Djokovic ‘rouba’ eficiência de Nadal
Por José Nilton Dalcim
14 de julho de 2021 às 16:52

Com 34 vitórias em 37 possíveis nesta temporada, o que lhe garantiu também quatro títulos e três troféus de Grand Slam, Novak Djokovic se mostra bem superior a Rafael Nadal nos últimos sete meses e como consequência tirou do espanhol a condição de tenista mais eficiente de toda a Era Profissional.

Djoko tem agora 968 vitórias e 195 derrotas na carreira, com sucesso de 83,23%, e fica ligeiramente acima de Rafa, com 1.027 vitórias e 208 derrotas, que lhe geram positividade de 83,16%. Em 2021, o espanhol jogou 27 partidas e venceu 23.

O terceiro posto permanece com o sueco Bjorn Borg, com 82,4% mas números mais acanhados (654 vitórias em 794 jogos), à frente de Roger Federer, que está com 82%, frutos de 1.251 triunfos em 1.526 tentativas.

Ainda acima de 80%, aparecem Jimmy Connors (81,8%), John McEnroe (81,7%) e Ivan Lendl (81,5%). O quarto tenista em atividade na lista ocupa o 10º posto na Era Aberta: Andy Murray, com 76,9%.

À espera do quarto Slam
O US Open pode ser determinante para que Djokovic também supere enfim Nadal no aproveitamento de vitórias em jogos de Grand Slam. A diferença nunca foi tão pequena: o espanhol tem agora 87,7% (291 vitórias e 41 derrotas) e o sérvio, 87,6% (317 e 45). Os dois estão bem à frente de Federer, com 86% (369 e 60) e atrás somente de Bjorn Borg (89,2%, porém com menos da metade de jogos feitos).

A vantagem de Nadal sobre Djokovic é feita em cima de Roland Garros, único Slam em que ele aparece entre os três primeiros, com incríveis 97,2%. Já Djokovic é recordista na Austrália (91,1%) e está em terceiro nos outros: 84,4% em Paris, 88,8% em Wimbledon e 86,2% no US Open.

Embora tenha dois títulos a menos que Federer em Nova York, o tricampeão divide o recorde de finais em Flushing Meadows, com oito, ao lado de Lendl e Pete Sampras. O suíço vem logo atrás, com sete, junto a Jimmy Connors.

Haverá uma disputa interessante entre Nole e Federer pelo segundo lugar no percentual de sucesso no US Open. O suíço é o segundo, com 86,4%, e o sérvio está grudado, com 86,2%, ambos atrás somente de Sampras e seus notáveis 88,8%.

Nadal por sua vez terá uma única chance de não interromper duas marcas muito relevantes em sua carreira. Desde 2005, ele ganhou ao menos um troféu de Slam por 14 temporadas (contra 11 de Djokovic e Federer), assim como fez ao menos uma final (neste quesito, o suíço está acima, com 15). Nadal tem também a marca de temporadas consecutivas, com 10.

Como todo mundo sabe, Djokovic detém a maior sequência de vitórias em nível Slam da Era Profissional, com 30, entre 2015-16, e está no momento com 21. Se ele levar este US Open, saltará então para 28 e terá as três maiores séries (Federer tem duas de 27 e ele próprio, uma).

Um dado curioso: Djokovic é o único dos Big 3 que ainda não venceu um Slam sem perder set. Nadal tem a maior coleção da Era Aberta nesse quesito, com 4, e Federer já fez em 2. Apenas Ken Rosewall e Borg, este por três vezes, conseguiram isso.

Desafio Wimbledon
Doze internautas acertaram que a final de Wimbledon teria Djokovic perdendo o primeiro set no tiebreak, mas que venceria nos três sets seguintes, como realmente aconteceu. É um número bem expressivo. O vencedor no entanto teve um desempenho quase tão bom como o de Nole: Celso Antonio Bonin errou um único game no seu palpite (6/7, 6/4, 6/4 e 6/2, quando na verdade o quarto set foi 6/3). E assim merece muito o prêmio da Editora Évora e irá receber no endereço que indicar a biografia de Djokovic, grande sucesso de vendas. Parabéns!


Comentários

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  1. Carolina

    Que loucura o jogo entre Fritz e Marchenko em Los Cabos!
    O que parecia uma vitória protocolar to Fritz virou um festival de match points salvos. Grande esforço do Marchenko.
    Definitivamente, este não é o tipo de jogo para assistir antes de dormir.

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  2. fabriciogoiano

    Bom dia, Dalcim!

    Não posto muito mas aprecio demais o seu trabalho e blog. Parabéns sempre!!! Os podcast também estão demais!!!
    Você saberia dizer se as quadras de Tóquio terão o desafio eletrônico? Desde já me desculpo se o assunto já tiver sido mencionado em algum outro momento.

    Um abraço e obrigado!

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    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Fabrício. Eu não li nada a respeito, mas acho praticamente impossível que não seja usado. Todo torneio em quadra dura utiliza.

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  3. Periferia

    Playlist

    Era um domingo a tarde na periferia.
    Era garoto…estava com mus pais…a festa de domingo era sagrada.
    Jovens passavam com instrumentos (timba…surdo…repique…pandeiro e a aquele que não podia faltar…o cavaco).
    Cada domingo eles tocavam um grande nome do samba.
    (Jovelina…Fundo de Quintal…Cartola…Noel)
    Naquele dia seria Bezerra da Silva…
    A molecada tocava os sucessos do “malandro” com gosto.
    O pessoal cantava e sambava com cada verso.
    Quando aquela roda de samba começou…não existia a palavra “cringe”…
    Depois de 40 anos a roda de samba permanece (ainda hoje)…não apenas ela…permanece os Bezerra(s)…as Jovelina(s)…os Fundo de Quintal(s)…os Noel(s).
    Nós da periferia observamos…a uma distância segura…as novidades linguísticas pretensamente modernas…fadados à substituição (geralmente ditadas por quem nunca esteve por lá…e quase sempre está apenas enfadado).
    Se a música é boa…nunca envelhece (um bom livro não envelhece…um bom filme não envelhece…e principalmente …um bom homem não envelhece).
    Na periferia…ninguém tem Bezerra da Silva no playlist do spotify,
    Temos Bezerra a cada batida do instrumento…a cada refrão…

    (Precisamos de “vanguardista”???…acho que não)

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    1. Rubens Leme

      Bezerra no spotfy faz tanto sentido pra mim como essas duplas sertanejas modernas forjadas em escritórios de empresários no Leblon. Quem foi criado ouvindo Tonico e Tinoco, Sérgio, Milionário e Zé Rico e vendo shows deles em festas como fui, no interior, passa longe dessas melecas atuais.

      Ah, nem sei o que é gringe, e faço questão de não saber.

      Bota o vinilzão e as caixas de som virado pra janela, meu caro, Periferia!

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      1. Periferia

        Eu nasci na periferia…depois fui morar em um condomínio (não tinha um dia que não ficava impressionado com o condomínio que morava) ..por razões pessoais voltei para o lugar que me moldou (minha mãe…Dona Geralda… morou aqui durante 60 anos).
        Estou próximo do milésimo gol na várzea paulistana…
        (Cuidado Botafogo de Guaianazes….cuidado Jardim Regina…cuidado Cruz da Esperança).

        Segundo meu filho…”cringe” é vergonha alheia ….rs

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      2. Marcelo Costa

        Acredita que eu esperava que você diria algo assim, mas sabe um dia marcamos um encontro de amigos de longa data de tênis, em uma chácara que tem uma quadra em meio a natureza, e como não podia levar neste lugar os discos de moda de viola, coloquei uma playlist que começou com boate azul, e terminou com brigas de alternar dutra, no meio jogos entre amigos, tênis, música boa e pasme spotify.
        Então menos preconceito, menos corporativismo, mais bom senso, claro se não for pedir muito dos mais sábios.

        Responder
    2. Marcelo Costa

      Adorei, a citação minha infância na zona leste haviam os mesmos grupos, eu não tinha idade pra segurar o surdo, que me fascinava, mas mandava bem na caixa, ali me criei no extremo da zona leste de São Paulo, em 1992 ouvi a estrofe do primeiro álbum dos racionais que dizia, que seja preto até os ossos, um dos nossos, e pasme aquilo mexeu comigo.
      Então sim carrego na alma o som da caixa vibrando no meu punho, trago o impacto do protesto em forma de música dos racionais, e na evolução do mundo ouço Cartola no spootfy, afinal sou baby boomer na idade, nunca na atitude.
      Lembre não existe ofensor, sim ofendido, então que citado por um dos ícones do blog.

      Responder
      1. Periferia

        Olá Marcelo

        O argentino Gonzalez Pecotche (tinha alcunha de Raumsol) tem um livro chamado Deficiências e Propensões do Ser Humano.
        Ele escreve:
        “A soberba não tem lugar nas almas grandes nem nos espíritos fortes e bem equilibrados.
        O soberbo é violento e sua palavra…lacerante.
        Agrada-lhe humilhar e depreciar”

        Identificar os próprios defeitos com objetivo de combate-los…faz parte de uma educação íntima (processo de evolução consciente…mais conhecido por
        …”simancol”)…que escola nenhuma é capaz de ensinar.

        O ensinamento do argentino….serve para mim…para vc….para todos.
        Nao se preocupe…pelo menos eu…raramente me ofendo.

        Abs…fique bem

        Responder
  4. Rubens Leme

    Em um dia melancólico, revi um dos filmes mais famosos dos anos 90 e que se tornou uma febre surpreendente no Brasil: Tomates Verdes Fritos. Me lembro quando o vi no cinema, na época e vi todo mundo chorar ao final, menos eu, porque chorei da metade em diante e no final não tinha mais lágrimas.

    O olhar de Smokey me lembrava o de um senhor que vivia perto do meu primeiro apartamento quando morei em SP, num papelão. Eu costumava pagar o café da manhã dele enquanto tomava o meu, na padaria da esquina. O incrível é que era uma pessoa educada, que falava alemão e inglês e havia sido abnadonada pelos filhos, quando a mulher ficou doente e ele perdeu tudo pagando o tratamento dela. Os filhos não o queriam mais e muito menos pagar um asilo que fosse. É uma tragédia como pessoas boas sofrem, sem merecer.

    Quem quiser rever, está no prime.

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme

      Ótima recomendação…outro dia aconteceu o dia da amizade…o filme casaria bem com a data.
      Chama atenção a predominância da cor verde no filme (deve ser por causa do título…ou o diretor era palmeirense…rs).
      E tem Jéssica Tandy (Conduzindo Miss Daisy).
      Jéssica Tandy que protagonizou no teatro Um Bonde Chamado Desejo (Tennessee Williams) em 1947 ao lado de Marlon Brando com direção de Elia Kazan…ela recebeu um Tony pelo interpretação.
      Quando a peça foi levada para o cinema…deram o papel para Vivien Leigh (E o Vento Levou).
      Leigh que protagonizada a versão da peça na Inglaterra e tinha Laurece Olivier como marido…um homem de grande influência no meio.

      Responder
  5. Rubens Leme

    Pink Floyd – Rainbow Theatre, 1972.

    Um desses piratas inesquecíveis. Mais de 180 minutos de música. O disco 1 tem Dark Side of the Moon integral, mas o charme todo está no disco 2, com versões maravilhosas de “Echoes”, “A Saucerful of Secrets” e “Set the Controls For the Heart of the Sun”.

    Aumente o volume.

    https://www.youtube.com/watch?v=obC15xQoIfkPink Floyd – Rainbow Theatre, 1972.

    Um desses piratas inesquecíveis. Mais de 180 minutos de música. O disco 1 tem Dark Side of the Moon integral, mas o charme todo está no disco 2, com versões maravilhosas de “Echoes”, “A Saucerful of Secrets” e “Set the Controls For the Heart of the Sun”.

    Aumente o volume.

    https://www.youtube.com/watch?v=obC15xQoIfk

    Responder
    1. Arthur

      Pegou pesado agora, Rubens.
      Pink Floyd é simplesmente o estado da arte do rock de todos os tempos. Só fica bom aquele tanto; não mais.
      😉

      Um abraço.

      Responder
  6. WILLIAM ALMEIDA

    Um amigo é preparador físico da seleção de vôlei do Quênia e está em toquio encontrou a fera Djokovic bateu foto e postou no instagram. Ele me falou que o Sérvio foi simpático com ele posou para foto atencioso.

    Responder
      1. Araujo

        Djokovic é o melhor tenista da atualidade. Favorito a vencer as olimpiadas. Comentar sobre ele num blog de tenis acho que é cabível né? Temos agora os fiscais de pertinência temática do blog…É cada uma viu!

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  7. Willian Rodrigues

    Dalcim, como mudanças do tipo de bola utilizada e resina sintética dos pisos tem sido cada vez mais comuns, o que se espera para o ano de 2021 em relação aos Masters 1000 de Toronto e Cincinnati no que diz respeito à velocidade do jogo? Já foram divulgadas notas a esse respeito?
    Pergunto, porque talvez fosse mais interessante para o Djokovic a participação no Masters do Canadá em detrimento a Cincinnati. Usualmente, as características do jogo em Toronto tendem a ser mais próximas daquelas que ocorrem no US Open. Além disso, há uma distância maior entre os dois torneios, o que permitiria que o sérvio chegasse mais descansado em NY.
    O que acha

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Esse tipo de coisa só saberemos mais em cima do torneio, William, mas no ano passado os tenistas disseram que o US Open está mais veloz do que nos outros anos, então acho que está mais para Cincinnati do que para Toronto.

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  8. Sandra

    Dalcim , o Bruno Soares teve que se retirar das olimpíadas em função de apendicite, tem alguma coisa a ver com esforço físico ? Pois já vi vários jogadores terem que se retirar de alguma competição por causa de apendicite ?

    Responder
  9. Luiz Fernando

    Concordo com o Cahill, se Rafa chegar bem ao USO, confiante e em boa forma técnica, é o único com “camisa” para encarar o Djoko. O problema é ele chegar lá assim, pois o sérvio já está assim…

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  10. Joathan Júnior

    Que arrancada brilhante do Djokovic esse ano hein…
    Chegou no US Open 2020 invicto aí teve aquela infelicidade que resultou na desclassificação…
    Em Roland Garros 2020 quando todos pensaram que as condições o favorecia e por isso teria a chance de vencer o Nadal na final, foi surrado, recebeu uma aula grátis do Rei do Saibro, a sua pior derrota em final de Slam…
    A campanha irregular no finals pôs em cheque o seu favoritismo no AO 2021…
    Começa o AO e aí teve aquele susto na 2° Rodada, que pôs em cheque a sua condição física pro fim do torneio, se recuperou graças a sua grande equipe médica e aí surrou o até então invicto Medvedev, mantendo a sua coroa na Austrália.
    Como a lesão deixou um rasgo fibrilar, deu um tempo pra se recuperar, e pulou os outros torneios de quadra dura para focar no saibro…
    Faz campanhas fracas em Monte Carlo e Belgrado 1, e vai para Roma cercado de dúvidas, aí eleva o nível e mostra uma intensidade incrível, apesar da derrota no detalhe para o Nadal…
    Aí joga novamente Belgrado e vence mesmo não jogando bem, mas vence, e dá o recado: “Eu quero ganhar Roland Garros.” Mostrando toda a sua determinação. Muitos riem dele, dizendo que não passava de um sonho, que Nadal era imbatível em Paris, e aí ele vai e vence, vence o Rei e vence o torneio e faz história! O primeiro tenista profissional a vencer ao menos duas vezes cada Grand Slam.
    Ele comemora bastante, junto com a sua equipe. Mas rapidamente virá a chave, pois duas semanas depois começaria o Grand Slam mais importante do Tênis, Wimbledon! Na grama sagrada de Londres, que curiosamente foi o palco do talvez, o título de Grand Slam mais importante da sua carreira, Wimbledon 2019 batendo Roger Federer naquela final épica e emblemática em que ele teve que salvar dois matchpoints. Se ele perdesse aquela final, a vantagem na corrida pelo recorde de Grand Slams seria de 6 títulos para o suíço (21 x 15).
    O torneio começa, e o Sérvio é o Franco Favorito pois é o atual Bi-Campeão e tem 5 títulos totais. O caminho para o título dessa vez está mais fácil, pois vários grandes tenistas desistiram antes do início, e alguns obstáculos caíram ao decorrer do torneio. Ele confirma o Favoritismo com certa tranquilidade e vence o seu 20° título de Grand Slam, empatando a corrida, se torna o 4° Tenista Profissional a vencer 3 vezes consecutivas o torneio de Wimbledon e se isola como o 3° maior vencedor da história do torneio, com 6 títulos. O sonho de completar o Golden Slam ainda vive. Próxima Parada: Tokyo ??.
    É hora de deixar pra trás a dolorosa derrota nos jogos olímpicos Rio 2016, e levar o ouro para o seu país. Depois conseguir a redenção em Nova Iorque pela frustrante desclassificação do ano passado.
    Ajde, Noooleeeee!

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    1. Alessandro Siqueira

      Mesmo colocado em xeque, Djokovic não se entregou. Foi buscar saídas dentro da própria experiência. Em 2016, por exemplo, perdeu para o desconhecido Jiří Veselý logo de cara em Mônaco, mas não se abateu e coroou a gira do saibro com o título no Slam Francês. Essas vivências vão sendo sedimentadas e o atleta busca forças em passagens assim. E é disso que se fazem os grandes campeões: “lutar sem desistir, das cinzas renascer”.

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    2. Jonas

      3 Slams em 6 meses. Nem o torcedor mais otimista esperava por isso.

      Australian Open e Roland Garros foram os títulos mais difíceis, com certeza. Agora eu acho engraçado uma galera falando sobre essa conquista de Wimbledon do Djoko.

      Eu concordo que o Berrettini não chega na unha do Djokovic, mas vamo lá…quantas vezes o sérvio pegou pedreira em Wimbledon?

      Teve que passar pelo Bicampeão Nadal duas vezes pra levantar a taça (2011/2018), e precisou vencer um tal de Federer três vezes na grama sagrada, em FINAIS, só isso rs…

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      1. Paulo Almeida

        São CINCO Wimbledons parrudões na bagagem do cracaço sérvio.

        Se quiserem contestar esse último passando por Shapovalov e Berrettini, vão ter que fazer o mesmo com os vencidos em cima de Phillippoussis, Roddick (3 vezes) e Cilic, ou seja, darão um tiro no pé.

        Responder
  11. Paulo Almeida

    A chave olímpica está duríssima, afinal 4 dos 5 primeiros do ranking estarão presentes, além da safra atual ser fortíssima. O GOAT absoluto e incontestável poderá ter uma chave bem complicada já a partir das oitavas com Aliassime no caminho!

    Responder
      1. Paolo

        Então reveja o seus conceitos, porque pelo visto não sabes o que ele já fez pelo filho. É claro que eu não concordo com algumas coisas que ele já disse, o próprio Djokovic já afirmou que não tem como controlar as suas ações, mas independente do que ele faz ou deixa de fazer, estará ao lado do pai.

        Em outras palavras: eu apoio o Srdjan Djokovic. Abs!

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Todo pai consciente deve fazer de tudo p o bem da prole, mas daí a suscitar polemicas infantis e fazer declarações improprias tem uma distancia muito grande…

          Responder
          1. Paolo

            Sim, foi por isso que eu disse que não concordo com algumas de suas atitudes, mas consigo entende-lo. Abs!

        2. Sérgio Ribeiro

          Tas emprestando o Nick , caríssimo Paolo Rossi rs ? . Quem tem que rever seus conceitos é esse Coroa doidão. Pouco importa o que já fez pelo filho que na realidade não foi pouco. Aos 12 levou o “ guerreiro dos Balcãs “ pra treinar na Alemanha, e aos 18 pra morar em Mônaco… Ele está isolando o N 1 do Mundo com suas falácias . A maioria dos Tenistas está com Federer e Nadal. E o que interessa neste momento é que os 4 ( Murray incluiso ) cheguem a um consenso. Vai demorar mais se esse falastrão não se calar . Abs!

          Responder
          1. Paolo

            Tô nada, só aprendendo mesmo.Tem gente no blog que faz isso? se tem, realmente estou por fora.

            Esse comentário me lembrou uma resposta esmagadora que Olga Chase deu a um interlocutor.

            Disseram a Olga Chase: — Gostei muito do seu último livro. Quem foi que o escreveu para você?

            Eis aí uma agressão verbal. E ela replicou: — Que bom que você gostou. Quem foi que o leu para você?

            Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Na boa , caríssimo Bambino. Esse não é o Paolo Rossi que pintava por aqui cheio de medo de usar o nome completo . Esqueci de comentar na época que papai esqueceu que a Seleção de 78 com Cláudio Coutinho , bateu a seleção de Paolo 82 praticamente completa , com um golaço espetacular de Nelinho… rs . E saímos invicto da Copa graças a armação e as “ moedas “ peruanas rs . Abs!

  12. Gustavo

    Cahill disse que só Nadal pode parar Djokovic no USO
    Ele está CERTÍSSIMO. Reparem que em nenhum momento ele disse que Nadal é favorito ou que suas chances são GRANDES. Não. São pequenas mesmo, todos sabem. Mas que ele é o ÚNICO que tem chances, SEM DÚVIDAS. Ou alguém acha que esse jogadores medíocres e amarelões como Tripas, Medianev, Sashinha, Thiemdepressão vão ter chances? Esquece. Só se djokovic se lesionar. Djokovic até outro dia tinha mais finais no USO do que no AO. Condições são as mesmas. Sabe pq ele ganhou menos vezes? Menos amarelagem nas finais. Federer, Nadal (2x), Murray e Wawrinka, jogaram muito bem as finais. No AO só Nadal em 2012 e Thiem em 2020 jogaram bem as finais, o resto foram jogos ridículos

    Responder
  13. José Eustáquio Masculino Cruz

    Quem é torcedor do Rafael Nadal sempre acredita e vai ser para mim já é o melhor.Mas deixem passar a Giria Americana o USOPEN que já ganhou 4 ele gosta de lá e pronto ai depois podem falar a vontade o circuito é dividido em 4 pisos uns mais parecidos mas no USOPEN Rafael Nadal sempre se deu bem.

    Responder
    1. José Yoh

      Mario, é o que estou tentando dizer – Nole é o melhor – mas não basta.
      É preciso que todos federistas assinem um termo dizendo que Federer é amarelão e que entressafra existiu.
      Abs

      Responder
  14. Jeferson

    Dalcim se for possível responder já agradeço,pesquisando esses dias títulos do Sampras vi que ganhou o Grand Slam Cup duas vezes,como era esse torneio?fez sucesso na época? e porque acabou?Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A Grand Slam Cup foi um torneio criado pela Federação Internacional para contrapor o Finals da ATP e dava uma premiação milionária, então a maior do tênis em todos os tempos. Fez sucesso porque trazia os melhores tenistas, mas era um evento de alto custo e não durou muito, ainda mais depois que as duas entidades chegaram a um acordo para reunificar o calendário.

      Responder
  15. EDVAL CARDOSO

    Pai de Djokovic furioso: «Federer e Nadal não apoiaram Novak como se precisassem de mais milhões»
    Por Bola Amarela – julho 20, 2021

    Não é propriamente novidade que Srdjan Djokovic não gosta nem um pouco de Roger Federer e Rafael Nadal. Mas o pai de Novak Djokovic voltou a atacar os dois principais rivais do filho, utilizando como exemplo aquilo que aconteceu durante o Australian Open, torneio no qual explica que Nole lutou sozinho, sem a ajuda de Roger e Rafa, para garantir uma redistribuição diferente do prize money que beneficiasse os jogadores que estão menos bem classificados no ranking.

    “É de conhecimento comum que os jogadores fora do top 150 ou top 200 mal conseguem sobreviver e o Novak, completamente sozinho e sem a ajuda dos seus rivais de longa data, Nadal e Federer, que não fizeram absolutamente nada, fez com que o prize money do Australian Open para os semi-finalistas e finalistas fosse reduzido em 30 por cento”, começou por dizer numa entrevista à imprensa local.

    Mas Srdjan não se ficou por aí. “Ele fez com o dinheiro fosse redistribuído pelos jogadores que não tivessem passado a primeira ou a segunda ronda e que tiveram dificuldades sequer para chegar à Austrália. Federer e Nadal escolheram não apoiar o Novak, como se precisassem de mais alguns milhões na conta deles…”, rematou.

    E agora???
    Sabes dizer algo a respeito disso Dalcin?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, há várias entrevistas do Federer de 2019 em que ele se diz favorável à mudança na distribuição da premiação dos torneios e vimos que isso tem acontecido em todos os Slam.

      Responder
  16. Rubens Leme

    KILLING BONO (2011)

    Hoje vou recomendar um filme muito bacana, baseado em um livro, uma história real. O filme se chama Killing Bono, de 2011, inspirado no livro de mesmo nome do irlandês Neil McCormick. O nome original do livro, lançado em 2003, era Killing Bono: I Was Bono’s Doppelgänger, mas teve o título abreviado ao ser lançado nos EUA.

    Elton John considera o melhor já escrito sobre alguém que persegue o estrelato, tanto pelos percalços, como pela cruel honestidade. A história nos leva a 1976, quando o baterista Larry Mullen Jr. colocou o famoso anúncio no mural da escola, procurando interessados para formar uma banda.

    No dia marcado, ele, mais Adam Clayton, The Edge, Bono e Ivan McCormick, irmão caçula de Neil, apareceram para a audição na cozinha da casa dos pais do baterista. Horas depois da audição, Bono (ainda conhecido como Paul) e Neil conversam. Bono fala que quer chamar Ivan para formar um grupo. Neil, invejoso, nega o pedido, pois os dois irmãos tinham sua própria banda, mas jamais conta a Ivan. Bono aceita a negativa.

    Meses depois, as duas bandas se apresentam juntos. Seria o último do The Hype antes de virarem U2 e Paul e Dave se transformarem em Bono e Edge.

    O tempo passa, o U2 começa a fazer sucesso, vira febre nacional, a ponto de Neil não suportar mais trabalhar na Hot Press, a primeira revista de rock irlandesa fundada com ajuda financeira de Rory Gallagher. U2 é a febre nacional e há fotos da capa e contra-capa do disco Boy em todas as paredes.

    Angustiado e sonhando em ser um rock star, Neil se muda para a Inglaterra levando Ivan consigo. A partir daí, o filme gira em torno dos sucessos dos quatro cavaleiros de Dublin em comparação com os irmãos, que nada conseguem.

    Quando finalmente, Neil e Ivan atingem um pequeno sucesso com uma banda chamada Shook Up!, um jornalista da Hot Press, que havia feito uma entrevista com Bono soube da história do convite de Bono a Ivan e pega um vôo para Londres apenas para confirmar com Ivan e Neil a veracidade.

    Ivan se assusta com o fato e disse que nunca foi convidado, apenas havia participado da audição. Então, o jornalista o confronta, dizendo que ele só não entrou pro U2 porque Neil o vetou. Revoltado, Ivan ataca o irmão em cima do palco e pergunta a verdade.

    Neil é um caso à parte em termos de burrice: sempre invejoso do sucesso de Bono, negou a ajuda do vocalista do U2 para conseguir um contrato para sua banda, após o U2 lançar Boy, para desespero de Ivan. Depois, quando um empresário oferece para abrirem shows de Rod Stewart, se nega porque odeia o cantor.

    E, finalmente, quando a banda está no auge da fama, com The Joshua Tree, Bono liga para Neil convidando-o para que o Shook Up! seja uma das bandas de abertura do show para 50 mil pessoas que o U2 fará em Dublin. Novamente, Neil recusa o convite, mas não conta para o irmão na hora, que descobriria na época do evento.

    Mas, nem tudo são dores. O filme é narrado com uma comédia, cheia de momentos cômicos e Neil e Bono jamais deixaram de ser amigos, muito pelo contrário, tanto que em 2006, Neil foi o ghostwriter da biografia mais famosa do grupo, U2 by U2.

    Infelizmente, não há legendas. O filme é falado todo com o pesado sotaque irlandês. Como bônus (não disse bono!), traz um elenco especial, sendo o último filme do grande ator Pete Postlethwaite (o mesmo de Em Nome do Pai, Os Suspeitos e A Origem), que morreria meses depois da filmagem.

    Além dele, trabalham Krysten Ritter (a Jessica Jones, da série da Netflix) e Ben Barnes, como o azarado Neil, também conhecido por ser o Billy Russo, na série O Justiceiro, igualmente da Marvel e na Netflix)

    A legenda do filme em português pode ser achada no open subtitles. Eis o link do filme: https://vimeo.com/123651532

    Responder
  17. Miguel BsB

    Taí pro pessoal que gosta de reclamar de postagens sobre, filmes livros, músicas de outros colegas.
    A Fórmula 1 come solta aqui no blog. E eu não vejo problema algum, acho legal tanta gente capaz de conversar e argumentar sobre o esporte.
    Eu nem me atrevo. Automobilismo é um dos poucos esportes que eu nunca fui muito fã e pouco acompanho/acompanhei. Mas, mesmo assim, leio quase todas as postagens, pois aprendo bastante com elas…
    Só farei uma pequena reflexão. Pelo que já li de listas em publicações especializadas, e pela opinião de muitos aqui, Senna, mesmo com “apenas” 3 títulos, diversas vezes é considerado o maior de todos, em detrimento de campeões com muito mais títulos. Tem gente que defende o Piquet tb…então vejam como em muitos esportes, ou talvez na maioria deles, nem sempre os maiores campeões são considerados o GOAT.
    Essa história de maior de todos os tempos é muito difícil realmente de se estabelecer, nos mais diversos esportes.

    Responder
      1. Periferia

        Olá Miguel

        Concordo…

        Kareen tem mais cestas que qualquer outro jogador..
        Sugar Robinson tem mais vitórias que Ali…
        Jack Nicklaus tem mais major que Tiger.
        Bob Beamon tem o recorde olímpico mais antigo do atletismo…
        Cristiano Ronaldo tem mais gols oficiais que Pelé…
        Roberto Carlos tem mais sucessos que o Zeca Pagadinho (porém….Zeca Pagodinho é Goat na periferia).

        Abs

        Responder
        1. Marcelo Costa

          Na periferia de São Paulo, o goat são Emicida, racionais, sabotage, no Rio são os mc’,s, se atualize sobre o novo tempo, apesar dos castigos.

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          1. Periferia

            Olá Marcelo

            Ainda bem que não citei Bezerra da Silva….
            Emicida é o Goat da raça….
            Sabotagem morreu…
            Faz tempo que não vejo Mano Brown por aqui.

            Malandro é o cara
            Que sabe das coisas
            Malandro é aquele
            Que sabe o que quer
            Malandro é o cara
            Que tá com dinheiro
            E não se compara
            Com um Zé Mané
            Malandro de fato
            É um cara maneiro
            Que não se amarra
            Em uma só mulher…

            Bezerra da Silva

            Abs

          2. Marcelo Costa

            Adoro Bezerra, está na minha playlist do spotify, mas como tudo evoluiu, sugiro que ouça, irá se surpreender com os novos malandros. O tempo é como um rio, mas se você não soltar as amarras, o rio segue você fica.

      2. Paulo Almeida

        Bill Russell é o verdadeiro GOAT segundo os números, mas o Jordan não era pipoqueiro como o Federer. É só ver o que ele fez na final de 98 roubando a bola do Malone e fazendo a cesta final.

        Responder
    1. R.P.

      Prezado, a única coisa individual na Fórmula 1 é o cockpit, de resto é o esporte mais coletivo que existe, por isso Senna nunca venceu campeonato com carro de segunda fila (e ainda fez menos pontos que Prost nos dois anos que ficaram na mesma equipe). Não pode haver sequer arremedo de comparação com tênis, esporte individual por excelência, que deve ser posto ao par de outros esportes individuais como atletismo, natação, ginástica, artes marciais, etc. Alguém vai dizer que Phelps não foi o maior e melhor nadador da história? Improvável, pois detém mais recordes e vitórias em competições de primeira grandeza, sem linhas para subjetivismos, pois assim que se analisa um esporte individual; o que sobra é choro de viúva.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Tem certeza , R. P. ? No Total do que importa 88 e 89 : Senna 8 Vitórias com 13 Poles . Prost 7 Vitórias com 2 Poles . Em 89 : Senna 6 Vitórias com 10 Poles . Prost 4 Vitórias com 2 Poles. Em 90 Prost se manda pra Ferrari. Senna 6 Vitórias com 10 Poles . Prost 5 Vitória 0 Poles. Mundial de Construtores 90 : McLaren 121 pontos , Ferrari 110 . 6 a 6 em Vitórias graças a Mansel , já que Berger zerou. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          ” Senna nunca venceu com carro de segunda ” . Jamais li uma bobagem tão grande em relação a F 1 , parceiro. O que ele fez na Lótus deixou todos esbabacados . Na opinião do expert , o que a Ferrari de 90 ficava a dever para a McLaren ??? . Abs!

          Responder
          1. R.P.

            Além de ruim em matemática básica, interpretação de texto também não é tua matéria. Qualquer semiletrado entendeu que “Senna nunca venceu CAMPEONATO com carro de segunda fila”. “Ainnn, o Senna venceu mais corrida q o Prost, fez mais pole”… e FEZ MENOS PONTOS NOS DOIS ANOS QUE DIVIDIRAM A EQUIPE. (E ainda precisou apelar contra a Ferrari do Prost, que comparada à McLaren era um carro de terceira fila). Agora pode voltar às lágrimas (se tem uma coisa que respeito é choro de viúva).

          2. Sérgio Ribeiro

            Falou , falou e não dissestes nada . Senna foi mais eficiente que o Professor e ainda calou os que diziam que sem o Francês ele não saberia acertar o carro. Procure se informar sobre a Ferrari de 90 e a Willians 91 de Mansel com suspensão ativa . Ali Ayrton Senna calou as bravatas de R. Ps ( é isso mesmo ? rs ) da vida . Abs!

      2. Miguel BsB

        Pelo seu ponto de vista, tênis tb não é um esporte individual, pois por trás do tenista (ou do piloto), existe uma grande equipe por trás. Sem a excelência dessa equipe, o tenista, ou piloto, jamais conseguiria bater marcas e recordes.
        Isso vale pra todos os outros esportes que você listou (natação, ginástica etc).
        Faltou critério….

        Responder
        1. José Yoh

          Taí mais uma grande diferença para o tênis do Big 3 e do restante do circuito. Uma equipe enorme.
          Eles tem grana para levar até trailler com câmara hiperbárica nos torneios. Ou um encordoador próprio.
          Na torcida dá para levar a família inteira se quiser (e olhe que a prole só aumenta).
          Como um next gen que sequer patrocínio tem vai conseguir competir com esses caras?

          Responder
        2. R.P.

          Kkkkk…. meu delsssss….

          A equipe de um tenista o treina; a equipe de fórmula 1 constrói o carro. Percebeste a diferença? O piloto tbm tem seu treinamento individualizado, mas a equipe é do carro, não do piloto.

          Responder
    2. Paulo F.

      O problema no meu ponto de vista é o exagero.
      Cultura é parte fundamental da vida e é legal a troca de informações sobre isso.
      Mas poluem um blog cujo mote é o tênis com excessivas postagens sobre livros, músicas e filmes.
      Podiam maneirar um pouco.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Agora concordo com você, xará.

        Cultura é importante e agrega ao Blog, mas é preciso um pouco de bom senso para não sair mandando um ou mais tijolos todo santo dia. Aí já acho que está mais pra carência.

        Abs.

        Responder
    3. José Yoh

      Miguel, vi vários comentários dizendo que são os números que mandam e botam Ali na lista como exemplo.
      Considero Ali o maior pelo que fez no ringue e fora dele. O conjunto da obra.
      Mas nos números que eu me lembre ele perde para diversos atletas de outras épocas, tanto anterior quanto posterior.

      Seria o melhor exemplo de que os números importam mas são também subjetivos.

      Responder
        1. Luiz Fernando

          Naquela plena de atletas fenomenais, inclusive um tal de Edson Arantes do Nascimento, o cara era chamado de “The greatest”, precisa falar mais?

          Responder
      1. Paulo Almeida

        No caso do Federer nem os tais números “subjetivos” ajudam, senhor Yoh.

        Muito pelo contrário: são os números objetivos (20 Slams sem nem considerar os adversários enfrentados) é que o colocam no mesmo patamar de Djokovic e Nadal nesse quesito. Já nas semanas como número 1, temporadas como número 1, Masters 1000 e head to head, aí nem assim.

        Responder
        1. José Yoh

          Paulo, não estava falando sobre Federer, mas sobre como é inútil esse papo de GOAT… cada um escolhe o seu de acordo com seus critérios, seja com números ou não.

          **** Você acha Ali um GOAT?

          E já que você tocou no assunto sobre ser objetivo e não subjetivo…

          ***** Slam “PARRUDO” é um critério objetivo ou subjetivo?

          Faz pouco tempo hein… eu lembro bem.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Não acho o Ali GOAT.

            Slam parrudo é subjetivo, pois não podemos mensurar com exatidão o quão cada adversário enfrentado era superior ao outro, apenas ter uma noção.

      1. Rafael Azevedo

        Eu diria que os números são critérios qualificadoras. Para disputar o GOAT, o cara tem que ter números próximos dos melhores (em números). A partir daí, o critério ganhador é a paixão.
        Veja que até vó Sampras tá ficando pra trás. São pouquíssimos os que ainda o consideram o maior. Os seus números ficaram muito pra trás. Não dá pra sustentar só com a paixão.
        Nós brasileiros somos apaixonados pelo Guga, mas ninguém se atreve a colocá-lo na disputa

        Responder
        1. José Yoh

          E quanto a Borg ou Laver, Rafael?
          Existe uma minoria (mas que entende muito da história do tênis) que acha que eles são os maiores. E não vejo como rebater os argumentos deles.
          Números não trazem certezas quando os parâmetros mudam de acordo com o tempo.
          Abs

          Responder
      2. José Yoh

        Grande Rafael, grande frase.
        Paixões são indefiníveis, mutáveis, voláteis.
        GOATs também, muito porque é a paixão que acaba definindo o que cada um acha… e enxerga.

        Responder
    4. Luiz Fernando

      Alguns caras incorporam o espírito do Dalcim e ficam citando q isso ou aquilo não deveria ser postado. Deveriam ter um blog próprio ou seguir aquilo q o proprietário do espaço julgar adequado ou não…

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Luiz Fernando, eu até entendo as colocações de alguns foristas quanto à divergência do tema principal que, no caso, é o tênis.
        Mas, é muito fácil selecionar o que se deseja ou não ler…
        Particularmente, eu gosto demais do ambiente eclético que se instaurou aqui no Blog assim que a pandemia se estabeleceu.
        Acho mais rico e divertido… O esporte tênis gera um ambiente saudável até mesmo de forma virtual.
        Aprendo muito por aqui, e salvo inúmeras dicas de filmes, músicas, livros e outras referências, as quais pretendo usufruir assim que concluir a nova graduação que estou fazendo. No momento, não tenho condições de tempo para consumir, processar e repercutir sobre inúmeros temas que surgem por aqui. Infelizmente…
        Espero que o Dalcim não limite os comentários. Inclusive mantenha os sarros entre torcedores porque alguns são engraçados.
        Com o natural declínio e aposentadoria do Big 3, pode ser que as polarizações diminuam (ao menos por um tempo).
        Quem sabe não discutiremos mais sobre aspectos técnicos, biomecânica dos golpes, táticas, etc.
        Saudações

        Responder
  18. Sandra

    Dalcim , uma dúvida , os tenistas são obrigados a ficar na vila Olímpica? Mesmo o Djokovic? Ou podem alugar casa ou ficar em hotel! E eles podem contratar pessoas ? Seja para ajudar em qualquer situação , técnica como o e problema de raquete ou pessoal ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Antes até podiam, mas em Tóquio está vetado sair da Vila. Acho que podem contratar pessoas que estejam dentro do ambiente olímpico, ninguém externo.

      Responder
  19. Secador

    Acho muito difícil o Djokovic ganhar as olimpíadas. Medvedev e Tsitsipas com sede de vingança, a parte física deve pesar. Improvável que dê certo. A conferir.

    Responder
    1. Helena

      Medvedev é candidatíssimo a medalha. Vejo ele e Djoko muito próximos, já que o torneio será disputado em melhor de 3.

      O grego acho difícil, já que aparentemente ele está se preparando para as Olimpíadas de Atlanta, pois até ontem continuava treinando no saibro.

      Acrescentaria Zverev, que pode tanto ser campeão como perder na primeira rodada.

      Responder
  20. Rubens Leme

    Dalcim, duas possíveis saídas no Palmeiras:

    1 – Matías Viña – O Palmeiras pediu 14 milhões de euros, porque ficaria com 8 e a Roma deve dizer sim. Será uma saída importante, porque Victor Luís marca mal. A saída seria efetivar o Renan, que é lateral e zagueiro ou dar uma chance de vez ao Lucas Esteves. Prefiro o Esteves e o Renan de zagueiro na linha de três.

    2 – Luiz Adriano – Já vai tarde. Uma camisa 10 que perde todos os penais em decisões desta natureza e fica mais lesionado do que em campo, com salário de 1 milhão com 34 anos, não faz falta. O Palmeiras tem se virado muito bem com Deyverson e Breno Lopes na ausência dele e tem o Rony como um dos artilheiros da Libertadores.

    Além dos três, ainda tem o Wesley, o Bigode, o Dudu e o Verón se recuperando e até o Borja pode voltar. Então basta o Grêmio colocar dinheiro na mesa e adeus. Poderia até fazer uma forcinha e levarem o Lucas Lima.

    Ainda há uma chance do Wesley ir para a MLS. Espero que não, gosto dele, é veloz, faz gols e tem chances de um mercado maior.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Viña seria uma grande perda. Mas, além da Roma (Mourinho), o Porto tá interessado tb, o que pode render um leilão financeiramente interessante…

      Responder
  21. Pedro

    Dalcim,

    Agora a bola da vez da mídio é o Djokovic. Há algum tempo era o Federer. Inventaram até um termo, o maior de todos os tempos. A mídia realmente sabe vender. E a maioria compra, o que é pior.
    Não existe este negócio. O que existe são números, e sim, pelos números o sérvio é melhor, e isso todo mundo sabe, não precisa nem escrever isso, pois há uns cinco anos eu mesmo comentei aqui sobre estes percentuais, e na época destaquei os que ficavam acima de 80%, que eram poucos.
    Mas no meu ponto de vista, nunca haverá o maior, e sim os maiores, e temos de nos lembrar de Borg, Sampras, Laver, Lendl, estes 3 que ainda estão em atividade. Todos estes foram muito bons, lógico que cada qual em sua época. E tem muitos outros que embora não tenham tantas conquistas, foram muito bons como o Guga, o Wawrinka, o Murray. O jogo do Guga era muito bom de se ver.
    Para que ficar diminuindo tantos jogadores bons? Difícil entender.
    O sérvio pode acabar com 30 GS, talvez, mas e daí? Muita gente vai dizer que mesmo assim prefere outro jogador.
    Na verdade, o suiço começou um tipo de tênis que depois foi melhorado pelo sérvio, que é um tênis que eu não gosto. O tênis defensivo. Muitos observam o suiço e o acham agressivo, mas na verdade ele faz uma transição da defesa para o ataque. Tênis ofensivo era o do Sampras, o do Guga, o do Delpo. Agora o cara ficar lá no fundo correndo de um lado para o outro se defendendo e esperando mudar para o ataque, coisa que o suiço fez bem e o sérvio melhor, não acho bom. Chega a ser chato, tanto para quem joga quanto para quem assiste. Partidas de 5 ou 6 horas.
    Muita gente ganhou dinheiro com isso, os organizadores principalmente, e os jogadores entraram nessa, mas quem perdeu mesmo foram os jogadores, os peões.
    Veja o Murray, até hoje ele não sabe que foi um peão. Valeu a pena? Ter um quadril de metal com 30 anos? Mal ele sabe a dor que o espera no futuro.
    Este tênis defensivo acabou com os jogadores, muitos passando por cirurgias, coisas antes que não aconteciam. O Sampras teve cirurgia? Não lembro.
    Hoje quando não é quadril, é joelho, cotovelo, punho, e etc… E os organizadores achando ótimo, enchendo os bolsos, e o esporte, a parte central do esporte deixada de lado. Esporte não é para vender esta imagem. A imagem vendida foi deturpada por um grupo ganancioso que quer transformar tenistas em guerreiros. Não são e nunca serão.
    O mais estranho desta estória toda é como o sérvio não se contunde nas pernas, algo inacreditável, pois com 34 anos, e uns 15 de carreira, nunca ter tido lesão nas pernas é algo muito estranho devido a sua movimentação. Isso realmente é impressionante. Todos os outros tiveram lesões, inclusive o Nadal que também é especialista em correr de um lado para o outro.
    E vamos ser claros, o Djokovic não está jogando tudo que uma vez soube. Ganhou RG e Wimbledon simplesmente no peso do nome, porque os outros jogadores tremeram. Tanto o grego quanto o canadense em Wimbledon estavam jogando melhor do que ele. Então, tudo pode acontecer. Ele pode ganhar 30 GS ou pode simplesmente um destes novos acordar e começar a ganhar tudo. Não foi assim com o Djokovic?
    Acho que mesmo o sérvio ganhando mais alguns e ficando na liderança das estatísticas, já está mais do que na hora de mudar esta turma. Só não apareceu alguém ainda.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Só uma observação importante, Pedro. O termo ‘goat’ não foi criado pela mídia, muito menos por alguém vinculado ao tênis. Existe desde 1992 e nem era vinculada a esportes. O primeiro esportista a ser denominado como Goat foi Muhammad Ali e, muito antes do tênis, tem sido usada pelo golfe, NBA e NFL.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Esse foi o goat dos goats, um atleta pra mobilizar um país, no caso o Zaire, e a maioria do resto do mundo contra o adversário, numa época q nem o telefone fixo era acessível p todos, tem um algo a mais, ou melhor, muito a mais, creio ser impossível q algo semelhante aconteça…

        Responder
    2. Rafael Azevedo

      Seu comentário foi muito interessante. Suas ideias são coerentes. Mas, eu enxergo algumas coisas diferentes.

      Primeiro, não acho o jogo do Djokovic defensivo. Acho que ele sabe ser defensivo e ofensivo. No futebol, seria aquele time com melhor ataque e melhor defesa. Ele é completo. É a evolução natural do esporte. Uma maior excelência. O Sampras era apenas ofensivo. O Federer sabe fazer as duas coisas, mas é mais ofensivo. O Nadal também sabe fazer as duas coisas, mas é um pouco mais defensivo.

      Segundo, nem sempre há um grupo de riquinhos interesseiros que tornou o esporte exclusivamente em um negócio ao custo da saúde dos atletas. A exigência pelo físico é cada vez maior? Sim. Mas, isso também é a evolução natural do esporte. Pra superar os adversários de sua geração, um atleta precisa ser superior num conjunto de tecnica, tática e físico trabalhando juntos para executar uma estratégia. Quanto mais físico, mais possibilidades de executar uma técnica e uma tática com sucesso. Isso faz parte da própria ambição do atleta.

      Mas, são pontos passíveis de discussão. Mais uma vez, parabéns pelo comentário.

      Responder
      1. Groff

        Caros Pedro e Rafael Azevedo, respeito a visão de ambos, mas, mas discordo de alguns pontos. A famosa transição do ataque para a defesa não foi um elemento dos primórdios do jogo do Federer. Ele era extremamente ofensivo, dos dois lados, quando as quadras eram mais rápidas e, principalmente, o quique da bola era mais baixo. A questão é que, com sua grande movimentação de pernas, ele sempre foi um exímio defensor quando necessário, o que lhe permitia sair de uma posição defensiva para um ataque com grande facilidade. Foi uma das coisas que o fizeram suplantar tantos jogadores da geração anterior e praticamente toda a sua geração. A questão de um jogo mais defensivo foi uma necessidade de adaptação: com as quadras mais lentas, bolas mais pesadas e quique mais alto, passou a ser preciso trabalhar cada vez mais os pontos e investir na defesa. Mas isso não o impediu de continuar a propor o jogo. Tanto assim o é que, na final do USOpen contra o DelPo, ele abandonou o que estava dando certo no início e começou a querer trocar direitas com o argentino (numa estratégia que ele já fizera com muitos antes: vou destruir sua confiança atacando seu melhor golpe. Não funcionou rsrsrsrs). A necessidade de atacar e o ímpeto ofensivo ajudaram a fazer com que ele perdesse aquele título, que estava na mão. Talento monstro, juízo zero. Até hoje lembro daquela partida, mas fiquei feliz de ver a Torre ganhar um Slam. Queria que tivesse ganho muitos mais.

        Quanto ao Djoko não ser defensivo, eu concordaria se estivéssemos falando dele até 2011, o ano em que mais gostei de ver o sérvio jogar e sua melhor temporada “tenística”, digamos assim. Apesar de não transitar muito à rede, o sérvio antes de e até 2011 buscava muito mais as linhas, especialmente nas cruzadas. Era agressivo e equilibrava defesa com ataque de modo magistral. Quando voltou a dominar o circuito alguns anos depois, seu jogo mudou: continou a trocar bem a direção da bola, como sempre fez e faz até hoje, mas sua estratégia deixou de ser a de buscar as linhas, expondo-se ao risco, e aumentou sua porcentagem. Ele passou a se concentrar muito mais na defesa e a gerar ENFs do adversário. Ficou eficiente ao extremo, mas, para minha maneira de ver, fez com que perdesse um pouco do brilho. Genial jogador, mas não me dá muito prazer em ver jogar hoje em dia. Isso é questão de gosto, porém. Agora dizer que ele é equilibrado, hoje em dia, não condiz com os fatos. Ele se concentra muito mais em defender do que em atacar. As estatísticas mostram isso, bastando ver números das duas últimas finais de SW 19: na penúltima, ele fez 51 winners contra 89 (!?!) de Federer. E num jogo de grama. Na última, foram 31 winners contra 57 do italiano. Nesse último caso, números baixos dos dois lados (vide os stats da final de 2009, por exemplo, com 110 winners do vencedor), mas é o tênis dito “moderno” (interessantemente a final de 2011 teve ainda menos winners, com os dois finalistas praticando esse tênis de provocar o erro, mas ainda assim a postura do sérvio ainda era diferente da de hoje na maneira de bater na bola). Abraço.

        Responder
        1. Gildokson

          Nossa! Perfeito Groff, achava que estava louco e vendo outra coisa. É nítido como o ponto principal do jogo do sérvio é se defender, aliás como ninguém, pegou o que o espanhol fazia e elevou ao quadrado, e esperar vim os frutos dos erros não forçados, isso junto com a bendita devolução funda mantém o cidadão como o melhor do mundo.

          Responder
          1. Groff

            Sim, Gildokson, e tendo a dizer (mas teria que fazer uma verificação rigorosa antes de afirmar, por isso é só uma impressão) que hoje o Djoko baseia seu jogo na defesa ainda mais que o espanhol. Explico: a própria postura mais defensiva do Nadal parece-me uma questão de 1.) origem do jogo, pois tal postura faz mais sentido no saibro, em que se trabalham os pontos mais do que em superfícies rápidas, e o Nadal – muito auxiliado pela lentidão das quadras, diga-se – adaptou seu jogo de saibro para o restante do circuito e 2.) restrição técnica, pois sua maneira heterodoxa de bater na bola e suas limitações de backhand (que melhorou demais também, reconheço) o forçam a tentar comandar o ponto e/ou finalizá-lo com o forehand; ainda assim, sempre que pode ele vai para o 1-2 (saque aberto, direita vencedora no espaço vazio), especialmente em quadras mais rápidas, e minha impressão é que ele tende a isso mais do que o Nole nos dias de hoje. O Nole não tem as mesmas limitações técnicas. Seus movimentos de direita e esquerda são bem limpos, então acho que ele poderia propor mais o jogo. Só que o que ele faz claramente funciona e não é depreciativo o que digo, pois se defender é do jogo e pode levá-lo a ser isoladamente o maior vencedor da história. Queria até saber o que o caro Dalcim pensa a respeito do tema (estilos defensivos x ofensivos e efeito da lentidão das quadras sobre isso), mas aí seria colocá-lo na fogueira rsrsrsrs. Abraços.

        2. Rafael Azevedo

          Muito bom, Groff. Mas, só um detalhe importante o Djokovic fez 51 Winners em 2019 (e o Federer 90 e alguma coisa, sendo mais de 20 em aces) e “só” 31 em 2021, mas ele jogou trocentos games a mais em 2019. Isso faz uma diferença enorme nas estatísticas.
          A final de 2009 também teve quinhentos games.
          Quanto mais pontos disputados, mais winners convertidos.

          Responder
          1. Josh

            Pois então, o pessoal sempre com essa de mais winners, acho besteira, pois o colega ali encima esqueceu de mencionar que Federer e o Berretini são exímios sacadores, eles meio que são obrigados a ter mais winners. Enquanto o sérvio provoca muito o erro forçado do adversário, o que não aparece nas estatísticas, assim como o Dalcim já pontuou. Mas cada um acredita no que quiser.

          2. Groff

            Olá, Rafael. Não sei se você vai ver isso, mas tentei achar o número de games e de pontos totais disputados antes da minha postagem original, só que não consegui. Aí seria possível fazer uma verificação de quantos foram os winners por game e a dinâmica dos pontos X total de winners. De qualquer forma, acho que meu argumento permanece válido, porque os números levam a crer que a média de winners por game é baixa de qualquer forma.

            Já aproveito para responder ao Josh, que comentou sobre os winners. Você falou que “o sérvio provoca muito o erro forçado do adversário, o que não aparece nas estatísticas”. Duas coisas: primeiro, se ele provoca o erro, não se trata de “erro não forçado”, certo? Segundo, você somente comprovou minha teoria de que o jogo do sérvio é defensivo e baseado em causar o erro do oponente. Abraço.

  22. Rubens Leme

    Em 1986, enquanto o The Joshua Tree era gestado, The Edge foi convidado para fazer a trilha-sonora de um filme irlandês, de nome Captive, basicamente uma trilha-sonora instrumental, ao lado de outro guitarrista, Michael Brook.

    Teria sido uma aventura qualquer, com poucas lembranças, não fosse a faixa de nome “Heroine”, que trazia nos vocais uma jovem cantora de Dublin, que depois se tornaria uma estrela até sumir novamente: Sinéad O’Connor. No auge e esplendor de seus 19 anos, deu voz a uma linda canção feita a quatro mãos com o guitarrista, com seu estilo tão característico e conhecido dos fãs do U2.

    Um destes pequenos e belos momentos escondidos, uma pérola que merece ser conhecida.

    https://www.youtube.com/watch?v=Ex8-f02X-AE

    Responder
    1. Filipe Fernandes

      Meu caro Leme,

      Lendo agora sua menção ao “The Joshua Tree” e recordando os comentários que você, os caros Rafael, Bel Grado Fa e Barocos fizeram recentemente sobre guerras, xenofobia, nacionalismo e racismo relacionados à Europa e ao mundo, me lembrei da música ‘Where The Streets Have no Name’ (https://youtu.be/GzZWSrr5wFI), que integra este álbum.

      O país de origem do U2 é cindido politicamente por uma proeminente dissensão religiosa entre católicos e protestantes, e essa música faz alusão a esse racha nacional – mas ainda nos leva a refletir sobre os outros muros de antagonismo que existem pelo mundo. Lembrança oportuna da sua parte, Leme.

      Há alguns dias, intrigado com algumas questões relacionadas a essas máculas que insistem em permanecer entre nós (alimentadas em grande parte por fechamentos discursivos, por ideias fixas, pela monomania, por ruas sem saída do pensamento), me veio também à mente um trecho de um ensaio do Carl Sagan, o qual ilustra bem o germe que fanatiza e divide as pessoas. Deixo-o aqui. Um grande abraço, meu caro, e saúde.

      “Os estereótipos são numerosos. Os grupos étnicos são estereotipados, os cidadãos de outras nações e religiões são estereotipados, os gêneros e as preferências sexuais são estereotipados, as pessoas nascidas em várias épocas do ano são estereotipadas (astrologia solar) e as ocupações são esteteotipadas. A interpretação mais generosa atribui esse modo de pensar a uma espécie de preguiça intelectual: em vez de julgar as pessoas pelos seus méritos e deficiências individuais, nós nos concentramos em uma ou duas informações a seu respeito, que depois inserimos num pequeno número de escaninhos previamente construídos.
      “Isso poupa o trabalho de pensar, embora em muitos casos custe o preço de cometer uma profunda injustiça. Com isso, aquele que pensa por estereótipos também fica protegido do contato com a enorme variedade de pessoas, a multiplicidade de maneiras de ser humano.”

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Puxa,

        Depois de escrever o comentário acima, fui rever o videoclipe do U2, e que clipe sensacional! No terraço de um prédio situado numa esquina de uma grande cidade, a banda acomoda seus instrumentos e, para a surpresa de milhares de transeuntes admirados e de agentes de segurança pública, realiza um show ali mesmo, en passant. Que clipe bonito, que maravilha de registro.

        Responder
      2. Rafael

        Filipe,

        Para descontrair (embora você e muitos já devam conhecer):

        O cidadão estava reclamando que pôs a voz do Bono no Waze dele, e “now the streets have no name and I still haven’t found what I’m looking for”.

        ???

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Meu caro Rafael,

          Primeiro de tudo (o mais importante): que a sua saúde esteja melhorando mais e mais, a cada dia. Como o sr. Rogério disse um pouco abaixo: vê-lo comentar aqui é sempre um excelente sinal.

          Gostei muito da sua piada, ela incluiu uma das músicas que mais me emociona do U2, a qual traz uma imensa carga de nostalgia.

          Fique bem, meu caro, um grande abraço.

          Responder
      3. Rubens Leme

        Periferia, o U2 é o retrato vivo de tudo isso. Para começar só dois integrantes são irlandeses, o Bono e o baterista Larry Mullen. The Edge e o baixista Adam Clayton são ingleses de nascença. Edge é aiinda mais complexo, pois os pais são de Gales.

        Piior: na família do Bono, os pais tinham diferenças religiosas. Um era católico, outro protestante. A banda teve também crises de fé interna, porque Adam era o único que não comungava da religiosidade dos demais.

        Bono adora os elementos naturais, especialmente o fogo, presente em várias letras. Eles se enfiaram em várias brigas e discussões com integrante do IRA por causa da letra Sunday Bloody Sunday e dos discursos inflamados que Bono fazia durante os shows, criticando abertamente os atentados e culpando o IRA.

        No filme, Rattle and Hum, ele solta um “fuck the revolution”, que iria lhe causar muitas dores de cabeças e críticas.

        Responder
        1. Periferia

          Olá Leme

          Já que vc confundiu (e convenhamos….com aquelas letras tão perfeitas do Filipe não daria para confundir…rs) aproveito…
          O U2 não perdeu sua essência…hoje não é apenas uma banda “comercial” ?
          Sempre que vejo eles (mega shows) eles parecem representar (existe um componente cênico que não passa autenticidade).
          E como se eu visse um vídeo taipe da seleção brasileira antiga…e imediatamente após eu vejo a seleção do Tite…

          Responder
          1. Rubens Leme

            Sim, periferia, perdeu, mas isso é normal, depois de quase 50 anos de carreira. Antigamente os discos da banda eram feitos em poucas semanas, por falta de orçamento, naquela urgência de ter que dar certo. O sucesso fez tudo ficar grande demais, lento.

            Quando gravaram POP, em 1997, eles tinham vários produtores e 30 ou 40 versões para a mesma música. A tour foi um pesadelo porque eles tiveram que alugar um Antonov, na época o maior avião do mundo, ao custo de 500 mil dólares diários para transportar o palco e toda a equipe.

            O empresário da banda, Paul McGuinness, conta que tinha pesadelos quando o telefone tocava no meio da noite, porque nem todos os aeroportos tinha condições técnicas de abrigar o avião e depois era preciso dividir toda a carga parte por terra, parte por aviões menores e ainda chegar na hora para montar o palco, desmontar, levar até o Antonov, embarcar tudo até o outro evento.

            Paul, aliás, tinha um arranjo incomum com a banda (que o baterista Larry Mullen nunca gostou muito): como ele pegou a banda desde o primeiro dia, quando ainda eram The Feedback (e depois The Hype e depois U2) e investiu seu pouco de dinheiro no grupo, sendo até o motorista em sua própria van, a banda concordou que todos os direitos autorais das músicas (todos os créditos eram U2) seriam divididos igualmente em cinco, pois Paul era considerado o quinto membro.

            Com isso, ele ficou milionário junto com o grupo e depois de 30 anos, deixou de empresariá-los para viver sua vida. Além disso, Paul revolucionou o meio ao contratar quase sempre apenas mulheres para os postos mais importantes no gerenciamento. Segundo ele, as mulheres são mais confiáveis e profissionais, pois trabalham mais duro que os homens, não bebem, não se atrasam e são extremamente práticas e eficientes, ou como diria Che “eram duras sem perder a ternura”.

            A partir de Zooropa (1993), o grupo foi gravando de maneira mais esparsa e confesso que não gosto dos últimos 4 discos da banda. No entanto, até o All That You Can’t Leave Behind (2001), tenho tudo em LP, CD, singles, inúmeros piratas e livros.

            Vou parar por aqui, porque fiz uma bio dele de 80 páginas que dividi em capítulos no meu site e se bobear não paro mais de digitar, afinal poluo demais este espaço. Ainda bem que agora tenho um segurança, Miguel Tyson.

            abraços

          2. Filipe Fernandes

            Meu caro Peri,

            Talvez eu esteja equivocado, mas nos tempos atuais, no quadro geral, acredito que apenas uma minoria artística resista a essa tendência apontada por você, infelizmente. Ainda está vivo em minha mente o lamento profundo do Martin Scorsese em 2019 sobre o nicho de cinema que vem monopolizando as salas pelo mundo. Para ele, os filmes que expressam experiências emocionais e psicológicas entre seres humanos estão perdendo terreno, inevitavelmente.

            Quando “O Irlandês” foi lançado naquele ano, não fiquei surpreso por saber que muitos o consideravam “longo” demais (mesmo zombando de sua duração). Mas me surpreendeu o próprio Scorsese ter que suplicar ao público interessado para que evitasse assistir à obra pelo celular, para que a sua experiência fílmica não fosse afetada. É um assunto bastante complicado.

            Um grande abraço, meu caro, e fique bem.

      4. Barocos

        Filipe,

        Em geral, eu separo a obra do criador, já que isto me permite apreciar as grandes criações do intelecto humano sem que as idiossincrasias e vicissitudes do homem contaminem a grandiosidade da criação, Carl Sagan é um destes casos onde o este tipo de isolamento é diminuente. De todas as séries que já assisti, duas permanecem muito acima das outras em minha predileção: “Cosmos”, com Carl Sagan, e “O Mundo Animal”, com Bill Burrud (e com uma excelente dublagem). Programas de uma época em que o foco era no assunto a ser abordado e em suas ligações com um universo mais amplo, muito diferente dos programas do gênero de hoje, que mais parecem querer ressaltar a figura do apresentador.

        https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/03/12-reflexoes-que-vao-te-introduzir-ao-pensamento-de-carl-sagan.html

        Saúde e paz.

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Meu caro Barocos,

          Compartilho inteiramente da sua visão. Para encontrar esse tipo de conteúdo, costumo me refugiar nos livros de ensaios, nos quais autores como Sagan e Oliver Sacks fazem a abordagem dos assuntos com a liberdade e a abrangência desses programas que você cita. E um aspecto que sempre me encanta é a solicitude deles na apresentação dos conhecimentos.

          Um grande abraço, meu caro, e muita saúde.

          Responder
      5. José Yoh

        Excelente ensaio do Sagan (ah que saudades de Cosmos, quando programas educativos eram educativos).
        Que seja um pensamento para refletir profundamente sobre nossas atitudes nessa época de polarização comandada pelas redes sociais.

        Queria deixar aqui também minha opinião sobre o assunto. O ser humano tem a urgente necessidade de ser aceito na sociedade, e isso faz as pessoas seguirem opiniões de outras mesmo que não estejam inteiramente de acordo. Sempre foi assim, a diferença hoje é que uma opinião e compartilhada por milhões de pessoas instantaneamente e pior ainda, sugerida por algoritmos de pesquisa até no tipo de filme que queremos assistir.

        Essa inserção do pensamento nas nossas cabeças acaba por incluir nós mesmos nos escaninhos que Sagan fala. Fazemos parte de um grupo e o outro grupo não tem como fazer parte do nosso.

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Meu caro Yoh,

          Você apontou coisas que, em alguns momentos, me enchem de preocupação. Me espanta às vezes a maneira como a comunicação se dá na Internet, a ausência de respeito, da mais simples consideração ao próximo do lado inverso da tela, a redução do outro a rótulos e vocábulos. Não consigo me expressar bem sobre esse assunto, apesar de me causar muitas preocupações.

          Um grande abraço, caro Yoh, e fique bem.

          Responder
  23. Jeferson

    Dalcim gostei da ideia e concordo com você,torneios curtos como as olimpíadas tem que ser melhor de 3 sets,positivo a mudança,em relação essa questão de sets penso eu que a copa davis no formato antigo tinha que ser melhor de 3 sets,diminuiria o desgaste e atrairia os tenistas tops,uma pena a copa davis ter sido totalmente desfigurada,gostava do formato antigo. E ainda em relação a questão sets,nos Grand Slam femininos a final,somente a final poderia ser melhor de 5 sets,com avanço da medicina e da preparação física as mulheres acho que não fariam feio em uma final melhor de 5 sets,em melhor 3 tem final que acaba sem graça alguma não duram uma hora quase,o que acha Dalcim sobre estes casos?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu prefiro o feminino todo em três sets, Jeferson. Acho estranho se alterar apenas um jogo, então me parece mais sensato manter tudo igual do começo ao fim.

      Responder
  24. Maurício SP

    Dalcim, você sabe como serão preenchidas as vagas da chave por desistências de última hora dos Jogos Olímpicos? Devem aceitar como alternates os duplistas?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se houver desistências de última hora – acho difícil, porque o sorteio será na quinta-feira deles, quando certamente todos os participantes já terão de estar em Tóquio -, acredito que a opção sejam os duplistas mesmo, já que não há ‘alternates’ previstos.

      Responder
  25. Rubens Leme

    Periferia, Marcílio Danilo e Rafael, como ficou difícil responder lá embaixo sobre o documentário da Osaka, porque já não tem como continuar, coloco aqui no alto.

    Acho que um dos problemas da atual geração é que tudo é feito no coletivo. O singular virou plural: é “o meu time”, o “meu staff”, “meus procuradores”, “meus empresários”, os atletas viraram coorporações, acabou o individualismo. Fico perguntando se também pedem autorização para ir ao banheiro, como fazíamos na escola durante as aulas.

    E a cada erro lá vem um release padrão feito por uma assessoria profissional mais preocupada em amenizar os erros do que explicar. Nos jogos antigos, os tenistas entravam com algumas raquetes na quadra, bebiam água em pé atrás da cadeira do juiz (vejam as partidas antigas em Wimbledon) e tudo era mais simples, direto.

    Hoje, por causa do dinheiro, eles são blindados e mimados, o que um Wild ganha em um ano é mais do que um Top 10 fazia 30, 40 anos atrás. Então os valores se deturpam facilmente. Por isso, há mais e mais tenistas desinteressados no esporte, apenas em ficar rico. Sem falar no massacre psicológico que é ser a “face” que movimenta uma verdadeira indústria atrás dela.

    A Osaka, por exemplo, fez mais dinheiro em 2020 (60 milhões de dólares) do que Borg e McEnroe juntos, durante toda as carreiras e auge deles, apenas com patrocínios pessoais.

    Esse é um dos motivos que aposto que nunca mais veremos uma geração onde teremos um domínio tão grande de um ou dois jogadores, os Slams serão distribuídos entre dezenas de tenistas ótimos, muito bons, bons e regulares.

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme.

      Concordo… discordo um pouco do final…acho que após aposentadoria do Big3 vai aparecer um jogador (um único jogador) dominante…ele por ser único…vai pulverizar todos os recordes do tênis em um curtíssimo período.
      Os números do tênis (maioria dos recordes) aconteceram em um período de 18 anos…foi dividido por 3 jogadores.
      Um jogador dominante …em 7 anos… quebrará todos os recordes do tênis.
      Quando surgir o “Escolhido”…vai encontrar um circuito fragilizado por tudo que vc escreveu…
      Sem fazer uma comparação com o esporte….mas com o esportista….aconteceu isso na fórmula 1….os recordes do Schumacher foram pulverizados em pouco tempo (algo inesperado…muitos diziam que demoraria 50 anos para alguém quebrar os recordes do alemão).
      Hamilton pegou uma geração fragilizada pelo Schumacher.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Periferia, Hamilton bateu porque o melhor carro aliado à fragilidade da geração deles Em tênis não há uma Mercedes para empurrar. Para varrer os recordes atuais, o tenista terá que ter, no mínimo, 8 temporadas quase perfeitas, vencendo uns 75¨% dos Slams (seriam 24) deste período e mais da metade dos Masters 1000, entre outras coisas.

        Se isso acontecer, acho que não estaremos vivo para presenciar. Talvez só o Dalcim, que é um HIghlander.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Coloquei 8 temporadas, porque não vejo hoje alguém passando dos 32, 33 anos, como atualmente, devido ao que escrevi acima. Então, calculando que tenha entre 8 e 10 no auge, precisaria ter esses números que citei.

          Responder
          1. José Yoh

            Rubens, com muita grana é possível hoje em dia jogar em altíssimo nível além dos 33 anos. É só ver os três…
            Não acho que é coincidência justamente eles serem os privilegiados fisicamente enquanto todos os outros ficam pelo caminho.

      2. Sérgio Ribeiro

        Sinceramente , não entendi a geração ” fragilizada” por Shumacher , caro Periferia. Ele largou a disputa com Fernando Alonso no início. E Lewis Hamilton já chegou batendo o Bi-Campeao Espanhol. Schumi retorno como o homem que acertaria a Equipe Mercedes . Tomou uma coça de TRÊS anos de Nico Rosberg . A morte de Senna e a parada de Prost é que abriram caminho pro Alemão. Sei que é difícil pra Ferrarista aceitar rs . Abs!

        Responder
        1. Periferia

          Olá Sérgio

          Hamilton apareceu no final da era Shumacher….Alonso é a prova da fragilidade da geração…o piloto com mais capacidade ganhou apenas 2 títulos (podemos discutir as escolhas do espanhol…mas no final…2 títulos).
          Shumacher não acertou a Mercedes.
          A Mercedes aproveitou a oportunidade e comprou a Brown…que sabendo que não teria fôlego em 2010…Ross Brown vendeu a equipe (que praticamente recebeu de graça da Honda).
          Quando Schumacher voltou para F1 já estava decadente…apanhando do Rosberg.
          E não foi o fim da geração passada que abriu as portas para Schumacher…ele era um fora da série….independente da morte do Senna ou o final da carreira de Piquet…Prost e Mansel…ele venceria….ele colocou de joelhos uma geração inteira (mesmo com alguns levantando um caneco aqui outro ali) de Benneton ( não podemos esquecer…a Benneton era a Toleman que Senna correu no início de carreira).

          Abs

          Responder
  26. Arthur

    Queria ter a autoestima de alguns seguidores aqui do Blog, Dalcim.
    Os caras acham que sabem mais de tênis que o McEnroe e mais de automobilismo que o Carsughi.
    Aguardo ansiosamente as discussões sobre cloroquina, Terra plana e a grande conspirata globalista do marxismo cultural, liderada pelo Papa, com ajuda do Jorginho Água Glicosada (George Soros) e do Severino Portões (Bill Gates).
    Não vai engrandecer a gente em nada, mas pelo menos vai ser divertido, hehehe…

    Um abraço.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Realmente não temos especialistas em F1 aqui, porém é subestimar demais a inteligência dos participantes quando lemos você afirmando que “Senna foi um piloto espetacular, mas o fato é que, COMO QUASE TODOS OS OUTROS (à exceção do Fangio), só foi campeão quando teve o melhor carro.”.

      Quando li a afirmação acima, vi que estava perdendo meu tempo querendo debater sobre f1, ainda mais neste espaço voltando ao tênis.

      Segue o jogo !!!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Exato. Senna pode até ter sido campeão apenas quando pilotava o melhor carro, mas nenhum outro fez como ele, coisas impressionantes com carros inferiores.
        Sua estreia em Mônaco, foi um marco. O interessante que finalizaram a prova antes do tempo (para benefiicar Prost?) e como os pontos só valeram metade, o Lauda acabou sendo campeão por uma diferença muito pequena – 1 ponto. Como naquela época, a vitória dava 9 e o segundo recebia 6, Prost obteve 4,5 e Senna 3, mas se a prova finalizasse normalmente, Prost ficaria com 6, acabando o campeonato com o título, com 1,5 pontos a mais. Um tiro de escopeta nos pés.
        Quebrar o record de velocidade em uma pista, na primeira vez que pilotou um F1. Alguém mais?
        Só para ficar nesses dois exemplos.

        Responder
    2. José Yoh

      Arthur, quem viu McEnroe em uma quadra sabe que ele é extremamente passional. Difícil confiar na racionalidade dele.
      Na verdade ele é contratado por dois motivos: entende de tênis e gera polêmica (audiência).

      E, quando uma opinião não pode ser debatida – mesmo sendo a de McEnroe – aí sim temos um caso de unilateralismo radical.

      Responder
  27. Marcelo Seri Fernandez

    Olá Dalcim! Tem algo que eu não consigo entender, na diferença de amadurecimento de tenistas brasileiros, quando comparamos com tenistas estrangeiros. Por exemplo, no começo de 2020, o Wild ganhou do Fokina no Rio Open. Pouco depois, foi campeão em Santiago. De lá pra cá, é absurda as diferenças entre os resultados e o ranking dos dois. Na sua opinião, por que será que isso acontece, e com tanta frequência?
    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É um assunto complexo, Marcelo. Para início de conversa, Fokina ou qualquer outro espanhol está na Europa, um dos lugares onde mais acontecem torneios de tênis. E não é só questão de facilitar pontos e economizar em viagens, é também ter um intercâmbio permanente e fácil com diferentes escolas. A desvantagem do sul-americano é evidente nesse campo. Também existem as questões culturais, aí um ponto mais delicado, e vemos que o adolescente europeu ou norte-americano desgarra mais rapidamente da família e isso faz com que amadureça mais rápido. Acho que falta por aqui uma consciência mais profissional da carreira de esportista. Sabemos que os argentinos sofrem do mesmo problema de distância, porém seus resultados no tênis são mais constantes e relevantes e, para mim, isso está relacionado a cultura, emancipação e consciência profissional. Abs!

      Responder
      1. Marcelo Seri Fernandez

        Grande Dalcim, muito obrigado pela atenção e pela excelente explanação. Sim, eu entendi, e concordo com você. Vejo histórias dos nossos tenistas de sucesso, como o Guga e o Meligeni, e podemos ver como eles demonstraram um amadurecimento mais cedo, e como bons técnicos ajudaram eles nesse processo de se emancipar, de dar as caras na Europa e nos EUA, mesmo sem ter nenhuma garantia de que teriam sucesso ou recursos suficientes, mas acabaram sendo premiados pelo esforço e coragem!
        Muito obrigado e parabéns pelo seu trabalho!
        Abraço!

        Responder
  28. Luiz Fernando

    Quantas ausências significativas das Olimpíadas. Uma pena, um evento desse porte e dessa relevância completamente descaracterizado por essa pandemia maldita…

    Responder
  29. Rubens Leme

    O Círculo do Poder (1991), de Andrey Konchalovskiy

    Baseada em uma história real, a de um projetista de filme, que serviu Stalin durante 14 anos (de 1939 até a morte do ditador). Um relato cruel e verdadeiro de como nascem os tiranos e sua glorificação.

    Tom Hulce está ótimo como o projetista fiel e fanático e que vê sua vida, pouco a pouco desmoronar, assim como suas crenças.

    “Ele (Stálin) é Satanás. Só Satanaás pode hipnotixar toda uma nação até o ponto das pessoas voluntariamente ficarem cergas e surdas. Historicamente o povo russo se une a Deus ou a Satã.Agora somos dominaddos pela força do mal e o adoramos assim como deveríamos adorar a Deus.

    Escreva o que vou dizer. Se não fossem pelos bons, de boa fé e ingênuos Ivans, assim como você, jamais teria havido um tirano e assassino, um demônio.”
    (Professor Bartnev, vivido maravilhosamente pelo ator russo Feodor Chaliapin Jr.

    https://www.youtube.com/watch?v=1FTlEI6Qt9g

    Responder
    1. Bel Grado Fa

      Está na hora de você começar a escrever também em um blog próprio (ou em alguma mídia qualquer), se já não o faz.

      Nâo se esqueça de nos deixar o link! E de se preparar psicologivamente para paciência para aturar a polarização, pois atualmente vão encontrar formas e formas de te atacar, até se você escrever sobre pipocas!

      Responder
    2. Periferia

      Olá Leme

      Andrey Konchalovsky tem duas obras primas…
      Expresso Para Inferno e Os Amantes de Maria…filmes cheios de alegorias embutidas.

      Responder
  30. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim você sabe me dizer quando é o sorteio do chaveamento das olimpíadas?e aposta em quem para medalha de ouro, prata e bronze?
    E se me permite uma terceira pergunta, eu li aqui que você disse que nessa olimpíada inclusive a final será em melhor de 3 sets, diferente dos últimas olimpíadas, voce gosta de eles terem abolido melhor de 5 sets na final?
    Eu gosto da melhor de 5 nas olimpíadas se pudesse dar um dia de descanso para os tenistas, coisa que não acontece, então gostei de ser tudo melhor de 3.
    Queria saber de você.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que o sorteio será na terça, já que os cabeças serão definidos com base no ranking de amanhã. Acho que o ouro ficará entre Djokovic e Medvedev no masculino e Barty e Osaka no feminino. O bronze fica bem aberto, dependeremos da chave. Eu prefiro torneios curtos em melhor de três sets, acho mais sensato para mantermos um nível adequado a todo o evento. ABs!

      Responder
  31. Bel Grado Fa

    E o tenista Thiago Wild já tão jovem apresenta uma lesão do quadril. A se confirmar, possivelmente temeos um adeus prematuro.de mais tenista que poderia atuar em alto nível, mas cujas limitações físicas o impedirão galgar degraus muito mais altos.

    Haverá de alinhar as expectativas a realidade. A ver.

    Responder
  32. Periferia

    Hoje a fórmula teve um dia de glória.
    Hamilton faltando 2 voltas venceu o GP da Inglaterra (Silvestone).
    Lembrou muito a vitória de Mansel em 1987…depois de parar nos boxes foi tirando a vantagem que Piquet tinha (os dois de Williams)…quase 30 segundos.
    Faltando 2 voltas…ultrapassou Piquet numa linda manobra.
    Naquele dia o Leão beijou o asfalto após a prova.
    Hamilton foi um “leão” hoje.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ele foi contratado como primeiro Piloto . Seu acidente na mesma curva em Imola o fez perder muita de sua visão de profundidade. Mansel venceu SEIS corridas contra TRÊS de Piquet e conseguiu perder o Título . E ainda caiu naqueles provações de mulher feia , estabalhado, e outras que o narigudo Prost não caiu sempre jogadas pelo Nelsão …rs . Abs!

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E mostrou pro MAD MAX que este ainda vai ter que ralar muito até aposentadoria do Multi-Campeao . Esse papinho do Inglês somente vencer com o melhor carro vai pro vinagre mais rápido do que ele na pista . Primorosa a atuação desde a disputa inicial que saiu faísca . Na Pista que era conhecida por SILVAStone devido ao que Senna aprontava por lá, tem um vencedor com OITO vitórias atualmente. Incrível , meu caro Periferia. Abs!

      Responder
      1. Periferia

        A Sérgio.

        Da geração dele é disparado o melhor(Hamilton).
        Falta apenas vencer com outro motor que não seja Mercedez (todas as vitórias dele foram com o motor alemão).
        Ele é um dos grandes…sem dúvida…e tem os números mais importantes da F1…. é o Goat….rs
        Mas o melhor sempre foi Jim Clark…

        Abs

        Responder
  33. Ronildo

    SÍNDROME DE DJOKOVIC

    https://exame.com/tecnologia/crime-que-originou-sindrome-de-estocolmo-completa-40-anos/

    Acompanhamos passo a passo o desenvolvimento de um fenômeno psicossocial cujo principal expoente é a estrela principal do circuito mundial de tênis, Novak Djokovic. Este fenômeno certamente já acometeu várias outras pessoas, seja no meio artístico, esportivo, cientifico ou político. Porém nunca antes foi tão grandemente documentado graças ao tamanho do personagem histórico e da profusão da informação. No meio esportivo jamais foi visto algo tão acentuado como se percebe em Djokovic e nas pessoas que o rodeiam. De todos os setores sociais o meio político possui características naturais de desenvolver nos indivíduos esta síndrome que acomete Djokovic.

    As características da Síndrome de Djokovic são:

    Vitimização exagerada
    Dificuldade em reconhecer erros
    Culpabilização do público por não ser aceito segundo metas pessoais
    Desejo imenso de ser aceito segundo um modelo pré-estabelecido
    O não reconhecimento das capacidades individuais na produção do carisma junto ao público
    Culpabilização de terceiros pela incapacidade de ser amado pelo grande público na medida que deseja. (No caso de Djokovic a culpabilização recai sobre Federer e Nadal).
    Constantes ataques à mídia acusando-a pela distorção da imagem pessoal.

    Por falar em Síndrome de Djokovic, alguém por acaso possui alguma matéria da mídia menosprezando Djokovic por ele ser sérvio? Pode ser em qualquer idioma. Estou curioso para saber se em algum lugar do mundo saiu alguma faísca para este fogo todo! Esta vitimização tão grande de Djokovic, seus amigos e fãs. É importante para saber o grau de dissonância cognitiva que a Síndrome de Djokovic causa no indivíduo.

    Responder
    1. Arthur

      Parece que essa “Síndrome do Djokovic” resolveu pegar com gosto aqui no Brasil, Ronildo.
      Acho inclusive que ela deve ser mais contagiosa do que a Covid, principalmente nos altos círculos do poder, hehehe…

      Um abraço.

      Responder
    2. Rafael

      Eu posso, Ronildo. Aliás, mais do que uma, favoritadas em meu navegador. Querendo, quando tiver um tempo, te mando os links.

      Entendi a brincadeira, mas no meu caso, guardei os links por serem a mais pura demonstração de xenofobia. Você sabia que no auge da pandemia, determinado podcast internacional fez uma série de episódios sobre grandes campeões de Wimbledon (podcast britânico, óbvio), falando das estrelas principais (Fed e Sampras) mas tbem de outros menos cotados (com apenas um título, por ex) e “se esqueceram” de dedicar 5 minutos que fosse (de um total de 5 episódios de Aprox 40 minutis cada) a Djokovic, literalmente “apagando” esse multicampeão da história de Wimbledon?

      Gostando dele ou não, ele já tinha sido CINCO vezes campeão por lá. A xenofobia dos ingleses é notória, quando o Brexit ainda não havia sido nem votado (mas estava em discussão), estrangeiros não nascidos lá tiveram suas casas pichadas, vandalizadas, foram perseguidos na rua, foram vítimas de violência física, tudo no tom de “voltem para sua terra, malditos’. Estrangeiros REGULARMENTE residentes na Inglaterra.

      O problema vai muito além de sua brincadeira, tanto é que, como vcs sabem, Sir Andy Murray só passou a ser referido como britânico POR ELES após vencer Wimbledon. Antes, era “o escocês”. Eles não se entendem nem entre eles.

      A mídia britânica é o reflexo de seu povo, dão a eles o que eles querem ouvir. A Theresa May não aguentou e pulou fora….

      Responder
      1. Rafael

        Ronildo,

        Curiosamente, já me peguei mais de uma vez pensando o que aconteceria se meu querido mito Guga estivesse no auge HOJE em dia, e declarasse que NÃO apóia o atual governo e suas políticas negacionistas e xaropes…

        Responder
        1. Rafael

          É certo que a Sérvia não ajudou muito na imagem que tem, assim como é certo que haveria conflitos entre os povos da região após o colapso da URSS. Agora querer atribuir a Djokovic tudo que o mundo sente de ódio pelo leste europeu (não acredite em mim, pergunte o que pensam Navratilova, Lendl, Deles e outros), querer atribuir a atuação de GRUPOS RADICAIS DE ÓDIO (se temos o gabinete do ódio por aqui, com seus seguidores radicais, qual a surpresa de ter por lá?) às torcida de Djokovic mostra, no mínimo, um grande desconhecimento da causa…. Vc acha mesmo que foi UM TORCEDOR de Djoko que ameaçou a Sra envolvida na bolada que lhe custou a desclassificação do US Open de MORTE? Quantas vezes não vimos ídolos do esporte serem “usados” como meio de propaganda ou expressão de ódio de grupos apoiadores de políticas radicais? Vc sabia que o croata Goran Ivanisevic, ex tenista e co-técnico de Djoko, já foi filmado com um rifle de caça em mãos e soltou essa: tenho vontade de dar uns tiros em uns sérvios? O que Djoko faz? Vai lá e CONTRATA O CARA.

          Pensar que Djoko e suas patacoadas na pandemia quase implodiu uma guerra na região por causa de um muro pichado e não enxergar o uso político disso é muito desconhecimento geopolítico e da realidade vivida lá.

          Djoko é CHEIO de erros, mas, para mim, erra porque tenta acertar, porque se interessa, porque dá a cara pra bater, sendo que NÃO PRECISAVA fazer nada disso.

          Mas deixa pra lá. Na minha visão, o legado de Djokovic vai muito além de sua história e conquistas no tênis. No entanto, eu sou apenas um torcedor idiota.

          Abs

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Parabéns Rafael, pela belíssima aula de história e geografia numa redação só.
            Nem era tão necessário assim para rebater tanta coisa sem noção escrita acima.

          2. Bel Grado Fa

            Entendo que Djokovic “se envolveu demais” na política num momento muito ruim para tomar partido. E ainda cabou se tornando um dos símbolos recentes do movimento chamado “orgulho Sérvio” (houveram outros esportistas em diversas modalidades antes dele). Não sei dizer se isso foi um erro ou não.

            A Europa (de uma forma geral, possui, além das fronteiras geográficas, outras fronteiras muitas vezes invisíveis (sejam de origem linguística, ou de religião) e desde muito mais que 1000 anos atrás, essas regiões fronteiriças se defrontam, em conflitos locais ou guerras). Tive a oportunidade de ter uma aula destas de um amigo holandês, que explicou em detalhes as razões. Algumas delas, ainda relativamente recentes (100, 200 ou 300 anos) e na memória dos povos. A verdade, é que eles não se toleram por estas diferenças a muito tempo, a ponto de sequer se cumprimentarem, se souberem a origem de um outro grupo próximo.

            Se misturarem, então, nem pensar.

            E jamais será uma caneta que apagará tais diferenças entre as pessoas e grupos.

            Aqui já vivemos um princípio de hostilização por origem (paulistas, cariocas, nordestinos) ou mesmo entre paulistas e mineiros (me recordo de ter convívio com pessoas que lutaram na Revolução de 1932 e que pregavam a exclusão social de mineiros pela participação na guerra). Hoje, atualmente, felizmente esse preconceito reduziu-se muito, mas infelizmente transformou-se numa polarização política, ou muitas vezes baseada em qualquer tema relevante (como tênis, por exemplo…).

            Quanto a relacionar a “Síndrome de Estocolmo” a Djokovic, peço desculpas pela minha falta de conhecimento, mas não vi relação entre os temas.

            Acredito mais que se encaixe no fanatismo, que nada mais é que um tipo de transtorno mental, para não entrar muito em detalhes (e existe não só pelo Djoko, mas pode existir para qualquer esportista que se destaque. Ex: Federer, Nadal). Por alguma razão, não há para Ricardo Melos e Bellucci’s, para sorte destes. Por alguma razão, também não há para Marcelo’s Melo’s e Bruno(s) Soares, também apra sorte destes, que podem viver em paz.

            Daria a maioria dos fanáticos que circulam pelo blog, daria facilmente encaixar um diagnóstico de transtorno psicótico. Mas decididamente não se trata de uma síndrome.

          3. Rogerio R Silva

            Rafael,boa noite.
            Primeiro tenho que dizer que estou muito feliz em te ver aqui.
            Fique!
            O que tenho pra dizer é que meu filho tem 16 anos,torcedor ferrenho do Nole,acha e comprova que ele é o maior e diz que nunca teve ninguém melhor,ao ponto de dizer que é normal quando ele ganha um título.
            Nós,burros velhos e cheios de informações,não conseguimos ganhar um debate de um adolescente.
            Eu fico com a pureza das respostas das crianças.
            Saúde meu amigo.

          4. Paulo F.

            Parabéns Rafael pelo extenso texto e paciência em responder à esse galão de groselha do amargo Ronildo.

      2. Rodrigo Azevedo

        Sou Federer, mas não citar o Djokovic nesse programa é realmente um absurdo. Não entendo essa história de realeza em pleno século 21.

        Responder
      3. Marcelo Costa

        Perfeito, sintetizou de forma brilhante, mas ontem tivemos mais um episódio de racismo contra o inglês Hamilton, após o acidente em Silverstone. Europa é o berço de muita coisa, algumas bem indecentes.

        Responder
      4. Ronildo

        Grande Rafael, você deu uma aula sobre o tema.

        Parabéns.

        Detonou minha “brincadeira” kkkkk

        Mas parabéns novamente porque o assunto é muito sério. Que o diga as vítimas de preconceitos racistas e nacionalistas.

        Responder
  34. Carlos Pereira

    O tênis no Br é um esporte de elite, a prova são os participantes deste blog. Nada contra, muito pelo contrário, mesmo sendo um profissional de nível superior, não tenho a cultura de muitos que aqui estão. A questão que procuro colocar é que se quisermos ver brasileiros na elite do tênis mundial, temos que oferecer mais oportunidades às classes mais baixas de praticar esse esporte tão legal!

    Responder
    1. Marcelo Costa

      Hoje está menos elitizado, em minha cidade tem 3 quadras públicas, que oferecem aulas gratuitas, então há uma crescente demanda. Sobre preço de equipamento, uma raquete usada pode ser encontrada por um custo de uma chuteira de marca então há sim como popularizar o esporte, mas para atingir níveis profissionais , fica extremamente caro

      Responder
  35. Rubens Leme

    Após uma noite de insônia, resolvi às quatro e meia da manhã pegar algum filme para passar o tempo e admito fiz uma escolha estranha.

    Não sei porque resolvi assistir, com a cabeça cheia, os dois primeiros filmes de Darren Aronofsky, Pi e Réquiem para um Sonho.

    Aronofsky é também o responsável por Cisne Negro, que deu o Oscar a Natalie Portman, O Lutador, com Mickey Rourke. É um diretor que não dirigiu muitos filmes e até perdeu tempo com bobagens como Noé.

    Porém, seus dois primeiros longa-metragens mostraram um diretor com uma linguagem nova, pesada e finais desalentadores. Pi é uma dor de cabeça constante, rodado em preto e branco e com a câmera tensa, se mexendo o tempo todo. Agora, Réquiem… bom, é o filme que te atrai pelo elenco e pela história, mas com um final revoltante.

    Se eu queria perder o sono completamente, fui bem sucedido, embora, confesso, são dois filmes hipnóticos, no qual você não quer largar antes do final.

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme

      Coincidências:
      Requiem para um sonho lembra um pouco as “viagens” da geração beat.

      Estava escrevendo sobre o vazio da vida moderna com o nobre Danilo…o fime é um belo retrato do vazio.

      Outra coincidencia é vc e o Filipe citarem o mesmo filme (O Lutador)…rs

      Gosto do final do filme…ele não deixa os personagens (destruídos no mundo real) saírem do mundo que construíram.
      Pi até hoje não compreendo….leva uma nota 3,14…rs

      Responder
    2. Abel Jr.

      Olá Rubens
      Vou te contar porquê acho este diretor super estimado.
      Por volta do fim dos anos 2000, eu estava em uma onda de ver animações japonesas, que me foi incentivada por um irmão.
      Vi várias e várias…
      E tempo depois, acho que uns dez anos, vi o Cisne negro, e achei que já tinha visto aquilo em algum lugar e á época lembro que fiquei com isso.
      Então um dia, por acaso, vi em casa para passar tempo uma animação de que eu não lembrava direito, pois bem, era Perfect Blue, de Satoshi Kon de 1997.
      E tive a mesma impressão: eu já vi isso em algum lugar.
      Resumo: o tempo passou, e vi de novo o Cisne negro e descobri. O filme é um plágio descarado da animação. e até as cenas e conceitos, e não é coincidência de roteiro, é plágio puro.
      Ou seja: a obra de maior sucesso artístico do cara é uma cópia. Se puder veja a animação e repare as cenas.
      Ao contrário de “A origem” do Nolan que possui inspiração clara e muito clara aliás em uma das melhores animações dessa época que é “Paprika”, o filme desse cara não tem como dizer que ele não copiou e colou o storyboard.
      E outra: O “Noé” e o tal de “Mama”, são pretensiosos e ridículos para mim. E nem sei se é por causa de saber do plágio.
      Tipo o livro “As aventuras de Pi” de Yan Martel, que é para ser bem bondoso, “muito inspirado” no livro que o brasileiro Moacyr Scliar escreveu “Max eos felinos”. O livro do Gaúcho é meia boca, porém fiquei com tanta raiva do Ian Martell que nem procuro nada dele. Acho que em relaçao ao Aronô, ocorreu o mesmo.
      Um abraço.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Abel e Periferia,

        eu não curto o Cisne Negro e me lembro dessa comparação, apenas o citei como um dos sucessos dele. Noé eu nem perdi tempo. Na verdade, o cinema ocidental bebe muito em fllmes japoneses, russos, chineses sem que a maioria perceba. Vamos citar a cena da escadaria em Os Intocáveis.

        Realente eu vi que Filipe comentou Os Lutadores quando eu tinha escrito um pouco antes. É um filme cruel, mas muito bom.

        Responder
  36. José Eustáquio Masculino Cruz

    Bom dia,mas tem uns aqui viu mimimi o meu é melhor o meu tenista tem 1 GS a Mais há me lembrei o meu tem um ATP 250 a mais,entresssafra .quanta palhaçada.torçam mas na boa eu tive sorte de ser Palmeirense e torcedor do Rafael Nadal simples para mim é o melhor ou alguém vai me confrontar com o meu gosto.!Esperança é o que vivemos e com ação e isto Rafa faz como ninguém quem é outro tenista para fazer isto vamos ver na Giria Americana se dar sorte!

    Responder
  37. lEvI sIlvA

    Dalcim, eu entendo e concordo sem qualquer ressalva quando diz que leva em conta a influência e importância histórica de um tenista para posiciona-lo como maior que outro, bem como carreira e resultados em duplas. Como vê, no entanto, digamos daqui a 10 anos, Federer e Djokovic levando em conta apenas os números de ambos? Levando em conta, que fiquem como estão agora sem mais nenhum troféu, quero dizer, entende?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não achas muito mais sensato esperar que encerrem suas carreiras? Evidente que Djokovic tende a dominar todos os números importantes, mas os três se mantêm em atividade.

      Responder
  38. Filipe Fernandes

    Caros Leme, Peri, Marcílio e comensais do Blog,

    Numa rádio belorizontina chamada CDL FM (102.9, maravilhosa por sinal), havia um programa sensacional pelo qual – estou inteiramente certo disso – vocês iriam se apaixonar: o CinemaSongs, que apresentava a trilha sonora e as músicas mais marcantes dos filmes clássicos e contemporâneos durante uma hora e sob a batuta de Bob Tostes, músico de longa data. Escutá-lo era sempre uma experiência mágica. Uma pena não existir mais.

    A esse respeito, meus caros, quando assisto a um filme, um dos elementos que mais procuro notar nele é sua trilha sonora, e há dois momentos dentro de um longa em que ela pode ter um sentido muito especial: o início e o fim.

    A primeira vez que assisti a “A Casa do Lago” (2006) foi puro encanto, muito em função de seus créditos iniciais virem emoldurados por uma das canções mais belas que já ouvi em toda a minha vida, ‘(I Can’t Seem to) Make You Mine’ (https://youtu.be/HGekjZd5LPk), da desconhecida banda inglesa The Clientele. Ouvi-la pela primeira vez foi uma experiência inefável (e incrivelmente continua sendo em todas as vezes que a escuto novamente), e à época coincidiu com o começo de uma paixão por uma moça. (Ah, seu caminhar firme e elegante, sua voz terna, seu olhar resoluto e um pouco triste, seu jeito discreto e cativante…) A trilha deste filme de Alejandro Agresti se inicia de forma onírica e seu esplendor só se prolonga durante a crescente troca de cartas romântica e “fora” do tempo entre Alex e Kate, ao som de Paul McCartney (‘This Never Happened Before’, absolutamente linda, na cena mais bela do filme), Carole King (‘It’s Too Late’), Nick Drake (‘Pink Moon’) e outras.

    Um outro filme que me marcou bastante pela trilha sonora foi “O Lutador” (2008), de Darren Aronofsky. Mas mais especificamente por causa de uma única música, a que o encerra nos créditos finais: ‘The Wrestler’ (https://youtu.be/5e7gG6yGhp4), interpretada pela voz singular e inesquecível de Bruce Springsteen. Essa canção dialoga inteiramente com a périplo do sofrido lutador do filme, que, reconhecido em sua carreira nos ringues da luta livre, leva uma vida fora deles tristemente machucada por recorrentes episódios decepcionantes e autodestrutivos. Uma história bem peculiar, impactante e, diria, universal. Muitos podem se reconhecer na pele e nas pancadas levadas pelo protagonista (como eu em alguns momentos) e nos versos pungentes de Springsteen.

    Meus caros, para finalizar, duas dicas de filmes que estão na Netflix: o pequeno curta “Canvas” (2020), que, em apenas 9 minutos, concentra uma imensidão de sensibilidade; e o longa argentino “O Cidadão Ilustre” (2016), que segue um escritor argentino prêmio Nobel em uma visita que ele faz a sua cidade natal após quatro décadas de morada na Europa, percorrendo as ruas em que viveu na infância e reencontrando antigas amizades, conhecidos e o grande amor da adolescência. Nessa viagem, ele faz reflexões interessantes sobre a natureza da obra de arte, bem como se depara com perenes ressentimentos locais.

    Um grande abraço, meus caros, e boa semana.

    Responder
    1. Periferia

      Olá Filipe

      Ótimas dicas

      Assisti O Cidadão Ilustre outro dia.
      O filme flerta com situações (deliciosas) absurdas na pequena cidade (com um final muito legal).
      Oscar Martinez é um tremendo ator.
      Uma crítica feroz ao culto da celebridade …na Argentina ganhador de Nobel é celebridade… será que no Brasil seria?
      Tem uma passagem do filme que gosto…quando alguém tenta defender ajuda a cultura….
      O escritor diz algo mais ou menos assim…

      “A melhor politica para a cultura é não ter nenhuma…a cultura é indestrutível…capaz de sobreviver as piores catástrofes.
      Na África tem uma tribo selvagem que não possui em seu idioma a palavra liberdade…
      Sabem por que?
      Porque eram livres.”

      Abs Filipi…fique bem

      Responder
  39. Oswaldo E. Aranha

    Nesses dias aconteceu o dia mundial do rock, então lembrei-me de um samba, que, adaptado, tem a ver com o blog: Por que choras tanto assim rapaz? – Chega já é demais – Se é por causa de um tenista é bom parar…

    Responder
  40. Rodrigo S. Cruz

    “A McLaren do Prost em 1986 era completamente equivalente à Williams do Mansell e do Piquet, Rodrigo.
    Na verdade, o campeonato de 1986 foi um dos mais parelhos da história, com nenhuma equipe se destacando ou sendo amplamente superior às outras. Não por acaso, em determinado momento havia quatro pilotos concorrendo ao título: Senna, Prost, Mansell e Piquet (inclusive eles tiraram uma foto histórica. Cf. aqui: https://www.ayrtonsenna.com.br/bastidores-da-foto-historica-com-senna-mansell-prost-e-piquet/)
    Você reclama da minha menção ao Prost de 1993 e aí vem me dizer que o SCHUMACHER ganhou com um carro INFERIOR o Campeonato de 1995? #SERTO
    Aí só rindo mesmo, meu caro.”

    E eu continarei rindo das bobagens escritas acima, Arthur… rs

    Em 1986 a Mclaren do Prost era claramente inferior ás Williams, óbvio! Ponto pacífico, e QUALQUER PESSOA sabe disso!

    Todavia era um carro regular, confiável, e que quebrava muito pouco.

    O francês só entrou nessa briga por se aproveitar da SANGRENTA guerra interna entre Mansell e Piquet, na Williams.

    Com um tirando ponto do outro, até que ambos se derrotassem… rs

    E o Senna só não conseguiu isso também, porque a Lotus era frágil, beberrona, e o deixou a pé em VÁRIAS oportunidades.

    Apesar de ter um excelente motor para classificação (Senna liderou em número de pole-positions).

    Mas em corrida bebia muito e quebrava demais…

    E Schumacher, embora seja uma figura que eu NUNCA tenha gostado, ganhou sim com carro inferior em 95.

    (1994, ele trapaceou feio, como sabemos)

    Mas em 95, a Williams de Damon Hill era claramente superior, mas o inglês fez tanta CAGADA naquele ano que o alemão venceu.

    A pilotagem de Damon em 95 foi considerada assombrosamente DESASTROSA!

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    1. Luiz Fernando

      Ganhou (FOI CAMPEÃO) em 1994 e em 2000 com carro inferior também, ou seja, venceu 4 de 7 títulos com um carro que não era o melhor. Prost trapaceou feio em 1989 tirando Senna no Japão. Senna trapaceou feio em 1990 tirando Prost no Japão. Ambos foram campeões graças a trapaças nos anos citados, como Schumi em 1994. O alemão tentou repetir a sujeira em 1997, na Espanha, contra o Villeneuve, mas não conseguiu…

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        1. Sérgio Ribeiro

          Teu fanatismo pela Ferrari o faz fechar os olhos para o Dick Vigarista da fórmula 1 . Fazia prevalecer o contrato na qual seus segundos pilotos teriam que ceder suas posições. Não aprendeu nada com Senna x Prost e Piquet x Mansel. Sem falar em Lauda x Prost . TODOS foram Campeões do Mundo sem apelar a não ser na pista . Acho que ficou com preguiça de jogar o carro pra cima de Barrichelo e Massa . Não fez nada pra ajudar Irvine quando este precisou na luta pelo Título em 99 que acabou perdendo por apenas 2 pontos para Mika Hakkinen ( 74 x 76 ) . Abs!

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          1. Gildokson

            Perfeito Sérgio, cada vez que leio o nome desse alemão eu fico irritado kkkkkkkk
            Infelizmente nesse post ele está sendo diversas vezes citado, mas você fez um resumo muito bom de quem foi esse cara na F1, ainda bem que ao menos na segunda vez que ele tentou decidir o campeonato atirando o carro em alguém ele se deu mal, vibrei muito no dia.

  41. Marcílio Aguiar

    Leme, muito obrigado pela dica. Eu já li artigos sobre o movimento e seus expoentes, mas não me aprofundei nas obras de nenhum deles. Não incluo como prioridade, porque a minha lista de desejos para livros e filmes vai se ampliando a cada dia, que certamente não terei tempo de vida suficiente para cumpri-la na integra. Além da concorrência de 7 horas diárias com o trabalho, tenho que reservar um tempinho para minhas “simulações” de jogo de tênis e tentativas de improvisar sobre um tema de jazz básico, ao saxofone. Atividades que me dão sustentação para saúde física e mental e faço com o maior prazer.

    Responder
  42. Rubens Leme

    STRAWBS – DRAGONFLY (1970)

    O folk rock britânico é um dos estilos menos conhecidos da vertente. Bandas como Fairport Convention, Pentagle, Fotheringay, Steeleye Span fizeram discos apaixonantes dentro do estilo. Outra grande banda foi o Strawbs. O segundo disco, Dragon Fly mergulha fundo e se tornou um dos clássicos do gênero.

    O Strawbs era liderado por Dave Cousins e neste disco tem a primeira colaboração do pianista Rick Wakeman, que se tornaria membro fixo a partir do disco seguinte, Just a Collection of Antiques and Curios, também lançado em 1970. Produzido por Tony Visconti, de extensa ficha corrida (de David Bowie e T. Rex até Morrissey), Dragonfly trazia elementos de rock progressivo na longa faixa “The Vision of the Lady of the Lake” e seria essa a única colaboração de Wakeman neste disco.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLs9vIZChB0teh2eM6fGVKVP-VFlY8fpxo

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  43. Paulo Almeida

    Qual teria sido a origem do heavy metal?

    Helter Skelter dos Beatles? Dazed and Confused e Communication Breakdown do Led? Talvez.

    Agora é certo que não podemos negar que o estilo já existia com os riffs distorcidos e graves de Tony Iommi em Black Sabbath (1970) e com a velocidade e agressividade de In Rock (1970), especialmente em Speed King, uma pauleira que ainda quebra vidraças mais de 50 anos depois.

    No entanto, penso que o Judas Priest foi o responsável por moldar o metal dos anos 1980, unindo os elementos descritos acima no clássico Sad Wings of Destiny de 1976, Victim of Changes, The Ripper, Genocide e Tyrant não deixam a menor dúvida.

    Responder
  44. WILLIAM ALMEIDA

    O Nadal no carpete tem aproveitamento de 25,50 % exatamente 2 vitórias e 6 derrotas. Está certo que o Espanhol jogou pouco na superfície a a mesma foi banida do circuito da atp, no entanto quando a superfície estava no circuito o mesmo evitava torneios indoor nessa característica.

    Djokovic no carpete tem um aproveitamento de 71,14 % 10 vitórias e 4 derrotas.

    Federer tem um aproveitamento de 71,14 % o mesmo aproveitamento do Djokovic e 2 títulos Na superfície.

    Os dados acima demonstra que o Espanhol não foi capaz de adepta seu jogo em condições rápidas para rivalizar nos números na grama e no sintético com Djokovic e Federer, com isso seu curriculum no sintético e grama ficou inferior a Djokovic e Federer deixando o espanhol atrás na corrida do GOAT.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Ok. Mas, podemos dizer que Federer e Djokovic não adaptaram seus jogos ao saibro, de maneira que pudessem rivalizar com o espanhol lá (claro que, depois de RG 2021, isso se aplica mais ao suíço)?

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Federer e Novak não tiveram boa adaptação ao Saibro, caro Rafael ??? . Tem 5 e 6 FINAIS em RG respectivamente, e ambos estão apenas atrás do Espanhol em Vitórias em Paris . A frente de Borg , Vilas , Lendl , Wilander , Muster e CIA . Abs!

          Responder
          1. Rafael Azevedo

            Claro que os currículos de Federer e Djoko no saibro são ótimos. Mas, ele disse que o currículo do Nadal na grama era muito inferior aos dos outros 2. Porém Nadal também tem 5 finais e 2 títulos em WB. Na comparação com os melhores de cada piso, o currículo do espanhol na grama é ainda melhor do que os dos outros 2 em RG. Eu só fiz um comentário irônico, por terem desmerecido o Nadal na grama.

    2. Paulo F.

      Ué? Os membros da seita messiânica helvética garantem que Djokovic teria pouquíssimas chances nos pisos mais velozes, como o antigo carpete…

      Responder
    3. Ruy Machado

      Dos 1200 jogos até agora da carreira do Nada,l vc vai querer pegar 8 jogos e dizer que não se adaptou às quadras rápidas? Mesmo ganhando 2x WB e uma em cima de Federer? Ok, Djokovic é freguesaço do Kyrgios, nunca ganhou dele! Tá 2×0 para o Australiano… Taquepa…

      Responder
      1. WILLIAM ALMEIDA

        Nadal não ganhou um atp finals condições indoor semelhante com carpete, embora não seja uma quadra de carpete. Então o meu raciocínio está correto, nadal não conseguiu sucesso na adaptação seu estilo para esse tipo de condição indoor rápido, tanto que nunca venceu um ATP Finals .

        Aliás, se não me falhe a memória o único título do Espanhol em uma quadra indoor coberta Hard foi em madrid 2005.

        Responder
        1. Ruy Machado

          William, você começou o assunto falando sobre carpete e porcentagens de vitórias e eu disse que 8 jogos não são referência para o Nadal.
          Aí, posteriormente, você entra com argumento de hard indoor? Não entendi… O único que pode ter alguma referência de carpete é o Roger que jogou 70x, ganhou 50 e faturou dois títulos. Rafa e Novak estão fora disso. Mas se agora o assunto é hard indoor, ok… Vou dar razão. Até o momento, fez muito pouco. Mas seu currículo não pode ser desprezado fora do saibro, tem quase 80% de vitórias em hard e grama e 22 e 4 titulos respectivamente. Agora, vc achar que ele está fora da briga pelo GOAT, por não ter tido sucesso nas hards indoor, é uma opinião sua. Imagine que o Espanhol vença a corrida numérica de GS… Será que ele não pode vir a ser ovacionado como o GOAT? Afinal, o recorde de GS é o que tem maior peso nessa corrida. Sugiro aguardar o fim da carreira de todos para que se possa medir o feito de cada um. Abc e Saudações Rubro Negras!

          Responder
          1. Rafael Azevedo

            E vale ressaltar que a temporada relevante de Hard Indoor é muito curta e ocorre no fim do ano, quando Nadal, normalmente, está lesionado ou desinteressado. Claro, isso não é regra. Tiveram alguns poucos anos em que ele realmente se preparou para tentar ganhar o Finals e fracassou. Mas, chegou em algumas finais.
            Além disso, há o fato de que não há Slam na Hard Indoor, o que tira ainda mais a motivação do Nadal de buscar um grande esforço para se adaptar ao piso. A temporada da grama também é curta e com poucos torneios relevantes, mas possui um dos GS mais tradicionais do circuito. Pela ambição de vencer esse torneio, Nadal se esforçou para se adaptar Às condições rápidas de lá. São 2 títulos e 5 finiais, além da semi de 2018 que foi uma final antecipada (e ele quase levou).
            Não será que se existisse um Slam na Hard Indoor o Nadal não teria se matado para vencer lá.
            Acho que o problema do Nadal com a Hard Indoor não é a incapacidade de adaptação, mas a falta de motivação necessária.
            Claro que a ressalva é o Finals. A falta desse título, ainda que não seja um GS, é uma pequena mancha no enorme currículo do espanhol.

        2. Rafael

          William

          Sério que vc considera seu raciocínio correto usando como argumento Nadal nunca ter vencido o Finals? Mesmo sabendo que ele sempre chegou contundido e/ou estourado por lá, devido às escolhas de calendário priorizando tudo no saibro que fazia? Ou que ele não se adapta às quadras mais rápidas tendo DOIS Wimbledon e, no geral, fora do saibro, SETE slams, igual a ou mais que endas do passado conseguiram em TODA sua carreira?

          Bom, se você acredita nisso, eu só posso discursar, com tudo o respeito.

          Responder
          1. WILLIAM ALMEIDA

            Tranquilo Rafael aqui é um ambiente democrático e respeito sua opinião. Continuo com a opinião que o Espanhol não adaptou seu jogo a hard indoor condição semelhante ao carpete, independente do finals o Espanhol só tem 1 título na superfície o longínquo master 1000 de Madrid de 2005 e o mesmo evitava torneios nessa característica por não se sentir confortável com a dinâmica de jogo rápido .

            O Sampras foi massacrado durante sua carreira por não ter se adaptado ao saibro (americano venceu 1 M1000 roma em 1994) o Nadal tem um cenário parecido venceu apenas o M1000 de madrid em 2005.

          2. WILLIAM ALMEIDA

            Wimbledon não é condição mais rápida do circuito, efetuaram um levantamento e a quadra do AO e Shangai são mais rápidas que o GS britânico. Espanhol também tem apenas 1 GS na Austrália.

      2. WILLIAM ALMEIDA

        Derrotas em indoor hard do Espanhol na sua carreira.

        2006
        Joachim Johansson
        Tomas Berdych
        Roger Federer
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2007
        David Nalbandian
        David Nalbandian
        Roger Federer
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2008
        Gilles Simon
        Nikolay Davydenko
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2009
        Novak Djokovic
        Soderling
        Davydenko
        Djokovic.
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2010
        Guilhermo Garcia Lopez.
        Roger Federer
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2011
        Tsonga
        Roger Federer
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2013
        David Ferrer.
        Djokovic
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2014
        Coric.
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2015
        Roger Federer.
        Wawrinka.
        Obs: Nenhum título hard indoor.

        2017
        David Goffin.
        Obs: Nenhum titulo Hard Indoor.

        2019
        Alexandre Zvrev
        Obs: Nenhum título Hard Indoor.

        2020
        Zvrev
        Thiem
        Meedeved.
        Obs: Nenhum título.

        O espanhol tem 1 titulo na condição rápida parecida ao carpete, embora não seja o carpete . Comparando com o Suíço no saibro ( em tese pior piso do Federer) o Curriculum do espanhol em seu pior piso é muito abaixo ao do Suíço com o Djokovic então não tem nem como comparar.

        Reforço minha tese o Espanhol não foi capaz de adaptar seu estilo em condições semelhante ao carpete. Por isso tem um número de semanas como número 1 bem abaixo ao Federer e Djokovic, custando caro nas estáticas na corrida do GOAT.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Não dá para comparar o saibro com o carpete e a hard indoor. A temporada do saibro é muuuuito mais relevante no circuito de tênis.

          Responder
      3. WILLIAM ALMEIDA

        O Sampras é massacrado por não ter adaptado seu jogo ao saibro (olha que o americano ganhou 1 M1000 de roma) e é considerado como um jogador “mediano” no saibro.

        Podemos sim considerar o Nadal em Hard indoor um jogador “mediano” sem passar pano. Espanhol como americano ganhou 1 título relevante na quadra Indoor hard e nada mais.

        Responder
  45. Rubens Leme

    Periferia, Barocos, Marcílio, Filipe, Marcão, Miguel Tyson e a todos que se interessarem: alguém aí curte Jack Kerouac e os beats?

    Hoje peguei meu box de 3 cds dele The Jack Kerouac Collection (https://www.amazon.com.br/Jack-Kerouac-Collection/dp/0930589025), onde ele declama suas poesias e estou ouvindo esse cd, “Jack Kerouac – Blues and Haikus”, com participações dos jazzistas Zoot Sims e Al Cohn ao fundo.

    Até ajudar a passar o dia neste calor infernal de 38 graus. Quem quiser mandar frio engarrafado, agradeço.

    https://www.youtube.com/watch?v=UyktuCjOisc

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme

      Não compreendo como a filosofia antimatérialista da geração beat influenciou tantos músicos…gente como Jagger…Beatles…Dylan…Gilmour…Roger Waters

      Todos ficaram milionários…Dylan ficou bilionário (vendeu seu catálogo para Universal)…
      A influência não foi total…rs

      Dele conheço apenas o famoso On the Road (com tradução do gremista Peninha)
      E algumas poesias “botequeiras”…acho tudo muito dramático.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Bom, tenho todos os livros do Kerouac editados no Brasil, que são 24. Meus favoritos são a estreia – Cidade pequena, cidade grande -, Os Vagabundos Iluminados, Anjos da Desolação e o virulento Big Sur, onde relata o caos que sua vida virou após On The Road ser publicado. O livro chegou a virar um filme (muito bom, por sinal, https://www.imdb.com/title/tt1462411/), com o alemão Jean-Marc Barr fazendo um ótimo Kerouac.

        Na verdade, o anti-materialismo não era bem real. Em On The Road você percebe como ele fala de dinheiro, quando trabalha nos campos de algodão ou em pequenos empregos. Kerouac ficou rico e teve uma das morte terrível, com hemorragia interna de tanto beber. O dinheiro (principalmente a falta dele) permeia todos os amigos de Jack e a ele, antes da fama.

        Toda a geração foi se desintegrando aos poucos. Sobre Dylan, Waters etc ganharem dinheiro, me lembro de uma antológica frase da cantora canadense Joni Mitchell: “nos anos 60, sonhávamos em mudar o mundo. Nos anos 70, descobrimos que era impossível. Nos anos 80, resolvemos ganhar dinheiro”.

        Responder
    2. Barocos

      Rubens,

      A grande utopia de todos os alertas sobre o materialismo, não importa a época, foi a assunção de que uma grande parcela da população, e não uma minoria, realmente passaria a encarar a vida, e a viver as suas vidas, de uma maneira diferente. Todas as críticas que foram feitas, desde os tempos dos gregos, passando pelos ensinamentos de Jesus, e até o movimento da contra-cultura americana, a mim parece, deixa ensinamentos importantes sobre nós mesmos e sobre a nossa inserção na sociedade. O primeiro, as pessoas são realmente muito preocupadas com o aumento de bem estar que um pouco mais de dinheiro pode trazer, era verdade na época dos gregos e continua sendo nos dias de hoje. O segundo, a maior parte de nós necessita de aceitação por parte de nossos pares e, por mais que se diga que cada um faz o que quiser com a própria vida, é líquido e certo que haverá um julgamento coletivo, então, muitas e muitas vezes, sujeita-mo-nos a seguir muitas convenções sociais, já que a transgressão costuma ser punida de uma forma ou de outra (nas mais brandas, pelo alijamento passivo, nas mais graves, pelo encarceramento). A terceira, somos egoístas, pouquíssimos de nós se disporiam a abrir mão de coisas que consideram importantes para suprir as necessidades de outros. A quarta, em todas as sociedades onde ocorreram as divisões sociais, ocorreu também a precificação, o que reforça a necessidade de “enquadramento” para que as nossas necessidades, mesmo as mais básicas, sejam supridas. Como você pode notar, são correntes muito fortes as que nos mantém atracados.

      Note que muitas das “rupturas” atuais não têm nada de contra-cultura e são apenas novas formas de exercitar o materialismo, e a explosão do fenômeno das “celebridades” é um exemplo apropriado disto.

      Para mim, é irreal sonhar com uma grande mudança em uma geração. Olhando os avanços sociais, entretanto, nota-se que, paulatinamente, uma transformação por pequenos incrementos está ocorrendo. Assim, eu não diria que as críticas feitas desde os gregos foram inúteis, haja vista que muitos avanços realmente ocorreram. Infelizmente, as sociedades têm este peculiar hábito de dar alguns passos à frente e, quase que imediatamente, proceder com quase igual número para trás.

      Saúde e paz.

      Responder
    3. Rafael

      Leme,

      O plano de fundo de meu perfil no Twitter contém uma reflexão de Freud:

      Some are afraid to show even the slightest sign of affection because of fear. Fear that their feelings may not be recognized, or even worst, returned. But one thing about human beings puzzles me the most is their conscious effort to be connected with the object of their affection even if it kills them slowly within.”

      Sobre Jack Kerouac, li o óbvio: On the Road e alguns outros textos beatnik aqui e ali.

      Meu tweet fixado contém Charles Bukowski, ilustrado pelo genial Robert Crumb:

      “I don’t know about other people, but when I bend over to put my shoes in the morning, I think Christ Almighty, now what?”

      E, como já disse antes aqui, meu fiósofo preferido é Arthur Schopenhauer. Ele via a vida como eu a vejo.

      Posso te garantir que essas reflexões fizeram e/ou fazem parte da minha essência, da minha identidade, até hoje.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Vamos por partes (como diria Jack, o Estripador).

        Rafael, coheço essa frase do Bukowski, porque também sou um consumidor voraz dele. Adoro os romances, especialmente Hollywood, que lia em voz alta para a minha esposa no quarto, de noite, em um período de extrema dificuldade financeira para nós, quando não tínhamos sequer um televisor, apenas uma internet discada e um rádio e alguns livros. Ele e os contos do Woody Allen aqueceram muitas noites nossas.

        Freud e Schopenhauer também fazem sucesso em casa. Conhece o livro Blues, de Robert Crumb? Tem para vender em sebos. Se gosta do gênero vai amar. No livro, mostram as capas de discos que ele fez, inclusive há uma coletãnea que usa a capa do livro sobre gaitistas. Tenho esse disco, mas desconhecia que o desenho era dele. (https://www.estantevirtual.com.br/livros/robert-crumb/blues/3841488491?show_suggestion=0)

        Meu caro, Barocos sua resposta é tão perfeita que fica difícil uma réplica, mas vou tentar dizer o que penso.

        Particularmente, não acredito em grandes mudanças em um curto espaço de tempo e quando ocorrem são geralmente desastrosas, porque quase sempre são impostas à força. Creio que as utopias são fundamentais na nossa vida, porque é de onde nasce a esperança e as mudanças.

        Sobre Kerouac e os beats o que mais admiro é a honestidade em se desnudarem, independente de soarem ingênuos, pornográficos, loucos ou doentes. Eles pagaram um preço muito alto, mas ao menos tentaram viver dentro de suas convicções e isso é algo que tento fazer. Claro que pagamos um preço por nossas escolhas, é inevitável.

        Sobre Kerouac: ele tinha uma infelicidade que a fama só fez piorar, porque começou a ser rotulado e visto como algo que não era, uma bússola, um ídolo e ele deixa bem claro nos seus livros. É esse espírito de auto questionamento que tanto admiro em seus textos. On The Road e Uivo, do Ginsberg foram proibidos por um tempo, sendo que Uivo precisou vencer um processo judicial para ser publicado.

        Ginsberg, homossexual, judeu e esquerdista era visto como o próprio demônio na América, mas sua prosa é especialmente forte e contraditória e. Uma pena que hoje em dia poucas pessoas o leiam e compartilhem suas utopias, que são extremamente humanistas.

        Jamais aprenderemos com os nossos erros e não falo somente do Brasil. O fascismo está voltando com força em vários cantos do planeta, direitos estão sendo retirados, o consumo aumenta, os ricos estão cada vez mais ricos (e como enriqueceram na pandemia!), pessoas começam a achar que a “vida normal está de volta” enquanto milhares voltam a morrer diariamente.

        Não sei muito o que pensar sobre isso, apenas tento sobreviver. Por fim, deixo esse poema do Allen Ginsberg presente em Uivo.

        Um abraço

        Canção

        O peso do mundo
        é o amor.
        Sob o fardo
        da solidão,
        sob o fardo
        da insatisfação

        o peso
        o peso que carregamos
        é o amor.

        Quem poderia negá-lo?
        Em sonhos
        nos toca
        o corpo,
        em pensamentos
        constrói
        um milagre,
        na imaginação
        aflige-se
        até tornar-se
        humano –
        sai para fora do coração
        ardendo de pureza –

        pois o fardo da vida
        é o amor,

        mas nós carregamos o peso
        cansados
        e assim temos que descansar
        nos braços do amor
        finalmente
        temos que descansar nos braços
        do amor.

        Nenhum descanso
        sem amor,
        nenhum sono
        sem sonhos
        de amor –
        quer esteja eu louco ou frio,
        obcecado por anjos
        ou por máquinas,
        o último desejo
        é o amor
        – não pode ser amargo
        não pode ser negado
        não pode ser contigo
        quando negado:

        o peso é demasiado
        – deve dar-se
        sem nada de volta
        assim como o pensamento
        é dado
        na solidão
        em toda a excelência
        do seu excesso.

        Os corpos quentes
        brilham juntos
        na escuridão,
        a mão se move
        para o centro
        da carne,
        a pele treme
        na felicidade
        e a alma sobe
        feliz até o olho –

        sim, sim,
        é isso que
        eu queria,
        eu sempre quis,
        eu sempre quis
        voltar
        ao corpo
        em que nasci.

        Responder
        1. Rafael

          Leme,

          Agradeço a recomendação sobre Crumb e retribuo com outea (ingenuamente acreditando que possa ser inédita para vc:) Amerika.

          Muito bom

          Responder
  46. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,recentemente o Djokovic deu uma entrevista interessante,declarando que os jogos quanto mais longos ficam,beneficiam ele,em detrimento da nova geração.Ja para o Federer,por conta do fisíco,isso claramente o prejudica.
    Mas em relação ao Nadal,podemos dizer que ele tem uma desvantagem em jogos longos contra a Next Gen?Ou voce ainda enxerga ele fisicamente forte para lutar por mais de 4 horas de jogo?

    Responder
  47. Sandra

    Dalcim, vc não achou que até que foram muitos jogadores para as olimpíadas? Os dois campeões de Wimblendon , os 4 primeiros do ranking masculino ? Com exceção do Nadal , no que fez muito bem em não ir ….. e os brasileiros ? Foram bastantes ? Como é feito ? E por grupo ou perdeu da graças a Deus e pega o avião de volta ??? rssss , com essa COVID não dá para brincar!, e já tem muita gente pegando e ainda nem começou !!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É um torneio como qualquer outro, eliminatória simples. Ficou bem esvaziado, embora ainda tenha um bom volume entre os tops. E isso ajudou a termos mais brasileiros, o que sempre é bom.

      Responder
  48. Maurício SP

    Na expectativa para o sorteio da chave olímpica. Sem o Del Potro, seria ótimo um Djokovic x Murray na 1a. rodada. O sérvio tremeria com os pesadelos de sua ultima participação.

    Responder
  49. Periferia

    A Netflix lançou a série
    Naomi Osaka: Estrela do Tênis.
    São 120 minutos (divididos em 3 capítulos de 40 minutos ).
    A série é decepcionante para compreender a jovem tenista japonesa.
    Basicamente é um veículo promocional para uma estrela do esporte (o título da série já diz isso).
    Em momento nenhum se aprofunda nós demônios da jovem…sua relação familiar (os pais aparentam tem uma história de vida mais interessante do que ela)…o preconceito tanto no ocidente como no oriente…a figura do namorado…os amigos (Kobe Bryan é colocado como um mentor)…a introspecção…nada.
    Ela está sempre desconfortável (em qualquer lugar).
    Percebe-se que é uma jovem em construção…tentando alcançar a maturidade antes do tempo…muito melancólica (é uma pessoa triste).
    Tem imagens legais dos treinos (treina muito)…dos bastidores do UsOpen e AO.
    O que chama atenção na série…em momento nenhum ela declara seu amor pelo tênis.
    O esporte não é fonte de prazer…pelo menos para a jovem japonesa.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Periferia, é curiosa essa “obrigação” dos esportistas amarem o esporte que praticam. Conheci diplomatas, médicos, advogados, enfermeiros etc que odiavam seus empregos e profissões, mas os mantinham porque davam boa remuneração e porque muitos tinham um emprego fixo e estável.

      Oras, se um grande médico que salva vidas odeia ser médico porque uma tenista precisa sempre amar jogar tênis?

      Desde que ela seja ética e tente fazer o melhor dentro de quadra, é o que importa.

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        O Agassi, segundo sua biografia, detestava. O Ronaldo fenômeno, não sei se declarou, mas aparentemente não é uma amante do futebol, apesar do esforço digno de aplausos que fez para superar os gravíssimos traumas físicos que passou.

        Responder
      2. Periferia

        Olá Leme

        De certa forma eles (esportistas) não são empregados… são produtos…escravizados dentro de um processo (claramente bem remunerados) indecente.
        O produto necessita de uma embalagem…de uma imagem predefinida.
        O fã aguarda ansiosamente a construção desse produto para preencher o vazio da vida atual…o produto não pode ter defeitos…tem que ser perfeito (para evitar detratores).
        O fã não pode ligar sua a vida a alguém com problemas ou um perdedor…afinal…ele é um fã (conhecido como consumidor final…o cara que sustenta tudo).
        Osaka é um bom exemplo da máquina de moer que o esporte se tornou.
        Enquanto isso o fã aguarda…
        O maior jogador de todos os tempos da última semana.
        Ansiosamente…

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Eita que o Cláudio (Periferia) pegou ar… Relaxa nobre !!
          A palavra “detratores” não usei especificamente para você, e sim para as pessoas que de alguma forma se sente bem em atacar gratuitamente o sérvio. Eles não se satisfazem apenas com o que pensam acerca do “homem”, é preciso caçar e expor, por menor que seja, algo que atraía adeptos alinhados com determinada interpretação, mesmo que minoritária.

          “O fã aguarda ansiosamente a construção desse produto para preencher o vazio da vida atual…o produto não pode ter defeitos…tem que ser perfeito (para evitar detratores).”

          Discordo integralmente do que você disse (e olha que isso é raro rsrsrs). “Preencher o vazio da vida atual” ?? Cuma ? Acho que há uma boa pitada de exagero aí. Acredito que até exista fã deste naipe, mas é uma minoria muito irrisória. Aqui não vislumbro que tenha alguém com esse perfil, qualquer que seja a torcida.

          E tem fã que enxerga o produto (ídolo) sem defeito, excluindo os com algum distúrbio mental ?? O sérvio e outros ídolos que admiro (admirava) estão longe da perfeição, dentro e fora do campo esportivo.
          Só sei que tomei a minha vacina, não bebo água purificada com o poder da mente, não discuto com os árbitros nos torneios do qual participo (tênis e futebol) e nem ando quebrando minhas preciosas raquetes. Cada um faz a sua peneira, filtra o que acha proveitoso do seu ídolo.

          Saúde e PAZ nobre Cláudio!!!

          Responder
          1. Periferia

            Olá Danilo

            O “detratores” foi uma provocação…..rs
            Quando coloco o “vazio da vida atual”….coloco como algo maior…muito além de um segmento como o esporte.
            Exagerando….sou um homem renascentista…não me adapto muito a massificação do pensamento…a tentativa (civilizatória) de desconstrução do poder crítico.
            Hoje temos grandes dificuldades de admitir que fomos longe demais…buscamos “totens’ para simbolizar uma sociedade consumista e pouco crítica.
            Quando atacamos os “totens'”…usando uma simples interpretação textual…causamos desconfortos.
            O que é normal nos dias de hoje (o simbolismo da imagem é algo forte).
            Fico feliz que vc aceite que seu ídolo ou aquele esportista que vc admira tenha defeitos…(e tem bastante).
            Todos temos.

            Abs
            Nobre Nolista Danilo.

      3. Willian Rodrigues

        Perdoem-me pela intromissão na conversa Leme…
        “Oras, se um grande médico que salva vidas odeia ser médico porque uma tenista precisa sempre amar jogar tênis?”
        Sou da área de saúde, e afirmo categoricamente que não existe um único verdadeiro “GRANDE MÉDICO”, realmente capaz de salvar e/ou prolongar vidas, sem AMAR o que faz!
        Peço desculpas, mas se for esse mesmo o caso (ela não amar o esporte), NUNCA será uma Serena Williams ou Steffi Graf da vida. Nunca será realmente brilhante…
        Poderá encher as burras de dinheiro (parece-me já ser esse o caso), ou mesmo levantar bandeiras contra a discriminação étnico-racial (não me parece tão autêntica como um Muhammad Ali), mas, não passará disso.
        Abs

        Responder
        1. Willian Rodrigues

          Complementando, não basta ter uma inteligência ou habilidades (destreza manual, por exemplo) acima da média para se tornar esse “grande médico” que você referenciou.
          São necessárias muitas horas de estudo e dedicação ao treinamento.
          E isso amigos, é exclusivo de quem ama a profissão!
          Tem que haver muito idealismo.
          Trazendo novamente para o contexto do tênis, é um dos maiores aspectos que admiro no Big 4.. Não foi á toa que Agassi se perdeu em alguns momentos de sua carreira e não se tornou um dos maiores. Talento ele teria de sobra…

          Responder
        2. Rubens Leme

          Willian, vim de uma família de médicos. Meu avô materno era cardiologista, meu avô paterno, dentista. Meu pai era ortopedista e o irmão mais novo dele e meu padrinho também (aliás, meu pai segurou um emprego em uma cidade do interior vizinha por 3 anos, cobrindo plantões para garantir um emprego quando ele se formasse). Minha irmã e médica. O ex-marido dela, também.

          Tenho outro primo cardiologista e outro ortopedista (filho do meu padrinho). Tenho mais dois tios dentistas e digo que conheci muitos médicos (não apenas 1 ou 2, mas muitos porque fui criado em Ribeirão Preto, que tem a USP e fui criado neste meio de médicos) que seguiram a profissão porque queriam trilhar o caminho aberto pelos pais ou avós.

          Entáo, me desculpe existem médicos sim que não gostam de ser médicos, mas que ainda assim são muito competentes.

          Responder
          1. Willian Rodrigues

            Prezado, a questão é que o adjetivo “grande”, conforme você utilizou, remete a uma condição de ser “brilhante”, acima da média….
            E isso, os pouco apaixonados pela profissão, qualquer que seja ela, definitivamente não são!
            Fique bem…

    2. Maurício SP

      Eu tinha simpatia por ela, mas desde a história da recusa das entrevistas, passei a torcer contra. Como disse o Paulo Cleto, a moça ganha milhões e não quer se submeter às pequenas obrigações que ajudam o esporte a dar altos rendimentos? O que seria das premiações aos tenistas sem a imprensa para repercutir os torneios e cativar os fãs?

      Responder
      1. Rafael

        Eu não enxergo como “ela não quer”.

        Paulo Cleto, além de todo o resto, é muito simplista, além da óbvia falta de capacidade de ter empatia, já demonstrada várias vezes. Não que vá mudar o que resta de minha vida, mas tenho curiosidade em saber se ele é mesmo assim na intimidade ou é simplesmente uma “persona” que criou para o público.

        Responder
      2. José Yoh

        Maurício, o problema que eu vejo é o massacre coletivo mundial, justamente o que fazemos aqui. Qualquer declaração leva à milhões de críticas.
        Acredito ser insuportável para pessoas tímidas ou que tenham alguma propensão à depressão.

        Responder
  50. DANILO AFONSO

    Poucas horas depois de perder a final de Wimbledon para DJokovic, BERRETTINE e sua namorada foram para Wembley torcer pela seleção italiana na final da Eurocopa.

    Veja no vídeo abaixo o italiano comemorando muito o título da azzurra:
    https://www.youtube.com/watch?v=o6THxemyZOU

    Se o vídeo já foi postado no portal tenisbrasil, eu estou com delay de alguns dias…rsrsrs

    Responder
  51. Paulo Almeida

    Rapaz, acabei esquecendo de dizer que o maioral do Ibope foi homenageado no Fantástico do domingo passado, ofuscando completamente a final da Euro e a corrida dos cavalinhos. O cara já tinha dominado o JN e o Esporte Espetacular quando bateu o recorde de semanas e agora de novo! ???

    Quanto às Olimpíadas, claro que é um Big Title, mas realmente não sei se é uma boa o Craque continuar nesse ritmo frenético sem umas boas semanas de descanso. Bom, espero que dê certo e não comprometa o US Open, que é o que interessa mais.

    Responder
  52. Rubens Leme

    Escrito em 1870. Tão assustadoramente atual no Brasil atual.

    “Chigalióv é um homem genial! Sabe, é um gênio como Fourier; Porém mais ousado que Fourier, mais forte que Fourier; vou cuidar dele. Ele inventou a “igualdade”! No esquema dele cada membro da sociedade vigia o outro e é obrigado a delatar. Cada um pertence a todos, e todos a cada um. Todos são escravos e iguais na escravidão. Nos casos extremos recorre-se a calúnia e ao assassinato, mas o principal é a igualdade. A primeira coisa que fazem é rebaixar o nível da educação, das ciências e dos talentos. O nível elevado das ciências e aptidões só é acessível aos talentos superiores, e os talentos superiores são dispensáveis! Os talentos superiores sempre tomaram o poder e foram déspotas, sempre trouxeram mais depravação do que utilidade; eles serão expulsos ou executados. A um Cícero corta-se a língua, a um Copérnico furam-se os olhos, um Shakespeare mata-se a pedradas — eis o chigaliovismo. Ah, ah, ah, está achando estranho? Sou a favor do chigaliovismo!”

    (do personagem Piotr Stiepánovitch, no romance Os Demônios, de Dostóievski, de 1870).

    Responder
    1. Periferia

      Olá Leme

      Abel escreveu com propriedade sobre No Coração das Trevas…em dado momento ele mencionou Leopoldo da Bélgica…um genocida…que mesmo sem nunca pisar no Congo exterminou milhares de pessoas…protegido pelo manto da mentira (genocidas mentem).
      O assunto desperta a pergunta….de onde surge os demônios? Como eles aparecem?
      Os personagens de Os Demônios respondem…
      Aparecem da violência…da ignorância…do terrorismo…da imposição ideológica…da falta de empatia…que continuam vivos ainda hoje…disfarçados de populismo.
      Um personagem do livro de Dostoievski (Stiepan Trofímovitch) é cirúrgico:

      “A verdade verdadeira é sempre inverossímil. Para tornar a verdade mais verossímil precisamos necessariamente adicionar-lhe a mentira”.

      No Brasil a mentira vem em doses cavalares…

      Responder
    2. Rafael

      Quase tudo de Fiodor Dostoiévski é leitura obrigatória para quem almeja abrir os horizontes de sua mente.

      Ao contrário da maioria, gosto mais dele do que de Leo Tolstoy, em quem, aliás, Dosto dizia ter se inspirado.

      Como não entendo russo, tentei ler Guerra e Paz mil vezes, mas não passava da décima página. Pensei que poderia ser a tradução. Aí decidi comprar a versão em inglês, War and Peace. Aí fiquei doente.

      Responder
    3. Abel Jr.

      Olá Rubens e Periferia, como vão?
      Por algum motivo o único livro do Dostoiévski que li foi o “Noites brancas”.
      Más, o parágrafo que destacou do texto, vai encontrar rotineiramente:
      O nome da rosa (Umberto Eco), Fatos transportados para ficção; Em 1984, (Orwell) Ficção baseada nos fatos.
      Um vigia o outro: No livro de Eco uma das armas foi este estado de dedos-duro e em 1984, nem precisa falar que tudo te vigia, inclusive você.
      Sobre o conhecimento: ele não é destruído e sim monopolizado.
      Em O nome…, As abadias mantém e o usam como arma, moeda , e o para suas causas poítico-religiosas.
      Em 1984, O INGSOC, o tal partidão, possui uma elite de 3% que se vale do conhecimento adquirido para construir a base do controle social.
      Em Farenheint e Admirável Mundo Novo, os personagens do estado que alienam e instrumentalizam, recitam textualmente autores que nas histórias dos livros deveriam ser culturas mortas. Ou seja, eles têm para si (claro que há uma discursão diferente entre as obras, em Farenheint o personagem acha que quanto maior o conhecimento maior é a desilusão…)
      E se for na história humana é sempre assim.
      Gosto do exemplo do “Apocalipto” o filme muito louco do Mel Gibson que apesar de ser louco, possui uma passagem bem ilustrativa:
      Eles estão em um festival religioso, passaram dias sacrificando prisioneiros.
      Por não terem exatidão de quando viria o que esperavam, o tal festival já se alongava demais.
      Porém, quando o protagonista seria o próximo sacrificado, ocorre o sinal “divino” que aguardavam:
      Um ECLIPSE.
      A elite sabia que aquilo ocorreria, o povo não. E apenas pelo monopólio do conhecimento é que era possível terem aquele controle “divino” que era usado para a manipulação. Não querem matar um Galileu ou um Sócrates ou um Otto von Brown, querem apenas ter o ter controle.
      Quanto ao Apocalipse Now!, realmente o filme foi muito difícil de ser produzido. Também, os caras foram pagar o Brando um milhão por semana trabalhada e sem prazo…
      Eu vou ver o documentário, Perifa, o livro, dei uma olhada e achei interessante, vou ver mais para a frente.
      Obrigado e abraços.

      Responder
      1. Periferia

        Olá Abel

        Interessante vc citar Apocalypto…e um filme pouco visto…mas de grandes qualidades.
        Apesar de ser dirigido por Mel Gibson (um conservador..cujo o pai negava a existência do holocausto)…o filme causa muitas reflexões (não sei se intencional ou apenas obra do acaso).
        Quando no final do filme…o personagem observa os navios espanhóis (chegada de Cortez) é como se o filme dissesse que a domínio pelo conhecimento estaria ameaçado.
        Os espanhóis representaria o domínio pela força das armas (voltamos a Leopoldo e o colonialismo)…
        Fazendo um parelo… até que ponto o domínio do conhecimento hoje pode ser algo ameaçador e um instrumento de supremacia?
        Sendo que qualquer pessoa com pouco conhecimento (ignorante) pode nos dominar…basta um cabo e dois soldado…
        O domínio pelo conhecimento não seria uma utopia?

        Abs

        Responder
  53. Periferia

    Apocalypse Now …1979…Francis Ford Coppola.

    Filme baseado no livro No Coração das Trevas de Joseph Conrad.
    Coppola capta genialmente o espírito do livro de Conrad.
    Usando Guerra do Vietnã como cenário…o filme demonstra que a barbárie e a civilização caminham lado a lado.
    A busca pelo Coronel Kurtz é apenas uma “desculpa” para mostrar a destruição da ideia de civilização…na realidade…o filme deixa claro (assim como o livro) que os bárbaros somos nós (imperialista…colonialistas e loucos).
    Com uma trilha variada…abre o filme com The End (ironia) do The Doors e tem A Cavalgada das Valquírias como ponto alto do filme (helicópteros se preparam para bombardear um aldeia vietnamita ao som da música de Wagner…uma cena inesquecível).
    O filme teve uma produção complicada…Martin Sheen (Willard) o protagonista chegou a sofrer um infarto durante as filmagens…Brando (Kurtz) apareceu gordo e sem querer decorar as falas (improvisou todas as falas do personagem).
    Furacão….drogas.
    O filme estourou todos os prazos.
    No final…depois de tudo….fizeram uma das melhores adaptações de um livro para o cinema.

    Responder
    1. Rubens Leme

      A versão Redux acrescenta mais de 40 minutos e abre leques para várias discussões como aquela em que os franceses explicam ao Wilard que foi o governo dos EUA um dos que mais cedeu armas e dinheiro para o Vietnã.

      A cena em que eles chegam ao posto de comando sem ninguém na chefia e que os soldados atiram em pontes e cabos de alta tensão imaginando inimigos é chocante.

      Responder
    2. Abel Jr.

      Tudo bem Periferia,
      É bem isto, o filme é uma ótima adaptação de uma obra que outro diretor nunca traria para outro cenário o escopo do livro.
      O que faz que Coppola para mim, um dos maiores adaptadores ou releitores de livros para o cinema (ao lado de Milos forman e Kubrick).
      Eu vou ver o documentário e o livro, pretendo esperar acabar outros livros que tenho e ver se o preço baixa, más é o tipo de livro que gosto de ler.
      Valeu pela dica.

      Responder
  54. Rubens Leme

    JEFF BECK – TRUTH (1968)
    https://www.youtube.com/watch?v=-kaJIynR15s

    Para muitos, é um dos discos que deu início ao heavy metal, pelo peso da guitarra de Jeff Beck. Particularmente discordo e o vejo mais perto do hard rock, graças às raízes blues do grupo. Muitos consideram o disco como o primeiro do Jeff Beck Group, banda onde Jeff reunia dois nomes que ficariam muito famosos nos anos 70: o vocalista Rod Stewart e o baixista (e futuro segundo guitarrista dos Rolling Stones), Ron Wood. Os dois acabariam se juntando nos Faces, em pouco tempo.

    Beck já era um veterano da cena de blues inglesa, passando pelos Yardbirds, substituindo a Eric Clapton. Beck, no entanto, não era a primeira opção, pois Clapton havia recomendado um ainda desconhecido Jimmy Page para o seu lugar. Page declinou e então recomendou Jeff Beck, que aceitou. Quando o baixista Paul Samwell-Smith deixou o grupo, Page foi chamado para assumir o instrumento, com o baixista Chris Dreja tornando-se o segundo guitarrista.

    Com Beck e Page, os Yardbirds partiram para a América, mas em São Francisco, Beck foi hospitalizado e saída foi colocar Page como guitarrista solo, com Dreja voltando ao baixo. Quando Beck se recuperou, os Yardbirds tinham dois dos melhores guitarristas ingleses e com essa formação tocaram “Stroll On”, no filme Blowup, de Michelangelo Antonioni.

    Dono de um temperamento explosivo, Beck acabou demitido da banda e começou uma carreira-solo – “Hi Ho Silver Lining” e “Tallyman”, raros momentos onde assume os vocais. Logo em seguida, convidaria Rod e Ron, além do baterista Micky Waller e formou o Jeff Beck Group.

    Truth é um disco de blues branco e destaca-se a bela voz de lixa de Rod Stewart e o virtuosismo de Beck. Além do quarteto, há vários convidados, caso de John Paul Jones, que tocou órgão em “Ol’ Man River” e “You Shook Me” (canção que o Led gravaria, meses depois e em um arranjo muito mais pesado), o tecladista Nicky Hopkins e Keith Moon em “Beck’s Bolero”, canção instrumental inspirada no Bolero, de Ravel.

    Essa última composição, aliás, ficou tão boa que por um tempo, especulou-se em um supergrupo com Beck e Page, nas guitarras, John Paul Jones, no baixo e Keith Moon, na bateria, o que causou uma tensão enorme entre Beck e o lider do The Who, Pete Townshend.

    Rod Stewart e Ron Wood ainda continuariam com o grupo no disco seguinte, o já não tão inspirado Beck-Ola (oficialmente o primeiro disco creditado ao Jeff Beck Group), este sim um LP bem mais pesado, e muito influenciado pelo lançamento do primeiro disco do Led Zepellin.

    Em Beck-Ola, Beck tentou, sem sucesso, repetir com Rod, a alquimia de Page-Plant, o que aumentou ainda mais as brigas internas, fazendo com que o cantor e Wood, se unissem a alguns membros dos Small Faces, formando os Faces.

    Truth permanece com um dos grandes discos daquela era e no futuro Jeff Beck tentaria novos vôos solos ou em outros grupos, mesclando jazz, blues e hard rock, mas sem repetir a excelência da sua estreia.

    Responder
  55. Maurício Luís *

    Primeiramente, parabéns ao Celso Antonio Bonin por ter vencido o desafio. Um vidente de mão cheia!
    “Segundamente”… como diria o Odorico Paraguaçu… estes percentuais de aproveitamento são interessantes como curiosidade, mas não acredito que nenhum tenista entre em quadra pensando nisso.
    E “terceiramente”, ficou estranhamente engraçado que o vencedor do livro da biografia do Djoko seja um internauta que não faz parte dos “videntes” de plantão aqui do blog. Enquanto muitos falam, falam,… fazem previsões algumas até pra daqui a 2 anos… mas na hora do vamos ver, NECA.
    Tá certo que eu errei feio, mas eu não é meu costume contar a história antes dela ser escrita.
    ” Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.”

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Odorico Paraguaçu é um clássico da TV brasileira.
      Quanto a previsões, a única que fiz, em 2015, ainda é válida.
      Jamais dei palpites para resultados de jogos.
      Acho mais fácil acertar a mega. E nem assim jogo, kkk.
      Grande abraço.

      Responder
  56. Rafael

    Como tenho crédito para falar de Federer, em vista do tanto que já o elogiei, lá vai:

    Federer teria sido o GOAT incontestável se:

    – não fosse cabeça dura (demora para trocar de (cabeça de) raquete;

    – fosse (mais) inteligente taticamente – mesmo torcendo para Djoko, nos jogos entre eles (e em outros) me dava raiva o Federer não buscar um plano alternativo; ao contrário, muitas vezes ele saía de sua tática e tentava jogar nos termos do adversário – por exemplo, trocando bolas de fundo, batendo cruzadas profundas, etc. Ao invés de forçar o adversário a sair de seu plano de jogo, Federer saía do DELE para “mostrar” que poderia vencer jogando de qualquer forma;

    – mostrasse menos apatia nos grandes duelos: a situação complicava, Federer baixava a cabeça e assumia um ar taciturno, enquanto mostravam a Mirka prestes a ter um colapso nervoso na torcida. Acredito que Federer teve sim garra, que ele obviamente tinha a vontade de vencer, mas uma certa “depressão” tomava conta dele quando as coisas não saíam conforme o script. (Nem Djoko nem Nadal tem essa postura; intimidam os adversários mostrando que estão dispostos a “morrer” em quadra (não estão) a desistir do ponto. – Resumindo esse pensamento: Federer deu a entender a Djoko e a Nadal que se “conformava” com certas situações.

    Podem discordar de tudo, só aceito o julgamento de Deus rs

    Responder
    1. Bruno Gama

      Esse que é o problema de ser muito acima da média, enquanto os outros dois trabalharam arduamente pra bater o Federer, ele se acomodou e achou que o talento era suficiente, os outros dois trabalharam mais o mental pra compensar as deficiências técnicas.

      Responder
      1. Marcelo Costa

        Como ser tão acima da média, se sucumbia, mentalmente, fisicamente, moralmente e pasme tecnicamente?
        Agora uma certa confiança de ganhar quando queria, durou pouco, pois, Nadal impôs duras derrotas ao suíço, e logo depois o sérvio, então esse tal talento não bastou, e os outros dois tiveram e tem talentos distintos mais efetivos que somente jogadas plásticas.

        Responder
    2. Gildokson

      Discordo na tentativa de mudança tática e impor o seu jogo Rafael, eu penso totalmente o contrário principalmente quando o adversário era o sérvio, acho que o jogo, as armas do Federer não conseguiram se impor às do sérvio e ponto. Ja na postura apática eu concordo totalmente, e certeza é pq dos 3 o Federer é o mais emotivo e sempre achei que ele baixava a cabeça um pouquinho antes da hora, não fosse isso algumas daquelas finais poderiam ter sido vencidas por ele. Até hoje eu fico surpreso por ele não ter tido essa postura naquele 3/1 Nadal no 5° set do AO 2017, ali parece que ele pensou “Hoje nem por cima do meu cadáver Rafa”

      Responder
      1. Rafael

        Vou te confessar uma coisa, Gildokson:

        NÃO ENTENDO como Federer não converteu os match points que teve em Wimby 2019.

        Fosse eu ele, isso me atormentaria o resto da vida. Um exímio sacador, com média altíssima de aces, tudo que ele precisava era UM, e com MAIS DE UMA CHANCE!

        Affeee (Claro que fiquei feliz por torcer por Djoko, mas na hora em que abriu 40×15 tive certeza de que estava acabado).

        Outra derrapada fantástica foi no US Open 2015 (acho) onde converteu uns 3 breaks de VINTE E QUATRO chances criadas!

        Sim, sim, méritos de Djoko, mas pra mim Federer vacilou feio também ali.

        (Lógico que eu não faria melhor, mas estamos falando de grandes campeões, supostamente acostumados à pressão dos grandes jogos).

        Responder
        1. Marcelo Costa

          Sabe pq Federer não fechou o jogo no 40×15??? Do outro lado tinha um cara que teve coragem pra sair da situação. Não podemos nunca menosprezar o adversário, mas dar a ele todo mérito.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Agora sim . O outro depois de ser exigido a fundo tendo que se defender de TODOS os golpes do Tênis teve grandes méritos naquele instante. “ Tive sorte de não ter errado nada nos pontos importantes. Ele ( Federer) fez grande partida . “ Novak Djokovic na conferência pós jogo . Abs!

          2. Rafael

            Marcelo,

            Entendo e compartilho um pouco de seu ponto de vista; TALVEZ a expressão nos olhos, a postura de Djoko, a tensão do momento em si tenham pesado para Fed; isso tornou tudo ainda mais épico.

            Porém, não há coragem que defenda um ace, cuja própria definição é: saque indefensável.

            Federer tinha 2 chances para acertar UM. Sei que falar é fácil e fazer é outra coisa. Federer não fez. Deu jogo. E aí todos sabemos o que aconteceu, para felicidade da nação Nolista.

            Ainda insisto: não tivesse falhado em momentos cruciais de sua carreira, hoje Federer teria 25 slams.

            Por outro lado, falhar é inerente ao ser humano, por isso não o crucifico.

      2. Luiz Fabriciano

        Gildokson, com todo respeito, discordo de dois pontos.
        Não julgo Federer o mais emotivo. Talvez seja exatamente o que tenha o aspecto mental menos forte, associado a um ar de suprioridade maior (empáfia), nada que o reduza no aspecto técnico de seu jogo, mas sim do humano, concordando com o que disse o Rafael.
        Acho o Djokovic mais emotivo. Gritar, rasgar a camisa são exemplos de emoção muito forte, que demonstram inconformismos consigo mesmo e que procura soluções. Baixar a cabeça e chorar também são, mas quando já são também a única solução para aquele momento.
        Grande abraço.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Empáfia ? Sei… Que o reduza no lado humano ? Sei … Pra seu azar não é a maneira que o Mundo do Tênis vê o Embaixador do Esporte . Venceu 14 vezes o prêmio Stefan Edberg ( votação dos próprios Tenistas ) . Talvez a empáfia fique pelo autógrafo negado ao ” nobre ” comentarista rs . Abs!

          Responder
    3. Ronildo

      Perfeito Rafael, acrescentando que ficou uns 2 anos sem técnico num período entre 2006 e 2008. Naquela época Severim Luthi não era considerado técnico, apenas um auxiliar. Também nesta época desfilava uma barriguinha anormal para um atleta de alto nível. Este problema de barriguinha que demonstra falta de aprimoramento fisico a Petra Kvitova também teve no início da carreira.

      Responder
    4. Bel Grado Fa

      Taí uma análise sensata.

      Complementaria da seguinte forma:
      – se o Federer tivesse a mesma inteligência tática de Nadal e Djoko, seria o GOAT.
      – Assim como Nadal também poderia ser o GOAT, se as limitações físicas por contusão não estivessem presentes em boa parte da carreira.
      – Assim como se Djokovic não tivesse a sorte de encontrar um médico que o viu pela TV e achou que pudesse contribuir diagnosticando o problema da intolerância que ele tinha (que aliás, é parte de uma epidemia) talvez não tivéssemos o Djoko sequer incluso na discussão pelo GOAT.

      Mas não vivemos num mundo de “ses” e todos eles estão onde estão por méritos e deméritos próprios.

      Lembrando que mesmo com essas “deficiências” bem entre aspas mesmo, eles tem sido melhores que todo o restante do circuito pelos últimos 15 anos.

      A comparação só procede entre eles.

      Aliás, vi também uma entrevista do Federer, dizendo que durante muito tempo entre adolescência e início da fase adulta (profissional), ele não levava tanto os treinamentos a sério. Segundo a análise dele próprio, isso fez ele demorar a deslanchar. Mas ele também ponderou, dizendo que foi essa mesma consciência que o fez se dedicar mais depois (e que trouxe a ele essa longevidade). Bem interessante a “auto análise” dele.

      Responder
      1. Rafael

        Sem dúvida. Nadal foi terrivelmente prejudicado por problemas físicos. MESMO ASSIM, vejam onde chegou.

        São 3 jogadores sem paralelo na história do tênis.

        Responder
    5. Paulo Almeida

      Eu discordo de tudo. As escolhas erradas do Federer só mostram que ele estava abaixo tática e mentalmente. Na hora do ponto vermelho, o slice mais bonito é engolido pela passada.

      Responder
      1. Rafael

        Paulo, concordo sobre slice x passada. Refiro-me mais às postura na quadra, ao lado emocional.

        Não custa lembrar o quanto Djoko ficou arrasado após perder para Delpo nas Olimpíadas do Rio. Fico imaginando toda a pressão que ele se impôs.

        Claro que Delpo foi superior e mereceu vencer, mas….

        Abs

        Responder
  57. Paolo

    Ahhhh, já me ia me esquecendo. Eu li os comentários do Podcast no YouTube, aquela Lola, é a mesma que comenta no blog? Se for, acredito que sela seja bonita, porque inteligente e divertida eu sei que ela é. Abs!

    Responder
  58. Paolo

    Dalcim, ficou muito top o Podcast com o especialista Dácio Campos. Parecia dois amigos de longa data conversando naturalmente sobre tênis em alto nível compartilhando das mesmas falas e dos mesmos interesses. Incrível.

    Ele tem muita facilidade em se comunicar e[i]conteúdo[/i], que é uma das principais características de uma boa comunicação.

    De alguma maneira, sou grato a ele e lhe desejo uma vida boa.

    Segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=MkjWG0gEjzk

    Se alguma emissora desistiu dele, fizeram um péssimo negócio: Flávio Caretta, não dá. Eu sou audiência, pago TV por assinatura.

    P.S.: O que me chamou bastante a atenção na conquista de Roland Garros, foi o recado que Djokovic mandou de imediato pro Nadal após a vitória diante de Berretini. O que Djokovic tem de sobra, falta ao Federer:

    https://www.youtube.com/watch?v=MkjWG0gEjzk

    Abs!

    Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          O caríssimo Paolo Rossi voltou contudo , mas não mudou nada . Aqueles gritinhos do Sérvio são sempre direcionados ao público. Que em todo o Planeta teima em torcer contra . Quando vence ele os solta , quando está perdendo vai trocar de Cuecas entre Sets no banheiro… rsrs. Abs!

          Responder
          1. Paolo

            Você como sempre adora distorcer os fatos. Vou desfazer sua confusão. Vamos lá: o estádio estava já estava vazio, então como foi direcionado ao público? O recado foi sim pro Nadal, Inclusive confirmado por alguns especialistas. O grito é uma das formas mais antigas de intimidação; nesse caso em específico, um resgate dos instintos primitivos, demonstração de virilidade, força, segurança, ambição masculina, luta pelos seus interesses, e resistência a adversidades.

            Diferente desses gritinhos histéricos rsrsrs, e sem força onde o homem não tem moral e tenta conseguir respeito através dos gritos feito uma criança birrenta.

            Sou sim a favor desses gritos em casos estratégicos onde se faz necessária uma intervenção viril, rsrsrs.

            PS: E o senhor está me devendo. Quando é que vai me pagar o Rolex modelo 15:40 Perpetual? Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Errado : Não te devo coisa alguma. Fique com seu gritinho viril ( sei … rs ) que eu fico com o altíssimo nível de Tênis apresentado por ambos jogadores durante mais de 4 horas . O Sérvio tomou tanto WINNERS que não teve forças pra dar gritinho algum durante TODA a partida . Reveja guri rs . Abs!

    1. Rafael

      “Desistiram” dele pq ele estava com um problema de saúde sobre o qual hoje não há nada de errado em falar, visto que o próprio admitiu (embora tudo mundo soubesse): comentava os jogos intoxicado pelos efeitos do álcool, abandonava a transmissão e ia dar um rolê, deixando o Eusébio (e, algumas vezes a saudosa Esther Bueno) falando sozinhos, voltando 15 minutos depois; enfim, um profissional que já não estava mais cumprindo com eficiência a função que era pago pra desempenhar.

      Que se refaça e siga seu caminho. O Dalcim é um dos que está dando uma boa força para ele.

      Responder
  59. Rubens Leme

    E a Itália proibiu times de jogarem com camisa verde para não atendendo a pedidos da televisão que argumenta que camisa verde confunde com o gramado. Nem o Pazuello pensaria em um argumento destes, embora adore superfaturar vacinas e negar. O tal Carlos Caboclo deve estar dando consultoria na Itália durante seu afastamento.

    Já imaginou se a mode pega aqui, Dalcim?

    Responder
  60. DANILO AFONSO

    Há quase 4 anos, quando Djokovic informou que iria se retirar do circuito por 6 meses em razão da lesão no cotovelo, tivemos esse bate papo interessante no BLOG:

    MARCELO-JACACITY – 27/07/17 às 12:35
    “Realmente a única alternativa era essa. Que Djokovic volte em 2018 ao seu nível máximo para o bem do tênis.
    Fato importante é ele ter dito que pretende jogar mais cinco anos em alto nível.”

    RENATO – 27/04/17 às 18:51
    “5 anos em Alto nível!? E vc acreditou?”

    JOSÉ EDUARDO PESSANHA – 27/07/17 -às 22:22
    “Amigo Marcelo, digamos que Djokovic é um bom comediante. Em cinco anos certamente ele já estará aposentado. Não só ele como os outros três. Caso ele esteja no circuito em 2022, certamente estará fora do top 20. Abs.”

    Agora é só torcer para que os nobres Renato (aquele mesmo) e Pessanha estejam equivocados também em 2022 igualmente fizeram entre 2018 e 2021.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Na mesma pasta também sobre a parada do sérvio, o nobre nadalista LUIS FERNANDO foi firme em acreditar na volta do sérvio:

      LUIS FERNANDO – 24/07/17 às 07:30
      “Djoko voltará bem e para as vitórias, o cara é um vencedor nato, não há como isso não acontecer, é apenas uma questão de tempo.”

      JOÃO LUIZ – respondeu 27/04/2017 às 20:55
      “modo “mãe dinah” ON
      kkkkkkkk
      “não há como isso não acontecer”
      kkkkkkkk
      brother, se alguém falasse após RG que Djoko teria um ano igual esse de 2017, vc acreditaria?
      Menos fanatismo”

      RODRIGO S. CRUZ – 28/04/2017 às 02:13
      “Isto não é fanatismo.
      É média que ele faz com a torcida do sérvio…”

      LUIS FERNANDO – 28/07/17 às 07:33
      “Meu caro se esse comentário fosse amparado em fanatismo eu diria que voltando bem ou não ele não poderia mais com Rafa. Se o espanhol e o suíço voltaram tão bem de contusões, pq não aconteceria o mesmo com o sérvio? Fanatismo é negar essa possibilidade, q na minha visão é uma certeza…”

      Responder
      1. Jonas

        Kkkkkkkkkk muito bom cara…

        Agora, uma coisa admito Danilo. Quando vi o Djokovic irreconhecível perdendo pro Chung no Australian Open, depois Taro Daniel, Paire…eu falei pra mim mesmo “esse cara já era, uma pena”.

        Eu tive um pouco de esperança quando o Djoko voltou aos trabalhos com o Vajda…ele começou a jogar bem gradativamente de novo, teve derrotas normais no caminho. Na minha opinião o Djoko venceu Wimbledon 2018 sem estar em sua melhor forma, mas muito acima do que apresentou no primeiro semestre.

        Responder
      2. Luiz Fernando

        Pra vc ver como a seita messiânica é cega e alienada da realidade. Apostar contra alguém do Big 3 é coisa de gente sensata kkk…

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        1. Sérgio Ribeiro

          Finalmente um dia teríamos que concordar , espertíssimo P. F . O cara realmente FOI um Nadalista de excelência até 2015 , ou melhor ,2017 , quando viu que não dava mais pro Touro na briga pelo tal “goat” . Pegou Carona na Kombi mesmo com o Espanhol tendo surpreendido muitos com 13 RG e 20 SLAM . A partir daí tome de “ Nobre “ pra todos os lados e “ Zumbis “ Seitas “ e outras babaquices. Assim que o Craque Suíço parar , saberemos se “ EU ODEIO Roger Federer “ do expert diversão garantida colou mesmo kkkkkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

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    1. José Yoh

      Lola… quem tem alguns milhões de dólares na conta por ser uma estrela obrigatoriamente tem quem cuide de sua rede social.

      Cada palavra é medida e analisada para evitar problemas e aumentar os fãs. Até quando a mensagem não é tão politicamente correta (como do Kyrgios), há uma reação calculada. Esse é o mundo de aparências em que vivemos.

      Responder
  61. Sandra

    Dalcim , vendo o grego agora e acabou perdendo , a impressão que me dá e que ele e os outros com exceção dos russos só querem ganhar do big 3 , se não for não interessa! Aliás como vão todos nas olimpíadas inclusive o Djokovic , vão todos jogar o que sabem e o que não sabem , vale a pena saber sua opinião!!

    Responder
  62. Carlos Pereira

    Assisti a um vídeo do Vilaron sobre a evolução das raquetes. Hoje um jogador consegue ser agressivo do fundo de quadra, levando apenas em conta esse aspecto, claro que há outros! Muito esclarecedor para mim que ficava intrigado porque os tenistas hoje sobem bem pouco a rede

    Responder
    1. Marcelo Costa

      Quando comecei a jogar, nos anos 2000, eu usava 60 lbs de tensão na raquete, variando no mínimo 56 lbs, hoje jogo confortavelmente com 42 lbs, onde a corda solta muito mais a bola. Óbvio que isso no meu nível amador, mas creio que haja o mesmo efeito no profissional.

      Responder
    2. Miguel BsB

      A verdade é que é muito difícil e arriscado subir à rede com as bolas profundas e pesadas do tênis moderno, muito por conta das raquetes e cordas de hoje em dia…
      90% dos jogadores profissionais só sobem quando sobra uma bola no meio da quadra.

      Responder
  63. Luiz Fernando

    Dalcim vc provavelmente escreverá sobre isso, claro q não quero por o carro a frente dos bois, mas vou tentar por uma roda pelo menos a frente: como vc vê as chances de Rafa no verão americano? Por exemplo, vc o vê lutando pelos títulos de Washington e Toronto? A mim preocupa mais o problema da perda da confiança com a perda de RG do q a falta de ritmo. Fisicamente ele estará no mínimo ombreado aos melhores, pois pôde fazer uma verdadeira pré-temporada no piso duro…

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    1. José Nilton Dalcim

      Sempre vi Nadal com a excelente qualidade de esquecer rapidamente das derrotas ou fracassos, e vimos isso até mesmo no saibro europeu, quando ele perdeu jogos e títulos antes de Paris, mas de repente se achou e levou o troféu. Então não acho que os resultados anteriores irão pesar, mas sim sua capacidade competitiva. Ele sabe que, sem um saque apurado, fica mais difícil ganhar na quadra dura e o serviço vem lhe dando dores de cabeça ao longo de toda a temporada. Então teremos de esperar e ver como ele estará em Washington.

      Responder
  64. Luiz Fernando

    Para os q tentaram menosprezar o ouro olímpico, a ida de Djoko a Tóquio, e como favorito inquestionável a vencer o torneio, mostra o quanto vale ter o chamado Golden Slam, algo q só Rafa e Agassi possuem. O sérvio como vive um momento ímpar, sabe q a ida a Ásia com certeza vai gerar desgaste, mas a possibilidade do ouro vale o risco. Possivelmente saltará Toronto, como outros tantos q irão ao Japão, mas voltará tranquilo p Cincy e USO, com condições de levar ambos. Tudo aponta p um USO incrivelmente atraente, com uma disputa aberta pelo maior número de GS. Tomara q Rafa esteja em condições plenas…

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    1. Bel Grado Fa

      Não minha criança: em melhor de três sets ele não é favorito disparado nem é o invencível “Super Sérvio” E olha que torço muito por ele!!! Seria muito bom para o mundo do tênis se ele fechasse o Grand Slam, o Golden Slam, ou mesmo o Diamond Slam ainda em 2021.

      Seria um feito e tanto!!!

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Típico comentário do diversão garantida. Pode por MEDVEDEV também na briga por esse OURO . O Torneio pros desinformados vai contar com 7 TOP 10 no Masculino e no Feminino. Os que correram da raia com certeza não farão falta . Até mesmo Federer… Abs!

          Responder
    1. Periferia

      Olá Leme

      Eu colocaria o Nietzsche na zaga…ele sabe distribuir “botinadas”.
      Faria um meio de campo com o Kant e Heidegger (sintonia).
      Empurraria o Schopenhauer para frente (muito pessimista…pode comprometer a defesa).
      No time grego…seria mais fácil.
      Um meio campo com Platão…Sócrates (com a 8…ele só joga com a 8) e Aristóteles teria um entrosamento perfeito.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Com esse elenco, pode escalar como quiser, Periferia. Você vai de 4-4-2, 3-4-2-1, 3-4-3, 4-1-4-1 ou o “moderno 3-2-5”, que nada é do que a volta do WM (quem diria, hein) e o esquema mais usado na Europa e aqui mesmo, casos do Palmeiras e do Flamengo com o Ceni?

        Responder
      2. Rafael

        Affeee se colocasse o Schopenhauer na frente ele seria inoperante. Diria aos compnaheiros: Não adianta passar a bola para mim, vou chutar 500 vezes e provavelmente nem vou acertar o gol!

        Sobre esse senhor aí eu sei um pouquinho….

        Responder
  65. Rubens Leme

    YES – TALES FROM TOPOGRAPHICS OCEANS (1973)

    Há quem considere o sexto álbum do Yes como o exemplo máximo de tudo que deu errado no rock progressivo: quatro faixas longas – na verdade quatro suítes – ocupando, cada uma, um lado do álbum duplo, seis meses após do grupo ter lançado um álbum triplo ao vivo, Yessongs. Dez lados de Yes em um ano só é o que se pode chamar de excesso.

    As gravações foram tensas e a turnê promocional acabou tendo a saída do tecladista Rick Wakeman, desiludido com os rumos do grupo. O projeto nasceu após o vocalista Jon Anderson se apaixonar pelo textos do yogi indiano Paramahansa Yogananda e sugeriu quatro longas suítes inspirados nos textos. Junto do guitarrista Steve Howe, Jon começou a escrever as músicas. O disco também marca a entrada do baterista Alan White em lugar do insubstituível Bill Bruford, que havia se mandado para o King Crimson.

    Ao ser lançado, o Yes foi criticado pelo excesso, arranjos e ausência de um hit, já que a banda havia ficado famosa por criar suítes mais palatáveis e grandes canções.

    Apesar disso, Tales é um disco muito bom de se ouvir, ainda que os excessos existam sim. Mas, excessos de músicos do calibre de Chris Squire, Steve Howe, Rick Wakeman, Alan White e Jon Anderson não é exatamente algo ruim de se ouvir.

    https://www.youtube.com/watch?v=_rwNe2QXwrU

    Responder
    1. Uzaya

      Rapaz, achei que só eu gostei desses excessos do álbum (e do Yes, em geral, pq não?). Quando ouvi pela primeira vez (precisei de muita inspiração pra chegar e ouvir de uma vez, não nego rs) achei uma verdadeira viagem. Faixas longas, bem ao estilo Yes, só que… diferente. Um álbum único, singular e muito “paradoxal”.
      Ah, um álbum doido também e que acho que daria uma boa história nas suas palavras seria o “Journey to the Centre of the Earth”, do Rick Wakeman. Considero mais incrível ainda o fato dele ter sido lançado ao vivo.

      Seus comentários são uma aula de cultura e um convite ao deleite de verdadeiras esculturas esquecidas! Obrigado, Leme. Espero ainda ter muitas indicações e usufruir de seu conhecimento.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Agradeço os elogios, Uzaya. É a primeira vez que te vejo aqui. Esse disco do Yes deu um pau porque o Jon e o Steve Howe queriam ir pro meio do mato, literalmente, gravar as músicas com gerador a óleo, com lampião, para que pudessem entrar em comunhão com a natureza. Wakeman quase saiu no tapa ao ouvir a proposta e esse foi um dos motivos que deixou o Yes e começou a investir em sua carreira-solo, que já corria paralelamente.

        Journey é o terceiro disco, inspirado no livro do Júlio Verne de mesmo nome e é narrado pelo ator David Hemmings que ficou famoso ao estrelar o filme Blow-Up, do Antonioni.

        Wakeman disse que a ideia nasceu ao ajudar a London Symphony Orchestra a musicar a ópera-rock do The Who, Tommy, em um show do Rainbow Theatre. Rick Wakeman era uma figura estranha, vestia-todo de branco em frente aos teclados, dezenas dele, aliás, e contribuiu para essa visão de excesso e estranhamento das bandas progressivas.

        Os músicos agora ficavam longe do público, tocando para dezenas de milhares de fãs, com shows de luzes, tudo grandioso, frio, alienante. Aliás, esse alienação foi um dos motivos que levou Roger Waters a escrever The Wall, tour que foi igualmente fria e alienante.

        Mas Journey to the Centre of the Earth tinha tudo a ver com a época e Wakeman foi corajoso pois colocou cerca de 40 mil libras esterlinas do seu próprio bolso para bancar o projeto antes da gravadora A&M concordar.

        Prometo escrever com mais calma sobre ele. O curioso é que Wakeman participou de vários projetos antes do Yes. Por exemplo, tocou com David Bowie em dois discos (David Bowie 1969, também como Space Oddity e em Hunky Dory), com T. Rex, Lou Reed, Elton John, com o Black Sabbath (aqui já foi depois) e fez parte de uma banda de folk britânico muito bacana, os Strawbs, que falarei deles, amanhã.

        Volte sempre, meu caro Uzaya.

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Uzaya,

        Eu sinceramente não gosto muito do Tales, apesar de ser um fâ incondicional de progressivo desde criança. Não tenho nenhuma restrição a faixas longas (muito pelo contrário), mas acho que esse álbum ficou maçante. Se eu ouvi-lo umas 3 vezes por ano, acho que é muito. Meus preferidos do Yes são Relayer, Close To The Edge, Fragile e The Yes Album.

        Abs.

        Responder
  66. DANILO AFONSO

    A pedido do nobre MARCÍLIO, procurei os dados estatísticos dos tenistas com maior média de BREAK POINT (chances) por jogo, bem como quais tenistas tem melhor aproveitamento % de break points. Vamos aos números:

    MÉDIA DE BREAK POINTS (chances) por jogo:
    1- G. Coria: 9,17
    2 – Murray : 8,99
    3 – Agassi : 8,96
    4 – Schwartzman: 8,93
    5 – Hewitt: 8,92
    6 – Djokovic: 8,83
    7 – Nadal: 8,78
    8 – Edberg: 8,68
    9 – Gaudio: 8,62
    10 – Chang: 8,60
    ……….
    29 – Federer: 8,14

    % BREAK POINTS CONVERTIDOS
    1 – Roldan: 46,64%
    2 – Coria : 45,77%
    3 – Davin : 45,60%
    4 – Mutis : 45,53%
    5 – De la Pena: 45,49%
    6 – NADAL: 44,98%
    ………
    12 – Djokovic: 44,39%
    ………
    18 – Schwartzman : 44,13%
    ……..
    31- Murray: 43,43%
    ………..
    152 – FEDERER: 41,16%

    Observação:

    – Os 5 primeiros tenistas com melhor aproveitamento de breaks points eu não conhecia, logo entre os tenistas conhecidos e que jogam os principais torneios, o NADAL é o que o melhor aproveitamento;
    – NADAL tem média de 8,78 oportunidades de break points por jogo, convertendo em média 3,94 (44,98%) breaks por jogo;
    – DJOKOVIC tem média de 8,83 oportunidades de break points por jogo, convertendo em média 3,91 (44,39%) breaks por jogo;
    – FEDERER tem média de 8,14 oportunidades de break points por jogo, convertendo em média 3,35 (41,16%) breaks por jogo.
    – CORIA tinha média de 9,17 oportunidades de break points por jogo, convertendo em média 4,19 (45,77%) breaks por jogo.

    Marcílio, você estava certo em dizer que o FEDERER não tinha o melhor aproveitamento de break points convertidos, ele está apena na 152ª, entretanto ele não é o que mais construí oportunidade de breaks como você pensou, pois ele é apenas o 29º nos últimos 40 anos, abaixo da quantidade de chances de break dos outros membros do BIG4.

    Responder
      1. José Yoh

        Danilo, uma coisa saltou aos olhos nessa estatística de breakpoints convertidos. Do número 12 (Djoko) para o 152 (Federer), temos pouco mais de 3% de diferença.
        Não é muito pouco para termos qualquer conclusão sobre o assunto? Acho que todos são muito bons nisso, mesmo os menos gabaritados.

        Responder
        1. José Yoh

          Desses números, a conclusão que eu cheguei é que quem saca bem tenta sempre manter seu serviço e espera a pressão criar a oportunidade para quebra.
          Quem recebe bem tenta sempre pressionar o game de serviço do adversário e cria mais chances de quebra.
          Abs

          Responder
    1. WILLIAM ALMEIDA

      O Federer devolve melhor saque rápido bloqueando com reflexo. Durante muitos anos quando o adversário fazia segundo serviço ele devolvia passivamente com slice de backhand.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Meu caro, essa devolução de slice do suíço não tem nada de passiva. Ele tirava o peso da bola, baixava ela, fazendo o adversário bater a bola seguinte sem agressividade, o que permitia o suíço pegar firme de direita e comandar o ponto…ele fez muito isso com sucesso durante a carreira.
        Alguns tenistas desenvolveram um antídoto pra isso.
        Nunca machucou muito o Nadal. O Djokovic já sofreu com essa bola por uma época, mas há um bom tempo tb se adaptou à ela.

        Responder
        1. José Yoh

          Danilo, William e Miguel, ótimas observações.

          A minha opinião é que a diferença é muito pequena entre eles e outros tenistas menos gabaritados, então isso é algo comum no tênis.
          Todos têm chances e perdem como qualquer ser humano. Deve ser assim até no nível amador.
          Abs

          Responder
    2. WILLIAM ALMEIDA

      Essa devolução passiva de slice custou muitos BP para o Suíço. Essa estatísticas fraca do Federer nos BP não me surpreende.

      Responder
    3. Marcílio Aguiar

      Valeu caro Danilo, muito obrigado!
      Como a maioria do jogos que assisti nos últimos 20 anos foram do suíço, tinha uma visão distorcida quanto a ele ser um grande gerador de chances, mas não estava totalmente enganado quanto a um percentual de conversão incompatível com o seu nível de jogo. Aquela final de USOPEN 2015, para mim foi o ápice negativo, com 3 ou 4 convertidos em 23 oportunidades.

      Outro dado interessante é o Coria ser o primeiro em oportunidades e o segundo na media de conversão. Em sua época ele enfrentou grandes sacadores, mas o que pode explicar a sua superioridade percentual sobre o Nada e o Djoko, por exemplo, é uma quantidade de jogos infinitamente menor e também a concentração de seus sucessos no saibro, onde as chances de break são mais amplas.

      Dos 10 primeiros em oportunidades só estranhei o Gaudio e o Edberg. Os demais são ótimos jogadores de base e ótimos devolvedores.

      Dos 6 primeiros em conversão só não estranho o Nadal e o Coria. Para os demais não tenho ideia de qual seja a explicação, mas por a maioria ser de sul-americanos deve ter relação com uma carreira feita a maior parte no saibro.

      Por fim, a quantidade de breaks esconde um dado não menos importante que é a quantidade de games em que se obtém a conversão.

      Melhor explicando:

      a) um jogador tem chances de quebra em 4 games diferentes, sendo quem em três ele teve apenas uma chance em cada e não quebrou e no outro ele perdeu 6 chances mas consegui quebrar na 7º. Ao todo de 10 ele converteu 1 = 10% de eficiência em breaks, mas 25% em games que teve chance.

      b) ele teve chances em 4 games diferentes também, só que 1 chance por game perdendo em 3 e convertendo em 1. Teve aproveitamento de 25% em breaks, entretanto o mesmo percentual de 25% em games que teve a oportunidade.

      c) ele teve 20 chances distribuídas em 2 games e converteu dois brekas. 10% de aproveitamento em chances, entretanto 100% nos games que teve oportunidade.

      Não sei se consegui ser claro, porque as combinações são infinitas.
      Vou tentar expressar em forma de proporção:

      Total de chances de breaks por jogo = TB
      Total de breaks vencidos por jogo = BV
      Total de games em que teve chances de breaks = TG
      Total de games com breaks vencidos = GV

      TG/GV demonstra o quão eficiente é o jogador quando este joga os break points e o TB/BV demonstra a capacidade que o jogador tem para chegar aos break points.

      Acho que se for fazer essa estatística, o Djoko deve ser um dos primeiros na relação TG/GV.

      Mais um desafio para você Danilo. Sei que és capaz de vencê-lo.

      Outra proposta, caro Danilo:

      Sacadores que mais salvaram break points. Desse lado da moeda, ao contrário da devolução, não adianta o cara salvar 9 breaks em um game e perder no 10º. Esses 90% valem zero.

      Desculpem a divagação, mas gosto de analisar estatísticas por outros ângulos e devo ter deixado muitas brechas que poderão ser bem exploradas por observadores atentos. Outras visões e serão muito bem-vindas.

      Responder
      1. Kleber Araujo

        Fala Marcílio!

        Cara, também concordo contigo. Acho que deveríamos ter a visão dessa estatística dos games com BP vs quebras efetivas.
        Muitas vezes vemos uma conversão baixa de breakpoints como “game changer”, mas se as chances foram concentradas em poucos games (onde o tenista eventualmente até quebra), muda totalmente a visão.
        Um game de 0/40 onde o cara quebra depois umas 2 vantagens contra, gera um BP conv de 1/5… supondo que isso aconteça mais uma vez no jogo e esse devolvedor perca a partida de maneira apertada (num TB, por ex)… Sem esse dado, podemos achar que ele perdeu pq “só” converteu 2/10 BPs, mas na verdade ele quebrou em 100% dos games onde teve chance.

        Vamos mandar pra ATP essa sugestão hahaha

        Abs

        Responder
      2. DANILO AFONSO

        Marcílio, as suas observações foram ótimas. Não detalhei com mais estatística para não ficar muito extensa a postagem. Eu também penso igual com relação as várias formas de distribuição dos breaks point por game, cada jogo pode ter uma realidade diferente. No aspecto geral talvez as outras estatísticas envolvendo break points fiquem bem próximas da realidade exposta acima. Falei equivocadamente que não conhecia os 5 primeiros de uma das lista, mas na verdade eu vi muito o tenista CORIA jogar.
        Não estou lembrado da sua profissão, mas a forma que você abordou os dados acima acredito que você é ou era da área de exatas. Engenheiro ou outra profissão que envolve cálculos ??

        % BREAK POINTS SALVOS

        1 – KARLOVIC – 71,01%
        2 – ISNER – 70,92%
        3 – JOHANSSON- 70,16%
        4 – RAONIC – 69,68%
        5 – OPELKA – 68,14%
        6 -SAMPRAS – 67,92%
        7 – GUCCIONE – 67,78%
        8 – RODDICK – 67,60%
        9 – ARTHURS – 67,47%
        10 – FEDERER – 67,30%
        11 – BERRETTINI – 67,07%
        12 – TSONGA – 66,84%
        13 – MULLER – 66,53%
        14 – NADAL – 66,42%
        ………
        26 – DJOKOVIC – 65,33%

        Nesta estatística como você bem ponderou, também podemos ter aquela distorção da distribuição de break points por game, neste caso dos salvos por game.

        Nobre Marcílio, esta e outras estatística você pode encontrar no site ultimate tennis. Muitas das estatística que posto aqui já estão prontas, bastando apenas digitar, já outras dão um pouco mais de trabalho porque tem que combinar várias variáveis (estatísticas) para extrair uma estatística nova que não tem no site citado e nem no site da ATP. Lembrando que algumas estatísticas do site ultimate tennis tem uma pequena diferença quando comparado como o site da ATP em razão daquele site computar todos jogos da ITF – Federação Internacional de Tênis ITF , não deixando de contabilizar os jogos olímpicos e Davis.

        Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Danilo, mais uma vez obrigado pelos dados.

          Quando sugeri “salvadores de breaks” obviamente pensei em ver Karlovic e Isner no topo. Me surpreendeu o Ivanisevic não estar entres os 14 primeiros relacionados.

          Os demais estão coerentes por serem grandes sacadores. O Nadal é louvável em 14º porque, mesmo sem ter uma saque poderoso, sabemos que ele não entrega a rapadura. Suponho que o percentual do Djoko tenha melhorado muito de 2018 para cá enquanto o do suíço deve ter regredido.

          Veja que entre os 10 primeiros que convertem breaks temos 6 numeros 1 e 8 campeões de Slam. Já pelo lado do saque é exatamente a metade:
          3 numeros 1 e 4 campeões de slam, corroborando o que ja sabemos. Não adianta so sacar, tem que desenvolver outras habilidades para alcançar vôos mais altos.

          Sobre a minha formação, sempre fui apaixonado pelos numeros. Em 1977 tentei a Politécnica, não consegui, mas passei na FATEC, estudei Construção Civil. As aulas de Cálculo e Física eram um prazer absoluto. Com o tempo a vida me levou para outra área e eu me distanciei do que aprendi na mocidade. Hoje não consigo mais lembrar de equações integrais, análises combinatórias, etc que eu destrinchava de olhos fechados, entretanto não perdi a capacidade de raciocínio lógico a qual procuro exercitar quando observo o que esta ao meu redor.

          Grande abraço e obrigado pelas postagens sempre enriquecedoras.

          Responder
      3. Luiz Fabriciano

        Falando em sacadores, o John Tiebreack Isner é um exemplo de jogador, que se não fosse o saque, talvez nem jogasse.
        Não há um jogo sequer sem o game desempate, ou seja, não consegue quebrar o adversário (limitação?) e evita quase sempre ser quebrado (saque poderoso).

        Responder
    4. Periferia

      Olá Danilo.

      Essas médias ficam comprometidas….
      O Coria fez 332 jogos na carreira…o Federer fez 1513
      Coria em sua carreira teve 3044 breaks
      Federer teve em sua carreira 12315 breaks.
      Como curiosidade legal…como comparação técnica…já não dá.
      O mesmo vale para os breaks convertidos.

      Abs

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Periferia, realmente podemos ter alguns dados “distorcidos”, mas a média ainda é a melhor forma de fazermos uma abordagem geral, até porque seria mais distorcido ainda divulgando números absolutos, pois muitos tenistas alongaram suas carreiras e outros abreviaram, como o citado CORIA e o lendário BORG.

        Responder
        1. Gume

          Olá Danilo.

          Concordo contigo. Se a população amostral é significativa, tem representatividade, os resultados são confiáveis. O que eu acho que pode distorcer os resultados são os adversários. Explico: um jogador que disputou muitos torneios menores, contra adversários menos qualificados, pode dar a falsa sensação de ter sido melhor que um que disputou torneios maiores.
          Abraço.

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            Verdade Gume !! O nível dos torneios disputados e os adversários distorcem os dados quando comparado com os tenista TOP 50, tanto é que uma das estatísticas postadas acima figuram 4 tenistas que eu não conheciam, e estes jogaram torneio de nível inferior.

          2. José Yoh

            Gume, para você ver que os números também traem. Eles podem ser usados de acordo com o gosto de quem analisa.

            Há pouco tempo atrás a quantidade de slams do Federer era colocada em xeque pela qualidade de seus adversários.
            Hoje, são os federistas que usam esse argumento contra o sérvio.

            Não existe número para provar algo que não dá para medir. Pra ajudar, a régua muda de acordo com a época para o pouco que pode ser medido.

    5. Bel Grado Fa

      Eu as vezes deixo comentários entre um plantão e outro na madrugada, no café. Mas você já pensou se usássemos esse tempp para fazer o bem?

      Abç

      Responder
  67. Periferia

    Teatro Brasil

    Farsa : Gênero teatral cômico….surgiu na Grécia Antiga.
    Caracterizada por satirizar as situações da vida cotidiana através de personagens caricatas e extremamente exageradas.
    Usa linguagem grosseira… escatológica e gestos obscenos.
    (o personagem principal tem atuação perfeita..nasceu para o papel)

    Comédia: Gênero teatral…teve origem na Grécia.
    Por meio de situações bem humoradas provoca risos.
    Uma das principais características da comédia é o engano.
    A graça está em um ou mais personagens serem enganados ao longo da peça.
    (55,13% do público do teatro)

    Tragédia: Gênero teatral dramático…foi o primeiro gênero do teatro grego.
    Apresentam histórias trágicas e dramáticas derivadas das paixões humanas.
    Envolve personagens nobres e heróicos.
    Sempre tem um final infeliz e triste.
    (44,87% do público do teatro)

    Quem puder…pesquise um quadro renascentista chamado Lamentação sobre o Cristo Morto…pintura de Andrea Mantegna.

    Entenderão.

    Responder
    1. Marcílio Aguiar

      Periferia, não sou tão profundo em meus conhecimentos sobre artes como você, por isso vou me referir a um personagem bufão e farsante, porém representado por uma artista do mais alto quilate. Estou falando de Odorico Paraguaçu, o bem-amado, criação genial de Dias Gomes. Certamente o autor se baseou em figuras verdadeiras que conhecia do seu estado natal (que é o meu também) e em personagens criadas por outros autores.
      Ao contrário do prefeito de Sucupira, que era alcunhado de “O Bem amado”, apesar do seu “maucaratismo danificoso” (para usar sua própria linguagem), o mesmo não se pode dizer do “alcaide” que nos desgoverna esse pobre Brasil. A esse pode se dar a pecha de “o mais desalmado”!

      Responder
      1. Periferia

        Olá Marcílio

        Não sabia que vc era baiano (viva a Bahia…o estado que mais acrescenta na cultura brasileira).
        Dias Gomes é um homem de teatro…casa bem com o assunto.
        Apesar dos sucessos em novelas da televisão…ele é essencialmente um autor de teatro.
        Os grandes sucessos dele foram concebidos para o teatro.
        O Pagador de Promessas (que virou filme..ganhador da Palma de Ouro em Cannes)…
        O Bem Amado (do nosso Odorico)…
        Roque Santeiro…que na realidade saiu da peça O Berço do Herói.
        São retratos não apenas de uma época… são retratos da alma do braseiro (principalmente com a religião).
        Nossos políticos são todos “Odoricos”…alguns falam bonito…outros nem tanto…a essência é a mesma.
        Enquanto isso….vamos vivendo em “Sucupira”.
        Não temos problemas para inaugurar o cemitério (o que não falta é morto).

        Abs

        Responder
  68. Paulo F.

    Dalcim:
    Tu respondeu em tópicos anteriores que o torneio olímpico é melhor de 3 sets.
    Mas a disputa do ouro (final) continua sendo melhor de 5, correto?

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, sempre há mudanças. Em Barcelona-92 todos os jogos eram em melhor de cinco, em Atlanta-96 todos os jogos foram em melhor de três, apenas para citar exemplos radicais.

          Responder
          1. Renato Veneziano Toniol

            Dalcim, a final de Atlanta 1996 foi em melhor de 5 sets, em que o Agassi atropelou o Bruguera por 3×0, então, não foi o torneio inteiro em melhor de 3 sets.

  69. Bel Grado Fa

    E assim o tênis.se transforma em uma guerra entre os defensores da sonoridade do “bixcoito” e a da “bolacha”…

    E os que gostam de pão de queijo sendo rechaçados…. com medo de terem seus brioches jogados na parede, ao receber uma visita para o café da tarde.

    Responder
  70. Abel Jr.

    Coração das trevas – Joseph Conrad
    É possivel conhecer o mal em pessoa?
    Marlow é um homem que aceita uma vaga como capitão em um barco a vapor no coração da África a fim de transportar mafim rio acima e além disso uma missão muito mais urgente: Encontrar o lendário Kurtz que está totalmente distante da civilização.
    Conforme entramos nessa história que é contada por uma narração dentro da narração (Marlow é um alter ego do autor) vamos descobrindo todo o terror da realidade que não é vivida pelas pessoas da dita civilização que acreditam no discurso colonialista.

    O livro é um relato da vida de Conrad, que realmente foi contratado para trabalhar como capitão de um barco no Congo Belga, seu contrato de dois anos não foi cumprido, ao presenciar o que presenciou, pediu desligamento após seis meses de trabalho.
    É um livro que nos conta um pouco do que foi o colonialismo por quem o viu de dentro, e principalmente do Congo de Leopoldo II, um dos maiores genocidas da história que entre outras, introduziu a decepação da mãos e braços como pena e matou quinze milhões de pessoas por ordens executivas de caso pensado, aproximadamente a metade da população durante o domínio belga.
    Ler o livro é uma experiência chocante e que deveria servir e ensinar as pessoas a não banalizarem termos como Nazista e genocida, para levar a sério o que é a maldade genuína e não retórica política por oposição de pensamento.

    Responder
    1. Periferia

      Olá Abel

      O livro toca num ponto sensível.
      A superioridade…
      Em qualquer civilização…o mal nasce da superioridade.
      Alguém sempre se acha superior (melhor).
      Todos massacres da humanidade estão ligados ao problema.
      Marlow não compreendia homens nus e negros (representava o mundo civilizado).
      Quando Marlow descreve os negros… é algo humilhante (nariz chato e compara com formigas) e desumanizador (é sempre Marlow que descreve…nunca… Conrad).
      Como quando um médico (alienista) mede a cabeça de Marlow antes da viagem…e pergunta se ele deixaria medir na volta da África (para ver se nada mudou).
      Para o colonizador…a mudança está sempre fora…nunca dentro…no coração do homem.
      Até hoje é assim…homens não se compreendem…simplesmente porque existem homens que chocam outras culturas…apenas com seus hábitos.
      O Rio Congo é uma rua da periferia ou uma rua qualquer em um país com hábitos “estranhos” para os neo colonizadores modernos.
      (o horror…o horror).
      Apesar de Conrad não se mostrar a favor…Marlow nunca se despiu de quem realmente é…um colonizador.
      Um colonizador ligado a um mito….(um Kurtz para chamar de seu).

      Abs

      Responder
      1. Abel Jr.

        Olá Periferia.
        Marlow serve como quando contamos uma história que aconteceu conosco e dizemos que foi com um conhecido na esperança de que não nos julguem.
        O personagem vai narrando como mudou de percepção.
        Bem no início, mostra isso:
        “Eles não eram colonizadores; seu governo era pura extorsão e mais nada, eu suspeito. Eram conquistadores e para isso basta a força bruta – nada de que se gabar, quando se tem, já que a força é apenas um acidente que resulta da fraqueza de outros. Eles agarravam o que podiam pelo bem de agarrar o que podiam. Era apenas assalto com violência, assassinato agravado em larga escala, e homens entrando naquilo às cegas – como convém a quem lida com “trevas”. (pg16 da minha edição)
        Kurtz pode ser levado como uma metáfora ao próprio Imperialismo e se no princípio é visto como alguém culto, heroico e todas as virtudes possíveis atribuídas ao colonizador, após ser enxergado de verdade vira o demônio que Marlow vai entender, que se esconde em qualidades para promover o seu papel. Marlow tinha o seu Kurtz e se decepcionou ao vê-lo como era. Ele acreditava no colonialismo e retornou sabendo o que sabia.
        Sei que é um cara que gosta de cinema pelos comentários, poderia trazer em outra postagem talvez, uma resenha rápida sobre Apocalipse Now! já que é uma adaptação desta obra de Conrad.
        Um abraço
        .

        Responder
        1. Periferia

          Olá Abel

          Existe um livro chamado King Leopold’s Ghost…de Adam Hochschild (inclusive tem um documentário no Prime com o mesmo nome baseado no livro).
          Muito bom…retrata o Congo durante a todos esses anos.
          Chocante.

          Abs

          Responder
        2. Rubens Leme

          Um resenha rápida de Apocalypse Now seria dizer que o filme demorou tanto tempo para ser realizado – uns três anos – que o apelidaram de Apocalypse Never.

          Brando deixou Coppola maluco, pois tinha apenas duas semanas para filmar e estava imenso de gordo, bem diferente do que o diretor queria, por isso optaram só por filmar sua cara ou ângulos que não mostrassem seu tamanho verdadeiro.

          A montagem do filme foi uma briga. Os executivos da Paramount queriam o filme e os negativos – havia quase 200 horas de filme – e Coppola, desesperado, pegava qualquer aluno de cinema da UCLA para ajudá-lo e contratou os Hell’s Angels como seguranças, uma forma de intimidar a Paramount.

          E eles fizeram tão bem o serviço que ninguém entrava ou saía. Eles traziam tudo: comida, bebida, drogas, mulheres, o que precisassem.

          Sobre a parte filosófica deixo com o periferia.

          Responder
  71. Luiz Fernando

    Rafa irá a Toronto, conforme esperado. Só o vejo indo a Cincy numa situação de campanhas desastrosas nos 2 eventos q antecedem esse M1000.

    Responder
  72. Periferia

    Frases :

    “Podem pensar que ele é frio, clínico e chato, mas isso não significa nada porque que precisam respeitá-lo toda vez que pisa em quadra”

    ” Com o tempo eles podem até mesmo começar a gostar de você”

    frases cruéis…atrás de recordes e conquistas…tem um ser humano… até quando alguém defende o Djokovic…tem uma pontada de desprezo.
    Muitos “fãs” acharam a entrevista do ex tenista algo “definitivo”…bom…
    Pelo contrário…a entrevista (olhando com frieza) mostra uma grande resistência ao “homem” Djokovic.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Bom, ele colheu isso, não é? E não vem ajudando muito ultimamente, se posicionando contra a vacina. E não vamos nos esquecer da tal Adrian Tour, em que ele foi quase criou uma nova crise entre Croácia e Sérvia (https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/77611/Muro-pichado-na-Croacia-pede-a-morte-de-Djokovic/), como ainda obrigou os croatas a fecharem novamente as fronteiras por causa da pandemia (https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/77582/Evento-de-Djokovic-forca-Croacia-a-fechar-fronteiras/).

      O mais irônico é que McEnroe era o “odiado” na época dele, por causa do Borg e até mesmo de Connors, que era o querido do público norte-americano. Então Mac sabe do que está falando, talvez até tenha um pouco dele nestas frases.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Rubens, antes mesmo destas polêmicas envolvendo a pandemia muitos torcedores (Fedal) e mídia pegavam no pé do sérvio. As polêmicas referente a pandemia foi apenas o combustível que os “opositores” queriam. O principal motivo de tamanha resistência é porque ele é um “intruso”. Simples ! A gota d’ água foi US OPEN 2015 e principalmente WB 2019.

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Periferia (Cláudio), você ao pincelar partes da fala do McEnroe descontextualizou o que ele disse. Qualquer um que ler a fala completa do americano sem estar munido de um preconceito ou ranço do sérvio, interpretará perfeitamente sem distorcer o contexto. Como já disse outras vezes, o sérvio é o tenista mais popular entre os novos torcedores deste esporte na última década. Se fizermos um recorte temporal antes e após 2011, verás que a grande maioria que critica o sérvio são torcedores da dupla Fedal desde da década retrasada e estavam acostumados com outra realidade no circuito. O principal motivo de tamanha critica gratuita não decorre do seu comportamento fora das quadras, e sim porque há 11 anos ele teve a audácia de bagunçar o desfecho do enredo best seller Fedal que estava prontinho para sair daqui alguns anos.

      Daqui a uns 15 anos ou mais, quando uma legião de novos torcedores passarem a amar este esporte, ele terão uma visão mais racional e imparcial acerca dos feitos do BIG3, longe da nossa abordagem passional e tendenciosa, onde os números de cada um deles, os confrontos e feitos conquistados terão mais importância.

      O que o Pelé, Jordão, Tiger Woods, Phelps, Ali, Maradona e outros esportistas fazem ou deixam de fazer fora do campo esportivo tem pouca relevância na formação dos jovens ou adulto, no máximo é uma pequena inspiração, o verdadeiro exemplo vem dentro de casa ou do nosso circulo de amizade, no convívio diário , e não nas manchetes esporádicas sobre este ou aquele atleta. No final das contas os fenômenos esportivo são o que são pelo que fizeram dentro das “arenas”.

      Dito isso, se o sérvio realmente confirmar o status de maior vencedor do esporte , não tenha dúvida que seus feitos serão reverenciados (esportivamente) durante décadas, e a popularidade e o carisma dos membros do BIG3 que muitos dão importância agora serão insignificantes para as próximas gerações de torcedores e praticantes do esporte.

      Saudações Nolistas !!!

      Responder
      1. Periferia

        Olá caríssimo Danilo

        Discordo de tudo (raramente discordo de tudo…rs).
        O que eu escrevi (ou apontei) não tem sintonia com o que vc escreveu.
        O Djokovic é um grande campeão…o maior do tênis….isso ele conquistou …acho que ninguém discorda disso.
        A fala do McEnroe também não foi algo deliberado.
        Dentro da “defesa” do sérvio…o americano acabou passando a imagem que ele tem do Djokovic (verdades escondidas).
        Como ele diz….o tênis não é um concurso de popularidade.
        Não era necessário ele colocar alguns adjetivos não muito agradáveis(mesmo na terceira pessoa).
        Na verdade….o sérvio tem uma imensa rejeição no meio…muito por ser de um país que quase ninguém gosta na Europa (não gosta )…pela arrogância natural de vencer a “aristocracia” europeia (vence)…por não saber vencer (muitas vezes não sabe)….por abraçar polêmicas desnecessárias (poderia ficar aqui um tempão negativando).
        Isso não faz dele melhor nem pior…pelo menos aqui na periferia.
        É apenas uma constatação…até quando alguém sai em defesa dele (McEnroe) usa argumentos que são ruins para o “homem” Djokovic (a fala do americano é clara).
        Não gostaria de ser defendido dessa forma.
        Quando alguém defende usando a palavra “vc é ótimo Periferia…apesar que muitos acham vc…
        Esse tipo de defesa não é necessário .
        Daqui a 15 ou 30 anos ele continuara sendo o “homem” Djokovic…para os fãs….vai ficar o poster (amarelado) em uma parede… um monte de estatísticas que com certeza serão derrubadas pelo próximo “Goat” ( o novo sempre vem).
        Foco sempre no “homem”…esse sim… é companheiro para toda vida… indissociável.
        Somos o que somos…ou aceitamos ou nos enganamos.

        Abs Danilo

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Ainda acho que você está interpretando equivocadamente a fala do americano. O MAC não tinha que ter evitado esta ou aquela colocação na fala, e não houve uma pontada de desprezo como você citou. Ele falou o necessário.

          Ainda bem que a grande maioria interpretou diferente de você. O nobre Rubens que tem aversão ao sérvio acho que foi preciso quando disse “Então Mac sabe do que está falando, talvez até tenha um pouco dele nestas frases.”

          Não vamos mudar a opinião do outro sobre a fala do MAC e nem o que pensamos sobre o sérvio. Como o sérvio é um atleta atuante fora das quadras, de voz ativa que não fica em cima do muro, diferente da maioria dos atletas, e como o nome dele está em evidência, os detratores ainda terão muito combustível, seja para criticá-lo acertadamente seja para interpretar erroneamente o que venha expor.

          Eu só desejo que ele seja feliz e presenteie a nação nolista com muitos feitos e estatísticas favoráveis.

          Saudações Nolistas !!!

          Responder
          1. Rubens Leme

            Danilo, é ridícula a tentativa de todos em construir uma imagem limpa e pura do seu ídolo. Eu nunca me incomodei com os erros do Borg extra-quadra (já falei de todos aqui, várias vezes) ou mesmo do McEnroe e Connors, para quem comecei a torcer depois que o sueco saiu de cena.

            O próprio McEnroe era criticado e ironizado por ser um bad boy (pergunte ao Dalcim das tirinhas do João Macarrão), e era exatamente isso porque eu gostava tanto. O cara teve a coragem de parar no auge da carreira, durante uns seis meses, para ser pai, montou sua banda de rock, comprou uma galeria de arte, ou seja, deu as costas às críticas e foi viver como desejava.

            Se era “detestado” pela mídia, especialmente a britânica, era problema deles. Eles e seus fãs nunca esconderam que ele era esquentado e meio maluco, muito ao contrário, esse era o caldo.

            Assim, se todos parassem de tratar o seu macho favorito como lindo, perfeito e joiado (como diria o Falcão), mas como gênios com a raquete, porém, seres humanos imperfeitos, a conversa seria mais divertida.

          1. Rubens Leme

            João Macarrão fazia parte de umas tirinhas publicadas em algumas revistas de tênis dos anos 80. Tinha a Tênis Ilustrada e Tênis Brasil ou Tênis Esporte (me ajude aí Dalcim….).

            Uma tirinha famosa mostrava um homem dando adeus à esposas, aos filhos e até ao cachorro. Quando alguém pergunta à mulher dele porque ele está se despedindo de todos, ela diz:

            – É que ele foi escalado para ser juiz de uma partida do João Macarrão – fazendo uma ironia à fama dele de brigão.

      2. José Yoh

        Caro Danilo, não sei se entendi direito o comentário do Periferia, mas McEnroe assumiu publicamente e sem provas, números ou argumentos que o sérvio não é querido entre os fãs do tênis, o que você mesmo diz que não é verdade e prova com as estatísticas do Insta.

        Ou seja, mesmo quando alguém defende o sérvio, fala mal dele nas entrelinhas sem querer.
        Acho que é isso que o Periferia quis dizer.

        Minha opinião é que o americano tem alguns problemas de autoestima e ele se coloca na posição do sérvio, que creio que era a mesma dele quando jovem.

        Responder
  73. Rubens Leme

    Dalcim, ei uma beleza, a final do US Open de 1969, entre Rod Laver e o compatriota Tony Roche, que depois virou um técnico famoso e que teve apenas Ivan Lendl, Patrick Rafter, Roger Federer e Lleyton Hewitt como pupilos. Foi nesse jogo que Laver fechou seu segundo Grand Slam.

    Lendl, aliás, defende uma tese interessantíssima que esta geração australiana, na qual ainda tinha John Newcombe, Ken Rosewall, Roy Emerson, entre outros, talvez tenha sido tão boa quanto a atual, com a diferença que seus feitos maiores ficaram na era amadora e que por causa disso, poucos conhecem.

    Outra curiosidade é ver essa quadra imensa, com outras ao lado, claramente perceptível pelas linhas desenhadas. E um US Open na grama, o único Slam que teve os três pisos – grama, saibro e o piso atual.

    Divirta-se.

    https://www.youtube.com/watch?v=DwPo-6Hxiuk

    Responder
  74. Jonas

    https://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2018/10/21/especial-20-anos-os-maiores-tenistas-de-todos-os-tempos/

    Essa foi a última lista feita pelo Dalcim sobre os maiores tenistas de todos os tempos, postada em 21 de outubro de 2018. A lista, a meu ver, é coerente, pois Federer de fato era o maior. Quanto a Novak e Nadal, cabia discussão, com o sérvio bem próximo de superar o espanhol.

    Destaco duas passagens: “Além da técnica e plasticidade incomparáveis, Federer lidera por larga margem dois quesitos essenciais: quantidade de Slam e de semanas na liderança. A destacar as 10 finais e 23 semis seguidas de Slam”.

    “Djokovic possui dois feitos espetaculares – os quatro Slam ao mesmo tempo e a conquista de todos os Masters -, além do longo período como nº 1. De seus 14 Slam, 3 foram em finais contra Federer e outros 3 diante de Nadal”.

    Incrível como dentro de 3 anos as coisas mudaram. Nadal seguiu dominante em Roland Garros, vencendo as edições de 2019 e 2020, além de ter sido campeão do US Open 2019. Djokovic venceu o Australian Open 2019, 2020 e 2021, além de Wimbledon 2019/2021 e Roland Garros 2021. A arrancada do sérvio foi surpreendente.

    Responder
  75. Maurício SP

    Imagino que está sendo difícil para o Djokovic decidir se vai ou não a Tóquio. Metade das pessoas dizendo sim, outra metade, não. Ele deve estar muito descontente com todas as limitações que terá que enfrentar lá, uma festa sem público, sem poder acompanhar ao vivo outras modalidades, com sua equipe limitada.

    Mas ainda acho que ele vai, como deu a entender para um torcedor japonês ontem. E ele valoriza muito essa medalha, considerando a medalha de ouro “uma das maiores, se não a maior conquista que eu poderia ter em minha carreira”, como disse poucos dias antes de estrear nos Jogos do Rio:

    “It would be ranked as one of the highest if not the highest achievement that I would have in my career”.
    https://www.eurosport.com/tennis/rio/2016/novak-djokovic-olympic-gold-medal-would-be-one-of-the-high-points-of-my-career_sto5707297/story.shtml

    Responder
  76. Guilherme Fernandes

    Olá, Dalcim!

    Gostaria de parabenizar você e sua equipe pelo podcast lá no YouTube. Também gostaria de saber se é possível você fazer um episódio de podcast por rodada nos slams. Sei que quem vê de fora acha fácil, o que na verdade nunca é, mas você já pensou a respeito? Também sei que você e sua equipe atualizam o blog e o site a cada rodada, mas é bem legal ouvir o bate papo com você e seus convidados, especialmente o Dácio. Obrigado por manter há tantos anos este maravilhoso espaço para os fãs de TÊNIS (muitos são fãs de jogadores).

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, já pensamos, mas realmente é muito difícil no momento de ser concretizado, Guilherme. Quem sabe em 2022. Obrigado pelas palavras e sugestão!

      Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Preciso como sempre . Com percentual de aproveitamento menor , e 7 x 19 em Títulos , Sérvio e’ o Rei da Grama rs . No Saibro perde até no h2h e de vareio . Ou seja , todo dia comprovas o porque de Co-Piloto da Kombi. Jamais será promovido ao posto principal Pois este já tem dono … Um ser Inter Galático kkkkkkk. Abs!

      Responder
      1. Paulo F.

        A notória incapacidade de interpretação de sempre.
        Tu conseguiria então apontar quem seria o tenista da história que seja tão bom quanto o Djokovic em todas as superfícies?
        Outras coisa: não é tu que vive desconsiderando o h2h?

        Responder
    2. Alessandro Siqueira

      Paulo, acho pouco provável que alguém tire de Nadal a condição de maioral no saibro, mas na grama a coisa não parece tão certa. Federer tem 08 Wimbledons, mas esse número não se mostra inalcançável.

      Responder
  77. Alessandro Siqueira

    “Há que respeitar Djokovic. Alguém que nasceu numa geração em que já tínhamos dois campeões como Federer e Nadal e conseguiu bater todos os seus recordes tem de ser considerado o melhor tenista de sempre. O ténis não é um concurso de popularidade. Mas alguém vai lembrar-se que ele era menos popular, tinha menos fãs e seguidores nas redes sociais se ele tiver os melhores números entre todos? Calem a boca. O que interessa são os números”. John McEnroe

    Responder
    1. Jonas

      “Não dá para não respeitar um cara que venceu Wimbledon seis vezes, que fez isso na maior era do tênis masculino de todos os tempos.” Big Mac, kkkkk…

      Responder
  78. Rodrigo S. Cruz

    [Arthur]

    “Prost em 93 foi o quê? Alucinação?
    Sem falar que no próprio ano da sua morte, Senna sequer chegou a terminar uma das três corridas que fez. Rodou no Brasil, quando estava atrás do Schumacher, bateu na segunda e, infelizmente, sofreu a batida fatal em San Marino”.

    Cara, impressionante.

    Nunca li tanta desinformação e desconhecimento em um único comentário.

    Você não sabe NADA!

    Dizer que o Senna foi dominado pelo francês em 1993?

    O domínio foi do CARRO do francês, isso sim!

    1993 foi considerado o ano mais MÁGICO de Senna a bordo de um Fórmula 1, mesmo sem ter ganhado o título.

    Porque ele disputou ponto a ponto com Prost, em um carro INFINITAMENTE mais lento!

    O francês estava equipado com a Super-Williams FW-15 C, com suspensão ativa!

    No seco, o carro chegava a rodar 1, 8 segundo por volta, mais rápido do que a Mclaren de Ayrton.

    Maclaren que inclusive usava os motores Ford de versão anterior à versão ZETEC, que equipava a Benetton de Schumacher.

    O que vale dizer que pro Senna ter equilibrado aquele jogo, só mesmo guiando com muita genialidade.

    E se aproveitando de corridas com condições excepcionais.

    Como por exemplo – o fato do Alain Prost ser fraco em pista molhada.

    Disso se valeu o Senna que venceu o GP Brasil, e ainda HUMILHOU o francês com aquele SHOWZAÇO em Donington Park…

    Em 94, a Williams teve que começar do zero, porque não tinha mais suspensão ativa e nem eletrônica.

    Demorou muito até Adrian Newey equilibrar o carro. Foi por isso que o Senna rodou no Brasil.

    E a batida sofrida logo na largada no GP do Pacífico foi culpa do Hakkinen que tocou o Senna por trás…

    Responder
    1. Carlos Henrique

      Excelente recorte da época.
      Assim como não dá para afirmar que Schumi seria campeão em 94 caso não houvesse o trágico acidente.

      Responder
      1. Arthur

        Sobre como o passado teria sido, realmente não dá pra cravar nada, Carlos Henrique.
        Como diz o ditado, se meu avô usasse saia, seria minha avó.
        Da mesma forma que não dá pra cravar que o Schumacher seria campeão, tampouco se pode cravar que o campeão seria o Senna.
        Mas, a julgar pelo que aconteceu em 94 e 95, o mais provável seria que o alemão vencesse de qualquer modo.

        Um abraço.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Faltou complementar que Damon Hill chegou ainda em 94 com apenas Um ponto de diferença pra Schumi na última corrida . Todos sabemos que o Alemão dificilmente jogaria o carro pra cima de Senna como fez com o Inglês. Até porque não o acharia na pista rsrs. Abs!

      Responder
      1. Arthur

        Por que não? O Schumacher fez isso quantas vezes na carreira, Sérgio?
        ELe inclusive ostenta o nada honroso título de ter sido o único piloto da história a ser desclassificado não de uma corrida, mas de um CAMPEONATO, ao tentar repetir a batida que ele deu no Hill em 94 em 1997, contra o Villeneuve.

        Um abraço.

        Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Também por isso disse, que apesar de Schumacher ser um piloto maior, com mais títulos, vitórias, poles etc, sou infinitamente mais admirador de Ayrton Senna.
      E ainda fui trolado, kkk.

      Responder
    4. DANILO AFONSO

      Rodrigo, eu acho que o Arthur é novo e não acompanhou o circuito em 1994. Não lembra das irregularidade do carro da Benneton apontadas pela FIA que resultaram na punição (exclusão de algumas provas) da escuderia naquela temporada.

      As duas irregularidades eram: A) a retirada de uma válvula da bomba injetora de combustível oferecendo mais vazão do combustível; B) controle de tração.

      No GP do BRASIL (1ª corrida), o Senna largou na frente e somente perdeu a posição para o Schumacher no boxe quando o alemão entrou junto e este usufrui da bomba de combustível irregular. Sem essa irregularidade possivelmente o brasileiro não teria perdido a posição e terminaria a corrida em 1º. Na pior das hipóteses ficaria em segundo e somaria 6 pontos, e não zero após rodar na pista tentando andar no limite para recuperar a posição;
      https://www.youtube.com/watch?v=VE989vu6l0U – VEJA a ultrapassagem nos boxes entre o minuto 40 e 41.

      No GP do PACÍFICO (2ª corrida), o Senna perdeu a 1ª posição na largada por causa do sistema de tração do carro do Schumacher, o que forçou o brasileiro a tentar recuperar a posição já na primeira curva, mas acabou que o alemão fechou a porta e o brasileiro para não colidir o carro teve que frear e infelizmente o Hakkinen bateu na sua traseira e o tirou da corrida.
      https://www.youtube.com/watch?v=aUc4_qUH23o

      No GP de SAN MARINO (3º corrida), o Senna largou na frente e acredito que sustentaria a posição se não fosse o trágico acidente.

      Senna mesmo com o carro inferior, pelo fato de na grande maioria das vezes largar na frente e ser mais piloto, teria terminado no mínimo a temporada 94 e 95 como campeão.

      Em razão da pressão por SENNA não ter pontuado nas duas primeiras corridas e o volante do cockpit da Williams não ter se encaixado perfeitamente ao tamanho do brasileiro , a equipe tomou uma atitude que não é comum em uma categoria que é a elite do automobilismo, alterou a coluna de direção dos carros do SENNA sem que a peça passasse por uma rigorosa bateria de teste antes de adotar em definitivo as mudanças. Aumentaram o tamanho da coluna de direção e fizeram uma soldagem da peça para deixar o volante para próximo das mãos do brasileiro, uma verdadeira cambiara como foi definido nas investigações. A equipe tinha duas opção para resolver o incomodo do brasileiro conforme relatado em um vídeo interno da escuderia: alterar a barra de direção ou alterar o interior do cookpit. Optaram pela solução mais rápida e barata.

      Ninguém me tira da cabeça que se o Senna tivesse vencido ou pontuado nas duas primeiras corridas, possivelmente o brasileiro e a equipe teriam testando e feito uma adaptação melhor da peça alterada (coluna) ou aguardariam outro solução mais segura.

      Passei anos odiando e torcendo contra a Benneton e o Shumarcher nas raras vezes que assistia uma corrida por causa dos brasileiros.

      Responder
      1. Gildokson

        Que aula hein Danilo! Parabéns!
        Quem gosta do Schumacher é louco, o cara era um competidor sujo, um cara que chaga ao ponto de por no contrato que o companheiro de equipe tem que sair da frente pra ele ganhar a corrida nunca deveria nem ser especulado como o maior piloto da história.

        Responder
        1. Rafael

          Danilo,

          Obviamente não entendo nada de F1 como vc, o Rodrigo, o Sérgio, mas para mim o Schumacher piloto (lamento muito a desgraça pessoal que o acometeu para sempre) será o eterno Dick Vigarista da F1.

          No Brasil quando alguém morre (ou sofre uma desgraça) vira santo. Não para mim.

          Abs

          Responder
      2. Arthur

        Infelizmente sou um pouco mais velho do que você imagina, Danilo. Acompanho a F1 desde quando o Piquet ainda corria em condições de ser campeão, hehehe…
        E acompanhei bem de perto tudo isso que você falou.
        Fato é que, mesmo com todas as supostas irregularidades do carro da Benneton, na época comandada pelo infame Flavio Briatore, a equipe não foi desclassificada do campeonato,. Logo, legal ou não, o carro da Benneton corria mais do que o da Williams.
        Podemos passar aqui horas e horas tentando especular o que poderia ter sido do campeonato se o Senna não tivesse morrido. No entanto, você há de concordar que, em qualquer cenário, nunca conseguiremos dizer exatamente o que teria acontecido se a direção do bólido do brasileiro não tivesse quebrado e ele tivesse batido na Tamburello.
        No final das contas, o que eu acho mais engraçado é que meu comentário foi justamente pra enaltecer o Senna, demonstrando que só os números melhores do Schumacher não eram capazes de colocá-lo acima do brasileiro, e acabei sendo “trucidado” pela horda de sennistas aqui do Blog.
        Senna foi um piloto espetacular, mas o fato é que, como quase todos os outros (à exceção do Fangio), só foi campeão quando teve o melhor carro.
        A McLaren de 1988 foi o melhor exemplo disso, com Senna e Prost ganhando 15 das 16 corridas daquele ano.
        Tentar desmerecer o Prost pelo título de 93 ou mesmo o Mansell pelo título de 92 não vão mudar em nada essa realidade.

        Um abraço.

        Responder
        1. R.P.

          Piquet venceu por 2 vezes o mundial não tendo o melhor carro (feito inédito até hoje). Foi o único piloto campeão com três motores diferentes. Ainda, somente ele foi campeão com a equipe que ficou apenas em terceiro lugar no mundial de construtores.

          Piquet >>>> o resto.

          Responder
    5. Bel Grado Fa

      Prost foi melhor que Senna sim. aparte ao fato de ter 4 campeonators de pilotos (Senna tem apenas 3), ainda aculumla uma séria de vices. Se formos usar o critério da galera torcedora do Djoko, então, nem se fala pois fica nítida a superioridade do Francês.

      Se for compararar Senna com Schumi e Hamilton então, nem se fala. Senna vai passar vergonha.

      Na order:
      1) Hamilton e Schumi (empatados tecnicamente)
      2) Fangio
      3) Prost e VEttel (se esqueci de alguém, complementem)
      3) Piquet, Senna e Cia, todos com três cmapeonatos

      Senna só foi competitivo quando teve o melhor carro (ao contrário de Piquet, por exemplo), sem falar “naquela ultrapassagem”, onde Além de passar escorregando, Piquet ainda mostrou o dedo para o “Namorado da Xuxa”.

      E para completar: Senna não entra na discussão do GOAT para a fórmula 1. essa discussão está entre Alemanha e Inglaterra, no momento. E só pode mudar, caso o “Super Sérvio” decida correr de fórmula 1.

      O “Super Sérvio” na Fórmula 1 seria um piloto versátil:
      – Correria bem em circuitos de alta e baixa (- Seria o maior vencedor em Mônaco e Imóla)
      – Correria feio mas ganharia corrida
      – Ganharia corridas de F1 em circuitos de grama, saibro e seria o maior vencedor do GP de Melbourne
      – Teria vencido ao menos 5 vezes cada GP
      – Teria sido desclassificado em algumas corridas por ter dado “bolada em mecânico e fiscal de pista”

      E o mais importante: teríamos essa “gente” comentando no blog de F1 (e não de tênis)
      Também teria o título de covidiota, por andar sem máscara nos circuitos e promover corridas de kart sem máscara.

      Responder
      1. Marcelo Costa

        Aos ufanistas, “pachequistas” fãs viúvas do Senna, eu gostaria que tivessem o mesmo empenho e pesquisassem o último título de Piquet em 1987. Aquilo foi algo único, mas a fé cega não permite.

        Responder
        1. Arthur

          RIght on the money, Marcelo.
          Piquet foi campeão naquele ano depois de ter batido forte na mesma curva que vitimou o Senna. E, como sequela, ficou com terríveis dores de cabeça e perdeu a noção de profundidade. Se isso já seria difícil pra qualquer um, imagina pra um piloto de automobilismo.

          Um abraço.

          Responder
    6. Arthur

      Dalcim, eu realmente não queria transformar o seu Blog em um Blog de F-1, mas vou me permitir responder a esses comentários todos feitos diretamente a mim.
      Meu caro Rodrigo, tinha outra idéia de você, mas a sua deselegância na resposta foi sem igual.
      “O domínio foi do CARRO do francês, isso sim!” (RISOS)
      Na Fórmula 1, em 99% dos casos, o domínio SEMPRE É DO CARRO.
      Se você tivesse estudado mais, teria visto que o único piloto que conseguiu levar o caneco com o carro inferior foi o Fangio, em dois dos cinco títulos dele. Não por acaso, o Claudio Carsughi – que entende muito mais de F1 que todos aqui – sempre argumenta que, se fosse pra cravar um GOAT da F1, este seria o Fangio.
      E sua análise foi tão rasa sobre o que eu falei que você nem parou pra pensar no que eu realmente queria falar.
      Senna foi, na minha opinião, o piloto mais espetacular que eu vi correndo. Assim como o Federer foi o tenista mais espetacular que eu já vi jogando.
      Usei o exemplo do Senna com o Schumacher justamente para dizer que somente números são insuficientes pra cravar um “melhor de todos os tempos” em qualquer coisa, ainda mais em esportes.
      Se você tivesse lido meu comentário com mais atenção e menos bílis, talvez tivesse entendido.

      Um abraço.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Prost em 86, Senna em 91, schumacher em 95.

        Todos eles foram exemplos de campeões que venceram ser ter o melhor carro da temporada.

        Pra ver como é você que precisa estudar… eu acompanho par e passo, desde 1986, amigão.

        Mas 1993, foi covardia!

        Não há como se falar em domínio do Prost sobre Senna, já que a diferença não foia pilotagem, e sim o carro.

        A desinformação foi tamanha que não havia com ser elegante contigo mesmo não…

        Responder
        1. Arthur

          A McLaren do Prost em 1986 era completamente equivalente à Williams do Mansell e do Piquet, Rodrigo.
          Na verdade, o campeonato de 1986 foi um dos mais parelhos da história, com nenhuma equipe se destacando ou sendo amplamente superior às outras. Não por acaso, em determinado momento havia quatro pilotos concorrendo ao título: Senna, Prost, Mansell e Piquet (inclusive eles tiraram uma foto histórica. Cf. aqui: https://www.ayrtonsenna.com.br/bastidores-da-foto-historica-com-senna-mansell-prost-e-piquet/)
          Você reclama da minha menção ao Prost de 1993 e aí vem me dizer que o SCHUMACHER ganhou com um carro INFERIOR o Campeonato de 1995? #SERTO
          Aí só rindo mesmo, meu caro.

          Um abraço.

          Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        E complementando, Arthur:

        é óbvio que o carro melhor vence os campeonatos, mas o Senna e o Prost não eram da mesma equipe, como 88 e 89.

        Portanto, a comparação que você fez é que não comporta qualquer sentido.

        Seria a mesma coisa de dar uma MINARDI pro Fangio e uma Willimans pro Prost, e depois dizer que o Prost foi melhor do que ele, porque ganhou de Williams…

        Hahahaha

        Abraço.

        Responder
        1. Arthur

          Realmente, Rodrigo, parei por aqui. Impossível discutir com você.
          Não queria transformar o Blog do Dalcim em um Blog de F1 e prometo que foi o último post que escrevo sobre isso.
          Um pouco mais de humildade e menos de vaidade te farão um bem imenso, asseguro.

          Um abraço.

          Responder
      3. Araujo

        Mas num esporte individual, que os atletas foram contemporaneos, os números são tudo. Não dá pra comparar com um esporte coletivo (levantando a questão Bill Russell x Jordan) e num esporte que a máquina é preponderante (F1, usando Senna x Schumacher). Esses 2 últimos casos sim dão margem a subjetividade, porque o atleta nao depende exclusivamente só dele pra ser campeão. Agora esporte individual, que os atletas jogaram na mesma época, os números são fatores incontroversos para dizer quem foi o maior.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Pois é, imagine o melhor piloto dentro do melhor carro, voando na última corrida do campeonato…
          Ao fazer o último pit-stop, um mecânico desavisado simplesmente perde a porca na troca e o melhor piloto e o melhor carro ficam parados pela eternidade de 5 segundos.
          Bau bau campeonato.

          Responder
  79. Paulo Almeida

    O grande Gentle Giant curiosamente nunca compôs nenhuma faixa demasiadamente longa (com pelo menos 15 minutos). Contudo, no seu álbum oficial ao vivo de 1977 (Playing The Fool), resolveram compilar trechos de faixas do álbum Octopus e de uma do Acquiring The Taste, gerando um “medley” de 15:38 denominado Excerpts From Octopus. O Camel também apresenta essa peculiaridade, a não ser que consideremos The Snow Goose como uma única faixa (falei acerca disso em um post mais detalhado no ano passado).

    Para quem não se lembra, também formei o Big 10 do rock progressivo britânico setentista incluindo Pink Floyd, Genesis, Yes, Jethro Tull, King Crimson, Camel, Gentle Giant, Emerson, Lake & Palmer, Van der Graaf Generator e Renaissance. Esta última foi minha homenageada de hoje na semana do rock, já que ouvi o début Prologue (1972) com a belíssima voz de Annie Haslam, especialmente na obra-prima Rajah Khan (11:30).

    Satisfeito, Barocos? ???

    Responder
  80. Nattan Labatto

    Belo post, Dalcim! Os números são ultra/mega importantes e é por eles que os bigs brigam. Vamos a algumas declarações:

    “Há que respeitar Djokovic. Alguém que nasceu numa geração em que já tínhamos dois campeões como Federer e Nadal e conseguiu bater todos os seus recordes tem de ser considerado o melhor tenista de sempre. O ténis não é um concurso de popularidade. Mas alguém vai lembrar-se que ele era menos popular, tinha menos fãs e seguidores nas redes sociais se ele tiver os melhores números entre todos? Calem a boca. O que interessa são os números” John McEnroe.

    “O Novak é o jogador mais completo de todos os tempos. Isso permite-lhe encontrar soluções para a maioria dos problemas que tem em court e fá-lo em todas as superfícies. Isso explica por que razão ele está em melhor posição para se tornar no GOAT [melhor de todos os tempos]” Patrick Mouratoglou.

    É, srs, não adianta fazer comparativo com F1, basquete, frescobal, peteca, cerveja etc… Não dar para negar o inegável, impedir o inevitável: Novaking é o maior, melhor e mais completo jogador a segurar uma raquete. As outras lendas são gigantes, incríveis, semi-deuses, só que o sérvio conseguiu ser MAIOR, é o Big dos Bigs.

    Aproveitando a alegria e o feito do Regicida em Wimbledon, deixo aqui a minha felicitação aos integrantes da Kombi: Robson, Danilo, P. Almeida, Paulo F., Felipe, Jonas, Dalcim (rsrs), Jairo, Rafael e outros. Por falar em Rafael, o feito do Djokovic foi tão especial que o Rafa nos deu o ar da graça aqui no blog. Apareça sempre, meu amigo! Vc faz muita falta, irmão!

    Bem, para finalizar, não serei tão grosso quanto o McEnroe, porém, aos detratores, aceitem, apreciem e, por favor, conformem-se, os números são indispensáveis para a escolha do GOAT, pois serão eles que serão lidos futuramente. Popularidade e outros fatores são invenções desesperadas para trazer um ar cômico para o blog, igual o da cerveja .? ????

    No mais, um forte abraço abraço a todos.

    Responder
    1. Paulo F.

      Obrigado pela lembrança, Nattan!
      E eu sinceramente pensava no início do ano: “Bah, difícil para o Djokovic empatar essa parada ainda este ano.”
      O sérvio é um titã descomunal!
      Ajde Djokovic! Idemo Nole!

      Responder
      1. Nattan Labatto

        Nada, meu amigo!

        Vc soma e muito aqui no espaço. Ah, eu também compartilhava desta mesma dúvida e agora estamos na possibilidade de completar o Golden Slam e, com a desistência de vários tops, só um desastre a nível Usopen 2020 (3 batidas na madeira) para tirar o ouro do Sérvio.

        Abs

        Responder
        1. Paulo F.

          Meu nobre, os jogos olímpicos contarão com Tsitsipas e Medvedev e eu não os desprezo.
          Só espero que não tenha novamente um Delpo solto na chave!

          Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      O Big Mac sempre foi assim caro Nattan . Mesmo batendo o Pop Star nas duas únicas finais feitas no USA , ele teve que aguentar torcida dividida . E ao final da carreira de ambos , ter a certeza que seu maior rival de longe ficou como o tal “ goat “ de sua época rs . Abs!

      Responder
    3. Robson

      Nobre Nolista Nattan,quantas Kombis pra transportar essa nação Nolista?
      E sim,os números falam tudo né,aos antis, só lamento.
      Grande abraço nobre Nolista!!!

      Responder
      1. Nattan Labatto

        Haha

        Confesso que já recebo essa encarnação com bastante humor, pois é notório o crescimento do alcance do sérvio. As redes sociais e outros meios mostram isso.

        Responder
  81. Petros

    Esperei esse post do Dalcim, como costumeiramente ele faz ao final de cada Slam, pra deixar aqui algumas considerações, sobretudo sobre as façanhas do big3 e a eterna discussão sobre a questão do GOAT.
    Mesmo sendo um torcedor declarado do Federer, com o tempo aprendi reconhecer e apreciar o feito dos outros dois fenômenos chamados Nadal e Djokovic.
    Acredito que a conquista de Djokovic no domingo sepultou qualquer discussão sobre o maior jogador de tênis da história:
    Novak atingiu esse patamar, detém os recordes mais importantes (Slam, semanas como número 1, vai quebrar o recorde de temporadas como número 1 esse ano, tem ao menos 2 títulos em cada Slam, conquistou todos os Masters, e por ai vai).
    Cravo aqui que nenhum dos outros dois atingirá essa totalidade de recordes, estão até que surja um novo extraterrestre, Novak é merecidamente o GOAT.
    A entrevista coletiva do servio após a final de Wimbledon também é elogiável:
    Presta um tributo aos outros dois gênios e revela uma sinceridade que passa longe da arrogância e quebra a inocuidade do politicamente correto, quando afirma acreditar “ser o melhor”:
    É mesmo o melhor, os números mostram que é o melhor!
    Mas aqui, a partir das palavras de Novak em sua coletiva, é que vou tecer minhas considerações:
    O servio faz uma referência que a depois de sua chegada ao top 10, e somente após sucessivas derrotas para Federer e Nadal é que entendeu o tamanho da montanha que teria que escalar, e também o que precisaria fazer pra chegar ao topo dessa montanha.
    Nole fez tudo o que precisava ser feito, trabalhou feito um louco no físico (quem não lembra dos problemas respiratórios), no mental, nos fundamentos de voleio ( Becker), saque (Goran) e devolução (conseguiu torna-la na maior da história).
    Resumindo, Djoko encaixou tudo e tornou seu jogo que pode ser resumido no foco principal da matéria do post:
    CONSISTENTE!
    Essa é a palavra chave do jogo de Novak Djokovic.
    Essa durante anos foi a palavra chave do jogo de Rafael Nadal.
    E essa não é a palavra chave do jogo de Roger Federer, qdo comparada a esses dois.
    Não lembro quem, mas alguém postou aqui um trecho do post do Dalcim após a semi do Australian Open de 2008, qdo Djoko derrubou Federer em sets diretos, fazendo menção ao tipo de jogo que ali aparecia e que dificilmente o suíço seria capaz de superar.
    Um tipo de jogo que Rafa Nadal já apresentava sobre o saibro, mas que ainda até aquela oportunidade não conseguia traze-lo para os demais pisos, sobretudo os mais velozes.
    Um jogo baseado na consistência, praticamente sem buracos, disposto a enfrentar inúmeras maratonas, mostrando e mandando um recado ao adversário: Vai ter que ganhar o ponto, porque eu não vou errar!
    Para muitos, não é um tipo de jogo dos mais vistosos, o que eu concordo.
    Para muitos, é o odiado “Maratenis”, o que eu discordo.
    O fato é que jogo praticado por Nole é CONSISTENTE e EFICIENTE!
    A referência de Rafa e Roger o tornou assim.
    A referência de Rafa e Roger lhe mostrou que para supera-los, teria que ser assim.
    Como a referência de Roger um dia também mostrou a Rafa que para superá-lo, também teria que ser assim.
    Mas ai vem o coração de torcedor, de admirador e amante do esporte:
    Ninguém mostrou a Roger que teria que ser assim. Roger chegou com seu jogo clássico, elegante, apaixonante e por incrível que hj possa parecer, eficiente.
    Ultrapassou eras (lembre da mudança de velocidade das quadras) e gerações (Sampras, Agassi, Guga, Safin, Moya, Rios, Ferrero, Hewitt, Roddick, Nadal, Djokovic, apenas pra ficar com os número 1), fez adequações, mas jamais perdeu a essência da elegância e classe que o torna tão diferente e mais atraente que os demais.
    O tênis do suíço é algo jamais visto em qualquer geração ou era do esporte.
    Só por isso o suíço continua atraindo o máximo de atenção, de holofotes, de audiência, de público, com aproximadamente incrédulos 40 anos.
    Como bem colocou Andre Kfouri após a final do Us Open 2015:
    Roger Federer transcendeu a questão de ídolo de tênis:
    Ele é o próprio tênis!
    A razão mostra que Novak Djokovic é o maior jogador de tênis de todos os tempos!
    A minha emoção e paixão pelo esporte falam que Roger Federer é o maior tenista de todos os tempos!

    Responder
    1. WILLIAM ALMEIDA

      Sempre vi o Djokovic como a evolução do tênis do Hewitt. Chamada era do “maratenis” começou quando o australiano começou a barbariza o circuito ganhando seu primeiro GS em cima do Sampras o recordista da época, Hewitt no começo de carreira era o pai de Roger Federer vencia os jogos, no entanto o Suíço conseguiu encontrar o antidoto passou a dominar o australiano. Djokovic é a evolução se move melhor que o australiano, tem mais potência nos golpes, tem uma estatura maior que do australiano, sacar melhor e etc.

      Responder
        1. WILLIAM ALMEIDA

          Eu digo maratenis em tom de brincadeira não para depreciar. Sim o Federer no seu auge praticava maratenis, quando necessário sabia se defender muito bem.

          Responder
    2. Marcílio Aguiar

      Perfeito, Petros! Concordo plenamente. Uma tese de doutorado sobre como apreciar o tênis e os grandes que fazem a sua história.

      Responder
  82. Periferia

    O Encontro

    Tarde quente em Londres…uma mesa…duas bebidas.
    Duas pessoas…
    Sentaram-se…os dois…já arrependidos…de marcarem o encontro.
    Esvaziaram os pulmões num suspiro de inquietação.
    Aos dois faltava a coragem…de perguntar…
    -O que estamos fazendo aqui?
    – Será que fiz bem em vir?
    Não saia palavras…depois de algum tempo foi que se olharam bem nos olhos…um olhar sem enlevo…sem raiva ou mágoa…
    Ficaram em silêncio…não havia nada a dizer porque sabiam de tudo…se conheciam profundamente.
    A palavra sempre complicou muito.
    O silêncio era preenchido pelas lembranças…pelos momentos inesquecíveis…eles já foram cúmplices.
    Algum tempo depois…levantaram-se.
    Deram-se as mãos…
    Riram-se…cada um de si mesmo e os dois da vida.
    Despediram-se…
    Foi um grande dia para eles…nem tocaram nas bebidas…
    Na mesa…um copo de rakija…no outro copo…um refrescante Rivella.

    Responder
  83. Ronildo

    Inaceitável esta propaganda anti-Paulo Cleto. Se este cara não entende de tênis, não sabe verbalizar sobre tênis, então eu não sei nada sobre nada! O cara passou décadas comentando e escrevendo sobre tênis para a TV, jornais e internet. Quem acompanha tênis a mais de 10 anos conhece muito bem o Tenisnet. Durante muitos anos a ESPN elencava seus comentaristas para a língua inglesa, espanhol e o nome de Paulo Cleto sempre estava lá como comentarista para a língua portuguesa.

    Verdade verdadeira: uns 95% dos torcedores de Djokovic começaram a acompanhar tênis nos ultimos 10 anos, por isto esta antipatia por Paulo Cleto.

    Responder
    1. Jonas

      Ronildo, volte com as previsões rsrs…

      Olha, claro que o Cleto entende de tênis. Ele tem bons comentários, eu até acompanhava o antigo blog dele. Pelo que já vi e li do Cleto, ele parece ter uma preferência pelo Nadal. Talvez torcida seja exagero, mas ele acha o Rafa um “animal”, já o descreveu assim diversas vezes.

      Ele já cansou de criticar o Federer, dizendo que o suíço se acomodou e foi superado pelos maiores rivais, se preocupou em “arrumar o topete” rs, palavras dele… Sobre o Djoko, ele simplesmente não gosta do estilo de jogo do sérvio e de algumas atitudes. Isso tudo é a opinião dele.

      Sobre o Podcast, senti que ele pareceu frustrado com a eliminação do Nadal. Até falou que o espanhol não vence mais Roland Garros. E ele também não gostou do Djoko ter sido campeão, kkkkk, faz parte.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Será o Paulo Cleto novo membro do seu pacote de terceirizações?
      Thiem, Medvedev, Sinner não conseguiram. Talvez o Cleto consiga, detratando-o.

      Responder
  84. José

    Um dado interessante, Djokovic e Federer ganharam ambos:

    – 3 anos com 3 slams conquistados (2011, 2015, 2021 e 2004, 2006, 2007)
    – 3 anos com 2 slams conquistados (2016, 2018, 2019 e 2005, 2009, 2017)
    – 5 anos com 1 slam conquistado (2008, 2012, 2013, 2014, 2020 e 2003, 2008, 2010, 2012, 2018)

    Responder
  85. Marlon

    Boa noite Dalcin! Dalcin, no site bola amarela tem um comentário de MecEnroy que ele diz: ” …o tênis não é um concurso de popularidade. Mas alguém vai lembrar-se que ele era menos popular, tinha menos fâs e seguidores nas redes sociais se ele tiver os melhores números entre todos? Calem a boca. O que interessa são os números.” Ele fala que pra ser o GOAT só os números importam! Se referindo a Djoko! Vc concorda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que os números são essenciais, mas não podem ser o único critério. Eu por exemplo valorizo demais a importância histórica de um atleta, que por vezes não é necessariamente o que tem os melhores números. Caso típico da Navratilova, que mudou diversos parâmetros no tênis.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        O caso da Navratilova é típico a ser muito respeitado mesmo.
        Até hoje é figura de destaque no meio. Ganhou um caminhão de GS em simples e duplas, certo?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, mas ela vai muito além de títulos e números, Luiz. Martina mudou o rumo do tênis profissional. Foi a primeira a introduzir o conceito de equipe multidisciplinar. Sem falar é claro na sua luta de bastidores pelos direitos femininos.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Dalcim, considero Martina a maior jogadora de todos os tempos, dentro e fora das quadras. Dentro ela foi um fenômeno, com 18 Slams de simples e 31 de duplas. Sua parceria com Pam Shriver foi a maior da história, entre homens e mulheres, superior aos irmãos Bryan ou Flemning/McEnroe.

            Sua rivalidade com Chris Evert foi inigualável: 80 jogos, sendo 60 finais, com 43 a 37 de vantagem para ela. E mesmo sendo 13 anos mais velha que Steffi Graf, possui um empate no H2H entre eles, 9×9, com Graf podendo ser considerada a maior tenista da história.

            Para mim, está em qualquer lista dos cinco maiores tenistas, entre homens e mulheres. Quem a viu jogar, viu, pois enfrentou tenistas de várias épocas e sempre se destacou e dificilmente isso se repetirá. Para mim, foi a maior superior à frente de Graf ou Serena.

          2. Abel Jr.

            É o tipo de importância que muda o esporte.
            Como Rinus Mitchel e Yohan Cruyf no futebol em termos táticos;
            Michael Jordan em termos do produto esporte;
            Ou a Nadia comaneci que fez a regra da ginástica mudar.

  86. Paulo Almeida

    A objetividade e frieza dos números define o GOAT e não a subjetividade de torcedores. No aspecto subjetivo do lado nolista e nadalista, por exemplo, é bem fácil falar que a maioria dos Slams e semanas do Federer foram graças à entressafra 2003-2007 e às lesões de Nadal (2009) e Djokovic (2017-2018).

    A maioria esmagadora de especialistas e ex-jogadores apontará Djokovic como o maior e melhor de todos os tempos e só restará aos fanáticos aceitar calados.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Ah, outra coisa que deixou o pessoal da seita inconformado foi o fato do GOAT ter fechado três Slams com smash e o último com slice, golpes “fracos” para eles, rs.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Nada como um dia após o outro, certo nobre P.A.?
        E tudo que falavam, o sérvio está respondendo com louvor – e na bola!
        A última para mim era a quase eterna desculpa de ter vencido Nadal em RG porque o espanhol estava baleado.
        Se bem que ele é um ano mais novo que o espanhol e isso faz toda diferença. SQN!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Não ganharam do Nadal nem de cadeira de rodas, logo tinham moral zero para contestar aquela vitória sobre o número 6 do mundo à época em uma quarta de final. De qualquer forma, com essa em cima do espanhol em forma e jogando bem, o assunto foi de vez sepultado.

          Responder
        2. Paulo F.

          E não se leu UMA palavra vinda dos nadalistas essa palhaçada de que Djoko ganhou do Rafa em RG esse ano por causa de que o espanhol estava baleado.
          Só veio dos membros da seita messiânica helvética.

          Responder
    2. Luiz Fernando

      Próximo critério combinado para GOAT: plasticidade do jogo associado a número de ATP 250 conquistados kkk…
      PS: caros membros da seita messiânica, estou brincando, não postem isso kkk…

      Responder
        1. Petros

          Gildokson sensacional kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
          Acho que o maior torcedor do Rafa Nadal do blog está se deliciando com o novo Goat, mesmo que não seja seu torcedor preferido.
          O importante é não ser mais o Federer.
          Como o próprio diz, aqui é diversão garantida kkkkkkkkkkkk

          Responder
    3. Gildokson

      Mesmo depois do objetivo alcançado tu ainda ta com essa conversa besta de entressafra Paulo??
      Federer tem 20 Grand Slans e PONTO.
      Djokovic tem tudo e PONTO.
      É a mesma coisa que eu ficar repetindo agora tda hora que essas 3 finais com Medevedv, cérebro de gelatina Tsitsipas e médio pra baixo Berretini foram uma baba.
      Chego a conclusão que o sérvio merece tudo que tem, quem não merece são vocês.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Eu disse no caso de precisar recorrer a aspectos subjetivos, como você fez agora e vários da sua torcida têm feito e continuarão fazendo. Nos aspectos objetivos já era.

        Responder
  87. Rubens Leme

    O Brasil é um país curioso. No ano passado, do nada, saiu um box com os 3 discos de estúdio e um live do Samson, que ficou famoso por ter nos vocais um jovem de nome Bruce Bruce, futuro Bruce Dickinson. E a caixa aborda exatamente o período de Bruce, antes de entrar no Iron Maiden.

    Bruce entrou na banda depois que outro membro, o baterista Clive Burr, já tinha deixado o grupo para fazer parte do Iron. Os dois se reencontrariam na Donzela de Ferro brevemente no álbum The Number of the Beast (1982), já que no posterior, Piece of Mind, o baterista era Nicko McBrain.

    Antes disso, o único registro do Samsom por aqui era a coletânea Head Tactics, de 1986, lançada apenas em LP. Os quatro discos também podem ser comprados separadamente.

    E, depois desta surpresa, chegou uma outra, este ano: o segundo e o terceiro discos do Trapeze – Medusa (1972) e You Are the Music… We’re Just the Band (1973).

    O grupo ficou famoso não apenas pelo belo som que fazia, mas por causa de dois membros, o vocalista e baixista Glenn Hughes (futuro Deep Purple), o guitarrista Mel Galley (Whitesnake) e o baterista Dave Holland, que tocou por 10 anos com o Judas Priest.

    As edições do Trapeze são caprichadas e cada disco vem num box com 3 cds. Deixo abaixo o link pra ouvir, Medusa e o segundo disco do Samson, Head On.

    TRAPEZE – MEDUSA – https://www.youtube.com/watch?v=ou63ZQlj7x4
    SAMSON – HEAD ON – https://www.youtube.com/watch?v=3nk0SPoXpP8&list=PL2m9J9bMM1PuALgk_Enl_2XSLiLSrxa05

    Responder
  88. Bel grado FA

    Voces acham que o Djokovic conseguiria repetir o título de covidiota do ano pela segunda vez? Se conseguir, será mais uma de suas marcas imbatíveis!

    навијачи су потребно зло (navijači su potrebno zlo)

    Responder
  89. Luiz Fabriciano

    Jamais tinha ouvido a Bia Haddad falando e confesso que fiquei surpreso ao ver um vídeo onde ela comenta sobre Djokovic.
    É notório o quanto ela não gosta dele, mas aí é com ela e só admite que é o melhor do mundo disparado porque não tem outra opção, agora, uma tenista profissional suspensa por dopping tentar justificar que o sérvio não tem muita simpatia pelas coisas que faz fora das quadras, putz!
    Faz o que Srta Haddad?

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Uma jogadora insignificante que perdeu a chance de ficar calada.

      Luiz, foram dois 40-15 (USO 2011/WB 2019) e um 15-40 (USO 2010) na verdade. Em todos o Federer tremeu pra fechar.

      Responder
      1. José Yoh

        Paulos, ser uma das melhores do Brasil, é ser insignificante??? Apenas porque ela não gosta do Djokovic, embora admire o jogo dele?

        Lembro que alguém disse que não importava chamar Federer de aposentado e outros nomes piores porque ele nunca iria ler isso.
        Agora a Bia ou qualquer outro jogador nacional tem grande chance de ler. Ou algum parente, amigo, etc. Talvez até comente entre nós.

        Talvez seja eu. Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Yoh, com todo respeito, para o tênis brasileiro, talvez ela signifique algo, mas, global, não sei e prefiro me eximir desse julgamento.
          Ficou claro em sua fala (Bia) que realmente não “curte” o sérvio, mas como disse antes, coisa dela.
          E não o admira, apenas, admitiu o fato, que ele é um super tenista e fechou sua fala com chave de plástico, dizendo que ele não é tão querido por suas atitudes fora de quadra. Não deu!
          Abraço.

          Responder
          1. José Yoh

            Bem passional o comentário dela e diria desnecessário, embora ela deva conhecê-lo melhor que nós que nem do circuito somos.
            O fato é que nenhum jogador profissional, pelo menos entre os tops é “bonzinho”. Todos tem sangue na veia, tão necessário para o jogo.

            Mas estava me referindo apenas ao “insignificante” da frase que prontamente o Paulo corrigiu.
            Abs

          2. Luiz Fabriciano

            Yoh, para finalizar aqui, com a permissão do Dalcim, concordo que todos os tops têm e devem ter mesmo “sangue na veia” necessários ao jogo.
            O que me deixou inquieto na fala da brasileira foi o “desnecessário” ao jogo.

  90. George Beco

    Acho esse negócio de ganhar sem perder set totalmente irrelevante.
    Só me faz lembrar daquela campanha espetacular de Federer ATÉ a final no US Open de 2015, onde ele amaçou todos os adversários e foi quebrado apenas 2x e 0 sets perdidos, enquanto se via Djokovic ganhando num tie break do quarto set pra Feliciano Lopez, perdendo set pra Bautista Agut (na época não tinha lá esse tênis todo que conquistou depois), e na final o que se via era Djokovic escolhendo o momento em que quebrava Federer, esse visivelmente nervoso (famoso amarelão) cometendo erro não forçado em cima de erro não forçado nos pontos importantes.
    Ou seja, de nada adiantou uma campanha brilhante pra uma atuação terrível na final, e ainda vem gente dizer que o sérvio ganhava pra o suíço por conta da idade.

    Responder
    1. Gildokson

      Tu deve ter assistido outro jogo, nesse dia aí o Federer teve 23 chances de quebra contra o sérvio, nunca vi tantas numa final até hoje, e o Djokovic como sempre monstruoso salvou de tudo que é jeito e em algumas teve erro não forçado do Gênio. Mas imagina oq isso não causa na cabeça do durante a partida?
      Todo mundo sabe que contra Nadal e Federer ele eleva o nível, se fosse contra o Wawrinka por exemplo ele cederia nessa final de Us Open 2015.

      Responder
      1. George Beco

        algumas erros não forçados??? Muitos erros não forçados, muitos mesmo.
        Tinha vencido Wawrinka por 3×0 com 6×1 no terceiro, era uma partida pra ele ter ganho no máximo em quatro sets na final, mas foi impressionante como nos pontos importantes toda vez ele tava errando, foi algo inexplicável, exceto, claro, pelo histórico do suíço contra o sérvio.
        Por exemplo, tu vê aquele atropelo na final do AO 2019, qual culpa Nadal tem naquilo?? Nenhuma, basicamente o sérvio não deu xance, já no caso do US Open 2015, o suíço teve muita chance, mas se apequenou na hora H, foi a maior decepção que eu vi no tênis, até pior do que Wimbledon 2019, pois no US Open 2015 dava pra ver que Federer tava se tremendo, em W2019 a pessoa pode confirmar que o suíço amarelou por conta do histórico dele contra o sérvio, e não pelo simples fato de ter perdido 2 mp no saque

        Responder
      2. José Yoh

        Gildokson, toda vez que assisto a um jogo do Djoko eu tento entender como ele defende as bolas. É algo surreal. Além da devolução de saque, claro.

        O fato é que o erro não forçado só se torna erro porque simplesmente a bola não cai de jeito nenhum. E para um jogador como Federer que arrisca muito, é certo que aumenta muito as chances de perder o ponto, ainda mais sendo uma fração de segundo mais lento já que os reflexos do sérvio são também absurdos e os do suíço já foram faz tempo.

        E como você disse, com tantas chances perdidas a cabeça vai sendo minada. Muitos dizem que ele é um amarelão. Mas como poderia ser se o sujeito é um dos melhores jogadores de tie breaks e tem um grande primeiro e segundo saque mesmo nesses momentos? O fato é que os torcedores mais fanáticos preferem achar que ele é amarelão do que entender que é o sérvio que é um osso duríssimo de roer e consegue destruir a mente de seus adversários, independente de quem seja.

        Responder
        1. Gildokson

          Eu sempre pensei assim como você acabou de descrever José, para mim o Djokovic salva os breaks e os mps e não só Federer que perde, como aquele winner de devolução no Us Open ou essa maldita passada em WB19. O cara é um monstro e o fato dele se concentrar mais contra Federer e Nadal faz toda a diferença. Eu repito, se é contra o Wawrinka ou Murray ele perdia o Us Open 15 e WB19.

          Responder
        2. George Beco

          Puts…eu é muito jogo com 2 match points pra se dizer que o cara não amarela. Se fosse só a final de Wimbledon isoladamente, a pessoa pode até aceitar, mas não é só ela.
          Dizer que Federer não amarela pra Djokovic é o mesmo que dizer que nenhum jogador amarela pra Djokovic, se vc crê nisso, beleza, mas se não crê, aí tem que concordar.
          Mas casos como o de Monfils em Dubai 2020 e Tsitsipas esse ano, mostram o contrário. Evidentemente que os caras só amarelam pq Djokovic construiu uma história, mas não deixam de amarelar.
          Eu penso que seja até aceitável um Monfils, que não tem um décimo da carreira de Djokovic, amarelar, mas Federer? Com tantas conquistas?? Aí é que me leva a crer que ele só ganhou tudo isso porque é 6 anos mais velho, aproveitou o quando pôde o caminho sem o sérvio, tanto pelo fato deste ser muito jovem nos anos de 2010, quanto pela cirurgia em 2017.

          Responder
          1. José Yoh

            George, esse lance da idade eu já escrevi uma centena de vezes aqui. Não consigo acreditar até hoje que pessoas que praticam esportes, inteligentes e de meia idade consigam imaginar que é possível competir no mais alto nível pau a pau com uma diferença de 6 anos, depois dos 30.
            Depois dos 35 então a gente nem enxerga mais direito!

          2. George Beco

            José Yoh, adoraria concordar com você, mas não posso achar que a idade prejudicou um cara que teve dois match points e saque na grama, não da.
            Acho q a única vez em que Djokovic ganhou quatro pontos seguidos naquela final foi depois daquele 40-15. Botar culpa dessa derrota na idade com todas as circunstâncias, é no mínimo desconhecer a realidade.
            Do mesmo jeito que não pode tratar apenas como mérito do cara ele ter 3 vitórias salvando dois match points, isso nunca aconteceu com Nadal, que já ganhou trocentas vezes de Djokovic, e a consequência disso são 5 finais de GS ganhas em cima do sérvio

          3. José Yoh

            George, na verdade eu não estava me referindo somente à final de WB 2019. Mas com relação àquela final, você acha que se fosse o contrário, Federer 6 anos mais novo, o resultado seria o mesmo?

            Eu não entendo muito bem porquê os nolistas defendem tanto esse ponto. Quando digo que Federer não pode ser chamado de “amarelão”, também estou dizendo que a derrota foi por causa do estilo de jogo arriscado dele e da estupenda estabilidade do sérvio em momentos de pressão.

            O que me faz concluir que o ódio ao suíço é muito pior que eu imaginava. De fato é algum motivo psicológico. É preferível chama-lo de amarelão do que reconhecer que o sérvio é superior nesses momentos.

          4. George Beco

            Veja bem, me lembro um jogo que foi uma quartas ou oitavas de AO entre Ferrer e Almagro, que foi uma das maiores freguesias do tênis, nível um Djokovic e Monfils, por exemplo, e nesse jogo o Almagro por TRÊS VEZES sacou para ganhar, e nas três não conseguiu. Eu não sou idiota de dizer que Ferrer não se defende bem, se brincar tinha a melhor devolução do circuito, problema dele é que era limitado tecnicamente, assim não adiantava devolver bem contra o Big 4, pq esses caras mandariam uma bola pra o outro lado e aos poucos estariam dominando os pontos, mas mesmo que ele seja um jogador foda, não da pra negar que um cara que sacou 3x pra vencer um jogo e nas 3 não fechou não tenha amarelado, sobretudo depois que vc vê o H2H entre os dois, acho que na época era uns 10×0.
            E ai quando vc vê um H2H em jogos importantes entre Federer e DJokovic, vc começa a ver que não foi simplesmente mérito do sérvio, se aquilo fosse numa semi de ATP 500 provável Federer ter metido um ace, mas como era um jogo importante, acabou segunda o braço, pq do outro lado tava o cara que espancava ele em jogo importante, e ele não tinha coragem de se sobrepor em cima desse cara.
            Veja Murray, por exemplo, sempre apanhou pra Djokovic pq sempre foi pior que Djokovic, quando entrou numa boa fase e estava jogando melhor que o sérvio naquele momento, simplesmente atropelou o cara, no caso aquela final de Finals que mais era um título da temporada. Nunca que Federer faria isso contra DJokovic, chegou atropelando geral no US Open de 2015 e na final jogou nada, jogou que só a porra em Wimbledon 2014 e na final no 5×4 comete 4 erros não forçados. A postura de Federer nesses jogos acabou virando a característica principal dessa rivalidade, o que tem lhe custado todos os recordes que ele havia conseguido, um por um vai sendo passado, muito por conta da postura de Federer contra o sérvio.

          5. José Yoh

            George, achar que ele é um amarelão é algo que fica ao critério de cada um, assim como o exaustivo papo do GOAT.

            Mas voltando à pergunta anterior, você acha que se fosse o contrário, Federer 6 anos mais novo, o resultado seria o mesmo na final de WB 19?
            Seja honesto.

          6. George Beco

            Sim, acho que Djokovic ganharia de Federer tanto com 6 a menos como com 6 a mais, justamente porque o problema de Federer contra Djokovic é mental, nos momentos importantes o suíço tem medo, diferente de seu compatriota, que nos momentos importantes aí é que ele cresce mais ainda contra Djokovic.
            Vê o que o sérvio tem feito com essa geração, com os mesmos 34 daquele Federer que fez aquela atuação patética no US Open, enquanto Djokovic com 34 tá enfileirando GS em cima de GS, Federer com 28 tava perdendo um GS ganho pra Del Potro, porque que esse Djokovic perderia pra aquele Federer?

          7. José Yoh

            Bem, para mim a conclusão lógica é que se ele teve dois match points em WB 19 sendo 6 anos mais velho e em fim de carreira, sendo 6 mais novo ele nem precisaria do 5o. set, faria como fez até 2010 onde dava até passada de tweener em semifinais ou drop shots em devolução de saque. Era absolutamente brilhante.

            Não ia ter momentos de pressão para amarelar. Então o mental – que eu reconheço que o sérvio tem mais – não seria tão importante.

          8. George Beco

            Pronto, ele ganharia essa final de Djokovic, e Djokovic teria uns 15 GS a mais, fora os que Federer ganhou, jamais ele perderia pra Safin na semi de 2005, jamais perderia pra Nalbandian aquele Finals em que Federer teve 30×0 e saque, jamais perderia aquele US Open pra Del Potro, que na verdade seriam os mesmo 3×0 que foi em 2018.

    2. Luiz Fabriciano

      Nesse ano, o jogo mais fácil do sérvio foi a semi, onde bateu duro no Cilic.
      Esse e mais alguns, Federer chegou à final pilotando um 747, depois foi embora de fusquinha. Por causa da idade.

      Responder
  91. Luiz Henrique

    “Nadal por sua vez terá uma única chance de não interromper duas séries muito relevantes em sua carreira. Desde 2005, ele ganhou ao menos um troféu de Slam por temporada (são 14 seguidas, contra 11 de Djokovic e Federer), assim como fez ao menos uma final (neste quesito, o suíço está acima, com 15).”

    Dalcim, na verdade Nadal ganhou slam por 10 temporadas seguidas (2005-2014), não 14 seguidas
    Djokovic e Federer tb n venceram GS por 11 temporadas seguidas. Federer venceu por 8 (2003-2010) e Djokovic por 6 (2011-2016)

    Eu imagino que vc tenha contado o total de temporadas com título de GS, e não as consecutivas. Aí sim fica correto

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é o total, até porque de 2005 para cá seriam 17 temporadas e não 14… rsrs… mas para ficar mais claro eu modifiquei o texto e inclui o recorde de consecutivos. Obrigado pela observação!

      Responder
          1. Paulo F.

            Não disse que não vale, só disse que a consecutividade é menos importante do que a totalidade.
            Ô dificuldade interpretativa, meu Pai!

  92. Wilson Rocha

    Mestre Dalcim,
    Não sei se você concorda, mas o fato da padronização dos pisos termina dificultando a tarefa de escolher o goat, tendo em vista que a capacidade de adaptação aos diferentes pisos, revela toda versatilidade do tenista.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Há sempre diferentes formas de se ver a questão, Wilson. Por um lado, certamente a padronização dificulta a adaptação, caso óbvio para o Federer. Mas ao mesmo tempo demonstra que o estilo do Djokovic é o mais moderno e por isso se adapta com maior facilidade à realidade do circuito.

      Responder
      1. Marcos Ribeiro

        Padronização de pisos? Se isto existisse, um tal de Nadal não teria 70% dos seus títulos de GS em só 1 dos pisos, onde é disputado só 25% dos GS. E nem Wimbledon-2021 teria a garota russa Samsonova, com ranking abaixo de 100, que recebeu convite por ter vencido poucos dias antes um torneio na grama, entre as 16 das oitavas de final.

        Responder
        1. José Yoh

          Marcos, claro que continua havendo diferenças entre pisos. Mas houve sim uma tentativa de equalizar a velocidade das quadras para um jogo com mais trocas. Nadal teria mais dificuldade em WB se a velocidade fosse igual a outras épocas.
          A “padronização” é consenso entre especialistas do esporte. Além de existirem medições comprovando isso.

          Responder
  93. DANILO AFONSO

    A pedido do nobre SÉRGIO RIBEIRO, fiz um levantamento comparando o aproveitamento de vitórias dos principais tenistas deste esporte, considerando os três pisos do atual circuito. No comparativo DJOKOVIC é o único tenista (ativo e inativo) que possuí mais de 80% de aproveitamento nas três superfícies, demonstrando a sua incrível versatilidade.

    DJOKOVIC
    Grama – 85%
    Hard – 84,3%
    Saibro – 80,5%

    FEDERER
    Grama – 86,9%
    Hard – 83,5%
    Saibro – 76,1%

    NADAL
    Grama – 78%
    Hard – 77,9%
    Saibro – 91,5%

    SAMPRAS
    Grama – 83,5%
    Hard – 80,6%
    Saibro – 62,5%

    BORG
    Grama – 81,8%
    Hard – 76,3%
    Saibro – 86,1%

    ROD LAVER
    Grama – 84,8%
    Hard – 82,6%
    Saibro – 75,6%

    AGASSI
    Grama – 73,5%
    Hard – 78,9%
    Saibro – 72,7%

    MURRAY
    Grama – 82,7%
    Hard – 77,6%
    Saibro – 69,5%

    CONNORS
    Grama – 83%
    Hard – 83,1%
    Saibro – 76,1%

    LENDL
    Grama – 75%
    Hard – 82,6%
    Saibro – 81,1%

    MCENROE
    Grama – 85,8%
    Hard – 81,6%
    Saibro – 72,1%

    Saudações Tenísticas !!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Assim é mais interessante, caro Danilo . Pelo menos a meu ver . Quem diria que Agassi não atingiria os 80 % em nenhuma superfície. E Jimbo teria um percentual maior que ele até mesmo no Saibro… E olha que Connors com a sua incrível longevidade, apanhou muito no final de carreira. Mais um motivo pra Federer somente parar quando sentir que não dá mesmo. Ao contrário do que diz o glorioso Dacio Campos … Abs!

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Pra tu não deveria . Afinal no glorioso H2H das mentes vazias está 4 x 4 com 1 x 1 no Saibro de Paris , caríssimo mane’ rs . Abs!

          Responder
          1. Paulo F.

            1 – Federer não tem Roma e nem Monte Carlo.
            2 – Federer não é bi em Paris.
            3 – Federer nunca ganhou de Nadal em Paris.
            4 – Levando em consideração o h2h???

    1. Bel grado FA

      E a galera do futebol migrou para o tênis. Será que em algum momento vamos ter os caras “se pagando” no metrô também com pedaços de pau agredidno os torcedores com camisetas de outros ídolos???? Aliás, tô pensando em criar as organizadas. Sugestão de nomes:
      – Djokovid: GOATs da FIEL (ou: Urubuzada)
      – Nadal: Torcida Jovem Nadalista (ou Mancha AlviMaiorca)
      – Federer: Torcida Independente (também poderia ser: Tricolor da Basiléia)

      Vamos votar! Espero que o Editor me permita vender meus ítens aqui (camisetas, bonés, etc).

      d – :

      Responder
      1. Carlos Henrique

        A reunião dos adeptos do helvético tem muito mais cara de igreja do que torcida.

        Seria a Igreja Federista dos Últimos Dias?!

        Com a palavra, os torcedores…
        hahaha

        Responder
      1. David Lopes

        Só os teus comentários indevidos ( e olha que não são poucos) devem ser aprovados, os dos outros, não!!!!!
        Usando as tuas palavras, aqui é diversão garantida…..

        Responder
  94. Leandro Domingues

    Dalcim,

    Uma correção: Nadal não venceu Slam em 2015 e 2016, seu recorde é de 10 temporadas consecutivas (2005-2014). O recorde de Federer é 8 (2003-2010) e de Djokovic 7 (2011-2016).

    Parabéns pelo blog! Um abraço.

    Responder
  95. WILLIAM ALMEIDA

    No tópico anterior ouvi uma narrativa que Djokovic dominou o Federer nos confrontos , isso é uma narrativa no meu ponto de vista equivocada. Sendo imparcial até 2014 o confrontos nos GS estava 6 a 6, a partir de 2015 posso concorda que Nole dominou o confronto com o Suíço. Antes de 2015 era um confronto “equilibrado” aonde não havia favorito, após 2015 Djokovic começou a ser considerado o favorito para o confronto.

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    1. Jonas

      Uma forma mais clara de se ver a questão é que até 2010, o confronto estava 13 a 6 para o suíço.

      Lógico que o Djokovic levou um tempo para equilibrar o confronto. Eu só quis dizer que o domínio se iniciou na temporada 2011.

      Em 2011, por exemplo, houve 5 confrontos entre eles, com 4 vitórias pro Djoko. A partir daquela temporada, se fizermos um comparativo, fica evidente que o Djoko venceu o suíço muito mais do que perdeu.

      Ele pode até ter equilibrado as coisas de vez em 2014, muito por conta do “13 a 6”, mas o Djokovic já vinha vencendo o Federer com frequência nos anos anteriores.

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      1. Paulo Almeida

        Sim, o domínio vem de longa data (em Grand Slam desde o USO 2010), o que joga facilmente por terra a desculpa esfarrapada de idade. Djokovic passou a dominar o Fedal a partir de 2011 porque se tornou um jogador superior mesmo.

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        1. Jonas

          Em Grand Slam é sacanagem rs…

          Última vitória do Federer sobre Djoko em Grand Slam ocorreu em 2012, na grama, salvo engano com teto fechado…

          A última final de Slam vencida pelo suíço sobre o sérvio foi em 2007!

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        2. Gildokson

          Tem q ser levado em consideração que depois de 2010 o Federer mesmo em momentos em que jogava um tênis mediano para o seu nível chegou em semi pra tomar coro do Djokovic, exemplo disso foi a última semi do AO que o cara foi se salvando até chegar la e ser surrado pelo rival. Djokovic em 2017 teve a sorte de parar em Stomins da vida e não ter seu h2h arranhado, inclusive quem Nadal muitas vezes foi agraciado com essa sorte tbm viu rsrs
          Besta é seu Federer que bota a cara em tudo, e estava quase querendo arrumar uma 4° final de WB pra perder contra o sérvio, ainda bem que não.

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          1. Paulo Almeida

            Gildokson, o Federer só chegou em condições medianas na semifinal do Aussie 2020 e ainda assim só perdeu o primeiro set por causa do seu bloqueio mental/tremedeira contra o sérvio: teve 4-1 e 0-40 e não quebrou e depois sacou pra fechar em 5-3 e perdeu o saque de zero, além de ter tomado 7-1 no tie-break. Em todas as outras oportunidades, chegou voando e com menos tempo em quadra.

            Quer falar de mancha no currículo? Essa ocorreu agora em Roland Garros quando o suíço FUGIU do sérvio para não levar 12×6 em Slam. Bota a cara pra bater sempre sim, aham!

  96. Sérgio Ribeiro

    Big Titles Kings ? Segundo a ATP ou a ITF ? . Se for pela segunda está Rafa Nadal com 21 devido ao Ouro Olímpico. Como a primeira jamais colocou um MASTERS 1000 na Grama , deve ficar meio constrangida . Como pode Sampras e Federer estarem lá pra trás ?
    . rsrs. Abs!

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      1. JHONNY

        ja que vc esta reclamando do fato de ainda nao terem colocado um Master 1000 na grama (alguns anos atras nem atp 500 tinha Todos eram atp 250) e falou sobre um estudo de mudança, qual destes master sairia? ou eles pretendem ser 10 Master 1000?

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        1. Sérgio Ribeiro

          As fontes não são confiáveis, caro JHONNY . Aumentariam para DEZ e dois ficariam não obrigatórios . Daí somente nos resta esperar. Até agora a ATP não definiu nada pra 2022 … Abs!

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          1. Paulo F.

            Uma pena não haver M1000 na grama mesmo.
            Aí Djokovic já teria alcançado absurda quantidade de 40 M1000.

          2. JHONNY

            Bem considerando se possivel graças ao clima etc, nao seria melhor adiar winblendon mais duas semanas? e se for 10 Master Mil
            Caso fosse possivel na ,minha opinião ideal seria jogar os atps europeus de saibro pós winblendon para pos Roland Garros, passar eles para grama (assim aumentando o circuito de grama) com duas semanas de atps 250 e 500, e assim na 3º semana deste novo calendário o que seria hoje a semana seguinte de roland garros jogasse este Master 1000 na grama.
            Ou entao adiar Winblendon 1 semana e transferir o Master Mil de Shangai que na minha opinião e o Master 1000 mais deslocado.

          3. Sérgio Ribeiro

            Exato Paulo F . Provavelmente ele não fugiria mais de Queen’s e Halle e largaria de vez o ATP 250 do Titio Toni em MARBELLA kkkk. Aproveitando que os seu dois “ goats “ não ligam pra ATP 500 , o que Rafa foi fazer no de Washington ??? . Por acaso seria um dos preparatórios para o USOPEN OPEN ou para os MASTERS ? rs Abs!

          4. Sérgio Ribeiro

            Realmente são várias opções , meu caro . Mas Queen’s está tão próximo à WIMBLEDON quanto Roma de RG . Como os Ingleses são conservadores … ABS !

          5. Jairo

            Quer dizer então que Djokovic “foge” de Queen’s e Halle? hahahahahaha

            Daqui pouco aparece algum fanático dizendo que esses ATPs 500 que o Federer andou mendigando pra tentar levantar algum troféu vale mais que um Slam.

    1. José Nilton Dalcim

      Bom, se quiser jogar Toronto aí complica. Mas essas inscrições nos Masters são automáticas, nem sempre refletem a verdade.

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  97. Jonas

    “Quando olha para Federer ou Nadal, você diz para si mesmo: ‘Ok. por que eles não podem aguentar mais um ou dois anos nesse nível?’ Mas então vê Novak pensa que esse cara pode durar mais uns dez anos”, afirmou o ex-número 1 do mundo e dono de sete títulos de Grand Slam em entrevista ao jornal francês L’Equipe.

    DEZ ANOS? Duvido. Se Djokovic chegar à incrível marca de 24 ou 25 Slams e ainda bater as 377 semanas da Graf, creio que para. Talvez ele tenha em mente umas 400 semanas, quem sabe. Não duvido que ele aguente jogar em alto nível, mas a questão aqui é a motivação, o sérvio é movido a objetivos. Os mais importantes ele já alcançou. Até bater o Nadal em Roland Garros, algo que eu achava improvável, o cara conseguiu, e por duas vezes…

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    1. Ricardo

      Enquanto o nadal estiver competitivo o djoko não baixará a intensidade, tenho certeza, ele sabe q a ameaça dele ainda é o nadal, federer infelizmente já era.

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      1. Jonas

        Sim, mas o Nadal tem no máximo umas 2 temporadas em alto nível, Ricardo.

        O Luiz Henrique pode até printar esse comentário, kkkk…mas eu vou ficar muito, muito surpreso se o espanhol jogar de forma competitiva mais do que isso. Nadal já tem 35 anos…

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        1. Jonas

          E aí tem uma questão que hoje parece não importar tanto: a própria idade do Djokovic.

          Ele tem 34 anos. Umas 3 ou 4 temporadas nesse nível aí? Eu acredito, o cara é um monstro, se cuida e tal. Mas jogar nesse nível até 44? Eu duvido…

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        2. Luiz Henrique

          Posso printar sim…
          Mas tb, prever isso a essa altura tá fácil
          Ainda assim pode errar, mas é como se um jogo de futebol estivesse 2×0 e eu falasse aos 45 do 2º tempo “o time que tá ganhando por 2×0 vai vencer”
          Agora não to com tempo, eu mas se eu fizer uma busca por notícias antigas (só notícias, pq infelizmente n da mais pra buscar coisas desse blog e do cleto antigas), vou achar centenas de notícias, entrevistas, fala de comentaristas, de que havia uma enorme expectativa de que Nadal sequer voltasse a ganhar um slam após 2009, e que a carreira estava próxima do fim. O mesmo ocorrendo nos meses finais de 2012, bem como nos anos de 2015/2016.
          De certa forma tudo que Nadal ganhou depois de 2009 é bônus, se formos buscar o que diziam
          Na verdade talvez desde 2006 seja bônus, pq ao final de 2005 ele quase encerrou por uma lesão no pé

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          1. Jonas

            Sem dúvidas, hoje o espanhol já dá alguns sinais.

            Só dele ter 35 anos, já é um indício. Dei uma de Ronildo aqui kkk…

    1. Jairo

      Hahahahahahahahahahahahaha

      McEnroe disse exatamente o contrário, que no final você não é lembrado pelo número de fãs ou de seguidores, mas pelo que conquistou em quadra.

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      1. Luiz Fabriciano