Título olímpico ratifica qualidade de Zverev
Por José Nilton Dalcim
1 de agosto de 2021 às 14:30

É bem verdade que ainda lhe falte um troféu de Grand Slam, mas o alemão Alexander Zverev ratifica com sua medalha de ouro deste domingo em Tóquio a condição de maior nome da nova geração do tênis.

Aos 24 anos, sua coleção de 16 títulos e nove finais no circuito tem qualidade. Estão ali também o ATP Finals, uma conquista maiúscula em cima de Roger Federer e Novak Djokovic, quatro Masters 1000 em diferentes pisos e 500 de respeito em Acapulco e Washington. A lista de finais não é menos imponente: US Open e mais quatro Masters.

Também já atingiu o terceiro lugar do ranking, um feito notável na Era do Big 4. No entanto sempre estamos cobrando dele algo a mais. Zverev ainda oscila emocionalmente, poderia ter um forehand mais contundente e o jogo de rede só agora começa a se destacar. Com 1,98m. parece menos preguiçoso em se mexer para a frente e isso o colocou pelo menos nas oitavas de final de seus 7 últimos Slam, período em que fez também três semis.

A campanha olímpica não foi espetacular, mas bater de virada o todo-poderoso número 1 liquida discussões. Manteve o alto padrão numa final sem graça contra Karen Khachanov, que fez muito pouco como devolvedor – 5 de 31 pontos – e levou uma surra nos winners (7 a 27). Nem Boris Becker ou Michael Stich conseguiram ouro em simples para a Alemanha – venceram nas duplas – e assim Sascha repete Steffi Graf.

O ouro ficou em mãos corretas e Zverev pode muito bem se candidatar ao bi dentro de três anos em Paris. Porém, muito antes disso, espera-se que Tóquio seja um empurrão importante para a quadra veloz de Cincinnati e do US Open que vêm pela frente. Quem sabe, enfim, não tenha chegado a sua hora.

Nas duplas feminina, Barbora Krejicikova e Katerina Siniakova mantiveram o favoritismo e vingaram Marketa Vondrousova, ao tirar o segundo ouro de Belinda Bencic, que fez parceria com Vikorija Golubic. A República Tcheca nunca havia chegado ao título olímpico desde que passou a competir como país independente, tendo na conta apenas o ouro de 1988 de Miloslav Mecir, que na verdade é eslovaco.

Por fim, as mistas ficaram com Anastasia Pavlyuchenkova e Andrey Rublev, uma certa surpresa já que o russo não é habitual participante em chaves de dupla no circuito, ainda que tenha conquistado seu primeiro ATP em março com Aslan Karatsetv. Eles derrotaram justamente Karatsev e a parceira Elena Vesnina, com uma interessante curiosidade: é a terceira decisão seguida que Vesnina perde match-points, repetindo Wimbledon e a disputa do bronze do sábado.


Comentários
  1. Paulo F.

    Que as hienas alpinas não deem muita risada da eliminação do Rafa.
    Vou refrescar a memória: as hienas alpinas riram muito da derrota do Nole para o Evans em Monte Carlo. E qual foi o desfecho em Roland Garros?

    1. Sérgio Ribeiro

      Comentário sem sentido algum pra variar né, P.F. ?. Cresce um pouquinho pelo menos num momento difícil para o Big 3 . Rafa Nadal não precisa de hienas pra rir de coisíssima nenhuma. Ficou claro que nas duras o Espanhol está em dificuldades . Que pode ser momentânea se a lesão no pé não atrapalhar seus treinamentos. Abs!

  2. Luiz Fernando

    Sem surpresas na derrota de Rafa, depois do visto ontem. Pelo menos não apresentou nada de sério no pé, pensei inclusive q poderia não entrar em quadra hoje. Mas jogou um pouco melhor do q ontem, mesmo perdendo…

  3. Maurício Luís *

    Pois é, Federer. Com 40 primaveras nas costas, as lesões demoram muito mais pra sumirem. E que mal lhe pergunte… que “milagre” você vai fazer no US Open, sem ritmo por não ter disputado nenhum torneio preparatório? Se é que vai dar tempo…
    Não fosse esse ranking de 2 anos, com certeza teria que contar com convites.
    Dizem que quando se entra nos “enta”, o sujeito não sai mais. 50, 60… Não é verdade. Quando chegar os 100 anos, sai dos “enta”.

  4. Lucas

    Que ironia do destino! O homem que flutuava em quadra, dos movimentos naturais, o gênio que não suava ao fim de 3 horas de batalha, o talento nato que encantou durante tanto tempo os admoradores desse esporte na parte derradeira de sua carreira se vê vencido pelo tempo. Temo mas penso que a qualquer momento, entre lesões e desistências, lutas perdidas, o maestro Roger Federer, o ícone inconteste, vai chegar a conclusão que o sonho acabou, o dele, e o nosso. Ao testemunhar a junção da arte e do esporte, ao menos pra mim, nada vai suprir a ausência do gênio.

  5. Sérgio Ribeiro

    A FIFA se inspirou no Futebol Olímpico e criou a Copa do Mundo nos ido de 1930 . Tudo depois do grande sucesso da Celeste Olímpica do Uruguai levando o Ouro em 1924 e 1928. A Celeste levou também à Copa Inaugural em 1930 . Daí a FIFA caiu fora achando concorrência nos eventos. Não existe data FIFA nos Jogos . . Somente em Atlanta 96 a entidade permitiu TRÊS jogadores acima dos 23 . Único esporte com limitação de idade. Isso não justifica os arrogantes Alemães levarem time C para o evento e continuem Zerados . A Espanha levou 6 jogadores que disputaram a Eurocopa e estão na FINAL. Já o Brasil livre de Neymar leva um de 38 anos com um currículo de 42 conquistas na carreira ( recorde ) . Enquanto isso sem restrição de idade pela FIBA , o Craque Kevin Durant comando a NBA , digo USA , a mais uma FINAL. Não atoa presidentes da CBF e da FIFA acabam presos rs . Abs!

  6. Luiz Fernando

    Como joga esse menino Brooksby. Que velocidade e q BH. Vendo essa partida contra o Aliassime, q também está jogando bem, me lembrei de um termo do Dalcim em relação ao americano: elétrico!!!

  7. Paulo

    Não se pode confundir superação com uma realidade triste e marginalizada que nossos atletas enfrentam no dia a dia.

    Muita gente fica romantizando as histórias e dificuldades dos atletas quando deveríamos colocar a boca no trombone e reivindicar melhores ou básicas condições a eles

  8. Luiz Fernando

    Nadal com dores no pé, Federer com o joelho não recuperado, Djoko em plena forma, esse é o retrato do Big 3…

  9. Jeferson

    Federer fora dos masters,será que joga USOpen??Sinceramente acredito que não,uma pena para o esporte mas o fim da carreira está cada vez mais próximo,sou torcedor do Djokovic mas gostaria de ver Federer reescrevendo a história,quebrando os recordes de vitórias e títulos do Connors(Em Slam creio que Djokovic terminara em primeiro e Nadal em segundo em títulos),como já disse anteriormente Federer deveria dar prioridade para torneios 250 e 500 e focar nestes dois recordes mas pelo visto nem isso conseguirá já que nem jogar está conseguindo devido as lesões.

  10. Rubens Leme

    Visando reforçar o elenco, o Palmeira mandará Lucas Lima e Borja pro Barcelona e trará Lionel Messi para ser opção de banco para Raphael Veiga ou Gustavo Scarpa.

    Que você acha, Dalcim? eu considero uma troca razoável.

  11. Ronildo

    Aproveitando a colaboração do camarada nobre Luiz Fernando neste mesmo texto do Dalcim na ocasião em que eu trouxe um link das conquistas de Federer no US Open, ratificamos, juntos,unidos, em uníssono; a grandiosidade inigualável das conquistas de Federer! Uma vez que o camarada Luiz Fernando afirmou categoricamente que na época do auge do Federer havia uma entressafra de perdedores!

    Mais um que aceita a verdade 👏👏👏👏👏👏👏

  12. WILLIAM ALMEIDA

    2 set e 3 set Nadal se arrastou em quadra! Saque péssimo! Bolas com pouca profundidade! movimentação péssima após o primeiro set. O Sock até outro dia estava jogando Challanger e está visivelmente um pouco acima do peso, não vamos passar pano nesse nível é muito improvável do Espanhol chegar longe no US Open até contra o Federer o Espanhol não seria favorito.

  13. Rubens Leme

    Kraftwerk, 1978. Brasil, 2021.

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=13&v=D_8Pma1vHmw

    Os Robôs

    Nós estamos carregando nossa bateria
    E agora estamos cheios de energia

    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs

    Nós estamos funcionando no automático
    E estamos dançando mecanicamente

    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs

    Ja tvoi sluga (=Eu sou seu escravo)
    Ja tvoi Rabotnik robotnik (=Eu sou seu trabalhador)

    Nós estamos programados para fazer
    qualquer coisa que você quiser

    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs

    Nós estamos funcionando no automático
    E estamos dançando mecanicamente

    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs
    Nós somos os robôs

    Ja tvoi sluga (=Eu sou seu escravo)
    Ja tvoi Rabotnik robotnik (=Eu sou seu trabalhador)
    Ja tvoi sluga (=Eu sou seu escravo)
    Ja tvoi Rabotnik robotnik (=Eu sou seu trabalhador)
    [Repete desvanecendo]

    Nós somos os robôs

  14. Sérgio Ribeiro

    E Rafa Nadal mostrou ontem contra Sock que , assim como Federer , acertou em não ir a Tóquio . Não teria chances contra Novak ou Sasha. Isso não quer dizer que o experiente Tenista não possa chegar na ponta dos cascos no seu objetivo maior que é o USOPEN. Esse sim sabe lidar com pressão como ninguém. Estou com o nosso amigo Rafael , Novak falou muito mas na hora H demonstrou que não resistiu a mesma. Sucumbiu ao ficar atrás contra Sasha e na disputa contra o mesmo Carreno-Busta . Achou que iria demonstrar ao Mundo que sua desclassificação foi injusta no SLAM ? . Ainda teve que aguentar o Espanhol pedindo punição ao árbitro. Decepção total. Fez bem em pular Montreal. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. De 7 TOP 10 da WTA que foram a Tóquio apenas UMA confirmou Montreal . Já passou da hora de se descutir as prioridades dos TOPs. Abs!

    2. Rafael

      Affe, fui citado pelo Sérgio, ganhei meu dia! Justo eu, um bobo de tudo…

      Obrigado, Sérgio. Tenho você em alta conta.

  15. F.R.

    O Medina vai perder etapa do mundial de surfe porque não foi vacinado.
    Então quer dizer que, apesar de todos os pedidos do COI, foi pra Tóquio sem se vacinar? E tendo vacina a disposição dele??

    1. Marcelo Costa

      Ele pode descartar seu pior resultado, e tem uma larga vantagem sobre o segundo, e já classificado para as finais em Trestles, dito isso ele não se vacinar é de uma irresponsabilidade, um mal exemplo, um desrespeito e só corrobora o quanto ele é alienado. Eu havia defendido em outro blog nesse espaço, mas me arrependi amargamente.

      1. Carlos Reis

        Estas “vacinas” são EXPERIMENTAIS, e isso fere o código de Nuremberg. Vocês estão ao lado nos N4Z1ST4S da atualidade, lamento informar. Eu quero distância de gente que ACHA certo ser obrigatório inocular um líquido potencialmente BEM perigoso num ser humano.

        1. Maurício Luís *

          Mais uma vez, você e sua turma negacionista confundem obrigatório com coercitivo. Ninguém vai ser escoltado pra tomar vacina. Dou como exemplo piscina de clube. Ninguém é obrigado a fazer exame médico, mas também o clube não é obrigado a deixar ter acesso ao parque aquático quem não fez exame.

        2. Maurício Luís *

          Tem + uma coisa: o Djokovic é milionário. Dispõe dos melhores advogados, médicos, fisioterapeutas, psicólogos. Se ferisse o Código de Nuremberg como você escreveu, ele já teria entrado com ação judicial. Não tenho notícia de nenhuma entidade de defesa dos Direitos Humanos no mundo que tenha se oposto à vacinação em massa, alegando que fere o Código de Nuremberg. Então a impressão que dá é que a sua pessoa está querendo ser + real do que o Rei.

  16. Luiz Fernando

    Além da má e irregular atuação agora vem esse problema no pé de novo. Claro q devemos dar um desconto, pois após 2 meses Rafa ficou 3 hs em quadra, mas as perspectivas não são boas. Observei os mesmos problemas no serviço e na devolução que venho comentando há tempos. Vamos ver o desenrolar das partidas…

  17. Rubens Leme

    Dalcim, você não acha que o Nadal deveria contratar algúém que pudesse melhorar o saque dele? O serviço dele piorou muito e isto o desgasta ainda mais. E pelo que os dois suaram e trocaram de camisa durante a partida (só o Sock foram 3), o clima está parecendo bem quente e úmido nos EUA, ou seja, todos os torneios irão exigir muito dele.

    É claro que não dá para arrumar o serviço em seis semanas, mas ele precisa rever a mecânica do golpe. Deste jeito, ele não vai longe em NY. Se o norte-americano ontem não estivesse tão acima do peso e querendo marretar winner em todas as bolas, Rafa tinha caído na estreia. Foi por muito pouco.

    1. José Nilton Dalcim

      Continuo achando que o problema do saque é mais físico, parece preso. A técnica dele melhorou nestes tempos de Moyá.

  18. Ruy Machado

    Depois de 7 semanas, Nadal volta a competir em Washington contra Sock. Algumas madeiradas, falta de ritmo e erros bobos aconteceram (o que era esperado) e teve dificuldade no início do jogo. Depois, atropelou e fechou 6/2. Acho que o Sock ligou o dane-se no 2° Set e começou a disparar mísseis certeiros de todos os lados da quadra que acabou quebrando o Espanhol, fechando a 2° parcial em 6/4. Com isso, ganhou confiança e partiu para o Set decisivo cheio de moral. Infelizmente, Nadal sentiu o pé esquerdo no meio do 3° Set e se arrastou até o TB para conseguir fechar a partida. Preocupante esse ocorrido com o Espanhol depois de tanto tempo de preparação para a temporada Americana. Espero que dos males, o menor…

  19. Rubens Leme

    Dalcim, no passado, quando o Nadal pegava um jogador de saque pesado e forehand poderoso, tudo que ele precisava fazer era aumentar a intensidade física do jogo, fazer o adversário se mexer até esgotá-lo fisicamente, para então dar o bote.

    Hoje, mesmo enfrentando um Sock longe dos seus melhores dias e com uns quilinhos extras, o espanhol parece estar sofrendo mais do que ele, na parte física.

    Será que, finalmente, o Nadal desceu ao nível dos mortais? Sem aquele mojo extra, o espanhol torna-se bem mais ganhável.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o problema dele é o saque, Leme. Está sem confiança e o segundo serviço está atacável, o que o Sock fez muito bem a partir do segundo set. Pernas ainda me parecem sobrar ao Nadal, mas falta confiança.

  20. Periferia

    Atleta A…2020…Bonni Cohen e Jon Shenk.

    Documentário…um relato chocante dos abusos do médico da Federação Americana de Ginástica…Larry Nasser.
    Após uma denuncia (da ex ginasta Maggie Nichols).
    Um pequeno jornal (The Indianápolis Star) levantou um dos maiores escândalos do esporte americano.
    Simone Biles é uma das ginásticas que sofreram abusos sexuais…ela é única ginasta/vítima que continua em atividade.
    Não é apenas a pressão por medalhas que incômoda a saúde mental da brilhante atleta…vai além.
    O esporte…caso não bem cuidado…pode destruir vidas…algo muito triste…que acontece com certa frequência…independente do país ou da modalidade esportiva…o documentário é didático…aprendemos com ele.
    Está no catálogo da Netflix….segue o trailer

    https://youtu.be/ei1HYIzS3SU

    1. Rafael

      Cláudio,

      Já recomendei ao Luiz Fernando e recomendo a vc TB, “The Weight of Gold”, narrado por Michael Phelps.

      1. Periferia

        Olá Rafa

        Sim….um ótimo documentário….conheço…se não me engano passou no HBO.
        O foco é a depressão…a cobrança excessiva…
        Realmente é difícil conviver com a melancolia…ainda mais em um mundo onde vc não pode demonstrar fraqueza.
        É algo que virou uma epidemia…não acontece apenas nos esportes…o mundo está cada vez mais competitivo…e muitas vezes nem desejamos competir (na escola…na empresa…em casa ).
        Eu quero uma casa de campo…talvez não consiga compor muitos rocks rurais…
        Onde eu possa ficar no tamanho da paz
        E tenha somente a certeza
        Dos limites do corpo e nada mais

        Abs

          1. Periferia

            Olá Leme…

            Adoro Zé Rodrix…. só….com Sá….com Guarabira.
            …cantando Jonas e a Baleia…
            Ou mesmo fazendo jingles…rs

  21. Luiz Fernando

    Dalcim vc já conhecia esse Brooksby? Fiquei impressionado com a qualidade do jogo do fundo da quadra, em especial do BH. E ele só tem 20 anos. Claro q ele ainda precisa evoluir muito, não o achei nem com boas subidas a rede nem com um voleio consistente, mas é uma promessa com grande potencial. Talvez c ele e o Korda o tênis americano, q q após Sampras e Agassi não tem tido um grande nome, possa voltar a se mostrar muito competitivo…

    1. José Nilton Dalcim

      Eu tinha visto uma vez, mas ele melhorou muito. O saque está bem mais contundente, além das qualidades que você mencionou. Achei ele meio elétrico, o que também é diferente. Acho que pode ser uma ótima opção para o tênis americano, ainda que eu veja hoje o Korda como o mais promissor de todos para chegar longe nos grandes torneios.

  22. Vitor Hugo

    Será que Aliassime foi atrás do tio Tony pra evoluir tecnicamente, aprender a dar balão ou apenas para descobrir o que o titio colocava na mamadeira do baloeiro????

    Não espero evolução técnica do canadense, até porque, Rafa só evoluiu mesmo tecnicamente com a chegada de Moya. Melhorou o back(medíocre até então), o saque e o voleio.

      1. Rafael

        Caro Paulo F., relaxa…rs

        Veja

        1) Todo fim de ano, o Marquinhos postava desejos de feliz natal, etc a todos, e dizia para não levarmos muito a sério o que ele escrevia, que a maior parte era brincadeira/provocação ou algo assim;

        Se não for por esse lado, ouçamos ao lendário Kobe Bryant:

        2) Ninguem odeia os bons; só os GRANDES.

        Assim, ou é uma brincadeira ou um elogio….

    1. Luiz Fernando

      O mesmo discurso retrógrado e cheio de rancor e recalque do Marquinhos e do Renato, quanta coincidência. O q vcs não suportam é lembrar q Rafa humilhou o rei da entressafra em todos os pisos, fez dele um freguês de caderneta, levou o cara as lágrimas no AO. Se o Tio Toni é tão medíocre, como conseguiu q o pupilo limitado transformasse Federer em freguês? Pensando bem, vc tem razão pelo rancor contra ele kkk…

      1. Paulo F.

        Muita dor-de-cotovelo que o “grande” Federer nunca conseguiu UMA vitoriazinha sequer contra o Rafa em Paris, nobre Luiz Fernando.

      2. Sérgio Ribeiro

        Insistes mesmo em entressafra , né. Desde 2015 o Espanhol não vence o Suíço fora do Saibro . E 2013 em relação a Novak . “ Eu odeio Roger Federer “ e’ o único comentário teu que tem alguma verdade por trás rsrs. Abs!

    2. Jeferson

      Para que desprezar tanto Nadal,Federer é um dos melhores da história,o jogo mais bonito mas não o melhor tenista(o terceiro claro,Djokovic o primeiro e Nadal o segundo),mas contra fatos não há argumentos,é freguês de carteirinha do Nadal,6×0 só em Roland Garros,ou seja nunca ganhou do Nadal lá em Paris,freguês na Austrália,só não é freguês no USOpen porque fugiu pelo menos 4 vezes quando viu que na próxima fase iria enfrentar o Nadal,kkkkk Freguês no Djoko também só pra não esquecer!

  23. Maurício Luís *

    A displicência do Nick Kyrgios é diretamente proporcional ao seu talento. Ele acha que pode vencer todos os jogos na base do talento/improviso.
    Quando tempos atrás ele declarou que não gostava de jogar tênis, achei que tava brincando. Não estava.
    Dizem que o John Mckenroe não gostava de treinar. Mas só que quando a coisa era pra valer, virava um “bicho”. Foi número 1 em simples e em duplas. Já o australiano parece se contentar em ser o “show-man” do tênis… nos dias em que tá a fim. Porque tem dia que ele desrespeita a torcida, desistindo do jogo. Aquela mesma torcida que ele tanto diz fazer questão dela.
    Tá difícil de entender, viu?

    1. Maurício Luís *

      Ah, mas ainda bem que temos o Dalcim pra nos explicar direitinho como é que funciona a cabeça do Kyrgios… kkkkkkkkk

  24. Julio Pioto

    Dalcim, sei que o saibro vermelho fica ruim na transmissão da televisão. Mas já tentaram mudar a cor da bola para uma mais escura ? Acredito que ficaria melhor na transmissão. Existe alguma regra quanto a isso ?

    1. José Nilton Dalcim

      Não existe uma regra, as bolas por exemplo podem ser brancas, mas não se usa no circuito profissional. Tentou-se uma bola que refletia mais a luz, mas não deu certo.

  25. Bel Grado Fa

    Não acredito que “taxar os ricos” seja uma solução por um simples motivo: o governo não vai saber gastar esse nem qualquer outro dinheiro a mais, como não tem competência para gastar qualquer outro de forma correta. Ele está, na verdade, tomado pelo câncer da corrupção, como carrapatos sugando toda e qualquer nova gota de sangue que o estado arrecadar.

    A diferença da taxação de ricos e pobres se deve ao fato de quem tem mais poder pode se defender melhor da taxação do governo, e quem tem menos recurso não pode e acaba sendo subjulgado e extremamente prejudicado por interesses expúrios. A solução deste problema foge a minha compreensão.

    No entanto, para um animal infestado por carrapatos, não resta outra alternativa viável que não seja aplicar um remédio que realmente os mate, e proteja o animal durante um período para que ele possa se recuperar. Depois, basta aplicar o mesmo remédio de forma regular, pois sempre surgirão novos carrapatos para uma infestação.

    A morte dos carrapatos é necessária e fundamental até mesmo como exemplo para os demais carrapatos, e se possível de forma bem botocuda mesmo. Mas ao invés disso, criam-se leis que os protegem, E seguimos com o animal e todo o ecossistema ao seu redor definhando a olhos vistos.

  26. Periferia

    O Baile…1983…Ettore Scola.

    Produção franco argelina…dirigida pelo italiano Ettore Scola.
    Filme sem diálogos…faz um painel de 45 anos da sociedade francesa passados num mesmo local…um salão de dança.
    Dividido em oito atos (vai de 1935 a 1980) o filme é cinema puro…as palavras não são necessárias…a música e a dança constrói a narrativa.
    Ettore Scola é um cineasta do “micro-mundo social” (ele mesmo se definia assim)…muitos de seus filmes se concentram em um único lugar (O Terraço…O Jantar…Um Dia Muito Especial…A Família) sempre com uma mensagem coletivista (um cineasta de grande visão social).
    O filme concorreu ao Oscar de filme estrangeiro pela Argelina (perdeu para Fanny e Alexander de Bergman)…levou o Urso de Prata de melhor direção em Berlin e o César na França.
    O Baile é um filme engraçado…emocionante…épico…e tudo concentrado nos detalhes…basta olhar com atenção.

    1. Rubens Leme

      Bem lembrado, Periferia. Os cineastas italianos são pouco lembrados aqui, e quando são ficam basicamente em Fellini ou Rossellini. Scola era outra humanista, seus filmes eram carregados de simbolismo contra o fascismo. Scola, Rossellini, de Sica, Antonioni, Visconti, Fellini, Pasolini… talvez seja a Itália a maior escola do cinema europeu.

      1. Periferia

        Olá Leme

        Todos beberam no neorealismo italiano (que teve início nós anos 40).
        Como o maior estúdio italiano (Cinecittá) foi bombardeado durante a guerra…muitos cineastas foram filmar nas ruas (muitos deles oriundos da revista Cinema…uma revista italiana…onde o editor era o filho de Mussolini…Vittorio)…fora dos estúdios…usando iluminação natural…pouco gente na parte técnica…atores amadores…e principalmente usando enredos simples…retratando homem comum italiano.
        Visconti foi o diretor do primeiro filme neorealista ( (logo ele que era um Conde) Obsessão de 1943…ganhou o sucesso com Roma, Cidade Aberta de Rosselini.
        Considero Ladrões de Bicicleta ( De Dica) o melhor filme do movimento…nele está todas as propostas do movimento.
        Todos os citados por vc de alguma forma…direta ou indiretamente foram formados pelo movimento (alguns foram responsáveis pelo neorealismo)…que é um movimento social…quando busca retratar a opressão que sofremos como indivíduo político (o contestador).
        Nosso Cinema Novo foi muito influenciado pelo neorealismo…assim como a Nouvelle Vague…o Novo Cinema Alemão…
        Pena que esse tipo de cinema…contestador…político…humano…tenha acabado.
        Sobraram as pedras do infinito.

    2. Filipe Fernandes

      Meu caro Peri,

      Outro dia, respondendo a um internauta sobre um comentário musical e intimista que você fez (o qual englobava suas raízes), achei uma frase sua particularmente muito bonita, que era mais ou menos assim: “principalmente, um bom homem não envelhece…”.

      Vendo você citar agora este diretor, me lembrei de um filme que vi recentemente, dirigido pela cineasta italiana Alice Rohrwacher e produzido por Martin Scorsese: “Lazzaro Felice” (2018). É a história de Lazzaro, um rapaz que vive em um povoado escondido e bem provinciano, como se estivesse situado numa Itália medieval, mas que na verdade está fincado no tempo presente. Todos do povoado exploram e aproveitam da infinita boa vontade de Lazzaro, e ele, cônscio de sua condição, assente de forma surpreendente. Mas, à medida que os fatos vão ocorrendo, compreendemos o quão puro, o quão precioso e despido de qualquer mínima mácula ou más intenções é o coração dele, que permanece intacto e iluminado mesmo quando tudo ao seu redor se modifica ou desmorona (pessoas, lugares, crenças). O coração dele “não envelhece”.

      O filme está na Netflix, e acho que você pode apreciar sua história. Um grande abraço, meu caro, e saúde.

      1. Periferia

        Olá Filipe…

        Que belo enredo…não conheço o filme….verei no fim de semana .
        Grato pela sugestão

      2. Rafael

        Olá, Filipe, tudo bem?

        Me diz uma coisa, de onde vem tanta cultura? É impressionante, adoro o jeito como você escreve e “destila” informação de forma suave e natural, que não pesa para ler.

        Grande abraço, meu caro.

        1. Filipe Fernandes

          Meu caro Rafa (adotando o simpático apelido que o querido Peri lhe dedicou acima),

          Obrigado pelas palavras, são muito gentis da sua parte. Você não imagina o quanto seus escritos aqui (a dimensão lúcida perante a vida que você evidencia neles) são, para mim, significativos e admiráveis, frequentemente despertando grande reflexão.

          Quanto a sua pergunta a meu respeito, puxa, não sei se conseguirei dizer ao certo, mas acredito que seja pela leitura constante, pelo amor às expressões artísticas, ao conhecimento (seja ele cultural, científico, esportivo, mais e mais) e pela imensa curiosidade sobre vários assuntos. Esses são alguns dos aspectos mais importantes da minha vida. E a escrita inevitavelmente os atravessa às vezes. No âmbito pessoal, sempre busco ter uma mentalidade holística (uma palavra pouco usual no dia a dia, de fato, mas munida de significados tão valiosos) em relação ao que nos rodeia e compõe o mundo. E a emoção costuma, com recorrência, estar no meio (risos).

          Houve bastante influência da minha mãe (a leitura, os livros, a literatura, os estudos) e do meu pai (as músicas nacionais e internacionais, as rádios, os CDs). Tudo começou bem cedo, com os nostálgicos gibis que ela trazia para casa (e, mais tarde, os livros do Guimarães Rosa). A partir daí, o gosto pela leitura e pelas artes se tornou vital, bem como a curiosidade (aquele “pasmo essencial” poetizado no poema de Caeiro).

          Bem, é isso, meu caro. Um grande abraço e muita saúde.

  27. Helena

    Zverev (24 anos)
    25 finais, 16 títulos
    1 Atp finals, 4 Masters 1000, 3 Atp 500, 7 Atp 250 é 1 ouro olímpico.
    Mais longe que chegou em um GS:
    AO: Semifinal
    RG: Semifinal
    WB: Oitavas
    USO: Final

    Não há dúvidas de que tem o currículo mais rico entre a nova geração, tendo alcançado a segunda semana em todos os GSs, e apenas em Wimbledon não chegou nas semis. Também já fez finais em todos os pisos, faltando um título na grama após duas finais perdidas.

    O ponto mais baixo é claramente esse desempenho contra top 10 em Grand Slams. Por outro lado, já deixou para trás aquela fase de perder nas rodadas iniciais ou gastar tempo em cinco sets desnecessários.

    1. Jonas

      Djokovic (ao completar 24 anos)
      25 títulos
      1 Atp finals, 8 Masters 1000, 7 Atp 500, 6 Atp 250.
      Mais longe que chegou em um GS:
      AO: campeão
      RG: Semifinal
      WB: Semifinal
      USO: Final

      A comparação é com Djokovic, um dos melhores da história, que começou a dominar o circuito aos 23 anos e, ainda assim, Zverev já tem o currículo respeitável.

      Principais adversários do Djoko, aos 24 anos: Federer (29), Nadal (25), Murray (24), fora Wawrinka, Del Potro e Tsonga.

      Principais adversários do Zverev: aos 24 anos: Djokovic (34), Nadal (35), Medvedev (25), Tsitsipas (22), Thiem (27), fora Rublev, Berrettini, Shapovalov etc.

      Zverev é tenista pra mais de 3 Slams. Talvez ele comece a dominar de fato o circuito (junto com Medv. e Tsitsipas), por volta dos 26 anos, ou até antes. Aguardemos.

      1. Helena

        É porque a comparação com o Big3 tende a ser injusta, pois estamos comparando ótimos jogadoraes com três das maiores lendas do esporte. De qualquer forma, olhando esses números fica claro que a grande diferença fica mesmo nos Grand Slams, território proibido dos novatos, mas parque de diversões das lendas.

        Pensando no trio Sascha-Medvedev-Grego, eu apostaria que o último vai ter mais semanas como número 01, mas que os dois primeiros vão ter mais GS, pois mesmo com os seus altos e baixos, Zvetrev e Medvedev parecem saber melhor o caminho dos títulos, enquanto o grego costuma ter bons desempenhos, mas uma maior dificuldade em emendar vitórias após jogos complicados. Dessa forma, só vejo ele tendo mais sucesso que os concorrentes se chegar a um nível técnico muito superior aos rivais, ao ponto de não sofrer tanto para avançar nas rodadas, algo que sinceramente não acredito.

        Também não descarto que o Berretto dê a surpresa e leve um título antes que os rivais. Sem chamar muita atenção, e mesmo com problema de lesão que durou mais de um ano, ele tem um desempenho que não pode ser deprezado em todos os majors.

        Posso estar enganada, e provavelmente até precipitada, mas a geração seguinte ainda me parece mais especial. Imaginar o futuro de Sinner, Musetti e Alcaraz é muito animador, pois o potencial deles é incrível. O espanhol já é top50 da race, mesmo tendo completado 18 anos recentemente (05 de maio) e com o ano de 2020 sendo longe do ideal para se desenvolver. Com essa idade tinha nextgen que nem profissional era ainda.
        Claro que se desenvolver precocemente não prova nada, já que cada um tem uma forma e momento de amadurecer mas esses três nomes me animam demais.

        1. Sérgio Ribeiro

          TSITSIPAS mais tempo como N 1 , minha cara ?. Eu até gostaria mas desde 2000 ( GUGA ) que somente tivemos Federer como N 1 do Mundo com Backhand simples … Mas vale a torcida . Abs!

          1. Helena

            No meu caso, a única torcida para o grego é que ele continue quebrando a cara. Falo isso mais por como vejo mesmo. Ele não ganha títulos como os rivais, mas tirando a grama, costuma pontuar sempre nos torneios e joga quase 30 campeonatos por ano (embora só 18 pontuem, jogar mais aumenta a chance de melhores resultados e, consequentemente, mais pontos). No caso dos troféus, aposto mais em Medvedev-Zverev.

            Mas no fundo mesmo, acho que a próxima geração terá mais sucesso. Caso contrário, vamos ver figuras bem diferente conquistando os GSs.

    2. Sérgio Ribeiro

      Excelente, cara Helena . Somente faltou colocar na ordem , se me permite , de preferência do N 1 , Alexander Zverev e os demais capacitados ao Título ( não vale jogadores de atp 250 rs ) : 1 OURO OLÍMPICO, 1 ATP FINALS , 4 MATERS 1000 , 3 ATP 500 , 7 atp 250 … ABS !

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps .Lembrando que em toda Era Profissional somente Sir Andy Murray possue o BI -Olímpico. As maiores medalhistas as irmãs WILLIANS possuem 4 Ouros . Mas somente UMA em SIMPLES e TRÊS em DUPLAS. Vênus ainda possue a PRATA da Rio 2016 em DUPLAS MISTAS . Abs!

        1. Helena

          Rafa possui ouro em simples (2008) e duplas (2016), o que também é um feito que não pode ser desconsiderado.

      2. Helena

        Olá, Sérgio!

        Sinta-se livre para colocar na ordem que desejar.

        Sendo bem sincera, eu simplesmente peguei essa lista que tinha compilado após o título do Sascha em Acapulco e acrescentei o título de Madrid e o ouro olímpico, então coloquei ele após os 250 não por hierarquia, mas sim por preguiça de reajustar a lista.

  28. Paulo

    O Brasil não apoia os esportes, mas quer medalha nas Olimpíadas. O Brasil não apoia o cinema, mas quer o Oscar e a Palma de Ouro. O Brasil quer sair do buraco, mas, na hora de votar, elege o fundo do poço.

    1. Marcelo Costa

      Não temos um prêmio Nobel, coisa que nossos vizinhos possuem, mas sorria éramos o país do futebol, pois, nem isso somos mais.

  29. F.R.

    Ana Marcela Cunha nada 10km em duas horas e da entrevista como se tivesse acabado de acordar. Que fenômeno é você, Ana Marcela. 🤍🤍🤍

    1. Marcelo Costa

      Pensei a mesma coisa, e na saída do mar, o técnico dela começa a trabalhar o mundial, algo surpreendente de tão profissional.

  30. Luiz Fernando

    Com a usual mentalidade circense, Kyrgios em vários momentos se portou como se estivesse num picadeiro, desinteressado, preguiçoso, o q foi comentado pelo narrador da espn. Já o rapaz do Big Mac se portou como se estivesse numa partida oficial, precisa dizer quem venceu????

  31. Luiz Fernando

    Dalcim como vc vê a perspectiva de Rafa nesse torneio? Claro q há incógnitas, em especial no q tange ao serviço, que tem sido o calcanhar de Aquiles dele no ano. Pessoalmente não tenho um sentimento tão otimista, não apenas pelo serviço frágil até o momento mas também pelo fato dele ser um jogador altamente dependente de ritmo de jogo, e lá se vão quase 2 meses fora de competições, um tempo ausente da quadra q corresponderia ao decorrente de uma contusão de no mínimo média gravidade. Pelo lado bom é um evento sem os principais adversários, mas esses caras q ele vai encarar vem todos disputando evento atrás de evento, ou seja, estão com bom ritmo de competição. Sua visão é a mesma?

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Luiz, pelo perfil do Nadal eu acredito que ele não entra muito preocupado com resultados, mas de se experimentar, tanto no aspecto técnico como no físico. Claro que ele quer ganhar e vejo boa chance de ter uma sequência, mas não me surpreenderia se ele jogasse de forma diferente, buscando ser contundente logo nos primeiros golpes. Rafa é do tipo que pensa a longo prazo. Deve ter um plano para chegar muito bem no US Open e poderá experimentar coisas diferentes. Vamos ver, estou realmente curioso.

  32. Ricardo

    É sempre interessante ver, sempre que surge uma “polêmica” no tênis, analistas de coisa nenhuma que, de uma hora para outra, sabem tudo sobre o esporte.

    São capazes até de esquecer todo aquele papo de “fake news” e “fact-checking”, tão alardeados nestes tempos “sombrios”, só para ficar de bem com as massas twitterianas e facebookianas. Verdadeiros oásis neste mundo tóxico.

    Aí Nina Lemos e Victor Guedes (???) viram Bauman, analisando toda a confusão da modernidade. E seus seguidores, tão prolixos, entendedores da arte, de música e de literatura, vêm correndo compartilhar as boas novas com a plebe.

    Desnecessário dizer que seus escritos valem tanto quanto suas caras.

    Mas vamos lá. A AFP-Checamos analisou a história da “polêmica” frase do sérvio com relação à pressão no esporte e sua possível relação com a norte-americana Simone Biles. E, pasmem, não é que a história não passa de fake news? Pois é. Quem poderia imaginar?

    Segue um trecho: (https://checamos.afp.com/http%253A%252F%252Fdoc.afp.com%252F9JR9F7-1)

    “Em espanhol, alguns meios de comunicação afirmaram (1, 2) que Djokovic fez a declaração para a agência Reuters em 28 de julho, quando competia pela classificação às etapas finais em individual e em dupla em Tóquio.
    No artigo da Reuters pode-se ler, contudo, que ele estava se referindo a si mesmo e não ao debate aberto por Biles após sua decisão de não participar de algumas finais:
    “‘A pressão é um privilégio’, disse Djokovic quando questionado sobre a atenção recebida depois de chegar às quartas de final individuais e também de ganhar uma partida mista de duplas na quarta-feira”, indica o texto. “Sem pressão não há esporte profissional. Se você quer estar no topo do jogo, é melhor começar a aprender a lidar com a pressão”, acrescentou o tenista de 34 anos, citado pela agência.
    O jornalista da Reuters Sudipto Ganguly explicou em sua conta no Twitter o sentido da pergunta que havia feito.
    O questionamento foi: “Novak, você deve ter ouvido sobre Simone Biles falando ontem sobre saúde mental e pressão de atuar. Você está nessa posição buscando o Golden Slam, como sabe, não há mais pressão sobre um tenista do que há sobre você atualmente. Pode falar um pouco sobre isso?”.
    A pergunta faz referência ao Golden Slam, como é conhecida a obtenção de quatro Grand Slams e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos em um mesmo ano, um reconhecimento que nenhum tenista masculino conseguiu na história e que foi uma das maiores atrações para os espectadores do evento na capital japonesa.
    Martyn Wood, um dos repórteres da AFP que cobre os Jogos em Tóquio, assegurou que “Simone Biles foi mencionada como parte da pergunta, mas sua resposta só se referia a ele [Djokovic] e a mais ninguém”.
    Wood forneceu à equipe de verificação da AFP a gravação de áudio da entrevista, na qual esteve presente, onde se pode ouvir que a pergunta foi como Ganguly contou no Twitter e que Djokovic não menciona Biles.”

    Outro trecho interessante:

    “Como dito por Djokovic, a frase é da ex-tenista Billie Jean King, que intitulou assim um livro sobre sua carreira. Em uma entrevista ao The Washington Post, a 39 vezes vencedora do Grand Slam explicou o significado da frase em 2019:
    “A pressão é um privilégio. Normalmente, se você tem uma pressão tremenda é porque uma oportunidade está se apresentando. Lembro de pensar sobre isso, na verdade, quando estava na quadra central de Wimbledon. E disse: ‘Está bem. Você tem sonhado com este momento. É muita pressão? Sim. Mas adivinhe? É um privilégio estar aqui. (…) Me dê a bola. Me dê o problema para resolver. Nós vamos resolver isto. Vamos”, contou.”

    A australiana Ashleigh Barty também deu entrevista, nesta semana, indo ao encontro do que disse o sérvio. E, pasmem mais uma vez, ninguém falou nada. Estas foram as suas palavras:

    “Obviamente, todos os tenistas têm que lidar com diferentes sentimentos e pressões no court. Acho que Novak está numa liga acima da minha, basta ver aquilo por que está a lutar este ano: ganhar os quatro Grand Slams da temporada, algo que ninguém conseguiu desde Rod Laver. Aquilo por que está a lutar é algo muito especial, mas é muito difícil comentar o que ele estar a sentir. Ter pressão é um privilégio absoluto para mim. Quando és atleta e estás num ambiente stressante, pode ser angustiante, mas também eufórico, e há que saber encontrar esse equilíbrio para chegar ao limite”, apontou.

    Agora vem a parte que os nossos “iluministas dos tempos modernos” preferem esquecer. Aquela em que o sérvio sem coração apoia a japonesa Osaka que vinha sofrendo problemas com sua saúde mental:

    “Essa também não é a primeira vez que Djokovic se pronuncia sobre saúde mental e pressão dos resultados. Em junho de 2021, quando sua colega japonesa Naomi Osaka, de 23 anos, fez uma pausa na carreira devido à “ansiedade” com que ficava ao participar das coletivas de imprensa, o sérvio disse que “a entendia perfeitamente”.
    “Tenho empatia por ela (…) sei como ela se sente, eu a apoio. Acho que foi muito corajosa por ter feito. Lamento que ela esteja passando por momentos dolorosos e sofrendo mentalmente”, disse a veículos de comunicação.”

    É isso. Queria escrever mais, mas infelizmente não sou tão eloquente quanto a algumas figuras aqui do blog. Mas fica a dica: achei isso tudo com 5 segundos de pesquisa no google. Sugiro que da próxima vez façam o mesmo. Pelo menos nos poupam da verborragia gratuita.

    Abs

    1. DANILO AFONSO

      Ricardo, eu achei muito interessante a sua postagem. Tive o mesmo entendimento no sentido de que o sérvio respondeu acerca da pressão que ele sente na luta e expectativa em fechar os 4 Slams. Eu até pensei em perguntar para o Dalcim se eu tinha interpretado errado a pergunta dirigida ao sérvio e resposta dele.

      Vi muitas pessoas distorcendo a fala do sérvio, inclusive o grupo Globo e até o inútil Felipe Neto.

      É óbvio que se o sérvio tivesse faturado o ouro, o efeito da sua fala, qualquer que fosse a interpretação, teria menos impacto.

      1. Paulo Almeida

        Danilo,

        Eu não citei nomes na pasta anterior, mas Felipe Neto e a globo.com estão entre eles. De qualquer forma, um bom entendedor provavelmente já tinha captado.

    2. Luz de Júpiter

      Verdade. Só lembrar que o mesmo Djokovic foi imensamente criticado quando priorizou a busca pela paz interior em uma época em que existia uma pressão enorme por resultados dele.

    3. Babidi

      Pois é, meu amigo. Sou federista, mas percebo que há sim uma tendência de parte da imprensa em criticar o Djokovic. E não é por causa do Adria Tour não, na verdade esse é só um elemento que serve como pretexto. Imagino que seja sim um tipo de antipatia pela personalidade dele dentro de quadra e pelo expressivo espírito vencedor.

      Mil acertos, nenhum elogio. Um erro, mil condenações. Só acho que o cara merecia um pouco mais de respeito pelo que já conquistou e fez dentro de um esporte tão difícil. Mas enfim..

      OBS: outro jornalista que desceu a lenha foi o Júlio Gomes

      1. Jonas

        Esse Júlio é fraco e adora passar vergonha quando o assunto é “futebol”. Pelo visto é especialidade dele na vida.

        1. Paulo Almeida

          Teve o Menon também, um Milton Neves piorado.

          Esses comentaristas de futebol clubistas ao extremo falando de outros esportes passam mais vergonha ainda.

    4. Jonas

      Há um pessoal que distorce muito o que os tenistas falam. E aqui não estou defendendo o chilique do Djokovic no terceiro set. Errou e mereceu as críticas.

      Semanas atrás criticaram a frase do Djokovic “Eu me considero o melhor. Se sou o melhor de todos os tempos, é um debate que deixo para os outros. Já disse, é muito difícil comparar as diferentes épocas do tênis. As raquetes são diferentes, a tecnologia não é a mesma, Tampouco as bolas, as quadras … As condições são simplesmente muito diferentes e é muito difícil comparar o tênis de 50 anos atrás com o de hoje, mas tenho muito orgulho de fazer parte desse debate.”

      Tiraram de contexto como se ele estivesse sendo arrogante. Mas não, só respondeu a pergunta. Para mim é algo lógico Djokovic se considerar o melhor da atualidade, afinal é o número 1 do mundo. Se perguntassem a Federer o mesmo em 2006, creio que ele diria algo como “sim, me considero o melhor”.

      Sobre o assunto pressão. A meu ver, é outra besteira que resolveram polemizar. TODO tenista que quer ter sucesso no circuito precisa lidar com a pressão. Imagine o número 1 do mundo. Não por coincidência, poucos chegam a esse posto e se mantém por tanto tempo como fizeram Federer e Djokovic. O sérvio então já deve estar calejado de tanto receber críticas e ataques. Creio que é ponto pacífico que esses fora de série sabem lidar e muito bem com a pressão.

      Agora, isso não os isenta de errar, quebrar raquetes, chilicar etc.

      O próprio Djokovic passou por momentos de pressão por resultados. Ele jogava, se esforçava e o resultado não vinha. Deixo o link abaixo da coletiva do sérvio após a derrota pro Cecchinato em Roland Garros 2018. O sérvio estava visivelmente irritado, e nem sabia se jogaria Wimbledon.

      https://www.youtube.com/watch?v=UqJEDCUNBkg

      Poucas semanas depois, soube lidar com a pressão e venceu em sequência Wimbledon, US Open e Australian Open.

    5. Luiz Fabriciano

      Disse algo parecido mais cedo.
      O sérvio está sob pressão – mas ele se sente bem assim, como o próprio já disse.
      Pouco sabe ele que está sob muito mais pressão que imagina, pois aqui, basta uma centelha, mesmo que não seja exatamente verdadeira, para fazerem um incêndio usando seu nome.

    6. Paulo Almeida

      Muito bem, Ricardo, mas as atitudes louváveis do sérvio e nada valem a mesma coisa para os haters oportunistas, que só pegam a parte ruim e distorcem o restante que podem. O GOAT é inocente nos casos Simone Biles e Marcelo Melo.

      Abs.

    7. Bel Grado FA

      Em resumo. Djokovic mandou um recado a Simone Biles através da Reuters dizendo que “pressaõ é um previlégio e se quiser estar no topo, tem que aprender a lidar”. Correto?

    8. José Yoh

      Ricardo, o mundo está bastante polarizado, e quem não conhece o Djoko e defende a posição das vacinas, do bom mocismo e tudo mais acaba ficando contra suas opiniões sem muita análise nem pesquisa, apenas pelo seu perfil. Como para quase todos assuntos.

      Infelizmente quase todo julgamento que fazemos já parte de uma imagem pré-definida de quem está falando: ou está do nosso lado ou está do lado do inimigo. Isso leva a opiniões apressadas, conclusões apressadas e julgamentos apressados.

      Acho que nosso apetite por informação acaba por acelerar mais ainda esse processo.

      Lembro que Nole apoiou a Osaka no caso dela, não teria muita lógica não apoiar Biles também. E tenho desconfiança que ele mesmo passou por isso durante sua carreira, lembra-se do guru que o acompanhava?

    9. Renata

      Ricardo, fico indignada quando vejo essa atitude da mídia com o sérvio.
      Quer criticar?faça-o com fatos como o episódio lamentável do arremesso da raquete e destruição da mesma.
      Essa fake news de que o sérvio estava se referindo à Biles inundou o twitter num nível que até Susan Sarandon depois se retratou:
      https://twitter.com/SusanSarandon/status/1422366072603389959
      Vi muta gente criticando a desistência das duplas mistas também, mais uma vez supondo que Djokovic não estaria lesionado.
      São muitas suposições…
      “Djoko tirou a chance da dupla de brigar por medalha”, ele também perdeu a chance.
      Se não tô enganada, Nadal desistiu das duplas mistas no Rio 2016 p/ focar no simples e duplas. Houve alguma repercussão negativa?

      ps: Dalcin, adoro seus textos.

  33. Luiz Fernando

    Depois de 16 ENF no desastroso set1, Aliassime venceu bem, em especial no terceiro set, no qual demonstrou potência, elasticidade na defesa e bom serviço. Um detalhe negativo é q teve várias oportunidades de ir a rede e nas raras vezes q foi não se deu bem. Mas como é muito jovem, tem tempo p melhorar. Tio Toni com muito trabalho pela frente…

  34. Luiz Fernando

    Vi que o magistral Norrie, que tem uma potência ímpar nos golpes, venceu e poderá encarar Rafa no decorrer do torneio. Assim como ocorreu c Federer em W, aprendi c as federetes q vencer esse rapaz é uma baliza p as pretensões de qualquer um em qualquer torneio kkk…

        1. Gustavo

          Gildokson e Sérgio, não lembro vcs responderem o Vitor Hugo ou falarem sobre a obsessão dele pelo Federer e pelo Djoko

  35. Rubens Leme

    GORDON LIGHTFOOT – SUNDOWN (1974)

    A primeira vez que ouvi “Sundown” foi no episódio “A Agência Cyprus” da primeira temporada de The Blacklist, quando Reddington mata Diane “You’re the Dirty Rat” Fowler. Na cena, ela é acordada ouvindo a música vir da sala do seu tocaa-discos, cortesia de Raymond, que depois atira quatro vezes na barriga da inimiga.

    Desde então fiquei curioso em conhecer esse cantor e compositor canadense e consegui oito dos seus 10 primeiros discos, além de uma coletânea.

    A série é um manancial de dicas de livros e filmes, cortesia do gosto apurado do personagem principal, apaixonado pelo cinema francês, jazz e livros e dono de histórias divertidas. Red também cita uma das frases que se tornou uma das minhas favoritas, de autoria de Bruce Lee: “um sábio aprende mais com uma pergunta idiota, do que um idiota com uma resposta sábia”.

    Mas, voltando ao cantor, Gordon veio do mesmo Canadá que deu ao mundo outros grandes nomes do folk rock – Joni Mitchell, Nel Young, The Band, Leonard Cohen – e teve suas músicas regravadas por alguns nomes meio que famosos: Elvis Presley, Johnny Cash, Hank Williams Jr., The Kingston Trio, Jerry Lee Lewis, Neil Young, Bob Dylan, Judy Collins, Barbra Streisand, Johnny Mathis, Herb Alpert, Harry Belafonte, Sarah McLachlan, Eric Clapton, John Mellencamp, Peter, Paul and Mary, Glen Campbell, The Grateful Dead, Nico e Olivia Newton-John.

    Com sua voz grave e dicção cristalina, Gordon é um compositor excepcional e já estava no auge da fama quando lançou seu décimo disco, Sundown, onde aparece relaxado, com as pernas dobradas, ao lado do violão. O disco é uma maravilha para quem gosta de folk rock. Com uma voz mais agradável do que a de James Taylor, por exemplo, Gordon meio que hipnotiza os ouvintes com suas belas melodias e histórias e os 36 minutos do álbum passam rapidamente.

    Foi o único álbum de Lightfoot que chegou ao topo da parada pop ianque e o primeiro onde toca guitarra elétrica, particularmente na faixa-título. Seria também o auge da sua fama e de sucesso. “Sundown” é um destas canções desconhecidas por nós aqui e que graças à série foi popularizada, tanto que entrou no top 100 da parada britânica, em 2014, 40 anos após ter sido lançada.

    https://www.youtube.com/watch?v=VukhXMlOgVU&list=PLW3M-yio9tLv5jM8xgoeYeUB5VR7mZK-N

  36. Luiz Fernando

    Aliassime vai perdendo de 51 o primeiro set, numa atuação simplesmente desastrosa. Quantos erros…

  37. Periferia

    Hoje em Tóquio a seleção polonesa de vôlei perdeu para a França num jogaço de 5 sets.
    A Polônia que conta com Leon (um craque cubano naturalizado polonês) e Kurek um oposto demolidor…não resistiu a versatilidade francesa.
    O vôlei na Polônia é muito popular…quase tão popular quanto o futebol.
    Foi uma grande decepção para os poloneses…no final do jogo…vários jogadores choraram copiosamente pela derrota…uma derrota dura.
    O grande time da Polônia sairá de Tóquio sem nenhuma medalha.

    (Os quatro semi finalista saíram todos do grupo do Brasil na primeira fase…Rússia…Argentina e França).

    1. Periferia

      Hoje também em Tóquio…no basquete…na partida entre Argentina e Austrália…faltando 50 segundo para o final…Scola…jogador Argentino foi substituído.
      Foi aplaudido por todos presentes…jogadores da Argentina…da Austrália…pela comissões técnicas…por todos…o jogo foi paralisado para homenagem ao jogador.
      Scola é um jogador histórico…campeão olímpico em 2004…com 41 anos está se retirando das quadras…
      Scola chorou.

  38. Leo Gavio

    Estou de volta para comentar o desfecho olimpico.

    Como eu já sabia, Djokovic não iria vencer as olimpiadas, eu até disse aqui que o correto é descansar. O ouro olimpico é bom, desejado, mas tinha grande chance de frustra-lo e sugar energia mental e fisica para US.

    Em melhor de 3 qualquer top 20, ou um kamikasi sacador, pode aprontar e derrubar uma lenda. Zverev tem um saque muito dificil de ser devolvido quando a bola quica alto, em Madri Nadal apanhou, em Tokyo foi a vez do Djoko.

    Eu temia o Medvedev, que tem saque e jogo chato, e em segundo lugar o Zverev, que quando saca bem com quadra que gera bom quique de bola, ele se torna bem perigoso.

    Se fosse melhor de 5 eu apostaria tudo no DJoko, mas melhor de 3 não dá tempo. Pra completar o clima no japão tava sugando todas as energias do velhinho de 34 anos. Tava tudo apontando pra derrota. Vida que segue, continua sendo o GOAT, o consolo é saber que ninguem da historia fez golden slam, é muito puxado, o Ouro vem na sequencia dos dois maiores slams num curto espaço de tempo e o USOpen logo em seguida, dificilmente algum tenista masculino vai conseguir essa façanha.

    1. Bruno

      Que coerência maravilhosa.
      No mesmo texto que diz que o cara precisava descansar ,seria melhor em 5 sets ?????????????
      Vou deixar essa para o Sérgio.
      O milongueiro fez escola mesmo.

    2. Jeferson

      Perfeito comentário meu caro,no blog em algum assunto antes de começar ao olimpíadas,comentei que Djokovic não deveria ir as olimpíadas e se preservar para o USOpen que é mais importante que os jogos e também devido ao aperto do calendário,infelizmente ele arriscou e perdeu,creio que pela experiência do sérvio essa derrota não abalará o mental mas o físico temos que aguardar para ver,e concordo plenamente,se nem os 3 maiores da história conseguiram nunca um tenista conseguirá fazer o goldenslam devido as circunstância que você citou.

    3. Sérgio Ribeiro

      Emprestastes o Nick pra quem desta vez , “ sábio “ Leo Gavião rs ? . E pra variar falastes e não dissestes nada. Como o OURO Olímpico é de 4 em 4 anos , é muito difícil mesmo . No caso de Steffi Graf concordo que ele tinha a juventude a seu lado. Mas vencer SLAM nos 4 pisos e também o OURO OLÍMPICO como fizeram Agassi e Rafa Nadal não deu ainda pra Federer e o tal “ goat “ . Quanto mais o Bi Olímpico de Sir Andy Murray . Não colou tentar dizer que Tênis não é Esporte Olímpico kkkk . Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Correção: Desta vez não foi tu que não reconhecetes como Esporte Olímpico. Foi a turma do Sítio e vários da poderosa “ Turbinada “ kkkkkk.

      1. Jonas

        Esses dias li uma postagem antiga do Dalcim, de janeiro de 2019, com o título “aberta a temporada de caça ao goat”.

        https://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2019/01/29/aberta-a-temporada-de-caca-ao-goat/

        Foi pouco depois do Djokovic atropelar o Nadal no AO. Federer tinha 20 Slams, Nadal 17 e Djoko 15.

        No post é colocado, por ordem de importância Grand Slam, Ranking, Finals e Olimpíadas. Ainda acho que cabe discussão sobre Finals e Olimpíadas, mas veja que o critério ‘costuma’ ser esse mesmo, não adianta espernear.

    4. Jonas

      Também comentei algo nesse sentido antes das Olimpíadas.

      Só desenhando pro colega acima…

      Djoko é mais forte em melhor de 5 sets, isso é óbvio. Permite que ele se recupere na partida, além de exigir mais do mental (ponto forte do sérvio nos Slams).

      Exemplos de jogos importantes em que o sérvio se recuperou: Australian Open 2020 (Thiem), Roland Garros 2021 (Musetti e Tsitsipas).

      Em melhor de 3, embora tenha 36 masters 1000 na conta, o sérvio é mais vulnerável. Medvedev, Tsitsipas e Zverev já ganharam dele algumas vezes.

  39. Ronildo

    Essa histórica coleção dos 5 títulos com lances dos jogos à oartir da terceira rodada é sensacional. Gostaria de ouvir a opinião de vocês. O melhor tênis de Roger Federer foi sem dúvida entre 2003 e 2007. Nesta época Federer não fugia tanto da esquerda para bater com a direita, então ele fazia uns pontos com a esquerda cruzada que eram sensacionais. Depois desta época ele foi abandonando este golpe e ficou basicamente com a esquerda na paralela ou do canto mesmo, com a direita, fugindo do golpe de esquerda. Acho que ele adotou esta postura por causa das dores nas costas.O tênis de Federer era tão superior aos demais que aplicou dois pneus na final em 2004 sobre Hiewtt quando este ainda estava no auge da carreira.

    https://youtu.be/LXOHbNMKkks

    1. Luiz Fernando

      O fato de ter uma entressafra de perdedores natos ajudou um pouco também, em especial turbinando os números, embora ninguém possa questionar o alto nível de Federer…

      1. Sérgio Ribeiro

        Entressafra com Rafael Nadal já N 2 em 2005 ? És disparado o diversão garantida kkkkkkkkkk. Na boa , continue torcendo pelo seu novo “ goat “ e passando recibos a cada post kkkkkkkkkk. Abs!

      2. Vitor Hugo

        Realmente, Hewitt, Rodick e etc devem ser perdedores mesmo…. Venceram slam, foram número 1 do mundo… Inclusive o australiano foi o número 1 mais jovem da história. Estão milionários, mulheres lindas…

        Vencedor deve ser vc, que vive de um blog de tênis comentando , é um sujeito bem sem graça por sinal.

    2. Jonas

      Você tá meio enganado. A esquerda de Federer talvez seja seu golpe que mais evoluiu. Tanto que entubou o Nadal, salvo engano, umas quatro vezes em 2017.

  40. Rubens Leme

    Djokovic é um exemplo daqueles homens que chamam mulheres de loucas, acham que saúde mental é frescura, mimimi. E reagem aos berros quando recebem uma cortada no trânsito. Ou gritam com pessoas e socam as paredes em momentos de “estresse”. Mas acham que quem procura terapia “é fresco”. E, claro, eles nunca surtam. Eles ficam “estressados”.

    (https://www.uol.com.br/universa/colunas/nina-lemos/2021/08/03/criticas-a-simone-billes-e-os-homens-que-acham-que-saude-mental-e-mimimi.htm)

    1. Helena

      “Osaka fala de saúde mental e agradece apoio de Djokovic e Michelle Obama”
      Link: https://m.lance.com.br/tenis/osaka-fala-saude-mental-agradece-apoio-djokovic-michelle-obama.html

      “Djokovic comenta sobre Osaka e pede mais debate sobre saúde mental”
      Link: ttps://tenisnews.com.br/106003/djokovic-comente-sobre-osaka-e-pede-mais-debate-sobre-saude-mental

      “Wimbledon champion Novak Djokovic reveals mental struggles in honest open letter”

      “He added: “I have always respected people that share their most vulnerable moments as their turning points in finding true strength that inspires so many people. I was vulnerable so many times in the last few years. And I am still vulnerable. I am not ashamed of it. In contrary, it makes me more true to myself and others. It allows me to get closer to people. It allows me to ‘dig deep’ and analyze what is truly happening inside of me. When I find that out, I am able to create a strategy to overcome this occurring issue and move on as a stronger, wiser, happier human being.”
      Link: https://www.hellomagazine.com/celebrities/2018072050429/novak-djokovic-reveals-mental-struggles-open-letter/%3fviewas=amp

      “Djokovic sai em defesa de Serena Williams após polêmica com árbitro nos EUA”

      “Tenho minha opinião que o árbitro talvez não devesse ter pressionado Serena até o seu limite, especialmente em uma final de Grand Slam. Talvez ele tenha mudado; talvez, não, ele mudou o curso da partida. Foi desneccessário. Todos temos nossas emoções e elas ficam exacerbadas em uma final como esta”, declarou Djoko, em entrevista coletiva, depois da vitória por 3 a 0 (6/3, 7/6 (4) e 6/3) sobre o argentino Juan Martín Del Potro.

      Link: ttps://www.uol.com.br/esporte/tenis/ultimas-noticias/2018/09/10/djokovic-sai-em-defesa-de-serena-williams-apos-polemica-com-arbitro-nos-eua.amp.htm

      Djoko chegou nas olimpíadas querendo muito uma medalha de ouro. Saiu não só sem a medalha, como deixou uma atitude indigna de alguém do seu currículo. Fica mais grave quando se observa que a atitude ocorreu nos jogos olímpicos, torneio que tem uma bela medalha reservada para aqueles que personificam o espírito olímpico. Portanto, foi um prato cheio para quem não gosta do cara e se alegra com os seus insucessos. Não só o sérvio saiu sem a medalha que tanto queria, como teve uma atitude incompatível com os jogos olímpicos e que, por isso, vem recebendo justas críticas.

      Por essa razão fica difícil de entender, com razões de sobra para criticar o que o Djoko fez , qual motivo para inventar mentiras sobre o que ele não é?

    2. Rafael

      Leme,

      Acho difícil ele achar isso sobre saúde mental, já que conviveu a vida toda com um irmão diagnosticado com depressão crônica.

      1. Rubens Leme

        O texto não é meu, Rafael, apenas separei uma parte dele e coloquei o link. Entre nele e reclame com a autora, que nem conheço.

        1. Rafael

          Leme,

          Entendi que não era seu e conheço a Nina Lemos, alguém que já li o suficiente para saber que não faz diferença na minha vida ou não tem capacidade de provocar nenhuma reflexão.

          Só pontuei o que acho, já que você expôs o que ela pensa neste espaço.

  41. Jeferson

    Dalcim quando fecha a lista direta para o USOpen e a Bia Haddad vai jogar o qualificatório?Parabéns pelo Blog e pelo site,ansioso por mais uma cobertura fantástica de Slam que faz!

    1. José Nilton Dalcim

      A lista já fechou no dia 21 de julho, Jeferson, são sempre 6 semanas antes de o US Open começar. A Bia tem direito a jogar o quali. E obrigado!

      1. Jeferson

        Valeu Dalcim,e o Brandon Nakashima tem futuro para ser um tenista ganhador de títulos e maior promessa americana neste momento no tenis?Qual a sua opinião sobre ele neste momento?

        1. José Nilton Dalcim

          Sim, acho que ele pode ser um ganhador de bons ATPs, mas para ir além precisará evoluir em vários aspectos, do saque ao jogo de rede. Destaque para sua boa cabeça.

  42. Rubens Leme

    IVAN LINS – AGORA… (1971)

    A estreia de Ivan Lins. Um disco que mostra o lado autoral de um compositor que já tinha tido um sucesso anterior, com a gravação de “Madalena”, com Elis Regina. Ao lado de Gonzaguinha, Aldir Blanc, César Costa Filho, foi um dos fundadores do Movimento Artístico Universitário (MAU), que surgiu na casa do psiquiatra e também músico Aluízio Porto Carreiro de Miranda, que promovia saraus musicais às sextas-feiras.

    Já com certa fama, foi convencido por Paulinho Tapajós, Roberto Menescal e André Midani (o chefão da gravadora Philips) a lançar seu primeiro LP, algo que Ivan não desejava, pois seu ideal era ser apenas um compositor, como Burt Bacharach.

    Ivan era um compositor ambicioso, sonhava em ver suas músicas gravadas por Ray Charles ou Stevie Wonder e, em 1970, assina com a Forma, que lança Agora… no ano seguinte.

    O disco rendeu um hit, “O amor é meu país”, commposta com Ronaldo Monteiro de Souza e que havia conseguido o segundo lugar no 5° Festival Internacional da Canção, de 1970.

    Agora é um disco com muitas influências pops norte-americanas e Ivan começa a mostrar o talento não apenas como compositor, mas apenas pianista e cantor, com seu jeito expansivo e até exagerado nas vocalizações.

    Apesar disso, ele confessa que foi uma experiência difícil, com várias músicas sendo terminadas dentro do estúdio, às pressas, o que não impediu de fazer uma estreia sólida e interessante, dando o primeiro passo para uma carreira que dura 50 anos e fez dele um dos compositores mais gravados não apenas no Brasil, mas no exterior.

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_mFEt3BBILv0sUTy2ALXE3n_DChzOzxrvs

    1. Rogerio R Silva

      Boa tarde Leme.
      Pouco conhecido no Brasil mas é incrível como é nos EUA,Europa e, principalmente,no Japão.
      Lembro que o pai de um dos meus amigos era fã e éramos obrigados a ouvir sempre.
      Forte abraço.

      1. Rubens Leme

        Sim, ele tem uma carreira internacional imensa. Os discos deles dos anos 70 são muito bons, muito longe daquele Ivan Lins mais pop.

    2. Marcílio Aguiar

      Leme, curto muito o Ivan Lins. Me lembro de ter assistido ao show de lançamento do extraordinário album “A noite”, no final dos anos 1970, no SESC VILA NOVA – SÃO PAULO.

      Segue o link do programa do Nelson Faria em que o Ivan conta sobre o primeiro contato com Miles nos states. Vale a pena, se tiver um tempinho.

      https://www.youtube.com/watch?v=iEHX22WRmwE

      1. Rubens Leme

        Muito legal essa entrevista, Marcílio, pena que não se tenha mais isso hj.

        Se você gosta tanto desse período, recomendo esse box de 3 cd, dois deles de shows de 1978 (Noite é de 1979) e mais um com canções inéditas. O selo Discobertas tem feito lançamentos incriveis ao longo dos anos, outro muito bom é o box triplo dos shows do Gil.

        https://www.amazon.com.br/IVAN-LINS-ANOS-70-BOX/dp/B01LZUY10D/ref=asc_df_B01LZUY10D/?tag=googleshopp00-20&linkCode=df0&hvadid=395617324946&hvpos=&hvnetw=g&hvrand=315624036388967789&hvpone=&hvptwo=&hvqmt=&hvdev=c&hvdvcmdl=&hvlocint=&hvlocphy=1001561&hvtargid=pla-893650889433&psc=1

    3. José Yoh

      Todo santo dia vem na cabeça o Ivan cantando “Desesperar jamais… aprendemos muito nesses anos…”
      Abs

  43. Luiz Fernando

    Dalcim esses pisos da US Open Series são muito parecidos, embora não necessariamente iguais. O q vc achou do piso de Washington? Não achei tão veloz quanto imaginei q seria. O piso do USO tende a ser como esse?

    1. Marcílio Aguiar

      Bem verdadeiro. O investimento em esportes olímpicos no Brasil é quase nada, se comparado aos países que dominam os jogos, principalmente nos esportes individuais que tem pouca mídia. A maioria depende muito do esforço das famílias e de uma ou outra ajuda de patrocínio. Nunca existiu uma politica direcionada para o crescimento do esporte como um todo. E para variar, pelas denuncias constantes que vemos, boa parte da pouca grana disponível vai parar no bolso de dirigentes espertalhões.

    2. José Yoh

      Maurício, eu acho que um dos grandes motivos da falta de eficiência dos nossos investimentos em esporte é a pirâmide de Maslow. As necessidades básicas são mais urgentes do que os esportes, e isso impede a geração de mais talentos porque a população tem de ter um sustento e o esporte não enche barriga.

      Com poucos praticantes, a tendência da população é só acompanhar os esportes nas Olimpíadas mesmo.

      E com poucos espectadores, não há investimento, patrocínio.

      Mesmo nas escolas vemos um pouco de Maslow: como comprar material esportivo se faltam mesas, livros, computadores. E quando compram, são assaltados, depredados.
      Abraços

  44. Luis

    Dalcim não acompanhei muito tênis em Tóquio mas foi legal Zverev que teve altos baixos até polêmicas como Ex Namorada,mas é um Top5,US parece vai ser legal com volta Federer e talvez Nadal

  45. Luiz Fernando

    A ignorância e a irresponsabilidade são universais, vendo a partida do Anderson em Washington há raras pessoas de máscara na plateia. Salvo engano, a pandemia está em crescimento novamente nos EUA, com aumento de casos, essa gente precisa entender q vacina não é sinônimo de descuido c essa doença maldita…

  46. Vitor Hugo

    Eu pensei q tinham covidiodetes aqui que tinham chegado ao limite do fanatismo, mas eis que surge uma figura feminina pra desbanca-los com uma competência impar. Kkkkkkk ser fanático é uma coisa. Passar por cima do bom senso e extrapolar limites do que é ridículo é outra.

    1. Paulo Almeida

      Só com aquele chilique sem noção contra o árbitro na Final do US Open 2009 e com a raquete quebrada em Miami do mesmo ano contra o Djoko, o Federer já estaria eliminado da disputa pelo GOAT conforme esse critério, hehehe.

    2. José Yoh

      LF, bom mocismo pode não ser um critério para definir um GOAT, mas pode ser para dizer quem não é.

      Digamos que Nole faça algo horrivel hoje do tipo um assassinato ou cometa algum erro grave.
      Digamos que um pedaço da raquete entrasse no olho de um boleiro. Digamos que os pais dele morressem de covid quando ele teve, ou os pais de algum outro jogador daquele torneio maluco.

      Poucos achariam que ele é o maior de todos os tempos. Aliás tem muita gente achando isso pelos comentários na net depois da Olimpíada. Gente que sequer conhece o esporte, o que eu acho um exagero.

      Muita gente acha que Schumacher não é o maior porque sempre teve uma conduta moralmente ruim (eu inclusive).

      Grifando aqui: não acho Nole mau caráter, embora não goste de suas atitudes. E ele está firme no caminho de ser o maior de todos os tempos porque nada o condena ainda.

  47. Rubens Leme

    Periferia, hj revi Capote, após reler semana passada À Sangue Frio O filme – o livro nem tanto – me fez despertar uma questão se Trumam ficou fascinado com a históra dos dois assassinos porque queria compreendê-los ou a si mesmo. A amizade do início, torna-se um peso insuportável à medida em que as questões legais e práticas se arrastam e no fim torce para a morte deles, para poder terminar o livro.

    Muito interessante também ver como a relação dele com a Harper Lee se desintegra, eles mal se falaram depois do lançamento. Ela sempre se ressentiu do desprezo dele pelo livro e filme que deram fama a ele (O Sol É para Todos, To Kill a Mockingbird).

    Acaou sendo o último livro dele.

    1. Periferia

      Olá Leme

      O mesmo Capote de Bonequinha de Luxo de Blake Edwards…
      A Sangue Frio não combina muito com Bonequinha de Luxo…que é um dos filmes mais ” estilosos” dos anos 50.
      Acho mesmo que Capote…a figura dele…não combina com a complexidade de um livro tão pesado quanto A Sangue Frio…
      Deve ser legal ler o livro sob uma ótica jornalística…o livro é uma reportagem sofistica (a frente do seu tempo)…diz a lenda que Capote subornova os guardas da prisão para encontros amorosos com Smith…acabou virando confidente dos dois assassinos…de certa forma Capote é personagem no livro.
      A Harper é o Salinger de saias…fez um livro…obteve sucesso…mas não produziu mais nada…
      O Sol Por Testemunha é um m dos meus filmes prediletos ( Atticus Finch do Gregory Peck é o personagem mais íntegro do cinema)…nunca li o livro.
      A atuação do finado Philip Seymour Hoffman é um espetáculo…a voz…a forma como segura uma caneta…os olhares…a afetação de Truman…uma aula de composição (poucas vezes vista no cinema).

        1. Rubens Leme

          Uma pena o Hoffman ter morrido tão cedo, não?

          Tenho o livro da Harper Lee, ela até fez outros mas eram coisas menores, realmente como o Salinger que depois fez Franny e Zooey e outros totalmente desinteressantes.

          Capote nunca foi meu escritor favorito, mas tenho À Sangue Frio, porque é um muito bem elaborado. Ele, como Hunter Thompson acabaram se tornando ícones talvez pelos motivos errado. No filme fica bem claro que ele não tinha estrutura psicológica para abordar o tema dos assassinos.

          Capote teve uma morte triste, por causa das drogas, mas deixou seu legado. E curioso como Bonequinha de Luxo (assim como Uma Linda Mulher, 30 anos depois) viraram filmes icônicos abordando a prostituição de uma maneira discreta, mas sem falar explicitamente, o que muito se deve à performance maravilhosa da diva Audrey Hepburn (outra que morreu cedo demais), no primeiro filme e à segura direção deGarry Marshall, no segundo.

          Sobre o segundo filme, o mais curioso é que Richars Gere havia sido um garoto de programa em Gigolô Americano, de uma maneira bem aberta. Mas com a Julia, foi bem diferente.

          1. Periferia

            Olá Leme

            Uma Linda Mulher pegou a ideia de Pigmaleão de Bernard Shaw (My Fair Lady também)…
            O filme virou um conto de fadas…tem uma trilha bacana.
            Tenho uma relação íntima com o filme…
            Certa vez levei minha mãe no Teatro Municipal no centro…ela nunca tinha assistido uma ópera…e fomos.
            Ela…uma pessoa muito simples…em determinado momento da peça ela chorou…achou tudo aquilo muito bonito.
            Toda vez que vejo Uma Linda Mulher fico emocionado (Gere no filme leva Julia para ver uma ópera…mesmo sem entender nada…ela se emociona)…
            A ópera é La Traviata de Verdi.

          2. Rubens Leme

            Pigmaleão, na tradução, do Millôr, é uma das histórias mais divertidas que existem.

            Muito legal essa memória afetiva com sua mãe e o filme e a ópera.

            Hoje, resolvi ler Paris é Uma Festa, de Hemingway e deixa rolar, ao mesmo, Meia Noite em Paris, de Woody Allen na tela do computador, é como presenciar a mesma história sendo contada duas vezes e que se complementam.

            Hemingway não é meu ator favorito, assim como Meia Noite não consta entre os meus favoritos de Woody, mas, juntos, casam perfeitamente.

  48. Jeferson

    Djokovic não ter ouro olímpico em simples não muda nada,continua sendo o mais completo e melhor tenista até agora,o que vai definir quem é o melhor da história entre os 3 é o numero de slams,quem terminar com mais será o maior.Se os 3 terminarem empatados em slams Djokovic será o maior de todos os tempos!Federer também não tem ouro olímpico em simples também,perde o confronto direto para os dois,nunca ganhou do Nadal em Roland Garros e mais perdeu que ganhou do Djokovic em Wimbledon ,perdeu 3 finais!! e ainda tem menos master(na minha opinião Federer não ganha mais slams), e o Nadal não tem ATP Finals(pode até ganhar mas acho muito difícil por ser indoor e melhor de 3 sets),ATP Finals e Olimpíadas estão no mesmo nível depois do Slams,não ter Finals é bem mais “vergonhoso”do que não ter ouro olímpico,ATP Finals tem todo ano,menos jogos e não é todo eliminatório enquanto isso olimpíadas é apenas de quatro em quatro anos e além disso Djokovic leva vantagem nos confrontos diretos contra Nadal também,mas para não ficar duvidas Djokovic ganharam mais slams se o físico permitir,aguardemos para ver e aproveitar enquanto os 3 melhores estão em atividade.

    1. Debora Motta

      Concordo com vc, porém acho que o finals vale mais que olimpíadas, no tênis a mesma é simbólica!! O finals reúne os oito melhores do mundo!!! Vc ter o Khachanov e Busta como dedaleiras, me desculpe, já mostra por si que é um evento bem aleatório!!! Djokovic tem bronze e na minha opinião não vale “nada”. Murray tem DOIS ouros olímpicos e se quer é citado em qualquer debate sobre estar entre os melhores da história! E veja que ele já foi n1 do mundo, tem 3 GS e finals!!! Abraços

    2. Carlos Reis

      kkk Aposto que nem a mãe do Djoko o defende tanto como esses caras aqui do blog, que coisa mais ridícula, sinceramente.

    3. Jonas

      Tive dificuldade pra ler esse tijolo, kkkkkkk.

      Mas, Jeferson, esse “era” o critério para alguns membros do blog.

      Quer rir? Selecione posts antigos do Dalcim e leia alguns comentários.

      Vc vai ler postagens do tipo “310>20>237”, enaltecendo o suíço e diminuindo o sérvio.

      Tem até uma lista, feita em 2018 pelo blogueiro, justamente colocando o suíço como MAIOR por esses critérios “Slams, semanas como n1, etc”

      Mas quem esperava que o Djoko chegaria a 20 Slams tão rápido? venceria Roland Garros pela segunda vez, com direito a batalha contra Nadal?

      Nem o mais otimista. Agora é aguardar as próximas temporadas e se divertir. Eu acho q o Nadal ainda vence uns 2 Slams e o Federer nenhum.

      1. Sérgio Ribeiro

        Já reparei que o seu forte é o achismo , caro Jonas rs . Em pouco tempo terás a certeza dos critérios do Mundo do Tênis para definir o tal “ goat “ . E tenho certeza que em nada vai agradar a Turminha da Kombi rs . A conferir. Abs!

        1. Luiz Fernando

          E de achismo vc entende muito, lembra q achava o Dimitrov espetacular? Que seria um grande campeão? Depois quando viu q não era nada disso fingiu q nunca tinha postado nada sobre isso. A sua turminha, seja em qual veículo for, é insuperável em matéria de arrogância e oportunismo, vcs agem na base do faça o q eu digo mas não faça o q eu faço…

      2. José Yoh

        Jonas, antes de mais nada concordo que o sérvio tem as melhores estatísticas no momento – embora ache isso subjetivo como tanto já falei por aqui.

        Mas não vamos dar risada dos comentários da época pq acredito que estavam coerentes.
        Se vc ler imparcialmente, vai perceber que engraçado mesmo eram os outros critérios para definir o GOAT do tipo “slam parrudo”, H2H, conquistas nos últimos 5 anos, etc.

        Grande abraço

        1. Jonas

          Estavam coerentes mesmo. Afinal respeitavam os números, já que o suíço os tinha. E a vantagem era enorme. Era.

          “slam parrudo” é uma provocação, mas alguns fingem que não entendem o real sentido. O Australian Open 17, que Federer venceu sobre Nadal no 5º set é mais “parrudo”, “pesado” que o de Wimbledon 17 sobre Cilic (lesionado).

          Roland Garros 2021 do Djokovic é “mais parrudo” que o de 2016 sobre o Murray.

          Claro que o Paulo Almeida usou isso para provocar alguns fanáticos, e deu certo rs…

          Diz respeito ao grau de dificuldade dos Slams, que os tornam “mais pesados”, só isso.

          Federer foi campeão de Grand Slam 7 vezes depois de passar por Nadal ou Djokovic; Nadal ganhou 14 slams superando Djokovic ou Federer (em três vezes, bateu ambos) no caminho; e Djokovic levantou 14 troféus superando a dupla Fedal (bateu ambos em apenas uma ocasião). Por isso o Paulo provocava os torcedores do Federer, chamando os Slams do suíço de peso pena.

          Agora, pode discordar a vontade, mas eu considero Djokovic MAIOR que Federer desde quando o sérvio venceu seu 19º Slam, em Roland Garros, pelo conjunto da obra. Creio que, se o Djokovic não surtar ou lesionar, essa distância tende a aumentar.

          1. Paulo Almeida

            Jonas,

            Usei para provocar muitas vezes, mas sempre houve um fundo de verdade, como você mesmo acabou de explicitar.

            Se quisermos comparar o grau de dificuldade dos 20 Slams conquistados pelos membros do Big 3, Djokovic fica um pouco acima do Nadal e ambos substancialmente acima do Federer. Porém, nesse momento, o Double Career Slam e o Nole Slam já colocam o sérvio como primeiro sem a necessidade do critério em questão.

          2. José Yoh

            O Paulo dizia que Nole já era o maior pelo fato de ter ganho mais slams “parrudos” – um critério subjetivo.
            Você disse que já achava Nole o maior ao ganhar 19 slams, pelo conjunto da obra, outro critério subjetivo.

            E agora os federistas ou nadalistas não podem ter critérios subjetivos para definir o GOAT?
            Alguém que acha Laver ou Borg o maior não pode dizer que ele teve mais slams “parrudos”, ou é o maior pelo conjunto da obra?

            Veja como é uma discussão vazia.

          3. Jonas

            Sim, cada um tem sua opinião. O problema é que com critérios subjetivos não se chega a lugar algum.

            Exemplo: Djokovic tem 27 x 23 no embate com Federer. Destes 50 confrontos, TRINTA E DOIS ocorreram de 2011 pra cá. Quando leio um argumento (subjetivo) falando que Djoko venceu um Federer decadente eu acho engraçado. Ora, nos 32 confrontos (uma década de enfrentamento) ele estava decadente? Isso sabendo que ele venceu AO 2017 e 18, ambos no 5º set. Para mim é um argumento inválido. Porém, colocando como contraponto, digo que Djoko até 2010 (22 anos) não era ainda aquele Djoko absurdo que conhecemos.

            Porém, isso tudo é subjetivo. Cada torcedor vai defender o seu.

            Por isso números, conquistas, enfrentamento, etc, que são dados concretos acabam tendo um peso maior, por isso a discussão aqui fica inócua. Veja que pelo critério objetivo Federer ainda tem suas 237 semanas seguidas, porém Djokovic tratou de o superar em diversos outros ângulos: semanas totais como n1 (332), vencer todos os masters 1000 (2x), vencer todos os Slams (2x), vencer Nadal em Roland Garros (2x), ter mais temporadas como n1 (já vai pra sétima) etc.

            A crítica vai em cima daquele pessoal arrogante que adorava cuspir os números do suíço, mas agora não tem pra onde correr.

        2. Paulo Almeida

          Yoh,

          O head to head não é o principal critério para definir o GOAT obviamente, mas é um dos de desempate, principalmente com tantos jogos importantíssimos envolvendo o Big 3. Ele vem depois dos recordes de Slams, semanas, year-end, Masters 1000 e Finals/Olimpíadas na minha visão.

  49. Debora Motta

    Para reflexão:
    Antes de falar o que acha, tente calçar os sapatos do outro e andar pelo mesmo caminho que ele percorreu. E sentir as mesmas dores que ele sentiu. Feito isso, terá direito de dar a sua opinião sobre uma vida que você não viveu. QUEM ACHA NÃO SABE!

  50. Bel Grado Fa

    Vitor Hugo foi um escritor e romancista do século XIX. Autor de obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris. Foi um defensor da democracia e da república, além de ter sido considerado o maior escritor europeu da época, além de ser um defensor do Livre Pensamento.

    Interessante mesmo são essas ironias da vida, já que mais de 100 anos após da morte de alguém que defendia o livre pensamento, ele atualmente cede seu nome a pessoas que tentam controlar até mesmo o pensamento das pessoas, dizendo o que elas devem comer ou definindo para quem elas devam torcem “de verdade”.

  51. Bel Grado Fa

    Acredito que com a contusão do Sérvio, cai por terra o favoritismo dos membros do BIG 4 para este USOpen.

    Seria a primeira vez em muito tempo (acredito que desde 2004), que não temos um membro do Big 4 como primeiro favorito a um título de GS. Há de se confirmar.

    Enquanto isso, o Sérvio segue firme e forte na busca pelo GOAT (as 377 semanas na liderança do ranking da Stef Graf e os 24 GS de Margaret Court ainda parecem inalcançáveis).

    Mas jamais podemos duvidar da capacidade do Sérvio, que em 2021 ainda concorre ao Bi de Covidiota do Ano! Seria uma façanha e tanto a ser alcançada, que decididamente não é para qualquer um!

  52. Majô

    Zverev precisava de uma vitória assim.Jogou contra o melhor tenista e arrasou.Já a final foi fraca.
    Zverev tem tudo para melhorar ainda mais,ter mais foco,e jogo de pernas.Um ouro Olímpico é uma vitória sensacional!!Está chegando o Slan que tanto quer.Parabéns a ele que siga firme,melhorando seu condicionamento e alguns golpes,deixar o amarelo para trás e a mania de ser nervosinho.
    Já as garotas que grande feito,parabéns!!

  53. juninho Fonseca

    Fala Dalcim……TD certo??

    Tira uma dúvida minha Aki.. mudando completamente de assunto. ….não sei se eh impressão só minha ou se vc TB acha isso ….
    Entre os saques do Isner,Opelka w Karlovic, apesar dos 3 serem incrivelmente bons,e terem o mesmo tamanho……eu acho o saque do Karlovic mais “pesado”…..mais difícil de devolver….acho q ele eh mais fazedor de aces do q os outros dois….vc tb acha isso??E se achar… acrdita q isso se deva pela técnica de saque dele q eh diferente dos outros dois??
    Abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo muita diferença na execução do saque entre ele e Isner, exceto que o americano lança a bola um pouco mais baixa. Mas sem dúvida o Karlovic sempre forçou mais em busca do ace.

      1. juninho Fonseca

        Eu acho a mecânica do saque…o movimento do corpo que o Karlovic faz…. totalmente diferente do Isner e Opelka

  54. Alex

    Dalcim,
    Boa noite
    Mestre, desculpa fugir um pouco do tema desse post, mas com base na sua experiência, que deve ter visto muita coisa bem estranha, ao que você colocaria que um cara #1, consagrado, jogando muito, tipo no auge da forma, que tem tudo que um dia provavelmente jamais nem imaginou ter, do nada, perder completamente a cabeça, ao ponto de isolar com fúria absurda uma raquete no meio da arquibancada?
    Na minha modesta opinião, de leigo, mas que admira um bom jogo, esse cara no mínimo tem que ser estudado.
    Chama a Nasa? rsrs

    1. José Nilton Dalcim

      Claro que é uma questão de temperamento, Alex, mas passa um tanto dos limites, ainda mais depois da dura lição que levou no US Open.

      1. Alex

        Perfeito, mestre.
        Às vezes parece que tem um parafuso a menos.
        Joga um absurdo, mas tem algum “botão power off” oculto: quando é acionado, sai do dr jekyll pra o modo mr hide em minutos.
        E olha que tem um poder de jogo extraordinário, faz coisas incríveis, inclusive, e infelizmente, atos como esse completamente desproporcionais.
        A meu ver, uma lástima.
        Resta a nós, admiradores do esporte, aceitá-los como são, caras extremamente habilidosos, persistentes, determinados, sujeitos a falhas como todos também são.
        E torcer para que continuem tendo muito mais momentos geniais do que atos totalmente injustificados.
        Gde abraço, e obrigado pela atenção

    2. José Nilton Dalcim

      Claro que é uma questão de temperamento, Alex, mas passa um tanto dos limites, ainda mais depois da dura lição que levou no US Open.

    3. José Nilton Dalcim

      Claro que é uma questão de temperamento, Alex, mas passa um tanto dos limites, ainda mais depois da dura lição que levou no US Open.

    4. José Nilton Dalcim

      Claro que é uma questão de temperamento, Alex, mas passa um tanto dos limites, ainda mais depois da dura lição que levou no US Open.

  55. Periferia

    Crônica Anunciada

    No dia em que o matariam…Santiago Nasar levantou-se às cinco e meia da manhã.
    Todos no país sabem que Santiago vai morrer.
    Mas cada um tem suas razões para não fazer nada…
    O orgulho…o medo…o egoísmo…a leniência…a falta de caráter…
    Razões não faltam…
    Santiago representa a liberdade…a verdade…a diversidade…a vida…
    Santiago vai morrer…
    O golpe se aproxima…os homens bons se calam…
    O mal desfila em “motociatas”…distribuindo perdigotos da ignorância em seus apoiadores.
    Um de seus apoiadores…orgulhoso…grita em direção ao Mal…
    -Votarei novamente em vc….
    O Mal olha nos olhos do apoiador e responde:
    -Não precisa…não vai ter eleições…
    O apoiador aplaude meio sem graça…

    Santiago Nasar…vai morrer.

    1. Bel Grado Fa

      O Sr. Belisário há muito apresentava uma doença terminal. Ele vinha carregando aquela tosse durante anos e não só os diagnósticos médicos quanto.a quem o via, ambos notavam que se definhava a olhos vistos conforme os anos se passavam, tendo sua saúde piorado muito mais nos últimos dois anos, e já não.se tratava mais de uma.questão de “se”, mas sim de “quando”.

      Em sua cidade, todps sabiam da falta que faria quando o R. Belisário se fosse. Afinal, o Sr. Belisário detinha o conhecimento. Mas não esse.conhecimento mesquinho e inclinado. Ele detinha p conhecimento puro, aquele passado com.retidão de caráter e quando alguém não sabia algo, o Sr. Belisário era invocado a dar sua opinião sobre o tema, e jamais ousou ser questionado, tamanha era a confiança em sua capacidade de discursar sobre um tema. E ele, invariavelmente, detinha a opinião final sobre algo.

      No entanto, conforme sia saúde se deteriorava, as pessoas começaram a perder a confiança em suas palavras, sia figura nos dois últimos anos tornara-se caquética e sei semblante já não tinha mais a altivez de outrora.

      As pessoas da cidade então, na ausência de sua referência, começaram a tomar.decisões muitas vezes sem sentido, outras sem embazamento. Claramente o julgamento destas pessoas passou a ser dúbio, sem.referencial.

      Sem subatitito, o Sr. Belisário foi internado. Encontra-se neste momento em leito de UTI

      Na sua ausência, teorias das mais diversas se proliferam. Pessoas achando que a terra é plana, e histórias do tipo se multiplicam.

      Falsos conhecedores disseminam suas idéias e a população sem a referência das sábias palavras do Sr. Belisário as ouvem e as repetem.

      Ontem, após 2 meses no Hospital, o Sr. Belisário perdeu os sentidos e respira por aparelhos.

      Sem substituto a altura, deixou a população a mercê de quem quer que tenha o poder da palavra, e agora temos teorias de todos os tipos na boca da populaçao. Sao repetidas diversas vezes até se tornarem verdadea absolutas.

      Enquanto isso, o Sr.Belisario aguarda, ou por uma autorizaçao da família para desligamento doa aparelhos, ou para que o curso natural da vida tome sua decisao sem a interferencia médica.

      Enquanto isso, a populaçao guiada por pessoas com o dom da palavra, sao levados a pensar que nao precisam do Sr. Belisario. E nao so isso, mas q além de nao precisar, que as ideias do Sr. Belisario eram ulttapasadas e careciam de embasamento.

      Ppbre Sr. Belisario. Agoniza na UTI de um Hpspital publico, a mingua, magro, com menos de 40 lg, e apenas com dois amigps de longa data ao seu lado.

      A propria familia se recusa a visitá-lo.

      Que vá em Paz, meu amigo!

      Sr. Belisario é a educacao formal e o conhecimento.

      Ps: no cel nao da para fazer qualquer revisao do texto.

      1. Periferia

        Olá Bel

        Usando uma analogia…
        O Brasil é aquele condomínio onde os moradores reclamam do síndico…
        Ele é ruim….ele está roubando…
        Decidem trocar…contratam outro…
        Acontece a mesma coisa…o condomínio continua ruim…
        Alguns decidem fazer uma abaixo assinado para destitui-lo…
        Troca-se novamente o energúmeno….
        E o condomínio continua ruim….
        O problema não é quem administra….mas os moradores que continuam vandalizando o local onde moram..vandalizam com suas escolhas e atitudes.
        O ideal seria trocar todos os “moradores”…
        O problema do Brasil….são os brasileiros.

        1. Bel Grado Fa

          Isso é fato, PERIFERIA,

          Concordo com tua opinião. Outro dia, falei sobre isso aqui também (aliás, vcs tem repetido isso a muito mais tempo que eu):

          – Os “de lá de cima”, não podem ser tão diferentes “dos de cá de baixo”.

          Se o eleito, “lá de cima” está lá, no mínimo, alguém (no caso a maioria) enxergou algo de semelhante nele.

          Ele não está la atoa.

          Aliás, isso é o que mais deveria deixar as pessoas preocupadas:

          – O fato de uma grande parcela concordar com o que está acontecendo e ainda apoiar (já aviso, que também não apoio o “outro lado”, que no momento padece do mesmo mal).

          Seria interessante entender como acabar com esta polarização. Se tiveres alguma literatura a respeito, compartilhem o nome.

          Outro dia alguém (aqui do blog) sugeriu: “O mundo assombrado pelso NERDS”, comentando que Carl Sagan dava algumas pistas sobre a causa deste momento de intensa polarização.

          Mas ainda não tive tempo de ler. Tenho “consumido” muito na forma de audiobooks, no momento, mas ainda não encontrei este.

          Abç e lembre-se:
          “Empregado não vota em patrão”, mas é duro ver nosso caro amigo “Roberto Jefferson” empunhando uma bandeira trabalhista e achar que só porque o partido tem a palavra “trabalhista” no nome ele pertence a determinada classe…kkkkkk

    2. Rubens Leme

      Periferia, se hoje o voto fosse em cédula, ele pediria urna eletrônica. Tudo que ele quer é um argumento para alegrar fraude quando for derrotado e, de preferência, suprimir as eleições.

      O duro é ver a imprensa e o TSE comprar essa narrativa sem perceber as reais intenções.

      1. Periferia

        Ola Leme

        Preocupado…vejo com muito pessimismo o atual quadro.
        Tenho uma opinião muito ruim sobre nosso povo…
        Não consigo compreender alguém apoiar certas coisas..
        E nem é uma questão ideológica….é uma questão de valores.
        vamos ver onde vai desaguar esse rio…

        1. Rubens Leme

          Desde que ele foi eleito digo que não deixará ter eleições em 2022. Ficam com essa bobagem de criar terceira via, de querer brigar com os robôs deles ou querer que ele se desculpe. Repare que ele nunca recua, apenas para um pouco, pede para algum ministro falar alguma asneira para mudar o foco e depois ele volta e avança com força.

          Mas isso tem a ver com muita coisa, o tal ódio da esquerda, o mal de tudo, mas falar de bem de Ustra etc pode. Ontem deu uma entrevista e disse que é um absurdo taxar fortunas dos ricos (https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-sobre-taxar-grandes-fortunas-e-crime-ser-rico-no-brasil/), ou seja, o pobre que se lasque.

          E o pobre se lasca como nunca, mas ainda vota no mito porque o pastor pede. E os direitos conquistados com muita luta e suor são todos tirados a todos nós. Queimam-se museus, acabam com incentivos e ninguém faz nada. Pelo contrário, no Rio já querem liberar volta aos estádios e falam em afrouxar o uso das máscaras, com quase 600 mil mortos. Uma barbaridade.

          Ele já disse que não respeita TSE, STJ, nada. E aí como fica? Não fica, porque temos juízes acovardados e coniventes, sem falar do famoso centrão comedor de grana e entreguista.

          Duvido que tenhamos pleito em 2022, mas quero muito queimar a língua.

        2. Rafael

          Oi José Cláudio,

          Primeiramente, muito obrigado pelas palavras de recuperação que dirigiu a mim diversas vezes. De coração.

          Sobre o povo brasileiro, discordo quase que completamente. Historicamente, nossos governos, há SÉCULOS, não tem interesse em educar o povo. Tampouco na segurança, tratamento igualitário, saúde, alimentação. Povo sem cultura não sabe questionar, é conformado e aceita suas mazelas como sendo “porque Deus quis”, ou que seja “o que Deus quiser”. Penso que Deus não tem nada a ver com isso. O povo é uma massa manipulável. Como não sabe que direitos tem, não luta (ou não o faz por vias que funcionem) por eles. O povo não é, no geral, esses valentões truculentos que o Bolsonaro fez aflorar. O povo procura um Salvador da pátria, um caçador de marajás, um governante “da classe trabalhadora”. Sempre procurou. Porque é teoricamente mais fácil. Mais fácil do que formar uniões de classes, sindicatos fortes, que pressionem e exijam, pq o sistema é tão absurdamente desigual, e o governo cuida para que permaneça assim, e sim, mudar é difícil mesmo. Enquanto isso, enquanto espera, o povo se apaixona e torce pelo Big Brother preferido, projeta seus sonhos nele ou nela, depois vai dormir. Porque amanhã é outro dia.

          Penso que precisamos de um “conselho de notáveis”, gente de bem e capaz, pra fecharmos pra balanço e restruturar e reformar antes de reabrir. Mas onde estão esses notáveis?

          Quem definirá quem seriam?

          O povo precisa ser respeitado. Pessoalmente, considero uma pena o povo não ter ideia do tanto que poderia conseguir se se unisse e mobilizasse. Temos micro-exemplos setorizados, era só uma questão de olhar com mais carinho para eles. E, por último, como exigir do povo que saiba votar?

          1. Periferia

            Olá Rafael…

            Bom vê-lo em tão boa forma…rs

            Tenho uma visão um pouco mais pessimista sobre o brasileiro(eu).
            Acho que alguns argumentos que vc usa serve para minimizar o que o brasileiro realmente é.
            No fundo somos uma nação construída em cima do pior que existiu na Europa…por décadas servimos de “entreposto”…eliminamos os nativos….sem contar que fomos o último país a libertar os escravos (quem olha para nosso passado compreende nosso presente).
            Todas as vezes que tentamos construir uma indentidade (como povo…como sociedade) fomos atropelados pela força do autoritarismo (tivemos 9 golpes durante nossa existência…sempre com ajuda externa).
            Com isso…o país nunca teve uma identidade construída pelos seus habitantes .
            Um povo sem identidade é um povo ruim…ruim em suas escolhas…ruim em suas atitudes.
            No fundo…o brasileiro não tem raiva do cara que é corrupto…no íntimo dele…ele sente inveja de não ter sido convidado para participar (forte isso).
            Não temos empatia como nação…esse governo serve para comprovar tudo isso…serve como uma oportunidade de se libertar…e mostrar o que está na alma do brasileiro…e na alma do brasileiro tem lugar para Bolsonaro).
            Fico sempre preocupado quando alguém sugere “notáveis” para se construir algo novo (uma provocação)…no Brasil não existem notáveis.
            Mas respeito a forma como vc vê o brasileiro.

            Abs Rafael

      2. Bel Grado Fa

        Lamentavelmente vejo que ele possui um apreço pela cortina de fumaça.

        Enquanto tda vez que discutíamos a eficácia (ou não) da cloroquina, problemas de difícil digamos ‘solução, como a corrupção dos filgos do mesmo, eram esquecidos e puderam ser diluídos com mais facilidade.

        E agora que o assu to cloroquima se exauriu, o mesmo subterfúgio é utilizado com a história do voto impresso. Com voto impresso ou não impresso, a populaçao em geral deveriam eatar mais atentos a outra parte do discurso, aquele que diz que “não vai hver eleiçao.

        E gostaria de lembrar a todos, sobre o desastre político que vai ocorrer, se isso acontecer.

        A tomada do poder após o fim do mandato é golpe. E o poder paralelo que ele tenra angariar para este fim, não é formado de mitares da alta patente, cujo nível de educaçao os impede de tomar tal narrativa, mas sim de poucos insubordinados ávidos pela subida de patente através da via rápida, ou de policiais estaduais, ávidos por um protagonismo que nunca tiveram.

        Se isto ocorrer, será a ruína completa, mergulhando o país no caos por mais 30 anos.

        Gostaria de saber o que pensam os apoiadoresdo mesmo, pois por pior que eateja HOJE, não há a menor chance de haver melhora pela via indireta, visto o atual postulante a ditador não se cercar de nenhum valor que realmente valha a pena.

        Eapero estar 100% enganado em todas as minhas projeções.

    1. Jeferson

      Federer jamais poderá ser considerado o maior tenista história,pode ter o jogo mais bonito mas o melhor não,freguês do Djokovic e do Nadal,nunca o maior e melhor atleta de alguém esporte é freguês de seus rivais diretos,Djokovic é o maior tenista da história hoje creio que terminará a carreira como GOAT do tenis.

      1. Vitor Hugo

        É considerado pela maioria dos tenistas e ex tenistas. Federer é o maior de todos pois é que mais tem fãs, o que vai deixar o maior legado para o esporte, o que mais atraí mídia, é o único atleta do esporte que está entre os 10 mais bem pagos atletas do mundo, enche estádios muito mais q Nadal e Novak e arrecada quase 4 vezes mais q o sérvio em patrocínios, além de estar entre os maiores vendedores(pra mim é o maior e o critério de desempate é Wimbledon)…
        Então chora, fake!

      2. Groff

        Sei que já falei isso aqui outras vezes, mas, sério?!? Parece-me tão infantil ficar diminuindo os feitos de um tenista que é seis anos mais velho do que o atual dominante – que ademais não domina o suíço por completo conforme vimos em WB19. Aliás, falar em “rivais diretos” se tais “rivais” têm uma vantagem fisiológica absurda em virtude dos anos a menos tampouco é um argumento convincente. Por algum motivo, pessoas (acho que brasileiros um pouco mais) têm necessidade de torcer (não entendo isso) e vêem seus ídolos como um espelho de si próprios. Para essas pessoas, a diminuição ao atleta apoiado se torna uma diminuição a ele próprio. Não vi até aqui alguém falando que o Nole foi “destruído” pelo Zverev, mas apenas comentários pelo destempero do sérvio. Até porque Nole merece todo o respeito do mundo, e fãs como você não ajudam a causa dele. Realmente descabida a “defesa” do Nole em relação ao Roger. Por isso, sugiro exaltar seu tenista favorito sem ter de diminuir os favoritos de outros (não por mim, porque sou igualmente admirador do Nole – embora não goste de sua postura defensiva dos anos mais vencedores -, mas por colegas que ficam incomodados com isso).

        Inclusive, deixa eu te lançar uma pergunta: segundo esse raciocínio de vocês que comparam Federer com uma geração que é claramente posterior à dele, responda-me uma coisa baseada na seguinte argumentação: considerando que Federer elevou o patamar da competição masculina a um nível nunca visto, deixando para trás a geração anterior (Sampras, Agassi, Rafter), anulando a sua própria (Safin, Roddick, Nalbandian, Davydenko, Feña Gonzales) e competindo de igual pra igual com a posterior (Djokovic, Nadal, Murray, Wawrinka), e tendo em vista que foi necessário surgir não um (Nadal), mas dois (Nole) dos maiores da história para fazer frente ao suíço, quem surgiu para desbancar Djokovic? Essa é a pergunta que sempre me faço, pois olho para o circuito há 10 anos e, apesar de ver bons e ótimos nomes, não vi o surgimento de alguém capaz de dominar o circuito e desafiar a posição do Nole, como o Federer viu surgir no seu caso. Por favor, pergunto com toda a sinceridade e sem a menor intenção de dar combustível a brigas.

        1. Rafael

          Achei bem pertinente seu questionamento.

          Nos últimos dez anos (para ficar no intervalo que você recortou), houve apenas 3 slams por ano em disputa – uma vez que RG já tinha dono. Isso, por si, já diminui em 25% a chance de domínio de Nole. A referência para o saibro não é quantos títulos x ou y ganharam, mas quais foram e quais em cima do Nadal.

          Isso posto, ainda que com essa limitação (um slam sempre teve dono nessa década), Nole consegui números impressionantes, jogando por um bom tempo contra Andy Murray, o próprio Nadal e contra um Federer ainda bastante competitivo (vide, como vc mesmo citou, Wimbledon 2019). Além de Stan Wawrinka e Del Potro (para um perdeu slams, para outro perdeu jogos importantes).

          Então sim, Djoko teve competição de altíssimo nível. Entre o que venceu e o que perdeu, ficou com saldo positivo e passou de 1 slam para 20 em um intervalo rapidíssimo de tempo.

          Houve o declínio de Federer pela idade, o de Delpo por contusões, o de Wawrinka por diversos motivos, o de Murray por ter trocado de quadril e, finalmente, uma certa diminuição da diferença em relação a Nadal no saibro (consolidada apenas neste ano).

          Djoko teve, na minha opinião, adversários fortíssimos e recorrentes. Além de integrar o triunvirato das maiores rivalidades do tênis da era moderna, disputou, ganhou e perdeu de gente como os que citei. E se sobressaiu, de forma geral.

          Ou alguém – não estou me referindo a você – vai ter a cara de pau de criticar quando se fala em entressafra e ex-números 1 do mundo e diminuir o jogo ou os feitos dos caras que apontei?

          Abs, nunca tinha pensado nisso dessa forma. Nesta década em que Djoko se sobressaiu ele realmente conseguiu coisas assombrosas, que eu, por exemplo, não imaginava que fosse alcançar.

          1. Groff

            Olá, Rafael. Que bom ver você se recuperando bem e comentando aqui no blog! E de uma maneira muito cortês. Sim, concordo que houve concorrência. E forte. Mas também teve muito pangaré, conforme vou discorrer abaixo. Também achei bem interessante a questão dos três slam em disputa rsrsrsrsrs. Por muito tempo, foi isso mesmo. O Nadal, além de monstro, tem um quê de prodígio, já que em seu primeiro RG ele tinha acho que 18 anos e fez aniversário no meio do caminho. Se não tivesse surgido quando apareceu, Federer poderia tranquilamente ter feito dois ou mais Year Slam (tomou um sacode do Guga em 2004 e, se tivesse passado e superado o Nalba na sequência, acho que teria levado, pois a final foi aquela que todos lembramos). Ainda, essa história de “entressafra” é uma bobagem tão grande que não entendo como alguns ainda usam o argumento, aplicável a muitos outros períodos também dependendo para qual lado o narrador quer forçar a barra.

            Mas aqui vai uma provocação, e por favor não me entenda mal: você não respondeu minha pergunta. 🙂 A questão era: “quem surgiu para desbancar Djokovic”?

            Não discordo de que houve competição e que ela foi de bom nível em muitos momentos, mas minha frustração é de que não surgiu ninguém com aquele “algo a mais”, aquele ímpeto vencedor de quem se recusa a desistir, como é o caso dos Big 3, especialmente Nadal e Nole. Jogadores bons e ótimos surgiram vários, alguns excepcionais (Murray), mas grandes campeões? Isso é discutível. Ademais, os nomes que você citou ou são contemporâneos do sérvio (Wawrinka e o próprio Murray) ou surgiram um pouco antes (Nadal, conforme dito acima). Djokovic foi o “recebedor do bastão”, o que surge para ser o destaque de seu tempo, como Sampras foi de seu, e como Hewitt estava para ser até o surgimento de um certo suíço, que elevou demais o sarrafo em minha humilde opinião. Mas depois do sérvio, quem é esse novo “líder”, o novo grande campeão? Esperar o Big 3 se aposentar para tomar o espaço, mais ou menos como teve que acontecer com a Serena (lembra o quanto ela estava jogando antes da difícil gravidez e do hiato subsequente?), é muito triste e não contribui para o crescimento da disputa. E é disso que falo quando faço essas ponderações. Portanto, meu ponto permanece: se for para argumentar em termos de competição, Federer teve que lidar não só com a mudança do circuito (quadras mais lentas que afetaram muito seu jogo e o de outros de sua geração) como também teve de encarar dois dos maiores competidores que, provavelmente, o esporte já criou. Nole não teve o mesmo “azar”. Veja, por favor, que quando digo isso não tiro o mérito dele em nada. O jogo é o que é, e o sérvio o controla há muito tempo, de modo merecido e justo. Mas também é justo lembrar, fazendo um contraponto aos nomes que você trouxe, que Zverev, Tsitsipas e Medvedev são bem mais recentes, e por muito tempo o “meio do campo” foi povoado por Raonics, Nishikoris e Ferrers da vida. Assim, pra cada Wawrinka ou Murray no caminho, teve também um Dimitrov, Monfils e outros que não foram a lugar nenhum. Alguns desses outros nomes poderiam ser ultra campeões em épocas diferentes, sem o Big3? Talvez, mas não é essa minha questão, e sim o aprimoramento do nível da competição que, segundo entendo, está um tanto estagnada. Para muitos, haveria uma dificuldade grande para os novatos de ter de superar Nadal, Nole e Federer num torneio, sendo às vezes os três de uma vez. E para ilustrar o porquê de eu não concordar com esse argumento gosto sempre de lembrar de um dos maiores feitos do tênis moderno, o finals de 2000, em que Guga bateu Kafelnikov no grupo, Sampras na semi e Agassi na final. Os grandes campeões vencem quem estiver do outro lado. Grande abraço e fique bem!

        2. Paulo Almeida

          Groff,

          A vantagem fisiológica existe, mas não é “absurda” como você quer fazer parecer, além de poder ser compensada com estilo de jogo de encurtar pontos, escolha correta do calendário e principalmente ao se cuidar do corpo e da saúde em geral com muita disciplina. A Medicina permite isso.

          Djoko e Nadal estão vencendo e perdendo de jogadores de grande potencial 9, 10 e 12 anos mais novos. E nem assim eu e muitos outros não falamos em vantagem fisiológica absurda pra justificar derrotas. Federer não perdeu nem Wimbledon 2019 por conta dos 5 anos e 10 meses a mais de idade e muito menos títulos em anos anteriores. As questões foram outras.

          Como o Rafael já disse em detalhes, o Djokovic sempre esteve na companhia de adversários duríssimos durante sua carreira, incluindo o Federer com qualquer idade. É bem diferente de não ter rivais à altura.

          Abs.

          1. Groff

            Olá, Paulo. Então, tenho dois pontos a comentar e uma explicação. A explicação primeiro: se eu dei a impressão de que estava tentando “justificar” derrotas de quem quer que seja, saiba por favor que não é o caso. Não tenho o hábito de torcer e, se há jogo, entendo que há um vencedor e um perdedor, e não vejo necessidade de justificar resultados. Então, o que eu faço é só um exercício da situação do jogo como a vejo e não uma justificativa de vitórias ou derrotas.

            No caso de encurtar pontos e preservar o físico, concordo em parte, pois apesar de verdadeira a possibilidade, era muito mais fácil concretizá-la quando as quadras eram mais rápidas e as bolas mais leves. Hoje dificilmente não se tem que jogar uma bola a mais, pois a velocidade do jogo mudou e o preparo físico dos jogadores elevou o aspecto defensivo.

            Por fim, o que você falou sobre os jogadores mais jovens só confirma minha teoria: eles deveriam dar muito mais trabalho aos campeões estabelecidos. Deveriam vencer muito mais do que o fazem. É prova da qualidade dos maiores? Sem dúvida, mas também é testemunho de que os mais novos não conseguiram subir o nível até o ponto necessário para superar os campeões. Até porque, o Nadal de 12 e o Djoko de 11, 15 e 16 eram mais jogadores do que são hoje, penso eu, em linhas gerais, e nem assim a garotada consegue chegar. Abs.

          2. Paulo Almeida

            Bom, eu vou repetir mais uma vez.

            Wimbledon ficou mais acessível a partir de 2002, com a grama cortada mais curta e a bolinha aumentando de tamanho ao longo da partida, o que permitiu que nomes como André Sá e Nicolás Lapentti fossem quadrifinalistas e Hewitt e Nalbandian finalistas. Como você vê, isso ocorreu antes do período de domínio do Federer, ou seja, ele não foi prejudicado e a meu ver até beneficiado, visto que nunca teve grande devolução.

            Quanto ao piso duro, já era democrático antes de 2002 e Atlanta 1996 talvez seja o maior exemplo com Agassi, Bruguera, Meligeni e Paes nas semifinais. Posso citar também Guga campeão de Cincinnati 2001 e do Finals 2000 e Hewitt com US Open 2001 e Finals 2001. Nenhum dos citados era um sacador-voleador.

            A nova geração tem muita qualidade, mas jogadores como Djokovic e Nadal não nascem toda hora, são muito fora da curva, e, portanto, muito difíceis de terem seu domínio encerrado, mesmo com desvantagem fisiológica “absurda”.

            Abs.

          3. Rafael

            Groff,

            Obrigado pelas palavras.

            Se o seu ponto é perguntar quem foi o “Djokovic ” que surgiu para fazer frente à Djokovic, a resposta é: ninguém.

            Se vc considerar os nomes que Djokovic enfrentou (já citados), suplantou (no geral) e sua ascensão impressionante na carteira, meu ponto é esse.

            É uma questão do ângulo que se escolhe para olhar.

            Abs

        3. Luiz Fabriciano

          Prezado Groff, para começar, o que vimos em W19 foi resultado de uma combinação de atributos indispensáveis num tenista profissional. Há o fato de Roger Federer ter chegado ao ponto final e não aproveitou, que é tão badalado até hoje, que acabam esquecendo que Djokovic foi o primeiro a ter quebra de saque a favor no quinto set, ou seja, poderia ter levantado o troféu sem essa ladainha toda.
          Segundo, vantagem fisiológica nunca foi argumento para vitórias sobre Federer. Elas começaram a acontecer em 2007. E não deveria, tendo em vista toda a superioridade e genialidade do suíço.
          E terceiro e a mais fácil de responder: Federer desbancou gerações e foi desbancado por um que não encontrou um ainda que o fizesse, simplesmente porque esse primeiro um, como os resultados mostram, é maior que ele. Para isso acontecer, tem que chegar alguém superior. Se retirar em aposentadoria, se fosse o caso de Djokovic hoje, não serve. O domínio de uma década e contando se dá porque há uma superioridade inconteste. Tens dúvidas, caso não existisse o sérvio, que Roger Federer estaria hoje com um mínimo de 26 troféus de GS na coleção?
          E que bom que és respeitador do tenista da sérvia, assim como eu, respeito o da suíça. Apenas não sou seu fã.
          Saudações.

        4. Paulo Almeida

          Cara, toda semana tenho que desmentir esse negócio de pisos lentos prejudicando o Federer.

          Chega, já deu. Leia meus comentários anteriores e veja o vídeo do Saretta durante Wimbledon.

  56. Marcílio Aguiar

    Quando o Zverev está bem no saque (sem o trauma das duplas faltas) é muito perigoso e pode ganhar de qualquer um. Já poderia ter um titulo de slam não fosse o apagão na final do Usopen 2020.

    1. Jonas

      Aquele final foi um show do horrores.

      Mas o Zverev evoluiu demais. Ele ficou muito perto de eliminar o Djokovic no Australian Open esse ano. Na minha opinião foi o melhor jogo do torneio, seguido de Nadal x Tsitsipas.

  57. Vitor Hugo

    A gente sabe quem são os verdadeiros torcedores do sérvio e quem são apenas paraquedistas torcendo por aquele q está vencendo.
    Cito Barrocos, Rafael e mais uns 3 no máximo como torcedores de Novak, que elogiam quando devem e criticam quando devem também.
    Os outros não passam de COVIDIODETES….

    1. Paulo Almeida

      Falou aquele que vive fugindo para as catacumbas após cada revés do suíço e triunfo do sérvio. Como gosta de ser chacota.

        1. Jeferson

          Estou sempre no blog,sou leitor assíduo,mas não comento sempre,agora fake você entende já foi marquinhos,renato e agora vitor hugo se não esqueci mais algum kkkkk,a cada derrota do federer pro Djokovic você muda o nome.

  58. Paulo F.

    Enquanto isso outro federista, acovardamente em silêncio aterrorizado com a possibilidade de Novak poder concretizar o Golden Slam, aproveita-se do insucesso de Djokovic nas Olimpíadas para romper o silêncio, sair do sarcófago para destilar todo os seus impropérios e inversões dos fatos contra o sérvio.
    Ah, o oportunismo…

    1. Rodrigo S. Cruz

      O federista que saiu do sarcófago tem outras prioridades muito mais importantes na sua vida, e mal está tempo para assistir as outras modalidades olímpicas.

      E você, será que tem vida fora desse blog?

      Covardia é levantar falso dos outros sabendo que em todas as conquistas de araque do sérvio mau-caráter, eu jamais deixei de aparecer aqui e escrever o que ele merecia.

      Abs.

      1. F.R.

        entao nao sabe administrar bem o seu tempo porque dá para fazer “as coisas mais importantes da vida”, trabalhar, se dedicar à família, praticar esportes, lazer, ver olimpiadas e comentar aqui. Se todo mundo aqui consegue, a ausencia de nao vir comentar tem outro motivo… hehehhe

        1. Rodrigo S. Cruz

          Voc~e então administra de modo excelente, né?

          Porque trabalha (será?), namora, viaja, etc.

          E ainda tem tempo de vir aqui fazer panela tribal e criar fakes como esse pra encher o saco.

          Parabéns! Hahahahaha

          1. F.R.

            panela que qdo vc faz nao te incomoda, né kkkk
            e só porque te contesto vc rotula como “encher o saco”… Ja eu vejo como contraponto, mostrar o outro lado ou simplesmente emitir a minha opiniao sobre o que vc e outros aqui postam

          2. Paulo F.

            Quem falando em panela?
            Vive passando pano para aquele com Transtorno de Identidade, pro Ribeiro, pro Lemes….

      2. Paulo F.

        Tu é tão vitimista assim que assume aquilo que sequer foi direcionado à ti?
        Ou os múltiplos nicks, na verdade, atendem apenas por Rodrigo?

      3. Paulo Almeida

        Vou responder aqui mesmo.

        Levantar falso/caluniar e depois xingar é o que você mais faz, principalmente quando é confrontado e fica sem argumentos. Pior que o processo já transitou em julgado há muito tempo e você foi derrotado até na maior instância (veredito do Dalcim). Ficar insistindo nisso até hoje que deve ser coisa de retardado. Eu poderia dizer que o Gustavo número 2 é seu fake e nivelar as coisas por baixo, mas não consigo passar tanta vergonha assim. Haja mediocridade…

    2. Luiz Fernando

      Cheiro de queijo deteriorado, não vou usar o termo correto em respeito aos demais blogueiros, é irresistível, o lógico fazendo escola…

  59. Paulo F.

    Em tempo, de tudo que Djokovic fez de ruim nas Olimpíadas, nada se compara ao abandono da disputa do bronze nas duplas mistas.
    Foi deplorável ter alijado a sua parceira de time e compatriota do sonho da conquista de uma medalha olímpica.

  60. Paulo F.

    Que engraçado, enquanto Novak Djokovic estava na crista da onda, o federista metido a cultão dispersava o assunto tênis com poluição e inundação de filmes, músicas e filmes.
    Bastou Djokovic falhar nas Olimpíadas e o prolixo exibido voltou a falar no blog de tênis sobre…tênis!
    Com direito a bocejantes crônicas com o boçal pai do sérvio.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Sinceramente, amigo, eu nunca vi nada de prolixo nos textos dele.

      Não criar gosto por leitura e escrita, e depois
      chamar os outros que criaram de “prolixos” é recalque, para dizer o mínimo. 🤣

      (não sei se você se enquadra aqui…)

      Outrossim escrever e discorrer bem sobre assuntos variados deveria ser digno de elogios, e não de críticas.

      Portanto, não inverta as coisas.

      Você teria muito mais respeito imitando tal conduta do que fazendo coro patético com a claque da tua tribo de xavantes… 😉

      1. Gustavo

        se ele nao criticasse o covidinho e o bozo duvido que vc o defenderia assim
        no passado vcs dois ja discutiram mas agora que ele critica o servio vc aplaude, da apoio incondicional e o defende de críticas de outros foristas.
        ninguem aqui é contra que se escreva sobre outros assuntos. O problema é que se escreva muito sobre outros assuntos.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Bom,

          em, primeiro lugar você é fake, né? Claramente.

          Porque na época em que tive discordâncias com ele, esse nome “Gustavo” não postava aqui.

          Quem é você de verdade?

        2. Paulo Almeida

          Gustavo,

          Além das discussões acaloradas entre ambos, o Rubens Leme já detonou o Federer algumas vezes (me lembro de uma pesada em treta com o Sérgio Ribeiro) e recentemente até relatou que pensou em agredir um semelhante dele, mas que se segurou. Porém, como o sérvio foi pego pra Cristo pelo maior obcecado pelo Bolsonaro do Blog desde as declarações anti-vacina, tudo isso foi “esquecido”, afinal atacar o sérvio é a prioridade absoluta do cidadão.

          Abs.

          1. Gustavo

            sim. E ele mesmo já disse que teve 3 blogs. Então que os reative para dar vazão à obsessão.

            sobre o Rodrigo, o ponto é a incoerência. Me lembro qdo ele ficou incomodado qdo um forista “deu procuração” para outro falar em seu nome (nao lembro de quem para quem, talvez tenha sido ate o Paulo F. e vc., mas nao lembro) e agora vem defender e tomar as dores do Rubens, do Vitor…
            tudo bem, ele pode ser procurador de quem quiser e defender a tese que quiser, mas que nao venha reclamar qdo outros tb fazem

            abs.

          2. Paulo Almeida

            Foi o Paulo F. que falou em passar procuração, mas não foi pra mim e agora também não lembro pra quem foi.

    2. Jonas

      Na verdade, por incrível que pareça, ainda está. Venceu os três primeiros Slams do ano.

      Paulo F, hater comemora tudo.

      Quando Djokovic perdeu pro Evans, eu avisei…

      Perdeu pro Karatsev eu avisei…mas são teimosos. Poucas semanas depois: campeão de Roland Garros e Wimbledon.

      Não sou maluco de cravar nada, até porque respeito demais o Nadal, essa geração forte de tenistas e Federer que ainda joga (por mais que não venha bem), mas olhando para o Djokovic, vejo um tenista muito forte , com mais alguns Slams e masters 1000 para vencer. É uma das melhores temporadas até aqui da carreira do sérvio. É claro que, em alguns momentos, o Djokovic se mostra humano e faz umas merdas mesmo.

      Do Big 3 o que mais respeito nesse sentido é o Nadal, que jamais quebrou uma raquete, e ainda assim ODEIA perder. Mas, quem não lembra do “showzinho” do espanhol no ATP Finals 2010 com o Carlos Bernardes? Acontece nas melhores famílias rsrs…

  61. Luis

    Amigos, é com muito pesar que informo a minha retirada do blog.
    Hoje descobri que não gosto de tênis.
    Não sei nada de tênis.
    Simplesmente porque nunca pedi um autógrafo para o paraguaio Victor Pecci.
    Sim. É chocante, eu sei. Mas é a verdade.
    Creio que este período fora servirá para eu refletir sobre algumas coisas em minha vida, e sugiro àqueles que se encontrem na mesma situação que façam o mesmo.

    Abs

  62. Debora Motta

    A verdade é que a ficha dos torcedores rivais caiu ha pouquíssimo tempo, porque agora não tem essa de que Novak possui menos slams ou semanas como número um. Toda a amargura que eles sentem por tudo que Djoko tirou de seus ídolos tá vindo a tona de uma só vez.🤣🤣🤣
    Faço minhas as palavras do colega que escreveu isso!!! Esse ódio descomunal não é normal! É muita amargura dos fãs rivais do sérvio que estava entalada, aproveitem que a tendência é durar pouco esses momentos de queda do Novak!

    1. Bel Grado Fa

      Uma pena o blog não ter censura para idade. Seriamos todos banidos (as) com comentários non-sense como este.

    2. Paulo Almeida

      Você foi uma grande aquisição para o Blog, Débora.

      Já está deixando a ala fanática totalmente desconcertada, kkkk.

      1. Debora Motta

        Hahaha não sou exatamente nova aqui, já acompanho o blog desde 2009, só que dá muita preguiça de responder aos haters malucos, como no caso acima 😊

      2. Carlos Reis

        Ela é das antigas, mas é chata igual a você, MINTO, chato do teu naipe não existe outro igual, rsrs.

  63. Rubens Leme

    Dalcim, pensei que fosse dar mais destaque à campanha russa, já que foram prata no masculino, ouro e prata nas mistas e ainda temos o fato do Zverev ser filhos de russos. É curioso ver como a Rússia (de um passado modesto até os anos 80 no tênis) vem se tornando uma grande escola a partir da década de 90, ao mesmo tempo em que a escola norte-americana declinou.

    Quem diria que um dia isso iria ocorrer? Nos anos 80, havia anos em que cinco ou seis dos oito jogadores do Finals eram do Tio Sam.

  64. Pedro

    Dalcim,

    O retrospecto do alemão é realmente bom, principalmente em uma época em que existem 3 grandes em atividade no esporte, mas, deixando o que ele já conquistou e focando no presente, você acha que ele possui mais jogo, incluindo o mental, do que o grego?

    1. José Nilton Dalcim

      No momento, não temos como discutir isso. Seus resultados são mais relevantes, ainda que tenha dois anos a mais.

      1. Helena

        Acho que a diferença é menor, um ano e pouquinhos meses. Faço esse destaque porque, de uma forma geral, parece que o fato do Sascha ter se destacado mais cedo faz parecer que ele é bem mais velho do que alguns rivais. Também me parece que a maioria das críticas à nextgen tenham se concentrado nele.

  65. Miguel BsB

    Dalcim, considerando que o Thiem tem 27, idade próxima ao Zverev, e colocando ambos no mesmo balaio de gerações, vc ainda considera o alemão o maior nome em comparação ao austríaco?

    1. José Nilton Dalcim

      São três anos de diferença, Miguel, não dá para colocar no mesmo patamar. Mas se fosse, ainda colocaria o Zverev pela qualidade dos títulos.

      1. Debora Motta

        Mas Dalcim, o Thiem tem GS e algumas finais de GS!! Isso não pesa muito? Até porque o peso de um título olímpico não se compara a um grand slam!

        1. José Nilton Dalcim

          E só tem um Masters e não tem Finals. E vamos considerar que seu Slam foi um tanto esvaziado.

  66. Arnon Louzada

    Dalcim, uma dúvida!!!!!

    As quadras de Cincinatti e USOpen são mais rápidas e diferentes que outras quadras duras?
    Qual a diferença entre AO e USOpen? Toronto e Cincinatti?
    Etc…

    Obrigado!

    1. José Nilton Dalcim

      São mais rápidos do que Toronto costuma ser. Cincinnati sempre esteve entre as mais velozes, o US Open varia bastante mas estava veloz em 2020. A diferença é sempre a camada final de resina sobre o piso, que pode ser mais ou menos abrasiva.

  67. Rubens Leme

    U2 – All That You Can’t Leave Behind (2001)

    Em 1991, o U2 se reinventou com Achtung Baby após a exaustiva tripe ianque que começou com The Joshua Tree (1987), continuou em Rattle and Hum (1988), que virou um documentário e transformou o grupo na maior banda do planeta e em uma piada.

    O megaestrelato se seguiu com enormes críticas, especialmente em cima do Bono, um clima tão pesado que o fundador do grupo, o baterista Larry Mullen Jr., cogitou pular fora. A retomada e a mudança de direção foi lenta e conturbada até surpreenderem o mundo.

    Após Achtung, o U2 pegou gosto por músicas mais experimentais e eletrônicas e fez dois álbuns inesperados, o ousado Zooropa (1993) e o confuso Pop (1997).
    Zooropa chegou ao ponto de fechar com o vozeirão de Johnny Cash em primeiro plano e Bono aparecendo apenas nos backing vocals, na apocalíptica e climática “The Wanderer”. Além dela, ouvimos Bono cantando sobre pedofilia (“Babyface”), tema indigesto demais para uma banda com um passado tão cristão.

    Ainda assim. sobraram alguns bons hits como “Lemon” e “Stay (Faraway, So Close!)”, mesmo nome de um filme de Wim Wenders), além da bizarra “Numb”, com um vídeo hilário, com várias pessoas beijando, lambendo, batendo, amarrando, jogando flores e esfregando os pés no rosto do guitarrista The Edge, enquanto ele canta/declama a letra sem se mexer (https://www.youtube.com/watch?v=N4jR1RNypG0).

    Pop foi o extremo de tudo: flertando com a dance music e techno, a banda caiu no ridículo e no excesso, imitando o Village People no vídeo de “Discothèque” em um trabalho com boas músicas, mas super produzidas e ideias confusas, além de muitos palpites externos.

    Foi com a PopMart Tour que o U2 visitou o Brasil pela primeira vez, em 1998, e fez um show decepcionante no Morumbi, para quem esperou a banda quase 15 anos para vê-los ao vivo, como no meu caso.

    Estamos agora em 2001, quando o quarteto resolveu voltar ao básico e concebeu um disco mais simples, de volta às origens. Nascia All That You Can’t Leave Behind. Novamente conduzidos pela “dupla dinâmica”, os produtores Brian Eno e Daniel Lanois, o U2 voltou a fazer o bom velho e rock que sabiam.

    Se em The Joshua Tree, a banda abre o trabalho atirando, de cara, os três singles em sequência – “Where the Streets Have No Name”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “With or Without You” – aqui, o grupo ousa mais, despejando os quatro hit singles de uma vez: “Beautiful Day”, “Stuck in a Moment You Can’t Get Out Of”, “Elevation” e “Walk On”.

    O disco rola suavemente no aparelho nas demais canções, com a produção sempre elegante e milimétrica de Eno-Lanois, que também contribuem como músicos. Ainda em boa forma, Bono mostra uma voz afinada, boas letras e deixa The Edge conduzir o clima com a indefectível bateria de Larry Mullen acertando o tempo que o baixista Adam Clayton acelera.

    Não foi surpresa alguma ter vendido mais de 12 milhões de cópias e uma bela turnê mundial, a Elevation Tour.

    Desde então, o U2 fez discos menos inspirados, com vários produtores, em momentos esparsos ao longo dos anos, parecendo mais uma coorporação que precisava dar satisfação aos acionistas do que uma banda de rock.

    https://www.youtube.com/watch?v=QrqPjFyM0wg&list=PLBnJv6rImVe8wnIunQEiaJzsmu-HwXBZm

    1. Gildokson

      Quando escuto Stuck In A Moment e Walk On no carro eu entro numa viagem que quase me tira da direção, outra música muito gostosa desse album é Kite. Showww

      1. Rubens Leme

        SIm, Walk On é muito bonita é o típico hino do U2, com o Edge abusando dos delays e efeitos e Bono se derramando na letra. Pena que a partir de How to dismantle an atomic bomb, o nível caiu, em parte, pela voz dele ter sofrido uma piora.

  68. Rodrigo S. Cruz

    Bom,

    sempre critiquei o Zverev quando ele mereceu.

    Mas desta vez ele está de parabéns.

    Pois conseguiu deter a ganância desenfreada do GOAT FAKE, e ainda fez a cabeça dele entrar em parafuso.

    E o OURO olímpico ficou em ótimas mãos.

  69. Paulo H.

    A exemplo de Roland Garros, a semifinal entre Zverev e Djokovic valeu como verdadeira final olímpica, pois a outra chave ficou aberta após a queda de Medvedev. Pelo menos nas finais não houve incidentes extra-quadra e todos os participantes estão de parabéns.
    É difícil prever um futuro promissor baseado no resultado olímpico, lembrando que o chileno Nicolás Massú, vencedor de simples e duplas em Atenas e a porto-riquenha Mônica Puig, ouro no Rio de Janeiro não tiveram melhorias em suas carreiras após essas conquistas.
    De qualquer forma, Zverev e Bencic merecem desfrutar dessa glória, reservada para poucos mortais. Grandes tenistas como Pete Sampras e Martina Hingis, só para citar dois, nunca ganharam o ouro olímpico.
    Agora é esperar pelo US Open e ver como todos estarão, após estas fortes emoções. Depois de tudo que passou, o Djoko ainda é favorito ao título no US Open, Dalcim?

  70. Ronildo

    É incrível como Zverev muitas vezes se torna uma montanha intransponível para Djokovic. Isto acontece porque seus golpes são pesados e sua mobilidade e muito boa. Se ele melhorar mais um pouco no mental pode disputar o número 1 ano que vem.

    1. Debora Motta

      Amigo, mas honestamente crédito mais a derrota do Nole à sua queda abrupta de rendimento do que ao Zé ser tão complicado assim! Enfim…

        1. Sérgio Ribeiro

          Jura , cara Débora ?. Que tal revestes a partida ? . Alexander Zverev dominou a partir da metade do segundo Set sem choro rs . Um caminhão de WINNERS e menos ENFS. Pelo jeito dormistes na madrugada rsrs. Abs!

    2. Chetnik

      H2H é 6-3 para o Djokovic. Contra o Frauderer é 4-3 para o Zverev. É né, é o Djokovic que tem dificuldade contra o cara kkkk. Sempre passando vergonha, né? É um fetiche que você tem?

  71. Luz de Júpiter

    Nos stories do Zverev no insta tem um vídeo dele chegando na vila dos alemães, sendo aplaudido e estando visivelmente emocionado.

    Eu concordo com ele: Olimpíadas é maior do que tudo.

    Óbvio que não é o título mais importante do Tênis. A ATP e ITF nunca permitiriam isso, do mesmo modo que a NBA e a FIFA não permitem em relação aos seus respectivos esportes.

    Mas não se trata de premiação, de pontos no ranking e realização profissional. Se trata de outra coisa. Algo íntimo, pessoal, que cada esportista e cada nação lida à sua maneira.

    Eu imagino, isso desde minha infância, que não deve existir nenhuma emoção que se aproxime de um feito olímpico.

    E daí se a maioria das pessoas não vão lembrar da Puig? O que ela sentiu naquele momento deve ter sido algo tão incrível e indescritível.

    Existem esportes que possuem suas provas tradicionais, como o Ciclismo por exemplo. Profissionalmente, obviamente que ganhar um Tour de France é o maior feito do ciclismo de estrada. Mas só quem viu o quão maravilhado e emocionado estava Richard Carapaz ao ganhar a sua medalha entende. O Equador foi à loucura nesse dia.

    E Jolanda Neff que foi aos prantos e foi recebida como heroína na Suiça?

    O Surf está fazendo sua estréia nas Olimpíadas, não tem tradição alguma, mas o Ítalo pode sentir o que é ganhar uma medalha de ouro lá, transcende o Surf.

    Nas Olimpíadas todos os esportes se tornam apenas veículos, expressões, que realmente importa é a ideia da realização humana, de que se está no topo.

    E qualquer um que tenha a chance vai querer conquista-la com todas as suas forças. Pois ele sabe que é algo mais importante do que suas motivações pessoais.

    Talvez por isso Djokovic tenha perdido esta semifinal e outras partidas. Talvez ele realmente queira atingir o Olimpo apenas para si mesmo. Eu achava que não, que era pela Sérvia. Mas se fosse, não abandonaria sua parceira e seu país quando ainda havia uma chance.

    1. José

      Será que o pessoal fã de ginástica fica falando que a Biles “abandonou ” suas companheiras na final olímpica por equipes da ginástica?

      Ou será que é só o tênis mesmo que tem esses “donos da ética” e perfeitos?

      1. Gildokson

        Tu sabe que elas podem disputar as medalhas mesmo sem a Biles neh? Muito diferente da parceria do Djoko.
        Meu Djokovic é um monstro mas pisou na redonda, oq custa admitir?

      2. Luz de Júpiter

        Como assim? O argumento da Biles é que ela preferiu abandonar para NÃO PREJUDICAR a equipe. Tanto que ficaram com a prata. Se ela continuasse e com o mesmo desempenho do salto, USA poderia ficar sem medalha.

        Na ginástica tem opção de ficar na reserva.

        E outra, qualquer pessoa que assistiu o salto de Biles viu que ela perdeu totalmente o controle do corpo. A chance de uma gravíssima lesão (uma atleta ficou sem movimento do corpo numa mesma situação) é enorme.

    2. Jeferson

      Olimpíadas não é maior que Slams hoje nem nunca,é importante sim mas no tenis o que vale mais são os slams,fato!

  72. Rafael

    Bom, é isso. Fiz a 5a cirurgia, este dia 30. Foi a última. Agora, fisioterapia e acompanhamento, pq é um problema que pode ou não retornar. Só Deus sabe o que passei, mas foi mais uma experiência. Com o tempo, essas experiências se tornam memórias. E memórias são o que restam para dar sentido ao que não compreendemos no calor de vários momentos, enquanto ainda escrevemos nossa história. Novamente agradeço a todos que me dirigiram palavras de encorajamento. Não foi nada fácil. Mas estamos aí. Aqui está o closure, ao menos por enquanto.

    Sobre Djokovic, perdeu vários pontos comigo. Dizer que para estar no topo tem de saber lidar com a pressão e depois dar um show de horrores em comportamento, indigno de sua história e seu legado?

    No entanto, imperfeito que sou, comigo ele tem crédito. Vejamos como se comporta até o final de sua carreira.

    Certamente foi um duro golpe para fãs como eu, inspirado que fui muitas vezes por ele. Segue a vida, quem não estava preparado para a pressão está ele.

    Saúde a todos! Teremos covid o resto da vida, com novas variantes surgindo a cada ano. As vacinas atuarão reduzindo a mortalidade e a intensidade dia sintomas, mas não muito além disso. Sendo assim, cuidem-se!!

    Abs

    1. Luiz Fernando

      Boas notícias de vc são sempre bem vindas. Vc, ao contrário do Djoko, vai completar o Golden Slam. Abs.

    2. Debora Motta

      Olá Rafael! Não desista do nosso guerreiro sérvio! Como o povo do Leste Europeu Djoko tem o sangue quente, é passional e sempre quebrou raquetes rs. Não é a melhor coisa do mundo, mas é um momento dele e de lidar com a frustração do momento. Veja que khachanov, Medvedev, dentre outros, saíram destruindo raquetes nessas olimpíadas e isso nem foi citado! O sérvio tem muito mais qualidades e ações positivas do que negativas, é humano, como nós, tb erra! E paga por isso!!! A história de vida do Nole me inspira, desde 2007 eu acompanho o sérvio e só me fez bem! Vejo Nadal e Federer como grandes gênios também. Respeito suas conquistas e Seus fãs. Mas sinto que não há reciprocidade deles para os fãs do Novak! E, sim, Djokovic é um dos que melhor lida com a pressão, de modo geral! Extravasar ali em quadra não me parece ter a ver com o que ele diz quando fala de pressão. Outra coisa, NINGUÉM citou como ele abraçou e sorriu para o Zverev e Busta após suas derrotas! Como ele respeita e reconhece a vitória do oponente, como ele lutou para mudarem os horários absurdos dos jogos em tokyo, como ele se manifestou e foi solidário a Naomi Osaka quando está se afastou com depressao e milhares de coisas. Enfim, abraços e que bom ler pessoas educadas e inteligentes como vc!

      1. José Yoh

        Débora, essa reciprocidade dos fãs do Fedal que você diz… é a sua visão dos comentários do face e daqui do blog.
        E repare que há fãs do Djoko que não respeitam o suíço e seus fãs também, hoje em um número muito maior que antes.
        Mas a verdade é que a maioria esmagadora tem bom senso e gosta do tênis acima de tudo, apenas não comentam na Internet (que é a coisa mais sensata a fazer).

    3. Maurício Luís *

      Parabéns Rafael, e coragem! Ninguém gosta de passar por certas coisas, mas obstáculos vencidos nos tornam pessoas melhores.
      E estou apostando que um negacionista/terraplanista aqui do blog vai aproveitar sua menção à pandemia pra falar mal das vacinas, aguarde. A turma dele não tem credibilidade, então invadem espaços como esse.pra se aproveitarem da visibilidade.
      Felizmente, estão cada vez + isolados e falando sozinhos.

    4. Marcílio Aguiar

      Rafael, que ótima notícia a realização da ultima cirurgia. Tenho certeza que essa sua luta merece um “pódio” e será recompensada com dias melhores.
      Saúde!

    5. Filipe Fernandes

      “Sinto-me nascido a cada momento
      Para a eterna novidade do Mundo…”

      Caro Rafael, tal como Alberto Caeiro professa em sua visão repleta de amor pela vida, lhe desejo, em sua nova etapa clínica, “a cada momento”, uma melhora progressiva em sua saúde acompanhada de alegrias e experiências renovadas e significativas.

      Um grande abraço, meu caro, e fique bem.

    6. Barocos

      “Tudo o que não nos destrói, torna-nos mais fortes.” – Friedrich Nietzsche

      Rafael,

      Parabéns pela superação de uma etapa bem complicada de sua vida. Existem muitas interpretações sobre a citação acima e, estou certo, você conhece algumas, para mim ela é uma chamada, uma que nos alerta sobre a necessidade de apreciar a vida em toda a sua complexidade, com as pedras no caminho marcando pontos de aprendizado, mas não são elas que nos definem, mas sim o que fazemos com elas.

      Que os anos vindouros sejam menos estressantes e bem mais felizes para você.

      Vida longa e próspera.

    7. José Yoh

      Caro GOAT Rafael, Nole pode pisar na bola em alguns comportamentos que eu também reprovo, mas nossos ídolos são humanos como todos nós. Resta a gente tirar o melhor de cada pessoa que admiramos, e o melhor do sérvio é sua capacidade de superar obstáculos que ninguém acredita que ele iria superar.

      Então, inspire-se nele nesse ponto, e vença mais essa barreira que parece difícil.

      E os meus votos para sua completa recuperação.

      Grande abraço!

      1. Rafael

        É verdade, Yoh, é verdade.

        Apenas pontuo que, e não sei se tem algo a ver com as dificuldades pelas quais passei (e ainda posso passar no futuro), esperasse algo diferente de um cara que sempre admirei.

        Muitas vezes na minha vida coloquei os interesses e metas de outros, quando isso não me prejudicava – ao lado dos meus.

        Bom, não há o que comparar, e o Cláudio é um dos que já cansaram de pontuar que temos o mau-costume de esperar coisas de pessoas que admiramos que eles não serão capazes de entregar.

        No final, fica o esporte, os jogadores passam.

        1. Luiz Fabriciano

          Prezado Rafael, muito feliz em te ver participando mais assiduamente. Isso quer dizer que estás indo bem em seu processo curativo.
          Quanto ao nosso jogador preferido, há dois posts que o taxam de canalha e “otras cossitas mas” por conta do abandono pela disputa nas duplas mistas.
          Primeiro, ele tinha o direito, segundo, não nos deve nada, terceiro, ninguém sequer mencionou ou teve acesso ao que ele e sua compatriota conversaram antes e depois de firmar a parceria.
          Quem quer detratar – não me refiro à você – simplesmente ataca e ponto final. Não analisa nada, porque se assim fizerem, podem se deparar com situações que os tirem do chão, então, melhor atacar somente mesmo.
          No mais, como disse a Débora, não desista do nosso grande tenista sérvio e grande abraço à você.

          1. Rafael

            Luiz,

            Não posso dizer que não fiquei chateado. Numa eventual conversa com a companheira para decidir jogar duplas mistas, imagino que a menina aceitou um “contrato de adesão”, ou seja, todas as decisões ficariam a cargo de Djoko e a ela sobraria aceitar. Só que eles chegaram a um ponto de disputa de medalha.

            Aí é que entra a questão; ele poderia ter cumprido mais esse jogo, mesmo que não no melhor de suas condições físicas e mentais? Não sei, como você disse ninguém sabe, mas o fato é que não rolou. A medalha olímpica de bronze para ele significaria muito pouco, mas para ela….

            É isso, ficou uma expectativa que não se cumpriu. Claro que ele não deve satisfações a mim, e eu sou um dos maiores admiradores do que ele fez, faz e ainda fará pelo esporte, dentro e fora das quadras.

            Aproveitando, sobre destruir a raquete e depois jogá-la na arquibancada vazia, só tive a oportunidade de ver hoje um vídeo com Daniil Medvedev fazendo A MESMA COISA, quando perdeu de Busta.

            Interessante que Daniil não é qualquer um, mas o no. 2 do MUNDO, acho (estou bem desatualizado).

            A diferença de cobertura para a MESMÍSSIMA situação entre o caso de Djoko e o de Daniil (ambos errados) foi assombrosa. É impressionante como Djokovic é odiado.

            Finalmente, óbvio que não vou desistir dele, a menos que se comprove futuramente algum caso de doping ou coisa semelhante, o que eu nem sequer cogito, mas digo que seria fator fundamental para zerar toda a minha admiração e torcida.

            Apenas, e pode parecer infantil, o Zé Mané aqui enfrentou uma batalha duríssima, que exigiu um absurdo do mental e do físico, ficou de cara com possibilidades horríveis, não recebeu um tostão para isso e encarou – houve vezes em que fui pra próxima cirurgia ainda com o corpo dolorido e inflamado da anterior. Talvez esperasse que Djoko fizesse o mesmo, mas isso é uma besteira minha.

            Ele já fez muito mais do que eu, um mero torcedor, esperava.

            Grande abraço, Luiz. Continuaremos na Kombi até quando Deus quiser.

          2. Luiz Fabriciano

            Beleza meu caro Rafael, concordo com tudo que li abaixo.
            Sobre o Medvedev é sim, hoje o #2. Naquele US Open em que chegou a ser vice-campeão, durante a semana, disse coisas desagradáveis à torcida, mas no outro dia, ninguém lembrava mais.
            Eu sou um que não ia lá muito com as fuças dele, mas mudei radicalmente de opinião depois do discurso de vice-campeão esse ano na Austrália.
            Ainda falando desses comportamentos, o Busta pediu punição ao sérvio no jogo entre eles, da semana passada.
            Engraçado né? No Youtube, tem uns vídeos sobre tenistas irados e ele protagoniza um atirando com toda a força sua raqueteira na quadra, dando o maior chilique. Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra…
            A para fechar, somente o próprio Djokovic mesmo para me fazer desistir de torcer por ele.
            Sigamos juntos em “nossa” Kombi.

    8. Helena

      Olá, Rafael!

      Não sei se já trocamos comentários por aqui, mas gostaria de deixar as minhas felicitações pela sua recuperação.

      Quando somos crianças, costumamos receber votos de saúde e temos a impressão de que é algo dito de boca para fora. Então envelhecemos um pouquinho e descobrimos quão bom é receber esses desejos,  e até nos tornamos os “velhinhos” que passam a enviar o mesmo para os outros.

      Sobre o Djokovic, o jogo contra o Carreno foi um dos únicos que vi dele nos últimos tempos e não torci para que vencesse. Alguém que agiu daquela maneira não merecia sair com uma medalha olímpica no peito. Pior ainda foi ter abandonado o jogo de duplas, já que tirou a oportunidade da Nina de brigar por uma medalha.

      Sobre a questão de lidar com a pressão, me parece que jogar pela Sérvia é a kryptonita dele. Basta lembrar o nível de seriedade e estresse naquele atp 250 esvaziado.

      1. Rafael

        Olá, Helena!

        Agradeço as palavras e confesso que também não me lembro, rs.

        Mas saiba que leio sempre o que você posta (pelo menos acredito que leio, se não me falhar a memória) e, apesar de nunca ter citado isso, acho seus comentários bem objectivos, coesos, com sentido bem definido e, sobretudo, inteligentes. Muita gente tem capacidade de observação; o que me atrai a atenção é como expressam o que observaram. E você escreve de maneira muito gostosa de se ler, seja lá sobre o que for.

        Grande abraço!

        1. Helena

          Rafael,

          Espero que esses comentários que você se lembre sejam realmente os meus. Mas se nao forem, aceito os elogios mesmo assim… hahahahaha

          Saudações Nolistas!

  73. Paulo Almeida

    O alemão é ótimo mesmo e ao final da carreira estará a léguas de distância de Roddick, Hewitt e Safin, os maiores ícones da entressafra. DjokoGOAT continuará tendo muito trabalho para ganhar seus próximos Majors.

      1. Paulo Almeida

        De “sofrência” você entende bem, afinal já são quase 14 anos levando paulada dos arquirrivais nos mais diferentes palcos e os vendo erguer a maioria esmagadora dos canecos. E agora então, com o maior e melhor da história batendo o recorde de semanas e igualando o de Slams com um Double Career pelo caminho? Run to the hills.

        Você se deu mal quando escolheu torcer pro terceirão, Bruneco.

        Que mal lhe pergunte, esse termo pavoroso é de alguma das suas bandas preferidas de sertanejo universitário, não?

        1. Bruno

          Bingo ,Popolete
          Sempre desconfiei que sertanejo universitário é o seu tipo de música preferida.

          Imagino que seja também fã de Restart ,NX0 e kLB.

          1. Gustavo

            bingo nada, foi o Paulo Almeida que “bingou” ao falar que vc usar o termo sofrência remete a bandas de sertanejo que vc deve gostar ja que usou essa palavra
            não inverta

    1. Gildokson

      Quem assistiu a final do Us Open contra Thiem sabe kkkkkkkkkk
      Ele disputando com o Austríaco pra ver quem queria mais perder aquele *Slam kkkkkkkkkkk

    2. Groff

      O Zverev melhor que o Safin… Acho que eu não assisto ao mesmo esporte, não é possível. Pode ser que um dia o alemão venha a ser, mas onde estão os dados comparativos entre os dois no dia de hoje para respaldar sua afirmativa? Ou, para ser justo, vamos comparar os primeiros seis anos do surgimento efetivo de um contra o do outro? Nem precisa ser de quando eles se tornaram profissionais. Basta comparar os primeiros 5 ou seis anos desde o primeiro título. Vamos fazer esse exercício? Sem olhar nada, sou capaz de apostar a favor do russo.

      1. Paulo Almeida

        Cara, leia de novo meu post.

        Eu disse que o Zverev ESTARÁ a léguas de distância do Safin e dos outros dois AO FINAL da carreira. Ele já tem 4 Masters, 1 Finals e 1 ouro olímpico com 24 anos contra os 5 Masters e os 2 Slams do russo. Acha improvável uma boa ultrapassagem?

        Safin tecnicamente era o melhor desses citados (eu nem tiro sarro dele como dos outros dois), mas tinha o mental fraco e não ganhou tanto quanto se esperava. No final, como sempre, o que importa são os números.

        1. Groff

          Mas, Paulo, isso é circunstancial. Acho possível, como eu também disse, que ele possa vir a ser maior que o russo, mas não temos elementos para isso no momento. Portanto, respondendo sua pergunta, concordo ser possível que haja uma ultrapassagem nos números, e eu realmente gostaria que fosse o caso (veja o post que fiz em resposta ao Rafael). Só acho que está demorando demais, não só em relação ao alemão, mas ao restante do circuito como um todo.

          Agora, tem um ponto em que não concordamos: a proposição de que “o que importa são os números”. Respeitosamente, discordo, e acho que números são circunstanciais. Para dar um exemplo, Sampras tem mais Slam que Laver. Isso faz do americano maior que o australiano? Entendo que não. Épocas diferentes, mundo (muito) diferente e uma série de circunstâncias que tornam a comparação difícil em termos apenas numéricos. Mas entendo que o impacto de Laver na história do jogo é maior do que a do Sampras, e aparentemente tem gente de calibre que partilha dessa opinião: https://www.tennis.com/news/articles/the-50-greatest-players-of-the-open-era-m-no-2-rod-laver.

          Números são importantes. Para falar em termos atuais, Nole carrega os maiores deles. Isso é fato. Mas não são tudo. Abraço.

          1. Paulo Almeida

            Então, para concluir: Safin conseguiu o número 1 do mundo e seu primeiro Slam com idade inferior à do Zverev, mas o russo não tinha um Big 3 como obstáculo, ao contrário do alemão. Do contrário, a história poderia ter sido diferente. Vamos aguardar o fim da corrida, que é o que vai interessar mais e não a largada.

            E eu discordo de que números são circunstanciais. Não, eles são o que há de mais objetivo e concreto para sustentar argumentos, embora não expliquem 100% das coisas. Na esfera de subjetividade, cada um pode puxar a sardinha para o seu lado e ninguém chega a lugar nenhum.

            Esses artigos do Steve Tignor são bem antigos, hein? Março de 2018? Djokovic estava em péssima fase e ainda com “apenas” 12 Grand Slams. Quando ele tiver uma publicação (se é que já não tem) com os números mais atuais do sérvio, aí talvez tenha mais credibilidade.

            Abs.

  74. Jonas

    É chover no molhado falar que essa geração de tenistas é excelente. Zverev já havia vencido o Finals 2018 em cima do Djokovic, tendo passado pelo Federer. O cara é top 5, tá voando baixo há um bom tempo.

    O problema pra essa nova geração é simples: ter que ganhar Grand Slam passando por Djokovic ou Nadal. 5 sets é outra história.

    É o mesmo problema de um tal de Murray, que foi vice no Australian Open várias vezes pro Djokovic, além de ter perdido final pro Federer. Ele é fraco? Não, é Tricampeão de Slam e Bicampeão Olímpico.

    Daqui a 10, 15 anos, vamos olhar para o currículo de Zverev, Medvedev, Tsitsipas e perceber que os caras são excelentes. Perderam alguns torneios para monstros sagrados (Big 3), e não tem nada de anormal nisso.

    Sobre Djokovic, obviamente os haters de plantão ficam esperando o cara perder. Algumas figurinhas sumidas (em depressão certamente) deram as caras por aqui. A má notícia pra esse pessoal é que o próprio Djokovic se alimenta disso e costuma voltar mais forte. Dá pra entender, o Federer está prestes a se aposentar, enquanto o Djoko ainda tem alguns anos em alto nível. E o cara é obcecado por recordes…os números do suíço tendem a ser engolidos.

    Não gostei da atitude do sérvio. Ele é muito emotivo em quadra e deveria se segurar. Entendo que é uma meta pessoal que ele tinha. O cara é focado em ser o número 1, vencer tudo e todos. Mas claro, precisa saber perder também.

    Djokovic parece esgotado (mentalmente). Deveria dar uma pausa, se recuperar e voltar em condições. Não acho que o USO está ganho, nunca dei uma de Ronildo aqui, mas o sérvio ainda tem muita lenha pra queimar. 3 ou 4 temporadas em alto nível são totalmente possíveis.

    1. Sérgio Ribeiro

      Ia muito bem no início analisando a Nova Geração onde assino embaixo. Esses caras no mínimo vão igualar os Três SLAM de Murray e Stan. Quando começa a copiar o Piloto e continuar passando Pano pras loucuras de Novak , vai embora a credibilidade. O Sérvio estava se divertindo como nunca na Vila Olímpica , com o protagonismo que fez por merecer e sempre sonhou. Nishikori foi arrasado e não se furtou de elogiar a melhor atuação de Novak a quem já enfrentou uma penca de vezes. O próprio Sérvio se sentindo ótimo utilizou a infeliz frase “ não está ficando mais fácil por estarem piorando e sim porque cada vez melhoro mais “ . Isso em nada parece com fadiga ou outras groselhas que vocês inventam. Ele nem de longe contava com o Tênis espetacular de Alexander Zverev , talvez por pensar como os “ Sábios” aqui do Blog e suas babaquices de geração Danoninho. O final do Sérvio em sua quarta Olimpíada foi melancólico. Simples assim . Abs!

      1. Jonas

        Acho que você não leu direito, Sérgio. Eu critiquei sim o Djokovic e não é a primeira vez que faço isso. Diferente de alguns torcedores que passam pano pra tudo que Federer fez/faz.

        Sobre a nova geração, é aquilo…quando eles perdem pro Djokovic são tidos como fracos por uma ala fanática.

        Aconteceu com o Medvedev na final do Australian Open, com Tsitsipas na final de Roland Garros e vai acontecer sempre que o Djoko derrotar esses caras em Slam, simples assim.

        1. Gildokson

          Comportamento semelhante ao dos nolistas e de um nolista por tabela que sempre criticam os caras da era pré Djokovic por terem sido dominados pelo Federer. Só com uma diferença, aqueles ganharam Slam e foram n°1 do mundo, ja Tsitsipas, Zverev, Medvedev e cia nada disso até agora. Até torço pra isso acontecer, mas a tática de enaltecer eles para valorizar mais ainda as conquistas e derrotas do sérvio existe, pode não ser o seu caso, mas o Paulo Almeida faz isso direto, tentou até levantar o Bautista Agut kkkkkkkkkk

      2. Jonas

        Sobre as condições do sérvio, não acho que ele mentiu a respeito do esgotamento.

        Não sei se ele está mesmo com uma lesão no ombro, mas imagino que esteja exausto.

        Veja, Djokovic está numa sequência de: final em Roma>título em Belgrado>título em Roland Garros (duríssimo), título em Wimbledon e Olimpíadas. Ele pouco descansou. Não era nem certo que jogaria as Olimpíadas, mas foi ainda assim. Óbvio que isso pesa em certo grau, fora a pressão pelo Ouro etc.

        Fiquei surpreso ao ver tamanha queda de intensidade logo no segundo set contra Zverev. Para quem não odeia o sérvio, sabe que isso não é comum. E olha que até então o sérvio vinha passeando no torneio.

        Agora, nada justifica “showzinho” em quadra.

        Mas será que esses “críticos” isentos falaram alguma coisa do comportamento do Federer na final do US Open 2009, ou quando o suíço deu um berro contra Del Potro em Roland Garros 2012? Você sabe bem que não.

        1. Paulo Almeida

          Foi uma sequência insana de partidas, que teria cobrado seu preço até mesmo num jogador 10 anos mais novo. Obviamente ele sentiu no mínimo um desgaste físico e mental enorme por conta disso (fora o clima infernal), mas lesão ainda precisaremos de um tempo para saber.

          Claro que passaram pano, haja vista a criatura ser imaculada, quase uma divindade.

        2. Sérgio Ribeiro

          Não apela , caro Jonas . Tanto em 2009 quanto em 2012 ( Nadal levou em 2010 e os últimos quatro) , o Craque Suíço levou o Troféu Stefan Edberg votação dos próprios Tenistas . Sem comparações com o Sérvio que continua Zerado rs . Abs!

  75. Vitor Hugo

    Um sujeito q se diz nacionalista mora em Monte Carlo, deixa na mão a parceira de duplas e a possibilidade de levar uma medalha para o país que diz amar tanto, além de dar as caras na sua terra querida apenas pra levar risco a saúde da população, organizando um torneio com alto risco a vida das pessoas.

    1. Flavio

      E o que tem a vê isso cara de ser nacionalista e morar em Monte Carlo,pois morando forna não dimuni a pessoa de ser nacionalista e defender o seu país, ou seja se eu que sou brasileiro se tivesse oportunidade de morar fora como Monte Carlo que parece ser uma cidade muito bonita eu também queria, mas falta condições $, então morar fora devido a uma oportunidade não tira o meu nacionalismo pelo meu país, então cara (Vitor Hugo) esse seu comentário não tem nada a ver.

    2. Jeferson

      Você estava tão sumido,creio que desde de julho 2019,40-15 duplo match lembra disso??Que está desatualizado porque Djokovic mora na Espanha em Marbella para ser mais exato,saudações nolistas!

  76. Vitor Hugo

    Tecnicamente Zverev é muito limitado, tal como o number one fake. Mas os golpes que tem de melhor, saque e backhand, quando estão calibrados fazem estrago contra qualquer um.
    Aliás me arrisco a dizer que, quando joga seu melhor, Zverev tem o melhor back do circuito.

    1. Jeferson

      É limitado mas o Federer é freguês do Zverev,interessante isso,Federer alias é freguês de um tal Djokovic(28-23) e um tal Nadal (24-16) rs.

  77. Efraim Oliveira

    Também se evidenciou o poderio russo no tênis nas olimpíadas. Eles tiveram o melhor desempenho no geral.

      1. Sérgio Ribeiro

        Tu insistes mesmo com isso , não é mesmo P.F . ? . Fernando Meligeni optou pela cidadania brasileira e dissestes que o Cara é Argentino. Sasha nasceu na Alemanha e mora há anos em Monte Carlo. Nada a ver o cara jogar com a Bandeira Germânica e meia dúzia cismarem de chamá-lo de Russo. Parece até coisa do Bozo rs . Abs!

        1. João ando

          É o mesmo que dizer que o Guga e alemão. …sobrenome kuerten. …e o Bellucci e italiano…embora ambos tenham nascido no Brasil………..poxa São brasileiros. …….pensei que nesse grupo tivessem o mínimo de coerência

          1. Paulo

            por acaso o guga ou o belucci têm dupla cidadania? (pergunta sincera)
            porque so o fato de terem sobrenomes alemao e italiano nao confere nacionalidade

      2. João ando

        Vou falar o óbvio .
        .se nasceu na Alemanha e alemão. ..seria russo se pediu a nacionalidade russa…assim como kanoa igarashi que nasceu nos EUA e se naturalizou japonês

  78. Ricardo

    Minha dúvida pro us open é o Nadal, esse ano achei ele um pouco mais lento e com menos energia q em anos anteriores, se isso for verdade acho q ele corre por fora com relação a Djokovic, zverev e Medvedev, é mais ou menos por aí Dalcin?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que temos de esperar os dois próximos torneios do Nadal, em Washington e Toronto, antes de uma avaliação mais correta, Ricardo. Se o US Open fosse amanhã, eu concordaria de imediato.

  79. Marcelo

    Pra mim o alemão tá em condições de ganhar qualquer Slam.
    Tem pelo menos mais 10 anos de alto nível, da pra colocar pelo menos uns 8 GS na mão dele, em todos os pisos.

  80. Rubens Leme

    Periferia, assisti hoje o The Cotton Club Encore e sempre me surpreendo como o filme é um luxo só, seja no cenário, figurino, música, números de dança, elenco coadjuvante. O que estraga é o canastrão Richard Gere.

    Aliás, é um dos raros filmes do Coppola com final feliz, se pensar na Trilogia do O Poderoso Chefão, A Conversação, Apocalyse Now, Tucker, Outsiders, Rumble Fish, Drácula, Jardim de Pedra… talvez só Peggy Sue e One from the Heart tenham final feliz.

    Enfim, foi uma bela diversão para esta manhã.

    1. Periferia

      Olá Leme

      Comentamos sobre ele outro dia…
      Principalmente sobre os bastidores (Coppola renega o filme).
      O personagem do Richard Gere tem elementos de Coppola…quase um alter ego….
      Ele salva o mafioso…o mafioso como forma de agradecimento faz o Gere trabalhar para ele…com isso Gere fica ligado eternamente ao mafioso…
      Existe o mito (ou não) da dependência de Coppola com o crime organizado (a festa de casamento no Chefão 1 foi inspirada em um mafioso chamado festeiro chamado Valachi….ou a saga do Chefão 2 que foi baseada em Totó Ruína…sem contar “os laboratórios” do Marlon Brando).
      Tem um livro do Peter Cowie que toca no assunto
      Apesar do glamour….o filme é só violento.

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