Medvedev encanta e entristece
Por José Nilton Dalcim
12 de setembro de 2021 às 23:01

Há dois sentimentos antagônicos nesta final de placar inesperado num dos melhores Grand Slam da útlima década. De um lado, é impossível não sentir tristeza pela chance perdida por Novak Djokovic e se comover com suas lágrimas. De outro, há uma satisfação em ver Daniil Medvedev mostrar um tênis tão eficiente e uma cabeça tão boa para erguer um troféu que parecia inevitável, mais cedo ou mais tarde.

Claro que as duas coisas se fundem quando se avalia o que aconteceu neste domingo na Arthur Ashe. O russo entrou com uma tática muito bem definida  e executada, aliás um tanto surpreendente, ao forçar o segundo saque o tempo todo e optar por não dar peso nas trocas de bola. Mas isso funcionou também porque Djokovic sentiu demais o peso da história sobre seus ombros e não conseguiu administrar a parte emocional, o que sempre foi seu forte. Absolutamente justificável, diga-se. O tamanho da dupla façanha – fechar o Slam e chegar ao recorde do 21º troféu – somava toneladas. E isso ficou evidente na expressão sofrida antes mesmo do fim da partida.

Ainda nessa mistura obrigatória de situações, Medvedev teve uma campanha límpida ao longo das duas semanas, auxiliado por adversários pouco categorizados. Dos cabeças, enfrentou apenas Daniel Evans e Felix Aliassime e o único set perdido foi numa distração diante do quali holandês Botic van de Zandschulp. No caminho, nomes como Richard Gasquet e Pablo Andujar. Não é demérito, porque o russo fez o seu papel de forma louvável e repetiu Ivan Lendl e Rafael Nadal como únicos a vencer o US Open com um set perdido em 34 anos.

Djoko, por seu lado, raramente jogou seu melhor. Entrou sempre tenso em quadra, a ponto de perder o set inicial quatro vezes seguidas. O saque afiado, algumas devoluções preciosas e preparo físico impecável foram lhe dando as vitórias. Sua atuação mais vistosa foi na semifinal contra Alexander Zverev, ainda assim levado ao quinto set. A insistência em não comentar sobre a oportunidade histórica de repetir Rod Laver talvez não tenha sido a melhor escolha e me parece que isso se refletiu na hora ‘h’.

Para piorar, Medvedev entrou em quadra muito sóbrio e teve uma atuação brilhante, mesclando ataque e defesa, ousadia e paciência, controle emocional nos poucos momentos de aperto. Enfim se assustou no momento de concluir o título, o que também é plenamente aceitável. Afinal, chegou a sacar sob vaias. Com sua conquista, se tornou o nono diferente campeão do US Open nos últimos 14 anos e o quinto a ganhar em Nova York seu primeiro Slam, como fizeram Del Potro, Murray, Cilic e Thiem. Também relevante é o fato de que se mantém como o único dos 82 adversários de Nole como número 1 do ranking a ter um histórico positivo, agora de 4 a 2.

É o terceiro russo a ser campeão de um Slam. Yevgeny Kafelnikov e Marat Safin têm dois troféus, mas apenas Safin tem uma final a mais que Medvedev. A Rússia não via um campeão de Slam entre os homens desde o mesmo Safin, em 2005.

Não há dúvida que Djokovic jogou a mais importante de suas 1.176 partidas e que sofreu talvez a mais dura das 198 derrotas. O 21º troféu no entanto pode ter sido apenas adiado e tem grande chance de vir talvez já em Melbourne, daqui a quatro meses, já que sempre será um favorito natural por lá. Mas a oportunidade de ‘fechar’ o Grand Slam será muito difícil de acontecer de novo para ele ou para qualquer outro jogador do circuito atual.

De qualquer forma, não há nada que o diminua. Ganhar os três primeiros Slam de uma temporada tem sido algo reservado para muito poucos. Além dele e de Laver, em 62 e 69, apenas Lew Hoad (1958), Don Budhe (1938) e Jack Crawford (1933) fizeram isso. E só Laver e Budge completaram a façanha nos EUA. o sérvio ainda tem o importante diferencial de ter feito isso em três pisos distintos, o que não existia antes de 1978.

Djokovic deixou escapar a maior façanha do tênis profissional, porém nos lembrou que afinal um Goat ainda é um ser humano que duvida, falha e chora.


Comentários

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    1. Paulo Almeida

      Não surtei: me defendi sem precisar baixar o nível e com muita facilidade, pois as evidências estão todas do meu lado.

      E também não me espantei com o fato de você ter gostado do ocorrido, afinal já havia comemorado com rojões minha breve saída do Blog, em outra atitude de gente pequena. Lembro até que o Aranha lhe deu uma boa repreendida.

      No entanto, passe bem e tenha menos pesadelos com o sérvio.

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  1. Rubens Leme

    Dalcim, estava lendo seu ótimo post sobre os 20 anos da facada na Monica Seles e a vergonha que foi o comportamento da WTA e as sequelas nesta grande jogadora (https://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2013/05/02/triste-aniversario/).

    Lá, pelas tantas nos comentários, uma leitora de nome Foguetinho te fez uma pergunta sobre a Serena e você fez uma previsão errônea, talvez porque seu lado Robério de Ogum estivesse de férias.

    Foguetinha
    3 de maio de 2013 às 10:02
    Dalcim,isso que aconteceu com a Selles me aborrece muiiiitooo! Eu não gosto nem de lembrar disso…porque eu lembro de como ela voava na quadra, e o jeito DIFERENTE meio maluco de jogar dela com as duas mãos hahahha. Nunca se sabe, mas eu acreditava que ela poderia bater a Steffi Graf(22 GS)…você acha que a Serena Williams (15 GS) consegue bater a alemã?

    José Nilton Dalcim
    3 de maio de 2013 às 11:40
    Não, acho que mais sete Slam para a Serena é muita coisa.

    No mais, lamentei demais a agressão covarde à sérvia e a forma ainda mais covarde como a WTA se comportou.

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  2. Paulo Almeida

    Bom, pude concluir pelo vexame de ontem que o Rubens Leme é o famoso “tiozão do zap zap”, desocupado, carente e infeliz, que não teve a mínima capacidade para me sacanear com seus robôs, numa atitude extremamente patética para um senhor de 52 anos. E continuou sendo cínico e não assumindo o que fez.

    Infelizmente o tal Blog de música dele já deve ter nascido fadado ao fracasso, de sorte que ele vai continuar chamando a atenção por aqui, além de militar pra quadrilha do PT (de casa como sempre, pois nunca deve ter ido a qualquer manifestação).

    Está aí uma figura que ganhou o meu completo desprezo.

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    1. Paulo Almeida

      E pra finalizar, vou ser legal e deixar duas dicas para o próximo que quiser me sacanear com múltiplos fakes/robôs:

      – utilize nomes e sobrenomes completamente distintos. Ficou muito na cara;
      – espere a primeira autorização do Dalcim e JAMAIS seja a primeira pessoa a postar. Aguarde que todo mundo leia, comente e só apareça muito tempo depois ou então só assista de camarote ao circo pegando fogo.

      Isso é o que uma pessoa minimamente inteligente (embora de péssima índole) faria. Espero ter ajudado.

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  3. Rubens Leme

    O sérvio levou uma multa de US$ 5 mil (R$ 27 mil) por conduta antidesportiva. Ele detonou uma raquete ao longo da final (https://www.lance.com.br/tenis/djokovic-leva-multa-open-nao-sabe-quando-volta-jogar.html).

    Se compararmos com a desclassificação do ano passado é uma evolução, convenhamos. Aí no ano que vem, é multado só em US$ 1 mil e pode pedir uma música no Fantástico.

    De longe, o número 1 mais sujo e constrangedor que o tênis já conheceu. Sinal dos tempos.

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  4. Tiago Santana

    Bom dia, nobre Dalcim. Tudo em paz? Fugindo completamente ao assunto, há alguma informação sobre a data do Rio Open 2022? Gostaria de adquirir passagens, mas não encontro informações sobre o dia. Caso não haja data, chutaria alguma com base nos eventos passados? Mais uma vez parabéns pelo ótimo espaço e pelas análises sempre profundas e técnicas. Forte abraço!

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, ainda não houve sinalizações de calendário para 2022, Tiago. Acredito que existe dependência total do que vai acontecer com o Australian Open. Todo mundo quer que ele volte ao normal, ou seja, aconteça na segunda metade de janeiro e aí todo o calendário se ajeitará e o Rio Open deva se repetir ali na metade de fevereiro. Teremos de aguardar mais um pouco. Mas temos a boa notícia da volta dos torneios futures e challengers ao Brasil a partir da próxima semana, ou seja, liberação da entrada e saída dos estrangeiros. Abs!

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  5. Robson

    Novak Djokovic voltará firme no próximo Slam,AO.
    O número 1 do mundo fez a final dos últimos 5 Slams, não será diferente em 2022, continuará chegando e aposto em pelo menos mais 2 taças ano que vem,AO e Wimbledon.
    Quanto a final de domingo, faltaram pernas,isso já era nítido no 2° set e obviamente o russo foi lá e desempenhou bem o papel,venceu e levantou seu 1° Slam.

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  6. Periferia

    O Homem Bicentenário…1999

    Filme inspirado em um conto de Isaac Asimov.
    Andrew é um robô…considerado uma “anomalia”…por ter a capacidade de criar e ter iniciativas próprias…
    Além da liberdade…Andrew busca a aceitação em em mundo preconceituoso.
    O medo da ascensão de determinadas pessoas…em locais…que alguns consideram um feudo intocável…mostra uma faceta enrustida…mas que aflora facilmente (algumas pessoas tentam desconstruir algo para manter seus privilégios…mais conhecido como medo daquilo que não compreendem)…
    A cada decepção pela falta de aceitação…mesmo Andrew se mostrando capaz de conviver com os “feitores”…e seus “azorragues”…ele persiste…e a cada negativa…sempre respondia educadamente:

    -“Isto”agradece (a frase não está no conto do Asimov…mas está no filme).

    “Isto” agradece

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, essa é uma pergunta que não consigo dar resposta, Carlos. Só imagino que não mudaria a quantidade de títulos do Nadal em Roland Garros.

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      1. Renato Veneziano Toniol

        Dalcim, se pensarmos bem, Nadal teria um Roland Garros a menos. Lembra daquele jogo logo na primeira rodada em 2011 quando ele ficou atrás por dois sets a um contra o Isner? Ali, o espanhol teria sido eliminado rs.

        Responder
  7. Periferia

    Schumaquer

    Saiu o aguardando documentário sobre Michael Schumacher na Netflix.
    Muito bom…com imagens raras…
    Com ajuda da família (a família organizou e ajudou a fazer o documentário) com direção de
    Hanns-Bruno Kammertons, Vanessa Nöcker e Michael Wech (da mesma produtora do documentário de 2017 sobre o tênista Boris Becker, chamado Der Spieler)…
    Mostra o lado humano do piloto alemão…
    Tem uma parte importante sobre o impacto da morte do Senna em sua carreira (em uma cena rara mostra Senna dando uma dura no jovem piloto alemão).
    De certa forma (sem querer) o documentário é uma grande história de amor.
    A esposa Corina é encarregada de mostrar o Shumacher pai e marido dedicado (depoimentos dos filhos e do pai Rolf)…
    Registro de uma esposa guerreira que mesmo em uma situação difícil…manteve a família unida…e o compromisso com o companheiro…(nos depoimentos dela…sentimos isso)…

    Achei uma frase legal da esposa…
    “Ele está aqui ainda (com a família)…de uma forma diferente”

    Para quem gosta do esporte…uma boa pedida.

    Responder
    1. Rubens Leme

      É uma tragédia sem tamanho o que aconteceu com o Schumacher e, sinceramente, fosse eu, preferia ter morrido a estar vivo, de modo vegetativo, como deve ser o caso dele.

      Embora exista o lado de informativo aos fãs, não irei assistir. Não me agrada esse lado exploratório de falar das tragédias de alguém tão famoso. Sempre aplaudi essa busca da extrema privacidade da família sobre o estado do heptacampeão e prefiro sempre lembrar das pessoas no seu auge.

      Responder
    2. Periferia

      Dalcim…
      Opa…Schumacher….obrigado Dalcim….consegui errar 3 vezes o nome do alemão (música no fantástico)….rs

      Aproveitando vc tem notícias do André (Barocos)???
      Será que está bem???

      Obrigado

      Responder
  8. Rubens Leme

    Dalcim, você sabe se um tenista como o Bellucci ainda tem técnico? Aliás, vale a pena ser ainda treinador de alguém como ele?

    Os técnicos possuem arranjos financeiros distintos com os jogadores. Alguns possuem um salário fixo, outros preferem ganhar em cima da premiação, etc e tal. Aí me pergunto se é possível para alguém como o Bellucci, que mal consegue furar um quali de challenger pagar premiação para um treinador, quando deve estar pagando para jogar nos últimos anos.

    Aliás, imagino que o próprio técnico prefira investir seu tempo em um garoto promissor.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sei a situação dele de momento, Leme, mas ele tinha sim treinador e preparador físico até pouco tempo atrás. Com certeza, seu contrato não está vinculado a premiação, mas a fixo com bônus por resultado, já que em nível future e challenger é bem difícil algum treinador sobreviver com percentual de premiação.

      Responder
  9. Rubens Leme

    Tempos atrás, disseram que o blog tinha tantos textos de cinema que deveria mudar o nome para Blog de Cinema do Dalcim.

    Bom, vendo a lista dos 10 últimos comentários – coloquei-a abaixo porque ela sumirá quando esse comentário aparecer – vi cinco Paulos diferentes e “estreantes”. Então, talvez seja o caso de virar o blog de tênis dos Paulos porque vira e mexe aparecem novos Paulos (tem até um Paulo “puro”, sem um segundo nome). E o mais incrível é que todos replicaram o mesmo comentário, com intervalo de dois minutos, entre 15:46 e 15:48 e com palavras muito parecidas e ideias idem.

    No mínimo, curioso… Falta saber quais são os verdadeiros e quais são robôs. Deixo para a imaginação dos demais.

    José Nilton Dalcim em Medvedev encanta e entristece
    Luiz Fabriciano em Medvedev encanta e entristece
    Ronildo em Medvedev encanta e entristece
    Paulo Maurício em Medvedev encanta e entristece
    Paulo Jonas em Medvedev encanta e entristece
    Paulo Rodrigo em Medvedev encanta e entristece
    Paulo André em Medvedev encanta e entristece
    Paulo César em Medvedev encanta e entristece
    Jose Yoh em Medvedev encanta e entristece
    Vitor Hugo em Medvedev encanta e entristece

    Responder
    1. Rubens Leme

      Correção: os comentários ocorreram entre 15:44 e 15:48, quatro minutos de diferença.

      Ainda assim ter cinco Paulos de nomes compostos e diferentes comentando (com elogios rasgados) consecutivamente, é, no mínimo, cômico. Nem li o comentário original que originou tal fenômenono, pois, fui atraído somente por essa raridade matemática e pelo tempo exíguo entre eles.

      Responder
    2. Daniel C

      Interessante, Rubens! Rs. Estão clonando Paulos para fazer com que a pequena torcida do “Goat” sérvio apareça maior do que é rsrs.

      E vc se esqueceu do “Paulo Goes”, que estava todo risonho antes da final, e sumiu rs

      Abs!

      Responder
      1. Rubens Leme

        Se fosse para sacanear, teriam criticado e não feito elogios, Jonas. E não é a primeira vez isto. Depois de Wimbledon ou Roland Garros, apareceram vários Paulos aqui e até um Paolo, simultaneamente. É incrível como eles postam e somem, nascem como chuchu na cerca!

        Realmente só o Dalcim pode dar estas respostas, mas acho que ele tem mais coisas para fazer. Agora, cinco Paulos de nomes compostos replicando em sequência. nunca tinha visto.

        Responder
        1. Jonas

          Rubens, vou dar uma dica. Acredito que seja alguém que costuma “sumir” do blog por uns tempos (não me refiro a você Vitor). Duvido que o Paulo, ou qualquer um aqui, perderia tempo fazendo fakes se auto elogiando. Quem fez isso quis sacanear.

          Sim, o Dalcim é um jornalista respeitado, com o melhor Blog de Tênis do Brasil. Não dá para ficar se preocupando com marmanjo que faz esse tipo de coisa.

          Por isso o melhor cenário, a meu ver, seria a pessoa postar com a conta do Facebook. Evitaria esse tipo de coisa e outras brigas desnecessárias.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Foi ele, Jonas.

            É muito óbvio, mas não precisa se envolver e me defender não. Sou safo e já fiz o que tinha que ser feito.

            Abs.

      2. Paulo Almeida

        Que queriam me sacanear é muito óbvio, mas o sujeito foi com tanta sede ao bote que nem esperou a primeira autorização e já mandou seu comentário antes dela.

        Foi de um amadorismo enorme.

        Responder
    3. Paulo Almeida

      Eu dei uma olhada no Blog no meio da tarde e as atualizações ainda eram as da parte da manhã. Aí agora, quando fui checar as mais recentes, vejo aquela sequência de floods e o seu comentário autorizados pela moderação SIMULTANEAMENTE.

      Que papelão e falta de inteligência no alto dos seus 52 anos, hein, Rubens Leme?

      Acho que nem Vitor Hugo, Rodrigo Cruz, Daniel C e Bruno pagariam tanto mico.

      Que vergonha…

      Responder
      1. Rubens Leme

        Pois é, foi tão curioso que cheguei a mandar um email pro Dalcim e comentei este fenômeno. Cinco Paulos!

        E volto a salientar que sequer olhei para quem era endereçados os elogios, mas parece – pela respostas recebidas – que foram exatamente para quem sempre imaginei. A seita bolsonolista daqui insiste em fazer igual ao ídolo deles de Brasília, usar de robôs e fake news para impôr sua vontade à força. Até o marco civil da internet o de Brasília está tentando mudar, neste aspecto.

        Ao menos, podemos ver que escolheram bem o “ídolo” no tênis, aquele ser sem carisma, falso igual a uma nota de 3, que a todo instante se diz perseguido pela mídia, pelos fãs do esporte e que começa a chorar antes mesmo da partida acabar, pelo que li. É verdade isso, chorou na virada dos games? Papis, tão batendo em mim!!!!!!

        Enfim, Daniel C e Maurício Luís *, a carência de certos tipos aqui é imensa. Eu mesmo percebo pelo número de fakes que costumam me atacar e é notório como meus posts vivem sofrendo réplicas do citado, sendo que jamais respondo ou leio os dele, porque nunca consegui encontrar nada legivel ou que merecesse minha atenção. Até quando tenta falar de música comentando os meus, deixo quieto, pois fico envergonhado de ver meus posts serem contaminados por tais apartes.

        É cômico, patético e constrangedor. Qual será o próximo passo, uma motociata com todos os participantes saindo às ruas (todos os cinco) com a máscara do nolinho na cara?

        Enfim, senhores, vou voltar para o meu sono porque a reunião no whatsapp sobre o filme varou a madrugada e só me levantei para tomar água.

        Boa noite a todos.

        Responder
        1. Robson

          Comentariozinho patético e típico de de completo e verdadeiro bolsolóide!
          Aliás,a igreja Suiça em grande maioria são bolsolóides, só olhar o teor preconceituoso,grosseiro e falso dos comentários.

          Responder
        2. Rubens Leme

          Meu último aparte aqui, porque isso será já já inundado por Paulos me xingando, na esperança de que leia e os replique, o que não acontecerá.

          Imagino que o próximo passo será o da auto-entrevista. Será algo mais ou menos assim:

          – Bom dia, Paulo.
          – Como assim?
          – Eu disse bom dia, Paulo.
          – Sim, isso eu entendi, mas quero saber a qual Paulo se refere.
          – Eu me refiro a você, oras!
          – Mas qual eu?
          – Como assim, qual eu?
          – Quero saber com qual Paulo você quer falar.
          – Ué, estou falando contigo!
          – Mas, como sabe se eu sou o Paulo certo com quem quer conversar?
          – E porque você seria outro, se não o Paulo correto?
          – Porque eu, assim como o Fernando Pessoa, sou vários.
          – Hum… não é bem assim, não. Pessoa criou seus heterônimos e a cada um deu uma personalidade diferente e nomes distintos. Você até pode ser vários, mas basicamente é o mesmo, porque sempre posta a mesma coisa. Aliás, o correto seria eu dizer que somos nós os mesmos, porque eu também sou você. E talvez eu seja a sua melhor parte.
          – Não é verdade! Eu sou único, mas sou vários, tenho outros eus tão interessantes como o meu próprio eu e muitos outros eus mais complexos do que você, seu euzinho arrogante!
          – Sei…
          – Você não sabe nada! E como poderia saber? É apenas um dos meus pequenos eus que habitam dentro de mim. Eu sou o todo! Eu sou o verdadeiro eu! Você precisa me respeitar mais, afinal é apenas uma pequena parte da minha grande essência complexa!
          – Ok, ok, mas agora estou confuso. Afinal, estou falando com o Paulo correto?
          – Como assim? A que Paulo se refere?
          …..

          E por aí vai, ad infinitum

          Responder
  10. Vitor Hugo

    Mais uma vez os analfabetos funcionais se apegam a números e sem levar em conta o contexto todo que eu expliquei. Foi a derrota mais humilhante de um big 3 em finais de slam sim, pois Medvedev não pentece ao big 3, é um tenista limitado e jamais estará entre os maiores da história. É um jogador EXCELENTE nas hards e um zé ruela na grama e saibro.

    Responder
  11. DANILO AFONSO

    Li alguns membros do blog deliberando sobre quem seria a GOAT: Serena ou Graf. Nenhuma das duas. Acredito que a melhor tenista de todos os tempos seja a theca MARTINA NAVRATILOVA.

    Alguns vão dizer que ela tem “apenas” 18 Slams de simples, contudo conquistou 31 Slams em duplas e mais 10 em duplas mistas. Totalizando 59 Slams. Nos anos 70 e 80 era comum os melhores tenistas de simples jogarem duplas, assim o nível de competitividade era muito grande e o prestígio dos títulos de duplas tinha um peso grande para as tenistas. Fico imaginando quantos Slams de simples teria conquistado se não tivesse se desgastado fisicamente e mentalmente jogando duplas e duplas mistas.

    Navratilova é o único tenista, entre homems e mulheres, que conquistou todos os Slams em simples, duplas e duplas mistas. Um feito espantoso. Também entre homens e mulheres, ninguém conquistou mais títulos em simples (167), duplas (177) e vitórias (2189) que a theca.

    É ou não é a maior tenista de todos os tempos ???

    Saudações Tenística !!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , caro Danilo . Eu sabia que irias morder a isca . O parceiro está chamando de “ goat “ uma Tenista que tem menos SLAM em SIMPLES, menos Semanas CONSECUTIVAS, menos Semanas absolutas e ZERO Medalhista OLÍMPICA. E logo o “ Rei das estatísticas “ e membro honorário da poderosa “ Turbinada “ Kombi . Ela está a frente de Serena em Duplas , FINALS e número de WTA títulos . Ou seja , principalmente pelo conjunto da Obra . Portanto Serena jamais será unanimidade. Assim como Novak perante Roger Federer. A conferir. ABS !

      Responder
      1. Paulo Sérgio

        Prezado,

        Navratilova é de uma época diferente de Serena e Grafi foi beneficiada pela facada em Monica Seles. Além disso, Navratilova tem mais atp finals do que Serena. O debate entre as mulheres é aberto porque elas são de épocas diferentes.
        No caso de Federer, ele foi dominado por Nadal e Djoko. Não tem vantagens em estatísticas relevantes (slams, semanas totais como número 1, masters 1000, anos terminados como nùmero 1) com exceção do finals, mas perdeu todas as finais contra djoko nesse torneio. Quando Djoko ganhou em RG não tive dúvida que ele é o goat, mas com a conquista do vigésimo acabou qualquer dúvida.

        Responder
    2. samuel

      Prezado amigo,

      Boxed set é o nome do feito de conquistar todos os títulos de grand slam (simples, duplas e mistas).
      Apenas três mulheres conseguiram tal façanha:
      Doris Hart – uma vez;
      Martina Navratilova – uma vez; e
      Margareth Court – duas vezes.

      Saudações

      Samuel

      Responder
  12. Leo Gavio

    Eu disse: Ir para Toqui é um erro, vai perder e vai perder energia fisica e mental.

    Se tivesse descansado, nao teria jogado 5 sets com Zverev e teria energia fisica e mental (principalmente esta), pra colocar alguma duvida na mente do russo, com o desgaste da semi e o desgaste mental de toquio, o Mediva, esperto que é, entrou ligado no 220 sabendo que era possivel.

    Djoko pagou caro pela teimosia. Uma olim piada, desnecessaria, tirou-lhe a chance de fechar o slam.

    A unica forma de ele voltar a ter chance de fazer os quatro slams é o USO ser jogado em fevereiro e o Aopen em setembro…rsrsrs

    Por final, muita gente enterrando o Djoko nos comentarios, lembrem-se do passado, Djokovic sempre volta mais forte depois de grandes derrotas. As derrotas são os alicerces das vitórias.

    Responder
    1. Sandro

      Caro amigo Leo Gavio, concordo plenamente contigo!
      Eu escrevi aqui bem antes da Olimpíada que eu era contra a participação de Djokovic neste torneio em Tokyo.
      O grande erro do Djokovic foi ter ido pro outro lado do mundo disputar o torneio de Tokyo que não valia pontos no ranking e nem premiação em dinheiro e, no final das contas, acabou atrapalhando sua preparação para o US OPEN!
      Acho que em vez de jogar em Tokyo, Djokovic deveria ter disputado o Masters 1000 de Cincinnati e ficar concentrado nos torneios americanos para se preparar para o US OPEN evitando dar a volta ao mundo pra jogar no Japão.
      Considero que Djokovic deveria ter seguido os passos dos outros colegas do BIG 3, Nadal e Federer, que não quiseram ir a Tokyo.
      Além de Nadal e Federer, vários outros tenistas não foram a Tokyo, como Berrettini, Thiem, Shapovalov, Ruud, Raonic, Sinner, Opelka, Isner, Kyrgios, Coric, Lajovic, Sam Querrey, Delbonis, Mannarino, Gasquet, Garin, Dimitrov, De Minaur entre outros…
      Penso que se abrisse mão de Tokyo, Djokovic estaria bem mais prepsrado se escolhesse torneios americanos, além de estar menos desgastado para o US OPEN.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Parei de ler no Federer e Nadal não quiseram ir a Tóquio. Na boa , além de muito chato , tu inventa meu caro . Estavam totalmente LESIONADOS. Novak estava tão inteiro e confiante que quis jogar até duplas mistas. E como vem acontecendo em TRÊS Sets no ATP FINALS desde 2015 , tomou uma coça da Nova geração. Fez bem em pular os dois MASTERS e com isso chegou a FINAL do USOPEN. Quem não sabia que teria problemas com Sasha e Zverev ??? . TODOS eles querem o Ouro Olímpico , e Zverev impediu porque jogou mais. O resto é choro do fake , digo, face TênisBrasil. Abs!

        Responder
        1. Sandro

          Chato é vc seu ridículo!
          Estava me referindo ao Leo Gávio e não citei um medíocre como vc que vive rotulandoo os outros de “mané”, ” fake”, “face”, e depreciando os outros comentaristas aqui do blog.
          O Dalcim publica toda essas agressoes q vc faz aos outros comentaristas.
          Então, Dalcim, espero que, por justiça, vc publique esse meu comentário. Pois é um ” DIREITO DE RESPOSTA, já q sempre q comento alguma coisa esse ” DONO DA VERDADE” vem me agredindo, ou chamando de “mané” ou de “chato” ou “fake” ou desse tal de “face”.
          Não agredi , nem citei o nome dessa pessoa amargurada neste meu comentário, mas ele sempre me ataca e ataca outros comentaristas também, só ele quer ter a razão e quer dar uma de SUPERIOR pra cima dos outros.
          Espero Dalcim que vc publique essa minha resposta, já que oas ataques dessa pessoa são publucados, twnho q ter o direito de resposta.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            O chiliquento esqueceu como apareceu por aqui com suas musiquinhas ridículas sacaneando Federer ?. Arrumou encrenca com muita gente boa e botou o rabinho entre as pernas , foi repetir essas inverdades lá no Chiquinho. Nadal também não pode ir a Wimbledon por estar lesionado . Idem para Federer que entrou novamente na faca . Não puderam ir as Olimpíadas por lesão. Estamos num fórum de debates que é óbvio que não pertence a ninguém. Seus chiliques em nada me incomodam , mane’ . Abs!

    2. R.P.

      Medvedev fez um grande jogo, mas Nadal em 2019 teve tanta sorte no sorteio. Se o russo tivesse feito quartas com Berrettini e semi contra Zverev (este em grande fase), chances grandes de nem chegar à final. Fazer semi contra um Aliassime ou Alcaraz é risível. Mas o USOPEN é isso mesmo: sempre um sai lucrando no sorteio.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Risível ? . Não sei qual Esporte acompanhas , parceiro. O Canadense é Top 11 e o Espanhol está quebrando recordes de precocidade. Mais um que acredita que o Tênis se resume a figura Sérvia . Abs!

        Responder
        1. R.P.

          Não é pq Aliassime doutrinou o suíço na grama q é um grande desafio. Não tem nemhum atp 200tinho pra chamar de seu. Sim, a chave de Medvedev foi RISÍVEL.

          Em tempo, na tua ilusão de engrandecer Federer (diminuir o Sérvio, na verdade), dirá q Zverev, com suas 16 vitórias consecutivas, era desafio comparável ao impoluto canadense.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            O que tem Federer a ver com as calças ? . Aliassime fez boa partida contra MEDVEDEV e aos 21 com 7 FINAIS de ATP esta’ TOP 11 ,não por acaso. O Russo e’ TOP 2 do Mundo está com 25 anos , Sasha Top 4 aos 24 . Como eu disse no início o SLAM para o N 1 somente começou na Semi. Abs!

  13. Rubens Leme

    Não sei os outros, mas o português lusitano é muito feio e difícil de entender, em vários momentos. Minha primeira memória é a biografia da Deborah Curtis sobre o marido, Ian Curtis, cantor do Joy Division na edição lusitana da Assírio & Alvim do livro Carícias Distantes. Há uma parte em que escreve “Ian gostava de chatear os putos na zona”.

    Sem contar os filmes e series que são traduzidos para o “português lusitano” ao invés do “português brasileiro”.

    Aí entro no site da bola amarela e aparece a seguinte manchete: Nadal quebra o silêncio: “Não estava no guião estar coxo nesta altura!” (https://bolamarela.com.br/nadal-quebra-o-silencio-nao-estava-no-guiao-estar-coxo-nesta-altura/)

    Responder
      1. Rubens Leme

        Marcílio, algumas expressões podem ser divertidas, mas outras deixam as frases tão estranhas que saio à caça das declarações em inglês para poder entender.

        Isso me lembrou um pouco a tradução do brasileiro Antonio Houaiss para Ulisses, do James Joyce, que ficou tão impenetrável que eu tentava ler o original para ver se destrinchava o que o Houaiss havia escrito. Por sorte, hoje existem duas outras traduções, bem superiores. Mas até hoje a dele é elogiadíssima em Portugal e entendo bem o motivo….rs

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  14. Ronildo

    Na verdade eu tive a impressão que Medvedev fez igual à Seleção da Alemanha quando goleou a Seleção Brasileira por 7 a 1: deu uma freada para não humilhar Djokovic no último set.

    Podem conferir

    Estava 4 a 0 no ultimo set. Djokovic estava sacando. Se fosse quebrado, fatalmente Medvedev sacaria sem pressão nenhuma para fazer 6 a 0 no último set. Então Medvedev começa a cometer erros fáceis (game completamente diferente de todos os outros) e Djokovic fecha o game com facilidade ficando 4 a 1. Só que foi um vacilo de Medvedev que poderia ter custado o set. Depois disto a pressão realmente chegou para ele porque se fosse quebrado duas vezes ao tentar fechar a partida, que é sempre complicado, haveria empate. Então o Nirvana se transformou rapidamente em suplício quando foi sacar no 5 a 2! Foi quebrado. Depois só tinha mais um saque para fazer 6 a 4 ou dar chance de Djokovic empatar.

    Ou seja, tenista não pode tirar o pé para evitar um 6 a 0 contra qualquer adversário, principalmente contra um multi-campeão! Corre sério risco de perder o domínio na partida!

    Responder
    1. Ronildo

      Teve uma hora, acho que no segundo ponto do game quando Djokovic tava sacando no 4 a 0, que eu pensei: “Parece que Medvedev tá jogando a bola pra fora de propósito”

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  15. DANILO AFONSO

    Igualmente aos demais torcedores do Djokovic, queria muito que ele vencesse este US OPEN, não pelo fato de fechar os 4 Slam no mesmo ano, e sim por tomar a dianteira do recorde absoluto (21) de Slam. Eu sinceramente achei exagerada a badalação da mídia por causa da possibilidade de fechar os 4 Slams no mesmo ano. Se Djokovic nunca tivesse vencido o US OPEN apesar de ter 20 Slams, aí sim o título seria extremamente importante para fechar tal lacuna, mas não é o caso. É claro que é um feito interessante porque somente um tenista conquistou tal marca na era aberta, mas na minha opinião o sérvio conquistou neste ano 2 feitos mais relevantes do que o Calendar Grand Slam.

    Vejamos os dois feitos mais importantes alcançados pelo sérvio em 2021:

    – ter assumido o RECORDE DE SEMANAS COMO N. 1. Nenhum outro esporte representa tão bem essa contagem (semanas) como o tênis. É a cara do tênis. Tal recorde reflete a consistência e domínio do sérvio em alto nível não apenas em um ano, e sim durante várias temporadas contra os melhores tenistas de várias gerações. Esse recorde é grandioso;
    – ter conquistado o DOUBLE CAREER SLAM, algo que NENHUM tenista da ATP conquistou na era aberta. O Calendar Grand Slam não é um recorde inédito na era aberta, já o Double Career Slam somente o sérvio é detentor. Tal marca torna-se mais relevante sendo contemporâneo do rei do saibro e da grama;

    Se formos comparar performance de temporada por temporada, título por título, entendo que a temporada do sérvio em 2015 seria superior a esta temporada se tivesse conquistado o título do US OPEN, pois apesar de ter faturado em 2015 “apenas” 3 Slams (4 finais), o sérvio também foi campeão de 6 Masters 1000, 1 ATP 500 e ATP Finals, totalizando 11 títulos, o que resultou no recorde absoluto de pontos (16.585) em uma temporada. Na atual temporada o sérvio ainda não foi campeão de nenhum Master 1000. Ganhou além dos Slams apenas o ATP 250 de Belgrado. Um Slam não pode ter mais peso que 6 Masters e um Finals.

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    1. Ronildo

      Comentário muito bom Danilo Afonso, perfeito. Penso exatamente como você. Bater o recorde de semanas como número 1 foi um feito extraordinário, mesmo a lesão do Murray tendo ajudado. Mas era um recorde do Federer tido como imbatível 10 anos atrás. Vencer 4 títulos de slam num mesmo ano parece mais uma coisa estética! O importante é sempre ganhar mais um slam, isso sim!

      Responder
        1. R.P.

          Dá um print do atestado médico do Nadal aí pra gente ver, dr. Vitor.

          Só de curiosidade, quantos sets o suíço tirou do Nadal em RG em todos os confrontos? 4 sets em 6 jogos, isso mesmo? Kkkkkkkkkkkkkk

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          1. Sérgio Ribeiro

            Isso mesmo . O jogador com Backhand Simples que mais tirou Sets de Nadal em RG . Wawrinka Zero . E Andy Murray mesmo com Backhand de duas mãos Zero . Contra o Sérvio ele quebrou uma longa invencibilidade do mesmo em RG 2011 . E permanecem empatados com 1 x 1 em Paris . Abs!

        2. Paulo F.

          E o suíço? Que ganhou apenas miseráveis 4 sets de Nadal em RG, já no auge e pegando em algumas edições o Nadal quando ainda era uma vitela e NUNCA aproveitou!?

          Responder
      1. DANILO AFONSO

        Rafael, eu tinha colocado a 2ª vitória contra o Nadal em RG também como um dos grandes feitos do sérvio em 2021, algo que só o sérvio conseguiu, mas acabei excluindo porque alguns iriam falar que eu estava exagerando muito…kkkk

        Esse feito do sérvio foi realmente espetacular, e daqui algumas anos ou décadas terá uma peso muito maior. Nem Federer com toda sua genialidade conseguiu vencer sequer um jogo contra o espanhol.

        Responder
      2. Jose Yoh

        Pois é, ganhar duas vezes cada slam é um feito extraordinário, mas ganhar duas vezes com o Nadal na ativa (embora na primeira ele estivesse meio baleado), é absolutamente incrível. É a maior façanha do ano com certeza, e nao foram poucas.
        Abraços

        Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Tudo que for discutido sobre Nadal e Roland Garros, tem que se preparar um terreno a parte.
            Se bem que o sérvio é o único tenista da história a ter duas vitórias sobre Nadal lá… nem me lembrava.
            E é o único também a ter no mínimo 2 GS em cada Slam. Isso inclui RG.

          2. Luiz Fabriciano

            Se Djokovic tivesse 200 derrotas em finais para Nadal em RG, só com o que já tem, seria maior que todos os outros.

  16. Cláudio Bernardo

    Dalcim, tudo bem?

    Sobre o ranking, pode esclarecer alguns pontos por favor?

    Eu havia entendido que neste ano o ranking de entradas ao final do ano será diferente do ranking de corrida para o Finals e que, o número 1 de 2021 será definido ao final do ano pelo ranking da corrida e não pelo ranking de entradas, está correto isso?

    Sendo correto, caso realmente Djokovic não jogue mais este ano, tem grandes chances de terminar o ranking de entradas como número 1, mas no ranking da corrida pode sim sem grandes problemas perder a liderança, consequentemente impedindo o 7 ano como número 1 ao final da temporada.

    Poderia por gentileza comentar isso.

    Obrigado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, Cláudio? É muitíssimo provável que o ranking da temporada será diferente do ranking tradicional porque alguns pontos de 2019 ainda serão mantidos até agosto de 2022. Eu também imagino que a ATP irá considerar número 1 da temporada aquele quer terminar em primeiro nesse ranking, mas sinceramente eu não tenho certeza disso. Não li claramente em lugar algum que esse será o critério. Até já questionei a ATP mas não obtive resposta. Supondo que você esteja correto, como eu penso, realmente pode haver uma boa disputa até o Finals terminar. Se eu tiver novidades sobre o assunto, aviso. Abs!

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Cláudio, eu fiz o cálculo abaixo crente que o ranking de entrada que definirá o campeão da temporada, até porque em 2020 foi assim e o Dalcim antes de RG havia respondido neste sentido.

      A ATP tinha que esclarecer isso o mais rápido possível. Se for o ranking RACE que definirá o campeão da temporada, Djokovic não poderá abrir mão do restante da temporada, pois corre sério risco de perder o posto no Finals.

      Responder
  17. O LÓGICO

    Peço desculpas aos leitores desse incomparável blog por tanto tempo ausente. E não obstante meus inimigos terem se sentido aliviados com meu ostracismo forçado – falo do M C das farmácias e do L Fernando falling in love pelo robozinho danificado kkkkkkk -, tenho certeza que serei absorvido moralmente quando expor o motivo que me levou incorrer nessa falta. Nenhum safenado poderá se vangloriar de estar vivo com duas ou mais pontes e de ser protegido por Deus mais do que eu: sobrevivi a três cepas da COVID; e a D não ousa tentar entrar no meu organismo, agora totalmente blindado kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Passemos ao que interessa.

    Por que temos que realmente considerar o Djokão, meu herói do tênis, já explicado alhures, o GOAT desse esporte? A meu ver, ainda falta alguma coisinha kkkkkkkkkkkkkkkk, pra desespero do Almeidão, vulgo fake news ambulante kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Suponha-se que os três titãs parassem de competir definitivamente hoje. Quais critérios objetivos teríamos que levar em consideração para emitir um julgamento mais justo acerca de qual deveria ser considerado o GOAT? Sem um assentamento desses termos, não podemos avaliar a questão com o máximo de isenção possível.

    Quais são os principais torneios desse esporte, levando-se em conta a dificuldade de vencê-los, a premiação e pontuação oferecidas, além da raridade com que ocorrem? Penso que são, em sequência: Slams, Finals e Masters. Por favor, não coloquem as Olimpíadas porque elas ocorrem a cada quatro anos e não contribuem em nadinha de nada para o ranking anual, a não ser e muitíssimo pouco no ano em que ocorrem. Esse torneio tem uma importância de caráter excepcionalmente excludente: ser campeão olímpico não é ser campeão de um torneio de tênis que, de fato, concorra para o ranking anual; o mesmo se diga da Copa Davis. Então, vou deixar o robozinho danificado fora da disputa porque ao fazer a pergunta que pretendo, valendo apenas para o Djokão e Ele (sabem de quem falo, né? kkkkk), ficará bastante clara a razão dessa eliminação justa kkkkkkkk.

    Por que DjokoHero deve ser considerado o Goat, quando tem o “mesmo” número de slams que Roger, tem menos finals que Roger e apenas tem mais troféus no masters, que é o terceiro torneio em importância, raridade, premiação e DIFICULDADE. Aduza-se outro dado importante. Penso que seja válido analisarmos os slams individualmente, já que são torneios distintos. Então temos que Roger é recordista em dois deles (Wimbledon e USO), e Djokolouco apenas no AO. Sim ou não, Almeidão kkkkkkkkkk???? Na verdade, todos sabemos que o torneio mais importante para definir o GOAT é o slam. Basta vermos que se o robozinho danificado ganhar um slam que seja a mais que Roger e Djoko, dificilmente estes serão considerados GOAT, porque terão sempre que explicar porque não detêm o recorde nesse torneio.

    Outros critérios, a meu ver são, no limite, frágeis porque estão sujeitos a toda sorte de objeção por serem subjetivos. A título de exemplo: o que vale mais, o número de semanas como número 1 de forma descontinuada ou o recorde desse mesmo item levando-se em conta a continuidade? Pra mim o segundo, pois expressa mais uma regularidade absurda, de forma contínua e por muito tempo. Não sei exatamente quantas semanas seguidas Roger tem como número um, mas sei que o segundo colocado perde feio pra ele; o mesmo não se diga em relação ao recorde de semanas de forma descontínua. Pode-se dizer, em contrapartida, que o segundo recorde, por sua vez, é mais importante porque reproduz uma hegemonia em mais temporadas. Mas o importante é percebermos que esse é um recorde que não serve para a contenda, porque podemos ter o caso de um tenista ter conquistado um slam na temporada e um outro sem o mesmo título ficar à frente dele na pontuação. Portanto, se quiserem colocar esse item eu poderia ampliar um pouco mais e colocar um outro bem menos subjetivo: o número de títulos, independentemente do nível de torneio, e então, quem levaria vantagem entre os dois?

    De toda sorte, se tivesse que inserir na discussão fatores subjetivos, sem dúvida que colocaria a diferença gritante de idade. O argumento contrário, aquele que afirma que na mesma medida que Djoko levou vantagem porque chegou ao seu auge quando Roger já não estava mais no seu, este levou vantagem quando encontrou o sérvio ainda em fase de amadurecimento, é frágil porque tem um detalhe que pode, objetivamente, decidir a controvérsia: olharmos quem tirou proveito maior desse desencontro: e inegavelmente foi o Djoko, visto que eles se confrontaram bem mais, em finais principalmente, quando Roger não estava no seu auge, e não o contrário.

    Para quem não me compreendeu: que adianta o fato de Djoko ter vencido pelos menos duas vezes cada slam, se ao final das contas ele continua empatado no geral? Se você afirmar que isso expressa maior regularidade, eu te pergunto: o cara vencer 5 vezes seguidas os dois considerados mais importantes slams do circuito não expressa muito mais regularidade que vencer apenas dois ou mais descontinuamente?

    Portanto, o que defendo é que Djoko precisa superar Roger no número de slams ou, pelos menos empatar no finals, pra ser considerado o GOAT, pois já leva vantagem nos masters. Desde que Roger não apronte; o que acho bem improvável.

    Pelos critérios objetivos estabelecidos, O Robozinho, por enquanto é number 3 kkkkkkkk, e Ele é, ainda, o GOAT.

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Desejo q vc tenha muita saúde, sempre. Sinceramente sua ausência deixou o ambiente mais salutar, mais limpo. As vezes algumas situações q passamos na vida nos deixam menos radicais, com mais bom senso, mas claro q nesse momento de agruras no mundo Deus está sobrecarregado p operar um milagre desse porte. Vc continua o mesmo oportunista de sempre, q retorna apenas no momento que é propício e nunca na desventura. Reitero: muita saúde e cuide-se…

      Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Não resta dúvidas que tu pode ser tudo isso . Aproveita e de uma olhadinha mais abaixo sobre o que o “ Nobre “ oportunista perguntou sobre a ESPN e SporTV. kkkkkkkkkkkk. Abs !

    2. Jonas

      A discussão Federer x Djoko estatisticamente está BEM a favor do sérvio.

      Fora que em critérios de desempate, como Head to Head geral em finais e semis o Djokovic leva vantagem.

      Mas, considerando que os dois ainda estão na ativa, creio que Novak vence mais alguns Slams, masters 1000 e quem sabe 1 ATP Finals. Bem possível.

      Responder
    3. Jonas

      E, realmente, o critério de idade é subjetivo.

      Posso dizer que Novak atingiu seu auge em 2011, quando começou a dominar o circuito. Antes disso era coadjuvante da dupla, fato.

      Posso dizer que Federer atingiu seu auge em 2005. Até 2003 não havia feito grandes coisas no circuito, não é mesmo?

      Da mesma forma alguns fãs do suíço (não incluo o Sérgio Ribeiro nessa), afirmam que Roger só perdeu para Novak pelo fator idade, o que para mim não “cola”, já que nas derrotas sofridas no USO 2010 (3X2) e AO 2011 (3X0), Federer tinha 29 anos. Antes disso, Federer sofreu derrotas seguidas para Nadal nas finais de Wimbledon e Australian Open.

      Realmente é subjetivo. Pode observar que os argumentos dos Federistas se baseiam, hoje, muito mais no impacto que o suíço trouxe ao esporte, popularidade, salário, plasticidade etc.

      Responder
    4. Ruy Machado

      Bom dia! Espero que, agora, tudo esteja bem com você! Driblar 3x o Covid é para poucos… E parece que você voltou com mais razão que zoação! Rsrsrs
      Sempre haverá critérios para alguém do BIG 3 ser considerado O GOAT. Alguém pode dizer que ganhar 13 titulos no mesmo GS e ter apenas 3 derrotas em mais de 100 partidas é algo insuperável! Ou ganhar, ao menos, 2x cada Slam e M1000… Ou até mesmo ficar 237 semanas seguidas como N1… Mas achei sua linha de raciocínio bem sensata. Como você mesmo disse, recorde de GS tem maior peso no critério de desempate. Espero que, ao final da carreira dos 3 maiores, o Nadal tenha o recorde de GS. E eu presenciar você chamar o “robozinho” de GOAT🤣🤣🤣🤣

      Responder
    5. Maurício Luís *

      Que bom que voltou. Diferentemente do Luis Fernando, acho que sua ausência deixou um vazio. Quando o Nadal estrambecou-se em Rolanga e você não apareceu soltando foguete, temi que tivesse sido + uma vítima fatal do vírus. Por mim, pode continuar com a zoação… que eu me divirto. Abraços e saúde.

      Responder
      1. Maurício Luís *

        Em tempo: se bem que agora tá + difícil de fazer zoação com o “amado”” baloeiro, já que ele entrou numas férias forçadas… ou frustradas…

        Responder
    6. Paulo Almeida

      Só tive paciência para ler esse tijolaço agora e não passa da mesma ladainha subjetiva e clubista de sempre. Os critérios OBJETIVOS (números) foram postados mais abaixo por mim, definindo tranquilamente o GOAT.

      P.S.: Double Career Slam e vitória sobre o Nadal em Roland Garros é uma coisa que o Federer nunca terá, o que pesa muito contra ele.

      Je suis désolé, O LÓGICO!

      Responder
    7. R.P.

      1. 8 Masters não podem valer menos que um Finals de jeito nenhum.

      2. A quantidade de títulos de Federer amealhados durante até 2007. Acabou a entressafra, os títulos importantes se tornaram muitos esparsos.

      3. Muito mais difícil ser recordista de semanas que campeão do Finals. Logo, semanas na liderança vale muito mais, pois comprova regularidade, o que não pode ser feito medindo-se apenas um torneio de fim de ano, quando a maioria dos tenistas estão exauridos.

      4. Djoko perdeu quantas finais do Finals para Federer? Kkkkkkk

      Responder
  18. Paulo Almeida

    Ah, esqueci de dizer que o grande Mats Wilander também confirmou que a Djokinha Raducanu lembra muito o jogo do Craque, para desespero de quem não quer enxergar o óbvio.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Mais da metade do circuito lembra o jogo do Djokovic, Paulo.

      É porque todos moldaram seu estilo de jogo de acordo com o que o tenis atual exige: muita troca de bola, jogo de fundo sólido, capacidade de defesa no limite, capacidade física no limite.

      Agora se o jogo da Raducanu parece com o dele… no estilo sei lá, mas ela transparece alegria em jogar, o sérvio nao aparenta mais isso.
      Abraços

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , caro Yoh. Esse cara e seus Bluecaps vão repetir isso a exaustão mesmo não a tendo visto jogar rs . Fora o Back de duas mãos, o Sérvio nem de longe é tão agressivo. Ela não fica trocando bolas , esperando erro de ninguém. Daí a audiência da Final feminina ter tido uma audiência maior ( também graças a sua oponente ). Abs!

        Responder
  19. João Aguiar

    A questão que fica é a aproximação de um Fim de uma era.
    Nole era o último dos imbatíveis Big 4… A partir de agora se torna cada vez mais possível a vitória de Zerev ou Medivedev, ou outros tantos novos tenistas.
    O bloqueio mental que os separava parece que foi rompido.
    Djokovic permanece competitivo, e Nadal no saibro, mas a tendência são novos líderes…
    O que acha Dalcin?

    Responder
  20. DANILO AFONSO

    HEPTACAMPEONATO COMO NÚMERO 1

    Nobres, fiz um levantamento do que Djokovic necessita para terminar o ano novamente como n. 1 do ranking e conquistar o heptacampeonato, deixando para trás o outro recordista Sampras com seis títulos.

    Apesar do Zverev ter matematicamente pequena chance de ser campeão da temporada, vou concentrar o comparativo nos três primeiros tenistas do ranking.

    Temos atualmente a seguinte pontuação do ranking de entrada:

    DJOKOVIC – 12.133
    MEDVEDEV – 10.780
    TSITSIPAS – 8.350

    Para facilitar a análise do que cada tenista precisará para terminar o ano como n. 1, retirarei os pontos que os tenistas perderão (cairão) até o final do ano, inclusive os pontos que não poderão defender em razão do cancelamento de alguns torneios no 2º semestre.

    DJOKOVIC
    Total de pontos que cairão: 2193

    180 pontos do Master 1000 de Xangai;
    500 pontos do ATP 500 Tóquio;
    23 pontos do Master 1000 Indian Wells;
    90 pontos do ATP 500 Viena;
    1000 pontos Master 1000 Paris;
    400 pontos do ATP Finals.

    MEDVEDEV
    Total de pontos que cairão: 3840

    1000 pontos do Master 1000 de Xangai;
    250 pontos do ATP 250 Petersburg;
    90 pontos do ATP 500 Viena;
    1000 pontos Master 1000 Paris;
    1500 pontos do ATP Finals.

    TSITSIPAS
    Total de pontos que cairão: 2320

    300 pontos do ATP 500 Beijing;
    360 pontos do Master 1000 de Xangai;
    180 pontos do ATP 500 Basel;
    180 pontos Master 1000 Paris;
    1300 pontos do ATP Finals.

    Ao deduzir os pontos que cairão até o final do ano do total de pontos que constam atualmente na ATP, os tenistas têm garantido (líquido) os seguintes pontos caso não participem do restante da temporada por lesão ou por outro motivo:

    Djokovic – 9940 (12.133 – 2193)
    Medvedev – 6940 (10.780 – 3840)
    Tsitsipas – 6030 (8.350 – 2.320)

    Até o final da temporada ainda estão em jogo 5000 pontos:

    ATP 250 Astana ou Moselle (mesma data);
    ATP 250 Sofia ou San Diego (mesma data);
    Master 1000 Indian Wells;
    ATP 250 Moscow ou Antwerp (mesma data);
    ATP 500 Viena (ou ATP 250 Petersburg mesma data);
    Master 1000 Paris;
    ATP 250 Stockholm;
    ATP Finals 1500

    Assim, os tenistas relacionados acima necessitam da seguinte condição para ser campeão da temporada:

    DJOKOVIC

    – Dos 5000 pontos ainda em aberto, torce para que Medvedev não faça mais de 3000 pontos ou Tsitsipas mais de 3910 pontos caso o sérvio não jogue o restante da temporada
    – Djokovic somar mais 2.000 pontos para não depender da pontuação do Medvedev;

    MEDVEDEV
    – Dos 5000 pontos ainda em aberto, somar no mínimo mais de 3000 pontos caso o sérvio não jogue o restante da temporada e desde que Tsitsipas não faça mais de 3910 pontos.
    – caso o sérvio jogue alguns torneios, dos 5000 pontos a serem disputados, o russo precisa manter a diferença de mais de 3000 pontos.

    TSITSIPAS
    – Dos 5000 pontos ainda em aberto, somar no mínimo mais de 3.910 pontos caso o sérvio não jogue o restante da temporada, ou manter essa mesma diferença de pontos em relação ao sérvio se este jogar alguns torneios e desde que também mantenha a diferença de mais de 910 pontos frente ao russo.

    Responder
  21. Paulo F.

    Outra coisa, Ribeiro:
    Após o Djoko ter derrotado o Zverev, o Vitor Hugo chamou ele de Amarelev.
    Por quê tu não o criticou? Ele depreciou um dos teus jogadores preferidos que tu mais defende.
    A seletividade é por quê o Vitor Hugo é da seita?

    Responder
      1. Marcilio Aguiar

        Não gosto do termo “entressafra” e de muitos outros depreciativos que escrevem por aqui, porque somente são usados por quem não aprecia o tênis de verdade e sim apenas o seu tenista favorito, mas convenhamos que chamar 3 ex-numero e campeões de Majors de entressafra é mais “diversão garantida” ainda.

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Não foram apenas 3 , caro Marcílio. Hewitt, Safin , Ferrero , Moya , Roddick, Agassi ( o mais Velho N 1 até 2003 ) , pra esse medíocre fez parte da tal “ entressafra “ cuja o seu ídolo foi N 2 desde 2005 . . Ou seja , um sujeito que não sabe que esses caras competiram e venceram Sampras com o Norte-americano com apenas 31 anos . Quando disputou 31 Torneios entre 2001 e 2002 e apenas venceu UM e se aposentou . Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Vou ter que ficar patrulhando todos que falam mal da Nova geração , espertíssimo, P.F. .? . Já cansei de dizer que não compactuo com vários comentaristas . Já repeti N vezes que Federer , Rafa e Novak , são os TRÊS melhores jogadores da história. E que o maior é Roger Federer . Pareces mesmo uma criança rs . Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Incrível mas a FINAL Masculina com tudo que tinha em jogo perdeu novamente no USA , segundo a ESPN , para a FINAL Feminina em audiência. E as Semis também. Imagine se o Craque Suíço estivesse na disputa rsrs. Abs!

        Responder
      2. Luiz Fernando

        Vc patrulha, na pior acepção deste termo, as situações q interessam ao seu oportunismo medíocre, apenas isso. Ah esqueci de perguntar: recebeu convites do Sportv e da espn p comentar os eventos kkkk???

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Bom, se o Dalcim deixou passar , acredito que deixe essa . A resposta para o Lógico comprova a mediocridade desde a tua época de Fakes criados no faceTênis Brasil. Errou a carreira de Roger Federer desde 2013 . O cara deu a volta por cima , trocou de Equipamento e começou a surrar Nadal desde 2015 inclusive em SLAM. Daí para o medíocre sair de aposentado e cansadao para “ odeio Roger Federer “ foi a gota . És fraco e medíocre até nas ridículas análises da Nova geração. Sabes nada de Tênis L . Farmacêutico tarja preta lembras ??? . Como estão sofrendo .,, repetias a dar com o pau . Agora resolveu que tens que defender a turma da Kombi de qualquer maneira . Na boa , mane’ . Eles são divertidos , tu apenas medíocre. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Já ia me esquecendo. “ Aqui é diversão garantida “ … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, mane’ . Abs!

  22. Edval Cardoso

    Bom, como torcedor do Djoko, fiquei triste por ele não ter conseguido o badalado calendário slan,
    Era uma tarefa realmente muito difícil, não por fatores técnicos e físicos, pois ele estava no alge, mas principalmente pelo mental.
    Não é uma coisa que qualquer tenista esteja acostumado, tipo, ser vice de um slan num ano, dois anos e por aí vai até que consegue.
    Aí o tenista vai se acostumando com o monstro que se cria dentro de si mesmo por não ter conseguido.
    No calendário slan é um feito muito diferente, em que se tem só uma chance, ou a primeira chance, e não se sabe se terá outras.
    Torço para que Djoko tenha mais uma chance, aí já com o monstro da anciedade dominado por já ter passado por isso, acredito que ele não desperdiçaria essa nova chance.

    Responder
    1. Jonas

      Edval, nunca mais rsrs, essa chance já foi.

      Mas o sérvio me surpreendeu na temporada. No início do ano Medvedev vinha dominando, enquanto Djoko oscilava até mesmo em seu torneio preferido. Para minha surpresa o sérvio dominou o Russo na final. Depois ganhou Roland Garros soando sangue e semanas depois venceu Wimbledon…absurdo.

      Ele chegou bem perto, fato, é um monstro, mas perdeu para o número 2 do mundo. Um tenista excelente. Pelo menos não foi para um qualquer.

      Agora, eu já queimei a língua várias vezes com esses caras, então não ouso duvidar do Djoko em relação a sua fome por títulos. Creio que o sérvio tem muita lenha pra queimar ainda. E acho q o Nadal volta forte na temporada que vem.

      Só o Federer mesmo que está muito mal. Talvez até volte em ‘bom’ nível, mas acho bem difícil vencer mais um Grand Slam.

      E não é secando…hoje o Federer precisar estar melhor que Djoko, Nadal, Medvedev, Zverev e Tsitsipas para vencer um Slam, sendo que os três últimos são cerca de 15 anos mais novos que ele. Tarefa bem árdua.

      Responder
  23. Ronildo

    Quando eu li que Emma Raducanu trocou de técnico entre Wimbledom e o US Open, me veio à mente a imagem do famoso antigo técnico da Romênia gritando e humilhando as meninas da selecão, todas de cabeça baixa.
    E o cara ficou anos a fio como técnico da equipe!

    Responder
  24. Ronildo

    Gente, fala sério!

    O que Djokovic queria mais que tudo era o 21!

    Conquistar os 4 slans num mesmo ano é uma coisa sensacional?

    Sim!

    Mas nunca será mais importante do que simplesmente ganhar mais um slam!

    Pergunte a qualquer tenista o que ele prefere:

    Ganhar 5 slans em qualquer tempo ou ganhar 4 slans dentro de um mesmo ano para ter essa marca!

    Ganhar 9 slans em qualquer tempo ou 8 slans dentro de 2 anos para ter este número!?

    Ganhar 13 slans em qualquer tempo ou 12 em 3 anos para ter tal fantástica ostentação!?

    Mas que coisa meu!

    Djokovic queria mais que tudo 21 slans!

    Responder
      1. Ronildo

        Para com isso Jonas, então você acredita que ficar à frente de Roger Federer e Rafael Nadal no número de slans é mais importante ou igualmente tão importante quanto ganhar os 4 slans no mesmo ano? Kkkkk

        Você tá de brincadeira né?

        Se a coroa ou o troféu é de ouro ( ganhar um slam), é igualmente tão importante como este ouro está enfeitado (todos no mesmo ano)?

        Responder
        1. Jonas

          Ronildo, o Djokovic quer (e creio que vai) ser recordista isolado de Majors.

          No domingo, além dessa pressão pelo recorde, havia a possibilidade real de fechar o Slam, algo que não ocorre desde a década de 60. Havia uma tonelada de pressão em cima desse cara.

          Ser dono de 4 Majors, aos 34 anos, seria um feito absurdo, fora de série.

          Sim, eu coloco este feito acima do recorde isolado de Major. E pq?

          Simples…porque Djokovic provavelmente jamais terá essa chance novamente. Enquanto que o recorde de Slams ele pode conseguir em “pouco” tempo. Basta vencer mais 1 Slam. A meu ver, tem boas chances de conseguir no Australian Open 22 ou em Wimbledon 22.

          Responder
  25. Luiz Fernando

    Se como exposto pelo Chiquinho o sérvio não disputar mais nada em 2021, veremos pela primeira vez um final de temporada sem o Big3, algo triste e sofrido p o esporte, mas o tempo é inexorável…

    Responder
  26. Periferia

    O Monstro

    Como se constrói um monstro?
    Raiva e desamor…não se precisa muito mais do que isso…
    A falta de amor foi substituída pela ânsia de estímulos doentios…estímulos de um vermelho vivo…
    Nas veias…o veneno…
    A dissimulação para poder ficar entre os normais…nunca entre os iguais…
    A lâmina o acompanhava…
    A lâmina em sua mão reluziu antes de abrir a garganta do Diferente…
    Satisfação…
    Não tremia…fora bem construído…cuidadosamente treinado…
    Seus criadores deveriam se sentir orgulhosos…
    Como um Rhatho que vive em valas…sabia onde deixar o corpo inerte do Diferente.
    Feito…continuou a caminhar pela escuridão…haveria outros pelo caminho…
    O monstro ansiava pelo encontro de cada um deles (os Diferentes)…se fosse parado…se alguém descobrisse…
    A está altura…já se sentia imortal…
    Noites eternas lhe seriam pouco, pensou Tio Draža.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Vc citou a música, mas não colocou o link, Periferia. Vou te ajudar – https://www.youtube.com/watch?v=z4PKzz81m5c.

        Aliás, ela foi composta por Elvis Costello para seu espetacular disco Imperial Bedroom, que virou nome do romance de Bret Easton Ellis, fanático por Costello, tanto que que usou outra canção do inglês como nome de outro livro seu – Less Than Zero -, que virou filme com Robert Downey Jr e James Spader, embora totalmente diferente do livro original.

        Ellis é também autor do clássico Psicopata Americano, outro que virou filme.

        Responder
        1. Periferia

          Olá Leme

          Gosto muito do Costello (ele tinha um programa de entrevista na tv fechada…com muito boa música…não lembro o nome).

          Estou ouvindo Chet Baker (sai do metal progressivo direto para o jazz autoral…rs)….
          Aproveitando as listas que vc pediu para o pessoal…acho que estava na play list do Miguel.
          O espaço tem essa vantagem…experimentamos coisas novas e muito legais…
          Alguns dissabores…mas ainda vale a pena….

          Responder
          1. Rubens Leme

            Sim, conheço esse programa dele, assisti vários na época. Costello se tornou um americano completo depois que casou com a cantora Diane Krall. Curiosamente, seus discos se tornaram muito irregulares, até porque ele embarcou numa fase de crooner, coisa que sua voz atual não permite. Seu último grande disco na minha opinião é Spike (1989), que tem músicas em parceria com Paul McCartney. Seus 12 discos iniciais são simplesmente impecáveis.

  27. André Barcellos

    Não gosto muito do lado tititi do tênis, mas finalmente vi o jogo e pude perceber que tudo aquilo que várias pessoas falam sobre o emocional/afetivo do Djokovic é verdade. O cara chorando copiosamente, antes do game final, por entre as toalhas, porque FINALMENTE se sentiu amado em NY.
    Claro que ali tinha um misto de emoções, mas acredito nele quando diz que não estava chorando pela derrota iminente, apenas.

    Ou seja, Djokovic tentou durante grande parte da carreira ter o que Federer e Nadal tinham, sim, só que para isso ele teve que remar contra a maré …até ser reconhecido como um dos grandes.
    Fica a lição para aqueles que acham que o “comedor de fígados”, “macho alfa”, etc. não estava nem aí pra o que pensam dele.
    Ele se ressentiu (e provavelmente vai continuar se ressentindo, bem como o pai e sabe lá mais quantos da família) pelo fato de não ser amado (querido/apreciado) como, a seu ver, deveria.

    Responder
  28. fernando augusto

    Dalcim, você colocou o djoko como o GOAT no seu comentário, mas a maior parte dos recordes do circuito ainda pertencem ao GOAT suiço….se o djoko ganhar mais um slan, acredito que a discursão será encerrada….mas o “se” não entra em campo, melhor aguardarmos

    Responder
    1. Paulo Sérgio

      Quais recordes? Slam tá empatado com Nole. Semanas como número 1 nole é recordista e anos terminados em primeiro lugar o sérvio tá empatado com Sampras. Masters 1000 tá 36 a 28 para Nole. Big titles 61 a 54 para Nole. Acho que já é o suficiente.

      Responder
      1. O LÓGICO

        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
        O RI – Rest in Peace não entendeu meu argumento kkkkkkk, e você também, Almeidão kkkkkk. Se tu colocas como critério “título”, não podes fazer isso subjetivamente e inserir uma classificação entre eles para favorecer tua posição. Não fosse assim, Jimmy Connors não seria o recordista de títulos conquistados. Se o critério é o maior número de títulos, todos devem entrar na contagem, e Roger detém esse título entre os big 3. Por isso não coloquei esse item, pois nenhum dos três detém essa façanha.

        Ei, Almeidão kkkkk, quantos fakes tu tens no blog????? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
  29. Gildokson

    Dei uma boa lida nos comentários e ja vejo gente falando em idade (34 anos do sérvio) falando em derrotas vindo de uma semi desgastante… no outro post Paulo Almeida inacreditavelmente chorando pelo juiz ter mandado voltar um ponto laaaa no segundo set…
    Quer dizer que agora importa se o derrotado veio de uma semi difícil e o vencedor veio de uma baba e é mais novo??
    Interessante…
    Gente, como dito pelo próprio Dalcim, quando a pressão afeta o mental as perninhas também travam viu, não venham roubar aquelas que vocês diziam que eram nossas desculpas kkkkkkkkkkkkk

    Responder
  30. Chetnik

    Nós sabemos bem o porquê da insegurança e necessidade de afirmar falsa erudição, né? Kkkk. Porque, se o meu “nome” revela alguma coisa sobre mim, o seu não faz por menos. 😉

    Ucrânia não absorveu o Império Russo, assim como o Brasil não absorveu o “Império Português”, mas já havia Ucranianos e brasileiros antes das suas respectivas independências. Ou você quer anular a existência de um povo? Olha que isso é papo de ustasha… e se a sua erudição fosse verdadeira, saberia que o berço da civilização Russa nasce em Kiev, não em Moscou kkkk.

    CCCC das nossas montanhas paras as suas montanhas, colega desafortunado rs.

    Responder
    1. Chetnik

      Opa, Dalcim, a resposta acabou saindo fora da correta caixa de diálogo. Desculpa o equívoco, mas você sabe que eu nunca faço isso.

      Não acontecerá novamente. Agradeço.

      Responder
    2. Periferia

      Olá Chet (em algum momento irei superar o bloqueio).

      Antes de começar…lembre-se…foi vc que me interpelou com pouca educação…não esqueça disso…

      Vc demonstra grande covardia…não consegue colocar um CEP na mensagem …
      Fica algo jogado…
      Coragem homem…saia da vala…coloque nome para que deseja escrever…

      Vc esta sendo repetitivo…tudo que escreveu já havia escrito no outro post (demonstra grande fraqueza…pelo menos para mim)…
      Pensei que traria algo novo para a mesa (faço uma lamentação…uma mesa sem bebida…uma pena).

      Vc não deveria se preocupar com minha “erudição” nem “afetação”…
      Ucrânia e Império Russo não são o problema….
      O que faz uma figura “folclórica” sair do seu lugar e tentar agredir alguém que não significa nada para eple???
      Incomoda…alguém saber que a figura “folclórica” não é inofensivo…incomoda as ideias pouco normais para alguém anormal (desculpe a erudição”).
      Vc é alguém que usa a agressão e a raiva como combustível de vida…
      Não tente corrigir alguém …vc não tem capacidade para tanto…(nenhuma).
      Não tente agredir ninguém…(vc consegue…lute contra sua natureza)…

      O apelido Periferia é que moro na periferia…a maioria das pessoas que troco letras aqui sabe que sou o José Cláudio…alguns me chamam de Peri..outros de Perifa…tudo muito carinhoso (agradeço)

      O apelido Chetnik faz referência a um grupo monarquista/nacionalista/genocida…vc poderia completar com seu nome…(se é inevitável…pelo menos não se esconda).

      Como disso no outro post…vc não me impressiona…não me causa constrangimento…nem vergonha…

      Pessoas como vc encontrei a vida todo (eu e vc sabemos do que estamos falando)

      Deixarei a última mensagem para vc…pretendo não me manifestar mais até por respeito ao Dalcim (sempre muito elegante).
      Deixei claro o que acho de vc…(e já sei o que vc acha de mim)…

      Sigamos….vc aí e eu aqui….

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Olha, Peri, vc é uma das pessoas mais respeitáveis que comentam aqui e uma das mais admiráveis. Mas o rapaz que vc citou é um ser vazio, solitário, apelativo e incoerente… Nem vale a pena um cara como vc perder tempo com um sujeito desses

        Abs!

        Responder
        1. Periferia

          Tranquilo Vitor

          Vamos pensar em coisa boa…
          Neneca…. Mauro…Edson… Gomes… Miranda….Zé Carlos… Renato….Zenon…. Capitão….Careca…. Bozó..
          Guarani campeão 78…

          Abs

          Responder
        2. Luiz Fernando

          Talvez na sua visão valha a pena discutir com um personagem repleto e não vazio, repleto de nicks falsos, criados com objetivos nada respeitáveis, incoerência e falta de bom senso. Também acho q vale a pena discutir com quem comemora doenças de adversários. De fato algumas pessoas aqui são repletas…

          Responder
      2. Chetnik

        Caro apreciador de Ante Pavelic, eu vejo como eu não te constranjo nem te afeto. Além do textão, da outra vez você choramingou pro blog inteiro e para o Dalcim, especialmente, e disse que iria embora. Despedida dramática de um cara carente que acha que está dentro de um livro, ou de uma letra de música – pancadão? Não tem nervos. Claro que não deu dois posts voltou com o rabo entre as pernas… qual é mesmo a palavra que você usou? Fraqueza? E a outra? Covardia? O problema é que a literatura periférica que você lê reflete a sua falsa erudição a olhos vistos. Recomendo os clássicos. Russos, mas os Ucranianos também.

        Você achar que eu te ofendi por ter apontado o seu blefe de erudição me diz bastante. Não tem nervos – repetindo novamente. Não é para te impressionar, viu? Melindrado, e que adora um coitadismo. Mas, também encerro por aqui. Não quero ser responsável por novo textão de despedida. O blog não sobrevive sem o seu colunismo cultural.

        Sigamos, de fato. Subirei mais um pouco. Logo você me perde de vista daí.

        Responder
    3. Jose Yoh

      “Porque, se o meu “nome” revela alguma coisa sobre mim, o seu não faz por menos.”
      Chetnik, eu entendi bem ou voce insinuou que quem é da periferia nao teria erudiçao?

      E outra pergunta, se errarmos o país de origem de alguma personalidade, que mal teria? Seria essa uma prova de falta de erudiçao? Vejo nisso um ataque gratuito a quem normalmente respeita todos do blog.

      Na boa.
      Abraços

      Responder
  31. Ricardo Costa

    Dalcim, quem você acha que saiu mais machucado: o Federer com a perda do 9° título de Wimbledon e 21° Grand Slam contra o Djokovic após ter um match-point sacando com 40-15 ou o Djokovic após levar 3 sets a 0 do Medvedev no momento de fechar o Grand Slam Calendar e superar seus maiores rivais em número absoluto de Grand Slams?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bem difícil de responder essa, porque são feitos que provavelmente não se repetirão. Estatisticamente, é mais fácil o Federer ganhar Wimbledon do que Djokovic ficar de novo a uma partida do Slam perfeito, mas acho que a dor é muito parecida. Imagino que Nole também vai precisar de um período para digerir as duas decepções consecutivas, incluindo o ouro em Tóquio que parecia na sua mão.

      Responder
  32. Ricardo

    Alguém imaginava que Djokovic pudesse perder?
    EU!
    Escrevi no sábado um comentário aqui falando exatamente sobre a pressão psicológica extrema que estava sobre os ombros do sérvio e que Medvedev como franco-atirador seria um osso duro de roer.
    Agora já era. Nós mais veremos a possibilidade de alguém fechar um Calendar Grand Slam! Eu, pelo menos, não espero estar vivo em 50 anos kkk
    Mas, do Big 3, acho que Djokovic tem mais chance de chegar ao 21º. Federer com 41 anos e mais uma cirurgia no joelho parece que já foi. E Nadal….bem, motivado e em forma, sempre haverá Paris!

    Responder
    1. Jonas

      Eu imaginei que seria duro bater Zverev e Medvedev em sequência.

      Mas após a SF, pelo nível apresentado sim, pra mim havia um favoritismo de 55% a 45% pro Djoko.

      Responder
  33. Robson Couto

    Olá Dalcim,
    Ontem definitivamente não foi para mim um bom dia para o esporte. Primeiro o Palmeiras depois o Djokovic perdendo… tanto que só consegui entrar no blog no dia seguinte. Porém, o último parágrafo de seu texto destacando o lado humano foi de uma felicidade tão grande que de certa forma serviu de alento para minha decepção. Como sempre, fica o agradecimento para você e toda equipe pelo excelente trabalho.

    Responder
  34. Maurício Luís *

    Dalcim, e não é que você acertou quando disse que os Big 3 acabaria o ano empatados em Slam?
    Prorrogada a interminável discussão de quem é o GOAT. Sempre a mesma ladainha. Sujeito pinça os números que melhor lhe convém e acha que vai convencer o outro lado. Não vai.
    Trata-se apenas de uma competição infantil pra ver quem é + fanático do que o outro.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Basicamente é isso mesmo Maurício. E mesmo que um deles tivesse 30 slams, ainda seria difícil convencer torcidas de quem é o melhor já que os parametros sao subjetivos. Os números, tao grandiosos e precisos, sao subjetivos também.

      Há pouco tempo os nolistas falavam em slams “parrudos” ignorando esses números. Hoje, para estes mesmos torcedores, os números passaram a ser o principal fator para eleger o GOAT.

      Há pouco tempo os federistas esfregavam números pelo blog inteiro. Hoje o discurso mudou e o que vale é o jogo vistoso e o caráter dos jogadores.
      Nem vamos falar sobre a possibilidade de 21 slams do espanhol (ah, a maioria foram no saibro!!!)
      Abraços

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Você está equivocado, caro colega. Eu e muitos outros torcedores do suíço sempre dissemos que Roger é o melhor e maior não apenas pelos números. Eu nunca fui de ficar esfregando números na cara de ninguém.

        Abs

        Responder
        1. José Yoh

          Vitor Hugo, só quis exemplificar o pensamento das torcidas, sem julgar ninguém. Acho essa discussão sem sentido.
          É o que eu vi dos dois lados durante muito tempo aqui no blog, posso dizer com propriedade. Os argumentos variam de acordo com os acontecimentos.
          Abraços

          Responder
  35. Paulo Almeida

    Bom, DjokoGOAT continua o MAIOR e MELHOR absoluto e incontestável. Nada mudou. Vamos aos fatos:

    Big Titles: 61 >>> 54
    Grand Slams: 20**** >>>> 20
    Masters 1000: 36 >>> 28
    Semanas como número 1: 338 >>> 310
    Year-end: 6 >> 5
    H2H: 27 >> 23
    Confrontos em GS: 11 >> 6
    Finais de GS: 4 >> 1
    Finais de Wimbledon: 3 >> 0
    Semifinais de GS: 7 >> 4
    Finais de ATP Finals: 2(3) >> 0
    Finais no geral: 13 >> 6
    Semifinais no geral: 13 >> 11
    Double Golden Masters >>> None Golden Masters

    *1= Double Career Slam
    *2 = Nole Slam
    *3 = impossibilidade de defender Wimbledon em 2020
    *4 = 19 títulos parrudos contra uns 7 com boa vontade

    A diferença e a doutrinação continuam ABSURDAS pra cima da farsa suíça, que só conseguiu a ABERRAÇÃO de 20 Slams graças à era bagreolítica (lá foram 12), à lesão do Nadal em 2009 (mais 2) e à lesão do cracaço sérvio em 2017/2018 (outros 3). Sobrariam US 2008 em cima de Djoko e Murray longe do auge, AO 2010 em cima de outro Murray mediano e Wimbledon 2012 em cima do sérvio e do britânico em boa forma (só esse presta mesmo).

    FATALITY!!!

    Responder
    1. Gildokson

      Ta bom, mas o único dos 3 a olhar a prateleira e ñ enxergar nenhuma medalha de Ouro é o sérvio kkkkkk
      E Calendar Slam NÃOOOOOOO kkkkkkkk
      Se o Federer não conseguiu… não seria o Djoko a conseguir.
      Ahhh e para de ignorar o Nadal viu, esse cara pode ganhar RG d novo, partir para o 21 e ai acabar com toda essa tua ladainha. To torcendo pra não, mas…
      kkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Medalha de ouro só conta em simples e o GOAT ainda continua o mais próximo do Calendar Slam, uma vez que os outros dois foram barrados bem mais cedo.

        Não é questão de ignorar o Nadal e sim de dar o contragolpe na Igreja Freguesiana, mas um Slam a mais do espanhol não vai mudar muito a “ladainha”, principalmente pela diferença enorme de semanas e de Finals.

        Bom, de qualquer forma o suíço já era nessa briga.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Farsa Suíça ? . Cai na real , Piloto . Tu não enganas ninguém e já estás Velho pra pagar tanto mico . E mostras um desespero que nem tua turminha da Kombi + face TênisBrasil + Whats. , conseguem juntos se aproximar. Se liga , mane’ kkkkkkkkkkk. Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Que bom que adorou meu texto, Ribeiro.

        E você precisa se decidir se eu não era nem nascido em 2000 ou se tenho os seus 120 anos só de tênis.

        Abs!

        Responder
      1. Paulo Almeida

        Pela insistência e repetição, parece que é você que chora agachado no banheiro/chuveiro/ou sei lá onde a cada título do GOAT/derrota do GUAT.

        Espero que não tenha conotação homofóbica, senão é mais uma vergonha que passa por aqui.

        Responder
    3. Maurício Luís *

      Esse negócio de título parrudo é uma coisa meio engraçada da sua cabeça. Que culpa tem o tenista que seus maiores adversários ou se contundiram, ou não tiveram competência pra chegar à final? Não tá escrito em taça nenhuma ” título parrudo” nem “título desidratado”. É campeão porque dentro das regras jogou e foi o melhor.
      Quantas pessoas você acha que conseguiu convencer de que Federer é unzinho qualquer? Eu acho que nenhuma. E eu nem sou fãzoca do Fedefer, não.
      Mas concordo que pelo conjunto da obra, Djoko é o melhor. Se joga bonito ou não, é coisa subjetiva.
      Só lembro o nobre colega que todo campeão tem sua frustração. Djoko não fez o Calendar Slam nem medalha na Olimpíada; Connors e Mckenroe não tem Roland Garros; Lendl é extremamente frustrado por não ganhar Wimbledon. E até Rod Laver: nunca ganhou o WCT, que já nem existe, mas era tipo um Finals da época.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Calma, Maurício, mas me diga uma coisa: por que não retrucou quem fala que o Djoko atravessa uma entressafra agora?

        Seja coerente com os dois lados, meu caro.

        Responder
        1. Maurício Luís *

          Não retruquei porque só agora ele acumulou insucessos consecutivos nas Olimpíadas e US Open. E eu mesmo comentei em postagem anterior que isso pode ser o começo do declínio dele. Ano que vem já são 35 nas costas, adversários + experientes… sei não.

          Responder
    4. Vitor Hugo

      O fato de vc todo santo dia e em todos os comentários dizer que Novak é goat, só demonstra a sua insegurança e incerteza de nada. Precisa sempre ficar externando pra ver se alg abraçar a causa.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Olha só, aquele que fala direto “ROGER GOATERER” e que falou UM MONTE de besteiras mais abaixo querendo pagar de bonzão por aqui. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

        Não tenho insegurança/incerteza alguma: já é minha forma de se referir ao GOAT Djoko há muito tempo e não vou mudar porque um ou outro acha ruim. Os números e o domínio sobre os arquirrivais estão do meu lado.

        Responder
    5. FLAVIO

      Esse Paulo Almeida é fanboy do Djokovic , o cara não sabe nada e tenta menosprezar o maestro realmente é um zé bola fora mesmo, o cara fica nessa só porque gosta do Djokovic (como eu também admiro), mas pra aplaudir um não precisa menosprezar os outros adversários..

      Responder
        1. Maurício Luís *

          A ala federista menospreza o Djoko e isto eu concordo. Mas pelo seu raciocínio, vamos desclassificar o Federer porque eles o fazem com meu ídolo. Tá errado isso. Um erro não justifica o outro.

          Responder
    6. O LÓGICO

      Big Titles: 61 >>> 54 (INVENÇÃO DO ALMEIDÃOM, ROGER TEM MAIS TÍTULOS KKKKKKKKK)
      Semanas como número 1: 338 >>> 310 (E FAZER ISSO SUCESSIVAMENTE POR LONGOS ANOS? KKKKKK, SÓ ROGER FEZ, recorde que dificilmente será batido)
      Year-end: 6 >> 5 (ISSO LEVOU ELE A TER MAIS SLAM E FINALS, OS TÍTULOS MAIS IMPORTANTES DO CIRCUITO? kkkkkkk E mais títulos no geral? kkkkkkkk)
      H2H: 27 >> 23 (BASTANTE EXPLICÁVEL PELO FATOR IDADE E DESENCONTRO NO AUGE DOS TENISTAS. E A DIFERENÇA É MUIIITO GRANDE REALMENTE KKKKKKKK)
      Confrontos em GS: 11 >> 6 (ISSO PODE SER USADO COMO CRITÉRIO DE DESENPATE, E PODE SER EXPLICADO PELA MESMA RAZÃO POSTA NO ITEM ANTERIOR KKKKK)
      Finais de GS: 4 >> 1 (TÁ QUANTO EM TÍTULOS DE SLAM ???? KKKKKKKK)
      Finais de Wimbledon: 3 >> 0 (QUEM TEM MAIS TÍTULOS EM WIMBLEDOM???? KKKKK)
      Semifinais de GS: 7 >> 4 (QUE TEM O RECORDE DE SEMIS CONSECUTIVAS?????? KKKKKK)
      Finais de ATP Finals: 2(3) >> 0 (QUEM TEM O RECORDE NO FINALS??????? KKKKKKK)
      Finais no geral: 13 >> 6 (MAIS TÍTULOS, QUEM TEM???? KKKKKKK)
      Semifinais no geral: 13 >> 11 (E?????? KKKKKKK Deus mais títulos a ele????? kkkkkkk)

      *1= Double Career Slam (PUTZ, serve pra quê??????? kkkkkkkkk)
      *2 = Nole Slam (affff, kkkkkkkkk)
      *3 = impossibilidade de defender Wimbledon em 2020 (?????????????? algaravia do Almeidão kkkkkk
      *4 = 19 títulos parrudos contra uns 7 com boa vontade (“títulos parrudos” kkkkkkk, invenção do Almeidão. Fez ele ultrapassar Roger em títulos no geral, em slam, em finals? Não kkkkkkkkkk)

      Almeidão, vou desenhar kkkkkkk. SLAM > FINALS > MASTERS. Se sair desse critério, o próximo objetivo é títulos no geral, e Roger tem mais kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  36. Cassio Carvalho

    Roger Federer na pressão tentando quebrar recorde:
    Batendo o Recorde de Sampras, ganhando seu 15o. Slam na 1a. oportunidade por 3×2.
    Na 6a. final de USOpen seguida perde de 3×2 tendo matchpoint.
    Tentando o 21o. Slam en Wimbledom 2019 tentando superar Rafa y nole em sequencia: perde de 3×2 tendo matchpoint.

    Novak Djokovic na pressão tentando quebrar recorde:
    Perde de 3×0.

    Rafael Nadal na pressão tentando quebrar recorde em Slam:
    Ganhou tanto aguentando pressão que a pressão acabou sendo nunca poder perder, absurdo!
    Porem, quando jogou pra tentar a final do que seria seu 21o. caiu por 3×1.

    Responder
    1. Jonas

      Ah, mas aí tem uma diferença grande né filho.

      A pressão sobre o Djokovic era não só se tornar o recordista isolado de Majors, como vencer os 4 na mesma temporada. Seria o maior feito da história do tênis, isso aos 34 anos.

      Em Wimbledon 2009 o Federer pegou Roddick, um freguês de carteirinha. São 21 vitórias do suíço contra 3 do americano.

      Claro que havia pressão, em menor grau evidentemente.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Outra bobagem , típica de discípulo de P.A. . O Ex-N 1 do Mundo com seu espetacular Serviço e na Grama, não ficava nada a dever a Medvedev numa partida que valia muito. Tanto que Andy Roddick somente teve seu Serviço quebrado no 16 x 14 do Quinto Set . Ou seja, jogou praticamente 5 Sets mantendo o próprio e ainda teve que aturar 50 Aces do Craque Suíço. Na boa , já era 2009 e o Tênis já existia pra Turma da Kombi kkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          É aquele negócio: só ganhou Roland Garros e Wimbledon graças à tendinite do Nadal nos dois joelhos.

          Roddick era aquele freguês nato do Federer, assim como o Nishikori do Djoko. Pode jogar como nunca que vai perder como sempre.

          Responder
      2. Jonas

        A questão aqui é a pressão, Ribeiro, leia de novo. Não dá pra comparar.

        Primeiro que esse jogo significava demais para o Djoko, como o Dalcim deixou claro em seu texto.

        Segundo que Medvedev é o número 2 do mundo e tem retrospecto respeitável contra o atual número 1.

        Roddick contra Federer é resultado certo. Mas, sim, havia grande pressão sobre o suíço.

        Responder
    2. Paulo Almeida

      E pra IGUALAR o recorde do Sampras contra o Nadal?

      Tomou 3×2 em plena hard court, enquanto o Djoko fechou Wimbledon por 3×1 pra igualar o recorde dos rivais.

      Viu como é fácil só escolher o que convém?

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Outra tremenda asneira , P. A . Federer igualar recorde de Sampras contra Nadal ??? . Federer estava invicto 42 partidas e tentava superar BORG com SEIS Conquistas consecutivas no All England Club . Nada a ver . Mesmo assim manteve ao lado de BORG , CINCO. Outra que Novak nem sonhando consegue igualar . Abs!

        Responder
      2. Cassio Carvalho

        A questão é que é único 3×0 dos exemplos de jogos com valor de recorde histórico citados lá em cima. 3×0, sem matchpoint, ou seja. sem chegar perto de… É louco, mais, “tre-meu” o mental forte.

        Responder
  37. Rubens Leme

    Meus caros, Periferia, Marcílio e Filipe;

    é incrível como o tempo rendeu quando passei a me dedicar ao que realmente gosto de fazer. Tirei as últimas semanas para acelerar alguns projetos e finalizei dois roteiros de cinema, adiantei bastante meu site de música e estou tentando desovar um livro de contos.

    O que mais gostei foram os roteiros, especialmente o que fala sobre um jovem cego. Deu um trabalho miserável aprontá-lo. Foi feito a quatro mãos, em várias conversas via whatsapp desde janeiro. A ideia original é um filme de 90 a 105 minutos, mas como dificilmente teremos dinheiro público – a (con)gestão do Mario Frias não irá liberar verba para algo tão “sujo”, talvez façamos uma versão enxuta de uns 30 minutos, embora vá picotar demais a parte sensorial do personagem.

    O outro roteiro é mais simples, mas o problema é o mesmo: arranjar dinheiro. Equipe já temos – diretor, elenco e alguns da parte técnica -, já pensamos na trilha sonora (estou ajudando também, junto com a minha esposa, na parte instrumental em algumas passagens para os dois filmes), mas falta grana para viabilizar tudo. Quem sabe antes de morrer, eu consiga realizar um deles.

    O livro também está no mesmo caminho, porque uma editora vendeu uma ideia e agora arrefeceu alegando falta de grana no mercado. Eu tenho mais de 150 contos escritos e me pediram para separar 50 para escolherem de 15 a 25. Alguns outros irei colocar no meu site de música – pensei em reviver um blog lá falando de generalidades – e talvez eu mesmo depois publique por conta própria.

    Sobre tênis, o post do José de hoje à tarde falando que Borg e Federer são os maiores da história e Agassi o melhor devolvedor de todos merece meus aplausos. Não se é o Rei dos Reis por acaso.

    Pessoalmente, foi uma alegria ver, nesses últimos dias, os negacionistas e canalhas de Brasília e o de Belgrado tomarem pau, embora tenha passado longe do US Open.

    Abraços aos camaradas de sempre. E, Peri, que filme fantástico é O Salário do Medo! Fala-se tanto em Godard ou Truffaut, mas se esquecem de Henri-Georges Clouzot!

    E outro grande filho da França é o violinista Stephane Grappelli, o maior parceiro de Django Reinhardt. Curtam seu álbum de 1969, Le Toit De Paris:
    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_mzmTU6E0NGMiwk-UOTZZt_PQXpCFp1S-k

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme….

      Bom saber que vc está em grande momento criativo….
      Apesar que no Brasil…criar é algo caro…principalmente algo relacionado a arte (destruir sai mais barato ultimamente).
      Do Clouzot..sempre lembramos de As Diabólicas…um suspense “Hitchcockiano” (que o próprio inglês copiou)…
      O Salário do medo é o Carga Pesada do cinema mundial (sem Pedro e Bino)…rs
      Uma aula de roteiro…os dois filmes citados tem roteiros brilhantes…bem construídos…os personagens tem arcos com começo meio e fim (se vc está “construindo” roteiros…o filme é uma boa escolha)…existe uma simbiose entre a câmera e as palavras no filme…o plano geral vai lentamente perdendo espaço para os planos fechados…a atmosfera vai ficando intimista…a melancolia vai dominando…e um baita (o filme) modelo de linguagem cinematográfico…

      Mas caso tudo o dê errado…não se preocupe Leme….sempre teremos Malhação …citando o glorioso E O Vento Levou….
      “Malhação é sempre Malhação”….rs.
      (Que Frias entramos)…

      Responder
    2. Marcilio Aguiar

      Leme, desejo todo o sucesso na realização dos seus projetos. Apesar dos obstáculos naturais que a cultura enfrenta em nosso país, estou certo que encontrará os meios de concluí-los. Mantenha-nos informados. Abc.

      Responder
    3. Marcão

      Prezado Leme, perdoe-me se vc já o fez (infelizmente não tenho acessado este luxuriante blog com a frequência que deveria), mas seria possível postar aqui o endereço do seu site de música? Torço para que vc realize os demais projetos, apesar dos reveses que a cultura vem enfrentando nos últimos tempos.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Então, Peri e Marcílio, o filme sobre a jovem cego é uma história real de uma pessoa que eu e outro roteirista conhecemos que foi perdendo a visão aos poucos e aos 18 anos, estava com 90% comprometido até ficar totalmente cego.

        E ele é uma das pessoas mais divertidas que conheci e contou algumas histórias que adaptamos e criamos outras mais. Vamos abordar mais essa fase da adolescência porque foi traumático – o cara era bom de bola, namorador, quando a tragédia se abateu. Até combinamos – somos 10 caras no total – de tirarmos o escorpião do bolso nesta fase de pré-produção para ver se encontramos interessados. Mas se já estava difícil antes, imagine agora.

        Nao tenho intenção ou talento para grandes voos, é mais mesmo a vontade de tirar projetos da gaveta. Não sei se irá para a frente, mas optamos por atores jovens e desconhecidos saídos de cursos, até para baratear os custos.

        Marcão, meu site está tremendamente bagunçado ainda, ainda faltam uns 300 textos para serem colocados, arrumar fotos, edição, etc e tal. Quando tudo estiver bonitinho, de roupinha nova, limpa e passada, pés e mãos e cabelos feitos e barba aparadinha coloco-o aqui, com a permissão do Dalcim. Como mudei o layout e não tenho ajudantes, está mais devagar do que gostaria, mas espero aprontá-lo até o mês que vem.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Sobre o Salário do Medo, ele inspirou William Friedkin (diretor premiado com Operação França e O Exorcista) a fazer O Comboio do Medo. Naquele livro de cinema que sempre cito – Como a geração sexo drogas e rock ́n ́roll salvou Hollywood, do Peter Biskind – Friedkin disse que encontrou com o próprio Clouzot e pediu autorização pra refilmar.

          O francês achou uma ideia maluca, mas William garantiu que jamais faria um filme tão bom quanto o original. A filmagem foi uma loucura sem fim e, ao final, depois de tantos gastos e prejuízos, o diretor disse que havia “cumprido sua promessa”, o de não fazer uma refilmagem superior.

          Mais sobre o filme – https://www.adorocinema.com/filmes/filme-10403/

          Responder
        2. Periferia

          Olá Leme

          Vc escrevendo sobre o filme…me lembrei de um filme com o Val Kilmer chamado À Primeira Vista… é um filme meio “sessão da tarde”…tem um boa história.
          Trouxe a memória…

          Responder
          1. Rubens Leme

            Eu me lembro deste filme, fazia par romântico com a Mira Sorvino, que ganhou Oscar em A Poderosa Afrodite, do Woody Allen. Nosso personagem, no caso, está mais para uma mistura de Tommy, a ópera rock do Who, com Ray Charles (que teve 11 filhos com 10 mulheres diferentes)… rs.

            Falando no Val, ontem revi The Doors, do Oliver Stone, muito irregular e que escorrega pelo excesso de admiração dele por Jim Morrison, visto como um poeta visionário, embora em boa parte do filme seja retratado como um bufão insuportável.

    4. Filipe Fernandes

      Meu caro Leme,

      É muito bom saber que seus preciosos projetos pessoais-artísticos vêm, pouco a pouco, saindo (os filmes e o site de música) e entrando (o livro de contos) no papel (risos), eu fico feliz por isso e inteiramente na torcida para que eles todos se realizem! E faço das palavras do caro Marcão as minhas: o site musical pronto, por gentileza, não deixe de nos avisar. Na nossa última conversa aqui, você revelou ter uma verdadeira “Musicoteca” em casa (quase 6 mil CDs e discos!!!), então já imagino o tesouro sonoro e multifacetado que será o seu espaço.

      Ainda, se um dia você e os caros Peri e Marcílio formarem, quem sabe, um Cineclube, já lhes sugiro de antemão uma música de abertura para ele: ‘Luiza Luluza’ (https://youtu.be/1oXkdWAhLKc), do Gigante Gil. Música espetacular, uma homenagem à Sétima Arte, incrivelmente ornada com uma “trilha sonora” interna ao longo de sua composição que emana aquela mágica que por vezes sentimos quando estamos numa sala de cinema ou, em qualquer lugar, presenciando um filme inesquecível.

      Bons ventos aos seus projetos, meu caro!

      No mais, compartilho da observação (mesmo preocupação) do caro Rafael sobre o nobre Barocos, este um gentleman que sempre abrilhanta admiravelmente o Blog do Tênis: se ler isto, espero profundamente que esteja tudo bem você, Barocos, e com os seus queridos e queridas próximos.

      Um grande abraço, meus caros, e toda a saúde.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Olá Filipe, obrigado pelas palavras. Montar uma cineclube seria um sonho, assim como era ter minha loja de discos, que quase montei em 1991, mas meu pai me negou um empréstimo – tinha acertado compra de um lote imenso de LPs na época com um sócio e até um ponto de venda tinhamos visto -, mas infelizmente a crise e, principalmente, a vida totalmente digital não permitem mais tais loucuras, do ponto de vista financeiro.

        O site vai sair em breve. O problema é que sou muito bagunçado e ao invés de utilizar o método Jack, o Estripador (ir por partes), vou mexendo no que mais me agrada, adiando coisas importantes.

        E vamos à terceira dose, se houver vacina para todos.

        Responder
  38. Rodrigo S. Cruz

    O Paulo Almeida deve estar se mordendo, né?

    Mas isso é perfeitamente compreensível:

    é uma USINA de nicks para abastecer a idolatria ao sérvio: é Pèdro, é João, é Gustavo, etc.

    E tudo para quê?

    Só para ver o Poodle-alfa ARREGAR pro Medvedev e depois esconder o choro com uma toalha?

    hahahahahaha

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Estou frustrado, claro, assim como você fica desde 2008 no mínimo. É um tormento MUITO maior do que o meu sem a menor dúvida.

      Bom, não vou me desgastar novamente com esse assunto e geralmente eu ignoro, mas dessa vez quis ser solidário com o Israel, que parece ser gente boa. Se quiser continuar passando atestado de retardado acusando qualquer um sem nem verificar a pessoa no canal de notícias e também a forma de escrever, fique à vontade.

      I don’t give a damn.

      Responder
  39. juliano watanabe

    Texto sensacional, Dalcim. Primeira vez que te vejo usar Goat e Djokovic na mesma sentença hehehe Mas talvez o que faltava para Djokovic se tornar tão grande quanto Roger e Rafa era aprender a lidar com uma derrota pesada como essa, em um nível de maturidade para poucos. Se deixar chorar, reconhecer os méritos do rival é saber-se grande. Quem sabe agora ele não para de quebrar raquete hahahah

    Responder
  40. Daniel

    Talvez o Medvedev esperasse não ganhar o jogo, mas certamente não esperava ficar tão pouco tempo em quadra e sair com 3 sets, ganhando ou perdendo.
    O Djokovic parou de pernas pouco antes de quebrar a raquete. Ele batia nas pernas, como que tentando “ativá-las” de alguma forma.
    Vários slices pregado no chão, que a bola não chegou no pé da rede, uma pena.
    Esse cara é tão impossível que eu só comecei a admitir que o russo ganharia depois da SEGUNDA quebra no 03º set.

    Responder
  41. Majô

    Que texto hein Dalcin?Parabéns!
    Agora me desculpe discordar,as lágrimas de Djockovic não me emocionaram,todo jogador Top Ten em qualquer área tem um belíssimo bônus e nenhum quer perder isso.Em NY ontem ele foi maioria na torcida,mas nunca o seria tendo Federer e Nadal em quadra.Sou federista,mas se é uma palavra que ficou banalizada é a tal de Goat.
    Todos eles tem seus defeitos e obviamente qualidades.
    Federer é um jogador de jogadas plásticas e belas.
    Mental fraco e cuidadosamente estudado em todos os quesitos fora de quadra.Carismático.
    Nadal é um CR7 do tênis. Com tantos problemas físicos e agora congênito é um tenista que teve que ir mudando tudo,pois seu corpo também o foi.Se é problema no pé, afeta ciático, coluna etc.Tiro o chapéu pela sua determinação, garra e jamais desistir.Tambem carismático.
    Djockovic eu gostava do jeito moleque quando começou, imitando Serena,Federer,Nadal.Já aí dava para perceber , precisava ser notado e querido.
    Com o tempo se modificou,tanto o lado de pensar quanto de viver.Tornou-se vegano,acredita em tudo que o guru diz,toma água suja transformada em limpa,contra vacina,se meteu a criar uma ATP independente,causou na Croácia onde não havia casos de Covid ,seu pai é um falastrão. E o pior,em um de seus discursos,disse ser os Sérvios mais inteligentes e melhores que quaisquer outro povo.Tudo isso veio contra seu filho.Em um mundo onde as minorias se tornaram maioria e portanto cheio de mi-mi-mi foi a gota d’água para criar a atmosfera antipática contra Djockovic. Tudo nele parece forçado.Tem recursos técnicos enormes ,maiores que Federer e Nadal.Mas não me encanta.Ver seus jogos é chatíssimo, embora cheio de recursos.
    Para mim,pode vencer 30 Grand Slans que não mudará nada sobre ele.
    Penso que ser o melhor,envolve muito mais que números.Bjorn Borg foi meu ídolo e tinha um jeito lindo de jogar.Teminou a carreira cedo e foi para o lado obscuro das drogas que aparece muito próximo aos esportistas de todos os níveis infelizmente.Dificuldades que Djockovic teve,em um país pobre,cercado por balas de todos os lados acontecem com a maioria não do tenis,que é mais elitizado,mas no vôlei, NFL,futebol etc.Isso leva a pessoa a ser mais forte (caso do CR7) ou se tornam reféns da fama.Penso ser o caso do Djockovic, tem tudo,ganhou tudo mas ficou nítido que é um Ser humano que tem seus pontos fracos.Muito embora ,sempre disse que tudo isso o fortaleceu mentalmente.Já penso que todo esportista deva ter acompanhamento psicológico desde que despontam.Ontem soube que o Alcaraz, mora em uma casa pré fabricada de 25 mts quadrados, Já começa a despontar e para tanto um psicólogo seria bem vindo.Nossa,fui prolixa demais desculpem.
    No mais ,ele tem totais condições de absorver essa derrota que foi doída e ir em busca de sua obsessão por recordes e os consiga.
    Parabéns Medvedev jogou muito e acho que essa derrota será benéfica para Djockovic repensar algumas coisas.E Medvedev, Zverev,Tsitsipas,Aliassime,Shaporolov,etc seguirem também seus anseios.

    Responder
    1. Groff

      Desculpe, mas parei de ler no parágrafo do “mental fraco” do Federer. O fato de Nadal ser uma fortaleza quase inabalável, como provavelmente nunca se viu antes, e de Nole ter um mental quase à altura daquele do espanhol não faz com que RF tenha um mental fraco. Acho que eu vejo outro esporte, não é possível.

      Se alguém quiser dizer que o Federer fez escolhas duvidosas ao longo da carreira, muito em função do grande talento que tem, e que sua teimosia lhe custou títulos e outras oportunidades, aí eu posso concordar. Mas só o tanto de vezes que ele reverteu partidas perdendo os dois primeiros sets já dá a medida do absurdo.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Exato Groff.
        Se fosse comparar entre os tres, poderiamos falar que o sérvio e o espanhol tem o saque fraco.

        Mas como ganhar 20 slams com um saque fraco? Claro que é acima da média.
        Abraços

        Responder
      2. Gildokson

        Com certeza, e persistir lutando mesmo quando foi superado pelos rivais em sequência. Outra grande amostra de que mental do Federer não é fraco como alguns dizem foi dada na própria final de WB19, mesmo depois dos MPs perdidos ele lutou por mais uns 8 games até perder no tie.

        Responder
        1. José Yoh

          Bem lembrado. Como alguém pode ter mental fraco e chegar no tie-break depois de ficar 12 a 12 em games (!!!) no 5o. set, contra talvez o melhor mental da história?
          A única coisa que o povo lembra é desse 40/15… um único game.
          Abraços

          Responder
  42. ANTONIO GABRIEL

    Honestamente desde que vejo os jogos de Djokovic, nunca o vi tão nervoso quanto ontem, não conseguiu jogar solto em momento algum do jogo, nervosismo assim só vi parecido quando ele ganhou RG em cima de Murray, sofreu muito para fechar a partida e a instabilidade de Andy também o ajudou naquele momento. Ontem ao contrário, Medvedev estava totalmente convicto do que tinha que fazer e o fez com maestria, sem peso, jogando de forma tranquila o jogo todo praticamente. Me impressionou o choro de Djoko no final do jogo ainda antes do termino da partida, o que demonstrou o tamanho do peso da façanha sobre seus ombros. Mas o esporte é lindo também por isso, o negócio é aguardar como a cabeça do sérvio ficará para o restante do campeonato e para o ano que vem. Dalcim, tudo indica que no ano que vem o triplo empate deve se encerrar, mas diria que que a briga deve ficar mesmo entre Nadal e Djoko, qual seu palpite, quem termina 2022 com mais GS ?

    Responder
  43. Marcos RJ

    Foi emocionante e sincera a declaracao de Djokovic, que ficou surpreso e feliz por ter recebido “o amor e suporte da torcida” pela primeira vez em todos esses anos. A declaracao parece ter sido 100% honesta, mas me permita fazer uma pequena correcao: a torcida de Nova York apoiou o Servio porque … A) Federer e Nadal nao estavam em quadra, caso contrario teria sido tratado como vilao como de habito; B) A torcida quer ver jogo e SEMPRE incentiva o ‘underdog’, o jogador que tem poucas chances ou esta tomando uma surra humilhante. Nesse dia fatidico, Djokovic se colocou no papel do jogador fraco, sem chance de vitoria; e C) Parte dos torcedores (a comecar pelas estrelinhas de Hollywood) estavam ali para presenciar um fato historico que nao acontecia ha 52 anos: torceram bastante mas tambem acabaram perderdendo a viagem.
    Teve o suporte da torcida sim, e com todo merito, mas vamos deixar uma coisa bem clara: o servio nunca foi e nunca sera o favorito da grande maioria da torcida desse grande esporte. (amor entao, nem se fala rsssss)

    Responder
  44. Dirceu

    Excelente texto, Dalcim, parabéns. Traduziu com perfeição essa final. Como torcedor do Djoko, senti a derrota. Ironicamente, falhou na parte mental justamente quando tinha a torcida a seu favor. Ele que sempre esteve tão habituado a ambientes hostis, foi às lágrimas quando ouviu a torcida gritando seu nome nos momentos finais. Medvedev mereceu a vitória, jogou demais. Título está e boas mãos. E viva o tênis!

    Responder
    1. Rafael

      Rapaz, eu sabia que não tinha entendido alguma coisa sobre o jogo, mas graças a Deus você sabe o porquê de tudo e esclareceu para mim com bastante autoridade. Obrigado!

      Aliás, que bom ver que agora tanta gente SABE explicar tanta coisa! Não são nem ao menos conjecturas, são certezas! Este blog é magnífico em sua capacidade de fazer brotar gênios analíticos.

      Responder
  45. Winner 1984

    Com respeito, entendo que chega a ser meio que intrigante o sérvio ter 6 derrotas em finais no US Open quando possui 100% de aproveitamento, 9 em 9 no Slam Australiano, em superfícies que acredito serem bastante semelhante. Será que esse histórico pouco efetivo pode ter aumentado a tensão pro lado sérvio, considerando as derrotas, desclassificação recente? Talvez…

    Responder
    1. R.P.

      Usopen é final de temporada; calor e muita umidade; o sorteio normalmente põe um cabeça de chave top já na final (vide próprio Djoko, que mesmo quebrado fez final em 2016), cenário que se repetiu em 2017, 18, 19, 20 e 21. Não é ao acaso que é o major com o maior número de vencedores diferentes dos últimos 15 anos. Uma chave dura e um calendário desgastante e já era; DjokoGOAT estava sem pernas aos 34 anos, e Federer venceu por lá a última vez quando tinha apenas 27 anos recém completados.

      Responder
    2. Marcos RJ

      @Winner 1984, voce levantou uma questao interessante. As diferencas de piso entre USOpen e Australia variam a cada ano em aspereza, velocidade, quique de bola, alem de temperatura + jogos noturnos, e tudo isso pode influenciar a performance. Mas acredito que o fator psicologico parece mesmo ser a grande diferenca. Vale lembrar tambem que a torcida americana em NY – barulhenta e marrenta – tem historico de problemas com o Djokovic desde o US Open 2008, quando aconteceu uma discussao publica entre o Servio e o idolo local Andy Roddick. Teve vaia do publico na entrevista em quadra pos jogo, que foi um desastre de relacoes publicas para o jovem Djokovic que vacilou feio, e demorou anos ate limpar a imagem no pais. Tudo isso pode ter abalado o lado mental, alem de performances de luxo dos antigos #1 e #2 do ranking.

      Responder
  46. DANILO AFONSO

    Leio alguns torcedores falando que foi um massacre ontem, que atropelou, quando na verdade foi um 3-0 normal. Tá certo que quando se enfrenta o mais temido e completo tenista de todos os tempos, o público espera no mínimo que perca por 3-1 e consiga algumas quebras de serviço em razão da sua excelente devolução, o que não incomodou ontem.

    Eu nem considero atropelo a vitória dele sobre o russo na final do AO 2021, quando venceu o russo por 7-5 6-2 6-2 em 1h53.

    Djokovic foi atropelado na final em RG 2020 e em Viena quando perdeu para o Sonego por 6-2 6-1.

    Responder
        1. Jonas

          Discordo, Marcelo.

          Reconheço que Wawrinka venceu com méritos e jogou seu melhor tênis na final.

          Não dá para comparar RG 2020 com RG 2015, por exemplo.

          Responder
  47. FERNANDO/MG

    O sérvio disse estar até certo ponto aliviado por tudo isso ter passado, quem também deve estar extremamente aliviada é a boleirinha que a viu a raquete do djokão raivoso apontada para a sua face, e pasmem todos, o cidadão sérvio se controlou a tempo de não lançar sua raquete furiosa sobre a menina, que até se asustou com a cena dantesca e perigosa que se passou… Depois disso, o bravo guerreiro medieval resolveu espancar o piso da quadra mesmo… Grandes exemplos do djokão furioso…

    Responder
  48. Sérgio Ribeiro

    Não foi por falta de aviso . Faltam 5 , 4 , 3 , 2 , BUHM !!! . E tome o Léo Gavião, digo , Robson de volta pro Sítio kkkkkkkkkkkkkkk . Agora , a Turma da Kombi Sérvia, foi pior. MEDVEDEV sacando pra fechar e os caras gritando . Pela mor … kkkkkkkkk. Abs!

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  49. Ricardo - DF

    Dalcim, na tua opinião, quais os principais fatores que fizeram a diferença entre esta final e a do AUSOPEN, onde o sérvio dominou o jogo ? Seria a pressão psicológica em cima do Djoko o principal fator ou realmente o russo jogou bem melhor ?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que houve uma somatória de fatores, Ricardo. Medvedev entrou com um plano bem definido e foi fiel a ele, e soube muito bem optar por trocar bolas com margem menor de risco quando percebeu a instabilidade do adversário. O primeiro set certametne foi essencial, porque imagino seria bem diferente se Djokovic conseguisse sair na frente. O russo foi impecável e só mesmo no finzinho sentiu a pressão, o que é muito normal.

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  50. Santos

    Dalcim, acompanho tenis faz tempo e o jogo de ontem , lembrou-me duas outras situações anteriores. Nestas tres vezes, ficou claro que faltou energia ao Djokovic. RG 2015 , quando perdeu a final para Wawrinka. Em 2020 RG , quando perdeu para Nadal 3×0. Nestas tres, vinha de jogos dificies de 5 sets na semi. Ontem , além dos 5 sets contra Zverev na semi, o sérvio tinha acumulado 5 horas a mais de quadra que o Russo. Para um jogador com 34 anos, apesar de sua imensa qualidade, foi fatal. Ele já não vinha bem durante todo o torneio se superando apenas no seu talento fora de série. O russo além de tudo, estava voando fisicamente. Parece que Djokovic falou que estava com problema nas pernas. Cansaço físico e mental. Perdeu pontos que em situação normal não perderia. Não posso deixar de concordar que ele é o GOAT. Cabe a dupla Fedal provar o contrário. Ao longo do tempo e na posteridade, ficarão os números e marcas que hoje são incontestes a favor do Nole. Plasticidade e torcida serão irrelevantes perante as marcas estabelecidas.

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    1. Daniel C

      “ Plasticidade e torcida serão irrelevantes perante as marcas estabelecidas”

      Na sua opinião.

      Na minha e de muita gente, nem tudo na vida se resume a números ou estatísticas. Mas consigo entender esse comportamento/essa visão, uma vez que o sérvio só tem isso a oferecer: vitórias. É como o milionário que mora na maior mansão de todas, mas é arrogante, trata mal as pessoas e no fim do dia, todo mundo quer ir na festa da casa do vizinho, que mora numa casa bem menor e simples. Na votação de “melhor pessoa da comunidade”, é ele que sempre ganha.

      Mas tem gente que prioriza os bens materiais e a ostentação, fazer o quê. São escolhas. Quem acha que vale a pena a solidão na casa mais luxuosa, que vá em frente rs.

      Abs

      Responder
      1. Rafael

        Santos,

        Concordo com você, números são o que vão definir, mas na hora H, cada um sempre terá argumentos para enaltecer seu predileto como o melhor. Para o bem das discussões no mundo tenístico, o melhor seria que os três permanecessem empatados em No. de slams, eu penso. Depois a turma que se matasse debatendo, rs.

        Já o forista abaixo, parei de ler quando ele diz “na minha opinião e na de muita gente”.

        Quando precisa escorar o que vai escrever no pensamento de outros, ao invés de reforçar já fica óbvio que o argumento é tão fraco que precisa de suporte de “alguém de mais peso”.

        Eu acredito em dizer o que se pensa. Se vão gostar/concordar ou não, essa é a dinâmica do blog. Se vc se expõe, está sujeito a qualquer coisa. Não tento “corroborar” minha opinião usando a de gente que parece pensar do jeito que eu penso, uma porque não me interessa; duas porque se for pra ecoar o que outros dizem, qual a necessidade de postar?

        Às vezes, passo alguns períodos sem postar aqui. Por diversas causas, mas também porque, após ler os comentários, vejo que o que eu ia postar já foi comentado exaustivamente e minha postagem torna-se desnecessária para mim. Detesto ser repetitivo.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa , parceiro. És tu que decides ou perguntastes aos santos ???rs . Björn Borg , se já eras nascido , provou que não são os números frios . Não vai demorar muito pra descobrires . Abs!

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  51. André Abelha

    Os números de Cristiano Ronaldo poderiam ser todos melhores que os de Pelé. Certamente há alguns jogadores de ponta-direita cujos números superam os do Garrincha. Números são muito importantes. Mas não são tudo. O Sérvio é uma máquina de jogar tênis, sem dúvida o jogador mais completo e eficiente da história. Mas o tênis, assim como o futebol, é uma arte, e por isso os amamos tanto. Quem fez arte em seu mais puro estado, que encanta e arrasta multidões no mundo inteiro, somado, é claro, aos números (não necessariamente os maiores), é que isso o que, na minha modesta opinião, faz do Federer o maior (“Greatest”) de todos os tempos. E como já vimos, essa discussão nao é o reconhecimento de um fato; é uma discussão a partir de muitos fatos somados e contrapostos, ocorridos em anos diferentes. Por isso, é muito difícil convencer um torcedor do Nadal do contrário, idem para os torcedores do Federer e do Djoko. Pois somos todos apaixonados por tênis, e é isso o que nos move e nos leva a colar os olhos nos jogos. Para ver a arte acontecer e ficar gravada na história. E com arte, cada um se emociona como quer.

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    1. Rafael Azevedo

      Muito bom o seu comentário, mas só um adendo: o futebol é um esporte coletivo. A genialidade de um único atleta não garante os gols e nem os títulos. São necessárias as ações de outros atletas. Assim, é mais aceitável encontrar outros argumentos para enaltecer um atleta que não tenha os melhores números.
      No tênis, é um pouco diferente. Claro que os números não são tudo, mas têm muitos mais peso do que no futebol

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    2. Paulo

      O sérvio tem uma técnica apuradíssima, por isso está no topo da história. Ele é melhor que Federer e Nadal e as vitórias em Wimbledon e Roland Garros são a maior evidência disso, além de outro muitos fatores. Ser um astro mais popular que outro não muda isso. Nada pode mudar isso. Pode ser simpático, mais carismático, jogar mais bonito e coisa e tal, mas na hora do jogo, o tênis de Djokovic sobressai em relação aos outros dois gigantes. E o sérvio já provou isso várias vezes. Agora, claro que sempre resta a torcida inconformada….

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      1. Gildokson

        Não é por causa das vitórias em RG que o Djokovic é melhor que o Nadal, nem teria sentido isso. O cara perde umas 7 vezes e pq ganhou 2 la ele ja é melhor? kkkkkk
        Eu até considero o sérvio melhor que o espanhol, mas por outros motivos…
        Ja no caso do Federer em WB o sérvio se não salva aqueles MPs ficaria 2×2, mas como ele foi monstruoso ta 3×1 pra ele e o resto é história.

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        1. Luiz Fabriciano

          Ele não disse que o sérvio é melhor que o Nadal porque venceu lá. Vencer lá foi só uma mostra de que realmente ele é melhor, já que Nadal tem retrospecto muito abaixo no confronto em outros pisos.

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          1. Gildokson

            Muito abaixo dependendo do ponto de vista neh Luiz? Em jogos importantes como semi e finais de Slam o domínio do sérvio sobre o espanhol no piso predileto do gladiador não é tão grande.

        2. Paulo

          Você não entendeu. Eu disse que essas vitórias são evidências, pois Nadal é o maior em Roland Garros e no saibro em geral e Fededer o maior em Wimbledon e na grama em geral, o que torna as vitórias de Djokovic sobre ambos em seus respectivos templos sagrados, de um extremo valor. Niguém derrotou Nadal duas vezes em Roland Garros e em TODOS os masters 1000 no saibro, e ninguém derrotou Federer três vezes em Wimbledon, muito menos em finais. Eu disse que essas vitórias são evidências, mas não disse que as evidências se restringem a essas vitórias.

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  52. Paulo Almeida

    Ô Israel, você não vai se defender não?

    Fiquei esperando uma resposta sua, mas como não ocorreu, eu me manifesto, pois acabei sendo envolvido mais uma vez, mesmo que nas entrelinhas.

    Muitos aqui já devem ter te visto postando nas notícias com seu perfil do Facebook, mas aquele que se acha “homem de verdade” por postar com nome verdadeiro (será? E o que é S.?) não tem coragem de mostrar a própria cara por lá. E partindo dessa premissa, seu principal colega de seita fanática também não seria “homem de verdade”, já que nunca postou com o nome real por aqui. Baita tiro no pé.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ah, e tiro no pé quem deu foi você.

      Eu não uso facebook tem uns 5 anos…

      E quando eu usava, eu NUNCA postava nada sobre tênis usando conta de facebook.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Sem perceber, também insinuou que o Vitor Hugo/Marquinhos/Johnny não é “homem de verdade”, ou seja, deu um tiro no pé SIM.

        Conversa fiada. Crie uma conta no Facebook com uma foto real e poste lá como vários aqui fazem (Danilo, Pessanha, Thiago, Barcellos, Israel etc) para comprovar toda a sua “macheza”. Do contrário, ficará complicado sair da situação em que se colocou.

        Responder
  53. Jonas

    Djoko jogou uma péssima final. Sentiu o peso mesmo, foi emocional. Mas o Russo jogou demais. O GOAT perdeu para um adversário à altura. Infelizmente a batalha contra Zverev na SF pareceu pesar também.

    Agora, evidente que o saldo da temporada é bem positivo, independente do que aconteça neste final de ano. Djokovic venceu 3 títulos de Grand Slam e chegou a uma final, aos 34 anos. Isso é algo absurdo. É uma temporada marcante.

    Bom, que Zverev e Medvedev são adversários indigestos em qualquer grande torneio, isso já estou cansado de saber. O Australian Open, onde Nole costuma jogar seu melhor tênis, já havia sido duríssimo, conquistado no detalhe após aquela vitória apertada contra Zverev. Roland Garros idem. Em Wimbledon sim o GOAT levou sem precisar jogar bem.

    Mas a questão é a regularidade. E nisso Djokovic vem sobrando. Para o Medvedev se tornar número 1 (e creio que vai algum dia), precisa ser muito mais regular no saibro e na grama. Nas hards esse Russo realmente é um monstro. Penso que Novak, se estiver bem fisicamente, ainda assegura essa posição por algum tempo.

    Motivado, obcecado e maluco do jeito que é, ainda vejo Djoko jogando em altíssimo nível por mais algumas temporadas, focando claro nos Big Titles.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Big Titles , caríssimo Jonas ? . Ele próximo aos 35 em 2022 , vai pular MASTERS 1000 a dar com o pau . Acredito que onde ele ainda está atrás, ATP FINALS, e’ presença certa . No mais focado totalmente nos SLAM . A conferir. Abs!

      Responder
      1. Jonas

        Sempre temos que desenhar pra você, né?

        Big Titles>são os Grand Slams, ATP Finals e alguns masters 1000 (óbvio que vai pular alguns como já tem feito).

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Tu mesmo respondes tuas próprias groselhas rs . Nós quem , desenhamos ? . A partir do momento que está pulando uma penca de MASTERS 1000 não está nem aí pros Big Titles , mane’ . Um dia vais entender que a ATP inventou essa denominação mas os maiores BiG TITLES para os Tenistas , são da ITF . Os SLAM e o OURO OLÍMPICO . Depois e’ que vem o ATP FINALS e os 9 MASTERS . Abs!

          Responder
          1. Jonas

            Jogar todos os masters 1000 é inviável, Ribeiro.

            Djokovic faria isso se tivesse 23 anos de idade, como em 2011, mas isso foi há muito tempo.

            Não é o caso dele não querer jogar, e sim de tomar a decisão mais acertada, como foi em Cincinnati.

  54. José

    É difícil falar em GOAT, por conta das diferenças entre as épocas (velocidades, equipamentos, jogadores, medicina).
    Sampras foi o melhor em uma era de velocidade, mas nunca se adaptou ao saibro.
    Borg conseguiu ser o melhor no saibro e na grama em uma época em que havia grande distinção entre os pisos, ele sabia jogar no fundo e fazer a transição para o saque e voleio, quando necessário. Parou aos 26 anos e 11 títulos de GS, um feito que o coloca no debate do GOAT.
    Federer é um jogador agressivo que conseguiu fazer a transição para o piso lento, mesmo que fazendo as mudanças tardiamente na carreira. Não sabemos como o suíço se sairia em uma época de quadras mais rápidas e bolas menores, mas ele ganhou 20 GS em uma época pouco favorável ao seu estilo.
    Nadal é o rei do saibro e se beneficiou do tênis mais homogêneo, nos anos 90 ele teria maior dificuldade para vencer fora do saibro.
    Djokovic é o jogador perfeito para essa era pós anos 2000, de bolas grandes e quadras lentas, e não foi sucedido por outro grande jogador. Ele é o GOAT do tênis pós-2000, mas ele seria assim tão vencedor nos anos 90? Não acredito.
    Quando me lembro do Agassi em tempos menos favoráveis devolvendo saque a 240 km/he com o pé na linha, só para se exibir, não consigo nem concordar que o sérvio é o melhor devolvedor de saque da história.
    Olhando o geral, ainda acho que Borg e Federer são os jogadores mais completos que já vimos jogar tênis.

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    1. Leonardo

      Belo comentário. Se Djoko ou Nadal jogassem nos anos 90, podem ter ctz que a história seria outra. Ainda, Sampras, se jogasse hoje, talvez não fosse tão bem sucedido.
      Acho que o Federer é o cara que se encaixa e seria campeão em qualquer época.

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    2. Gilvan

      Perfeito o comentário. Acho incrível que as pessoas ignorem as transformações que o tênis sofreu nos últimos anos. Nunca tivemos um circuito tão pasteurizado quanto o atual. Acabaram os especialistas, acabaram as quadras verdadeiramente rápidas, o circuito de grama ficou só um fiapo. Muita coisa mudou na última década.

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    3. Winner 1984

      Gostei demais da sua análise. As conquistas, as grandes façanhas deveriam ser sim sempre relativizadas, cada uma em seu tempo e dentro do seu contexto, mas infelizmente existe aquele tendência ao “contemporâneo”. Parece que o aqui e agora é sempre o maior, por assim dizer.
      Sem dúvidas é preciso levar em conta a evolução que o esporte sofreu, entre outros fatores.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Repetes isso sem parar rsrs. Simplesmente perdeu dois Match-Points quando iria empatar em 2 x 2 no All England Club. Acho que esquecestes que pra levar WIMBLEDON 2012 ele bateu o Sérvio por 3 Sets a 1 na Semi . Daí o Craque Suíço ser OCTA , Sampras HEPTA e Novak ainda em terceiro com 6 conquistas . No total na superfície Federer 19 , Pete 10 , Connors 9 , Hewitt 7 , Novak 6 . Tá bom pra ti ?… rs . Abs!

        Responder
      2. José

        Desde o início dos anos 2000 as quadras foram perdendo velocidade, para o circuito ficar homogêneo, com exceção do saibro, que ficou mais rápido (pelo mesmo motivo). O objetivo era favorecer os rallies, as longas trocas de bola.
        Wimbledon hoje não tem uma grama rápida como nos anos 90 e a bola utilizada hoje é maior e mais lenta, mais pesada. Por isso Nadal e Djokovic conseguem jogar bem na grama. Eles venceriam na grama nos anos 90? Nunca vamos saber, porque isso não vai acontecer. Como os dois são camaleões, talvez conseguissem mudar seu jogo suficiente para isso, mas seria uma tarefa muito mais difícil. Nadal aprendeu a jogar na rede em alto nível, o Djokovic nesse quesito ainda acho o pior dos Big Four, considerando o Murray. Esse último também poderia jogar bem em qualquer época.

        Responder
    4. Groff

      Concordo com boa parte do comentário, como muitos daqui já devem saber. Até bem pouco atrás eu ainda achava o Sampras, que já tinha sido superado em Slams por Rafa e Nole, superior a ambos em termos de relevância geral para o esporte. Hoje já não acho mais, mas isso dá a medida de que os números contam apenas parte da história, pois o grau de dominação do circuito que o Sampras impôs só seria repetido pelo Federer e, em menor grau, pelo Djokovic em 2011. O Nole pode ganhar mais 1 Slam e eu vou continuar a achar que, para o esporte, Federer e Laver ainda são os mais importantes jogadores. Se o sérvio ganhar mais 2 ou 3, talvez eu tenha que reavaliar rsrsrsrs.

      Responder
  55. Marcos Marinho

    Queria aproveitar esse momento pra relembrar também o quão gigantesca foi Steffi Graf em 88. Além disso, destacar que ninguém defende o título do US Open desde Federer em 2008 (falando só de masculino).

    Isso é algo pouco comentado, mas defender um título de Slam é para poucos. Nadal jamais o fez fora do saibro. Aliás, o espanhol já defendeu algum título o geral fora do saibro? Não me lembro. Suíço fez em Wimbledon e no US Open por quatro anos consecutivos. Também fez na Austrália em 2007 e em 2018. Djokovic, por sua vez, defendeu cinco vezes na Austrália e duas em Wimbledon.

    Que Novak vai quebrar a barreira dos 20 parece óbvio. A questão é se vai ficar cada vez mais difícil. Os “jovens” estão chegando. Tsitsipas passou perto em Paris, Medvedev conseguiu em NY. Vamos ver em Melbourne. O servio será favorito, mas não acho favas contadas. Os caras estão chegando mais.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Nem ela se acha , Paulo F . Por ter enfrentado Serena , e se aposentado logo depois ainda aos 30 , Martina, Evert e Steffi já se pronunciaram várias vezes em favor da Norte – americana e sua incrível longevidade. Mas provavelmente também não será unânime. Abs!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ele e tu podem achar o que quiser . Somente disse a ele que até mesmo Steffi Graf e as outras acham a Norte-americana melhor . Difícil não é mesmo ? . Quem sabe se o P . F . tiver um autógrafo negado por Steffi também vai passar a odiá-la como certos marmanjos em relação a Federer ??? . Ou melhor , achá-la extremamente arrogante ? . Entendes ? rsrsrs. Abs!

          2. Luiz Fabriciano

            Sérgio Ribeiro, meus sinceros parabéns!
            Pois pela primeira vez, leio um comentário/resposta sua, sem nenhuma tentativa de ofensa e/ou querer dar aula a alguém.
            Apenas uma discordância natural de opiniões.

    1. José Nilton Dalcim

      Ainda temos de esperar para ver, Arthur, mas acredito que não há mais retorno, ainda que certamente o Big 3 tenha chance de ganhar mais Slam em 2022.

      Responder
  56. Vitor Hugo

    Muitas opiniões contrárias a Novak como Goat, o que é normal, pois como eu falei, não há verdade absoluta. Há de se levar em conta questões subjetivas além dos números e analisar de forma coerente os fatos.

    Espero que aquele “ditadorzinho” que comenta aqui largue a mão de ser xarope e vá ditar em outro lugar!

    Responder
  57. Rodrigo S. Cruz

    Bom, vamos lá:

    claro que não há nada de errado no Djokovic mostrar que homem chora.

    Mas se o segmento COFAP explorou tanto o soluço do Federer na Austrália, vão reclamar do que agora?

    Vou soltar rojões e fazer um churrasco sim.

    Até engasgaram por ter de engolir tanta soberba…

    Tava demais. Só faltavam dizer que o Djoko era o caminho a verdade e a vida.

    Mas a badalada meta dele tropeçou no Zverev, em Tóquio, e num inspirado Medvedev em Nova York.

    De mais a mais, eu não achava justo um jogador com o comportamento do sérvio atingir isso tudo.

    Não ia nem ficar bonito nos livros de história, e esta é a minha opinião sincera.

    Rod Laver, por outro lado, mereceu muito. E essa honra continua nas mãos certas…

    Responder
  58. André Aguiar

    Não digo modéstia à parte previ o resultado, porque não estava difícil de se prever. E confesso que não esperava que fosse 3×0. Eis o meu comentário publicado no post de 11/09:
    “Djokovic disputou 24 sets e 214 games, totalizando 17h25 em quadra. Tem 34 anos.
    Medvedev disputou 19 sets e 171 games, totalizando 11h51 em quadra. Tem 25 anos.
    Baseado nesses números, considero que o russo tem 60% de chances de ganhar o troféu do US Open 2021.
    Obs.: em 2018, na final do masters 1000 de Paris, Karen Khachanov venceu com facilidade um exausto Djokovic, que vinha de uma desgastante semifinal em 3 sets contra Roger Federer.
    Em 2020, na final de Roland Garros, Rafael Nadal venceu com facilidade um exausto Djokovic, que vinha de uma desgastante semifinal em 5 sets contra Stefanos Tsitsipas.
    O sérvio tem excelente preparo físico, mas não é um super-homem.”

    Parece que ontem o mental foi determinante, mas acaba que as coisas se misturam. E há sempre que enaltecer as virtudes do vencedor.

    Responder
  59. André Barbosa

    Infelizmente o jogo não foi o que quase todos esperavam. Se no AO o Djoko dominou, agora foi a vez do Medvedev. Espero que o russo ganhe confiança e possa finalmente trazer títulos de slam para a “NextGen”. Quanto ao Djokovic, acredito que ainda terá várias chances e mais cedo ou mais tarde chegará ao slam de número 21; aliás, acho que ele não vai parar por aí.

    =============================================

    E como é bom ver que o mundo dá voltas. Quando o Federer chorou por alguma derrota, apareceram vários “especialistas de sofá” dizendo que era vergonhoso, isso, aquilo etc. E agora, será que terão coragem de dizer o mesmo do Djokovic?

    Responder
  60. Vitor Hugo

    O slice do sérvio é muito ruim e não incomoda o russo. Flutua demais.
    Novak é um voleador mediano e tem apenas um razoável jogo de rede.
    Novak usou armas que estão longe de serem suas melhores e pagou o preço.
    Deveria ter ficado no fundo passando bolinha pro outro lado. Faz melhor do q ninguém.

    Responder
  61. Sônia

    Dalcim, ontem eu li goat, hoje no texto já está Goat rsrsrs, quem sabe ano que vem… GOat? Rsrsrs. Não adianta, basta pesquisar a diferença das “net worth”, basta pesquisar. Laver, te conheço rsrsrs, secou o sérvio né? Rsrsrsrsrsrsrs… Beijos.

    Responder
  62. Ronaldo Oliveira

    Dalcim, antes de mais nada, meus parabéns pela cobertuda e suas opiniões sempre excelentes!!

    Sobre a partida de ontem, estava assistindo pela ESPN americana e gostei muito do que o McEnrou falou durante a partida. Num determinado momento ele brincou e falou que parecia que os tenistas estavam de roupas trocadas, pois o russo estava mais à vontade que o Djoko – que todos pensavam que a partir do segundo set a história seria outra, como foram nas partidas anteriores, mas não foi. Brincadeiras à parte, ele disse que este peso emocional do Djoko deve ter quase o matado pois ele estava longe de seu astral. Concordo plenamente com a fala dele.

    Jä sobre a derrota, gostaria de saber de você, qual destas 3 derrotas será lembrada para sempre pelo perdedor, principalmente quando estiver velho e pensar “putz, porque não fiz um pouco mais, porque não dei uma gota a mais de suor!?”.

    a) derrota do Federer para o Djoko em W19 quando faltou perdeu 2 match points com saque pois seria o GS 21 (e pelo jeito este foi o mais próximo que ele chegou do GS21 – nao acredito mais em milagre, apesar de torcer para volte bem).
    b) derrota do Nadal em RG21 para o Djoko pois talvez o Nadal não se recupe para ter outra oportunidade (ponto levantado pela Chris Evert num dos debates ao longo da semana).
    c) derrota do Djoko para o Medvedev agora no US21 quando por apenas um jogo não conseguiu fechar o verdadeiro Grand Slam e “calar” todos os críticos definitivamente.

    Grande abraço!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom, antes de tudo é bom lembrar que McEnroe estava se gabando de que havia acertado Wimbledon, Olimpíadas e iria acertar o US Open… rsrs… Olha, nos três exemplos citados, acho que o do Federer, porque o jogo esteve efetivamente nas suas mãos, o que foi bem diferente nos outros dois casos.

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Apenas esqueces que o primeiro a ter quebra no set 5 foi Djokovic, então, não procede sua afirmação.
          E Djokovic fez 2×1 em sets, então…

          Responder
  63. Aurélio Passos

    Só o fato de Djokovic ter sido o detentor dos quatro Slams consecutivamente, em anos separados ( Wimbledon e US Open 2015 e Australian Open e Roland Garros 2016) já será praticamente impossível de alguém repetir tão cedo…

    Responder
  64. FLAVIO

    Mestre talvez o Djokovic sentiu mais o cansaço do que a pressão ontem, e o Medvedev jogou 100 ou+ que 100% e percebi isso na pressão do último game de set que a torcida tentou atrapalhá-lo, mas foi bonito ver a torcida reconhecendo o valor que Djokovic tem e ele não esperava isso, portanto acho que a partir de agora o Djokovic também será querido pelo público e graças a Deus eu vi isso ontem, assim como é o maestro e Nadal, pois os três são importantes para o tênis e sem eles o tênis masculino(porque o feminino é medíocre) perde a magia desse esporte, e parabéns ao Djokovic porque merece as honras do reconhecimento. Agora como sempre os seus textos são excepcionais e concordo 100% com você porque o Medvedev jogou muito, mas foi triste ver o grande Djokovic não alcançando o épico 4 slamns na temporada, mas mesmo ele fez uma grande temporada e merece está onde está, e parabéns também mestre Dalcim você é excelente naquilo que escreve e espero que você continue assim com ótimas análises do tênis. Abraço.

    Responder
  65. Evaldo Medeiros

    Bom dia!!! Dalcim, sem tirar os méritos do Medvedev que jogou muito e mereceu o título, você não acha que o desgaste acumulado ao longo do torneio não pesou na derrota de Nole? Eu sempre disse que chegar à final de um grand slam contra o Nadal com um físico meia-boca é derrota na certa. Isso também não vale contra o Medvedev numa final de US Open, cujo piso é o seu preferido?

    Responder
  66. Paulo Lourenço

    Minhas observações sobre o Djoko:
    – Precisa parar com essa frescura de querer ser amado por todos. O amor de sua esposa e filhos não é suficiente?
    – Chega de quebrar raquetes. Não é um adolescente…
    – Variação no jogo para encurtar os pontos: voleio, slices, drop shots, forhand não machuca ninguém, não sabe dar smash, etc. Incorporar o Boris Becker na equipe urgente!
    – Só consegue subir o nível quando enfrenta a dupla Fedal. Muitas dificuldades quando enfrenta os novos tenistas (basta verificar o sacrifício para vencer os últimos GS).
    – Precisa “fechar a matraca “ e concentrar-se em jogar solto. Parar de ficar comentando sobre GOAT e records.
    – 2022 será um ano importante: os novos tenistas “derrubarão a porta “ como o Medved ou irão encolher-se como o Thiem, Zverev, Berretini, Guga Grego, etc?
    Obs.: já encaminhei essas dicas para o sérvio 😉

    Responder
  67. Alexandre

    Salve Dalcim,

    Parabens!!! Muito bem escrito, tanto que me emocionei com o final de seu artigo. Essa é a grandeza humana, que muitas vezes a gente acaba esquecendo… Dignidade na derrota é uma das coisas mais emocionantes que conheço. Também chorei por causa da Luisa Stefani…sinceramente espero que ela se recupere 100%. Grande abraço!!

    Responder
  68. Paulo

    Análise perfeita, Dalcim! Parabéns! A parte mental pesou demais desde o início do torneio. Sempre tenso o Djokovic. Eu só acrescentaria que, além do mental, o desgaste frente a Zverev, somado às outras partidas de quatro sets, talvez tenha cobrado seu preço na final. E reitero que Djokovic ainda pode dizer que foi o único, depois de Laver, a conquistar o quatro slams na sequência, embora não no mesmo ano. Nenhum outro dos gigantes fez isso nos últimos 50 anos.

    Responder
  69. Luiz Fernando

    Quem diria q no mesmo ano veríamos Rafa e Djoko fraquejarem na hora do GS 21, ambos com físico e mental fortíssimos. Ficaram na mão nestes dois fundamentos e também no técnico, pois ontem o sérvio errou demais, a exemplo de Nadal em RG. Este final de ano deve demonstrar um predomínio dessa turma mais jovem e ano q vem já podemos citar q no mínimo será… imprevisível…mas com chance real do grego ignorante e do alemão também vencerem o primeiro GS!

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  70. Luis

    Não seria Federer nem Nadal que parariam Djokovic. Não neste momento da carreira dos 3. Na minha humilde opinião, os três terão lugares na mesma prateleira no fim da jornada. Agora uma coisa me chama a atenção Dalcin. Sendo o Djokovic dominante no piso sintético o que explica números tão diferentes no AO e US Open?. São seis vices no US Open! Curioso isso não?

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  71. Diego Bezerra

    Medvedev esteve muito sólido e com total confiança; Taticamente foi perfeito….. Esse russo tem sangue nos olhos, mais que merecido ter saído com o Caneco!
    Acredito que Nole não é e nunca será unanimidade no circuito e nem esse tal de Goat, apesar de possuir números exorbitantes falta-lhe carisma e sobra soberba! Comparar jogadores de épocas diferentes é realizar o desigual. Em termos puros de qualidade técnica Roger é disparado o melhor, já mentalmente acho Nadal e Nole, já fisicamente temos Nole, Nadal, Murray ( no seu auge), Federer ( bem mais velho que os demais) e Ferrer.
    Espero que em 2022 Roger,Nadal e Thiem se recuperem e deem os últimos suspiros de alegria a nós fãs, assim como Wavrinka; Torço que Nole siga saudável e o demais ( Medvedev, Sasha e Tsisipas) acreditem e concretizem de vez a introdução de Nova Era.

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  72. Jeovan dos santos

    Daria tudo para ter visto a cara do Dalcim no match point… na verdade, queria ter visto também a cara dele quando Djokovic finalmente conseguiu quebrar o saque do russo, pois Dalcim deve ter pensado que o tenista ao qual ele dedica o blog iria virar a partida, e ele poderia utilizar o texto que provavelmente já estava escrito desde o início do torneio, só aguardando. Pena heim Dalcim? O interessante é que, mesmo com o russo tendo ganho, o texto, óbvio, se encerra falando do Djokovic e de como o sérvio já é o favorito para um Australian Open que começa em janeiro de 2022… Impressionante como o blog nada mais é do que um site dedicado ao sérvio, travestido de “jornalismo profissional” hahahahaahahhahahahahaha Acho que o Dalcim ficou tão mal com a derrota do sérvio ontem que vai precisar se recuperar para as próximas postagens, ainda que saibamos que todas elas começam sempre do mesmo modo: afirmando que o Djokovic é o natural favorito para ____ (inserir nome do torneio).

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    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pela preocupação, Jeovan! Só não entendo o que você faz num Blog que só admira o Djokovic. Você poderia gastar seu tempo em coisas que te agradem mais. Acredito no entanto que a seriedade do Blog é o que faz você entrar sempre aqui. Abraço!

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    2. Rafael

      Rapaz, nota-se que você escreve bem, é esclarecido, de onde tirou essas ideias surreais?

      “Queria ver a cara….”

      Que sentimento é esse? Meu Deus, isso faz mal pra saúde!

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  73. Ronildo

    “Vamos torcer para eu ganhar Indian Wells, Paris e o Finals. É um desafio difícil. Estou muito feliz por ganhar um Grand Slam. Vou dar o meu melhor em todos os torneios que jogar e ver o que farei com o calendário. Esse não é meu primeiro objetivo em mente. Mas se eu conseguir fazer isso um dia, ótimo”.

    Palavras de Medvedev. Pelo jeito vai chegar no topo ainda este ano. Mas se não for, será no AO2022.

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  74. Vítor Barsotti

    Sobre a final de ontem:

    Apesar do pequeno chilique com a quebra de raquete, gostei da postura de Djokovic ontem. Tentou DENTRO DE QUADRA mudar a história de um jogo que estava totalmente desfavorável a ele. Não deu, mas perdeu com dignidade. E foi muito bem nas declarações pós-jogo. Para mim, o sérvio sai maior do que entrou.

    Quanto ao Medvedev, definitivamente não tem um jogo que encanta (suas entrevistas são mais interessantes que seu tênis). Foi superior ontem no saque e na consistência de fundo (e aí o físico e o mental pesaram pro sérvio), mas, no geral, ainda é inferior a um Djokovic em forma em todos os aspectos do jogo (FH, BH, saque, devolução, variações, físico). Mas tem a idade a seu favor. Então, que não se acomode e siga evoluindo.

    Enfim, Djoko e Medvedev fizeram as duas finais de Slam em quadra dura da temporada. As duas igualmente decepcionantes em termos da batalha que se esperava que fosse. Que possam fazer um tira-teima já no próximo AO, cada um jogando o seu melhor!

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    1. Jonas

      Concordo plenamente.

      Medvedev trouxe um plano de jogo interessante e executou com perfeição. Sacou demais. No geral ainda o vejo com boa margem pra melhora.

      O problema foi o Djoko ter entrado em quadra com o mundo nas costas, kkk. Situação de pressão ele já passou diversas vezes, mas essa foi de longe a maior.

      Eu até acho q Zverev daria mais trabalho ontem ao Russo. Mal das pernas o Djoko acabou perdendo em sets diretos, triplo 6 x 4.

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  75. Carlos Bicalho

    Djokovic será, em números, o maior da história do tênis. Sem dúvida, ganhará ainda mais dois ou três majors e baterá o recorde, tendo ainda outros grandes números, como ser o número 1 por mais tempo. Mas ainda fico com Federer como o melhor tenista de todos os tempos, nisso querendo dizer que ele é o tenista mais completo, com mais variações e com mais espetáculo da história do tênis. Djokovic, em minha opinião, tem o melhor físico da história, um corpo longilíneo, flexível e magro, não muito alto nem muito baixo – ou seja, perfeito para a prática de um esporte que exige muita flexibilidade como o tênis. É um caso muito parecido com o Cristiano Ronaldo do futebol, também com um físico muito privilegiado e que, aos 36 anos, continua jogando bem. Federer não tem isso; Nadal, por sua vez, também é muito forte fisicamente, mas sua carreira tenderá a ser mais curta, pois não tem a qualidade de físico do Djoko – é mais pesado (tem 1,85 e 88kg, enquanto Djoko tem 1,88 e pesa 77 kg).

    Djokovic, neste US Open, flertou com problemas desde o início. O que lhe garantia as vitórias era somente o aspecto físico – perdia o primeiro set mas sabia que, alongando o jogo, venceria tenistas sem físico, como os das primeiras rodadas. Contra um Berretini preguiçoso conseguiu ainda vencer bem, mas a partir de Zverev teve problemas sérios. Faltou ao alemão um pouco mais de mental, de querer continuar no jogo, forçando o jogo no quinto set para complicar o sérvio. Enfim, durante todo o torneio, Djokovic apostou no seu saque (muito efetivo, menos na final) e na longa troca de bolas com os adversários, sem muitas variações e angulações (o que cansa quem não tem físico ótimo), o que não funcionou na peleja contra Medvedev.

    Uma pena para ele, mas acredito que ainda fará mais slams que Nadal e Federer, pelo aspecto físico (lembrando que Cristiano Ronaldo tem 2 anos a mais que ele)…

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    1. Mike

      lembrando que nadal tem 85 quilos e não 88 e cristiano ronaldo apesar de ser 2 anos mais velho que o djoko ,pratica esporte coletivo o que já da um abismo de diferença na carreira de longevidade física. Nunca compare esporte coletivo com individual, no aspecto físico.

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    2. Luiz Fabriciano

      Medvedev jogou melhor.
      Agora me diz aí, como alguém, tecnicamente inferior, cansa alguém, tecnicamente superior, fazendo-o sucumbir por falta de físico?
      Haja disposição para criar conjecturas de desmerecimentos hein?

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      1. Carlos Bicalho

        Nunca disse que o Djokovic é tecnicamente inferior. Óbvio que tem grande técnica, senão não estaria onde está. Mas ele faz sucumbir gente do nível técnico dele por conta do físico, isso sem dúvidas. E isso faz o Djoko ganhar muitos torneios grand slam, justamente pelo fato de ser em melhor de cinco sets.

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  76. Gilvan

    Djokovid, o rei da era “bananada” da ATP, não conseguiu faturar o US Open mesmo sem enfrentar um mísero campeão de Slam em toda a campanha. Aliás, o proprio Medvedev foi campeão também sem vencer um mísero campeão de Slam.
    Temos um circuito composto por dois membros do BIG THREE envelhecidos, próximos da aposentadoria, uma miríade de jogadores que perderam o bonde da história e neófitos que, a despeito do grande potencial, nunca ganharam um Slam.
    Nesse contexto que o Djokovid se tornou o rei. O rei da bananada.

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  77. Miguel BsB

    Primeiramente, parabéns Dalcim e equipe pela cobertura do USopen! Djoko não conseguiu fechar o calendar Grand Slam, mas vcs sim, como o fazem todo ano!
    Tenho pouco a acrescentar ao que já foi dito. Há muito tempo não via o Sérvio jogar tao mal uma decisão de Slam, e isso claramente se deve a enorme pressão que sentiu…bobagem de crianças ficarem zombando do sérvio por ter chorado copiosamente. Nada mais natural. (Sei que isso é tiração de sarro por parte das torcidas rivais implicaram com o choro do Fed em 2009, o que tb sempre achei uma bobagem). São humanos e a pressão é grande demais, até mesmo para eles.
    Sobre o jogo, Medvedev simplesmente foi melhor em tudo. Principalmente nas trocas de fundo, onde o sérvio costuma se sobressair…finalmente um next gen ganhou um Slam batendo um Big 03, já passava da hora…
    Muitos acham, eu incluso, que Tsisipas e Zverev tem mais “bola”, mais recursos que Medvedev. Eu concordo. Mas, para mim, o mais carne de pescoço, mais difícil de ser batido é o russo. Quem joga tênis sabe o quanto é difícil derrotar um paredão, um cara que chega em todas, extremamente regular, e que ainda por cima tem grande saque e golpes fundos e contundentes…
    Prefiro enfrentar um cara muito habilidoso e agressivo à um paredão de gelo como o Medvedev.
    Ele vai ser ser (já é) uma potência das quadras duras. Mas acho muito difícil que se estabeleça no saibro e na grama.
    Portanto, o futuro do tênis talvez reserve uma “volta ao passado”, com diversos tenistas levando Slams em determinadas superfícies, e tendo dificuldades em outras…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Então, Miguel , o Craque Suíço já chorou N vezes em Vitórias e derrotas . Em WIMBLEDON 2008 ele iria para incríveis SEIS conquistas consecutivas. Uma olhadinha no YouTube, verás que os boxes dos atletas estavam lado a lado . A cara de Mirka assistindo a cena é impagável . Mas antes do jogo acabar foi inaugurado com o “ comedor de fígados “ . Acredito que os conhecidos manés aprenderam de vez o que é pressão. E isso em nada atrapalhou a comemoração de MEDVEDEV que aproveitou pra valorizar sua conquista e agradar a torcida. E’ o da nova geração que tem mais vitórias sobre Novak … Abs !

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, matematicamente é possível. Não sabemos qual calendário Djokovic fará e ele defende cerca de 2.100 pontos. Mas ainda assim Medvedev terá de fazer um final de ano praticamente perfeito, porque também defende muitos pontos e terá de ganhar praticamente tudo o que jogar.

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  78. Geraldo Arnt

    Não duvido professor que o sérvio quebrará todos os recordes possíveis dentro do tênis. Agora, fechar o calendar slan e ter uma medalha de ouro olímpica seriam um glória demasiada para alguém que tem o estranho comportamento de quebrar raquetes e ter chiliques dentro da quadra. Já tinha feito um papelão em Tóquio. Quando ele vai afinal ter maturidade neste quesito? Que mensagem ele passa para os jovens e crianças, muitos do quais se espelham nele e são seus seguidores? Uma pena, porque talento ele tem de sobra.

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  79. Rafael

    O vencedor: Daniil venceu e confirmou pra mim que esse é o 1o de vários slams que terá. Na transição põs big-4(3)(2)(1), ele está se mostrando o mais dominante. A forma como sacou foi desanimadora (para quem estava torcendo por Djoko, como eu). Daniil caminha para se tornar “o cara a ser batido”, com Zverev atrás. Tsitsipas precisa ver se vai se encontrar.

    O vice-campeão: Djokovic não jogou nada em momento algum. Sucumbiu à pressão de estar a 3 sets de um enorme feito e tentou de tudo, porrada, ir à rede, angulações. Foi frustrado por Medvedev, que mantinha seu saque com facilidade e pressionava/esperava Djoko se enrolar no próprio. Fico tentado a considerar o que já foi levantado aqui: Na falta de Nadal e Federer, o protagonismo isolado PESOU nas costas de Djoko. Se a partida tivesse 10 sets, Daniil venceria por 10×0.

    O ano: Mais um ano espetacular, 3 slams (DjokoVINTE), um vice no quarto, a muito provável manutenção de mais um year-end como No. 1, elevando ainda mais seus espetaculares Nos, tudo isso às vésperas de completar 35 anos quando, de acordo com alguns especialistas do blog, ele já estaria aposentado há pelo menos 5.

    A torcida: Talvez no seu último ano de dominância absoluta, Djoko teve a simpatia da torcida, o que lhe emocionou. Porém, essa mesma torcida foi lá atrapalhar o Daniil em várias oportunidades, principalmente na hora de fechar. Parecia o Brasil, quando tínhamos Copa Davis por aqui. Não vou me lembrar o nome nem vou googlar, mas já teve tenista que abandonou partida aqui na Davis (Muster?) por causa da torcida de futebol.

    O futuro: Contraditoriamente, Djoko deve muito do que venceu à sua inspiração e vontade de igualar e superar Nadal e Federer. Agora que conseguiu e poderia deslanchar, acredito que ocorrerá o contrário. Pode vencer coisas importantes se continuar saudável, claro, mas nada será como antes. Além disso, a idade chegou e a Próxima Geração decidiu começar a vencer.

    Dalcim, obrigado por mais uma cobertura. Ontem o stream estava hipercarregado e travando o tempo todo, de modo que tive que apelar para o tradicional. Que vc se mantenha por muito tempo ainda como No. 1, com folgas, no jornalismo esportivo.

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  80. Rafael Azevedo

    Eu não pude acompanhar a partida, ao vivo, mas lembro de quando peguei o celular para ver como estava o placar e me assustei quando vi que o russo estava vencendo por 2×0. Naquele momento pensei: “se fosse o Tsitsipas, ou o Zverev, ou até mesmo o Nadal, eu acreditaria na virada do Djokovic. Mas, contra o Medvedev não vai acontecer”.
    Djoko enfrentou o único tenista no circuito com um mental tão forte quanto o seu. O primeiro set era crucial. O russo nunca permitiria a virada.
    É uma pena, pois o feito do sérvio seria épico. Mas, foi grandioso da mesma forma, pois o feito do russo também foi extraordinário.

    Belo USOpen.
    Belo texto do Dalcim.

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  81. Edgard Upinho

    Como sempre, texto irretocável, mestre Dalcim. A sua capacidade de descrever o que ocorreu na partida é fantástica. Djokovic sentiu o momento e a história em suas raquetes, é um fato evidente. E não sentiu apenas na final , e sim desde o início do US open. Conforme destacou, as perdas sucessivas dos primeiros sets contra a quase totalidade dos oponentes já deixava isso bastante claro. O jogo se definiu no segundo set, quando o sérvio perdeu as oportunidades de quebra. Ali estava a chance de tirar o russo da zona de conforto e lembrá-lo das rodadas anteriores. Mas o número 1 falhou porque não estava em condições emocionais de finalizar a tarefa mais difícil do tênis. É uma pena, mas creio tb que isso em nada o diminui e ele segue, mesmo sem fechar o SLAM , tendo argumentos de sobra pra ser considerado o GOAT. E pode fazer ainda mais, pois o AO está logo ali. Porém, antes disso, ele pode estabelecer mais marcas importantes: fechar o ano novamente como número 1; vencer pelo menos mais um master e desempatar com a outra lenda (Nadal); e vencer mais um ATP FINALS igualando Roger Federer. É pouco? pros deuses do esporte, talvez, para os (até então) meros mortais (Zverev, Medevedev, …) não mesmo. Abraço, Dalcim.

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  82. Vitor Hugo

    As autoridades deveriam ficar atentas, pois temo que o russo possa ter a sua vida ameaçada.
    A segurança precisa ser reforçada no próximo jogo entre Danill e Novak. Podem tentar fazer com o russo a mesma coisa que fizeram com Mônica Seles.

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    1. José Nilton Dalcim

      Eu conheço o fato, mas Nadal não ganhou o primeiro Slam e assim não teve a chance de repetir os nomes citados, que chegaram aos EUA com a chance.

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  83. Rogério

    A verdade que ninguém está ressaltando é:
    1- Medevev jogou muito (se não fosse o 21, talvez o 18), o sérvio teria perdido de qualquer forma
    2- Djokovic teve a oportunidade de ouro em 2020/2021 onde vários tiveram problemas e/ou diminuíram o ritmo por causa da pandemia, e o fominha não.
    Além disso, a conta veio: o papelão de abandonar a sua parceria nas olimpíadas quando o bonitão perdeu o interesse pelo torneio, foi muito grande.

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  84. Vitor Hugo

    Pois é… Federer sempre teve NADAL E DJOKOVIC no seu cangote. Agora o sérvio tem Medvedev, Tsipas e Zverev…
    Percebem a diferença????

    Roger continua sendo o melhor nas hards, disparado o melhor na grama e o melhor no geral.

    Roger GOATerer

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    1. Paulo

      Todos os números desmentem suas afirmações. Ademais, Djokovic sempre teve Federer e Nadal, além de Murray, Del Potro e Wawrinka como adversários. Se você for começar a comparar gerações para defender Federer, cairá no ridículo. Não se esqueça que Djokovic bateu Nadal este ano em Roland Garros.

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      1. Leonardo

        Cara, vc entende que os anos que o Federer passou a ser menos dominante foram justamente os anos que Nadal e Djokovic vieram com mais força? (2010 foi um dos melhores anos do Nadal e 2011 para o Djokovic). Dali em diante o rendimento do Federer caiu muito e o circuito passou a ser dominado por essa geração mais jovem (Djoko, Nadal, Murray, etc).
        Percebe que, até o momento, não tem ninguém mais jovem despontando pra acabar com o domínio do sérvio, como aconteceu com o Federer? Não tem cabimento essa comparação. Ter que enfrentar jogadores MAIS JOVENS como Djoko e Nadal, enquanto os jogadores MAIS JOVENS que o Djoko enfrenta são esses “arregão” de agora (Thiem, Zverev, Titsipas, Dimitrov).
        É claro, Djoko enfrentou o Nadal nos melhores momentos da carreira dele. Pegou o Federer também jogando muito em vários anos, mas não era mais jovem. O argumento aqui é a carência da turma mais nova mesmo enfrentando o Djoko.

        Ainda, Wawrinka fez torneios sensacionais, mas nunca teve regularidade física ou mental e teve altos e baixos que atrapalharam muito ele.
        Del Potro teve lesões que acabaram com a carreira dele. Inclusive se ele não tivesse se lesionado, pode botar na conta alguns GS para ele (que sairiam da lista do Nadal e Djoko).

        Enfim, to na torcida para essa nova geração começar a morder de verdade. Por mais que eu goste muito dos 3 (Roger, Rafa e Nole), tá na hora de mudar e agitar o circuito hahaha

        Abraço!

        Responder
        1. Paulo

          Cara, você percebe que Federer passou de 2003 a 2007 sem enfrentar nenhum dos dois gigantes no nível que eles atingiram posteriormente (Nadal era estupendo apenas no saibro), e que nesse período enfrentou jogadores muito inferiores?
          Você percebe que Federer se beneficiou nitidamente das lesões de Nadal em 2009, quando este já dominava o circuito?
          Você percebe que Federer se beneficiou claramente das lesões de Djokovic e Murray em 2017/2018, quando estes estavam no auge e isso permitiu o retorno de Federer por um breve período, que logo após foi eclipsado inteiramente pelo retorno do sérvio?
          Você percebe que essa história de que Federer teve sempre os dois no cangote é balela? Se não percebe, é porque não quer perceber. Simples assim.
          Abraço!

          Responder
    2. Rafael Azevedo

      Só que quando o Federer teve o Nadal e o Djokovic no cangote, o Djokovic também tinha o Federer e o Nadal no cangote.
      Agora, que Federer e Nadal se ausentaram é que ele tem esses caras aí. Mas, ao longo de TODA a sua carreira teve que enfrentar os 2 maiores da história (até então) e, mesmo assim, conseguiu igualar (e até superar em alguns aspectos) os seus feitos.

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    3. Marcelo F

      Concordo com o primeiro parágrafo. Considerando que os três atingiram nível idêntico, é mesmo verdade que Federer teve os dois no cangote por muito tempo, o que é muito relevante. E os dois não têm alguém do mesmo nível vindo atrás. Fato. Mas é fato também que de meados de 2003 a meados de 2008 (5 anos, portanto), Federer não teve os dois pela frente. Não no melhor nível. Nadal não era tão bom em quadra dura ainda, Djokovic não tinha atingido o nível de 2011…
      Também relevante é o fato de Nadal sempre ter tido que correr atrás de Federer, e depois de o ter “alcançado” após Wimbledon 2008, viu surgir o novo Djoko dois anos depois.
      E Djokovic teve que tirar os dois da frente para chegar ao topo, o que é um feito muito grande.
      Então acho justo considerar os três como “do mesmo tamanho”, afinal as conquistas, até esse momento, são bem equilibradas.

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  85. Leomar

    Uma bela final!!
    Medveded jogou em níveis estratosféricos, não se pode tirar esse mérito como venho lendo, que Djoko não jogou o seu melhor, na verdade Medvedeved que impôs seu jogou perante ao de Nole em todos os aspectos mental,físicos e táticos.

    Saques poderosos, tanto aberto, quanto centralizado e o segundo muitas vezes acima dos 200 km/h, anulando sua devolução.

    Trocas de fundo estavam sendo mortais, pois mudava muito de direção e também soube tirar o preso nos momentos adequados.

    Rede, talvez foi onde Nole estava melhor, no entanto nos pontos mais importante Medvedeved crescia e com bolas difíceis para Djoko volear ganhava os pontos.

    Quanto a questão Goat, creio que o Nadal é esse jogador, não por ser completo, e sim pelo seu nível de competitividade ser o diferencial, o jogador tido por muitos do “barro” e esquecendo de suas virtudes em outros pisos, além disso tem feitos gigantescos em outras superfícies.Nunca escondeu sua predileção por Rolanga, e se nós analisaremos friamente, apenas uma piso e de sua especialidade, em contra partida Federer e Nole se sobressaem em todas as 4, além disso fechou a porta inúmeras vezes em finais de Grand Slam, imagina se não o tivesse, estaríamos a falar de Federer e Nole, e um bem distante Nadal, tem ouro olímpico em duplas e simples tão desejado por Novak desde 2008 em piso que não é de sua especialidade, falta ainda um Finals, mas não irá diminuir ele ser o Goat com esse curriculum.
    Por fim, não podemos deixar suas atitudes em quadra e extra quadra extremamente positivas e pouco citada nos comentários.Além disso, as lesões, é o membro do big 3 que mais se lesiona e certamente por isso perdeu alguns Slams.Eu fico com Nadal, Federer e Djoko como os Goat’s todos com as suas genialidade.

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    1. Luiz Afonso

      Uma coisa é certa: Nadal é o GOAT indiscutível em quadras de saibro. Sobre isso não há a menor possibilidade de discussão! Não houve e não há tenista que se compare ao que Nadal foi/é em quadras de saibro.
      Quanto ao GOAT do tênis como um todo, consideradas as diferentes superfícies, Djokovic perdeu uma grande oportunidade de se tornar a lenda. Não ter fechado o Calendar Slam, nem ao menos ter conquistado o ouro nas Olimpíadas, mantiveram viva a discussão: Federer ou Djokovic? Quem é o mais versátil? Quem é o GOAT?

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  86. Vitor Hugo

    Novak teve a chance mais mamão com açúcar da história para vencer os quatro slam no mesmo ano.
    Nadal bichado(Não estava nem 60% em RG), Federer praticamente aposentado e machucado, Thiem(tem 2 x 1 contra Novak em RG e é melhor q o sérvio tecnicamente), Stan(2 x 0 contra Novak em finais de slam e sempre uma pedra no sapato para o pirulito em majors) também machucado, Murray, Delpo…..
    Além de tudo isso, que diminuiria e muito o feito do cotonete, tem a padronização dos pisos que deixou quase tudo igual..
    Devido aos fatores descritos por mim, se Novak conquistasse o feito seria quase insignificante, seria muito questionado.
    O feito seria sensacional se fosse conquistado entre 1980 e 2008, aí sim seria um feito e tanto!

    Gostaria de dizer para o tal de Israel(?), que eu não sai de catacumba nenhuma! Escrevo aqui há quase dez anos…
    Se eu deixei de escrever, não é por causa de tenista A, B ou C, mas sim porque eu tenho uma vida fora do blog, trabalho, estudo e flertes…

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  87. Fábio

    Dick Vigarista Nunca será GOAT. Pode conquistar o que for. Só teve a torcida do seu lado nesse jogo por causa da antipatia que eles ficaram com o Russo depois de 2019. Nunca será idolatrado. Será lembrado tb pelas péssimas atitudes que o acompanham. Rindo litros com a decepção dele e sua torcida. E não devemos tirar o mérito do Medvedev que fez um excelente torneio. Isso de dizer que pesou é desculpa esfarrapada !!! Os caras já mostraram que podem ganhar e agora ficará mais difícil ainda.

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  88. Vitor Hugo

    O pior de tudo foi ver os torcedores bêbados do sérvio gritando no match point do russo, e o pior foi o juiz totalmente passivo perante a situação. Deveria ter chamado a segurança para retirar os arruaceiros.

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  89. Renan Vinicius

    Chorem mais noletes! Medvedev humilhou o magrelo. Enfim o o sérvio negacionista e chorão enfrentou um adversário sem lesões e forte mentalmente em GS esse ano. O russo evitou a tragédia do Carrer Slam para o Djokovid, aonde o próprio demonstrou hj que está longe de ser Um Goat de alguma coisa, principalmente no caráter.

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  90. Paulo F.

    Em primeiro lugar, parabéns pela conquista Medvedev!
    Que aprendam que no esporte de alto nível, não basta apenas talento e habilidade.
    Pois o seu tênis “feio”, “esquisito”, “empurrador de bolinhas”, “maratenista” já deu um Finals, alguns M1000 e agora um GS.
    E o tênis genial, técnico e habilidoso de Kyrgios deu o quê mesmo? Dá público por quê é um idiota polêmico? Assim sendo, até Bolsonaro tem plateia grande como Kyrgios então.
    Djokovic realmente sentiu uma pressão como até então não havia sentido, desabou emocionalmente perto do fim da partida, chorou bastante. Mas ainda assim foi altivo, manteve a compostura e o russo não teve que deixar de comemorar sua conquista para consolá-lo. Coisa que o coitado do Nadal não pôde fazer na Austrália em 2009.
    Por fim, estamos aí dando a opinião e não se escondendo no banheiro ou debaixo da cama, como alguns fizeram desde as semifinais.
    Bia semana para todos.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pra variar nada que se aproveite , P.F . Federer ao tirar Sampras do mágico recorde de Björn Borg de CINCO conquistas CONSECUTIVAS em WIMBLEDON, bateu Nadal em 2006 ( com direito a Pneu ) e 2007 , e chegou a FINAL de WIMBLEDON 2008 , tentando fazer história que dificilmente será batida ( vide Novak ) . Saiu de 0 x 2 e foi perder pro Espanhol por 9 x 7 no QUINTO. Ali houve o primeiro choro do Campeão, que se estendeu para o AOPEN 2009 e na VITÓRIA em RG do mesmo ano . Rafa Nadal não se incomodou com nada . Os manés de sempre , tiveram que ver o “ comedor de fígados “ aos prantos antes mesmo do jogo acabar .Assim como Nadal, MED tirou de boa . Vê se cresce , guri rsrsrs. Abs!

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Escondido aonde , mane’ ? . Escreves tantas bobagens sem parar , que não viu meu comentário afirmando que Zverev levaria o Sérvio ao quinto Set com chances de vitória. E se Novak passasse teria sérios problemas com MEDVEDEV. Segues o Piloto da Kombi em qualquer assunto pois não passas de uma criança kkkkkkkkkkkk. Abs!

          Responder
  91. Sergio Brandão

    Perdoa-me. Ele é fantástico, mas não é o Goat. É uma injustiça não dizer que temos três goat. O big três. No conjunto, incluindo personalidade, caráter e equilíbrio emocional são os três: Federer, Nadal e Djokovic.

    Responder
    1. Paulo

      Djokovic massacra Federer nos números. Simples assim. E a história não acabou.. quando as luzes se apagarem, terá uma vantagem absurda.
      E ninguém esquecerá a suprema humilhação: sua majestade na grama perder uma final de Wimbledon com dois match points e saque na mão para o sérvio “limitado”. Essa foi a suprema humilhação.

      Responder
  92. Vitor Hugo

    Novak é penta vice em New York???? Kkkkkk

    De qualquer forma, é o MAIOR LOOSER da história do torneio. Levou ferro de uma boa variedade de tenistas em finais em NY… Nadal, Murray, Stan, Medvedev…

    Responder
    1. Aurélio Passos

      Ele perdeu seis finais de US Open, não cinco:
      2007 – Federer
      2010 – Nadal
      2012 – Murray
      2013 – Nadal
      2016 – Wawrinka
      2021 – Medvedev

      Porém, em cada derrota o cheque foi super robusto de qualquer forma…

      Responder
  93. Vitor Hugo

    Fatos:

    – Novak foi o único do big 3 a ser bi-derrotado para tenistas fora do grupo em final de slam, Murray e Stan
    – Foi o único a tomar um 3 x 0 em final de slam para um debutante em títulos de major.
    – Sofreu a derrota mais humilhante em final de slam para um jogador do big 3, Nadal em RG/20
    – Sofreu ontem a derrota mais humilhante da história dos slam entre os membros do big 3.

    Dito isso e mostrando a realidade dos fatos, discordo do Dalcim quando ele disse que ” é impossível não se comover com as lágrimas de Novak”. Impossível? Tenho certeza que a maioria dos fãs do esporte não se comoveram nem um pouco com o bebê chorão, pois vem a mente o péssimo profissional e ser humano q Novak é!
    Arrogante, egocêntrico, ignorante… Mereceu a SURRA DE CINTA que tomou ontem, que é a derrota MAIS HUMILHANTE DA HISTÓRIA EM FINAL DE SLAM..

    O GOAT tem nome e se chama ROGER FEDERER!
    EVIDENTE!

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    1. Sônia

      Realmente não me emocionou, pelo contrário, senti compaixão pelo tal “comedor de fígados”, pelo goat, peninha mesmo, mas fiquei muito feliz pela vitória do russo nessa final tão horrorosa em termos de qualidade tenística. Laver era só alegria rsrs, e… concordo com ele rsrs. Beijos.

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  94. Guba

    No fim o Djokovic acabou sem ganhar as Olimpiadas e sem o US Open, e nas olimpíadas nem o bronze conseguiu sendo que ainda ficou irritadinho como sempre ele faz qdo as coisas não estão dando muito certo(mostrou de novo hj) , mas nunca imaginei que ele pudesse chegar nos mesmos 20 títulos de Major dos outros 2 gigantes, pq ganhar um major é dificílimo, imagina 3, mesmo ele já tendo 17, achei que ele pudesse ganhar mais 1 ou no máximo 2 durante a carreira, e ele ganhou 3 no mesmo ano e ainda chegou na final do 4º, mesmo que seja num ano ainda abalado pela pandemia é incrível, e apenas 3 sets de conseguir o impensável, é bom que os outros dois gigantes consigam ganhar mais alguns majors aí, pelo menos o Nadal tem que ficar na frente dele no número de títulos.

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  95. Evandro Pereira da Silva

    “Djokovic deixou escapar a maior façanha do tênis profissional, porém nos lembrou que afinal um Goat ainda é um ser humano que duvida, falha e chora.”

    A melhor definição do texto.

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    1. Alex

      Djoko é um atleta excepcional, sem criancices e babaquices de fanáticos. Creio que ele ainda vai ter uma nova chance. Creio que o problema começou quando perdeu a simples nas Olimpíadas para o Zverev. Os feitos dele são extraordinários. Isso é fato. Merece respeito.

      Responder
    2. Alex

      Acho muito estranho muitos que sequer colocaram as mãos numa raquete de tênis rindo de um cara como o Djokovic. Parece um monte de desdentados rindo de alguém com sorriso perfeito, mas que esqueceu de escovar os dentes após uma refeição. Penso que ele e o Nadal e o Federer são tenistas excelentes, talvez os maiores de todos os tempos. Alguns de vocês me lembra torcedores de futebol fanáticos por jogador a, b ou c, mas nunca nem conseguiram vencer uma pelada de rua. rsrsrs

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  96. Ricardo

    Se tem negacionista triste eu estou feliz hehe. Agora é torcer pela plena recuperação de nadal, federer e thiem, e para que esses 3 caras…medeved, zerev e tripas venham com mais confiança em 2022, “bola” pra derrotar o big3 já mostraram que possuem.

    CHUPA Djokovic e seus fãs histéricos!

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  97. Rafael

    Evidentemente que a ótima atuação de Medvedev foi o fator mais importante nessa final, mas é preciso considerar que o sérvio já enfrentou dificuldades semelhantes e até maiores inúmeras vezes em sua carreira, tendo encontrado uma forma de ganhar o jogo na esmagadora maioria das vezes.
    O diferencial de hoje parece mesmo ter sido a torcida A FAVOR do sérvio. O hábito de jogar com a maioria contra é tão grande e já deu tantas vezes certo, que jogar com a torcida a seu favor acabou sendo algo que prejudicou profundamente o mental do sérvio.

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  98. Marcos Ribeiro

    Faltou coerência ao grande Djokovic, e sua derrota começou aí:
    > Por um lado, estava certíssimo de se recusar a comentar sobre fazer história, porque essas viagens tiram o foco do aqui e agora durante o jogo
    > Por outro, na entrevista pós-jogo da 6a-feira à noite pisou no tomate ao dizer que jogaria a partida deste domingo como se fosse a última da sua vida, ou seja, trazendo o resto da sua vida para dentro deste jogo, mesmo que só como uma força de expressão. Mas o problema não ficou só nesta frase de efeito infeliz, Djokovic também declarou na sala de imprensa que andou se vendo com a taça do torneio na mão, mais uma vez viajando no futuro em vez de se ligar em ter o foco no jogo.

    A grande lógica do velho chavão de pensar em um jogo de cada vez é ter o foco no aqui e agora durante os jogos, em vez de viajar na maionese; é mais uma questão de concentrar e administrar o próprio pensamento, foco e emoções do que de respeito pelo adversário.

    Quem fez certo foi a Raducano, que declarou claramente que até na final não pensou em nada além do próprio jogo. Ela entrou com tanta intensidade neste foco que mesmo depois do jogo e do caneco evitou ficar especulando sobre o futuro. É simples assim o principal método do controle emocional no esporte. O que não quer dizer que é fácil, mesmo com 100% de foto no momento ele é difícil em situações tensas, mas com este foto oscilando é quase impossível, ou totalmente impossível.

    Resultado : Djokovic jogou bem abaixo do seu nível. Mas, mesmo se não tivesse viajado e jogasse o que pode, seria um jogo difícil, porque o Medvedev jogou muito. Mereceu o caneco.

    No mais, o nível dos e das tenistas profissionais tende a continuar subindo e não haverá Grand Slam fácil…

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    1. Ronildo

      Comentário perfeito. Realmente Radunacu se precaveu como pôde para não se pressionar. Também em Wimbledom abandonou por crise de pânico!

      Mas que garota inteligente heim!

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    2. Sérgio Ribeiro

      Então, primo , a soberba do Sérvio antes das Olimpíadas estava insuportável. Mesmo já bem rodado , subiu a cabeça o fato de ter batido o Touro em seu habitat . Sumiu do Circuito mas sem Federer e Nadal no USA , se viu mesmo com o caneco. Até tu meu caro , cravou 3 x 0 pra cima de Zverev quando o cara não tinha jogado até então pra isso. Ou seja , acredito que terá que fazer mágica pra igualar o Craque em SEIS no ATP FINALS . A conferir. Abs!

      Responder
      1. Marcos Ribeiro

        rss Oi Primo. Eu não cravei 3 x 0 nem contra o Nadal em Rolanga e nem contra o Zérev agora, disse que ele ganharia as duas, e que não descartava um 3×0. Mas 3×1 ou 3×2 estavam dentro da previsão, e acertei as duas. Nenhuma delas foi por torcida, ambas foram por convicção. Já contra o Medev eu não tive convicção, em grande parte pelo que escrevi acima, e por isso fiquei calado. Concordo com você que o Zérev estava jogando melhor, mas não muito melhor, e quando a diferença na técnica e no físico são pequenas, o mental e o emocional é que decidem.

        No mais, a despeito da viajada e vacilo do Djokovic que comentei acima, não o considero arrogante. De fato, essa viajada só o fragilizou, mesmo decorrendo da vontade de ser ‘O cara’ e, muito provavelmente, também de atender às expectativas dos seus torcedores. Abraço.

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  99. Emerson

    Dalcim, na matéria diz que Djokovic teve o diferencial de ter vencido os 3 Grand Slam em pisos diferentes no mesmo ano, desde 1978. Nadal também venceu 3 Slams em pisos diferentes em 2010, mas em sequência distinta a de Dkokovic. Abraços…

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    1. José Nilton Dalcim

      Eu conheço o fato, mas Nadal não ganhou o primeiro Slam e assim não teve a chance de repetir os nomes citados, que chegaram aos EUA com a chance.

      Responder
    1. André Barbosa

      Não, não será. Em algum momento do passado isso pode ter sido verdade, hoje é só um “achismo” dito por alguém que quer “empurrar” a própria opinião como verdade absoluta.

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  100. Ernesto

    Djokovic não é Goat. Não mesmo.
    A escalada de vitórias em cima de Federer foi após este estar acima de 30 anos. Ou seja, Federer até 30 anos ganhou muito mais sobre Djokovic. Considerando que Sampras se aposentou com 30 anos, eis a diferença. É extremamente injusto considerar as vitórias de Djokovic com uma diferença bem maior de idade. É desproporcional. Sendo assim, quem é Goat é Federer, e as estatísticas demonstram isso.

    Responder
    1. Paulo

      E Federer ganhou muitas quando Djokovic era um adolescente e não estava pronto. Agora, não se esqueça que Djokovic venceu a semi do Australian Open de 2008 em cima de Federer, quando este tinha apenas 27 anos. Em 2011, ano de absoluto domínio de Djokovic, Federer tinha 29 para 30, ainda jovem para os padrões atuais e não foi capaz de pará-lo.

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    2. Paulo Sérgio

      Quais estatísticas? Big titles 61 a 54npara djoko e ainda tem as semanas como número 1 e anos terminados como número 1. Veja também o total de finais em slams e atp finals entre ambos.

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  101. Fernando

    Dalcim, Rafael Nadal ganhou três títulos de grand slam em 2010, em três pisos diferentes: Roland Garros, Wimbledon e US Open. Talvez um feito maior do que o de Djokovic neste ano, pois o AO costuma ser o menos “desejado” dos slam.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu conheço o fato, mas Nadal não ganhou o primeiro Slam e assim não teve a chance de repetir os nomes citados, que chegaram aos EUA com a chance.

      Responder
  102. Cacio Luiz

    Excelente colocação Dalcin, não sou fã do Djoko mas este ano gostaria de ve-lo quebrando todos os recordes do big3. Já é o único deles com ao menos 2 major de cada. Faria 21 majors é de quebra fecharia os majors no ano. Mesmo ano em que ultrapassou o Federer em número de semanas. Que ano seria esse.

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  103. Gildokson

    Peraí!!! Eu tava pensando aqui🤔 Eu ainda posso dizer que o Federer é o maior campeão de Grand Slans neh? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Desculpa a poluição Dalcim, mas alguns merecem kkkkkkkkkkkkkkkk
    Daria tudo pra ver a cara do cidadão que tirava sarro do choro do Federer na Austrália em 2009 kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Paulo F.

      Minha cara foi de tristeza ontem, pois eu queria que Nole conquistasse o GS mesmo.
      Minha opinião dei acima e repito: o Medevedev ao menos não deixou de comemorar seu US Open como Nadal teve de fazer para consolar o seu filhote na Austrália em 2009.

      Responder
  104. Hendrix

    Grande Dalcin,

    Muita gente com certeza nao sentiu tristeza nenhuma pela “chance perdida” por Djokovic. Ele esta longe de ser uma unanimidade tanto dentro da quadra, por suas atitudes intempestivas, quanto por acoes inconsequentes e irresponsaveis fora dela. Os deuses da quadra fizeram apenas justica, tanto em Nova York quanto em Tokyo, como sempre acreditei que ocorreria.
    Por outro lado, acho bastante razoavel que tenistas incriveis como Medvedev, Zverev, Thiem, Tsitsipas, etc ganhem Slams, visto que ja habitam o topo do ranking for diversas temporadas. Eles merecem e muito essa gloria.

    Responder
  105. Gildokson

    Bom, como ja é de costume o Djokovic corre para quebrar outro recorde do Federer. O de vices em Grand Slam kkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Ahh, e só não perdeu final de Us Open pra mim neh? Pq de resto… o cara tem do dobro de vices do que tem de títulos em NY, que dureza kkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  106. FILIPE

    Perfeita a avaliação. Impossível até para o sérvio não sentir o peso da história; faltou mental hoje. Mas totalmente justificável, porque a façanha era grande demais.

    Responder
  107. Gildokson

    Ahh, como sempre passo para parabenizar os nolistas quando vem a conquista, acho que tenho o direito de vim tirar aquela casquinha na derrota neh?
    Então gostaria de mandar um grande abraço ao meu amigo Paulo Almeida, e sua turma e dizer…
    Fechar o Calendário do Slam NÃOOOOOO!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ahh, queria deixar uma pergunta para aquele tal de Sandro, mas que pode ser respondida pelo Paulo F e o Chetnik se quiserem.
    Na tua opinião, nesse atropelo sofrido pelo Djokovic, ele AMARELOU??? kkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Posso responder também? kkk
      No critério dos que dizem que o próprio Medvedev amarelou na Austrália, que o Tsitisipas amarelou em RG, Berrettini amarelou em Londres, sim, o sérvio amarelou ontem.

      Responder
  108. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, parabéns pelo magnífico post!
    Djokovic foi espetacular nesse ano e Madvedev foi espetacular hoje! Merecidíssimo.
    Eu como torcedor do Djoko não tenho o que lamentar, a campanha no USO-21 foi difícil, mas ter chegado ao tríplice empate em Majors com as outras duas lendas era inimaginável pra mim antes de WB-18.
    Djoko é fenomenal!

    Responder
  109. Rodrigo S. Cruz

    O Djokovic simplesmente não teve jogo para superar o Medvedev que dominou todas as ações hoje.

    O russo parecia tirar de letra tudo que o sérvio tentava:

    foi melhor na regularidade, nas trocas longas, no saque, nos winners, enfim.

    Deu uma aula, um verdadeiro banho TÉCNICO E TÁTICO.

    Restou à criança mais birrenta e chorona do circuito o script de sempre:

    espernear, berrar, destruir raquete e no fim chorar copiosamente.

    Natural, né?

    Já que não nunca sabe perder…

    Responder
      1. Michel Zonenschein Lafer

        Ele se portou muito bem como derrotado, nas palavras, na postura… Diante da grandeza do dia ele manteve a compostura e a grandeza. Ele destrói raquetes sempre, não concordo com sua avaliação.
        Obs. Sou fã do Federer (antes do Guga) e costumo torcer contra o Djoko, por instinto. Mas ele é uma pessoa respeitável apesar disso (digo aí apenas como tenista, mas um cara muito esforçado em tudo).
        Valeu

        Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Mais uma mentira.
      Não há tenista que saiba reconhecer mais o vencedor de uma partida que o sérvio.
      Por acaso, já vistes Roger Federer abraçar seu algoz como o fez Djokovic ontem com o russo, para ficar só no exemplo mais recente?
      Sobre o jogo, até concordo, pois o Urso, foi superior o tempo todo.
      O placar não mente. E placar é formado por… números.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Grande coisa dar abracinho kkkkk

        Todo mundo sabe que o Djokoivc não aceita nunca perder – até simula contusões, esfria o adversário, etc.

        Se ele reconhecesse teria tido espírito olímpico e lutado pelo bronze nas duplas mistas, ao invés de deixar a sua parceira vendo navios…

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Como diz você: sua opinião.
          Djokovic deveria ir à quadra só porque queres.
          Duvido que tu dê abracinho em seu algoz. Isso é para grandes homens.

          Responder
  110. Gildokson

    No post que acompanha a partida eu comentei afirmando que o Ronildo tinha razão, ele a muito tempo levantou a teoria aqui de que o Federer sempre disputou tudo tendo que comprovar que era o tal GOAT, sempre todos esperando quebra de recorde, manutenção de recorde e por aí vai… nisso muitas vezes o sérvio e o espanhol tinham um peso a menos nas costas e foram la e conquistaram seus próprios recordes. Pois bem, eis que hoje foi o dia do sérvio jogar para estabelecer algo só dele, quebrar o recorde de Slans, ter o verdadeiro calendar Slam em pisos diferentes (com todo respeito ao Laver) e como disse o Ronildo anos atrás, jogar com essa pressão foi demais até para o super mental do monstro sérvio e ele não conseguiu algo que nem Federer nem Nadal também não conseguiram, e mais, não conseguiu algo que o suíço conseguiu logo de cara la em 2009, que foi jogar para quebrar o recorde de Slans e vencer.
    Não diminui Djokovic em nada, mas é uma amostra de que a teoria do Ronildo pode estar certa.

    Sobre o jogo, só tenho mais uma coisa a dizer… se tirar a mega devolução do Djokovic ele perde metade dos jogos decisivos que fizer, hoje ele não arrumou nada com ela e a parede russa foi inteligente em não querer inventar e se aproveitou bem do saque estar bem forçando até o segundo. Que coisa hein.

    Responder
    1. Cassio Carvalho

      Faz tempo que tengo una percepção parecida com.essa. O proprio Winbledom 2019 é exemplo disso. Ele sería o GOAT naquela. O RG desse año e (os otros) o Rafa é que tinha a preso de continuar invencivel. E assim otras dessas. Más do Nole, curioso, é a primeira vez que ele está nessa sitiaćão.

      Responder
    2. José Yoh

      Gildokson, vejo uma tendência em arriscar mais o segundo saque, não sei se é só uma impressão.
      Todos os golpes estão no limite, menos o segundo saque, talvez por medo. Acho que é a única coisa que sobrou que pode ser melhorada rapidamente.

      E agora, com a vitória do Medvedev, isso deve pegar mais forte.

      Cedo ou tarde, um dia iremos dar risada do saque kick. Mais ou menos como o saque por baixo no vôlei.
      Abraços

      Responder
      1. Miguel BsB

        Yoh, vc tem certa razão sobre a tendência que pode vir de arriscar um 2 saque mais forte e chapado no futuro. Mas o saque quique tem muito valor e jamais cairá em desuso…
        Não é só um saque de segurança. Com ele, vc consegue abrir bem a quadra para arrematar ou começar a mandar no ponto em sequência. No saibro funciona ainda mais, muitas vezes até melhor que um flat. Assim como o slice…seria como dizer que o slice tb viraria saque por baixo do vôlei.
        Lembre se tb que quem bate só forte e chapado facilita a vida do devolvedor, que pega o tempo da bola.
        Variação é fundamental para os grandes sacadores. Até o Isner usa muito o saque quique, e que saque! O devolvedor vai buscar a bola lá na platéia, com a bola na altura da cabeça…
        Abs

        Responder
        1. José Yoh

          Tem razão Miguel, no aspecto tático ele é mais útil. Acho que fui precipitado marcando o velório dele, rs.
          O que pode acontecer é o movimento/raquete/corda permitir um kick mais efetivo e veloz, sei lá.
          Abraços

          Responder
    3. José Yoh

      Acho que tão espantoso como Nole perder esse slam é o Pessanha e o Ronildo começarem a acertar suas previsões.

      (brincadeira Pessanha e Ronildo, forte abraço)

      Responder
  111. Helena

    -> Djokovic – Não aconteceu o feito histórico, mas vem sendo uma grande temporada. 3 títulos de slam,  mais uma final  e terminando o ano com o mesmo número de GS que o resto do Big3 foi bem melhor do que o mais otimista dos torcedores iria imaginar lá no começo do ano. Fico triste por Nole, pois sei o quanto ele queria esse feito histórico e foi de partir o coração a sua tristeza. O ser humano é um bicho curioso mesmo, quando Djoko parecia o superman, a torcida o perseguia; agora que desabou, nunca foi tão amado. Me lembrou um pouco a trajetória do Messi com a Argentina.  Enfim, felizmente ele tem uma grande rede de apoio com esposa, filhos, pais, irmãos e amigos, que vale mais que qualquer conquista. Também acredito que esse gesto de carinho da torcida irá servir como um inesperado afago no coração, e talvez até um ponto de virada. Vejamos . De resto, é fazer o que sempre fez: sentir a dor, se erguer e seguir em frente.

    Sobre a opção de não falar sobre o assunto, não acredito que exista uma forma correta de lidar com a situação. Nas olimpíadas ele curtiu todo o torneio, se divertiu e falou do sonho olímpico, mas também não deu certo. Olhando pelo lado cheio do copo, vejo algo de positivo na derrota, pois embora tenha sido uma máquina em todos os GSs, nunca antes o tinha visto tão tenso. Espero que não ter que buscar esse feito especifico o ajude a relaxar e desfrutar mais de tudo o que já conquistou. Agora é descansar e fazer um bom final de temporada para fechar mais um ano na liderança.

    Medvedev -> Já disse antes que o grego é que tem a maior variedade de golpes, que Sascha é o melhor jogador, mas que Daniil é quem tem a melhor cabeça. Outro ponto interessante é que ele não tem essas baixas longas como o Tsitsipas, nem teve momentos de regressão como o Zverev, então o fato de estar sempre evoluindo pode ser um indicativo muito positivo. Ele e Sascha claramente se descolaram dos demais nextgen, que agora não ter que correr atrás também desses dois. Ainda sobrre o russo, é justo vencedor e acredito que seja o melhor nome da nova geração para levar esse primeiro Slam. Também se destaca nos discursos sóbrios e integrantes , diferente da empolgação excessiva e exagerada de outros. Ah, ainda agradeço por não ter deixado o último set ter sido 6-2, hehehe.

    Torcida-> Vou deixar minha última cornetada para a torcida. Eu acho legal a forma descontraída do público do US Open, mas mais uma vez eles foram bem mal educados. Vaiar Medvedev na hora do saque foi a enésima mostra de desrespeito com o trabalho dos outros. Depois não adianta pedir comportamento exemplar dos jogadores.

    WTA – > Gostei da final das meninas, já que as duas mostraram coragem para tentar vencer. Tinha apostado na Raducanu por a achar mais preparada, mas a Leylah não tem do que se queixar, fez um belo torneio. Não conheço as duas jogadoras o suficiente para saber o que isso significa, mas espero que continuem a evoluir e tragam essas novas caras que a wta tanto precisa.

    Sobre esse ponto, vejo que pode trazer algo positivo para a Osaka. Se a japonesa amar o tênis, e ele não for “só” algo que ela faz muito bem, acredito que essa ascenção das garotas irá lhe beneficiar, pois afastará um pouco os holofotes da sua pessoa. Todos sabemos como a WTA está carente de novos nomes com cara de que vão abandeirar o esporte, e a Osaka terminou sendo uma das maiores esperanças para isso. Ganhou títulos (é ótima jogadora), ganhou fama, adulação e um dinheiro que não dá nem para contar, mas apesar de todo esse dinheiro, claramente a moça não se encontra bem. Então se amar o tênis, acredito que poderá receber menos de dinheiro e atenção, mas poderá joga mais em paz, sem o peso de ter que ser o grande nome do circuito feminino, já que outras garotas estarão lá para dividir a atenção da mídia e do público.

    Ainda sobre a Raducanu, achei interessante essa questão que ela falou sobre ser boa aluna. Nos últimos dias li que os pais do Alcaraz só deixaram ele se mudar para a academia do Ferrero se tivesse a garantia de que continuaria os estudos. Também me lembro do Lucas Moura, que os pais escolheram que ele fosse ao São Paulo, pois o clube garantia os seus estudos. Acho muito legal esses pais que não abrem mão da educação de seus filhos, mesmo sendo grandes talentos e que certamente receberão muito dinheiro com isso. Além de ser importante para que o jovem possa se desenvolver como pessoa, também tenho a impressão de que ajudará a ser um adulto com mais valores e equilíbrio.
    Uma das passagens mais marcantes que me lembro da ótima biografia do Agassi foi quando ele falou da relação com a Brooke Shields, e do quanto ele estava orgulhoso de ter casado com uma moça com diploma universitário, já que ele só tinha estudado até os 13/14 anos. Não é à toa que hoje tem sua escola preparatória que oferece educação gratuita.

    Por fim, deixo meus agradecimentos para você e toda a equipe do Tênis Brasil por mais uma ótima cobertura. Que parágrafo belíssimo para encerrar o texto!

    Ps: Rafael, obrigada pelas palavras no post passado! O resultado não foi o esperado, mas faz parte do jogo.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Helena, muito bom ter lido tudo isso.
      Sobre o Agassi, para variar, pessoas falam o que querem de tudo e de todos, especialmente nos tempos atuais, por se bem protegerem por trás de seus teclados.
      Pois bem, há que diz, até hoje que o americano foi trapaceiro e usou drogas para se beneficiar em sua carreira. O fato é que jamais as drogas usadas por ele lhe deu vantagem no tênis. E o que importa isso diante desse trabalho maravilhoso voltado à formação de cidadãos de bem?
      Mesmo aqui, nesse espaço de produção ímpar sobre nosso esporte preferido, o que mais vemos são exaltações, na maioria das vezes, mentirosas, sobre personalidades que jamais passamos ao lado, deixando em último plano, seus feitos – verdadeiros – que jamais faremos igual.
      Grande abraço nobre Nolista. Continuamos com ele.

      Responder
  112. Luis

    Dalcim já estava merecendo um Slam o Medvedev,bom pro tênis Masculino mais aberto,mas ainda é dificilmente jovens vão conseguir os recordes do Big 3 e tb o Carisma,Dalcim Medvedev tem chance ser número 1 ranking?

    Responder
      1. Mano

        rapaz…a diferença está em 1990 pontos, o Murray conseguiu tirar mais ou menos isso em 2016, pós US Open. A depende do que acontecer em Indian Wells, poderemos ter um fim de temporada tenso.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          A questão é que o Murray conquistou tudo isso, mas o Medvedev terá que segurar, pois já tem isso em sua conta.
          Em contrapartida, o sérvio, de agora em diante, tem como resultado mais expressivo, a semi do Finals, ou seja, qualquer coisa em qualquer evento, o mantém à frente do russo.

          Responder
  113. Bruno

    Mestre, feitos a parte, qual vc considera a maior contribuição dada por cada um dos Big3 ao jogo de tênis em si? Em outras palavras, o que cada um dos 3 acrescentou à forma que o tênis é jogado?

    Ao meu ver, Federer demonstrou que uma técnica absurdamente apurada, com plasticidade e capacidade de improvisação, pode lhe dar a liberdade de jogar do jeito que quiser, sem precisar adequar muito o plano tático a cada adversário; Nadal demonstrou que a capacidade mental e a obediência à tática planejada, elaborada em função de cada oponente, são a chave do sucesso; e Djoko demonstrou que a obsessão por tornar todos os seus golpes potentes, confiáveis e quase sem erros pode levar o seu jogo a um nível de perfeição que somente uma atuação impecável do adversário pode fazê-lo perder.

    Parabéns pelo blog! Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Desculpe a demora, mas seu comentário havia caído no spam. Olha, Bruno, é um tema extenso. Você abordou muito bem a parte técnica e tática de cada um. São três estilos muito distintos, tanto em técnico como em plano de jogo. Acho que a lição maior é que, mesmo número 1 ou supremo em determinado momento ou superfície, nenhum deles parou de procurar a perfeição, enriquecendo seu arsenal ou batalhando na parte física. Federer e Nadal elevaram o tênis a um outro patamar em termos de visibilidade, que depois agregou Djokovic e o sérvio manteve o padrão muito alto também.

      Responder
      1. Bruno

        Obrigado pela resposta, Mestre! Indo além do tênis, não consigo me lembrar de nenhum outro esporte em que os 3 maiores da história tenham sido contemporâneos. Vc se lembra de algum? Independentemente da posição de cada um em sua lista, vc diria que os 3 primeiros são o Big3?

        Responder
  114. Rubem Corveto

    Comentários precisos como sempre, Dalcim. Djokovic certamente ainda fará outras façanhas no Tênis e mesmo para nós que torcemos por outros ( Federer, no meu caso) temos de agradecer ao privilégio de assistir partidas tão emocionantes como as que envolveram o BIG3 ( +3) , pois ver as grandes e memoráveis partidas que envolveram Djoko, Nadal, Federer,Murray, Stan Wawrinka e Del Potro é um privilégio que agradeço aos deuses do esporte. Não teremos mais , hoje parece mais Big1 . Obrigado também ao Medvedev que adiou a disputa sem sentido de quem seria o goat, pois o grande prazer e ver as maravilhas jogadas que houveram nos embates envolveram esses deuses do Tênis.

    Responder
      1. Ronildo

        Mesmo assim Sérgio

        Vou considerar Djokovic o Goat somente se ele chegar em finais ou semi-semifinais com 37 anos e vencer o líder do ranking com 38 anos. O nível de tênis que Federer apresentou por um longo período não é subjetivo. Por isso que está próximo de bater o recorde de vitórias em torneios da ATP.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Digamos, caro Ronildo, que se todos os trintões se aposentarem amanhã, e o melhor da nova geração – pode escolher quem quiser – começar a ganhar tudo, passar de 20 GS, ficar 400 semanas na liderança etc, mas nesse longo caminho, nunca vencer um #1 do mundo quando chegar aos 38 porque simplesmente, ele ainda será o #1 e se aposentará antes. Não será o GOAT somente por isso?
          É cada critério que se utiliza para manter a conveniência que dá dó.

          Responder
          1. Ronildo

            Estamos falando de quem ganha mais títulos ou de quem apresenta o melhor tênis por um período maior? Inclusive mantendo uma qualidade tão alta devido à habilidade nata que consegue superar as barreiras da idade?

          2. Luiz Fabriciano

            Você está estabelecendo o SEU critério para definir o melhor e quer que seja Roger Federer.
            Não adianta nada mais acontecer. Roger Federe, “the GOAT”.

        2. Paulo Sérgio

          Ronildo,

          Djokovic ganhou muito mais títulos de slams depois dos 30 anos. Federer ganhou 3 slam em um período de contusões de djoko em 2017 e 2018.

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    1. Flavio Santos

      Também acho. E o “distanciamento histórico” vai mostrar isso. Entendo que daqui a 30 anos, o Djoko nem vai ser colocado entre os maiores, quanto mais o maior, mesmo vencendo trocentos Majors, pois “GOAT” tem mais a ver com como se faz a coisa e não quanto se faz dela. Mal comparando, o tal do NEYMAR não está aí para bater recordes de gols na Seleção e tals? Pois bem, daqui a os mesmos 30 anos, ele não vai entrar nem numa lista de 20 maiores jogadores da Seleção. E isso mesmo que -mas isso certamente não vai acontecer com o Tite de técnico- vencer uma Copa de Mundo ou mesmo vencer o prêmio de melhor do mundo -também cada vez mais improvável.

      Responder
  115. Paulo H

    E descobrimos que Novak Djokovic afinal também pertence à raça humana. Muito já foi dito sobre as suas qualidades, que o levaram a atingir e ultrapassar diversos limites dentro do tênis, porém hoje ele sucumbiu naquilo que é considerada sua maior virtude: a força mental. Desde o início, assistimos um Djokovic diferente, errático, instável, cometendo falhas em número e variedade raramente vistos em sua carreira, principalmente se considerarmos somente as finais de grandes torneios. Não podemos esquecer naturalmente, do grande primeiro serviço do russo, que poucas vezes permitia a entrada do sérvio nos pontos, porém mesmo quando sacava um segundo serviço, a devolução não saia tão decisiva como em jogos anteriores. Em dois momentos distintos e históricos de 2021, nas Olimpíadas e neste US Open, ficou evidente que a grande responsabilidade que carrega, o atrapalhou em jogos decisivos. Será que a ausência dos adversários históricos (Federer e Nadal) o deixaram de certa forma órfão, dentro de um grupo de jovens de outras gerações, contra os quais não tem o mesmo grau de motivação e vontade de vencer? Não quero dizer que tenha ficado menos competitivo, mas ele mesmo já declarou em entrevistas anteriores que a qualidade destes dois adversários foi uma mola propulsora em sua carreira, fazendo com que buscasse cada vez mais se aperfeiçoar naquilo que entendia serem suas fraquezas.
    Hoje, ao jogar contra Medvedev, estava incomodado e em poucos momentos tivemos o vislumbre do Nole matador e paciente de outros jogos, apesar de contar pela primeira vez com uma torcida favorável, em sua maior parte, a ponto de emociona-lo e faze-lo chorar no final do terceiro set.
    Parabéns para o Medvedev, pelo primeiro de uma série de slams, mas também congratulo o sérvio, por demonstrar que não é uma máquina insensível e robotizada, como alguns querem fazer crer, mas sim um ser de carne e osso que hoje sentiu muito o peso de conquistar algo que não é alcançado há 52 anos. Não quero polemizar, mas na imagem da televisão, parecia que o Rod Laver ficou contente em não ter seu feito igualado no dia de hoje.
    Parabenizo também sua ótima cobertura jornalística, Dalcim. Foi um ótimo US Open e agora ainda temos o Finals pela frente. Vida que segue.

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    1. Luiz Fabriciano

      Quando você diz que não quer polemizar, mas já polemizando (rss), concordo contigo.
      Duvido, que qualquer detentor de um record, torça ou fique naturalmente feliz por vê-lo quebrado.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Lembro-me de Sampras aplaudindo – numa expressão facial totalmente amarela – Roger Federer ao vencer seu 14º GS, em Wimbledon.
        Tem também o fato de o próprio Federer não ter dito uma linha sequer sobre a quebra do record de liderança do ranking.
        Eu também não teria dito.

        Responder
  116. Chetnik

    “Djokovic deixou escapar a maior façanha do tênis profissional, porém nos lembrou que afinal um Goat ainda é um ser humano que duvida, falha e chora.”

    O GOAT…tem gente que não vai dormir hoje. Zumbi não tem um dia de paz, nem quando o GOAT perde kkkk.

    Responder
    1. Ruy Machado

      Chetnik, meu caro… Até entendo sua raiva de menosprezarem o Djokovic. Mas daí você dizer que o Dalcim Cravou o Sérvio como GOAT, você se enganou ou forçou a barra. UM GOAT é diferente de O GOAT. “Um” é um artigo indefinido que não dá precisão ao substantivo. “O” é um artigo definido que determina, de forma precisa, seu substantivo. Existem GOATs no mundo do tênis. Pelo menos, até o momento… Abc

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Exato. Roger Federer venceu 3 SLAM no mesmo ano por TRÊS vezes . E como chorou e foi sacaneado por tarja pretas bastante grandinhos . ELE foi quem inspirou o Dalcim .,, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

      Responder
    3. Flavio Santos

      Zé,
      O Dalcim conhece muito bem o vernáculo (coisa rara ultimamente, mesmo entre jornalistas) mas não exatamente para ser o seu caso. Ele diz “um GOAT”, não “o GOAT”.

      Responder
      1. Chetnik

        Pois é, tenho certeza que ele conhece, mas, pelo menos visto, você não conhece o vernáculo saxão, porque “Greatest of all time” – Isso que significa GOAT, viu? – não comporta “vários”, mas um só.

        Responder
  117. Daniel C

    Bom, vamos lá rs.

    Antes de mais nada, obrigado Medvedev! Confesso que não acreditava em você, e ainda fico com o pé atrás com você e os demais jovens que já deveriam ter vencido o sérvio em GS outras vezes. Não era nem para estarmos nesta situação absurda de um tenista pouco querido pelo público, chiliquento, mal educado com os boleiros e juízes, negacionista e com um jogo extremamente tedioso e dependente do físico, estar a 3 sets da maior façanha do tênis. Mas graças a falta de concorrentes, um Nadal combalido, um Tsitsipas amedrontado, uma chave ridícula em Wimbledon, estivemos perto dessa tragédia. Você evitou isso, ainda bem! Se um jogador genial como o Federer não conseguiu, somente outro “Federer” merece tamanha façanha.

    Eu realmente espero que isso sirva de lição para os outros jovens, em especial Tsitsipas e Zverev, que possuem muito volume de jogo, mas não crescem mentalmente e ficam se escondendo atrás de desculpinhas quando perdem. Ano que vem eles realmente precisam subir de nível e dominar o esporte, que é o que se espera deles.

    Enfim, que torneio magnífico, com final feliz tanto no masculino quanto no feminino. Uma luz em meio à escuridão que o tênis atravessa, com o domínio de um tenista como o sérvio e a internet tendi que aturar vários torcedores arrogantes, que começaram a ver tênis em 2011 e passaram a simplesmente torcer para aquele que tem vencido mais.

    Vale mais alguns destaques:
    1) Alguns torcedores do chiliquento gostam de chamá-lo de “macho-alfa” mas ele deve ter frustrado muito essa turma chorando como uma menininha durante e após o jogo rsrs. O Federer pelo menos só chorou na premiação rs.

    2) A teoria do Ronildo se confirmou 2 vezes, nas olimpíadas e no Us Open. Jogar com a pressão de ser o Franco favorito, que todo mundo espera ver ganhar, é outra coisa. O Federer viveu essa pressão por toda a carreira quando enfrentou Nadal e Djokovic, que se beneficiaram disso e jogaram como zebras (ia falar “franco-atirador” mas não seria a palavra adequada considerando o jogo cheio de margem de segurança de ambos). E no caso do suíço, ainda havia a pressão extra pelo fato dele jogar bonito, então todo mundo esperava que ele fosse ganhar dando espetáculo

    3) As chaves de GS tem sido fáceis para o sérvio mesmo. Bastou 2 adversários mais gabaritados a partir da semi, e deu no que deu. Ainda assim, não classificaria esse Us Open como “parrudo” kkkk. Ele perdeu uma grande chave que o Federer não perderia. Ou pelo menos não seria surrado assim na final kkkkkk

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    1. André Barcellos

      Adiro a todas as palavras. E com ênfase no fato de Federer jogar “amaciado” e amado pelo público durante toda a carreira/
      Sem dúvida raiva é um grande motivador e Federer a perdeu muito novo.

      Responder
    2. Paulo

      Há pelo menos 8 anos que o sérvio é favorito absoluto contra Federer e Nadal, com exceção de Roland Garros. Ele nunca sentiu muito a pressão contra os dois, pois sabe que é superior.

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Rapaz, jamais torci por Roger Federer, mas como apreciador desse maravilhoso esporte, sei que ele é um excepcional tenista.
      Junto com no mínimo, mais dois.
      Mas, de uns tempos para cá, você e mais alguns, têm me mostrado o quão Roger Federer é um tenista meia-boca. Deixou de vencer mais porque sucumbia à pressão dos torcedores. Seus torcedores.

      Responder
  118. Pedro Batista

    Mestre Dalcin, no texto vc escreveu que no confronto está 4 x 2 para o russo. Havia consultado o h2h no google e mostrou 5 x 4 para o sérvio. Qual o correto?

    Responder
  119. Chetnik

    Aprendi com os zumbis que o que importa é popularidade e torcida. Hoje, apesar de ter perdido, o Djoko jogou com a torcida a seu favor. Então a derrota foi mais importante para o seu legado do que outras vitórias com torcida contra kkkk.

    Parabéns ao segmento mais odioso do esporte. Tiveram um raro dia de felicidade. Com certeza o dia mais glorioso de suas vidas. Aproveitem bem, tirem bastante sarro, mas bastante mesmo, porque, doravante, todas as suas alegrias advirão de derrotas. Comemorar vitória, nunca mais kkkk. Já eu, suspeito, ainda vou comemorar algumas boas vitórias do GOAT.

    Abraço e força para os colegas da família Djoko. Não abaixem a cabeça nunca para essas hienas – algumas até deram as caras novamente por aqui kkkk. O ano foi excelente, e há mais porvir. O USO ficou em grandes mãos. Eventualmente, com a aposentadoria do GOAT, vou torcer por ele. Esse negócio de odiar jogador porque destrói os sonhos dos nossos ídolos eu deixo para o segmento tarja preta kkkk.

    Responder
    1. Daniel C

      Muito fácil imaginar a cena: a pessoa toda frustrada escrevendo a mensagem e ao final dela, falando para si mesma: “Lacrei! Agora vão pensar que eu estou tranquilo com a derrota” kkkkk.

      Me engana aqueceu gosto! Kkkkk

      Responder
      1. Chetnik

        Falou o homem dos textões para desmerecer o Dkoko kkkk. Que todo mundo já percebeu o desespero ao falar do Djoko, mas afeta indiferença. “Takes one to know one”? É isso?

        Responder
        1. Daniel C

          “Todo mundo viu o desespero”

          Isso é o que os fanáticos pelo sérvio pensam e me acusam e eu nem vou perder meu tempo provando que durmo tranquilo.

          Mas aprendi a conhecer bem a cabeça dessa turma e dos anti-Federer ao longo dos anos. São pessoas eternamente frustradas pelo fato do suíço continuar sendo considerado o melhor tenista de todos os tempos, apesar de todas as conquistas do chiliquento. E do que essa turma se alimenta? De títulos do Djoko, afinal desejam que o sérvio ultrapasse o máximo possível as marcas do suíço para que se torne cada vez mais o “Goat” incontestável por causa dos números (pois nos aspectos subjetivos nunca será). Então derrotas como a de ontem frustram demais essa turminha, considerando o que estava em jogo kkkkkkkk. Não me enganam não kkkkk

          Já os torcedores do suíço, em geral, estão tranquilos só observando esse desespero para que o sérvio conquiste o máximo possível kkkkk, pq ainda é muito contestado como “Goat”. Vai ter que ganhar muito mais! Kkkkk

          Responder
      1. Daniel C

        E isso é garantia de título do Djokovic? Acabou de levar uma surra do Medvedev, que estará no próximo AO, e já dão o título do sérvio como favas contadas? A soberba continua kkkk, talvez seja necessário outra derrota para um Istomin ou Chung da vida para serem mais humildes rs.

        Responder
  120. José Eduardo Pessanha

    Dalcim,

    Menção honrosa ao Cilic, que abandonou um jogo ainda em andamento pela primeira vez, depois de 838 partidas. E mais assombroso ainda é Federer ter disputado praticamente o dobro de jogos (1526) e nunca ter abandonado nenhum. Espetacular essa estatística. E ainda falam que ele não é raçudo. kk
    Abs

    Responder
  121. Ruy Machado

    Confesso que após a vitória de Djoko sobre Zverev, achei que o Sérvio levaria o 21° GS. Para mim, era o único que poderia detê-lo. Não confiava tanto no Medvedev para essa missão, tendo e vista a final do AO 2021. Com o jogo do Flamengo hoje à tarde, onde assisti fora de casa (Desculpe, Dalcim… Mas tá virando freguesia… Rsrsrs), só retornei quando estava no 3°Set com placar de 5×2 para o Russo (fiquei muito surpreso) e iria sacar para o título! Com Djokovic sem nada a perder, jogou mais solto, quebrou o Russo e colou em 5×4. Tive a imediata recordação do jogo entre Nadal e Danill no Finals de 2019 quando o Touro saiu de 1×5 com MP, se eu não me engano, e venceu o jogo! Mas desta vez, o Russo segurou a cabeça e venceu seu 1° GS.
    Bom… Não sei ainda como ficará a diferença de pontos entre eles no Ranking. Mas deve ficar com diferença mínima a favor de Novak. Muito provavelmente, o Russo fará o máximo de torneios até o fim do ano (a idade ajuda) e deve vencer alguns ou chegar nas finais. Não acredito mais que ND permaneça nesse ritmo. A idade, daqui a pouco, vai cobrar o preço. Tal qual está cobrando de Nadal (muito mais cobrado pelo fato de ter um defeito congênito no pé… Tem que ser um Herói para suportar isso). Dito isto, podemos ter um novo N1 até o fim do ano. Mas como sempre o Dalcim lembra, não podemos subestimar o BIG 3. Abc e boa semana a todos!

    Responder
  122. Maurício Luís *

    RECADO aos torcedores do Djoko —– Não se preocupem tanto com o choro do seu ídolo. Numa hora dessas, ele deve estar descansando os pezinhos 45 tala larga em um dos seus iates de milhões de dólares… ou numa piscina de água mineral aquecida em algum hotel 20 estrelas. Lembrem-se que amanhã é segundona e a maioria de vocês vai ter que trabalhar. E o salário, ó…
    O mundo dá muitas voltas. O sérvio experimentou uma dose do próprio remédio. O Federer perdeu pra ele em Wimbledon com a torcida em peso a favor do suíço, e agora o número 1 de mundo perde também apesar do apoio da torcida. Com uma diferença: não teve 40-15. Perdeu incontestavelmente.
    Um outro motivo que deve ter motivado o choro:: ano que vem, com 35, adversários + maduros… Ele deve estar percebendo que isso pode ser o começo do declínio.
    Diziam que esse US Open poderia ser histórico. E foi! Graças à Raducanu.
    ***** MAS TEM BOA NOTÍCIA******
    A Dona Vera, sogrona, mandou um zap pra ele avisando que vai fazer uma visita pra ccnsolá-lo… de 2 semanas.
    Apesar que na última visita, ela trouxe o cunhado folgado, que imediatamente se esparramou pelo sofá, derramando cerveja e manchando tudo. Enquanto isso, a sogra fazia fofoca na cozinha, brigando com as empregadas e reparando na sujeira. Fora que os 2 gatos e 3 cachorros que ela trouxe com ela mordiam o sofá e espalhavam xixi e coco pela casa. Nem nesse dia ele chorou tanto quanto hoje.

    Responder
  123. Periferia

    Parabéns Dalcim…mas uma bela cobertura…com o diferencial que faz do Tênis Brasil algo único…
    Está sempre em busca do lado humano do tênis…buscando ir além da informação (em suas análises …como hoje..ou mesmo nas pautas do site onde encontramos informações de figuras importantes de outrora).

    Um torneio excelente…uma cobertura excepcional…
    Vamos para Austrália…

    Responder
  124. Ronildo

    Pelo que eu entendi o jogo do Djokovic ficou afetado durante todo o torneio devido a aproximação do recorde? Muitos tiraram sarro de Federer quando seu jogo foi afetado somente quando foi sacar para fazer 21 slans, com sua esposa quase desmaiando nas arquibancadas!

    Naqueles dias eu escrevi: “Um dia também veremos Djokovic jogar com a pressão para bater recordes”.

    Mas eu imaginei que ele seria afetado apenas no game final, sacando para o título, assim como Federer. Mas o afetamento foi tão grande que não conseguiu ao menos chegar neste clímax!

    Goat?

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Goat sim.
      Ele não sucumbiu por causa dos aplausos da torcida.
      Sentiu que seu sonho estava no mínimo adiado, quiçá cancelado, devido ao que lhe impôs o russo Medvedev, lhe tirando as forças e qualquer poder de reação.

      Responder
  125. José

    Texto maravilhoso!

    Djokovic foi ótimo nas idas a rede. Tem melhorado bastante neste aspecto. Talvez esteja adicionando isso ao seu repertório, pois não aguenta mais trocar tantas bolas de fundo.

    Por incrível que pareça, por mais que Djokovic seja o melhor tenista da história nas hards, acredito que suas maiores chances de ganhar o 21th Slam esteja ou em RG, ou em WB, porque essa nextgen é excelente na quadra rápida.

    Medvedev é um campeão! Um jogador excelente! Precisa melhorar bastante no saibro e na grama ainda, porém na quadra dura parece ser o melhor de sua geração. Vejamos como joga no próximo AO.

    Responder
  126. Sérgio Ribeiro

    E realmente o SLAM somente começou para o N 1 na Semi. Cravamos que Zverev o levaria ao quinto Set com chances de vitória. Não aconteceu mas o melhor estava por vir . Ao afirmarmos que Novak teria oponentes na Nova Geração, muitos continuaram incrédulos porque era SLAM , como se várias lendas não demoraram pra levar o seu primeiro. MEDVEDEV mostrou jogando de maneira agressiva que não fica a dever a ninguém nas hards. Mais WINNERS, menos ENFS e mais Aces . Depois da surra Olímpica , Novak fez bem em pular os MASTERS. Só que quem quiser levar SLAM daqui pra frente vai ter que bater dois da Nova Geração em sequência. De 2019 pra cá, apenas em RG 2020 não tivemos um deles na FINAL. Sem essa de geração Nutella ou Danoninho, veremos que assim como na WTA , a passada de bastão está muito próxima também na ATP . O rei do “ Mental e do físico “ estava totalmente entregue ao FINAL do atropelo . Abs!

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    1. José Yoh

      Eis aí um dos grandes motivos pelo qual a next gen não embalava. Era necessário bater dois dos Big 4, algo quase impensável para um jovem. Fora jogos durante o dia com sol a pino e outras desvantagens.

      Agora a coisa está invertendo: Nole sozinho nas chaves é que tem que enfrentar pelo menos duas pedreiras, senão mais. Estou certo que esse slam foi tirado dele em três ou mais partidas. Parecia muito sem pernas na final.

      Responder
  127. José Yoh

    Não sei se o comentário anterior foi publicado porque ocorreu um erro quando postei, então publico aqui:

    Nole estava mal das pernas, em dado momento começou a esmurrá-las e reclamar. Não chegava nas bolas equilibrado e errava muito.
    E mais uma vez quem estava fisicamente melhor ganhou.

    Sentiu também a pressão do jogo. Uma pena porque esperava mais dessa final e sinceramente ele merecia fechar o calendar.

    Medvedev apostou alto no saque e na trocação no meio, só angulando ou mudando a direção quando tinha uma bola muito boa ou quando era a última opção – acho que ele achou uma fórmula boa contra o sérvio. Recebia grudado no público e marretava toda devolução de saque pq Nole começou a ir na rede, fazendo SAQUE E VOLEIO (acredite se quiser).

    Lamentável NY com sua costumeira barulheira gritar no match-point e saque do russo, mesmo ele parando por três vezes e o juiz solicitando silêncio. Duas duplas faltas e quebra claramente causadas por isso e pela falta de calma do russo. Não é uma boa ideia juntar tanta gente para assistir tênis. Vira futebol.

    Fica a sensação de que nunca veremos alguém fazer o calendar porque isso está no limite do físico de um humano. Ganhar os dois primeiros já é uma tarefa para herói da Marvel, mesmo jogando poucos M1000. Normalmente depois disso lesiona.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Exato , caro José. STANIMAL somente muito maduro beirando aos 29 , , conseguiu furar o grande bloqueio do BIG 4 . Del Poltro furou cedo mas ficou apenas com um SLAM … Abs!

      Responder
  128. Aurélio

    Pelo menos o Djoko terminou o jogo com mais um recorde que ele dividia com o Lendl e o Johnston, agora é 6 vezes vice isolado em Nova York, um recorde desse é pra poucos.

    Responder
  129. Jmsa

    Dalcim,você acha que big for do futuro será o zverev,Medvedev,tsisipas e o sinner ou tem algum outro jovem que a gente tem que ficar de olho ?
    Excelente texto como sempre.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que os três primeiros estarão certamente da briga pelos grandes títulos. O quarto nome ainda é incerto. Pode até ser o Aliassime, que está crescendo com o Toni, ou o Alcaraz, que é um belo jogador talvez no mesmo nível que o Sinner. Mas olha esse Brooksby me chamou muito a atenção. Se corrigir alguns probleminhas, pode virar um grande jogador. Abraço e obrigado!

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      A pergunta foi ao Mestre, mas me atrevendo, acho muito cedo para se falar em Big4 do futuro.
      O Big4 atual, levou anos e acúmulos de grandes títulos para terem essa denominação. Dos supostos candidatos, temos apenas 2 GS conquistados por dois diferentes. O Big4, tecnicamente, ainda está em atividade.

      Responder
  130. José Eduardo Pessanha

    Rapaz, que tratorada. A porteira abriu. Prevejo muitas humilhações pro menino Djokovic. Vai apanhar igual boi ladrão. Alegria gigantesca com o fim do Maratênis, conjunto que engloba jogo defensivo, muuuuuuuuuuuuuuita catimba, pouquíssima variação de golpes e pressão nos boleirinhos e árbitros. Ah, mas o Zvrev é maratenista? Não, pois não faz catimba. Maratênis é um estilo que começou com Hewitt, foi aprimorado pelo maratenista mor (Nadal) e teve seu auge com Djokovic, que é o mais catimbeiro de todos.
    Abs

    Responder
    1. José Yoh

      Pessanha, o maratênis é algo necessário nestes tempos. Eu particularmente não gosto, mas todos esportes hoje em dia exigem o limite físico do atleta e vai continuar assim. E penso que se o atleta atinge um nível físico desses, esforçou e merece as vitórias.

      Só acho que o nível físico atual só é possível para um grupo restrito de atletas que ganham milhões de dólares por ano, porque nenhuma medicina/tecnologia para isso ser possível com mais de 30 anos é barata.

      Abraços

      Responder
      1. Groff

        Yoh, acho necessário em termos. Sim, as bolas estão mais pesadas e as quadras, mais lentas (embora nesse USO tenham sido razoavelmente rápidas, exceto à noite, o que pode ter atrapalhado o andamento do Zverev na semi; ao menos foi a impressão que tive, mas teria que rever), o que exige número maior de trocas e torna mais difícil um jogo centrado somente em atacar. Mas ainda é possível ser ofensivo e vencer. O Medvedev, ainda que não tenha movimentos vistosos, teve que conter a sanha de começo da carreira de atacar constantemente, mas seu jogo ainda é majoritariamente baseado no ataque, não no “maratênis”, que pressupõe preparo físico monstro (que ele, o russo, tem) e forçar o erro do adversário. O “urso” (medved significa “o que gosta de mel”, salvo engano, modo russo de dizer urso sem usar a plavra, aparentemente por respeito ao animal que representa o espírito do país) propõe o jogo e, de toda a next gen exceto o Tsitsipas, é o que tem a melhor “caixa de ferramentas” à disposição para mudar padrões táticos no meio da partida e se adaptar entre ataque e defesa. E ainda há muito espaço para ele evoluir em diversos fundamentos, como na transição à rede. Caso cuide da cabeça e tenha motivação, pode se tornar um multi campeão de Slam. E não representa o tal maratênis. Alvíssaras! Aliás, nenhum dos representantes maiores da tal “next gen” tem tais características, pois Zverev é bem ofensivo, Tsitsipas também e, antes desses, o Tiem igualmente é ofensivo, às vezes até um pouco demais (cuida mal do primeiro saque). Mas, deles todos, eu achava o Medvedev o que tinha o maior ímpeto de “mandar” nos pontos e finalizar com winners, e isso fazia dele o jogador que mais me interessava ver jogar dos mais novos. Ele fez alterações pontuais nesse aspecto, o que mostra sua evolução em termos de trabalhar mais o jogo taticamente, adaptando-se às condições atuais do circuito. Gostaria até de ouvir o Dalcim a respeito disso (se o Medvedev é ou não mais ou menos ofensivo do que já foi).

        Responder
        1. José Yoh

          Groff, o grande diferencial que vejo no Medvedev é sua capacidade de trocar uma boa quantidade de bolas sem errar. E quando sobra uma boa bola, ataca sem medo.
          É vejo o mesmo com Djokovic.

          Ontem, na minha visão ele utilizou principalmente saque, várias trocas e depois ataque. Aparentemente o sérvio não estava bem das pernas mas mesmo assim fez ótimas defesas exigindo muito do russo.

          E olhe que a quadra estava mais rápida que em outros tempos. Minha conclusão é que é necessário mais alguma coisa para que esses caras não defendam tão bem, porque no nível atual mesmo sendo muito bom ofensivamente não é possível definir o ponto facilmente. Não vejo isso como algo ruim, só que as partidas ficam muito longas e com pouca variação. Pura questão de gosto.
          Abraços

          Responder
      2. Gilvan

        José, o problema do “maratênis” seria resolvido com um ajuste simples: quadras mais rápidas, como eram antigamente Wimbledon e o US Open.
        Não foram apenas os atletas que melhoraram seu preparo físico. As quadras e as bolas estão notadamente mais lentas e pesadas, respectivamente. Seria impensável num passado recente você ver um ponto em quadra rápida com 50 trocas de bola, como ocorreu na semifinal entre Zverev x Djokovid. Com o piso lento do jeito que está, vale mais a regularidade e a força física do que a inventividade, o talento e a capacidade de adaptação dos tenistas.
        Hoje em dia tem tenistas que saem do circuito de saibro direto para a grama sem nem disputar qualquer torneio para adaptação do jogo. Precisa? Parece que não, já que as quadras estão cada vez mais pasteurizadas.

        Responder
        1. Jose Yoh

          Alguns posts atrás, comentei sobre isso Gilvan. As quadras rápidas ajudam mas nao irao mudar as raquetes e os jogadores, que estao muito bem preparados para executar uma bela passada ou um bom lobby. Fora a devolução que evoluiu muito.

          Mas já é um bom sinal ver o Djokovic subindo à rede fazendo saque e voleio em plena final. A quadra realmente parecia mais rápida e o saque de ambos incomodavam (e Nole é um exímio devolvedor).
          Abraços

          Responder
          1. Gilvan

            Lógico que existia. O maior exemplo era o Andy Roddick, que ainda pegou um circuito com quadras bem rápidas, inclusive com o extinto carpete ainda em uso (que Deus o tenha). Chegou ao número 1 do mundo escorado num saque destruidor e numa boa direita.
            Me desculpe, mas você vai negar que o jogo hoje está bem mais lento? Lembro bem a grita que foi quando lançaram o saibro azul, que era bem mais rápido que o saibro comum. Nunca mais se ouviu falar. E a temporada de grama? Cada vez mais curta, com a grama cada vez mais lenta.
            As bolas, por sua vez, estão reconhecidamente mais pesadas. Do que adianta um saque potente em que a bola mal anda?

          2. Luiz Fabriciano

            Ao Gilvan.
            Andy Roddick foi o primeiro a sacar nessa velocidade e longe das “quadras rápidas” como apregoam todos.
            No início da conversa, foi remetido aos anos 80 e 90. Roddick é bem moderno.
            O piso pode até refrear a bola, mas o jogo em si, é mais rápido.

    2. Paulo Almeida

      Vamos fingir que você ama o tênis praticado por Medvedev e Zverev. Na verdade só querem o fim do domínio do Craque mesmo, não importa como.

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      1. Groff

        Mas, Paulo, seu comentário não faz sentido, primeiro porque nenhum dos dois (russo e alemão) tem estilo de jogo derivado da maneira do Nole de jogar, então é perfeitamente possível que outros gostem mais desses do que do sérvio, tendo em vista as nítidas diferenças de proposta. Segundo, porque você claramente faz pouco das derrotas e outros resultados do Federer, só para ficar no exemplo mais corriqueiro. Outros fazerem o mesmo com o Nole é coerente com uma postura que você mesmo propagou, apenas com lado “invertido”, por assim dizer.

        Eu, você sabe, sou crítico da postura de contra ataque do Nole e sempre fui, desde que ele passou a investir nessa maneira de jogar. Gosto mais de ver jogadores que propõem o jogo de maneira mais contundente. Nesse sentido, para mim faz sentido ter maior apreço pelo jogo dos dois citados por você, e isso não faz com que eu quisesse a derrocada do Nole ou de quem quer que seja. No meu caso, queria poder dizer que assisti à história acontecendo e me solidarizei com o momento do Nole no fim do jogo. Mas todos eles estão lá, sentados em cima de milhões de dólares e eu sou só alguém que gosta do entretenimento. Não vou perder meu sono por nenhum resultado, seja de quem for, mas esse seu argumento soa mais como desmerecedor do que o Medvedev fez ontem. É similar ao que fizeram com o Nole em W19, pois ele ganhou, não foi o Federer que perdeu. O Nole enfiou a mão na bola quando a vaca estava indo rumo ao brejo e funcionou, mérito total dele, assim como a vitória de ontem foi, na maior parte, mérito do russo, pois não é fácil vencer contra lendas que estão escrevendo a história, ainda mais fazendo alterações sistemáticas de estratégia para tirar o adversário da zona de conforto. Tsitsipas que o diga.

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        1. Paulo Almeida

          Como não faz sentido, Groff? Ficou louco ou realmente não manja nada de tênis??

          Os dois são basicamente jogadores sólidos de fundo e com um jogo de rede bem inferior ao do sérvio, ou seja, um tênis ainda “mais feio” para os adoradores do Federer. A diferença técnica a favor deles é um saque mais potente e só.

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          1. Groff

            Você entendeu perfeitamente o que eu quis dizer, não use a postura ofensiva para fugir da discussão, e eu não te ofendi em nenhum momento. Ser baseliner não implica ser defensivo (Wawrinka joga da base; Guga jogava da base; nenhum deles baseava o jogo na defesa) necessariamente, como você parece fazer crer. E ambos, russo e alemão, têm proposta de jogo mais ofensiva do que a do sérvio, pelo menos de 2011 para cá. Ou você vai dizer que o Nole é um jogador que vai pro winner a maior parte do tempo e joga tentando tirar a raquete fora da mão do oponente, usando suas armas matadoras de definição? Porque se fosse assim as bolinhas sem peso de ontem não teriam feito a menor diferença e você estaria comemorando agora.

          2. Paulo Almeida

            Ok, eu não quis te ofender, mas continuo discordando veementemente da sua assertiva. Pra mim, os três são da mesma escola. Já o Wawrinka você pode de fato dizer que vai pro ataque mais cedo.

            Djoko e Zverev ficaram muito próximos em winners na sexta e no domingo principalmente o sérvio foi o cara que mais tomou as ações, com vários saque-voleios e tentativas de winners, mas acabou falhando demais. Meddy ficou na boa esperando o erro.

            Agora esse “desde 2011” eu prefiro ignorar. Na maioria esmagadora das partidas até hoje ele é o cara que propõe o jogo. Seu discurso muitas vezes é similar ao da ala federista. Sei não, acho que você torce por ele.

            Abs.

  131. WILLIAM ALMEIDA

    Com o Federer e Nadal fora ele terá agora de lidar como o jogador considerado GOAT não antagonista O Federer durante sua carreira toda teve que ligar com isso tendo Nadal e Djokovic no cangote.

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  132. André Barcellos

    Primeiramente vou evitar de tirar sarro dos Noliitas, num primeiro momento, pra dizer que agora Djokovic tem o mesmo aproveitamento que Federer em finais de Slam.
    E também chorou.
    Ou seja, os grandes choram, perdem e se perdem em finais também.
    Portanto, Nole não é nenhum ET, tampouco menos campeão por causa do que houve.
    Infelizmente não pude ver o jogo. Nenhum ponto sequer, mas acho que está claro que o sérvio sucumbiu aos nervos.
    Chegar é uma coisa, passar é outra, como na F-1 (se bem que Federer passou assim que chegou)
    Faltou combinar com o russo, como no futebol.

    Djoko pode se recuperar e continuar o domínio no AO . Mas fica óbvio que ele já tem rivais à altura na quadra dura.
    A next gen chegou. Esse é o momento que muitos ansiavam.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Exato , André’ . O tal “ goat “ tem o mesmo número de FINAIS e SLAM do Craque Suíço ( 31 / 20 ) Só que menos FINALS ( 6 / 5 ) e o insuperável Recorde de Semanas CONSECUTIVAS ( 273 ) no Topo do Ranking . Mas fez bem em chorar ao final . Nem esperou o jogo terminar .., Abs!

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      1. Thiago Silva

        O Djokovic tem o recorde de semanas ABSOLUTAS na liderança, os mesmos 20 slams, com 4×1 em finais contra o Federer, OITO Masters a mais e vai completar 7 temporadas como número 1 no fim da temporada. Recorde de semanas CONSECUTIVAS na estressafra é secundário, ninguém se importa.

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        1. Groff

          Essa bobagem de entressafra vale para mais de um lado, hein? Faça um exercídio de comparação do top 20 de vários anos do auge do Federer com aquele do auge do Nole. Apresente esse histórico sem achismos e fanatismo e daí voltamos a conversar. Aliás, o Federer praticamente não jogou este ano, então quem foi o grande adversário do Nole? O Nadal? Não fosse o excepcional espírito de luta e um mental monstro do último ele não teria trasnposto suas vitórias do saibro para o resto do circuito e, por isso, não deveria ser um grande “rival” para o Nole, muito melhor em praticametne todos os fundamentos de quadras duras do que o espanhol. Vai dizer, para ser honesto com o próprio argumento, que os três slam do sérvio em 2021 também foram ganhos em “entressafra” (não bateu nenhum campeão de major em finais ao longo do ano, então o título, na proterva dicção de vocês, não foi “parrudo”)? Argumentozinho pífio esse…

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        2. André Barcellos

          Sim, Djokovic tem números importantes superiores ao Federer.
          Comparei apenas o número de aproveitamento em finais de slam.
          De resto, Djokovic também se aproveitou de entressafra, já qur durante dois anos teve seus maiores rivais completamente em declínio e bateu como quis na molecada.
          Mas só pra deixar as coisas no lugar, em relação a desempenho em torneios, Federer, Nadal e Djoko estão empatados em conquistas nos maiores torneios (fato). Federer ainda detém o recorde do segundo mais importante e valioso (finals), Djoko do terceiros (1000) e Federer dos quartos (500).

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        3. Sérgio Ribeiro

          Ninguém, quem ??? . Seria o mane’ que sacaneia o tal “ Cotonete “ como o chamas junto aos seus no fake , digo , face TênisBrasil ?
          .De uma vez por todas , Rafa Nadal já surpreendeu Federer no MASTERS 1000 de Miami 2004 . E assumiu o N 2 em 2005 vencendo DEZ Torneios sendo 2 MASTERS 1000 nas duras e 2 no Saibro. Fez TRÊS FINAIS Consecutivas de Wimbledon em 2006 , 2007 e 2008. Que diabos de “ entressafra “ e’ essa , guri ??? . Rafa Nadal foi N 2 até 2008 quando assumiu o N 1 e devolveu em 2009 para o Craque . Que tal trocar esses Óculos que usas há anos lá no face e pesquisar um pouquinho ??? Abs!

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