A dura nova era dos Masters
Por José Nilton Dalcim
10 de agosto de 2021 às 21:10

Desde agosto de 2006, quando Novak Djokovic galgou o ranking, entrou no top 30 e passou a ter direito a disputar todos os grandes torneios que quisesse,  apenas dois eventos de nível Masters 1000 não tiveram a presença de ao menos um dos chamados Big 3, grupo da super elite que inclui Roger Federer e Rafael Nadal.

O primeiro deles foi em março deste ano, em Miami, quando Djokovic preferiu cuidar melhor da lesão abdominal contraida em Melbourne, Rafa sentia problema nas costas também da Austrália e Federer ainda estava em dúvida quanto a seu joelho, abalado com o desempenho fraco em Doha.

O segundo acaba de acontecer em Toronto. Federer continua com o joelho instável, Djokovic preferiu descansar após a aventura olímpica e Nadal voltou a sentir o pé, contusão que o tirou de Wimbledon e de Tóquio.

E o terceiro pode vir na semana que vem em Cincinnati, que já sabe que não terá Nole nem Roger e certamente passa a considerar a ausência do canhoto espanhol. A dura nova era dos Masters só pode sonhar em reunir o Big 3 em Paris, já que Xangai foi retirado do calendário de 2021.

Ao que tudo indica, Djokovic optou por poupar-se ao máximo e entrar com máxima energia no US Open, ainda mais diante do clima pesadíssimo que atormenta o verão no Hemisfério Norte no momento. Será a primeira vez desde 2010 que não jogará um preparatório importante antes do quarto Slam. Ainda que tenha sentido dor no ombro em Tóquio, ele tem melhores motivos do que os parceiros do Big 3 para saltar os Masters, já que se mostrou em ótima forma a partir da metade da fase do saibro.

A situação de Nadal, ao contrário, preocupa muito. Ele ficou dois meses afastado com a lesão no pé esquerdo, entrou em Washington e, mesmo com apenas dois jogos realizados, voltou a sentir o problema. Foi a Toronto e treinou nos últimos dias, até que no final desta tarde percebeu que forçar poderia comprometer de vez a presença em Nova York. Muito pouco provável que se arrisque em Cincinnati, ainda que não se descarte sua presença na chave de duplas, como forma de buscar ritmo sem forçar tanto.

Federer, tal qual Nole, já anunciou que não disputará nenhum dos Masters, completando 22 meses sem competir nesta categoria de torneio. Talvez esteja resguardando forças para o US Open, porém é difícil acreditar que o suíço possa estar competitivo logo num torneio tão exigente e em melhor de cinco sets. Ele não joga desde a triste derrota em Wimbledon.

Em termos de ranking, Djokovic não corre grande risco de perder a liderança, a menos que Daniil Medvedev faça mágicas e levante os três troféus, sem falar que o próprio sérvio ainda não pode ir além das quartas em Flushing Meadows. Nadal já perdeu os pontos de Toronto e o terceiro lugar e sofre ameaça de ser superado por Alexander Zverev, caso o alemão seja finalista em Cincinnati. Já o suíço só cairá para 10º se Denis Shapovalov ganhar algum dos Masters.

Que os candidatos ao futuro trono do tênis aproveitem a oportunidade de ouro que têm pela frente.

P.S.: Lance inusitado, com decisão incrível da juíza.


Comentários
  1. Mario Cesar Rodrigues

    O problema do Federer é o mesmo do Rafa nao5tem nada deoperar e sim falta de confiança estão vendo que dificilmente ganhara torneios importantes e é isto amam o tênis mas tudo tem a hora vou torcer para Rafa jogar ao menos a Giria do saibro e depois creio que encerra.

  2. Pedro

    Dalcim,

    O grande problema do Federer não é a cirurgia do joelho, mas qual é realmente o problema do joelho? Ninguém de fora da equipe dele sabe ou se sabe não divulga. Digo isso pois existem casos em que não há o que fazer, principalmente para ser competitivo, casos degenerativos que se agravam com a idade. Se for um caso desses é muito difícil ele voltar a ser competitivo pois as tecnologias que existem atualmente não reconstituem determinados tecidos. Agora, se for problema de ligamento ou menisco, geralmente a cirurgia resolve e a pessoa volta a competir. Seria bom alguém dizer o que realmente é?

  3. Pedro

    Dalcim,

    A nova cirurgia do Federer demonstra que realmente o joelho não estava deixando ele render como deveria. Agora, se acertarem desta vez, ainda há a possibilidade de ele ser competitivo ano que vem, o provável ano da aposentadoria. Desta vez ou dá certo ou acredito que ele não tente outra.

  4. Sandra

    Dalcim, vendo agora no site que Federer vai se operar novamente , fica uma dúvida , para que tanta operação ? Para ficar competitivo novamente ou para conseguir se locomover sem dor ? Digo isso , porque vi Guga mesmo sem jogar tinha dificuldade para locomoção , e o Murray pelo visto não deve ter problemas para caminhar mais no dia a dia

  5. Helena

    OPELKA-> O gigante é um jogador que nunca tinha dado muita bola até ler um comentário muito sensato dele sobre a ATP Cup. Depois disso resolvi prestar mais atenção nos seus jogos e declarações, e não me arrependi. Parece ser um cara muito do bem e também consciente do que está à sua volta. Ontem deixou mais uma pérola falando sobre as dificuldades que cada pessoa passa e me chamou atenção que tenha focado mais nos outros do que em si mesmo, o que seria uma tentação  após o melhor resultado de sua carreira. Aliás  é um contraste bem grande em comparação com o seu adversário das semis, alguém que costuma falar de si mesmo se a pergunta for sobre os lagartos da ilha de Samoa.
    Ah, merece um título só por essa forma arrojada de carregar as raquetes. Figuraça!

    TSITSIPAS -> Em termos técnicos, parece ser o jogador com mais recursos do trio formado por ele, Zverev e Medvedev, mas o que tem mais dificuldades para levantar troféus.
    Já li algumas vezes comentários dos fãs do grego dizendo que sempre que o jogo é apertado, ele perde.  Também observei que ele costuma começar bem as suas partidas, com um plano de jogo bem definido. Somando -se ao fato de todo jogo receber o coaching tradicional, me faz pensar que sua equipe costuma preparar bem os jogos, mas que o garoto não sabe, por si só, criar novas estratégias quando as coisas não vão como planejado.
    Só uma observação. Nesse torneio ele andou pedindo para ir ao vestiário nos jogos, onde ficou por um longo tempo. Imagino que agora ele não ache mais tão estranho esse tipo de pedido.

    MEDVEDEV -> se o grego tem os recursos, Meddybear (GILBERT, Brad) é quem tem a cabeça mais prodigiosa da sua geração. Também me parece ser quem tem entendido melhor os caminhos para vencer mesmo quando não está no melhor dos dias (o que não precisou fazer ontem, pois jogou uma barbaridade) . Se o Nole não ganhar o US Open, as chances de sair como número 1 do mundo não são nada desprezíveis.
    Esse ano ele melhorou o seu desempenho na parte que menos gosta do ano, então agora tem tudo pra somar pontos e títulos na sua etapa favorita.

    ISNER -> Agora que virou rotina a ausência do Big 3 nos Masters 1.000, a chance de título não vem só para a garotada, mas também para alguns veteranos que antes não tinham muitas chances. Seria bem interessante ver um desses nomes conhecidos
    fazendo boas campanhas e até abocanhando um título importante (creio que o Isner só tenha um M1000).

    Já adiantando as desculpas ao Dalcim pelo tamanho do texto, mas foi uma pena saber que anunciaram ainda ter ingressos disponíveis. Me recordo que no Finals de 2019 um quarto das pessoas pediram para devolver o ingresso após  saber quem seriam os jogadores presentes na final (dois dos mais talentosos de suas gerações, diga-se). Preocupante.

  6. Rubens Leme

    E morreu Gerd Muller, um dos mais míticos e estupendos centroavantes da história, um 9 puro. Baixinho, gordinho e mortal na área, foi ridicularizado ao chegar ao Bayern pelo seu tamanho e robustez. Mas, em pouco tempo, “O Gordinho”, virou “A Bomba”, fazendo gols decisivos em quase todas as finais que disputou, como na Copa de 1974, contra a Holanda, na final da Euro de 1972, contra a URSS, ou nas três Copas do Campeões da Europa conquistadas pelo Bayern (1974/75/76) ou em Copas da Alemanha.

    Apos encerrar a carreira no futebol dos EUA, no Fort Lauderdale Striker, quase foi à falência bebendo o estoque de bebidas do bar que abriu, após se aposentar. Foi salvo por Beckenbauer, que o trouxe de volta para Munique, onde trabalhou com as categorias de base.

    Donos de incríveis 68 gols em 62 jogos pela seleção, é ainda o maior artilheiro do Bayern (566) e da Bundesliga (365).

    Não foi craque, mas era um pesadelo para os rivais. Que descanse em paz.

    1. Periferia

      Olá Leme

      Esse iria bem no Corinthians (mesmo setentão).
      Apesar…caso alguém passe de short preto e meia branca perto de Itaquera…os caras chamam para jogar.

  7. Periferia

    Festa de Arromba (segundo os Nolistas)

    Rafael e os caras da Kombi tocavam na piscina…
    Paulo F no terraço, Barocos no salão…
    Natan, de cabeleira, não podia tocar…
    Enquanto a Helena não parasse de dançar…
    Mas vejam quem chegou de repente…
    Paulo Almeida, com seu novo carrão…
    Enquanto Cheat e Danilo fumavam no jardim…
    Willian e Fabriciano esbarravam em mim…
    Lá fora um corre corre dos brotos do lugar…
    Era o Djokovic que acabava de chegar…
    Hey-hey (Hey-hey), que onda…
    Que festa de arromba

    1. Helena

      Olá, Nobre Periferia!

      Agradeço pela lembrança.

      Realmente, na Kombi a festa está sempre garantida. Como é bom torcer para Novak Djokovic!

    1. Periferia

      O que fazer????
      O ministro da educação diz:

      “universidade na verdade deveria ser para poucos”

      Sobre os “filhinhos de papai” na universidade ele diz:

      “Acho justo…considerando que os país desses meninos são aqueles que pagam impostos no Brasil que sustentam bem ou mal a universidade pública”

      Enquanto esse governo acha tempo para discutir se a alfabetização deveria ser baseada no construtivismo ou ensino fônico.
      Eu digo…ba be bi bo buuuu

      Um governo abaixo da crítica (se deseja mudar… faça…mas com pessoas capazes….não um bando de desinformados)

    2. Marcilio Aguiar

      É um show de horrores!
      Mas o lema era esse mesmo: ” Vamos acabar com tudo isso que esta ai”.
      Não esta sendo difícil cumprir essa missão, porque o que tínhamos já não era suficiente, então fica mais fácil ainda destruir.
      Com eles adora citações bíblicas, vai mais uma, em outro contexto: ” Não ficará pedra sobre pedra” – Lucas.

      Seja lá quem for que pegar essa terra arrasada por esses lunáticos vai ter que começar do zero.

  8. Marcílio Aguiar

    Medvedev é o melhor devolvedor das novas gerações. Não tomou conhecimento do saque do Isner. Vamos ver como se porta amanhã contra Opelka que tem melhor jogo de base que o outro compatriota gigante. Hoje não deu a mínima chance para o grego

    Que bela vitória da Luisa e sua parceira. Dalcim, a canadense é uma parceira ocasional ou será definitiva?

      1. Rafael

        É uma pena, porque com essa ela está rendendo muito em pouquíssimo tempo.

        Essa dupla tem potencial para top 8, no mínimo. Bom, é o que eu acho, mesmo sem entender nada, rs.

    1. Sérgio Ribeiro

      Comentário infeliz logo acima do “ magistral “ comentarista rs . Leia o comentário do rapaz sobre o jogo do Grego contra o “ Dente de Aço “ rs . Tá tudo explicadinho … rs . E outra , em SEIS contra Isner , TSITSIPAS venceu QUATRO. E UM a UM com Opelka . Qual circuito acompanhas ? . Na verdade estavas doidinho pro Grego bater MEDVEDEV kkkkk. Abs!

      1. Paulo Almeida

        Raonic continua discordando.

        Não, eu gosto bem mais do Meddy do que do Tripas, independentemente de ele ameaçar o número 1 do GOAT.

      2. Alessandro Siqueira

        O grego está muito mais próximo de Djoko na corrida anual que Medvedev. Embora o russo seja #2 no ranking anual, agora entra numa fase de defender caminhão de pontos. Logo, não oferece risco real ao #1.

        1. Sérgio Ribeiro

          Muito mais ? O Grego têm apenas 600 pontos na Temporada a mais que MEDVEDEV no Ranking. E este está apenas 1600 e poucos pontos atrás de Novak no Ranking de Entradas . Já em Cincy ele já pode passar Tsitsipas… Abs!

      3. Alessandro Siqueira

        O grego está muito mais próximo de Djoko na corrida anual que Medvedev. Embora o russo seja #2 no ranking das 52 semanas, agora entra numa fase de defender caminhão de pontos. Logo, não oferece risco real ao #1

    2. Rafael

      Paulo, já reparou que é só o Tsitsipas falar em público que está preparado e experiente que perde em seguida? Se é um jogo mental, não está funcionando muito bem. Tsitsipas não tem um jogo contundente, apesar de jogar bonito.

      Por isso acho que o Daniil vai chegar mais longe que ele. Precisa melhorar tecnicamente, mas isso vai acontecer. E seus arroubos, como o Djoko, se ele conseguir direcionar para voltar ao jogo mais mordido, vão torná-lo um osso ainda mais duro de roer.

      1. Paulo Almeida

        Sim, é melhor ele segurar a língua, pois ainda não é tão bom quanto pensa ser.

        Medvedev e Zverev ostentam um currículo superior por enquanto, mas é difícil prever quem será o melhor dos três.

  9. Luiz Fernando

    Boa partida entre o grego e o Opelka, que é um Isner mais ágil. Com esse rapaz perder um serviço é praticamente perder o set, o q justamente aconteceu no set final. Claro q o grego é muito mais tenista, mas nesses pisos rápidos esses sacadores são um transtorno p qualquer um, ainda mais um que tem um bom segundo serviço “quique” e se aventura bem na rede. E a final dos sonhos do nosso querido Periferia foi pro espaço…

    1. Periferia

      É Luiz….não deu.
      Mas acredito que para o tênis será muito bom…uma rivalidade de estilos tão diferentes.
      Mas será preciso construir a rivalidade…com jogos.

  10. Sandra

    Dalcim, seria possível vc informar quem defende o que até o final do ano ? Pois vi que Nadal com o problema do pé está querendo encerrar a temporada , e e tudo muito confuso pois se defende 2019 e 2020

    1. José Nilton Dalcim

      Não dá para listar tudo aqui, Sandra, ideal seria você ver no site da ATP. Mas vou dar a conta do Nadal: ele perderia 2.760 pontos se não jogar mais nada, incluindo os 2.000 pelo título do USO de 2019. Muito provavelmente, terminaria em 9º ou 10º do ranking. Já o Medvedev defende 6.040 e por isso terá muita dificuldade para tirar o número 1 do Djoko, que tem 3.160 a repetir.

  11. Pedro

    Dalcim,

    Neste 1000 do Canadá, assim como em Washington, não há juízes de linha, e achei muito bom, bem mais rápido e prático. Isso é apenas uma experiência ou vai ser implementado nos outros torneios como Grand Slam?

  12. Rubens Leme

    Periferia e Marcílio, ontem depois de compartilhar o link do Scorsese, revi A Estrada da Vida (La Strada), do Fellini, filme de 1954. Neste filme, Fellini fala sobre a vida de dois artistas mambembes, Rampano e Gelsomina, que é vendida para a mãe para acompanhar o arrebentador de correntes, vivido pelo grande Anthony Quinn. Gelsomina é interpretada por uma das atrizes favoritas de Fellini, Giuletta Massina e neste filme o diretor usa um recurso muito curioso, da época dos anos de Mussolini, da dublagem fora de sincronia.

    Ao assumir a Itália, “Il Duce” obrigou que todos os filmes americanos fossem dublados, que eram precárias e quase sempre sem sincronia com a cena. Fellini resolveu então usar isso nas falas de Quinn e de Richard Basehart (que viveria anos depois, Ismael, em Moby Dick, de John Huston e ficaria famoso no Brasil como o Almirante Nelson, da série Viagem ao Fundo do Mar).

    O resultado é, ao mesmo tempo, cômico e poético, em um filme carregado de humor, poesia, dor e tristeza. Apesar de não ser um Fellini muito conhecido, La Strada é uma obra-prima.

    1. Periferia

      Olá Leme

      A Estrada da Vida faz parte da trilogia sobre a natureza humana do diretor…A Trapaça e Noites da Cabiria são os outros dois.
      Nós três filmes…a esperança e a busca pela felicidade são a razão dos personagens…mesmo encontrando uma realidade tão diferente e dura (Zampalò representa isso).
      Tanto Cabiria (Masima)…Gelsomina (Masima) e Augusto (Crawford) que protagonizam cada filme…no fundo buscam a redenção.
      Os filmes devem ser vistos em sequência…mostra o crescimento do diretor…o aprofundamento de cada personagem (no fundo…eles são os mesmos nós três filmes)…é quase acompanhar uma gestação (a pureza e a malícia se chocam).
      A esposa….Giulietta Masima está nos três filmes…assim como o grande Broderick Crawford atua em A Trapaça (dos três filmes…aquele que não está a altura dos outros dois).
      Senão me engano dois deles ganharam o Oscar de filme estrangeiro…são filmes poéticos…principalmente os finais.

  13. Rubens Leme

    “Ainda fico comovido quando Sampras, Borg ou Edberg se lembram de mim. Olhei para o telefone e os três me contataram para me parabenizar praticamente ao mesmo tempo. É surreal porque eles foram meus jogadores favoritos e meus ídolos quando eu estava crescendo”.

    Já imaginou, Dalcim, acordar no dia do seu aniersário e ter recado destes três? No dia do meu aniversário, minha caixa postal ficou cheia de telefonemas de robôs de telemarketing.

    Federer está envelhecendo e virando filósofo… divertido isso…

    1. Helena

      Opelka é um cara legal arretado, e muito consciente de tudo ao redor. Não sei se você já viu outras entrevistas dele, mas caso não tenha sido assim, recomendo.

  14. Cassio Carvalho

    Dalcim, estou vendo o Ranking e, pelos meus cálculos, se o Zverev for à final de Cincy passaria o Nadal no 4o.lugar somando 7840. Confere?

  15. Carolina

    Semis em Montreal com Stefani / Dabrowski nas duplas e Camila Giorgi em simples!!!

    A Camila Giorgi vem fazendo uma boa temporada. Recentemente jogou bem em Eastbourne e também fez boa campanha nos Jogos Olímpicos. Agora, deve ter um jogo difícil contra a Pegula e, quem sabe, uma final contra Sabalenka ou Pliskova. Não se pode ter muita expectativa com a Giorgi, mas estou na torcida para que ela continue jogando bem por pelo menos mais dois jogos.

  16. Luiz Fernando

    No primeiro set Medvedev era o próprio Guarani de Campinas, inclusive nas cores q esta usando, mas depois melhorou bastante…

    1. Bruno

      Guarani já foi campeão brasileiro
      Vice em 86 num roubo histórico contra São Paulo.
      Pelo visto,não é só tênis que vc não entende nada.

  17. Pedro

    Dalcim,

    Incrível como o número 2 do ranking é hoje o russo que bate plano na bola. É consistente, persistente, mas falta muito jogo ainda. A diferença técnica para o Nole é absurda e é por isso que ele mesmo reconhece que é difícil ser número 1 ainda. Como ele conseguiu chegar tão longe jogando desta maneira?

    1. José Nilton Dalcim

      Esse é o grande mérito dele, Pedro. Mesmo com alguns ‘defeitos’ técnicos, tem uma cabeça incrível e uma visão tática muito apurada.

  18. Paulo Almeida

    Torcerei para o aplicador de pneus Hurkacz mais tarde contra o Meddy, no que promete ser outro jogaço.

    Aliás, como alguém pode ser soberano em Wimbledon levando fumo de Berdych, Tsonga, Stakhovsky, Raonic, Anderson e Hurkacz? Nem precisei chegar no Nadal e no real dono do Major inglês DjokoGOAT, rs.

    1. Paulo Almeida

      Não deu, mas o jogo foi ótimo.

      Está pintando uma final envolvendo a rivalidade mais ácida da nova era, não obstante Opelka e Isner (caso passe do Monfils) tenham chance de causarem alguma surpresa.

  19. Vitor Hugo

    Dalcim, quais dos 4 citados por mim são melhores no saque e na base, gostaria q vc citasse os dois quesitos, por favor. Por ordem:

    Opelka, Isner, Raonic e Karlovic.

    Grato!

    1. José Nilton Dalcim

      Melhor sacador talvez seja o Karlovic, mas a diferença é mínima para o Isner. Ressalto ainda que o segundo saque do Isner é um pouco superior. Na base, Opelka é certamente o mais completo, já que possui um backhand bem mais confiável do que os outros concorrentes. Raonic chegou a ser o melhor voleador entre todos, mas deixou de forçar esse estilo nos últimos tempos.

  20. WILLIAM ALMEIDA

    Excelente tsipas! passou por uma chave complicada Hubert, Caixa9 e Casper jogos de alto nível provando que o tênis tem vida fora do BIG 3. Estou gostando do torneio sem essa polarização do BIG 3 jogos bons.

  21. Luiz Fernando

    Rafa em Barcelona p consultar o Dr Cotorro, Federer sem treinar e retornando ao seu médico na semana q vem, cada vez maior a possibilidade de ambos não irem só USO…

  22. Rubens Leme

    E Federer fez sua carta de despedida. Ou quase. Curioso ele falar que achava as pessoas de 40 anos velhas mas que agora as entende.

    E, sim, Roger, há muita vida e boa depois da “aposentadoria”. Basta conhecer esse lado doce da vida.

    1. Marcelo Costa

      Todos aqui ou a maioria, é fã de cinema, mas muitos gostariam de falar de tênis 🎾. Mas não pare de postar, esse espaço plural lhe dá a oportunidade.

    2. Periferia

      Olá Leme

      Olá Leme…

      Um espetáculo de texto…Scorsese quando fala de cinema transborda paixão… é algo admirável.
      Saber que ele se identifica com os personagens do filme Os Boas Vidas é algo surpreendente.
      Quando aproxima Dylan e Fellini é algo muito bem pensado.
      Os dois sofreram muito…os fãs sempre acharam (ou acham) que “compreendem” mais o artista do que o próprio.
      Scorsese toca na figura do alter ego…se vc reparar…a maioria dos grandes diretores usam o alter ego (filmes são testamentos de seus realizadores…apesar da “rebeldia” dos filmes).
      O título não poderis ser mais apropriado…Fellini era um maestro…e como diz Scorsese…o cinema de Fellini é puramente cinema.
      O final do texto tem uma frase bem atual…que serviria bem por aqui…
      ” Eles (filmes…diretores…atores…escritores) estão entre os maiores tesouros de nossa cultura e devem ser tratados de acordo com isso”.

    3. Marcílio Aguiar

      Uma aula magnífica.
      Scorsese é grande em sua arte, sabe reconhecer e valorizar a grandeza dos colegas de profissão.

      “Amarcord”,”Os boas vidas”, “Ensaio de Orquestra” e “Casanova” são os meus preferidos.

      1. Rubens Leme

        Scorsese, Woody Allen, Coppola e até mesmo Spielberg foram criados vendo e apreciando o cinema europeu, bem como John Cassavettes. É uma pena que diretores e atores com essa cultura e visão estejam morrendo com eles.

  23. Sérgio Ribeiro

    Bem acredito que não exista mais dúvidas. Federer está totalmente fora do USOPEN 2021 e muito provavelmente do MASTERS 1000 de Paris , já que está de “ férias” desde WIMBLEDON. Não custa lembrar que o outro membro do Clube dos 100 ATPs ( Jimmy Connors) , venceu seu último ATP aos 37 e se divertiu no Circuito até os 43 perdendo muito para Big Mac e Lendl rs . De camarote vai assistir o SLAM de Nova York e ver se Novak atinge o 21 . Tempo suficiente pra se preparar para o possível Tour Final em 2022 , ou continuar se divertindo no Circuito a lá Jimbo. Este jamais perdeu a admiração da mídia e do público pela incrível longevidade devido às derrotas. Somente ficou menor para Big Mac em Duplas. O tal h2h jamais serviu como parâmetro entre os lendários Tenistas . Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps . O SEIS anos mais velho que MCENROE e SETE a mais que LENDL , terminou com h2h de 14 x 20 e 12 x 22 respectivamente . Sendo que Theco virou um 5 x 12 . Qual foi o melhor deste “ Big 3 “ ??? . Uma coisa ninguém discute . O precoce componente do “ Big Four” mesmo perdendo as 4 FINAIS de USOPEN , por tudo que representou para o Esporte , ICEBORG unanimidade como o “ goat “ de sua época. Abs!

      1. Rubens Leme

        Sem o Rei dos Reis:

        1 – McEnroe (pois foi número 1 em simples e duplas, ao mesmo tempo e fez, em 1984, uma temporada histórica, nunca igualada, com 13 títulos, e 82 vitórias e apenas 3 derrotas, vencendo Wimbledon e US Open e vice em RG única final perdida naquela temporada).
        2 – Lendl
        3 – Connors

        Com ele, lógico, todos descem um posto.

  24. Maurício Luís *

    O baloeiro ibérico com o pezinho de Cinderela ‘só que não’ 45… dodói. O Federer com o joelho estrambecado.
    Os fãs do Djoko crentes que daqui pra frente ele vai “deitar e rolar”, “passar o rodo” na Next Gen. SERá? Ou as Olimpíadas foram um prenúncio do que está por vir em matéria de dor-de-cabeça pro sérvio? A diferença entre os primeiros do ranking e o “resto” já não é tão grande assim. Basta um dia ruim, uma contusão, uma gripe, e a consorte do bovino diririr-se-á sem maiores delongas à área pantanosa.

    1. Luiz Fernando

      Acho q a sogra do Djoko deve ser pior do q as do Rafa e do Federer, o cara não tem jeito de ficar perto da véia, não se contunde, enquanto isso os outros dois estão sob os cuidados intensos das sogrinhas e de molho. O q vc acha desta teoria????

  25. EDVAL CARDOSO

    Nada contra, e até leio as postagens sobre cinema, atores, filmes e outras coisas não relacionadas ao tênis, mas pelo andar da Carruagem, com queda de rendimento do Big three, acho que o Dalcin vai ter que mudar o nome desse site para Cinema Brasil.
    😀😀😀😀😀

    1. Marcelo Costa

      Genial seu comentário, mas cabe aos amantes de tênis, não de tenistas, manter o blog ativo, falando do esporte, debatendo, interagindo, pois, só assim não migraremos para cinema e livros no blog do TENISBRASIL.

    2. Paulo F.

      HAHAHAHAHAHA!!!!
      Vai acabar o Blog do Tênis e vai ser renomeado Blog de Filmes, Músicas e Livros do Dalcim.

  26. Pedro

    Dalcim,

    A quadra de Toronto está muito mal pintada, toda manchada, nem clube apresenta um acabamento tão ruim. Um Masters 1000 com este problema? Se fosse no Brasil estavam detonando, mas como é no Canadá, ninguém fala nada.

  27. Ronildo

    Está explicado porque Djokovic foi campeão de Wimbledom este ano: Berrentini havia se contundido na semifinal.

    Eu nunca vi um cara bater tanto recorde e ser tantas vezes campeão em cima da desgraça alheia!!!

    Mas nada se compara à contusão de Murray que estava mentalmente preparado para reinar por pelo menos uns 3 anos como número 1 do circuito.

  28. Periferia

    Morreu Tarcisio Meira.
    Um dos maiores atores brasileiros.
    Muito ligado a televisão…onde fez novelas e séries de grande impacto.
    Tarcisio Meira foi um ator completo.
    Foi ator de Glauber Rocha em a Idade da Terra no Cinema Novo.
    Atuou em adaptações de Nelson Rodrigues (Beijo no Asfalta e Boca de Ouro).
    Foi Dom Pedro no “patriota” Independência ou Morte.
    Trabalhou com Carlos Manga (grande nome das chanchadas) em O Marginal.
    Correu riscos no cinema…fez uma parceria com o “existencialista” Walter Hugo Khouri em dois filmes ( Amor Estranho Amor e Eu…encarnando o personagem símbolo de Khouri…Marcelo).
    No teatro fez várias peças…entre elas o sucesso Tudo Bem no Ano que Vem com sua esposa Glória Menezes…
    A última peça foi O Camareiro de Ulisses Cruz (que tive o privilégio de assistir)…interpretando um ator shakespeariano (Rei Lear) que esquece suas falas.
    Taí um cara que foi bem mais do que um galã das novelas da Globo.
    Morreu de covid hoje…mesmo tendo tomado as duas doses da vacina.

      1. Periferia

        Olá Leme

        Sim….filme inglês dirigido por Peter Yates…que é baseado em obra de Ronald Harwood….que ganhou o Oscar pelo roteiro adaptado de O Pianista do Polanski.
        É dele também o roteiro de O Escafandro e a Borboleta.
        É um roteiro que valoriza muito o ator.
        Albert Finney e Tom Courtenay participam do filme… dão show.
        A peça do Ulisses Cruz tem uma abordagem menos “britânica”…acho mesmo que foi adaptada para homenagear Tarcisio Meira…que claramente tinha dificuldade de saúde (dificuldade de respirar…foi fumante).

    1. Maurício Luís *

      As vacinas servem pra diminuir bastante a chance de complicações graves, mas nenhuma e infalível. Tarcísio era mais do que um ator completo, era ícone, ídolo e muito mais. Uma pena.

      1. Carlos Reis

        Algumas pessoas defendem mais as vacinas do que a própria mãe… Estas p/ Covid são EXPERIMENTAIS, portanto, quem se vacinou, É UMA COBAIA. Boa Sorte a todos os participantes desse Experimento em Massa, aposto que vão precisar.

          1. Carlos Reis

            kkkkkkk este rapaz perdeu o cérebro em algum lugar… E não apenas ele, muita gente segue o GADO, sem questionar NADA. Triste demais o que está acontecendo no mundo, o futuro é NEGRO.

        1. Maurício Luís *

          Carlos, eu até o acho uma pessoa de boa intenção, mas teima em confundir Capitão de Fragata com Capetão de Gravata. As vacinas não são “experimentais” como você escreve em maiúsculas tentando convencer as pessoas. Já foram testadas e experimentadas em voluntários no mundo inteiro. São emergenciais. Confunde também obrigatoriedade com coerção. Algum soldado foi bater à porta da sua casa pra arrastá-lo a tomar vacina? Por outro lado, que obrigação tem um diretor de hospital de contratar um enfermeiro que não quer se vacinar? Que obrigação tem um país estrangeiro de aceitar entrada de turista não vacinado? O site da OMS informa que já morreram 4.350.000 pessoas com o vírus. Mas o movimento anti-vacina, com sua indignação SELETIVA, ignora isso. Importa-se com raros casos de reações graves, sendo que esses raros casos estão sendo devidamente monitorados. Grávidas, por ex, já não podem mais tomar a Astrazeneca. Então embora você não acredite, mas deixo aqui registrado, os casos de reações graves estão sendo investigados e as devidas providências tomadas caso a caso. Ah, e obrigado pelos votos de boa sorte. Desejo-lhe em TRIPLO, que é o mínimo que a sua pessoa vai precisar pra escapar desse vírus sem tomar vacina.

    2. Marcílio Aguiar

      Caro Peri, me lembro também de “República dos assassinos ” de Miguel Faria jr. Se não me engano na trilha sonora tem ” não sonho mais ” de Chico Buarque, cantada por Elba Ramalho. Acho que era o tema para um personagem travesti, se a memória não estiver me traindo.

      1. Marcílio Aguiar

        Também se foi o Paulo Jose, de grandes trabalhos com ator e direto na Tv , no teatro e no cinema (Macunaima).

        Ao lado de Flavio Migliaccio fez uma dupla na tv globo dos anos 1970 (Sherif e Shazan).

        Mesmo com Parkinson há muitos anos continuou trabalhando como ator.

          1. Luiz Fabriciano

            O Palhaço é um espetáculo e Selton Melo é genial.
            Ele sai à procura de uma moça que trabalha numa auto pecas, chamada Aldo Auto Peças.
            Quando ele encontra a loja, encontra também o dono, que se chama Aldo (por sinal, seu irmão Danton), e protagoniza uma fala,em sua voz macia, que jamais me esquecerei, perguntando: “você que é o Aldo, da Aldo Auto Peças?”

    3. Marcelo Costa

      Mesmo tomado as duas doses da vacina, me perdoe mas é leviano, temos que ter cuidado, pois, estamos cercados por descrentes da ciência, e qualquer argumento para armar seus devaneios devem a todo custo ser evitado, pois, circulam nas maléficas redes a “ineficácia” do imunizante que o ator tomou.
      Nessa luta de desinformação o vírus vence, ou muta, ou mata ou todas as respostas.

      1. Maurício Luís *

        Eu havia exatamente pensado nisso. Os terraplanistas-negacionistas do anti-vacina agora vão deitar e rolar. Nem sei como que um certo negacionista daqui do blog ainda não veio postar as suas “absurdidades”. Não citarei o nome dele pra não fazer divulgação gratuita.

      2. Periferia

        Olá Marcelo..

        O sentido do “mesmo tendo tomado as duas doses da vacina” é mais um lamento pela perda.
        Vacinas salvam vidas (indiscutível…basta olhar qualquer gráfico sobre o vírus)…mas não é garantia de imunização total…Tarcisio Meira foi um fumante a maior parte da vida…sofria enfisema pulmonar…estava com problemas de rins…isso antes de se contamir.

        E não devemos tentar explicar ou convencer “descrentes”…senão…não seriam descrentes.
        Considero importante as pessoas saberem…que mesmo tomando as duas doses da vacina…ainda correm riscos.
        Mesmo assim desculpe…não queria parecer leviano.

    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , caríssimo P. F. Onde estavas no MASTERS 1000 de Monte Carlo 2021 onde o garoto bateu o “ Rei do Saibro “ nas quartas e Ruud na Semi pra chegar a FINAL ? . Só falta dizer que a mãe dele é Alemã kkkkkk. Abs!

  29. Vitor Hugo

    Dalcim,

    Na sua opinião, o que o Rudd tem de melhor e o que ainda falta pra ele ser um bom jogador nas hards e saibro também, pois ele já mostrou ser um ótimo jogador no saibro(claro, nada comparado a Rafa e Novak e ainda inferior a Tsipas, Thiem, Zverev..)

    1. José Nilton Dalcim

      O que mais gosto dele é a postura mental, sempre muito centrado no jogo. Ele me parece levar bem a sério a carreira. Ele não é um grande sacador, embora se vire bem, e como grande saibrista tem os golpes de base bem sólidos. Gostei de ver que ele tem pegado mais na subida na quadra dura e procurando acelerar um pouco mais. É um candidato sério ao top 10 se mantiver bons resultados no piso sintético.

  30. Rubens Leme

    Para quem gosta de filmes de tribunais, recomendo A Qualquer Preço, um filme baseado em uma história real de um advogado de uma firma pequena especializada em casos de lesões corporais e que sempre faz acordo extra-judiciais, liderados pelo arrogante Jan Schlittman (John Travolta), que pega um caso teoricamente vantajoso, e o torna pessoal, comprando uma briga milionária contra a vontade dos sócios e com o sistema legal.

    https://megafilmeshd50.com/filme/a-qualquer-preco-2/

    1. Roger Fedeiros

      Você já assistiu “Questão de honra” com Tom Cruise, Demi Moore, Jack Nicholson? Achei da hora, também gosto de filmes de tribunais. O filme teve várias indicações ao Oscar, Globo de ouro.

      “Após um soldado morrer acidentalmente em uma base militar, depois de ter sido atacado por dois colegas da corporação, surge a forte suspeita de ter existido um “alerta vermelho”, uma espécie de punição extra-oficial na qual um oficial ordena a subordinados seus que castiguem um soldado que não tenha se comportado corretamente. Quando o caso chega aos tribunais, um jovem advogado (Tom Cruise) resolve não fazer nenhum tipo de acordo e tentar descobrir a verdade.” O filme consagra a famosa frase ” você não aguentaria a verdade”.

    2. Periferia

      Olá Leme

      Frase dentro do filme:

      “O objetivo das ações civis é o acordo…e para chegar-se a um acordo é preciso forçar a outra parte a negociar. Para isto você é levado a gastar mais do que pode e a parte contrária também. A primeira parte que tomar consciência disto, perde”.

      Tem o mérito de ser um dos primeiros filmes a discutir a questão ambiental.

      1. Rubens Leme

        O Dossiê Pelicano discutiu isso anos antes também, mas o elenco de A Qualquer Preço é muito melhor e o filme muito mais dramático.

        E também adoro quando Rober Duvall ensina que nunca se deve perguntar “por que” em um tribunal, a não ser que saiba a resposta de antemão. Esse equívoco é mostrado em A Testemunha de Aquisição quando o advogado, Sir Wilfrid inquire a empregada Janet McKenzie sobre o televisor e toma uma invertida.

        Adoro Robert Duvall, é um daqueles atores que sempre roubam a cena.

        1. Periferia

          Olá Leme

          Robert Duvall que surgiu com O Sol é Para Todos…de Harper Lee (olha ela aí de novo).
          Ele faz um papel pequeno…mas muito importante.
          Tem um filme recente dele chamado O Juiz….com Robert Downey Jr….um show de interpretação…recomendo…acho que está na Netflix ainda.

          O Dossiê Pelicano não gosto…não deixaram o Denzel Washington (negro) beijar a Júlia Roberts (branca)…perdeu alguns pontos comigo…rs

          1. Rubens Leme

            Ah, fizeram essa pergunta pro Denzel várias vezes. Uma das respostas que deu é que ele não quis, porque as suas fãs (na maioria esmagadora, mulheres negras) não gostaram quando ele beijou a atriz Mimi Rogers em um flme de 1989 e, por causa disso, ele recusou a cena com Jula, que disse que queria sim, beijá-lo.

            Essa história é parcialmente contada neste video – https://www.youtube.com/watch?v=0COnV4kHbh8

    3. Marcílio Aguiar

      Certa feita assisti na TV um filme cujo nome não consigo me lembrar. Peter Coyote era um advogado renomado em uma pequena cidade e causou comoção e um debate ético sobre o papel de um criminalista. Gostaria de assistir novamente, mas talvez seja só produção para TV. Dei um Google mas não encontrei. Talvez nao tenha sabido procurar. Se alguém tiver notícias, por favor…

        1. Marcílio Aguiar

          Leme, obrigado! É esse mesmo. Eu não soube pesquisar rsrs, mas agora me lembro até do titulo. Vou arrumar um tempo para assistir novamente.

          Sobre “a canção do carrasco” eu tinha uma obsessão de ler desde a época do lançamento, em 1979, mas só concretizei há dois anos. Valeu a pena.
          Não é surpresa, mas é triste constatar que uma condenação capital se prestar a “negócios de toda natureza”, em que até o condenado recebe a sua porção.
          Eu fico a imaginar como um acontecimento desse seria tratado pelos meios de comunicação nos dias de hoje, com a cobertura em tempo real e fabricação de celebridades de toda espécie.

  31. Paulo Almeida

    Djoko pulou Miami, Madri, Toronto e Cincinnati, ou seja, quatro Masters e não três, como eu havia dito. Está se mantendo como número 1 porque ganhou os três Slams e o Medvedev não conseguiu pontuar tanto nos dois últimos, embora quartas de Rolanga tenha sido uma grande evolução. Caso o Craque faça uma grande campanha no US Open, o sétimo year-end estará bem encaminhado, mesmo com todas essas ausências.

        1. Luiz Fernando

          Deve ser mané, com 20 GS na bagagem, melhor parar por aí, senão o piloto da “Ferrari” fica tenso kkkk…

  32. Daniel C

    Atualmente um torneio sem o Djokovic é algo que me anima e me deixa com vontade de assistir, pois fica a garantia de que teremos um jogo mais interessante na final e um novo campeão, que no momento é mais difícil de prever pois não há um grande domínio ainda de nenhum dos Next Gen. Já com o Djokovic, existem grandes chances de ver aquele filme repetido de sempre: o servio só rebatendo tudo, deslocando o adversário e com uma curtinha aqui e ali como “variação”, se aproveitando de erros do adversário nos Big points e no final ficando com o título para o delírio de sua torcida mais radical, que só se interessa pelos números e recordes. Muito chato.

    1. Luiz Fabriciano

      Como é bom ler elogios de quem procure sempre desmerecer alguém.
      Depois não entendem como o sérvio se alimenta!

      1. Helena

        Acho que qualquer pessoa que fala nesse tom do Djoko deveria ganhar um box com 24h seguidas de jogos do Khachanov.

    2. Marcelo Costa

      Você definiu a síntese do tênis, variação, sustentar troca de bola, partir da defesa para o ataque, o que seria preciso fazer mais?
      Todos jogadores do profissional ao amador, requer uma constância, uma solidez defensiva, uma variação, se você acha chato está vendo o esporte errado, hoje todos jogam assim, ou você acha que é possível ficar distribuindo winners, jogadas mirabolante, pontos lindos?
      Sejamos racionais ao analisar.

      1. José Yoh

        Sobre o jogo atual, perfeito Marcílio. Não dá mais para jogar sem consistência. E digo mais, uma grande defesa às vezes é mais bonito que um bom ataque. E aprecio bastante um contra-ataque também.

        Agora sobre o jogo de tênis, vou ser bem sincero nesse ponto. Gosto de jogar tênis, mas assistir eu acho muito longo e a maioria das bolas termina com um erro de uma das partes, algumas vezes bizonhos. Tem muito tempo sem jogo, com muitas paradas.

        É só ver pelos highlights quantas boas jogadas temos em uma partida. Dá para contar nos dedos.
        Penso que é necessário rever algumas regras do esporte para ficar mais dinâmico, se desejarem continuar atraindo o interesse dos jovens.

        Não sei se é muita impaciência minha mas é o que eu acho.

      2. Jonas

        Simples: não assiste aos jogos.

        Uma partida incrível que o Federer fez foi no Australian Open 2017, onde ele usou toda essa caixa de ferramentas que você mencionou. Inclusive há um ponto espetacular no quinto set entre ele e Rafa em um rally histórico.

    3. Paulo Almeida

      Quer enganar quem, cara-pálida?

      Você não verá nenhuma partida de tênis até o USO, pois vive de secar o rei Djokovic. É mais fácil assistir a algum vídeo no YouTube da horripilante entressafra 2003-2007 com qualidade 240p nesse ínterim. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

    4. Paulo F.

      Quem lê essa pré-viúva do Federer, pensa que o Federer era um puro jogador de rede.
      Chega à conclusão que o suíço nunca, jamais trocou mais de 3 bolas em toda a sua carreira.
      kkkk
      Piada.
      Federer foi justamente um dos que levou à sepultura o chatíssimo e enfadonho saque-e-voleio com seu consistente jogo de fundo e passadas avassaladoras.

      1. Paulo Almeida

        São os mesmos que acham que a “terrível” padronização de 2002 em Wimbledon prejudicou o Federer. Teria sido o caso se ele fosse somente um pobre sacador-voleador sem mais nenhum recurso.

        Enfim, os caras se enforcam sozinhos nos seus haterismos ao demonstrar que nem sabem como o cara jogava.

  33. Bel Grado

    Vejo de forma bastante positiva o fim da carreira do BIG 3 para o circuito (do ponto de vista dos patrocinadores). Pois ao cabo, eles atingiram tal nível, que poucos podem pagar e os patrocinadores precisam de um período de alívio para continuar investindo no esporte tênis de forma saudável.

    Mas certamente não deixarão de investir (já estão) quantias menores em jogadores que estão começando a despontar no domínio do “novo circuito”.

    Aliás, e mudando de assunto, vi há alguns anos muita gente em sites de fora (foruns) comparando a geração “NEXTGEN” com a “NEW BALLS, PLEASE” e exaltando a NEXTGEN, que segundo eles, teria um nível muito melhor que a anterior.

    Aos que acham o NEXTGEN melhor, me vem â mente que vários da geração de Guga (da ‘New balls, please’) ganharam GS e foram líderes do ranking (com destaque para Federer, Hewitt, Guga e Roddick, nesta order).

    Enquanto isso, a NEXTGEN segue completamente dominada pelo BIG 3/4. Parece que só vão mesmo deslanchar após o fim desta era que se aproxima.

    1. José Yoh

      Faz um tempo que defendo a tese que o Big 3, embora sejam espetaculares, só conseguem se manter com a idade que tem porque possuem muita grana. O dinheiro compra os melhores preparadores físicos, suplementos, estatísticas de jogo e estratégias, medicamentos (legais), equipamentos e câmaras hiperbáricas (rs).

      Uma coisa muito evidente é como o corpo deles aguenta mais que o dos jovens. São poucas lesões para a idade que tem. Os jovens por outro lado vivem lesionados. Aguentam mais por partida também, vencendo jogos de 5 sets.

      Eles jamais terão acesso à tudo isso a não ser que comecem a ganhar torneios, mas para ganhar torneios precisam de tudo isso.
      E por isso nenhum nextgen chega no nível físico, tático e consequentemente mental desses caras. O dinheiro nunca vai para eles.

        1. José Yoh

          Acho que a questão não é ter mais; é ter o melhor, Helena. O melhor custa muito mais caro, principalmente a questão médica.
          Não consigo achar explicação para pessoas 15 anos mais novas aguentarem menos e se machucarem mais.
          Abs.

          1. Helena

            Olá, José!

            Então, eu consigo ver sem problema algum. Primeiro, que estamos comparando ótimos jogadores com três das maiores lendas dos esportes. Essa comparação por si só já é massacrante.

            Em continuação, é óbvio que o Big3 possui equipes e suporte de primeira categoria, no entanto, acredito que a diferença vá muito além de tudo isso. Esses 3 jogadores possuem uma série de fatores que os tornam muito diferenciados, como o fato de terem um enorme talento, muita disposição e disciplina para treinar forte, ambição de tentar sempre melhorar, relacionamentos sólidos, um núcleo familiar e de amizade bem fechado, além de grandes rivais que o estimulem a crescer. Então, são muitos elementos que contribuem para a questão física, técnica e mental estarem em dia.

            Vejamos alguns dos nextgen, por exemplo:

            Medvedev não é tão obcecado pelo tênis quanto os rivais. Gosta, leva a sério e se dedica, mas seu foco número parece muito mais o casamento e a família.

            Tsitsipas se dedica muito, mas é um cara muito solitário e sem praticamente nenhuma amizade, além da tendência para dramatizar qualquer acontecimento da própria vida, o que resulta nesses baques já tão conhecidos.

            E o Zverev não consegue nem chegar nos horários nos treinos…. kkkkkkkkkkkk

            Então se não são tão focados quanto o Big3, se não se alimentam tão bem, se não conseguem manter a paz de espírito, nem treinam com a mesma intensidade, fica difícil mesmo.

            Aliás, a tendência é de uma carreira cada vez mais longeva para os atletas de elite que sabem se cuidar. Aos 36 anos, Cristiano Ronaldo segue sendo o primeiro a chegar nos treinos da Juve; após não estar satisfeito com seu desempenho nas semis de Barcelona, Nadal virou imediatamente pra seu staff e falou para irem direto treinar na quadra 2; alguns anos atrás o Messi mudou a alimentação ao sentir que estava caindo de ritmo. Veja que todos esses pontos não requerem mais condições financeiras, mas sim uma dedicação profunda à excelência na profissão.

          2. Bel Grado

            Acredito, Jose Yoh, que algumas características não se compram:
            – Talento
            – Disciplina tática
            – Disciplina de treinamentos e alimentar
            – Disciplina em manter a rotina por anos a fio.

            Como exemplo, gosto muito de assistir aos jogos do Federer (sou fã), mas aquela história de que ele gosta de sorvete, chocolate e queijo (apenas para exemplificar), não passe de balela.

            Para você evoluir ao nível deles, o nível de disciplina exigida é quase absurda. Não se pode ter dias de sono ruins, ou de alimentação errada. Muito menos, sair fora da recomendação nos treinamentos.

            Na minha opinião, estes quesitos para estes jogadores é cumprida a risca, por anos a fio.

            E para quem gosta desta rotina e consegue enxergar nela algum prazer em trilhar o caminho visando o resultado, vou te dizer: é um tremendo prazer seguir a risca, só para sentir o gosto doce de obter o retorno esperado (chega a ser um vício, independente da atividade que vc exerce).

            Em resumo, meu amigo: você tem que gostar, e muito! Se não gostar, esta rotina engole o teu psicológico e vai te mastigar “com farinha” na primeira vez que você por qualquer razão, esmorecer.

  34. Sérgio Ribeiro

    Já vimos jogos excelentes antes das quartas neste MASTERS 1000 de Toronto. Com destaque pra Ugo Humbert x TSITSIPAS.
    Tem gente que não se tocou ainda que os atuais TOP 2 e 3 permanecem vivos . Lendo alguns comentários , percebe-se claramente quem gosta do Esporte ou apenas do seus ídolos . Coisa de torcedores de futebol que postam em lugar errado. Está mais do que na cara que jogadores que já não temem tanto o Big 3 ( sim todos ) , estão desfilando seu talento pelas quadras . Basta achá-los rs . Abs!

    1. Luiz Fernando

      Claro, imaginemos um campeonato paulista sem São Paulo, palmeiras e Curintia, vamos achar o Juventus, portuguesa santista e o Mirassol kkk. Abs!!!

      1. Sérgio Ribeiro

        Hum a carapuça serviu direitinho né…? . E’ óbvio que jogadores como MEDVEDEV, TSITSIPAS ( N 2 e N 3 do Mundo ) , não podem ser comparados a times do famoso Paulistinha … Tu mesmo viu a mídia chamando um jogador de Baby Federer e este não vingar . Como acompanho os Torneios , depois dos 26 já dizia que a comparação não cabia por seus golpes , nem de longe , serem tão contundentes quanto os do Sênior rs . Agora , não tenhas dúvidas que o N 2 , N3 , N 5 ( Zverev ) , N 6 ( Thiem) , N 8 ( Berrettini) , e as jovens promessas como Umbert , Sinner, Ruud , e CIA , já são bem superiores a geração perdida de Dimitrov , Nishikori , Goffin , Cilic e CIA . Em vez de desdenhar com seu ridículo “ magistral “ , assistes os Torneios pois verás que teremos vida pós Big 3 . O nível que o Campeão Olímpico apresentou contra o N 1 , em breve veremos nos SLAM . A conferir. Abs!

  35. Vitor Hugo

    Bem lembrado pelo colega, Stanimal não só espancou Novak nas duas finais de slam que disputaram, como também bateu o sérvio na terra do canguru.
    Na Austrália, o sérvio perdeu de Federer, Chung, Istomin, Stan…
    Soberano!? Kkkkkk
    Em 2008 só venceu Roger devido a mononucleose do suíço, e o começo da temporada era o pior momento de Roger, pois o suíço contraiu a doença logo na pré temporada.

    1. Jonas

      A questão da mononucleose já foi refutada pelo próprio Federer, em declaração de Março de 2018, salvo engano.

      Além disso, é óbvio que tenista nenhum chega a 4 finais de Slam (RG, WB, USO, AO) por acaso. O problema do suíço foi o Nadal, que já vinha melhorando seus resultados nas hards e grama. Não por acaso, derrotou Federer em Wimbledon 08, Australian Open 2009 e fez uma de suas melhores temporadas em 2010.

      Sobre Novak, bom dizer que já tinha derrotado o suíço em Montreal 2007. Naquela época a derrota do suíço por 3 x 0 no Australian Open pareceu uma zebra, mas hoje, com o sérvio tendo 9 títulos na conta, vemos que não foi.

      E Federer, aos 29 anos, também foi dizimado pelo sérvio no Australian Open 2011, por 3 x 0, bom lembrar.

      1. Sérgio Ribeiro

        Como sempre conta a história pela metade , né espertíssimo Jonas . Foi dizimado mas no ano seguinte eliminou o Sérvio na Semi de WIMBLEDON 2012 e levou o Caneco recuperando o N 1 . Como não foi FINAL a Turminha da Kombi omite mesmo sabendo que estaria 7 x 7 no All England Club. E sinceramente não acredito que Novak atinja OITO conquistas em Londres e muito menos as DEZENOVE nesta superfície rsrs. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. O Craque Suíço tratou de descartar qualquer problema com a Mononucleose. E jamais perdeu por abandono em 1513 partidas . Bem parecido com o “ guerreiro dos Balcãs “ rs . E se possível, lembrar ao Piloto que foi 3 x 1 em Londres 2012 kkk. Abs!

        2. Jonas

          É justamente esse o ponto.

          Federer, com o estilo de jogo que tem, aguentou anos e anos e ótimo nível. Nadal e Djoko idem.

          Vc é tão desatento que nem percebeu que concorda comigo, kkkk.

        3. Jonas

          E complementando: Federer chegou a ser número 1 por poucas semanas em 2012, embora tenha perdido o posto pouco depois para Djokovic.

    2. Paulo Almeida

      Sim, o sérvio foi batido em um jogo duríssimo decidido no quinto set com 9-7 pro único suíço que realmente incomodou o prime Djoko não só em Melbourne, como em outros Slams, porém sem espancamentos. Espancamento de verdade a gente viu na semi de 2016 ou nas vitórias fáceis por 3×0 em 2008, 2011 e 2020 na Austrália, 3×0 em Roland Garros 2012, 3×1 em Wimbledon 2015 e 3×1 no US Open 2015.

      1. Sérgio Ribeiro

        Exato , P. F. Para sorte de Federer ele é HEXACAMPEÃO do AOPEN, OCTACAMPEÃO de WIMBLEDON e PENTACAMPEÃO do USOPEN rs . E no famoso h2h o SEIS anos mais velho em CINQUENTA encontros leva desvantagem de apenas 4 , 23 x 27 . Sortudo o Craque Suíço rsrs. Abs!

        1. Paulo F.

          Exato, Ribeiro!
          Justamente por isso mesmo que Federer conseguiu tantos títulos na Austrália.
          Por nunca ter enfrentado Djokovic em finais na Oceania!

    3. Luiz Fabriciano

      Vitão (se me permite Rodrigo S. Cruz), tu que és entendido do assunto, me diga o que quer dizer 9 de 9?
      Dou-lhe uma dica: só é menor que 13 de 13.
      Aliás, vai outra: o protagonista do 13 de 13 perdeu o posto em 2021 de jamais ter perdido após atingir a semi na cidade luz.
      Desculpe, não me contentei e vou dar mais uma: pneu em casa…

    4. Bel Grado

      É fato que depois da mononuclose, Federer nunca mais teve o mesmo domínio (a mesma mononuclose que acabou com a carreira do Ancic e do Soderling).

      Mas não usamos questionar os números do Djoko. Eles são de fato melhores, mesmo que o Federer possa ter ganho alguns grandes jogos como os que vocÊ mencionou.

      Creio só podemos contestar seu comportamento, que não é dos melhores dentro da quadra. Tanto que só ele tem o título de covidiota do ano (e ainda tentando o bi).

    1. José Nilton Dalcim

      Ele diz que havia sofrido uma distensão na perna esquerda na semifinal de Wimbledon e foi esse motivo alegado para não ir a Tóquio. Então acredito que continue sua recuperação. Por enquanto, está em Cincinnati.

    1. José Nilton Dalcim

      Gosto dele, principalmente porque é bem descontraído. Tem vários recursos, mas precisa levar um pouco mais a sério se quiser chegar lá na frente.

  36. José Eustáquio Masculino Cruz

    Bem,imagino sériamente que Rafael Nadal se manter saúdavel ate a giria do saibro logo após irá por um ponto final na sua carreira,Federer já acabou faz tempo infelizmente mas tudo tem o dia,Djokovic se não endoidar vai ganhar um GS aqui outro ali, mas vai ser raro e mais 2 anos encerra também o que alimentava Djoko era ganhar do Federer e Nadal,é a vida aceitem ou não e todos estão de Parabéns!

    1. José Nilton Dalcim

      Tecnicamente, ele é superior. Joga muito melhor na base e devolve bem. Então acredito que pode.

  37. Eneas

    Dalcim, a previsão de chuva para esta semana em Toronto e consequentemente vários jogos interrompidos e também muito calor e humidade, não seriam o motivo principal da desistência do Nadal do torneio. Pra mim se não tivesse chuva é um tempo agradável a dor no pé se tornava suportável.

    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito, Eneas. Ele até poderia gostar da chuva para ter um ou outro dia de descanso. A desistência dele é preocupante.

  38. Marcílio Aguiar

    So iremos sentir menos o vazio que os 3 deixarão a partir do momento em que Medvedev, Zverev, Tsitsipas, Sinner e algum outro chegar com frequência e ao mesmo tempo nas rodadas finais. Isso propiciará o surgimento de rivalidade que ainda não existe entre eles, mas parece ser um componente fundamental para marcar épocas.

      1. Paulo F.

        kkkk
        Aquela vez em Miami foi bizarro.
        Tsitsipas xingando o Medvedev de russo de m…
        Sendo que a mãe do Tsitsipas é russa.

      2. Marcílio Aguiar

        Mas ainda são poucos confrontos em finais de grandes torneios. Tendem a ser protagonistas junto a Sinner e Sacha.

  39. Marcílio Aguiar

    Por mais que os tenistas das novas gerações tenham gabarito para jogar em alto nível e manter o interesse pelo esporte, é uma sensação estranha olhar as chaves de vários torneios em sequencia sem a perspectiva de encontro dos titãs. Se não houver uma recuperação consistente do touro miura (RF para mim já é carta fora do baralho), provavelmente a semi de RG 2021 terá sido a ultima batalha épica envolvendo o trio.

  40. Luiz Fernando

    Esse atual torneio de Toronto, ao menos p mim, perdeu completamente a graça. Claro q nos momentos finais, talvez a partir de sexta, os jogos devem ser mais atrativos, mas não ter alguém para torcer claramente a favor ou contra é bem chato. Cincy será igual. É uma avant première do que vem pela frente com fim inexorável do Big3…

    1. Miguel BsB

      Eu sou o contrário. Gosto de assistir tênis…torcer eu deixo pra torcer pelo Verdão. Rumo às semis da Libertadores!

  41. Luiz Fernando

    Vi no Insta q Rafa voltou a Europa, o q só pode significar q o problema no pé é mais sério do q ele imaginava. Me parece bem provável q também não vá só USO…

  42. Marcelo Eiras

    Situação hipotética:

    Um jogador qualquer, ao final de Cincinatti sentiu uma lesão no cotovelo e pulou o US Open, porém em entrevista ele diz que o saldo em GS para ele está positivo, pois ele conseguiu vencer um GS, então o jornalista pergunta:

    “Você acha que a carga emocional que você teve nas três finais de GS que você disputou ajudou você a pular o US Open, afinal, você disputou uma final contra Djokovic no AO, em que no quinto set estava 5×4 e saque para o sérvio, uma final de RG contra Nadal, em que no quinto set estava 5×4 para o espanhol e uma final de Wimbledon contra Federer, em que no quinto set estava 5×4 para o suíço, e mesmo nessas condições você conseguiu vencer um desses GS.”

    A resposta desse jogador:

    “Provável, desgastei muito nesses torneios.”

    De primeira, qual desses GS ele ganhou?

  43. Sandra

    Dalcim , os jogadores jogam com uma velocidade tão grande e força também que fiquei numa duvida , a raquete , conforme ela e feita ajuda a fazer menos força no braço ??

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, o material e a aerodinâmica são fundamentais, mas não se esqueça que as cordas também têm um papel fundamental nisso.

  44. Vitor Hugo

    Certo, Federer é o único do big 3 que perdeu final no seu slam favorito…….. PORÉM, é o ÚNICO do big 3 que mais venceu do que perdeu em finais de 3 dos 4 slam disputados.

    Roger mais venceu do que perdeu em Wimbledon, U.s open e Austrália Open.

    Nadal mais venceu do que perdeu em finais apenas em RG e u.s open.

    Novak mais venceu do que perdeu apenas na Austrália e Londres..

    Ou seja, Federer é o mais regular dos três em finais em slam diferentes, apesar de não ser imbatível em finais no seu palco favorito.

    Explico: Em 2008, ano da derrota para Rafa, foi quando começou a padronização dos pisos e o ano que Federer teve mononucleose.

    Já as finais perdidas para o sérvio, Roger já estava com mais de 32 anos, longe do auge, 6 anos mais velho que um rival quase tão bom quanto ele. Simples.

    1. Paulo Almeida

      Tirando a mentirada de sempre, só deu pra aproveitar Djokovic 3×1 Federer em finais de Wimbledon. O sérvio é quem manda na grama também.

    2. José

      Isso porque o Federer sempre perdia antes na semifinal para o Djokovic (2008, 2011, 2016, 2020). Sorte dele não terem se encontrado nas finais.

    3. Djalma Jorge

      Me lembro aquele AO de 2014, antes de Federer chega na semi tava geral impressionado com o tênis que ele tava jogando, aí vem gnt dizer que 32 ele já não tava no auge, quando na verdade tão tratando como se ele já tivesse aposentado.
      E 2019, por favor, né, dois match points e saque e não converte, a derrota não foi pq n tava no auge, com ctz n foi

      1. Jonas

        Djalma, isso é fato.

        Aconteceu em Wimbledon e USO 2015 também. Federer varria todo mundo, mas era dominado por Djokovic na final.

        Abs.

      2. Paulo F.

        Exato, Djalma.
        Federer não sacou “quase nada” na final de 2019 de Wimbledon.
        É que não tava mais no auge….kkkkk
        Mas desconsidere esse sujeito.
        Além de sofrer do Transtorno Dissociativo de Identidade, Vitor Hugo (nome atual) é um mentiroso compulsivo.

    4. Alceu

      Puts…eu até entendo o camarada dizer que a idade preponderou em uma disputa de n1, tanto que você vê essa temporada, Nole ganhou os 3 GS, mas duas campanhas boas de Tsitsipas nesses dois Masters já podem botar ele a menos de mil pontos de Djokovic, isso pq o grego consegue jogar uns 500 torneios seguidos, já Djokovic se jogar 2 seguidos já fica quebrado. Por isso até que eu contesto muito o ranking da temporada passada, pois uma temporada completa poderia mudar totalmente do desenho final dela.
      Agora Grand Slam’s???? Desculpa, mas onde tu viu Federer jogando mal em Wimbledon 2014. 15 e US Open 15??? Muito pelo contrário, sempre chegou voando, Wim14 chegou perdendo só um set, 15, também, inclusive passando o carro em Murray que um ano depois terminaria a temporada como n1. US Open 2015 nem se fala, foi atropelando um por um até ser atropelado por Djokovic, e um ano depois Wawrinka ganharia do sérvio na final. Wim 19 não da pra discutir.
      Aquele AO de 2018 mesmo, foi totalmente empurrado pela barriga por parte do suíço, não tinha feito nada demais o torneio todo, e ainda se complicou contra Cilic na final, ali a pessoa poderia até dizer que a idade causaria uma derrota pra Djokovic naquele torneio, pois o suíço tava totalmente no automático, muito diferente do ano anterior. Digo até que foi um GS que ele ganhou jogando mal.

      Não foi a idade que fez o suíço perder os GS pra Djokovic, foi o sérvio que fez isso com o suíço, lhe causando traumas que seriam sentidos em 2019

  45. Hugo

    Para mim , por enquanto , não tenho vontade de assistir um torneio sem nenhum dos big3 da historia .
    Porem acho que com o tempo isso se resolve .

  46. Periferia

    Melancolia

    Noite de inverno…
    Ouvia-se o relógio palpitar soturnamente ao fundo da longa sala…sentado…um homem olhando o vazio.
    Sentia-se desconsoladamente que naquelas escuras paredes com desbotadas tapeçarias…um teto de estuque já sem cor…com móveis despolidos pelo tempo… há muito não ecoavam aplausos e palrear de fãs.
    Apesar dele…que lá permanecia imóvel…a casa toda parecia desabitada.
    O homem…apesar das rugas e dos cabelos falsamente negros…não era velho.
    Estava cansado…triste…sentia-se inútil e vencido…quedava-se…sem ânimo para mais nada…assentado tristemente.
    Agora…era um navio inútil…sem carga…sem destino…sem bandeira e sem munições para nenhum combate.
    Vagava errante e perdido…por todos os mares da tristeza…sacudido por todas as tempestades e por todos os vendáveis da intemperança e do fracasso.
    O silêncio foi quebrado…
    – O jantar está pronto Roger…

  47. Rafael

    Federer, com todo o respeito pelo que fez, já era, concordo com alguém que postou que internamente ele e sua equipe até já decidiram pela aposentadoria, só falta definir como e aonde. Não é demérito nenhum, acabou, como acaba pra todo mundo.

    Agora não entendo o papo sobre Nadal. Ele teve lesões a carreira inteira, ele próprio diz que cogitou parar com 26 anos. De lá para cá, 9 anos se passaram e ele ganhou um monte de torneios.

    Creio que ele compete (e bem) por pelo menos mais dois anos. E, competindo bem, Djoko, Medvedev, Tsitsipas etc terão MUITO trabalho para vencê-lo.

    Ainda ponho pelo menos um RG na conta dele. Pelo menos.

    1. José Eduardo Pessanha

      Nadal já foi. Inofensivo na quadra dura e certamente estará abaixo de Djokovic, Tsitsipas, Zverev e superesTHIEMado no próximo Roland Garros. E detalhe: em RG estará fora do top 4, se duvidar até do top 8. Ou seja, vai enfrentar pedreiras desde cedo. Não terá uma chave baba como foi esse ano, quando enfrentou Popyrin, Gasquet, Norrie, Sinner, Schwartzmann, etc…
      Abs

  48. Oswaldo E. Aranha

    Não acredito que o Djokovic esteja pulando torneios por motivos físicos e sim, acho, por necessidade de se reciclar mentalmente, dado sua postura equivocada nas Olimpíadas. Não quero só critica-lo, pois para isso já existem os detratores de plantão; mas realmente penso que ele deve estar mentalmente se punindo.

    1. Bruno Gama

      Que viagem, o que ele mais faz é passar vergonha, se estiver se “punindo” é por não ter levado o ouro e completado o golden slam pra alimentar o egocentrismo, não por causa de postura, já fez coisas bem piores e apareceu com a cara lavada depois como se nada tivesse acontecido.

  49. Lucas Leite

    Mestre, depois de escrever um texto como esse, em que se marca o início de uma nova fase no mundo do tênis, não te conforta assistir um jogo como o do Tsitsipas e do Humbert? Jogo muito emocionante, que empolgou a torcida e teve grande nível técnico também! Esse tipo de jogo me dá esperanças de que o futuro do tênis está em boas mãos!

    1. José Nilton Dalcim

      Com toda a certeza, Lucas. Belíssimo jogo, como aliás os dois têm feito com frequência. Humbert vai estar logo, logo brigando pelo top 10, tem muita qualidade.

  50. Bel Grado Fa

    Ainda que longe do estilo de Ferrer, temos uma “formiguinha” (elogio!) galgando o ranking deste ano: Casper Ruud. Longe de ter o mesmo reconhecimento de outros tenistas mais talentosos de sua geração, está conseguindo extrair tudo dos recursos que possui. E após uma boa temporada no saibro, tende a conseguir colher bons resultados na quadras duras também, fruto do ranking que alcançou.

    Se conseguir manter o ritmo, poderia até mesmo alcançar um inesperado TOP5.

      1. Bel Grado

        Concordo com você, Meu Querido. Mas mesmo não sendo especialista, o ranking mais alto proporciona a ele começar os torneios enfrentando jogadores de ranking mais baixo e eventualmente passar mais facilmente pelas primeiras rodadas, mesmo não sendo um especialista.

        E ele tem até agora aproveitado muito bem suas chances, até melhor que jogadores de mais recursos.

        Não acha? Ou estou equivocado.

  51. Jonas

    Só respondendo ao colega do post anterior.

    Não tenho a menor dúvida que o sérvio é soberano na Austrália. São 9 títulos, nenhum vice. E cansou de bater Federer, Nadal e Murray em Finais e Semis.

    Esses são os fatos. Claro que perder para alguns bagres é estranho, mas não chega a surpreender tanto, visto que em 2017/início de 2018 o Djoko esteve na pior forma da carreira.

    Conseguiu perder para Paire, Taro Daniel, Kyrgios etc, enfim, bizarro mas compreensível pela péssima fase. Abs.

    1. Paulo Almeida

      Sim, o único que pode se gabar de ter vencido um prime Djoko em Melbourne foi o Wawrinka em 2014. O GOAT é soberano por lá, mas esse termo não é recomendável, vide o que virou o SPFC, rs.

      Além dos bagres que você citou, ainda perdeu pra Goffin, Paire, Klizan, Edmund e Cecchinato.

      1. Jonas

        verdade, palavra perigosa essa kkkk.

        Mas se ele perder na Austrália, podemos usar a desculpa da idade, já que ele passou dos 30 há um bom tempo rs.

        1. Paulo F.

          Sim!
          Caso Nole não conquistar o décimo AO, usaremos a desculpa federista clássica: “perdeu pois enfrentou um jogador n anos mais novo e buá buá buá”.

  52. Luiz Afonso

    Não houve interferência na jogada do adversário. A juíza mandou mal. É até difícil dizer se o Bublik ouviu alguma coisa. E o Medvedev mandou a letra: o Bublik não tinha nenhuma bola para bater quando ele, Medvedev, pediu desculpas.
    Quanto ao BIG 3, o mesmo já foi desfeito. Já está no passado. Federer não retorna em nível físico que o permita destronar o Djokovic, ou sequer derrotar em sequência a nova geração. Pode ganhar uma partida, até duas. Mas três, em sequência, parece inimaginável. Além do quê, já não amedronta os adversários. Ainda há o respeito e a reverência, claro, mas já faz tempo que se tornou um tenista vencível.
    Nadal, quem sabe ainda pode operar um milagre e conseguir afastar as dores no pé. O Miúra já mostrou que sem dores ainda é um tenista muito difícil de ser batido, mesmo com uma mobilidade não tão intensa. Sem dores, ainda impõe medo e respeito. O problema é estar sem dores.
    Djokovic tornou-se uma incógnita, em termos físicos, pela forma como terminou sua participação nas Olimpíadas. Mas, dos três, é o que aparenta ainda ter uma sobrevida no circuito. Sobrevida, digo, em termos de se manter no topo. Além do quê, para ganhar do cara é necessário que o adversário esteja em um dia inspirado.

  53. George Beco

    Me parece que essa é a melhor chance pra Tsitsipas voltar a entrar na briga pelo n1 da temporada. Aquela amarelada acabou prejudicando ele demais, ele com 800 a mais e Nole com 800 a menos iria fazer uma diferença brutal.
    Fato é que com Nole pulando 2 mil pontos o grego, a depender dos resultados, pode voltar a pensar a temporada como n1.

    1. Helena

      Me parece difícil imaginar o grego lutando pelo número 1 ainda este ano. Primeiro precisa mostrar que se recuperou da depressão pós-RG. Ontem mesmo esteve nervosíssimo, dando duas madeiradas e comentando dupla falta em 3 dos 5 MPs que teve. Ele também vai precisar melhorar o seu próprio retrospecto nesse tipo de situação, haja vista que após um ou dois jogos exaustivos, costuma não aguentar mentalmente. Medvedev parece uma aposta mais segura para bons resultados nesses dois masters, ainda que toda a nextgen seja tão imprevisível, que não se pode descartar um triunfo do Hubi ou do renascido Khachanov.

  54. Paulo H.

    O cenário atual tende a se tornar cada vez mais frequente. Creio ser um erro manter o título de “Big 3”, quando sabemos que somente dois ainda demonstram um bom grau de competitividade. A partir do próximo ano, só restará o “Big One”, com a ausência de Nadal até mesmo nos grand slams (se não tiver um bom resultado em Roland Garros, acho que se aposentará logo depois). Além do carisma e personalidade, o que falta mesmo nessa e nas gerações imediatamente anteriores é um item indispensável para quem almeja fazer parte do Olimpo do tênis: regularidade. Se olharmos para o Medvedev, Tsitsipas, Zverev, Thiem, todos conseguem um grande resultado, para desabar na etapa seguinte, sem a regularidade necessária para se tornar um grande campeão. Podem até chegar ao número um, mas a exemplo do tênis feminino, que já teve tenistas que foram número um sem nunca terem vencido um grand slam, dificilmente ameaçarão os recordes conquistados pelo Big 3. Sobre Federer, já deve ter caído a ficha para ele que um novo grand slam se tornou tarefa impossível e deve fazer alguns jogos de despedida ainda em 2021 e talvez um último jogo em Wimbledon.

    1. Helena

      O Bublik não tava reclamando não, ele simplesmente não entendeu nada, mas morreu de rir com a situação mesmo assim. Até o último momento ele tava perguntando se o ponto era do Medvedev, se a jogada devia ser repetida…..

  55. Sérgio Ribeiro

    Como o MASTERS 1000 de Paris e o ATP FINALS 2021 são fundamentais para o Ranking de Entradas visando o AOPEN 2022 , acho que tudo volta ao normal e teremos Novak e Rafa presente em ambos . Já o misterioso Roger Federer… rs . Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Falando em Ranking , Medvedev e TSITSIPAS estão doidos pra papar esses MASTERS. Acredito que não deixem passar em branco pelo que vi em quadra hoje . Abs!

  56. Jonas

    É estranho assistir a um masters 1000 sem esses caras.

    No caso do Fedal é lesão. A idade enfim pesando muito para o suíço, enquanto o espanhol, dono de um jogo muito mais físico, aos 35 anos já começa a passar pelo mesmo.

    Quanto ao Djoko, não surpreende. Tem 34 anos e já declarou que o objetivo são os Slams. Tá certíssimo.

    “ah mas o sérvio tem o melhor físico do circuito”. Sim, mas já teve lesões graves, vide 2017, quando encerrou a temporada em Wimbledon. O sérvio se lesionou este ano no Australian Open; agora em Tóquio passou por um desgaste físico enorme. Não dá mais pra ficar jogando tudo.

    1. Paulo Almeida

      Até acho que tecnicamente ele nunca esteve tão completo, mas fisicamente é óbvio que não. Não pode sair jogando tudo, então era Tóquio ou Cincinnati.

      1. Jonas

        Tecnicamente sem sombra de dúvidas. Tá muito completo.

        Fisicamente ele deixa dúvidas, pode ser que não se recupere tão rápido quanto antes. Fez o que fez contra Tsitsipas, Sonego e Nadal em Roma, mas sofreu muito na Austrália e agora contra Zverev e Busta, em um torneio que nem deveria ter ido.

        1. Paulo Almeida

          E na segunda semana de Roland Garros então???

          Mais de 15 horas em quadra contra Musetti, Berrettini, Nadal e Tsitsipas. A conta iria chegar mais cedo ou mais tarde.

  57. Henrique Max

    Medvedev pediu desculpas com o ponto em andamento.
    Escutei ele falando Sorry. Então pela regra deveria perder o ponto?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, a regra diz que você não pode interferir na jogada do adversário, mas no caso foi um lance tão atípico que me parece a juíza ter interpretado de forma equivocada.

      1. Rafael Azevedo

        Acontece que o Medvedev não interferiu na jogada do adversário. O adversário já tinha devolvido a bola e o Medvedev estava pronto para matar o ponto. Não tinha o que atrapalhar.

        Mas, é tudo muito rápido. Não dá para a juíza raciocinar isso tudo em 2 segundos. Ela apenas reagiu ao som que ouviu do russo e parou o ponto. Não dava para voltar mais atrás, ainda que ela tivesse percebido que se equivocou. Ia ser ainda mais vergonhoso.

  58. Jonas

    Regra é regra, vide aquela bisonhice que vimos no US Open ano passado.

    Mas que lance maluco kkkkk, a juíza tem que cumprir a regra…fazer o que.

  59. Periferia

    Comentamos muito a parte técnica…o buraco técnico que vai acontecer.
    Raramente vemos aqui uma previsão sobre o futuro do esporte.
    Principalmente na parte financeira…onde os promotores terão muita dificuldade de promover eventos sem os “produtos” principais ( os caras são corporações).
    Empresas como National Bank…Western & Southern…Rolex…BNP devem diminuir os investimentos (isso nos grandes eventos…os pequenos também serão afetados).
    Lembrando que o esporte hoje é responsável por acender uma pira olímpica …ganhar vários Laureus do esporte…ter uma visibilidade inimaginável em várias partes do mundo.
    O esporte pode sofrer uma ressaca grande…

    1. Rubens Leme

      Essa é uma visão muito mais nossa do que real, Periferia. A roda não para de girar. O dinheiro não para de circular. Tinha gente que achou que o Messi ficaria um ano esperando o Barcelona se organizar financeiramente para voltar ao clube, tiraria um ano sabático.

      Ingênuos. Cinco dias depois, o eterno camisa 10, que estava em “choque e ia tirar uns dias para repensar o futuro”, assinou o com o time mais sem alma do planeta, feito à base de euros do seu dono e protegido por um fair play da Fifa cada vez mais infair.

      O circuito pode até sentir falta de Federer, Nadal, mas a grana continuará a circular da mesma maneira, desde que os novos comecem a jogar bem e vencer.

      1. Periferia

        Olá Leme

        Eu acredito que a saída do Messi no Barcelona foi uma decisão técnica…por incrível que pareça.
        Desde a chegada do Koeman sentia-se um desconforto para o craque argentino.
        O Barcelona está a algum tempo jogando em função do Messi…que é um craque….mas a muito deixou de ser homo squadra (como dizem os italianos).
        A figura do craque…daquele que carrega a equipe nas costas está perdendo espaço para o coletivismo (assim como as equipes inglesas e o Bayer).
        A fantasia está perdendo lugar para o pragmatismo…
        Quem sabe….não foi por isso que o Barcelona abriu mão do Messi….lembrando que o Barcelona era uma das últimas equipes que ainda “encampava” o craque (Cruyff… Maradona….Romário…Ronaldinho…Messi)….

        1. Rubens Leme

          Foi uma questão financeira de um fair play feito pela própria Espanha. Messi aceitou reduzir em 50% o salário e receber os dois anos de contrato durante os próximos cinco quando assumiria um cargo administrativo.

          Mas, por causa da dívida imensa e da queda de receita por causa da pandemia, o Barcelona viu sua receita cair de 520 para 350 e mesmo assim com a redução,o custo extrapolava o teto.

          Enquanto isso, o PDG, controlado apenas pela UEFA teve um custo de 556 mi de euros em salários e obrigações num orçamento de 559 em 2020. E o custo este ano chegará a uns 700, porque o Messi receberá 40 de salários mais 35 de luas, fora os novos contratados.

          Esses valores pornográficos tiram a graça do esporte e mostram que o negócio tornou-se monstruoso. Enfim, é irreversível, mas quando um jogador tira 5 ou 6 milhões de euros por mês, é porque tem algum muito errado no mundo.

  60. Arthur

    Que sacanagem, essa da juíza, Dalcim.
    Não é possível. Não há um mínimo de bom senso numa situação dessa?
    Aplicar a regra pra alcançar um resultado injusto também é uma forma de ser injusta (e, por conseguinte, de descumprir aquilo que a regra protege).

    Um abraço.

    1. Rafael Azevedo

      Essa discussão é muito interessante. Existe a lei (regra) e o princípio da lei. As leis são criadas em cima dos princípios que se deseja obter (excluindo-se aquelas criadas por interesse, lógico). Por exemplo, proibir um veículo de atravessar o sinal vermelho no trânsito é uma lei que visa o princípio de organização e segurança no fluxo de veículos.

      Mas, o que deve ser mais soberano: a lei ou o princípio?

      Normalmente, cumprir a primeira garante a segunda. Mas, nem sempre isso ocorre, como no caso do Medvedev.

      Há quem diga que a lei deve ser soberana, para não abrir precedentes, mesmo que seja injusta em alguns momentos. Afinal de contas, a justiça é um conceito abstrato.

      Há quem defenda que o princípio da lei deve estar acima da própria lei. Afinal de contas, apesar de o conceito de justiça ser abstrato, a lei foi criada tendo como base um princípio que se considera justo. Ou seja, o princípio é a base da lei e da justiça. Ele é o alvo. Por isso, existiriam os juízes. Nesse caso, os juízes seriam mais do que apenas cumpridores da lei, mas a garantia de que os princípios seriam visados.

      Há, ainda a possibilidade de inserir infinitas concessões e excessões à uma lei, a fim de impedir que ela descumpra o princípio nesses casos inusitados, como o do Medvedev. Mas, isso torna o sistema legislativo ainda mais complexo e mais sujeito a dúvidas de interpretação. Sem falar que muitas decisões precisam ser tomadas instantaneamente, e não dá para esperar a tal concessão.

      Enfim, e por aí vai…

      1. Helena

        Legal, Rafael!

        Acredito que a questão da aplicação tenha muito a ver com o nível de confiança nos aplicadores da lei. Quanto mais se confia no aplicador, mais aberta fica a lei.

        No final, é sempre importante recordar que ambas as hipóteses padecerão de falhas em casos pontuais, já que não existe sistema 100% perfeito.

        No caso presente, me parece que um pouco de bom senso já resolveria. Pelo que entendo (e posso estar errada, então estou aberta para as devidas correções), um “hindrance” ocorre quando o jogador faz um barulho para tentar atrapalhar/obstruir a jogada do seu oponente. Então, nesse caso, nem mesmo a aplicação literal da norma teria ocorrido, já que o pedido de desculpas ocorreu após o Bublik ter devoldido, portanto a bola estava no domínio do Medvedev (e não do adversário) e o cazaque no chão.

        Pra mim, exemplos claros de interferência ocorreram com a Swiatek em Eastbourne e o Tsitsipas em Miami, que deram uma raquetada no chão pra distrair e o(a) rival. Curiosamente, nenhum dos dois foi punido.

      2. Periferia

        Olá Rafael.

        Assunto interessante…
        A Lei (regra que proíbe) não é um conceito fechado??
        Se vc usa uma escuta ilegal para acusar alguém…mesmo sendo verdadeira e comprometedora…o magistrado não pode levar em conta a prova ilícita…por princípios até que poderia…mas a lei diz que não.
        Caso o magistrado insista…
        Ele teria que fundamentar a sentença…e teria que ser naquilo que diz a lei…ou correria o risco de nulidade do ato.
        Se existe a lei…o princípio não conta mais…o que conta é a lei.
        Senão teríamos que compreender a sociedade romana para compreender os princípios das leis aplicadas hoje em nossa sociedade (o princípio muda conforme a época…e teríamos que interpreta-la eternamente).
        Como acontece hoje no Brasil…a lei é quase uma “contorcionista”.
        Caímos no princípio da legalidade…não existe crime se não existe lei.
        Ou no artigo 5° da Constituição em seu inciso 2°.

        Abs

        1. Luiz Fabriciano

          O Brasil trava uma luta como um lugar onde a lei pega ou não. Depende de quem é infrator e de quem é juiz.
          O tolerância Zero para motorista que ingere álcool é um exemplo.

Comentários fechados.