ATP promete fortalecer Masters, maior calendário e mais prêmio
Por José Nilton Dalcim
21 de setembro de 2021 às 20:10

Documento obtido pelo tradicional diário francês L’Équipe diz que o conselho diretivo da ATP finalmente aprovou, durante o US Open, os estudos para uma reforma no calendário já em 2023. As mudanças mais importantes seriam aumentar a duração dos Masters 1000 para até 12 dias, copiando o que já fazem Miami e Indian Wells. e criar um 10º evento 1000.

Isso faria com que Madri, Roma, Canadá, Cincinnati e Xangai se tornassem mais robustos, ficando com semana normal Monte Carlo e Paris. Ao mesmo tempo, a ATP enfim permitirá que aconteça um ATP 250 na segunda semana dos Masters, o que tornaria o período mais democrático. Quanto ao novo 1000, fala-se em elevar um dos eventos de grama, provavelmente Halle.

O calendário passaria a ter 16 torneios de nível ATP 500, três a mais do que hoje. Não houve proposta para aumento nos 250, mas é bom lembrar que já em 2022 surgirá um novo, o de Dallas, marcado para 6 a 13 de fevereiro.

Para atrair a simpatia dos jogadores e garantir os votos necessários para concretização das modificações, a ATP acena para um expressivo aumento na premiação global da temporada, que passaria a oferecer 22% a mais do que acontece hoje, ou seja, saltaria dos US$ 62,5 milhões atuais para US$ 76 milhões.

O bônus que é dado ao final de cada temporada aos 12 melhores jogadores, hoje de US$ 11,5 milhões, também aumentará. Será de US$ 15.5 milhões já em 2023 e agora premiando os 30 mais bem pontuados. Até 2030, o valor total chegará a US$ 18,4 milhões.

Esse incremento seria bancado principalmente por uma reformulação nos acordos de direitos de TV. Os eventos ganhariam também com a venda de mais ingressos.

A rigor, esta é mais uma resposta da ATP à entidade paralela que Novak Djokovic bancou, a PTPA. Segundo reportagens publicadas na semana passada na imprensa europeia, a nova associação já estaria organizada para atrair patrocinadores e, dado mais importante, contaria com apoio de 80% dos tenistas masculinos e pelo menos 80 das jogadoras.

Segundo o L’Équipe, esse grupo já mostrou sua força e as vozes da PTPA teriam barrado a proposta inicial da ATP, feita durante Wimbledon, o que exigiu novas negociações e enfim o formato aprovado no US Open.

Nessa mesma linha apaziguadora, a ATP se propõe a melhorar a transparência de seus negócios e contratar uma auditoria externa e independente para revisar o fluxo financeiro e os investimentos.

Se confirmadas, são notícias excelentes para o tênis masculino.


Comentários
  1. renan esteves

    Só discordo de Halle virar 1000. Acho que poderia ficar com o Queens, já que é um dos torneios mais lôngevos do circuito e bem tradicional na história do tênis. A ATP deveria resolver essa situação dos torneios da América do Sul, colocando-os realmente na temporada de saibro, abril e maio, o que facilitaria a vinda de tenistas mais bem rankeados e num aumento de qualidade nesses torneios.

  2. Rafael

    Dalcim, ao ver o Thiago Monteiro poder jogar IW, após desistência, me fez lembrar algo que eu já deveria ter perguntado:
    O porquê dos tenistas brasileiros continuarem no saibro nessa parte da temporada se tem os torneios de quadra dura. Sei que é o habitat
    natural dos tenistas daqui, mas vc já jogando torneios (mesmo sendo challenger) na dura, já tinha ritmo pra entrar em IW e não precisa se
    readaptar de piso – pelo menos no caso de Thiago. Imagino que vc não jogar no seu piso predileto possa ajudar em melhorar algumas
    habilidades e deficiências (se eu estiver errado por favor me corrija pois sou leigo) ao inves de estar sempre na sua zona de conforto que não
    significa evoluir…
    Abraço!

  3. Gildokson

    Humildade e bom humor. É isso que Andy Roddick tem de sobra.
    A mesma ladainha de sempre foi alimentada mais uma vez com os comentários engraçados do americano diminuindo a si próprio, mas a realidade é uma só. Até agora os grandes Medvedev, Zverev, Thiem, Tsitsipas e cia foram incapazes de ser n°1 do mundo, e na boca dos comentaristas daqui são gigantes do esporte.
    Bora esperar neh… rsrs

  4. Luiz Fernando

    Não bastasse a confusão prévia envolvendo o Zverev agora vem o Wild na mesma toada, incrível como o ser humano faz de tudo p se envolver em situações de mau-caratismo…

  5. Zan

    Dalcim, o que achou do filme francês “Quinto Set”? Pareceu-me muito bem feito e acompanhado por pessoas que sabem como é a rotina de um tenista que não está no topo. Além de mostrar o lado mais dificil da rotina do profissional, possui algumas boas cenas cômicas, como a parte do tsitsipas de frutas. O filme pareceu ter umas pinceladas do documentário do Andy Murray, do Mardy Fish (a parte mental) e situações pelas quais passam vários tenistas, inclusive seu staff. Algo lhe pareceu exagerado ou equivocado com a realidade? Abraços

    1. José Nilton Dalcim

      Tem com certeza alguns detalhes que retratam bem a batalha dos tenistas profissionais, mas achei exagerado o ‘esquecimento’ do personagem principal. Parece que ninguém no filme sabia quem era ele, o que a própria história indica o oposto. O mundo do tênis é pequeno, todo mundo se conhece de alguma forma, e então achei isso um pouco deslocado.

  6. Luiz Fernando

    Rafa e Federer parece q voltarão a Laver Cup p jogar duplas; claro q também jogarão simples. Creio q todos, independentemente de torcerem p um ou outro, concordam q quando jogaram juntos proporcionaram um dos maiores espetáculos da história do esporte. Esse “revival” da dupla tem um significado claro: o final da carreira de ambos está cada vez mais próximo…

    1. Sérgio Ribeiro

      Errado : Provavelmente a de Roger Federer . Jogarem novamente duplas na Laver Cup faz parte de um pedido do Suíço. Titio Toni acaba de informar que a recuperação do Sobrinho está excelente, portanto poderemos ter o Espanhol por um tempo muito acima do Suíço. Todos sabemos que e’ CINCO anos mais jovem e não fez tantas cirurgias. Abs!

      1. Luiz Fernando

        Primeiro o pedido foi de A e agora é de B kkk. Claro q ambas as carreiras estão no fim, mas como vc patrulha alguns e fecha os olhos para outros, vem postando coisas q nem sabe direito só p bancar o sabichão kkk. Depois ainda se corrige kkk. Aqui é diversão garantida kkk…

  7. Rafael

    Vamos a 2 fatos sobre Andy Roddick:

    1) Andy Roddick declarou que foi o PIOR No. 1 que já existiu;

    2) Quando perguntado sobre como fazer (por ser um dos únicos) para ter vantagem no H2H contra Djokovic, respondeu: “Fácil, é só se aposentar antes de ele reverter o cenário”.

    Esse é Andy Roddick, falando sobre SI PRÓPRIO. I rest my case.

    1. Luiz Fernando

      E alguns blogueiros metidos a sabe tudo disseram q foi um grande jogador, quem será q acertou, os experts do blog ou o Sampras kkkk???? Aqui é ou não diversão garantida kkkk???

      1. Sérgio Ribeiro

        Sem dúvidas o único que não acertou , como sempre , foi tu. Não merecias , mas vou te ajudar mais uma vez . Moya , GUGA , Safin , Agassi , foram N 1 com Sampras em atividade , seguidos por Ferrero e Roddick, estes em 2003 . TODOS venceram SLAM e bateram o Norte-americano. Esses SEIS Ex-N1 do Mundo passaram a ser os oponentes de Roger Federer, com Rafael Nadal já surpreendendo o Suíço no MASTERS 1000 de Miami 2004 e N 2 em 2005. Acredito que o famoso” diversão garantida “ tem sérias dificuldades em raciocinar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Na primeira lista dos N 1 com Sampras em atividade faltou Lleyton Hewitt, o mesmo que assim como Safin , o bateu em Sets diretos na FINAL do USOPEN 2001 . Safin o bateu na FINAL de 2000. Evidente que oponentes fracos na opinião do expert rs . Abs!

        2. Luiz Fernando

          Desculpe, esqueci q vc sabe tudo, mas do q o Sampras, mais do q o Meligeni, mais do q o Dácio kkkkkkkk. Quanta audácia minha tentar discordar de algum posicionamento seu kkkkkkkkkkkkkkkkk…

          1. Sérgio Ribeiro

            Se o “ diversão garantida “ não conhecia os oponentes de Sampras e Federer , feche a matraca . Sampras jamais engoliu ter sido destronado por um moleque de 19 aninhos. Já esses Ex – N 1 faziam parte do Circuito de altíssimo nível . Como assina a entressafra com frequência , mesmo o Touro já tendo 14 Conquistas e o Posto de N 2 em 2005 , és motivo mesmo de diversão garantida neste fórum kkkkkkkkkkkkk. Abs!

      2. Renato Veneziano Toniol

        Caro Luiz Fernando, sim, Roddick foi um grande jogador, caso contrário, não teria sido campeão do US Open 2003, não teria conquistado cinco títulos de Masters 1000 e não teria fechado 2003 como líder do ranking.
        Se for compará-lo ao big 3 e a outros grandes nomes da história, óbvio que ele fica abaixo, mas dizer que não foi um grande jogador, os seus números falam por si só.

    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Rafael . Andy Roddick adora piadas e com isso é muito popular em todo mundo. Ele aparece no TOP 17 tendo virado a Temporada de 2003 no TOPO com Federer como N 2 . Seus confrontos com Novak começaram em 2007 com o Sérvio já N 3 e depois de NOVE confrontos até 2012 , manteve-se sempre na frente . Abs!

    3. Paulo Almeida

      O primeiro fato acaba ratificando a entressafra, embora não tenha o mesmo poder da bomba do Sampras.

      As declarações do Roddick têm sido muito pertinentes, especialmente a última: “Primeiro ele tira as suas pernas e depois a sua alma”. Até já disse que estou começando a ficar fã do nosso querido American Clown. Basta ele continuar mandando fato atrás de fato.

      1. Sérgio Ribeiro

        O pior N 1 que já existiu foi o excelente Patrick Rafter que somente ficou no Posto UMA única Semana, caro Piloto . E não terminou no Posto uma Temporada . Roddick estava brincando. E o Piloto e parte da Kombi caíram kkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. “ Tirar as pernas e depois a alma “ foi exatamente o que MEDVEDEV fez com Djokovic na FINAL do USOPEN 2021 . Sem choro kkkkk. Abs!

        2. Paulo Almeida

          Não, o Rafter era bem superior ao Roddick (que não brincou em nenhum momento, só falou a verdade) e inclusive surra o Fregueser por 3×0 no h2h, com direito a pneu e tudo. O servebot pesadão só conseguiu ser número 1 porque a safra era muito, mas muito fraca, assim como o passador de bolas com golpes pífios Hewitt.

          DjokoGOAT já entrou na final sem pernas (segundo ele mesmo) e Medvedev vinha só de treinos durante duas semanas. Aí ficou fácil.

          Sem choro!

          1. Sérgio Ribeiro

            Evidentemente que isso é depreciar a história do Tênis, como um todo. Tu demonstra as fraquezas do fanatismo cada vez que postas . Na boa , Piloto . Já não cola há muito e bate com o sumiço dos fakes cujo os nomes sabes de cor . Abs!

    4. Ronildo

      Ele tem um excelente bom humor. Faz piada com tudo. Acho uma pessoa super legal.

      Ele se aposentou cedo por causa do super-saque do quql seu jogo era meito dependente, mas que com o tempo começou cobrar muito das costas. Ele não tinha altura para ter um saque daquele, pura técnica e esforço.

      1. Luiz Fabriciano

        Na parte do saque, concordo com você.
        Nas demais, concordo com o Roddick.
        Ele também falou algo sobre Djokovic depois que jogaram nas olimpíadas de Londres. Algo como ter sido tratado como uma criança em quadra…
        Grande abraço.

    5. José Yoh

      Rafael, o melhor do Roddick é o seu humor. Ele perde a autoestima mas não perde a piada!

      Sobre as declarações, mesmo sendo o pior número um, ele foi um dos 26 seres humanos que conseguiram tal feito, o que já atesta sua qualidade. E eu acho que longe de ser o pior.

      Sobre a segunda declaração, eu acho que ele tinha algo a mais para vencer o sérvio mesmo. Na época em que Nole era número 3 (bem observado pelo Sérgio) e já bem maduro e consistente na quadra, ele venceu 3 vezes consecutivas, em 2009/2010. Neste momento estava 5 a 2 para Andy.

      O conteúdo da frase é bem verdadeiro. Se Federer parasse em 2010, estaria 13 a 6 para ele, e colocaria uma grande dúvida nas nossas cabeças sobre a questão de quem seria melhor.
      Grande abraço

      1. Sérgio Ribeiro

        E outra , caro Yoh . O Top 5 da ATP em 2003 era : 1 . Roddick, 2 . Federer. 3 . Ferrero, 4 . Agassi , 5 . Coria. Se manteve por 13 semanas , logo acima de Boris Becker com 12 . De fraco o grande Sacador não tinha nada … Abs!

      2. Rafael

        Sem dúvidas, Yoh, também vejo dessa forma. Coloquei aqui só para dar uma “agitada” nas coisas, rs.

        Grande abraço!

      3. Luiz Fabriciano

        Exatamente.
        Kyrgios está de 2 x 0, mas tem 3 anos que não jogam.
        Corre-se o risco de Djokovic se aposentar antes do próximo encontro… ou o Kyrgios, rsss.

  8. Marcus

    Ídolos não se controem apenas com talento. Nem com números. Nunca foi assim. Nunca será. Ídolos tem atitudes, condutas, perseverança, ética; não são perfeitos, mas sabem do seu poder de persuasão especialmente nas crianças e adolescentes.

    Quando o baterista foi atropelado por duas tragédias pessoais, seus dois outros colegas o esperaram. Seu luto durou 5 anos. Eles o esperaram. Voltaram ainda mais fortes. Quando se aposentou em definitivo, 5 anos antes de sua morte, a banda decretou o fim. Eram todos juntos ou nada. Sempre tiveram muita perseverança, ética, não precisavam exibir suas vidas nas redes sociais. As condutas falavam por si. Foram muito talentosos, tecnicamente incríveis, perseguiram a perfeição sempre. Entregavam o seu melhor em cada show. Suas musicas inspiraram gerações de músicos e bandas mundo a fora. Mas há ética, compromisso com as boas condutas. Nunca foi só música.
    Bon Jovi, Axl Roses, Dream Theater. Grandes talentos, mas nas primeiras dificuldades, seguiram sem seus grandes parceiros, como se fosse possível terem chegado onde chegaram sem eles. São grandes, mas nunca serão o que foram os lá de cima. Há um abismo de diferença.

    Djokovic, você é um grande jogador, mas suas condutas dentro e fora das quadras é horrorosa. Independente do seu talento e dos seus números, você nunca será como Rafa Nadal ou Andy Murray. Esses sim, grandes ídolos. Os mais éticos dentro do big four.

    1. Paulo Almeida

      O pior desse comentário nem foi sobre o Djokovic, mas colocar Rush e Dream Theater no mesmo barco de Bon Jovi e Guns N’ Roses.

      Quase vomitei aqui! 🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮

      1. Rafael

        Eu acho que o Jon Bon Jovi teve uma fase em ue foi visionário (para sua banda): Na música Dead or Alive, aborda a história de um cowboy, assunto histórico caro à maioria dos americanos, pelo desbravamento do oeste, etc, parte forte da cultura deles (vide a fama de John Wayne e, depois, de Clint Eastwood, em filmes do gênero); Na música Never Say Goodbye, acerta de novo em retratar EXATAMENTE a adolescência da maior parte da juventude média americana, ao falar em drive-ins, namoros, locais de perda da virgindade, etc – de novo fez um hit que falava a MILHÕES de americanos; na música Livin’ on a Prayer, ele consegue de novo, cada um dos milhões de americanos que vivem aquela realidade,ao escutar aquela música, pensam “foi feita para mim”, O homem trabalha nas docas (provavelmente um trabalhador braçal), é filiado ao sindicato (muito enraizados por lá) e não ganha o suficiente para sustentar a casa, além de enfrentar greves e perrengues; a mulher, para complementar a renda, trabalha de garçonete o dia inteiro, como milhões fazem por lá: largam os estudos porque se casam cedo e depois, quando precisam trabalhar, o emprego mais digno à disposição é ser garçonete em um diner; Sonhos destruídos, a mulher já não suporta mais. Quando estão em casa juntos, o marido diz para ela que tudo vai dar certo etc e tal, sendo que ambos sabem que NUNCA sairão daquela situação, daí o título: Vivendo de Ilusão (e não de oração, como sugere o original).

        Então, penso que, em determinada época da banda, eles tiveram sim o mérito de comporem uma 1/2 dúzia de “hinos” que, pela penetração que tiveram, fizeram da banda superstars. Depois viveram disso, lançando centenas de pop-rocks insossos e inodoros.

        Em determinada época da banda, Jon foi um gênio estrategista. Esse mérito eu dou a ele. E um empresário canibal e mau caráter – o tipo que ganha dinheiro, como ao sugarem o Skid Row por todo seu auge. Bon Jovi is (or was) a little more than meets the eye.

        1. Paulo Almeida

          Rafael,

          Eu acredito que Bon Jovi, GnR e mais uma série de bandas do gênero tenham escrito algumas letras interessantes. A questão é que, em termos técnicos e de complexidade das músicas, não se pode colocá-las no mesmo pacote de Rush e DT. Não dá. Foi essa mensagem que eu quis passar.

          Outra besteira enorme do Marcus foi dizer que o quinteto estadunidense nas primeiras dificuldades seguia sem seus grandes parceiros. Houve mudanças de apenas quatro membros ao longo dos mais de 35 anos de carreira, mas o único grande baque foi a saída do baterista Mike Portnoy em 2010 e na minha opinião não era justo a banda terminar por isso. James LaBrie, John Petrucci, John Myung e Jordan Rudess (80% do esqueleto da banda) ainda estavam lá e com muito a oferecer, tendo ficado provado com o Mike Mangini que o Portnoy não era insubstituível. De qualquer forma, isso não foi primeira e nem segunda dificuldade, mas sim uma adversidade que surgiu depois de duas décadas e meia.

          O caso do Rush é mais complicado, mas o primeiro baterista foi o John Rutsey e não o Neil Peart. Enfim, contam-se nos dedos as bandas que mantiveram sempre suas formações originais.

          Abs.

    2. Marcelo Costa

      O problema é avaliar o tenista como ídolo, coisa que ele não é, pois, ao ser o debate fica passional, e falta razão. O tenista nole é um gênio, o maior que pisou em uma quadra, foi melhor que os melhores que enfrentou. Dito isso o ser humano nole é falho de caráter, e pasme é falho como grande parte das pessoas e com todo respeito você algumas vezes e eu mais outras, por isso tenho apreço pelo esporte tênis, por quem o pratica com maestria e isso o péssimo ser humano nole é o maior.
      O resto é passionalidade.

        1. Marcelo Costa

          Sabe minha opinião sobre o caráter do sérvio, pouco importa, eu acho ele o maior tenista de todos os tempos.

      1. José Yoh

        Exato Marcelo. Esperamos que os deuses sejam deuses, mas sequer deuses eles são.

        Embora não concorde com muitas atitudes do sérvio (até mesmo dentro da quadra), ele é um ser humano como nós: a prova é que ele vai ao banheiro.

        Grande abraço

  9. DANILO AFONSO

    Dalcim, fico muito feliz em ver que o portal de notícias do TênisBrasil disponibilizou um dos vídeos do canal (youtuber) do jornalista esportivo VILLARON, profissional com ótima visão do que ocorre no mundo esportivo, transmitindo com muita seriedade, polidez e naturalidade temas envolvendo o tênis, inclusive pautas polêmicas.

    Essa parceria será regular no TênisBrasil ou esporádica ?

    Você e o Villaron já são amigos (colegas) de longa data ?

    Saudações Tenísticas !!

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, conheço o Villaron há algum tempo e sempre admirei seu trabalho no SporTV. Como de vez em quando batemos uma bola, sei que ele é muito próximo do tênis e gostei das abordagens. Então a ideia é que a parceria siga em frente, Danilo. Abs!

  10. Alvaro Armbrust

    Prezado Dalcim, nenhuma nota sobre o lamentável encontro de Novak Djokovic com reconhecidos criminosos de guerra sérvios há alguns dias?
    Encontro este provavelmente aprovado por alguns aqui neste blog.
    Saíram matérias nos mais diversos veículos.
    É só dar um Google.
    Você não acha que o atleta também dever dar exemplo como cidadão?
    Obrigado.

    1. José Nilton Dalcim

      O fato foi noticiado pelo TenisBrasil, Álvaro. E deu boa repercussão, aliás. Acho que não cabe um comentário específico sobre isso, porque acho leviano comentar algo sem ter todas as visões, o que não apareceu em lugar algum. De qualquer forma, acho sim que os atletas de peso devam dar bons exemplos, isso é parte integrante do pacote. Abs!

    2. Luiz Fabriciano

      Por que sempre é melhor atacar do que entender? Ao menos tentar entender…
      Como respondeu o Dalcim abaixo, seria leviandade dele comentar sobre algo desconhecido. Ninguém sabe o motivo e/ou o teor das conversas, pois, nem Tenisbrasil nem outro meio divulgou detalhes.
      Quanto a dar exemplos, será que se fosse outro #1 do mundo, até do passado, se encontrando com a personalidade citada, em busca de um processo redentor, primeiro atacarias ou dirias que foi um bom exemplo?
      Temos vários exemplos históricos de pessoas imbuídas de princípios altruístas que tiveram que conviver com outras, de personalidades contrárias. Mas o objetivo era a coletividade. Graças à Deus as tivemos.

      1. Alvaro Armbrust

        Negacionismo, anti-vacina, promoveu torneio no auge da pandemia, com 34 anos dá chilique na quadra como se tivesse 16, senta-se à mesma mesa com genocidas e você vem passar pano? Redenção? Você acha que Djokovic foi dar uma chance aos genocidas para se redimirem? Não misture as coisas. O cara joga muito, é um atleta espetacular mas como cidadão é um babaca. E ídolos devem ser exemplo dentro e fora das quadras, das piscinas, das pistas, dos palcos…
        Não perfeitos, ninguém o é. Mas dignos. Devem fazer por merecer, como disse o capitão ao Soldado Ryan.
        O Dalcim obviamente já formou o seu juízo de valor, mas como jornalista e profissional responsável e, principalmente para não fomentar polêmicas, sabe que não seria sensato emitir sua opinião pessoal neste caso.

          1. Alvaro Armbrust

            O tempo já vem mostrando. Minha análise foi sobre fatos que ocorreram ao longo do tempo. Não estou fazendo um julgamento para a o contexto histórico, não tenho pretensão, relevância nem capacidade de fazê-lo. Isso caberá aos historiadores. Só estou dando a minha opinião que, aliás, não fará a menor diferença para Novak Djokovic e provavelmente pra ninguém. Talvez para meus filhos a quem procuro passar princípios de empatia, humildade, respeito e tolerância.

          2. Luiz Fabriciano

            Não ia mais voltar a esse assunto Alvaro, mas como você continuou…
            Isso que você procura passar aos seus filhos, o sérvio passa aos dele também. E para a grande maioria das pessoas que o vê, pelo mundo afora.
            Afinal, bancar uma instituição que agrega valores e qualidade de vida à crianças carentes, promovendo um futuro que não teriam se não fosse isso, não é pouco, para ficar apenas em um exemplo, de tão grandioso que é, não precisa outros.
            Se isso é menor que quebrar raquetes – suas próprias raquetes – então, talvez o que tenta passar aos seus, não seja exatamente o que devias.
            Como disse o Rafael, não somos advogados do sérvio, mas não dá para ficar alheio à uma inclinação tendenciosa de denegrir alguém.
            Nunca tive o prazer de conversar com Djokovic, mas conheço gente que já o fez e como respeito muito e admiro essa gente, a opinião deles foi muito importante para minha avaliação.
            Se não bastasse, o assunto do Blog é sobre uma considerável melhoria proposta pela ATP em função de uma liderança do sérvio.
            Também agrego às minhas avaliaçãos, as falas de Guga, Shapovalov, Medvedev, o garoto que fez a primeira rodada do US Open, o garotinho que ganhou uma raquete de presente em RG, para também ficar só nesses.

        1. Rafael

          O Dalcim não é o único que pode ter formado um juízo de valor nem o único profissional responsável. Assim, também vi a a notícia, procurei me informar e formei meu juízo de valor. Sem ser hater nem passar pano pra ninguém. Porém, como não estou a fim de polêmicas, não comentei o caso aqui.

          Agora que seu post escancara que Djokovic já foi por vc julgado e condenado, de forma até desmedida, isso não dá para não perceber. Como certos sentimentos, como o que vc expressou no seu post, encontraram na Internet um canal de catarse, esse sim é um fenômeno que acho interesantíssimo e estou sempre lendo sobre.

          Ah, nada contra vc escrever o que quiser, não estou advogando em favor de Nole, não ganho nada com isso.

          Nem concordo com nada do que escreveu, com todo o respeito.

          1. Alvaro Armbrust

            Com o que você não concorda Rafael?
            Vamos lá:
            1. Djokovic é negacionista
            2. Djokovic disse que não iria tomar a vacina se pudesse evitar de fazê-lo
            3. Djokovic tem atitudes bastante destemperadas em quadra mesmo aos 34 anos
            4. Djokovic realizou um torneio em plena pandemia, o que era claramente contra-indicado
            5. Djokovic sentou -se à mesa com um reconhecido genocida.
            6. Eu disse que minha opinião não é relevante
            7. Eu disse que acho que ídolos devem ser exemplo de atitudes.
            8. Eu disse que ninguém é perfeito
            Você não concorda com qual fato acima?
            Respeitosamente

  11. Luiz Fernando

    Dalcim, não sei se eu esperava mais e veio menos, mas me parece q o nível da Swiatek não progrediu rapidamente como eu imaginava. Após a performance dominante em RG 2020 eu pensei q veria uma escalada dela rumo ao estrelato, o q ainda não ocorreu. Em especial nos pisos mais rápidos achei q falta algo no jogo dela, talvez um pouco mais de agressividade. Como vc vê a perspectiva dela para o curto prazo?

    1. José Nilton Dalcim

      Ela sempre teve dificuldade de adaptar seu jogo ao piso mais veloz, Luiz, mas isso é frequente no circuito e acredito que seja preciso dar tempo ao tempo. Iga já até venceu um WTA na quadra dura no começo da temporada, mas sinto que ainda falta um pouco de confiança. Potência ela tem, me parece que ainda peca por não dosar corretamente o momento certo de atacar. Tem um potencial enorme e acredito que vai chegar lá.

  12. Luiz Fernando

    O time do resto do mundo vai perdendo “apenas” por 11×1. É composto ou por jogadores decadentes ou por descompromissados. O melhor do resto do mundo é o…Borg, q atua como uma estátua insossa. O Rublev q brilha apenas nos ATP 500 parece Rafa ou Federer, p se ver o nível da disputa…

    1. José Yoh

      Sempre achei bem esquisita essa divisão Europa vs resto do mundo. Dá uma impressão de algo meio elitista, uma certa arrogância, sei lá.

      Sobre o vareio, se a Laver Cup não rever isso vai ser meio complicado o futuro desse torneio. Ninguém quer ver jogos tão desbalanceados principalmente sem o Big 3. E agora com o aumento do calendário…

      1. Sérgio Ribeiro

        Então, caro Yoh . Como chamar uma Equipe que reúne América do Norte ( USA , Canadá) , América do Sul , Oceania ( Austrália) , que não seja Resto do Mundo ? . Nesta Equipe temos nada menos que SESSENTA Títulos de Copa Davis somente com USA ( 32 ) e Austrália ( 28 ) . De longe os maiores vencedores seguidos pela Grã-Bretanha e França com apenas 10 . O problema é da safra ruim dos USA e Austrália. Daí não existir nada que não possa piorar rs . O público na verdade que ver bons jogos independentemente de quem vai vencer . Digo isso pelo sucesso que vimos nas 4 edições que curiosamente sem a presença do Big 3 na atual , foi de longe a mais desequilíbrada . Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Correção : O correto é Time Europa x Time Mundo . Este ano foi disputada simultaneamente com a Ryder Cup fonte de inspiração para Federer e seu agente . Na do golfe e’ Time Europa x Time USA . Em suas 42 edições o Time EUA vence por 26 contra 14 do Time Europa e dois empates . A Laver Cup distribui $ 250 mil dólares a cada membro da Equipe vencedora . Três Atletas são por Ranking e Três escolhidos pelo Capitão. O Big Mac anda errando nas escolhas … rs . Abs!

          1. José Yoh

            Sérgio, não sabia de algo similar no golfe. Bem, se for pensar direito não vejo mesmo muito jeito de separar em dois times de uma forma equilibrada atualmente, muito menos mudar o nome. Pura implicância minha.
            Abraços

          2. Miguel BsB

            Assisti ontem boa parte da Ryder Cup, e ali foi o contrário da Laver Cup…time USA deu uma lavada no time Europa.

    2. Paulo Almeida

      Para esse torneio insosso ter alguma graça, deveriam confrontar Europa Ocidental e Europa Oriental, sendo que as duas poderiam ter “reforços” do resto do mundo.

      1. Daniel C

        Esse torneio é uma das melhores invenções que fizeram nos últimos anos. É outro nível de entretenimento, se comparado àquele torneio promovido pelo DjoCovid antivacina rs. Mas não dá pra negar que o público teve altas doses de emoção: preocupação de contrair COVID kkkkkk

        1. Rafael

          Principalmente para a agência de Federer, que fatura uma fortuna com ele e faz vista grossa para os problemas kkkkkkkkk

          Luiz fernando tem razão, diversão garantida!!!!

    3. Sérgio Ribeiro

      Para atingir Kyrgios atacas todo mundo ? . Nem Aliassime , nem Shapovalov estão em decadência. Muito menos Dieguito e’ descompromissado rs . E Borg é o Capitão do … Outro Time kkkkkk. Que é composto por apenas Jogadores TOP 10 . Assim como Rublev também não é apenas jogador de quinhentinhos já tendo FINAL de MASTERS 1000. Isto é que podemos chamar de arrogância. És ou não o diversão garantida ? kkkkkkkkkkk. Abs!

      1. Luiz Fernando

        VC falar em atacar este ou aquele soa estranho, afinal vc é sempre tão compreensivo com os demais kkkk. Eu não ataco este ou aquele, eu ataco quem eu julgo q merece ser atacado: Kyrgios sempre mereceu e está decadente, tanto q fala em encerrar a carreira, Isner está decadente, Schwartzman também e Shapovalov após a famigerada vitória Rafa em 2017 nunca progrediu como poderia. Acho q o massacre da Europa vs resto do mundo diz tudo, os mais fortes contra a “rapa”. E claro q notei kkk q o Borg é europeu, afinal acho q ele é sueco, e a menção dele ser o melhor do resto do mundo é apenas uma gozação com a fragilidade do resto do mundo, detalhe que com sua milenar dificuldade de compreensão vc vão capta kkk. Aqui de fato é diversão garantida kkk…

          1. Sérgio Ribeiro

            Ia me esquecendo. Seus comentários sobre jovens Tenistas são típicos de quem não entende nada do Esporte. És um comentarista apenas de resultados. Somente enxergas depois do fato consumado. Acredito que nuncas vai entender o que são atletas em formação. Sua pergunta ao Dalcim sobre a excelente Swiatek, apenas como exemplo, é de alguém que somente sabe repetir a babaquice de que aqui ‘ e’ diversão garantida “ kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

  13. Rafael

    Quem é capaz de cravar HOJE quantos Wimbledon/RG Medvedev irá ganhar, ou mesmo se irá ganhar algum? Ninguém. Embora todos conheçam as características de Medvedev, o tipo de piso que ele prefere, etc.

    Ou seja, se é pra relativizar o passado, vamos fazer o mesmo com o futuro, pq não? Todos já conhecemos os estilos de jogadores como Medvedev, Zverev, Tsitsipas, Shapo, Thiem. E mesmo assim, só podemos SUPOR sobre probabilidades baseado no que sabemos.

    E se Medvedev decidir daqui a 2 anos que a vida dem o tênis é menos desgastante e abandonar tudo, deixando assim de ganhar vários Slams poderia vencer mas deixaria de disputar? isso tem que ser relativizado? E se Aliassime, apesar de ser um ótimo jogador, nunca vencer uma final individual de um torneio ATP? Relativizando, Bellucci seria melhor que Aliassime, pq venceu 4?

    Affee, quanto esforço vcs fazem pra teorizar sobre uma realidade já construída. Tão absurdo quanto relativizar o futuro é fazer o mesmo com o passado. Na melhor das hipóteses, para ter assunto durante aquela cervejinha, podemos conversar sobre o “SE”. Se Federer tivesse trocado a cabeça da raquete antes, SE Nadal não tivesse tido tantas lesões na carreira, SE Borg não tivesse parado aos 26 anos, SE Seles não tivesse levado a facada, etc.

    1. José Yoh

      Rafael, creio que não há muito o que discutir, já que é uma questão de pensamento de cada um e é facilmente compreensível. Não precisamos analisar muito para concluir que as diferenças de época foram gritantes e influíram nos números. Você mesmo citou Seles e o quanto aquela facada mudou a história.

      Então é tudo questão de querer ou não fazer algum exercício mental do “se”, algo que na verdade não gosto de fazer. Mas ninguém pode cravar por exemplo que Laver é melhor que Nole ou vice-versa, justamente por causa disso. Até mesmo Federer vs Nole é uma discussão interminável com argumentos válidos de todo lado. Um espaço de dez anos é uma eternidade em qualquer esporte.

      É realmente assunto de bar como você falou. Mas o blog sempre foi um grande boteco nos comentários, rs.
      Grande abraço

      1. Luiz Fabriciano

        Laver e Djokovic até concordo, mas Djokovic e Federer, não.
        Afinal se enfrentaram por mais de 50 vezes, enquanto no primeiro exemplo, um tem idade para avô do outro.

  14. lEvI sIlvA

    Como bem disse a Helena, um post atrás, já começaram a “jogar pedras” em Emma Raducanu por ter optado em trocar de treinador lá nos comentários de Notícias do TenisBrasil via Face. Pois bem, vamos a alguns questionamentos… Contrariando qualquer expectativa e possibilidade, claro, a jovem foi campeã sem sequer perder Set. What? (Se algum maluco apostou nisso lá no início do US Open, ainda que de zoeira, ficou rico! $$$$$) O técnico que a acompanhava jamais imaginou isso também. Será que não partiu dele, querer que a tenista buscasse alguém com maior currículo que o dele? Enfim, são coisas a se pensar, antes de dizer que a moça vai ladeira abaixo, agora.

    1. Ronildo

      Também achei super exagerado os comentários. O que acho legal é o fato dela pensar por si própria. E está super focada na carreira.

  15. Ronildo

    Emma Raducanu vai trocar de técnico. Seria uma boa oportunidade para o Murray. Acredito que seria uma grande parceria. Murray é uma pessoa excepcionalmente avançada em diversas frentes. Mas decerto a relação de amizade entre os dois ficou atritada depois que Raducanu dispensou o sogro dele. Outra que acredito que seria uma técnica perfeita para a Raducanu é a Martina Hingis. Mauresmo também seria uma boa opção.

    Para mim os melhores técnicos do circuito são Carlos Moyá e Juan Carlos Ferreiro.

    1. Ronildo

      Este é o comentário do verbo ser, não sei se é no pretérito perfeito ou mais que perfeito, ou que pretérito se tornou.
      A conjugação é:
      Eu seria
      Tu serias
      Ele seria
      Nós seríamos
      Vós seríes
      Eles seriam.

  16. Luiz Fernando

    Aliassime e o italiano fizeram uma partida bem mais interessante do q a da tarde. A despeito de achar o europeu mais tenista, até meados do segundo set estava com a impressão q o canadense venceria, pois creio q ele vem subindo de produção aos poucos após estar sob a tutela do Tio Toni. Mas no final, após estar por 2x com minibreak na frente ele fraquejou e perdeu, demonstrando q o seu caminho rumo as maiores vitórias será longo, muito longo, infelizmente talvez nem chegue lá. Por outro lado o italiano mostrou q seu BH aos poucos está se tornando mais confiável, fato explicitado de forma clara no mpoint; porém, errou um voleio q nem eu erraria no final, além de outros erros infantis, mas me parece numa trajetória mais consistente do q a do canadense no rumo das vitórias…

  17. Paulo Almeida

    A Igreja Freguesiana está animadinha demais pro meu gosto e sem razão nemhuma pra isso, uma vez que o GOAT Djoko ganhou três Slams e fez final do outro, ao passo que o terceirino do Big Three colecionou humilhações para Basilashvili, Andújar, Koepfer (culminando em fuga de Rolanga com medo do carrasco), Aliassime, Mannarino e Hurkacz. Deveriam continuar recolhidos em suas cavernas, sarcófagos ou afins.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Quem dirige igreja por aqui é você mesmo, seu farsante!

      E é uma igreja tão fanática e “enjoenta” que os membros dela são apenas “Paulos, Gustavos e Pedros” que você cria.

      kkkkkkkk

  18. Daniel C

    O Djokovic sempre teve ego inflado (sempre quis ser popular, o centro das atenções) e sempre se frustrou de ver que era o Federer e em seguida Nadal, que tinham mais torcida, não importa o quanto vencesse. A criação da PTPA na minha visão foi mais uma forma dele chamar a atenção do mundo (“Ei pessoal, olha eu aqui, estou afrontando a ATP, estão vendo como sou corajoso?”). Acredito que lá no inconsciente esse seja o verdadeiro motivador e acho que causa mais desunião do que união.

    Acho que a ATP teria que se modernizar cedo ou tarde, afinal os esportes evoluem e perceberam que após a era do Big3, não teremos jogadores que chamam tanto a atenção. Então tinham que se mexer para manter o negócio mais lucrativo, pois já estão prevendo queda de audiência com as aposentadorias de Federer e Nadal. No caso do sérvio, a audiência já costuma ser baixa mesmo. Como diz o Sérgio, a torcida (de Paulos) cabe numa Kombi kkkkkk.

  19. Daniel C

    A ATP resolveu criar M1000 na grama justamente agora que o Federer está praticamente aposentado. Muito estranho isso, quando paramos pra pensar em outras questões extra quadra como diminuição da velocidade das quadras e padronização dos pisos, fatores esses que beneficiaram muito mais Nadal e Djokovic, jogadores moldados para um jogo mais de regularidade e solidez do fundo, do que o Federer, um jogador talhado para quadras rápidas. Enfim, para mim são atitudes de bastidores que deixam claro que houve uma força extra quadra para impedir um domínio muito maior do suíço, fornecendo “armas” (condições) para seus rivais diretos equilibrarem as forças. Por essas e outras que os números do suíço são enganosos (para muito menos) considerando o tênis que ele apresentou durante toda a carreira, contra as artimanhas dos dirigentes que tentaram ajudar a concorrência do suíço. Quem perdeu com isso foi o Tênis. Agora quando olharemos a lista de maiores vencedores de GS e no1s veremos um antivax, chiliquento e agressor de boleiros e juízes como o recordista.

    1. Marcelo Costa

      Na reunião da atp, feita no dia 30 de fevereiro na área 51 em nevada, estavam reunidos: alienígenas do passado, terraplanistas, dois reptilianos, entre outros nobres membros, com o claro intuito de não permitir que o suíço, que claramente nasceu em um país pobre, cercado de guerras, e não possui carisma algum, sequer talento, então se faz necessário ma calada da noite, mudar, moldar, transpor quadras e regras para favorecer outros tenistas.
      Me perdoe mas isso é de uma insanidade tamanha, que creio que você esteja brincando, pois, se falou sério, eu me preocupo contigo.
      PS. Os atlantis foram convocados, mas como não há tênis submarino, declinaram do conluio.

    2. Luiz Fabriciano

      Me pergunto: tu és assim mesmo ou apenas mais uma tentativa de achincalhar o universo?
      Vale para os dois posts.

    3. Rafael

      kkkkkkkkkkkkkkkkk, mais um pra lista dos “esquemas de bastidores”.

      Como diz o Luiz Fernando, aqui é diversão garantida!!!!!

  20. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, por favor, não repare minha ausência, mas explico; fiquei muito frustrado com: Djokovic, Shapovalov e Halep e como não quero incomodar os companheiros do blog com minhas frustrações, como algum fazem, preferi curtir sozinho esse sentimento, mas continuo vivo e atento. Abraços.

  21. Ronildo

    Estamos presenciando grandes transformações na elite do tênis. O fracasso mental de Djokovic na final US Open foi o principal evento, já que uns 90% dos apreciadores de tênis estava desejando esta queda devido à sua marcante impopularidade.

  22. juninho Fonseca

    Eu acho q a atp perde muito dinheiro não incentivando os tenistas top a jogarem duplas também…fazer menos torneios com maior tempo de duração,10 dias, fariam com que os top de simples também se interessarem pelas duplas,que consequentemente aumentaria os prêmios… enfim…não consigo entender como l
    Eles não enxergam isso….
    Imagina uma final de slam com Federer e Nadal de um lado x Murray e Novak Djokovic do outro…….quem não se interessaria em ver?

  23. Rafael

    Já postei outras vezes aqui sobre isso, fico satisfeito de ver que os colegas estão reconhecendo o estrago (no bom sentido) que a PTPA está fazendo. Acho bacana o Pospisil, mas sem Djoko e tudo que vem no pacote (força de influência, atrair patrocinadores, posição no circuito, etc).

    Isso, sem desrespeitar ninguém que pensa diferente, é marcar época no esporte. Dentro e fora das quadras.

    Pra mim, isso é legado. E vem mais por aí.

    PS: Esses dias, aproveitando a página que fui convencido a criar no FB (rede que não suporto) há um tempo por razões profissionais, comecei a postar umas respostas nos comentários das notícias do site. kkkkk o pessoal que comenta nas notícias (claro que não todos) tem uma ala bem furiosa e boca suja kkkkkkkk me divirto.

      1. lEvI sIlvA

        Não há a menor dúvida Rafael. Sem, ao menos um do Big 3, uma associação a parte ou paralela estaria fadada ao fracasso. Tanto Federer, quanto Nadal não iriam bater de frente com a ATP, quem restaria, então? E segue-se mais melhorias adiante, com auditoria independente e prestação de contas com investimentos. A pressão externa conseguiu algo que não se via ocorrer por mais que se reclamasse ou se pedisse por um ou outro tenista individualmente. SE isso não é um legado, não sei oq eu seria, afinal..!

    1. Helena

      Acho que hoje em dia não há como negar que a chegada da PTPA fez bem ao tênis. Ainda não sei como a organização vai se desenrolar e se será a melhor opção para defender os jogadores, mas o que é indiscutível é que a sua existência e mostra de força (esta última que tanto tentaram menosprezar) foi capaz de pressionar a acomodada ATP a adotar medidas a favor dos jogadores.

      No começo eu achei que eles tinham divulgado a associação muito cedo, mas hoje em dia parece ter surtido efeito. A primeira vez que comecei a achar que o grupo teria sucesso foi quando o Mannarino pediu que o Djoko interviesse por ele no US Open do ano passado, o que pareceu uma clara demonstração de que eles haviam conquistado a confiança dos jogadores.

      Por sinal, 80% dos jogadores e 80 das mulheres são números impressionantes. Ficou curiosa pelos próximos passos. Nada mal para uma organização sem apoio e que não sabia nem o que era.

  24. Davi Poiani

    Salve Dalcim! A propósito do assunto desta postagem, já vi algumas notícias a respeito dos organizadores de Indian Wells proporem elevar a categoria do torneio. Ele se tornaria assim uma espécie de Super Masters, oferecendo mais pontos (talvez algo entre 1.200 e 1.500 pontos para o vencedor), maior premiação e estando assim em um patamar intermediário entre um Masters 1000 e um Grand Slam.

    A chave de Indian Wells e de Miami tem o mesmo tamanho, mas levando em conta outros quesitos, em especial as instalações e o complexo das quadras, eu acredito que seria algo interessante sim para o circuito e que Indian Wells deveria ser o torneio a ser contemplado, se algum dia isto vir a se concretizar.

    Você veio a ler algo a respeito ou se aprofundar no assunto? Você acha que algo assim seria bom para o circuito?

    1. José Nilton Dalcim

      Só vi isso como mera espetaculação, Davi. Para mim, não teria sentido se criar uma nova categoria de torneio que só serviria para um único torneio. Se isso acontecer, teria de ser aberto para os outros também. Indian Wells sem dúvida tem sido o torneio predileto dos jogadores. É também o Masters que paga maior premiação.

    2. José Nilton Dalcim

      Só vi isso como mera especulação, Davi. Para mim, não teria sentido se criar uma nova categoria de torneio que só serviria para um único torneio. Se isso acontecer, teria de ser aberto para os outros também. Indian Wells sem dúvida tem sido o torneio predileto dos jogadores. É também o Masters que paga maior premiação.

      1. Rafael

        Feitos que Federer conseguiu e nem Nadal nem Djoko ainda tem:

        – Ter os filhos dele; Esses são só dele e da esposa, nenhum dos outros dois tira;
        – Morar na Suíça;
        – Fazer a roupa da Uniqlo parecer elegante;
        – Falar alemão tão bem como Boris Becker fala, mas isso Federer conseguiu aos 10, 12 anos de idade;
        – Comer chocolate e queijo suíço quando quiser, sem ter que pagar preço de importado;
        etc

        Um gigante o Federer, feitos isolados!

        Essa é pro Ronildo, kkkkkk

        1. Luiz Fabriciano

          Tem mais um Rafael, que o Djokovic até tentou uma aproximação durante o US Open, mas, em vão: o record de madeiradas.
          No mais, também acho o suíço enorme.

        2. Marcelo Costa

          São pessoas como eles que fazem a internet ter graça, afinal vivemos em um mundo onde esperaram o suiço estar prestes a se aposentar para lançar o ms 1000 na grama. Tão injustiçado o mais talentoso tenista de todos os tempos.
          Ria prezado, ria, pois, amanhã será pior.

  25. Edval Cardoso

    E esse dinamarquês, Holger Rune, tá mostrando á que veio, 18 anos e já tá ganhando de gente grande, é mais um pra se ficar de olho, tem um tênis vistoso e é muito agressivo.
    Fazia tempo que eu não via uma bicicleta de duas rodas em qualquer nível de torneio masculino e ele aplicou uma essa semana em Mets na França.

  26. Marcos RJ

    Apos a declaracao de Tsitsipas (sobre Medvedev campeao do USOPEN-2021), surgiu uma nova definicao para o termo “Uni-Dimensional”: individuo sem profundo conhecimento de si mesmo ou de sua propria realidade, que se esconde no banheiro para pedir explicacao ao papai.

  27. Josh

    Então, a PTPA foi bom ou não? Olha o que já causou, em nenhum momento foi para causar desunião, e sim mais condições, enquanto não há concorrencia, ninguém se coça. As pessoas sempre confundem o não gostar de uma pessoa com; isso é uma babaquice, olha a desunião que o cara tá causando, etc……. Não puxo cera pra ninguém, mas essa vez tive que falar, pq na história sempre alguém tem q dar a cara para bater, e a primeira impressão é sempre de estar errado, de ser criticado, mas com o tempo as coisas tomam seu rumo, perfeito ninguém é, errar pode ser q erre, mas as vezes vale a pena, pois beneficiará muitos outros. Pode-se ficar quietinho, caindo nas graças de todo mundo, fazendo o politicamente correto, ou pode-se lutar, gerando controversas, parecendo antipatia natural, mas no fim, mas nem sempre, mas q valeu a pena, pode vir uma vitória de peso!

    1. Luiz Fabriciano

      E a história diz que dos que deram a cara à tapa e foram taxados de rebeldes e/ou loucos, muitos morreram, mas deixaram heranças para que os sobreviventes vivessem melhor.

  28. Paulo Almeida

    Se já houvesse Masters 1000 na grama há uns 10 anos, o Craque teria vencido uns sete pelo menos e em muitos deles surrando seu sparrão suíço.

    1. Sérgio Ribeiro

      Jura ? . Perdeu as TRES FINAIS que chegou e depois desistiu de Halle e Queen’s. Com direito a 6 x 1 no terceiro pra Tommy Haas em Halle. Em Queen’s, perdeu em Sets diretos para o Touro e a outra para Cilic . Ou seja , somente na sua cabeça que ele alcançaria as ONZE conquistas do Craque Suíço. Sabes nada caro Piloto kkkkkk. Abs!

      1. Paulo Almeida

        O rei da grama DjokoGOAT desprezou esses torneios mequetrefes na maior parte da carreira, pois não tinham status de Big Titles. Se já fossem Masters 1000, certamente o Craque Supremo teria disputado preferencialmente Queen’s várias vezes, já que Halle é uma várzea com sombra do teto na quadra e ninguém enxerga nada.

        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa , nem fake posta uma asneira tão grande , enroladíssimo Piloto. A última tentativa , quando perdeu a final pra Cilic , foi em 2018. Este ano com o Touro lesionado , foi treinar no minúsculo ATP do Titio Toni . E mesmo assim somente jogou duplas pra ficar Invicto até WIMBLEDON. As superfícies são tão distintas que não existe não ligar . A prova é que Sampras ( o segundo melhor na superfície) , jamais pulou algum . Não pague mico se não a “ Turbinada ‘ enguiça rs . Veja quantos fakes sumiram do fórum kkkkkkkk. Abs!

        2. Rafael

          “torneios mequetrefes” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkessa ri até doer a barriga, muito boa kkkkk. ai minha barriga….

      1. Paulo Almeida

        Aí teria pegado a horripilante entressafra 2003-2007 e infelizmente o Federer teria feito a festa em cima do pobre Roddick.

        1. Sérgio Ribeiro

          Pobre Andy Roddick ??? . Aquele do tal h2h positivo de 2007 até 2012 contra o “ goat “ paraguaio ??? . kkkkkkkkkkkkkAbs!

    2. Groff

      Sim, essa possibilidade é bem concreta, especialmente se levarmos em consideração o número de títulos que o teu Djockão tem em Halle/Queens. Quantos mesmo?

    3. Rodrigo S. Cruz

      Hahahaha

      Faz-me rir, chorão de banheiro

      O suíço varreria a quadra com a carcaça falsa do sérvio negacionista, abraçador de árvore, isso sim!

      kkkkkkk

      1. Paulo Almeida

        Olha só, o “ômi di verdade” resolveu aparecer na maior desfaçatez depois das fugas vergonhosas da semana passada.

        Errado: Frauddy teria sido varrido sem piedade como em Wimbledon 2014, 2015 e 2019 (aqui o GOAT Djoko jogou com apenas 15% da sua capacidade contra 100% do freguês), o que fez com que você ficasse pelo menos três dias debaixo da cama esgoelando sem parar, hahahahahaha!

  29. Thiago Silva

    Acho mais justo que seja Queens o Masters da grama, tem muito mais tradição e dá pra enxergar a bola, se for Halle vai ser só pelo dinheiro mesmo.

    1. Sérgio Ribeiro

      Outra bobagem . A quadra Central de Hale é especial para um MASTERS 1000 com capacidade para DOZE MIL e TREZENTOS espectadores, com direito a um Teto retrátil que pode ser fechado em 88 segundos . O Estádio é todo aquecido e utilizado também para basquete, Vôlei , handebol e BOXE . Um complexo ultra moderno. Está na hora de trocar esse Óculos de mais de 30 anos kkkkkk. Abs!

      1. José Nilton Dalcim

        Sem falar que os patrocinadores alemães são muito mais fieis. Queen’s tem tido problemas para manter os seus.

        1. Helena

          As chaves de Halle também têm sido bem mais fortes. Acho que Queens hoje em dia só ganha na beleza do troféu (que podia ter metade do tamanho, por sinal).

  30. Groff

    No meio da leitura do post do Dalcim, comecei a lembrar imediatamente nos haters defensores dos títulos “de peso” e pensei: “caramba, o Federer, no ocaso da carreira, vai ver nascer finalmente um Masters em sua superfície preferida, o qual ele talvez nem consiga disputar, e ainda vai haver um monte de gente dizendo, só por causa dos números frios, que esse ou aquele título é mais ‘parrudo’ ou que é um ‘big title’, especialmente quando é o favorito deles que ganha”. Vide que segue, mas uma atitude (o Masters da grama) que já poderia ter sido tomada dez ou quinze anos atrás. E vai ter um monte de gaiato que não vai querer admitir a necessidade de relativizar esse ou aquele feito por causa das mudanças do circuito ao longo do tempo.

    P.S. o Tsisipas está se mostrando um tremendo de um palerma, com o perdão da baixaria. Dizer que o jogo do Medvedev é “unidimensional” é de uma paspalhice tamanha, não apenas pela absoluta impropriedade do termo empregado, mas também por mostrar o alcance limitado de sua percepção, incapaz que parece ser de verificar os finos ajustes que o russo consegue fazer em seu jogo durante uma partida e sua capacidade de agredir em condições desfavoráveis.

    1. José Yoh

      Groff, acredito que a maioria aqui tem a capacidade de entender que os grandes recordes ou feitos obtidos em outras épocas precisam ser relativizados.

      O que falta mesmo é se livrar do fanatismo para analisar friamente não só os números mas as circunstâncias em que aconteceram esses recordes. Isso pouca gente consegue ou prefere se esconder apenas atrás dos números para manter no pedestal o seu ídolo preferido de forma mais fácil.

      E não digo de aceitar tudo ou mudar de GOAT. Seria apenas aceitar alguns bons argumentos… ou pelo menos parar de falar maus argumentos.

      Não há como mudar o pensamento de quem não aceita mudar.
      Abraços

      1. Paulo Almeida

        Ora, mas o Djokovic conseguiu os seus principais números na era mais forte do tênis. Você sairá perdendo se quiser relativizar. Acho que o melhor é repetir para si mesmo que 20 é igual a 20 para o prejuízo ser menor.

        1. José Yoh

          Paulo, não é uma conversa sobre Federer ou Nole, poderia ser Laver, Borg ou Sampras.

          É sobre épocas diferentes terem valores diferentes nos números e as pessoas não entenderem isso.
          Abraços

      2. Groff

        É isso, Yoh. Estava sendo um pouco críptico de propósito ali, mas você pegou bem a mensagem. A organização do circuito muda de tempos em tempos, assim como as prioridades dos jogadores. Como exemplo, durante muito tempo o AO nem era disputado por muitos dos principais jogadores, afetando a contagem atual de títulos. Mas o povo do número frio fala que o que vale são os “big titles” e soma os títulos de torneios que “hoje” têm maior prestígio e, ainda, rendem mais pontos classificatórios, sem reparar nas peculiaridades de cada época e dos motivos que geravam as escolhas de calendário dos principais nomes. Ou do fato de simplesmente não haver Masters no piso de maior especialidade de alguns jogadores. Abraço!

        1. Rafael

          Se um jogador “prioriza” certas coisas em detrimento de outras, não pode querer tudo. Quem não ia na Austrália não ia por que não achava bom ou pq era longe ou pq era desgatante ou n importa pq. O fato é que não ir e ainda querer que sua carreira seja “relativizada” – apesar de que estou vendo esse termo aqui, não vi nenhum dos jogadores reclamar é um pouco demais, parece mais ginástica argumentativa.

          Objetivamente: Se vc não disputa um título, não tem chance de vencê-lo. Isso afeta seus número. Não sendo em caso de contusão, não há nada a relativizar. Fazer “projeções” em cima do que x teria ganho a mais ou y a menos “se os pisos fossem assim ou assado” é outro equívoco, mera conversa de bar.

          Quem diria que Djokovic alcançaria tudo que alcançou quando surgiu? Ninguém. Quem pode dizer o que ele teria alcançado em outras condições? Ninguém.

          Nem o próprio jogador. Nadal, quando menino, foi perguntado qual o título que gostaria de um dia ganhar e respondeu na lata: Wimbledon. Nadal tornou-se sucesso mundial, um extra-classe, mas onde acabou desenvolvendo melhor seu jogo e obtendo supremacia absoluta foi em RG.

          Então essa de relativizar eu deixo pro Einstein. Claro que não vale pro surgimento das redes sociais, velocidade de propagação das notícias, acesso à Internet… aí sim dá pra pensar em quão maior ainda seria a popularidade de Borg, MacEnroe e companhia limitada.

          1. Groff

            Oi, Rafael. Você está melhor? Totalmente recuperado? Bom, permita-me respeitosamente discordar de muito do que você escreveu acima. Uma das coisas que os melhores historiadores sempre explicam é que não se deve julgar épocas passadas com as lentes do presente. No caso, será que dá mesmo para comparar as condições financeiras dos Top de hoje (multimilionários) com a dos Top, vamos ver, dos anos 70? Será que essa questão, só para ficar no exemplo original, de quem não ia para a Austrália era mera “escolha”? Será que eles tinham as mesmas possibilidades decisórias dos jogadores de hoje (os quais, ainda que percam na primeira rodada, saem com um bom dinheiro lá “down under”)? Não fiz nenhum estudo específico sobre esses tópicos, mas sou capaz de apostar que o simples ato de viajar para o outro lado do mundo era, por si só, uma empreitada bastante mais arriscada do que é hoje. Aliás, como será que eram os atendimentos de saúde? Os seguros de viagem? A qualidade dos vôos? Os preços das passagens? As questões de “customs” e de admissão no país? Como seria levar uma comitiva técnica? Hoje isso é muito fácil de organizar, especialmente para os top seed, mas será que era assim também no passado? Por isso, acho seu argumento um pouco simples demais, especialmente o trecho do “não disputou, não tem chance”. Essa parte me remete também à estatística dos tais “big titles”. A dinâmica que divide o circuito por pontuação (2000 – [1500] – 1000 – 500 – 250) é extremamente recente. Não era assim, por exemplo, no tempo em que o Sampras jogava. Não era assim nem mesmo quando o Federer despontou. A questão do prestígio dos torneios muitas vezes pesava na escolha do calendário. Hoje ele é menos complicado (ainda que alguns torneios do 500, como Barcelona, pareçam, ainda hoje, mais populares com os jogadores do que alguns M1000, em reminiscência do que era o circuito não muito tempo faz) e, se fosse assim lá atrás, é possível que tanto Sampras quanto Agassi tivessem mais “Big Titles” do que têm, friamente falando. E o que dizer dos pisos? Você acha justo dizer que Nole é o grande campeão dos Masters, sendo que seu melhor piso é o mais difundido, com Nadal empatado, sendo que esse último tem pelo menos três por ano para disputar no terrão, sendo que Federer nunca teve um único para disputar na grama? Só porque os números frios mostram isso? E só porque essa definição dos Masters é o que vigora nos tempos atuais? A mim, não parece justo nem nessa nem na hipótese anterior. A única coisa que permaneceu mais ou menos constante são os GS. Entendo, ademais, que se fosse para simplesmente adotar os números, de maneira fria, não dava nem para começar a comparar, por exemplo, Senna com Schumacher. Portanto, relativizar, nesse sentido do verbo, é tentar argumentar de acordo com o contexto histórico. Não acho que seja simples elemento retórico. Abraços!

    2. Helena

      A única coisa que se pode extrair desse comentário é a inveja e o ressentimento de ver alguém que ele considera inferior conquistar aquilo que ele tanto queria.

      Por sinal, ele também falou sobre as idas ao banheiro e disse que precisava de mais tempo que os outros…. mas não tanto tempo como as mulheres.

      Resumindo, é uma máquina de falar bobagens.

  31. DANILO AFONSO

    Quero ver a “ginástica” que a ATP terá que fazer para enquadrar os torneios preparatórios na grama, tendo que disponibilizar Queen’s em uma semana e na seguinte Halle. Há anos são disputados na mesma semana.

    1. Sérgio Ribeiro

      Simples, caro Danilo . Um passa para MASTERS 1000 e o outro permanece ATP 500 assim como Barcelona no Saibro. Sem esquecer dos ATP 250 de Stuttgart e do ATP 250 de Maiorca . Esse último provavelmente será o escolhido pelo Sérvio se Nadal não aparecer . Ótimo pra que gosta de chegar invicto em WIMBLEDON kkkkkkkk. Abs!

  32. Luiz Correia

    Bom dia Dalcim. Qual a sua opinião sobre esse aumento dos dias nos Masters? Não sei não se isso é uma boa ideia. Vai apertar ainda mais o calendário…

    O que você pensa sobre uma volta do piso de carpete ao circuito?

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, será preciso um estudo cuidadoso para não deixar tantos torneios muito próximos. A temporada europeia de saibro por exemplo pode ficar muito apertada. A boa notícia foi a permissão dos ATPs 250 acontecerem na segunda semana dos Masters, o que colocará em quadra pelo menos até o 150 do ranking. Quanto ao carpete, eu gosto de diversidade, acho que isso obriga o tenista a maior adaptação, mas não acredito na sua volta ao circuito.

      1. Luiz Correia

        Eu passei a acompanhar o tênis depois que o carpete não fazia mais parte do circuito. Qual foi a justificativa para sua retirada?

  33. rafael

    Certamente a pressão dos jogadores e da PTPA foram fundamentais para as mudanças. Não tem como não enaltecer a formação da PTPA liderada pelo Djoko e Pospsil!!
    Falando em Djoko…Mestre, alguma notícia de quando ele volta a jogar?

  34. Muylaert da Silva Lima

    Mais uma vitória da liderança de Djokovic.
    Agora, fora das quadras.
    A criação da PTPA, fruto de diversas reivindicações da grande maioria dos tenistas, “forçou” a casta da atual ATP ( não aquela criada, em 1972 ) a ceder e criar mais opções de torneios, e melhores premiações.
    Além do ser o maior nº 1 da história da ATP dentro das quadras, firma-se como líder e defensor dos interesses dos tenistas profissionais.
    Outra pendência, que parece estar sendo equacionada, é a transparência nos contratos entre ATP, patrocinadores, etc…

  35. Rafael Azevedo

    Puxa…eu queria ter visto o Big 3 disputando o M1000 de Halle na grama ano após ano. Só agora que eles estão se aposentando, resolveram criar o M1000 na grama.

  36. Miguel BsB

    Na minha opinião, essa associação paralela do Djokovic foi sim uma grande jogada do sérvio, talvez uma de suas maiores…ele, com seu nome, status, condições e influência, resolveu criar uma “concorrência” para fazer a ATP se mexer e abrir o olho!
    Mostrou que se interessa pelos problemas dos jogadores, não vive no “altar” dos maiores atletas, alienado do mundo real. Botou a cara à tapa e arriscou-se, podendo até ser prejudicado, de alguma maneira, pela poderosa ATP.

    Excelente notícia tb a criação de um Masters na grama, já era mais do que passada a hora…pena que, provavelmente, não dará tempo do Rei da Grama conquistar esse Masters…eu, na minha opinião, elevaria Queens, mais tradicional. Mas Halle tem mais estrutura…

  37. Flavio

    Meu caro Dalcin notícia boa essa de poder haver um master 1000 na grama porque já passou da hora da Federação mundial de tênis rever isso, mas se o tal ATP Halle for de fato enquadrado como master 1000, então será que mudará nas conquistas do Federer, pois se não me engano ele tem 10 títulos em Halle então será que ele terá 10 masters a+? Então Mestre essa minha análise será isso mesmo ou a Federação não mudará a classificação dos títulos anteriores? Bom gostaria que você me esclarecesse. Abraços.

    1. José Nilton Dalcim

      Não, nada seria alterado. A ATP não pode simplesmente subir de categoria quando o torneio era 250 e depois passou a 500, porque são chaves muito distintas. Então nada deve mudar. Abs!

  38. Rômulo Gomes

    Legal, mas como ficam os futures e challengers? ATP precisa olhar com mais carinho com o pessoal acima dos 100.

    1. Luiz Fabriciano

      Prezado Rômulo, a maneira apropriada seria se referir “ao pessoal abaixo dos 100”.
      Veja, em um universo de 1 a 1000 do ranking, o posto mais alto é o 1 e o mais baixo é o 1.000, portanto, sobe-se do 1.000 ao 1.

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, e bem mais tradicional do que Halle. Mas imagino que eles não iriam querem dois eventos grandes em Londres tão próximos. Provavelmente, um terá de ficar antes do outro.

  39. PIETER

    Iniciativas sempre muito bem-vindas para melhorar o circuito mas, como sempre, esqueceram dos jogadores pior ranqueados, fora do top 100. Embora saiba que os futures são organizados pela ITF, penso ser mais do que urgente aumentar a pontuação e, principalmente, a premiação desses torneios. O tênis ainda é muito elitista e pouco democrático.

  40. Evaldo Moreira

    Boa noite a todos

    A rigor dos fatos apresentados, seria excelente essas mudanças, e o que mais chamou atenção foi, criar mais master 1000, e for Halle, maravilhas então, muito bem vindo afinal, mais um torneio, e que bom, a grama.
    Dalcim, grato por responder, se confirmar mais um master 1000, em Halle no caso, será na mesma data de sempre, ou por causa do aumento de duração dos torneios nivel master, pode jogar Halle em outra data?

  41. Ruy Machado

    Dalcim boa noite! Provavelmente, o aumento de torneios ATP 500 será a “promoção” de alguns ATP 250. Estou certo ou novos torneios surgiram? Outra dúvida… Com o aumento dos dias de disputa dos ATP 1000, não corre o risco de apertar mais ainda a agenda de compromissos de cada jogador? Mesmo que jogue dia sim, dia não, não acaba forçando o foco mental e emocional de cada tenista por períodos mais longos? Aínda mais se estiver próximo a um GS? Com relação a um ATP 1000 na grama, já era para ter faz tempo! Abc

    1. José Nilton Dalcim

      Bem observado, Ruy. Se eles forem esticar as chaves para 96, como fazem Miami e Indian Wells, colocarão um jogo a mais para o campeão e realmente pode ficar pesado, principalmente a sequência de Madri, Roma e Roland Garros.

    2. Jose Yoh

      Meus chutes aqui:
      A tendencia deve ser quem tem boas chances nos slams pularem alguns masters alegando problemas físicos ja que o Big 3 já indicou o caminho. Os M1000 terao cada vez mais vencedores diferentes.

      Djokovic pode sofrer queda de ranking se nao tiver outro ano excepcional ganhando slams, já que ele tem esse foco.
      Nadal deve jogar a temporada de saibro mas nao deve se aventurar nesses M1000 mais longos.
      Federer… se voltar bem deve jogar a temporada de grama e algum slam nas duras.

      O jogo cada vez mais deve ser baseado em quem administra bem o calendário e consequentemente a parte física.
      Abs

  42. lEvI sIlvA

    Evidentemente, esse post do Dalcim responde a quem tinha dúvidas sobre a força da PTPA e sua proposta de dar voz aos tenistas.
    Além disso, mostra também, que nos bastidores Djokovic tem lutado pelos seus colegas. Óbvio, que a pessoa do sérvio não é unanimidade, algo que ninguém é, mas tem feito algo a mais pelos companheiros de profissão.

    1. Luiz Fabriciano

      Isso me causou surpresa meu caro Levi.
      Achei que a PTPA estava sendo uma associação de apenas dois nomes: Djokovic e Pospisil. Mas sendo apoiados por 80% dos atletas é algo realmente grande.
      Pelo visto, a ATP teve que se mexer muito para se manter à frente dos tenistas.

      1. José Yoh

        Realmente se for verdade esses 80%, a força da associação é grande principalmente com a queda de Nadal e Federer e a falta de grandes nomes (o momento foi propício).

        A ATP deve ter sentido o baque e mexido os pauzinhos.

        Achava que o sérvio e Pospsil sairiam mal dessa com algumas punições sutis que esse tipo de associação normalmente faz de forma suja, mas pelo visto eles se deram bem. Muito bom para o tênis.
        Abraços

      2. lEvI sIlvA

        Pois é, Luiz, meu caro. E veja só, é ainda maior que isso, já que também envolve 80 jogadoras da WTA. Em geral, ao que parece, existe uma certa divisão do feminino e masculino nas decisões e tudo o mais. Vamos aguardar, mas deve vir novidades do outro lado também…
        Abraço!

  43. Eric Babenco

    Venho aqui parabenizar os fãs de Djokovic. Foi um atropelo? Foi, Medvedev dominou, e teria sido até mais fácil, não fosse o nervosismo, porém fã de Djokovic me parece que a aquele pessoal que não tem frescura, e falam a verdade.
    Por que dos parabéns? Pq não vi nenhum fã do sérvio botar culpa na idade, muito pelo contrário, exaltaram o russo. Você conseguiriam imaginar algum tenista que os fãs colocariam a culpa na idade, caso ele perdesse um GS com 34 anos?
    Não sou fã do sérvio, muito pelo contrário, mas tenho que admitir, seus fãs não justificam nada, o que aconteceu, aconteceu.

    1. Jose Yoh

      Nesse jogo contra o Medvedev muitos apontavam o cansaço como principal fator de derrota. Pois o cansaço é a falta de recuperação física, que ocorre com os mais velhos. Se fosse o Nole de 5 anos atrás voce acha que ele nao conquistaria esse slam?

      Nesse nível qualquer detalhe faz toda diferença, e a idade também.
      Abraços

      1. Paulo Almeida

        A idade e a condição física no geral não pesaram na final de Roland Garros depois de três batalhas contra Musetti, Berrettini e Nadal e ainda depois de dois sets abaixo contra o Tsitsipas.

        O emocional e o jogo quase perfeito do russo foram os principais responsáveis pela derrota de DjokoGOAT (fora aquela palhaçada do DJ que tirou seu foco em momento de quebra do saque do adversário), apesar de ele ter entrado em desvantagem física com 5 horas a mais em quadra e ser 9 anos mais velho.

        1. José Yoh

          Paulo, então você acha que o Nole de 5 anos atrás não ganharia esse jogo?

          Crê que idade não faz diferença mesmo?

          Gostaria de saber seu argumento científico em relação a isso. Sempre fez e sempre fará, mínima que seja. Com 35 anos eu mal enxergava direito.
          Acontece que o mínimo é o que faz diferença quando o jogo é muito páreo.
          Abraços

          1. Paulo Almeida

            Talvez tivesse perdido do mesmo jeito, pois o adversário era muito qualificado. Ninguém pode afirmar que teria ganhado com certeza.

            Ele enfrentou maratonas pesadas tanto em RG quanto no USO e saiu campeão de um e vice de outro. Como você explica isso cientificamente? Será que a idade pesou apenas cerca de três meses depois? Piada.

          2. José Yoh

            É o limite, Paulo. Mesmo com recursos médicos e a administração de um calendário enxuto, há limites para um cara de 35 anos. E no USO ele chegou no limite.

            Piada é achar que idade não faz diferença nenhuma. Pergunte a algum atleta como é dos 30 para os 35. Veja os resultados da maioria dos tenistas nesse período e compare com o período de 25 a 30.

            Pense em você mesmo como era quando você tinha 30 e 35 anos.

          3. Paulo Almeida

            Na verdade, ele ainda tem 34 e continuo achando que as dificuldades teriam sido muito próximas com 5 anos a menos, considerando a mesma chave difícil e a chave tranquila do Medvedev, alem da pressão pelo Calendar Slam. Tomo como exemplo Roma 2016, em que ele chegou destruído à final e o Murray totalmente descansado. O britânico venceu com facilidade.

            Rapaz, acabei não lhe dizendo que você pode fazer cirurgia corretiva para melhorar sua visão (se ainda não fez, claro).

            Abs.

          4. José Yoh

            Oi Paulo, com certeza a pressão, a chave difícil e outros fatores pesaram mais do que a idade nessa decisão do USO para Nole. É provável que perderia do mesmo jeito, mas 5 anos a menos pode ser aquela diferença mínima (por exemplo em um 40/15 rs) que faz a pessoa ter mais agilidade e segurança no momento de fazer os pontos decisivos. É o 0.01 segundo que o corredor de 100m rasos tenta ganhar nos treinos.

            Sobre a cirurgia nos olhos, eu fiz com essa idade. Melhorou muito mas após alguns anos tornou-se uma miopia de um lado e astigmatismo de outro, o que prejudicou bastante o jogo já que enxergo de formas diferentes em cada lado.
            Abraços

    2. Jonas

      Atropelo foi a final de Roland Garros 2020 , Australian Open 2019 e Roland Garros 2008. Essa de agora foi um domínio.

      Realmente, a maioria dos fãs do sérvio lamentou, mas sem essa desculpa de idade. Sim, o Russo é quase uma década mais novo, além de ser n2 do mundo, mas a meu ver Djokovic jogou abaixo muito pelo fator emocional, enquanto Medvedev foi muito firme, subiu o nível na decisão.

      Claro, a temporada do sérvio já é espetacular, mas seria ainda mais absurdo o cara ser dono dos 4 Slams na mesma temporada.

      1. Eric Babenco

        E fator emocional tbm faz parte das características de um atleta, caso contrário Lewandowski não teria tantos gols na carreira, pois tecnicamente ele é como diversos outros atacantes, porém a frieza diante do gol é que faz dele o melhor finalizador da história do futebol.

        1. Jonas

          Não, não acho. E penso o mesmo sobre o 40-15 do Federer.

          Amarelar seria fugir da decisão. Djoko se preparou, montou seu plano de jogo e foi pra “guerra” contra um cara excelente, bem novo, e totalmente descansado (mental e fisicamente), que teve seus méritos na vitória.

          E concordo com o colega acima. Não é muito difícil achar comentários aqui afirmando que Federer perdeu 50 finais por estar velho. Esquecem q o suíço venceu Slam aos 35 anos e esteve próximo de levantar taça de Major aos 38.

          Por falar nisso, tb acho sua teoria bem absurda. O cara (Federer) joga bem durante 4 ou 5 horas, em seu melhor piso, e do nada tem a “obrigação” de meter um ace em cima do melhor devolvedor da história, número 1 do mundo, e não o faz pq “amarelou” j´[a que tinha torcida a favor. Não faz o menor sentido.

          Abs.

          1. Eric Babenco

            Jonas não é bem isso, já falaram aqui várias vezes da eficiência do saque de Federer naquele jogo. Ele sacou 32 vezes, dessas 32 em 30 ele teve game point, dessas 30 apenas em uma ele não confirmou o saque, que foi naquele 40-15, onde ele teve 2 games points.
            Não era uma obrigação contra o segundo melhor devolvedor da história (ainda acho que seja Agassi), era apenas fluir o decurso do jogo, mas não foi o que aconteceu. E o que pesa contra o Federer é o fato dele já ter tido em outros 2 GS dois match points contra o mesmo Djokovic e não ter vencido, um deles com saque em que desperdiçou com a bola no meio da quadra.
            Analise, o cara durante todo jogo não encontrou dificuldades em seu saque, e só uma vez ele não fechou game com game point, justamente faltando um ponto pra terminar, ou seja, se tivesse seguido a ordem natural ele teria ganho, mas não ganhou, justamente no principal momento, ou seja, amarelou, e se não tivesse amarelado teria sido campeão.

        2. Eric Babenco

          Eu não digo que ele perdeu pq amarelou, mas sim, ele amarelou, mas nada indica que ele ganharia se não amarelasse, diferente de Federer, que perdeu pq amarelou, e ponto final, se não tivesse amarelado era 100% de ctz que teria ganho.
          No US Open 2015 acho que se enquadra na mesma situação do US Open de 2021, onde Federer tava se tremendo todo na final, e o sérvio não precisou fazer muita coisa pra ganhar do suíço, no caso de Medvedev, talvez ele tenha feito até demais, se tivesse jogado metade do que jogou, talvez já teria ganho, pois o sérvio tava se tremendo todo, mas ao menos o nervosismo de Djokovic era por conta da possibilidade de ganhar os 4 GS, já o de Federer era pq estava diante de Djokovic.

          1. Gildokson

            Djokovic não precisou fazer muita coisa pra vencer o Federer no Us Open 2015 mesmo, só salvar 23 chances de quebra do adversário kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
            Cada uma viu… assistiu outro jogo neh

          2. José Yoh

            Interessante essas suposições do tipo “ele estava se tremendo todo”. Jogar mal pode ser uma indisposição, um dia ruim, cansaço.
            Mas afirmar categoricamente isso não tem base nenhuma. Assim como dizer “amarelou”.

            É tudo de nossa cabeça tentando fazer a cabeça dos outros.
            Abraços

    3. Gildokson

      Você não deve ter lido todos oa comentários no pós final, teve gente até reclamando de um ponto que o juiz fez voltar la no segundo set kkkk
      Torcedor é tdo igual, não se engane, é só o sérvio perder mais vezes que você verá.
      Obs: Claro, se vierem mais derrotas.

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