Certo ou errado?
Por José Nilton Dalcim
31 de agosto de 2021 às 01:53

Andy Murray saiu extremamente irritado da quadra. Mais do que isso. Inconformado com uma série de atitudes de Stefanos Tsitsipas que teria como objetivo retardar o jogo ou tirar o adversário de ritmo, o escocês soltou os cachorros e disse algo que muita gente já anda pensando: Stef é um tremendo jogador, mas está perdendo o respeito.

As demoradas idas do grego ao vestiário no intervalo dos jogos já viraram hábito. Alexander Zverev reagiu nervosamente em Cincinnati e chegou a insinuar que Tsitsipas estaria recebendo instrução do pai-treinador por mensagem de texto. De repente, passou-se a falar que ele levaria um celular ou pager escondido no material que carregava ao sair da quadra.

Claro que é uma acusação leviana, mas o grego acaba levando a suposições exageradas devido à repetição da manobra. Murray afirmou na entrevista oficial que já havia previsto que isso iria acontecer e que tentou se preparar, mas ainda assim saiu de giro porque os oito minutos que ficou parado antes do quinto set teriam esfriado o corpo e baixado a adrenalina.

Afinal, o que diz a regra? Que Tsitsipas não fez nada de errado. O tenista tem direito a ir duas vezes ao vestiário em jogos de cinco sets – e uma em jogo de três sets – e não há tempo estipulado para isso. A falha na verdade é da regra.

Num esporte todo cronometrado como o tênis profissional se tornou, desde o bate-bola até o intervalo entre os pontos e o atendimento médico, não faz o menor sentido inexistir limite para ficar no vestiário. Evidente que cada torneio (e por vezes quadras dentro de um mesmo complexo) tem uma distância diferente, então o padrão não pode ser o momento de saída da quadra mas a chegada ao vestiário. Parece simples de resolver, já que o tenista está obrigatoriamente acompanhado de um fiscal.

Murray no entanto reclamou também do atendimento médico pedido ao final do terceiro set e de uma parada para trocar equipamento num 0-30. No primeiro caso, novamente Tsitsipas estava dentro do regulamento, mas no outro o escocês tem muita razão. Talvez até fosse mesmo uma necessidade, porém o histórico do grego nessa altura já não o ajuda mais. Quem não se lembra de suas constantes paralisações de jogo para trocar o cordão dos calçados ou as inúmeras advertências de instrução?

Diz o britânico que se discute muito essas coisas entre os jogadores e até no Conselho, mas que falta ainda mais pressão para que mudanças aconteçam. E curiosamente ele pediu até que os jornalistas insistam no assunto para forçar mais.

O mais triste – e Murray também disse isso na coletiva –  é que o grande espetáculo que os dois deram nessa primeira rodada ficou em segundo plano. Por quase cinco horas, exibiram notáveis recursos técnicos, enorme determinação, esplendor físico e controle emocional.

Sinceramente, não esperava que Murray jogasse tão bem, ainda mais pelas entrevistas desanimadoras que deu desde a chegada em Nova York. Não ficou longe de bater o número 3 do mundo, e um dos tenistas de maior físico do circuito, por 3 a 0, e fez um quinto set completamente inteiro. Foi animador.

Resumão
– O piso está mesmo muito veloz. Basta ver a quantidade de tiebreaks e terceiro/quinto sets disputados nesta segunda-feira nas duas chaves.
– Ainda assim, caíram Isner, Humbert, Cilic e Krajinovic no masculino. Fiquei mesmo surpreso com a derrota do canhoto francês para Gojowczyk.
– Quatro argentinos avançaram e Bagnis vai pegar Trunfgelliti, que fez jogo maluco contra Davidovich, que terminou com o garoto espanhol em cena dramática de cãibras.
– Alcaraz merece atenção. Já adaptou estilo para as quadras duras e tem ido muito bem à rede. Ferrero sabe das coisas.
– Transição para os voleios também foi o forte de Evans na vitória sobre Monteiro, que não jogou mal os três primeiros sets mas faltou ir mais atrás à frente atrás do slice do britânico.
– Sabalenka deu susto, Osaka demorou para engrenar, Muguruza e Kerber escaparam no tiebreak do terceiro set, Gauff precisou de virada. Foi uma primeira rodada estranha no feminino.
– Campeã no sábado, Svitolina aproveitou embalo e venceu bem. E Halep tirou Giorgi, que adora uma quadra veloz, com boa desenvoltura.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Piada pronta de torcedor de futebol.
    O seguro do seu carro tá caro? Economize!
    Cole na traseira uma foto do Djokovic. E cole na frente uma foto do Bellucci. Que aí, atrás ninguém bate no carro; e na frente, o carro não bate em ninguém.

  2. Sérgio Ribeiro

    Finalmente o USOPEN 2021 estabelece um piso ideal pra TODOS os estilos . Um garoto de 24 anos foi 97 vezes à rede e mandou pra casa Carreño Busta que lutava pelo TOP 10 em 5 Sets . Isso em nada atrapalha um jogo como o de Tsitsipas x Murray onde tivemos muita variação de jogada . E’ ruim para o N 1 ? . A meu ver , em absolutamente nada . Os grandes Sacadores Isner e Querrey já dançaram em Sets diretos , pra jogadores da Nova geração mandando ver nas devoluções. Consegui assistir 10 horas direto de Tênis sem aqueles cochilos causados pelo maratenis . Os Australianos mostraram o caminho e basta não mexer daqui pra frente. Sasha mostrou que não está pra brincadeiras.,, Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps . Os que chamaram de mimimi as colocações de Andy Murray, leiam o que disse Zverev in loco segundo o TênisBrasil . Para o Alemão a coisa é muito mais séria do que parece . Tsitsipas e seu pai estão sob suspeição nestas demoras pra lá de exageradas … Abs!

  3. Paulo Almeida

    O rei do hard DISPARADO, da grama e do tênis em geral está meio enferrujado e por isso jogou muito mal contra o guri. Precisava do descanso físico e mental, mas acabou perdendo ritmo, ou seja, era uma faca de dois gumes. Agora é melhorar partida a partida (como sempre fez mesmo) para chegar firme nas fases finais.

    1. Sérgio Ribeiro

      Rei da Grama ? . Com apenas 7 conquistas contra 19 do Craque Suíço na superfície ? . Sendo 6 x 8 em WIMBLEDON ? . Tu pareces uma criança, Piloto. Pra teu governo Pete Sampras tem 10 e 7 respectivamente. Portanto também na frente do Sérvio kkkkkk. Abs!

      1. Paulo Almeida

        Já lhe disse várias vezes que o único Big Title na grama é Wimbledon, em que o Craque tem 6 canecos (poderiam ser 7 sem pandemia), dos quais cinco foram passando por Federer e Nadal. O suíço só tem três desse nível, considerando o espanhol feto em 2006 e 2007. Logo, está 5×3 em Slams parrudos.

        Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa , Piloto. Não dissestes nada neste Post . A ATP e ti , chamam de Big Titles o que querem . Como não tem nenhum MASTERS 1000 na Grama , não tem moral nenhuma. Novak pula os preparatórios para não perder . Fez o mesmo agora pulando os dois MASTERS 1000 com o mesmo objetivo . E tu reclamando que ele está sem ritmo kkkkkkkkkkkkk. Abs!

  4. Maurício Luís *

    O Bellucci bem que poderia fazer que nem no futebol. Time começou a perder, troca de técnico. Não que isso seja uma solução mágica… mas ao menos é uma tentativa. Ainda se fosse culpa da idade, mas me parece que o Djokovic tem a mesma idade e é o número 1.
    ***** A gravata da sogra ******
    D. Maria, + conhecida como sogra do Nadal, pediu pra ele umas aulinhas de tênis… já que ele está de “molho” mesmo…
    – Bom – disse ele – primeiro a senhora vai dar 10 voltas em torno da quadra pra esquentar.
    E lá foi ela. 1, 2, 3, 4 … e completou as dez.
    – Puxa, sogríssima, agora que eu notei. Bonita gravata cor–de-rosa que a senhora está usando! Tava em promoção na loja de 1,99?
    – Isso não é gravata. É a minha língua de fora, seu baloeiro pé de cinderela! E tá doendo tudo! Apesar que só dói quando eu respiro…

    1. Maurício Luís *

      OBS:: se o juiz de cadeira pudesse dar conselhos, deveria dizer ao Nick Kyrgios: ” Meu caro, se você tem preguiça de andar pra pegar uma toalha, como é que vai querer ganhar o jogo, se pra isso precisa correr de um lado ao outro da quadra? “

  5. Paulo F.

    Kkkkk
    Um iluminado daqui disse, no tópico passado, que vencer Sampras em Wimbledon é um feito maior do que bater Rafa em Roland Garros.
    Só rindo mesmo desse “humilde especialista”.

    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , P. F. . Compre um Óculos que asneira como essa ninguém postaria , exceto tu . Federer destronou o então Rei da Grama e com o OCTA em Wimbledon se tornou o próprio. Novak bateu Nadal duas vezes em RG , mas obviamente jamais destronara’ o verdadeiro “ Rei do Saibro “ . Bem diferente não é mesmo guri rs . Abs!

  6. Helena

    Ah, como é bom o Alcaraz! 18 aninhos completados em maio e já mostrando que é um jogador especial. O interessante é que ao contrário do início dos primeiros Next Gen, longe de se amedrontar nos GS, ele vem tirando o seu melhor nesses torneios. Excelente o trabalho do Ferrero! Fico imaginando como poderia ter sido a carreira do Sascha se não tivesse terminado a parceria lá em 2018.

    1. Sérgio Ribeiro

      Perfeito , Helena . Esse garoto tem tudo pra subir tão rápido ou mais que SINNER. E acompanhado por um ex-N 1 que sabe muito . Juan Carlo Ferrero jogava muito no Saibro e nas duras . E’ mais um grande da chamada “ entressafra “ fictícia dos Paulinhos rs . Abs !

  7. Paulo F.

    Que bonito papel do jovem dinamarquês.
    Exarado, machucado, demonstrou respeito ao desporto, ao torneio, ao público, ao adversário.
    Bem diferente do que fez Musetti em Roland Garros.
    Djokovic, reconhecendo o esforço de Rune, evitou aplicar um humilhante pneu, enaltecendo o esforço do jovem, deu-lhe um game de lambuja no derradeiro set.
    Como é sem-caráter esse sérvio…

      1. Sérgio Ribeiro

        Exato. O garoto se inspirou no Sérvio que jamais se retirou de um jogo por estar exaurido. E muito menos abandonou sua parceira de duplas em pleno Jogos Olímpicos. Cresce P. F. rs . Abs!

    1. Luiz Fabriciano

      Exato Paulo.
      O “sem-caráter” Djokovic fez o que jamais vimos: furou o próprio pneu.
      Deveria ser penalizado, já que nitidamente se recusou à ir buscar a bola no último ponto do game, logo depois de devolver um segundo serviço para fora.

      Como seu fã desse cara!
      Ps: tem gente que postou dizendo que só venceu o jogo por sorte, depois da contusão do Rune. 😬

  8. Helena

    “Talvez até fosse mesmo uma necessidade, porém o histórico do grego nessa altura já não o ajuda mais. Quem não se lembra de suas constantes paralisações de jogo para trocar o cordão dos calçados ou as inúmeras advertências de instrução?”

    Ainda acrescentaria:
    – O hindrance contra o Shapo (batendo a raquete no chão pra atrapalhar o adversário);
    – As tentativas de induzir o juiz a marcar a bola errada no saibro (a mais marcante foi conta o Stan no MP do suíço em RG).

    Virou moda falar bem do Murray, mas eu sempre achei ele drama queen jogando, com mania de exagerar ou dramatizar as situações. Dito isso, não só acho que ele esteve certo ontem, como foi importante que a situação tenha acontecido.

    Não é de hoje que o grego vem pedindo para ir ao banheiro em todos os seus jogos,  e passando lá um longo tempo que não se justifica com a história de estar suado e ir trocar as roupas, especialmente nos últimos dois torneios, onde se observa a proximidade do banheiro com a quadra. Aliás, a explicação pobre do grego só ajuda a aumentar as especulações de atitudes desleais, já que é difícil acreditar que alguém estaria suando loucamente depois de 20 minutos de jogo, e que para isso precisaria demorar 12 minutos para se trocar, como aconteceu contra o Casper Ruud.

    Se fosse um caso isolado poderia incomodar, mas não passaria disso. O problema é que com tão pouco tempo de carreira o rapaz vem mostrando que está disposto a vencer seja lá como for. Aliás, a falta de defesa por outros profissionais apenas mostra que ele não é nada querido no circuito.

    No tênis nós vemos muitas críticas quando um jogador reclama do adversário, então por isso achei importante vir do Murray as críticas mais pesadas, já que uma voz importante é capaz de trazer uma reflexão sobre o tema. O Raonic não só concordou com o Murray, como ainda trouxe um ponto interessante: não há razão para os treinadores estarem em uma área tão perto dos jogadores.

    Dito isto, só vejo duas possibilidades do rapaz melhorar essas atitudes: ou os responsáveis instituem novas formas de evitar esse tipo de abuso, seja com a cronometragem do tempo no banheiro + só poder entrar com as roupas ou sacola transparente, seja instituindo novo tempo de aquecimento após longa pausa. Sei que não é possível, mas seria até  a favor de se inverter a ordem de quem saca.
    A opção número 2 seria um patrocinador exigir uma atitude mais adequada. Ano passado ele postou um meme zombando de quem postava treinando na própria casa (esquecendo ou ignorando que as pessoas normais não estavam saindo para evitar aglomerações). Eis que a Adidas fez seus atletas postarem treinos em sua própria casa, e lá foi o grego botando o rabo entre as pernas e publicando seus treinos em casa.

  9. Paulo F.

    Nem começou a partida e Fernando Meligeni, com sua peculiar falta de profissionalismo e anti-Djokovicismo claro e covardemente não-declarado, já torcendo com um certo grau de desespero para que o jovem escandinavo seja a zebra.

  10. Edgard Upinho

    Eu acho que o grego aprendeu essa “tática” com Djoko. Pra mim, apesar de estar na regra, é um anti jogo , mas que serve como forma de baixar o nível de quem está ganhando e elevar o de quem está perdendo. Penso que um jogador com a experiência de Murray já deveria ter aprendido a neutralizar esse tipo de “tática”. E tb considero um exagero a postura do escocês, pois, por diversas vezes, ele fez (guardadas as devidas proporções) algo parecido quando se fingia de morto em quadra. Dava boas gaitadas acompanhando o Dácio Campos comentar esse comportamento que o escocês demonstrava em certos momentos do jogo.

  11. Luiz Fernando

    Fognini vinha bem, c a partida nas mãos, aí baixou aquele momento de falta de lucidez, deu uma deixadinha de FH pior do q as minhas e levou de 61 no set 3. Quarto set imprevisível…

  12. Miguel BsB

    Realmente se bom mocismo e comportamento exemplar fossem o que determinasse o futuro do tênis, o esporte teria acabado no meio dos anos 70 começo dos anos 80, vide Nastase, Connors e McEnroe…

  13. Oswaldo E. Aranha

    É difícil saber o tempo que, por exemplo, uma dor d barriga demora, então fica complicado estabelecer o limite.
    Os detratores não perdem oportunidade de atribuir qualquer deslize, de quem quer que seja, ao Djokovich, que não estava nem aí neste episódio.

    1. Maurício Luís *

      Oswaldo, também acho isso. Não se cronometra porque não tem como cronometrar. Conheço pessoas que demoram 40 minutos. Fica uma coisa meio tirânica. Isto não quer dizer que eu apoie o grego, que tem abusado das regras. Por que ele não vai quando está ganhando?

  14. Luis

    É, o pessoal deixa o Nole fazer isso e ninguém fala nada. Agora vai virar moda até a regra mudar.
    Todo mundo sabe que esfriar o adversário é uma excelente tática, realmente funciona, pena que as custas do adversário ficar puto e do publico te achar um mal esportista. No livro do jogue para vencer (Winning Ugly) o autor (Brad Gilbert, que treinou o Agassi) já falava como a McEnroe usava várias dessas manobras para irritar e esfriar os oponentes. Djoko cansou de usar ela sem nenhuma penitência, especialmente no último GS, inclusive contra o próprio Tsisipas. Na época foi ele saiu inconformado e ninguém fez, nem disse nada. Deve ter pensado, se não fazem nada com ele então..
    No final das contas acho ótimo que essa pauta venha a tona, já que não só é uma tática feia, como desrespeitosa no meu modo de pensar e deveria ser revista.

  15. Luiz Fernando

    Querrey está longe do seu melhor, está decadente há tempos, mas estes sacadores são sempre perigosos nos pisos duros. Boa vitória de Zverev…

  16. Sandra

    Dalcim, fiquei triste pelo Murray , mas qual foi o erro do grego ? Quantas vezes ele foi ao banheiro ? Mais que uma ? Aí não seria exagero ? E pode ir no meio do ponto ? Não sei se li errado mas estava 0\30 para o Murray ? Isso é possível ?

    1. Sandra

      Estava lendo que jogo de 5 sets pode se ir ao banheiro 2 vezes , ,as pode se ir seguido ou tem que ter algum intervalo ? Não entrou defendendo ninguém, mas Monfils them e ,mestre em pedir atendimento medico

  17. Luis

    Olá mestre! Há quanto tempo recaem essas críticas sobre Tsisipas?. Pergunto porque pra mim é impossível dissociar este comportamento dele de agora com a derrota na final de RG. Também vc tem essa sensação? Abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Ah, já faz algum tempo que ele tem se comportado de forma, digamos, estranha. Na ATP Cup, por exemplo, teve aquele piti que levou até o pai a sair do banco da equipe grega.

  18. Vitor Hugo

    Gostei de um comentário do Meligeni, que disse que antes da padronização dos pisos era muito mais difícil para todos, exaltando Sampras, Borg, Laver.

    E Roger GOATerer, o indiscutível melhor e maior da história, foi o único a vencer slam antes e depois da padronização, q começou em 2008.

    Hj já não existem tantos jogadores com estilos diferentes… quase tudo robotizado e igual… O maior exemplo da mediocridade e falta de variação é o n 1 fake, que não sabe smeshar, voleio ruim… Não faz saque-voleio, nunca fez um chip and charge…

    1. Paulo Almeida

      O maior e melhor da história chama-se Novak DjokoGOAT.

      A padronização na grama começou em 2002 e no hard o próprio Meligeni fez semifinal no hard de Atlanta em 1996. Nunca houve esse problema nem pros espanhóis saibristas nos anos 90, vide Bruguera finalista. Não brigue com os fatos e acate o que o Sarettão falou no Band Sports, freguesão sofredor. O suíço foi um dos maiores beneficiários da padronização.

      Saque-voleio é o que o Craque mais fez em Wimbledon. Como não entende nada de tênis e nunca segurou uma raquete, o melhor é sentar e chorar.

      1. Sérgio Ribeiro

        Repetindo o nosso caro Gildokson, como faço pra “ desler “ esse comentário. Nada que preste do início ao fim kkkkkk. Abs!

        1. Paulo Almeida

          Você deveria “desler” o comentário do Renato/Johnny, já que o meu contém apenas fatos. E depois diz que não compactua ou passa pano pras bobajadas dele, rs.

    1. José Nilton Dalcim

      Nem de longe. É sem dúvida um bom golpe, mas Nadal, Federer, Berrettini… Há tantos excelentes forehands!

  19. Mauricio

    Dalcim, vendo um cara igual o Murray perdendo a paciência, acho que é um recado de que está ficando meio chato isso que ele anda fazendo, né?
    admiro o tênis do Tsitsipas e acho q ele vai ser nº1 logo.. mas ele realmente anda exagerando e isso prejudica a imagem dele..
    Agora, também não acho certo os cara pegarem pra bater nele, e não terem coragem de reclamar quando jogam contra o Djoko… me parece que o Tstsipas começou a fazer mais isso depois da final de RG qnd o Djoko perdia por 2×0.. e o Djoko já fez isso várias vezes em jogos grandes e não teve reclamação…
    Abraços

  20. Miguel BsB

    All Hail Sir Andy Murray!
    Como joga tênis esse camarada! Tsisipas tb jogou muito. Foi um jogaço!
    Agora, vejamos: um jogador de 34 anos, que há tempos não consegue jogar em sequência, pai de vários filhos pequenos, com uma prótese no quadril, por muito pouco não elimina na 1 rodada o next gen 3 do mundo…espero a manifestação dos colegas que gostam de apontar “entresafras” em outras gerações, termo que eu jamais irei aceitar.
    Quanto à polêmica, infelizmente, se tá na regra, não vejo como ficar criticando. Que se mude ou regulamente a regra…o Stefanos tá no direito dele.
    É claro que ele usa esse expediente, legal, para tanto esfriar o jogo como para se recompor.
    O grego tem o tênis que mais me agrada dessa nextgen top 10 atual, mas realmente tá se demonstrando um mala sem alça, o que já vem me causando certa antipatia. Ainda sim gosto muito de assistir seus jogos.
    Em termos estritamente tenistícos, dentro de quadra, tenho reparado que ele está cada vez mais centrado e maduro, com a cabeça no lugar.

    1. Gildokson

      Miguel, você perfeito como sempre nos comentários!!
      Eu tanto concordo com você que inclusive no post anterior cheguei a comentar que para mim não seria surpresa nenhuma o Murray eliminar o grego, e se faz o 2×0 era batata, assim como em WB ele perderia. O assunto é polêmico, mas se aqueles que gostam de falar de “entressafra” não enxergarem esse momento como uma fase sem grandes concorrentes é por um motivo só. A análise deles é tendenciosa.
      Um cara capenga com todos esses obstáculos citados por você quase elimina o “grande” vice campeão de RG logo na primeira rodada do Us Open. Continuo não botando fé nesses caras….

  21. Robson

    Respeito muito Andy Murray,um dos melhores que vó jogar,um dos maiores tb.
    Mas essa questão de ontem tá mais pra chororô que qualquer outra coisa,em Cincy o grego fez o mesmo,mas não adiantou, Zverev o eliminou,ontem quase não adiantou,Murray quase o eliminou,quase.
    .
    Paulo Almeida
    Só agora li seu comentário no post passado sobre me acharem um fake seu,ou vice versa sei lá.
    Me lembro de ter lido algo sobre isso aqui em algum post distante,talvez 2020 ou 2019,mas fiquei um bom tempo sem ler comentários aqui no blog, só dava uma passada pra ler o post do Jose Nilton mesmo.
    Dei um tempo e voltei a ler e participar de uns meses pra cá e vejo que continua a mesma molecagem de sempre,fanzetes fazendo contorcionismos, malabarismos e até strip-tease pra menosprezar carrasco ou carrascos de seu ou seus ídolos e ao mesmo tempo engrandecer ainda mais seu ídolo ou seu ídolos.
    Paulo,acho isso pequeno demais e fica feio não para o moleque que procura pelo em ovo diuturnamente pra digitar esses contorcionismo,mas para o próprio ídolo deles,nenhum dos tenistas do Big 3 precisam de torcedores ou fãs assim,passando recibos 24 hs dia pra defender reinado deles.
    Nadal,Novak e Federer são os 3 maiores tenistas de todos os tempos,quer queiram,quer não.
    Em relação a melhor,aí vai do gosto pessoal de cada um,eu acho Novak Djokovic ô melhor tenista entre todos que vi jogar e Novak Djokovic é ô maior pq os números conquistados por ele provam isso.
    E já vi vários do meio dizendo considerar Novak Djokovic o mais completo tenista da história,o que de fato tb é.
    Abs nobre Nolista Paulo Almeida e um abraço a todos os Nolistas que participam aqui do blog.
    E um abraço especial a todos que curtem o tênis e que não acham que tenista x ou y é ou foi maior que o esporte.

    1. Marcão

      Concordo com vc, Robson. Apesar da notória deselegância de Tsitsipas, não foi essa a causa da derrota. O que derrotou Murray foi aquele visgo invisível entranhado nas ranhuras do seu tênis (que só o duplo viu) na reta final do tie break do segundo set. Se vc lembra, Murray teve dois set points (um deles sacando) para abrir 2×0 e provavelmente fechar em sets diretos, mas preferiu concentrar-se na urgente tarefa de lixar o microscópico alienígena no piso da quadra central. Ainda assim, ao meu ver, mostrou evolução. Sacou bem, devolveu bem e soube competir contra um tenista top.

      Ademais, o britânico manteve-se espirituoso e tuitou: “ Fato do dia. Stefanos Tsitsipas demora duas vezes mais para ir ao banheiro do que Jeff Bezos para viajar ao espaço. Interessante.” Esse sujeito é um personagem. Ou melhor, vários personagens.

    2. Paulo Almeida

      Grande Robson!

      É por aí mesmo e a maioria já passou da meia idade. Uma vergonha, mas a gente aguenta!

  22. Sandro

    Bom Dia Dalcim e amigos!
    Admiro muito o “tênis” do Murray, mas me incomoda muito quando ele parte pra esse MIMIMI, porque fica parecendo chororô de prendedor. Todos sabem que qualquer tenista do circuito tem direito a 2 idas ao banheiro em jogos de 5 sets, e os adversários tem que estar preparados para essas paradas na partida para que o adversário vá ao banheiro. Isso está previsto e os jogadores devem se preparar para se manterem concentrados quando isso acontece. Isso faz parte não só do preparo físico, mas também do preparo mental e psicológico de cada um, e a essa altura do campeonato, com toda a experiência que o Murray tem, já era pra ele ser mais forte mentalmente, ter mais maus autocontrole e estar mais preparado psicologicamente pra isso. Como eu disse, admiro o tênis do Murray, mas não gostei desse comportamento infantil de jogar a culpa da derrota na ida de Tsitsipas ao banheiro.

    1. Sérgio Ribeiro

      Pra variar , bastante equivocado. Murray apenas repetiu o que Zverev disse durante a final de Cincinnati. E todos pensaram que o Grego fosse mudar de atitude num SLAM . Qual nada esfriou o oponente novamente na maior cara de pau. Parece que gostou desta tática de trocar de cuecas do Sérvio rs . Dificilmente o Conselho dos jogadores da ATP não vai pedir a alteração da regra já para o AOPEN 2022. Abs!

  23. Maurício Luís *

    O Tsitsipas pode ter certeza de que contará com torcida contra do começk ao fim da sua trajetória neste Slam.

  24. Paulo Almeida

    O horrendo micróbio Kyrgios foi destruído, massacrado e aniquilado pelo craque Agut, um jogador mil vezes mais talentoso.

    Falando em (falta de) talento, nunca vi golpes mais medíocres do que a devolução e a esquerda do Federer, ambas completamente atrofiadas!

    O smash do GOAT Djokovic é nota 9 no mínimo.

    1. Gildokson

      kkkkkkkkkkkkkkkkkk Eu imagino o Federer lendo esse comentário kkkkkkkkkkķ
      Rodeado de seus 103 troféus de campeão de torneios PROFISSIONAIS kkkkkkkkkkkk
      Paulo, eu tento ficar bravo contigo cara, mas é impossível!!
      Você tem o melhor senso de humor do blog.
      Abs!!!

    2. Helena

      “Falando em (falta de) talento, nunca vi golpes mais medíocres do que a devolução e a esquerda do Federer, ambas completamente atrofiadas!”

      Como diria o Faustão: “Ô loco, meu!”

      Eu não consigo me lembrar de nenhum golpe medíocre do Big3. Acho que tudo que eles fazem é tão bom que qualquer coisa que não seja excepcional às vezes é vista como um golpe mais fraco.

    3. Sérgio Ribeiro

      Tu não cresces mesmo , caro Piloto. Como alguém com esquerda ou Back atrofiado , poderia vencer 103 Torneios ??? . Além do fanatismo , extrapolas nas bizarrices . Fosse eu membro da Kombi pediria a sua suspensão imediata rsrs. Abs!

  25. Majô

    Tsitsipas é sem classe,seu pai nunca deixa de dar instruções em quadra.E sim,está abusando das idas ao banheiro,é concebível mas desrespeitoso.Tem talento,mas é arrogante .Quem já esteve na Grécia,deve ter visto alguns comportamentos irritantes,deve ser a praxe.
    Em que pese , Djockovic também praticar sempre que está perdendo,idas ao banheiro ,atendimentos médicos etc.O tenis está se tornando enfadonho por certas atitudes.Ah..tem Nishykori também.
    O Kyrgios é um desperdício, joga muito!Prefiro suas maluquices,ontem a câmera mostrou uma criança vibrando com sua belíssima jogada.E crianças costumam gostar de pessoas fora do parâmetro.

  26. Carlos Henrique

    Esse 0-30 foi emblemático do comportamento do grego. Estava 3-2 a seu favor no último saque, Murray fez uma estupenda devolução no ponto anterior, daí o grego, foi calmamente trocar sua raquete por outra, sem qualquer motivo, já que a que empunhava estava em perfeito estado e a que ele pegou não era nova.

    Bola fora da arbitragem…

  27. Rubens Leme

    Dalcim, tomo a liberdade de responder ao Filipe que postou no outro tópico, por falta de espaço lá.

    Meu caro Filipe,

    “café, música e cachorro”.

    Fechei com seu professor nesta lista, até porque faço um ótimo café (modéstia à parte), tenho quase 6 mil LPs e CDs e 7 cachorros. Se encontrá-lo, dê meus parabéns.

    Espero que sua família tenha superado esse calvário da covid da melhor forma possível. Tomei minha segunda dose há uma semana e me sinto mais seguro, mas ainda não me arrisco a sair de casa sem necessidade. E a variante delta está chegando com força. Precisamos nos precaver.

    Quanto à sua lista, agradeço de coração, está devidamente incorporada ao playlist. Precisarei de uns quatro programas para tanta música.

    Um abraço e cuide-se e apareça mais vezes!

    1. Filipe Fernandes

      Meu caro Leme,

      Você iria adorar conhecer e conversar com o saudoso professor Gabriel, era uma figuraça, seus trejeitos graciosos e espontâneos, sua voz tonitruante, seu humor peculiar. Há quase uma década não o vejo, espero que ele esteja bem.

      Muito obrigado pelo retorno, meu caro. Sim, felizmente superamos. Se cuide também. Um grande abraço musical.

  28. Chetnik

    Lixo do Kyrgios já vazou kkkk.

    Tsitsipas é mau-caráter demais, mas o Murray é um bebê chorão. Berra que nem um bezerro quando bate na bola. Se fez de exausto durante as partidas a sua carreira toda, arrasta o tênis na hora do adversário sacar, atrasa o jogo de todas as formas, dá piti o tempo todo, etc. Vai reclamar o que do Tetas?

  29. Paulo F.

    Em pleno início de US Open e ainda poluem um blog de tênis com assuntos alheios.
    Tem uns aí que não gostam de tênis mesmo, gostam apenas do Roger Federer.

    1. Robson

      Morro de dó desses “uns” aí,pra eles só restam o YouTube e tb ficar dia e noite procurando pelo em ovo pra passarem recibos.

  30. Renato Vaz

    Bom dia.
    Bela análise do acontecido!
    Sobre o jogo em si, me parece que só foi da forma que foi, ou seja, equilibrado, por conta de ser uma 1a rodada, um jogo de 3a, 4a, seriam protocolares 3×0 para o grego. Mas essa minha análise pode estar “contaminada” por eu não gostar do jogo do Murray (pelo tipo do jogo dele e por ele ser do tipo (argh!) lacrador), que reporto com um dos mais “sem-graça” tenistas a já chegar a #1 do mundo, pelo menos nos últimos 20,25 anos.
    Acabo de ler também a análise também daquele Cozenza, ou algo assim, escreve no UOL, um gordinho. Olha, também achei que o grego mandou mal em algumas atitudes, mas para quem sofre de vergonha alheia severa, como eu, ler aquilo foi uma tortura, o lacradorzinho Cozenza colocou até questão de quem é contra ou a favor de vacina para criticar o grego, ou que o Murray é (orgulhosamente, pelo jeito) “woke”. Não sei o que foi pior, isso, ou um homem adulto mostrar clara e pateticamente ser “fanzoca” do Murray).
    Abs,

    1. Groff

      O Murray defender igualdade entre masculino e feminino, ter posições mínimas de decência e ser contra diversas injustiças o torna “lacrador”? É isso o que ele tem de ruim? Você dizer que o jogo dele poderia ser diferente (o que concordo) não tem nada a ver com as posições do escocês fora da quadra. E o fato de não termos empatia por muitas das questões que ele invariavelmente levanta mostra o porquê de sermos um país doente.

    2. Sérgio Ribeiro

      Não sei a quanto tempo o rapaz acompanha o Esporte , mas em matéria de bobagens és insuperável. Andy Murray apresentou TODOS os golpes deste maravilhoso Esporte na partida de ontem . Tirou o N 3 do Mundo do sério N vezes . Talento puro não tem nada a ver com primeira rodada . Sir Andy Murray é um digno representante do Big Four mesmo depois de tantas cirurgias. Se o Craque Suíço retornar apresentando algo parecido no Tour de despedida, já será algo muito acima do esperado para seus inúmeros admiradores. Abs!

    3. Ivan Kano

      Sua opinião sobre o Murray é totalmente válida. Tanto com relação aí tipo de tênis que ele pratica quanto no que diz respeito às posições que ele toma é expressa.

      Mas triste mesmo é um homem adulto se incomodar com a opinião de alguém utilizando um adjetivo como gordinho com a mera intenção de desqualificá-lo como alguém que, como você, tem direito a ter uma opinião…

    4. Gildokson

      Usou a palavra “lacrador” pra reclamar de alguém…
      Posso adivinhar em quem você votou na última eleição para presidente??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    5. lEvI sIlvA

      Olá, Renato, tudo bem?
      Nos últimos 20-25 anos, acho que tem um que é insuperavel. Um tal de Leyton Hewitt, que fez declaracoes racistas num determinado jogo, alegando que um juiz de linha (negro), estava marcando bolas favoraveis a James Blake (negro). Fora o estilo de jogo e as acintosas comemoracoes na “cara” do adversario…
      Abraco!

  31. Paulo F.

    KKKK
    Que massa.
    O “gênio” e “talentosérrimo” Kyrgios levou um couro justamente de um daqueles que tanto reclama por ter “jogo feio”.
    É, o desporto não composto apenas de talento e habilidade, seita alpina…

    1. Jonas

      Foi massacrado, atropelado por um tenista mediano.

      A verdade é que Kyrgios é sim talentoso, mas tá longe de ser um jogador completo.

      Dustin Brown também é talentoso, kkkk…

    2. Sérgio Ribeiro

      Talento , habilidade e CENTO e TRÊS ATPs . Isto é realidade nada a ver com seitas . Cresce P. F . . Abs!

    3. Luiz Fernando

      Pensei q não haveria uma galera pior do q as viúvas do Senna, pois não é q as quase viúvas do Federer vencem essa turma c folga…

      1. Sérgio Ribeiro

        Pior disparado são as viúvas do Dick Vigarista . Principalmente depois que Lewis pulverizou TODOS os seu recordes sem precisar que seus companheiros saíssem da frente kkkkkkk. Abs!

  32. Ronildo

    Pensei que o certo ou errado seria se Murray deveria abandonar a carreira para assegurar a saúde. É fantástico ver ele jogar e saber que é uma pessoa tão do bem. Mas ao mesmo tempo dá uma apreensão danada!

  33. Alex

    Bom dia Dalcim.
    Arrisco dizer que ontem foi a gota d’agua para a mudança de regra dessas idas ao vestiário.
    Da mesma forma que estabeleceram tempo de 25s para o saque, com relógio visível e tudo mais, esse mesmo relógio fixará um tempo para essas idas que nem são suspeitas, são imorais mesmo.
    Como sugestão, 1:30, contados pelo fiscal na entrada do vestiário, ou 3:00 a partir do relógio da quadra.
    Extrapolou, que perca o game.
    Malandragem se corta pela raiz.
    Ainda mais num esporte/jogo muito requisitado em casas de apostas.
    Que tal, mestre, seria por aí?
    Gde abraço, e parabéns pelo post.

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado! Eu contaria 3 minutos dentro do vestiário. E nunca entendi por que não se tem cronômetro também para o segundo saque, tipo 15 segundos.

      1. Carlos Henrique

        Excelente ponto, Dalcim. Tem tenista que demora quase 01 minuto entre um saque e outro.
        Vai na toalha enxugar o rosto de tanto esforço feito ao errar primeiro serviço rsrsrs
        É curioso ver as partidas antigas. Os tenistas usavam escandalosamente menos a toalha.

      2. Miguel BsB

        Dalcim, isso é algo que eu nunca entendi tb…marca-se o tempo do 1 saque e não do 2…ou seja, jogadores como Nadal tem o segundo saque livre pra fazer toda a sua preparação e passar a mão em tudo quanto é canto do corpo.
        Djokovic e Cilic tb, no 2 saque, podem ficar quicando a bolinha 300 vezes…

      3. Luiz Fabriciano

        Essa é a mais esquisita de todas.
        O relógio conta 25 para o saque. Se o cara errar e/ou alguém tossir na platéia, zera o cronômetro e daí, qualquer tempo serve.

      4. Marcos Ribeiro

        Putz, se o cara vai ao vestiário para despejar o barro, é grande a chance do barro estar no ar ao término dos 3 minutos. kkk Mas de fato tem de ter um tempo máximo, desde que compatível com despejar o barro. kkk

        Isto não nega o fato de que o Murray é um reclamador compulsivo e com um emocional bastante autônomo, pouco administrado.

      5. Luiz Fernando

        Talvez uns 5 no máximo Dalcim, com penalização para cada minuto q excedesse, garanto q todo mundo voltaria rapidinho. Basta ver como Rafa tem sido mais rápido p sacar p ver como todo mundo se adapta aos regulamentos…

    2. Sandro

      Caro amigo Alex, não sei se você joga, ou se somente é espectador, porém, se vc joga, não é possível que vc nunca teve vontade fisiológica de fazer o “número 2” … Eu e os meus colegas, já tivemos várias vezes vontade de fazer o tal “número 2” enquanto jogamos e os 3 minutos que vc sugeriu não é tempo suficiente pra vc fazer as suas necessidades fisiológicas, se limpar, lavar as mãos e voltar para o jogo. Por experiência própria, 3 minutos não é o suficiente para eu ir ao banheiro, fazer minhas necessidades fisiológicas e voltar para o jogo. No caso dos profissionais, vai um fiscal junto com o jogador ao banheiro, e esse tempo de banheiro não tem como ser cronometrado, porque seria ridículo, vc não tem como controlar o tempo que vai demorar pra fazer o “número 2”. E o fiscal está junto do jogador profissional para atestar isso.

      1. José Yoh

        Sandro, esse pessoal tem nutricionista, toma o máximo de cuidado com alimentos, tem um tempo de preparação grande antes da partida. É bem diferente de um amador. E para ser sincero, eu mesmo nunca fui no meio de uma partida.

        De qualquer forma, não acha estranho ocorrer isso toda vez que a partida fica complicada?

        1. Luiz Fabriciano

          Exato Yoh.
          E o grego falou várias vezes: fui trocar de roupas.
          Ninguém jamais comentou sobre distúrbio intestinal.

  34. Rubens Leme

    Mishima: Uma Vida em Quatro Tempos (1985)

    Yukio Mishima foi um dos nomes mais importantes e controversos do Japão no Século XX. Grande novelista, autor de obras como a tetralogia O Mar da Fertilidade, O Tumulto das Ondas, O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar e O Templo do Pavilhão Dourado foi uma figura atormentada e que tentou dar um Golpe de Estado (eita, olha o tema aí novamente), pedindo que os poderes fossem restituídos ao Imperador.

    Logrado o intento, cometeu o seppuku. Tinha apenas 45 anos. Tal figura foi retratada pelo roteirista e diretor Paul Schrader, roteirista de Taxi Driver e Touro Indomável e apaixonado pela cultura japonesa.

    Sendo co-produzido por George Lucas e Francis Ford Coppola, Schrader que já tinha quatro filmes pesados como diretor – Vivendo na Corda Bamba (1978), Hardcore: No Submundo do Sexo (1979), Gigolô Americano (1980) e A Marca da Pantera (1982) – resolveu a contar vida do escritor, misturando-a com seus romances e dividiu a película em quatro temas – “Beleza”, “Arte”, “Ação” e “Harmonia da caneta e da espada”. De quebra, a trilha sonora é feita por Philip Glass, com participação do Kronos Quartet.

    Um filme intenso e maravilhoso do começo ao fim. Pena que achei apenas um link com imagem ruim no youtube – https://www.youtube.com/watch?v=GCDuUoTWydE

    1. Periferia

      Olá Leme

      Paul Schrader que ainda mostra grande forma…fez um filme em 2017 chamado Fé Corrompida…com Ethan Hawke (grande atuação) num filme denso…que fala sobre perdas e fé (no filme a fé é massacrada).
      Muito acima do que é feito hoje em dia…
      Estava perdido no catálogo da Netflix (acho que já saiu)…
      Mas vale uma olhada…caso encontre pela internet…

      1. Rubens Leme

        Vou procurar. A netflix queimou todo seu arquivo antigo – que já era muito fraco – por produções próprias e coisas muito fracas e toscas. E o preço subiu. Estou pensando em cancelar e ficar só com o Prime, que tb é fraco, mas, ainda assim, bem melhor.

  35. Rogerio R Silva

    Bom dia senhores.
    Como criticar se ele não descumpriu as regras?
    Se fosse o Nole,críticas.
    Se fosse o Federer,ok.
    Se é o Shummacher,críticas.
    Se é o Senna que bate de propósito no Prost,ok
    Se a Brown acha uma brecha no regulamento,ok.
    Se é o STF que prende e desmonetiza quem tem opinião contrária,ok.
    Se o presidente diz que vc tem direito de não querer se vacinar,críticas.
    Soube que seu filho bebeu uma cerveja aos 17 anos críticas.
    Vc fumou maconha aos 16,ok.
    Vejo que tudo é motivo pra mimimi.
    Se a regra está errada,mudem a regra.
    O resto é nutelagem e querer crucificar alguém que está pouco se importando pra isso.
    Nadal já fez cera,Nole também.
    Todos já vimos diversas vezes.
    Forte abraço para todos.

    1. Bel Grado Fa

      Então, este é um dos males da polarização. Aquele que apoia, só energa ele o adversário (como exemplo: se falamos mal do PResidentO, já te taxam de “a favor da President(A). Mas é isso que a pessoa não entende:

      Como criticar se ele não descumpriu as regras?
      Se fosse o Nole,críticas – Sim, merece críticas
      Se fosse o Federer,ok – Sim, merece críticas também.
      Se é o Shummacher,críticas – Sim, merece críticas
      Se é o Senna que bate de propósito no Prost,ok – Sim, merece críticas também.
      Se a Brown acha uma brecha no regulamento,ok – Sim, merece críticas também.
      Se é o STF que prende e desmonetiza quem tem opinião contrária,ok – Sim, merece críticas também.
      Se o presidente diz que vc tem direito de não querer se vacinar,críticas – Sim, merece críticas.
      Soube que seu filho bebeu uma cerveja aos 17 anos críticas. – Sim, merece críticas também
      Vc fumou maconha aos 16,ok. – Sim, merece críticas também
      Vejo que tudo é motivo pra mimimi. – Sim, está um horror
      Se a regra está errada,mudem a regra. – Sim.
      O resto é nutelagem e querer crucificar alguém que está pouco se importando pra isso. – Sim. Merece críticas. PAre de comprar os produtos dos quais ele é garoto propaganda, e terá um retorno mais efetivo.
      Nadal já fez cera,Nole também. – Sim, merecem críticas
      Todos já vimos diversas vezes. – Sim, merecem críticas
      Forte abraço para todos. – Pra vc também!

    2. Groff

      Se bem entendi, o post critica exatamente a ausência de normativa para as pausas e o fato de o grego usá-las constantemente, de modo discutível em termos esportivos. Nem tudo o que é legal, ou “normativo”, é necessariamente moral ou aceitável.

    3. Miguel BsB

      Cara, aprenda de uma vez por todas. Esses sites bolsonaristas não estão sendo investigados por críticas contrárias ao Supremo. Estão sendo investigados por incitar subversão, crimes, e Golpes de Estado…
      Essa conversa mole só engana os convertidos que vão arrumar arruaça no dia 7 de setembro.

      1. Robson

        Exatamente isso.
        Esses bolsolóides confundem demais por pura inocência de alguns e por muita péssima fé de outros, Liberdade de expressão com anarquia,com arruaças,ameaças graves a liberdade,a integridade física de autoridades e principalmente,a democracia.
        Esse bando de milicianos e seus bolsolóides seguidores querem a todo custo democracia,pra atacarem violentamente a democracia.
        Foram alguns presos e tem vários outros pra serem presos ainda e serão.

    4. Leo Gavio

      Concordo demais com você.

      Tem as pessoas que podem errar e atropelar regras, e tem as que não podem. A opinião das pessoas gira sobre uma rodovia de hipocrisia.

    5. Sérgio Ribeiro

      Quem paga ingresso vaiou legal ,meu caro. Daí essa artimanha do Grego vai pro espaço rapidinho. Já no AOPEN teremos mudanças no regulamento. A conferir. Abs!

    6. Jose Yoh

      Mas é exatamente esse abuso das regras que estamos conversando aqui.
      Acho que a regra deve mudar mesmo porque está faltando bom senso. É quase todo jogo, e bem nos momentos críticos. Um cara desses deveria usar fraldas.

      Abraços

  36. Arthur

    Patética a atitude do Tsitsipas, Dalcim.
    Somando a isso as suas últimas declarações contra a vacinação, o grego vai cavando com antipatia um verdadeiro buraco na sua imagem.
    E, a depender do que volte a acontecer no futuro, esse é o tipo da coisa que é difícil de reverter.
    Que o diga o Djokovic, por exemplo.

    Um abraço.

    1. Groff

      Eu, por exemplo, já torço para ele perder antes de entrar… E pensar que era meu favorito da tal “next gen”.

  37. Rafael Azevedo

    É complicado!
    Se o grego fez tudo dentro da regra, então fica perecendo choro de perdedor. Isso faz sentido, já que ninguém esperava (e nem ele mesmo, provavelmente) que o Murray jogasse tão bem e que poderia ter vencido em sets diretos. Então, a frustração foi muito grande.
    Porém, tem aquela questão de acordo moral entre os jogadores. É tipo o saque por baixo. Tá dentro da regra, mas pode ser interpretado como uma forma injusta de ganhar vantagem, já que se convencionou o recebedor ir lá pra trás para devolver um saque forte “por cima”.
    Apesar de estar dentro da regra, Tsitsipas sabe que vai desestabilizar e irritar o adversário. Mas, não sei se ele faz pensando nisso, ou se só quer respirar para retomar sua concentração e confiança.
    De todo jeito, não acho justo taxar o grego de mal caráter ou desrespeitoso. Acho que o adversário deve aceitar a derrota, de boa. A não ser que se faça algo ilegal. Caso contrário, ainda é choro de perdedor.

    1. Sandro

      Concordo contigo Rafael, uma das coisas que mais detesto é o tal “chororô de perdedor”, é uma atitude muito infantil desviar o foco da derrota para a uma ida ao banheiro. Acho que um cara na idade do Murray deveria ter maturidade suficiente pra não ficar fazendo pirraça como se fosse uma criança mal-criada no Shopping Center. Enfim, admiro o tênis de Murray, mas não aprovo essas atitudes infantilizadas do Murray de querer desviar o foco da derrota para uma ida ao banheiro do seu oponente. Vai querer convencer quem que ele (Murray) perdeu por causa desta ida ao banheiro? E necessidades fisiológicas todo ser humano tem, e atire a primeira pedra aquele que joga e nunca teve a vontade de ir ao banheiro durante o jogo. Ir ao banheiro é normal, faz parte do jogo e da natureza humana, tanto que está na regra que em um jogo de 5 sets é permitido 2 idas ao banheiro por partida. O resto é chororô de perdedor.

  38. Periferia

    Pode até ser legal o que o jovem Tsitsipas faz…
    Pode estar dentro das regras…ou mesmo não ter nada que condene suas atitudes nas regras (omissão)…
    Mas é imoral…
    A moral é um princípio…dela parte tudo ( no omne licet honestum est)…ou deveria…
    Aceitamos com facilidade os atalhos encontrados por aqueles “espertalhões” (mesmo sendo grego)…
    É o vale tudo da vida…
    O que importa é a chegada e não a caminhada…um admirador mais apaixonado pode dizer:
    – Ninguém vai lembrar como ele venceu…o que conta é a vitória…os números…
    O “mimado” grego…representa bem nossos tempos…

    Eu vou lembrar como ele venceu…

  39. Rafael

    Mestre,

    Na minha opinião, não importa se o que o grego faz está ou não dentro das regras. É óbvio que falta fair play. Ele sempre se mostrou um jogador desleal. Não sei se vc se recorda, mas tem vários vídeos na internet em que ele mostra a marcação errada na quadra de saibro pra tentar levar o ponto. E nas entrevistas fica tentando ser simpático. Ele não me engana. Quando entra na quadra a minha torcida é contra ele.

  40. Bel Grado Fa

    Ainda me recordo de Djoko vs Murray em Cincinatti/2008. Ambos com aprox. 20/21 anos e um tênis sensacional. Durante toda a partida me deu a impressão que a vitória sempre estava sob o controle do Murray do que do Djoko. Não que Murray jogasse melhor, mas via o quanto ele oscilava, hora trocando bola de forma passiva no fundo da quadra, hora mudava a postura tática de forma a atacar mais, tomando facilmente as rédeas da partida. Era um sleeper!

    Claro que depois disso, Djoko (Nadal e Federer tabmém evoluiram muito) e ficou mais concorrido. Mas desde cedo, Murray nos deu a impressão que o jogador que apresentava mais potencial era ele..

    Aliás, nunca decepcionou: foi TOP 2 por mais de 100 semanas e LIDER por mais de 40. Apenas não conseguiu atingir os mesmos números nem a mesma consistência que os demais do BIG 4.

    Ao final, assim como Guga, uma lesão no quadril abreviou a carreira quando estava no auge.

    Eu (opinião), considero BIG 4 como o termo ideal e que o termo BIG3 foi cunhado por quem não o viu jogar.

    Ele tb possui no currículo algumas partidas épicas (só das que me lembro de ter assistido):

    – Final de Wimbledon/2013
    – Final Olimpiadas/2012
    – Final da ATP Finals/2016
    – Final Davis vs Goffin/Belgica/2015
    – Semi do AusOpen (mais de 5 horas de partida). Perdeu esta.

    E ver ele se corrigindo batendo com as mãos na própria cabeça ou dando bronca em si mesmo era impagável (mas era muito mais FAIR do que jogar objetos – por exemplo, raquetes – em outras pessoas).

    Como disse um colega do blog elguns posts atrás, trata-se de um esporte de Cavalheiros e dois dos tenistas TOP não se encaixam. Quer ser grosseiro, há uma série de opções para vocÊ:
    – Vá torcer para o Palmeiras e aplaudir os carrinhos non-sense do Felipe Melo
    – Vá assistir MMA
    – Ver Copa Davis de 30 anos atrás qdo a CBT mandava os Jogos em cidades do interior, para poder se manifestar na torcida de forma desrespeitosa com os adversários.

    E coisas do tipo.

  41. Thierry

    Ou você gosta do Djokovic e do Tsitsipas ou você n gosta de nenhum… Faça sua escolha kkkk

    Tsitsipas alugou um apartamento na cabeça do Murray, n pode um cara de 34 anos que teve Djokovic como maior rival cair nesse tipo de catimba. Eu torci mto por ele, mas Tsitsipas agiu dentro das regras (Foi antiético? Sim, mas não descumpriu regra nenhuma).

    Dito isso, é importante deixar algo claro: A REGRA TEM QUE MUDAR. Um jogo tão cronometrado não pode pecar na subjetividade de ações. A não ser que o cara esteja com uma diarréia braba e tenha que sair de quadra, o jogo n pode parar tanto tempo!

    1. Jonas

      Escolho não gostar do Tsitsipas. Sinceramente, o grego me parece um jogador mimado.

      Pior que assim, se fosse pela cabeça dos caras da seita alpina, a maioria torceria pelo Tsitsipas, afinal ele tem um jogo semelhante ao do Federer. É agressivo, habilidoso, gosta de variar e tal, enfim, tem um estilo bem diferente de Zverev e Medvedev.

      Um colega comentou alguns post atrás sobre o Tsitsipas ser o novo Federer, kkkkk, pior que isso faz algum sentido. O grego tem sim um talento natural, parece não fazer força pra jogar, mas acredito que fique abaixo de seus rivais diretos ao final da carreira: Medvedev e Zverev.

  42. Daniel C

    Que pena, o Tsitsipas seria meu tenista predileto após o Federer pelo estilo de jogo, mas está se mostrando um completo idiota pelas atitudes dentro e fora de quadra. Apesar de ter um jogo muito mais interessante que o atual no1 do mundo, está a cada dia que passa se aproximando mais dele e se afastando do suíço no quesito postura.

    E vale ressaltar: o Murray, com metal no quadril e lutando contra uma lesão séria, quase leva o jogo contra esse tenista que é o atual no3 do mundo e foi o adversário do sérvio na final de RG. Que entressafra, amigos! Rs. O melhorzinho que estava surgindo deles todos (Thiem), começou a sofrer com lesões tb, e o papai do Djokovic em GS (Wawrinka), tb lutando contra lesões. Federer e Nadal lesionais tb. Assim fica fácil fechar o GS! Rsrs

  43. Rubens Leme

    MILES DAVIS – A KIND OF BLUE (1959)

    Para muitos, o maior disco de jazz com Miles pilotando seu maior quinteto (John Coltrane, Bill Evans, Jimmy Cobb e Paul Chambers), que nessa época já era um sexteto, com a inclusão do saxofonista Julian “Cannonball” Adderley. E nas gravações, o sexteto virou septeto, pois Bill Evans e Wynton Kelly se revezaram ao piano. Coube ao segundo tocar a bela “Freddie Freeloader”.

    Ainda assim, o disco se tornou um dos mais vendidos da história e o álbum definitivo do cool jazz. Desde sua abertura arrepiante em “So What” (até hoje a música de abertura de um LP que mais me impactou) até o encerramento, com “Flamenco Sketches” não há sequer um ponto baixo. Foi o segundo e último disco de estúdio deste quinteto (o anterior tinha sido 1958 Miles).

    Anos depois, Miles montaria um segundo grande quinteto, tecnicamente superior a este e mais longevo (Wayne Shorter, Ron Carter, Herbie Hancock e o estupendo baterista de 17 anos, Tony Williams), tendo gravado juntos cinco discos (E.S.P, o estupendo Miles Smiles, Sorcerer, Nefertiti e o elétrico Miles in the Sky com a adição do novato guitarrista George Benson em “Paraphernalia” e Herbie Hancock experimentando um piano elétrico).

    A partir de Filles de Kilimanjaro o quinteto começaria a ganhar convidados que resultaria no fundamental In a Silent Way, onde o grupo era um octeto e sem o baixista Ron Carter.

    https://www.youtube.com/watch?v=bAC5Vf1REZg&t=620s

  44. Bel Grado Fa

    Em caso de um fim futuro fim de carreira para o Sérvio (daqui a alguns anos), me parece que seus fãs já teriam um substituto a altura. Ao menos nas atitudes.

    A se pensar…

  45. Aguinaldo

    Dalcin.
    Excelente texto.
    A questão é a esportividade.
    Óbvio que o grego teve a clara intenção de parar o jogo, esfriar o adversário, catimbar a partida, pois o momento não era o melhor para ele. OK
    Esta nas regras.
    Acredito que o Tsitsipas perdeu a final de Roland Garros exatamente por isso, tomou do próprio veneno.
    Entre Murray e Guga quem está na frente na história do tênis na sua opinião?

  46. Rodrigo S. Cruz

    Que fase bisonha e horrorosa do Nick Kyrgios.

    Se continuar pagando mico desse jeito, entregando jogos para pangarés, vai acabar se aposentando antes mesmo do Federer…

    Que vergonha. 👎👎👎

  47. Luiz Fernando

    Kyrgios fazendo escola, atitudes ordinárias q não são punidas de forma exemplar redundam em maus exemplos, q em terreno propício proliferam, agora vem o grego ignorante com estes expedientes baixos e se não houver uma tomada firme de atitude por parte da ATP virão outros com outras artimanhas. Isso em nada reduz os méritos do grego, q está com preparo físico invejável e jogando em altíssimo nível, mas com certeza está com o público, ou melhor, com a opinião pública de quem acompanha e curte tênis contra ele, basta notar que na entrevista pós jogo todos devem ter notado pouquíssimos aplausos, mas para quem tem uma ambição desmedida de vencer seja a que preço for, isso pouco importa…

  48. Rubens Leme

    Dalcim, queria sua opinião, se possível, sobre o seguinte: o ranking hoje tem quatro líderes que são negacionistas na questão das vacinas, quatro péssimos exemplos para a molecada. Além disso, há um outro lado que é o de comportamento: Medvedevv, Zverev e Tsitsipas nunca foram exemplos neste quesito.

    O alemão é acusado novamente, de maus tratos à namorada, e o grego já começa a ganhar fama de trapaceiro e o russo é acusado de ser grosseiro, inclusive ridicularizou a juíza. Junte-se isso ao caso do Wild, o brasileiro de melhor potencial técnico (também acusado de maus tratos pela companheira e de se envolver em orgias sem usar proteção) e podemos concluir que a nova geração não trará muita simpatia ao esporte, pelo contrário, poderá perder muitos anunciantes e telespectadores depois de 15 anos tendo Federer, Nadal e Murray como exemplos de esportistas e homens.

    Você não acha que o tênis está entrando em seu ponto mais baixo, historicamente falando?

    PS: Não coloco o outro do Big 4 ao lado dos três citados, pois foi acusado de traição à esposa, organizou o Covid Open, já foi desclassificado de partida, tem mulher que acredita que 5G espalha o virus, etc.

    1. José Nilton Dalcim

      Bad boys sempre fizeram parte. Mac e Connors eram bem antipáticos, Lendl e Sanpras nunca foram midiáticos, apenas para citar exemplos. Acho cedo ainda para qualificar os novos de hoje. O Med começou mal, hoje ganhou mais simpatia. Uns aprenddm e melhoram, outros talvez não. Vai ser claro muito duro quando o Big 4 se for.

      1. Luiz Fabriciano

        Mestre, tu respondeste a um comentário, repleto de vontade de ter vosso endosso.
        O que Big Mc fez, deixa muito “nextactualgen” no bolso.
        E o Medvedev tem evoluído mesmo. Outro ponto, atribuíram um significado à palavra negacionista que não existe.
        Devem estar utilizando a técnica que mentira repetidas vezes torna-se verdade.

    2. Jeferson Soares

      Quem tem que dar exemplo pra “molecada”é Pai e Mãe,educação vem de casa,quem tem caráter sabe o que é certo ou errado independente do ídolo no esporte,Federer quando começou e nos primeiros anos de sucesso tinha fama de bad boy e claro só mudou pelo menos na frentes das câmeras por causa $$$$,mirka federer antipatia em pessoa basta olhar,toni nadal a mesma coisa da mirka,rafael nadal durante os jogos cheio de caras e bocas pouco simpáticas,tenis é resultado não concurso de simpatia ou qualquer outra coisa que não seja do jogo,o importante para o tenista são os resultados em quadra e o restante consequência,e quem gosta vai continuar acompanhando o esporte,o tenista vai o esporte fica.

  49. ue

    É lamentável que em um espetáculo esportivo, um atleta aproveite para mostrar suas fraquezas de caráter.

    Esse atleta esquece que o jogo de tênis é antes de tudo um espetáculo lúdico e não um evento em que “os fins justificam os meios”.

  50. rafael

    Jogaço do Murray. Acho que o nível que ele apresentou surpreendeu muita gente e nos traz uma alegria enorme. Quem sabe ele não engrena um belo 2022?? Já o grego se mostra muito arrogante. Eu particularmente, nunca gostei dele, mas o Murray não podia ter “caído na pilha”. Uma pena!
    Mestre, e o Kyrgios? Mais um show negativo. O australiano sim é um mimado e não teaz nada de positivo com suas atitudes e sarcasmo.

      1. Luiz Fabriciano

        Respeitosamente, digo que esse “talento” dele é o que menos vale.
        Aja vista seus resultados, como tenista. Já deixou a fase de nextgen, e ninguém mais o coloca com um potencial campeão de um grande evento.

  51. Vitor Hugo

    Ronildo,

    Uma cara que tem o pior smash da história jamais poderá ser considerado completo… Pior q um amador..
    Seu slice e drop não ficam muito atrás não.

    Aliás não vi essa revolta toda quando covidiota foi para o vestiário no jogo contra Musetti e Tsipas, curiosamente quando o sérvio levava 2 x 0 na lomba, e demorou lá…….

    Podem Falar de Kyrgios, Tsipas e etc, mas o pior caráter esportivo é do bagre sérvio, que além de usar o vestiário pra esfriar o jogo(ou macumba, ou tomar alguma coisa, ou receber msg de texto, ou beber água suja ???), xinga boleiros, quebra raquetes, dá piti, bolada em juízes, provoca torcedores e etc….

    1. Paulo F.

      A habitual acusação leviana de doping de sempre.
      Nada de novo no blog de livros, filmes, música, ideologias políticas…

      1. Paulo Almeida

        A ala podre da torcida freguesiana comemora lesões e doenças dos rivais, faz acusações sem provas de doping, apela pra homofobia e ainda ousa falar de caráter.

        É mole, tocaio?

    2. Paulo

      Djokovic não ficou dez minutos no vestiário em nenhum encontro. O “bagre” ganhou tudo e superou os geniais Federer e Nadal. Incontestável. Não adianta chorar. Não adianta mimimimi

    3. Ronildo

      Pois é, lembro muito bem daquela semi do US Open que o Djokovic virou sobre Federer salvando match-point. Cada ponto importante perdido o sérvio dava piti. Teve uma vez que ele pegou a toalha e jogou no chão, ou abanou agitadamente no ar. Era um teatro nojento! Uma pena o Federer ter perdido aquela bola na rede em que tentou um ponto profundo e saiu por milímetros. Djokovic tava vendido no ponto. Era só deixar a bola tocar na raquete e cair perto da rede. Infelizmente o jogo intuitivo do Federer deixou ele na mão em alguns momentos cruciais na carreira. Mas naquele tempo o Federer raramente usava curtinhas, mesmo contra seus principais oponentes.

  52. Marcos

    Dalcim, vejo que você tem enaltecido bastante o físico do Tsitsipas recentemente, você considera o melhor do circuito?

    Em uma entrevista antes de Wimbledon ele falou sobre a derrota para o Djokovic na final de RG e alegou que um dos maiores problemas foi que o Djokovic era superior a ele fisicamente
    Achei na ocasião essa declaração um pouco preocupante, visto que em tese o grego está no ápice de sua forma física e o adversário em questão tem 34 anos. Fora o fato que o Tsitsipas vinha de uma sequência bem menos cansativa que a do Djokovic no torneio(o sérvio vinha de jogos absolutamente exaustivos contra Musetti, Berrettini e Nadal) e o Tsitsipas, mesmo em sua semi de 5 sets com Zverev ainda havia passado menos tempo em quadra que o Djokovic ante ao Nadal, além de ter feito o jogo mais cedo na semi
    O cenário todo indicava que era pra ele não ter problemas com o físico e intensidade, mas sim o adversário e de acordo ele próprio não foi o que aconteceu.

  53. Marcelo

    Murray está certíssimo, n existe limite de tempo para ir ao banheiro porque esta regra foi criada quando se tinha bom senso e respeito ao adversário, se ia ao banheiro por necessidade e não por catimba

  54. Bruno Costa

    Dalcim,

    Concordo que está na regra. Amo o tênis, mas as coisas precisam mudar. As regras precisam mudar. No final das contas os jogadores sabem que a regra é fora do razoável e mesmo assim a usam de forma completamente torta. É como praticar algo não muito legal por estar amparado por regras arcaicas. E isso é errado!

    E vale e reflexão: O contexto do tênis não tem sido muito bem visto por quem acompanha mais de longe o esporte. O pessoal mais aficionado, pelo que percebo, já normalizou este tipo de coisa. Mas quando falo de tênis para algumas pessoas percebo um torcer de nariz generalizado. O que mais escuto hoje em dia é ” esporte de gente mimada e trapaceira. Que não há fair play e que os atletas do tênis se sentem deuses do olimpo. Ao que parece, o circuito virou um desfile de homens infantilizados e com o ego imenso. Sempre tivemos jogadores assim? Sim, sempre tivemos. Mas como disse este parece ser este o padrão hoje em dia. Mesmo com seus defeitos e vícios, Rafael Nadal e Roger Federer parecem ser exceções. Não é à toa que são lendas e fonte de inspiração mundial.
    Entenda, não estou pedindo que o circuito se torne um local de santos, mas o comportamento geral já passou do razoável . Hás as paradas estranhas e longas e as mexicanas quebras de raquete e arremesso de bolas em juízes. Isso em contar os chiliques de boa parte do circuito para cima de juízes de linha ou até mesmo árbitros. O pior: a normalização de tudo isso.Particularmente, ando perdendo o tesão de acompanhar o tênis.

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