Calvário de Tsitsipas continua
Por José Nilton Dalcim
15 de novembro de 2021 às 21:13

Apesar de ter somado 55 vitórias, erguido dois títulos e atingido o terceiro lugar do ranking desde janeiro, o grego Stefanos Tsitsipas tem vivido dificuldades evidentes desde a amarga derrota na final de Roland Garros.

Neste segundo semestre, ganhou apenas 15 de seus 25 jogos, perdeu sete vezes para adversários fora do top 30 e o máximo que conseguiu foram duas semis. Isso sem falar nas polêmicas geradas por atitudes dentro e fora das quadras.

O calvário prosseguiu na estreia do ATP Finals, com atuação muito abaixo de seu potencial. Graças ao piso veloz, ainda conseguiu equilibrar os dois sets contra Andrey Rublev, mas vimos um grego muito falho nos golpes da base e em várias escolhas táticas.

Ao que tudo indica, vai terminar 2021 de forma pouco animadora. Terá chance de reagir na quarta-feira contra Casper Ruud, que até fez um primeiro set decente antes de ser atropelado por Novak Djokovic diante de uma superfície muito desconfortável para o norueguês. O número 1 é favoritíssimo diante de Rublev e só mesmo um dia muito inspirado para permitir que Tsitsipas lhe dê algum trabalho.

O outro grupo começou agitado, com virada exigente de Daniil Medvedev sobre Hubert Hurkacz, aliás uma constante em todos os duelos entre os dois. O polonês se saiu muito bem no piso bem mais rápido do que se esperava e não pode ser descartado.

Alexander Zverev vinha tendo dor de cabeça com Matteo Berrettini até o triste abandono do italiano, que outra vez sofreu com o abdômen, como aconteceu em 2020. Há dúvidas se ele irá continuar ou cederá vaga para Jannik Sinner. Semelhante a Tsitsipas, Berrettini também não se recuperou depois do vice em Wimbledon, embora aí os motivos sejam físicos, já que ele vinha baleado desde a semi.

Caso Sinner ocupe o lugar, será interessante rever a batalha contra Hurkacz como a final de Miami de março e quem sabe ele possa incomodar Medvedev. Seria uma experiência bem válida para um jogador que cresceu muito este ano e quase sempre no piso duro. Medvedev e Zverev se cruzam nesta terça-feira com placar de 5-5 no histórico, mas quatro vitórias seguidas do russo desde que Sascha ganhou no Finals de 2019.

Festa espanhola no México
Sem a número 1 do mundo Ashleigh Barty, o WTA Finals de Guadalajara tem tido alguns placares inesperados. No grupo principal, Paula Badosa ratifica o ótimo momento e já se garantiu como primeira da chave, depois de superar Aryna Sabalenka e Maria Sakkari, que fazem duelo direto esta noite pela segunda vaga. Iga Swiatek até teve chance, mas sofreu dura virada de Sabalenka e não deu para se recuperar.

Já o outro grupo classificou as duas piores na lista do ranking. Se não chega a ser surpresa a adaptação difícil de Barbora Krejcikova ao piso sintético, a ponto de sair sem vitórias do Finals, Karolina Pliskova levou dois ‘pneus’ e isso influiu diretamente na sua eliminação no critério de set-average.

Anett Kontaveit está demais na reta final de temporada, ainda que tenha perdido nesta fase classificatória para Garbiñe Muguruza em sets diretos. Seu estilo agressivo foi até aqui o ponto alto do torneio. Muguruza, que disputou oito sets em três jogos, fará duelo todo espanhol e inédito contra Badosa na semi e a vencedora irá repetir Arantxa Sanchez, vice em 1993.

Para quem não se recorda, entre 1984 e 1998, a partida decisiva do WTA Finals era disputada em melhor de cinco sets. Por três vezes, chegou ao set decisivo, a primeira com vitória de Monica Seles sobre Gabriela Sabatini (1990) e as outras com títulos de Steffi Graf (1995 contra Anke Huber e 1996 frente a Martina Hingis).


Comentários

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  1. Luiz Fernando

    Esses jogadores jovens deveriam aprender não apenas com os acertos do Big3, mas também com os erros. Durante anos o Dalcim chamou atenção p os erros de Rafa e os acertos de Djoko na escolha do calendário. Esses caras jogam um evento atrás do outro e estão colhendo o q plantaram, duas desistências, 25% dos jogadores do evento, ainda na fase de grupos…

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  2. Chetnik

    Mais um que o Djoko roubou a alma e destruiu o espírito. O cara deveria ser preso. É um bandido! Avisamos depois da final de WB/19, mas não deram ouvidos. Tá aí, até hoje destruindo vidas. Parabéns aos envolvidos e cúmplices do criminoso.

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  3. Gildokson

    Tomara que as declarações do Federer sobre a situação dele e como está sua cabeça sejam verdadeiras e de coração. Deseja e sonha ainda jogar uma final de Grand Slam, mas não vai entrar em colapso se isso não acontecer ja que talvez nem sequer volte a jogar.
    Ta certinho o gênio, é bem por aí mesmo.

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  4. Paulo F.

    Realmente preocupante esta notícia do Federer.
    Como bem disse o nobre Luiz Fernando, que o gênio suíço possa ter a despedida EM QUADRA que merece.

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  5. Sérgio Ribeiro

    Outra boa partida do N 1 pra confirmar o primeiro lugar do Grupo . No outro MEDVEDEV fez o mesmo num jogo de altíssimo nível . As lesões prejudicaram o ATP FINALS 2021 ? . E’ claro que sim e ATP insiste com o MASTERS 1000 de Paris muito próximo ao grande evento. Federer pulou Paris N vezes . Rafa Nadal continua Zerado nos dois . Daí jogar toda a culpa na Nova Geração parece um tanto descabido. A não ser que aconteça uma Grande Zebra o N 1 precisará bater Zverev e MEDVEDEV em sequência se quiser o Hexa . Vamos combinar que reunir os três primeiros do Ranking na hora da decisão, a meu ver , salva Turin de um fiasco. Abs !

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  6. Paulo Almeida

    É, o jogo interessantíssimo de meter a mão do Rublev incomodou bastante o Craque mesmo, rs.

    O foda agora é o sérvio ter que entrar em quadra na sexta (provavelmente à noite) já tendo uma semi duríssima no dia seguinte. Estará em desvantagem de tempo de descanso também para uma eventual final.

    São muitas desistências nesse Finals, mas os três favoritos continuam, assegurando o alto nível para a hora da decisão.

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  7. Marcelo Costa

    Mais uma desistência no finals, parece cada vez mais que esse que esse tênis cada vez mais físico e intenso, vai deixando claro que essas contusões serão uma constante mesmo e nos mais jovens, pois, eles jogam muito mais torneios com menos descanso ficam mais sujeitos a chegar no fim do ano mais baleados.
    Veremos cada vez menos o big 3, eu creio que só em GS, e em master 1000, então aos fãs destes super seres, aproveitem.

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  8. Ronildo

    Federer não devia ter voltado em 2020. Tudo ficou mais complicado. Se ele tivesse usado o ano inteiro para se reabilitar, estaria pronto para um ano completo em 2022.

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  9. Luiz Fernando

    Com o abandono do grego e a entrada em cena do magistral Norrie, as portas se abrem p quem enfrentar o cara: quem o vencer terá grandes chances de levar o evento, algo q aprendi com as federetes…

    E a situação de Federer é muito pior do q se imaginava, com chance inclusive de não poder encerrar a carreira da forma q ele merece…

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  10. Clubismo

    Taí. Abandono por contusão.

    Cameron Norrie chamado as pressas, pois o “show tem que continuar”. Realmente M. Rosset sabia do que estava falando, se serve de consolo aos internautas que tanto o criticaram. Lembrando que ainda temos o Zverev reclamando de cansaço e Hurkacz não se encontra melhor.

    Chance de ouro para:

    1) Djokovic e Medvedev aumentarem o favoritismo para uma eventual final (visto os problemas dos adversários)
    2) Jogadores como Ruud, Rublev e Hurcaks e mesmo o cansado Zverev, eventualmente avançarem as semis.
    3) Djokovic aumentar a vantagem no ranking de entradas em caso de um título, pois daria a ele a vantagem seguir lider, mesmo que um improvável desastre ocorresse em Melborne. CAso vença os dois (Finals e AusOpen), seria um feito e tanto, pois além do 21o.GS, abriria caminho rumo as 400 semanas na liderança do ranking.
    4) Um título do Medvedev, pressionaria ainda mais Djokovic, que na sequência defende título nos próximos 3 GS (e Medvedev pouco defende na temporada de saibro e grama).

    Ainda não arrisco favoritos ao título (numa eventual final entre Medvedev e Djokovic). Mas creio ambos venham “babando verde” pela vitória.

    Djokovic está muito bem posicionado e é favorito, mas bastaria uma escorregada em algum torneio importante no primeiro semestre de 2022, para Medvedev encostar de vez na pontuação. La´se vão praticamente 18 anos que a liderança pertence apenas ao BIG 4.

    Antecipadamente as críticas, já peço desculpas a “Torcida NEXT GEN/Nutella” que ignora o termo BIG4, pois não viram nada além dos jogos e recordes do Djokovic Vaporub na internet.

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  11. Cláudio anti 1789

    Xiii… Noticia atrasada: o grego não aguentou permanecer no torneio. Esoero que o jogador consiga voltar a jogar e a vencer como em Roland Garros de 2021, à exceção, é claro, daquela traumatizante final.

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  12. Maurício SP

    Dalcim, por que a final do WTA Finals ficou numa quarta-feira? Tudo bem não coincidir com o da ATP, mas não poderia ter sido no último domingo?

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  13. Sandro

    Sinner entrou como um LEÃO dentro de quadra e não deu qualquer chance a Hurkacz!!!
    Sinner depende de uma vitória de Hurkacz sobre Zverev pra ter alguma chance de ir à semifinal… Será???

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  14. Sérgio Ribeiro

    O que vale um Torneio dos 8 melhores da Temporada . Se não estiver equivocado JANNIK SINNER com apenas essa vitória , além dos quase 200 mil dólares, arrancou DUZENTOS pontos no Ranking e no apagar das luzes toma o TOP 10 de Aliassime por apenas míseros 48 pontos . Entrou 2021 como TOP 37 . Abs!

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  15. Luiz Fernando

    Vamos parar de balela e vamos aos fatos:

    1) Sampras, que eu acho q a maioria concorda q entende um pouco de tênis, respeita Federer? Sim, e muito, basta ver isso: https://www.theguardian.com/sport/2014/mar/01/pete-sampras-roger-federer

    2) o americano referiu-se a “entressafra” como entressafra? Não, esse foi um termo cunhado (não tem nada a ver com parentesco kkk) p provocar, da mesma forma que baloeiro, passador de bola etc.

    3) ele disse isso nas entrelinhas ou deu a entender que essa turma da “entressafra” não estava a altura do suíço? Não só deu a entender como afirmou de forma clara: https://www.tennisworldusa.org/tennis/news/Roger_Federer/74638/for-a-few-years-roger-federer-had-no-rivals-says-pete-sampras/

    Contra fatos não há argumentos…

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    1. Sérgio Ribeiro

      O fato de ter sido um dos ícones do Esporte não fazem do Norte-americano um grande analista do mesmo. Ele chegou a afirmar que Lendl e McEnroe jogaram tanto pois somente havia os dois . Uma besteira sem tamanho , pois Becker, Edberg, Wilander, Chang foram todos contemporâneos dos dois e isso é FATO . Estes mesmos ainda pegaram o “desmemoriado” e Agassi . Mais jovens estes últimos receberam Rafter , Safin , Hewit , Moya , Rios , GUGA ,Kafelnikov , Ferrero, Roddick, Kafelnikov , somente pra ficar nos N 1 . Isso é FATO . Sampras parou precocemente ??? . Federer já a partir de 2001 compartilhou o Circuito com estes e com Nadal já N 2 em 2005 . Em 2007 já tínhamos o Big Four. Sampras falou uma m**da sem tamanho que só entra na cabeça de desmemoriados e fanfarrões. Contra FATOS não há argumentos. Abs!

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    2. Carlowagen

      Quanto vale a opinião de um tenista que sequer está entre os três melhores da história?

      Lamentável que quando a opinião (achismo) dele interessa a alguns… ainda o mencionam…

      Lembrando ainda que no caso dele, parece mais um lamento ou dor de cotovelo.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Da’ até pra entender , meu caro : 1 . Quando ia se igualar a BORG com CINCO Títulos CONSECUTIVOS em WIMBLEDON 2001 , aparece um garoto de 19 , acaba conta a festa, e se torna recordista ao lado do Sueco ( até hoje ) em 2007 . 2. Ele mesmo confessou que achava 14 SLAM uma marca insuperável. Sabemos que estava In loco quando viu o Pentelho supera -lo exatamente em Wimbledon 2009 . 3. Cravou Federer com 17 e o Suíço atingiu 20 SLAM . 4 . Em Paris , bem ao seu estilo , Novak mandou : “ Estou superando o meu maior Ídolo neste Esporte “ . O resto Pete contou esta semana rs . Abs!

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    3. Ronildo

      A declaração dele tem o sentido de que Federer tinha um nível tão alto que ninguém poderia rivalizar com ele. Porém rivalizar no sentido de ter uma regularidade de vitórias e títulos para ameaçar o domínio no ranking. Porque Roger Federer durante toda sua carreira perdeu partidas para diversos jogadores. Ele subiu ao topo do ranking em 2004 se eu não estiver enganado. E em 2005 já apareceu Nadal ganhando quase tudo no saibro e depois ganhando também em outras quadras. Não sei em que período se encaixaria esta entresafra. Porque no início da carreira do Federer havia jogadores notáveis como Agassi, Safim, Gonzales(com a melhor direita de todos os tempos) Guga, Nalbandian, Ferrero, Hiewtti, Cãnas. Depois em 2005 começa a era Nadal. Nadal fez parte da suposta entressafra? É igual ao domínio que Djokovic tem exercido agora. Há jogadores notáveis agora, mas nenhum para ameaçar Djokovic no ranking desde 2017 com o advento da lesão no Murray. Murray sim, seria o único que manteria uma regularidade de vitórias e títulos para estar no topo do ranking, mesmo que houvesse disputa contínua com Djokovic alternando na liderança do ranking. Domínio não é entressafra.
      Felizmente este domínio biônico no ranking de Djokovic devido à lesão de Murray, depressão de Thiem, embaralhamento por causa da pandemia etc, está para a acabar depois do AO 2022.

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      1. Luiz Fabriciano

        Eita Ronildo, deixe-me ver se adivinho: Cañas entrou em sua lista de grandes jogadores, só porque bateu Federer duas vezes em sequência, certo?
        Porque fora isso…
        E continuas terceirizando a doença de Murray como justificativa do domínio sérvio. Como se precisasse.

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  16. Alessandro Siqueira

    As chances de Sinner são pequenas, mas existem. Teria de ganhar do Medvedev e torcer pelo Hurkacz contra Zverev. Caso isso se confirme, o russo ficaria com 3 vitórias, o italiano com 2 e os demais com uma cada.

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    1. José Nilton Dalcim

      Se perder do Sinner, Medvedev fica com 2 vitórias, mas ainda assim será o primeiro do grupo. Pena que o Hurkacz pareceu machucado hoje, assim muito difícil complicar para o Zverev.

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      1. Alessandro Siqueira

        Acho pouco provável que o Medvedev perca, Dalcim, afinal uma vitória são 215 mil euros mais. Para alguém que declarou usar classe econômica por se recusar a pagar pela executiva, o prize money já é, por si só, um belo incentivo. Fora isso, no jogo jogado, o russo parece mais maduro e experimentado. Dificilmente perde o serviço e devolve com qualidade e, me parece, mais consistência que o jovem italiano. Fora tudo isso, não basta ao Sinner a vitória. Ainda teria de torcer contra o alemão e o polonês não parece em condição de oferecer maiores resistências.

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        1. Luiz Fabriciano

          Quer dizer que o Medvedev é “munheca” assim? Não viaja nem de executiva, já sendo milionário?
          Interessante como cada pessoa é realmente um mundo estranho à outra.
          Certa vez, quando o sul africano Kevin Anderson estava em alta, sua esposa disse que, nas viagens, apenas ele, Anderson, viajava de primeira classe, justamente para se poupar fisicamente. O restante da equipe, inclusive ela, viajava em classe diferente. Só não deixou claro se era executiva ou econômica.

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  17. Clubismo

    Visto que discutir mudanças do tênis atual se tornou assunto recorrente dos.comentários, e temos alguns colegas mencionanfo o avanço da medicina, que possibilitará aos jogadores permanecerem em alto nivel até os 40, acredito que uma mudança que.seria muito bem vinda é a idade que se conisdera um tenista “NextGen”:

    – podería alterar o limite de idade o qual o tenista é considerado nextgen para 30 anos. Creio rrsolveria vários de nossos problemas:

    1) daria um tempo maior a esta geraçao nutella para amadurecer. Veja: temos tenistas brasileiros com mais de 20 anos, potencial.. ainda sendo adolescente, e plo compotamento, poderiam ainda extender o períodonde juvenil até os 25.

    Ja dos 25 aos 30, essa geraçao Nutella poderia ser promovida a NextGen.

    Isso resolveria a questao fo amadurecimento tardio desta galera, e tenistas como Thiem e Dimitrov, que ainda possuem uma “face baby”, e se recusam a bater de frente com os tenistas Top.

    Fazendo esta alteraçao, ainda poderíamos acabar com o descontentamento fos fãs do Federer, que há 5 anos atrás apostavam todas as suas fichas no Dimitrov quando seu ídolo mor se aposentasse (em 2030) mas este nao correspondeu as altas expectativas e os mesmos estao descontentes, tendo rompantes e falando bobagens sobre o GOAT o tempo todo, sem ter para quem torcer.

    Responder
      1. Clubismo

        A idéia é ótima, visto que esta geração não chega lá nunca. “Nosso nextgen preferido” há está ficando careca (Medvedev) e os “next gen brasileiros” já tem mais de 20 anos mas se comportam como adolescentes.

        Porque não oficializar tal situação? O NEXTGEN 2022 poderia inclusive, ser patrocinado pela Nutella.

        Aliás… poderíamos entender a denominação aos torcedores também. Ao invés de chamar esses torcedores com menos de 30 anos de café-com-leite, os chamaríamos de NEXT GEN.

        Poderiam debater/comentar em um blog a parte, e curtir seus ídolos que nunca perdem. Neste blog, uma sugestão seria vedar a possibilidade do comentário contraditório, já que eles não suportariam uma frustração mesmo.

        No caso dos torcedores, poderíamos até estender o termo “Torcedor NEXTGEN” até os 40 anos. Ao final dos grandes torneios, já que há colegas nossos citando que a medicina avançou bastanyr. E nosso editor sortearia o produto abaixo, ao invés de um livro sobre tênis ao final dos grandes torneios:

        https://br.pinterest.com/pin/460141286901824617/

        Responder
  18. Rafael

    Mestre,

    Aposto minhas fichas que daqui a pouco tempo o Alcaraz vai atropelar a Next Gen. Tsisipas, Zverev e outros amarelões já tiveram suas chances. Só o Medvedev não tem medo de cara feia. Quando o Big 3 aposentar os títulos serão dominados por Alcaraz, Sinner e essa molecada que tá chegando.

    Responder
    1. Helena

      Eu acho que Medvedev vai ser o tiozão que vai brigar com Alcaraz e Sinner. Zverev acho que ainda pode abocanhar alguma coisa, mas os Tsitsiphones, Shapo e Rublev acho que vão ficar para coadjuvantes mesmo. Acho que Berretto ainda tem chance de beliscar Wimbledon.

      Aliás, abrindo as apostas para Alcaraz no Finals do ano que vem?

      Responder
  19. lEvI sIlvA

    Dalcim, esse ano quanto leva o alternate apenas pra ir ao Finals? Outra coisa, Sinner entrou mesmo no RR. Ainda que perca, digamos, os 2 jogos restantes quanto ele leva por participar efetivamente de um dos grupos?
    Sinceramente, fica um verdadeiro anti-climax, que ele ganhando 2 partidas, não dependa apenas de si mesmo pra seguir as SFs.
    Essa é, sem dúvida nenhuma, uma regra fora da realidade…!!!

    Responder
  20. Mauricio

    Dalcim, boa tarde

    Vi que o Sinner irá substituir o Berretini. Caso ele ganhe 2 partidas, poderia se classificar para as semis? Tenho a impressão que já vi em algum lugar que o substituto não pode se classificar..
    Mas li uma matéria hoje do tênisbrasil dizendo que ele pode somar pontos..
    Quais são as regras para quando isso acontece?

    Valew Dalcim, Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A matéria do TenisBrasil está corretíssima e eu mesmo pontuei aqui numa resposta ontem. Sinner pode se classificar, mas será uma conta muito justa. Sim, os pontos para o ranking são válidos para o Sinner, assim como a premiação, sempre é claro em caso de vitórias.

      Responder
      1. Mauricio

        Entendi..

        Só pra deixar claro não estava questionando a matéria.. eu que achava que o substituto mesmo jogando e ganhando não poderia ir para as semis, independente de resultados, só para cumprir tabela.. não sei porque achei isso kk

        Valew

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Talvez porque o substituto geralmente só entra no terceiro dia e aí realmente fica impossível. Como o Sinner tem dois jogos, há uma chance.

          Responder
        2. Mauricio

          Só por curiosidade.. o que acontece se o jogador ganha 2 jogos e se lesiona, mas esta virtualmente classificado? ou se ele ganha os 3 jogos mas se lesiona e não pode jogar as semis? o substituto ainda entra e vai para as semis?

          Responder
  21. Paulo Almeida

    Zverev segue com sua freguesia mais do que incômoda pro melhor russo da história, mas pelo placar nunca vendeu tão caro uma derrota pra ele. Mais tarde confiro a partida gravada.

    Responder
        1. Renato Toniol

          Medvedev pode ser tornar o maior russo, caso ganhe mais alguns slams, se torne número 1 do mundo etc, mas tecnicamente, não o acho superior a Safin e ao Kafelnikov, esses dois, sim, tenistas bem mais versáteis e habilidosos.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Algum dos dois sacava, devolvia e cobria a quadra como o Medvedev, defendendo até pensamento? Ou tinha sua força mental? Ou sua inteligência tática?

            Bom, nesse caso são tenistas menos completos. Não adianta ser melhor somente nas jogadas de efeito e por isso mesmo Djoko é melhor do que Federer.

            Safin tem 2 Slams e 5 Masters, Kafelnikov 2 Slams e 1 Olimpíada e Meddy 1 Slam, 4 Masters e 1 Finals por enquanto. Se este não entrar em um buraco profundo, vai colocar uma boa vantagem de frente nos próximos anos.

          2. José Nilton Dalcim

            Você está reduzindo o tênis a números, Paulo. Safin foi um tenista extraordinário, e além disso irreverente e acrismático. Nem levou a carreira tão a sério e fez tudo isso. Você devia ver um pouco dos golpes de base, de seu saque, do improviso. Talvez se surpreenda.

          3. Luiz Fabriciano

            Para complementar seu último comentário, Mestre Dalcim (pena os espaços reduzidos):
            Safin realmente era/é uma figuraça.
            Vou dar só um exemplo: teve um jogo que ele foi para o match-point contra, para receber o saque.
            Primeiro serviço fora.
            Segundo serviço, milimetricamente fora de novo. O juiz cantou “out” e o que seria uma dupla-falta e continuaria o jogo, o russo, com a palma da mão apontando para o chão, deu boa e foi à rede cumprimentar o adversário. Será que estava a fim de jogo? kkk.

          4. Paulo F.

            Almeida:
            Safin era um tenista espetacular!
            E respondendo ao outro forista, até Davydenko era melhor tecnicamente do que o Medvedev.

        1. Sérgio Ribeiro

          Tem mais aí , Gildokson. O Piloto apesar da idade , tem toda a pinta que torcia pro Nadal. Como grande parte da Kombi trocou pra Novak quando viu que alguém poderia chegar junto ao Craque Suíço. Pode ver que esses caras repetem as mesmas groselhas orquestradas kkkkkkkkkkkkk. Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Não, nunca torci para o Nadal, mas é justamente o contrário: torcedores do Federer que terceirizaram a torcida para o Djokovic em 2011, enquanto os do espanhol nunca precisaram virar a casaca, já que ele continuou ganhando muito na era forte do tênis. É claro que depois daquela sequência de surras de Wimbledon 2014 a Australian Open 2016, pegaram ódio profundo do GOAT, mas antes não sabiam o tamanho que ele iria atingir.

            Apesar dos seus 120 anos de tênis, é só bola fora, rs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Jura ??? . Cento e vinte anos ??? . Ainda não cheguei na idade de Borg e nem Idoso sou . E já voltei aos 100 Km semanais na Praia aqui em Cabo Frio , mora ??? rsrs . Abs!

    1. Clubismo

      Vi Safin, Kafelnikov, Davydenko e Medvedev. Desculpe, mas você está equivocado. Safin está seguramente entre os melhores tenistas da era moderna, e Medvedev ainda precisa evoluir um pouco para chegar lá.

      Aos torcedores “NEXT GEN”, que não o viram, só resta mesmo disputarem o troféu abaixo:

      thttps://twitter.com/PatrciaAnselmo3/status/1084251198897692672/photo/1

      Responder
  22. Enoque

    Complementando, após os comentários de Sérgio, Danilo e Dom.
    Acho difícil comparar a qualidade de jogadores de gerações diferentes, e identificar uma entressafra. Não considero que Medvedev, Zverev, Rublev e cia, seja uma geração fraca. É só olhar o porte físico dos caras, são altos, fortes, magros e rápidos (típico do tenista). Deixadinha, por exemplo, não funciona contra o Medvedev, ele tem reações rápidas e passadas largas, chega na bola, em 2 passos largos, como se ela estivesse flutuando, enquanto Nadal e Djoko, tem sapatear umas 10 vezes pra pegar a bola rente ao piso.
    Talvez eu consiga identificar uma geração fraca, pela fragilidade física, de Dmitrov, Nishikori, Goffin, Raonic (grande, mas pesado e lento), e outros desta geração, que não chegaram nem perto de desbancar o Big 3 (apesar de serem mais jovens).

    Responder
  23. Sérgio Ribeiro

    Um jogo do mais alto nível no FINALS 2021 . MEDVEDEV e Sasha mostraram porque são o N 2 e 3 do Mundo. Quem assistiu viu TODOS os golpes do Esporte . E com a quadra rápida não dá pra passar bolinha , se não toma WINNERS na certa. Com eles temos a garantia de grandes Semis e uma puta Final se o N 1 fizer a sua parte. A conferir . Abs!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Essa dupla da ESPN consegue esquecer da audiência intinerante. Devido a vaidade de Fino que adora falar sem parar , cortam e não comentam as estatísticas . Mais do que importantes num jogo como esse . Lamentável ! . Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps 2. Ia me esquecendo . Sasha fez mais Aces , mais WINNERS , cometeu menos ENFS e PERDEU. Fui ver agora e passou batido na transmissão . Abs!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Tás enganado , meu caro . Sempre na espreita mas errastes feio. Quem afirmou isto foi o Rodrigo . Eu disse que o jogo poderia ter ido pra qualquer lado . Mas ver alguém meter um caminhão de WINNERS pra cima do melhor defensor do Circuito é um deleite mesmo rsrs. Abs!

          2. Luiz Fabriciano

            Sérgio, não disse que tinha sido obra sua, inclusive sei que foi do Rodrigo, numa tentativa de relativizar a derrota do ídolo dele.
            Ambos sabemos que o que vale é o ponto final.
            Num game de saque, o sacador depois de abrir 40 x 0 com erros não-forçados do adversário, vê o dito game chegar à 40×40 com três winners do adversário.
            Depois, o mesmo sacador vence o game com mais dois erros não-forçados do adversário.
            Sumarizando: adversário 3 x 0 em winners, mas perdeu o game.

  24. Ronildo

    Zvereu deu uma demonstração do que Djokovic pode esperar para as semifinais. Desde que ele se classifique em primeiro neste grupo fraquinho, claro.

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  25. Helena

    Nextgen -> “Graças ao piso veloz, ainda conseguiu equilibrar os dois sets contra Andrey Rublev”

    Vou discordar do nobre Dalcim. O grego me parece um jogador que gosta muito mais da quadra lenta, enquanto o Rublo gosta das quadras mais rápidas, então as condições me parecem melhores ao russo. Estava curiosa pra saber sobre esse duelo, já que era entre um jogador esgotado fisicamente e outro que perdeu a alma em RG, e ainda pelo confronto ser muito aparelho, com vantagem do grego no saibro e do russo nas quadras rápidas.

    Enfim, Rublev é um jogador que só tem plano A e que esse ano não evoluiu muito no sentido, mas é um cara legal e batalhador, fiquei feliz pela sua vitória.

    De qualquer forma, os dois estão consideravelmente atrás de Medvedev e Zverev, o que é um perigo quando se observa a evolução de Sinner e Alcaraz.

    Djokovic -> volto a dizer: Como é bom torcer para Novak Djokovic!!!! Mais um ano na liderança, e agora já são 7! Esse ano teve notícias quase todo o mês de quando a liderança poderia ser perdida, mas terminou na mão de Djoko do começo ao fim. Não gosto dessa briga de torcidas, então acho que o mais importante é curtir esses momentos que ainda temos do nosso jogador favorito atuando em grande nível. Apostaria numa nova final com Medvedev, nessa nova rivalidade positiva para o esporte.

    WTA-> Para quem gosta de emoções, Sakkari x Sabalenka ontem foi uma coisa de maluco, difícil até apontar todas as viradas. Sobre as semis, completamente imprevisível, mas apostaria em Badosa x Kontaveit, embora minha torcida seja justamente pelo oposto.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não me fiz entender bem, helena. Eu disse que, graças ao piso veloz, o grego conseguiu ao menos se safar com o saque, já que as trocas de bola estavam claramente desfavoráveis a ele. Abs!

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  26. Clubismo

    Tsitsipas está sofrendo castigo divino por não se vacinar, independente da pespectiva ou da holística que você analisar.

    Chamem como quiser: pode ser um simples castigo divino direto, lei da ação e reação ou mesmo alguns espíritos em fase de transição planetária ao seu redor, cobrando um comportamento mais contundente.

    Uma sugestão para ele seria aproveitar a parada do final de ano e visitar a cidade de Codó no MAranhão para um trabalho uma consulta com “prestadores de serviços” mais especializados.

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    1. Helena

      Ele não acha isso de verdade, só precisa de uma desculpa para receber atenção, já que não consegue mais fazer isso dentro de quadra. Achava que isso aconteceria, mas quando ele já fosse bem mais velho. Uma pena.

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    2. Sandro

      Aquele incompetente do Kyegios que não sabe jogar no saibro…
      Aposto que no intimo do Kyrgios, o sonho dele era ter pelo menos um título de Roland Garros, mas como não tem competência pra isso, desdenha do torneio e dos saibristas…
      O bom e velho ditado revela muito sobre o Kyrgios: “QUEM DESDENHA QUER COMPRAR”!!!
      Como sabe que não tem tênis e sequer competência pra um feito tão magistral e grandioso que é ter um Troféu de Roland Garros, Kyrgios faz pouco caso, mas a inveja e ódio dele de saber que Roland Garros é só pra quem tem o talento que falta a ele próprio, faz com que Kyrgios se torne um patético falastrão recalcado!

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  27. Luiz Fernando

    Essa turma da nextgen, que por sinal está nesse famigerado grupo há quase 5 anos, eles nunca são promovidos kkk, disputa torneio atrás de torneio, algo comum a maioria dos tenistas jovens, sedentos por dólares e euros. Cedo ou tarde, na dependência de uma série de fatores, há uma cobrança física/mental do dispêndio de energia, parece q a fatura do grego chegou e agora ele tem q pagar…

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    1. Luiz Fabriciano

      Cuidado meu nobre.
      Podes tomar um esfregão por afirmar que a NextGen não decola.
      Interessante que falam, falam desse grupo, mas não há ainda um nome fixo, para assumir o posto.
      Medvedev é o mais próximo, mas já está em idade avançada para “Next”.

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      1. Luiz Fernando

        Luiz, a pessoa que costuma tentar dar esfregões nos outros não tem qualquer credibilidade ou autoridade p falar de quem quer q seja. Além disso, creio q nenhum de nós leva a sério o q ele pensa, pois a opinião de qualquer um aqui vale absolutamente a mesma coisa…

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      2. Sérgio Ribeiro

        Já decolou com MEDVEDEV e Zverev . NEXT GEN ATP FINALS é disputado por jogadores com até 21 anos . Muitos ( me incluo ) chamam de Nova Geração até os 25 . Podes discordar mas o mais novo do BIG 3 está com 34 e 1/2 . Lembrando que Novak depois de esquentar o N 3 até 2011 , atingiu o N 1 aos 24 no mesmo ano. Abs!

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  28. Paulo Almeida

    Pete Sampras: “I do think what Novak’s done over the past 10 years, winning the majors, being consistent, finishing No. 1 for seven years, to me it’s a clear sign that he is the greatest of all time.”

    E mais uma vez o óbvio é confirmado por um gigante (que já confirmou a entressafra 2003-2007) e não por micróbios que querem aparecer, como Kyrgios, Gasquet e agora esse tal de Rosset (who?).

    A tal lista do Vitor Hugo deve ter menos de 5 nomes agora. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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    1. Sérgio Ribeiro

      Incrível como insistes nesta conversa mole , né Piloto. Sampras não confirmou ” entressafra ” alguma . Todos aqueles N 1 que estavam batendo nele : Moya , Agassi , Safin , Hewitt , Ferrero , Roddick viraram os oponentes de Federer depois que este destronou Pete em WIMBLEDON 2001 . Sampras pulando fora aos 31 em 2002 , não enfrentou Nadal a partir de 2004 ( N2 em 2005 ) . Pega mal tentar desconstruir a história do Esporte , com mentiras descabidas. Se eu fosse o Dalcim te multava diariamente. Novak não precisa de ti kkkkkk. Abs!

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        1. Paulo Almeida

          Simples: lesão séria nas costas, estilo saque-voleio começando a ser engolido de vez pelo baseliner e avanços da Medicina pouco suficientes para manter um trintão ainda altamente competitivo. Só o Agassi de fraldão e cheio de infiltrações ainda fez uma graça, mas principalmente porque era jogador de fundo, senão teria pendurado as raquetes no máximo depois do pneu que levou no Finals 2003.

          Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            Agassi de “ fraudao “ vencendo SLAM e se tornando até então o mais Velho N 1 em 2003 , aos 33 ??? . Fez FINAL de USOPEN em 2005 . Sampras quis parar devido a padronização. Desconstruir jamais será o caminho pra quem gosta mesmo do Esporte caríssimo “ Nobre “ . Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Errado : Afirmar que Federer não tinha oponentes a sua altura ( esqueceu de Nadal ) , e’ desmerecer a si mesmo . SEIS N 1 eram oponentes a dar com o pau . Onde tu estavas na época , caríssimo fanático??? rs . Abs!

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          1. Thiago Silva

            O fato de ter seis número 1 naquela época só comprova que não tinha ninguém dominante, eram todos meia boca. Porque Ferrero é Moyá nunca incomodaram o Nadal no saibro? O nível deles era muito mais baixo.

          2. Sérgio Ribeiro

            O fato de não ter ninguém dominante significa que o couro comia , meu caro . Como sempre foi na história do Tênis até surgir Pete Sampras e ficar SEIS Temporadas CONSECUTIVAS como N 1 . Mesmo assim TODOS os caras levaram SLAM. Os citados por ti conseguiram a proeza de bater Nadal no Saibro. Apesar de Moya estar agora com 45 e Ferrero com 41 . Estás de novo equivocado . Abs!

      1. Valmir da Silva Batista

        Sérgio, eu até concordo com você num certo aspecto, ou seja, para relativizar de maneira justa um tenista ou uma tenista com outro ou outra, em se tratando de debate acerca de qual foi o melhor ou a melhor nisso, naquilo e naquilo outro, é necessário haver, ou ter havido, certos confrontos, sem os quais não é possível estabelecer o grau de excelência tenística dos jogadores de ambos os gêneros. Porém, devo lembrá-lo que Sampras caiu várias posições no ranking em 2002, por ter ficado praticamente a temporada inteira sem jogar, já dando sinais de que encerraria a carreira. Sua ideia era fazê-lo em seu país, jogando o último slam da temporada, ou seja, o US Open. Tendo praticamente só treinado no correr de 2002, jogou o referido torneio e chegou à final contra seu compatriota Andre Agassi, vencendo-o por três sets a um, com parciais de 6-3 /6-4 /5-7 /6-4. Após vencer seu 14° grand slam, encerrou, de fato, a carreira…

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        1. Sérgio Ribeiro

          Desculpe , Valmir . Existe um equívoco aí. Pete Sampras participou de 31 Torneios do início de 2001 até Setembro de 2002 . Não vencendo nenhum e caindo para um desconhecido Suíço ( George Basti ) na primeira rodada em Wimbledon 2002 . Caiu pra TOP 17 e convocou a imprensa às vésperas do USOPEN 2002 : “ Vocês tem certeza que não posso vencer aqui ? “ . Levou o Caneco e se aposentou . Lembrando que perdeu o Torneio pra Safin em 2000 e Hewitt em 2001 , ambos em Sets diretos na FINAL . Abs!

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  29. Maurício SP

    Dalcim, como fica o game average do Zverev e do Berrettini se for necessário esse critério de desempate? O segundo set não é considerado 6/0 pro Zverev? No site da ATP fica constando que ambos estão com 0 games vencidos e perdidos no jogo, o que prejudica o Zverev!

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  30. Paulo H

    Vejo discussões sobre a qualidade do Finals desse ano, mas o critério é claro e cristalino: são os 8 tenistas que fizeram mais pontos ao longo da temporada, portanto, todos fizeram por merecer o seu lugar no torneio. Quanto à qualidade dos jogos, por ser realizado no final da temporada, como o próprio Zverev admitiu, pega todos cansados e alguns lesionados, como o Berrettini, explicando também porque costuma ter diferentes campeões, fora do Big 3.
    Dalcim, como explicar a curva descendente do Tsitsipas a partir de RG? É somente mental, ou existe algum problema físico não exposto? Nitidamente, o seu tênis e principalmente a esquerda perdeu muito da perfeição que tinha no início do ano.
    Queria saber também sua opinião sobre mais uma modificação no jogo do Djokovic, que agora prefere volear, no lugar dos drop-shots, para encurtar alguns pontos. Deu certo na final de Paris, mas será que o seu uso constante pode fazer com que os seus adversários comecem a marcar este tipo de jogada?
    Como palpite, teremos mais uma final Djokovic x Medvedev, sem prognóstico de vencedor até o momento..

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  31. Enoque

    FATOR IDADE

    Desde a criação do ranking, todos os tenistas que assumiram a liderança, por um período prolongado, o fizeram ainda jovens. Vamos admitir que um período prolongado seja de aproximadamente 1 ano consecutivo, ou mais, chamado de “long run”. E nenhum tenista tinha realizado tal feito por mais de 2 vezes.

    Connors – 160 semanas – de jun/74 a ago/77 – 21/24 anos.
    Bjorg – 67 semanas – mar/80 a jul/81 – 23/24 anos.
    Mc Enroe – 58 semanas – ago/81 a set/82 – 22/23 anos.
    Lendl – 157 semanas – set/85 a set/88 – 25/28 anos.
    Sampras – 82 semanas – set/93 a abr/95 – 22/23 anos.
    Sampras – 102 semanas – abr/96 a mar/99 – 24/27 anos.
    Agassi – 52 semanas – set/99 a set/00 – 29/30 anos.
    Hewitt – 75 semanas – nov/01 a abr/03 – 20/22 anos.
    Federer – 237 semanas – fev/04 a ago/08 – 22/26 anos.
    Nadal – 46 semanas – ago/08 a jun/09 – 22/23 anos.
    Federer – 48 semanas – jul/09 a jun/10 – 27/28 anos.
    Nadal – 56 semanas – jun/10 a jul/11 – 24/25 anos.
    Djoko – 53 semanas – jul/11 a jul/12 – 24/25 anos.
    Djoko – 122 semanas – jul/14 a nov/16 – 27/29 anos.
    Djoko – 52 semanas – nov/18 a nov/19 – 31/32 anos.
    Djoko – 72 semanas (e contando) – fev/20 a atual – 32/34 anos (ou mais).

    Alguns tenistas chegaram a ocupar a liderança com idade avançada, mas por um período muito curto, não se caracterizando por um “long run”:
    Connors – julho/83 – 3 semanas – 30 anos.
    Sampras – novembro/00 – 10 semanas – 29 anos.
    Agassi – setembro/03 – 12 semanas – 33 anos.
    Nadal – fevereiro/00 – 13 semanas – 33 anos.
    Federer – maio/18 – 1 semana – 36 anos (recorde até agora).

    Antes da era Djoko, apenas Agassi ameaçou exercer um “long run” com idade avançada, mas já era tarde demais para ele e durou pouco tempo.

    A média histórica dos “long run” estava abaixo dos 24 anos, agora começou a ser alterada com a era Djoko.

    Evidente que as 237 semanas consecutivas do Federer foi um feito notável que dificilmente será batido e equivale a 3 “long run”, mas, o que quero enfatizar, aqui, que é muito raro um tenista permanecer, longo tempo, na liderança depois dos 26 ou 27 anos. Veja que tanto Lendl, como Sampras e Federer só conseguiram este feito até os 27/28 anos, depois disso, chegaram a ocupar, esporadicamente, a liderança, no chamado voo de galinha.

    A lógica, hoje, é de que a liderança do ranking estivesse nas mãos de um desses jovens de 22 a 25 anos e não de um lobo solitário 10 anos mais velho.

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    1. Sérgio Ribeiro

      O Lobo Solitário possue o melhor físico da história deste Esporte. E se deu ao luxo de melhorar TODOS os fundamentos ao longo da carreira. Tem tudo pra brilhar no Circuito por mais alguns anos com sobras. Abs!

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    2. DANILO AFONSO

      Parabéns Enoque pela estatística !! A conclusão dos números foi excelente. O sérvio está reescrevendo a história deste esporte, estabelecendo novos paradigmas.

      Saudações Nolistas !!

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    3. Dom Corleone

      Da clara forma como suas estatísticas foram colocadas, não restam dúvidas sobre a causa deste fenômeno do “long run” de tenistas que deveriam estar em vias de se aposentarem:

      – A entressafra: apenas a entressafra pode explicar o fato de um tenista já em declínio ao final da carreira continuar dominando o circuito de forma a não ter concorrentes a altura. E tem gente que insiste em exaltar os feitos do DjokoDick Vigarista do tênis, como se eles fossem algo sobrenatural.

      ps: To passando meu dia de trabalho de hoje pensando no Djokovic, para não magoar a alguns leitores do Blog e para distribuir pensamento a todos eles em horário de trabalho de forma mais democrática.

      Djokovic e suas caras e bocas, são um misto de elfos e gnomos:

      https://imgflip.com/meme/54572301/Novak-Djokovic

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    4. Luiz Henrique

      Com a evolução da medicina, a tendencia é a idade no auge aumentar. Não duvido que em poucos anos teremos tenistas jogando em alto nível com 40 anos ou mais.

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  32. Daniel C

    Parece que o Rublev tá se encontrando de novo, espero que ele volte a evoluir, pois tem um estilo de jogo interessante, lembra um pouco o Davydenko, mas por enquanto acho que o pequeno Davy era melhor.

    É, o Tsitsipas parece que não se recuperou do vexame que protagonizou na final de RG, e pra piorar colocou ainda mais pressão e mau olhado em cima dele com as atitudes fora de quadra. Aliás, caiu no grupo que lhe convém, com outro negacionista e péssimas atitudes. Infelizmente é o no1 do esporte, então será necessário esperar essa fase tenebrosa passar. Mas a boa notícia é que estamos mais perto de ver o fim desse momento ruim do tênis do que estávamos em 2018, então vale ter mais um pouco de paciência.

    E mais uma vez: que Finals ruinzinho, meu Deus kkkkkkk. Dá uma nostalgia das Mastercup do início dos anos 2000. Felizmente temos o YouTube para relembrar os bons tempos do tênis rs

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    1. LION

      Que treco patético. A turma do ódio caramelado é só isso aí. Tenebrosa é uma era onde gente como tu, que vive obsessivamente de “sinalização de virtude”, deseja se tornar o padrão moral da humanidade. Sorte tua é que o brasileiro é muito cordato e ainda dá “bom dia” aos teus tipos. Mas vocês serão derrotados, pode está certo disso…

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    2. Paulo Almeida

      Sim, bem interessante: marretar a bolinha cada vez mais forte.

      A final de Paris sim exibe o tênis na sua mais profunda excelência, principalmente por parte do GOAT Djoko. Aceite que dói menos.

      Todos os seus posts são com aquela máscara da risadinha escondendo a cara de raiva e choro. E eu adoro. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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      1. Daniel C

        Ah, se vc acha que eu vivo irritado e chorando, fique à vontade rs. Não tenho como provar que estou numa boa mesmo 🤷🏻‍♂️ Kkkk

        Mas eu me divirto tb com a necessidade da turminha ter que ficar constantemente demonstrando o quanto o Djokovic é o maior, mesmo com tudo que já conquistou. Mas esses esforços precisam continuar, pois o cara é muito contestado mesmo kkkkk. Longe de ser a unanimidade que o suíço era mesmo quando tinha menos GS que o recordista Sampras 🤣🤣🤣🤣.

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        1. Luiz Fabriciano

          Acho o contrário.
          Vejamos: se o Paulo Almeida ou qualquer outro torcedor do sérvio, simplesmente desaparecer, Novak Djokovic continuará ampliando seus records.
          Já você e mais alguns, é que ficam sempre procurando oportunidades inócuas de desmerecimento.

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        2. Felipe

          Ele só é contestado pelos torcedores fanáticos do Suíço, cheios de dor de cotovelo. Fora isso não há contestação. Ele sobra como GOAT. Os números são frios e incontestáveis. O resto é esperneio.

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          1. Daniel C

            Então o mundo é composto por 95% de torcedores fanáticos do suíço, pois geralmente o sérvio parece ter 5% (ou menos) de torcida quando enfrenta outro jogador em partida importante , em qualquer lugar do mundo kkkkkk (imagino que exceto em Belgrado rs).

            Muito popular esse “Goat” 🤣

          2. Paulo Almeida

            Resposta para Daniel C e não pro Felipe:

            A final do USO te desmente: 95% do estádio estava torcendo para o Djokovic e 5% para o Medvedev.

            Não, a torcida do suíço é cada vez menor, somente a terceira do Instagram. A maioria abandonou mesmo. 🤣🤣🤣🤣🤣

            E quanto aos especialistas? A lista é cada vez mais RALA: nenhum nome de porte sustenta mais o Fregueser como GOAT, pois quem entende sabe que o que importa são os números. 😃😃😃

        3. Paulo Almeida

          Eu não acho, tenho certeza. Tudo que escreve são provas que produz contra si mesmo, sempre amargurado e invejoso. Não engana absolutamente ninguém, rs.

          Que bom que citou o Sampras, que é mais um que confirma quem é o GOAT. E se for por essa linha, o Djokovic já era considerado o melhor por muitos antes de bater os recordes desse ano, pois o domínio sobre os rivais e as conquistas na era mais forte do tênis são de longa data, 11 anos já.

          Seu sofrimento vai acabar um dia, claro, já que nada é eterno, mas o estrago só aumenta a cada semana que o sérvio permanece como número 1 do mundo.

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    3. Aurélio Passos

      O Rublev tem um objetivo apenas na vida: compensar todo o ódio que sente pela bolinha amarela espancandi-a infinitamente, sem dó nem piedade.

      Em suma: o cara não tem plano B. Só vai á rede pro sorteio antes do jogo e pro cumprimento protocolar ao fjnal da partida. Nenhuma inventividade, nenhum progresso. Lembra muito o Berdych nesse quesito.

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      1. lEvI sIlvA

        Lembra, meu caro Aurélio, lembra mesmo…
        Mas Berdich está no lucro comparado a Rublev. Poderia ficar tentando avaliar, contudo fico só com um quesito. Berdich tem a Ester Safarova…!!! 😂😂😂

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