O senhor do tênis
Por José Nilton Dalcim
7 de novembro de 2021 às 16:44

Ninguém tem mais troféus de Grand Slam ou de Masters 1000, ficou mais tempo como número 1, terminou mais temporadas na ponta do ranking ou ganhou maior premiação oficial. Novak Djokovic tomou para si praticamente todas as grandes marcas, é o senhor das quadras, o dono do tênis masculino.

A semana no piso lento e coberto do Palácio de Bercy foi novamente repleta de grandes feitos, o que coroa a temporada mais relevante que o sérvio já viveu na sua carreira. Sim, 2021 pode não ter sido aquele em que ele  mais venceu ou ganhou títulos, porém definitivamente tem sido o instante em que se coloca acima de todos os outros.

O grande feito desta vez foi superar Pete Sampras e fechar a sétima temporada como o número 1 do ranking. Algo que era seu de direito, em função da soberania nos Grand Slam, mas que os números ousavam contestar. O norte-americano fechou na frente entre 1993 e 98, algo excepcional, mas agora está atrás de Nole, que reinou em 2011-12, depois 2014-15, e retomou em 2018 e faz novo dueto em 2020-21.

De quebra, renova o recorde de mais velho a fechar um calendário na ponta, aos 34 anos e meio. Irá atingir 348 semanas quando a temporada acabar, no dia 22 de novembro, e não sofrerá ameaça até o dia 3 de fevereiro de 2022, quando defenderá o Australian Open.

Recorde atrás de recorde
Cada vez que entrou em quadra em 2021, Djokovic anotou façanha importante ou preparou o caminho para ela, numa inigualável sucessão de feitos na história do tênis profissional.

Na difícil conquista do Australian Open, em que precisou superar problema físico desde a terceira rodada, chegou ao nono troféu em Melbourne, o que lhe deu o recorde de 12 Slam na quadra dura e empatou com Nadal como únicos a ganhar Slam em três décadas diferentes. Ao mesmo tempo, somou nove semis em cada Slam.

Isso foi essencial para garantir no dia 8 de março uma das marcas mais relevantes do tênis, ao chegar a 311 semanas como número 1 e superar Federer, algo que parecia impossível há dois ou três anos.

Em junho, Roland Garros lhe daria quatro feitos muito especiais: primeiro a ganhar duas vezes de Nadal em Paris, ao menos seis finais em cada Slam e o ‘trintão’ com mais conquistas desse naipe (então 7). O mais notável: único profissional a erguer ao menos dois troféus em cada Slam e ainda por cima em três pisos distintos.

Embalado e sem sequer fazer torneio preparatório na grama, Nole empatou de vez com Rafa e Federer no total de troféu de Slam ao ganhar Wimbledon e assim, pela quarta vez na carreira, faturar também três Slam seguidos, como havia feito em 2011-12, 2015-17 e 2018-19. Também se tornou o único jogador com ao menos 79 vitórias em cada Slam.

Chegou a Nova York com a oportunidade raríssima de repetir Don Budge e Rod Laver, mas perdeu a decisão. De qualquer forma, fez algo que não se via desde 1969 no tênis profissional e de tabela igualou Federer com 31 finais de Slam.

Por fim, veio esta semana especial em Bercy, onde sacramentou a liderança no ranking e superou Sampras. Não foi só. Marcou novos recordes com 54 finais e 37 títulos de Masters, superou Federer com 227 vitórias sobre top 10 e 107 em cima de top 5, também se tornou o número 1 com mais vitórias na carreira (agora 419) e no momento é o jogador com melhor percentual de vitórias (83,3%, com 983 em 1.180 jogos).

E tem mais? Djokovic irá a Turim, a nova sede do ATP Finals, para tentar igualar os seis títulos de Federer na competição que encerra a temporada, uma honraria que lhe falta desde 2015.

Emoção e qualidade
Fora do circuito desde a perda do US Open, Djokovic foi a Paris sem o ritmo ideal e com a meta de chegar à última rodada e garantir o número 1 sem depender de Medvedev, que jura jamais pensou nisso. Nole ganhou a duras penas de Hubert Hurkacz, num jogo eletrizante e cheio de alternâncias, e fez uma final de grande qualidade diante de Medvedev, em que novamente saiu atrás e mostrou o tamanho de sua força física e mental num duelo marcado por exaustivas trocas e muito apuro nas variações táticas. A partir do primeiro set perdido, Djokovic tomou postura mais ofensiva, optou por paralelas e fez voleios magníficos sob pressão.

Medvedev levou o troco de Flushing Meadows, mas novamente deixa claro que atingiu um patamar muito respeitável, mantém a mesma gana antes de faturar seu Slam e estará na briga pelos grandes títulos no piso sintético, eu diria como o mais perigoso adversário do próprio Djoko.


Comentários
  1. Luiz Fabriciano

    “Há alguns rostos novos e que podem ser atraentes, mas realmente estamos muito longe da emoção que costumava haver dias antes de cada edição realizada em Londres. Hurkacz foi bem em Wimbledon, mas alguns desses caras cimentaram sua presença com base em torneios menores. As pessoas querem ver grandes jogadores como Nadal, Federer, Murray ou Wawrinka, não caras que conquistaram seu lugar em torneios ATP 250”, disse Rossett para a RTS.

    Olhe Ronildo, o que disse o Rosset hoje, sobre o Finals.
    Antes de mais nada, não estou dizendo que a opinião dele é mais importante que a sua – é divergente.
    Agora, Finals mais pífio que aquele que Dimitov venceu, jamais vi.

  2. Gildokson

    Dalcim, você acha que tem alguma influência prejudicial ou benéfica esse lance do Medvedev ficar treinando com o Djoko nesses últimos torneios??
    Eu acho que isso não é nada bom para o russo.

    1. José Nilton Dalcim

      A menos que ele esteja perdendo muitos games ou sets, não vejo qualquer problema. Não há muito o que cada um esconder em termos de técnica ou tática.

  3. EDVAL CARDOSO

    Bom dia Dalcin
    Olhando só pra nossos vizinhos hermanos, vemos 2 tenistas entre os 8 nesse torneio da next Gen de Milão, isso sem contar os tenistas que já estão consolidados no top 100, que dão de lavada nos brasileiros.
    Então te faço uma pergunta, sendo a Argentina um país de dimensões tão menores que o Brasil, tanto em população quanto em território, o que falta pra que tenhamos a mesma excelência dos nossos hermanos ?
    Teve um tempo que eu pensava que deveria ser pelo fato das classes mais altas aqui não se interessarem muito pelo tênis, já que esse esporte demanda um gasto muito elevado, mas não pode ser só isso né???

    1. José Nilton Dalcim

      Esse é um tema muito debatido e nunca vi conclusões definitivas. Há a questão da cultura, do fato de os argentinos treinarem muito mais próximos entre si, há a presença dos ex-profissionais mais próximos à geração que se forma, existe trabalho em grupo (incluindo viagens) e principalmente uma certa ‘escola’, ou seja, uma forma de jogar bem formada.

  4. Carlowagen

    Ao contrário de “alguns”, eu acho que há melhores pilotos, melhores jogadores e melhores times. Então, gostaria de propor a cada um que fizesse sua lista de preferência parao”RANKING GOAT”, considerando a era aberta. Segue a minha:

    1) Djokovic
    2) Nadal
    3) Federer
    4) Sampras
    5) Lendl

    Queria propor que todos votassem no seu TOP 5 para o GOAT

  5. Carlowagen

    Bom dia a todos,

    Uma vez que já podemos concluir quem é o “Senhor do tênis”, visto que o texto e os comentários deixam claro que os recordes do Sérvio serão imbatíveis por mais uns bons 15 anos pelo menos, será que podemos começar a discutir quem seria o segundo melhor da história?

    Eu voto no Nadal. E digo mais: caso ganhe RG em 2022 (embora não me pareça favorito), poderemos considerá-lo como o segundo colocado isolado (um tipo de vice-goat).

    Aos torcedores do Federer, lamento informar que ele está mais para uma presa de vídeo da NEtGeo:

    – Seus recordes (e entranhas) estão sendo devorados pelos predadoresenquanto ele ainda está vivo. Seja pelo 6×0 do polonês em Wimbledom (dentro da própria casa dele), seja pelos recordes sendo pulverizados enquanto ele ainda está ativo no ranking, ou mesmo por vê-lo caminhar dentro de uma quadra de grama (partida vs. Aliassime)

    O que ao final levanta outro ponto: qual é a hora certa de parar. Se o único intuito de tenista ao final de carreira é usufruir dos contratos com patrocinadores ao máximo, ele irá extender a carreira até o limite possível para mantér o contrato de jogador (mesmo que esteja contundido e afastado das quadras sem possibilidade de retorno). Mas ao contrário, se o intuito épreservar a imagem de vencedor, esse bonde o jogaor Federer já perdeu.

    E meu voto para o segundo melhor tenista da história vai para o NADAL. Pra mim, Federer terminará com um honroso terceiro lugar “encaixotado” entre NAdal e Sampras na luta pelo GOAT.

  6. Sérgio Ribeiro

    Então, meu caro Dalcim. No dia de hoje por um bom tempo sumiu o campo obrigatório do Blog . Recebi uma mensagem no IPad. Foi somente comigo ou realmente ouve um problema com o Uol ? Abs!

  7. Ronildo

    Sinto informar aos senhores:

    Mas

    Não há o maior tenista de todos os tempos
    Não há o maior jogador de futebol de todos os tempos
    Não há o maior piloto de fórmula 1 de todos os tempos
    Não há o maior boxeador de todos os tempos
    Não há o maior jogador de basquete de todos os tempos

    Não há o maior de todos os tempos em nada!

    Porquê os tempos mudam, os tempos mudaram!

    Há sim os que ganharam mais e bateram mais recordes devido a diversas circunstâncias convergentes.

    1. Luiz Fernando

      Engraçado, até um tempo atrás vc e outros diziam q havia, era um tenista q tinha os principais recordes. Vc pode explicar pq mudou de ideia kkkkk? Não adianta, Djoko é o GOAT, aceita q dói menos…

    2. Marcelo Costa

      De acordo com seu pensamento, o tenista tem que fazer jogadas magistrais, levantar o público e dar espetáculo então o maior tenista de todos é:

      Mansour Bahrami!!!!!!!!

  8. Paulo Almeida

    DJOKOGOAT, o SENHOR DO TÊNIS MASCULINO, pegou justamente a melhor chave possível no FINALS, HAHAHAHAHAHA!!!

    O cara está virado pra lua mesmo, enquanto a outra chave é um verdadeiro GRUPO DA MORTE!!! 😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃😃

  9. Luiz Fernando

    Rio Open com nomes de expressão, se todos de fato comparecerem deverá ser um grande evento. Tomara q de tudo certo!!!

  10. Sérgio Ribeiro

    Carlos Alcaraz ( mesmo não gostando das regras ) venceu as três e está na Semi do Next Gen FINALS . Incrivelmente atinge aos 18 as mesmas 30 Vitórias e 17 D de seu grande ídolo , Rafa Nadal no longíquo 2004 . A diferença é que Carlitos encerra a Temporada como TOP 32 . E Rafa terminou como TOP 51 . Será que na tal “ entressafra “ era mesmo essa moleza toda rsrs. Abs!

    1. Miguel BsB

      Sérgio, eu tenho a impressão que esse garoto vai ser um fenômeno parecido, repito, parecido, como o Nadal.
      Vai muito longe e vai ganhar muita coisa.
      Gosto muito do jogo dele, pesado, agressivo…funciona tanto nas duras como no saibro.

      1. Sérgio Ribeiro

        O mesmo penso eu , Miguel . O jovem Espanhol está se dando ao luxo de botar também a cara na rede sem fazer feio . E’ mole ou quer mais rs . ABS !

    2. Carlos Henrique

      Como passa recibo, meu pai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      O nobre forista professor tem lapso de memória, parece.
      Esquece (ou omite) que Nadal não disputou 2 Slams em2004, sendo um deles apenas Roland Garros (que viria ganhar 4 em sequência nos anos seguintes), enquanto Alcaraz disputou TODOS!
      Com menos 4000 pontos pra disputar seria digno de nota terminar no top 50, não é professor?!

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      1. Sérgio Ribeiro

        És mais um metido a engraçado. Não omiti porque nunca me interessei em saber porque ele caiu tão cedo nos DOIS SLAM que disputou nas DURAS em 2004 . Já Carlitos chegou as Quartas do USOPEN 2021 . Ambos ganharam 1 ATP 250 aos 18 . E as mesmas 30 V e 17 D . Quando o fake diz que alguém tem lapso de memória ou omite algo , deves pensar nas consequências…Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . Rafa Nadal caiu na segunda rodada do AOPEN 2004 em Sets diretos para Hewitt, que repetiu a dose no AOPEN 2005 na terceira rodada em 5 Sets . Já no USOPEN 2004 Rafa Nadal caiu na segunda rodada para Roddick também em Sets diretos , com direito a Pneu no primeiro Set . Alcaraz no USOPEN 2021 bateu TSITSIPAS na terceira rodada e não concluiu seu jogo nas Quartas contra Aliassime. Abs !

          1. Carlos Henrique

            NOSSA!!!
            Primeiro, Nadal perdeu na terceira, TERCEIRA rodada, professor….
            kkkkkk
            Segundo, de fato, é demérito cair pro Hewitt na terceira rodada (DE NOVO) do AO 2004!! Que papelão de uma adolescente de 17 anos!! Que disputava seu TERCEIRO SLAM da carreira e nunca tinha avançado além dessa fase a nos dois anteriores!

            AHHAHAHAHAHAHAHAHA
            Como passa recibo, meu pai

          2. Sérgio Ribeiro

            Nadal tinha 18 anos assim como Carlitos . Ainda bem que Rafa da aula para o moleque . E assim este vai sofrer menos quando enfrentar Canhotos Satânicos rs . Embora jamais surgirá outro ‘ Rei do Saibro ” com tamanha grandeza , a meu ver , Abs!

        2. Carlos Henrique

          Genial, como sempre kkkkkk
          Mistura alhos com bugalhos HAHAHA
          Falo dos Slams que Nadal NÃO disputou, sendo um deles apenas um que copou 13 (TREZE) vezes.
          Que maneira de comparar temporadas, professor.
          É um deleite suas aulas
          HAHAHAHAHAHHAHA

    3. Dário

      Carlito é um fenômeno, o jogo dele é muito seguro aos 18 anos.

      Qto à comparação com Nadal, este tipo de comparação é complexo, justamente pq Nadal e Djoko são é um exemplo incrível de evolução no Tênis. Até 35 anos, só foram melhorando.

      Se não fosse os problemas físicos, até mesmo pela intensidade que o Nadal joga ele seria top 3 ainda. Fruto desta capacidade de evolução.

  11. Jonas

    Tenistas do calibre de Djoko, Federer e Nadal costumam jogar esses torneios como preparatórios para os torneios maiores. Claro que para o Djoko, em especial, aqueles 2 torneios em Belgrado tinham um sabor especial, afinal estava jogando em casa.

    Porém, veja o quanto ele evoluiu até chegar em Roland Garros, onde jogou um absurdo. Evidente que estava calibrando seu jogo.

    Djoko costuma fazer isso: fez em Queens 2018 também, tanto é que nem venceu esse torneio, mas pouco depois estava com o troféu de Wimbledon em mãos.

    1. Ronildo

      Tudo bem você pensar assim Jonas, com essa história de calibração. Mas de qualquer maneira não é apenas questão de querer e pronto, tá no papo. Em nenhum torneio. Senão o Djokovic jamais teria perdido para Denis Stomim no torneio em que ele mais foi campeão.

  12. Ronildo

    Como é difícil conscientizar um público de algo relevante que quase todos esquecem devido às suas próprias paixões. Eu costumo levantar um assunto e as pessoas vem com infinidades de outros pontos, que também são relevantes evidentemente. É um assunto impossível de desenhar, mas vou tentar novamente. É evidente que muitos desqualificam os ATP 250 porque os 10 primeiros líderes dos ranking costumam evitá-los para economizar energia para os torneios mais importantes.

    Todos sabem que os atp 250 são menos importantes.
    Todos sabem que distribuem menos pontos, salvo algum parafuso a menos na cachola.

    Eu levanto a questão da DIFICULDADE, di-fi-cul-da-de, em vencer um atp 250. Quando Djokovic jogou o primeiro ATP 250 em casa neste ano, todos perceberam o quanto ele queria vencer, afinal estava em casa, com seus fans de casa querendo ver ele ser campeão ali e não estava garantido que ele participaria do outro. Porém o russo Karatsev fez uma partida impecável, não lembro se na quartas ou nas semis. Não tinha como Djokovic vencer aquela partida.

    Pelos comentários de muitos aqui pelo jeito acreditam que a dificuldade em vencer um torneio é exatamente proporcional ao número de pontos. Então seria: vencer um master 1000 requer a metade do esforço para vencer um grand slan. Um ATP 500 seria necessário 1/4 de esforço. Um ATP 250 1/8 de esforço que é feito para vencer um slan! Kkkkkkkkkk

    Deus me livre! Um atepezinho 250, um duzentocinquentinha!

    Porque um jogador da qualidade de Fernando Verdasco nunca ganhou um atp 250?

    Não precisam responder! Eu respondo essa: estava concentrado nos slans e nos master 1000 quando estava no top 10!

    Vou passar o resto de minha vida empenhado em criar uma máquina para medir o esforço que se faz para vencer os torneios da ATP e os grand slans! Ronildômetro? ATPzômetro?

    Peraí! Nada disso é necessário, afinal Roger Federer é o jogador de tênis mais popular em toda a história deste esporte e o que ele fala sobre o assunto deve ser de conhecimento de todos os que acompanham este esporte, acredito. Portanto quando certa vez ele afirmou que a diferença entre os 30 primeiros do ranking é ínfima, acredito que todos entendem o quão difícil é ser campeão de qualquer torneio da ATP, independentemente de quantos pontos distribua ou de sua importância.

    Será que depois deste textão a galera vai comprender que é um tremendo esforço ganhar um atp 250 para qualquer tenista, mesmo o número 1 do ranking?

    1. Luiz Fabriciano

      Não.
      Para se vencer um M1000, a depender do dito cujo, qualquer tenista tem que faturar 10 sets (salvo WO), podendo perder até 5.
      Para se vencer um GS, qualquer um, qualquer tenista tem que faturar 21 sets (salvo WO), podendo perder até 14 – o que significa que sua campanha foi ainda mais hercúlea que o esperado, compreendes?

    2. Ronildo

      Na verdade não deveria existir essa pontuação esdrúxula para atp 250. Nem esse nome.

      Deveriam ser: ATP 1000
      ATP 800
      ATP 600

      Essa pontuação condiz mais com o grau de dificuldade em se vencer tais torneios. O vice do ATP 1000 ganharia 800 pontos e o vice do ATP 800 ganharia 400 pontos.

      Será que a ATP está precisando de conselheiro? Renumerado, claro!

  13. Luiz Fernando

    Parece q o Finals da WTA não será transmitido ao vivo pela ESPN. Se confirmado, será mais um golpe, um achaque aos assinantes, com o único objetivo de tentar direcionar mais assinantes p a outra plataforma, paga. Safadeza pura. Não verão um centavo meu…

    1. Sérgio Ribeiro

      Realmente não lês os comentários pois isso já foi abordado anteontem. Mas pior a desculpa deles que este ano não há uma grande Estrela na competição. Uma grande burrice pois o FINALS será disputado na altitude numa quadra rapidíssima . Seria interessante vermos como as meninas vão se virar nestas condições. Será que farão saque – voleio ? rs . Sou assinante desde que inauguraram mas percebo que somente querem $$$$$$$$. Abs!

  14. DANILO AFONSO

    PADRONIZAÇÂO x VOLEIO

    Nobres, há anos leio alguns torcedores e especialistas afirmando que a padronização do piso refletiu na forma de jogar das gerações posteriores a mudança, beneficiando jogadores baselines como Nadal, Djokovic e Murray, e que consequentemente foi prejudicial aos jogadores adeptos ao jogo de rede.

    Será que realmente a padronização impactou tanto assim na mudança do estilo de jogo ? Ou independente da mudança a migração de estilos ocorreria da mesma forma em razão da constante melhoria da preparação física dos tenistas e poder de cobertura da quadra ?

    Na final de Paris vimos Djokovic empregando o estilo saque voleio por 22 vezes, logrando êxito em 19, e isso na lenta quadra central e contra o russo que é considerado o quarto melhor devolvedor das últimas 52 semanas, conforme estatística da ATP.

    Pergunto:

    Por que sacadores tão bons ou MELHORES que o sérvio não empregam tal estilo (saque voleio) com mais frequência nas QUADRAS RÁPIDAS contra tenistas que NÃO são considerados os melhores devolvedores ??

    O que vimos no domingo não poderia rechaçar a percepção de que a padronização foi o principal ou o único motivo da redução acentuada de tenistas voleadores, com ou sem saque voleio ??

    Será que o grande sucesso do Nadal e Djokovic nos últimos quinze anos não criou um obstáculo, uma barreira que desencorajou que os principais centros de treinamento pelo mundo e escolinhas mais modestas dessem (deem) a devida atenção ao jogo de rede, pois os modelos vencedores, as vitrines do esporte adotavam (adotam) outro estilo de jogo ??

    Se olharmos para o cenário atual do circuito, acredito que há muitos fatores convergentes que favorecem a adoção de um jogo de rede mais presente, não necessariamente o estilo saque voleio, mas visando um jogador mais versátil, que buscaria largar na frente dos demais e se diferenciar da massa de tenistas limitados ao jogo baseline. Vejamos quais são esses fatores convergentes:

    a) a média de ALTURA dos atletas aumentou significativamente, o que favorece o saque e que confere geralmente maior envergadura aos atletas na execução dos voleios e smashs;
    b) tenistas cada vez mais preparados fisicamente, tanto em força quanto resistência para manter a mesma intensidade durante a integralidade do jogo;
    c) raquetes e principalmente CORDAS cada vez mais eficientes e potentes na geração de saques mais contundentes, o que facilitaria o voleio no toque seguinte ou domínio do ponto para o approach na rede ( terceiro ou quarto toque);

    Ademais, as estatísticas da ATP demonstram que na última década o SAQUE alcançou porcentagens de aproveitamento muito superiores as registradas na era SAMPRAS (anos 90) e era FEDERER (anos 2000). A porcentagem de ACES vem aumentando década a década, um indicador importante de que a VELOCIDADE e intensidade do jogo só faz AUMENTAR, diferentemente do que muita gente equivocadamente pensa. Vejamos as porcentagens de ACES entre 1991 a 2019 (circuito sem pandemia):

    1991 – 5%
    1992 – 5,5%
    1993 – 5,7%
    1994 – 6,1%
    1995 – 6,5%
    1996 – 6,7%
    1997 – 6,9%
    1998 – 7%
    1999 – 6,8%
    2000 – 7,3%
    2001 – 7,1%
    2002 – 7,1%
    2003 – 7,2%
    2004 – 7,4%
    2005 – 7,3%
    2006 – 7%
    2007 – 7,5%
    2008 – 7,6%
    2009 – 7,6%
    2010 – 7,8%
    2011 – 7,2%
    2012 – 7,4%
    2013 – 7,6%
    2014 – 8%
    2015 – 8,4%
    2016 – 7,8%
    2017 – 7,9%
    2018 – 8,1%
    2019 – 8,2%

    Não tive tempo e nem sei se esse tipo de comparativo há na WTA, mas certamente a evolução seria parecida. Só lembrando que tanto no feminino quanto no masculino, os saques mais rápidos da história ocorreram na década passada, mais precisamente ambos em 2014.

    Enfim nobres, acredito que há anos o circuito já reúne todos os elementos para um jogo mais dinâmico, mesclando os vários estilos de jogo, com jogadores mais versáteis, mas para tanto é necessários que os grandes centros de formação da nata do esporte sinalizem neste sentido e/ou as referência (ídolos) deste esporte passem a adotar um estilo mais versátil, inspirando os demais atletas profissionais e a massa de jovens praticantes.

    1. Luiz Fabriciano

      Muito bom!
      E mais uma vez digo: esses números demonstrando o crescente aumento de aces por jogo, em consequência da maior velocidade dos saques, é exatamente o que sempre disse em comparação com as ditas quadras rápidas do passado: piso rápido x saque lento.
      O sacador tinha tempo de subir, sacar, descer e correr à rede para volear. Hoje, esse tempo foi bem encurtado, em função de seu próprio saque chegar antes de outrora no devolvedor. Se esse (devolvedor) for acima da média, o sacador pode pisar na bola ao descer do saque.

    2. Rafael Azevedo

      Que comentário foi esse, nobre Danilo? Digno de uma pasta só para ele. Grande análise. Parabéns pelo trabalho.

    3. Sérgio Ribeiro

      O Equipamento , a preparação física e a longevidade explicam , a meu ver , estas estatísticas. Felizmente o AOPEN 2020 / 2021 e o USOPEN 2021 , mostraram como o piso mais rápido faz o jogo ser eletrizante com muito mais WINNERS. Do jeito que estávamos , como Paris , somente um jogador completo que melhorou muito em TODOS os fundamentos como Novak Djokovic , ia ACHAR Saque-Voleio sem temer a devolução ( embora MED a faça muito lá atrás) naquela lentidão absurda . Dizem que Turin vai estar mais rápido que Londres por causa dos DONOS da casa rs . De qualquer maneira , Danilo , pra passar Goran Ivasinevic e seus 10183 Aces , Karlovic , Isner e Federer tiveram que suar sangue rsrs. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Pistol Pete Sampras ( 31 ) e Boris boom boom Becker ( 32 ) , com carreiras precoces para os padrões atuais , não chegaram perto. Abs!

      2. Carlos Henrique

        Como passa recibo o nobre forista kkkkkkkk
        Ivo conseguiu 10000 aces em 527 jogos, se tornou recordista, com 10.247 no sua 536ª partida.
        Já seu compatriota fez 10.183 aces em 895 jogos.

        Realmente, “suou sangue” HAHAHAHAHA

        Esse espaço é diversão garantida, como bem afirma outro forista.

        1. Sérgio Ribeiro

          E’ óbvio que um cara que ia pro Ace en TODOS os pontos ( e jogos ) como o recordista Ivo Karlovic , suou sangue mane’ . Continua jogando aos 43 ( Federer está com 40 ) e o número menor de PARTIDAS se deve a lesões ( nas costas principalmente) durante TODA a sua carreira . Realmente o mane’ faz parte do grupo do diversão garantida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkv. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            E outra , Karlovic passou a recordista assim que ultrapassou os 10 183 de seu Compatriota. Precisou atingir 10 247 ??? . Sei … Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Fazer tantos Aces em muito menos partidas significa que arriscou TUDO. E o corpo cobra o preço que na maioria e’ muito alto. Daí o termo “ suou sangue “ . Difícil de entender não é mesmo ??? . Abs!

          3. Luiz Fabriciano

            “Fazer tantos Aces em muito menos partidas significa que arriscou TUDO. E o corpo cobra o preço que na maioria e’ muito alto. Daí o termo “ suou sangue “ . Difícil de entender não é mesmo ??? . Abs!”

            Sérgio, me admira alguém que entende tanto, fazer uma análise dessas às vezes.
            Quer dizer que jogadores que têm o jogo baseado no saque, como Karlovic, Opelka e Isner, para ficar só nesses, fazem muitos aces porque arriscam tudo?
            Isso é feijão com arroz para eles. Arriscar tudo é partir para o jogo de troca de bolas. E não vejo nenhum dos três pagando contas cobradas pelo corpo.
            Karlovic ainda passeia por aí, com + de 40, fazendo o de sempre – ganhando meia dúzia de jogos por ano, devido ao seu poderoso saque.
            O Isner, por exemplo, não faz um jogo sequer sem ter tie break. No serviço dele, se garante, mas no serviço do adversário, dificilmente consegue uma quebra.

    4. Manoel Cruz Cabuga

      Interessante comentário, vou questionar algumas coisas:

      O saque voleio era usado apenas nas quadras rápidas, que nos anos 90 eram muito rápidas, o que distinguia da outra parte do circuito que era lenta, e assim, os jogadores de quadra lenta focam na sua área, que é o jogo de troca de bola, logo, a tendência com a padronização seria o voleio aumentar, umas vez que todos estão treinando isso, diferente dos anos 90 onde apenas uma parte treinava.
      Talvez a padronização seja o justo, mas como falo, sem estar padronizado se muda todas as estatísticas, pois basicamente eram 2 GS que um tenista podia disputar pra ganhar, US e Wim pra os mais rápidos, e AO e RG pra os mais lentos, embora o AO costume alternar as vezes. Logo as estatísticas dos anos 90 devem ser consideradas nelas, por exemplo, o maior vencedor de GS da época ter quase o dobro do segundo maior, que tem mais que o dobro que o terceiro maior.

      Durante anos se sustentou uma ideia de que o que Federer fez em 2009 ganhar 15 GS era algo surreal, mas percebeu que a tendência é os melhores ganharem muitos em diversos tipos, justamente por estar muito mais propício se ganhar vários títulos para os melhores, em que pese Djokovic e Federer não terem ganhando vários Roland Garros por um motivo, o melhor de todos os tempos no saibro ser da época deles.
      Assim como Nadal tem pelo menos 5 finais em todos os GS, mas poucos títulos em Wimbledon e AO, muito por conta de Djokovic e Federer.

      1. Groff

        Só para adicionar ao que você falou, Manoel, também ficou mais fácil para os super favoritos aos grandes títulos vencê-los efetivamente por causa da alteração do chaveamento e a dobra no número de cabeças, ou “seeds”, nos Grand Slam. Se não me engano, até o meio de 2001 havia 16 cabeças, e acho até que uma reclamação do Guga influenciou a mudança. Com essa regra, o Sampras só ganhou o USO de 2022. E sem ser “top seed”, pois era 17 ou algo assim. Abs.

    5. Groff

      Oi, Danilo. Excelente comentário e um tema muito importante para as discussões aqui do blog. Mas há um tópico para o qual gostaria de contribuir: mais Aces não significa diretamente que o jogo atual não impede os voleios. Você precisaria colocar na conta no mínimo mais duas variáveis da bola, notadamente o peso e a altura do quique. O quique mais alto facilita, e muito, a vida do baseliner no ato de “enxergar” o ponto em que vai dar a passada. Isso também prejudicou demais, por exemplo, também o jogo baseado em esquerda de uma mão, muito mais difícil de executar com a bola acima da linha da cintura.

      Voltando ao assunto, a padronização não influencia o poder do saque (a velocidade é medida a partir da batida da raquete na bola, não quando ela chega no chão). O que influencia o saque é a melhora do trabalho físico (nas mecânicas do movimento, entre outros aspectos) e a tecnologia do material. E, no caso do jogo de rede, o que influencia é a dificuldade do “approach”, que, com o jogo de base a partir do qual o oponente consegue chegar melhor na bola e tem condição de golpeá-la de modo mais confortável, a vida do voleador fica muito mais difícil.

      Mas a hipótese de investigar se foi a padronização que prejudicou o voleio ou se foi o sucesso dos baseliners (e veja que Federer também é um baseliner, de certo modo; só é menos adepto do jogo de extremas trocas de bola) que influenciou isso é muito boa e um tema que precisa ser debatido mais a fundo. Abraço!

      1. DANILO AFONSO

        Boa noite GROFF !!

        Quando eu apresentei a estatística do aumento da quantidade de ACES ao longo dos anos, não foi com o intuito de afirmar que a dinâmica do jogo atual não impede os voleios, e sim utilizar a estatística deste fundamento (saque) como uma presunção de que jogo está cada vez mais veloz, o que em tese é favorável ao jogo de rede.

        O que você escreveu no segundo parágrafo eu concordo, inclusive citei isso ao falar do maior poder de cobertura da quadra, o que proporciona maior probabilidade do voleador receber uma passada ou lob. Mas conclui que o cenário dos últimos anos é favorável ao emprego mais presente do jogo de rede, nem que seja como variação para surpreender e retirar o oponente da zona de conforto, igualmente vimos na final de Paris.

        Posteriormente vou postar mais questionamentos sobre velocidade e padronização. Abs !!

  15. Luiz Fernando

    Que vitória do Murray sobre o Sinner, e ao vencer esse tipo de adversário ele dá esperança aos torcedores de Rafa e Federer de que estes ainda podem dar muito trabalho no retorno…

    1. Carlowagen

      Só se voltarem na pele do Robocop.

      Murrau deveria começar a avaliar até quantos anos ele pretende andar, caso insta na sobreutilizaçao em determento da durabilidade do a prótese que ele utiliza.

      Claro, que o feito dele nos deixa (a mim inclusive), muoto feliz. Nada melhor que alguém superando os próprios limites de forma positiva.

  16. Clubismo

    Não, não ha ninguém obrigando o Sérvio a ir (ou a não ir) a Austrália em 2022. Portanto, não pode confundir a situação com nenhum regime antidemocráticos.

    No entanto, aquilo movimento de intolerância, do qual víamos ou ouvíamos no final do século passado e via de regra vinha de algum reduto Islâmico ou de alguma nação distante chegou no nosso país e começa a tomar conta.

    Cada século teve o seu “mal”, e o início deste se desenha como sendo “O século da Intolerância”. Há uma possibilidade de sermos assim lembrados na história, se nada for feito.

    As pessoas não toleram mais a opinião alheia, e nem toleram os fatos, se estes contrariam a sua própria opinião, por mais absurda que a própria opinião seja.

    Vamos só aguardar no que vai dar isto, e tentar sobreviver a estas pessoas.

    Parabéns ao Rafael pela iniciativa de quebrar esta polarização que toma conta de tudo e de todos.

  17. Luiz Fernando

    Shapovalov pode ultrapassar Federer no ranking, uma verdadeira heresia no esporte, algo lamentável, absurdo…

  18. DANILO AFONSO

    O momento mais interessante do jogo foi o último game do 1° set. Com o sérvio sacando para o set. Medvedev jogou um absurdo neste game. Alto nível. O Djokovic se manteve no game longo e o fechou somente porque sacou muito. Tudo indicava que o 3° set seria competitivo igual o 2°.

  19. Rafael

    Parabéns ao GOAT DANILO, só voltei a entrar na área do blog hj de manhã, a tempo de ler sobre sua maravilhosa conquista. Eu, por meu lado, estou dançando lambada (é, já fui campeão de um concurso chinfrim de um clube local lá no século passado, rs). Pra quem passou pelo que eu passei, estou bastante feliz e realizado.
    _________________________________________________________________________________________
    Quem já teve o desprazer de ler o que posto aqui, sabe que minha opinião, até relativamente pouco tempo atrás, apesar de ser NOLISTA desde que este surgiu, foi que Federer era o Goat. Ainda nessa época já havia colegas que defendiam ser Novak, a meu ver, um pouco precipitados. O que ocorreu foi que Novak não só alcançou, objetivamente, a maioria dos recordes mais importantes do suíço, como já ultrapassou faz algum tempo e agora só está tratando de abrir distância. Respeito FEDERER como jogador, por tudo que ele representa na história do tênis (jamais foi ou será o tênis, mas é uma lenda do esporte), ESPERO que ele seja sempre lembrado e admirado e tanto faz que sua torcida que acusava a torcida do sérvio de terraplanista e negacionista agora negue até o que vêem com os próprios olhos. Pra mim, Federer é e sempre será uma lenda, um gamechanger. Um marco.

    Mas o GOAT é Djokovic, não há mais como inventar, nem como sinal de respeito a Federer. Esta aí, na cara. Federer sempre será o “CRAQUE”, o “artista”, o “bailarino”, o que fez “parecer que era fácil”. Sempre será. Mas em nossa época imediatista, Djoko fez com Federer ainda pior do que Federer fez com Sampras: destruiu seus principais recordes com Federer ainda em atividade. Não pretendo mudar a opinião de ninguém, apenas dizer que para mim a dicussão perdeu o sentido, pois não há mais o que discutir.

    E o maior feito da história do tênis pertencerá por décadas a Rafael Nadal, outra lenda ABSURDA do esporte, que, como já postei aqui, são os 13 (por enquanto) títulos em RG. Faz +-60 anos que ninguém fecha o GS? Vai ficar uns 200 sem ninguém superar o feito de Nadal, que ainda foi magnífico em outras superfícies, tendo abocanhado SÓ ONDE NÃO É SUA ESPECIALIDADE o que outros não conseguiram na vida toda, ou seja, mais SETE slams.

    Boa semana a todos, até mesmo àqueles que passaram a NEGAR matemática básica e se apegam agora a metáforas, teorias da conspiração kkkk, a mudar o passado, distorcendo fatos sobre quadras e tenistas. Pessoal mandando bem na ginástica, nas artes do subjetivismo e estudando Einstein a fundo para poder discorrer sobre sua Teoria da Relatividade, mudando constantemente as variáveis que importam, de números para plasticidade para referências no mundo do tênis para vídeos do youtube, affeeeee. Torcer para Federer hoje em dia deve dar um cansaço lascado. Relaxem, Federer é um GIGANTE.

    Mas o maior é Djoko.

    1. Barocos

      Rafael,

      Conforme escrevi (e coloquei a referência para que a informação possa ser verificada), não há um “maior”, mas dois: Karlovic e Opelka. O resto é mimimi desta galera baixinha e invejosa! 😉

      Vida longa e próspera. (Muito feliz com a sua recuperação, aproveite a beleza vida enquanto esta te convida a viver, carpe diem)

    2. Paulo F.

      A qualidade de texto de sempre, nosso Nadal (apesar de um Nolista do mais alto quilate)!
      Mais claro e objetivo que isso, impossível.
      Um abraço!

    3. Vítor Barsotti

      Excelente comentário, Rafael!

      Como Federista, assino embaixo!

      Inclusive esse 2021 do Djoko tirou um pouco a graça do tênis rs, pois selou seu posto como maior. Mas, quem sabe, por ironia do destino, Federer e Nadal ganhem 1 slam cada ano que vem e reabram a discussão… não custa torcer!

      Feliz por tua reabilitação, um abraço!

  20. Maurício Luís *

    “Melbourne/Austrália – (…) o premier do estado de Victoria, Daniel Andrews, mais uma vez se mostrou disposto a não recuar e abrir exceções para os tenistas que não se imunizaram contra Covid-19.”
    Tem um negacionista/terraplanista “emérito” aqui no blog chamando as autoridades australianas de nazistas por causa disso.
    Esclareço ao desinformado internauta – o qual não se cansa de passar vergonha no débito – que os nazistas OBRIGAVAM os judeus a irem pros campos de concentração. PERGUNTA: alguma autoridade daquele país está obrigando os não vacinados a se vacinarem?
    O intuito é proteger a população. Não é porque são “malvados” e “nazistas”.
    Negacionistas antivaxx da Terra plana não se contentam em ser ignorantes. Querem espalhar desinformações. Colocam vidas em risco! Pra isso recorrem a fake news, intrometendo-se sem serem chamados em espaços de grande visibilidade… porque se for só nos sites deles, ficam falando sozinhos. Meia dúzia de alienados fora da órbita cada vez mais isolados.
    Dignos de piedade.

    1. Carlos Reis

      Não se engane, os não vacinados serão os novos judeus perseguidos pela Tirania Governamental, só que agora é muito pior, a Tirania é MUNDIAL. E gente como VOCÊ vai apoiar, com certeza. Muitos se perguntam como os alemães aceitaram o Nazismo, é assim, enganando TROUXAS, já que ELES são facilmente manipulados e são a maioria. Eu não tomarei a VAC em hipótese alguma, ELES que me matem, pelo bem comum.

      1. Maurício Luís *

        Bem fértil a sua imaginação. Acha que vão arrombar a porta da sua casa e arrastá-lo. Vive num mundo de faz–de-conta, onde o vírus não existe, a pandemia é uma coisa inventada por cientistas, médicos e autoridades de + de 150 países (a maioria nem fala a mesma língua e nem se conhece…), a Terra é plana…
        Sugiro que processe o governo da Austrália com base no Código de Nuremberg, que você tanto cita. Quem sabe não dá certo?
        E olha, tive amigos que perderam a vida por causa do vírus covid-19. Mas, como ele não existe, vai ver que eu sou louco ou mentiroso. Sensato é você, com seus amigos antivaxx. Devem estar com óculos escuros pra não enxergarem que foi só começar a vacinarem que os óbitos caíram verticalmente. Ontem, o estado de SP + 8 estados ZERARAM os óbitos.
        Não quer se vacinar?? Mas que desaforo que você tá me fazendo! Não vou nem dormir esta noite. Amanhã não almoço nem janto! Vou ficar fraco, vou pro hospital, tomar soro… Como eu vou ficar SENTIDO, viu?

        1. Sérgio Ribeiro

          Nem perca seu tempo , Maurício . Olha que a Sputnik V foi desenvolvida na Rússia e exportada para o Mundo . Devido ao negacionismo com sua própria vacina ( apenas 30% vacinados ) , a Pandemia voltou com tudo num sistema político em que não pode o chamado “ passaporte” obrigatório. E todos sabemos qual o verdadeiro Sistema da região. Estão no desespero… Abs!

          1. Maurício Luís *

            Sérgio, de fato não adianta tentar abrir os olhos do Carlos Reis. Apenas costumo colocar um contraponto pra que pessoas não sejam induzidas ao erro pelas ideias estapafúrdias da turma dele. Até já postei aqui link com exemplos de gente que foi na dele e acabou morrendo. Acho que ele nem se deu ao trabalho de ler. Uma pena.

          1. Carlos Reis

            UOL!? hahaha Mídia e Governos MENTEM e ENGANAM as pessoas, eles são reles empregadinhos dos verdadeiros donos do mundo, esses que querem MENOS de 1 bilhão de habitantes no mundo. NUNCA foi pela SAÚDE, é pelo CONTROLE. Procurem pelo vídeo no Telegram: “Atletas de todo o mundo estão caindo como moscas com problemas cardíacos…” Vou citar alguns: Christian Eriksen, Sérgio Aguero, Boris Sádecký, Jake Kazmarek, etc, etc.

      2. Maurício Luís *

        Negacionistas terraplanistas como Vossa Senhoria tem se refugiado no Telegram, porque lá se aceita qualquer GROSELHA . Segundo sua teoria escalafabética, imprensa, governantes de + de 100 países, médicos, cientistas, reuniram-se secretamente no fundo do meu quintal e combinaram todos de mentir ao mesmo tempo. Ainda bem que o Sr. Carlos Reis e seus amigos descobriram tudo… Muito obrigado…

        1. Maurício Luís *

          Ah, se não lhe for muito trabalho, daria por favor pra me mandar um vídeo ou uma foto da borda da Terra, já que ela é plana?

  21. Ronildo

    Quem sabe o Federer bata o maior recorde do tênis, os 109 títulos atp de Jimmy Connors. Estes 109 e os 14 RG de Nadal são os recordes mais difíceis de serem batidos.

      1. Ronildo

        Se ATP 250 é tão fácil assim de conquistar Carlos Henrique, porque Djokovic disputou 2 torneios este ano e venceu apenas 1?

        Num ATP 250 os duelos são com os mesmos tenistas dos ATP 1000 ou Grand Slan, com exceção dos rivais das semifinais ou finais.

        1. Helena

          Acho que a resposta está na sua própria pergunta. Se fossem tão importantes assim, por que ele só teria participado de dois ao longo do ano? Os dois na Sérvia, por sinal.

        2. Eduardo Carvalho

          O simples fato de ser um 250 ja deixa mais que claro que não tem a mesma dificultade de um 500 ou de um 1000. Porém tem alguns 250 que tem mais top 10 que muitos atp 500. Ou seja, não que necesariamente seja mais fácil, mas costuma ser. Quanto ao fato do Djokovic ter ganhado só 50% dos 250 que particupou, seguindo essa mesma lógica, GS são faceis, pq o msm jogador ganhou 75% dos torneos que jogou nesse ano. Entende? Claro que não, neh?!

        3. Carlos Henrique

          Caro forista, sua interpretação está capenga
          Onde que falo que é “tão fácil! ser campeão de atp 250?

          O que disse que alguém que vencer 110 torneios desse porte já se credencia como o maior de todos.
          Muito mais fácil vencer 21 Slans que vence 11 dezenas desses torneios kkkkk

    1. Sandro

      Roger FREGUÊSer não conseguiu atualmente sequer conquistar um ATP 250 disputado dentro de casa na Suíça!!!
      Nenhum dos ATP 250 que o Roger FREGUÊSer conquistou vale mais do que qualquer um dos 37 títulos de MASTERS MIL que o Djokovic tem no currículo!!!
      Tem que ser muito SEM NOÇÃO pra querer comparar os ATP 250 do FREGUÊSer com os 13 títulos de ROLAND GARROS do NADAL!!!

    2. CarloWagen

      Menos Romildo, menos… tamo deixando o cômico e passando pro ridículo já… rsss

      O Federer tá com vergonha destes teus comentários. Até a Mirka já está zoando o cara por causa de você.

    3. Eduardo Carvalho

      Acredito que os 109 sejam mais fácil, muito mais fácil. Pq qualquer um do big 3 podem sair jogando atp 250 e 500 que em 2 anos chegam la.

  22. Weslei

    Conquista faltantes para se tornar o dono dos principais records do tênis:

    Djokovic
    Grand Slam: Falta 1
    ATP Finals: Falta 2
    Olympics: Falta 1
    Titles: Falta 24

    Federer
    Grand Slam: Falta 1
    Masters 1000: Falta 10
    Olympics: Falta 1
    Weeks at ATP No. 1: Falta 37
    Titles: Falta 7

    Nadal
    Grand Slam: Falta 1
    ATP Finals: Falta 7
    Masters 1000: Falta 2
    Weeks at ATP No. 1: Falta 138
    Titles: Falta 22

  23. Luiz Fernando

    O PM citou q Rafa pode vencer até 3 mais RG, o q eu sinceramente não acredito. Mas acho q pode levar o de 2022 se estiver bem. Além disso o q rolar, se rolar, será inesperado, improvável. Vencer em pisos que não o saibro será uma surpresa absurda, algo q eu pessoalmente não creio q ocorrerá. Já Djoko pode vencer qualquer um GS q não será surpresa, provavelmente vencerá mais de um. Já Federer, so no YouTube…

  24. Gildokson

    Paulo Almeida e outros amigos nolistas, o Djokovic ja tem o que interessa, não precisa vocês ficarem tentando firmar e afirmar que existe muita plasticidade no jogo do sérvio ao ponto de alguns, pasmem, comemorarem o fato do sérvio ir à rede aos 34 anos de idade e depois de milhões de maratonas ganhas do fundo da quadra rebatendo até pensamento kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Vocês são mais carentes que ele kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Abs!!!!

    1. Paulo Almeida

      Comemoramos tudo de positivo que vem do GOAT, amigo Gildokson.

      Ora, mas é verdade: o jogo do sérvio é plástico, super técnico e cheio de variações (ninguém disse que é mais plástico do que o Federer). O tênis varia conforme a época e atualmente as subidas à rede são essenciais, coisa que não eram no passado. Djoko provou que poderia ter se tornado um exímio voleador desde o começo, mas não foi preciso durante a maior parte de sua carreira.

      1. Sérgio Ribeiro

        Cara tu se superas em cada bobagem que Postas. Quer dizer que antes da padronização com pisos rápidos não era necessário botar a cara na rede ? E somente agora com a lentidão se tornou imprescindível ???? . Não seja preguiçoso e dê uma olhada no Youtube pra ver o que Laver , ICEBORG e CIA faziam no passado. E de uma vez por todas , não confunda Back Simples com ” esquerda atrofiada ” . E ainda apelando pra Nalba que apanhou muito mais que venceu do Suíço. Roger Federer possuiu um dos Backhand mais completos e VENENOSOS da história deste Esporte . E que lhe rendeu 20 SLAM e 103 conquistas .

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Novak sem dúvidas aprendeu com Becker e Ivasinevic o que fazer na rede . Enquanto mais jovem deu pra ficar somente nas trocas de fundo . A partir de agora vai fazer o que Federer fez em toda a carreira. Abs!

        2. Paulo Almeida

          Não, você que se supera quase sempre em não compreender o que digo com clareza.

          Djokovic reinou muito na década passada sem precisar subir tanto (exceto em Wimbledon, onde já subia bem antes), pois seus adversários não exigiam tanto essa atitude e a sua juventude o ajudava a sustentar longas trocas durante o tempo que fosse preciso. Agora já é veterano e, para bater um monstro como o Medvedev, ele vai precisar muito volear. Se você assistiu à transmissão na ESPN, viu Nardini e Meligeni comentando que o jogo de rede ficou em desuso POR UM BOM TEMPO e agora está voltando COM MAIS FORÇA. Entendeu?

          Eu não confundo back simples com esquerda atrofiada: Wawrinka e Thiem soltam verdadeiros torpedos com uma mão, o que não já não é o caso de Federer e Tsitsipas. Nalbandian e aquele outro argentino falaram só fatos sobre a esquerda ATROFIADA do Federer. Aceite que dói menos.

          Sim, Becker e Ivasinevic ajudaram o GOAT a aprimorar esse fundamento, mas que não seria possível se ele não tivesse aptidão/muito talento para executá-lo com perfeição, assim como seu slice e drop, que também estão maravilhosos.

          Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Não acredito no que postastes . O jogo de rede ficou em desuso muito tempo ??? . Das MIL e QUINHENTAS partidas de Federer assististes quantas ??? . Não precisa muito . Reveja a FINAL de Wimbledon 2019 e veja quantas vezes “ ambos “ foram à rede . Roger Federer com Backhand Simples já teria parado ( como TODOS os outros ) há muito se não tivesse um jogo de rede espetacular. O que o fez jogar em alto nível até os 38 , encurtando os pontos , mesmo sem ter um físico excepcional como Novak Djokovic e Backhand de duas mãos. Abs!

          2. Gildokson

            Um monstro como o Medvedev?? kkkkkkkkkkkk
            Menos… bem menos…
            Aliás ter êxito na rede contra o russo nem deveria ser tão exaltado assim, do jeito que estão falando aqui parece que o Djokovic deu um show de voleios contra o Nadal kkkkkkkkkkkkkk

            É aquilo neh, quem está por cima da carne seca tem margem pra falar o que quiser que as vezes até cola. kkkkkkkkkkk

          3. Paulo Almeida

            Ficou em desuso ou pouco uso pela maioria. Federer foi exceção, pois é o estilo dele, mas suas subidas estabanadas fora de hora lhe custaram trocentas passadas, hahaha!

          4. Paulo Almeida

            Monstro mesmo, que já é maior do que seu querido Roddick em títulos e caminha fácil para ser o GOAT russo, jogando Safin e Kafelnikov pra escanteio.

            Sem choro!

  25. DANILO AFONSO

    Nobres, não é só o Djokovic que irá terminar como n. 1 na temporada. Eu no meu mundinho de jogador amador também vou terminar como n. 1 do ranking aqui no meu Estado. Não é nas classes mais avançadas, longe disso, mas é muito legal tal conquista para quem começou a jogar tênis depois de “velho”.

    O interessante que até no amador é necessário que o praticante se dedique para alcançar alguns resultados. Depois de perder no meio do ano uma final de torneio mesmo após eu colocar o 1º saque no match point a favor, falei que dali pra frente não gostaria de perder outro torneio por falta de treino e condicionamento físico longe do ideal. Voltei a malhar, passei a correr nos dias que não tinha aula de tênis, melhorei a alimentação e nos dias que tinha tempo sacava de 120 a 150 vezes. A soma dos detalhes fazem a diferença nos jogos apertados. Para garantir a 1ª posição joguei até lesionado (lombar) o último torneio para fazer os pontinhos necessários e depois abandonei o evento com agravamento da lesão.

    Fotos de alguns torneios:

    https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=4896679300360702&id=100000560404414

    https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=4983909584971006&id=100000560404414

    Saudações Tenísticas !!

    1. Marcelo Costa

      Uau!!!!!!!! muito bom, e eu fiquei feliz por ter ficado em primeiro no meu clube, me serve de consolo, na categoria A, abaixo da especial, mas seu feito é incrível.

    2. Barocos

      Grande Danilo!

      Parabéns e votos sinceros de uma completa e rápida recuperação! (Há muitos anos, enfrentei este tipo de tormento após a prática de calistenia, resultado: natação e ciclismo).

      Saúde e paz.

    3. Miguel BsB

      Parabéns Danilo!
      Eu tô só esperando a volta das barragens aqui em Brasília ano que vem…
      Enquanto isso, vou ter que passar pela lanternagem rs, artroscopia no menisco do joelho direito. 😬 Nada grave, ano que vem estou de volta às quadras 🙏

    4. Sandro

      Parabéns Danilovak Afonsovic por seguir os passos do Senhor do Tênis Djokovic!!!
      Parabéns pela dedicação, preparação e empenho!!!

  26. Gustavo Moreira

    Caro Dalcim, creio que por ser um esporte individual a análise de quem é o melhor fica em teoria mais fácil. Ao final da carreira de Nole tiver a maioria dos recordes, ele será o melhor! Agora quem joga mais bonito ou quem seria o maior jogador é outra discussão! Fazendo uma comparação, pra mim pele é o melhor de todos! Mas Maradona é o maior! Abs

    1. Sandro

      Dizer que Djokovuc não joga bonito é querer forçar muito a barra pu ser muito “hater” mesmo…
      Ao escrever esse comentário, o senhor assistiu como Djokovic jogou nesse Masters Mil de Paris???

  27. DANILO AFONSO

    Duas coisas que ocorreram na final que não vi ninguém comentar:

    1) Alguém reparou que na final o Djokovic praticou por 4 vezes malabarismo com a raquete quando perdia pontos importantes ??? Acho que foi uma forma dele extravasar invés de gritar ou quebrar a raquete…kkkkk;

    2) Medvedev cansou antes da metade do terceiro set. O cansaço refletiu muito no aproveitamento do 1º saque e passou a cometer muitos erros não forçados do fundo de quadra. Apesar do russo ter feito uma semifinal muito tranquila (1h20), na final ele teve que correr muito para suportar as constantes mudanças de direção que o sérvio estava impondo, muitas vezes atacando as linhas.

    1. Luiz Fabriciano

      Vi apenas uma vez o malabarismo com a raquete. Mas não vi o jogo por completo.
      Quem era craque nisso é o marroquino Hicham Arazi.
      Quando perdeu uma final de Monte Carlo para Guga, deu um show de malabarismos.

    2. Sérgio Ribeiro

      Discordo , o cansaço veio muito do emocional . Depois de uma vitória tranquila sobre Sasha ( este vinha de vencer o ATP 500 de Viena ) , MEDVEDEV ao ver Novak se enrolar com Hurkacz , imaginou que ia passar o carro novamente. Não tenho dúvidas que se surpreendeu com os excelentes Saque – Voleio do Sérvio, que foi o jeito que Novak achou pra fugir das trocas longas de fundo ( engraçado que os detratores deste estilo passaram a adorar rs ) . Aí foi pro espaço a cabeça do Russo que não jogou mais com o primeiro Serviço. Seu treinador alegou cansaço na entrevista já de olho no FINALS que vem aí. E’ óbvio que é tão somente a minha opinião, caro Danilo. Abs!

      1. DANILO AFONSO

        Sérgio, eu acho muito interessante o saque voleio como variação de jogo, para surpreender o adversário. Já antigamente os tenistas iam à rede o tempo todo, inclusive após sacar com o 2º serviço, o que seria impensável hoje, mas era o estilo de jogo da época. Tinha que ter muita mão para aguentar o bombardeio que vinha do outro lado. Será que o Medvedev cansou mentalmente ? Não tinha pensado nisso. Você é a segunda pessoa que leio falando isso.

        1. Sandro

          Quem joga sabe que não foi só cansaço mental, foi cansaço físico também, pois a variação “INSANA” de Djokovic pôs Medvedev esgotado de correr atrás da bola!!!

          1. Sérgio Ribeiro

            Errado : Novak botou a cara na rede exatamente pra fugir das intermináveis trocas de fundo em que o Russo chegava tbem em todas. Isso mexeu muito com a cabeça de MEDVEDEV . O ATP FINALS vai mostrar que tem razão. Abs!

    3. Luis

      Vi sim, acho a mesma coisa, até falei na hora, o Djoko esta tentando achar alguma maneira de não quebrar a raquete rsrs

  28. Luiz Fernando

    Abu Dhabi será um teste um pouco precoce p Rafa, q vai encarar o também baleado Thiem, Rublev, Ruud e mais dois. Se eu fosse ele solicitaria q a organização incluísse o magistral Norrie, pois se vencer o britânico dará um grande passo p vencer o AO kkk…

    1. Sérgio Ribeiro

      E segue a sina de brilhantes comentários do professor de Português , digo , diversão garantida kkkkkkkkkk .Abs!

      1. Luiz Fernando

        Não adianta, não estou disposto a te dar aulas de português, vc deve ser um aluno muito ruim, ou “muito péssimo” como vc diria, qualquer professor sairia esgotado da aula kkk. Aqui é diversão garantida kkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Tu se achas mesmo , não é mane’ ? . Reconheço que quase não passo pra Engenharia devido a baixíssima nota em Português na época do Unificado. Agora como comentador de Tênis que chegou a “ Odeio Roger Federer “ , não passas do eterno “ diversão garantida “ ( que também printastes lá do face TênisBrasil) kkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

  29. Paulo Almeida

    As publicações do Dalcim “Acima de Todos” depois de Wimbledon e “O Senhor do Tênis” agora deixaram os negacionistas desconcertados mesmo. É cada um se mordendo mais do que o outro, o que estou saboreando com prazer. Nada de sentir o gosto do desgosto, parafraseando o nobre Danilo, hehehe.

        1. Sérgio Ribeiro

          Negativo . Pela absurda categoria o Idoso Suíço e’ o verdadeiro “ Senhor do Tênis “ . Errou o Dalcim que sabe quem tem preferência kkkkkkkkkkk. Abs!

      1. Sandro

        Respondo por mim: Prefiro ver e rever o Roger FREGUÊSer, freguês de carteirinha, perdendo sucessivamente para Nadal e Djokovic, o FREGUÊSer sendo freguês do BIG 2 foi o que eu mais vi!!! Graças a Deus!!!

  30. Carlowagen

    Legado do Federer para o tênis:

    “Não adianta você se achar o melhor ou as pessoas te acharem o melhor. Você precisa ser o melhor DE FATO”. E isso, minha gente, nem Nadal, nem Federer: só o Djokovic conseguiu.

    E fim da discussão!

    1. Groff

      Sim, o Djokovic é o melhor da atualidade e o da geração dele. Não há discussão nisso, e acho que ninguém aqui tem essa dúvida.

  31. Sérgio Ribeiro

    Tudo bem que o Next Gen FINALS é importante pra quem gosta do Esporte e não somente de um jogador ( a grande maioria rs ) , até porque novamente será experimental a nível de regras . O último vencedor JANNIK SINNER está agora incrivelmente como primeiro reserva no ATP FINALS 2021 . Mas nesta semana começa o WTA FINALS de maneira simultânea . A ESPN somente vai transmitir o feminino no Streaming. E o Next vai passar na programação normal. Pensei que não veria algo parecido , e com SPORTV na área. Inacreditável. Abs!

    1. Sandro

      Mas não há dúvidas que o NEXT GEN FINALS masculino tem tenistas muito melhores e jogos muito mais interessantes que o FINALS FEMININO.
      Eu não deixaria de assistir a jogos do NEXT GEN FINALS masculino pra assistir ao FINALS FEMININO…

      1. Sérgio Ribeiro

        Tu também não deixarias de assistir palestras de negacionistas e antivax por nada nesse mundo. Só que Novak Djokovic vacinado pra poder jogar o AOPEN é questão de tempo. A conferir . Abs!

        1. Sandro

          Olha aí o Senhor DISLEXIA dissimulando de novo e distorcendo como nunca o cometário dos outros…
          Negacionista é vc que dissimula pra dizer que o FREGUÊSer é maior que o Big 2 Nadal e Djokovic, mesmo sabendo que o FREGUÊSer não passa de apenas um freguês do BIG 2.

          1. Sérgio Ribeiro

            Cara deixa o Nadal em paz . Ele não precisa estar envolvido nos teus devaneios. Até o Titio Toni já reconheceu que nas outras superfícies a hierarquia é do Suíço. Não vence o Craque Suíço desde 2015 fora do Saibro. Quanto a Novak vencer 27 de 50 contra Federer não caracteriza freguesia alguma . O Senhor e’ um comédia. Canta a musiquinha vai , mane’ rs . Abs!

  32. Luiz Fabriciano

    Notem a grandiosidade do feito e superioridade de Djokovic ontem:
    Ele e Casper Ruud estão empatados em títulos na temporada, com 5 cada.
    Se transformarmos em pontos, Djokovic tem 7.250.
    O norueguês tem 2.500 (coloquei todos como ATP para valorizar mais, já que não sei quantos foram 250).
    E ainda não seria justo terminar como campeão?

    1. Sérgio Ribeiro

      Não entendi nada , caro Luiz . Zverev também venceu 5 Títulos então porque comparar com Casper Rud e seus ATPs 250 ? . Sasha e seus 5955 pontos em 2021 ( lembrando que a ATP da’ ZERO ponto para o OURO OLÍMPICO) , deixou TSITSIPAS pra trás e chega nos dois Rankings como N 3 do Mundo. A justiça acabou prevalecendo com Novak , MEDVEDEV e Sasha nas primeiras posições também na corrida para Turin . Abs!

      1. Luiz Fabriciano

        Vou explicar então.
        Justiça mesmo, pois foi o que venceu o que há de mais importante no ano – até agora.
        Alguém falou que Connors tem 108 títulos. E tem mesmo.
        Mas agora falando do que eu disse, Djokovic tem os mesmos 5 títulos de Ruud até o momento no ano. Se o norueguês tivesse mais um, seria 6 e ainda assim, bem menos contundente que o sérvio.

        1. Sandro

          Luiz Fabriciano não adianta perder querendo explicar o seu ponto de vista pra um dissimulado…
          Dissimulado é uma pessoa que entendeu, mas finge que não entendeu e ainda por cima distorce o que você quis dizer…
          Esse senhor dissimula corriqueiramente, então, é perda de tempo explicar algo a ele…

          1. Sérgio Ribeiro

            Já o Senhor não tem nada de ” dissimulado ” , não entendes coisa alguma . Não deveria mas vou te ajudar . A comparação de 5 Conquistas em 2021 cabe mais com Zverev pela importância dos eventos . Volte lá no fake , digo , face TênisBrasil , que não faltará quem explique ao Senhor … Inclusive sobre Sampa passar dia sem NENHUMA morte por Covid graças as vacinas . Abs!

    2. Ronildo

      Não esquecendo embora distribua bem menos pontos, é dificílimo ser campeão de um ATP 250, tanto é que este ano Djokovic disputou 2 e venceu somente 1.

        1. Ronildo

          Todo mundo sabe que quanto mais pontos distribui, mais difícil o torneio é. A questão é que ganhar um atp 250 é dificílimo. Tanto é que Djokovic disputou dois este ano e venceu apenas 1. O fato do número 1 da atp disputar um torneio 250 e não ser campeão tem um significado que muitos não se dão conta. Sofasistas, como Paulo Cleto diria.

          1. Luiz Fabriciano

            Tentativa inócua prezado Ronildo.
            Duvido que falarias assim se todos os 250 detidos por Federer fosse por Djokovic.
            E tu começaste a frase dizendo que quanto mais pontos o torneio distribui, mais difícil é. Vai entender!
            E numa coisa concordo plenamente: Djokovic sendo “O CARA”, deveria ter 100% de aproveitamento esse ano, ou seja, deveria ganhar os dois que disputou.
            Infelizmente, aconteceu a catástrofe de ter 50%.

          2. Sérgio Ribeiro

            Então , Ronildo. Os caras fingem não saber como difícil foi pra Novak se afastar dos então ATP 250 de Halle e Queens , pois saiu zerado de ambos kkkkkkkkk . Abs!

      1. Sandro

        Na sua lógica tosca e dissimulada deve ser mais difícil o Roger FREGUESer vencer um ATP 250 na Suíça do que vencer os 37 MASTERS MIL que o Djokovic venceu…

    3. Thiago Silva

      Já vi gente aqui dizendo que a temporada de 2006 do Federer foi melhor que a de 2015 do Djokovic porque ele venceu 3 títulos(ATPzinho 250) a mais mesmo tendo vencido 2 Masters 1000 a menos e outros dizendo que 6 CONSECUTIVOS vale mais que 7 alternados. Quando as pessoas querem puxar a sardinha pra brasa delas nem a lógica importa.

      1. Sérgio Ribeiro

        É incrível como vens do face pra cá pra postar estas pérolas sempre arrumando um jeito de falar em Federer . Na boa , este é o teu grande recalque pois passastes anos acreditando que o melhor era o Espanhol. Infelizmente o recorde de CINCO WIMBLEDON e USOPEN CONSECUTIVOS , pertence ao Craque. Idem para o recorde de Semanas CONSECUTIVAS que não está mais ao alcance do Cotonete ( como se refere ao Sérvio por lá ) rs . Abs!

        1. Thiago Silva

          Você é a única pessoa no mundo que se importa com essa palhaçada de títulos e semanas consecutivas, pra todo o resto do mundo o que vale são os números totais, o Nadal também tem 5RG consecutivos e mais dois tetras e pouco importa, o que vale mesmo são os 13 no total. E recorde de um mesmo slam o Federer já tá atrás dos dois, o Djokovic tem 9 na Austrália e o Federer só tem 8 em Wimbledon.

          1. Sérgio Ribeiro

            Jura ? .No Mundo TODO ? . Semanas CONSECUTIVAS no TOPO do Ranking faz parte dos Recordes da ATP inalcançáveis para alguns Tenistas . Já no feminino as 186 Semanas da grande Steffi Graf , pareciam também. Mas Serena Willians chegou lá , incrivelmente. Abs!

      2. Thierry

        Não vamos distorcer a realidade como os fanáticos pelo Federer… A temporada de 2006 dele teve 5 derrotas, 4 para o Nadal no saibro (Nadal era absolutamente invencível na terra batida), e uma para Murray em Cincinnati. Djokovic enfrentou mais rivais de alto nível e tev vitórias mais contundentes com domínio muito grande, porém perdeu pro Karlovic… Wawrinka, Murray e 3x pro Federer são aceitáveis pois todos eram top 5… Mas Federer tirando Nadal no saibro, perdeu 1 jogo! isso pra mim faz MTA diferença. Agora, n precisamos diminuir os feitos de um pra enaltecer o de outro

    4. Alessandro Siqueira

      Ruud ganhou 5 ATPs, todos 250: Genebra, Bastad, Gstaad, Kitzbuhel e San Diego. Então, se fôssemos nos prender apenas à pontuação dos títulos, o norueguês teria 1250 pontos.

      1. Luiz Fabriciano

        Pois é.
        Como só sabia que tinham sido 5 títulos, mas nunca me interessei quais, coloquei 500 na conta de cada um.
        A distância continua abissal.

        1. Alessandro Siqueira

          A distância ficaria muito maior. Considerados só os títulos, 7250 a 1250. Ou seja, quase seis vezes mais.

  33. José Neto

    Nos números o Sérvio é imbatível, mas os números não são tudo, o contexto também importa. Imagina se o Sampras pegasse um circuito onde todas as quadras fossem rápidas? Ou o suíço, ganhou todos os 20 grand slams nesse tênis mais lento, com bolas grandes, o que não faria em um circuito mais rápido? Todos os grandes tenistas foram sucedidos por uma geração talentosa, o sérvio teve a sorte de não ser sucedido por nenhum grande jogador, não teve que lidar com um jovem Nadal ou com um novo Djokovic, então teve alguns elementos que o ajudaram a consolidar tantos recordes.
    Nos anos 90, com certeza ele se adaptaria e seria um grande jogador, mas não acredito que chegaria no Sampras, nem mesmo o Agassi, que tinha um aproveitamento absurdo de devolução nessas condições rápidas, não conseguiu chegar perto do rival.
    Considerando todos os elementos, ainda acho que o suíço é um jogador mais versátil e mais completo, que se sairia bem em qualquer época.

    1. lEvI sIlvA

      Concordo plenamente com você, José Neto…
      Muita sorte mesmo, ganhar 20 GS. Aliás, não só ele, mas o Federer e o Nadal também. São 3 sortudos de ✋ cheia, não acha?

    2. Paulo Almeida

      Mais versátil estando bem abaixo do sérvio no saibro, sem nunca ter vencido Nadal em Roland Garros e os torneios de Monte Carlo e Roma? Difícil, o sérvio joga de forma excepcional em qualquer superfície.

      Mais completo com um backhand e uma devolução muito inferiores, com menos inteligência tática, menos mental e menos físico? No way.

      Pelo menos, admitiu que os 20 GS do Federer foram todos conquistados depois da padronização de 2002 em Wimbledon (no hard jogadores baseliners já ganhavam títulos bem antes, essa desculpa não cola), enquanto uns e outros que andam sumidos gostam de mentir e falar que foi em 2008, justamente quando ele perdeu o domínio do circuito.

      Agassi ganhou só um título de Wimbledon nas condições mais rápidas e acredito que Djoko ganhasse mais do que ele, pois tem uma amplitude muito maior na devolução.

      1. Groff

        Não sei se é a mim que você se refere, Paulo, mas, se for, por favor me mostre onde eu escrevi que o circuito só ficou mais lento depois de 2008. O comentário dele está em total linha com o que eu sempre disse: desde 2005 para cá, pelo menos, o circuito foi ficando nitidamente mais lento de modo contínuo, com raras exceções. O padrão geral é de quadras mais lentas e muuuuitas trocas de bola. Logo, o que ele falou está correto e não foi uma defesa cega de um ídolo, e sim a apresentação de circunstâncias. A lentidão das quadras é fato, mas você parece querer dizer que isso não faz diferença para o jogo do teu tenista favorito, quando a gente sabe que ele mesmo já falou, várias vezes, que as quadras duras mais lentas favorecem o estilo dele. No mais, eu sou admirador do Djokovic também, com as ressalvas que já fiz umas dezenas de vezes. Só não sou cego.

        1. Luiz Fabriciano

          Mas Groff, os jogos estão cada vez mais rápidos. Há de se separar o piso da velocidade empenhada pelos tenistas.
          Veja a última postagem do Danilo Afonso.

          1. Groff

            Oi, Luiz. Sim, no quesito velocidade dos tenistas, sem dúvida está mais rápido. Por isso acho que as quadras poderiam ser igualmente rápidas e continuaríamos a ter um bom número de trocas. Mas seriam 10 em vez de 30. Esses jogos de 400 bolas trocadas num game (exagero proposital), correria para todo lado e ponto definido no ENF não é para mim. Não estou dizendo que é ruim, porque isso é gosto e assunto para outro tópico. Mas não dá para dizer que as bolas correm tanto quanto antigamente, porque aí é contradizer fatos.

            Pra voltar ao tema do Post, eu mesmo curtia demais quando o Djokovic ia, do começo ao fim do jogo, buscando linhas e alterando a direção da bola praticamente o tempo todo. Bem agressivo, apesar do serviço não tão contundente à época. Quando ele viu, mais tarde, que não precisava disso e, ainda, que seu estilo se adaptaria bem a um jogo mais, digamos, “sincopado”, adicionando ao “pacote” quase perfeito de seu ferramental a correção do problema do glúten, que só elevou sua resistência, seu jogo ficou mais vitorioso, sem dúvida, mas perdeu muito da graça para mim. Só gosto de jogo mais longo no saibro mesmo. Abraço!

        2. Paulo Almeida

          Groff,

          Não, me referi a alguns membros da seita federista e nem havia pensado em você, a despeito de já termos conversado sobre o assunto.

          Eu diria que, desde 2002 PELO MENOS (e não desde 2005) NA GRAMA, houve uma alteração significativa na velocidade do piso e no tamanho da bolinha, mas não cada ano mais lento, como alguns gostam de pregar somente por achismo. Eu creio que desde então qualquer mudança foi muito sutil, às vezes pra mais e às vezes pra menos.

          No hard court, os fatores mencionados (piso e bolinha) não eram tão impeditivos assim, já que vimos baseliners como Agassi ganhando VÁRIOS títulos na década de 90, Guga ganhando Masters Cup 2000 e Cincinnati 2001 e Hewitt USO 2001 e Finals 2001, só para ficar nesses caras. Por que diabos o Djokovic não teria ganhado, sendo um jogador bem superior???

          Eu concordo que um hard mais lento (mas que continua sendo bem mais rápido do que saibro) o favoreça, mas ele já provou que pode ganhar títulos ou fazer grandes campanhas nos pisos mais rápidos do circuito (Australian Open, Indian Wells, Dubai, Cincinnati, Xangai, Wimbledon e até esse US Open dos últimos dois anos).

          Abs.

          1. Groff

            Paulo,

            Ótimo comentário e me desculpe se pareci agressivo. Relendo o que escrevi minha intenção não era ser tão incisivo. Aliás, estamos de acordo na questão de que o Djokovic fatalmente ganharia muitos e muitos títulos ainda que o circuito fosse mais rápido sendo o gênio que ele é (o Pete Bodo escreveu, lá no início da carreira do sérvio, um artigo sobre ele intitulado “The Perfect Tennis Player”, se não me falha a memória). Novak inclusive fez várias finais em Cincy e finalmente ganhou o título, tendo ganho ainda o AO em condições rápidas em algumas ocasiões, só para ficar no teu exemplo. O Nadal também venceria, o que é ainda mais incrível (acho que ele também tem Cincy na sala de troféus, salvo engano). Logo, respondendo a você, acho que ele, Nole também teria sucesso no circuito anterior, como foi tendo nas etapas transitórias (já era Top 3 em 2007).

            Mas as minhas dúvidas eram e sempre foram: 1. Teriam eles, Nole e Rafa, sido tão vitoriosos quanto foram se a maior parte do circuito fosse rápida e não lenta como na maioria do tempo de carreira deles? 2. O Federer não teria sido ainda mais vitorioso do que foi se o padrão fosse menos quadras lentas (nas quais ele também joga bem, com a carreira dele aí para mostrar) e mais quadras rápidas (na qual durante muito tempo ele praticamente não teve adversário)? Não é provocação, porque você sabe bem que não sou torcedor e não ligo para essa questão de torcida. É uma dúvida que acho legítima e para a qual nunca teremos resposta. O “se” só aplica na conversa do boteco, sei bem. Apenas gosto desse debate. Abraço!

            (Por algum motivo o comentário anterior que eu estava escrevendo “sumiu”. Esse é o definitivo, Dalcim, caso tenham chegado dois bem similares na sua caixa rsrsrsrs.)

          2. Luiz Fabriciano

            Para o Groff.
            Nadal tem Cinci sim, falta-lhe apenas Shangai e Paris (o mais lento de todos – contradição).
            O que pesa no fim das contas para o Big3, não é o tipo do piso, mas sim, o próprio Big 3 e seus jogos entre si.
            Federer em tese se sai melhor nas mais rápidas e Nadal nem tanto. Mas veja que Federer tem várias derrotas para Nadal nas rápidas e Nadal, domina Federer no saibro, com sobras.
            Djokovic é o ponto nobre dos três, porque, apanhou como mala velha enquanto era muito novo e depois virou, deixando troco para os dois.
            Resumindo minha opinião: qualquer um dos três seria vitorioso em qualquer época, mas novamente, dividiriam tudo se os três novamente estivessem juntos.

          3. Paulo Almeida

            Groff,

            Imagine, não passou nem perto de ser agressivo. Você sabe bem o que já enfrentei por aqui, rs. E obrigado pelo elogio.

            Pode ser que Djoko e Nadal tivessem sido menos vitoriosos e Federer mais, mas aí, como sempre, entramos no campo das suposições. Nadalistas reclamam que o espanhol poderia ter vencido mais se não fossem as diversas lesões durante a carreira, enquanto nolistas lamentam o fato de ele não ter adotado a dieta do glúten desde o princípio da carreira (e não somente a partir do segundo semestre de 2010) e operado o cotovelo ainda em 2016 no início do problema e não postergado até 2018. Esses dois fatores podem ter lhe custado uma quantidade razoável de Slams em 2009, 2010, 2017 e 2018.

            Bom, no final, são os fatos que falam mais alto e não as hipóteses e ginásticas mentais. E aí é o sérvio quem lidera a corrida do GOAT com alguma folga agora.

            Abs!

    3. Luiz Fabriciano

      Temos vários pontos contestáveis aqui.
      Sampras só ganhou um Masters no saibro e sequer fez final em RG – Saibro é tênis, desde sempre.
      Federer ganhou Grand Slam em quadra diferente de hoje sim.
      Como Djokovic não teve que lidar com um Nadal jovem? Se conheceram depois dos 30? Por acaso, as mais de 50 partidas entre ambos é de 5 anos para cá?
      Há tempos que Agassi ocupa o segundo lugar no quesito devolução.
      Ademais, Djokovic é o que é na época dele. Não tem como ser em outra.
      Essa história de seria ou não seria é apenas conjectura para tentar não reconhecer quem é e/ou colocar quem não é em seu lugar.
      E outra, são os números que determinam os melhores feitos sim, afinal, a cada final de set em qualquer jogo, somos banhados em números sobre o desempenho dos envolvidos. Para que servem?

    4. Paulo César

      Inacreditável a ginástica que as pessoas fazem para desmerecer o sérvio. Ele superou a mais forte geração do tenis constituída por Nadal, Federer, Murray, Wawrinka, Del Potro e muitos outros. Em 2011 destruiu a concorrência e nunca mais parou. Nao vale nem a pena continuar argumentando.

    5. DANILO AFONSO

      José Neto:
      “Ou o suíço, ganhou todos os 20 grand slams nesse tênis mais lento, com bolas grandes, o que não faria em um circuito mais rápido?”

      José, o suíço ganhou 12 Slams antes da suposta padronização (2008).

      Seria bom você comparar alguns vídeos dos anos 90 e com os vídeos da última década em todos pisos, bem como algumas estatísticas, onde você verás que o circuito no geral nunca foi tão veloz como agora. A padronização (que não é sinônimo de lentidão) não foi capaz de frear que os avanços tecnológicos dos últimos anos impusessem mais velocidade ao jogo.

      Outra coisa: Agassi era um jogador incrível, mas longe de compará-lo ao sérvio que é muito mais completo.

      1. Luiz Fabriciano

        “…onde você verás que o circuito no geral nunca foi tão veloz como agora.”

        Finalmente vejo alguém escrevendo essa frase, que eu sempre tentei traze-la à tona.
        Fala-se tanto de tempos das quadras rápidas, mas que saques não chegavam nem a 200 km/h.

      2. Paulo Almeida

        Na parte da padronização você se enganou (ou foi enganado pelas mentiras de alguns federetes), Danilão.

        Repeti exaustivamente o tema por aqui desde Wimbledon e qualquer coisa é só você olhar a chave do torneio em 2002. JAMAIS o Hewitt teria sido campeão, Nalbandian vice, André Sá e Nicolás Lapentti quadrifinalistas e Saretta chegado à terceira rodada eliminando o campeão do AO Johansson (somente trocando bola no fundo), se as condições fossem semelhantes às da época do Sampras.

        De qualquer forma, um suposto GOAT tem a obrigação de se adaptar a qualquer condição para seguir triunfando e não ficar chorando que só sabe jogar em tal piso e tal velocidade e que foi prejudicado por isso. Conversa de perdedor!

        Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Esse papo do Saretta que você copia e’ de uma inverdade absurda . O Sueco deve ter tomado um porre no dia anterior pois cometeu Zilhões de ENFS . Em contra partida o seu ídolo medíocre JAMAIS venceu um simples ATP . O grande contragolpeador Hewitt bateu Sampras 7 vezes antes da padronização em 2002 . Com direito a Final do USOPEN 2001 em Sets diretos . O mesmo aconteceu com Safin . Deixe de mentir rapaz . Abs !

          1. Paulo Almeida

            Saretta entende um zilhão de vezes mais de tênis do que você. Como vou levar a sério quem fala em porre no dia anterior pra justificar a derrota do sueco? 🤣🤣🤣🤣🤣🤣

            O passador de bolas Hewitt com golpes de WTA já havia derrotado Sampras em anos anteriores porque no HARD COURT não tinha essa desculpa esfarrapada de padronização prejudicando baseliners e beneficiando sacadores-voleadores. O piso já era democrático bem antes de 2002, como expliquei pro Groff. E ainda há essa nova teoria do Danilo que pode destruir de vez toda essa choradeira.

            Abs!

    6. Marcelo Costa

      Então você teve que apelar para a subjetividade para justificar a preferência ao suíço, sei que nos rendemos ao belo, ao que mais se aproxima daquilo que entendemos como perfeição, mas note como seu malabarismo usou a história, tenistas do passado presente e futuro para colocar a frente Federer, mas tanta subjetividade, se perde na frieza dos números, pois, esses cabe análise, cabe avaliação e cabe resolução sobre quem é melhor, inclusive o tema do blog, se apega nos números do sérvio, e traz a luz sua dominância, e inclusive ambos foram contemporâneos no auge físico, mental e técnico, daí só a beleza não basta, é preciso a eficiência dos números.

      1. Groff

        “Ambos foram contemporâneos no auge físico, mental e técnico.” Parei de ler aqui. “You cannot be serious”, diria a lenda.

    7. Paulo F.

      Nós vemos no saibro do quanto o Federer é mais versátil do que o Djokovic….
      KKKKKKKKKKKKKK
      O nobre Luiz Fernando tem razão, aqui é diversão garantida!

    8. Aurélio Passos

      O Murray é (foi, ao menos) um grande jogador, nascido no mesmo ano. Tirou três Slam do Nole.

      Até parece que para o jogador ter valor, tem que cir na esteira dele um ultra mega campeão, quando sabemos que esses três jogarem tanto tempo no topo foi una exceção que provavelmente não se repetirá.

    9. Groff

      José, essa tem sido minha linha de argumentação há um bom tempo. Excelente comentário, especialmente na parte que aborda o vazio competitivo que reina fora do Big 3 de vários anos para cá. Esse povo bobo da “entressafra”, argumento que acho rizível, não admite que o Federer teve que lidar com uma série de desafios muito maiores do que os que surgiram para seus sucessores. Mas aí teriam que usar raciocínios válidos e esse povo só gosta de números absolutos, sem nenhuma contextualização histórica. Provavelmente diriam que Messi é melhor que Pelé ou Maradona ao julgar todos sob uma ótica “moderna”… Abraço.

  34. Marcelo Costa

    Resiliência, a capacidade de se adaptar as mudanças desafios, traumas , vitórias e derrotas, essa é a definição do tenista sérvio, ele surge junto de dois deuses, que o fizeram ser levado ao limite técnico, mental emocional e até humano. O que ele fez, faz e fará é digno de notas, blogs, matérias e toda sorte de elogios e reconhecimentos de sua majestade, afinal fomos contemporâneos da história do tênis em sua primazia dividida por três mestres.
    O mundo se rende, ao maior vencedor, detentor de recordes e devorador de adversários do tênis, o tênis agradece.

  35. Clubismo

    Para Ronildo (e de quebra para tantos outros que ficam especulando o Google atrás de números do Seu Malvado Favorito – até triplice coroa alguém já mencionou, que é ganhar “Roland Garros, Master 100 PAris.. e um Future qualquer disputado ali pertinho de PAris, para chamá-lo de único)

    A história de considerar o Federer como melhor tenista de todos os tempos é bem singular:

    Lembro que ela ainda não existia ao final de 2003. Foi um ano típico: Roddick terminou como primeiro no ranking de corrida ao final do ano, Ferrero e Agassi vinham muito bem, Guga contundido pouco apresentou e Sampras já havia pendurado as chuteiras. Acredito que Hewitt começava a sentir problemas físicos e também pouco fez na segunda metade do ano. Safin sempre oscilou muito. E o Federer, que não começou o ano tão forte, apesar de ter ganho 7 ou 8 títulos no total em 2003, já vinha despontando de forma mais significativa, ganhou Wimbledom, e ao final do ano, ganhou a Master Cup.

    Mas entao, ao final do ano de 2003, Federer principalmente durante a Master Cup, começou a apresentar um nível de tênis diferenciado, e a impor um rítimo aos adversários que saltou aos olhos. Quem viu, ficou boquiaberto a não faltaram elogios, e foi quase uma unanimidade, onde todos diziam que Roddick terminou o ano como numero 1, mas que Federer era o “melhor tenista do momento”, mas duvido alguém estivesse preparado para o que veio depois.

    Pois bem, entramos em 2004 com o Federer “voando” em quadra. Um estilo limpo, uma direita firme, um saque dificílimo de ler (como bem afirmou Agassi), e golpes de encher os olhos de qualquer pessoa que pudesse já ter acompanhado tênis antes.

    Bom, e o ano foi passando: Ganhou Dubai, AusOpen, entrou favoritíssimo para Miami mas perdeu para um desconhecido (um tal de Nadal), numa partida que recomendo aos mais novos assistirem (tenho certeza vcs acham tudo sozinhos no youtube sem a ajuda do PApai aqui).

    Fez uma temporada de saibro ainda mediana (fosse o tenista de 2011/2012 e tinha levado todos os títulos no saibro também). Depois venceu Halle, Wimbledom, Gaastd, Master do Canada, USOpen, BAngkok, e o bi na MasterCup, que era disputado em Houston. Foram 11 títulos, perdeu umas 4 ou 5 partidas (uma delas para o Guga em Roland Garros, quando o Guga já tinha uma prótese na perna. Acredito, Ronildo, esses caras que criticam Guga, não tem a menor noção do que ele jogava :- D )

    O domínio dele em 2004 foi algo impressionante, avassalador mesmo. A ponto de na final do USOpen, o Hewitt tomar um duplo 6×0 (a famosa bicicleta). Hewitt acredito nunca mais foi o mesmo depois do início de suas lesões, mas vinha jogando muito bem a ponto de estar na final do USOpen.

    Lembro que durante o USOpen, assim como eu, muita gente começou a ficar realmente em choque com o nível que aquele tal “Roger Fédérér” vinha apresentando. Era de um outro mundo que não o nosso. e diferente de tudo que já se tinha ouvido falar antes.

    Foi um divisor de águas no tênis, eu acredito. Naquela final de 2004 do USOpen, começou um levante com muito mais gente colocando a questãodo melhor de todos os tempos em cheque. Muita gente deixando de lado a questão do número de GS, títulos e semanas no ranking, pois havia consciência de que não não havia comparação.

    Estávam de repente todos discutindo sobre o nívelde tênis apresentando mesmo, pois o que ele estava jogando, era um consenso que ninguém havia visto aquilo antes.

    Foi uma discussão muito bonita, mas acima de tudo muito saudável: ninguém rpecisou diminuir Sampras ou Lendl. Muito menos Laver, para dizer o quanto era bom ver alguém jogando naquele nível absurdo, a ponto de ser considerado por muitos “o melhor tênis já visto até aquele momento”..

    Mas foi uma época “pre-haters”, onde essa gente “sem noção” creio só opinava de dentro de seu armário, ou sequer haviam nascido.

    Depois disso, todos sabem o que aocnteceu. O próprio Federer creio eu jamais foi o mesmo depois da Mononuclose. Mas seu nívelabsurdo de tênis certamente moldou a bela geração de Nadal/Djoko/Murray. E estes acredito que so “são o que são”, em partes porque entenderam inicialmente que para vencer aquilo, precisariam apresentar algo sobre humano. E depois aumentaram mais ainda seu nível, para que pudessem vencer uns aos outros.

    Aos que viram, creio fomos abençoados. Já aos que não viram, podem criticar a vontade, pois estou pouco me lixando para o “HAterismo de voces”.

    1. Daniel C

      Pois é, quem viu, viu e nunca esquecerá. Quem não viu e começou a ver tênis em 2011, nunca vai entender mesmo o motivo do suíço ser considerado o maior mesmo perdendo recorde atrás de recorde. Deve ser frustrante e incompreensível para essa turma. Outro grande comentário.

      Abs

    2. Paulo Sérgio

      Obrigado por nos brindar com sua opinião pessoal. No entanto, vamos começar a analisar os fatos (estatísticas e recordes mais relevantes do tênis)?

    3. Marco

      O grande ponto é que ninguém está obrigando os outros a achar ruim o que viram ou o porquê gostam ou começaram a gostar do Federer.
      Tudo isso é subjetivo, vc se encanta por coisas diferentes que outra pessoa se encantam, isso é normal.

      A questão é que encanto ou gosto não tem a ver com ser melhor e/ou maior e isso não tem discussão tb, o sérvio é o melhor e maior jogador da história desse esporte vc gostando ou não.

      O que, mais uma vez, não tira o fato de vc ter como favoritos outros jogadores ou estilos de jogo.

    4. Ronildo

      Exatamente Clubismo.

      Parabéns por seu relato histórico. Você mencionou coisas desconhecidas por aqueles que acompanham tênis a partit de 2010.

    5. Marcelo Costa

      Texto bem escrito parabéns, mas vou me apegar na parte do sobre humano, Nadal e novak foram muitas vezes sobre humanos, o suíço tentou ser mas o que lhe sobrava em talento, faltava em superação, não vou entrar no mérito do subjetivo, pois, não sei o que se passava na cabeça dele para sucumbir ao esforço físico e mental que o espanhol e o sérvio lhe impuseram, são fatos, estão lá registrados negar isso é ser o oposto daquilo que tanto tem horror, é um fanático ( no bom sentido) que ilustra uma face em detrimento das outras, mais vencedoras, que a do suíço, que teve claro o mérito de trazer beleza impar ao esporte, mas revolução não vemos, pois, seu estilo é incomparável.

      1. Luiz Fabriciano

        Tentam tanto apregoar que condição física é um sub-item do tênis, como se fosse possível sobreviver ao circuito sem esse atributo.

  36. DANILO AFONSO

    Como joga bonito esse tal de Djokovic. É inspirador vê-lo batendo na bola. A sua plasticidade batendo seu forehand na corrida, as vezes tirando os dois pés do chão ou então batendo com o corpo arqueado (de lado), é loucura. O seu backhand impactando a bola com as pernas abertas fazendo um swing curto é impressionante. O backhand quando ele bate equilibrado fazendo o swing completo também é muito perfeito.

    Segue abaixo um vídeo gravado por um torcedor na arquibancada no jogo entre DJOKOVIC x FEDERER no AO 2020, onde é possível ver a velocidade e intensidade nas trocas, além da beleza do jogo das duas feras em quadra:

    https://www.youtube.com/watch?v=M_c-vA2Uoi0&t=761s

    Saudações Nolistas !!!

    1. Paulo Almeida

      Foi o que eu disse mais abaixo, Danilão, mas você enriqueceu com detalhes e ainda poderia ter falado de outros fundamentos. O cara desfila em quadra com seu vasto arsenal, para desespero dos sofredores que gostam de mentir pra si mesmos e dizer que ele joga feio.

    2. Luiz Fabriciano

      Show de vídeo!
      Uma pena que o cinegrafista fica tentando acompanhar a bolinha com sua câmera, nos deixando mais zonzos ainda, kkk.
      No tempo 15:10 vemos claramente Djokovic comemorando um ponto, com sua característica peculiar, encarando sua torcida, que está logo a frente da pessoa que fez o vídeo. Alguns, vendo pela TV, diriam que ele está gritando com alguém (boleiro, treinador, juiz etc).
      Saudações Novakianas.

    3. Barocos

      Grande Danilo!

      O ângulo é ótimo, permite uma boa noção sobre as velocidades e trajetórias das bolas, também fornece uma visualização muito boa dos deslocamentos dos atletas e de suas posições em quadra, acho mesmo que as transmissões deveriam explorar mais este ângulo, sobretudo nos pequenos torneios onde não há muito espaço e a colocação das câmeras atrás dos jogadores causa a um efeito horrível de perspectiva.

      Saúde e paz.

  37. Ronildo

    Assim como nosso corpo é constituído de células, a menor unidade viva do organismo, a carreira do tenista é composta por vitórias, a menor unidade conjuntural (sets, games pontos). Então para ser inteiramente justo com a natureza constituinte universal, que não adimite subjetividade, os maiores tenistas de todos os tempos são os que tem mais vitórias na carreira. Pela ordem:

    Jimmy Connors
    Roger Federer
    Ivan Lendel
    Rafael Nadal
    Guilhermo Villas
    Novak Djokovic

    Se levar em consideração também a era amadora, teremos Rod Laver à frente de Jimmy Connors, deixando Djokovic em sexto lugar.

    Apenas para sermos justos com a Constituição Universal, do qual somos parte.

    1. Eduardo Carvalho

      Pela sua lógica o melhor corpo é o que tem mais célula. Neoplasias são caminhos curtos para ter mais células.

    2. Sandro

      FALÁCIAS…
      Falácias digna de um 171…
      Número de GRANDES TÍTULOS é muito mais importante do que número de vitórias!!!
      DJOKOVIC é recordista absoluto de MASTERS 1000 com incríveis 37 títulos!!!
      Rpger FREGUÊSer NUMCA chegará a 37 títulos de MASTERS 1000!!!

    3. Paulo Sérgio

      Finais entre Djoko vs Fregueser
      Grand Slams: 4 a 1 Djoko
      ATP Finals: 3 a 0 Djoko
      Masters 1000: fiquei com preguiça de pesquisar, mas Djoko também tem vantagem rs.
      H2H: 27 a 23
      Sinto-me como se estivesse tentando convencer o óbvio a um terraplanista. A sua negação do óbvio é uma piada kkkk.

      1. Paulo F.

        Federer, o deus da técnica e habilidade, não deveria ser superior ao jogo feio e rebatedor de bolas do Djokovic?????

    4. Julio Cesar

      Cientistas dizem que nós temos mais células de outros organismos (bactérias, fungos, etc) do que células com o nosso DNA em nosso corpo.

  38. DANILO AFONSO

    RONILDO, relembrando algumas de suas falas dias atrás antes do início do Master de Paris:

    19/10
    “Agora é aguardar para saborear mais 3 derrotas do Djokovic no final de ano. O cardápio será uma no master de Paris, em qualquer rodada (…) .”

    20/10
    “Sim, vai ser bem saboroso o Master 1000 de Paris…”

    06/11
    Bom, a final vai ser Medvedev e Djokovic novamente. Com certeza será outra partida saborosa.”

    E aí nobre, foi saboroso ?? Qual o gosto do desgosto ? Espero que não tenha se engasgado novamente…kkkkk

    De tanto você chutar, é óbvio que uma hora vai acertar, o que pode acontecer nos próximos torneios, inclusive neste FInals, pois o sérvio não é imbatível, ainda mais chegando nos 35 anos. O importante que você, Pessanha e Vitor são os “reis” dos palpites.

    Aqui é imprecisão garantida !!

    1. Ronildo

      Exatamente Danilo Afonso. Objetivando a permanência no número 1, Djokovic caprichou no ATP de Paris e ainda teve a sorte de jogar contra tenistas que vieram de batalhas anteriores, desistência e tals. Mas apesar de saber que Medvedev tinha plenas condições, quando Medvedev ficou lisonjeado de treinar com Djokovic e começou a chamá-lo de amigo, senti que a vaca estava indo para o brejo. Foi uma tática muito usada por Nadal contra o Federer, já que Federer é um garoto muito ingênuo apesar de ter conquistado 20 slans, 103 títulos atp e acumulado mais de 1 bilhão de dólares na carreira.

      1. Luiz Fabriciano

        Nossa, Federer é tão ingênuo que no fim da carreira, renovou um contrato milionário com um fornecedor de roupas de jogo para além do que espera jogar.
        Mas ele também não quis ficar bilionário, não?

      2. Thiago Silva

        Quem sempre puxou o saco do Nadal foi o Federer querendo forçar uma amizade com o ex maior rival, Rafa sempre declarou que eles tinham uma boa relação mas não eram amigos enquanto o Federer falou diversas vezes que considerava o Nadal um amigo.

  39. Oswaldo E. Aranha

    Vendo a choradeira no blog, lembrei-me de um samba que diz…Por que choras tanto assim rapaz – Chega já é demais….
    Fazer coro com os chorões, favor não confundir com os da música, só convocando as carpideiras no interior de Minas.
    E assim a vida segue!

  40. Luiz Fernando

    As federetes podem ficar tranquilas, um recorde não será batido pelo cara: o de ATP 250 vencidos entre os componentes do Big3 kkkk…

  41. Eduardo Carvalho

    Queria comentar algo sobre a mudança de tática adotada por Nole para vencer o russo (subir mais à rede e ser mais agressivo). Por uma lado só mostra o quanto o servio é um grande campeão capaz de se adaptar, porém por um outro lado me parece que Djoko já não é capaz de se impor ante Med. O que quero dizer, para vencer o russo o jogo de base/plano A do sérvio já não é suficiente, é necessário mudar seu jogo, o que me faz pensar que no tipo de jogo que Djoko é melhor, já tem alguém melhor que ele (não no todo pq se assim fosse teria ganho a partida). Vida longa ao Senhor do Tenis!

  42. Ronildo

    Quem quiser entender porque Roger Federer foi o melhor tenista que já apareceu no circuito, observe sua movimentação, seus golpes de direita e esquerda, sem faltar no saque nesta final do AO Open 2010 contra o Murray. Com a esquerda, ele colocava a bola onde queria e tinha um golpe na cruzada que era mortal. Esse golpe de esquerda na cruzada com o tempo ele acabou perdendo. Acredito que tenha sido pela natural perda da elasticidade devido a idade. Com o tempo permaneceu apenas a esquerda na paralela e seu jogo já não ficou mais completo nestes últimos anos de circuito e estamos falando de no mínimo 8 anos em que está resistindo no circuito apesar da idade. É evidente que se fosse obcecado por recordes, não teria ficado 5 anos no circuito sem técnico e teria feito modificações na raquete no mínimo 5 anos antes de finalmente ter abandonado aquela do início de sua carreira. Com a genialidade natural que tinha e com uma obcessão por recordes como Djokovic, certamente teria chegado a 30 slans. Porém até a metade de sua carreira não tinha nenhum parâmetro para ele, pois o maior de todos até então tinha 14 slans.

    Federer é a história verdadeira do coelho que perdeu a corrida para a tartaruga!

    https://youtu.be/gjXQHB6pcpk

      1. Luiz Fabriciano

        Pera lá prezado Paulo Sérgio, Machado de Assis não, por favor.
        Não faça isso com o imortal acadêmico.

      1. Ronildo

        Mas o se é apenas para a possibilidade de ganhar mais títulos, não para se decidir quem foi o melhor tenista de todos os tempos.

    1. Daniel C

      Ronildo, excelente comentário, mas bastante complexo para uma turma que só entende se um número é maior que o outro. Você não vai conseguir convencer ninguém, pelo contrário, irão ficar repetindo que você está chorando ou desesperado com as conquistas do negacionista rs.

      Pelo menos, nós que entendemos de outros pontos além dos números, estamos em paz com essa percepção. Apenas lamentamos um pouco que a teimosia do suíço em algumas questões deixou isso tudo acontecer (além das decisões dos dirigentes do tênis e da grave entressafra que vivemos nos últimos 5 anos). Mas tudo bem, isso fã parte. Nos outros esportes também existem casos de atletas que possuem mais relevância do que outros que foram mais vencedores.

      Abs

      1. Rafael

        Atualmente a ala de negacionistas é a que torce para o suíço, negam até conceitos matemáticos básicos e vem querer falar der Ciências. Federer é o goat das Belas Artes e está de bom tamanho kkkkkkkkk

    2. Marcelo Costa

      Me lembro de um jogo entre o Nadal contra o Federer, sabe quando o efeito top spin machucava o suíço? Então o Federer bateu essa cruzada de revés, então o espanhol aplicou aquela direita full western, cheia de spin, eu parei o vídeo pra ver, e a bola voltava pra quadra do suíço e ele estava ainda terminando golpe, o resultado um winner, ele sofreu muito com essa bola.
      Sabe você é torcedor do suíço, respeito isso, e reconheço o quanto o jogo dele beirou a perfeição por alguns momentos, mas seu exemplo da esquerda do suíço beira o desespero, carência, ou outra definição do não reconhecimento do óbvio, só ser gênio não basta, tem que ser algo mais, e olhe Federer quis ser algo mais e não conseguiu, faltou algo.
      E aquela bola do Nadal girava 3.800 rpm, absurdo não?

      1. Sérgio Ribeiro

        Estás esquecendo que após a troca de equipamento e o Bachand batido pra cima do forehand do Espanhol , anulou seu Top Spin , caro Marcelo . Depois da contratação de Ljubicic o Suíço veio desde 2015 sem perder fora do Saibro pra Nadal ou seja depois dos 34 anos ( SETE partidas em sequência) . Ganhou SLAM ( AOPEN 2017 ) e WIMBLEDON 2017 eliminando Rafa . Somente na Semi de RG 2019 , o Spin Satanico rs voltou a incomodar . STANIMAL com back simples também nada arrumou com o Espanhol. Coisas que não podem passar despecebidas pra quem admira o Esporte. Venceu TRÊS SLAM a mais graças a estas modificações. Ao contrário do que o parceiro postou voltou ao N 1 aos 36 e 1/ 2 que acho difícil vermos de novo o Espanhol neste patamar . Abs!

        1. Thiago Silva

          Venceu aqueles 3 slams porque o Djokovic tava com problema no cotovelo já no Australian Open de 2017 e ficou teimando pra operar. E não foram 7 vitórias seguidas, foram 5, coisa que o Nadal já fez 3 vezes contra o Federer, o placar é 24×16.

        2. Thiago Silva

          Inventou até uma vitória em Wimbledon 2017 do Federer sobre o Nadal, o jogo entre eles foi em 2019, em 2017 Rafa caiu em 5 sets pro Muller.

          1. Sérgio Ribeiro

            Sabes contar , parceiro ? . Entre no Site da ATP desde 2015 e terás surpresa . E outra , sem essa de dor de cotovelo 2017 . . Federer e’ o mais Velho N 1 da Era Profissional depois de vencer o AOPEN 2018 em fevereiro com 36 e 1/2 . Recalque pouco e’ bobagem rs . Abs!

      2. Ronildo

        Neste vídeo do AO2010 o Murray também aplica um contra golpe magnífico contra esta esquerda na cruzada de Federer. O que deixei claro é que com o tempo o Federer perdeu este golpe, com certeza por causa da perda da elasticidade natural do corpo. Durante este tempo em que Federer usava a esquerda para buscar a definição do ponto tanto na cruzada como na paralela, sua esquerda foi muito superior a qualquer coisa que Wravrinka ou Casquet tenha apresentado na carreira.

        1. Julio Cesar

          É um tanto divertido ler e reler o argumento da idade do Federer, quando muitos especialistas disseram que o Roger de 2017 foi uma das suas melhores versões.

      3. Gildokson

        O Federer quis ser algo mais e não conseguiu? kkkkk
        Você acha mesmo que o Federer tem 103 títulos só por causa da genialidade?? kkkkk
        Não adianta nada querer criticar o comentário dele se na hora de fazer isso solta uma pérola dessas.

    3. André Borges

      Tenho a sensação que Federer sempre pecou um pouco no mental. Nadal e posteriormente Djoko alugavam uma mansão na cabeça dele. E mesmo assim ele ganhou bastante dos dois no puro talento e absurda diferença técnica. Logico que o Federer tinha um mental muito bom e muito acima da média, mas Djoko e Nadal era ainda muito mais firmes. E com seus maratênis faziam sempre Federer precisar jogar uma bola a mais.
      Se Federer tivesse no mesmo nível mental dos dois ele teria tranquilamente uns 25 Slams no mínimo.

      1. Sandro

        Que sabe vc não recomemda um TRANSPLANTE DE CÉREBRO ao Roger FREGUÊS er, já q vc afirma categoricamente que o problema dele é mental…
        Quem sabe depois dese transplante de cérebro, o Roger FREGUÊS er deixa de ser freguesaço de Nadal e Djokovic???

    4. LION

      hater is gonna hate, just like they said. Bem, sempre foi assim, a diferença de agora é que os haters desenvolveram um instinto de dissimulação até então inaudito. Agora os haters camuflam o seu “haterismo” visceral fazendo uso de lindíssimas justificativas de ordem social, moral e até mesmo estética…É o ódio caramelado…

    5. Paulo Almeida

      Cara, a esquerda do Federer foi ATROFIADA na maior parte da carreira. Sempre foi seu calcanhar de Aquiles, muito bem explorada principalmente pelo Nadal. Ljubicic foi o único capaz de consertar um pouco aquela aberração em 2017, mas mesmo assim nunca chegou sequer perto da de Djokovic, Murray, Wawrinka, Thiem e Zverev.

      A Cada dia você se supera mais nas suas pérolas.

      1. Ronildo

        É que você conhece a esquerda do Federer apenas à partir de 2011, 2012 Paulo, procure algo antes disso e talvez consiga perceber o quanto está enganado.

        1. Paulo Almeida

          Não, eu conheço a esquerda do Federer desde os anos 2000 e o próprio Nalbandian confirmou isso recentemente. A esquerda de 2011 a 2016 era bem menos ruim do que na entressafra, mas só evoluiu dignamente em 2017 mesmo.

  43. Barocos

    Dalcim, mais uma vez, um belo e profissionalíssimo texto, motivo para sempre voltar ao sítio e verificar o que pensa um especialista deste esporte.

    Claro, os amigos do blog também publicam muitos comentários interessantes, estejam estes sob a ótica matemática, “apaixonada”, cômica ou “antagonista”, ou mesmo uma combinação delas, o mais comum.

    É Sérgio, quem diria que aquele garoto brincalhão de 2007..2010 se tornaria o maior vencedor da história deste esporte maravilhoso?

    Ainda que tenha a impressão que o sérvio é um grande sujeito, não só pelas declarações e atitudes extra-quadra, e apesar do negacionismo e das crendices, devo confessar que era mais simpático ao Djokovic “divertido”. Quem sabe ele não volte a ser mais descontraído após bater os recordes que tanto quer, algo que, atualmente, não tem muito espaço em sua agenda. Claro, não o vejo repetir as mesmas burlesquearias de sua adolescência/jovialidade, o tempo passou para isto.

    Saúde e paz para todos.

  44. Alex

    Mestre,
    Seus textos são empolgantes, mas pra mim este está um degrau acima, fazendo juz ao tamanho do feito do Djokovic.
    Sobre o jogo, pelo que percebo, Medvedev está devolvendo tudo, desde o saque até as bolas quase impossíveis. E fazendo isso bem demais.Aliás, ele ganhou o toss e escolheu iniciar devolvendo. E saiu quebrando o saque!! Baita confiança.
    Eu pensei que ele ia atropelar, como fez na semifinal. Mas partidas são partidas…. do outro lado o oponente nunca desiste.
    Mestre, vc concorda que, atualmentr, o Medvedev é o primeiro da lista a ser o próximo líder do ranking?
    Gde abraço, e mais uma vez congrats pelo remarkable post.

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Alex. Olha, o Medvedev é sem dúvida muito forte nas quadras duras e ali ele pode encarar qualquer um, mas ele ainda fica devendo no saibro e existe uma parte importante da temporada sobre o saibro, com três Masters e um Slam. E também ainda não é um grande nome na grama. Por incrível que pareça, Zverev é mais versáti nesse aspecto. De qualquer forma, Medvedev certamente estará brigando ali na ponta se mantiver esse alto padrão.

  45. Carlos Reis

    Djokovic é fantástico! Vários recordes que pareciam insuperáveis foram superados por esse incrível jogador de tênis. Só espero que ele tenha CORAGEM para dizer NÃO aos Nazistas que estão mandando na Austrália. Mas para mim o GOAT ainda é o Federer. E o maior feito do tênis profissional é de Rafa Nadal, são as 13 finais e 13 títulos em RG.

    1. Julio Cesar

      Não acho que os australianos (no caso, as lideranças quando se fala da questão da pandemia) cheguem a ser nazistas, mas me incomoda o tom prepotente e até mesmo autoritário de que são carregados os seus discursos.

  46. Samis

    É preciso que façamos uma distinção:
    Melhor é o que joga mais, independente de estilo, beleza, gosto…. Maior, é aquele que cada um quiser considerar maior e, como a maioria considera o suíço, o sérvio não ira supera-lo neste quesito.
    No meu entendimento, se tênis é competição, o melhor competidor é o melhor tenista.
    Nole foi o melhor dos três mesmo quando todos estavam jogando o fino da bola.
    Nadal nunca venceu um Finals sequer e, quanto ao suíço, mal podemos dizer que foi um rival digno do espanhol. De tanto que apanhou.
    Quanto ao sérvio, a grande mídia fará de tudo para que ele seja colocado abaixo do suíço e do espanhol. Quem, no entanto, viu estes tres genios em ação, ao menos que minta para si mesmo, sabe quem é o melhor e quem se a justiça fosse feita, também seria considerado o maior

    1. DANILO AFONSO

      Samis, você disse:

      “Maior, é aquele que cada um quiser considerar maior e, como a maioria considera o suíço, o sérvio não ira supera-lo neste quesito.”

      A atual massa de torcedores pode pensar isso AGORA, mas com a normal renovação dos torcedores e especialistas que acompanham o esporte esta realidade irá mudar no decorrer dos anos ou décadas. Pode ter certeza que daqui a 20 anos não restará dúvida de quem é o MAIOR da história, pois a grande massa de torcedores do suíço que concentra sua faixa etária na casa dos 40 a 65 anos, torcedores estes que acompanharam os tempos áureos do suíço, será minoria, não tendo a mesma representatividade para reforçar o coro a favor do suíço.

      Daqui a 20 anos os novos amantes do esporte terão uma visão imparcial e OBJETIVA para definirem quem foi o maior, longe da paixão e parcialidade que acomete a maioria dos especialistas e fãs do BIG3. E não tenho dúvida que se o Djokovic mantiver a dianteira dos números, será eleito com folga o MAIOR da história. Quando o jovem for acessar o wikipedia, revista eletrônica e os vídeos dos jogos entre os maiores, o nome do Djokovic terá mais destaque.

      O interessante que o MEDVEDEV pensa algo parecido:

      “É muito injusto. Tenho a sensação de que as pessoas não respeitam Djokovic como Nadal e Federer. Está a fazer coisas enormes no ténis e ainda bate recordes. Este ano tornou-se no tenista com mais semanas como número um, chegou aos 20 Slams e por pouco não ganhou os quatro Majors no mesmo ano. Quando se retirar do ténis e os mais jovens se começarem a interessar, vão ver o nome de Novak Djokovic em todo o lado. Aconteceu o mesmo comigo com Pete Sampras”.

      Saudações Tenísticas !!!

  47. EDVAL CARDOSO

    Só não entendo uma coisa, os federistas que tanto apregoam que a culpa por seu tenista preferido não ter sustentado seus recordes foi a padronização dos pisos, que dificultou o jogo de rede do suíço, os slices, o saque voleio, mas um certo sérvio veio provar que tudo isso é balela, pois ele que para os antas, ops, ants, é chamado de bagre, que seu jogo é baseado em maratenis, mostrou que quando é preciso variar, por encontrar um adversário tão bom quanto ele no fundo quadra, o faz com maestria.

    1. Pedro

      Legal mesmo ver o djoko fazendo saque e voleio, numa quadra mais lenta que o padrão do passado. Mostrou que é possível fazer, nesse piso de hoje, ainda que o posicionamento do Medvedev tenha ajudado. Parecida o Nadal, recebendo o saque lá na arquibancada.

  48. Oswaldo E. Aranha

    O Dalcim deu, mais uma vez, demonstração de profissionalismo e isenção com essa matéria; infelizmente não é seguido por alguns recalcitrantes que sofrem e não aceitam a superioridade do Djokovic; mas que gosta de sofrer é assim mesmo.

  49. Manoel Cruz Cabuga

    Só pra deixar claro, pra mim Nole é o GOAT, mas se aquela final de Wimbledon 2019 tivesse seguido o curso natural, Federer estaria com 21 e Nole com 19, então por um ponto o título de GOAT iria ser mudado, ou Nole ainda seria o GOAT?

    1. GPL

      E se naquele US Open o Nole não tivesse sido desclassificado meio a força (pois no US Open quem manda é o Federer e Djoko sempre joga contra a torcida) a contagem hoje estaria diferente também….vamos tirar os “Ses” de lado e vamos aos números reais.

    2. Paulo Sérgio

      “SE” Nole ganha duas finais de Wawrinka e não perde nenhuma para Murray ele continuaria como o Goat rs.

  50. Daniel C

    Que hilário ver todos os fanáticos pelo sérvio soltando toda a frustração contida desde o US Open…rsrs. Na época essa turminha ficou tímida, tímida…rs. E não fazem questão de esquecer o Federer que já não joga há vários meses e está praticamente aposentado. É muito recalque pelo fato do suíço ainda ser considerado o maior por muita gente, independente dos números rsrs.

    Enfim, o Medvedev depois do grande serviço que prestou ao tênis naquela final do US Open, podia se dar o luxo de perder hoje. E mais uma vez mostrou que tem mais tênis que o sérvio, mas vacilou em alguns momentos críticos e a quadra estava do jeito perfeito para o maratênis do sérvio: lentíssima. Bem, mais um título em quadra lenta (indoor!!!). Que triste ficou o tênis. Maioria das quadras padronizadas e lentas, concorrência fraca (no momento só Medvedev e Zverev realmente jogam um degrau acima), sem M1000 na grama, sem quadra indoor rápida… Só mesmo os fanáticos pelo DjoCovid19 para ficarem eufóricos com isso tudo, a galera que só pensa em números e recordes e mais nada rs, pq esse será o único legado do Djokovic mesmo. Depois dos Deuses do tênis falharem com o Federer, terão que colocar outro Federer pra bater os números do sérvio e o equilíbrio será restaurado. Aí vai ser engraçado no futuro: “Quem é o maior vencedor? Fulano” . “Quem foi o tenista mais habilidoso e genial, que encantou com a forma de jogar e popularizou o esporte? Federer”. Ficarei satisfeito com esse reconhecimento justo prata o suíço 😀.

    1. R.P.

      “Independente dos números” e o iludido ainda tem a pachorra de chamar alguém de “fanático”… kkkkkkk É muita vela para pouco defunto.

      1. Paulo Sérgio

        E o pior é que ele está se referindo a um esporte profissional. Em qualquer esporte, títulos e recordes são relevantes em qualquer discussão. Esse participa da seita suiça. É o negacionismo aplicado ao esporte: parece os terraplanistas ou o pessoal anti-vacina.

      2. Robson

        Eu tb até ia responder esse festival de asneiras escritas por fanzete amargurada,mas desanimei.
        Qualquer resposta a esse festival de choro, lamentações e amarguras, aí seriam dois digitando asneiras.

    2. Roberto Garcia

      O “único” legado, será a quebra de um monte de recordes do tênis?? Kkkkkkkkk
      Ademais, ouso dizer que os números, naturalmente, serão ainda maiores e, talvez, dessa vez sim, improváveis de serem quebrados nas próximas décadas, ainda mais se fizerem algumas fábricas de Federers…. Porque se forem igual ao original, vão ter que se contentar, sempre, com o terceiro lugar no pódio
      Por fim, uma dica: pare de sofrer e lamentar, está fazendo muito mal a você, esqueça um pouco o tênis e faça que nem o leão desdentado da montanha suíça…. Se aposente do blog!!

    3. LION

      Que treco mais ridículo. Quando pensamos que já se viu de tudo nesta área de comentários, aí aparece um desses aí. “Os deuses falharam com Federer”. “ Aparecerá outro para reestabelecer o equilíbrio”… Pelo amor dos meus filhinhos!

    4. Hilton Rodrigues Moreira

      Queria fazer uma observação, esse papo de que muitos acham o Federer ainda mais jogador, que o Djokovic, é pura balela! É só pra alimentar seus egos! Djokovic é o jogador mais completo da história, quem entende um mínimo de tênis sabe disso.

    5. Paulo Almeida

      Continue chorando bastante, freguesão eterno.

      Foram dois recordes absurdos no mesmo fim de semana (que jogaram o rei da entressafra lá pra trás com 2 year-end e 9 M1000 a menos) que com certeza lhe trouxeram muitos pesadelos sábado, ontem e hoje no mínimo! 🤣🤣🤣🤣🤣🤣

    6. Luiz Fabriciano

      satisfeito com esse reconhecimento justo prata o suíço 😀.

      Responder ↓

      Eu diria BRONZE, no máximo.

    7. Rafael

      Há alguns anos….

      “Os recordes de Federer nuca serão alcançados”

      Hoje:

      Djokovic é o Senhor dos Anéis, digo, do Tênis

      Que loucura, os recordes do cara foram pulverizados antes mesmo de ele encerrar a carreira!

      Djokovic não é desse planeta.

    8. Thiago Silva

      Verdade Rubens, quer dizer, Renato, não, Daniel, um slice bonito vale muito mais do que os recordes mais importantes do esporte.

  51. Ernesto

    O maior jogador de tênis é Rod Laver. Sem dúvida alguma. Fez DUAS vezes o Slam completo.
    O segundo maior jogador é Roger Federer. E isso é consenso entre os profissionais, não somente fãs.
    Disputam entre terceira posição, Nadal e Djokovic.
    Incontestável.
    O resto é bla bla bla de fãs, e blogs que se levam pela emoção, e não tecnicidade.

    1. Marcelo Costa

      “Nos vortemo com uma baita de reiva, da outra vez nos num vai mais, nois num semo tatu”.
      Esse seu samba lhe cai tão bem.

    2. Sandro

      BLABLABLA é vc omitir que Roger FREGUÊS er é o freguês historico do BIG 2, Nadal e Djokovic!!!
      Djokovic tem 37 títulos de MASTERS MIL
      NADAL tem 36 títulos de MASTERS MIL
      FEDERER tem 28 títulos de MASTERS MIL, e parece q não conquistará mais NENHUM!!!

  52. Evaldo Medeiros

    Dalcim, conforme li nos seus comentários, você aposta todas as suas fichas que Nole estará no AO. Mas para isso ele precisará tomar a vacina contra a Covid, correto? Ele já se manifestou sobre isso?

  53. Rafael Azevedo

    O grande diferencial do Djokovic em relação a todos os outros grandes tenistas da história é a sua capacidade de encontrar a executar a melhor estratégia para vencer os adversários.

    Com o Nadal em RG, foram as bolas sem peso e anguladas no BH do espanhol. Agora, contra o russo, foram as inúmeras subidas repentinas à rede, com voleios perfeitamente executados.

    Ele não poderia fazer isso se não tivesse um alto nível técnico em seu tênis. Afinal, não é preciso ter técnica para escolher a melhor estratégia, mas é preciso ter técnica para executa-la.

    Com essa metamorfose tática e técnica que o sérvio vem demonstrando ao longo dos anos, a depender do adversário que enfrenta, não há como negar que ele é o tenista mais completo da história. O título de GOAT do tênis está em boas mãos.

    1. Paulo Almeida

      Parabéns pelo excelente comentário.

      Djoko é o mais completo técnica, tática, física e mentalmente da história.

  54. LION

    Medvedev será a última grande rivalidade de Djokovic. Creio que eles farão 20+ partidas e mais umas 3 ou 4 finais de Slam. No final, quando Djokovic for falar de suas marcante rivalidades, ela falará de Nadal, Federer, Murray e Danil Medvedev!

  55. O Sincero

    Parabéns Dalcim. Vida longa ao Blog!!!

    É sempre bom ouvir (ou ler) alguém falando bem do me ídolo! Parece nos renova e fortifica os laços quando lemos algo que gostaríamos de ouvir.

    Melhor ainda quando abre a porta edeixa o texto “quicando na cara do gol” para falarmos mal do ídolo alheio!!

    Qunaod você escreve algo que meinteressa: “Vida longa ao Blog”, porque caso você, neste momento, escrevesse algo contra, ele, eu procuraria outro Blog para comentar

  56. Caipirão

    XUUUUUUPA CAIPIRADA QUE TORCI PRO FEDERER!!!!!

    Õceis querem mais o quê??? O cara é o mó comedô di récordi:

    – Ele comi récordi cum farinha, cum fejão, cum arrôiz purinho. Como récordi inté cum limão ifígado, i nem faiz cara feia.

    Agora a batata asso di veiz pro lado de vocêis. I vai fica difíço dizê que o cara é tar do GOAT, purque o cara num ter quasi ninhum recordi mais:

    – E num vêm contá do récordi de quantas batatinhas ele comeu na mema jdanta, qui récordi de quarta de finarrr, semi finar… e récordi de batatinhas comidas numa única sentada na mesa num conta.. Ô conta?

    Ôceis mi diz…

    1. Paulo Almeida

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      Esse fake foi GENIAL!!! 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

  57. Sandro

    Dois meses afastado, volta e ganha uma MASTERS 1000!!!
    37 MASTERS MIL = ABSURDO!!!
    37 MASTERS MIL = MONSTRO!!!
    37 MASTERS MIL = EXTRA-TERRESTRE!!!
    37 MASTERS MIL = SEM PALAVRAS!!!
    E ainda por cima é HEPTACAMPEÃO de PONTOS CORRIDOS!!!
    Ave Djokovic!!!

  58. Ronildo

    Bom minha gente, Djokovic foi campeão em Paris.

    Minha análise isenta, (Ohh Rafael!), é que Djokovic foi bastante estratégico para conquistar este título, além de poupar muita energia com sua tremenda sorte durante o torneio, reservando tudo para a final. Como estratégia primeiramente se aproximou de Medvedev para que este o considerasse um amigo. Outro ponto alto foi a final em que no primeiro set se transformou em galinha morta. Eu disse: “Se transformou em galinha morta!”. Isso possibilitou que Medvedev baixasse a guarda e quando se deu conta, a partida estava empatada em 1 a 1. No desempate Medvedev ainda estava surfando na final do US Open e na facilidade do primeiro set. Resultado: Nem sabe ainda como perdeu esta final depois de aplicar 6/2, 6/2 num embalado Zverev na semifinal!

    Ademais é isso aí. O ser humano é isso mesmo: quem muito quer acaba conseguindo. Djokovic se compara no tênis a Alexandre, O Grande na guerra. Federer apesar de ter sido melhor, não quis tanto e fez menos, conquistou menos.

      1. Nei Costa

        Desejou sim, só não teve competência pra faze-lo, do contrário não estaria se arrastando no circuito aos 40 anos.

    1. Rafael

      Federer quis sim, só não teve a capacidade de Djoko. É simples. Federer não é Benoit Pairet ou Nick Kyrgios. Ele queria muito ser o maior da história.

      Não conseguiu.

    2. Thiago Silva

      Verdade, ele passou de 2012 a 2017 só passeando pelo mundo, aí quando o Djokovic machucou o cotovelo de repente ele “quis” ganhar mais 3 slams.

    1. Luiz Fabriciano

      Feio mesmo, mas deve significar alguma coisa.
      Interessante que sempre tive curiosidade para saber tudo o que há escrito nele e ontem vi claramente: todos os jogadores inscritos na chave do ano corrente.

  59. Leo Gavio

    Eu já li de tudo nesse blog:

    “DJokovic não sabe volear”
    “Nadal voleia melhor que Djokovic”

    cara, sinceramente, Djoko jogaria em qualquer epoca, hoje ele é mais base, mas se exigisse mais jogo de rede ele faria como fez hoje, como fez o ano todo.

    E mais: entressafra é o cara…

    Entressafra foi o periodo de “reinando” do pseudo goat entre 2003 a 2007, Zverev e Medvev são jogadores extremamente chatos de jogar contra, devolvem tudo, são altos, movimentam-se bem e quando o saque tá afiado é quase impossivel ganhar em quadra dura.

    E ainda tem um jogador como tsitsipas, shapovalov e etc.

    1. CarloWagen

      Taí… Mais um que ainda estava na fralda entre 2003-2007.

      Não viu nada, não sabe de nada, mas se acha o rei das opiniões sobre “safra e entresafra”.

      Esta NextGen que aíestá é talvez uma das mais fracas que já surgiram. A diferençadela para as demais, é o fato de pegarem o declínio do BIG 4.

      Apenas, veja, palermada:
      https://www.lavanguardia.com/deportes/tenis/20200325/4886113412/historias-del-tenis-new-balls-please-agassi-sampras-federer.html

      Destes: Haas, Federer, Roddick, Hewtt, Safin, Grosjean, FErrero e Kuerten. Exceto Haas e Grosjean, todos lidereram o ranking e atingiram o número 1.

      Agora,olhei para nosso NEXTGEN Nutella de 2017:

      https://www.atptour.com/en/news/tickets-on-sale-milan-2017

      Medvedev e Zverev são uma realidade, mas peraí: Medved já começa a não ter mais cabelo enquanto desponta, e Zverev.. bom, nem vou comentar o passado dele. Destes, só Medvedevev conseguiu ganhar um GS até omomento.. Líderes do ranking???? Nem pensar ainda: Djokovic janta um enquanto palita os dentes com o outro. Federer e NAdal sónão fazem o mesmo, pois no caso do FEderer, o físico acabou. Nadal entrou na fase final da carreira, com as contusoes tomando conta. Estes caras não perdeream nem para esta NextGEn.Perderam apenas para eles mesmos, para o declínio físico natural.

      Para Tiafoe e Kachanov, sequer despontam como favoritos a nada e parecem já tão cedo ter se conformado com as posicoes q ocupam. Para Shapo e Aliassim, até o (segundo alguns) limitado Casper Ruud passou como um trator sobre eles no ranking e mesmo com o todo o talento, caso não tenham uma mudança rápida de atitude, vão ficar por aí rondando o TOP 10 o resto da carreira (não que seja pouco, mas o potencial deles promete mais). E se insistirem por maisalgunsanos, NEXT GENs como Aliassime e Shapo podem ser atropelados pelageraçao mais nova que surge, como Siner e Alcaraz (estes sim, vêm em outro nível).

      Mas note, Meu caro, só demonstra o tamanho da m* que tá dizendo no comentário. Djoko tae mandando no ranking sobre uma geração NUTELLA,ou de outros que ainda não despontaram.

      Portanto, fala mais baixinho!

      1. Sandro

        Fala mais baixinho vc…
        Perde tanto escrevendo besteiras, quando a realidade é que Roger FREGUÊS er é o freguês nato de Nadal e Djokovic!

    2. Paulo F.

      Para quem fala que entressafra é agora, Medvedev já é campeão de Slam.
      Quais os Grand Slams de Philippoussis, González e Baghdatis?

      1. Carlos Reis

        O cara é fã do Djoko, mas sempre menciona o craque suíço… Esquece o cara, ele é tão ruim que não vale nem o comentário, aliás, ninguém vale né, só o Djokão é bão.

  60. Leandro Santos

    Parabéns pelo EXCELENTE trabalho, Dalcim!!
    Vida longa ao Blog!!
    O que mais me impressionou foram as vitórias como número 1: 419!! Espetacular!! Idemo Nole!!!!!!!

    1. Alice

      Realmente é muita mesmo. Isso demonstra que ele foi não só capaz de ser número #1, mas de dominar.. Mostrar poder frente a seus adversários. O dado muitíssimo interessante. Parabéns, Dalcim. Que post maravilhoso, mostrando a trajetória anual de recordes do sérvio através de fatos e dados. Você é demais! Parabéns pelo trabalho!

      1. Luiz Fabriciano

        O grego Tsitisipas em momento algum ainda chegou perto do #1 como o russo estava até sábado e já se coloca com futuro Big3.
        Imgina vencer 419 jogos como #1 então.

  61. Israel

    Incrível, o Djokovic parece gostar muito de contrariar as pessoas. A exemplo do AO, todas as expectativas eram que Medvedev vencesse até com certa facilidade, considerando o volume de jogo apresentado na véspera e tendo na final um Djoko que não vinha fazendo um torneio no nível em que estamos acostumados. Pois bem, mais uma vez nos surpreendeu positivamente. Parabéns a todos os fãs. Parabéns Dalcim, excelente post!

  62. lEvI sIlvA

    Dalcim, post perfeito, como sempre. Parabéns!
    ***”
    Será que, o caríssimo Sérgio Luiz (Cabo Frio) está contente com mais esses números do Djoko?!?!
    😮😮😮

    1. Sérgio Ribeiro

      Pelo jeito caro Levi, música realmente é a sua praia rs . E’ óbvio que não andas lendo os comentários com frequência . Se não teria lido ONTEM o que postei sobre o sucesso do Sérvio. E já há muito que digo que o cara vai ser o mais eficiente dos membros do Big 3 . O melhor jogador de Backhand de duas mãos já postei várias vezes . Dalcim fez um Post a feição, pois esta é a sua profissão. Ele sabe que a mais eficiente no Feminino não é a “ goat “ pra muitos , e muito menos pra ele . A história continua a ser escrita e até o momento Roger Federer continua sendo o próprio Tênis. Fica frio meu caro , pois o Esporte sempre estará acima de qualquer jogador . Abs!.

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Havia um outro Sérgio Luiz também de Cabo Frio que não vejo há muito nem aqui na Cidade . Se for ele fique tranquilo pois era Novak Djokovic de carteirinha rsrsrs. Abs!

        1. lEvI sIlvA

          Sergio Ribeiro, era dele mesmo que falei no comentário (O outro Sérgio). Fica tranquilo, nada a ver com cutucar você, de forma alguma, ok?
          Abraço!

  63. Hendrix

    Dalcin,
    Uma pergunta sobre seu texto. Você mencionou que Djokovic não poderá ser alcançado no ranking até Fevereiro/22, quando “defenderá o AusOpen”.
    Essa afirmação “defenderá o AusOpen” foi baseada em alguma noticia de que ele se vacinara contra a COVID-19? Não localizei nenhuma noticia de que ele se vacinou ou se vacinara antes do torneio pela Internet.
    Abraços

    1. José Nilton Dalcim

      Bom, ele defenderá os 2.000 pontos jogando ou não. Se jogar, pode manter a pontuação. Eu acredito piamente que Djoko não faltará ao Australian Open, irá para defender suas nove finais sem derrota, o que é uma façanha das maiores. Além disso, qual lugar Nole seria mais favorito para o 21º Slam do que Melbourne?

      1. Maurício SP

        Pra mim, Djoko é mais favorito em Wimbledon do que no Australian Open, onde tem muito mais concorrentes qualificados no piso.

      2. Hendrix

        Dalcin,
        Com certeza ele deve estar bem motivado para se isolar em número de titulos GS aqui na Austrália. No entanto, para participar da competição so dependerá dele, bastará tomar duas dose de qualquer vacina aprovada pelas autoridade de saúde australianas. Muito simples.
        Victoria já esta com 92% de 1st dose e quase 85% de 2nd dose ainda no começo de Novembro, logo certamente estará acima de 95% no final de Janeiro. Nao creio que o Daniel Andrews irá se curvar a nao-vacinados, já que mesmo os jogadores da AFL, que movimenta muito mais grana que o AO, mesmo australianos são obrigados a estarem fully vaccinated para jogar.
        O sérvio tem uma boa chance de mostrar que é mais que um jogador extraordinário e um menino mimado e inconsequente, e demonstrar todo seu amor ao tênis e respeito pelos países que compete.

        1. Sandro

          A Austrália é que tem que deixar dessa XENOFOBIA NAZI e respeitar outras culturas e crenças filosóficas e deixar de discriminar outras formas de medicina, de tratamento, de pensamento, de crenças filosóficas …

          1. Hendrix

            Não se trata de xenofobia Sandro, mas apenas de decisões técnicas baseadas em orientação de especialistas da área de infectologia que suportam decisões do governo de Victoria e da Austrália, e que tem dado muito certo visto que somos um dos países mais bem sucedidos na gestão da pandemia no mundo. Se você tem uma visão diferente, proponho publicar um artigo científico provando que há estratégias melhores. Abs.

        2. Julio Cesar

          Se todos estarão vacinados e, dessa forma, protegidos, por que razão deveriam ter medo de alguém que não está vacinado?

          1. Hendrix

            Julio César, são decisões técnicas baseadas em orientação de especialistas da área de infectologia que suportam decisões do governo de Victoria e da Austrália, e que tem dado muito certo visto que somos um dos países mais bem sucedidos na gestão da pandemia no mundo. Voce é especialista ou já desenvolveu pesquisas na área para contesta-las? Não há sentido em abrir exceções para atletas internacionais a uma regra que serve para qualquer turista do mundo, inclusive serviu para cidadãos Australianos que ficaram exilados no exterior por mais de 1 ano. Abs

  64. Maratenista

    Se depois desse jogo alguém ousar dizer que o Djokovic joga feio, sugiro procurar um oftalmologista. Ou um psiquiatra.

  65. Nattan Labatto

    E ele vence, vence E VENCE!

    Se a ATP organizar um torneio entre os planetas, Djokovic será o nosso representante.

    Sogra do Nadal e do Federer dando conselhos pra eles antes de qualquer torneio em que esteja Novaking Djokogat:

    – Meu genro: Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.

    Vida longa ao novo Rei!

  66. Dário

    Parabéns Dalcim!
    Mais uma vez texto primoroso.

    Jogaço hoje. Ainda não consigo entender os “analistas” que denigrem o jogo do Djoko, como se fosse simples rebater quase todas as bolas no pé do adversário como ele faz, inclusive contra os grandes sacadores do circuito.

    Assim como quem denigre o jogo do Medvedev, que não tem todo vigor físico e elasticidade do Djoko, mas que tem um posicionamento de quadra que beira à perfeição.

    Você avalia que se o Djokovic for campeão do finals, ele poderá com folga na liderança do ranking, querer polemizar a questão das vacinas e abrir mão do AO?

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, seria terrível não ter Djokovic no Australian Open, onde é o rei absoluto e sempre o homem a ser batido. Tomara que consigam chegar a um consenso.

  67. Paulo F.

    Dalcim, texto primoroso como o habitual.
    Obrigado pelo rotineiro acréscimo de conhecimento e amor pelo tênis em nós.
    Fraterno abraço e ótima semana.

      1. Luiz Henrique

        Dalcim, ainda continua obrigatório para os tenistas entrarem vacinados na Austrália, ou houve alguma mudança?

  68. Marcelo-Jacacity

    Post excelente!
    Djoko é de outro mundo, não é possível, e o Medvedev é um adversário temível, que cara difícil de ser batido, tá louco.
    Ano espetacular do Nole! E agora resta o Finals que será duríssimo. Vamos ver…

  69. Santos

    Dalcim, não há como negar. Os números do Djokovic são insofismáveis. O Senhor do Tenis é adjetivo perfeito para suas proezas. Comecei a admirar o jogo do sérvio desde 2009, 2010 quando ele surgiu desafiando a dupla Fedal que dominava o circuito na época. Quanta ousadia daquele magrelo ! Passo a passo foi conquistando seu espaço até com muito esforço e talento chegar os números atuais. Um ET, um jogador exepcional em todos os sentidos. Os outros dois componentes do Big Three terão que ralar muito para alcançá-lo, fato este que o tempo e idade pesa contra eles. Uns continuarão a preferir o Federer, outros o Nadal, mas é inquestionável que o Sérvio é o GOAT.

  70. Miguel BsB

    Foi um jogaço! Medvedev é muito carne de pescoço…chega em todas, volta tudo.
    A diferença foi que ele não faz a mínima ideia do que é sair da linha de base, enquanto o Djokovic fez de tudo, sacou e voleou muito, subidas à rede, ora foi mais agressivo de fundo, ora encarava a trocação ilimitada…
    Soube variar e tirar o Medvedev da zona de conforto do 1 Set.

    1. Alessandro Siqueira

      Chetnik, e a tendência é melhorar. Levando o Finals, terá todos os recordes referentes aos grandes títulos, para desespero dos haters.

    2. Arthur

      “HÁ 0 dias”, pelo amor de Deus, Chatonik.
      Pessoal assassinou o verbo haver e se esqueceram de avisar ao restante da humanidade.
      Pior que isso, só quando a galera taca um “à” onde deveria ser “há”.

  71. Maurício Luís *

    Congratulações ao Djoko a toda sua torcida. Com ele, os números dos outros vão ficando pra trás. O jogo pode não ser aquela oitava maravilha do mundo… mas pelo menos é menos feio do que o jogo do baloeiro.
    E por falar em baloeiro…
    **** Comparando estilos *****
    – Sogríssima querida, dizem que o jogo do Federer parece um balé. E o meu, parece com o que?
    – Parece com um trem fantasma enferrujado de parque de diversão decadente.

      1. Maurício Luís *

        Carísssimo Paulo, somos esclarecidos o bastante pra perceber que tem coisa que é questão de gosto. Particularmente, eu separo beleza de eficiência. Acho por ex. o jogo do Monfils, do Justin Brown… bonitos. O jogo do Kyrgios é divertido. Mas todos pecam pela eficiência e regularidade.
        Não tenho motivo algum pra ter inveja nem recalque, como diz o nobre Sandro aí em baixo. Fico feliz em ver um sorriso na cara do sérvio. E mesmo a derrota no US Open talvez tenha servido pra vermos o lado humano dele.
        Abr.

        1. Paulo Almeida

          Maurício,

          Se você assistiu à final de domingo e a tantos outros jogos do sérvio em 2021 e não é cego ou recalcado, sabe que ele tem jogado um tênis plasticamente belíssimo e cheio de variações, além de eficiente. É pra encher os olhos de quem não não tem nada contra o sérvio.

          Você citou Brown e Monfils, mas o mais curioso é ser torcedor do Murray, que é da mesma escola de Djoko e Nadal. Então, só posso concluir que, na hora de escolher alguém pra torcer, não se preocupou muito com quem é o mais capaz de fazer jogadas de efeito.

          Abs.

          1. Maurício Luís *

            Sua conclusão está correta. Torcedor é 1% razão e 99% emoção. Eu torço pra Ponte Preta de Campinas. Fosse pela razão, torceria pro Flamengo, S. Paulo, etc… times grandes.

    1. Sandro

      Invejosum… Recalcadum… Roger FREGUÊSer parece balé???
      O único balé que o Roger FREGUÊSer sabe dançar é “O LAGO DOS PATOS”!!!
      FREGUÊSer é o pato preferido de Djokovic e Nadal que jogam tênis lindo, maravilhoso e não o balé do Lago dos Patos do FREGÊSer!!!

    1. Alessandro Siqueira

      Aqui cabe a citação da pensadora contemporânea: “beijo no ombro pro recalque passar longe…” rsrsrs

    2. Robson

      Hum,deixa ver se acerto,12 aninhos deve ser sua idade né?
      Amargura de garotinho invejoso,rancoroso deve doer muito.
      Deus nos livre!
      E vida LONGGAAAA ao maior e melhor tenista da história!
      Vamos ao Finals, simboraaaa Novak!

  72. Oswaldo E. Aranha

    Vi um jogo ótimo na final de Paris e fico até com pena dos que rezaram para derrubar DJokovic e se frustraram.

  73. Thierry

    Queria dar ênfase a esse trecho: “no momento é o jogador com melhor percentual de vitórias (83,3%, com 983 em 1.180 jogos)”.

    É impossível ele terminar a carreira com um recorde desses, pois um hora ele n vai ser o N1 e perderá encontros com mais frequência em fases iniciais… Se ele quiser esse recorde, precisará jogar muitos torneios 250 e 500 que são mais fáceis de vencer e abandonar de vez os masters 1000 quando n for mais top 3 (O problema é que ele ganhou poucos torneios assim nos últimos anos, ele sempre relaxa quando o adversário n está a altura ou a competição é relativamente fácil).

    Medvedev é espetacular, digno de entrar no hall de jogadores que foram N1, troca bolas com muita facilidade, e seu jogo ortodoxo machuca muito qualquer tenista… É nítido que Novak n terminará o ano que vem como número 1, pois Medvedev atingirá o ápice de sua carreira e já mostrou ter os pés no chão e foco para buscar o número 1, além de n demonstrar nenhum respeito por Novak dentro de quadra (Hoje só vi o contrário). Por fim, tenho certeza que Djokovic vai dar MTA moral pra ele subir de patamar, como ele se sente em débito por Federer e Nadal terem dado essa motivação a ele (Mesmo que isso seja interno de cada um), vai retribuir colocando em Medvedev uma carga de último rival para passar o bastão. Zverev será seu grande rival, mas precisa de mais maturidade… Tsitsipas n tem cabeça ainda, Thiem n voltará ao seus melhores dias, Dimitrov e Sock se lesionam muito, Kyrgios é muito problemático, Rublev e Berretini tem pontos fracos muito evidentes, Shapovalov e Aliassime n conseguem mudar de patamar… Hukacz me parece ter armas pra subir mais, mas quero ver regularidade no top 10 pra acreditar nisso… Por fim, a next gen hoje é formada por Sinner, Alcaraz e Ruud e o tênis está em boas mãos.

    1. Alessandro Siqueira

      Medvedev fez um grande segundo semestre em 2019 e em 2020. No ranking da temporada 2021, Djokovic está 2.300 pontos a frente, mesmo tendo pulado vários Masters 1000. Portanto, não será absurdo se o sérvio mantiver a ponta por mais um ano ou, pelo menos, até RG.

      1. CarloWagen

        Eu acho que jáem 2022, possivelmente ele deve dar uma aliviada no calendário. No entanto, ele não acho que ele pretenda aliviar a intensidade.

        Minha opinião é a seguinte: ele deve estar “mirando” em 2022 os seguintes feitos:

        – Bater o recorde de 377 semanas (WTA), e os 24 GS que também está em poder da WTA (MArgaret Court)
        – Vai fazer uma nova tentativa para fechar o Grand Slam.

        Note que:
        – Djoko deve se achar favorito para o AUSOpen (e de fato ele é o principal favorito!)
        – Djoko deve se achar o favorito para Roland Garros 2022 (e de fato ele também é). Não duvido da capacidade do Nadal (ninguém duvida), mas falta de ritmo + idade + contusões crônicas vao cobrar seu preço. E eu achoque vao cobrar em 2022). Além do mais, dependendo do quadrante em que Nadal cair em RG, poderemos até mesmo ver uma eliminação precoce, já que ele está longe de ser o cabeça 2 do torneio desta vez.
        – Para Wimbledon o Djoko é FAVORITAÇO e me parece que ele tem uma gana imensa de tirar todos os recordes do Federer (uma inveja competitiva. Só quem já competiu com alguém em algo sabe o que é isso. O Federer é uma referência para o Djoko, não há dúvida. Mas aí está o ponto: “O Federer é a referÊncia a SER BATIDA).

        – Já para o USOPEN… bom.. tem muito chão até lá. Melhor nem comentar :- )

        Acredito Alessandra, que o ponto chave do ano do Djoko vai ser vencer o AUSOPEN, pois esse ano tem o peso adicional de ultrapassar Nadal e Federer na contagem geral de Slams, e já vimos em 2021.. que “esse peso pesa” para ele :- D

        pra ter uma idéia, imagine esse peso chao desses malas haters iguais aos do blog, falando no ouvido do cara em qualquer lugar do mundo que ele vá… essas baboseiras que escrevem aqui, o tempo todo.

        Mas.. ao final de 2022, acredito ele deve repensar o calendário de forma bem mais ampla, apra tentar extender carreira até seus 40.

        Ou infinitamente, como as crianças aqui do blog querem que ele faça.

        :- D

        1. CarloWagen

          Aliás, a vtd de ultrapassar Federer é tão grande, que se um dia ele vier a vencer “o nono 9 Wimbledom”, ele vai iniciar a comemoração passando duas horas comendo até a última grama verde da quadra.. só para mostrar “quem manda lá”…mesmo que ao fundo a torcida grite Federer…kkkk

  74. Rodrigo Figueiredo

    Não sobrou muito mais o que dizer, né? Fora a cantilena moral “mau caráter”, “mau exemplo”, não tem como contestar a posição do Djokovic. Ele continua sendo o melhor jogador de circuito e passando por cima de todos os recordes. Enfrentou Nadal, Federer, Murray e agora Medvedev, rivais de altíssimo nível, e conseguiu dominar a todos (perdeu muitos jogos importantes contra eles também, claro, mas no computo geral não foi dominado por ninguém). Deve doer muito para os fãs do 40-15.

  75. Roberval Lofeu Junior

    Djoko se reinventa a cada partida. 2 meses parado, não voltou tão bem, mas na hora do aperto, joga o seu melhor!! E no Finals tem a possibilidade do 6° título.
    Vamos Djoko!

    Dalcim, parabéns pelas análises, sempre no ponto certo!
    Forte Abraço e vida longa ao blog

  76. Luiz Fernando

    Djoko é o GOAT, indiscutível, ou será q a seita dos q tiram zero em matemática ainda dúvida? Que sofrimento hein kkk!!!

    1. Sérgio Ribeiro

      Pode ter certeza que o rei de gozar com o p** dos outros está muito feliz . Mesmo tendo errado TODAS as previsões até 2017 . Oh My god , “ odeio Roger Federer “ lembras ??? . Ficou difícil para o Touro ultrapassar os feitos dos outros do Big 3 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

  77. Luís Nascimento

    Sem dúvida nenhuma, Novak Djokovic é o GOAT. Seus números de conquistas mostram isso.

    Sua qualidade técnica, física, e mental, continua fortíssima mesmo aos 34 anos. Para desespero da concorrência, o sérvio continuará dominando o tênis mundial por mais 2 anos.

    Parabéns Djoko!!!

  78. Aurélio Passos

    Estatísticas podem ser levadas pra qualquer canto..
    Por exemplo, pra desempatar os 20 slams de cada, dirão que Nadal está a frente, porque tem 20 títulos tendo jogado menos slams que os outros dois. E por aí vai…

    Só sei que Nole é demais, joga inteligente, hoje voleou como se fosse o Edberg reencarnado, alternou slices, mudanças de direção. .e, claro, aquela devolução monstra e o preparo físico impecável.

  79. rafael

    Bela final e muito bem resumida neste blog. O sérvio dez ajustes que lhe trouxeram a virada. Mais um feito incrível que não tem como não reconhecer que ele é o melhor da história. Vida longa ao Djoko e que venha Turim!!
    Mestre, você acredita que o Djoko siga firme anomque vem?

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Rafael, não vejo motivo para que ele perca intensidade, ainda é claro que isso não o obrigue a ganhar tudo. Com a ‘briga’ dos Slam, acho que não lhe faltará motivação e, se para o bem do tênis Nadal e Federer voltarem bem, essa motivação será dobrada. Tomara que tenhamos um 2022 fantástico, já que os ‘novatos’ chegaram a um nível muito satisfatório.

  80. Willian Rodrigues

    Com relação ao seu texto Dalcim, preciso parabenizá-lo novamente pelo enorme embasamento e isenção de sempre!
    Alguns desses recordes, que costumam ser negligenciados pelos comentaristas aqui no Blog ou no site Tênis Brasil, são indicativos de uma regularidade absurda, ainda mais se levarmos em conta que isso tudo ocorreu contemporaneamente aos outros dois gênios do esporte.

    Com relação à dominância do circuito a partir de 2022, caso Medvedev não consiga temporadas mais consistentes no saibro, ainda acredito que Zverev possa abocanhar antes o posto de nº 1. Creio que ele tenha chegado a Paris mais desgastado fisicamente que o russo, daí uma derrota tão “fácil”.
    Ansioso pelo que ocorrerá em Turim!
    Creio que teremos algumas pistas sobre o que será o próximo Australian Open…

  81. Willian Rodrigues

    Além da aplicação tática e do nível técnico da partida (maior parte do tempo, e com oscilações de ambos, eu diria), houve um outro aspecto que me chamou à atenção: indivíduos que apresentam uma personalidade competitiva, com muita frequência, levam isso ao extremo e geram situações até mesmo inusitadas.
    NITIDAMENTE, o russo Medvedev demonstrou ser competitivo também no campo intelectual (sua inteligência é evidenciada em quadra com suas estratégias e escolhas das jogadas) esbanjando suas qualidades linguísticas com um francês tão fluente que deixou o próprio sérvio desconcertado. Rrrss…
    Justo ele, Djokovic que sempre foi reconhecido por se expressar relativamente bem em diversos idiomas, e que já deixou tantos outros tenistas constrangidos por não saberem uma única palavra no idioma local, sentiu-se “limitado” perto do Urso. Teceu frases bastante elogiosas e depois tentou discursar à altura, mas, precisou recorrer aos universitários quanto ao verbete “development” em francês. Ficou embaraçado por isso, com certeza.
    Um lance pitoresco do pós-jogo…
    Abraços a todos

    1. Paulo Almeida

      No francês o Urso surrou o Djoko mesmo, rs.

      O “universitário” Grosjean disse créer (criar, to create) ao invés de développer (desenvolver, to develop), o que seria a tradução ao pé da letra. Graças à influência latina no inglês, há muitas palavras parecidas, como changer, tourner, arriver etc.

    2. Luiz Fabriciano

      Pitoresco, engraçado e espontâneo de ambos.
      O sérvio sempre soube reconhecer qualidades em seus adversários e o russo tem se mostrado um cara bem bacana também.

    1. Paulo Almeida

      Aí, Gildokson, você ainda acha que o year-end é superestimado?

      Reclame com as imagens e vídeos que a ATP soltou ontem, rs!

      1. Gildokson

        Eu continuo achando isso Paulo. Naquele dia me embabanei ao tentar dar um exemplo de que um tenista que perca as finais de Slam mas tenha desempenho melhor que o rival nos masters pode terminar o ano na frente dele, mas isso é um fato. De tudo que o monstro sérvio ta fazendo isso é para mim tem menos importância, só você pegar o Nadal como exemplo. Tu acha que ele ta preocupado com isso ou com a liderança dos Slans?
        Ja em relação à vídeos e homenagens, a ATP ta certa, é o produto dela neh.
        De qualquer forma parabéns a vocês torcedores da máquina.
        Ps: Só não quero nunca mais alguém falando aqui que o Federer é um amarelão, pq ontem ficou claro que o Djokovic deixou escapar o Us Open pela pressão sentida, o que na boca de alguns nolistas seria taxado como amarelada se fosse o Federer.
        Abs!!!

        1. Robson

          Falem o que quiserem falar, até o próprio Novak Djokovic sempre que interpelado sobre aquela final do US Open,mais fala da pressão que estava sobre ele,que qualquer outro coisa.
          Lógico que a pressão foi um item a ser considerado,bem como a intensidade e consistência de Medvedev.
          Mas o principal problema lá,foi falta de pernas,falta de braços,Novak Djokovic estava moído fisicamente,o choro dele em quadra foi por enfim ver a torcida da Chatrier toda torcendo pra ele e ele saber que não tinha físico pra virar aquele jogo.
          Novak chegou pra final com quase 18 hs ao todo em quadra e Medvedev com pouco mais de 12 hs ao todo,pra 18 hs e 34 anos e 12 hs e 24 anos, óbvio que o físico o deixou na mão.
          E esse lance de amarelar,seja da parte de quem for,acho uma das maiores conversinhas fiado que já ouvi ou li sobre tênis ou sobre tenista.
          Se na Austrália, próximo AO,Novak Djokovic conseguir chegar na final,mas como foi no último US Open,ou seja,se enroscando nos jogos que antecedem a final e o outro finalista passar o carro nos 6 jogos antes da final,como fez Medvedev no US Open,Novak vai perder a final tb.

        2. Paulo Almeida

          Cara, você citou uma possibilidade extrema que jamais aconteceu e felizmente continuará sem ocorrer. É claro que o circuito não é exatamente um campeonato de pontos corridos, pois há torneios bem mais importantes do que outros (os Slams), mas é um feito muito foda chegar com mais pontos no final da temporada. O Federer chegou a ter 5 year-end contra 1 do Nadal e nenhum do Djokovic. Acho que você não está de recalque, mas pra maioria das pessoas é um puta recorde e pra mim o terceiro mais importante.

          O Nadal está sim preocupado em terminar a carreira com o recorde de Slams e de Masters 1000 e só “não liga” para aqueles em que não tem mais chance (semanas e temporadas como número 1 e Finals)

          O Djoko perdeu a final do USO por quatro fatores: pressão, qualidade do Medvedev, cansaço por ter pegado uma chave bem mais difícil até a final e por ser 9 anos mais velho. Os três primeiros pesaram mais do que a idade em si (já deixando claro), pois a condição física do sérvio é fenomenal mesmo com 34 anos.

          1. Luiz Fabriciano

            O próprio Medvedev disse outro dia, após o jogo que fez com o Dimitrov, que foi mais difícil que qualquer jogo que havia feito durante o US Open.

    2. Luiz Henrique

      De tempos em tempos aparece um jogador que domina o circuito. Se aparecer um que nao tenha rivais como Federer e Nadal, a tendencia é bater os recordes do Djoko.

  82. Luiz Fabriciano

    E tão gostoso quanto a vitória foi ver dois adversários – e não inimigos – se divertindo na entrevista final ainda na quadra.
    E como o Medvedev é fluente no francês.
    O sérvio para variar, com seu carisma (sim, carisma), tirou sarro dele mesmo dizendo que vendo o russo falar daquele jeito, não havia nada mais a dizer.
    E olha que ele também manda bem no francês.
    Federer nesse quesito, é top!

  83. Chetnik

    Amanhã é um dia histórico para o tênis. Passaremos um dia sem o Djoko quebrando algum recorde.

    Eu já perdi a conta dos números…alguém sabe me dizer se ele já tem o dobro de MS do Fraud?

    O jogo foi ESPETACULAR. Djoko confirmando que tem o melhor jogo de rede do circuito e o jogo de ataque mais bonito de todos. Além de ser feito de uma fibra moral diferente de uns aí…uns manés falaram que o Djoko tinha sido quebrado e destruído pelo USO kkkk. Os caras ficam projetando o seu ídolo para os outros. A curva de aprendizado dessa turma é lenta…quase parando.

    Acho que o Finals desse ano vai ser o melhor e mais emocionante dos últimos anos. Apesar do Ruud rs.

    1. Luiz Fabriciano

      “Os caras ficam projetando…”
      Isso chama-se terceirização, já que a primarização (RF) não funciona mais.
      Dominic Thiem foi o primeiro a ser indicado, mas igualmente, não funcionou.
      Vão continuar tentando.
      Uma hora o Sr. NOVAK DJOKOVIC vai cuidar da escola de novos talentos dele e nem será mais necessário esse exercício todo.
      Saudações Novakianas.

  84. Paulo F.

    – Aiiiiinnnn Djokovic só rebate a bola aiiiiiinnnnn
    – Aiiiiinnnn u Djokovic bobo não faz winnners como o Roger aiiiiinnnn
    Sugiro que olhem o champioship point deste Paris conquistado pelo Nole.

    1. Paulo Almeida

      A caixa de ferramentas do sérvio é absurda. Foi um show de voleios, slices, drops, mudanças de direção, altura e peso, devoluções etc. É muito completo.

  85. Paulo F.

    Para quem acha que Djokovic e Medvedev “jogam feio”, essa final de hoje foi uma tela azul do sistema daquelas hein?
    Hahahahahaha!

    1. Paulo Almeida

      A mecânica dos golpes do Medvedev é estranha, mas o fato é que ele acerta quase tudo e é um paredão. Já o Djoko bate bonito demais na bolinha, além de tudo; só não vê quem não quer.

  86. Paulo F.

    “Novak não ganha mais da Next Gen em torneios de 3 sets”, vaticinaram os haters federistas.
    Apenas ganhou mais um título em cima do número DOIS que na semifinal TRITUROU o Sascha amado de um prepotente federista conhecido daqui.

    1. Chetnik

      O poeta quebra mais a cara com essas afirmações ridículas do que o Djoko quebra recordes. Impressionante o retrospecto desse sujeito.

  87. Rodrigo Alvez

    Precisamos falar do saque-e-voleio do Djokovic.

    Ele melhorou muito o seu voleio com o Becker na equipe, e com o Ivanisevic conseguiu dominar o saque-e-voleio.

    Confesso que no início da carreira só Djokovic eu achava que ele – e também Nadal – não teria uma vida longeva no tênis devido ao seu jogo depender do físico e do fundo de quadra. Bem, o jogo de fundo mudou há algum tempo, nos últimos anos ele tem subido muito à rede, mas ano passado e especialmente neste ano ele tem feito muito mais saque-e-voleio, e com perfeição, devo dizer, tanto que ele só venceu hoje graças a isso.

    Podemos perceber que Djokovic é uma espécie de Cristiano Ronaldo do tênis, visto que continua voando fisicamente e consegue evoluir seu jogo com trabalho duro (alguém dúvida que se ele treinar smash resolve esse problema?).

    Nadal é outro exemplo de dedicação. Será que ele arriscaria praticar um saque-e-voleio também? Eu não conseguia imaginar o Djoko fazendo o isso, e tá aí.

    Dalcim, você acha que convém o Nadal trazer o saque-e-voleio pro seu jogo a essa altura da carreira? Se o Nole fez, ele pode também, não?

    Vida longa ao big three!!!

  88. Simas

    Tenho uma análise diferente da maioria em termos de colocar Djokovic como GOAT.

    O fato dele ser 6 anos mais novo que Federer ajudou ele a com 34 anos ser n1, enquanto Federer com 34 era n2, atrás dele? SIM
    O fato dele ser 6 anos mais novo que Federer ajudou ele a com 32 anos vencer um GS em cima do suíço com 2 match points e saque? NÃO

    O que eu quero dizer é que, existem coisas que de fato a idade ajudou, muito provável Medvedev lá pra abril, no máximo, se tornar n1, isso porque o sérvio não da conta do calendário que o russo tem. Se os dois jogarem um contra o outro pode ir pra qualquer lado, mas num ano todo, cada vez mais o calendário vai favorecer o russo, natural.
    O mesmo vale pra Djokovic e Federer. O sérvio com 28 anos poderia jogar o dobro de vez que o suíço no ano, é uma vantagem absurda em termos de ranking, e muito provavelmente se fosse ao contrário também teríamos o mesmo resultado.

    PORÉM…e digo PORÉM, temos que separar o joio do trigo, a idade pode ser fator para um cara perder o n1, mais jamais pode ser fator para um cara não converter um match point. Por isso que penso que o grande mérito do sérvio foi ter feito uma carreira que fizesse o suíço teme-la, como claramente se viu, se nos momentos importantes ele crescia contra um Ferrer ou contra um Cilic, nos momentos importantes ele literalmente se tremia de ante do sérvio.

    E o que eu tiro disso, que não da pra dizer, com os recordes atual, que o sérvio seja o melhor da história, até pq a história do tênis não se resume de 2000 pra cá, mas com certeza da pra dizer que Federer não é o maior de todos os tempos, pode até ser o que jogou mais bonito, mas maior jamais. Ele teve muita chance pra isso, só ver o número de jogos que ele teve match points e perdeu que você vai notar como ele perdeu as chances, e do outro lado tá um cara que aproveita as chances que tem e que não tem.

    1. Paulo Sérgio

      Prezado,

      Deixe de ginástica mental. Djoko é o goat. Se fosse questão de idade, Djokogoat perderia para Medvedev (diferença de 10 anos de idade). Foram três finais entre os dois em 2021 e com duas vitórias (AO e masters 1000 de Paris) do lobo da Sérvia. Além disso, o maior adversário do sérvio é Nadal e este tem apenas 1 ano a mais de idade. Lembrando que Federer é freguês de ambos e terceiro maior da história.

    2. Fernando Brack

      Simas, pra que todo esse blábláblá pra dizer quem é o maior? O maior é aquele que vence mais jogos, com facilidade ou não, por muito ou por pouco, e, como consequência, conquista mais títulos, fica mais tempo no topo do ranking e termina mais temporadas como N° 1. É tão simples.

      Ah, sim, e vc fala como se Federer nunca tivesse sido jovem e não tivesse ganho tudo o que ganhou quando era jovem. Se não havia Djokovic na época, havia outros ótimos tenistas. Não dá pra querer que todos os grandes da história tenham a mesma idade.

      1. Manoel Cruz Cabuga

        Não é tão simples, hoje é muito mais fácil ter uma carreira mais longo do que nos anos 80/90, logo a tendência são os recordes aumentarem, mas não apenas por mérito do Big 3, mas pelos avanços que aconteceram, como a preparação, por exemplo.
        Se apegar em números é muito pouco diante de diversas variantes

        1. Luiz Fabriciano

          Duvido dessa explicação.
          O Big3 é diferente de tudo que já se viu na história desse esporte.
          Tsitisipas criou um NewBig3 incluindo ele próprio para quando o original parar.
          Duvido de novo.
          Ele esquece que o termo Big3 foi criado depois que esses caras superaram a marca de 10, chegando a 15 anos ganhando tudo e não apenas sendo os #1, 2 e 3 do ranking depois que os velhinhos se aposentarem.

          1. Manoel Cruz Cabuga

            Cara, é muito “fácil” hoje em dia ganhar tudo com o piso padronizado e com uma preparação totalmente avançada.
            E ainda assim, Djokovic jamais conseguiu terminar 3 temporadas seguidas como n1, Sampras conseguiu terminar 6 seguidas como n1. Repito, 6 seguidas, e Nole nem metade disso conseguiu, agora imagina se ele tivesse o método de preparação e prevenção de lesão que Nole tem, eu até aceitaria que Federer poderia tirar o n1 dele, com 23 anos vs 33, mas Roddick, Hewitt e Guga, aí já é ter muita fé, no mínimo 2000 e 2001 ele seria n1, com plenas condições de ser n1 em 02 e 03.

          2. Luiz Fabriciano

            Continuando em resposta ao Manoel Cabruz:

            Se é tão fácil, por que só um ganha tudo?
            Sampras é fenomenal e está no hall da fama e nos livros de histórias do tênis, mas já está bem atrás no que diz respeito a conquistas. Só GS, são 6 a menos.
            E 6 é um número que vários outros grandes jamais conquistaram e sabe-se lá se o atual trio postulante a #1 do mundo conquistará.
            Outra coisa, um contrassenso. Se Sampras fechou o #1 em 6 oportunidades consecutivas, em época de pisos distintos e Djokovic não, em época de pisos “padronizados” então era mais fácil naquela época ou então Sampras é o melhor de todos.
            E se Sampras é o melhor de todos, sinto muito, mas Novak Djokovic é então, com sobras, o maior.

          3. Manoel Cruz Cabuga

            Cara, a questão é que não da pra dizer que Nole seja o melhor se você colocar n abalança apenas números, pois as condições mudaram de acordo com o tempo.
            Por exemplo, se você na época de Sampras, aquela parada lá pós Wimbledon 2017 teria sido o fim da carreira pra Djokovic, do mesmo jeito que aquela parada pós Wimbledon 2016 teria sido o fim da carreira pra Federer.
            Agora imagina Nole se aposentando com 12 GS, iria dizer que ele era o GOAT?
            Por isso a analise tem que ser da sua época e o quanto ele foi melhor em relação aos rivais, Sampras foi MUITO melhor que qualquer outra na época dele, já Djokovic, se somar Finals e GS tem um que fica na frente dele, óbvio que eu não sou louco de dizer que Federer seja melhor que Djokovic, muito por conta da freguesia que se criou, mas isso mostra que na época de Nole ele nunca teve domínio nenhum, coisa que sobrou pra Sampras.

          4. Luiz Fabriciano

            Para a última:
            Como Nole nunca teve domínio nenhum?
            O jogador mais dominante, por agora, 11 anos.
            E isso não é opinião de torcedor. Isso é um fato.

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