, fazer jogos de exibição. Nas isso não interessa aos patrocinadores e tal. É melhor manter a falsa expectativa enquanto puderem.
    Vai ficar enrolando igual ao Sampras pelo visto.

    Responder
      1. Renato Toniol

        AKC, pelo que me lembro, não foi bem assim.
        Sampras ganhou o US Open em 2002, e só anunciou a sua aposentadoria durante o US Open do ano seguinte, mesmo sem estar inscrito para jogar, mas usou o evento para fazer o anúncio.
        Ele era espetaculado para disputar os torneios do final de 2002 e início de 2003, se não me falha a memória, mas foi desistindo de disputá-los.
        Creio que o Dalcim possa nos ajudar melhor nessa questão…

        Responder
      2. Aurélio Passos

        Não.

        O US Open 2002 foi seu último TORNEIO DISPUTADO, mas ele se inscreveu em vários torneios APÓS o US Open 2002, e ficava cancelando a participação em cada um deles em cima da hora, antes de anunciar a aposentadoria.

        Responder
  28. Paulo F.

    Federer é um gênio do tênis, sua importância para o esporte como um todo e a grandiosidade de suas conquistas e carreira são indiscutíveis.
    Mas também é indiscutível que termina sua carreira como o terceiro do tênis – por ser um freguês vexaminoso do Rafa e com conquistas inferiores às do Nole.
    Mas que possas encerrar sua carreira dignamente com a despedida em quadra.

    Responder
  29. Ronildo

    Djokovic falou de forma serena a respeito da carreira e da pessoa de Federer. Mencionou uma certa aura que Federer tem quando entra em quadra. Importante Djokovic tornar conhecido este sentimento que Federer produz no público, sendo aquele que “nadando à favor da correnteza”, bateu alguns recordes de Federer.

    Responder
    1. Alessandro Siqueira

      Djokovic vem escrevendo seu nome na história do esporte dentro da quadra e seguindo a regra do jogo. A propósito de regras, não há crase antes de palavra masculina, então sua fala perderia pontos preciosos, tal qual “match points” não aproveitados no 40/15 em 2019. Por quê? Porque é a regra do jogo.

      Responder
  30. Luiz Fernando

    Sem meias palavras, nunca torci p o Federer, aliás, sempre torci para q perdesse. Pra não deixar dúvidas, não gosto dele, pois não sou uma pessoa de meias palavras. Esse sentimento foi cada vez aumentando mais, fruto da humildade ímpar demonstrada por seus torcedores, que sempre procuraram depreciar os adversários ao invés de reconhecer seu valor, como muito bem exposto abaixo pelo Chetnik.
    Da minha parte reconheço no suíço um grande campeão, o melhor em matéria de habilidade e plasticidade do jogo, mas um competidor inferior aos dois principais adversários. Como não faço parte do segmento alienado , que inclusive comemorou a cirurgia de apendicite do Nadal neste espaço, desejo que ele se recupere bem e q possa ter um final de carreira digno da sua grandeza…

    Responder
  31. Luiz Fernando

    Grande conquista da Garbine, que após vencer aquele RG ao invés de disparar na carreira regrediu, demonstrando como o tênis exige e cobra dos grandes vencedores. Fiquei sabendo agora da vitória da espanhola e me alegrei muito, pois trata-se de uma jogadora fenomenal. Torço p q a partir de agora sua carreira decole e ela atinja todo o potencial que carrega…

    Responder
  32. PIETER

    Dalcim, um tanto off-topic, mas gostaria de saber sua opinião sobre o que terá acontecido com a Bia Haddad em sua final de temporada, nessa gira sul americana. Para quem vinha de uma temporada espetacular e vitoriosa foi frustrante vê-la sem nem um resultado digno de nota, perdendo para juvenis, em torneios em que ela poderia sair-se muito bem, até com títulos…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Também torci por bons resultados, mas foi bem natural. Saiu de pisos bem velozes para um saibro muito lento, sem falar no desgaste de uma temporada com 100 jogos realizados. Sinceramente, acho que ela podia ter evitado esse circuito sul-americano ou ao menos pular o Chile e jogar só um ou outro. Mas a Bia está muito no lucro. Começará 2022 com um ranking digno, entrará em torneios bem maiores e poderá retomar a escalada.

      Responder
      1. Andre Borges

        Muito mais urgente do que rever o calendário a Bia precisa rever sua estratégia de jogo. Insistir nesse tática nojenta de ficar dando balão no meio e esperando a adversária errar vai levá-la ao calvário além de não ter nada a vê com o jogo dela. Principalmente se pensa em se estabelecer nos grande torneios jogando contra tops. Para vencer com essa tatica vc precisa que jogadoras medianas ou boas estejam num dia bem ruim e que as tops estejam num dia completamente trágico como foi o caso da Pliskova que fez 80 duplas faltas e 321 erros não forçados. Fora que se pegar uma jogadora fraca num bom dia, dança também.

        Responder
  33. Carlowagen

    Acredito que Federer nãoo esteja apenas na discussão sobre quem é o GOAT do tênis, mas sim sobre quem é o maior desportista da história moderna (dos últimos 40 anos), junto com os abaixo::

    – Carl Lewis, Asain Bolt, Michael Phelps, Michael Jordan, Lewis Hamilton, Michael Schumacher, Maradona, Giba e Karch Kiraly, Tiger Woods, Roger Federer, Serena Willliams, Martina Navratilova, Kelly Slater.

    Nesta seleta lista não cabem esportistas com baixa popularidade ou pouco conhecidos da população em geral. É necessário além de números, ter influência e carisma, alcance global (e.g.: nem basta apenas ser conhecido na Sérvia e no Blog do Dalcim para entrar na lista do GOAT do esporte). Neta lista também não cabem desportistas que faziam imitações baratas de outros jogadores sacando. Imitações que aliás, beiravam o ridículo.

    Ainda os coloco abaixo do que significou Pelé para o esporte, mas Pelé está começando a ficar muito distante da realidade dos mais novos.

    Quanto a Federer, que vá em Paz. Missão cumprida aqui nesta terra. Poderá escolher o que fazer daqui por diante, quando cair a ficha que realmente o físico realmente o impede de seguir a diante e acabou.

    E como foi bom para quem pode acompanhar a carreira dele desde o começo. Considero um privilégio. Somos privilegiados.

    Com sua aposentadoria iminente, entramos na entressafra. Entressafra de belo tênis, entressafra para o esporte, onde a única ação que nos resta, é aguardar essa geração sentada em sua cadeira no quarto, vasculhando a deepweb paraencontrar mais um recorde nunca antes pensados (até único tenista a ganhar dois torneios de Paris alguém citou), enquanto passam Nutella do seu pote de 5kg no pão para acompanhar um jogo do atp finals no computador, ou enquanto trabalham pensando em seu malvado favorito do tênis.

    Responder
    1. Ricardo

      Djokovic somente conhecido na Sérvia??

      repita isso de 40-15 vezes para ver se você mesmo se convence, e entressafra foi entre 2003 a 2007 aonde Philpousis, Black, Baghdatis da vida chegavam em finais de GS, rei da entressafra só tem um e ele todos sabem q é o Roger Federer, e maior do Tênis é o Djokovic.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Blá blá blá blá blá blá blá…

      Snif, snif, snif, snif…

      Resumo: Federer não é o GOAT nem do seu próprio esporte e com isso obviamente não pode sentar na mesa dos maiores desportistas da história, que incluem Pelé, Novak Djokovic, Bill Russell, Michael Phelps e Usain Bolt, donos de suas respectivas modalidades.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Caso tenha alguma dúvida, mais abaixo falei que não há consenso entre os estadunidenses entre Russell e Jordan, ou seja, não há aquele GOAT indiscutível no basquete. No entanto, Jordan foi o melhor de sua época e o Federer NÃO.

        Responder
      2. Rafael

        É óbvio que não, mas o colega acima parece estar desconectado da realidade, então vou respeitar seu estado e percepções alteradas. Acontece, deve ser dureza achar que seu ídolo vai durar para sempre. Esse não é um verdadeiro fã, está pouco se lixando para a pessoa, torce pela imagem.

        Responder
  34. Maria Izabel

    Muito triste as declarações do Federer.Um esforço enorme,para voltar e fazer sua despedida em quadra.Um atleta como Federer é complicado encerrar a bela carreira.Penso que Federer deveria fazer exibições contra Nadal, Djockovic e Medvedev.Seria lindo ver esses jogos.Embora temerário pela sua situação. Desejo que ele tenha o retorno que merece ,embora saiba que não será fácil para ele.

    Responder
  35. Sérgio Ribeiro

    Será que a Semi das super musas do WTA FINALS 2021 , Muguruza e Badosa , não daria mais audiência que Canadá x México no futebol ? . Ainda não sei o público mas a FINAL da agora N 3 x N 7 , no México, com a popularidade de Muguruza não ser transmitida e’ mais uma bola fora da ESPN . E pensar que a FINAL deste Torneio chegou a ser disputado em 5 Sets na época de Graf , Seles e Sabatini . E’ mole ou quer mais ? . Abs!

    Responder
  36. Chetnik

    Quem tá aqui há muitos anos sabe que determinado segmento se regozijava com o “fato” que os “maratenistas” se aposentariam antes do “maestro”, e que passariam as suas aposentadorias em cadeiras de rodas. Sim, gargalham com essa perspectiva definitiva. Embora as pessoas de bem do blog sempre tenham sabido que isso era um mero mecanismo para lidar com as humilhações e sofrimento incansável e diuturnamente impostos, diz muito sobre eles.

    Bem, para a carreira do Federer eu não tô nem aí, mas, a nível pessoal, que recupere plenamente a sua saúde – principalmente a mental – e aproveite a aposentadoria com a sua família, que parece bastante sólida, e com as centenas de milhões de dólares que, merecidamente, amealhou. Sem dúvidas foi um ótimo jogador.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não acredito que li isto . Pelo que eu saiba o jogador em questão está com 40 anos . E os outros dois ainda tem um longo caminho pela frente. Basta olhar o que já aconteceu com Murray e STANIMAL. Ambos aos 35 … Abs!

      Responder
    2. Paulo F.

      Uma das coisa mais ridículas daqui é os membros da seita reclamando dos tais “maratenistas”.
      Federer foi um dos jogadores de base mais sólidos que já existiu e um dos responsáveis diretos (obrigado Roger!) em sepultar o terrível e nojento saque-e-voleio.
      Sem contar que, com praticamente 39 anos, fez uma final de Slam com mais de 5h de duração.
      Então Roger Federer também é/foi um maratenista.

      Responder
    3. Gildokson

      “Sem dúvida foi um ótimo jogador” kkkkkkkkkkkkkkkkk
      Tenta pagar de sensato e superior, mas é só mais um igual aos que tanto crítica.
      Dizer que sem dúvida Federer foi um ótimo jogador como se ele tivesse sido SÓ isso torna o teu comentário tão ridículo quanto aos comentários que tentam diminuir o feito do sérvio.
      Ahh e aliás, o Djokovic é, foi e sempre será um maratonista, mas lógico que não SÓ isso, então nunca contaram nenhuma mentira aqui. O que interessa é que ele ganhou e MUITO.

      Responder
  37. Paulo Almeida

    É ruim para o GOAT indiscutível Djokovic saber que provavelmente nunca mais irá enfrentar seu segundo maior rival e terceiro melhor de sua época, mas o tênis ainda está em excelentes mãos com ele em quadra por um bom tempo ainda. Hoje ele deu mais um show com uma passada espetacular de esquerda e outro voleio soberbo e na sexta deve fazer uma espécie de jogo treino contra o já eliminado Norrie.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Até no Post do mais importante Tenista de todos os Tempos não mudas o papo , Piloto ??? . E ainda vem com papinho de “ goat “ e terceiro não se sabe do que ? . As chances de Rafa ou Novak chegarem ao ocaso da Carreira ( N 1 aos 36 e 1/2 ) jogando no mesmo nível são boas , mas nada e’ garantido. O cara que Rod Laver sempre disse que parecia flutuar em quadra está com várias lesões. Cresça um pouquinho, meu caro. Juro que meu filho de 30 da’ um banho em ti a nível de maturidade rsrs. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Quem é vc p cobrar maturidade dos outros? Só o fato de se julgar superior aos demais já demonstra q é vc é mais do q imaturo, q vc é infantil e mimado. Vc não tem nenhuma autoridade p corrigir ninguém, pois vc é um comentarista idêntico aos demais. Acorde p realidade e acima de tudo cresça. Abs.

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Cara, eu nem achincalhei o suíço como em outras oportunidades, apesar dos membros da seita freguesiana sempre merecerem isso. Você é que já veio espumando sem nem ler direito.

        Só falei o que é fato: o GOAT é o Djokovic e o Nadal o segundo melhor, pois são os maiores vencedores na era forte do tênis. Não estou preocupado se o Federer é mais popular e mais importante (pra mim importância tem a ver com números em primeiro lugar).

        Bom, nem Djoko e nem Nadal precisam provar que podem jogar em alto nível até os 38 anos e espero de verdade que não tenham um fim de carreira melancólico e percebam a hora certa de parar, coisa que o terceiro do Big 3 não fez.

        Abs.

        Responder
  38. Marcel Azevedo

    Dalcim, qual o panomara que você acha que o Federer possa fazer tendo o mínimo de condições físicas de jogo, ele jogará só em 2023 a temporada nos grandes eventos ou escolher uma despedida em Wimbledon como um último ato nesse grande palco que ele ganhou 8 vezes?

    Abraços e parabéns pelo blog.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, é uma pergunta que realmente não saberei responder. Talvez o mais sensato fosse ele programar uma turnê de despedida, mesmo com jogos de exibição.

      Responder
    2. Thierry

      Já pensou Federer se despedindo em Wimbledon em 2023 e sendo derrotado por Diokovic na estreia da competição, e Mole vencendo 2022, pode vencer 2023 e igualar as 8 conquistas… Seria até Cruel com o Federer!

      Responder
  39. Caio Cesar

    Boa noite, Dalcim.
    Que notícia triste, de partir o coração.
    Teria sido muito melhor pra história do tênis a aposentadoria em WB19, com o título do torneio, caso tivesse acertado um daqueles dois saques. Teria sido a cereja do bolo na carreira, o gran finale!
    E antes que chovam críticas da torcida do Djoko, a derrota dele no US Open tbm foi triste demais, impossível não se emocionar com o choro ao final do último set … O tênis em si e ele mereciam aquele título, a maior das façanhas, o tão difícil Grand Slam.
    Enfim, não era o desejo dos deuses do esporte!

    Responder
  40. Manoel Cruz Cabuga

    Em relação a Federer, já era, no máximo um 250 na grama da pra ganhar, Wimbledon jamais, sobretudo pq poucos tem capacidade de ganhar do sérvio, e se ninguém elimina-lo, fatalmente ganha de Federer, em qualquer piso.

    Em relação ao Finals, fico curioso pra saber qual vai ser a postura de Nole contra Norrie, pois ele já tem o n1 do grupo garantido e vai jogar no outro dia a semi contra Sinner ou Zverev, ou seja, jogo duro, será que vai tirar o pé? Pq do outro lado da Norrie doido pra entrar no top 10, e não vai entregar tão fácil.

    Responder
  41. Sérgio Ribeiro

    O Craque sabe que em termos competitivos a última jornada não será. Daí acredito que fará um Tour FINAL indo a lugares especiais . E ao seu lado provavelmente seus maiores rivais . Quando tinha 30 , Rod Laver disse que com certeza iria aos 40 . Portanto não tenho dúvidas que tenha paciência caso necessite esperar um pouco mais. O BigFour todo não deixa dúvidas que ama o que faz. Dito isso , vimos hoje um “ saibrista “ levar os 200 pontos no FINALS , quem diria rs . Novak x Zverev e MEDVEDEV x Rublev, somente não acontece por mais alguma lesão. O N 1 está a vontade também nas muito rápidas , impressionante o Titio rsrs. Abs!

    Responder
  42. Sandro

    É uma pena que tantos tenistas estejam afastados decorrente de lesões…
    Tanto mais velhos como Nadal e Federer quanto mais novos como Berrettini e Tsitsipas são vítimas dessas lesões.
    O excesso de saques no tênis é um dos vilões do desgaste dos tenistas. O saque é de longe o golpe mais frequente e repetido no tênis.
    Seria interessante vermos mais trocas de bolas e outros golpes em vez de tantos saques. Até para diminuir o desgaste dos tenistas ao sacar.
    Até por isso sou a favor da mudança de algumas regras que evitariam esse excesso de saques, como:
    1. Extinção do LET
    2. Extinção da vantagem após o DEUCE
    3. Extinção do segundo serviço

    Responder
    1. Chetnik

      Deus me livre. Você quer acabar com o tênis? Aproveita e já adota as ideias maravilhosas do Nadal e aumenta a altura da rede e instaura o ranking bienal, além da sugestão brilhante do Djokovic de transformar os GS em torneios de 3 sets – até hoje acho que ele estava de zueira, ou pagando uma aposta, quem sabe…

      Responder
    2. Marcos Ribeiro

      O Let já devia ter acabado, para evitar uma perda de tempo inútil e chata e também por coerência com as casquinhas na rede depois do saque, não por ser o saque o golpe mais frequênte, o que não é.

      O 2o serviço é o método do tênis para equilibrar os jogos, dando a cada tenista uma vantagem alternada. Sem ele, o tênis teria um monte de pneus e bicicletas, seria bem chato e perderia público. Ou seja, a chance dele acabar é ZERO !

      Responder
    3. Aurélio Passos

      Já tiraram a melhor de 5 de tudo menos Slams….
      Já reduziram a chave pta 28 nos ATP 250 ao invés de 32 (aí um cabeça de chave eventualmente que chega à final joga 4 e não 5 partidas).
      Tem ranking protegido para contusão.

      E você queria extinguir mais tudo isso aí? Se tida a correria na quadra e golpes, você põe a principal culpa das contusões… nos saques????

      Responder
    4. Clubismo

      4. Alteração do limite de idade do juvenil para 21
      5. Alteração da idade limite para 30, para que o tenista deixe de ser considerado NextGen (válido também para o Finals)

      Finalmente um tenista da nova geração (C. Alcaraz) deixando claro em público que seu objetivo é “Ser número 1 do ranking”.

      Responder
  43. Daniel C

    Muito triste a situação atual do Federer. Apesar de eu não acreditar, espero que aconteça esse tal milagre e ele consiga voltar num ritmo bacana para fazer a sua despedida nas quadras.

    Aos poucos vai caindo a ficha que a carreira do melhor e mais popular tenista da história está muito perto do fim. O tênis merecia ter ele como maior vencedor da história, mas paciência. Quem acompanhou a carreira desse gênio, sabe o que presenciou e sabe que os números que ele alcançou, apesar de espetaculares, não condizem com o nível que ele apresentou em uma quadra de tênis. Mas ele tem culpa no cartório por isso também rs. Foi teimoso em muitos momentos da carreira e não tirar pleno proveito de seu assombroso potencial

    Bem, resta aguardar, mas por mim, ele pode se aposentar. Já fez muito pelo tênis, inclusive o nível que Nadal, Djokovic, Murray e cia chegaram, foi o efeito do suíço.

    Enquanto temos uma notícia péssima dessas, assistimos a um Finals morno, esvaziado, com no máximo 3 jogadores realmente bons, com um no1 do mundo chiliquento, antivax e de jogo chatérrimo, dominando aos 34 anos um circuito com jovens que estão devendo faz tempo. Definitivamente, tempos sombrios…

    Responder
    1. Paulo Sérgio

      Popular sim, mas melhor não. Melhor é quem ganha mais. Em termos objetivos, Nole é o melhor. Federer vai se aposentar como terceiro melhor da história, pois foi dominado por Djoko e Nadal. Nem me venha com desculpas. Fatos são fatos!!!

      Responder
      1. Daniel C

        Discordo, não acho que tudo se resume somente a números. Mas bem, vc nunca irá me convencer do contrário e nem eu. Não vamos perder tempo entrando em um debate sem fim.

        E lamento, para muita gente o sérvio nunca será unanimidade como melhor da história, caso seja isso que vc queira ver. Apenas se contente com os números extraordinários dele e vida que segue.

        Abs

        Responder
        1. Paulo Sérgio

          Prezado (a),

          Tênis é esporte profissional assim como basquete e futebol. No debate sobre o GOAT no basquete contam os números de MVP’s, títulos de NBA, MVP das finais, e etc. No futebol contam os títulos de Copas do Mundo, média de gols, etc. No tênis é a mesma coisa: as estatísticas é que revelam a grandeza do tenista, pois elas sintetizam os grandes feitos que cada tenista conseguiu (não existe frieza nos números!). Somente em sua cabeça de fã, os números não importam . Com o tempo, você observará que as novas gerações vão olhar para os feitos de Nole e ele será visto como o “Pelé ou Ali” do tênis. Acredito que será um tormento para ti à medida que você envelhecer. Enfim, a sua opinião pessoal não é critério para definir quem é o melhor, mas sim as conquistas. O esporte é como a ciência, ou seja, tem que se submeter ao teste empírico.

          Responder
          1. Daniel C

            “ Enfim, a sua opinião pessoal não é critério para definir quem é o melhor, mas sim as conquistas”

            Na minha opinião pessoal, eu defino os critérios que eu bem entender. Por isso que se chama opinião pessoal. E tenho pra mim muitos outros critérios importantes além dos números. E além disso, também considero outros fatores ,que não vou me dar o trabalho de listá-los aqui, pois geralmente são negados pelos fãs do sérvio, obviamente.

            Mas bem, viva a diversidade de opiniões e na minha visão, o Federer foi sim o melhor tenista da história 😉, seguido por Djokovic, Nadal, Laver e Sampras. Em termos de estilo de jogo/técnica/habilidade, a lista seria Federer, Laver, Sampras, Nadal e Djokovic. Mas colocando na balança a força dos números, o sérvio pula pra segundo.

            Abs

        2. Luiz Fabriciano

          Está aí uma citação matemática, produzida sem a menor noção de sê-la: “E lamento, para muita gente o sérvio nunca será unanimidade como melhor da história…”
          Se o sérvio nunca será para muita gente, quer dizer que para muita gente, Federer também não é.
          Simples equação matemática.

          Responder
          1. Daniel C

            Ora, e eu nem faço questão que o Federer seja considerado unanimidade como melhor da história. Nunca foi e nunca será. Mas posso garantir que ainda tem muita gente nesse mundo que enxerga o suíço como o maior (a minha percepção é que é a maioria ainda), mesmo perdendo alguns recordes, para o recalque daqueles que acham que os números são tudo, não importando o contexto e as condições como foram conquistados. É importante sempre lembrar isso, pois tem uma turma de fanáticos que gosta de partir pro “vcs vão ter que engolir o sérvio como Goat, pois tem os melhores números”, mas não adianta rsrs…

      2. R.P.

        Exatamente. As pessoas teimam em dissociar os termos corretos e parecem até ter vergonha em usá-los: Federer é o tenista mais POPULAR da história; e muito de sua popularidade se deve ao Nadal.

        Responder
  44. Renan Djok

    Federer é teimoso, não dá mais pro cara. Jogar torneio maior vai tomar pau com certeza. Tem que se despedir em um torneio menor, especialidade dele.

    Só tá jogando até hoje pra tentar segurar algum recorde (mas já era).

    Podem printar: se jogar Wimbledon vai tomar pneu do Djoko. Sugestão: se aposentar em Basel. Se n me engano é quinhentinho…

    Responder
  45. André Borges

    Federer é tranquilamente o maior do tênis e tranquilamente está entre os 10 maiores homens do esporte. Não é só sobre números e nunca vai ser.

    Responder
      1. Rogerio R Silva

        Brasileiro acha o Senna o maior tendo menos títulos mas o Federer não é olhado com os mesmos olhos.
        Dois pesos e duas medidas.
        E aposto que tem gente aqui que acha o Maradona e Messi melhor que o Pelé,tendo este último mais títulos e jogado mais.
        Quanto ao Pele muitos que opinam contra nem o viram jogar,o que acho pior.
        Mas brasileiro é assim.

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        1. Paulo Sérgio

          Tênis é esporte individual e o tenista não depende de um carro como na fórmula 1. Futebol é esporte coletivo e a qualidade da equipe conta para o bom desempenho individual. Por isso, na fórmula 1 e no futebol há sempre espaço para o debate. No tênis, o tenista não depende de tecnologia e não joga em equipe (só em duplas rs). Portanto, Djoko superou Federer e ponto final.

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          1. Jose Yoh

            Tenis não depende da tecnologia? Está enganado meu caro Paulo Sérgio.

            Seu favorito (e os nossos também) nunca jogariam em alto nível aos 34 anos se nao fosse a tecnologia.

            Nao há mais esporte que nao dependa da tecnologia. Até xadrez depende de estatísticas geradas por computador.

            Raquetes, pisos, calçados, suplementos, remédios… tudo caríssima tecnologia de ponta.

            Grande abraço

          2. Paulo Sérgio

            Jose Yoh

            Federer teve acesso aos mesmos recursos que Novak teve. Talvez faça sentido você comparar Laver e Djoko, mas não o sérvio e o suiço. Aliás, Federer ganhou muito mais dinheiro do que Djoko por causa de patrocínios, propaganda (em termos capitalistas, O suiço é o goat kkk). Só perde em premiações oficiais porque nesse caso o que conta são os títulos oficiais rs.

          3. Jose Yoh

            “Seu favorito (e os nossos também) …”

            Aqui estou dizendo:
            Novak, Nadal e Federer nao jogariam em alto nível aos 34 anos.

            Nao comparei nenhum deles. O assunto é se tenis depende ou nao da tecnologia.

            Abraços

        2. Paulo Almeida

          Correção: brasileiro UFANISTA acha o Senna o melhor, sendo que não foi o maior vencedor nem da sua época (Prost foi tetra e ele tri). Está aí outro GOAT paraguaio.

          Quanto ao Pelé, foi o melhor de sua época, ganhou tudo que era mais importante até então e não foi superado por Maradona, Messi, CR7, Zidane etc. Merece ser GOAT pelo que fez e não por pachequismo.

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      2. daniel

        Se é sobre números.. faz um pesquisa mundial sobre quem foram os melhores no basquete, tênis, formula 1… e ai tu vai ver que nunca foi sobre números, pois números de títulos tem haver com gerações, sorte…! Federer venceu seus slans e fez seu numeros passando por 3 gerações de tenistas e isso sempre jogando com um maestria que nunca tinha se visto e duvido que veremos de novo. Mas respeito opinao de quem gosta do tênis de correria e troca de bola no fundo de quadra como o Servio e do Espanhol, porem doe assistir.

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      3. Aurélio Passos

        Estatísticas contam… mas não são tudo…. acho que até você sabe disso….
        Tipo Fórmula 1… campeonatos nos anos 60 tinham 7 a 10 GP por ano… hoje são 22…
        Um Pelé que passou a vida no Santos… se fosse hoje tinha sido vendido pra Europa com 17 anos…
        Condições logísticas (Borg nunca jogou na Austrália, por exemplo) fisioterápicas, medicinais, muito mais avançadas…
        Enfim…

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        1. Luiz Fabriciano

          Contam e são tudo sim.
          Só não servem para definir quem joga mais bonito e é mais talentoso, mas também serve para definir quem agrada mais.
          Borg, por exemplo, por opção largou a carreira cedo e por isso detém alto número percentual de vitórias (estatísticas apontam), mas ninguém pode negar o tamanho de seu jogo.
          Imaginemos o contrário, ele próprio jogasse mais 5 anos e não vencesse mais nada. Estatísticas apontariam um número percentual muito baixo de vitórias na carreira e sua aura de grande jogador iria, igualmente, por água abaixo.
          Então, no final, sua carreira, por qualquer motivo, seria considerada mediana ou baixa, ao contrário da real, que foi super vitoriosa, vencendo 11 GS até os 26 anos.
          Talvez ele tenha feito esse cálculo ao decidir parar. Inteligente ele é.

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          1. Jose Yoh

            Fabriciano, voce falou que os números sao tudo.

            Vamos supor que Borg tivesse os recursos da medicina atual, e jogasse até os 34 anos em alto nível.
            Vamos supor que ganhasse mais uns 10 slams.

            Por aí voce vẽ que números sao relativos de acordo com a época e nao sao tudo.

            Faça uma votaçao mundial e verá que esse título tao subjetivo e volátil (GOAT) nao é somente sobre números. Em qualquer esporte.

            Veja voce que Federer, embora tivesse toda plástica e todos os números possíveis do esporte, ainda nao era considerado GOAT por muitos aqui do blog há pouco tempo atrás.

            Abs.

          2. Luiz Fabriciano

            Federer não era Yoh (e não) considerado porque sempre teve h2h negativo contra Nadal e já faz um tempo que o sérvio virou esse placar. E h2h são números.
            Quanto a Borg, se ele viveu em outra época, os números dele ainda são bem expressivos até hoje e ponto final. Tem que se estabelecer uma linha de corte. Não dá para ficar imaginando se tivesse tecnologia como tem hoje ou não.

          3. Jose Yoh

            Como tudo na vida, é só questao de ponto de vista, Fabriciano. Para muitos, números nao sao o fator principal dessa questão.

            A eleição do GOAT é subjetiva e nao matemática.
            Senão a escolha do “Atleta do século” ou da Bola de Ouro nao teriam jurados. Era só pegar os números.

            Abraços

          4. Jose Yoh

            Sobre Federer, naquela época somente torcedores do sérvio e do Nadal (e talvez alguns do Sampras) não consideravam ele o maior de todos, independente do H2H. A diferença dos números era muito grande.

            A discussão só mudou de rumo depois que eles atingiram seus principais recordes.
            Abs

        1. Paulo Sérgio

          Basquete é esporte coletivo. Jordan é melhor porque tem 6 títulos de MVP das finais, 5 da temporada regular e média geral de 30 pontos e pouquinho em toda a carreira: ou seja, o seu desempenho individual está acima de qualquer outro na história desse esporte coletivo. O número de aneis, por si só, não conta. Por exemplo, até um reserva do Celtics tem mais títulos de NBA do que Jordan.

          Responder
          1. Paulo Sérgio

            Já no tênis, os títulos dependem unicamente do tenista. Não há equipe e nem tecnologia que coloque um tenista acima dos demais, como é o caso da Fórmula 1. Próxima desculpa, please!

        2. Paulo Almeida

          Vários estadunidenses acham o Russell maior do que o Jordan, afinal 11 canecos da NBA pesam muito contra 6, mas o astro dos anos 90 pelo menos foi o MELHOR da sua geração, enquanto o Federer NÃO FOI melhor do que Djokovic e Nadal. Percebe?

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          1. Rogerio R Silva

            Não.
            Não acham.
            Quem acha isso é a minoria.
            Você sabe disso.
            Você tem o direito de dizer sua opinião.
            Nunca rebati a sua opinião.
            Agora dizer inverdades não.
            Nem Larry Bird acha isso.

          2. Paulo Almeida

            Já vi essa discussão em fóruns internacionais e, mesmo que não tivesse visto, eu consigo concluir sozinho que um craque de um time (e não qualquer coadjuvante) que ostenta quase o dobro de títulos de outro craque leva uma vantagem absurda, apesar dos MVP’s. Eu particularmente gostaria que fosse o Jordan, mas tenho que manter a coerência dos números.

            De qualquer forma, é difícil comparar esporte individual com coletivo, como já disseram. Ficamos com Djoko, Phelps, Bolt e Teddy Riner numa mesa e Pelé, Russell e Giba (?) em outra, certo?

            Abs.

          3. Jose Yoh

            Paulo, voce acha que Guga é da mesma geraçao que Federer? Ou Sampras, Agassi?
            Jogar no mesmo período não quer dizer que sejam da mesma geraçao.

            Abs

          4. Paulo Almeida

            É claro que Sampras e Agassi não são da mesma geração do Federer (10 e 11 anos mais velhos), mas a diferença pro Guga é de 5 anos apenas, então eu diria que são de gerações próximas que não impedem uma rivalidade. Afinal, os maiores rivais do suíço são 4 anos e 10 meses e 5 anos e 9 meses mais novos.