O que dizem os números de 2021
Por José Nilton Dalcim
19 de agosto de 2021 às 00:16

Obviamente Novak Djokovic é a figura central na temporada 2021, tendo vencido três Grand Slam em pisos distintos, mas vale observar outros tenistas que têm obtido números expressivos desde janeiro, casos de Stefanos Tsitsipas, o que mais venceu, e de Matteo Berrettini, o terceiro mais eficiente, muito perto de Rafael Nadal. Isso é o que mostram as estatísticas da ATP deste ano.

Entre os jogadores que não estão no top 10, o destaque é o norueguês Casper Ruud. Ele surge como o quinto no aproveitamento de vitórias na temporada (78,7%), lidera junto a Djokovic como os que mais levantaram troféus de campeão (quatro) e ainda divide o terceiro lugar no número total de vitórias (37). Claro que ele construiu tal performance sobre o saibro – chegou em quatro finais de nível 250 e ganhou todas -, mas ele possui antes de Cincinnati 70% de sucesso na quadra dura (7 vitórias em 10), um desempenho bem razoável.

Por falar em piso sintético, vejam que interessante. Djoko é o líder em eficiência, com 86,7% (13 triunfos em 15 jogos), mas o russo Daniil Medvedev está muito perto e já jogou quase o dobro de vezes (86,2%, com 25 em 29). O Urso aparece bem em várias estatísticas e chamo a atenção para a do ‘set decisivo’, ou seja, quando chegou ao terceiro ou quinto sets. Ele é o primeiro, tendo vencido 10 de 12, com 83,3% de sucesso.

Vejam os dados que considero mais curiosos, isso tudo antes de Cincinnati:
Percentual de vitórias: Djoko (88,4%), Nadal (82,8%), Berrettini (82,1%), Medvedev (80,4%) e Ruud (78,7%)
Títulos: Djoko e Ruud tem 4, Medvedev e Zverev somam 3.
Vitórias: Tsitsipas (45), Djoko (38), Medvedev, Ruud, Rublev e Norrie (37)
Vitórias contra top 10: Djoko tem 8 em 10, Medvedev 5 em 7, Karatsev 5 em 9, Zverev 5 em 10, Tsitsipsa 5 em 11
Vitória depois de vencer primeiro set: Rublev está com 97,1% (33-1), Ruud atinge 97% (32-1), Djoko e Medvedev têm 96,8% (30-1).
Títulos e finals: Ruud 4-0, Djoko 4-1, Zverev 3-0 e Medvedev 3-1. Obviamente, em termos qualitativos Djoko está muito à frente.
Vitórias na quadra dura: Djoko tem 86.7% (13-2), Medvedev chega a 86,2% (25-4) e Berrettini, 80% (8-2).
Tiebreaks: Entre os que jogaram ao menos 10, Millman tem 11-1. Entre os que jogaram mais de 15, Isner está com 18-6.
Set decisivo: Medvedev ganhou 10 de 12 (83,3%)

Oitavas em Cincinnati
Quatro ‘trintões’ e ex-top 10 estão indo muito bem no piso veloz de Cincinnati: Grigor Dimitrov tirou Roberto Bautista e Alexander Bublik sem perder set e será o adversário do favorito Medvedev, campeão do torneio em 2019. Já Gael Monfils parece ter reencontrado a vontade de vencer e passou muito bem por Dusan Lajovic e Alex de Minaur, desafiando agora Andrey Rublev.

Na mesma toada, John Isner tirou tudo do saque e voleios espertos e eliminou Cameron Norrie e Jannik Sinner, fazendo agora curioso duelo com Benoit Paire, que eliminou o garoto Denis  Shapovalov. E nesse lado superior ainda está Pablo Carreño. O medalhista de bronze tenta quartas diante de Hubert Hurkacz, num duelo bem interessante.

Nomes da nova e novíssima gerações povoam o lado interior. Em sua primeira aparição após o ouro olímpico, Alexander Zverev teve altos e baixos num duelo de saques contra Lloyd Harris, encara Guido Pella e deve lutar por semi contra Ruud e Diego Schwartzman. Esses dois vêm de vitórias empolgantes. O norueguês virou contra Reilly Opelka com direito a ‘pneu’ e Peque passou por Daniel Evans e Frances Tiafoe.

Tsitsipas teve o esperado trabalho contra Sebastian Korda, pega Lorenzo Sonego e pode definir vaga na semi diante de Berrettini ou Felix Aliassime. O canadense achou seu melhor tênis contra Marton Fucsovics e Karen Khachanov, enquanto o italiano sentiu falta de ritmo, já que não jogava desde a final de Wimbledon.

A chave feminina está, como de hábito, bem aberta. As oitavas já verão Ashleigh Barty x Vika Azarenka e quem passar pega Garbiñe Muguruza ou Barbora Strycova. A sensação nestas duas rodadas foi a veterana Angelique Kerber, que atropelou Maria Sakkari e foi muito bem diante de Elina Svitolina. Mas nada está definido, já que pega a imprevisível Jelena Ostapenko e a vencedora ainda terá Petra Kvitova ou Ons Jabeur, outro jogo imperdível.

Naomi Osaka está de volta a seu piso predileto e não teve vida fácil na estreia contra Coco Gauff. Espera-se que cruze com Belinda Bencic nas quartas. O setor perdeu Simona Halep, que enfim retornou ao circuito mas já está contundida de novo. Aryna Sabalenka errou muito na reta final da partida diante da guerreira Paula Badosa e a única cabeça de chave no quadrante é agora Karolina Pliskova. Só que ela vai reencontrar pela quarta vez na temporada Jessica Pegula, tendo perdido todas para a norte-americana.

E quem já está nas quartas é Luisa Stefani, com sétima vitória seguida ao lado da canadense Gabriela Dabrowski e em busca da terceira semi consecutiva. Obtiveram excelente vitória sobre Azarenka e Pegula e enfrentam agora as perigosas japonesas Aoyama e Shibahara, a terceira melhor parceria da temporada.


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Acho q todos concordamos q Ruud é um excelente tenista, mas Zverev é superior. Parece q o período de Zé Verev passou, talvez o ouro olímpico tenha sido um divisor de águas. No momento, vejo o alemão e o Medvedev como os nextgen mais próximos de um título de GS, deixando o grego ignorante num segundo plano..,

  2. Rubens Leme

    Mostrando que a Prime é mil vezes superior à Netflix, estrearam um canal por assinatura (13,20 mensais) chamado Stingray dedicado apenas à música. O cardápio é enlouquecedor: centenas de shows como o festival de Woodstock, David Bowie, Yes, ELP, Jethro Tull, Miles Davis, John Coltrane, Sonny Rollins, Thelonious Monk, John Coltrane, B.B. King, Muddy Waters, Paul McCartney, Queen, concerto à Freddie, U2, Police, Deep Purple, Rainbow, Bob Marley, John Lennon, Rory Gallagher, música clássica, Nina Simone, Stevie Wonder, Ray Charles, etc…

    Comecei por um show de 1965, de John Coltrane, na Bélgica, tocando “Naima” e “My Favorite Thngs”. Será uma longa noite. https://www.youtube.com/watch?v=nICH48NE6So

  3. Carolina

    Jil Teichmann fazendo semifinais na quadra dura é uma grande surpresa para mim.
    O nome dela ficou na minha cabeça por causa de um jogo contra a Gabriela Cé em um torneio da WTA.

    1. Sérgio Ribeiro

      Perdeu para o favorito , mas o Titio Toni depois de encorpar o garoto parece já ter diminuído muito a dupla falta ali a cima rs . Abs!

  4. Maurício Luís *

    Puxa, a Luísa Stefani está nos enchendo de orgulho. Lutadora como todo brasileiro! Que surpresa essa evolução dela… acho que nem os jornalistas especializados esperavam por isso.
    NADAL – Confesso que não sentirei falta dos seus balões, mas desejo a ele melhoras e que encontre um meio de driblar esse problema com os pés, assim como driblou diversos outros durante a sua vitoriosa carreira. Como eu disse anteriormente, é um obstinado, e nesse aspecto eu o admiro.
    ***** DE VOLTA PARA A CASA DA SOGRA******
    Nem tudo é má notícia pro Nadal. Chegou o grande dia! Já vacinada, o delegado Dr. Pablo Calderon liberou a D. Maria pra voltar pra casa.
    – Já vaaai, sogra querida? Cedo ainda… Não ficou nem 2 ANOS aqui com a gente… Vou sentir saudades das suas fof… dos seus conselhos! GRACIAS!!
    – Gracias a você, genro baloeiro. Muito obrigada por aquela planta CARNÍVORA que você me deu no Dia da Sogra. Obrigada por ter me indicado aquele aprendiz de cabeleireiro que deixou meu cabelo parecendo uma mistura de arame farpado com porco-espinho albino. Vou sentir falta dos seus balões. Melhoras pro pezinho! FUI !

  5. Majô

    É com muita tristeza e decepção que vejo mais uma desistência agora a de Rafael Nadal .Fico imaginando o quanto é bonito a dedicação , o amor ao esporte desse grande e valente Rafael Nadal.Esse rapaz deixa uma lição de vida as pessoas,desistir é para os fracos.Como pode ter um problema congênito e jogar com dores desde 2005?Lá se foram 17 anos,e Rafael Nadal ganhou Slans,Masters etc é admirável essa façanha.
    Sou federista,mas não se trata de torcer e sim de reconhecer o que fez Rafael Nadal em quadras deixando toda sua energia,lutando a cada ponto!!
    Que pena ficar sem Federer,Nadal por uma temporada inteira.Tomara que eles voltem,tem garra,dedicação e ilusão pelo tênis. Que Deus os prolongue para termos alegrias.E Thien também volte bem.
    Para mim,o tênis perdeu a graça,o carisma e esses dois lendários ,que nos proporcionaram momentos mágicos em quadra.Enfim…

  6. Paulo Almeida

    Caro Peri,

    Eu não quis me manifestar antes, mas não gostei muito da sua associação dos gênios do Rush com milicianos na pasta anterior.

    Se eu entendi bem, eles ouviam Tom Sawyer durante ou após as execuções dos garotos. Não, o mais provável é que tenham ouvido algum louvor para se redimirem dos seus pecados e evitarem um encontro com o “temido” Lúcifer, mas claro que em vão.

    1. Periferia

      Olá Paulinho…
      Acho que compreendeu errado.

      O baterista NEIL PEART comentou sobre a letra:
      “A composição trazia um retrato de um rebelde dos dias modernos (Tom Sawyer dos dias de hoje) que pairava sobre o mundo…com ampla visão e senso de propósito. Acrescentei os temas sobre reconciliar o garoto (Tom) e o homem dentro de mim (nós) e também a diferença entre o que as pessoas realmente são e o que os outros apenas percebem que elas sejam (temos que olhar melhor).”

      Tom Sawyer de Mark Twain é um incompreendido…se vc ler o livro verá um garoto rebelde e esperto mas muitas vezes visto de uma forma errônea…que supera tudo com sua boa vontade e sentimentos honestos (esse garoto que o regime quer torturar e matar matar)

      A música não é para glorificar os ruins…pelo contrário…ela toca enquanto dois garotos serão brutalmente torturados.
      O “moderno” Tom Sawyer do Rush é um cara bom…por isso não pode existir.
      Não sei se consegui passar a intenção…mas pode ter certeza que foi a melhor com o “barulhento” Rush (toda bateria é barulhenta…mas a do Rush…)

      Abs

      1. Paulo Almeida

        Não, não, sua adaptação do livro para uma realidade de dois garotos pobres de São Paulo foi ótima!

        Você deixou um espaço entre “– Vamos tortura-los antes…matamos depois…taokei.” e “Ao som do Rush…” e eu passei batido: essa foi a confusão. Na verdade, você englobou todo o conto quando citou a banda.

        Perdão pelo equívoco.

  7. Paulo Almeida

    Medvedev não está pra brincadeira e se vingou com requintes de crueldade do Busta pela eliminação nas Olimpíadas. Acho que o cracaço russo só perde Cincy para um Zverev muito inspirado.

    Quanto ao Nadal, realmente já era uma notícia esperada: ele não tinha a menor condição de defender seu título no USO e tampouco ir bem nos últimos torneios da temporada. Que volte melhor no ano que vem e ainda trave mais algumas batalhas épicas com seu maior rival.

  8. Marcilio Aguiar

    No circuito masculino, desde os anos 1970 , aproximadamente a cada década havia a passagem do bastão de um ou dois jogadores dominantes para outros tantos, bem destacados dos demais. Exemplos: Borg e Connors, foram sucedidos por Big Mac e Lendl, Wilander e assim sucessivamente até o ocaso de Sampras e Agassi, quando, após pequeno hitato, o Big 4 iniciou seu império.

    Com o declínio definitivo de Federer e o provável de Nadal, entendo que há 3 ou 4 candidatos de bom nível para liderar o circuito, entretanto sem um domínio evidente. Mesmo assim, isso só deverá ocorrer antes de 2023 se o Djoko vier a ter alguma limitação física que não está em cogitação ou perder o interesse devido a ausência dos rivais históricos.

    Hoje, entre os candidatos naturais, Medvedev é o de melhor cabeça, embora tenha mais dificuldades em se adaptar aos diferentes pisos. O Tsitsipas tem muitos recursos técnicos, mais versatilidade nos pisos diferentes, porém peca no mental. O Zverev parece ser o meio termo, pode jogar bem em todos os pisos, tem ótimas armas (saque, quando não pira nas duplas faltas e BH), mas às vezes sai de jogo com facilidade. Se nenhum deles conseguir suplantar o Djoko antes de 2023, podem perder a vez para os mais novatos em ação ou algum eventual fenômeno que venha a surgir.

  9. Rafael Azevedo

    Dalcim, como funciona o ranking de duplas para o Finals?
    Conta-se apenas conquistada pela dupla, no ano, ou soma-se as pontuações individuais das duplistas (caso tenham jogado com outras suplistas durante o ano)?
    No caso da Stefani, as pontuações conquistadas com a Carter vai valer de alguma coisa (ou só os pontos conquistados com a canadense)?

    1. José Nilton Dalcim

      Observe, Rafael, que existem dois rankings de dupla, o individual e o de parceria. No individual, computa-se os pontos com qualquer parceiro, no de parcerias conta-se ponto de cada dupla específica. A Luísa, por exemplo, no momento aparece duas vezes, uma com cada parceria. Se por um acaso as duas parcerias se classificassem, ela teria de optar por uma delas.

      1. Luiz Fabriciano

        Dalcim, vi muito pouco da Stefani enquanto mantinha parceria com a Carter e a vejo mais agora.
        Mas sinto que, em relação à ambas, a Luisa é a melhor das três. Estou enganado?

        1. José Nilton Dalcim

          Acho que cada uma tem seus pontos fortes e fracos, Luiz. Mas sem dúvida a Luísa é a que tem mais potencial. Acho a canadense um pouco pesada demais, meio estilo Davenport, enquanto a Carter não é tão boa junto à rede. A Luísa pode ainda melhorar as devoluções.

  10. Rafael Azevedo

    Que estrago o Djokovic fez no Nadal nessa semi de RG 2021…
    O cara não consegue mais se recuperar mental e fisicamente para voltar a competir.
    Teve que dar uma pausa.

  11. Rafael

    Já ia esquecendo, parabéns ao Monfils pela 500a vitória na carreira.

    Gosto muito dele, de seu jogo e, na maior parte dos anos em que o acompanhei, ele pareceu mais feliz do que triste, então é um marco e tanto!

    Ah, e felicidades no seu recente casamento com Svitolina!

  12. Miguel BsB

    Rubens, como uma pessoa como o Morrissey, que compôs as letras de um disco chamado The Queen is Dead, com uma música homônima em que ele enxovalha a monarquia britânica, Bigmouth Strikes Again, uma crítica a ícone da direita Margareth Tatcher, fã declarado de Oscar Wilde, que aborda uma temática gay em muitas de suas letras, e provavelmente é gay, pode ser reacionário? Eu realmente não consigo entender tais figuras…
    Outro reacionário da música britânica é Johnny Rotten (Joãozinho Podre), oriundo da classe trabalhadora, vocalista do Sex Pistols, uma das principais bandas punk da história (goste se ou não deles), que cantava músicas como Anarchy in the UK, entre outras.
    É difícil entender a cabeça desses caras…

    1. Rubens Leme

      Miguel, ele sempre teve um pensamento conservador, mesmo sendo filhos de irlandeses, morando na periferia de Manchester. Morrissey nunca foi uma pessoa política, sempre escreveu e falou o que teve vontade – isso na era pré-internet era algo fácil -, mas suas posições sempre foram extremistas. Existe um single dele “National Front Disco” onde fala “Inglaterra para os ingleses”. Também foi chamado de racista, no que rebateu ao argumentar que adorava Martha and the Vandellas e Dione Warwick, então não poderia ser chamado de racista.

      Rotten é um caso parecido, também filho de irlandeses pobres, com uma visão ácida da Inglaterra. Os Sex Pistols não foram uma banda e sim um projeto do empresário Malcolm McLaren. A carreira dele realmente começou com o PUblic Image Ltd, em 1978,, onde nos primeiros discos usou e abusou do reggae e do dub. Ele é também um conservador, mas menos radical do que Morrissey.

      Eu fico com os discos deles, até porque o PiL é uma das minhas bandas favoritas, assim como os Smiths.

  13. Carolina

    Dalcim,

    Você sabe se o Ruud entra no top 10 com a campanha em Cincinnati? Ou ele precisa avançar às semis?
    E Ruud e Carreno Busta devem ser os cabeças de chave no. 7 e 8 no US Open?

    1. José Nilton Dalcim

      A semi basta, desde que o Carreño não seja finalista. Os dois estão brigando diretamente pelo lugar do Shapovalov. Com as ausências já confirmadas de Nadal, Thiem e Federer, aquele que for 11º do mundo nesta segunda-feira entrará entre os oito cabeças, portanto os dois têm chance. No momento, o Ruud é 11º e o Carreño está imediatamente atrás. Aliassime matematicamente também tem chance de ir ao top 10, mas terá de ser campeão e nem Ruud ou Carreño chegar na final.

  14. Gildokson

    É o Us Open provavelmente vai ter d novo um campeão inédito, a não ser que o sérvio faça valer seu favoritismo acho que agora sim os tal next gen conseguem o Slam deles. Rafael Nadal só ano que vem… A nova era começou.

    1. Marcelo Costa

      Tenho curiosidade para ver o russo Medevedev, que tem um talento único mas é antipático a ponto de brigar com a torcida na Central de us open. Ele é super favorito, mas passa longe de ser o mais querido.

      1. Paulo Almeida

        Ele melhorou demais depois daquele ocorrido no USO 2019 e hoje é muito, mas muito mais simpático do que o Tsitsipas.

  15. Periferia

    Uma pena a notícia do encerramento da temporada do Nadal.
    Nadal é o tenista que mais deve ter sofrido ao longo da carreira com dores e limitações…mesmo assim sempre encontrou uma forma de brilhar.
    Basta ver as adaptações que o espanhol construiu ao longo da carreira em pisos onde ele era um peixe fora d’água…mesmo assim venceu e se tornou super competitivo.
    Nadal me lembra um pouco aqueles esportistas que quando envelhecerem terão dificuldades físicas básicas (andar…sentar…correr).
    O cara deixou tudo em quadra…
    Vamos ver ano que vem…acredito será o ano definitivo da era de ouro do tênis.

    E para aqueles que torciam para um USOpen épico…onde os três maiores poderiam decidir o maior vitorioso de Slam…fica a decepção.

    1. Rubens Leme

      E pelo jeito que falou, deve operar – “É hora de tomar decisões e buscar um tipo de tratamento um pouco diferente para encontrar uma solução para esse problema”.

      Ele nunca admitiu cirurgiia alguma, não é, Dalcim?

  16. Oswaldo E. Aranha

    Nelson Rodrigues em suas crônicas esportivas criou o personagem Sobrenatural de Almeida, no tênis vi a presença dele em 3 ocasiões:
    – Belluci aplicar pneu em Djokovic (apelidos jamais)
    – num torneio nos Estados Unidos, Medvedev jogando contra Nadal, tem ganho o 1 set e estar 5×1 no segundo e perder o jogo
    – Djokovic (apelidos jamais) em Tókio ter ganho o 1º set por 6×1, estar com uma quebra de vantagem no 2º set e daí por diante ir de ladeira abaixo.
    Quem se lembrar de outros episódios que de manifeste.

    1. Rubens Leme

      1984 – McEnroe abre 2×0 na final de Roland Garros – 6/2 e 6/3 (para muitos, os melhores sets dele em uma final de Slam) e permite a virada do checo: 3–6, 2–6, 6–4, 7–5, 7–5.

      20 anos depois, a maldição ataca Coria, na mesma quadra central de Paris contra o compatriota Gaudio: 0–6, 3–6, 6–4, 6–1, 8–6.

      Se o sobrenatural não estava nestes dois eventos, deve ter mandado um representante.

    2. Luiz Fabriciano

      A (gata) francesa Kristina Mladenovic tomou uma virada, após ter 6×3 e 5×0 no US Open do ano passado.
      Como o saudoso Nelson Rodrigues era, o Almeida também poderia ser mulher, rsss.

  17. Maurício Luís *

    Esses números são úteis pra se ter ideia de como está o tenista no momento. Porque o ranking de entradas tem gerado discrepâncias. Como no caso do Federer. Claro que não é culpa dele, mas é uma realidade.
    A vitória da Jii Teichmann sobre a Osaka não chega a ser tão surpreendente assim se considerarmos que a japonesa não está atravessando um bom momento. O choro na entrevista espelha bem isso.
    O US Open vai nos dizer se o Djoko teve só um tropeço nas Olimpíadas ou se ele também começa a entrar numa curva descendente ofuscado pela next gen.
    Nadal perseguido por contusões. Mas como é um obstinado, pode ser que ainda consiga voltar em alto nível. Pelo menis no saibro.
    Voltando ao Federer, se ele conseguir voltar em alto nível, mudo meu nome pra Pablo Vittar. Que voltar a nível Belucci, a ele não interessa.

  18. Luiz Fernando

    Rafa já era neste ano, conforme a maioria de nós imaginava. Tentará uma nova terapêutica p o problema nos pés, como torcedor e admirador do cara só me resta torcer p um bom restabelecimento e q acima de tudo ele consiga se manter competitivo!!!

  19. Luiz Fernando

    Esse torneio mesmo sem o Big3 de fato está interessante, não há como negar. Claro q estamos vivendo um anticlímax, mas nós q apreciamos tenis temos q nos conformar com um futuro paulistão sem Sampa, Palmeiras e Curintia. No momento minha torcida é toda para o Juventus, ou seja, o Aliassime…

  20. George Beco

    Comparo a campanha atual do Náutico na série B com a carreira de Federer.
    Náutico começou a série B fervendo, 5 vitórias em 5 jogos, aí começou a perder diversos pontos ganhos, como empate no último minuto contra Vasco e CRB, empate contra a Ponte Preta tendo perdido um caminhão de gols e até pênalti, empate contra o Brusque também perdendo uma porrada de gols. Mas tava todo mundo de boa, pois o time estava invicto, no fim achavam que compensaria na rodada seguinte.
    Eis que 5 rodadas depois o time se encontra na quinta derrota consecutiva e fora do G4, muito provável não subir mesmo, mas se não tivesse tido esses vacilos hoje ainda seria o líder.

    Bom, a carreira de Federer começou a todo vapor, 22 anos era n1, uma porrada de semanas como n1 de forma consecutivas, algo de fato impressionante, oq acabou fazendo com que as pessoas tratassem Federer e n1 como sinônimos, recorde de GS, título em todos os pisos (sou bem crítico a isso, uma vez que os pisos já estavam padronizados quando ele ganhou), mas aí teve também semi de AO com match point e saque em que perdeu, final de US Open que perdeu de forma patética, praticamente dando o GS pra Del Potro, duas demos seguidas de US Open em que perdeu tendo dois match points, final de Finals em que perdeu com 6-5 e 30-0 pra ser campeão, e diversas outras situações. Mas todos diziam, tá tranquilo, ninguém chega perto, derrotas acontecem, etc, etc, etc.

    Eis que vemos um ser com 13×0 em final de RG e outro com 9×0 em final de AO…pois é, esses dois hoje com o mesmo número de GS que Federer, e o pior, um só não tá na frente porque WIMBLEDON pensou no dinheiro não na história do esporte, se não hoje ele já teria 21.
    Basicamente Federer foi ganhando muito, mas perdendo muito também, mas todos achavam de boa, pois ele já tinha os recordes, tá tranquilo, ele nunca vai ser ultrapassado. Só que não avisaram pra Djokovic e Nadal que ganhar muito não dá direito da pessoa entregar jogos, e esses foram fatais, se tem uma arma é pra atirar, não pra guardar e tentar socar o adversário, e hoje os jogos ganhos perdidos tão fazendo a diferença na história do tênis, que estes dois estão escrevendo de outra maneira.
    Wawrinka ainda tentou ajudar, disse “Federer, tu vacilou, mas vou tentar te ajudar aqui”, mas aí viu o que aconteceu em 2019 e fez “ahh bicho, não posso só eu fazer as coisas pra tu, tchau”.

    Nunca achei que Federer e o Náutico enfim tivessem tanta semelhança

  21. EDVAL CARDOSO

    Dalcin, boa noite
    Apenas hipoteticamente, se aparecesse um maluco tenista qualquer que resolvesse sacar o viagem igual no vôlei, seria válido, ou tem alguma regra que proíba?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, a regra não permite. Observe dois pontos essenciais: ao lançar a bola, o tenista tem de estar atrás da linha de base e com os pés fixos no chão; o tenista não pode andar ou correr atrás da bola após seu lançamento, exceto pequenos movimentos de ajustes. Ou seja, até seria possível, mas o sacador teria de ter uma enorme impulsão ao sair da posição estática. Vale lembrar que o saque dos profissionais de hoje já usa o máximo do que pode para sair do chão e o contato com a bola já é feito com os pés em pleno ar.

      1. EDVAL CARDOSO

        Entendi, então o princípio básico pra que não se use esse recurso é o fato de ao lançar a bolinha, os pés tem que estar no chão, o que torna impossível fazer a corrida e lançar a bola pra depois sacar.

        1. Luiz Fabriciano

          A regra mais interessante e doida que acho no tênis é a que se o sacador errar a área de saque, mas se a bolinha encontrar o adversário lá no fundo, o sacador ganha o ponto.

    1. Periferia

      Olá Leme

      Milton Ribeiro que foi reitor e vice reitor da Universidade Mackenzie.
      Universidade de direita que apoiou a ditadura na década de 60 (quem não se lembra da batalha da Maria Antônia…)
      Ele é o segundo nome oriundo do Mackenzie que foi designado para o Ministério da Educação (Benedito Guimarães Aguiar Neto ex reitor da instituição é o outro).
      São criacionistas…quando se quer entender o presente…basta uma olhada no passado.
      Em um momento como o nosso…as hienas antigas saem da hibernação.

    2. Paulo Almeida

      Bom, se vocês tivessem dado uma chance ao Ciro Gomes (não que seja grandes coisas também) ao invés de insistir no boneco do Lula, o Brasil não estaria nas mãos dessas figuras deploráveis. Duvido que o Bozo tivesse vencido o segundo turno.

      Ah, cuidado para não perder alguns apoios incondicionais com esse tipo de declaração, rs.

      1. Periferia

        Poxa Paulinho….

        Vc é o segundo que de certa forma me liga ao petismo por aqui…outro dia uma moça achou que eu era do diretório do PT.
        Politicamente estou muito longe dos dois polos.
        Tenho uma posição política bem própria…muito longe do personalismo ou partidarismo…nem mesmo as instituições merecem minha dedicação.
        Continuo e acredito que sempre serei um homem da sociedade civil…sempre preocupado com meu vizinho (espero que ele comigo)…nunca esperei nada de governo nenhum….não vai ser agora….
        Periferia acima de tudo….periferia acima de todos.

        1. Paulo Almeida

          A mensagem não foi direcionada a você, mas sim ao Leme e aos petistas em geral, mon ami Périphérie. Talvez tenha visto pelo celular…

      2. Rubens Leme

        Se, no segundo turno, você votou em branco, nulo ou se absteve (no caso de não ter apertado 17, porque é a sua cara, pois seus comportamento é típico de eleitor dele) você ajudou o genocida a vencer, pois seu voto foi descartado na contagem total dos votos úteis (mas você votou nele, tenho certeza), diferente de mim que fui oposição (e sempre serei), nos dois turnos. Isso faz de mim um opositor coerente, enquanto você se tornou cúmplice deste governo genocida.

        Ou seja, se há alguém que errou, foi você.

        E não culpe o Haddad pela derrota do candidato que, após terminar em terceiro lugar, fugiu no primeiro vôo para Paris, ao invés de se juntar numa aliança contra o Bozo. Neste ponto, vocês são muito parecidos e imagino que sejam iguais também na vida real.

        1. Paulo Almeida

          No primeiro turno, votei em um dos três candidatos que obtiveram 1% do total (creio que qualquer um que não seja gado agiu como eu) e no segundo não consegui escolher entre as duas piores opções possíveis; sim, eu anulei.

          Não, você não é e sempre será oposição: sempre foi e será PT, mesmo porque foram situação durante 14 anos. Felizmente, assim como o Peri, nunca serei torcedor de partido. Estou livre para escolher e criticar quem eu quiser.

          Cara, você lê meus comentários sobre outros temas ou simplesmente pula quando vê meu nome?

          Nem precisa ir muito longe, basta ver minha última conversa com o Barocos para inferir facilmente que não me encaixo no perfil de um eleitor típico do Bolsonaro. Na verdade, você sabe qual é meu nível cultural e intelectual, mas a antipatia fala mais alto. Eu também poderia resumir sua participação no Blog aos posts provocativos e infantis e assim estaríamos os dois nivelados por baixo. Legal, não?

  22. Luiz Fernando

    Dalcim duas questões: 1) vc esperava esse bom desempenho do Ruud na quadra rápida Cincy? Sinceramente eu não, e hj ele jogou muito contra o hermano! 2) alguma notícia do Rafa? Tenho procurado mas não vi nada de consistente. Obrigado.

    1. José Nilton Dalcim

      Realmente, Ruud está muito confiante. Gostei de ver uma postura mais para a quadra dura, pegando um pouco mais na subida e usando saques mais retos. E venceu dois jogadores de características radicalmente opostas. Nada sobre o Rafa, Luiz. Minha impressão é que ele não vai a Nova York.

  23. Rubens Leme

    FLORA PURIM – BUTTERFLY DREAMS (1973)

    Se você acha Elis Regina a mais bela voz brasileira, talvez precise ouvir Flora Purim, uma carioca nascida há 79 anos, filha de um violinista russo, mas que vivia como relojoeiro e alfaiate e de uma pianista brasileira e que para desgosto dos pais, se envolveu com o meio musical. Com apenas 22 anos, lançou seu primeiro disco Flora é MPM, em 1964.

    Em 1967, mudou-se para os EUA, indo encontrar o então namorado Airto Moreira. Ali, os dois começaram a construir uma carreira sólida e foram chamados pelo tecladista Chick Corea para integrar o Return to Forever, até lançar Butterfly Dream, seu segundo disco, o primeiro em solo norte-americano.

    Butterfly Dream tem um time extraordinário: o baixista Stanley Clarke, o tecladista George Duke (famoso por participar de vários discos de Frank Zappa), o saxofonista Joe Henderson, o marido e companheiro Airto Moreira, além do famoso produtor Orrin Keepnews.

    Cantado todo em inglês – exceção feita a “Dindi” – Flora mostra seu lado mais jazzista e funk graças à “Mr. Jive”, escrita por Clarke, além de uma versão de “O Sonho”, de Egberto Gismonti”, que se transformou em “Moon Dreams”.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PL8ISe0LkZlKI3ZRDvxmoECqvcJ70cKtIO

    1. Marcilio Aguiar

      Leme, a Flora é extraordinária. “O sonho” também foi gravado por Elis em um estilo “mais agressivo” (não encontrei outra expressão para marcar a diferença).

  24. Rubens Leme

    Dacim, se os confrontos da Laver não são animadores, podiam colocar esses dois capitães em quadra. Claro que não seria a mesma coisa do que foram (estou falando da mais importante e influente rivalidade do tênis dos últmos 40 anos, a que moldou os padrões atuais), mas eu pagaria meus 100 dólares para vê-los ao vivo e em cores.

    https://lavercup.com/captains

  25. Daniel C

    O posicionamento negacionista do Tsitsipas é lamentável. Assim ele cai bastante no meu conceito e se aproxima do atual no1 do mundo. Mas ainda tem muito chão para percorrer para chegar no nível do sérvio em termos de comportamento. Falta provocar torcida, gritar com crianças boleiras, fazer caras e bocas quando estiver perdendo, arremessar bolas em juízes, quebrar raquetes em treinos, promover torneios com aglomeração no meio de uma pandemia, desistir de uma partida olímpica privando o parceiro de medalha e passar pano para declarações desrespeitosas do papai. Pelo menos o pai dele parece mais comportado. Agora com essa mentalidade do grego, já da pra entender melhor o resultado da final de RG e só reforça a baixa qualidade do circuito atual no quesito técnico e mental.

    1. Rafael

      Concordo com a parte de promover UM torneio (que na boca de vocês virou toneioS, talvez eu não tenha ouvido falar dos outros) na pandemia e com a desistência do jogo de duplas.

      Discordo completamente de passar pano para o pai e adoraria que cada um que fala isso estivesse na posição dele. Na minha época, pai era pai, você não podia desobedecê-lo nem em casa, quanto mais desautorizar suas falas para o mundo inteiro ouvir. É um conceito antigo, eu sei, se me lembro bem chama-se respeito. Na minha opinião, argumento descabido. Não teria UM ser civilizado aqui que faria isso, mas falar dos outros tudo bem.

      Aliás, respeito esse que faltou a Tsistsipas (ora, mas que surpresa!) em um jogo que ficou marcado por suas atitudes ríspidas e agressivas com o próprio pai.

      Acrescento apenas outros pontos que faltam a Tsitsipas para se igualar ao sérvio: 340 semanas como No. 1 (e contando), 20 slams, 36 masters 1000, 5 finals, etc…

      Deve demorar um pouco, talvez se Tsitsipas competir até os 70 anos, mas é possível, por que não?

      1. Ruy Machado

        Bom dia!
        Fim de temporada para Nadal em 2021. Esse defeito congênito no pé, que já o atormenta há 15 anos , está acelerando seu processo de aposentadoria, lamentavelmente. Não vou duvidar nunca de sua capacidade de recuperação… Mas a idade é outro obstáculo a transpor. Espero que se recupere para 2022 e que consiga estar saudável para brigar por mais alguns GS… Saudações Rubro Negras!
        Obs: Sérgio Ribeiro! Está com saudades do Rogério Ceni?
        Rsrsrs… Abc!

        https://www.tennisworldusa.org/tennis/news/Rafael_Nadal/101357/rafael-nadal-shares-important-announcement/

  26. Paulo F.

    Borg x McEnroe, além de terem APENAS 1/5 dos confrontos da monstruosa rivalidade Nadal x Djokovic, fizeram apenas um jogo épico: a propalada final de Wimbledon de 1980?
    Nadal x Djokovic? No mínimo do mínimo, QUATRO jogos épicos – Final do AO de 2012 (na minha opinião, essa sim a maior final de Slam da história); 02 SF de RG (2013-2021) e SF de Wimbledon de 2019.

    1. Paulo Almeida

      Essa é a maior rivalidade da história tanto quanto o Borges é o rei dos reis. Tratam-se de piadas prontas para a gente dar muita risada, xará.

      Não leve essas coisas a sério!

    2. Arthur

      Esse Borg era um pangaré mesmo, né, Dalcim?
      O cara só ganhou 5 WB seguidos e 6 RG, sendo que ganhou WB depois de ganhar RG três vezes na sequência, sendo o único da espécie com essa quantidade.
      É cada uma que a gente vê por aqui, viu, Dalcim?
      Mas, parafraseando o Petkovic, é melhor ler isso do que ser cego…

      Um abraço.

      1. Paulo Almeida

        E você pode apontar onde está escrito “pangaré”, por obséquio?

        Distorcer as coisas é muito fácil.

  27. Bel Grado Fa

    – Algum leitor me lembrou que CAsper Rudd é jogador de um piso só. Aliás, concordo com ele. Mas creio (opinião) que talvez consiga aproveitar bem o fato de ter um melhor ranking e ser cabeça de chave… e então encontrar menos dificuldade para superar rodadas iniciais de torneios em pisos sintéticos. E que a se manter a excelente regularidade que vem apresentando até o momento, possui grande chance de subir mais no ranking.
    – Djokovic: o fator “gravidade da contusão no ombro” vai definir os próximos meses do sérvio: Se voltar livre da contusão, possui grandes chances de fechar um dos melhores anos da carreira. Caso a contusão persista, a diferença é tão grande para os três mais próximos (Tsitsipas, Berretini e Medvedev) que ainda assim tem chance de terminar o ano em primeiro, mas deverá encontrar problemas para se mantér no topo em 2022, comprometido com uma possivel cirurgia e readaptação.

    Previsões:
    – Federer: Virtualmente aposentado. Faltaria apenas anunciar. No entanto, talvez se aproveite deste ranking protegido da pandemia para juntar mais alguns atp-dolares para a coleção e anuncie a aposentadoria para quando o ranking começar a cair e já tenha seu futuro profissional definido.
    – Nadal: vai anunciar último ano como profissional para 2022. Encerra em Roland Garros 2022.
    – Rubens Leme e Periferia: vão começar a ser “moneytizados” pelo belo serviço prestado. Pelo menos aqui, as dicas de livros e filmes tem sido aproveitadas na medida do possível, apesar dos haters de plantão! Já os leio como leria um “blog dentro do blog”

    1. Bel Grado Fa

      E para não deixar dúvidas de que lado estou: FORA BOZOLINO! (não por ser de direita ou de esquerda, mas sim pelo péssimo governo que fez, e pela péssima postura como comandante de um país que não merece o que está passando).

      Também lamento pelo atentado que ele sofreu antes das eleições, que obrigou à equipe médica que o atendeu a fazer um procedimento de emergência ligando o final do cólon diretamente a traqueia. Claro que a cirurgia foi um sucesso do ponto de vista clínico, pois o paciente se recuperou, passa bem e retornou as suas atividades normais.

      No entanto, os óbvios efeitos colaterais de tal procedimento tem sido sentidos por toda a população toda vez que o tal homem abre a boca, população esta que “depende do sim ou não de um só homem”.

      1. Rubens Leme

        Sobre os haters (a maioria ou a totalidade são robôs), vou roubar a frase que o Rafael sempre usa quando falamos (ele não, claro) mal do Nolinho e que, segundo o próprio Rafael, é de Kobe Bryant: “Ninguém odeia os bons. Só odeiam os grandes”.

        E isso não é ódio. É amor, ainda que não correspondido de minha parte, pois sou bem casado e feliz.

        Eles (os robôs) rosnam (robô rosna, aliás?) e criticam e eu posto. Simples assim, meu caro Iugos la via.

        1. Gustavo

          Eu aprendi nesses dias que a maior dificuldade do ser humano não é a de se por no lugar do outro. Isso os bons, que são a maioria, fazem muito bem.
          A maior dificuldade de alguns é a de se por no seu devido lugar.

          1. Bel Grado Fa

            Caro,

            Talvez o maior defeito de nosso tempo seja este mesmo (o de abrir a boca ou o teclado e falar o que pensa), e é disto que trata esta minha crítica.

            E embora meu ID se mantenha no mais completo silêncio na vida real sobre temas polêmicos (sequer me aventuro no FB, Insta e afins), ele vêm travestido da fantasia do personagem”Bel Grado Fa”ke …, expressando apenas a opinião de um cidadão comum, se posicionando e dizendo o que acha.

            Talvez a única grande diferença de alguns políticos de grande renome e de alguns tenistas famosos, é o fato que não uso meu Eu real para isso, mas o personagem sem poder de influência.

            Creio você possa ou não concordar com a opinião deste PERSONAGEM com o qual vc tenta debater o tema e expor suas idéias (como diversos outros personagens que comentam aqui diariamente), mas tenha em mente que vocÊ está tentando debater um tema real e se posicionar defronte a um personagem do blog, e não com uma pessoa real.

            😉

        2. Bel Grado Fa

          Voces dois rralmemte possuem um blog dentro do blog e seria interessante formatar esse modelo de voces, pois parece ser um modelo de comunicação bastante inusitado onde a sintonia dos personagens é tamanha, que permite esse repente de opiniões.

          Não um repente de versos e quadras, mas um repente contado, escrito, discorrendo sobre os mais diversos temas aleatórios.

          Melhor ainda por não ter roteiro definido. Discorriria-se sobre os mais mais fiversificafos possivel, neste bate rebate.

          Acrescentaria muito ao tenisbrasil tb, se houver um espaço para temais transversais, enriqueceria bastante o conteúdo apresentafo.

          Apenas o materia dos comentários dos últimos anos revisitafo, deve dar no mínimo uns dois anos de postagens.

          1. Rubens Leme

            Esse bate rebate é muito divertido, mas o blog é de tênis e não teria motivos para tal. Poderíamos até montar um grupo virtual, mas não curto essas coisas. Os únicos dois de whatsapp que frequento são de família e mais por causa da morte do meu pai. Nunca entrei de jornalismo, música, Palmeiras, não curto aquele monte de msg pululando na minha tela.

    1. Periferia

      Olá Leme.
      Estará bem acompanhado…rs
      Filmes de resistência ao fascismo (estamos precisando de filmes assim).
      Roma Cidade Aberta é o próprio neorealismo…uma ficção feita dentro do fato (o filme foi feito clandestinamente no final da guerra).
      Alemanha ano zero tem um final triste…como se Rossellini estivesse dizendo…”a guerra é uma mer***…estou cansada dela.
      Paisà que é o filme do meio da trilogia (o que mais gosto);..assisti no Cineclube do Bexica com dois amigos…uma estudante de cinema e um poeta que vendia livros (de autoria dele) no vão do Masp…sujeito de boa conversa e versos ruins…mas como companheiro de copo não tinha melhor…acho mesmo que a poesia dele crescia conforme o nível etílico aumentava (onde estaria hoje?…espero que bem).
      Paisá quer dizer no dialeto napolitano amigo…pessoa próxima…aquele que vem do mesmo lugar (igual eu e o poeta).
      O filme como uma ópera é dividido em “atos”…em alguns momentos ele tem aparência de um filme expressionista…por causa das sombras utilizadas (alguns amigos discordam veementemente…rs)
      Assim são os filmes do Rossellini…ninguém vai encontrar “maquiagem” para o mundo ficar mais bonito…as imagens são feias… destroços…derrotados…envergonhados.
      O diretor apesar disso não esquece da figura humana…no meio de tudo isso…ainda existe o brilho humano…quase uma fagulha…mas nunca se apaga.
      O neorealismo deveria ser apresentado em escolas…como matéria para o crescimento social (ou algo do tipo).

      1. Rubens Leme

        Conheci alguns poetas assim, um deles vendia cachorro quente em frente ao prédio da Gazeta tarde da noite e oferecia o livro de poesia. Cheguei a comprar e era ruim demais.

        Depois dessa aula, também separei uma edição sobre filmes do Vietnã, uma caixa de 3 filmes, sendo um deles uma película francesa, feito por vários diretores, entre eles o Godard.

        O neorrealismo é uma das minhas vertentes favoritas. Gozado você descobrir que o Fellini começou com esse pessoal, mas seus filmes tomaram um rumo oposto, embora A Estrada tenha muito do realismo, especialmente o final.

        É divertido conversar contigo de cinema, porque aprendo muito mais do que poderia imaginar mas jamais espero te encontrar numa mesa de bar, ou junto com o papo, vai o que resta do meu fígado, caro Periferia….

      2. Rubens Leme

        Conheci alguns poetas assim, um deles vendia cachorro quente em frente ao prédio da Gazeta tarde da noite e oferecia o livro de poesia. Cheguei a comprar e era ruim demais.

        Depois dessa aula, também separei uma edição sobre filmes do Vietnã, uma caixa de 3 filmes, sendo um deles uma película francesa, feito por vários diretores, entre eles o Godard.

        O neorrealismo é uma das minhas vertentes favoritas. Gozado você descobrir que o Fellini começou com esse pessoal, mas seus filmes tomaram um rumo oposto, embora A Estrada tenha muito do realismo, especialmente o final.

        É divertido conversar contigo de cinema, porque aprendo muito mais do que poderia imaginar mas jamais espero te encontrar numa mesa de bar, ou junto com o papo, vai o que resta do meu fígado, caro Periferia….

        1. Periferia

          Olá Leme

          Acho que vc está falando de de Longe do Vietnã…. é um dos filmes mais importantes do período de 68 ..tem Gadard 0Lelouch…Resnais…Varda e outros na direção
          É uma forte crítica ao conflito.
          Foi inicialmente idealizado por Chis Marker (que foi o criador do curta La Jateé…que Terry Gillian adaptou para fazer Os Dozes Macacos).
          Poucos lembram…mas a França tem uma ligação forte (cultural) com o Vietnã (o Vietnã foi colônia francesa…na época Indochina).
          Inclusive tem um filme muito bom chamado Indochina (1993) de Régis Wagnier…com a bela Catherine Deneuve.
          Godard tem uma trilogia feira entre 64 e 68 protestando contra a guerra (é uma trilogia bem godardiana.. confusa)..
          Ele na década de 60 criou um grupo coletivo de cinema…para protestar…chamado Grupo Dziga Vertov (lenda do cinema russo)…tinha um viés marxistas… complexo…mas muito interessante.

          1. Rubens Leme

            Os anos 60 foram extremamente confusos e contraditórios e ingênuos em boa parte, mas foi uma época excitante para se pronunciar e criar.

        1. Periferia

          Olá Leme

          Interessante…estava vendo os filmes que compõem os dvds (são 3 dvds para 6 filmes)…
          Existe como extra um curta metragem/documentário do Chris Marker.
          Um documentário sobre a manifestação (O Sexto Lado do Pentágono) antimilitarista de 1967…que colocou milhares de pessoas em frente do Pentágono…
          Marker que tem dois documentários curtos (20 minutos) sobre o Brasil (Vamos Falar do Brasil: Tortura….e o Vamos Falar do Brasil:Marighela)…em plena ditadura brasileira.
          Fez um documentário sobre Allende no Chile (combativo)
          Morreu em 2012…tem uma frase dele muito legal:

          “O processo de fazer filmes em comunhão consigo mesmo, o modo como um pintor ou escritor trabalham, não precisam mais ser agora exclusivamente experimentais. Contrariamente ao que pensam as pessoas, usar a primeira pessoa em filmes tende a ser um sinal de humildade: tudo o que tenho a oferecer sou eu mesmo”.

          Na realidade o nome dele era Christian Hippolyte François Georges Bouche-Villeneuve…..Chris Marker era um pseudônimo…ele achava que seria difícil pronunciar o nome em outros países…tinha razão…Chris Marker é muito melhor…rs

          1. Rubens Leme

            Podemos dizer então que o Marker era um cineasta gonzo, assim como o Hunter S Thompson foi o pioneiro do jornalismo gonzo?

            PS: Gonzo é um estilo de narrativa em jornalismo, cinematografia ou qualquer outra produção de mídia em que o narrador abandona qualquer pretensão de objetividade e se mistura profundamente com a ação.

  28. Periferia

    A Doença

    O Mal de Jair se pegava…a doença era contagiosa…muitos diziam que “era a praga mais horrível que se podia rogar a alguém”.
    Mais do que discriminado…Stefanos passou a ser condenado por todos cidadãos…muitos o achavam imundo…deplorável…pouco inteligente.
    Até pessoas de seu convívio o desprezava (menos Apostolos).
    Ele causava repulsa…
    Num primeiro momento não compreendeu…pensava que as pessoas estavam sendo injustas com ele.
    Suas opiniões e ideias eram repelidas e até mesmo motivo de chacota.
    Todas as vezes que saia pelas ruas de Atenas em sua motocicleta…com sua camisa amarela…observava sussurros relacionados a ele.
    Poucos queriam se aproximar…o medo da doença era grande.
    Entre uma madeirada e outra…teve uma ideia brilhante…
    -Vou me mudar para o Brasil… lá tem muitas pessoas que me aceitam…disse um renovado Stefanos.

    (Stefanos foi recebido com um desfile militar em sua homenagem…não podemos registar imagens devido ao fumacê)

    1. Rubens Leme

      E depois um belo drinque de cloroquina on the rocks produzida pelo nosso Exército e engarrafada e armazenada por Pazuello, receita para uma digestão leve e maraviilhosa.

  29. Orlando

    Se já não bastasse os nossos duplistas, Marcelo Melo e Bruno Soares, agora surge a Luiza Stefani pra atrapalhar os bons jogos das partidas de simples, que sacos esses jogos de duplas. Haja paciência !

  30. Periferia

    Olá Dalcim.

    Estava vendo os projetos relacionados ao tênis.
    Chamou atenção o Favela Tênis no Morro do Alemão (idealizada por Leandro Pancote e Ruan Melo).
    A quadra da Rocinha…do Fabiano de Paula (quem em 2015 vendo a quadra abandonada…idealizou um projeto para a comunidade)…os dois projetos tem o apoio Fundetennis.
    Aqui em São Paulo tem o projeto do Rogério da Hora em Paraisópolis (aqui perto).
    Todos esses projetos..com muita dificuldade…mostra que é possível furar a bolha que o tênis sempre ficou…podendo ser usado como uma forma de inclusão (esporte serve para isso).
    Vejo…quando vc fala de tênis…vejo a paixão pelo esporte.
    Por que não se consegue uma parceria pública (duradoura) para o esporte?
    Tantas pessoas importantes praticam o esporte…

    1. José Nilton Dalcim

      São sempre iniciativas particulares, raramente temos uma ação dos órgãos públicos. Claro que, se pensarmos no macro, o tênis talvez não fosse a modalidade mais pertinente num país de desigualdades tão grandes, mas se pequenos projetos particulares funcionam e dão conta do recado então isso mostra que existe também essa demanda. Não existe uma política pública que leve o esporte a sério. Soltar dinheiro via leis de incentivo não é propriamente participar, mas é só isso que eles entendem ser o caminho.

    2. José Yoh

      Olá Periferia, existem outros motivos para o tênis ser pouco popular aqui, mas um deles é um certo preconceito da própria população com relação ao tênis. O esporte está associado diretamente a uma elite, afastando uma parcela da população pobre ou até mesmo com mais condições. É “esporte de rico”.

      O triste é que é um esporte de rico porque ninguém pratica. Se tivesse muitos praticantes a escala tornaria um esporte barato.
      Abraços.

      1. Periferia

        Olá Yoh..

        Um ponto bastante verdadeiro….
        Na periferia a maioria da molecada acha que é um jogo para meninas (a maioria nunca viram um Federer ou Djokovic da vida…estranho que também não viram a Serena…rs).
        Mas existe algo que acredito.
        Os “donos” do esporte não gostam que o jogo fique popular (é uma opinião um pouco polêmica)…muitos da “elite”…daqueles tradicionais clubes paulistanos não gostam de pessoas “populares” por perto (vou ficar apenas na condição social).
        Vivem em uma redoma (um aparthaid mesmo)…o discurso e a prática tem um sentido de afasta-los (muitos contribuem para algum projeto…não pelo esporte…mas para não deixar o espaço ser invadido por uma “turba” sem muita “tradição”…o importante é deixá-los no lugar deles)
        Não é apenas no tênis…em muitos segmentos de nossa sociedade existe uma necessidade de se manter o “povo” longe.
        Não é algo claro e direto…o tênis tem seus donos…o Brasil sempre foi assim…tem “bolhas” para todos os lados…vivemos um “feudalismo social” ….cada um defende o seu feldo…afinal… é um esporte de cavalheiros…de monarcas….
        É uma opinião polêmica e quem sabe injusta…mas é o que penso.

        Abs

          1. Rubens Leme

            Curioso. Vc disse uma vez que queria ter minha consciência política ou algo assim é a sua é muito mais apurada do que a minha. É exatamente assim que os clubes de tênis funcionam. Para eles, lugar de pobre é batendo bola em campo de terra ou quadra de bairro.

        1. José Yoh

          Olá Periferia, ia exatamente tocar nessa ferida também.
          Não há injustiça na sua declaração. Qualquer um que for a um clube de tênis tradicional percebe isso.

        2. Luiz Fabriciano

          Periferia, isso é um ponto verdadeiro e grave.
          Certa vez, ouvi bem de perto, um grupo de amigos que conversam sobre suas vidas e um deles comentou que, estando pela última vez em Noronha (Fernando de…) se deparou com muitos “pobres”. O que lhe quase causou revolta.
          E completou com uma frase, que antes de repeti-la, devo afirmar que não estou fazendo nenhuma apologia política – “Se o PT continuar no governo, daqui à pouco os pobres todos se mudarão para Noronha.”

  31. Rubens Leme

    Bigmouth Strikes Again – https://bolamarela.com.br/tsitsipas-nao-vejo-razao-para-alguem-da-minha-idade-ser-vacinado-seria-bom-ter-o-virus/

    “Cada um tem o direito de fazer o que achar certo. Nem pode ir com uma vacina e forçar-te a tomá-la. Se te queres proteger com a vacina, é o teu problema, vai e faz. Para nós, jovens, acho bom ter o vírus porque vamos construir imunidade. Não vejo isso como algo mau. Em algum momento, todos devemos levar a vacina, não estou a dizer o contrário. Chegará o momento em que não teremos muitas opções, mas até essa altura quero ver uma versão melhor da vacina, que nos dê mais vantagens do que desvantagens”

    1. Bel Grado Fa

      Apenas para dar dar ouvidos ao contraditório, seria interessante que o Tsitsipas pudesse dizer onde ele obteve suporte para técnico para emitir tal opinião (se
      estaria amparada por algum médico do time dele, e se há algum fundamento para amparar tal opinião).

      Pois mesmo levando em consideração que mais estudos são (e realmente são) necessários para melhor entender o mecanismo da doença e para o desenvolmento de uma vaicna mais segura, ainda assim ainda não ouvi qualquer explicação que me convernceria a não tomar as vacinas (mesmo que por mais cético que seja, eu optasse por uma vacina desenvolvida através de uma tecnologia amplamente utilizada e conhecida, como por exemplo a a Coronavac).

      De qualquer forma, ele opinou (provavelmente por influência de tenistas mais bem rankeados que ele).

      Taí onde o mal exmplo de alguns pode levar a outros!

      1. Periferia

        Olá Bel

        Me desculpe…mas faltou atenção de sua parte.
        Se vc observar bem…. verá Osmar Terra ao lado do Tsitsipas balançando a cabeça em concordância.
        O suporte estava lá

        Abs

        1. Bel Grado Fa

          Ahhh..Olhei novamente e agora vi! Vi também (e não havia reparado antes) que ele tem um poster de outro tenista que tam´bem é contra a vacina no quarto dele.

          São pequenos detalhes que pessoas como eu as vezes as vezes deixa passar sem prestar maior atenção…rs

    2. Miguel BsB

      Bigmouth Strikes Again…
      Pior que se você perguntar para o Morrissey, a resposta vai ser parecida. Virou um grande reaça…

    3. José Yoh

      A escolha pode até ser dele, mas se ele levar alguma variante do vírus de um país para outro pode ser um grande problema. Mesmo para ele, se desenvolver sequelas respiratórias, certamente será pior que tomar uma vacina.

      Era necessário ele explicar exatamente quais são as desvantagens das vacinas antes de gerar dúvidas naqueles que pretendem tomar.

  32. Rubens Leme

    Acho que pode-se dizer que 2021 é a pá de cal para a geração trintona – Tsonga, Raonic, Anderson, Wawrinka, Simon, Verdasco, Murray etc – que ainda sonha com um impossível retorno aos velhos tempos, ainda que breve.

    Curioso como quase todos estão passando por problemas físicos graves. Basicamente estão todos arrebentados pelo enorme esforço físico em quase 15 anos de carreira e por serem basicamente baseliners.

    Até que eles estão durando demais, mas a hora chegou a todos.

    PS: poderia incluir o Del Potro na lista, mas ele já está parado há tanto tempo e sem perspectiva alguma de retorno (até tratamento com célula tronco ele está tentando) que é mera formalidade o anúncio oficial de aposentadoria.

  33. Vitor Hugo

    Tsipas me parece um garoto mimado. Além de tudo isso vai embarcar na onda negacionosta liderada pelo id fake número 1 do mundo.

    Eu não me manifestei sobre a derrota do grego para o sérvio na final de RG. É inadmissível o cara vencer os dois primeiros sets jogando de forma brilhante e depois simplesmente entregar os três últimos…

    Não que o cotonete não pudesse virar e vencer. Claro que sim! Mas não há explicação para tamanha apatia de Stefanos depois de começar vencendo. Não mesmo! Era final de slam p…! O cara nem lutou!
    O grego vai se mostrando um cérebro de geleia em todos os sentidos… Excelente técnica e físico, mas um mental fraquíssimo!

    1. Luiz Fabriciano

      Do sofá é tudo perfeito, não é?
      Do meu sofá também fiquei puto com Djokovic, ao meter 6×1 no Zverev no primeiro set da semi nas Olimpíadas e perder de virada.
      Ou ele também entregou, é amarelão, bunda-mole etc?

      1. Vitor Hugo

        Não estava no sofá e não assisti o jogo, tinha coisas mais importantes pra fazer do que perder meu tempo assistindo um jogo do sérvio.
        Mas depois li o post do Dalcim e assisti vídeos com análises da partida, que não me tomou mais q 20 minutos ..
        E vou continuar a me expressar aqui da maneira que eu quiser não me importando o q vc ou qualquer outro pense!

        1. Luiz Fabriciano

          Arrebanhaste a síndrome da falta de interpretação de textos meu caro?
          Onde eu disse que você deveria estar no sofá assistindo jogo do Djokovic?
          Se bem que tu poderias assistir ao Zverev…

          1. Luiz Fabriciano

            Exceto no passado (distante), em que o campeão de um GS, voltava apenas à final, para defender seu título, no ano seguinte.

    2. Paulo Almeida

      Não se manifestou porque o título de Roland Garros do Craque foi certamente o que mais te machucou em 2021, afinal significou um Double Career Slam e ele ainda por cima derrotou o rei do saibro pelo caminho, coisa que o Fregueser jamais passou perto de conseguir.

      Bom, na verdade, quem jogou o primeiro set no lixo foi o Djokovic ao ter o saque pra fechar e depois ao jogar um péssimo tie-break; também parece que sumiu de quadra no segundo. Tsitsipas lutou muito no terceiro, no quarto e no quinto sets nos games em que foi quebrado, ou seja, foi muito mais mérito do sérvio do que demérito dele. Será que você viu a partida mesmo?

      Enfim, no final prevaleceu quem foi melhor em mais momentos-chave, ou seja, o Rei Supremo.

      1. Gildokson

        Que diferença ao analisar a mega AMARELADA do grego se comparado à suas análises de derrotas de outros tenistas para um determinado tenista hein Paulo. Tudo isso pra engrandecer mais a conquista do sérvio.
        O grego foi ridículo e sabe disso, tanto que no discurso dele na cerimônia de entrega do troféu ele deixou claro com palavras e na postura.

        1. Paulo Almeida

          Ele só foi ridículo para vocês, que não enxergam os méritos do Djokovic. Você pode chamar o Musetti dessa forma pelo fato de ter abandonado a partida provavelmente para não levar uma bicicleta. Foi uma baita partida e uma virada épica do sérvio, vocês da Igreja querendo ou não.

          Bom, obviamente o Tsitsipas não disse nada disso e o que realmente ficou de relevante da sua entrevista foi ele almejar pelo menos metade do que o maior e melhor de todos os tempos conseguiu.

          Abs!

    1. José Nilton Dalcim

      E o saque do Ruud está longe de ser um dos principais do circuito. O Opelka estava claramente exausto, a semana de Toronto foi puxada para ele.

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