Badosa supera depressão e enriquece circuito
Por José Nilton Dalcim
17 de outubro de 2021 às 22:52

Paula Badosa é um dos tantos casos no circuito de jogadores que fazem grande sucesso como juvenil, criam enorme expectativa e acabam vítimas disso. A espanhola de tênis vigoroso precisou superar a depressão que veio no início da carreira profissional, gerada ironicamente pela conquista do título juvenil de Roland Garros, e três anos depois dá uma bela volta por cima com a colheita de grandes resultados.

Nascida em Nova York, para onde os pais se mudaram para tentar o mundo da moda, a pequena Paula entrou no tênis aos 7 anos quando a família voltou a Barcelona. Passou um tempo em Valência, onde deu um salto de qualidade, e o título em Paris veio no retorno a Barcelona. Apesar de boas vitórias em nível ITF, a cobrança ficou insustentável e, aliada a problemas físicos, levou à crise emocional, que só seria superada já em 2018 quando passou a treinar com Xavier Budó, que ajudou Carla Suárez por muitos anos.

Enfim, ergueu troféus de ITF, chegou nas quartas do primeiro WTA e entrou para a faixa das 150 ao final do ano, mas precisou de uma temporada inteira para atingir o top 100. A pandemia foi uma ducha de água fria, e muito provavelmente atrasou um pouco mais sua ascensão, mas quando o circuito retornou Badosa aproveitou bem. As quartas em Roland Garros a levaram ao 70º posto.

Nada seria tão fácil. A covid forçou 21 dias de isolamento total em Melbourne e ainda veio uma contusão em Lyon. O har-tru de Charleston, já em abril, foi o ponto da virada, onde derrotou Belinda Bencic e Ashleigh Barty. Fez boa campanha em Madri, ganhou seu primeiro WTA em Belgrado e a confiança só cresceu. É bom lembrar que antes desta notável campanha em Indian Wells, ela já tinha vencido também as top 10 Aryna Sabalenka, Barbora Krejicikova e Iga Swiatek, o que mostra claramente seu potencial.

A menina que adora ler e leva muitos livros em todas suas viagens revelou na cerimônia de premiação que se inspirou em Vika Azarenka, mas seu espelho mesmo era Maria Sharapova, já que considera o saque seu golpe mais importante, algo um tanto natural para o 1,80m. É no entanto um campo em que precisa investir mais. Até chegar em Indian Wells, sua média de aces nos 46 jogos já feitos beirava 4, mas o de duplas faltas era de 6. Nesta final de domingo, isso também ficou bem claro: 7 aces contra 11 duplas faltas.

A pupila do técnico Javier Martí deverá aparecer no 11º posto nesta segunda-feira e, mais importante ainda, na 8ª colocação na luta para ir ao Finals de Guadalajara, ou seja, a chance cresceu muito já que só faltam duas semanas de temporada regular. Tomara que desta vez o sucesso seja bem absorvido porque Paula é mais um nome da nova geração feminina que joga um tênis super moderno, que mistura força com regularidade e variações. Ganhou de quatro top 20 nestes 10 dias e se tornou a primeira espanhola a erguer o troféu em Indian Wells, algo que escapou de Arantxa Sánchez, Conchita Martinez e Garbiñe Muguruza.

Azarenka fez um belo torneio e ficou bem perto do tri. Chegou a sacar para a vitória neste domingo, prova de que até os multicampeões sentem o friozinho na barriga na hora de grande tensão.

Norrie também reage e sonha com Finals
Muito longe da qualidade técnica e das emoções da final feminina, como era de se esperar, o canhoto Cameron Norrie também marcou feito inédito em Indian Wells. Ganhou seu primeiro Masters, obteve um troféu de peso que nem Andy Murray e Tim Henman conseguiram e ainda será o 16º no ranking desta segunda-feira.

É muita coisa para um jogador sem golpes espetaculares, que conta com suas pernas e esperteza tática para dar um grande salto na carreira. É interessante lembrar que Norrie havia perdido suas quatro finais até julho deste ano, quando enfim faturou Los Cabos e revelou ter vivido um grande alívio. Dias atrás, decidiu também San Diego e então se torna um nome respeitável nos pisos sintéticos.

Norrie entrou de vez na briga por uma impensável vaga no Finals. Com cinco classificados – Djokovic, Medvedev, Tsitsipas, Zverev e Rublev -, Matteo Berrettini está muito perto e a briga decisiva parece ficar entre Casper Ruud, Hubert Hurkacz, Norrie e Jannik Sinner. A distância entre eles é de apenas 420 pontos.

Desafio – O internauta Hemerson, que não publicou sobrenome, ganhou o Desafio proposto para o campeão de Indian Wells. Ele foi o único que postou vitória de Norrie em três sets e assim receberá a biografia revisada de Roger Federer da Sportbook.


Comentários
  1. Cristina

    Nenhum ser, pode estar acima da maioria dos seres humanos, estamos passando por uma epidemia, jamais vista, todos tem que dar sua contribuição, se não concorda, que fique em casa, tudo na vida é assim, pensar na maioria e o bem de todos!!!

  2. Luiz Fernando

    Medida acertadissima do AO exigir vacinação dos jogadores. Não se brinca com a saúde alheia. Quem quiser participar se vacina, quem julgar q não deve, algo q deve ser respeitado, assiste pela tv!!!

  3. Enoque

    Chiquinho, ontem no programa ACE da Band Sports, vc informou que foram registradas 365 mortes por dia na Austrália. Como o assunto do momento é o protocolo para o AO, sugiro que vc verifique estes números e se for o caso, corrija a informação no próximo ACE. Pelos números que verifiquei a média móvel de casos de mortes está em 14 por dia, na Austrália. O Sareta, também, estranhou este número exagerado.

  4. Ronildo

    Acredito que o destempero de Djokovic, seu mau humor, defensiva na oratória, beligerância costumeira, se devem ao fato que ele percebeu que há fatores genéticos que tornam impossível alcançar todos os recordes de Federer. Por exemplo: Federer teve duas meninas gêmeas na primeira gravidez da esposa e depois dois meninos gêmeos na segunda gravidez. Isso é a perfeição da perfeição! Este recorde dificilmente será batido por outro tenista, muito menos por Djokovic.
    Por tudo isso e por outras questões complementares, Federer sempre se apresenta sorridente, transparenta paz, leveza, alegria de espírito etc, constrastando com a figura de áurea carregada de Djokovic.

      1. Ronildo

        Verdade lEvI sIlvA, acabei trocando as palavras. E áurea é uma palavra que não poderia ter usado para Djokovic 👀

  5. Luiz Fernando

    Mais fácil um determinado político que tem um dedo a menos se tornar honesto do o Djoko não disputar o AO em razão de quarentena. Os 3 maiores tenistas de todos os tempos disputam a primazia de serem os maiores vencedores de GS e não seria um empecilho dessa ordem q tiraria o cara da disputa. Me parece q o sérvio deve ter feito um curso intensivo com Rafa de dissimulação…

    1. Sérgio Ribeiro

      Botou Rafa no meio pra fazer média como sempre , L. F. Veja a análise que o Espanhol fez sobre seus dois maiores oponentes e vê se dá pra comparar . E tanto ele quanto o Suíço já estão vacinados . O Sérvio foi pra Tóquio sabendo de todos os problemas, passeou como Pop Star pela Vila Olímpica, e nada de vacina … Abs!

  6. Luis

    Dalcim Vi um pouco sobre Acho é Biografia do Federer Mudou o Tênis mais menos,já leu? Parece que Federer fala sobre o Goat rs,as Viagens no Circuito ATP

  7. Paulo Almeida

    Para quem desdenha (ou finge desdenhar) da importância do “year-end number 1”, vou fazer uma analogia bem simples: podemos enxergar a temporada como um grande campeonato de pontos corridos, ou seja, quem termina com a maior pontuação se sagra campeão. Só não é mais importante do que o recorde de Grand Slams e o de semanas na liderança, como já disse.

    E o HEPTA está chegando!

    1. Sérgio Ribeiro

      Desiste , P.A . rs . Está lá no livro de recordes da ATP . Federer = 237 Semanas CONSECUTIVAS no TOPO do Ranking . Na WTA Steffi/ Serena = 186 Semanas CONSECUTIVAS no TOPO do Ranking. Sampras = 6 Temporadas CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo. Se Novak não conseguiu esta dominância abraçando árvores ou perdendo pra Murray , azar o dele kkkkkkkkkk. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Serena 23 SLAM , Graf 22 , Navratilova 18 SLAM . Graf = 8 Temporadas, Martina = 7 Temporadas no TOPO. Para muitos Martina Navratilova no conjunto da Obra ou Legado , a verdadeira “ goat “ . Anote … rsrsrs. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Tu já eras nascido quando nem ATP 500 existia na Grama Sagrada , caríssimo do face ??? kkkkkkk . Nesta superfície o Craque Suíço possui DEZENOVE Conquistas contra 7 do “ Rei “ dos MASTERS 1000 rsrsrs. Abs!

      2. Thiago Silva

        E tá lá no livro dos recordes também as 337 semanas sérvio na liderança do ranking e vai tá também as 7 temporadas como número 1.

        1. Sérgio Ribeiro

          E’ óbvio que os dois recordes estão, meu caro do face . Teu Cotonete de lá também e’ recordista . Já o cara que tu torces não tem nenhum destes rsrs. Abs!

    2. Rafael Azevedo

      Boa analogia. O Year-end seria o Brasileirão (pontos corridos) e o Slam seria a Libertadores da América.
      Com certeza, o número total vale mais do que o número consecutivo. Aqui no meu Pernambuco, o Náutico é o único time que possui um Hexa consecutivo do campeonato Pernambucano. Os torcedores se orgulham disso. Eles afirmam: “Hexa é Luxo”…mas, na realidade são ridicularizados nas resenhas, porque o Náutico possui 23 títulos totais contra incríveis 42 títulos do Sport (que não possui um Hexa consecutivo)

      1. Sérgio Ribeiro

        Péssima analogia rsrs. Comparar esporte Coletivo em que os citados jogam há mais de Cem anos , contra Esporte Individual em que a carreira não chega a duas décadas somente em Pernambuco rsrsrs. A dominância de maneira CONSECUTIVA no Tênis é muito mais difícil . Vamos ver quem irá alcançar Sampras com SEIS temporadas Consecutivas terminando como N 1 do Mundo . Ao menos sabemos que nenhum do Big 3 atingirá tal feito . Abs!

        1. Thiago Silva

          7 temporadas em 11 como número 1 valem muito mais que 6 consecutivas, ainda mais com Federer e Nadal no encalço. Você que inventou esse critério de que consecutivas valem mais só pra não dar o braço a torcer.

          1. Sérgio Ribeiro

            Como em 11 ??? . Isso é que se chama contorcionismo. O Sérvio é N 3 do Mundo desde 2007 . Vamos entrar em 2022 . Faça as contas caríssimo baba ovo kkkkkkkkkk. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            O “ lúcido “ Sampras é aquele que tentava se igualar ao recorde de Borg e foi destronado pelo jovem Suíço em 2001 ??? . Sei … rs Abs!

    3. Gildokson

      E se…? E se hipoteticamente um tenista A ganha 7 M1000 no ano e o tenista B ganha 4 Grand Slans e 2 M1000, mas o tenista A é vice nos 4 M1000 para o tenista B sendo que o tenista B não participou dos outros M1000. Quem terminaria o ano como number one? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  8. Maurício Luís *

    A Paula Badosa poderia perfeitamente ser modelo de passarela, se não tivesse seguido a carreira de tenista. Tem beleza, tem altura, tem graciosidade.
    Por outro lado, se o Djoko, Nadal, Kyrgios, Bautista-Agut, Radek Stepanek… quisessem fazer o mesmo, morreriam de fome.
    E falando em Djoko, tudo indica que ele já desistiu da ideia de fazer o Grand Slam… pelas dúvidas que levantou sobre o Aberto da Austrália.

    1. Eric Delgado

      Goste ou não de Djokovic, obviamente que ele ingressou no grupo de negacionista. E isso não foi agora, com a pandemia, mas lá em 2016, quando incorporou na sua equipe o guru espanhol do “paz e amor”.

      Como as convicções dele em relação às vacinas e tratamentos alternativos para curar o corpo e alma parecem ser rasas, eu não tenho dúvidas de que ele estará na Austrália, com ou sem quarentena. Se tiver que tomar vacina pra estar lá (e espero que a Austrália obrigue isso), ele tomará. Não tenham dúvidas.

  9. Sandro

    Se o Campeonato Mundial de Clubes de Futebol será deslocado do Japão para o Qatar ou Emirados Árabes, porque o Primeiro Grand Slam de 2022 também não pode ser deslocado para algum outro país??? Já que a Austrália insiste na mesma quarentena de 2021…

  10. Sandro

    Boa Tarde Dalcim e Amigos!
    Se a Austrália insiste em fazer a mesma quarentena INSANA que fez em 2021 nos torneios de 2022, seria melhor que a ATP CUP e o Primeiro Grand Slam do ano fossem disputados em outro país…
    Poderiam ser disputados em DUBAI, por exemplo, ou em algum outro lugar que não fosse a AUSTRÁLIA…

    1. Maurício Luís *

      Um TIQUINHO estranha essa sua ideia. Aberto da Austrália em Dubai vai ficar que nem sorvete de abacaxi cujo único ingrediente é melancia. A Copa do Mundo de futebol pode ser deslocada até pra Marte, já que não leva o nome do lugar. E se você chama a quarentena de insana, está querendo dizer que sabe mais do que cientistas e médicos. Porque a quarentena não foi tirada do nada. Trata-se de orientação de quem fez graduação, pós-graduação, alguns até mestrado e Phd.
      Em resumo: não é o que o torcedor acha. E sim o que é determinado com base na Medicina e na Ciência.

  11. Sandro

    O tênis na areia surgiu na Itália no início dos anos 1970, quando 4 tenistas: Mauro Andreoli, Alberto Novi, Vittorio Camerani e Filippo Hanau, em férias em Lido degli Estensi (Ferrara), cansados ​​de nadar no mar, tiveram a ideia de usar quadras de vôlei na areia para jogar tênis. Já em 1976 foi então jogado pela primeira vez, com as regras como as conhecemos hoje, em Torredembarra, Espanha. Também em Torredembarra foi disputado o primeiro campeonato em 1978. Desde então, com poucas interrupções, este torneio acontece na mesma praia todos os anos. Ao longo dos anos, o tênis na areia se espalhou pelas praias ao longo da costa da Itália e da Espanha.
    Hoje em dia ITÁLIA,ESPANHA e BRASIL dominam os torneios de tênis na areia pelo Circuito Mundial.

  12. Sandro

    Outros fatores tem feito com que o tênis jogado nas areias se torne muito interessante e dinâmico. Agora em Outubro de 2021 tivemos a COPA DO MUNDO DE TÊNIS NA AREIA em Copacabana RJ e as seguintes características atraíram muito o público e tornaram as partidas mais dinâmicas:
    1. As duplas são jogadas por tenistas de “MESMA NACIONALIDADE” e não de “NACIONALIDADES DISTINTAS”, fazendo com que a torcida se empolgue mias torcendo por tenustas que defendem a ” MESMA BANDEIRA”.
    2. EXTINÇÃO da vantagem depois do “DEUCE”. Quem fizer o ponto depois do 40 a 40 ganha o “GAME”.
    3. EXTINÇÃO do segundo serviço.
    4. EXTINÇÃO do ” LET”. Uma bola que toque a rede após o saque continua em jogo.
    Com a extinção do LET, do segundo serviço e da vantagem depois do DEUCE, e com duplas de mesma nacionalidade, o tênis jogado nas areias tem sido uma opção muito interessante e dinâmica para a plateia que acompanha as partidas.

  13. Sandro

    O Tênis jogado nas areias das praias tem se tornado uma febre no Rio de Janeiro.
    O CORONA VÍRUS contribuiu muito para que os tenistas deixassem os “CLUBES” e migrassem para as “PRAIAS”:
    1. A Prefeitura do Rio manteve a proibição de se jogar nos CLUBES durante vários meses
    2. Mesmo agora, as pessoas têm ” várias restrições ” para jogarem nos clubes.
    3. Com todas essas restrições e impedimentos, muitos tenistas migraram dos CLUBES para as AREIAS DAS PRAIAS.

  14. Ronildo

    Agora é aguardar para saborear mais 3 derrotas do Djokovic no final de ano.

    O cardápio será uma no master de Paris, em qualquer rodada, e duas no ATP Finals. Talvez 3 até, totalizando mais 4.

    Não vejo a hora de começar estes torneios com Djokovic.

    1. Paulo Almeida

      Primeiro você vai saborear o hepta year-end do sérvio e só depois os títulos de Paris e Finals, já que do Federer provavelmente não verá nem ATP 250 mais.

      1. Sérgio Ribeiro

        Já ouvi alguém da Kombi afirmar o mesmo sobre o Suíço em 2013 rs . Agora Novak afirmou hoje ao Eurosport que pra ele somente vale SLAM e Campeonatos de Seleções. O “ resto “ e’ somente pra ele treinar rs . Com isso já está justificando as derrotas pros garotos nos Torneios de 3 Sets e fazendo a alegria das casas de apostas . Vai entender o tal “ guerreiro dos Balcãs “ kkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Paulo Almeida

          O Craque faz essas jogadas pra tirar a pressão de si, que já é muita, porém entra em qualquer torneio sempre pra levantar o caneco.

          31/32 anos com leve lesão nas costas é diferente de 40/41 com joelho bichado.

      2. Ronildo

        Sim, vai ser bem saboroso o Master 1000 de Paris. Depois iremos para o Finals, que certamente será saboroso em dose dupla ou tripla.

      1. Paulo Almeida

        Bizarro, né, tocaio?

        Ainda estamos em outubro e os caras já com a mente totalmente dominada por derrotas imaginárias do Djoko em novembro.

        1. Paulo F.

          Sempre deixei explícito por aqui que prefiro o Djokovic ao servo do Nadal.
          Mas nem por isso torci contra o Roger antes mesmo de qualquer torneio começar.

  15. Sérgio Ribeiro

    E não deu outra . Como tínhamos cravado após o USOPEN quando o Sérvio disse que não iria a Indian Wells , ele hoje confirma Paris e ATP FINALS . A surpresa fica por conta da sua aparição na Copa Davis toda desfalcada . Ao mesmo tempo bota em dúvida ( rsrsrs) o AOPEN 2022 , devido a Vacina que o cara insiste em dizer que é de foro íntimo. Na boa , cravo que ele vai nem que tenha que fazer a tal quarentena rs . Abs!

  16. Oswaldo E. Aranha

    Unir o útil ao agradável.
    No tênis é muito bom ver tenistas eficientes e bonitas, saudades da Sharapova e da Ana Ivanovic.
    Que bom ver a Badosa.
    As feministas juramentadas me perdoem, mas Deus deu-me vistas para apreciar o que é belo.

  17. Ronildo

    Queria que o N. Basilashvili ganhasse essa final por uma questão social: com mais dinheiro no bolso, quem sabe poderia haver menos violência nas relações pessoais.

  18. Vitor Hugo

    A final masculina foi tão ruim que lembrou aquela final entre Rafa x Novak, AO, que os dois jogadores ficaram mais de 5 horas passando bolinha pro outro lado.

    Mas Norrie é campeão de Masters, coisa pra poucos, e venceu o m1000 mais importante de todos.

  19. Leo Gavio

    No meu entender a depressão pode ser uma doença fisiológica ou psicológica, ou fisica e psicologica, mas a impressão é que muitos jovens que alegam depressão tem uma parcela considerável de “mimimi”.

    O “mimimi” a que eu me refiro (antes que os hiper-neurocientistas do blog venham me atacar, me chamar de religioso e anticiencia, e toda sorte de não argumentos, apenas insultos prepotentes) é o estilo de vida urbano. Tudo está acessível, sobra muito tempo para maximizar esse efeito químico.

    Raramente vi jovens com depressão quando eu morava na zona rural, não sobrava tempo pra pensar em questões desanimadoras, estamos sempre fazendo algo, contato com a natureza, atividades diversas com pessoas reais. O contato constante com pessoas de carne e osso e não com a tela do do dispositivo conectado à internet, talvez seja outro fator.

    O estilo de vida atual tem grande chance de ser o causador dessa pandemia de depressão.

      1. Morgado

        Usaste a pior fonte possível de todos jornais que circulam na terrinha gaúcha. Jornal pertencente àquela igreja do mau, comandada por um certo bispo Edir… alguma coisa… MC só se mostra mais um seguidor da seita.

      2. Thiago Silva

        Esse negócio de depressão virou um nicho de mercado, quanto mais se fala em depressão, mais aparecem depressivos e gente pra tentar “salvar”, essa palhaça que fez a pesquisa tá defendendo o nicho dela, angariando consumidores(depressivos) pro produto(cura quântica, reiki, acupuntura, constelação familiar e outras terapias da moda).

  20. Vinicius Souza

    Dalcim, na sua opinião o que o dimitrov precisa melhorar para conseguir se firmar entre os primeiros do ranking?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a questão é consistência. A meu ver, ele tem tudo para ser um tenista mais agressivo. Seu melhor momento aconteceu quando explorava mais isso, principalmente o jogo de rede.

  21. Marcelo Costa

    A zebra, surpresa, o inesperado deveriam fazer mais parte do tênis, o que vimos só foi possível graças a um piso fora da tão criticada padronização do piso, que extremamente lento trouxe finalistas que não figuravam entre os favoritos. Agora o jogo seria mesmo de qualidade técnica inferior, devido a falta de costume de se jogar esses jogos pesados, não podemos olhar com uma lupa, nem comparar finais, jogadores, estilos etc.
    Que venham torneios em pisos distintos, mega rápidos super lentos e que tenhamos um campeão diferente por torneio, imprevisível e competitivo igual ao feminino.

  22. Daniel C

    Olha, já faz um bom tempo que o circuito feminino é mais interessante que o masculino. Mais um resultado decepcionante das novas gerações. Oscilam demais e ainda não alcançaram a regularidade que se espera deles. A esta altura do campeonato, já deveriam ter aprendido a ganhar jogos e campeonatos mesmo jogando abaixo, algo que o Big 3 cansou de fazer. Enfim, esse vacilo dos mais jovens (já não são tão jovens assim) explica o fato de quase termos visto o Djokovic levar os 4 GS, algo absurdo, considerando que o sérvio não está mais no auge.

    Pra mim, o Thiem é quem mais faz falta. O Tsitsipas, com suas posturas dentro e fora das quadras, já ganhou minha antipatia e não faço questão de ver jogos dele. O Medvedev é um grande jogador, mas as mecânicas dos golpes são feias de doer. E o Zverev tem um estilo de fundo de quadra meio arroz com feijão, como o Djokovic, que eu acho muito chato. Esse torneio foi um balde de água fria para quem acha que teremos um circuito interessante sem Federer, Nadal, Murray, Wawrinka, etc.

    1. Paulo Almeida

      Balde de água frio foi o que você e os demais membros da Igreja/Seita Freguesiana levaram com o SÉTIMO year-end do GOAT Djoko, que será confirmado matematicamente em poucas semanas, ratificando ainda mais sua condição de rei supremo do tênis.

      61 > 54
      343 :> 310
      7 > 5
      36 > 28
      27 > 23

      Só esses hoje pra não humilhar muito.

      1. Gildokson

        Vou te falar que para mim a coisa ia ser pior, eu no meu particular depois de WB ganho contra o “cone” Berretini ja dava como certo que no mínimo o Djokovic fecharia o Calendar Slam, e com grandes chances do enorme Golden Slam, mas ao invés disso veio o papelão ridículo de privar a companheira de dupla de disputar uma medalha (o que arranhou mais ainda a imagem dele) e a surra na hora do vamo ver (fechar a tal da bagaça dos 4 Slans kkk) no Us Open. Fiquei muito surpreso (e feliz claro kkkk) e só to te falando isso Paulo, pra você ver que a água desse balde do year-end (importância superestimada) ja nem vai vim tão fria assim tá? kkkkkkkkkkk
        Abs!!!!

        1. Paulo Almeida

          Diga pra mim quando foi a última vez que o Federer foi campeão de temporada, Gildokson.

          Dica: não foi na entressafra, mas foi graças à lesão do Nadal, senão a última teria sido em 2007 mesmo, kkk.

          Errata: balde de água fria.

  23. juninho Fonseca

    Norrie x esse georgiano aí em uma final do “quinto” Grand Slam do ano……….
    Difícil hein Dalcim…… assim fica difícil p tênis!

    1. Pieter

      Eu sequer me dei ao trabalho de assistir! Não tive a menor vontade.
      Já a final feminina foi maravilhosa. Digna de um Grand Slam.
      Show das mulheres! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  24. Luiz Fernando

    Tenho q dar a mão a palmatória com as aposentadoretes: o magistral Norrie já passou de um mero divisor de aguas, quem o vencesse ontem poderia até ser campeão kkkk…

    1. Vitor Hugo

      O tempo passa, vc envelhece, mas continua o ser mais infantil que passou pelo blog.

      Uma coisa é certa: Os dois finalistas são mais jogadores que o “jenio” Lyoid Harris, é só comparar o currículo de todos.

  25. Sandro

    Boa Noite Dalcim e amigos!
    O Hemerson, que ganhou o concurso de apostas, pode tentar a MEGA SENA, pois esse foi o resultado mais improvável de Indian Wells dos últimos tempos!!! Parabéns Hemerson, só vc mesmo pra prever isso! Essa nem a Mãe Dinah acertava!
    Apostei todas as minhas fichas no Dimitrov e me dei mal!!!

  26. Ramon Assis

    Poucos anos atrás eu tive o pensamento de que, com a ausência do Big 3, o tênis iria depender muito das mulheres para manter o seu destaque.

    Este post do Dalcim vem como a prova disso. Quem diria que em uma final de Masters 1000, o post seria dedicado à final feminina?

    Na época eu pensei isso por que para mim estava sendo bom acompanhar a imprevisibilidade da WTA acompanhada de mulheres carismáticas e competitivas. A ATP já me deu nos nervos com esse monopólio do Big 3 com os torcedores em uma exaustiva competição sobre quem entre os Big 3 merece mais fãs babões….

    E o resto da ATP não tem carisma e poucos são realmente competitivos. Na realidade, só o Tsitsipas, o Thiem e o Medvedev demonstram uma vontade enorme de vencer, mas, enfim, não possuem carisma algum.

    O USOpen deste ano foi bom por causa da WTA.

  27. Flavio

    Mestre Dalcin foi um jogão mesmo a final das moças que é fato raro elas jogaram nessa intensidade de disputa em 3h, ou seja não lembro se isso já aconteceu recentemente em jogos entre mulheres, embora a Badosa tenha feito menos pts. a sorte estava com ela e nos detalhes ela foi bem e controlou os nervos ,mas pelo volume de jogo acho que a Azarenka (que apesar de ser uma boa jogadora adora dar umas pipocadas às vezes) vai lamentar por ter perdido esse torneio importante que estava nas suas mãos, agora em relação a final masculina, Mestre nada contra os caras ,mas você não acha que a final feminina(dessa vez) foi mais interessante que a masculina? ABRAÇOS!

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, como aliás eu salientei no texto, Flávio. As meninas vêm dando seguidamente bons espetáculos.

  28. Sérgio Ribeiro

    Num Torneio em que Zverev tem dois Match Points e fica discutindo com um jogador de Pôquer ( o cara levou mais de 180 mil dólares com a derrota do Alemão) , tudo poderia acontecer . E tivemos duas FINAIS inesperadas sendo que a Feminina foi um jogaço. A Masculina conseguiu a proeza de um Quarto TOP 26 levar o Caneco ( Courier, Corretja e Ljubicic) , portanto nenhuma novidade . Sempre teremos Zebras e mesmo assim grandes jogos ao longo do Torneio. Infelizmente o Georgiano atrapalhou a FINAL com uma enorme irregularidade . Mas Norrie ( primeiro Britânico a levar ) continua na luta nesta sua excelente Temporada de ir ao FINALS . Como dito no excelente Post a FINAL de Miami também foi pra lá de inesperada , mas revelou mais um jogador excelente chamado Hurkacz. Vida que segue . Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps . Courier bateu Forget em 91 ; Corretja bateu Enqvist em 2000 ; Ljubicic bateu Roddick em 2010 . O Croata derrubou Djokovic e Nadal na campanha. Baghdatis tirou Federer rsrs. Abs!

      1. Luiz Fabriciano

        Para você ver, os três antigos fora do top 20 que já venceram Indian Wells – Courier e os outros – seguiram adiante vencendo jogos grandes. O espanhol chegou a tirar um set de Guga na final de RG 2001.
        Vamos ver onde estarão Norrie e o georgiano mais lá na frente. Se não serão apenas um raio que caiu uma vez no deserto da Califórnia.

        1. Sérgio Ribeiro

          Então, Luiz . Corretja tirou um Set de GUGA mas somente venceu três ATP 250 depois de Indian Wells até se aposentar. Hurkacz depois de MIAMI já atingiu esse “ feito “ . Esses dois de Indy 2021 dificilmente não farão mais que o Espanhol . Norrie ainda está com 26 anos . Abs!

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