Big 3 em crise
Por José Nilton Dalcim
5 de agosto de 2021 às 23:13

Novak Djokovic teve uma passagem amarga pelos Jogos Olímpicos de Tóquio, tanto no resultado como no comportamento. Rafael Nadal não mostrou grandes qualidades nos dois jogos que fez em Washington ao retornar à quadra após dois meses de inatividade. Roger Federer não vai a Toronto nem a Cincinnati, sinal indicativo de que também ficará fora do US Open. O poderoso Big 3 está em crise.

Nas cinco horas que ficou em quadra na festiva passagem inédita pela capital norte-americana, Rafa deixou mais perguntas do que respostas. Atuações irregulares eram naturalmente esperadas, mas ele não mostrou nada empolgante exceto seu excepcional espírito de luta.

O saque continua a ser o ponto baixo e, num piso um tanto veloz, isso compromete muito. Foram poucos os momentos em que conseguiu ser agressivo. Seu primeiro set contra Jack Sock talvez tenha sido onde o forehand mais funcionou. Depois,vieram tremendas oscilações, algo um tanto inconcebível diante de um jogador tão limitado como o ex-top 10.

O espanhol acusou ainda dores no pé, mas isso não parece ter sido o problema contra Lloyd Harris. O sul-africano jogou bem, foi ousado e sacou muito em momentos importantes do terceiro set, em que tudo parecia a favor de Nadal. O game final no entanto reviveu o fantasma do saque falho e pouco contundente, que permitiu ao valente adversário entrar nos pontos com bolas profundas.

Deslocado pela primeira vez para fora do top 3 desde maio de 2017 – perde 500 pontos de Toronto em calendário antecipado em uma semana -, Nadal será o cabeça 2 no Masters canadense. que costuma ter um piso sintético menos rápido. Ele com certeza sabe que precisa melhorar em todos os aspectos, porque o US Open está ali bem pertinho.

Duro presente de 40 anos
A três dias de completar seu 40º aniversário, Roger Federer deu uma notícia muito ruim para o tênis e a seus fãs. Não disputará qualquer dos Masters 1000 sobre quadra dura, em Toronto ou Cincinnati, o que compromete decisivamente sua presença no US Open.

O motivo é também preocupante: o incômodo no joelho, que teria sentido ao longo da curtíssima temporada de grama, não lhe dá condições de jogar. Não se sabe exatamente sobre qual dos joelhos Federer se refere, mas ele já operou os dois por duas vezes, embora a recente complicação no direito, ocorrida em 2020, seja sem dúvida um indicativo temeroso.

Depois de 14 meses de inatividade, Roger disputou apenas cinco torneios desde março e venceu muito pouco. Perdeu jogos bobos em Doha e Genebra, chegou na terceira rodada de Roland Garros porém fez um esforço tão grande que o levou ao abandono, fez uma exibição horrível na derrota em Halle e apenas se salvou com as quartas de Wimbledon, ainda que a imagem final tenha sido uma queda física e técnica acentuada que o levou a um impensável ‘pneu’ na grama sagrada.

É difícil ser otimista. Contusões no joelho são por si só um grave problema para qualquer tenista, mas pior ainda para alguém com tantos anos de circuito e numa faixa etária elevada. Sem falar que daqui até abril o circuito basicamente acontece no piso sintético, que costuma penalizar esse tipo de lesão.


Comentários
  1. Rauli Matioda

    Estamos vendo uma nova era de tenistas.’
    Triste é ver Figuras lendárias em queda, como Roger Federer e Rafael Nadal.

    Também menos feliz é ver o temperamento de “criança mimada” do atual n. 1 do mundo.

    Mas um Diego Schwartzmann, um Dominic Tiem e claro a grande revelação Grega Stefanos Tsitipas acaba sendo um alento. Shapovalov vem se firmando e pode ser promessa.
    Da parte Feminina, a Garra da Maria Sakkari ainda que insegura e irregular traz algo novo. De resto, as mesmas “primeiras” damas do piso duro aparecem sempre.
    O Brasil tem promessas, mas não sei como andam.

  2. Ruy Machado

    Parabéns, Roger Federer! Mesmo não sendo seu torcedor, não há como não admirar o legado que construiu no Tênis. Gostaria que se aposentasse em grande estilo e, de preferência, ganhando algum torneio. Que se recupere e volte a exibir o tênis mais vistoso e espetacular que eu pude assistir! SRN

  3. Gustavo

    Aqui está o “nacionalismo” de DJokovic. Parabéns aos envolvidos

    Djokovic pode se naturalizar britânico

    Quarta, 17 de maio 2006 às 14:44:09 AMT
    Link Curto:

    Tênis Profissional
    O jovem tenista sérvio, Novak Djokovic, (o mais jovem entre os Top 100) pode se tornar um futuro jogador britânico na Copa Davis. A familia dele entrou em contato com a Associação dos Jogadores de Tênis e cogitou sobre a possibilidade de uma mudança dos Balcãns para a Grã Bretanha. Segundo um dirigente da Associação, a mãe do jogador, Dijana, iniciou as conversas com Stuart Smith, presidente da AJT, e o chefe executivo Roger Draper.

    Dijana ventilou a possibilidade da mudança para Glasgow, na Escócia, após o jogador de 18 anos ter ajudado a Sérvia e Montenegro a vencer os britânicos por 3×2. Ficou entendido que Djokovic, numero 71 no ranking mundial e melhor amigo do também britânico, o escocês Andy Murray, conseguiria mais patrocínios e mais apoio se jogasse pela Grã Bretanha.

    De acordo com a mãe do tenista se a familia emigrasse para a Grã Bretanha seria proveitoso também para os dois irmãos mais novos de Djokovic, Marko e Djordje, que são tenistas também e poderiam desfrutar das facilidades do lugar.

    É possível que Djokovic tenha ancestrais britânicos e o jogador teria então o passaporte para disputar a Copa Davis integrando o selecionado britânico. A decisão pode ter sido influênciada também pela grande chance da Sérvia se separar de Montenegro.

    Em 1995 a AJT foi bastante criticada quando Greg Rusedski chegou do Canadá. Ele se naturalizou britânico pois sua mãe nasceu em Yorkshire, Grã Bretanha.

  4. Gildokson

    Feliz Dia Dos Pais para todos os papais do blog, para todos que foram agraciados com essa bênção.
    E parabéns também ao GÊNIO Roger Federer, o maior tenista de todos os tempos!!!

    1. Pérola R.S

      Rafael, parabéns!!
      Você falou tudo. Concordo com vc, nenhum destes jogadores vão ter tantos Slans Igual ao big 3.
      São jogadores talentosos, jovens e cheio de energia. Gosto muito do Thiem, mas parece-me que ele não volta mais a ser aquele “Dominic Thiem “que conheci, pena… quanto aos outros, acho que não chegam nem a 6 Slans. Acho que para chegarem onde o big três chegaram eles vão ter que abrir mão de muita coisa mesmo, concordo com vc. Mas… é isso aí.
      Vou ficar triste qdo o Federer aposentar, pra mim é o melhor tenista de todos os tempos. É isso, vou torcer para que algum destes jovens tenistas cheguem longe!!! P.C.R.S

  5. Rafael

    Bom, há uns dois anos, talvez, disse que quando Djokovic parasse minha torcida passaria para Thiem. Aconteceram esses problemas de depressão e contusões, o tempo está passando e nem o próprio Thiem sabe bem se ainda gosta tanto de tênis a ponto de se dedicar da forma necessária para atingir feitos enormes.

    Sem comparar um com o outro, Kyrgios, o maior talento dessa geração, pretende se aposentar daqui a pouco tempo (2 ou 3 anos), por também não se ver fazendo o que Roger, Rafa e Nole tiveram de fazer para chegar aonde chegaram.

    Conclusão 1: É preciso abrir mão de muuuittta coisa para ser um multicampeão, e não parece haver ninguém disposto a fazer isso. Na verdade, nem sei o quanto isso é “saudável”. Conclusão 2: Federer abriu o caminho e tem o mérito de ser o primeiro extra-classe, mas não teria 20 slams e todo o resto se não fosse “puxado” a melhorar pelos outros 2. Quanto aos outros dois, primeiro caçaram o Federer, depois um ao outro. Conclusão 3: Sem jogadores assim, reforço minha tese de que, sozinho, não haverá ninguém nos próximos 50 anos que terá um sucesso sequer semelhante ao do BIG 3. Sampras e Agassi, Borg e McEnroe, etc foram rivalidades fortíssimas. Ainda assim Borg parou antes de fazer coisa pior, Sampras perdeu a motivação cedo, Agassi terminou a carreira odiando ter de entrar em quadra, etc. Um TRIO disposto ao que esses três se dispuseram não voltará a ser visto. Não haverá três jogadores INTERESSADOS assim novamente.

    ETs à parte, fica aqui uma declaração para ser zuada agora e no futuro – Conclusão 3: Torcerei (caso seu nome siga limpo em relação ao tratamento de mulheres) para Zverev, ele será o maior vencedor no geral; Medvedev é quem ganhará mais SLAMS, e Tsitsipas será reconhecido como talentosíssimo, mas dos 3, será o menor vencedor.

    Berretini deve ganhar um Slam e será Wimbledon, provavelmente. Sinner ganhará alguns Masters 1000 (talvez uns 3 ou 4) e alguns outros títulos de menor porte. Shapovalov e Rublev poderão ganhar torneios menores e talvez um dos dois belisque um Finals como maior accomplishment da carreira. Aliasssime não fará jus a 1% da expectativa que se pôs nele.

    Esses serão os principais jogadores, perdendo aqui e ali para Musetti e outros bons jogadores eventuais. Ah, Thiem não ganhará nenhum Roland Garros. Não deu o bote em seu auge, se voltar a competir bem a concorrência estará forte demais novamente. Nenhum de todos que citei chegará a 10 slams, me surpreenderei com 6 ou 7.

    E se não for nada disso, tudo bem também.

  6. Rubens Leme

    Dalcim, uma matéria muito boa e recente (deste ano) sobre Ivan Lendl, como ele mudou a visão que tinham dele após perder seis em sete finais de Slams e a importância da compatriota Martina Navratilova, que desenvolveu todo uma estrutura – incluindo o uso de computadores – para derrotar Chris Evert, enquanto Lendl tinha pesadelos com McEnroe e Connors.

    For three years, starting with 1985, Lendl’s match-winning percentage was over 90%. He was almost unbeatable. This record was equalled by Roger Federer during the 2004–2006 period but Lendl achieved the feat five times in his career (1982, 1985, 1986, 1987, 1989) and he remains the only male tennis player with over 90% match wins in five different years.

    https://scroll.in/field/995296/pause-rewind-play-ivan-lendl-the-man-who-dragged-mens-tennis-into-the-modern-age

  7. Luiz Fernando

    Gostei da vitória do rapaz do Big Mac, não adianta ter talento e não vencer, esses perdedores usuais como o japa tem q dar espaço pra quem tem gana de vencer…

  8. Maurício Luís *

    Big 3 em crise? Confesso que não estou nem um pouco preocupado com esses 3 milionários.
    Falando do Nadal especificamente, acho um pouco difícil um jogador cheio de recursos como ele perder 2 seguidas pra um jogador do nível top 50 como o Lloyd Harris. Se acontecer, é problema de junta. Junta tudo e joga pra reciclagem, que compensa mais.
    ****** Niver da sogríssima *******
    18h e nada do baloeiro se lembrar que hoje é niver da sogra.
    – A senhora tá com uma cara estranha… O que se passa? Tá com dor de cabeça?
    – Não… por acaso você não se lembra que dia é hoje?
    – Hoje? Ué, sei não. Xá pensar… Peraí… Aaah, LEMBREI !! É dia de por o LIXO pra fora! Como é que eu pude me esquecer disso??

  9. Rafael

    Lamentavelmente, Bruce Willis seguiu o mesmo caminho de Steven Seagal e agora faz dez filmes por mês, onde empresta apenas seu nome e aparece durante uns 10, 15 minutos e some (morre, fica bravo e se desliga do parceiro, qualquer desculpa para sair, deixando o protagonismo para atores desconhecidos) . Seagal, por outro lado, já não luta mais com ninguém (a não ser com o peso).

    Bruce e Seagal nunca foram bons atores (aliás, nenhum dos dois tem cacoete de ator) e Seagal caiu em desgraça nos EUA por apoiar Putin e ter seu nome envolvido em escândalos sexuais. Mas Bruce, quem o viu em Moonlighting (A Gata e o Rato) com a Cybill Shepherd e no clássico Die Hard 1, poxa, fica um gostinho de “fui enganado”. E é isso aí.

    1. Paulo F.

      A saga Die Hard foi série com uma lamentável sequência, Rafael.
      Começou com o excepcional filme de 1988, teve a ótima sequência de 1990.
      Mas aí teve o terceiro filme, um tanto insosso, com uma história que não colava.
      Mas depois o quarto e quinto filmes – risíveis e absurdamente horrorosos.

    2. Gildokson

      Verdade Rafael, esse é o maior erro que esses caras podem cometer, sair agarrando qualquer roteiro que cai nas mãos, estranho demais, outro que fez isso foi o Nicolas Cage neh.

      1. Rafael

        Gildokson:é verdade, e o pior é que o Nicholas Cage é um bom ator (despedida em Las Vegas).

        Fabriciano: gostei muito, pela ideia do Shyamalam e pelo desempenho da Toni Collette e do Haley Joel Somente. À época, fui assistir com uma namoradinha e, quando o menino fala a clássica “I see dead people”, ela já matou o segredo do filme. O Bruce Willis eu achei mais do mesmo. Ele não interpreta personagens, ele interpreta ele mesmo. Mas eu sempre gostei do canastrão que ele se tornou. Os roteiros de Die Hard 1 e 2 ajudaram muito, o resto é como o Paulo falou, um lixo do pra esticar a franquia e ganhar uns dólares a mais.

  10. Luiz Fernando

    Set2 tranquilo pro pecador, que jogou tranquilo e abafou o americano. Mas creio q esse torneio será de muito auxílio p o Brooksby, por ter encarado e vencido alguns jogadores q comumente chegam nas etapas mais importantes do circuito como favoritos. Sinner me parece favorito amanhã contra qualquer um dos dois q farão a segunda semi.

  11. Carolina

    – Fica difícil acreditar que Federer volte a jogar ainda nesta temporada. Veremos o que acontece até o US Open ou, quem sabe, Indian Wells.

    – Com relação ao Nadal, prefiro esperar para ver. Mas do jeito que está a coisa, ele corre o risco de fazer jogos longos já nas primeiras rodadas em Nova Iorque.

    – Brooksby e Nakashima estão aproveitando as oportunidades do verão norte americano. Acho o Brooksby interessante. Tanto pelo estilo de jogo quanto pela personalidade ultracompetitiva à la Danielle Collins. Ele parece ser um “outlier” em comparação com outros jogadores americanos tipo Isner, Fritz, Tiafoe, Opelka, Paul et al. Ainda não vi muito do Nakashima. Apenas os nervosos últimos games da final contra o Norrie em Los Cabos.

  12. Luiz Fernando

    Excelente set1 entre o pecador e o Brooksby. Claramente o italiano tem s bola mais rápida, mas o americano se movimenta melhor e aparente ter um jogo com mais variação. No tiebreak a experiência do italiano prevaleceu…

  13. LUIZ GUILHERME TINOCO PICANCO CARVALHO

    Djokovic ganhou os 3 Slams do ano , em 5 sets eh o favorito por US Open… crise só se for Fedal… sou fã dos 3

  14. LUIZ GUILHERME TINOCO PICANCO CARVALHO

    Big 3 em crise? Com Djokovic ganham os e Slams até agora e perdendo na Olimpiada em melhor de 3 sets pra um Zverev inspirado??!! Sei nao ein

  15. Luiz Fernando

    Rafa deve enfrentar novamente o magistral Harris na estreia no Canadá, perder duas vezes seguidas p esse rapaz seria péssimo, mas infelizmente é possível…

  16. Rubens Leme

    Dalcim, é velha mas sempre vale a pena reler. A carta que Pete Sampras escreveu para um jovem de 16 anos… ele mesmo. uma missiva que volta ao tempo.

    O curioso é que ele fala do saibro, sobre o encordoamento, cabeça da raquete e que ele resistirá às mudanças, mas na minha opinião o “erro dele” era jogar em cima da linha ao invés de recuar uns dois passos, até porque como ele tinha back só de uma mão perdia precisão e força, deixando a bola fácil pro adversário, mais ou menos o que o Federer fazia no começo de carreira, no mesmo piso, embora o suiço depois tenha aprendido a jogar mais recuado.

    Enfim, vale a pena ler.

    http://ge.globo.com/tenis/noticia/2015/06/pete-sampras-escreve-carta-para-ele-aos-16-anos-e-cita-gustavo-kuerten.html

  17. Rubens Leme

    TALKING HEADS – STOP MAKING SENSE (1984)

    Antes de virar um diretor famoso e oscarizado por O Silêncio dos Inoocentes, Jonathan Demme fez pequenos e ótimos filmes e vídeos nos anos 80, como Totalmente Selvagem (1986) e um dos melhores filmes de um show de rock, o Stop Making Sense, onde os Talking Heads começam o show com o palco nu e ele vai sendo montado aos poucos, durante as primeiras músicas.

    A abertura é sensacional, com David Byrne subindo ao palco apenas com um violão e um radiogravador imenso (tive um desses) com uma a batida de “Psycho Killer” gravada, enquanto os técnicos vão colocando fios e tudo mais.

    O show dura 1 hora e 20 minutos. Demme era um especialista em vídeos, tendo feitos de várias músicas icônicas, para grupos como o New Order, Pretenders e os próprios Talking Heads. Já não se fazem mais diretores como Demme, falecido em 2017. E muito menos grupos como o de David Byrne.

    https://www.youtube.com/watch?v=1_jjd89G_Z8

  18. Ivo Magalhães de Santana

    O início do fim da melhor era do Tênis… Acho que a humanidade não terá mais tempo de produzir 3 ETs como esses para competir pelo título de melhor de todos os tempos. Fomos privilegiados, lembremos sempre!

  19. Paulo F.

    Obviamente não quero e não gosto de fazer previsão sobre o fim destes 3 gênios, mas acredito que a aposentadoria de Federer não passa de Wimbledon 2022.
    Isto se os joelhos dele não anteciparem a retirada para este ano ainda.

  20. Rafael Azevedo

    Ainda acho que Nadal vai estar bem no USOpen. Já aconteceu algumas vezes dele ir bem mal nos torneios de preparação de GS e voar no Slam (ou ir progredindo durante o torneio). Como em RG 2020.

    Mas, acho que o Nadal não é mais jogador de 5 sets. Ele tem que vencer de 3×0 ou, no máximo, um 3×1 com poucos games. Se não me engano, ele perdeu todas as partidas longas de Slam nos últimos 2 anos. A última vitória desse tipo foi a final do USOpen 2019 (e ainda acho que se fosse Medvedev de hoje, o russo teria conseguido a virada)

  21. Ronildo

    Acho que os EUA passarão a China no quadro de medalhas. Na verdade tem mais medalhas no total, mesmo assim tem chance de ultrapassar em medalhas de ouro também. Se isso acontecer com certeza será um feito notável. O Japão está fazendo uma campanha incrível também.

  22. Julio Marinho

    Minha impressão é a mesma de antes, o Big3, assim como foi concebido, de favoritos incontestáveis, já acabou. O Bog 4 tinha se ido com os problemas de Murray, e agora não podemos contar Federer como favorito em mais nada, nem na Basiléia. Temos sempre um grande favorito que é Djokovic. Em que pesem as caminhadas cada vez mais duras que o leva aos títulos, levou todos os 3 Slams e tem usado muito a experiência a seu favor. Me parece o único grande favorito daqui em diante.

  23. Rafael Azevedo

    O mais surpreendente é que já faz um tempo que os pontos longos são um martírio para o Nadal. O tenista que sempre se destacou por vencer grandes ralis, atualmente está sempre atrás na porcentagem de pontos com mais de 9 trocas. Tá perdendo o fôlego e a paciência

  24. Ricardo

    Dalcin, to meio por fora do ranking, existe a possibilidade do Nadal cair pra quinto lugar no ranking até o us open e assim ele correr o risco de enfrentar Djokovic numa eventual quartas de final pelo sorteio? Parabéns pelo blog informativo.

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é possível. Ele pode perder até 500 pontos em Toronto (se vencer não marca nada) e isso abre chance de Zverev superá-lo com uma grande campanha em Cincinnati, apesar de ainda não sabermos se Rafa irá competir nos dois Masters.

  25. Periferia

    O seu castigo foi além de qualquer proporção.
    Eles transformaram você em alguma coisa que não é um ser humano.
    Você está comprometido com atos socialmente discutíveis…
    Música…sexo…literatura e arte…tudo agora deve ser fonte não de prazer…mas de dor.
    Alguns de nós têm que lutar.
    Existem grandes tradições de liberdade a defender.
    Não sou homem de partidos políticos.
    Onde vejo a infâmia… busco erradicá-la.
    Os partidos políticos não significam nada.
    A tradição da liberdade significa tudo.
    As pessoas comuns deixarão isso passar.
    Elas venderão a liberdade por uma vida mais tranquila.
    Você está passando agora para uma região que está além do alcance do poder da oração.
    Uma coisa terrível… terrível de se pensar.
    E mesmo assim…sob um certo ponto de vista…ao ser privado de fazer uma escolha ética…você…de certa forma…escolheu a covardia.

    Trechos de Laranja Mecânica…Anthony Burgess.

    Atualíssimo.

      1. Periferia

        Olá Leme

        O que confirma isso…foi que o livro envelheceu melhor que o filme.
        O filme foi atropelado pela realidade (o mundo ficou muito mais violento que a gangue do Alex)…o filme ficou datado.
        Assim como O Iluminado… Kubrick teve dificuldades com a obra do autor….

        1. Rubens Leme

          Stephen KIng sempre odiou o filme, mesmo tendo dado muito dinheiro. Mas King nunca precisou de grana talez seja o autor mais adaptado pro cinema e tv. Meu favorito dele é O Aprendiz.

          1. Periferia

            Eu gosto muito do livro Zona Morta…que virou um bom filme chamado A Hora da Zona Morta com Christopher Walken.
            O livro está merecendo uma adaptação tupinanquim…
            Temos o político…precisamos do vidente.

        2. Rubens Leme

          Falando em adaptações, revi hoje Doutor Jivago. O livro também é melhor, mas duvido que Pasternak tenha imaginado uma Lara tão deslumbrante como a Julie Christie.

  26. Rodrigo S. Cruz

    O Federer não está conseguindo jogar NADA em 2021, hein.

    Ou seja, duas temporadas consecutivas em que ele mal pisa os pés nos torneios

    Desse jeito ele vai ficar de fora do ATP Finals também. Putz!

    Eu me pergunto só o que deve estar passando pela cabeça dele nesse momento:

    ” me aposento logo, ou sigo nesse chove e não molha? “

  27. Paulo H.

    Estamos assistindo ao ocaso de grandes estrelas, talvez as maiores que já pisaram as quadras de tênis em todos os tempos. Ficam registradas as jogadas e partidas memoráveis, principalmente entre eles mesmos, com a ação de coadjuvantes como Murray e Wawrinka em algumas finais. Federer, Nadal e Djokovic, pela ordem de aparecimento no cenário tenístico, quebraram recordes e realizaram feitos inigualáveis, pelo menos até que apareça mais alguém capaz de vencer 13 vezes o mesmo grand slam ou acumular 20 ou mais títulos de grand slam, como eles fizeram. Vamos ver até onde Djokovic consegue estender o seu reinado de semanas na liderança e quantos grandes títulos ainda conseguirá conquistar, para fazermos um balanço fijnal da carreira dos 3 maiores tenistas de todas as épocas. Nota de rodapé: ainda jovem, o australiano Nick Kyrgios também já dá mostras de que a aposentadoria está perto, mais por motivos psicológicos do que por outra coisa. Sem ânimo para treinar, perde precocemente partidas consecutivas e vai caindo rapidamente no ranking da ATP.

    1. Luiz Fabriciano

      Paulo, se fizermos uma continha básica, estamos muito distantes de vermos um Big3 novamente, quiça, se realmente acontecer.
      Vejamos:
      Djokovic possui hoje o equivalente a 6,5 anos de liderança no ranking;
      Medveded, seu seguidor mais próximo ainda não desfrutou desse gostinho. Alias, em atividade, só os outros integrantes do Big4, já passaram por essa posição. Então, digamos que o russo fosse o natural candidato. Terá que somar os seus já 25 anos + 6,5 (começando agora) para quebrar essa barreira.
      Difícil. Sobre conquistar GS’s, 20 dará 5 anos de conquistas ininterruptas, então…
      Mais uma vez, fora do Big4, com GS na coleção, temos atualmente Cilic, Wawrinka e Del Porto, todos mais aposentados que em atividade.
      Abraço.

    1. Bruno

      Se não der em nada no futuro,aguenta que voltaremos aqui para tirar sarro com vc.
      Do mesmo modo que vc crítica o Sérgio,sobre jogadores que eram promessas e não vingaram.

  28. Marcílio Aguiar

    Infelizmente, parece o adeus do Maestro. Nessas condições não seria bom para ele insistir. Só vai manchar o seu glorioso curriculum com derrotas para tenistas inexpressivos em primeiras rodadas.

    Sinto-me privilegiado por ter acompanhado a maioria dos seu jogos pela TV, o que considero o melhor tênis que eu vi alguém praticar na vida.

  29. Rubens Leme

    THE SMITHS – HATFUL OF HOLLOW (1984)

    Quatro discos de estúdio, duas coletâneas, um duplo ao vivo e um álbum retirado de gravações para a BBC. Tudo isso em apenas três anos (1984 a 1987). A velocidade de lançamentos dos Smiths era avassaladora e, assim como o Led Zeppelin, praticamente não deixaram nada inédito quando o grupo terminou.

    Tirando três B-sides de covers – “Work Is a Four-Letter Word” (Cilla Black), “Golden Lights” (Twinkle) e uma ao vivo de “What’s the World” (James) – todo o resto vieram da dupla Morrissey/Marr, talvez a mais talentosa dos anos 80.

    A cover de Cilla Black, aliás, foi uma das responsáveis pelo fim do grupo, pois o guitarrista Johnny Marr a odiou a ponto de dizer “não montei a banda para regravar Cilla Black”.

    A história da banda começa em 1982, quando o jovem de 21 anos Johnny Marr encontra um adolescente famoso em Manchester por sua paixão pela música e incrível conhecimento, Stephen Morrissey, duas figuras diferentes em quase tudo, menos em produzir clássicos.

    Foi Morrissey que criou todo o conceito dos Smiths, um grupo dos anos 80, mas com um som e visual dos anos 60, utilizando, de maneira inédita e brilhante, fotos de ícones de artistas e de filmes nas capas dos discos e compactos.

    O controle deste lado artístico, tão claro em entrevistas dadas pelo cantor, fez com que Johnny Marr nunca revelasse alguns dos seus ídolos como guitarristas, como o caso do irlandês Rory Gallagher, o americano Nile Rodgers (Chic), Pete Townshend (The Who), Bert Jansch (Pentagle) ou mesmo Jimi Hendrix, artistas que passavam longe do imaginário criado por Morrissey.

    Isso não impediu que Marr os usasse em suas composições, como por exemplo o famoso tremolo de Bo Diddley, base de “How Soon Is Now?”, um das melhores canções do Smiths. Após lançar The Smiths (1984), a gravadora Rough Trade solta, no mesmo ano, Hatful of Hollow, um disco concebido em cima das gravações que os Smiths fizeram nos programas da BBC, em 1983, a saber:

    Com John Peel, em 18 de maio de 1983, mas transmitido no dia 31 de maio: “Handsome Devil”, “Reel Around the Fountain”, “Miserable Lie”, “What Difference Does It Make?”.

    Com David Jensen, gravado no dia 26 de Junho, mas transmitido no dia 4 de julho: “These Things Take Time”, “You’ve Got Everything Now”, “Wonderful Woman”.

    Novamente com Jensen, no dia 25 de Agosto, mas transmitido em 5 de setembro: “Accept Yourself”, “I Don’t Owe You Anything”, “Pretty Girls Make Graves”, “Reel Around the Fountain”.

    E, finalmente, novamente com John Peel, no dia 14 September, mas transmitido em 21 de setembro: “This Charming Man”, “Back to the Old House”, “This Night Has Opened My Eyes”, “Still Ill”.

    Destas, 10 foram escolhidas para integrar o novo disco, junto a mais seis canções de compactos, lados As e Bs.

    Nascia assim Hatful of Hollow, uma coletânea diferente, de uma banda que tinha apenas um disco gravado. O mérito deste disco é que as músicas contidas são superiores às do álbum de estreia, que tiveram uma produção um tanto confusa de John Porter, que não era o nome favorito do grupo para a função.

    Assim, Hatful possui o mérito de ter melhorado o que já era bom e se juntou a outras seis canções de compactos – “William, It Was Really Nothing”, “How Soon Is Now?”, “Please Please Please Let Me Get What I Want” (ambas no lado B de “William…”), Hand in Glove”, “Heaven Knows I’m Miserable Now” e seu lado B “Girl Afraid”.

    Os Smiths sempre foram consideradas uma banda gay por causa da imagem e gestual de Morrissey, de algumas de suas letras, e principalmente, as capas dos discos e compactos. O curioso é que Johnny Marr se casou ainda jovem e continua casado com a mesma esposa e feliz e o baterista Mike Joyce e o baixista Andy Rourke também jamais foram.

    Morrissey nunca explicitou sobre sua sexualidade e tão pouco sabe-se de sua vida sexual, ele inclusive chegou a comentar não ter uma. O fato é que o grupo possuía uma velocidade impressionante em lançar discos e compactos (foram 20, entre 1983 e 1987), além dos discos citados no primeiro parágrafo.

    Após um belíssimo disco de estúdio, Strangeways, Here We Come, Johnny Marr acabou saindo, implodindo o grupo, frustrado com a dificuldade em lidar com Morrissey, que temia em transformar os Smiths em uma superbanda e fazer shows em grandes turnês e estádios, tudo que o guitarrista desejava.

    Além disso, Morrissey bloqueava algumas ideias criativas do guitarrista como o uso de sintetizador ou abrir o grupo a novos estilos. Durante as gravações do último disco, Marr acabou recebendo convites para gravar com um sem número de artistas – Talking Heads, Keith Richards, Bryan Ferry, The The – e viu que não aguentava mais pertencer a banda, que também brigava com empresários e contadores.

    Ao longo dos anos, especulou-se a volta do quarteto, ideia azedada quando Andy Rourke e Mike Joyce processaram a dupla de compositores por direitos autorais, em 1996. Joyce ainda conseguiu sair do tribunal com 1 milhão de libras e mais 25% dos direitos de todas as canções, enquanto Rourke fez um acordo e recebeu apenas 83 mil libras, gastou tudo e chegou a visitar o Brasil duas vezes como DJ, desesperado por dinheiro.

    A banda teve o mérito de acabar no auge sem ter feito um disco ruim. O fim dos Smiths teve uma pequena comoção na Inglaterra e há um filme curioso de fãs que invadem uma rádio e obriga o DJ a tocar apenas as músicas do grupo como homenagem, Shoplifters Of The World (nome de uma canção da banda, https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2021/03/05/trailer-shoplifters-the-smiths/).

    Para quem quiser saber mais sobre Morrissey, figura para lá de controversa e que lançou dezenas de álbuns solos nos últimos 30 anos, há o filme England is Mine, no Prime Amazon, que fala do cantor antes de formar a banda.

    https://www.youtube.com/watch?v=fAHk-M2k5mM&list=PLDPgbLgBVdSwxULZohJYIDbf1FTxeLtUs

    1. Miguel BsB

      Hatful of Hollow é muito bom! Fica atrás um pouquinho da obra prima dos Smiths, The Queen is Dead…

  30. Paulo Almeida

    A questão do rei do hard, da grama e do tênis em geral DjokoGOAT é baixar a bola e ir com humildade para o US Open, enquanto o Nadal terá que correr muito atrás para ser competitivo no Slam americano. Federer, por sua vez, fez bem em evitar novos vexames certos nos Masters americanos. Também será um papelão se jogar em Flushing Meadows e der outro W/O.

  31. George Beco

    Um dado interessante, os caras com menos de 27, apenas Chung venceu Djokovic, e esse simplesmente desapareceu do circuito.
    Dois caras eram capaz de bater Djokovic em GS, Nadal no saibro, mas esse tá entrando numa fase já de início de aposentadoria, Thiem, que não sei se tem mais volta, e Wawrinka, esse já tá se aposentando mesmo. De resto ninguém mais tem essa capacidade, fica difícil imaginar Nole perdendo esse US Open.
    Apesar disso, acho que Zverev tem tênis para bater Nole em GS, digo isso por dois motivos, o primeiro é que nos 2 jogos mais importantes entre os dois ele ganhou, e o segundo, pq ele já é jogador de GS, apesar de não ter ganho. Perdeu uma final pq amarelou, que foi até justificado pelo fato de ser o primeiro GS que estava fazendo final, não seria justificável amarelar na final de número 31, e tem sido figura recorrente em semis de GS, o que falta agora é apenas vencer Djokovic.
    Pra mim, em uma eventual final contra o sérvio ele tem tênis pra ganhar.

  32. Debora Motta

    Dalcim, Djokovic em crise? Ele acabou de vencer DOIS GS, somando a três na temporada! Não concordo! Abraços

    1. Groff

      A crise é mais pronunciada para os outros dois, Federer principalmente. A do Nole, bem menos, mas ainda assim seu término de olimpíada foi um pouco preocupante. Assim, está correto o Dalcim. O sérvio, claro, pode se recuperar muito mais facilmente tendo em vista o quadro atual.

  33. Karita

    Bom dia,
    Dalcim, você acha que o Nadal ainda consegue ser competitivo, nesta temporada? Me parece que caiu muito fisicamente……. com bastante dificuldade nos torneios…. mesmo no saibro… será que é o fim dele? O Federer também me parece no fim… triste para o tenis..

    1. José Nilton Dalcim

      Nunca devemos duvidar desses fenômenos, mas realmente Nadal me decepcionou. Nem tanto pelas derrotas, mas pela execução. Espera uma outra postura, talvez mais agressiva e menos preocupada com o resultado. A parte física, no entanto, é uma dúvida concreta. Torço para que se recupere, embora o tempo seja curto.

  34. Paulo F.

    Rafael:
    Grato pelas palavras no último tópico.
    Ótimo fim-de-semana para ti e a família.
    Que continues com sucesso na recuperação da tua MAV.

  35. GPL

    O título da chamada não deveria ser “Nadal tropeça enfrentando adversários fracos” ao invés de ainda estar lembrando do fracasso do Djoko nas Olimpíadas? Ou vocês ainda estão tendo pesadelos com o Djoko?

  36. Jeferson

    Creio que Djokovic vira com sangue nos olhos e muito motivado para conseguir ganhar os 4 slam no mesmo ano e se tornar o maior ganhar de slam da história,apesar das olimpíadas ainda o considero o favorito mas claro que não é um titulo já garantido como muitos dizem as vezes.

  37. Jeferson

    Federer fora dos masters,será que joga USOpen??Sinceramente acredito que não,uma pena para o esporte mas o fim da carreira está cada vez mais próximo,sou torcedor do Djokovic mas gostaria de ver Federer reescrevendo a história,quebrando os recordes de vitórias e títulos do Connors(Em Slam creio que Djokovic terminara em primeiro e Nadal em segundo em títulos),como já disse anteriormente Federer deveria dar prioridade para torneios 250 e 500 e focar nestes dois recordes mas pelo visto nem isso conseguirá já que nem jogar está conseguindo devido as lesões,uma pena para o esporte.

  38. Miguel BsB

    Tenho a mesma idade do Maestro, 40 anos, e, assim como ele, estou neste momento com problemas no joelho, no meu caso o direito, um pequeno pedacinho do menisco soltou. Após anos de “batalhas” nas quadras e nos campos da vida, pela primeira vez estou com algum problema no joelho…
    O meu caso, segundo o Dr., é simples de resolver…primeiro vms tentar com fisioterapia, e, se não der certo, uma relativamente simples artroscopia resolve, com rápida recuperação.
    Força Maestro! Vms arrumar nossos joelhos e voltar às quadras!

    1. Marcelo Costa

      Eu com 48 anos, sugiro a ti, parar com o futebol, eu parei tem anos, e jogar só no saibro, o impacto é menor, e usar palmilhas de silicone nos tênis, a mim tem dado resultado, convivo com uma tendinite no qudriceps tem anos, e tratei com fisio.
      Não deixe de cuidar

  39. Mateus Cruz Tamiasso

    Big 3 em crise?!
    Djokovic ganhou os 3 primeiros Slams da temporada. Exclua o sérvio da análise, ainda dá tempo de passar um corretivo nessa parte completamente fora da realidade.

    1. José Alves Aragão

      O cara ser taxado de negacionista pela imprensa internacional,destruir a raquete em um poste e sair de uma olímpíada com tremendo de um mal exemplo não é uma crise pessoal? Caramba Dalcim,esse povo tá cego demais pela paixão pelo Djoko

  40. Rafael

    Cláudio, meu caro.

    Não darei continuidade ao nosso argumento da pasta anterior por razões óbvias. Mas não perca a esperança no povo brasileiro! Se cada um fizer sua parte, se houver diálogo e união, dias melhores virão. É o que eu digo pra mim mesmo há 33 anos.

    Em todo jardim mal cuidado nascem ervas daninhas.

    Abs

    1. Barocos

      Rafael,

      Ainda que o que você diz seja verdade, o problema é que algumas ervas daninhas crescem tanto que ultrapassam a copa das árvores e, quando fazem isto, acabam por asfixiar aquilo que lhe deu suporte. Este é o risco que estamos correndo atualmente.

      Voltando ao tênis, espero que o Djokovic tenha posto a cabeça no lugar, coisa que já fez antes, e que pare de se cobrar tanto (acho difícil). Com a qualidade que tem, os títulos costumam vir como consequência, independentemente da pressão que ele aplica sobre si.

      Continuo achando que o que ele fez, na falta de uma explicação melhor, foi uma canalhice, mas de modo nenhum isto o torna um canalha, apenas serve para nos lembrar que ele, no final das contas, é tão humano quanto nós mesmos.

      Vida longa e próspera.

      1. Paulo F.

        Nobre Barocos,
        Este foi um ponto que Nole também me decepcionou nas Olimpíadas: com a conquista do vigésimo GS, achei que o sérvio iria parar de se cobrar tanto e teria um comportamento mais “light” em Tóquio.
        Tomara que em Nova York ele esteja um pouco mais zerado fisicamente e com o mental também um pouco mais resetado.
        Saudações nolistas ao confrade!

  41. Rubens Leme

    Dalcim, discordo que o Nadal será favorito no Canadá, mesmo estando esvaziado o torneio. Com esse saque, ele é uma presa bem ganhável. E continuo achando que ele vem caindo sim na parte física a partir do segundo set. Nos dois jogos contra o Sock e o de ontem ele se mostrou aquém daquele super homem que estamos acostumados, talvez pelo esforço extra para compensar o serviço.

  42. Rafael

    O Nadal estava ocupado criticando a atitude do sérvio nas olimpíadas e esqueceu de se preparar para o retorno em Washington. Era para ter perdido pro Sock na rodada anterior. O suíço é uma incógnita mesmo. Já o Djoko se recuperará e vai ganhar o UsOpen. Concorda mestre?

  43. R.P.

    Djoko teve uma modesta participação nos jogos olímpicos, torneio que disputou também nas duplas; ainda assim, fez melhor campanha que o grande oponente a partir de agora, tanto no ranking quanto no piso duro, Medvedev. Se ter a chance de fechar o calendar year grand slam é estar em crise, acredito que todos os demais jogadores profissionais, masculino e feminino, adorariam estar em crise também.

  44. Maurício SP

    Desde a derrota em Wimbledon e o título do Djokovic, para mim era claro que o Federer não jogaria o US Open. Suas chances seriam muito remotas e sua participação apenas daria mais valor a eventual título do Djokovic ou quem sabe do Nadal, afinal o tríplice empate 20/20/20 estava sendo muito comentado, como se estivessem em pé de igualdade para disputar esse título.

    Acho que ano que vem, se já não houver mais esse empate, e se ele mantiver a gana de treinar muito e competir, poderá entrar nos torneios de forma bem mais leve. Na pior das hipóteses vai encerrar a carreira na Laver Cup deste ano.

  45. Luiz Fernando

    Acho q a frase do texto “Rafa será o favorito do Masters canadense” está equivocada, ele não é e será uma surpresa imensa, e agradável claro, se for longe…

  46. Rubens Leme

    Ontem assisti um dos meus filmes favoritos, Desafio no Bonx, que marca a estreia de Robert de Niro como diretor. O filme é uma autobiografia e mostra parte da infância dele no Bronx. Robert atua como o motorista de ônibus, pai do garoto Calogero que presencia o mafioso local Sonny (Chazz Palmintieri) matar um homem, mas não o entrega para a polícia.

    A partir daí, Calogero (ou C, como é batizado por Sonny) vive entre dois mundos, o do pai, extremamente honesto, trabalhador e o glamour e a violência de Sonny, que o “adota”. Ao mesmo tempo que entende a luta do pai, um homem simples e respeitado por todos os barros, fica fascinado com a vida de Sonny que diz preferir ser temido a amado e controla a vizinhança com punho de ferro.

    Essa divisão não impede que C acabe convivendo com os marginais locais, ao mesmo tempo em que começa uma paixão com uma garota negra, que Sonny aprova, mas o pai, não. O racismo, aliás, é um tema importante dentro da trama.

    O embate entre os dois “pais” pela consciência do garoto é um dos grandes momentos, já que Sonny diz que ele deve estudar, formar família e não “viver a vida que eu vivo”. Um filme belo e sensível, que poderia ter sido assinado por Martin Scorsese.

    O personagem de Niro, aliás, é muito parecido com o meu falecido pai, na maneira de falar, de gestual e de enxergar a vida.

    https://superflix.vip/movies/desafio-no-bronx/

    1. Rubens Leme

      Correção: o filme é baseado na vida de Chazz Palminteri, e não Robert de Niro e originalmente era uma peça de teatro escrita por Chazz, que também atuou nela.

    2. Periferia

      Olá Leme

      Se o filme fosse um quadro…e estivesse em uma parede de qualquer museu do mundo sem assinatura do autor…eu diria:
      – É um legítimo Scorsese…

      Engraçado….
      O pai é honesto e tem principios….mas racista
      O gangster é um assassino desonesto…mas não é racista.

    3. Marcílio Aguiar

      Ldeme, eu não assisti esse filme, mas só pela descrição eu me lembrei de “Os bons companheiros”. Tudo a ver.

      E Chazz Palminteri esteve ótimo em “Tiros na Broadway”, como um “gangster sensível” que transformou uma peça medíocre em sucesso. Não deve ter sido coincidência que Allen tenha lhe escalado nesse papel.

        1. Rubens Leme

          Marcelo, este é provavelmente meu filme favorito do Woody. Ele está impagável e muito bem também em Os Suspeitos.

  47. Rubens Leme

    Toni Nadal falou em uma tour de despedida para Federer em 2022 e me lembro que Edberg anunciou em deembro de 1995 que 1996 seria o seu último ano e no que na metade da temporada, ele se dizia farto de tanta pressão e atenção exageradas, que acabou deixando aquele ano ainda mais pesado do que já seria.

    Por isso mesmo, disse no ano passado que Federer não deveria fazer isso, apenas anunciar seu adeus às vésperas do último torneio (https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/78523/Edberg-aconselha-Federer-sobre-momento-de-parar/).

    Procurei e achei dois artigos sobre o adeus do sueco:

    https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/11/10/esporte/25.html

    https://www.tennis.com/news/articles/flashback-friday-stefan-edberg-announces-his-final-year-on-atp-tour

    1. Marcílio Aguiar

      Edberg, um sujeito elegante e discreto dentro e fora das quadra. Um saque e voleio como poucos. Foi um dos tenistas para o qual torci ao longo desses anos.

      1. Rubens Leme

        Edberg era fantástico. Sabia que é o único jogador daquela geração a ter vantagem sobre o Ivan Lendl no H2H? O próprio Lendl relata essa dificuldade quando fez a mesa-redonda em 2019 com Becker, Wilander e McEnroe, três fregueses dele.

        1. Rafael

          Quando Edberg jogava era meu favorito. Torci anos por ele. Só voltei a torcer realmente por alguém com Kuerten, vários anos depois. Acompanhei com curiosidade Federer e Nadal, lembro que achava Federer meio poser e o jovem Nadal parecia uma versão mirim do capitão caverna, cabeludo e carrancudo. Antes disso, não gostava de Becker, parecia uma máquina alemã sem sentimentos (fora a crueldade com que demolia os jogadores por quem tinha simpatia, anos depois lembrei dele e de seu cabelo escovinha e platinado quando vi o personagem Ivan Drago), e tinha um certo estranhamento pelo Lendl, achava ele muito frio, introspectivo e cerebral. Interessante as percepções de um mero piá, como mudam ao longo do tempo. Ninguém na família entendia como um jogo “maçante” e comprido, longo como o tênis, conseguia me fazer (uma criança) ficar quieto e compenetrado por horas.

          O primeiro jogo que tive no saudoso Telejogo foi…

          Tênis.

          1. Marcílio Aguiar

            Rafael, temos um roteiro parecido, que diverge na era do Big 3. Comecei a torcer pelo Borg, depois para Edberg. Não me simpatizava com o Becker (não tinham uma razão objetiva), torci para o Stich na final que disputaram em WB. Fiquei um tempo sem me inclinar por ninguém na época do domínio americano (Courrier, Sampras e Agassi) até surgir Kuerten, para que torci com todo o fervor. Gostava também dos jogos de Rafter e Ivanisevic. Veio o Federer e ele passou a ser o meu favorito, embora naquele jogo de RG 2004 a minha torcida foi toda para o manezinho.

            Já no feminino era maravilhoso assistir ao embate Evert X Navratilova e meu coração se inclinou pela Tcheca. Depois veio Setffi que me ganhou. Fiquei empolgado com o inicio precoce de Capriati, mas logo veio a frustração quando ela perdeu o rumo (fiquei feliz com sua volta vitoriosa nos início deste século). Torci muito para as Williams quando surgiram como um furacão, até aparecer a estupenda Justine Henin que ganhou meu coração em definitivo. Ainda não apareceu uma substitua, embora hoje eu sempre queira que a Kivtova vença, o que está cada dia mais difícil.

        2. Miguel BsB

          Sim. Nessa live o Lendl fala o quanto ele sofria com o saque quique do Edberg na esquerda de uma mão dele…

          1. Rubens Leme

            Depois que o trio Borg, McEnroe e Connors parou nunca mais torci para ninguém, mas adorava ver jogos em que havia grande rivalidade. Até cheguei a torcer pelo Lendl contra o Pat Cash em Wimbledon, mas não deu certo.

            As 3 finais seguidas entre Edberg x Becker em Wimbledon, entre 88 e 90 foram fantásticas e me lembro bem de Stich X Becker, em 1991.

            No feminino eu era Martina e depois dela torcia pela Sabatini, pela beleza e por ser treinada pelo Kirmayr e também curtia a Seles.

        3. Rubens Leme

          Mais do que os Slams eu curtia mesmo os jogos no carpete indoor onde Lendl só teve menos títulos do que o McEnroe. Rapaz, a bola voava! Havia embates entre Becker X Lendl inacreditáveis. Lendl era baseliner, mas tinha um saque pesado e subia bem.

          O curioso é que não curtia nenhum deles, mas via todos os jogos entre eles, porque o ódio dentro da quadra era imenso. Nem sei como foram tão cordiais naquelas mesas redondas, porque se detestavam.

  48. Antônio Luiz Júnior

    o que todos nós vimos nestes dois jogos de Rafael Nadal após uma longa paralisação pós RG é preocupante. Um jogador comum, com um primeiro serviço muito deficiente, e um backhand completamente falho e errático. Hoje qualquer adversário entra em quadra com a nítida sensação de poder vence-lo, e com Sock e Harris não foi diferente. Acho inclusive, que NADAL de acomodou juntamente com sua equipe atual, e não vejo a mínima evolução em relação aos muitos buracos no seu jogo. Numa temporada longa de quadra rápida o que podemos esperar são novos fracassos, queda no ranking e a ascendência dos jogadores nais jovens ocupando definitivamente os primeiros lugares no ranking da ATP. Se houve algum trabalho de recuperação neste período, não surtiu nenhum efeito. Nunca vimos um Nadal tão vulnerável em quadra.

  49. Bel Grado Fa

    Além da óbvia revoluçao que o BIG 4 causou dentro das quadras,é preciso considerar a revoluçao causada fra das quadras:

    – Nunca antes na história do tênis mundial tivemos torcedores tão exigentes quanto ao desempenho do “Seu BIG preferido”.

    Um tem 40, outro 35, o mais novo deles (por coincidência NOVAK), COM 34.

    Todos longevos no mais alto nível. Nao foi a vontade que acabou, nem o gáz. É apenas o físico de cada um cobrando seu preço por 20 anos de estrada.

    Se confirmar a lesão no ombro do Novak, pela primeira vez desde 2004 nao teremos um BIG4 no topo do favoritismo para um GS.

    Que venha a nova geraçao. Torço apenas para que as viúvas possam superar, e para que nosso editor possa encontrar um caminho para sobreviver de tenis apos a debandada, jaque 90% da nossa discussao aqui trata apenas de BIG 3 (os outros 10 possui excelente conteúdo sobre cinema, musica e literatura).

  50. Sérgio Ribeiro

    As notícias não são bem claras mas os fatos são incontestáveis . Mesmo que vá ao USOPEN ( não acredito) , o Craque Suíço estará fora do FINALS. Dito isto , fica claro que sem estar competitivo nesta Temporada, Roger Federer deve preparar seu Tour final pra 2022. E pelo que conhecemos saberá escolher a dedo o melhor local pra declarar a aposentadoria em grande estilo. Rafa Nadal vai pegar um MASTERS 1000 na conta pra se aprumar caso o problema no pé não seja grave . Depois de ontem a queda hoje era bem previsível. Não se pode questionar que o caminho se abriu totalmente para o Sérvio ultrapassar o SLAM 20 no USOPEN ou no AOPEN 2022 . O Big 3 infelizmente faz parte do passado e Novak Djokovic não vai deixar ficar barato. A conferir. Abs!

  51. Majô

    Dalcin seu texto é ótimo,mas dá uma marejada nos olhos em saber ,que esses fantásticos jogadores estão deixando as quadras.Adoro tenis,mas penso que quando esses três pararem,vai ser complicado assistir.Triste,muito triste!

  52. Vitor Hugo

    Seita suíça!? Não é a seita suíça que ameaça juízes de linha de morte, né?
    Não é a seita suíça q invade o privado daqueles que tem facebook(um tal de Roberval Santana, fake, mandou mensagens no meu privado e de vários outros que comentam no tênis Brasil há algum tempo atrás com palavras bizzaras, palavrões e etc. Djkovidiodete)

    Bom, mas quem chama os torcedores de Roger de seita não sabe nem a diferença de um game e um set, então….

    1. Rodrigo S. Cruz

      Concordo em gênero e grau.

      O passatempo favorito desse Paulo F. é atacar os federistas, sem causa nenhuma.

      até se o Nadal perde, e mesmo sem NINGUÉM rir do espanhol, ele já usa isso como pretexto pra xingar os federistas.

  53. Vitor Hugo

    Só para lembrar que, ontem Nadal jogou contra um jogador nível challenger(estava jogando sim), fora de forma(barriga de chopp), 200 do ranking e dedicado apenas as duplas, ou seja, jogador inexpressivo e aposentado das simples, e mesmo assim quase perdeu.
    Hoje perdeu para uma mané inexpressivo e limitado.
    A coisa vai ficar feia pro baloeiro no segundo semestre.

  54. Ricardo

    Dalcim, supondo que o Djoko também pule Cincinnati, como ficaria a briga pelo número 1?
    Ele defende o título do ano passado e o Medvedev, a final de Toronto/19 e o título de Cinci/19, certo?

    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Com vantagem de 1.900 pontos, é bem díficl Medvedev ameaçá-lo. O ranking ainda está um pouco confuso. Djoko não perde nada em Toronto e cairia 1.000 se não for a Cincinnati, mas o russo defende 1.600 entre os dois Masters e só tem garantido 300 de Toronto. Pode no máximo somar 400 se ganhar os dois Masters. Então basicamente, numa situação extrema, o russo chegaria 500 pontos atrás no US Open. E aí a vantagem de Djoko é muito grande: defende apenas 180 contra 1200 de Medvedev. Então, o russo teria de ganhar os três torneios e Djoko não fazer nada nos Masters e perder até as quartas de Nova York. Tsitsipas está 4 mil pontos atrás e só tem 370 a repetir. Então poderia tirar uma boa distância, mas matematicamente sua chance é bem pequena. Nadal está 4.300 pontos atrás e só pode somar em Cincinnati, já que defende 2000 do USO de 2019 e 1000 do Canadá também de 2019, ficando completamente fora da briga. Abs!

      stef 360 cincy, 10 e nada

      nadal
      2000 us 2019, 1000 canadá(500), tudo em cincy

  55. Marcelo Seri

    Dalcim, excelente e preocupante texto. Principalmente para mim, que sou fã do RF.
    Permita-me uma pequena observação: o Federer chegou à 4a rodada em RG, e não à 3a!
    Forte abraço!

      1. Marcelo Seri

        Ah sim sim! E o esforço maior foi mesmo na 3a!
        Forte abraço, e parabéns pelo seu trabalho sempre!

  56. Vitor Hugo

    Federer deveria focar em uma recuperação, e encerrar a carrreira, em Wimbledon, o ano q vem . Merece uma despedida digna. Me parece que acabou mesmo… Espero estar errado.
    É o maior e melhor da história!

    Nadal é outro que não vai ganhar mais nada. No cimento então, nem pensar. É zebra!
    Nunca houve um número tão grande de tenistas com capacidade de vencer o espanhol em uma quadra q não seja o saibro.

    Acho exagero dizer que Novak está em crise. Não há dúvidas que é o maior favorito pra vencer o u.s open.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Não gosto dele, mas é inegável que é (de LONGE) o tenista mais duro de se bater hoje, e um grande campeão.

      Ou seja: como pessoa, é um ótimo tenista…

    2. Paulo Sérgio

      O incrível caso do tenista que é considerado o maior e melhor de todos os tempos, mas perde em todas as estatísticas para Djokovic.
      Ops: até no H2H.

        1. Paulo Sérgio

          H2H favorável para Djoko + recorde de números de semanas como número 1 + 6 anos terminados como número 1 (empatado com Sampras) + 3 vitórias em finais contra o “rei da grama” + títulos em todos os Masters 1000 + 61 contra 54 big titles para Djoko + Federer foi dominado pelos seus dois principais adversários. Enfim, não tem vantagem alguma que não seja a plasticidade + amor dos fãs. Se falar de idade, não pode contar o título de Federer contra Agassi e outros conquistados contra tenistas mais velhos.
          No entanto, o que importa é a sua opinião!
          PS: daqui a pouco vão dizer que Djalminha é melhor do que Pelé porque bate mais bonito na bola, etc.

          1. Paulo F.

            Tocaio, em se tratando de saibro e Roland Garros, Federer não foi dominado pelo seu rival Nadal. Foi doutrinado e humilhado.
            Aiiinnnn mas Djokovic também é freguês de Nadal no saibro aiiinnnn
            Sim, afinal, quem não é freguês de Nadal no saibro?
            Só que ao contrário do tal “GOAT”, Djokovic é bi de Roland Garros, ganhou duas de Rafa lá e ganhou finais em cima de Rafa em Monte Carlo e Roma.

  57. Pedro

    Dalcim,

    Nadal está sentindo o peso da idade? Não parece ser mais aquele incansável. Ainda continua perigoso, mas parece ter caído muito o rendimento. Não achei o piso de Washington rápido, pelo contrário, parece estar bem áspero.
    Em relação ao suiço, as informações são bem limitadas, e mesmo a mídia especializada não sabe informar qual foi a contusão no joelho direito, apenas fala em contusão, e existem diversas. A do joelho esquerdo foi na época divulgado que era menisco, mas a do direito ninguém sabe. Parece que para o suiço, só ano que vem, e talvez em um ano de despedida do tênis. Ainda acho que se ele conseguir ficar bem fisicamente pode faturar um Slam, mesmo com 40 anos, mas, a dúvida é qual realmente é este problema no joelho?
    Nole teve problemas nas olimpíadas, o que ninguém esperava, e nem ele, que estava muito confiante antes. Talvez um cansaço mental, de ficar ganhando tanta coisa no último ano. Caso se recupere mentalmente, é o favorito para o US, mas se tiver com o mental abalado, só ano que vem.
    Será que é a grande oportunidade para Zverev ou o grego no US?

  58. José Eduardo Pessanha

    Mais um vexame de Ali Acima. Mental de geléia. Esse garoto que o derrotou é promissor.
    Abs

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