Luísa é nossa sétima top 20
Por José Nilton Dalcim
15 de agosto de 2021 às 21:56

A presença de um brasileiro no top 20 dos rankings profissionais é algo raro. Em simples, apenas Gustavo Kuerten chegou lá, assim que assombrou o mundo com o título de Roland Garros de 1997.

Antes dele, em agosto de 1983, Cássio Motta e Carlos Kirmayr haviam atingido o prestigioso grupo e se tornado os pioneiros desde a criação do sistema matemático exatamente uma década antes.

Eles foram repetidos quase 26 anos depois pelo trio espetacular de mineiros, com André Sá, Marcelo Melo e Bruno Soares, este o último brasileiro a atingir de forma inédita o top 20, em fevereiro de 2009.

Eis então que, 12 anos depois, enfim teremos nesta segunda-feira a sétima integrante dessa seleta lista de heróis: com seu terceiro e maior título de WTA, obtido neste domingo no 1000 de Montréal, Luísa Stefani aparecerá no 19º lugar.

Com todo respeito à esforçada norte-americana Hayley Carter, Luísa precisava de uma parceria mais experiente e encontrou na canadense Gabriela Dabrowski, que já foi 7ª do mundo e tem quartas em todos os Grand Slam, incluindo final em Wimbledon, uma simbiose bem interessante.

A brasileira está num momento notável, com muita fluidez pela quadra. Dona de voleios firmes e saque bem colocado, é difícil fazer a bola passar por ela quando se aproxima da rede. Nem mesmo as fortissimas Aryna Sabalenka e Elise Mertens seguraram o dueto de Stefani.

Dá para sonhar com o troféu do US Open? Com certeza, ainda mais porque as duas são duplistas exclusivas, não envolvidas na chave de simples. Mas obviamente o circuito feminino de duplas é muito forte e há muitas candidatas competentes, como Krejcikova/Siniakova, Ayoama/Shibahara e Melichar/Schuurs. Com a ascensão no ranking, Stefani e Dabrowski têm grande chance de ficar entre as oito cabeças, algo essencial para pensar grande em Nova York.

Domingo intenso
– Roger Federer surpreendeu ao anunciar uma terceira cirurgia no joelho direito, que o fará ficar fora do circuito “por meses”, segundo suas próprias palavras. Ou seja, suíço encerra outra temporada muito apagada, mas ainda deverá ser um top 20 quando o Australian Open chegar. Será possível ainda haver vida aos 40 anos e tantos problemas físicos acumulados? É preciso muito otimismo.
– Daniil Medvedev quase perdeu para Hubert Hurkacz, mas depois fez exibições notáveis contra os super-sacadores John Isner e Reilly Opelka. Faturou seu quarto Masters em Montréal e mostra de novo seu grande potencial sobre as quadras duras. Já é, sem dúvida, o maior concorrente de Novak Djokovic no US Open. Opelka, que não vinha em grande momento, foi muito bem em Toronto, não se limitou ao saque e atinge melhor ranking, o 23º, candidatando-se a figurar entre os 24 primeiros cabeças no Slam caseiro.
– Campanha inesperada e espetacular da musa italiana Camila Giorgi em Montréal, onde ergueu apenas seu terceiro troféu da carreira. Ex-top 30, tem um saque a ser temido, mas o que surpreendeu mesmo foi sua paciência no fundo de quadra. Na trajetória, derrotou Elise Mertens,  Petra Kvitova e karolina Pliskova na final.


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Perfeito comentário do Meligeni sobre o grego ignorante: péssimo exemplo p um formador de opinião. Tantos querendo se vacinar e um q tem acesso tendo atitude dessas. Imbecilidade pura…

  2. Rubens Leme

    Dalcim, achei uma entrevista muito boa no Becker falando sobre sua carreira (https://www.youtube.com/watch?v=C4m8-Ej_JYA). Uma das melhores partes foi quando ele chegou aos 16 anos e se dirigiu ao diretor da escola onde estudava e pediu para trancar os estudos por dois anos porque queria tentar a sorte no tênis.

    Ao ouvir a proposta, o diretor não gostou nada, deu um ano a ele e disse que voltariam a conversar dali a 12 meses. E ele voltou, mas com 10 mil pessoas cercando o prédio, por havia se tornado o mais jovem campeão de Wimbledon, aos 17 anos, fato que o diretor desconhecia, porque não era ligado em esportes e não existia internet.

    Bom, aí ele fez um paralelo interessante dizendo que nem ele sabia do feito quando venceu (de ser o mais jovem até hoje) e que apenas foi jogar de maneira livre e sem pressão, mas acredita que, se por acaso, um garoto de 16 ou 17 anos chegasse hoje à final de Wimbledon seria tão bombardeado e pressionado a bater o recorde dele, que entraria na quadra totalmente tenso e assustado.

    Então, para ele o fato de ser jovem numa era pré-digital onde podia se expressar livremente sem ser julgado e massacrado no twitter no minuto seguinte o fez criar uma mentalidade mais forte e livre. Pete Sampras também disse isso naquela célebre carta que escreveu, aos 35 anos, para ele mesmo. aos 16, aconselhando em sua carreira, os percalços que sofreria e a felicidade de ter se aposentado antes do advento do facebook e twitter.

    Esse é um tema muito interessante, não acha? Talvez o fato desta geração demorar a amadurecer mais seja se importar em demasia com a opinião alheia.

    PS: infelizmente não há a segunda parte dela no youtube.

  3. Ronildo

    Medvedev vai fazendo fila. Agora vai pegar um oponente perigosíssimo porque já foi campeão do torneio. Torceria para o Dmitrov em circunstâncias normais, mas Medvedev está numa “Santa Cruzada” e não pode perder evidentemente.

    Finalmente a Kvitova teve duas vitórias seguidas sem muito sofrimento.

    1. Sérgio Ribeiro

      Exato , caro Ronildo. Dimi é o exemplo que apenas plasticidade não é suficiente. Já Federer conseguiu unir plasticidade com o mais alto grau de competição durante duas décadas contra distintas gerações de N 1 . MEDVEDEV com um jogo que Murray chega a chamar de divertido ( pra não falar horrível rs ) , consegue um altíssimo grau de competitividade. Parece mesmo maduro na Turma pra chegar com chances concretas de vencer seu primeiro SLAM no USOPEN 2021. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Deram tanta importância ao pneu em casa que Federer tomou com uma perna só, o que dizer de Opelka numa rápida como Cincy ter seu serviço quebrado Três vezes num único Game , por um “ saibrista “ segundo alguns “ experts “ rsrsrs. Abs!

      2. Pedro

        Só um mané que não acompanha o circuito para falar uma baboseira dessa sobre o medvedev. Ele possui dez títulos ATP em simples, incluindo dois títulos de Masters 1000 em Cincinnati e shangai e Atualmente ele ocupa o ranking ATP N° 2

  4. Rubens Leme

    Outro documentário sobre os dois. A primeira que se viram foi quando John era boleirinho no US Open e Borg a estrela em ascensão. O primeiro jogo – vitória de McEnroe em Estocolmo, em uma quadra veloz -, a amizade que já existia antes mesmo de Wmbledon (e o filme não mostra isso) e os dois comentando a partida épica e se encontrando décadas depois na quadra central de Wimbledon.

    “Gostei de John desde o nosso primeiro contato”, disse Borg, de quem John sempre quis afeição e respeito. 40 anos depois continuam grandes amigos.

    Não apenas a maior rivalidade, mas a mais bonita.

    https://www.youtube.com/watch?v=DfW3vGGYAtI

      1. Sérgio Ribeiro

        Desta vez não há como discordar, P. F. Borg e McEnroe se enfrentaram apenas por 14 vezes em 4 Temporadas e sem nenhum confronto no Saibro. Culpa do Sueco que se afastou precocemente. Apesar da freguesia de Novak no Saibro e de Nadal nas demais superfícies ( não vence desde 2013 ) , é uma rivalidade mais rica em todos os quesitos , obviamente a meu ver . Abs!

  5. Rubens Leme

    Dalcim, uma lista diferente: cite os cinco melhores treinadores, independente de terem treinado homens e mulheres, mas poR sua influência e títulos. Acho que um deles seria o Tony Roche, não?

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, teria de pensar com muita cautela sobre o tema, mas acredito que Roche estaria, sim, na lista.

  6. Rubens Leme

    Faz todo sentido, afinal, é a classe que melhor ganha e que possui os melhores salários, pensões e vida mansa, bem diferente dos políticos e militares que deixam pensões de até 117 mil para suas filhas e consomem quase 20 bilhões por ano de nossos cofres, sendo 12 deles para as filhinhas. (https://www.cartacapital.com.br/politica/filhas-solteiras-de-militares-recebem-ate-r-117-mil-por-mes/).

    https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2021/08/17/professor-tera-reajuste-menor-com-acordo-para-aprovar-ir-na-camara.htm

  7. Rafael Darvin

    Mestre,

    Como você enxerga o formato da LAVER CUP e o futuro desta competição a médio / longo prazo? O tennis masculino hoje é completamente dominado pelos europeus, sendo que tanto USA quanto Austrália hoje não possuem a força de outrora…

    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Isso é verdade, Rafael, há uma disparidade grande entre os dois grupos e talvez por isso talvez precise mesmo de uma mudança. A Laver é muito legal como exibição, os jogadores levam a sério apesar da descontração. Mas se o Federer se afastar de vez, temo que o evento perca o embalo.

      1. Rubens Leme

        A Laver Cup foi feita para que todos pudessem apreciar Federer e Nadal juntos, no mesmo time e até como duplas. Sem os dois, é como o Led Zeppelin dar um show sem Page e Plant.

        1. Luiz Fabriciano

          Não entendo nada de música, mas sem essa dupla aí, Page & Plant, não existiria “Starway to Heaven”. Um hino!

  8. Luiz Fernando

    Thiem e Federer nao jogam mais esse ano, Rafa provavelmente também, infelizmente estamos vivendo o ocaso da era mais grandiosa do tênis…

  9. Evaldo Medeiros

    Dalcim, pela primeira vez abri seu instagram e vi o belo álbum de fotos que você tem. Me parece que você respira tênis até pelos poros. De onde vem essa paixão enorme por esse esporte?

    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se você joga, Evaldo, mas tenista é sempre um grande apaixonado por esse esporte, devido ao enorme desafio pessoal que ele proporciona. Cada vez que você entra em quadra, é uma situação diferente e geralmente superações a se atingir. Você sempre pode melhorar em alguma coisa. Eu costumo dizer que o tenista tem três fases: quando começa a jogar, tem vergonha de mostrar seus golpes; depois, quando melhora, quer mostrar aos outros que sabe jogar; por fim, no estágio final, joga para si mesmo. É espetacular.

      1. Miguel BsB

        Desse jeito Dalcim, sem tirar nem por…
        Já pratiquei vários esportes. Nenhum é mais “viciante” que o tênis…

      2. Marcilio Aguiar

        Nem me fale Dalcim. Estou sem bater minha bolinha há 5 semanas estou quase pirando (machuquei a mão). Não vejo a hora de voltar.

      3. Luiz Fabriciano

        Concordo plenamente.
        Acho que a humildade vem, também, na terceira fase.
        Comecei a jogar mais intensamente a partir de 2001 e tanto na quadra de verdade, quanto na vendo na TV, sou um apaixonado.

  10. Helena

    Nobre Dalcim,

    Você acha que seria interessante o Shapo encerrar a parceria com o Youzhny? Que tristeza ver tanto talento sendo desperdiçado em alguém que gosta tanto do esporte que pratica. Quem você acha que poderia ajudar ele a subir de nível?

    1. José Nilton Dalcim

      Vou ser sincero para você: minha impressão é que o Shapovalov acha que joga mais do que ele realmente joga. Quer definir pontos impossíveis, arrisca demais e acredita que pode se safar com um primeiro saque, que não é tão confiável assim. Então eu acho que ele precisa acima de tudo de alguém que coloque sua cabeça no lugar e lhe mostre a realidade das coisas. Yoozhny me parece longe de ser alguém com essa capacidade. Acho que teria de ir para a linha de um Ferrero (que está fazendo trabalho incrível com o Alcaraz).

      1. Miguel BsB

        Um Brad Gilbert da vida caíria bem pro Shapovalov…aprender a ganhar uns pontos feios, aprender a dar a oportunidade ao adversário errar tb. Ele quer fazer 90% de pontos bonitos/winners. Ele precisa aprender a jogar com as porcentagens do jogo…

        1. Rubens Leme

          Acho que o problema dessa nova geração são os pais, especialmente aqueles que foram treinados por eles, como o caso dele, do Zverev. O alemão perdeu uma chance de ouro ao ver o Ferrer partir, o alemão poderia aprender muito.

          Nisso, o ali acima foi esperto, pegando alguém que irá ajudá-lo nessa parte disciplinar e de concentração, até porque ele contratou nada menos do que o homem que ajudo a forjar Rafael Nadal. Se esse treinador não te servir, é o caso de se perguntar se a culpa é dele ou inteiramente sua.

  11. Carolina

    O Thiem anunciou que está fora do US Open e que não joga mais na temporada. Uma pena que ele não possa tentar defender o título. O mesmo vale para Indian Wells.

  12. Rubens Leme

    Dalcim, uma das mudanças no tênis aconteceu na virada dos sets. Por exemplo, na semi de 1989, em Wimbledon, Becker fechou o primeiro set em 7/5 e imediatamente o Lendl sacou o primeiro game do seguinte, sem a parada que temos hoje a cada final de set, já que ele terminou em um game par. Nao me recordava disso.

    E estranho é ver os jogadores sem aqueles montes de garrafinhas, tônicos, suplementos em barras, bananas. Era apenas uma cadeira, com as sacolas no chão e apenas água. Sem falar nas raquetes com aquelas cabeças pequenas.

    As mudanças foram enormes nestes anos.

    1. José Nilton Dalcim

      Não lembro exatamente quando essa regra de parada após cada set mudou, talvez na reforma de 1990. O pedido foi da televisão e me pareceu pertinente para o público também, ou seja, marcar bem o final de um set e até dar oportunidade para um torcedor mudar para outra quadra. Observe-se no entanto que os jogadores não mudam de lado após a parada, caso a soma dos games seja par.

      1. Rubens Leme

        Sim, eles não mudam. Essa jogo me impressiona porque sempre que o primeiro serviço entrava, Lendl ia para a rede fechar o ponto. Tomou muitas passadas e bolas no pé, mas fez voleios lindos também. Impressionante como ele se moldou para jogar lá.

      1. Rubens Leme

        Gomez quando acerta é um fora de série. 1,5 mi de euros por ele foi a pechincha do século. Daqui a pouco ele vaza…

        Mas ele está deixando o Renan como herdeiro. Esse moleque é frio demais..

        Agora deverá vir o Galo…

      2. Miguel BsB

        Ele é um monstro! Fez 0 faltas ontem…zero!
        Ouvi o pessoal da espn falando, e tendo a concordar. O Gomez já é, ou logo vai ser, mais zagueiro que o Gamarra.

        1. Rubens Leme

          São épocas diferentes, estilos diferentes. O problema é que ele logo logo volta pra Europa, não entendi como o Milan praticamente o descartou com zagueiros inferiores a ele. E olha que quando jogou pelo time italiano não comprometeu. Mas eu ainda prefiro o Gabriel Menino ao Marcos Rocha na direita, porque o buraco é menor e faz o paraguaio sair menos na cobertura.E não queria que tivessem reemprestado o Pedrão, ele ia ajudar muito, porque o Luan é fraco.

          Enfim, tem muita carne de pescoço ainda pela frente.

        2. Gildokson

          Pow Miguel, o nível de atacantes que o Gamarra enfrentava era outro. Aquele Pablo por exemplo é um poste kkkkkk
          Vc chuta uma bola num poste e não sabe pra que lado ela vai kkķkkķ

  13. Rubens Leme

    Dalcim, recebi hoje meu exemplar. Vc conhece?
    ~
    Epic: John McEnroe, Bjorn Borg, and the Greatest Tennis Season Ever, de Matthew Cronin.

    https://www.amazon.com.br/gp/product/0470190620/ref=ppx_yo_dt_b_asin_title_o06_s00?ie=UTF8&psc=1

    A top tennis writer tells the story of the greatest Wimbledon, the greatest U.S. Open, and the greatest rivalry in the history of the game
    The epic 1980 Wimbledon final that ended with John McEnroe’s defeat by his idol, Björn Borg, is considered the greatest tennis match ever. The U.S. Open final later that year, when McEnroe got his revenge, is considered the greatest U.S. Open ever. These two matches marked McEnroe’s transformation from tennis player into an American icon, the high point of tennis’s gigantic leap into the national consciousness, and the beginning of Borg’s rapid and surprising decline. This book takes you back to that amazing summer at the height of the golden age of tennis.

    Includes fascinating details about John McEnroe and Bjorn Borg both on and off the court, from grueling practice sessions to late-night partying
    Packed with stories and anecdotes of top tennis players and coaches, including Vitas Gerulaitis, Mary Carillo, Lennart Bergelin, and others
    Highlights a pivotal moment in the evolution of the game?from quiet to loud, from wood to metal racquets, and from European to American dominance
    Written by veteran tennis writer and analyst Matthew Cronin

    1. José Nilton Dalcim

      Esse não conheço. Legal que tenham feito até livro desse jogo memorável, ainda o melhor de todos para mim.

  14. Marcilio Aguiar

    Caro Peri, infelizmente esse primeiro momento esta sendo de frustração e melancolia para muitos admiradores e de regozijo para os haters. Confesso que fui tomado pelo clima negativo, pois ainda esperava ver o maestro em ação neste ano.

    A sua exortação é perfeita. Vamos apreciar o que é a trajetória do tenista RF em sua essência e não somente esse momento, que é o mais vulnerável de todos.

    Ainda há de haver um gran finale, mas, assim que as cortinas estiverem totalmente cerradas, olharemos por outra perspectiva em que estará no panteão ao lado de Laver, Borg, Sampras, Lendl, etc, aguardando os que virão em seguida. Abc.

    1. Marcilio Aguiar

      Desculpe Dalcim, me atrapalhei na inserção do texto. Deveria ter sido logo abaixo da postagem do Periferia “O Quadro”.

  15. Periferia

    Deu no tênis Brasil…
    Rio de Janeiro deve para Djokovic…
    A empresa Deki 10 Eventos recebeu 4.5 milhões .
    Foram dois contratos sem licitação.
    O primeiro no valor de 3 milhoes para o jogo do sérvio contra o Guga (lembrando que mesmo o evento sendo pago com dinheiro público…os promotores cobraram de 100 a 550 por ingresso dos 12mil presentes).
    Outros 1.5 milhão foram pagos para Djokovic visitar uma quadra de tênis na Rocinha.
    A empresa Deki 10 Eventos pertence a Petkovic… sérvio…ex jogador do flamengo e amigo íntimo de Djokovic.
    A empresa promotora foi criada apenas para intermediar a presença de Djokovic no Rio de janeiro.
    O ministério público tentou acionar os dois Sérvios pelo prejuízo aos contribuintes.
    Mas não logrou êxito.
    O Brasil é terra de ninguém…aqui…qualquer um ganha dinheiro que é dos contribuintes… até Djokovic e seu inseparável amigo Petkovic.

    1. Marcilio Aguiar

      Nessa dai o sérvio Dejan pode ter-se aproveitado da situação sem que o seu compatriota Novak tenha conhecimento de como as coisas funcionam em nosso pais.

      Ele veio como profissional e deve ter cobrado o preço que achava merecer. Acho precipitado dizer que ele está envolvido em desvios, pois sabemos do que os nossos governantes são capazes.

      1. Periferia

        Olá Marcílio

        Não teve desvio de dinheiro…tudo foi feito as claras…Djokovic recebeu 450 mil dólares diretamente da prefeitura apenas para pisar no Rio ( no mesmo dia).
        A contratação foi sem licitação…já que o Djokovic havia dado os direitos de representação aqui no Brasil para a empresa de seu amigo Petkovic (mesmo sem experiência nenhuma).
        A prefeitura pagou desde o ginásio até os jogadores envolvidos na apresentação….a empresa do Petkovic ficou com boa parte da arrecadação do evento e com participação mas placas de publicidade.
        A quadra inaugurada por ele na Rocinha tinha os direitos atrelados a empresa do Petkovic.
        Tudo foi feito para um amigo sérvio tirar o pé da lama…as custas dos contribuintes…
        Djokovic fez o papel dele…jogou…abraçou a molecada na Rocinha… até perdeu para o Guga.
        Mas não é um dinheiro que se deveria orgulhar…o promotor dele não merece respeito.
        Vai entrar na fila dos precatórios…mas em algum momento vai receber (tomara que demore uns 20 anos).
        O Rio não deve ter vergonha de colocar ele no último lugar para receber…o evento foi estranhíssimo.

      1. Rafael

        Tenho um vídeo de Lula, ao lado de Sérgio num palanque, dizendo à população que era quase uma obrigação moral votar nesse marginal, que ele Lula lamentava não ter o título de eleitor no RJ para votar nele, o quão íntegro ele era, un cidadão de bem e tals.

        Não se salva um.

  16. Periferia

    Tom Sawyer

    Tom nunca foi bobo…
    Garoto esperto e malandro…criado as margens do rio Pinheiros.
    Órfão…vivia com sua tia.
    Sempre disposto a uma aventura…junto com seu amigo Finn…entrava em várias enrascadas e confusões.
    Finn ia e vinha à vontade.
    Quando o clima estava bom …dormia nos degraus da fachada de algum prédio…quando chovia passava a noite debaixo de viadutos.
    Não precisava ir a escola…muito menos a igreja.
    Não precisava chamar ninguém de “senhor” ou obedecer a alguém.
    Era livre…ele e Tom formavam uma dupla do barulho.
    Certo dia resolveram furtar barras de chocolate num mercadinho.
    Pegos…foram amarrados por homens fardados com olhos frios.
    Aqueles homens gritavam para mata-los…queriam exterminar os garotos.
    Um homem saiu das sombras…olhou para Tom e Finn…e disse:
    – Vamos tortura-los antes…matamos depois…taokei.

    Ao som do Rush…
    Tom Sawyer

  17. Bel Grado Fa

    Num tempo onde a imagem nunca esteve tão valorizada, lamentável estes novos ídolos e mitos a utilizam para pregar nada mais que a própria opinião, seja ela qual for. Um se acha Deus, o outro (o Pai) acha que ele é um tipo de salvador. Uma espécie de Messias. Mas eles são o espelho daquilo que se vê aqui embaixo, e os realimentam com as mesmas opiniões equivocadas.

    Enquanto isso, aceleramos o mergulho para uma nova espécie de Nova Idade Média Contemporânea, onde apesar da velocidade da informação, o desconhecimento reina.

    A evoluir este movimento, a grande maioria (maioria é o povo, maioria somos nós negros e pardos e maioria são as mulheres), serão todos pacientemente calados, condenados a ouvir uma voz uníssona, e que diz apenas o que lhes interessa.

    Aos muitos que apoiam, após um breve período de euforia, finalmente entenderão que sequer eles terão um lugar neste movimento. Terão a impressão de terem sido apenas USADOS e que a única busca real destas pessoas é o poder pelo próprio poder para si, e mais nada, e ao entenderem e se indignarem, serão tratados com a mesma animosidade de um inimigo.

    Uma vez no poder, não é o exército que dará sustentação a esta gente, como equivocadamente a esquerda prega, mas sim um batalhão de polícias estaduais, ávidos por um protagonismo nunca antes visto, e um batalhão de vigilantes armados, que criamos por mais de 20 anos, para nos dar segurança atrás de muros de condomínios. São pessoas formadas dentro das famosas “escolas militares”. Pois pior que escola pregando uma religião apenas, é uma escola pregando uma ideologia (no caso a militar).

    E essa gente tomará de assalto bairros e cidades inteiras, assim como as milícias fazem para controlar parte do Rio de Janeiro. E entraremos nuam era do terror. Será o fim da Brasil como o conhecemos, pois alguns não vão permitir, e haverá uma secessão.

    Esse será nosso fim, na insistência desta polarização ridícula que foi acentuada novamente durante o governo da presidentA e acelerou agora durante o governo do PresidentO.

    Aos que apoiam e divulgam, lembro da necessidade de sermos comedidos nos apoios e críticos acima de tudo, e não fanáticos cegos, que repetem tudo que seu ídolo (ou seu mito particular) fazem, pois os atos destes terão consequências sobre todos nós.

    1. Rogerio R Silva

      Uns criticam o Djokovic,outros criticam o Federer e outros até o Nadal.
      Uns criticam o presidente,outros criticam o STF.
      Ah não,pera!
      STF não,pra mim está tudo certo.
      Quem não presta é o presidente!
      Fora Bozo,valeu Xandão e Barroso.
      Como diz um amigo,”aqui a diversão é garantida”

      1. Marcilio Aguiar

        Não que Barroso, Xandão ou qualquer outro sejam santos, mas eles estão aplicando a Lei que o presidente e seus sectários insistem em afrontar diariamente ( o episódio Sérgio Reis é uma das coisas mais grotescas da nossa história).

        Uma pessoa que foi eleita para governar o Brasil, mas desde o primeiro dia do mandato só tem uma preocupação: a re-eleição, enquanto o pais pega fogo. São ataques diários as instituições, aos adversários políticos e ao outros países e o incentivo sistemático ao desrespeito às Leis. Se isso para você é normal, para mim, não.

        Por pior que tenham sido todos os presidentes eleitos desde 1986, nunca se viu nada igual ao que estamos tendo agora.

        Eu vou estar ao lado de Barroso e Xandão ou de qualquer outro que usar a lei para contrapor a essas sandices.

        1. Rubens Leme

          Reeleição, diga-se de passagem, que jurou ser contra e iria trabalhar pra acabar com ela, até ouvvir “uma pressão muito grande pra que eu continuasse” e que o gado comprou (e compra ate hoje) sem pestanejar.

          1. Bel Grado Fa

            E acima de tudo, fora BOZO. A crítica não é À esquerda ou a direita. É a esta fé cega dos seguidores destes. Sem eles, uma pessoa como o Bozo JAMAIS teria sido eleito.

            Este cidadão no poder é sem dúvida o maior retrocesso que tivemos no país deste 86 (concordo com o Rafael neste ponto).

            FORA BOZO!

        2. Rogerio R Silva

          Fale de músicas,filmes e tênis Leme.
          Vc não sabe nada de aplicação de leis e democracia.
          Não estou defendendo presidente.
          Você defender atitudes ilegais contra direito de opinião e outros arroubos de autoritarismo pra ficar contra o atual presidente demonstrou isso.
          Seus dois últimos parágrafos foram vergonhosos pra alguém de tamanha experiência de vida e cultura.

          1. Marcilio Aguiar

            Obrigado pela aula de democracia mestre! Ameaçar pessoas e instituições é “direito e opinião”, por outro lado eu ter que falar somente sobre o que você determina, porque discorda “dos parágrafos vergonhosos”, é uma bela prova de respeito ao direito à opinião, certo?

  18. Vitor Hugo

    Kyrgios é mais habilidoso, tem mais talento e tem sim mais recursos técnicos que Djokovic, mas não tem disciplina, ambição e é um desleixo na questão física.
    O saque, forehand, slice, drop, voleio…. do Australiano são melhores que o do sérvio, que só supera Nick na devolução e back.
    Há uma má vontade das covidiodetes em relação ao australiano devido as coisas que ele falou sobre Novak e pelo fato de Novak nunca ter vencido Kyrgios… kkkkk
    Duas surras na quadra favorita do sérvio…Freguesia…

    1. Paulo Almeida

      O palhaço e átomo do têni Kyrgios não tem 0,001% do talento do Craque DjokoGOAT, sendo inferior em todos os fundamentos. É uma piada que faz uma ou outra jogada de efeito que não serve pra nada, ou seja, um Monfils servebot, mas hoje até o saque está um lixo.

    2. Rafael

      É verdade. Kyrgios tem mais habilidade que Djokovic. É um dom. Kyrgios, com a dedicação que se exige (a qual ele já declarou que não tem, não é igual a nenhum dos Big 3) poderia ter sido número 1 e enfileirado títulos. No entanto, ele está aí, mostrando o que conseguiu. Praticamente nada.

      É uma pena para o tênis, mas se for melhor para ele, lhe desejo tudo de bom. Como todos sabem, Kyrgios sofre de depressão crônica. Não sei e nunca vou saber de que forma isso o afeta, mas pode ser incapacitante, às vezes.

      Pelo menos ganhou um bom dinheiro. Que saiba usá-lo para garantir seu futuro.

      Sobre o que ele fala de Djokovic, é mais um. Como já disse aqui, o fenomenal e saudoso Kobe Bryant dizia: “Ninguém odeia os bons. Só odeiam os grandes”.

      1. Vitor Hugo

        Discordo. Se Novak fosse um cara super talentoso e habilidoso, talvez não tivesse a disciplina e ambição que teve pra chegar onde chegou. Poderia ser acomodar, poderia sentar na raquete e pensar q assim estava bom.
        Mas nós nunca saberemos realmente como seria se ele realmente fosse talentoso, pois não é.
        Méritos dele que, sabedor d suas limitações, foi atrás de melhorar e se tornar o jogador que é hj, limitado, jogo feio mas muito eficiente.

        1. Luiz Fabriciano

          Tenho certeza que estás confundindo Novak Djokovic com Roger Federer.
          Ambos são talentosíssimos.
          Não saber enxergar talentos e suas nuances, isso sim, uma falta de talento.

      2. Paulo Almeida

        Vou ter que me pronunciar, nobre Rafael!

        O Kyrgios não tem mais dom/talento do que o Djokovic (tanto de forehand quanto de backhand) pra devolver, mudar de direção, afundar, angular, lobar, se defender (movimentação ridícula do australiano) etc etc. Na verdade só era melhor no saque e um pouco no drop, o que é muito pouco.

        E você vai dar papo pra quem fala que o sérvio é limitado? Rs!

        1. Rafael

          Então, Paulo, é o que eu penso. Kyrgios teria que ter melhorado uma série de fundamentos, como você disse (certeiro ao falar de movimentação). Para quem assiste, Kyrgios é displicente, desinteressado, não é guerreiro, mas deixa aquela impressão que joga fácil, vc pensa puxa, se esse cara se dedicasse, se tivesse uma estrutura, um treinador…

          Mas o tempo passou e ele não fez nada disso. Já questionei muito Kyrgios, já o achei um palhaço, desrespeitoso, mas hoje enxergo que ele (ainda é) o maior talento disparado de sua geração.

          O tênis de altíssimo nível (não o que Raonic, Cilic, etc jogaram, esses foram jogadores honestos que sabiam que não podiam fazer melhor do que fizeram) exige sacrifícios demais. Hoje, vendo Federer estourado (diferente da maioria dos fãs, minha preocupação é que ele não fique com sequelas), Murray com um quadril artificial que pode intoxicar seu corpo a longo prazo se continuar jogando, Nadal todo fodi*** e ainda sem filhos, sem dar atenção pra coitada que vive há mais de 15 anos seguindo ele pelo mundo, Djokovic sempre em busca da paz e de um amor que nunca vai ter (proporcional ao seu tamanho no esporte, viajando o mundo longe da mulher e dos filhos crescendo – a melhor parte de ser pai), me pergunto se vale a pena. E Borg? Foi feliz? E Navratilova? E Lendl? E Thomaz Bellucci, que fez e faz tratamento psiquiátrico por traumas que desenvolveu pela pressão de seu pai para jogar tênis e faz tempo que é motivo de achincalhe entre seus próprios conterrâneos?

          Não sei mais nada, às vezes penso que Benoit Paire e gente como Kimi Raikonnen na F1 é que estão certos. Não para o esporte, claro, mas na forma de viver a vida. Sobre dar papo pro nobre Vitor, ele sabe que Djokovic é grande e a maior parte do que diz é provocação ou brincadeira! A vida é muito curta para gastar tempo dela brigando!

  19. Maurício Luís *

    Pelo visto, o ex-treinador do Federer Paul Annacone acredita em duendes, Papai Noel e Coelhinho da Páscoa.

  20. Rafael

    Dalcim, quando um tenista é ranqueado na ATP, seja lá em que número for, além de ter de seguir as regras dos torneios da entidade, fazer exames anti-doping, etc, o único benefício que esse tenista tem é o prize money?

    Digo, a ATP põe à disposição algum tipo de assistência médica, por ex, como um seguro-saúde, ou o tenista (que está sempre sujeito a contusões e outros problemas, como a Suárez-Navarro) fica por conta própria? Se for esse o caso, há a previsão de um auxílio mensal mínimo para o atleta se manter até poder voltar a competir?

    Sei que não há vínculo empregatício, é só uma associação, mas e quando a pessoa se aposenta depende daquilo que ganhou (ou não), ou a entidade paga algo pelos “serviços prestados”?

    Porque se não houver suporte nenhum, e considerando a dedicação e tempo necessários, apostar na carreira de tenista é um risco, não? Nem todo mundo chega a top 100.

    1. José Nilton Dalcim

      Existe sim a aposentadoria, Rafael, e é geralmente uma grana razoável. Depende de quantidade de temporadas disputadas, ranking atingido, algumas variantes. As entidades dão suporte médico, mas não arcam com cirurgias e fisioterapia.

  21. Rubens Leme

    Demorou, foi caro, mas finalmente chegou o DVD duplo de True Stories, escrito e dirigido por David Byrne, líder dos Talking Heads. Além dos dois discos, veio um jornalzinho, em forma de tabloide, como encarte.

    Valeu cada centavo!

    https://www.amazon.com.br/Stories-Criterion-Collection-David-Byrne/dp/B07GGPT67G/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=true+stories+criterion+collection&qid=1629202713&sr=8-1&ufe=app_do%3Aamzn1.fos.e05b01e0-91a7-477e-a514-15a32325a6d6

    1. Marcelo Costa

      Me lembro de qdo jovem, ter guardado uma grana pra encomendar a fita k7, eu não tinha o famoso 3×1, do talking heads Litle creatures, adorava aquela capa. Era tão fora do mainstrean na época que era preciso encomendar a fita, pois, onde eu morava não havia nas lojas de disco.
      Grande talking e Byrne.

      1. Rubens Leme

        Little Creatures foi meu primeiro vinil deles e até hoje o conservo. Lembro dos vídeos de “Road to Nowhere”, “And She Was” e, a minha favorita, “The Lady Don’t Mind”, que o esquecido grupo Gueto fez uma versão bem decente. Ainda adorava “Television Man”.

        Tenho três cds do disco: um importado da época e dois importados remasterizados (um deles lacrados até hoje, que comprei para um colega, mas depois desistiu). Hoje mesmo peguei toda a discografia deles, enquanto vi e revi e revi o filme e vi todos os extras.

        Grande banda. David Byrne é um dos letristas mais visuais que o rock conheceu. E o filme não nasceu das histórias, como foi propagado na época, mas dos quase 200 desenhos que ele tinha feito à mão, ao longo dos anos e colado nas paredes de sua casa, até convidar o ator Stephen Tobolowsky (famoso comediante dos anos 80) para escrever um roteiro em cima daquelas imagens.

          1. Marcelo Costa

            Putz!!! Que lembrança cara gueto!!!! Eu vi certa vez um show do ira, e o canhoto Escandurra vira a guitarra e toca invertido, o tempo parou pra mim ali.
            Anos 80, chiclete com banana, punk rock, revolta, transgressão e revolução, não mudamos o mundo, mas o mundo nos moldou.

      2. Gustavo

        Vc defende que aqui neste espaço se fale mais de tênis e menos de música mas tá aí dando ibope para o que mais (em quantidade) fala de outro assunto

        1. Rubens Leme

          Conheci o Edgard e vi um show dele há muitos anos, na época do Psicoacústica, terceiro LP do Ira!

          Os shows daquela época foram muitos e divertidos. Você ia para ver uma banda e curtia outras cinco.

          1. Marcelo Costa

            Ouvi o Edgar na época do smack, na extinta 89 FM rádio rock, o melhor guitarrista brasileiro, junto do pepeu Gomes.

          1. Rubens Leme

            O Edgard só tocou no primeiro do Smack, o Ao Vivo No Mosh, porque no segundo, Dia e Noite, ele já havia saído e o grupo era um trio – Pamps, Sandra e Thomas Pappon, embora tenha participado de quatro faixas.

            Eles voltaram como quarteto em 2003 lançaram um EP e eu os entrevistei por email (menos o Edgard), pelo selo indpendente Midsummer Madness: Smack 3.

  22. Rubens Leme

    Dalcim, o curioso sobre os 14 aces do Murray é que a transmissão mostrou uma estatísica curiosa, quando o escocês sacava empatado em 2×2: ele já tinha feito 8 aces nos três games de serviço. Ou seja, em 3 games fez o mesmo que o Opelka. Pena que insiste em ficar tão atrás, pois esses cinco games consumiram 35 minutos de jogo, tempo demais.

    1. Marcão

      Prezado Leme, sempre que idealizo Murray jogando pra frente, revejo a semifinal do US Open 2008 contra Nadal. Aquela versão do escocês, se melhor encaminhada, teria garantido ao duplo um lugar definitivo na galeria dos grandes campeões do tênis. Não que ele deva se envergonhar da carreira que teve, muito pelo contrário, mas, na fotografia em branco e preto do big4, o próprio Murray se enxergará como o soluço, o quase. Acredito, e aqui é opinião minha, que o escocês escolheu muito mal seus treinadores. Brad Gilbert, adepto da ideia de ganhar jogando feio e Alex Corretja, célebre passador de bolas, são exemplos. Quando até Rafael Nadal entendeu que era preciso caminhar pra frente, Andy Murray foi andando pra trás, o saque minguando, a rede cada vez mais distante. O único treinador que fez Murray jogar pra frente foi Ivan Lendl, parceria que rendeu as mais espetaculares viagens da romiseta.

      1. Rubens Leme

        Sim, Murray sempre teve mão de sobra, pernas de sobra, voleia bem e quando precisa é muito criativo, mas nunca evoluiu. Lendl deu uma entrevista na época dele dizendo que tentou fazer com Andy o que Tony Roche havia feito com ele, mostrar que podia ser agressivo do fundo, mas também subir à rede.

        Postei estes dias a semifinal de 1989 de Wimbledon, entre ele e o Becker e é espantoso ver o checo fazer saque-voleio em vários momentos. Ele ia decidido para a rede, foi um jogo incrível de cinco sets e 4 horas e meia, para mim só perde para a final de 1980. Acho que depois ele se cansou de tentar e o Murray ficar empacado lá no fundo.

        Fazer o quê, né?

  23. Rubens Leme

    TAIGUARA – IMYRA, TAYRA, IPY, TAIGUARA (1976)

    Provavelmente, nenhum músico foi mais censurado e perseguido pela ditadura do que o uruguaio de nascença Taiguara, que teve 68 músicas vetadas e foi alvo de vários interrogatórios brutais e absurdos, tanto que, em 1973, acabou se exilando na Inglaterra, após seu disco Fotografias ser recolhido pelo governo. Na Inglaterra, gravou um disco jamais editaddo aqui, Let the Children Hear the Music, que teve seu lançamento cancelado.

    Voltou ao Brasil em 1975 e se reuniu com um time de músicos excepcionais – Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Wagner Tiso, Zé Eduardo Nazário, Paulo Braga e Jaques Morelenbaum e produz um dos mais sofisticados discos já gravados, a começar pelo titulo, já que são os nomes tupis de suas filhas. Imyra, Tayra, Ipy, Taiguara foi inspirado no romance e Quarup, de Antônio Callado.

    Infelizmente, tudo foi em vão, pois 72 horas depois o álbum foi censurado e recolhido das lojas e as cópias destruídas, mesmo tendo usado o nome de sua mulher nos créditos. Anos depois, os direitos autorais desta obra foi comprada por uma companhia japonesa e, apenas em 2013, foi editada no Brasil, pela Kuarup.

    No entanto, o artista que morreu, aos 50 anos, em 1996 não viveu para ver essa reedição.

    https://www.youtube.com/watch?v=UQBIS1ViH0o

  24. Bel Grado Fa

    Atendendo ao colega abaixo sobre o Tsitsipas, vamos todos atacá-lo então

    “LINDO, GRANDÃO, BONITO E VACINÃO”

    Veja se assim está bom.Apenas não vamos esquecer de mantér o respeito.

    Quanto ao Sérvio, lammenável a atitude de não tomar a vacina (mais uma atitude equivocada). Como bem lembrou Nadal outro dia via Twitter ao próprio DjokerNole, as pessoas públicas como eles, são exemplo para crianças precisam se contèr e pensar antes de tomar atitudes equivocadas (como eata de não se vacinar).

    A má escolha na decisão do Sérvio influencia crianças e tenistas mais jovens, como “esse tal” Tsisipas. Lamnentável a atitude do Sérvio!

  25. Periferia

    O Quadro

    Em uma cena Bond espera a chegada do Agente Q na National Gallery de Londres (Agente Q é um m personagem dos filmes 007…ele é o responsável por desenvolver as armas do agente britânico).
    Enquanto espera…Bond observa um quadro específico.
    Esse quadro é a pintura The Fighting Temeraire do artista J.M. Turner.
    Em 2015…uma pesquisa da BBC…o quadro foi eleito o preferido dos britânicos.
    O quadro mostra um navio de guerra sendo rebocado para o ancoradouro para ser desmontado…sua vida útil chegou ao final.
    A cena do filme 007 Operação Skyfall faz um paralelo entre o quadro e o agente mais famoso do cinema…no filme Bond é tratado como um navio de guerra que precisa ser aposentado.
    Assim está acontecendo com Federer.
    Ao invés de olharmos para a pintura…suas cores…a luz…a beleza daquele oleo sobre a tela.
    Nós concentramos apenas na imagem do navio sendo rebocado.

    (Sam Mendes dirige 007 Operação Skyfall…em meio a tiros e e explosões…ele consegue colocar a arte dentro da arte)

    1. Sérgio Ribeiro

      O Agente mais famoso completava 50 anos de ativa , na obra 007 – Operação Skyfaill . Roger Federer está “ apenas “ com 40 , caro Periferia. Bond ainda atuou por mais dois . Muita calma nessa hora rsrs. Abs!

  26. Carolina

    Ontem à noite, assisti ao jogo entre Goffin e Pella em Cincinnati. Fiquei feliz com a vitória do Pella, mas triste pelo Goffin. Acho que os dois jogadores precisavam desesperadamente de uma vitória. Acredito que o Goffin deva perder os pontos da final de 2019.

    Curioso que o Pella parece estar com o ex técnico do Monteiro que também já havia treinado o Pella anteriormente.

    Agora é esperar para ver o jogo contra o Fognini.

    Outro jogo que parece interessante no papel é Opelka vs. Moutet.

  27. Rubens Leme

    Enquanto Federer, Nadal e Murray pregam a vacinação junto aos tenistas e para todos os fãs no planeta, a nova geração se nega a ser vacinada. Medvedev, Zverev e agora o grego seguem os passos do negacionista número 1 do mundo, aquele que dá uma de Bolsonaro e se recusa a responder se tomará vacina um dia, ao invés de usar sua imagem para ajudar a amortizar essa peste (https://www.tennismajors.com/atp/novak-djokovic-on-vaccines-i-dont-want-to-be-labelled-against-or-for-335266.html).

    Será que vai colocar os seus cartões de vacina em segredo por 100 anos, como um certo presidente? (https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2021/01/4899063-planalto-impoe-sigilo-de-ate-100-anos-a-cartao-de-vacinacao-de-bolsonaro.html).

    Aliás, parece que o mal é de família, já que sua esposa chegou a sugerir em um vídeo (deletado depois, claro) que a culpa do coronavírus seria o 5G. (https://www.insider.com/novak-djokovic-wife-jelena-appears-to-suggest-5g-causes-coronavirus-2020-4).

    É isso aí: em épocas sinistras para a humanidade, a família Djokovic (não podemos de esquecer de papis e suas declarações) lembra muito uma brasileira. E tome vídeo com guru picaretas. Se esse é o Deus que a Sérvia precisa, fico contente de ser brasileiro e ateu (https://bolamarela.com.br/srdjan-djokovic-o-meu-filho-foi-enviado-por-deus-para-tirar-a-servia-da-escuridao/).

    1. Jeferson

      Djokovic não é Deus,mas é o rei do Tênis,o maior jogador de todos os tempos,agora quanta bobagem no comentário acima,um ateu querendo dar lição de moral.

  28. Pedro

    Dalcim,

    A difícil hora de parar. Hoje no top 100 temos 7 jogadores com 35 anos ou mais. Esta idade atualmente é um divisor de águas no tênis. Depois dos 35, a perda de rendimento é visível. São atletas muito bem condicionados, se alimentam bem, ingerem os melhores suplementos, tem as melhores equipes, mas, idade é idade. E se antes a barreira dos 30 era o limite, atualmente a barreira chega nos 35.
    Acho que em alguns casos a ITF nem deveria deixar o atleta voltar a jogar, como no caso do Murray.
    O Federer já sinalizou que o importante é a saúde para o resto da vida, e pelo que deu a entender ele não vai sacrificar isso por mais um título.
    Saber a hora de parar é importante e não desgasta a imagem do atleta, construída ao longo do tempo. Os mais teimosos vão tentar, mas algum tempo depois pelos resultados vão se convencer de que a aposentadoria chegou.
    Vimos estes atletas no auge, então qual o motivo de vê-los se arrastar pelas quadras, jogando a 60 ou 70 % do que jogaram um dia? Já possuem dinheiro suficiente.
    O grande ;problema, como disse o russo Safin, é que a geração mais nova é muito ruim, pois se fosse boa, os velhinhos já teriam se mandado há muito tempo.
    Espero que essa turma dos 35 reflita e pare enquanto ainda joga, pois na decadência, fica uma imagem bem ruim.
    E isso vale para todos, inclusive para o sérvio que está quase chegando aos 35, e que embora seja disparado o melhor atualmente, já possui um jogo todo adaptado por causa da idade.
    De novo, geração mais nova tem que aparecer mais cedo. Estão faltando bons jogadores, jogadores excepcionais. Quando a gente pensa que apareceu algum, o cara já tem 22 ou 25 anos e ainda não está no nível de um de 35? Então não é excepcional, é apenas um jogador bom e esforçado.

    1. Sérgio Ribeiro

      Procure se informar, caro Sr . Pedro , quem foram : Rod Laver , Ken Rosewall, Jimmy Connors , Martina Navratilova e outras lendas que pararam bem depois dos 35 . Safin disse a mesma babaquice de Fognini sobre a nova geração. No caso do Russo não tinha mais saco pra ficar apanhando de Federer e Nadal. E o Italiano só faz apanhar da Next Gen . Os garotos estão demorando a vencer SLAM somente pelo fato do Big 3 ser melhor que eles e muito melhor que Safin , Fognini e outros falastrões. Nunca vi jogadores do Calibre de Murray , Stan , Del Potro falando tamanha asneira sobre os mais jovens. Andy Murray acaba de mostrar todos os golpes do Tênis hoje em Cincy . Para alegria dos amantes do Esporte. Abs!

      1. Pedro

        Este vive aqui no fórum, deve ser pesquisador de tênis, aposentado é claro, mas opinião cada um tem a sua. Você deveria ter mais respeito com as opiniões dos outros e não tentar ofender dizendo que são asneiras ou babaquices. Só mostra que você é quem é assim, tentando impor o seu ponto de vista na marra. Tenta trabalhar, é melhor, e seja mais humilde, arrogância é sinal de fraqueza.

        1. Sérgio Ribeiro

          Cresça e apareça, meu caro . Pelo tom , não deve ter conseguido muito por aí. Estamos num fórum de debates e se não sabes responder , na boa , fique calado. Ao tentar aposentar grandes feras do Tênis que nos presenteiam com a longevidade, demonstras total desconhecimento do Esporte . Idem tentando ridicularizar a nova geração que já é realidade . Sabes nada … Abs!

    2. Bel Grado Fa

      Vocé está sugerindo que o Sèrvio deva parar? Peç cuidado com a colocação das palavras num tema tão sensível para a maioria da populaçao do Blog e que admira o Servio.

      Ja definiram aqui que ele tem que jogar no mínimo até os 40 (mas já ouvi 45 ambém).

      1. Pedro

        Cada um admira quem quiser. Virou ditadura agora? Se você admira o sérvio o problema é seu, vai lá e tira selfie com ele. Cada um tem sua opinião. Fan boy é complicado.

  29. Gildokson

    Tsitsipas ja foi criticado aqui sim por coisas que faz que a maioria de nós acha errado, como o comportamento desrespeitoso com o pai, a trapaça de receber dicas do box durante as partidas, a mega amarelada que deu na final de RG… e agora com ctza merece mais críticas por demonstrar que também não é adepto à vacina, o que pode influenciar alguns dos seus seguidores. A questão é, lógico que ele não será bombardeado como Djokovic foi nesse blog e em todo mundo pelo simples fato de Djokovic ser uma lenda do esporte enquanto o grego ainda é uma “formiga” no mundo do tênis. Ponto.

    Agora falando sobre o gênio e sua terceira cirurgia…
    Até recebi com ânimo essa notícia, pq demonstra que ele ainda quer algo, se não nem se daria ao trabalho d novo e se aposentaria, e isso também responde o pq voltou tão mal nesses torneios que disputou.

    Sobre o russo de jogo feio…
    O cara vai ser o novo papa Masters, ctza, só tem que tomar vergonha na cara se mostrar capaz de ganhar um Grand Slam derrotando Djokovic ou Nadal.

    1. Helena

      Também vejo com otimismo a cirurgia do Federer. Mostra que ele acredita verdadeiramente que ainda pode competir, mesmo que para uma temporada de despedida. Com 40 anos, jogando tão poucos nos últimos anos e em um desempenho abaixo do que esperávamos e gostaríamos, não acredito que ele se submeteria a uma nova cirurgia e todo o desgastante procedimento dels decorrente, se não fosse por acreditar que ainda é possível jogar en alto nivel.

      A técnica ele claramente não perdeu, então é torcer para o físico responder.

    2. Rafael

      Com todo respeito, Gildokson, discordo.

      Creio que a maioria viu o vídeo que Federer gravou. As partes em que ele diz “Ainda quero correr por aí”, “Pensando na minha saúde pro resto da vida” e (em relação ao tênis) “Realisticamente falando, sei que vai ser difícil” – tudo traduzido de memória – pra mim mostram que a preocupação dele é clara: saúde fora do esporte.

      Quando ele diz “Vou mantendo vocês atualizados”, pra mim ele está dando a notícia aos poucos sobre a aposentadoria, preparando o terreno, pra tentar diminuir a porrada que será nos fãs (“Sei que alguns de vcs sofrem comigo”).

      E, no final das contas, dentre algumas coisas que aprendi nesses últimos tempos, os médicos consideram o procedimento um sucesso quando eliminam o problema clínico. O grau de recuperação em relação às consequências que o problema causou é outra história, explico: “Pronto, Federer. A cirurgia foi um sucesso, vc vai fazer fisio e provavelmente vai se movimentar naturalmente e com um mínimo de dores ou sem dor. AGORA, se você for exigir demais do local operado jogando tênis ou estressando a região operada de qualquer outra forma, aí já não garantimos nada”.

      1. Sérgio Ribeiro

        Onde assino , caro Rafael . É a mesma leitura que faço dos fatos e que comprovaremos em breve na Laver Cup . ABS !

      2. Barocos

        Rafael,

        Precisamente. Algo que muitos de nós, leigos, ignora, é que o tecido cicatrizado não funciona exatamente como o tecido original (são raríssimas as exceções), ocorrem perdas de desempenho ou de funcionalidade.

        Nos últimos anos tem sido intensa a pesquisa sobre as tais células-tronco embrionárias, mas as tentativas de tratamento com estas têm tido resultados muito abaixo do que se aspirava/propagandeava.

        Em algum ponto do futuro, não tenho dúvida, os homens passarão a viver bem mais e melhor devido a avanços no melhoramento genético das populações (suspeito, com intervenções nos gametas, e este é um tabu, principalmente entre as pessoas religiosas, que ainda são a imensa maioria), mas, por enquanto, ainda somos, geneticamente, organismos otimizados pela evolução para render o máximo durante um ciclo de, talvez, 40 ou 50 anos, ainda que as pressões pela sobrevivência de nossa espécie (nascimento, crescimento + aprendizado, maturidade e decadência acompanhada da transição para a função de suporte) tenham se alterado imensamente nos últimos 10 mil anos.

        Vida longa e próspera.

      3. Gildokson

        Eu entendi Rafael, mas para mim isso tudo que ele disse pode ser interpretado de outras maneiras. Pode ser que ele esteja preparando terreno para aos poucos anunciar que parou? Claro que sim. Mas também pode ser que tenha falado dessa maneira para diminuir as expectativas dos fãs por grandes resultados. No mas não acredito que o problema no joelho seja tão grave a ponto de atrapalhar sua vida e saúde fora do esporte e por isso tenha que se submeter à uma cirurgia novamente, ele poderia simplesmente parar de jogar e forçar tanto a área afetada tendo uma vida de pai de família normal. É por isso que prefiro acreditar que é mais uma tentativa sim, que talvez ele esteja fazendo sem saber se vai dar certo. É tudo muito obscuro, não disse qual real problema e não disse se foram perfeitos os procedimentos anteriores, não seria a primeira vez que um joelho de atleta de alto nível operado por grandes médicos precisar ser mexido de novo. Mas de qualquer forma você infelizmente tem maior chance de ter razão Rafael, infelizmente.
        Abs!

    3. Arthur

      Assino embaixo do comentário sobre o Tsitsipas, Gildokson.
      O que, aliás, prova que a verdadeira epidemia mundial não é de coronavírus.
      É de estupidez.

      Um abraço.

  30. Maurício Luís *

    Concordo com o (a) internauta Bel Grado Fa. Fim da linha pro Federer. Aquele jogo com o polonês em Wimbledon pode ter sido o seu último como profissional.
    Acontece que os jornalistas só não estão dizendo isto abertamente pra não desanimar os milhões de fãs e consequentemente perderem audiência nos seus sites.
    Já o Nadal, vamos ter que esperar o parecer do médico dele sobre o pezinho dodói do Cinderelo tamanho 45 tala larga. Mas como ele se baseia muito no físico, acho pouco provável que jogue até os 40 como o Federer. O jeito por enquanto é jogar canastra com a sogrissima.
    O Djoko teremos que esperar como se sairá no US Open. Não me peçam pra por a mão no fogo por ele, não.
    Em matéria de Big 4, que virou Big 3, Big 2 e agora Big Djoko… “O sonho acabou” (John Lennon)

  31. Paulo Almeida

    A despedida do rei da era mais fraca da história está sendo tão melancólica e humilhante quanto a da Serena. Acho que o máximo que pode conseguir é um ATP 250 MUITO BEM ARRUMADO só com jogadores abaixo do top 100 e ainda dando aquela forcinha e entregando a paçoca. Fracassou ao longo dos últimos 10 anos ao tentar impedir que seus arquirrivais (principalmente o Djokovic) superassem seus números e não há mais nada a ser feito. Aceite que acabou que é o mais digno.

    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Paulo Almeida. Você não convence ninguém de coisa alguma . Como pode um dito “ apreciador “ do Esporte se aproveitar de um momento delicado como esse pra postar tamanha asneira. De longe és o maior mane’ que já postou por aqui , e obviamente não leu o que o teu macho alfha mandou de boa pro Suíço junto com jovens Tenistas e CIA . Cabeça muito fraca a sua … Abs!

      1. Paulo Almeida

        Rapaz, ficou incomodado mesmo com esses fatos, hein?

        Mané (no sentido de ingênuo) é quem acha que ainda há esperança a essa altura, mais até pelo joelho bichado do que pela idade (fator preponderante, se lembra?).

        É isso, sem choro.

      1. Sérgio Ribeiro

        Esse cara nunca falou de Tênis , caro Bel Grado Fa . Seu recalque aumenta todo dia com Tenistas de qualquer idade, inclusive seu muso , dando total apoio a Roger Federer . E o fato do Suíço quebrar recordes cada vez que entra em quadra ( faltam 32 vitórias e apenas 6 ATPs pra se igualar a Connors ) , o leva ao desespero. O fato de afirmar que o Suíço é um fracasso há uma década ( quebrou o Recorde de Público a apenas DOIS ) , o faz não poder se levado a sério. Abs!

        1. Paulo Almeida

          Os únicos recordes que interessam já estão nas mãos do GOAT Djokovic (e alguns deles só podem ser tirados pelo Nadal), mas se você acha bom o Federer passar vergonha no ano que vem de novo, o problema é seu.

          O Dácio Campos já decretou o fim do suíço em julho, bem antes dessa nova cirurgia. Quem sou ou você para discordar dele?

          De novo, no cry!

          1. Sérgio Ribeiro

            A pergunta é simples . Quem é Dacio Campos pra declarar alguma coisa ? . Ele afirmou no Podcast que Sampras parou por cima rs . O cara disputou TRINTA e Um Torneios entre 2001 e 2002 e somente venceu UM . Aí pendurou as raquetes . Memória e credibilidade ZERO . Abs!

          2. Paulo Almeida

            Beleza então.

            Ah, você deturpou a minha fala: não chamei o Federer de fracassado e sim que havia fracassado no objetivo de segurar os rivais, o que é bem diferente.

    2. Gildokson

      Paulo, eu sei que ja disse isso mas vou repetir.
      Depois que o Djokovic alcançou os objetivos de empatar com o Federer em Slans e ultrapassar em semanas na liderança os teus comentários pioraram, tu não consegue se desligar do cara um segundo sequer, ta quase empatando com o outro obcecado pelo Federer que tem aqui no blog.
      O que tem de humilhante na aposentadoria do Federer? Aliás aposentadoria essa que não foi nem decretada ainda.
      Coisa mais normal do mundo um jogador de quase 40 anos que estava parado a um tempão e com joelhos bichados em meio uma pandemia estar num momento ruim. Para de forçar a barra e foca no seu ídolo.
      Abs!!!

      1. Paulo Almeida

        Tá bom, Gildokson.

        O Federer tem muitas chances ainda de ganhar grandes títulos e deve permanecer em quadra então.

    3. Rodrigo S. Cruz

      A tua pobreza de espírito por vezes nos choca.

      Porque fosse o Djokovic que precisasse de 3 cirurgias seguidas no joelho, eu duvido que você diria isso…

      1. Paulo Almeida

        Já a sua quando questiona qualquer lesão do sérvio não surpreende mais ninguém. A cirurgia no cotovelo deve ser sido inventada também.

  32. Manu

    A questão é que você não pode obrigar o tenista a vacinar. O certo seria só aceitar tenista vacinado no torneio.

  33. Marcel Azevedo

    Boa noite, Dalcim você acha que o Federer está preparando a sua despedida no final do ano que vem?
    Por isso ele tanto insiste nesse joelho?!

    Forte abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Imagino que ele não queira uma despedida tão sem graça, forçado a parar sem competir mais. Acredito que ele ainda pensa numa turnê, ainda que pequena, de despedida, escolhendo alguns torneios especiais para jogar, o que provavelmente incluiria Laver Cup e Basileia, que acontecem mais no fim do calendário.

  34. F.R.

    Tsitsipas só quer se vacinar se for obrigatório. Quando foi outro tenista, todo mundo caiu em cima, né?. Se cobrou e atacou um, faça o mesmo com os outros. Estou falando só do ato de vacinar, não do histórico dos tenistas. Não vamos distorcer as coisas.

    1. F.R.

      “Tsitsipas só quer se vacinar se for obrigatório. Quando foi outro tenista, todo mundo caiu em cima, né?. Se cobrou e atacou um, faça o mesmo com os outros. Estou falando só do ato de vacinar, não do histórico dos tenistas. Não vamos distorcer as coisas”
      Marcela linhares

      1. José Yoh

        Ódio.
        Tão presente em nossos comentários anônimos ou não anônimos, em nossas atitudes.
        É tão divertido e normal falar com ódio que a jornalista pede que as pessoas massacrem o grego assim como massacraram Djoko. Ela mesma fala com ódio.

        É o mesmo ódio que divide o mundo entre nós e eles. Não há mais cor, é tudo preto e branco.

        E de massacre em massacre nascem mais Osakas por aí… A gente não percebe que somos nós mesmos que criamos.
        Abs.

    2. Luiz Fernando

      Erro crasso do grego, da mesma forma q também foi um erro crasso do Djoko antes. Agora esperar q aquelas figurinhas carimbadas venham aqui criticar o cara é mais ou menos como esperar a chegada do papai noel no natal…

  35. Rafael

    Marcela Linhares, jornalista, comentou em seu Twitter hoje: “Pouca gente comentando na minha timeline sobre Tsitsipas ter declarado que só se vacinará se for obrigado. Se fosse com outro tenista….”

    Vamos ver o ódio ao Tsitsipas, 3 do mundo, por aqui, sua irresponsabilidade, alienação, como é covidiota, etc.

    Como diz o Luiz Fernando, aguardemos os comentários abalizados…

    Na falta deles, o óbvio ficará provado….

    1. Paulo Almeida

      Obviamente a hipocrisia dos críticos do GOAT incontestável Djokovic falará mais alto, afinal quem é o Tsitsipas perto dele?

      Zverev também foi outro negacionista pesado no ano passado.

    2. Rafael

      Ela não pediu que atacasssem o Tsitispas de forma alguma no tweet que eu li, ela só fez uma observação (irônica, claro) sobre como é diferente quando a coisa é com o No. 1 e com o No. 3.

      LeBron James, candidato (e para muitos já é) goat da NBA é outro que não fala nem sob tortura se se vacinou.

  36. Paulo Almeida

    Tsitsipas, mais um “grande” negacionista pra lista. É incrível como esses caras, mesmo com condições socioeconômicas privilegiadas, carecem de uma boa educação formal, com MUITA Matemática, Física, Química e Biologia na bagagem.

    1. Maurício Luís *

      Pior de tudo é que vai ser o “gancho” prum certo negacionista anti-vacina aqui do blog divulgaar as suas ideias desinformativas baseadas em ocultismo e em coisa alguma. Aguarde, que logo ele aparece.

    2. Barocos

      Paulo,

      O problema maior nem é uma boa educação “formal”, mas uma boa educação real. Tive a sorte de possuir um orientador que dizia que para conseguir boas avaliações, bastava boa memória e afinco na repetição do material estudado, difícil mesmo, segundo as suas palavras, era a transição para o pensamento crítico.

      Acrescento mais uma observação ao dito acima: também é necessário que se aumente o conhecimento em áreas que não a de formação principal (ou profissional). O volume de opiniões equivocadas sobre a nossa constituição entre médicos e engenheiros, sobre biologia entre advogados e engenheiros e sobre os alicerces sociais entre todos eles nas sociedades modernas é gigantesco, isto para ficar apenas entre os profissionais com os quais tenho maior contato. Falta conhecimento histórico e, mais ainda, crítico.

      Se isto é verdadeiro entre pessoas que receberam uma boa educação formal, imagina o que ocorre com a maioria do restante da população.

      Saúde e paz.

      1. Paulo Almeida

        Barocos,

        Sim, eu também fui orientado a desenvolver o pensamento crítico desde os tempos de colégio e só assim ver além da memorização e repetição. E por isso mesmo discordo do que você disse sobre tirar boas notas apenas com essa metodologia. Muito pelo contrário: a chance de ingressar em uma grande universidade pública e se dar bem durante o curso é menor assim. Aliás, se você for pra uma prova de Cálculo só com regras decoradas e uns exercícios que exijam pouca “queima de fosfato”, vai levar um belo de um zero, só pra ficar nesse exemplo simples.

        Entretanto, concordo que todos precisam buscar conhecimentos do maior número de áreas possível, não ficando limitados às suas. É claro.

        Abs.

        1. Éverton

          Eu fiz Cálculo na faculdade e Análise na pós-graduação. Por mais que seja elaborados os raciocínios, o principal é praticar e praticar cada vez mais exercícios até ficar bom. Você não vai desenvolver inteligência emocional com Cálculo e nem se dar bem com o conhecimento de outras áreas se não se exercitar.

          1. Paulo Almeida

            Isso depende da universidade e do professor. Alguns obrigam o aluno a “queimar fosfato”, que vai precisar daquele clique a mais para se dar bem, enquanto outros só cobram o arroz com feijão (medíocres). Isso vale para qualquer disciplina.

            Quem falou em inteligência emocional?

        2. Barocos

          Paulo,

          Pensamento crítico é bem mais do que entendimento, requer que você pondere sobre fatos/propriedades, restrições e relacionamento entre as várias entidades analisadas. E, sim, é possível você conseguir boas avaliações apenas se concentrando em se familiarizar com os métodos de resolução de problemas específicos (mesmo porquê, usando o seu exemplo, o cálculo, em especial o cálculo integral, é muito fácil propor alguma integral que não possua como solução uma expressão envolvendo um conjunto finito de funções elementares ou, ainda, equações diferenciais que possuam o mesmo tipo de limitação, em geral, nenhum professor vai ser cruel a ponto de propor problemas assim em uma prova), sem no entanto dar um passo a mais que lhe permita propor/resolver novas classes de problemas.

          Saúde e paz.

          1. Paulo Almeida

            Barocos,

            Eu sei o que é pensamento crítico e foi isso que quis dizer logo na primeira linha do comentário anterior (perdão se não fui claro o suficiente).

            Bom, alguns professores que tive discordam de você, rs. Já fui para algumas provas achando que estava bem “treinado” e o buraco era mais embaixo (tive que fritar bastante a cuca para sair da encrenca), mas concordo que em algumas situações a coisa é mais braçal e mecânica, como na identificação de cônicas ou na resolução de EDO’s por série de potências.

            No entanto, fugimos do assunto principal: creio que uma educação formal razoável (mesmo mais informativa do que crítica) já teria ajudado muita gente em relação às vacinas, já que noções de Imunologia são ensinadas no Ensino Médio ou até antes em bons colégios. Djoko, Zverev, Tsitsipas e outros parecem ter fugido dessas aulas.

  37. Sandra

    Dalcim , uma pergunta a mais , se ela continuar se dando bem com essa parceira , quando a outra voltar da lesão , não vai ficar uma saia justa ?

    1. José Nilton Dalcim

      Aí não é exatamente uma pergunta, mas uma suposição. Acredito que sim. Caberá muito à Carter se posicionar.

  38. Enoque

    Vi a reportagem “Medvedev gruda em Djoko”, dizendo que o Medvedev pode assumir a liderança após USO. Só que isto não será possível, porque o Med. defende 1.000 pontos em Cincinatti e 1.200 no USO. Se ganhar os dois, acrescentará apenas 800 pontos, insuficiente para alcançar o Djoko.

    1. Enoque

      A não ser que tenha terminado a regra de manutenção de 50% dos pontos, então o Djoko perdendo 1.000 em Cincinnati, isto seria possível.

      1. José Nilton Dalcim

        Exatamente isso. A defesa normal de pontos volta nesta semana de Cincinnati e apenas os torneios deslocados no calendário em 2020 ainda terão a regra dos 50%.

          1. José Nilton Dalcim

            Até o momento, a ATP indica derrubar os pontos de 2019, mas em outros torneios que foram cancelados em 2019 e 2020 se manteve a regra dos 50%. Então acredito que isso acontecerá para Pequim, Tóquio, Xangai e Basileia.

  39. André Aguiar

    Opelka sendo o líder do ranking entre os estadunidenses diz muito sobre a fase atual do tênis masculino daquele país.

  40. Vinicius Souza

    Dalcim, você não acha estranho o federer precisar de mais uma cirurgia no mesmo joelho que ele já tinha operado no meio do ano passado? Será que houve algum erro nessa última cirurgia, ou o federer pode ter voltado a jogar antes do tempo necessário para estar recuperado?

    1. José Nilton Dalcim

      É uma pergunta muito boa, Vinicius, embora não seja incomum se fazer repetidas cirurgias no mesmo lugar. Como não temos um quadro mais claro, fica difícil responder. Não podemos falar em volta precipitada, já que ele iria jogar até na Austrália e aparentemente adiou para março devido ao isolamento imposto. Lembro que ali por outubro ele falou que a recuperação estava mais lenta do que o esperado. Talvez a ida ao saibro não tenha sido uma boa decisão, já que é uma superfície que já lhe deu problemas no joelho anteriormente.

  41. Luiz Fernando

    Dalcim vc ainda crê q Djoko se interessa por lutar pelo número um? Eu o vejo agora focado nos grandes eventos e como os mais jovens disputam um torneio atrás do outro eles naturalmente acumularão mais pontos a partir de determinado momento, com chance inclusive neste ano de terminar em primeiro…

    1. José Nilton Dalcim

      Ranking é consequência, Luiz. Se o tenista joga bem os Slam e ao menos metade dos Masters, estará fatalmente entre os primeiros. Então realmente acho que Djoko está concentrado em ganhar os grandes torneios, principalmente é claro os Slam e aí manter-se ali perto do número 1 será natural.

      1. Helena

        Também tem a regra das 18 melhores pontuações, não? Pelo que vi, Tsitsipas e Rublev já estão perto disso. Creio que em Cinci completam 15 e 14.

  42. Paulo H.

    Adeus, Roger! Infelizmente os seus dias de tênis competitivo chegaram ao fim. Foi um reinado deslumbrante, com amplo domínio sobre seus adversários, até a chegada de seus maiores oponentes, Nadal e Djokovic. Jogadas excepcionais, backhand magnífico, voleios geniais, melhor forehand do circuito, vão faltar adjetivos para traduzir o significado de Roger Federer para o tênis profissional. Fará falta também o grande carisma e o talento inigualável, que arrebatou um número incontável de fãs pelos 4 cantos do planeta. Tive a oportunidade de vê-lo em exibição no Ginásio do Ibirapuera, com camiseta da seleção brasileira e tudo. Lembranças que ficarão para toda a eternidade. Aguardemos a agenda dos seus jogos de exibição.

  43. Rubens Leme

    Apesar de não terem mais um top 10, os EUA possuem 14 entre os 100 primeiros e é o país que mais tem jogadores nesta faixa. Aos poucos, o trabalho vai rendendo frutos, Dalcim.

    1. Periferia

      Olá Leme

      Mas se vc olhar….entre os 50… são apenas 4 ….Opelka…Isner…Fritz…Korda.
      Desses…três tem no saque a base do seu jogo…um estilo ultrapassado…que não deve levar esses jogadores para os primeiros postos do ranking.
      Os americanos deveriam…nesse momento formar tenistas modernos…com um jogo de base forte e muita consistência…olhando os jogadores…não é isso que está acontecendo.
      Veja os russos…tem os mesmos 4 entre os 50…mas são jogadores muito consistentes lá no fundo.
      A Espanha tem 5 jogadores…. até mesmo a França também tem 4….todos jogadores modernos.
      Algo está dando errado na formação desses tenistas…já que faz algum tempo que se sabe que o tênis atual necessita um jogo de base forte…e não está acontecendo na prática com os americanos…que tem verba para a formação dos tenistas.

  44. R. Santiago

    Todo sucesso à Luisa Stefani. Realmente a Carter não saca nada, tava na hora de mudar. A Dabrowski parece ter muito mais pegada. Nem precisa ir pra simples, se não rolar a transição. Duplas também é tênis e tão emocionante quanto a simples.

  45. Emílio Pascoal

    Dalcim, se o ranking fosse mais antigo, sei lá, começasse nos anos 50, Maria Ester Bueno teria chance de ser top 20 também?

    1. José Nilton Dalcim

      Muito provável que pelo menos em 1959 e 1964 ela fosse a número 1 de simples e sem dúvida alguma seria a número 1 de duplas ao menos em 1960.

  46. Sandra

    Dalcim , qual foi o prêmio da dupla feminina ? Eu vi 67 mil dólares , seria para cada uma ou divido pelas duas ? Eu achei pouco em relação aos prêmios de simples, tudo bem que seria muito para nós simples mortais , rsss

      1. Rafael

        Acho muito pouco. Alguém poderia dizer: “mas está levando 33,5 mil dólares por uma semana de trabalho”, quando na verdade são anos de dedicação. Isso quando vinga e consegue vencer um torneio desse porte.

        É dose…

    1. José Yoh

      Ainda mais considerando o ranking da época que tinha o Big 4 e vários outros nomes de peso em boa forma.
      Qualquer um que cruzasse com eles em uma das 3 primeiras rodadas, rodava…

      Deve ser desanimador receber tantas críticas mesmo fazendo o que pouquíssimas pessoas conseguiram no mundo todo.

  47. Edu

    Perdão, mas acho que a comparação não faz nenhum sentido! Ranking de simples & duplas, universos totalmente diferentes.

  48. Marcilio Aguiar

    Um domingo de contrastes. Muito contente com a vitória da dupla da Luisa. Uma pena que não seja uma dupla definitiva, parece que essa parceria tende a render mais. Por outro lado essa notícia do Federer. Só os especialistas e o tempo dirão se foi uma decisão acertada. Vamos aguardar.

    Enquanto isso o Medvedev provou que tem a melhor devolução entre os das novas gerações.

    Ontem no intervalo dos games passou um trecho da entrevista do Opelka em que, com bnom humor, ele falava dos sevbots (Ele, Isner, Kalovic, etc) e comentou que o Kyrgios poderia também ser considerado, só que o jogo do australiano é bom de assistir, ao contrato do dele que classificou como “miserável”. Esse grandalhão é uma figura interessante .

  49. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, vi muito da semi entre o grego e O Incrível Hulk (no bom sentido) e notei que um recurso que seria muito bom para grego e que não foi utilizado são os drop-shots. Que achas?
    E o russo nem preciso disso, contro os dois gigantes.

    1. José Nilton Dalcim

      O drop shot deve ser usado quando você desequilibra o adversário ou consegue fazê-lo recuar da linha de base. E os dois grandões costumam jogar bem perto. Além disso, os ralis com eles são geralmente muito curtos, então acredito que a opção por curtas tenha sido limitada.

  50. Miguel BsB

    Medvedev jogou muito e colocou no bolso os 2 supersacadores americanos. Assisti a final ontem, e ele mostrou muita competência e grande inteligência tática. Devolveu grande parte dos 1 saques do Opelka, lá de trás. Tenho a impressão que o russo é o segundo melhor devolvedor do circuito, atrás somente do Djokovic…
    Se você consegue devolver os 1 saques desses grandalhões, já era pra eles, tirou o ganha pão e derreteu o mental dos gigantes…
    Além disso, diminuiu o risco e força dos golpes de base, fazendo o americano trocar várias bolas, correndo de um lado pro outro, e, mais ainda, se defendeu demais e sempre passava mais uma bolinha pro outro lado. Jogo perfeito! Taticamente irretocável…
    Medvedev vem forte pro USOPEN.

    1. Paulo Almeida

      Além da devolução, a capacidade defensiva do Meddy é sobrenatural, ficando atrás apenas de Djoko, Nadal e Murray nos bons tempos. E para alguns isso não é talento, que se resume a jogadas circenses, como do palhaço Kyrgios.

  51. Luiz Fernando

    Lamentável a situação de Federer, q ele se restabeleça bem e encerre a carreira c a dignidade que o seu nome merece…

  52. Luiz Fernando

    Considerava Camila apenas um rosto bonito a mais no circuito feminino, mas nesse ano ela tem desmentido tudo isso, com ótima performance, coroada ontem com uma grande atuação e o primeiro M1000 da carreira. E ela ainda conseguiu segurar o choro no momento q venceu e na entrevista pós-partida. Bem vinda aos grandes títulos Camila…

    1. Carolina

      A Camila Giorgi é fascinante! Uma mulher linda, sempre bem vestida, maquiada, e com um jogo super agressivo. Além disso, ela é meio misteriosa. Não existe ninguém como a Giorgi na WTA. Ela não é como as demais jogadoras. Do meu ponto de vista a Camila Giorgi é mais “fora da caixa” do que jogadores como Kyrgios ou Paire.

      P.S. Não vi as primeiras rodadas do WTA de Montreal, mas notei que ela usou um vestido diferente por jogo a partir das quartas de final. Um ícone fashion.

  53. Rubens Leme

    Periferia e Marcílio, um artigo de Ana Maria Bahiana falando dos possíveis desenlaces da briga da Scarlett com a Disney e que, mais ou menos, continua o do Scorsese e mostra o futuro do cinema, talvez longe das salas de cinemas, o total desinteresse dos estúdios em filmes adultos (não os pornô, claro, mas de temática adulta) e o que esperar da sétima arte pós-Covid.

    É desanimador, embora bem previsível.

    https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2021/08/briga-judicial-de-scarlett-johansson-e-disney-e-prenuncio-de-nova-era-no-cinema.shtml

    1. Periferia

      Olá Leme

      O cinema como forma de arte não vai morrer.
      Mas a forma de consumo será diferente…isso é algo claro.
      Na verdade se busca uma nova forma…não para o cinema…mas para o consumo de filmes (algo que parece ligado…mas não é ).
      A indústria de cinema criou um modelo fadado ao fracasso (é sempre assim).
      Nas últimas décadas a indústria se sustentou em franquias de sucessos efêmeros (ou alguém lembra do Thanos e os heróis em uma conversa sobre a arte no cinema?).
      A lógica do “menos filmes e mais público” (filmes de qualidade discutíveis) é o que realmente está matando o cinema…como indústria.
      A indústria de cinema…com seus executivos…e franquias…vai balançar.
      Assim como ocorreu com a indústria da música (que passou pela mesma revolução…não como arte…mas como indústria)…ou a indústria do “papel” ( que impactou desde a literatura até os jornais e revistas).
      O cinema como arte…como obra do autor…esse continuara como sempre foi…uma arte de nicho (o cinema…em sua essência… é uma arte de nicho…para poucos)…onde a diversidade continuará reinando.
      (De certa forma…o artigo é sobre a indústria).

    2. Marcilio Aguiar

      Meu caro, os valores envolvidos nesses negócios são tão astronômicos que eu não consigo imaginar como agiria estando no meio. Não me apraz fazer julgamentos depreciativos para aqueles que visam a grana em detrimento da arte, até porque não é pecado ou crime ser bem remunerado pelo trabalho que se escolheu para sobreviver, muito pelo contrario.

      É quase certo que devido a uma doença chamada idade, cada vez mais eu tenho fastio das coisas oferecidas em overdoses, o que alias é “a regra do jogo” em quase tudo nos “tempos modernos”.

      A minha relação com o cinema é meramente sentimental e surgiu de uma chama acendida por uma pessoa que posso consideram um “romântico”, um “sonhador”. Um sujeito anônimo que percorria estradas de terra no sertão baiano em sua Rural Willis, levando um velho projetor, cartazes e rolos de filmes antigos de todos os gêneros, para mostrar um pouco de magia para a gente simples, quase isolada do mundo, em cidadezinhas que no final dos anos 1960 ainda viviam “na era do rádio” (o sinal de televisão só chegaria após 1970).

      Ao chegar em São Paulo em 1973 e ver um cinema em quase todos os quarteirões da avenida São João foi como se estivesse em um paraíso terrestre (uma “Disneylândia”). Par mim foi o ápice, até que começaram a aparecer outras formas de oferta de filmes, na esteira da evolução tecnológica (os cinemas de rua/bairro foram as primeiras vitimas). Estas democratizaram e ampliaram o acesso das pessoas, entretanto gradativamente foram retirando a magia de algo que era especial porque tinha o lugar e a hora para acontecer.

      O meu consolo é que, independentemente da necessidade da “roda da fortuna” ter que continuar girando pela sobrevivência da indústria, existiram e vão continuar a existir os que priorizam a arte e não abdicam de realizar suas ideias “por um punhado de dólares” a mais. Estes, eu vou valorizar sempre.

      Por fim, eu fui fã e consumidor assíduo de HQ na infância e adolescência, mas a overdose de super-heróis está insuportável no cinema. Confesso que assisti ao primeiro Super-homem em 1978, alguns outros que nem me lembro mais, com minhas filhas quando crianças, mas só gosto realmente dos Batman’s (principalmente por Jack Nicholson, Tim Burton, Michael Caine e Chris Nolan). O resto eu corro longe.

      1. Rubens Leme

        Periferia e Marcílio, em primeiro lugar, deixo claro que acho que a arte cinema ainda não está morta, mas está longe das principais salas de cinema. Uma coisa muito assustadora é que hoje, os filmes legendados são quase criminalizados. Se quiser assistir algum, colocam numa sessão de terça ou quarta, tipo 21, 22 horas. O resto é só dublado, porque hoje em dias as pessoas não conseguem mais ver a cena e ler uma legenda ao mesmo tempo. É algo terrível.

        Bom, se as pessoas sequer conseguem ler uma legenda, parece pouco provável que acompanhem um filme que fuja dos padrões Marvel e DC de hoje e, por isso mesmo, o filmes para o público adulto praticamente morreram ou são independentes que acabam indo para streaming.

        Então essas brigas milionárias e bilionárias nada têm a ver com o cinema. São franquias paupérrimas como arte e que sobrevivem apenas na pós-produção. Reparem que os créditos destes filmes demoram hoje de 15 a 20 minutos para terminar e empregam umas 5 mil, 10 mil pessoas sei lá, a maioria na área técnica.

        A emoção não está mais no olhar ou no silêncio, mas em uma piada sem graça de Tony Stark.

  54. Yan Almeida

    Dalcim, você sabe se o Federer tem alguma religião? Creio que nessa fase difícil que ele passa, vai precisar ter muita fé… Abraços, mestre!

  55. Julio Cesar

    Roger Federer sempre foi elogiado por ter tido pouquíssimas lesões em toda sua carreira. Mas já se aproximando do fim de carreira, os joelhos cederam e, quem diria, tudo começou em um acidente doméstico. Talvez um encerramento digno em Wimbledon, seu melhor torneio, embora ali o piso seja problemático pra quem sofre de problemas nos joelhos.

  56. José Yoh

    Helena, continuando uma conversa do post anterior se o Dalcim permitir, concordo com tudo o que você escreveu – a next gen sofre de falta de foco e esforço e o Big 3 é fenomenal.

    Mas não acho possível que, entre tantos jogadores desta e de outras várias gerações, nenhum tenha se esforçado como o Big 3. Certamente todos treinam duro e tem muito talento, senão não chegariam onde estão. A seleção é extremamente criteriosa, quem acompanha juvenis sabe disso.

    Então, além de tudo o que você expôs, acho que o plus que faz a diferença é realmente a grana. Compra tudo que faz melhorar aquele pequeno detalhe para eles ganharem alguns pontos importantes, partidas e torneios.

    1. Helena

      Então, a comparação com gerações mais antigas é sempre complicada, mas quanto a esse ponto me parece que a evolução nos materiais, medicina e saúde alimentar ajudaram a esticar a carreira dos atletas de uma forma geral. Acima dos 40 o Tom Brady levou mais um Superbowl, Cristiano Ronaldo foi artilheiro do italiano aos 36 anos, Djoko é o líder do ranking e venceu 3 Slams no ano em que completou 34 anos.

      Sobre a comparação com a nova geração, eu não estou negando a importância do dinheiro. O que acontece é que pra mim esse é apenas um dentre uma série de fatores. Talento, compromisso, dedicação, sacrifício, inteligência, perseverança, são vários outros.

      Ao perder na primeira rodada de Wimbledon, o grego aos 20 anos e tendo vencido apenas torneios 250 (na época), disse que não se encontrava inspirado para jogar. Por outro lado, vemos Federer aos 40 anos e um currículo gigantesco fazendo uma nova cirurgia nos joelhos pois acredita que ainda pode competir. Zverev deu uma entrevista recente dizendo que ainda tinha fome de títulos. Ora, como assim ainda?

      Aliás, no próprio critério do dindin também deve entrar o subtópico de como usar o dinheiro. Será que o montante investido em carrões, equipamentos tecnológicos para lazer, aluguel de casas enormes no lugar de ficar no hotel do torneio, não poderiam ser utilizados como um reinvestimento na carreira?

      Não é o dinheiro que impede o Medvedev de priorizar mais o tênis ou de ter mais boa vontade em alguns torneios. Não é o dinheiro que fez o Grego perder jogos quando as coisas não saem como previsto pela sua equipe ou entrar em baques de semanas após uma derrota “traumatizante”. Não é o dinheiro que impede o Zverev de acordar na hora certa para os treinos. Não é o dinheiro que impede a dupla de cortar o cordão umbilical e contratar um treinador de fora.

      Ao final, o dinheiro é importante sim, mas é difícil de acreditar que seja o único ou principal fator para a diferença que presenciamos.

      1. José Yoh

        Olá Helena, realmente falta um pouco de vontade e esforço nessa garotada.
        Mas observe que Djokovic teve um período em que esteve mal mentalmente, era nítida a falta de vontade de jogar. Todos tem essas fases.
        Mas eu falava sobre Wawrinka, Nishikori, Murray ou tantos outros (centenas) que passaram por aí. Nenhum deles se esforçou o bastante?

        Acho improvável.

        Outro ponto é que a diferença que o dinheiro faz é pequena, mas se todos os outros ítens como esforço, disciplina ou talento empatam, então é esse mínimo que vai fazer chegar na bola melhor e vencer o ponto.

        Um grande abraço

        1. Helena

          “Mas eu falava sobre Wawrinka, Nishikori, Murray ou tantos outros (centenas) que passaram por aí. Nenhum deles se esforçou o bastante?”

          Bom, no seu comentário original você citou a nextgen e que “Eles jamais terão acesso à tudo isso a não ser que comecem a ganhar torneios, mas para ganhar torneios precisam de tudo isso.
          E por isso nenhum nextgen chega no nível físico, tático e consequentemente mental desses caras. O dinheiro nunca vai para eles.”. Por isso me foquei nos aspirantes, mas podemos analisar esses outros nomes também, sem problema.

          Sobre os citados, Wawrinka com certeza não se esforçou nem perto do Big3. O bom e velho Stan sempre gostou de uma balada, hehehehe.
          Nishikori é um jogador que muito me agrada, mas que claramente está um nível abaixo de todos esses.
          Murray é o mais perto que alguém chegou de tocar o Big3, mas não há como se alegar que a diferença entre ele e os outros se deu pela falta de dinheiro a se investir, já que o escocês embolsou mais de sessenta milhões de dólares só em premiações.

          1. José Yoh

            Tudo verdade cara Helena. Talvez você tenha razão.
            Mas acho que eu também tenho um pouquinho, rs… afinal o dinheiro manda em tudo hoje em dia.

            Grande abraço

    2. Rafael

      Caro Yoh, vou me meter aqui se você me permitir, só para eu entender seu ponto de vista:

      Equipamentos de recuperação de ponta, acesso a novas tecnologias, etc são carísssimos, não se discute.

      Mas qual a diferença de custo ou dificuldade de investir neles para um tenista que tem 100 milhões e outro que tem 10?

      Não sei dizer, mas acho que Medvedev, Zverev, Tsitsipas, etc já tem mais do que o necessário (entre premiações e publicidade) para ter o que quiserem.

      Grande abraço.

      1. José Yoh

        Olá Rafael, creio que 10 milhões seja pouco para o que eu imagino. Veja bem, falo como um leigo que supõe coisas na Internet.
        Mas enxergo que seja um fato que o Big 3 investe milhões na carreira (principalmente no físico), muito mais do que os outros. E deve investir o mesmo tanto na parte tática comprando informações estatísticas, técnicos, etc. E quem tem 100 pode investir 10, mas quem tem 10 não pode.

        Posso estar falando uma tremenda bobagem, é só suposição mesmo.
        Um grande abraço

  57. Leandro Domingues

    Dalcim,

    Federer não jogará a Laver Cup, mas o torneio ocorrerá, né… Sem nenhum Big 3? Enfraquece bastante o torneio… Quando sai a definição dos times?

    Abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Até o momento o torneio está mantido. Federer provavelmente vai ser técnico do time europeu ou vai ter alguma participação fora a quadra. Acredito que anunciem antes do US Open. Abs!

    2. Helena

      No time mundo já estão confirmados Aliassime, Shapovalov e Schwartzmann. Acredito que Kyrgios seja confirmado, enquanto Nishikori é sonho antigo.

      Na Europa: Zverev, Thiem, Berrettini e Medvedev.

  58. Vitor Hugo

    Roger GOATerer, o maior e melhor da história, o melhor sobre as hards, grama e geral, ícone máximo do esporte, maior legado, REI na Austrália, U.S open e Wimbledon, anunciou mais uma cirurgia… Creio que vai tentar apenas estar razoavelmente bem para torneios de despedida.
    Quando começa a fazer cirurgias nos joelhos sem parar, a gente sabe onde a história vai terminar…

    Aliás Roger deu uma entrevista sobre a aposentadoria e disse que parou de esquiar devido a mononucleose. Realmente a doença fez mt mal pro suíço.
    Não fosse a mono, provavelmente teria levado o Austrália Open com certa facilidade, Wimbledon com um pouco mais de dificuldade, e não teria sido atropelado por Rafa como foi em RG.

    Apenas respondendo o colega, a derrota para Novak em Montreal 2007 não quis dizer nada… Roger já perdeu final de masters pra Canas, Delpo, Thiem… e daí!

    1. Jonas

      Evidente que derrota em Masters 1000 não significa fim de carreira. Porém, Djokovic tinha 20 anos em 2007, estava começando a aparecer mais, subir no ranking, etc. Em Montreal 07 levantou o caneco batendo em sequência Nalbandian, Roddick, Nadal e Federer. Isso é não é para qualquer um.

      Não sei o que Nalbandian e Roddick fariam no circuito atual, mas o americano era 3 do mundo em 2007, ou seja, Novak bateu o top 3 em sequência. Federer em seu suposto auge, imbatível, segundo os mais fanáticos rs…

      Poucas semanas depois, o jovem sérvio já foi finalista do US Open. Então vencer o Australian Open 2008 meses depois não me parece algo fora do comum. Djokovic atualmente é o Rei da Austrália, com 9 títulos, o resto é conversa. Inclusive deve chegar a 10 canecos só ali, nem vou ficar surpreso.

      Bom, sobre a questão “mononucleose”, penso que Federer teve a doença, mas não demorou tanto tempo assim para se curar, vide declarações do próprio suíço.

      O jovem Nadal, saibral na época, já estava em clara evolução. A final de Wimbledon 2007 já tinha sido definida no 5° set.

      Era só questão de tempo para o espanhol evoluir ainda mais. Dito e feito. Tanto que cansamos de ver o espanhol bater o suíço nas hards. Miami 2011 foi um atropelo, com Federer tendo 29 anos. Australian Open, onde Federer é Hexacampeão, 1 vitória em 4 confrontos com Rafa e por aí vai…

      É aquilo, Nadal sempre incomodando o suíço…e para piorar surge o sérvio para bater os dois.

  59. Rubens Leme

    Dalcim, depois da final de 1980, esta luta titânica e de 4 horas e meia entre Ivan Lendl e Boris Becker, pelas semifinais de 1989, é minha segunda partida favorita da história de Wimbledon.

    Eis o jogo completo – https://www.youtube.com/watch?v=CtewTp03xDM

    PS: a camisa do Ivan acabava com a sisudez do branco total nos uniformes. E o homem fez muito saque-voleio nesta partida. Jogaço de estilos antagônicos.

  60. Sérgio Ribeiro

    O gigante pode ser gente boa , mas elimar o N 2 e depois já entrar derrotado na Final não pegou bem. Opelka deve
    ter visto o que Isner passou com as devoluções de MEDVEDEV , logo tinha que ir com tudo no Serviço. Apenas 8 Aces para um grande Sacador e’ derrota na certa . Com este quarto MASTERS 1000 ( único sem presença de alguém do Big 3 ) , e duas FINAIS de SLAM no currículo, o Russo indiscutivelmente já deixa pra trás TODA aquela geração anterior. No Ranking da Temporada está a apenas 600 e poucos pontos de Tsitsipas. Engana-se quem bota o Grego como maior ameaça a Novak . Convenhamos que quinta cirurgia aos 40 e’ algo que até os que não gostam de Roger Federer jamais imaginariam. Incrivelmente vai sair de cena com as mesmas 30 FINAIS de SLAM e 20 conquistas do Sérvio. E deverá ser superado em breve no quesito eficiência por Novak Djokovic. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Não dá pra passar batido pelo ATP FINALS 2020 conquistado por MEDVEDEV pra cima de Dominic Thiem. Abs!

    2. R.P.

      Qual final perdida pelo suíço esquestes, Sérgio? Seria Wimby 2019? Para te atualizar: Federer fez 31 finais de majors; em 5 oportunidades teve de enfrentar o DjokoGOAT na final. O resto acho que até tu te lembras, 80% de aproveitamento para o GOAT do tênis.

      1. Sérgio Ribeiro

        Tens razão, caríssimo R.P. O sub-conciente me fez pular WIMBLEDON 2019 . Obrigado pela correção pois sabia que o Craque Suíço tinha uma FINAL a mais que o “ goat paraguaio “ kkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Correção: Subconsciente. Esqueci que o tal “ goat “ já está garantido na FINAL do USOPEN 2021 … rs . Abs!

  61. Rubens Leme

    Não vá derramar lágrimas, até porque o placar foi feio: Equador 5×0 Brasil, pela final da Zona Americana, em 1983. Carlos Kirmayr, Marcos Hocevar, Cassio Motta pelo Brasil, contra o futuro top 10 e campeão de Roland Garros Andrés Gomez, além de Ricardo Ycaza, Raúl Viver, pelo Equador.

    Pegou os lencinhos, Dalcim?

    https://www.youtube.com/watch?v=MoX-0hTNhq0

  62. rafael

    Parabéns à Luisa Stefani!! Que belo campeonato! Está jogando demais! O Medvedev jogou demais, principamente contra o Opelka que também jogou muito! O russo demonstrou muito preparo físico e um mental bem forte! Já o Federer, infelizmente está dizendo adeus. Acho muito difícil voltar a jogar no nível que ele merece. Já fez história!!
    Mestre, há chances do Medvedev virar n 1 do mundo no USOPEN?

    1. José Nilton Dalcim

      Matematicamente, sim. Mas ele precisa ganhar tanto Cincinnati como o US Open e ainda torcer para Djoko parar nas quartas em Nova York.

    1. José Nilton Dalcim

      Claro que a chance cresce se elas forem muito bem em Cincinnati e no US Open, mas o fato de elas só programarem jogar juntas até o fim do ano torna isso um pouco mais difícil.

      1. Luiz Fabriciano

        Mas um sucesso num plano de ação de curto prazo também pode motivar alteração e ampliação do mesmo, certo?
        Acho a Luiza, pelo pouco que acompanho, até melhor que a canadense, especialmente nos saques.

  63. LION

    Teremos uma “escadinha”. Federer joga mais 1 ano, Nadal mais 2, e Djokovic mais 3. É isso. That’s All Folks!

    1. Luiz Fabriciano

      Esse “That’s All Folks” me lembra os saudosos desenhos animados do Pernalonga e sua turma, no meio das tardes.
      Passava horas vendo e me divertindo.

  64. Rubens Leme

    Cássio Motta e Kirmayr eram fantásticos. Cássio chegou a ser quatro do mundo em duplas e os dois juntos, foram a quinta dupla.

    Me lembro dele contar uma história da época de juvenil em que junto de Lendl e McEnroe fizeram uma viagem de carros, para algum torneio com o então tcheco ao volante, que mal falava inglês, mas que era um grande piadista. Aliás, várias pessoas relatam que no vestiário o robô Lendl adorava aprontar com os outros tenistas.

    Grandes tempos do tênis brasileiro. Em 1982, Cássio e a Claudia Monteiro foram vice em duplas mistas em Roland Garros.

    O Brasil sempre duplas respeitáveis, como por exemplo Luiz Mattar e Jaime Oncins.

    Parabéns a Luísa e que nossos duplistas continuem brilhando.

  65. Arthur

    Nossa Luísa só nos dá orgulho, Dalcim. Vida longa (e próspera) à moça.
    Quanto ao Federer, já era aquilo que a gente imaginava.
    Se – e destaco o SE aqui – ele voltar no ano que vem, será para uma última turnê de despedida.
    Salvo WB, que certamente estará na lista, todo o resto é dúvida. Eu chuto que ele tentará um ou dois Masters (IW e Shanghai) e o US Open.
    Não creio que jogue RG e o AO estará muito em cima do retorno às quadras.
    E é isso. Uma era do tênis que se acaba, sem que uma nova geração tenha ainda surgido pra preencher o imenso buraco que vai ficar.
    Com Nadal no estaleiro e também em fim de carreira, ficaremos uns bons dois anos com um tedioso domínio do Djokovic, enquanto gente como Tsitsipas, Aulissiame e Medvedev vai ficar comendo grama até que o físico do sérvio enfim comece a declinar.

    Um abraço.

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