Djokovic acima de todos
Por José Nilton Dalcim
11 de julho de 2021 às 20:32

Foram seis meses mágicos. Vindo de um final de 2020 um tanto frustrante, com a desclassificação no US Open, a dura derrota em Roland Garros e a semi no Finals, Novak Djokovic soube dar a volta por cima. E que volta. Manteve o título em Melbourne apesar das dificuldades físicas em fevereiro, cravou o recorde de semanas como número 1 pouco depois, desbancou o todo-poderoso Rafael Nadal no saibro de Paris e foi muito superior a todos para atingir um incrível sexto título em Wimbledon no espaço de uma década.

Assim, ao se equiparar a Nadal e Roger Federer na tabela de títulos de Slam, todos com incríveis 20 conquistas, Nole ganhou o direito inconteste de ser chamado o ‘maior de todos’. A discussão, pelo menos até o próximo US Open, se torna inócua. Nole tem agora as duas marcas mais importantes do tênis profissional – ranking e Slam -, além de uma coleção de feitos históricos de peso, como o único a somar dois troféus em cada Slam e a façanha inigualável de vencer os três primeiros Slam em superfícies diferentes. Em diversos campos que se pretenda comparar, seus números são mais relevantes: Masters, número 1 ao final do ano, duelo direto.

Claro que a disputa permanece aberta porque nenhum dos Big 3 encerrou ainda carreira e são todos fora de série. Porém, não é preciso grande esforço para perceber que Djokovic é aquele com melhores condições de continuar brilhando em todos os cantos e por mais tempo. Não apenas tem idade inferior a seus concorrentes, como seu jogo se adapta facilmente a qualquer situação. Sua supremacia no topo do ranking dificilmente será ameaçada até o fim desta temporada e a partir de agora ele volta ao seu piso predileto. É o favorito absoluto ao ouro olímpico e ao US Open, e talvez só a própria ansiedade seja barreira para que consiga repetir a temporada inesquecível de Steffi Graf, em 1988.

Por falar em idade, vale ressaltar que ele agora é o segundo mais velho a vencer Wimbledon, aos 34 anos e 50 dias, e passar a somar oito Slam como ‘trintão’, ao menos um em cada um dos quatro torneios, deixando Nadal duas para trás. Também é o que mais fez finais depois dos 30, com nove, tendo venceu sete de suas oito últimas decisões de Slam. Nesta segunda-feira, totalizará 329 semanas como líder e aparecerá como único profissional com US$ 150 milhões embolsados em premiações oficiais.

Sobre a final deste domingo, ele poderia ter simplificado a tarefa caso mantivesse o saque com 5/3 no primeiro set. O começo da partida foi bem nervoso dos dois lados e Nole de novo não teve uma largada mais solta, como aconteceu em quase todo o campeonato. Matteo Berrettini cresceu a partir daí, foi agressivo no tie-break e mereceu a vitória parcial.

Djokovic então fez um pequeno ajuste, recuou um passo na devolução e começou a fazer o adversário jogar mais e mais. As quebras vieram prematuras nos dois sets seguintes. O sérvio de novo falhou na hora de fechar no segundo set, mas desta vez tinha margem e não vacilou. O terceiro viu um momento delicado no 4/2, em que Berrettini teve a passada em dois break-points e não conseguiu a reação. Naquele altura, o sérvio já o fazia se mexer demais para os dois lados. Por fim, veio a quebra essencial no sétimo game do quarto set e o jogo virtualmente terminou.  Djokovic totalizou 21 erros, sendo 11 deles na soma dos três sets vencidos, algo extraordinário.

Berrettini poderia ter feito um pouquinho mais, especialmente quando precisou do saque nos momentos delicados, mas é justamente essa confiança que diferencia os grandes. O italiano deve sair feliz com o vice. É um tenista que sabe jogar em diferentes condições e, se continuar trabalhando o backahnd, poderá sonhar com coisas grandes.

Barty também faz história
Apesar de não ter sido sua melhor atuação, Ashleigh Barty cumpriu o que todo mundo esperava de seu estilo tão vistoso e conquistou no sábado Wimbledon, uma década exata depois de ser campeã juvenil aos 15 anos. Sua capacidade de misturar muito bem força e sutileza é perfeita para a grama, mas por ironia do destino ganhou seu primeiro Grand Slam no saibro, em 2019,ou seja em condições até então impensáveis para a escola australiana.

A final em si teve muito nervosismo, alguns lindos lances mas também erros terríveis dos dois lados. Pliskova começou muito mal e parecia que Barty iria vencer com rapidez, quando quebrou logo de cara no segundo set. A tcheca então se soltou, recuperou e virou o placar, mas perdeu de novo o saque com algumas falhas incríveis. Na hora de sacar para o título, a líder do ranking sentiu o momento, permitiu reação e o terceiro set. Aí por fim justificou a esperada superioridade sobre a tcheca. mas não sem emoções. Precisou ainda salvar um break-point antes de concluir na primeira chance que apareceu.

Mais tarde, na entrevista oficial, Barty revelou que a própria equipe escondeu dela a gravidade da contusão no quadril que a tirou precocemente de Paris neste ano, mas garante que conseguiu jogar Wimbledon sem dores e até considerou isso um pequeno milagre. Adianta que poderá se ausentar algumas semanas do circuito para tentar uma recuperação agora sim mais completa e bem feita. Isso muito provavelmente significa abdicar dos Jogos Olímpicos.

Assim como no masculino, Barty também fez história, dando o primeiro título feminino à Austrália em Wimbledon desde Evonne Goolagong, bicampeã em 1980 então já mãe. Ao igualar os dois Slam de Lleytton Hewitt e superar suas 80 semanas como número 1, Barty já pode ser considerada a maior tenista de seu país dos últimos 40 anos. E soberana no ranking,  tem enorme chance de se tornar ainda neste ano a sétima líder com ao menos 100 semanas na ponta.


Comentários
  1. Rodrigo

    Einstein dizia que se a teoria da relatividade estivesse correta, a Alemanha o enalteceria como alemão, e a França o declararia cidadão do mundo. Se estivesse equivocada, a Alemanha diria que ele era judeu e a França que ele era alemão.
    Se Djokovic fosse francês ou americano, não haveria mais discussão sobre o GOAT. O sérvio não apenas já teria sido declarado o melhor tenista da história, como também já teria sido proclamado que nenhum outro tenista jamais poderia alcançar seus feitos. Se fosse inglês, não apenas seria o melhor da história e do futuro do tênis, como também seria declarado no pódio, entre os três melhores esportistas que o mundo já conheceu.
    Queira ou não, o fato de o sérvio ser sérvio torna seus feitos ainda maiores e dificulta no enaltecimento dos mesmos.

  2. Miguel BsB

    Dalcim, mudando do assunto GOAT, Djokovic, Tênis Masculino, mas me mantendo no assunto do Post:
    Que prazer eu tenho em assistir a Barty jogar! É a única tenista que eu faço questão de assistir jogando…Não tinha esse prazer em assistir alguma moça jogando desde a magnífica Justine Henin!
    Achei o título merecidíssimo e torço pra ela se manter no topo e ganhando, mas, principalmente, saudável e jogando…
    O que acha? Eu não via uma tenista com técnica, variação de jogo e competitividade pra vencer os grandes torneios desde a belga. Até o porte físico é muito parecido…

    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, ela lembra a Henin nessa variedade, mas vou te dizer que sinto esse mesmo prazer ao assistir a Andreescu jogando, outra tenista com capacidade de bater forte ou dar um toque sutil com a mesma naturalidade.

  3. DANILO AFONSO

    Ficou show de bola o podcast com o Dácio Campos, infinitamente melhor que o vimos com o Paulo Cleto. Não porque ele falou bem do sérvio, e sim pela dinâmica de pensamento, leveza nas palavras, exposição de detalhes técnicos dos tenistas e respeito aos atletas.

    Ouvi os 30 minutos com meu filho de 7 anos. Conseguiu segurar a atenção do meu menino do início ao fim, e olha que sem imagem é difícil atrair a atenção da criançada. Foi tão bom que pareceram apenas 10 minutos.

    https://youtu.be/MkjWG0gEjzk

  4. DANILO AFONSO

    Dalcim, a título de curiosidade, quem foi o sortudo que ganhou o livro ?
    Alguém que não escreve muito no blog ou foi um dos reis das previsões, Pessanha, Ronildo ou Vitor ???

    Você podia fazer igual a tele sena, presentear também aquele que acerta historicamente menos nas previsões. A disputa seria acirrada entre os feras citados, cabeça a cabeça decidido com o auxílio do photo finish….kkk

    Se já informou tal vencedor, eu “comi mosca”.

    Abs !!

  5. Rafael Darvin

    Mestre Dalcim,

    Perguntei ao google a razão pela qual Novak Djokovic ter hoje “somente” 3 títulos em NY, considerando seu histórico geral nas quadras rápidas. Entendo que existem questões atreladas ao tipo de piso e também climáticas, sendo que o bounce em si tende a ser mais alto em NY por conta das condições.
    Como você avalia essa questão? Por sinal, Nadal visivelmente se sente muito mais confortável por lá, entendo inclusive que o foco dele em antecipar sua preparação no piso sintético se deva ao fato de querer vencer o torneio Nova Iorquino de qualquer jeito…

    1. José Nilton Dalcim

      As condições em Nova York costumam mesmo ser difíceis, com muita umidade, e isso pode ser um dos motivos pelos quais Djokovic tem maior dificuldade em se adaptar lá.

  6. Jeferson

    Dalcim,este jogos olímpicos um tenista fará no máximo 6 jogos como nas edições anteriores,e será até a semi final melhor de 3 e afinal melhor de 5 sets?Até quantos dias antes do inicio um tenista pode desistir de participar desta edição?
    Uma pena mas sem torcida e com a pandemia ainda este jogos olímpicos vai ser o mais sem graça da história,se eu fosse o Djokovic desistia,e focava no Us Open vale muito mais.

    1. José Nilton Dalcim

      Todo o torneio olímpico será em melhor de 3 sets, Jeferson. Tenista pode desistir a qualquer momento, até mesmo depois de sorteada a chave, ainda mais que é um torneio sem vínculo com a ATP ou WTA e portanto sem punições de qualquer espécie.

  7. Antônio gabriel

    Dalcim ficou show o Podcast, o Dacio era meio xarope as vezes nos comentários, mas faz falta na tv. Grande abraço e aguardando que você integre aí alguma equipe de comentários nos jogos da Tv, seria Show!!!

  8. Rubens Leme

    FACES

    Poucas bandas inglesas tiveram tantos músicos famosos com os Faces e certamente quase nenhuma enfrentou a mesma maldição.

    O grupo nasceu quando o compositor, guitarrista letrista e cantor Steve Marriott deixou os Small Faces para formar o Humble Pie. Assim, os demais integrantes – o pianista Ian McLagan, o baixista e vocalista Ronnie Lane e o baterista Kenney Jones -, convidaram dois membros do Jeff Beck Group, Ronnie Wood (guitarrista e baixista) e o vocalista Rod Stewart, tiraram o Smalll do nome e se tornaram apenas Faces.

    Se o Small Faces ficou famoso não apenas por todos os integrantes serem baixinhos e magrinhos (daí o nome “Small”) e por ser uma das mais influentes bandas surgidas do movimento mod (o mesmo que deu o The Who ao mundo), com compactos e discos antológicos, coube ao Faces uma maldição sem paralelo no mundo do rock: a carreira de Rod Stewart.

    O motivo é estranhíssimo: ao mesmo tempo em que era a voz e um dos compositores do grupo, que lançava belos discos, mas patinava em termos de estrelato e vendagens, Rod Stewart iniciou sua própria carreira, com resultados muito superiores, mesmo tendo a basicamente a mesma fórmula dos discos de seu grupo, uma mistura de rock, soul, blues e r&b e baladas.

    Assim, enquanto os dois primeiros LPs – First Step e Long Player – sofriam com a falta de singles, o desempenho de Rod era um pouco superior, mas nem tanto. Foi só a partir do terceiro LP, Every Picture Tells a Story (1971), que Rod virou o jogo, graças ao sucesso de “Maggie May”. O disco vendeu milhões de cópias, alcançou o topo da parada dos dois lados do Atlântico, enquanto “Maggie May” vendeu ainda mais.

    A partir daí, os Faces começaram a serem vistos (erroneamente) como uma “banda de apoio” de Stewart, que também era criticado por reter as melhores músicas para sua carreira solo, ao invés de gravar com o grupo. Isso não impediu que os Faces tocassem em todos seus discos e que excursões paralelas seguissem e a amizade continuasse.

    Os Faces chegaram perto do estrelado no mesmo ano de Every Picture Tells a Story, com o terceiro disco, A Nod Is As Good As a Wink… to a Blind Horse, que chegou ao segundo posto da parada inglesa, na carona do sucesso de do cantor. Mas foi só.

    Após Ooh La La, de 1973, os Faces terminaram. Rod Stewart dedicava cada vez menos tempo ao quinteto, que teve na faixa-título um pequeno hit, graças aos vocais de…. Ronnie Wood.

    Isso mesmo, o futuro guitarrista dos Rolling Stones e que jamais havia cantado antes, foi o escolhido pelo produtor Glyn Johns como a voz correta, após Rod e Ronnie serem reprovados para a faixa.

    Após uma tour de adeus, cada um seguiu sua vida. Wood acabaria substituindo Mick Taylor, nos Stones. Ronnie Lane montaria um grupo de nome Slim Chance e depois faria um belísismo disco em parceria de Pete Townshend (líder do Who), Rough Mix (1977), antes de ser acometido pela esclorose múltipla, que arruinaria sua saúde e suas finanças, a ponto de vários amigos do meio (entre eles, Rod) fazerem shows com a única intenção de levantar fundos para que Lane pudesse sobreviver.

    Mas a ajuda foi muito maior do apenas shows beneficentes. Jimmy Page, Rod Stewart e Ronnie Wood continuaram a pagar as despesas médicas e o sustentaram até a sua morte, em 1997, na pequena cidade de Trinidad, no Colorado, para onde havia se mudado em 1994.

    Já o baterista Kenney Jones acabaria assumindo a bateria do The Who, após a morte de seu amigo Keith Moon, pegando a fase decadente da banda, enquanto o pianista Ian McLagan passaria a vida tocando em discos e shows de dezenas de bandas, como os Stones, o próprio Rod Stewart, Chuck Berry, Bruce Springsteen, Bob Dylan, etc e tal.

    Abaixo, o link de A Nod Is As Good As A Wink… To A Blind Horse

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_keYKTqaf5aK0b524biizplBP9B0LdXWu0

  9. WILLIAM ALMEIDA

    Pontuação do big 3 em GS Durante suas carreiras.

    Djokovic
    AO – 19.505
    RG – 14.765
    Wimbledon – 16.485
    Us open – 14.700

    Federer
    AO – 19.770
    RG – 11.060
    Wimbledon – 23.395
    Us open – 16.630

    Nadal
    AO – 10.320
    RG – 27.350
    Wimbledon – 9.635
    Us open – 12.350

    1. Willian Rodrigues

      Prezado, achei bastante interessante seu levantamento.
      Mas, você deveria ter considerado o fator idade/tempo de carreira.
      Federer tem cinco e seis anos a mais de estrada, respectivamente, em relação a Nadal e Djokovic …

      1. Marcílio Aguiar

        Por outro lado, se não me engano, em boa parte da primeira década do século a pontuação dos torneios era menor. O campeão de Slam ganhava menos que 2 mil pontos. Isso pode ter distorcido contra o os que venceram mais na década 01 a 10. William Almeida voce considerou a pontuação real (da época do torneio) ou pela contagem atual?

  10. Marcus

    Pouco importa quem lá seja o tal Goat. Discussão vazia que menospreza feitos de atletas e ignora a história centenária do esporte.

    Mas quem de fato foi mais “prejudicado” com a conquista de Novak? Vejo as torcidas de Djoko e Nadal quase unidas contra a de Federer. Mas a realidade é que o que mais ficou no prejuízo com o 20 slam do sérvio não foi Roger – foi Rafa Nadal. Agora Djokovic é o maior vencedor do esporte. Não há argumentos contra os números do sérvio, simplesmente espetacular.

    Mas Roger Federer é algo surreal, sempre haverá os que dirão que ele foi o maior e melhor por causa do que fez pela popularização do esporte, pela sua habilidade, por ter enfrentado gerações, padronização de pisos e blá blá blá blá blá…

    Djokovic é o maior e melhor por causa dos números e por que enfrentou adversários mais difíceis, jogou contra tudo e contra todos e blá blá blá blá blá….

    E o Nadal? O homem ficou sem argumentos ou com argumentos fracos pra ser o tal Goat, mesmo com 20 slam na conta.

    Realmente a disputa será entre Federer e Djokovic. Se é que dá pra lutar contra os números, mas enfim como isso de goat não existe mesmo, quem se importa?

    1. Luiz Fernando

      Tadinha da torcida do Federer, alguns de seus componentes são umas vítimas injustiçadas, incapazes de postar barbaridades, humildes kkk. Aqui é ou não diversão garantida kkk…

      1. Rodrigo Azevedo

        Para quem sempre está rindo com a tal da “diversão garantida”, vc parece bem mal humorado.

        Relaxa cara.

    2. Arthur

      Concordo com quase tudo que você escreveu, Marcus.
      Apenas para pontuar pela última vez o quão fútil é essa redução do “GOAT” aos números, basta fazer uma retrospectiva a um passado nem tão distante assim pra ver que os números, por si só, não são capazes de dizer muita coisa nesse aspecto.
      Afinal, quem dizia que o melhor tenista de todos os tempos era Pete Sampras, com seus 14 Slams?
      E mais que isso. Usando os “critérios” da torcida do Djokovic, Sampras dominou com sobras todos os seus adversários, foi recordista em Masters, Finals e encerramento de ano como nº.1.
      Mesmo com tudo isso, quem dizia que o americano foi maior que Laver ou Borg?
      Isso, claro, para não falar do Roy Emerson, que tem 12 títulos de simples e absurdos 16 – DEZESSEIS – de duplas em TODOS os Majors, coisa que ninguém no Big 3 jamais sonhou.

      Um abraço.

    3. Marcelo Costa

      Pelé, Jordan, Ali, Hamilton, Woods, Bolt, Phelps etc, e seus fãs acham que sim há um cara que é o maior em seu esporte, e deve ser reverenciado por todos.
      Em comum estes meus citados foram os maiores vencedores em seus esportes, pois, questões subjetivas não se aplicam.

      1. José Yoh

        Marcelo, perdão não entendi muito bem. Questões subjetivas não se aplicam à Jordan, Ali e Woods?
        Ou mesmo Messi e CR7 que não estão na lista?
        Tudo é subjetivo, penso eu.

  11. Helena

    Dalcim,

    Queria deixar os parabéns para você e toda a equipe por mais uma ótima cobertura! Agradeço especialmente pelo placar comentado na final.

    E um abraço para toda a torcida Nolista. Como é bom torcer por Djokovic!!

  12. Paulo Almeida

    No Dia Mundial do Rock, a banda homenageada é a interessantíssima Opeth, da Suécia.

    Nas décadas de 1990 e 2000, seu gênero era melhor descrito como death metal progressivo, mesclando vocais guturais com limpos, riffs agressivos com arranjos suaves e acústicos, além de solos belíssimos. Os álbuns de destaque desse período são My Arms, Your Hearse (1998), Blackwater Park (2001), Deliverance (2002), Damnation (2003) e Ghost Reveries (2005). Já na década de 2010, o vocalista, guitarrista, compositor, letrista e dono da banda Mikael Åkerfeldt abandonou definitivamente os guturais a partir do álbum Heritage (2011), o que desagradou inicialmente os fãs mais xiitas da banda. No entanto, passados mais de 10 anos, é possível constatar que o grupo continuou evoluindo musicalmente, acrescentando novos elementos e jamais abandonando o gênero progressivo.

    Felizmente estive presente em suas quatro passagens pelo Brasil (2009/2012/2015/2017), sempre tocando exclusivamente em São Paulo. Iriam promover seu mais novo lançamento In Cauda Venenum (2019) em 2020, mas a pandemia tratou de cancelar a turnê. Vamos ver em 2022…

  13. Lola

    a propaganda da Rolex fala q números não importam mais, mas o Federer não pensa assim, por isso ele não parou ainda, não é por amor ao tenis, ele qr é ganhar, acha a tem chance, coitado kkk.

    1. Sérgio Ribeiro

      Realmente o Dacio é fera , caríssima Lola . Ele afirma no Podcast com a maior tranquilidade que Federer deveria parar e seguir o exemplo de Pete Sampras que o fez por cima . Nos últimos dois anos de carreira ( 2001 e 2002 ) , Pete disputou TRINTA e UM Torneios e somente venceu UM . Em 2002 , caiu nas quartas para Marat Safin no AOPEN . Prosseguiu caindo para Andrea Gaudenzi ,Top 1441, na primeira rodada de Roland Garros . Em WIMBLEDON caiu na segunda rodada para outro desconhecido Suíço , George Bastl ,Top 953 . Pete chegou ao USOPEN 2002 como TOP 17 depois destas campanhas sofríveis. Reuniu à Imprensa na véspera e mandou a célebre “ Vocês tem certeza que não posso vencer aqui ??? “ . Levou o Torneio e pendurou as raquetes. Quem é Dacio Campos pra saber mais que Roger e seu excelente Staff a hora de parar ???? . Abs!

      1. Lola

        mas ele Pete, já tava com 40, vinha de cirurgia?
        o Dacio tá preocupado com o fiasco como esse de WB.
        pneu no piso preferido é um fiasco homérico.

        1. Sérgio Ribeiro

          Dácio demonstra uma incrivel falta de memória. O que apanharam Borg e principalmente Jimmy Connors em final de carreira foi uma grandeza . Em respeito a sua idade ( de 39 a 44 ) , Jimbo jamais deixou de ser Jimbo. Todos sabem que NADA apaga os feitos do Suíço. E essa história de Pneu é pra torcedor e não pra profissional. Hurcakz no jogo seguinte tomou um de Berrettini . E daí ?. Quem mais aplicou Pneus que o Craque Suíço ??? . Abs!

  14. Rubens Leme

    Muito bom esse torneio de Newport com o Karlovic e o Jack Sock. O americano é um dos casos mais curiosos dos últimos tempos: venceu o Masters de Paris, chegou a 8 do mundo, jogou o Finals de 2017, se lesionou e sumiu.

    Depois voltou como duplista, ganhou 3 Slams, sendo dois com Mike Bryan, um Finals, ficou rico, deu um tempo e agora volta, mas parece totalmente descompromissado, como se fosse um destes garotões que coloca a raquete na sacola, enquanto amarra a prancha de surf no teto do carro. Ganhou, vai comemorar pegando uma onda. Se perde, surfa para esfriar a cabeça.

  15. Maurício Luís *

    Federistas, me desculpem a sinceridade, mas pelo andar da carruagem, o Federer não aguenta jogar nem o próximo US Open. Acho que é o fim mesmo.

    1. André Barcellos

      Berretini é um Philiphoussis piorado.
      Pra quem fala de entressafra, procurem saber de quem era o recorde de velocidade no saque na época em que ele jogava.
      Nole, o maior beneficiado da entressafra atual.

      Federer tinha batido o recorde de GS e tinha o espanhol e o sérvio, 5, 6 anos mais novos, no cangote.
      Agora o único jogador seis anos mais novo que tem slam é o Thiem.

  16. Rubens Leme

    Periferia, tem um filme feito para TV que rendeu um dos dois Globos de Ouro ao Donald Sutherland, Cidadão X, em que ele e o Stephen Rea vão atrás do maior serial killer da Rússia, em plena época do Brejnev, o Andrei Chikatilo, conhecido como o açougueiro de Rostov por matar mais de 50 crianças entre 1978 e 1990.

    Exite em vídeo e mostra a briga dos dois contra a burocracia soviética que não aceitava existir um serial killer soviético, pois isso era “uma doença do Ocidente” e mostra que, inclusive, ele tinha sido preso uma vez, mas descartado pelo exame de sangue e de esperma, e que no final se mostrou uma trapalhada da época, embora o responsável pelos exames jura que os DNAs do exame e do esperma dele, Chikatilo, eram diferentes.

    Aí você falou do Badan e pensei que se esse russo não foi o professor dele.

    Eis o filme com legendas em inglês, embora tenha em DVD nacional. Vale muito a pena. – https://www.youtube.com/watch?v=V_Agr2SOaM8

    1. Periferia

      Olá Leme
      Chama atenção o elenco….um canadense….um Irlandês….um sueco….um americano (atores excelentes)
      As cenas com Max Von Sidow lembra muito a série Mindhunter (uma das melhores dos últimos anos).
      É sempre estranho um filme de “russos” falado em inglês.

        1. Rubens Leme

          Sim, ainda mais sendo um filme para tv. Na verdade, é um filme americano falando de um crime soviético e não bem um filme russo.

  17. Marcelo

    Se o Djoko chegar a 25-26 Slams, é pouco provável que outro chegue tão cedo. Vejo pelo feminino. Houveram jogadoras muito dominantes, e que reinavam meio que sozinhas (não tinha um Big 3). E mesmo assim nenhuma delas chegou a 30 Slams.
    Longa vida ao novo Goat, e provavelmente o último.

    1. Jonas

      Concordo.

      O pessoal que não gosta do Djokovic deveria agradecer muito a Murray e Wawrinka. Esses dois arrancaram do Djoko 4 ou 5 Slams.

  18. Periferia

    Vendo a comparação entre fórmula 1 e tênis…acho que não cabe muito (comparar esportes tão distintos).
    Existe uma comparação que cabe.
    A trajetória de Federer e Djokovoc e muito parecida com a de Senna e Piquet.
    Vejamos…
    Quando Senna surgiu na fórmula1…Piquet era bi-campeao mundial .
    Quando Djokovoc surgiu…Federer já era um super campeão.

    Senna levou 3 anos andando atrás de Piquet…(Piquet de Williams…Senna de Lotus)
    Djokovoc ficou 3 anos atrás de Federer (até 2011).

    Senna assumi a McLaren em 1988..se transformando num fora de série…deixando Piquet pelo caminho.
    Djokovic se transforma…e vira um fora de série partir de 2011 deixando Federer pelo caminho.

    Piquet se torna um piloto veterano…tendo muitas dificuldades com as novas equipes.
    Senna ao contrário…a união dele com a McLaren é perfeita…títulos e vitorias aparecem.
    Federer se torna um tenista veterano..tendo muitas dificuldades.
    Djokovic ao contrário…se transforma no maior competidor que o tênis já viu…vitórias e títulos aparecem.

    Piquet amarga a última temporada na fórmula 1…em grande decadência.
    Senna conquista naquele ano tri campeonato de fórmula 1
    Federer amarga uma grande decadência
    Djokovic conquista todos os Slam(s) de 2021.

    Piquet é um tricampeão de fórmula 1…Senna também tem 3 títulos mundiais.
    Por enquanto…Federer tem 20 Slam…Djokovic também 20 Slam.

    Os títulos de Senna são mais valorizados…foram espetaculares.
    Os títulos de Djokovic são mais valorizados…foram espetaculares.

      1. Periferia

        Olá Leme

        Digo decadente porque Piquet foi para Benetton ganhando um salário baixíssimo (1990)….fez um contrato por ” produtividade”….ganhava conforme os pontos conquistados (estamos falando de um tri campeão mundial…).
        E no último ano ainda teve o surgimento do jovem Schumacher…Briatore que cuidava da carreira do alemão já dizia no padoque que Piquet deveria se aposentar…antes que o “garoto” alemão o humilhasse por completo… (Moreno…havia sido substituído pelo alemão na equipe na fase final do campeonato).
        Enquanto isso Senna ganhava um tricampeonato com mais de 70 pontos de diferença para Piquet.
        Ele deveria ter parado em 1990 …ganhou 2 corridas no final daquele campeonato…mesmo com um equipamento inferior.

    1. Marcelo Costa

      1987, o tri de Piquet foi vencido por ele como segundo piloto, de um inglês, em uma equipe inglesa, coisa raríssima de ocorrer. Piquet ainda havia tido um grave acidente que prejudicou sua visão, o deixando totalmente sem profundidade na vista, ele corria atrás de mansel, pois não via as placas indicativas das curvas.
      Só pra ilustrar ainda mais o gênio Piquet, ele foi campeão na era turbo e aspirado.
      Então dizer que seus títulos não são mais importantes é não saber a história, dito isso, Piquet pra mim foi melhor que Senna, atrás do volante é onde avalio o piloto e dentro da quadra onde se deve avaliar o atleta, afinal não quero ver santos, pra isso vou a missa.

      1. Periferia

        Olá Marcelo.

        Na realidade…Piquet foi contratado como primeiro piloto da Williams.
        Com o acidente de Frank Williams…a equipe inglesa se voltou para o piloto inglês (até então não tinha feito muito na f1).
        Piquet voltou andando mais lento que Mansel (sequelas).
        Piquet diz que o acidente de Frank Williams prejudicou muito a passagem dele pela Williams (esperava ficar ao menos 5 anos na equipe…e vencendo).
        Piquet sempre foi um “engenheiro/piloto”…nunca foi um Villeneuve…Clark…Hunt…ou um Senna (caras que eram velozes ao extremo).
        Descobria atalhos (cobertor para pneus…modificar tanques de combustível…criar alavancas para suspensão)…era um tipo diferente de piloto (sem muito glamour)…Lauda era assim também…Fittipaldi.
        Em uma volta rápida….Piquet comeria poeira de qualquer dos citados (isso não tira os méritos do grande piloto que foi).

      2. Sérgio Ribeiro

        Eu como representante da United Collors of Benetton na Região dos Lagos em 1990 , perguntei diretamente ao todo poderoso Luciano Benneton almoçando em Búzios na companhia também de Briattori . Quem ele considerava o melhor Piloto da F 1 ? . Nem pestanejou : O maior Piloto sem dúvidas Ayrton Senna . E o melhor acertador sem dúvidas Nelson Piquet. O atual segundo Piloto da Ferrari , Carlos Sainz afirma que basta andar metros pelo pit lane nos dias de hoje , para não ter dúvidas que para a maioria Senna continua inigualável . Sorte do rapaz e’ que Schumi não deve estar escutando… rs . Abs!

    2. José Yoh

      Acho que sua comparação foi bastante válida sim, Periferia.

      E eu diria que embora tudo seja muito diferente do tênis, é muito difícil as pessoas entenderem que alguns anos fazem muita diferença em qualquer esporte, em qualquer época. A evolução de tudo é muito rápida e a recuperação física, reflexos, resistência é muito diferente.
      Por exemplo, quando Schumacher tentou seu retorno à F1, ele passou severas dificuldades porque tudo já havia mudado em alguns poucos anos, tanto com ele como com os carros e adversários.

      Não estou dizendo aqui que Federer seria o GOAT incontestável, e etc etc etc.
      O que queria que as pessoas entendessem é que o tempo muda tudo e não dá para comparar idades nem épocas diferentes. Então essa discussão é inútil.

      1. Periferia

        Olá José

        Concordo contigo.
        Pegando o tênis…apesar dos três terem jogados na mesma época (mais de 15anos).
        O melhor Federer jamais jogou contra o melhor Djokovic…o melhor Nadal jamais jogou com o melhor Federer….o melhor Djokovic jamais jogou com o melhor Nadal.
        O tempo faz isso…impossível realmente a comparação.
        Como diria aquela música…
        “O tempo não para…”

        Abs

    3. Rogerio R Silva

      Boa tarde Periferia.
      Vi o surgimento de Piquet e Senna.
      Vi todas ou ao menos 99% das corridas deles.
      Acompanhei a carreira deles legal.
      O Senna tinha muito mais mídia,algo que evoluiu muito em todos os segmentos.
      Não concordo nem um pouco que os títulos do Senna foram mais “parrudos” que os do Piquet.
      Forte abraço.

  19. Luiz Fernando

    Bate bocas envolvendo a mim, aos Paulos, o Chetnik, o Rodrigo, o Sergio Ribeiro, e ao rapaz dos múltiplos nicks eu entendo e espero, mas essa ultrapassagem do Djoko para virar o GOAT até no texto do Dalcim mexeu com alguns corações e mentes, como tem gente se desentendo e reclamando de tudo aqui no blog…

  20. Jonas

    Excelente o Podcast com o Dácio Campos. É Federista, mas consegue ser imparcial.

    E concordo com ele, Federer deveria se aposentar, não tá mais aguentando o ritmo do circuito. 40 anos é outra história. Ele deveria selecionar um torneio grande pra se despedir, tipo o US Open.

    1. DANILO AFONSO

      Não pode se aposentar não !!! Estou contando que ele vá fazer pontos suficientes para ele jogar o ATP FINALS em Turim. Difícil? Sim.
      Comprei alguns ingressos, inclusive semifinal e final do torneio, para vê-lo novamente antes de uma possível aposentadoria. É óbvio que vou torcer pelo Djokovic, mas como apreciador do tênis, ele jogando ou não contra o sérvio, seria muito interessante sua presença.
      Infelizmente acabamos escrevendo bobagens sobre o Federer por causa de alguns haters que atacam o sérvio. Nos nivelamos por baixo.

  21. Gildokson

    Roger pulou fora das Olimpíadas, o que tava mais do que na cara.
    Eu acho que esse joelho ja era, tudo aponta para a despedida esse ano infelizmente.

    1. Sérgio Ribeiro

      Sei não, Gildokson. Algo me diz que tem o dedo de Mirka nesta história e a trapalhada que os Japoneses surpreendentemente aprontaram no combate ao Coronavírus. Sem público, com uma bolha pra lá de esquisita , somados as poucas chances de conquista , e sem STANIMAL nas duplas , optou em seguir o Espanhol. Ao menos mostrou pros fanáticos do face TênisBrasil, que compromisso com os patrocinadores não é o que mais vale . A conferir. Abs!

      1. Thiago

        Mas vc mesmo vinha escrevendo que achava que federer iria para as olimpíadas em razão de exigência do patrocinador

  22. Rubens Leme

    Dalcim, seria interessante ver você fazer um texto sobre o atual momento do tênis brasileiro. Temos ainda o Bellucci se arrastando e perdendo de qualquer um, até em futures, o Wild que venceu um ATP e sumiu, os Meligenis… enfim, você acha que há um horizonte positivo para os brazucas?

    Particularmente, adoraria que o Thomaz parasse. Um cara que derrotou Stan, Murray, Berdych, Isner, Goffin, Agut, Nishikori, que aplicou pneu no Djokovic, deveria se resguardar. Dinheiro ele não está fazendo mais nesse momento e o eterno sonho de voltar aos bons dias é uma utopia semelhante a uma declaração sensata daquele louco de Brasília.

    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, Leme. Mas a coisa anda tão feia que estou esperando melhores horizontes para avaliações.

  23. Marcos

    Boa tarde Dalcim, e parabéns por mais uma. cobertura fantástica de mais um grand slam. Como torcedor de Djocovic, espero que ele vá para Tóquio, onde terá enorme chance de ganharia medalha de ouro olímpica. Se não for, boa parte de sua torcida ficará triste, inclusive eu, pois a maioria de sua torcida sabe que o sérvio é capaz de coisas impossíveis, que só ele é capaz de fazer, como salvar match poente no US OPEN 2011, Wimbledon 2019, ganha Rolan Garros 2 vezes, na era Nadal. Pois ele indo basta jogar apenas um master nas quadras duras antes do US OPEN. Jogava Cincinatti para pegar ritmo de jogo sem se esforçar muito, e no US OPEN vir com sangue nos olhos para tentar a maior façanha do tênis nos últimos 50 anos. Pois outro ouro olímpico não vai ter mais chance de ganhar. Espero que vá a olimpíada e coroe o ano com o US OPEN, e pode tirar o resto do ano pra descansar até o Finals. Vamos Nole, melhor de todos os tempos.

  24. Luiz Fernando

    É óbvio q Federer não está em condições de competir normalmente, essa desistência da Olimpíada era mais do q esperada, caras como ele não entram p competir sem chance…

    1. SANDRO

      Espero que o Djokovic desista dessa gincana olimpíca também e foque nos Masters 1000 do Canadá e de Cincinatti e depois no US OPEN!

    2. Arthur

      Eu sinceramente acho que nem é tanto essa questão da competição, Luiz Fernando.
      Com essa desistência maciça dos top players, eu acho que até o Federer sem um joelho ganharia o ouro.
      Problema deve ser realmente que: 1) as Olimpíadas, no quesito tênis, não valem realmente grande coisa; e 2) não quer desgastar o corpo com isso quando tem talvez a última chance de disputar Cincy e USO.

      Um abraço.

      1. Luiz Fernando

        Discordo de vc, valem e muito. Vide o choro do Djoko ao perder no Rio. Federer não tem condição física e médica de jogar. Ab.

  25. Rafael

    Além de todos que já elogiei por aqui, gostaria de deixar registrado que gosto muito de ler comentários do Gildokson

    1. Gildokson

      Opa vlw Rafael!! Apesar de muitas vezes (quase sempre) meus comentários serem com um ligeiro excesso de “kkkkkkks” mas procuro deixar o bom humor e a diversão prevalecer acima de tudo que envolve esses nossos debates diários.
      Abs!!! E continue na melhora!!!!

    2. Miguel BsB

      Somos dois Rafael. Também gosto muito dos comentários do Gildokson!
      A propósito, bom te ver novamente com uma presença mais constante no blog!

  26. Willian Rodrigues

    “Durante a temporada de grama, infelizmente eu tive um revés no meu joelho e por causa disso terei que desistir dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Estou muito desapontado, pois sempre foi uma honra e um dos pontos altos de minha carreira poder representar a Suíça”, lamentou Federer

    Numa das pastas anteriores, eu levantei essa hipótese de que Federer estaria com algum problema no joelho. Ninguém aqui deu eco…
    Notei que, em alguns momentos daquela partida contra o polonês Hurkacz, ele chegou a bater firmemente o pé esquerdo no chão como que testando a estabilidade do joelho. Também esteve com a movimentação limitada em alguns momentos.
    Observação importante: se alguém apresenta uma lesão em determinado joelho, fatalmente, e de forma subconsciente, passa a concentrar a maior parte dos esforços ou deslocar o peso para o lado contralateral. Bem sei que a lesão principal foi no joelho direito…

  27. Rogerio R Silva

    Boa tarde amigos.
    Como dizia o filósofo “não é nada,não é nada,não é nada mesmo!”
    Quando Federer ganhou o AO 2017 e foi louvado como o GOAT indiscutível a coluna do Dalcim teve mais de mil comentários.
    Estou só observando isso.
    Acho que ainda é o recorde né Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é o recorde, Rogério. Mas por favor não vamos transformar até isso numa competição!

  28. Alison Cordeiro

    Curto as discussões sobre o Big 3 como diversão, já que o gosto pessoal de cada um pesa bastante. A avaliação geral só depois que todo mundo pendurar a raquete. Os números seguem sendo construídos e depois que eles pararem outros virão para desafiar as estatísticas como ocorre em qualquer esporte.

    Muitos já falaram por aqui, mas vejo similaridade com a era (para mim) de ouro da F1, com Senna, Piquet, Prost e Mansell (com outros ótimos pilotos em atividade). Tempos em que a habilidade do piloto, a técnica de acerto dos carros, a acirrada rivalidade e o grande nível tornava cada corrida um espetáculo sem prognóstico de vencedor. Senna era o gênio das classificatórias, fazia voltas rápidas como nenhum outro. Piquet e Prost eram frios e calculistas, veteranos que competiam por campeonatos e não apenas por cada corrida. Mansell era o louco, que não media esforços para uma ultrapassagem. Todos geniais, cada um a seu modo. Num tempo em que divididiram roda a roda cada curva, proporcionaram espetáculos inesquecíveis.

    Assim como o Big 3, outrora Big 4. Seu nível de domínio foi tão grande que as rodadas iniciais de um Grand Slam viraram protocolo. Deixar um set aqui um acolá virou rotina. A competição só começava quando eles chegavam as semi-finais e se enfrentavam. Batalhas épicas. Os confrontos de 2 sets pelos Masterm 1000 também eram uma disputa direta pelos objetivos adicionais: o número 1 do ranking, a conquista de taças. Jogos extraordinários acumulavam-se entre eles no circuito, criando histórias particulares.

    Vemos agora eles escolhendo calendário. Diminuindo as chances de os vermos atuando um contra os outros. Desistindo ou nem participando de torneios, seja por contusão, seja por opção. E reduzindo ainda mais as possibilidades de confronto direto. Se tínhamos vários confrontos a cada ano entre eles, agora pode ser que não vejamos um Fedal na temporada. Mas sabíamos que seria assim em algum momento.

    Djoko tem fome de recordes, mas penso comigo que eles só fazem sentido enquanto seus maiores rivais estiverem por aí jogando. Os embates com a nextgen contam uma história única: a do campeão que é desafiado. Por enquanto o campeão vai mantendo o título, mas haverá uma hora que vai perder e provavelmente não vai ligar. Para quem batalhou contra Nadal e Federer, salvou match points, ficou horas em quadra e triunfou, e em outras caiu lutando até o fim, é frustrante perder para outros jogadores. Como ocorreu com Federer e o polonês, por exemplo.

    A nextgen vai ganhando experiência para o futuro sem os dinossauros no circuito. Mas não vejo em nenhum deles essa “fome”. Devem dividir títulos entre eles, ganhar slams e cair nos seguintes nas fases iniciais. Diria que Zverev , Medvev, Tsistipas, Shapovalov, Rublev e os italianos devem dividir esse bolo que hoje é exclusivo do Big 3 e do qual Djoko está se fartando no momento. Ficarão as lembranças, sem dúvida.

  29. JHONNY

    Lembrando agora Federer teve tudo para fechar o Grand Slan em 2004, se nao fosse um tal de guga der dado a ele uma aula de tenis, pois foi o ultimo ano sem nadal jogando la, e o campeão foi uma zebra.

  30. Rafael Azevedo

    Entressafra x Jogadores à altura.

    Não sei quando surgiu o argumento de entressafra no tênis. Acredito que vem de uma interpretação errada da declaração de Sampras, que afirmou que o Federer não teve adversários à altura. A partir de então, torcedores de Djokovic e Nadal passaram a afirmar que a geração de Hewitt, Roddick, Philippoussis, Davydenko, Nalbandian, etc. correspondeu à uma entressafra de bons tenistas no circuito e que, por isso, Federer pôde dominar.

    Esse argumento irritou os Federistas que, então, passaram a tentar fazer com que o feitiço se voltasse contra o feiticeiro. Aí, começou a aparecer várias “entressafras” no tênis. Primeiro, a geração de Ferrer, Berdych, Tsonga, etc. foi questionada (deixam Murray, Del Potro e Wawrinka de fora, rsrs). Depois, sobrou para Cilic, Nishikori, Dimitrov, etc. Agora, os bons meninos da nova geração estão sendo chamados de amarelões.

    Mas, a questão não é sobre os “outros” tenistas. É inútil comparar essas gerações de tenistas. Nenhum deles está à altura do Big 3. Esse foi o sentido da declaração de Sampras. Ele não quis diminuir os bons jogadores da era Federer. Ele quis enaltecer o Federer. Colocá-lo em um degrau acima. Junto com os maiores do esporte. Porém, quando o Federer dominou (2003-2007) não havia ou “grande” do esporte. Não havia um Sampras, não havia um Agassi, não havia Borg, um Laver, um Roy Emerson, Lendi, Connors, McEnroe, Wilander…Não havia um jogador à altura. À altura do Federer. À altura de um “Big”.

    Qual é a altura do Federer? É a altura de um Big 3, ou Big 4. Não existe entressafra! Todos os tenistas associados a uma entressafra são muitos bons jogadores. Os melhores de suas épocas. E Federer foi superior aos melhores de sua época. Fato! Mas, não são “Bigs”. O fato é que Federer só teve a companhia de outro “Big” no circuito a partir de 2008, quando o Nadal alcançou esse nível (sim. Na minha visão, até 2007 o Nadal fazia parte dos melhores de sua geração, mas ainda não estava no nível de um “Big”). Em 2011, ele passou a ter a companhia de dois “Bigs”, com a ascensão de Novak. E em 2012, passou a ter um Big 4 (mais tarde, somou-se a isso um Wawrinka que, apesar de não ser um “Big”, era um “quasi-Big”). Agora, Federer tinha adversários à sua altura. Assim, como os outros mebros do Big 4. Desde, então, eles passaram a vencer e perder um para o outro. Porém, nesse período de ápice (4 Bigs juntos no circiuto), o Djokovic foi quem mais venceu.

    A questão é: Federer teve maior sucesso em um período sem “Bigs” (2003-2007). Quando estes apareceram, o Federer ainda conseguiu vencer slams e liderar o ranking em algumas oportunidades. Obviamente, porque ele é uma dos maiores (se não, o maior). Mas, o seu período de maior domínio ocorreu quando não havia outro Big. O Nadal, por exemplo, sempre teve a companhia de pelo menos um Big no circuito. O Djokovic, em sua maioria, teve a companhia de 2 ou 3 Bigs. Só mais recentemente que ele tem apenas o Nadal à sua altura (e olhe lá. Talvez, o Nadal não esteja mais nesse nível).

    Mas, a principal questão é: O fator idade pesou injustamente nesse retrospecto?? O Federer perdeu aquele domínio de 2003 a 2007 porque apareceram outros “Bigs” melhores do que ele, ou porque ele já não estava mais em seu auge (devido à idade)??

    Nunca saberemos ao certo. Só dá para especularmos. Cada torcedor puxará a sardinha para o seu lado!

    1. Rafael Azevedo

      Ah! Recentemente, um participante do blog utilizou as classificações de Federer às oitavas de RG e às quartas de WB para argumentar que a atual geração é fraquíssima. Afinal, se um velhinho de 40 anos de idade (que, na verdade, é 39), vindo de 2 cirurgias no joelho e um longo período de inatividade, consegue chegar à segunda semana de GSs, então, a atual geração é fraca.
      Porém, esse argumento é um tiro no pé. Afinal, Evans, Sonego e Koepfer não são os verdadeiros bons jogadores dessa atual geração. Quando o Federer de fato enfrentou bons jogadores da atual geração, Aliassime e Hurkacz, ele perdeu (sendo humilhado pelo segundo). E olhe que esses nomes nem são os maiores expoentes da atual geração.

      1. Luiz Fernando

        E o Rodrigo Cruz, q é um cara lúcido, ainda postou q o jogo contra o magistral Norrie seria uma baliza para as chances do suíço. As pessoas não queriam enxergar a realidade…

    2. Marcelo Costa

      Obvio que dá para saber, só avaliar títulos, rankings, h2h, semanas na liderança, isso é objetivo. Agora debater subjetividades, como plasticidade do jogo, entressafra, capacidades de adversários entre outras sandices é perda de tempo, só pra exemplificar, fizeram uma longa pesquisa sobre os maiores pilotos de todos os tempos, Senna ficou em sétimo, e Hamilton em primeiro, para chegar a essa conclusão usaram números.
      Eu não creio que essa discussão seja mais necessária, mesmo o maior de todos, não ser de nosso agrado.

    3. Paulo Almeida

      Não, caro Rafa, o papo de entressafra vem de longa data (pelo menos uns 11 anos). O Sampras só reforçou a ideia.

      1. Sérgio Ribeiro

        Pode ter certeza que Agassi ,que não correu da raia , e foi o mais Velho N 1 em 2003 , não concorda . Basta ler a sua biografia e o que o próprio disse sobre seus confrontos com o Suíço. Pra Sampras foi um fantasma que tirou o doce da sua boca em WIMBLEDON 2001 kkkk. Abs!

    4. José Yoh

      Rafael, idade obviamente faz diferença. Acho que todos concordam com isso. Ainda mais em 2010.
      Se fez diferença nesses números já é outra história (em 2019 acho que fez diferença sim).

      Mas podemos fazer um exercício de imaginação e inverter os dois no tempo. Federer depois de Djokovic, nesse mesmo período com a mesma diferença de idade.
      Eu apostaria que os resultados seriam diferentes, e quem estaria batendo os números do sérvio seria o suíço. Os dois são muito perseverantes e competitivos.

      Mas, nunca saberemos o resultado. Tudo o que podemos fazer é puxar a sardinha para o nosso lado.
      Esse conto serve só para exemplificar que números também são subjetivos.

    5. Roberto

      A discussão subjetiva do GOAT é espúria. A objetiva já coloca o Djokovic como GOAT.

      A discussão de entressafra é mais complicada ainda, vamos pensar em alguns fatos:
      – No auge de Federer, ele foi consistentemente derrotado por Nadal, claro, que principalmente no saibro, fora do saibro foi equilibrado.
      – No auge de Nadal, somente Soderling derrotou-o em RG, e ninguém fez frente a ele.
      – O auge de Djokovic aconteceu após o declínio de Federer e de Nadal. Somente então começou a ganhar consistentemente dos dois (no caso de Nadal leia-se no saibro).
      – Del Potro, Cilic, Wawrinka e mesmo Murray, foram outliers, que mostraram que mesmo no auge do Big 3 outros conseguiam ganhar GS.
      – Soderling foi o grande injustiçado, merecia aquele RG.

      Na minha opinião pessoal:
      Nadal é o melhor jogador de saibro da história e ganhou a disputa no auge contra o Federer.
      Djokovic é o jogador com melhores números na história.
      Federer é o jogador com o jogo mais bonito.

      Que os haters comecem a me atacar.

      1. Jonas

        Depende do ano que você considera o auge do Djoko. A meu ver, ele foi outro jogador a partir da temporada 2011.

        Só que eu concordo com o Dalcim, os jogadores trazem coisas diferentes pro jogo. O Djoko hoje tem uma caixa de ferramentas ainda maior. Em 2011 o que ele tinha era um volume absurdo de jogo, aliado a uma consistência enorme. Lembre-se que o Nadal, com 24 anos naquela temporada, perdeu 6 finais seguidas para Djokovic (IW, Miami, Madrid, Roma, Wimbledon e US Open). Então discordo de você, Nadal não estava decadente de forma alguma.

        O ponto mais “polêmico” é o Federer. O que sabemos é que quando Djokovic começou a dominar o circuito, o suíço estava com 29 anos.

        De 2011 pra cá Federer venceu o ATP Finals 2011, Wimbledon 2012/2017, Australian Open 2017, 2018. Fora outras finais de Slam, quando acabou perdendo para Djokovic.

        A meu ver, Federer tem um jogo tão “econômico”, que foi capaz de jogar em altíssimo nível até os 38 anos. A temporada 2019 parece ter sido a última do suíço em grande nível. Hoje sinceramente o vejo decadente, os golpes estão lá, mas a movimentação está ruim, a confiança parecer ter ido pro espaço. Sei lá, o cara é gênio, pode ser que retorne em alto nível, mas considero bem difícil.

  31. Antônio gabriel

    Parabéns Dalcim, mas um testo mágico, com excelente reflexão e informações. Pergunto se está semana vai ter Podcast??

  32. Roger Porciuncula

    Dalcin, desde 2011, quando o sérvio começou a se destacar, ele sozinho tem mais GS do que o suíço e o espanhol juntos. O sérvio possui 19, o espanhol 11 e o suíço 4. E ainda leva vantagem sobre os dois no confronto direto entre eles. Tem o recorde absoluto com o número de semanas como o número um, ultrapassando o suíço. Embora seja torcedor do sérvio, sou admirador do tênis do espanhol e do suíço. Vale lembrar que o sérvio ganhou os quatro GS em sequência, porém não no mesmo ano. Faturou em 2015, Wimbledon e USOpen e em 2016 o AUSOpen e Roland Garros. E neste ano pode faturar os quatro GS.

  33. Rubens Leme

    Como minha missão aqui não é falar de tênis (embora eu fale), mas apenas “poluir o espaço com discos, livros e filmes” vou cumprir minha missão contando outra história absolutamente desinteressante.

    Dias destes estava limpando as estantes de cds e achei um autografado pelo Marcelo Nova, um disco bem fraco da carreira-solo. Conheci Marcelo em um período complicado de minha vida. Havia sido demitido do jornal Lance!, em 1998, no qual fiz parte da equipe zero, quando fazíamos pautas virtuais que sequer eram editadas porque o jornal nem tinha maquinário ou mesmo uma redação (outra história longa e desinteressante) e caí numa depressão pesada.

    Como não conseguia ficar em casa, fui até a loja de discos onde era cliente e pedi o emprego que eles anunciavam num cartaz, de meio período, para ganhar meio salário mínimo, por fora, das 14 às 18.

    O dono refugou porque eu era cliente dos bons, mas insisti porque era isso ou ficar em casa andando sem parar, deprimido.

    A loja era ok, embora um tanto parada e cansativa. Criamos uma rotina e tinha alguns clientes ilustres. Foi lá que conheci o Kid Vinil, vi o João Ricardo (Secos e Molhados) entrar com a menina mais linda do mundo (a filha) e também onde Marcelo Nova era assíduo.

    Nas palavras do dono, “Marcelo era um mala que precisávamos aturar” porque ele fazia encomendas grandes e sempre levava tudo, embora pagasse com vários pré-datados. Além disso, ficava ali falando da carreira, dos shows e comentando sua paixão por Bob Dylan.

    No final, acabamos fazendo uma amizade, de balcão, e até aprovetei para entrevistá-lo para o meu finado site. Em uma das idas dele, revelei algo que ele ouviu e não quis acreditar, a criação de uma seita secreta, elaborada por três colegas meu, do colegial, chamada Bete Morreu, um dos hits do Camisa.

    Ele implorou por mais detalhes. Bom, basicamente os três – um deles era o melhor aluno da escola e outros igualmente “cdfs” – eram obcecados pela banda e levavam quase todo dias os dois primeiros LPs da banda na escola.

    Até aí, nada demais, na época levar discos na sala era moeda corrente. O fato só se tornou curioso quando teve uma festa e o mais brilhante deles, me aparece com um sobretudo preto, pesado, daquele de botões grandes e bem redondos. Era algo bizarro, numa noite quente de verão onde você suava só de ficar parado ver alguém vestindo aquilo. Não aguentei.

    – Pô, cara, ficou maluco? Você deve estar assando aí dentro!
    – Não posso tirar, Rubinho.
    – Por que? É promessa? Perdeu alguma aposta?
    – É Bete Morreu.
    – Quem morreu?
    – Não é quem morreu. É Bete Morreu.
    – Bete Morreu?
    – Isso.
    – Como aquela música do Camisa?
    – Exato. Bete Morreu.
    – Não tô entendendo.
    – É Bete Morreu, cara.

    “Isso que dá ser gênio, fritou o cérebro”, pensei. Mas, dali, cinco minutos, aparece o segundo elemento do trio, com o mesmo sobretudo. Inacreditável. Me aproximei e disse.

    – Deixa eu adivinhar: Bete Morreu!
    – Pô, cara, como você sabe disso? Ninguém sabe disso!
    – Ah, eu sou bidu.

    E, três minutos depois, chega o terceiro. Algum lojista deve ter ficado feliz da vida em vender aquelas três peças pros malucos.

    Como eu já tinha me inteirado da novidade, fui conversar com o trio e acabei descobrindo que tinham montado um “grupo de estudo” para analisar mensagens subliminares das músicas do Camisa e, as filtravam sobre o contexto sócio-político da época.

    Assim, “Eu Não Matei Joana D’Arc” tinha passagens e mensagens secretas que remitiam a escritos da Segunda Guerra, “Bete Morreu” falava de uma heroina que o regime não sei de que país tinha matado e escondido o fato etc e tal. Eram ideias que fariam um Borges ou um Cortázar ou um Bolaños babar de tanta conspiração fantasiosa.

    No final, a seita acabou sendo extrapolada para a escola e nos dias mais frios (quando fazia 18 graus), lá ia o trio de “Bete Morreu”. Na certa, queriam aumentar o séquito. Nunca mais vi esse pessoal, só sei que o mais cerebral virou um médico conservador, careta e que provavelmente negaria tudo isso agora.

    Marcelo Nova não acreditava na história, ria sem parar, queria ainda mais detalhes, mas disse que nunca participei das reuniões ou sequer tivesse acesso às atas das mesmas.

    Não toquei o cd enquanto limpava a estante. Certas coisas merecem ficar escondidas, embora tenha feito me lembrar de uma história enterrada há décadas em algum canto da minha memória.

    Talvez, mais tarde, ouça “Bete Morreu”.

    1. Bel Grado Fa

      E que não faltem maos histórias desinteressantes para contar por aqui.

      “Camisa”, Banda cultuadíssima dos anos 80.

      Mas eu, de fato, não ficaria surpreso se algo semelhante já não estiver ocorrendo, aqui mesmo neste blog. Mesmo o tema sendo outro (tênis, ao invés de música), o o ídolo sendo uma outra celebridade sérvia, e não mais os nossos amigos do consumo de ácidos. Só prefiro não imaginar o que possam estar vendo de forma subliminar no tênis do Sérvio.

    2. Miguel BsB

      Grande História!
      E, por coincidência, estava eu ouvindo a Transamérica no carro hoje, e quem estava lá participando no programa sobre o dia mundial do Rock?
      Ele mesmo, Marcelo Nova…

      1. Rubens Leme

        Miguel, se não me fala a memória, o Nova teve um programa de rádio Let’s Rock e uma vez ele passou meia hora mostrando todos os riffs que o Mark Knopfler tinha chupado do J.J. Cale. Ele intercalava um riff e um solo de cada, mostrando quem era quem e depois misturava e pedia pro ouvinte dizer quem estava tocando.

  34. Daniel C

    Bem, notável as marcas alcançadas pelo Djokovic, mas como dizem, em terra de cego, quem tem olho é rei. Nos 3 GS que o sérvio disputou esse ano, ele só enfrentou estreantes em finais de GS. O melhor deles, Tsitsipas, demonstrou ter mais jogo, mas sucumbiu mentalmente ao ver a vitória se aproximar. Acho que as novas gerações estão devendo e muito, e já faz tempo. Aí o sérvio feita e rola, com Federer lutando contra idade e lesões, Wawrinka, Delpo e Murray fora de combate também. O Federer quando tinha essa idade (34 anos), tinha 2 jogadores mais jovens já cascudos e multicampeoes de GS (os próprios Nadal e Djokovic). Fora esses outros que estavam em momento físico melhor.

    Ainda acho o Federer muito maior que o sérvio. Mas por alguns fatores que eu já cansei de repetir aqui, vai estranhamente ficar atrás nos números. Ele também tem sua parcela de culpa por ter vacilado tanto em pelo menos 3 jogos contra cada um de seus rivais. Só aí já são +6 GS pro suíço e -3 para cada. Uma diferença de 9, que é o adequado para a diferença de técnica mostrada pelo suíço ao longo da carreira. Mas também não dava pra imaginar que o sérvio não teria nenhum concorrente mais jovem de peso desde 2018…

    Bem, fico feliz pelos torcedores do sérvio, conseguiram o que tanto queriam, que o ídolo fosse o maior em termos de números. Agora é torcer para no futuro não aparecer ninguém melhor e quebrar todos os recordes do “macho Alpha” kkkkkkk. Nesse caso as pessoas só falarão desse jogador (o mais vitorioso) e do Federer (o mais talentoso e genial) kkkkkkk

    1. Paulo Almeida

      Não, você não fica feliz. Na verdade está amargando um terrível velório desde que o GOAT venceu Roland Garros eliminando o Nadal, coisa que o Federer jamais passou perto de conseguir.

      As coisas estão caminhando para onde devem, ou seja, o melhor da história com os melhores números e tudo conquistado na era forte do tênis, colocando a diferença brutal de 19×4 em GS no freguês. Pra você resta ver jogos antigos no YouTube contra Roddick e cia.

      Idemo.

      1. Daniel C

        “Idemo”…Ui! Kkkk

        Não vou negar que é triste ver um cara que agride boleiros, juízes e torcida como maior vencedor do esporte, mas é o que os dirigentes do tênis merecem, ao terem plantado isso através dos anos, padronizando as quadras e eliminando quadras rápidas. Aí surgiu o sérvio, com o tênis moldado para essa realidade moderna, 6 anos mais jovem que o suíço, que é de outra época. Eu imaginei que isso pudesse acontecer, quando vi o suíço entregar vários jogos para Nadal e Djokovic, que hoje fazem a diferença. E a ficha começou a cair pra mim já em 2018, ao notar que não estava surgindo ninguém de peso para rivalizar com o sérvio.

        Então, você tem razão, resta assistir vídeos no YouTube, de uma era em que o tênis era muito mais interessante e diversificado, quando os jogadores sabiam fazer outras coisas além de ficar plantado no fundo de quadra trocando bolas (com uma curtinha de vez em quando para dizer que é variação kkkk), o famoso maratênis. Eu não faço questão de perder tempo mesmo vendo o tênis enfadonho e chato do tal “Goat” (ainda para uma pequena parcela de espectadores) rs

        1. Paulo Almeida

          A padronização ocorreu em 2002 (antes do domínio do Fregueser) e ele não entregou nenhum jogo para Djokovic e Nadal. Perdeu todas sendo inferior e dando aquela tremida básica em dois 40-15 para um de seus pais mesmo.

          A dor de cotovelo e as noites de sono perdidas com o rei absoluto estão fortes mesmo, eu imagino.

          Não gostou do idemo? Então tome um ajde, hahaha!

    2. DANILO AFONSO

      Olha quem deu “sinal de vida”. Um dos maiores fãs do sérvio…rsrsr

      Ainda bem que o sérvio domina o circuito há uma década, desde 2011, quando o suíço ainda tinha 29/30 anos, o espanhol 24/25 anos e que o Murray passou quase 6 anos sem lesão no quadril, porque um desavisado poderia acreditar que o sérvio somente passou a dominar os adversários agora em 2021.

      Daniel está difícil torcer contra o sérvio. Revi alguns dos seus textos “otimistas” em 2020:

      22/09/20 às 08h31:
      “Acho que o recorde de semanas como no1 infelizmente será dele, mas o de GS eu duvido. Não deve vencer RG por causa de Thiem e Nadal e ano que vem, com a pressão que ele está colocando nele e a volta de Federer e uma garotada mais madura, fora a torcida contra, ele vai implodir e quebrará muitas raquetes ao invés de vencer GS rsrs”.

      12/10/2020 às 18h40
      “Tem uma galerinha aí que já deve estar pensando “O AO não escapa do meu queridinho”. Fico só imaginando se escapar, o drama (e silêncio aqui no blog) que sera rs. A conferir os próximos capítulos rsrs.”

      Não sei o que é pior: sua inveja e energia negativa sobre o sérvio ou você querendo roubar o posto do Pessanha, Ronildo e Vitor como os reis das previsões furadas…kkkk

      Saudações Nolistas !!!

      1. Barocos

        Grande Danilo,

        Ugh! Isto foi nocaute ou necrotério? Acho que os dois!

        Saúde, paz e um pouco de compreensão, já que anos menosprezando os outros tenistas puseram uma enorme corrente em alguns.

  35. Paolo

    Honestamente, é claro que polui. Esse espaço chama-se Blog do Tênis, e não “O diário de Rubens Leme”. O cidadão fica desenterrando coisas , sendo que toda época da vida tem sua fase.

    Abra um blog, ou resuma os comentários, o Blog do Tênis não é o seu diário. Na minha opinião deveria ter restrição de caracteres, assim evitaria que postassem seu diário aqui, ou relatos grandes contando toda a vida traumática ou não.

    Até pergunta sobre a cueca do Borg já fizeram kkkkkkkkk.

    Seria uma boa receber menos diários e mais perguntas e comentários interessantes de caras que realmente necessitam de ajuda pra entender melhor o esporte maravilhoso que é o tênis. É claro que é a minha opinião, e ninguém precisa concordar. Abs!

    1. Marcelo Costa

      Sim polui e muito, mas esse espaço democrático, onde podemos falar de tudo com o devido respeito que é premissa básica para um bom debate. Dito isso, eu quando vejo o texto fora de contexto, ” rolo” a tela e ignoro.

    2. Rogerio R Silva

      O que polui é ver tamanha deselegância.
      Você não é o dono do blog.
      E o blog tem moderador.
      Se passou significa que é interessante para a maioria.
      A falta de inteligência em notar isso em conjunto com as suas palavras arrogantes chegam a dar pena.
      Melhoras.

      1. Gildokson

        Rogério, você foi perfeito.
        É tão fácil perceber que se o dono do blog deixa os comentários passarem na moderação é pq não vê problema algum.
        Os caras querem mandar mais que o Dalcim, esse que é o problema verdadeiro kkkkkk

    3. R.P.

      Completamente de acordo.

      Parece-me que o sujeito nunca teve competência para cativar seu próprio público, então se aproveita para vampirar os leitores desse blog que não dão migalhas para esse muxoxo sentimental fastidioso.

      1. Rogerio R Silva

        Pois é.
        Vejo como um Plus.
        Alguns amigos aqui além de comentar bem sobre tênis ainda têm uma bagagem cultural que só enriquece o blog.
        Será que é difícil ver isso?

  36. Marcelo

    Gnt, eu sei que o “se” não existe, mas temos que fazer uma análise mais aprofundada.
    Primeiramente, esqueçam Federer, esse já foi passado por Nadal e Djokovic, segundo, esqueçam Nadal, ele é “apenas” o maior da história do saibro, agora vamos pra análise que vale.

    Annacone certa vez disse que Sampras com 29 estava acabado, o que para a época dele era normal. Se aposentou com 31, e ainda ganhando GS, ou seja, apesar de tudo, ele conseguiu ganhar GS mesmo fisicamente acabado.
    Djokovic com 30 e 12 GS fez aquela pause de 6 meses, demorou mais 6 meses para voltar a ser o velho Nole, e pós 30 já soma 8 GS.
    O único cara da época de Sampras que fez algo digno pós 30 além do próprio americano foi Agassi, o resto nem pra Finals se classificava, e mesmo assim, com toda essa limitação em relação a idade, o americano conseguiu 14 GS, 12 a mais do que o sérvio conseguiu até aquela parada de 6 meses.

    O que eu quero dizer com isso é que número de GS não pode ser o único critério para se analisar o melhor de todos, nem em quantos GS diferentes o cara ganhou, pois hoje se é muito mais propício a ganhar. E me desculpem, mas Djokovic nunca dominou a sua época como Sampras dominou a dele, terminando 6 temporadas seguidas como n1, o sérvio jamais conseguiu terminar mais de 2 como n1, seja pq Nadal batia ele, seja pq Murray batia ele.

    1. Jonas

      Djokovic já vai para sua SÉTIMA temporada terminando como número 1 do mundo. Federer e Nadal tem 5, salvo engano, e Sampras 6.

      Sendo que por pouco Djokovic não terminou a temporada 2013 e 2019 como número 1.

      1. Jonas

        outra coisa, se 330 semanas como número 1 do mundo e 20 Grand Slams não é domínio, então só posso estar maluco…

        1. Marcelo

          É domínio, mas não como o de Sampras. Hoje é muito “fácil” ganhar os 4 GS, hoje é muito “fácil” ganhar GS depois dos 30, na época de Sampras o cara tinha que escolher qual TENTAR ganhar, RG ou WIMBLEDON, e tinha vida útil até os 27/28 anos, tanto que geral achava que Nadal com 27 já ia tá acabado baseado na medicina dos anos 90.
          Sampras com ctz atualmente com uma 35 anos ainda estaria dando um caldo no circuito e sendo favorito contra Djokovic na grama

    2. R.P.

      Número de slams pode não ser o único critério? De acordo. Também o são as semanas na liderança do ranking, Masters, Finals, temporadas finalizadas como número um e, em última instância, o confronto direto.

      É.. pobre Djoko! Nem foi tão dominante como Sampras. Por puro azar e praga da fortuna, o destino lhe reservou um Federer e um Nadal (Murray vai de brinde) em vez de um Agassi.

    3. Paulo Almeida

      Pode pegar os critérios que você quiser.

      Sampras nunca ganhou Roland Garros e tem apenas 11 Masters 1000. Não dá nem pro começo, na moral.

  37. Periferia

    Sessão “Se”..

    Caso Federer e Nadal parem de jogar (final de 2021)…e Thiem continue “deprimido”…
    Em 2022 teríamos apenas um jogador que venceu Grand Slam entre os 30 do mundo.
    Um único jogador…

  38. maurício

    Boa noite, Dalcim, primeiramente, tenho que dizer que sua honestidade intelectual nas análises é rara de se vê hoje em dia, principalmente no estágio atual de civilidade que vivemos, onde o importante é lucrar por meio de polêmicas, ofensas e baixo nível intelectual, precisamos de mais pessoas como vc. Agora há pouco, vi na televisão o Berrettini sendo homenageado, junto com a seleção italiana, pelo presidente e primeiro ministro italianos, numa grande carreata pela cidade de Roma, isso sem ter vencido Wimbledon. Fiquei imaginando se o Djokovic fosse italiano, alemão, inglês ou de algum país da Europa ocidental, o que este cara ia ser reverenciado. De fato, existe na realidade um abjeto preconceito racial contra as pessoas do leste europeu que faz brotar do cidadão europeu-ocidental o que há de pior em termos de comportamento, morei cinco anos na Polônia e sou testemunha dessa irracionalidade preconceituosa contra as pessoas do leste europeu e da África , coisas que seu eu contasse seria difícil alguém acreditar, resquícios de um nacionalismo facista e que infelizmente parece recrudescer em todo mundo. Sonho um dia em que não existam mais fronteiras neste mundo, que façamos parte de um único país chamando humanidade e que pessoas não sejam classificadas pela sua cor, religião, origem , sexo ou nacionalidade e sim pelo fato de serem apenas seres humanos . Enquanto isso não vem, vamos levando a vida, tentando ser um pouco melhores, parabéns aos torcedores de Djokovic, de Nadal e de Federer e a todos que ainda se impressionam pela capacidade humana de superar limites e adversidades, um abraço e fique paz, Dalcim.

  39. Maurício Luís *

    O Nick Kyrgios só vai pegar no pesado quando estiver ameaçado de sair do Top 100. Tá parecendo aquele universitário ‘turista”, que só aparece quando vê que vai bombar por falta.
    NAS PROVAS – – – ” Prova hoje?!? Mas… que prova é essa? Que matéria é essa??
    NOS TRABALHOS – – – “- Mas não era pro mês que vem? Põe meu nome aí, vai… quebra essa…”
    Que diferença do Nadal e do Federer… Independente dessa discussão besta de GOAT, não lhes falta esforço.
    Aliás, GOAT é como fama de artista: temporária. Vejam o Rod Laver, unanimemente considerado o GOAT . Hoje em dia, se perguntar pra essa geração de agora quem foi Rod Laver, Maria Esther Bueno, ” – Ah, já ouvi falar…” – isso na melhor das hipóteses. Hoje a discussão gira em torno do Big 3. Ou girava, até este titulo do sérvio. Então eu vejo essa discussão como uma grande perda de tempo.

    1. Miguel BsB

      Rapaz, essa geração que não entende nada e se acha dona da verdade, outro dia mesmo veio afirmar aqui no blog que era um INSULTO ao Guga dizer que a Maria Esther é a maior tenista da história do país…
      E estufa o peito, escreve em CAIXA ALTA e quer porque quer ter razão.
      Até o Dalcim teve que esclarecer ao cidadão que é óbvio que a Maria Esther Bueno é a maior campeã do tênis nacional.

      1. Maurício Luís *

        Se está se referindo a mim, eu nunca seria louco de dizer que o Guga é mais do que a Maria Esther. Deve estar me confundindo com outra pessoa.

        1. Miguel BsB

          Não me referi a você, apenas aproveitei o gancho do seu comentário.
          Me referi a outra pessoa que tem algumas “ideias exóticas”, para usar de um eufemismo…

    2. Ronildo

      Verdade verdadeira e absoluta. Aliás dá até pena se houver algum atleta que deixa de curtir a vida com a família por dar prioridade a esta efemeridade.

  40. Bel Grado Fa

    Longevidade no tÊnis:
    Halle 2021: Federer vs Aliassime (born: 8/Ago/2000)
    BAsel 1998: Agassi vs Federer
    USOpen 1988: Connors vs Agassi
    N.Conway 1975: Laver vs Connors

    O que separa Rod Laver, 83 anos, de Félix Aliassime, de 20? Apenas 4 partidas. Há atletas que pelas mais diversas razões tem uma carreira muito curta. Federer deve encerrar a carreira talvez até antes do que nós, fãs, imaginamos. Mas é inegável que foi uma carreira longa, até muito mais do que poderíamos supor a 10 anos atrás. Nem nos melhores sonhos me passou pela cabeça assistí-lo jogar em alto nível aos 36/37 anos. Lembrando que estreou no profissional lá em 98 (eu era e sou super fã do Guga), e o quanto demorou para atingir o nível estelar que atingiu em 2004. Era algo de outro mundo. Mas acabou ou está prestes a acabar. Mas uma carreira longa, duradoura (assim como a do Djoko e do NAdal devem ser também, que ainda tem alguns anos pela frente).

    E a vida segue!

  41. Daniel Barth Vizzotto

    Oi Mestre!
    1. Parabéns pela qualidade das análises, vejo aqui várias qualidades escassas hoje em dia.
    2. De posse de relatórios fisiológicos talvez fosses mais fácil ponderar, mas, na sua opinião, Djoko deveria buscar o Goldem Slam ou seria arriscar muito na obtenção do Grand Slam de “Calendário”?
    Abração!

    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, uma dúvida cruel. Sei da importância que o ouro tem para Djokovic e a Sérvia, por isso ele deve estar com enorme vontade de tentar talvez o maior título que lhe falte, mas o risco realmente é grande. Ainda que existam quatro semanas até o US Open, pode ser um desgaste perigoso. Acho que acabarão decidindo por não ir.

  42. Kleber Araujo

    Dalcim, parabéns pela cobertura.

    Realmente vemos a história ser reescrita. Muito difícil arrumar argumentos objetivos que tirem de novak a “liderança” dessa corrida pelo GOAT.

    Mas a corrida está aberta… não duvidamos desses 3 “bodes”.

    Dalcim, tentei encontrar aquele post que vc fez sobre esse tema (corrida pelo GOAT) há um tempo atrás mas não achei. Poderia repostar o link por gentileza!

    Abs

  43. Marcelo Costa

    Federer presenteou o sérvio com um Rolex, mas estava parado em 15:40. Piada genial que li em uma matéria do site, deveria ter dado o devido crédito.

  44. Miguel BsB

    Não consegui acessar o blog, muito trabalho o dia inteiro, parei agora para ler os comentários, alguns me chamaram a atenção…
    Vamos lá:
    Primeiro, alguém escreveu um tratado chamado O Partizan em Londres. Me pareceu bem escrito até, mas eu parei logo no começo quando li o seguinte: “essa resposta, jocosa, liga Djokovic a um de seus famosos apelidos aqui fora: Lobo. Sem apelar para comparações bobas, é inevitável apontar que o lobo é conhecido por viver sozinho…”
    Meu caro, o lobo é conhecido exatamente por viver em grupos, inclusive, existe uma palavra própria na língua portuguesa para definir um conjunto de lobos. Alcatéia. Tá precisando assistir mais o Discovery Channel rs

    Outro listou as conquistas dos “GOAT” no Fim de Semana. Djokovic, Messi e Itália(GOAT Européia).
    Mas, para quem define o GOAT do tênis por número de conquistas, como definir o Messi como GOAT? O GOAT é o Pelé, maior campeão de Copas do Mundo na história. Maior artilheiro de todos os tempos.
    CR7 tem mais títulos de Champions do que o Messi. Como o Messi pode ser o GOAT? Maradona tem Copa do Mundo, Messi não…
    Faltou critério.

    Por último, outro colega disse que agora só resta aos Federistas escreverem sobre Filmes, Livros e Músicas, assuntos que “poluem o blog”.
    Não, meu caro! O que poluiu o blog são os seus comentários. Todos, sem exceção, contém Djokovic lindo, maravilhoso, perfeito e Federer é bobo, feio e chato…pouca coisa se aproveita, ao contrário dos comentários sobre Filmes, Livros e Músicas….

    Abs

    1. Rubens Leme

      Não te chamarei mais de Miguel BSB e sim de Miguel Tyson porque você já chega distribuindo em cima em baixo, enquanto neguinho tenta se defender como o Michael Spinks. Bom, caso não tenha visto a luta ao vivo na época, deu nisso (https://www.youtube.com/watch?v=HuaFIRD7_5Y).

      Ele não disse que os federetes iriam poluir, se referiu especificamente a mim, o único súdito do Rei dos Reis, o maior de todos (o bla bla bla restante vc mesmo pode completar, já cansou de me ver postando isso) mas é bom não contrariar o escrevinhador ou ele vai chorar e pedir pro pai do Novak dar uma entrevista e falar mal de nós, Miguel… rs.

      Aliás, essa coisa de achar o “Djokovic lindo, maravilhoso”, como você mesmo disse, é pra terapia.. mas, sei lá, cada um ama quem quiser, né? o mundo (ainda) é livre.

      Abraços, Miguel

      1. Miguel BsB

        Kkkkkkkkk
        Nunca tinha visto essa luta do Tyson, o cara era um animal! Atropelou o coitado que mal teve tempo de subir no ringue.
        Hoje, virou paz e amor, planta hemp nos EUA e toma cogumelos alucinógenos…rs

        1. Rubens Leme

          Michael Spinks era filho de Leon Spinks, medalhista de ouro em 1976, bom peso pesado e na época apostavam que seria o único que poderia enfrentar o Tyson. Essa luta foi num sábado, estava na casa de um amigo. Não deu nem pra sentar direito. Uma pena que Tyson se perdeu logo, mas sempre suspeitei que a derrota para Buster Douglas foi arranjada, pois os promotores ganhavam cada vez menos com as lutas deles, porque não havia adversário.

          Aí veio a acusação de estupro, prisão, a orelha do Holyfield…

    2. Paulo Almeida

      Messi é tão GOAT quanto o Federer, ou seja, não tem quase nenhum número que o favoreça.

      Miguel, na verdade o Alice in Chains (banda de grunge mais próxima do heavy metal) possui algumas faixas legais, mas as outras 3 de Seattle realmente não me agradam. Há também o Big 4 do thrash metal estadunidense (Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax), que inclusive lançou um Blu-ray em 2010 com um show em Sófia. Eu particularmente acho que o Testament merecia estar no lugar do Anthrax, mas se basearam mais em popularidade.

      Abs.

      1. Miguel BsB

        Isso aí Paulo! Você demonstra critério. Se alguém defende que o Djokovic é o GOAT por possuir os principais números do esporte, não dá pra chamar o Messi de GOAT sem usar esses mesmos parâmetros. E olha que sou fã do argentino…
        Pois é rapaz, estranhei um fã de Metal como você não curtir o Alice in Chains…dos 4 de Seattle, são os que gosto mais. E acho o Layne Staley um p… vocalista. Jerry Cantrell também é mestre dos riffs pesados.
        O Big4 do Thrash Metal é outro Big4 de responsa! Inclusive, o Alice fez uma turnê no começo dos anos 90 com Megadeth e Slayer, Clash of Titans. E convenhamos, pra fazer turnê com esses caras você tem que ter moral…

        1. Paulo Almeida

          Segundo o documentário que vi, foi justamente o Clash of Titans que deu visibilidade ao Alice in Chains e que começou a ofuscar o metal tradicional na década de 90, mas obviamente eles não esperavam esse efeito indesejado.

      2. Groff

        Sobre o Messi, a gente finalmente está de acordo. Para falar a verdade, por mais genial que seja o argentino, para mim ele não se compara ao seu conterrâneo Maradona, o melhor que vi jogar futebol até hoje. (Meu pai, que viu Pelé em campo diversas vezes, falava que não tinha nada melhor, então sempre levei esse testemunho a sério, daí eu sempre colocar Pelé em primeiro e Maradona em segundo quando o assunto é “maiores da história”.) Meu Top de jogadores cuja carreira acompanhei até aqui tem: Maradona, Zidane, Messi, CR7, Romário, R9, Rivaldo, Mathäus, Bergkamp e Raí, mais ou menos nessa ordem (não acompanhei muito o Zico).

        Agora, falando de tempos recentes, e para ser mais sincero ainda, o bobo do RG10, no auge, foi o melhor jogador das últimas décadas (melhor que Messi e CR7), mas durou muito pouco seu brilho para poder colocá-lo na minha lista.

        Sobre as bandas, eu era fã da trindade originalmente (Sabbath, Purple, Zepellin) e isso acabou me levando para o metal mais tradicional (Maiden e Judas) na juventude (havia até uma rivalidade boba entre os fãs de Maiden e Metallica, uma bobagem sem tamanho), mas tenho curiosidade de saber mais sobre esses grupos que você citou.

    3. Gildokson

      Miguel, sem contar quem ninguém sabe de onde o cara tirou que a Itália é GOAT das seleçõeseuropeias kkkkkkkkk no mínimo rola um debate com a Alemanha.
      Mas é aquilo, Djokovic deu o poder infinito pra essa galera escrever oq quiser agora, só nos resta concordar kkkkk
      Abs!!!

    4. Bel Grado Fa

      Migueeeeeel “Tyson Fuuuuuury” Bsbbb!

      Alguns poderiam até te definir como “chato”, prlas correções em si. Mas é bom vez ou outra ver alguém noucatear esse povo! Estão na mesma “vibe” que os torcedores do Federer de 11/12 anos atrás!

  45. Sandro Moraes

    Sou fã do Federer, mas reconheço que o Djoko está um degrau acima dele e do Nadal, mesmo não achando seu jogo tão bonito, mas é muito , muito eficiente. Provavelmente vai desempatar logo. Agora, também não posso deixa de comentar sobre a atual safra de jogadores. São muito bons? São. Ainda vão evoluir bastante? Com certeza vão. Agora, sinto falta neles de uma maior sede de jogar. Falta ainda aquela gana em querer vencer de não “respeitar” tanto. Talvez sido esse o ponto de ruptura que fez o Djoko deixar de ser um azarão e ser hoje o que é.

    1. Joathan Júnior

      Grande Ronildo, Vulgo “Mãe de Nal” (rsrsrs). Você é Incontestavelmente uma figurinha carimbada nesse blog! Ou eu deveria dizer, uma figura folclórica? Kkkkkkkkkkkkkkkkkk!

  46. JHONNY

    Ok Federer realmente é 6 anos mais velho que Nole e isto faz uma diferença, apesar que a lesão seria que o tirou do circuito mesmo foi esta, so que esquecem (convenientemente) que Nole era inexperiente ao pegar o Federer já multicampeão durante bons par de anos, em 2011 quando Nole começou a ganhar do Federer e Nadal com mais frequência a idade do Nole era 24 e do Federer 29 (com alguns meses de diferença para os tais 06 anos) falar em decadência do suiço nesta epoca e piada, alias Federer mostrou em 2019 que estava com físico em dia, agora sim após esta lesão seria em 2020 e a demora para ele retornar que torna as coisas injustas no confronto, so que ate agora eles nao se enfrentaram

    1. Groff

      Conjunturas são assim mesmo. O pessoal precisa começar a levar em conta questões de todos os tipos, não só as que auxiliam seus favoritos e “apertam” os rivais. Como eu disse em outra ocasião, o Djokovic vai provavelmente se consolidar como o maior vencedor da história, mas o debate sobre quem foi o melhor precisa colocar na balança uma série de elementos que os números frios não põem. De qualquer forma, é muito merecido que ele esteja onde está, especialmente fazendo isso a maior parte do tempo com torcida contra.

  47. Alessandro Siqueira

    Vale lembrar que Djokovic chegou mais cedo ao slam número 20. Fez 34 em 22 de maio e, menos de dois meses, completou a segunda dezena. Nadal fez 34 em 03/06/2020 e chegou ao vigésimo no outubro seguinte. Federer, por sua vez, completou a tarefa no final de janeiro de 2018, com 36 anos completos em 08 de agosto de 2017.

  48. Bel Grado Fa

    Agora é torcer para que Djokovic possa completar ainda em 2021 o GrandSlam, quem sabe o GoldenSlam, ou até mesmo o PlatinumSlam!

    Vamos aguardar!

    1. Alessandro Siqueira

      Se levar Tóquio, UOPEN e Finals teremos de cunhar uma expressão nova. Diamond Golden Slam?! Talvez.

  49. Paulo Almeida

    Vejo muitos nadalistas e alguns federistas sensatos admitindo que o Djokovic é o GOAT, mas é claro que a minoria da seita ainda segue em estado de negação. Talvez precisem de mais alguns Slams e muitas semanas do Craque para caírem na real.

      1. Paulo Almeida

        Claro que nega, já que você é um dos principais membros da seita, IOF, gado ou qualquer coisa nesse sentido.

    1. welington

      Sempre torci para o NADAL, mas não tem como negar o óbvio: os números no DJOKOVIC são incontestes: o cara conseguir os recordes que conseguiu, subjugando NADAL e FEDERER (dois monstros do tênis) ao mesmo tempo, é assombroso. Não tem discussão, neste momento, DJOKO é sim o GOAT.

  50. Rafael Azevedo

    Esse Djoko é movido a desafios.
    Não duvido que ele vá em busca dos 24 Slams de Margaret Court, das 377 semanas de Steffi Graf, dos 8 WB de Federer, dos 5 USO de Federer (e Sampras) e até dos 13 títulos em um mesmo Slam do Nadal (só que no AO, claro).

  51. Bel Grado Fa

    O que melhor define a comparação entre Federer, Nadal e Djokovid: “Zeus apontou o dedo para Nadal e Djokovic e disse: A partir de hoje, Voces serão “Os caras”. Já no caso de Federer, ele apontou o dedo para si e disse: Eu vou descer para mostrar como se joga e já volto. Cuidem do Olimpo na minha ausência”.

    Brincadeiras a parte, reconheço que os números do Sérvio são imbatíveis no presente momento e com o tabuleiro com as peças como está montado, são inalcançaveis.

    Parabéns sinceros a ele e aos torcedores!

    Mas lembro que os de Lendl também já foram, os de Sampras também, e Federer sequer vai poder começar a aposentadoria como GOAT. Amanhã é outro dia e o fato dele ter “aumentadi o valor de referência” (ou, aumentado o sarrafo), deve instigar outros a buscar tais números.

    Quem viver, verá!

  52. Emilio

    Não há mais dúvidas sobre quem é o GOAT atualmente, pois não se pode discutir com fatos e números, e estes são muito favoráveis a Nole.
    Além disto, todos os GOATS anteriores tinham um “senão” (no caso do Federer, era o H2H para Nadal). Djokovic não tem nenhum relevante. Olimpíada seria um, mas parece que nem ele pensa assim, senão não colocaria em dúvida sua participação em Tóquio. E mesmo que não feche o GS este ano (para quem acha que é Laver), isto fica minimizado por ter ganhado cada Slam pelo menos duas vezes e já ter ganhado 4 seguidos, mesmo que não tenha sido no mesmo ano. Da mesma maneira, não ter o recorde de semanas consecutivas como n.1 fica compensado com seu domínio por mais de uma década (2011 a 2021) e com 7 (contando esse ano, que é inevitável, ganhando 3 slams) n1 ao final da temporada.

    Pode-se até se relevar os números do Nole como critérios para se estabelecer que ele é o GOAT, mas aí teria-se que usar critérios subjetivos, pessoais, sentimentais ou passionais para dizer o contrário. Seria uma opinião, não uma análise objetiva.

    E deve ser GOAT por muito tempo, a não ser que tenha uma contusão grave, Federer renasça das cinzas e/ou Nadal volte a ganhar tudo.

    Salvo isto, o que veremos daqui para frente é se ele será GOAT entre homens e mulheres, (vai ter que ganhar mais 4 slams).

    1. Bel Grado Fa

      Exato, Meu caro!. Não há mais “senão ou porém” no cirrículo dele. Você disse tudo.

      Até o título de COVIDIOTA só ele têm. Aparte o Kirgios, também me parece ser mais um feito inalcançável do Grande Sérvio!

  53. SANDRO

    Eu gostaria que Djokovic, assim como Nadal, Thiem, Shapovalov, Kevin Anderson, Simona Halep, Sofia Kenin, Serena Williams e muitos outros, desistisse de ir a Tóquio.
    Eu gostaria que Djokovic desse prioridade em sequência aos torneios na América pré-US open, que se dedicasse ao Canada Masters 1000, ao Cincinnati Masters 1000 e ao US OPEN e abortasse a Olimpíada.
    A lista de ausências na Olimpíada aumentou muito nos últimos dias:
    Rafael Nadal
    Dominic Thiem
    Roberto Bautista Agut
    Denis Shapovalov
    Casper Ruud
    Milos Raonic
    Cristian Garín
    Grigor Dimitrov
    Jannik Sinner
    Stan Wawrinka
    Reilly Opelka
    John Isner
    Borna Ćorić
    Taylor Fritz
    Simona Halep
    Sofia Kenin
    Serena Williams
    Karolína Muchová
    Petra Martić
    Madison Keys

    1. Sérgio Ribeiro

      Cara desiste desta bobagem . Um Torneio que reúne 8 TOP 10 da ATP e 8 da WTA não tem porque ser questionado com uma lista que tem uma penca de lesionados . O Torneio de “ VERÃO” segundo alienados , jamais foi vencido por Federer, Novak , Stan , Del Potro , por mais que descem o sangue pra isso . Roger somente pulou de 2000 pra cá a Rio 2016 devido a primeira Cirurgia. Ele e Murray mesmo neste péssimo momento por enquanto marcaram presença assim como o N 1 . Esquece . Abs!

  54. Leandro Domingues

    Dalcim,

    Os Golden Slam + ATP Finals tem nome? Graf não ganhou Finals em 1988… Se Djokovic conseguir será o maior feito da história do tênis (homens e mulheres), não?

    1. Marcelo-Jacacity

      Leandro,
      Só de curiosidade fui pesquisar no site da WTA, nossa… fazia muito tempo que não entrava nesse site. E não é que a Graf chegou muito perto desse feito inimaginável em 1988: caiu na semifinal do Finals de Nova Iorque para Pam Shriver 3/6 6/7.

  55. Rubens Leme

    Nao me lembro quem disse uma vez aqui – mas aposto em Marcílio ou Marcão – que assistiu uma palestra em uma calçada sobre dois físicos discutindo um livro ou uma teoria, não recordo mais precisamente.

    Hoje, vi essa história sobre o físico norte-americano David Bohm, um dos físicos mais brilhantes, amigo Albert Einstein e do brasileiro Mário Schenberg, um dos maiores gênios desconhecidos deste país.

    Vale cada linha – https://www.bbc.com/portuguese/geral-57730270

    1. Marcílio Aguiar

      Leme, certa vez eu mencionei um debate entre o Físico Jose Goldemberg e o empresário/escritor Kurt Mirow, sobre a instalação das usinas nucleares em Angra dos Reis. Isso aconteceu no final dos anos 1970 e foi na Rua 24 de maio, São Paulo, em frente à livraria Siciliano. A minha intenção foi traçar um paralelo com os dias atuais, em que constato ser impensável algo semelhante ocorrer.

      Obrigado pela divulgação, vou ler com atenção.

      1. Rubens Leme

        Isso mesmo, Marc[ilio, até tentei lembrar quando tinha sido o post, mas era impossível. Ao menos, não errei quem tinha dito, só não tinha certeza entre vc e o Marcão.

  56. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, qual é o prognóstico para os meninos que nunca se tornam homens Tsitsipas, Ali Acima, Ursinho Canadense, Zé Verev e o superesTHIEMado? Vou me antecipar à sua resposta. Todos estão devedo muito, até mesmo o novato Sinner. Acho que nós dois nos decepcionamos ao longo dos anos com Gasquet, Tsonga, Monfils, Fognini, Dimitrov, Raonic, Nishikori e principalmente Kyrgios, mas pensei que os novatos teriam mais força mental e aprenderiam com os exemplos de seus antecessores. Acho que me enganei.
    Olhei pro placar online de Wimbledon na sexta e o mesmo apontava: Shapovalov, uma quebra em 11 chances, Djokovic, duas quebras em 3. Ali bateu o desânimo com o Ursinho que nunca irá virar Urso Polar Predador Macho Alfa.
    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      O prognóstico é bem positivo, a meu ver. Tecnicamente, são jogadores excepcionais. Emocionalmente, claro que precisam evoluir. Três deles já ganharam o FInals, que é um torneio bem difícil, Pessanha.

      1. Luiz Fabriciano

        Acho que o Shapovalov evoluiu muito esse ano.
        Deixou escapar uma vitória muito importante em Roma sobre Nadal no detalhe.
        Teve ótimas chances de complicar o Djokovic em Wimbledon. Está crescendo e ainda tem apenas 22.
        Os que criticam a pouca força mental dos novatos, esquecem que eles perdem, frequentemente, para caras dinossauros, que sabem o que encontrar e o que fazer em cada canto da quadra.
        Quando o Big3 tinha uma média de idade de 22/23 anos, os veteranos, já pensavam em tomar caipirinha em uma bela mansão à beira mar.
        Outra época.
        Para o Big3, cada jogo, independente do resultado, significa uma linha a mais na história. E é nisso que eles se motivam.

      2. Arthur

        Desses aí que o Pessanha falou, boto fé no Tsitsipas e no Medvedev, Dalcim.
        Pra mim, são os únicos dois que parecem ter a disposição necessária pra bater de frente com o Big 3 sem amarelar.
        Quanto ao resto, já fui mais otimista…

        Um abraço.

        1. Gildokson

          Depois dessa pane que o grego teve na final de RG???
          Ja disse uma vez e repito, esses caras só vão ganhar se Djoko e Nadal perderem a sede. E pelo discurso do sérvio na final de domingo…. esquece.
          Eles não tem sangue no olho pra tomar como sérvio e espanhol fizeram.

    2. Marcílio Aguiar

      Pessanha, voce citou os 11 breaks que o Shapo teve na sexta feira. Não sei se voce se lembra, mas eu até hoje não me esqueço que o Federer teve 23 breaks contra o Djoko na final do USOPEN 2015 e acho que só conseguiu converter 3. Isso foi uma das coisas que mais me irritaram naquele jogo.

      Voce ve que o garoto canadense não esta em má companhia.

      Eu não tenho a pericia do Danilo Afonso para destrinchar estatísticas, mas por ter assistido a muitos jogos do suiço tenho o “feeling” que ele é um dos caras que mais tem facilidade em conseguir BP, porém os desperdiça em profusão.

    3. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Pessanha. Os garotos não estão devendo coisa alguma . Fizeram Final em sequência do USOPEN 2020 , AOPEN 2021 , RG 2021 e Wimbledon 2021. Perderam pra Novak que joga mais que eles . Tente lembrar por culpa do Big 3 , a idade que Murray e STANIMAL venceram seu primeiro SLAM . A exceção Del Potro somente venceu um . Tem vários citados pelo conterrâneo que vão dar poeira no Hermano. Berrettini com 25 e’ “ apenas “ NOVE anos mais jovem que Novak e 15 de Federer. Muita calma nessa hora rs . Abs!

  57. Periferia

    O Falecido Roger Pascal

    No momento mais crítico de sua vida (sem seus recordes e glórias) com os rivais assumindo o controle das estatísticas…Roger deseja sumir.
    Larga tudo (dinheiro…família…patrocinadores…tudo) e foge sozinho para Monte Carlo.
    Um golpe do acaso muda sua vida.
    Em um cassino Roger ganha uma pequena fortuna…ao mesmo tempo… é considerado morto em sua cidade…pois o confundem com um cadáver achado no rio (um homem se suicidou pulando de uma ponte …uma raquete foi encontrada no local).
    Todos aceitaram o fato… até Mirka aceitou…Roger estava muito deprimido ultimamente.
    Ele decide aproveitar a oportunidade…assumir uma nova identidade e fugir.
    Com a fortuna ganha no cassino…Roger vai para o Brasil.
    Abre uma birosca na periferia…participa da escola de samba Unidos da Periferia… é convidado para ser o puxador de samba da escola…casa com a rainha da bateria.
    Passa seus dias bebendo e conversando com os novos amigos.
    Vive sorrindo…Roger está feliz…
    Ou melhor…
    Rogério do Gogó.

    1. Rubens Leme

      “Em um cassino Roger ganha uma pequena fortuna…ao mesmo tempo… é considerado morto em sua cidade…pois o confundem com um cadáver achado no rio (um homem se suicidou pulando de uma ponte …uma raquete foi encontrada no local).”

      Periferia, na era da Agatha Christie isso seria perfeitamente normal e até o Poirot ele já morreu uma vez assim, mas nesta época nossa em que fomos doutrinados por CSIs e exames de DNA, não cola… Precisa reescrever essa parte, De resto, tá legal.

      1. Periferia

        Olá Leme…vou tentar:

        “Em um cassino Roger ganha uma pequena fortuna…ao mesmo tempo… é considerado morto em sua cidade…pois o confundem com um cadáver achado no rio (um homem se suicidou pulando de uma ponte …uma raquete foi encontrada no local…o legista Badan Palhares foi chamado para confirmar a morte de Roger)”.

        Rs

        1. Alessandro Siqueira

          Não há como esquecer Badan “mandraque” Palhares. Alguém na vibe dele deve ter atestado uma facada sem sangue ali em setembro de 2018.

  58. Maurício Luís *

    No desafio da final, “previ” Berretini 3 x 2 Nole. Se eu fosse vidente, morreria de fome. Pior é que devo ter ficado em último e “ganhado” a tal foto da sogra do Nadal na h que levanta sem maquiagem e de bobs na cabeça.
    Snif… snif… Mas, nem tudo tá perdido. Generoso que sou, ofereço o meu “prêmio” ao Luiz Fernando.

  59. Pole Rafael

    Meu jogador favorito é o Nadal, por sua força mental e nunca desistir.
    Mas hoje a discussão chegou ao fim, Djoko é o maior jogador e mais completo em todos os pisos. Venceu Federer em Wimbledon e Nadal em Rolanga, mais de uma vez. Acho difícil esse cenário mudar, mas por enquanto Djoko já pode ser considerado o melhor de todos.
    E ao invés de denegrir alguém, me considero um privilegiado de ter assistido a era de ouro do tênis. Djoko, Nadal e Federer na mesma época.
    Galera, parem com essa briga de torcida e apenas apreciem essa época, que infelizmente está chegando ao fim.

  60. DANILO AFONSO

    Com a conquista de Wimbledon 2021, DJOKOVIC conseguiu novamente (2ª vez) alcançar a liderança do recorde de aproveitamento de vitórias. A primeira vez que alcançou tal recorde foi no final do 1º semestre de 2016, perdendo o recorde meses depois para o espanhol.

    Vejamos os melhores tenistas nesta estatística:

    1 – Djokovic – 83,23%
    2 – Nadal – 83,15%
    3 – Borg – 82,36%
    4 – Federer – 81,97%
    5 – Connors – 81,73%
    6 – McEnroe – 81,65%
    7 – Lendl – 81,54%
    8 – Laver – 79,75%
    9 – Sampras – 77,44%
    10 – Murray – 76,92%
    11- Becker – 76,91%
    12 – Villas – 76,42%
    13 – Agassi – 76,05%
    14 – Ashe – 75,22%
    15 – Edberg – 74,79%

    1. Sérgio Ribeiro

      Olha só caro , caro Danilo. A carreira muito curta de Borg lhe dá um aproveitamento absurdo. E o índice de Rafa no Saibro aumenta de maneira avassaladora o percentual FINAL . Como o Espanhol possui somente 7 SLAM fora de sua superfície predileta , olha como estatísticas distorcem . Que tal o percentual de cada um em sua superfície predileta ? rs . Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Correção: Somente não rs . Possui 7 SLAM fora do Saibro empatado com o falador Big Mac rs . Abs !

      2. Luiz Fernando

        Apenas 7, o mesmo número de Agassi tirando RG, um a menos do q Jimbo, será q esses caras jogavam bem em pisos velozes???? Aqui é diversão garantida kkkk!!!

        1. Sérgio Ribeiro

          Acho que o diversão garantida não leu, pra variar , todo o comentário. Na boa , L.F. , compres urgente um óculos kkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        2. Luiz Henrique

          KKKK, LF, sempre que se tenta comparar esses 3, a gente acaba lendo essas pérolas
          Quem lê pensa: esse cara que escreveu que Nadal tem “apenas” 7 GS fora do saibro, ou que Federer tem “apenas” 8 Wb (pq é menos do djoko tem no AO ou Nadal tem em RG), ou Djoko nunca ganhou o ouro olímpico…quem lê deve pensar: puxa! quem escreve essas coisas deve ser genial na sua área de atuação não? kkkk

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, com certeza. Hoje ele é muito mais completo e ganhou eficiência em campos em que apenas se virava bem naquela época.

        1. Celso Junior

          Sandra não foi isso que ele disse, ele acha o djokovic de 2011 era muito mais complicado de derrotar

      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,
        O que você achou da opinião do Toni Nadal ao dizer que o nível de jogo do Djokovic atualmente não se equipara ao das versões dos anos de 2011 e de 2015?
        Eu acho que essa versão de 2021 mostra um tenista mais completo tecnicamente. Embora, o sérvio não esteja com àquele vigor físico e agressividade de 2011 por razões óbvias.
        Creio que essa versão de 2021 se assemelha mais a versão de 2015, um pouco mais cerebral agora e com maior repertório técnico (voleio, deixadinha e saque) e menos contundente (backhand na paralela diminuiu e muito nos jogos), e com menos desgaste físico. Em resumo ele está mais inteligente/esperto em quadra.

        1. José Nilton Dalcim

          É, também não concordo com o Toni, mas talvez ele esteja falando desse domínio de quadra e não exatamente da capacidade técnica.

          1. Marcelo-Jacacity

            Realmente, tem razão. O Djokovic era mais avassalador e impetuoso. Mas hoje é mais completo tecnicamente e fisicamente está abaixo de antigamente.

  61. DANILO AFONSO

    Recorde de vitórias sobre tenistas TOP 10:

    Federer – 224 vitórias em 347 jogos;
    Djokovic – 223 vitórias em 324 jogos.

      1. Paulo Almeida

        Ele também virou adepto dos Slams parrudos, mas considera o Australian Open 2007 em cima do feto Djoko, enquanto eu o substituo pelo de 2010 em cima do Murray já com alguma experiência.

        1. Jonas

          Pois é. Sinto vergonha alheia ao assistir àquela final de 2007. Djoko-Kid tomando todas as decisões erradas.

          1. Paulo Almeida

            Eu estava falando das oitavas do AO 2007 e não da final do USO 2007, Jonas.

            Em Flushing Meadows, o Djokokid já tinha Miami, Montréal passando por Roddick, Nadal e Federer, vice de Indian Wells e semifinais de RG e WB no currículo. Esse dá pra considerar parrudo sim, ainda mais porque foram 3 sets apertados.

  62. Rafael

    Meu camarada Rodrigo, só a título de curiosidade para você que, como eu, admira o jogo do Fognini:

    Estava conversando com um colega italiano e ele me disse que lá eles estão muito orgulhosos por Berretini e apostam muito nele.

    E que Fognini é um palhaço, uma vergonha para os torcedores.

    Acho que lá, como aqui, há certo grau de radicalismo, rs

    Abraços confrade.

    1. Sérgio Ribeiro

      Então, caro Rafael . Que bom vê-ló próximo da final de seu Grand Slam . Se me permite, um jogador com o talento de Fognini mas com uma preguiça enorme de mexer as pernas , pode sim irritar seus admiradores . Ao contrário Berrettini tenta melhorar a cada segundo, estilo um certo Sérvio pentelho rsrs. Abs!

    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, Rafael.

      Eu, todavia, não troco o jogo do Fognini nem por 3 Berretinis…

      O backhand do Fabio é mil vezes melhor.

      Mas é isso que você falou, né. Algumas pessoas não simpatizam com bad boys como Fognini ou Kyrgios.

      E isso acaba ofuscando em parte a indiscutível capacidade técnica deles.

      PS: muito bom ver você de volta comentando aqui. Você faz falta neste espaço…

      Abs.

  63. Paulo Almeida

    Djokovic tem talento natural (faz com extrema facilidade) na devolução, backhand, forehand, mudança de direção, profundidade, angulação, lob e capacidade defensiva. Melhorou bastante com treino saque, voleio, slice, drop e smash, mas tem gente que pode treinar o que for que não adianta, ou seja, tinha alguma aptidão latente ali. É o mais completo da história sem dúvidas.

  64. DANILO AFONSO

    SENNA – FEDERER

    Desde a conquista do sérvio em RG 2021 que leio alguns torcedores do suíço alegando que o Federer igualmente o Senna é (será) considerado o melhor de todos os tempos mesmo que viesse (ou tenha) números inferiores. Dizem que muitos torcedores e especialistas da F1 consideram o brasileiro o melhor da história mesmo com estatísticas bem desfavoráveis quando comparado a Hamilton e Schumacher. Acredito que tal comparativo Senna-Federer é totalmente inapropriado.

    Só fazemos esse exercício de imaginação de que o brasileiro é melhor que os citados, porque Senna e Hamilton não foram contemporâneos e também em razão das pouquíssimas corridas entre o brasileiro e o alemão. Como Senna foi dominante no período em que tinha um carro igual ou semelhante aos principais adversários e por ter feito alguns milagres quando teve carros muito inferiores as Williams, é perfeitamente aceitável que os torcedores e a crítica especializada possam deduzir que o brasileiro superaria o inglês e o alemão caso fossem adversários por algumas temporadas. A verdade que nunca teremos essa resposta.

    Já com FEDERER não podemos fazer esse exercício de imaginação, simplesmente porque diferentemente do Senna, o suíço e sérvio são adversários há 15 TEMPORADAS, com o Djokovic levando vantagem em vários aspectos relevantes.
    Desde 2009 (28 anos) que o suíço não termina uma temporada como n. 1 e há 9 anos não vence um jogo de Slam contra o sérvio. Senna com 28 anos (1988) fez uma temporada espetacular contra o Prost. Quem consegue imaginar o Senna por 9 temporadas perdendo a maioria dos embates contra o “professor” francês ??

    Alguém acredita que algum torcedor racional ou especialista da F1 teria a audácia de cravar que o SENNA seria o melhor de todos os tempos se ele tivesse disputado 15 temporadas contra Schumacher e Hamilton com carros semelhantes e apresentando números inferiores a dupla ?? Neste caso alguém teria a cara de pau de dizer que Senna seria o melhor de todos os tempos simplesmente pelo seu estilo bonito e elegante de pilotagem ou porque era o mais carismático e popular ?? É óbvio que não !!

    Enfim, esse comparativo Senna-Federer é totalmente descabido, pois são situações completamente diferentes.

    1. Arthur

      Danilo, Senna foi contemporâneo do Schumacher e teria facilmente – e muito provavelmente – perdido os títulos de 94 e 95 para o alemão, que tinha o melhor carro.
      Independentemente do que você acha, fato é que a discussão existe e sobrevive até hoje. E não precisa ser nenhum profeta pra intuir que ela vá continuar também no tênis.
      E mais não falo porque não quero transformar o Blog do Dalcim num blog de Fórmula 1, hehehee…

      1. Sérgio Ribeiro

        Tas brincando , caro Arthur . Ayrton morreu em 94 largando da pole com Schumi atrás. Ao Final da temporada o Alemão chegou com diferença de um ponto apenas para Damon Hill e precisou jogar o carro pra cima do Inglês pra ficar com o Título . Em 96 levou o troco de Hill e em 97 de Villeneuve ( tentou jogar o cara pra fora também) . Dificilmente esses títulos não iriam pra Senna . Abs!

    2. Ricardo

      Senna e Federer são os maiores talentos q vi em ambos os esportes, mas com relaçao a goat os números dizem outra coisa, mas senna morreu prematuramente…

    3. Davi Silva

      Tem uma coisa na fórmula 1 que a diferencia de todos os esportes, se chama carro, não tem como compará-la a outros esportes, tênis, raquete e preparação são iguais para todos os tenistas, o que diferencia um tenista dos outros é o talento e a resiliência e os resultados, e nisso o Djokovic é o maior de todos.

    4. José Yoh

      Nobre Danilo, tem uma coisa que tenho certeza que é verdade no que você falou: “A verdade que nunca teremos essa resposta.”

      Você está ignorando o período em que Djokovic era o jovem número 3 do mundo. Nesse período Federer colecionou vitórias sobre o sérvio. Outro detalhe é que os números sempre sobem. Então o último sempre vai levar vantagem se os dois forem parecidos tecnicamente. Esteja certo que Hamilton está no páreo ainda por causa dos recordes do alemão.

      Não curto muito falar sobre o “se”, mas se Federer viesse depois do sérvio sendo 6 anos mais novo, no mesmo período, creio que a história seria (bem) diferente. Djoko é o que é porque havia um Federer a perseguir. Invertendo, seria Federer com sua persistência que iria jogar até bater os números do sérvio.

      Mas como você mesmo falou, nunca saberemos a resposta.
      Grande abraço!

  65. Rafael

    Leme,

    Obrigado pelas palavras, vou seguir seu conselho, uma vez que não consegui.

    Mas vou deixar uma dica, se é que vc já não sabe: stremio. Instale todos os add-ons que achar conveniente.

    Eu que agradeço sua gentileza, grande abraço.

    1. Rubens Leme

      Rafael, eu pouco abaixo, mas quando preciso uso minha versãao feminina de Bill Gates, a minha esposa. Ela que maanja destas coisas.

      Cuide-se. um abraço.

  66. Rubens Leme

    Dalcim, para comemorar essa maravilhosa segunda-feira em que Palmeiras, Argentina e Itália venceram e o Corinthians afunda, pego essa maravilha de caixa, Supernatural Fairy Tales: The Progressive Rock Era(https://en.wikipedia.org/wiki/Supernatural_Fairy_Tales:_The_Progressive_Rock_Era).

    São 53 músicas, de diversos artistas, muitas bem conhecidas. Mas o biscoito fino é a embalagem e a diagramação feitas por Roger Dean, um dos maiores desenhistas gráficos do gênero e responsável por diversas capas de bandas da época.

    Quarta-feira retomamos o projeto Libertadores. A vida segue com muita música, muitos filmes e livros e minha esposa e meus cães, porque é isso que realmente importa. Além de alguns amigos aqui e acolá (mas sem robôs).

    Breno Lopes promete mais gols aos 51 minutos da etapa final. Prepare o coração!

    1. Paulo H.

      Rubens, a ausência de grupos como Pink Floyd, King Crimson e Supertramp, só para citar os principais, nessa compilação. desautoriza o título de coletânea do rock progressivo. É bom para conhecer grupos menos badalados, mas passa longe de representar a nata do gênero.

      1. José Nilton Dalcim

        E as músicas do Yes foram pessimamente escolhidas… rsrs… Cadê Jethro Tull? Fraca mesmo.

        1. Rubens Leme

          Está lá explicado, Dalcim: as well as the obvious omission of several big-name bands whose music could not be licensed for inclusion,

          1. Rubens Leme

            Sim, e tenho tudo isso em cds e lps, vale mesmo pela caixa, que é sensacional, um trabalho gráfico lindo. Eu a comprei há muitos anos quando tinha pouca coisa de progressivo e hoje a peguei pra limpar porque se não fao a umidade devora. Além disso, Frank Zapppa e Roxy Music jamais foram progs. São distorções, mas tá valendo pelo box.

        2. Barocos

          Dalcim,

          Estamos de acorde nisto. Anos 70, época de ouro do Rock.

          Ninguém por aqui curte Renaissance ou Gentle Giant? Não me lembre de ninguém citá-los. A voz da cantora do Renaissence era de outro mundo, linda demais.

          Boas lembranças, o tempo voa.

          Saúde e paz.

          1. Rubens Leme

            Barocos, os 70 foram os anos de excesso e de colheita, pois se aproveitaram da década anterior, quando toda infra estrutura foi erguida do zero. Os shows dos Beatles na América, por exemplo, eram ridículos em termos técnicos.

            Nunca uma banda de rock havia feito uma apresentação em um estádio como o Shea Stadium, aliás, sequer existiam bandas e de rock ainda por cima, na América. Então o grupo sequer tinha equipamentos ou sabia como tocar em lugares abertos.

            Há uma história (ou lenda) divertida que após o final de um show, George virou para Ringo e disse: você foi bem em Ticket to Ride”. Ao que Ringo e Paul retrucaram: “mas não tocamos essa hoje!”. “Como não, fiz até um solinho bacana nela!”, indicando que eles mal se ouviam em cima do palco com aquela histeria da fãs.

            Assim, quando os anos 70 surgiram, as bandas de hard rock (não vamos falar ainda em heavy metal) e progressivas já tinham uma estrutura muito melhor, festivais e palcos fixos em todo o planeta eram uma realidade. Também aparecem as revistas especializadas, toda uma indústria nascida em cima dos Beatles se consolidou, sem falar que parte dos ícones sessentistas já haviam parado (os próprios Beatles, por exemplo) ou morrido (Janis Joplin e Jimi Hendrix só para citarmos os mais famosos).

            E, claro, vieram as ramificações: prog, hard (e depois heavy metal), glam, power pop, kraut, punk, reggae, glam, punk, pub rock, new wave, etc etc etc.

            Assim, em termos de vendagens e fama, os anos 70 foram maiores. Em termos musicais (bandas e discos) é briga duríssima com os anos 60.

          2. Paulo Almeida

            Já citei Gente Giant e Renaissance, assim como várias outras bandas de progressivo de todas as épocas, Barocos.

      1. Barocos

        Rogério,

        Não, comemoração pela justiça feita ainda em vida a um dos maiores jogadores que vi com o dom de conduzir com os pés uma bola. Acho que todos que já tentaram ser apenas bons, concordam que ele é um mago-mestre.

        Saúde e paz.

  67. Gildokson

    É acabou de vez a discussão.
    Parabéns a todos os torcedores do sérvio monstruoso!!
    Não tem mais o que discutir, tudo que é importante o sérvio tem a mais.
    É só comemorar e esperar por mais.

  68. J C Maciel

    Foi o que eu já havia dito aqui, Djokovic O Comedor de Fígados se tornará o “The One Above All”!

  69. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim sobre Tóquio, você sabe mais ou menos se o torneio vai ser com quarta coberta como é os torneios asiáticos de fim de ano? E segunda questão, você acha que por tudo que o Djokovic jogou esse ano, eu digo em excesso, ele deveria focar só nas simples na olimpíada se ele jogar?ele como vários outros tops jogadores costumam jogar duplas quando chega o evento olímpico, mas ele teve um grande desgaste emocional e físico esse ano e tem a chance de vencer us open, então ele deveria focar só nas simples na olimpíada, você concorda?e vc acha que ele vai enxergar assim também?

  70. Rodrigo S. Cruz

    Bom, o que dizer de uma final fraca e murcha dessas, né?

    Quando vi o italiano ali com sangue nos olhos, virando um set quase perdido contra o Encosto, no tie-break, pensei:

    SERÁ?

    Será que teremos ao menos uma partida com equilíbrio, que se decida num quinto set?

    Mas aí rapidamente constatei que a minha previsão inicial é que estava correta mesmo:

    essa geração Nutella ENVERGONHA o desporto tênis.

    São fraquíssimos mentalmente, e tecnicamente são quase todos medíocres…

    Era pro Djokovic ter vencido em sets diretos mesmo!

    Mas a certeza do cara era tão grande que o jogo estava sob controle que ele relaxou e cedeu um set.

    Agora quero ver a SEITA vir reclamar de Baghdatis, Philipoussis, Roddick e afins.

    Eram muito, mas muuuuuuuuuito mais jogadores do que esses Berretini’s, Medvedev’s e Zé Verev’s da vida.

    Vivemos a verdadeira entressafra, senhores:

    Nadal sem físico, Federer atônito e envelhecido, e um geração Nutella patética que não faz nem CÓCEGAS em Novak Djokovic…

    1. Jonas

      Final boa é aquela do US Open 2004. Hewitt tomando uma bicicleta do suíço.

      Talvez a final do Australian Open 2006 contra o fenomenal Baghdatis também tenha sido uma maravilha.

      A real é a seguinte: os três monstros sagrados têm 20 Grand Slams cada. Eu tenho preguiça de fazer o levantamento aqui, mas o Cossenza fez no blog dele, dos adversários de cada um nas finais de Slam. Não resta dúvida, o Djoko foi o que pegou mais pedreiras, tendo que passar inclusive por Roger e Rafa várias vezes para ser campeão.

      Agora, lógico que uma hora ou outra o caras vão pegar um adversário de menor peso. O Berrettini pra mim não tem jogo para incomodar o sérvio, mas isso já aconteceu com Federer e Nadal outras vezes.

      1. Sérgio Ribeiro

        Onde vocês estavam em 2007 quando o fenomenal Baghdatis ( apenas dois anos mais velho ) , levou Novak ao quinto Set nas Quartas de Wimbledon em quase 5 horas de partida . O Sérvio largou a Semi contra Rafa quando perdia por 6 x 3 , 1 x 6 , 1 x 4 alegando dores nas costas e nos pés. Fraquinho o Cipriota rs . Abs!

        1. Jonas

          Puxa, que incrível, o cara venceu o Djokovic em 2007, rs..tem quanto tempo isso?

          Djokovic até 2010 perdia até pro Melzer. Era coadjuvante da dupla Fedal.

        2. Carlos Henrique

          É sério que tá colocando em discussão Djokovic do ano de 2007?
          Nole só passou a ser um jogador respeitável na grama em 2011.
          Até esse ano a campanha de 2007 era uma notória exceção, pois perdeu para especialistas no piso em 2005 (Grosjean), 2006 (Ančić) e 2009 (Haas), além de perder pro Safin em 2008, outro com pobre currículo em WB, que naquela edição alcançou uma inédita semifinal (nas 8 edições anteriores só alcançou a segunda semana uma única vez).
          A campanha de Novak em 2007 foi vencer os possantes Potito Starace, na estreia, e Amer Delic na segunda rodada (única vez que atingiu a chave principal de WB na carreira), Kiefer na terceira rodada (com ranking protegido, pois voltava de lesão naquela edição – havia perdido os últimos 4 GS), e por fim um já obsoleto Hewitt (o pusher), em quatro sets, vencendo os três sets no tiebreak.

          Me ajuda a te ajudar!!!

      1. Sérgio Ribeiro

        Saberias dizer quem era o N 2 desde 2005 ??? . E qual era o Ranking da ATP até 2007 quando Novak assumiu o N 3 e Murray o N 4 ? . Abs!

    2. Bel Grado Fa

      Esses que você mencionou não eram nao. Essa geraçao de Sverevs, Berrettini e Tsitsipas é muito melhor que Baghdats e cia. A última melhor geração antes do Big 4 foi a de Hewitt e cia. Na ordem: Hewitt, Guga, Roddick, Safin e Ferrero (vejam se nao esqueci ninguém). Todos foram número 1 e tiveram fases sensacionais. Philippoussis e Baghdaths não chegaram nem perto, apesar de ótimo tênis e excelentes resultados.

      Durante o Big 4, Del Potro e Wawrinka tiveram fases muito boas também, mas também tivemos Ljubicics, Ferrer, Cilic e Dimitrovs.

      Fora da curva foi o BIG 4. Os outros são mortais, apenas!

    3. Ricardo

      Vendo vc falar até parece q foi ontem q o djokiller começou a vencer o nadal e o federer…. Acorda Alice!

  71. Dionathas Cavalc

    Segunda-feira após final de Slam é de um vazio absurdo. Somente eu me sinto assim ?!

    Dalcim, parabéns por mais uma cobertura de slam, foi muito bom acompanhar todas as crônicas e notícias aqui pelo site. Obrigado equipe maravilhosa do Tênis Brasil.

    20x20x20 – Que marca absurda desses três atletas, que era de ouro estamos vivendo.

    Gostaria de dar ênfase a menção honrosa que Novak fez ainda em quadra a seus 2 maiores rivais – Roger e Rafael – que sem eles, Novak não seria Djokovic. Quanta humildade em reconhecer que ambos foram responsáveis em grande parte por criar essa força motriz que moveu o sérvio a buscar a excelência dentro do tênis. Isso só engrandece o humano que é o atleta, assim como as congratulações que Roger e Rafael enviaram a Novak evidencia o respeito mútuo entre eles.

    Eu e muitos, acreditamos que após aquele Australian Open de 2008 o menino dos Balcãs se mostrava um bom competidor, mas quem poderia imaginar que chegaria a 20 slam quando um circuito muito disputado tinha Roger Federer e Rafael Nadal em plena ação?! Que força, que disciplina, que impaciência em não aceitar ser o 3, ou apenas um mero top 10 com 1 slam. Todos os dias os tenistas escrevem novos parágrafos e começam novas páginas no livro da história do tênis. Hoje o big três está empatado em slam, e quem ganhar o 21 começa a escrever um novo capítulo da história do tênis.

    Dalcim,
    Nossas expectativas para UsOpen são as melhores devido a volta de Federer, Nadal, Thiem, entre outros, e tudo que está em jogo. Teve algum outro slam com tanta coisa boa que poderia acontecer?? Que empolgação!

  72. Sandra

    Dalcim , Toni Nadal deu uma entrevista dizendo que Djokovic não estava na melhor fase dele !! Será que ele está com raiva de Djokovic ter alcançado a marca do sobrinho ! E disse mais que o sobrinho passaria todos , deu a entender e claro ! Até acredito que Nadal possa ganhar , mas poderia ter mais educação ! Uma vez quando reclamei que francês era muito grosso me responderam , isso porque você não conhece o espanhol , rsss , faz sentido !!!

      1. Arthur

        Enquanto a isso as respectivas torcidas, pelo menos aqui no Blog, ficam as digladiando numa briga de egos que nem são deles. :-/

  73. Luiz Henrique

    Dalcim, vai aqui um numero sobre o que podemos esperar do Djokovic nos próximos anos.
    Nos últimos 12 slams(após o retorno dele daquela má fase), ele venceu 8 e poderia ser 9, se não fosse a bolada no US Open(ou até 10 pelo wimbledon cancelado).
    Mesmo se considerarmos o declínio físico dele, poderíamos cravar que leva no minimo mais uns 5 slams nos próximos 4 anos.
    Somente uma acomodação poderia atrapalha-lo, o que acho que aconteceu quando ganhou os 4 slams seguidos, mas dessa vez deve estar vacinado.
    E mais uma coisa, se ele quer que seu recorde dure décadas, é bom estar ciente de ganhar o máximo possível agora, pois ele pegou uma geração com outras duas lendas. Se surgir uma lenda futuramente, sem rivais a altura, o cara irá passear.

  74. DANILO AFONSO

    Vejo muitos querendo menosprezar e diminuir a atuação dos jovens nas finais de Slam contra o sérvio. Será que não enxergam que a garotada não consegue render na final da mesma forma que nas outras rodadas por causa da pressão e disciplina tática do sérvio que ao explorar o ponto fraco dos adversários, acaba minando-os mentalmente fazendo que percam a confiança e precisao até nos golpes que se destacam ?

    Tanto MEDVEDEV quanto TSITSIPAS e BERRETTINE fizeram boas campanhas nos torneios preparatórios antes do AO, RG e WB, respectivamente, e fizeram ótimas atuações antes das finais contra o sérvio. A pressão das devoluções e excelente regularidade no jogo de base desestabiliza a garotada ao ponto de cometerem muitos erros não forçados, inclusive falhando nos golpes que se destacavam antes das finais.

    Federer entre 2014 e 2016 também fazia excelentes campanhas nos Slams até encontrar o sérvio pelo caminho. Quem não lembra da campanha do Federer no US OPEN 2015 ? Neste torneio o suíço antes da final atropelou sem perder nenhum set. Já na final vimos o suíço errático, falhando em alguns voleios fáceis e sem conseguir o mesmo aproveitamento do 1° serviço. Desperdício vários break points. Federer no AO 2016 também fez uma excelente campanha até ser engolido nos dois primeiros sets pelo sérvio. Não podemos esquecer das excelentes campanhas em WB 2014 e 2015 antes da final.

    Se até o Federer fica mais errático e tenso quando enfrenta o sérvio, por que condenar os jovens fazendo a(s) primeira(s) final de Slam ??

    Enfim, essa conversa fiada de que a nova geração é fraca e amarela nas finais, não passa de uma tentativa infrutífera e inútil dos secadores querendo dimimuir os feitos do sérvio.

    1. Rafael

      Nobre Danilo

      Concordo. A esta altura do campeonato, insistir em não reconhecer a grandeza de Djokovic, não importando se seu favorito é ele ou não, começa a dar vergonha alheia. Mas vi que até alguns colegas de sempre andaram admitindo, à sua forma. Bom. Porque logo vão sobrar apenas vozes no deserto, falando sozinhos.

      Dito isso, ter podido ver a GOLDEN AGE do tênis foi um privilégio. Os Três Reis Magos enfileirando suas conquistas quase que ao mesmo tempo. 60 slams ganhos por apenas três jogadores é surreal.

      Dito também isso, de fraca a geração de Tsitsipas, Berretini, Zverev, Aliassime, Hurcakz, Sonego, Sinner etc não tem nada. O que eles tem é muito a melhorar, e tem potencial, margem e tempo para isso. Querer tomar como base para classificá-los o que fizeram e ainda fazem os 3 Reis Magos é ser irreal.

      ASSIM COMO Gustavo Kuerten, Marat Safin, David Nalbandián, Magnus Norman, Nicolai Davydenko (?), Leyton Hewitt, Fernando Gonzalez e tantos outros TAMBÉM foram jogadores EXCELENTES.

      Adoro tênis.

    2. Marcílio Aguiar

      Danilo, antes da final eu escrevi que além da inegável qualidade do Djoko a história jogava contra o italiano, porque, exceto Del Potro no USOPEN e Wawrinka no AO, nenhum marinheiro de primeira viagem em finais conseguiu prevalecer contra o big 3. E olha que os dois citados são tenistas que poderiam ser considerados num big 6 dos últimos 12 anos, não fosse o histórico físico de ambos. Uma final de slam é muito mais que um simples jogo.
      Você que é mestre em estatísticas , por favor, me corrija se estiver errado.

      Dito isso, concordo com você que essa historia de “amarelar” e outras depreciações não tem cabimento.

      Abc.

    3. Jonas

      É igual a um Wawrinka ou Thiem jogando final de Roland Garros contra o Nadal.

      Os caras não tem culpa nehuma. Parecem juvenis contra o espanhol por um simples fato: o cara é fora de série.

    4. Barocos

      Grande Danilo,

      Também acho os membros da nova geração que você citou excelentes tenistas. Nenhum senão quanto a isto.

      Sobre a rivalidade entre o sérvio e o Federer, e já comentei sobre a mesma, além, é claro da qualidade das bolas devolvidas pelo Novak, possui um nível de tensão que eu nunca tinha visto igual e isto explica, em parte, o porquê do suiço errar mais em seus jogos contra o sérvio. Djokovic, me parece, controla melhor a sua ansiedade ou, nas horas em que esta se torna insuportável, coloca tudo para fora, coisa rara de ver o Roger fazer.

      Saúde, paz e imensa torcida pelo Gold Slam.

    5. José Yoh

      Sendo coerente com o que já falei no passado, seria impossível que a geração atual fosse ruim ou amarelona como alguns dizem. Eles são resultado de milhares de torneios, milhões de praticantes, a nata do esporte mundial. Já passaram por centenas de situações difíceis em quadra já na adolescência.

      Agora a experiência de jogar em uma quadra central de WB contra Djoko é algo apavorante para qualquer um. Assistindo ao jogo do Shapo, ele até jogou bem na maior parte do jogo mas nos momentos cruciais faltou segurança. Não chamo isso de amarelar porque é necessário uma sensação de superioridade na quadra que ninguém consegue ter contra ele. Seria necessário o sérvio estar fragilizado de alguma maneira para sentir isso.

  75. Icaro

    Olá Dalcin! Sou frequentador assíduo do blog, apesar dessa ser a minha primeira postagem. Sempre leio as postagens e os comentários (confesso que acho engraçado algumas provocações de torcedores) e aprendo bastante com você e demais colegas. Torço para Novak e é incrível como esse cara enfrenta as adversidades em uma quadra de tênis. Sua visão tática do jogo, seu mental absurdo e seu físico são as armas que o levaram aonde ele está. A sensação que tenho é que ele pode e vai conseguir ainda mais. Quanto aos seus rivais integrantes do BIg 3, não ouso subestimá-los, tampouco descartá-los. Já mostraram do que são capazes.

    Acho que o Italiano fez o que dava pra ele fazer e deve sair feliz com a campanha em Londres. Muito difícil jogar contra o sérvio sem um backhand que o agrida e ficar dependendo só de slices. Djoko foi minando o Berretini em erros e mais erros, até que este sucumbiu.

    Realmente WB foi menos “parrudo” que os outros slams, mas venhamos e convenhamos que depois de um RG daqueles, esse WB caiu como uma luva.

    Desta feita, vejo Novak à frente de Nadal e Federer na luta pelo GOAT, pelo menos por enquanto. Tudo pode mudar! Rumo a Tóquio e ao US OPEN. No mais, grato pelo excelente espaço deste blog e cobertura de mais um Slam.

  76. Arthur

    Fico feliz que o Djokovic enfim tenha alcançado o mesmo número de slams do Nadal e do Federer, Dalcim.
    Quem sabe assim a sua torcida (maior parte, com honrosas exceções) enfim supere o recalque e se permita usufruir das glórias do sérvio sem precisar diminuir os feitos dos outros dois.
    Do ponto de vista da eterna discussão sobre o “GOAT”, não creio que isso mude muita coisa no panorama atual. Se o critério fosse unicamente os números, já dava pra cravar o Djoko como maior de todos os tempos há pelo menos dois anos.
    Como já disse aqui inúmeras vezes, acho a discussão em si inútil, para não dizer patética, porque simplesmente é impossível cravar um “melhor de todos os tempos”. Se apenas estatísticas fossem o determinante para definir uma tal coisa, não haveria até hoje, por exemplo, discussão sobre quem foi o maior piloto de todos os tempos: Senna ou Schumacher.

    Um abraço.

    1. Paulo Sérgio

      Senna não foi dominado por outros pilotos. No entanto, Federer foi dominado oor Nadal e Djoko. Djoko, por sua vez, dominou Federer e Nadal.

      1. Arthur

        Como não?

        Prost em 93 foi o quê? Alucinação?

        Sem falar que no próprio ano da sua morte, Senna sequer chegou a terminar uma das três corridas que fez. Rodou no Brasil, quando estava atrás do Schumacher, bateu na segunda e, infelizmente, sofreu a batida fatal em San Marino.

      2. WILLIAM ALMEIDA

        Eu sou federista concordo que o Djokovic dominou o Federer de 2014 para frente. O Nadal dominou o Federer de 2014 para frente ? Discordo! O Nadal não vence o Suíço fora do saibro desde 2014 e nos 3 últimos confrontos nos Slam está 2 a 1 para o Suíço. Enfim, você é um cara inteligente escreve textos bons mais as vezes a sua implicância com o Suíço acaba deixando sua análise parcial contra Federer,

        1. Jonas

          William, na verdade o Djokovic dominou o Federer de 2011* pra frente.

          Entre 2006-2010 o sérvio era coadjuvante não só do Federer, mas também do Nadal, que é um dos tenistas mais precoces que eu já vi.

          Ainda que o Djoko tenha vencido seu primeiro Slam em 2008, aos 20 anos, seu domínio no circuito começou de fato aos 23 anos. Federer estava com 29 pra 30 anos.

          1. WILLIAM ALMEIDA

            Até 2014 Não considerava um domínio era um confronto equilibrado tanto que o Suíço venceu o Sérvio em RG 2011 e Wimbledon 2012. Agora de 2014 para frente podemos considerar um domínio Sérvio principalmente em GS

    2. Carlos Henrique

      Que paralelo estupendo!

      hahaha

      Senna competiu com Schumi em parte de 1991, 1922, 1993 e parte de 1994.
      Tal qual Federer e Djokovic, por certo…

        1. Carlos Henrique

          Talvez não fui claro, Dalcim.
          Quis falar que não há como fazer um parelelo entre Senna/Schumi com Federer/Djokovic, pois os dois primeiros só competiram, de fato, por dois anos completos, enquanto os tenistas já se enfrentam há mais de 10 anos.

    3. Luiz Fabriciano

      O alemão é maior que Senna, não tem o que contestar.
      Apesar disso, ainda gosto e aprecio 1000 x mais o grande Ayrton Senna da Silva.

    4. Araujo

      Que comparação sem sentido. Senna teve sua carreira abreviada bruscamente e nunca foi dominado por nenhum companheiro de equipe. Federer teve toda longevidade possivel para conseguir seus feitos e foi dominado por Djokovic e Nadal (teremos que recorrer ao DNA do Ratinho pra saber qual dos 2 é o pai do federer).

      Além disso automobilismo dado a importância do equipamento dá margens a subjetividade, o tênis não, os números sao tudo, ainda mais quando o BIG3 foi contemporaneo. Qualquer pessoa racional, sem paixões, sabe que Djokovic é o GOAT.

        1. Araujo

          Quando Senna foi dominado por Prost como companheiro de equipe? Perder um campeonato nao é ser dominado, inclusive no ano que perdeu o camopeonato pra Prost, ele venceu mais corridas que o companheiro.

  77. Edgard Upinho

    É impressionante que mesmo um monstro multi campeão como Djokovic sente a pressão de disputar uma final. Os primeiros games do jogo deixaram isso muito claro. Igualmente impressionante é a forma como ele consegue se adaptar e pouco a pouco encontrar o nível necessário pra vencer, ainda que não precisa fazer tudo que pode e sabe. É impressionante conhecer o tamanho da obra tenística em construção pelo sérvio e o ver dominar o esporte de forma que não parecia possível, já que , até 2011, ele era uma espécie de azarão no circuito. São 10 anos de um domínio absurdo, arrasador, e os seis títulos em 10 de WB demonstram isso. Creio que, até o momento, não há margem para dúvidas acerca de quem é o maior jogador do tênis, o que evidentemente pode mudar, pois Nadal e Federer seguem competindo e são outros dois monstros sagrados capazes igualmente de produzir o impossível, como tantas vezes já demonstraram na carreira. Quando pensamos que eles estão no fim, eles reinventam-se, produzem um sopro de esperança e conquistam mais títulos. Somos privilegiados por poder desfrutar de uma época como esta, onde o profissionalismo com o qual conduzem a carreira combinada com superação em busca do recorde têm levado atletas (pra lá de bem sucedidos) ao limites do corpo e mente. É impressionante como a vontade de vencer, de elevar o padrão de conquistas, obter recordes e ser o melhor, os desafia a cada dia e os motiva a seguir competindo em busca do pódio da história. Dalcim, não vejo grandes problemas para djokovic , em termos físicos, caso decida disputar os jogos olímpicos. O tênis se encerrará no dia 01/08. O US open começa somente no final de agosto, logo, o sérvio teria tempo mais do que suficiente pra descansar e estar preparado para o último slam do ano. Mesmo que decida pular cincinnati, não vejo problemas maiores que poderiam atrapalhar a caminhada do número 1 rumo ao feito de Rod Laver. Grande abraço, Dalcim, e parabéns pelo blog.

  78. R. Santiago

    E deixando claro, antes que me considerem Nolista, o Federer saudável e bem é o tenista mais legal de ser ver as partidas. É uma competência absurda você vencer tanto sabendo bater forte, slice fundo, slice curto, passada de bate pronto, sem parece estar botando as tripas pra fora, etc e tal. No terreno das dificuldades e jogando atrás aí é que vemos que não brilhou, tanto. Vejam, estou falando de esforço em melhorar e superar o rival:

    Djoko perdia de Nadal e Federer quase sempre ali entre 2005 e 2010. Virou a chave mais cedo no AO. Fez um esforço pra vencer Federer no USopen e depois em Wimbledon. Sofreu mais ainda pra poder vencer o Nadal no saibro.
    Nadal perdeu duas pra Federer em Wimbledon, chorou de raiva e tristeza nestas derrotas, e não sossegou enquanto não venceu aquela final sensacional.
    Federer teve SEIS chances de vencer Nadal na terra. SEIS e não conseguiu fazê-lo. Nem levou ao 5 set nem ficou a um set de vencer nem aquelas finais ficaram na memória como jogos clássicos.
    Djoko teve NOVE chances, e venceu duas.

    Isso, além de mostrar que o mais difícil de ser batido no seu terreno favorito é o Nadal, que meteu pneu nos dois, mas mostra que ele e Djoko remaram mais e se esforçam até a exaustão para fazê-lo. E ainda tem aí a característica de vencer depois se estar no aperto de match point contra.
    Estou falando de Federer pegar a raquete e traçar uma risca no chão e dizer hoje “eu vou vencer esse cara nem que eu fique 5 horas na quadra. 4 anos seguidos minha gente, de 2005 a 2008, o cara no top da forma e ele não se matou em quadra para vencer Nadal lá. teve mais duas chances depois, se não me engano. Perfil de cada um. Não tira o brilho de ninguém, porém agora tá faltando na conta dos Slams.

    Repito, isso não tira o brilho de nenhum dos 3, vou continuar vendo os jogos ao vivo, sempre que o horário me permitir, nem que eles estejam com 50 anos. Aliás, a tv vai passar os jogos deles ao vivo quando tiverem jogando aqueles torneios de veteranos.

    1. Sérgio Ribeiro

      Não há como respeitar um comentário como este , caro R.Santiago. Dos três, até agora somente o Suíço foi obrigado a Três cirurgias nos joelhos . Se você não fez nenhuma procure se informar sobre a recuperação. O Suíço até pouco Tempo foi o recordista de viradas de 0 x 2 em partidas de 5 Sets . Quebrou o recorde ao lado de Del Potro em duração de partidas de 3 Sets ( mais de 4 horas ) exatamente no All England Club nas Olimpíadas de Londres . Dificuldades nunca foi problema pra quem ama o que faz . Voltar depois de 2 Cirurgias próximo aos 40 , dando a cara pra bater , é pra poucos . Participou de 17 edições no Saibro de RG . E’ o terceiro maior vencedor de partidas no SLAM . Fez 5 FINAIS e não venceu Nadal ? O mesmo aconteceu com Novak até pouquíssimo tempo. Um outro grande freguês do Espanhol na superfície que somente tinha vencido uma de OITO com Nadal lesionado. Na boa , o tempo vai provar que és mais um comentarista de resultados . Veremos se ambos os citados saberão conviver com tristes derrotas ou optarão em jogar golfe … Abs!

      1. R. Santiago

        Concordo com tudo que dizes, S. Ribeiro. Só comentei UNICAMENTE o fator se matar em quadra para superar o seu maior rival e assim ser ainda melhor. Em todo o resto Federer é excepcional. Com tantas coisas a provar, fazer isso em cima do Nadal era mais uma, ou nunca abrir a porta pra ele em Wimbledon, outra. Nos demais quesitos, você está certo. Querer voltar aos 40 e ter a coragem de levar estas derrotas, é sim algo admirável. Sou totalmente contrário os que o aposentam. Agora você fala de forma emocional sobre Federer e não viu que eu só falava sobre o fator “lutar com muita garra”. Se ler os meus outros comentários, verá que o reverencio como merece.

        Não questionei nada sobre cirurgias e sobre voltar depois delas, procure se ater ao que foi dito. Entre 2005 e 2008, que foi o que comentei, ele não havia feito ainda cirurgia alguma, então não tem como vc replicar por esse lado.
        Esses recordes são de Federer mesmo, mais finais seguidas, mais semis seguidas, mais quartas seguidas, mais vitórias em Slam na era aberta, mais títulos em Wimbledon. Não teve Slam mais espetacular nos últimos anos do que aquele de AO 2017 quando venceu Nadal na final, com aquele 5º set que jamais será esquecido. Já aquelas finais de Federer contra Nadal em RG, só os fãs obcecados do Nadal vão se lembrar.
        Nunca disse que ele não passou dificuldades, apenas que a dificuldade vencer o Nadal em RG e fazer o que é preciso não foi levada por ele até as últimas consequências. E ponto. Nenhum problema. Perfil dele. Se isso lhe revoltou aí, o problema tá contigo.
        Todo mundo é freguês do Nadal em RG, quero saber quem tentou mais levar o Nadal ao limite lá e quem tentou mais e conseguiu por duas vezes? Quem levou Federer ao limite em Wimbledon por mais vezes e já ganhou 3 cima dele lá? Tá na mais do que na hora de fazer o mesmo com Djoko no AO, derrubá-lo lá, mas do Nadal ninguém tira essa dominância em RG.
        É bem provável que nem Djoko nem Nadal joguem aos 40, mas isso não entra na conta de quem é o GOAT. Pra você que é fã de Federer, é ele o GOAT e ponto final. Agora os fatos e estatísticas até o momento dizem que o Djoko e se você voltar aqui mais vezes, vai ver isso ser repetido até Federer e Nadal ganharem outros Slams antes dele. E ainda que você tenha replicado o que eu não disse, respeito muito seu comentário, pois não ofendeu ninguém (apenas o pessoal que gosta de golfe). Se tivesse lido o meu comentário sem paixão, ia entender e poderia respeitar também.

    2. Marcílio Aguiar

      Santiago, é impossível falar pelos outros porque não estamos “dentro da cabeça” dessa pessoa, mas observando a carreira dos três eu também tenho a impressão de que as suas observações pertinentes. Uma pista disso pode ter sido dada pelo próprio Federer que, em entrevista após a eliminação em WB, disse algo parecido com “as coisas não estão mais saindo naturalmente e eu estou tendo que fazer um esforço mental maior para conseguir jogar”.

      Talvez no seu auge ele poderia até ter se exigido mais em determinadas ocasiões, entretanto hoje isso é quase impossível devido ao declínio físico, Isso não quer dizer que não tenha se esforçado em suas conquistas (por exemplo no AO de 2017, acho que foi a conquista mais suada de sua carreira), mas ás vezes ficou a sensação de que ele se acomodou quando nadava de braçada.

      1. Marcílio Aguiar

        Sem quere comparar com o Federer e sem desmerecer a carreira maravilhosa do Guga, achava que ele tinha potencial para vencer um USOPEN pelo menos, mas ele me passava a impressão que de que só se preparava bem para RG. Ia para os outros slams meio para cumprir tabela. Mesmo assim atingiu duas vezes as quartas em NY e venceu um dos torneios mais difíceis da sua carreira em Cincy 2001. Enfim, isso são conjecturas e cada tenista sabe o que fazer de sua carreira.

        1. Sérgio Ribeiro

          Permita-me discordar , caro Marcílio. GUGA fez de tudo pra se superar nas duras . Tanto que conseguiu a proeza de bater Sampras e Agassi no mesmo FINALS 2000 ( a única maneira de atingir o N 1 ) . A devolução não era o forte do manezinho da Ilha , além do deslocamento lateral. No Saibro ele surfava como ninguém. Já Nadal com sua movimentação espetacular, pode suplantar inclusive suas dificuldades na Grama, mesmo devolvendo muito atrás da linha de base assim como GUGA . Claro que tudo isso a meu ver … Abs!

        2. R. Santiago

          Assino embaixo, Marcílio. Quase tudo, hehe. Aquele Usopen de 2001 era do Guga (torcedor falando), mas teve aquele problema pessoal dele no meio do torneio e tal. Em Wimbledon e Australia, acho mais dificil, a gente sabe como o Guga tinha dificuldade nestes pisos. Toda a movimentação rápida e reflexos afiados que são exigidos ali. Temos que reconhecer que ele era mais saibrista mesmo, e aqueles anos de 2000 e 2001 de sucesso na quadra dura foram mágicos, ele na auge do auge.

        3. Carlos Henrique

          O US Open que ele foi mais longe não vejo como ele poderia vencer.
          Se passasse pelo russo Kafelnikov seria muito improvável vencer o jovem Hewitt nas semis.

  79. Rafael

    O tenista de que mais gosto é o Federer, mas não tem como admitir que o Djokovic é o melhor de todos. O cara é eficiente e tem um jogo vencedor. Fim de papo. Foi irritante assistir ao suíço nas quartas quando foi eliminado. Cheio de erros não forçados, toda hora mandava a bola na rede.

  80. Maurício SP

    Muito legal a referência que o Djoko fez à rivalidade com Federer e Nadal, o que também foi uma homenagem a esses grandes tenistas. E também ver as congratulações deles ao sérvio. Seria bom que esse fosse o padrão, afinal o cavalheirismo no tênis sempre foi um ingrediente importante e desejável. E elogiar o adversário não diminui em nada os próprios feitos. Só espero que o clima não azede com provocações das pessoas ligadas a esses tenistas, especialmente o pai do sérvio, que só faz tornar mais difícil a relação do filho com os apreciadores do tênis ao redor do mundo.

  81. Jeferson

    Parabéns Dalcim por mais uma cobertura fantástica que fez,incrível seu conhecimento e analises,este blog é sagrado!Dalcim na sua opinião qual o feito mais incrível do Djokovic até agora??Na minha opinião é ganhar SEIS vezes Wimbledon,é um numero fantástico,absurdo pelo jeito como se adapta tão rápido a grama,e por geralmente sair de roland garros direto sem preparação,acho que ninguém poderia imaginar ele neste patamar na grama sagrada.

    1. José Nilton Dalcim

      É uma pergunta bem difícil, Jeferson. Seu domínio no Australian Open é fenomenal, ganhar Roland Garros em cima de Nadal muito especial. Mas talvez eu concorde com você devido ao valor tão maiúsculo que o próprio Djokovic dá a Wimbledon, o torneio de seus sonhos de infância e reconhecidamente o mais importante de todos os torneios do circuito.

      1. Jeferson

        Obrigado Dalcim pela resposta,mais uma pergunta se me permite rs….Como torcedor do Djokovic acho que a pressão,ansiedade pode atrapalhar muito mais do que o físico na busca pelo golden slam e career slam,o que acha mestre?E você acha que entre olimpíadas e usopen ele deveria jogar algum torneio?

        1. José Nilton Dalcim

          Sim, também acho que a questão psicológica pesa mais. Acredito que ele jogue Cincinnati após Tóquio.

  82. Henrique Cipriano

    Confesso que anos atrás não era fã de Djokovic, pelo fato de seu jogo não me agradar tanto. Entretanto, com o passar do tempo fui me tornando um admirador do sérvio, por ver como que foi sua trajetória até aqui. Nole não possui o talento natural de Federer ou o físico de Nadal, mas soube compensar isso com muita dedicação e sacrifício, com o aperfeiçoamento de todos os seus golpes e um melhor condicionamento físico. Incorporou durante um tempo Boris Becker a sua equipe para melhorar alguns pontos, como o voleio. Agora, com Ivanisevic, tornou seu saque melhor do que antes. Isso faz de Djoko um atleta sem pontos fracos, que o torna praticamente imbatível. Um tenista que sempre teve gana de ser um vencedor, sendo não só um exemplo dentro do esporte mas também para a vida. É assim que temos que ser, muita disciplina e força de vontade para buscarmos nossos objetivos. Nole é um grande modelo nisso!

    1. Rafael

      Concordo, Henrique.

      Nos meus piores momentos, entre família, amigos,etc, lembrei de Djoko. De não desistir NUNCA. Poderia até morrer, mas teria de ser nos meus termos. Não por causa de uma doença esquisita. Claro que estou exagerando, a doença poderia ter me matado, mas teria que suar sangue para isso.

      Como os adversários de Djoko fazem para vencê-lo: suam sangue.

      Tenho 51 anos e 1/2, Djoko vai fazer 35.

      Mesmo assim, esse rapaz me inspira. Inspirou-me no passado, e inspira-me até hoje.

      Excelente comentário.

  83. rafael

    Como é bom essa resenha depois dos jogos!!
    Mestre, parabéns à você e sua equipe por tantas informações e histórias interessantes ao longo do torneio!
    Que venha o US Open! Esse será fantástico!
    Boa semana!

      1. Barocos

        Rafael,

        Obrigado pelas palavras gentis, ainda que um tanto exageradas. Saiba que a admiração é recíproca.

        Vida longa e próspera.

  84. Miguel BsB

    Pelo que vem jogando, por sua forma física, técnica e mental, acho muito grande a possibilidade do Djoko fazer o Golden Slam, com o bônus de ainda desempatar a quantidade de Slams a seu favor.
    Uma vez disse aqui que não torço pra nenhum big04 específico, torço pra um ou outro dependendo do feito que se encontra a seu alcance. Já torci por Roger, principalmente na sua volta espetacular de 2017, já torci por Nadal, principalmente para alcançar seus números estratosféricos em RG.
    Desse vez, vou torcer para que Novak conquiste o Golden Slam, feito inédito no masculino, somente atingido uma vez pela fantástica Steffi Graff. Se não der o Golden, torço tb para atingir o Grand Slam, outro feito extraordinário…
    O que pode o impedir? Pelo que temos visto, praticamente nada nem ninguém…
    Talvez, muito talvez, Medvedev.
    Mas acho bom o Nadal esquecer o golfe por enquanto, se tratar e ficar clinicamente 100%, treinar muito, se ele quiser tentar impedir o sérvio de atingir todos esses recordes, e, pelo menos, adiar a soberania de títulos totais em Slam.

    1. Rafael

      Miguel, meu camarada

      Nadal gosta de jogar golfe? Gosta sim.

      Mas tanto suas aventuras nos campos de golfe como com cartas de pôquer são patro$$$$cinadas regiamente.

      O que, aliás, é um direito dele. Se souber gerenciar a parte de faturar e continuar competitivo, tanto melhor (para ele).

      1. Miguel BsB

        Claro, tb acho!
        Eu mesmo jogo um poker de vez em quando com os amigos.
        Golfe, não jogo mas gosto, assisto direto na TV.
        Fiz uma brincadeira com o Nadal, que dificilmente conseguirá vencer Novak numa quadra dura novamente…
        Mas, se não for ele, não será essa Next Gen versão 3.0 a fazê-lo…

  85. Alison Cordeiro

    Nole iguala Roger e Rafa em número de Grand Slams de forma incontestável. Entrou como grande favorito e ao longo da competição mostrou que estava um nível acima dos demais. Há quem diga que ele não jogou tudo o que sabe, mas penso que ele joga o que precisa jogar contra cada adversário. Quanto maior a exigência, mais armas ele usa. Sabe elevar o nível quando necessário.

    Tem sido assim ao longo dos últimos 10 anos, quando deu um salto impressionante de qualidade em todos os aspectos do esporte. A fome por títulos é algo que serve de inspiração para todos os demais garotos do circuito (só igualada pela dupla Fedal). Manter esse nível não é fácil, demanda muito sacrifício. E o sérvio está sempre disposto a fazer esse algo a mais.

    Os números colocam Nole em vantagem contra os dois outros fenômenos. Com grande chance de abrir vantagem. Um feito e tanto.

    Parabéns Dalcim pela saborosa cobertura de mais um Grand Slam. Grande abraço a todo o time. Mestre, na sua opinião qual o melhor Nole nessas 6 conquistas de Wimbledon?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a melhor versão de um tenista ganhador sempre são as mais modernas, porque se colocam ingredientes cada vez maiores. Então o Djokovic de 2019 ou o de 2021 me parecem tecnicamente os melhores, principalmente em quesitos como saque e voleio, golpes importantes sobre a grama. E obrigado!

      1. Jonas

        Dalcim, achei interessante essa sua opinião.

        Te pergunto então: seria exagero afirmar que a versão do Federer de 2017 é mais completa do que aquela de 2006? Abs!

        1. José Nilton Dalcim

          Não há menor dúvida, Jonas. Assim como o Nadal de hoje é muito melhor do que qualquer versão de 5 anos atrás.

          1. Carlos Henrique

            Nessa discordo de você, Dalcim.
            Não consigo ver o Nadal de 2019 pra cá como sua melhor versão. Ele caiu muito no saque (primeiro e segundo), que viveu o ápice ali em 2013/ 2014.

        2. José Yoh

          Não percebemos a grande evolução do tênis porque ela é silenciosa e sorrateira. Mas tudo vai evoluindo, em pontos que sequer imaginamos.

          E nessa evolução, vieram alguns ingredientes que permitiram a longevidade dos atletas. Há alguns anos atrás o jogador não conseguia evoluir por motivos físicos; hoje é possível com 35 anos chegar equilibrado em uma bola para aplicar uma nova técnica aprendida. Antes não dava.

          Outro ponto é que a maturidade mental, que alguns conseguem somente depois dos 25 anos, tinha uma janela muito curta de utilização. Com 30 já se aposentavam. Hoje essa maturidade soma com experiência e vigor físico por muito mais tempo.

  86. R. Santiago

    Se for olhar números e estatísticas, pelo jeito não há o que discutir. Agora muitos aqui dizem que é Federer ou Nadal porque adora a forma como jogam, as conquistas deles foram mais marcantes para fulano ou sicrano.
    Desde 1998 que vejo tênis, as conquistas de Guga e Federer sempre foram marcantes. Torço pra ver aquele jogo versátil e bonito de Federer sempre. Assim como não esqueço o Safin vencendo Hewitt em 2005, nem a semi que fez com Federer, nem os Slam do Wawrinka desafiando big 3, nem Djoko vencendo Nadal naquela final do AO de quase 6 horas. Apesar de toda carga emocional, numericamente Djoko é o melhor agora. Não tem o que fazer gente. Quando Federer tava isolado nos 20, era Slam que contava, agora que empatou, não é mais? Vamos ter critérios. Se Nole chegar a 22 ou 23 Slam, não será ainda o GOAT? Se continuar achando assim, vai ter que aceitar gente dizer que é o Sampras, o Agassi e aí GOAT é o seu preferido, não o GOAT goat, dos fatos e estatísticas.
    Acredito que o Dalcim poderia escrever isso. Um post comparativo só com estatísticas, Slam vencidos, semanas número 1, semana consecutivas, anos finalizando no número 1, slams vencidos sobre um rival do big3, incluindo Murray e excluindo Murray, números que ficarão válidas até e se um dos big3 ganhar o USOpen. Que tal Dalcim?

    Não diminui o brilho em nenhum ponto de Federer ou Nadal o Djoko ser o GOAT

  87. R. Santiago

    Acredito que por não ser nativo em inglês, Nole escorregou na hora de responder a pergunta se se considera o melhor da era aberta. Ele foi contraditório. Disse que se considera “melhor” depois disse que se sente o melhor, mas em seguida disse que se é ou não o GOAT, ele deixa o debate para outras pessoas.
    Ou seja, consigo mesmo ele sente que é o melhor, e como jogador ele tá certo, vai ficar achando que é pior? Mmas não vai ficar nesse debate com a imprensa, acredito que pra não dar asas à imaginação dos repórteres. Eles podem querer perguntar especificidades de um ano ou outro, torneio, ou receber perguntas cretinas. Nesse wimbledon teve um que perguntou a ele como se sentia sendo um bad guy! Por aí vocês tiram!

    1. Luiz Fabriciano

      Não foi por deficiência do idioma não.
      Ele enfatizou que para ele, é o melhor, mas, para os outros, deixa que os outros decidam.

  88. Ronildo

    ?‍♂️Voltei

    Bom, cada um com 20 slans. Murray ficou bem para trás no grupo dos ex-Big4. Uma pena que atingiu o ápice tenístico quando esteva à beira de gravíssima contusão. Djokovic está de parabéns por ter mantido viva a obstinação por conquistas semelhante somente à de Nadal. Tamanha obstinação Federer jamais teve mesmo tendo sido o melhor tenista até hoje na história do tênis. Se bem que em termos de talento, Rod Laver pode ter sido superior à Federer.
    Não gosto muito de fazer previsões. Por isso posso apenas dizer que existe a possibilidade deste ser o último slan de Djokovic. Nadal vai vir muito forte para o US Open.

    Barty é outro notável fenômeno do tênis

    E parabéns acima de tudo para a Pliskova. Devido ao seu esforço teve chances de ser campeã.

    1. Carlos Henrique

      “Não gosto muito de fazer previsões. Por isso posso apenas dizer que existe a possibilidade deste ser o último slan de Djokovic.”

      Imagina se gostasse…

    2. Luiz Fabriciano

      Não gostas de fazer previsões? kkkkkkkkk
      E outra, Murray atingiu o ápice quando estava à beira de gravíssima contusão ou gravíssima contusão lhe atingiu, em consequência de seu ápice?

  89. Fabio

    Dalcim, na minha opinião a vitória sobre Nadal em RG foi fundamental. Se perdesse poderia sair de lá com uma desvantagem de 21 a 18 e e três Slams para igual o espanhol. Aquela semi final pode ter sido ainda mais histórica do que pareceu na hora.

  90. Dani Sheery

    Dalcim, na minha opinião os 20 slams do Djoko e Nadal valem mais que os 20 slams do Federer, pois tiveram que vencer um dos big3 em 13 oportunidades cada um, enquanto que o Federer precisou vencer um dos big3 em apenas 5 vezes, o que você acha?

    1. Fabio

      Não dá dizer que era fácil. O Federer uma vez, chegou como n1 do mundo em RG com grandes chances , mas acabou pegando um tal de Guga Kuerten e levou 3×0.

  91. Felipe

    Não há mais margens para dúvidas, com esse recorde Slams junto com Roger e Rafa além dos demais recordes: Boa margem de vantagem nas semanas na liderança e aumentando (na minha opinião o mais importante recorde de todos e parece no momento inalcançável por outros). Rei nos confrontos diretos com seus maiores adversários. Mais completo tenista (joga magistralmente em todos os pisos). Recorde de Master 1000. Único com pelo menos 2 de cada Slam e 2 de cada master 1000 e mais uma pá de recordes absurdos. Longa vida ao Djoko GOAT.

  92. José Yoh

    Já escrevi no post anterior, mas queria reforçar aqui neste novo.
    Parabéns ao sérvio pela incrível conquista e a todos os nolistas: curtam o seu dia, que finalmente chegou.

    Podemos dizer que para grande parte do mundo, Novak Djokovic é o melhor de todos os tempos. Sobrarão os torcedores de outros ídolos que não concordarão com isso, como o Barocos já alertou anteriormente.

    Hoje e no torneio inteiro ele sobrou em quadra. Diria que isso já é realidade há alguns anos.

    1. Barocos

      José,

      Já foi declarado aqui diversas vezes, mas nunca é demais repetir: as conquistas do sérvio em nada diminuem as conquistas do Federer ou as do Nadal, muito pelo contrário, são testemunhos do quão difícil é vencer no circuito tantas vezes, e o H2H entre estes grandes campeões, bem parelhos, e os outros tenistas do circuito, dá uma boa noção disto.

      Saúde e paz.

      1. José Yoh

        Com certeza Barocos. Não é à toa que os três estão aí até hoje surpreendendo o mundo.

        Um forçou o outro a ir mais longe, tanto na técnica como na longevidade. Veja só a evolução do sérvio, do Nadal e até mesmo de Roger, que com 37 anos ainda estava experimentando coisas novas.

        Saúde e paz!

    2. Rafael

      Parabéns a você também, Yoh, por ser sensato, lúcido e, arriscaria dizer (porque não tive a felicidade de conhecê-lo pessoalmente), uma pessoa de excelente caráter.

      1. José Yoh

        Muito obrigado caro GOAT, digo o mesmo de você. Espero que esteja tudo bem no seu slam particular.

        Forte abraço.

  93. Filipe Fernandes

    “Contensão”: no meu pequeno dicionário Silveira Bueno, significa “grande aplicação intelectual; grande esforço ou tensão para remover uma dificuldade”. No tênis masculino, Novak Djokovic talvez seja o tenista que, para além das suas outras virtudes atléticas, melhor simboliza, melhor justifica o significado desse vocábulo. Escrevo “talvez” somente porque não possuo o vasto conhecimento do Mestre Dalcim, do Sérgio Ribeiro, do Danilo Afonso e de demais partícipes do Blog para fazer uma afirmação com inteira propriedade; contudo, apenas por enxergar a forma como Nole lida com os mais diversos desafios em quadra (seja ela cinza, marrom ou verde) e os contorna com maestria, me arrisco – como um simples apreciador do esporte – a atribuir a ele esta palavra (a qual encerra uma sabedoria importante, mesmo uma lição).

    20 salvas de palmas merecidas ao Djokovic. E parabéns também à admiravelmente versátil Barty e ao brilhante Blog do Tênis. Uma boa semana.

    1. Barocos

      Filipe,

      Realmente, em um esporte de alta precisão, conseguir controlar a imensa tensão das disputas pelos pontos decisivos, não é, de verdade, tarefa das mais fáceis, haja vista que uma grande quantidade de atletas excepcionais falha nas horas em que estas se apresentam.

      Além do que você expôs, outra coisa que me impressiona é o atleticismo do Djokovic. Seu corpo alto e esguio, com 1,88 m e 77 kg, também, me parece, torna menos provável que venha a desenvolver as terríveis lesões repetitivas nos membros inferiores, que costumam acometer os atletas mais encorpados. Ainda, desenvolveu uma ótima flexibilidade e não fica “marretando” a bola, o que deve poupar-lhe o pulso.

      Do jeito que as coisas vão, é possível que o sérvio jogue em alto nível por mais uns 3 ou 4 anos ainda. Se isto se concretizar, eu espero que os membros da nova geração elevem as suas qualidades por 2 motivos: para que o circuito não se torne monótono; para que os jovens conquistem seus quinhões de glória, já que é muito frustrante se dedicar com afinco a uma atividade e não colher os frutos dos esforços, uma declaração do Tsonga, feita há pouco tempo, foi emblemática sobre estar sempre a sombra de grandes campeões.

      Saúde e paz.

      1. Filipe Fernandes

        Meu caro Barocos,

        Outra palavra que me vem à mente ao ver o Djokovic jogar é “frugalidade” (não apenas em seu sentido alimentar): para alcançar o atleticismo, a ótima saúde e a flexibilidade atuais bem destacados por você, ele certamente trata com extremo afinco inúmeros detalhes fundamentais, os quais vão além do âmbito esportivo. Isso é admirável, pois é uma das razões que o fazem ser este Gigante tenista.

        Admirável ainda foi o seu discurso de ontem na premiação, enaltecendo de forma digna o feito inédito de Berrettini e a influência seminal dos seus dois principais rivais. Uma atitude que precisa ser mais valorizada.

        Li abaixo o seu comentário a respeito das cicatrizes que a guerra deixa na memória social de um país e a importância de um ícone. Gostei muito dele, Barocos. É um assunto espinhoso, doloroso, difícil de ser abordado com ponderação, mas você o faz formidavelmente.

        Um grande abraço, meu caro, e também ao nobre Danilo. Saúde aos dois.

        1. Luiz Fabriciano

          Felipe, esse parte do discurso do sérvio, enaltecendo o Big2, é honesto e sempre foi. Ele sempre deu destaque à isso e realmente, há os implicantes que o taxam de arrogante e até mau caráter.
          Ainda teve o lance da conversa dele com o Shapovalov no vestiário pós semi-final.
          Não saberíamos se o próprio canadense não a revelasse ao mundo.
          Abraço.

    2. DANILO AFONSO

      Filipe, concordo contigo que realmente a palavra “contensão” talvez seja a qualidade mais destacável do sérvio. O nobre Barocos discorreu acima muito bem o que penso.

      Você como sempre dando show nos comentários e na gramática. Queria eu ter esse seu nível de conhecimento.

      Abs !!

  94. Rafael Azevedo

    O maior de todos!
    Parabéns ao sérvio. Foi uma jornada árdua, mas alcançou o seu objetivo contra tudo e todos. Uma inspiração.

  95. CR7 verdadeiro

    Fãs de Federer vinham com argumento:
    “O que um GS muda na carreira de Federer” em situações como a amarelada de 2019 ou a derrota do US Open de 2009, ou vinham com argumento como “o que seis semanas mudam na carreira de Federer” naquela obra prima de como perder uma final ganha em Indian Wells 2018, e agora tão vendo tudo que é recorde dele ser batido.

    “Ahh mas Federer tinha 30 anos ou mais”, Djokovic já ta no oitavo pós 30, Nadal no sexto.

    E olhe que eu nem acho que tenisticamente tenha comparação, suíço sempre foi uma aula de jogo agressivo, mas não adianta ser agressivo ATÉ os momentos importantes, tem que ser o jogo todo.

  96. Carlos Henrique

    Dalcim, desde o primeiro título de Federer em WB são quase 2 décadas em que o vencedor é um dos big 4.
    Voltando ainda mais no tempo, desde o primeiro título de Sampras, ou seja, há quase 3 décadas, o panteão de vencedores só teve mais 3 integrantes além do próprio americano (Krajicek, Ivanišević e o Hewitt).
    São números impressionantes. Nenhum outro Slam chega perto desse cenário (e olha que em RG há a “dinastia Nadal”)
    O que torna Wimbledon tão avesso à novidade? rsrsrsr

    1. Maurício Luís *

      Mas o Del Potro foi campeão do US Open em cima do Federer. E o Thiem campeão do US Open ano passado…lembra?

  97. Maratenista

    Djokovic caminha não para ser o GOAT do tênis. Já é isso. Ele caminha para ombrear Ali, Pelé, Jordan, Comåneci, Isinbayeva, Phelps etc…

  98. Robson

    Bom, primeiramente quero dar os parabéns a Novak Djokovic,agora de fato e de direito o maior tenista de todos os tempos e pra mim ô melhor que vi jogar.
    Parabéns tb a todos os torcedores de Novak Djokovic,que prazer IMENSOOOOOOO torcer pra ele,que prazer IMENSOOOOOOO assistir os jogos dele,como joga tênis,que domínio absurdo frente a no mínimo 95% do circuito desde que se tornou profissional e só não é ainda mais que 95% pq muitos lá do início da carreira de Novak Djokovic,já se aposentaram e outros nunca chegam e outros infelizmente lesões os impediram de chegar ou de continuar chegando.
    Parabéns tb a Berretini,que até 2019 alguns o chamavam de mulambo,o italiano evoluiu demais de lá pra cá,vendeu caro a derrota hj e continuará chegando,caras como Rublev, Medvedev, Tsitsipas, Zverev que se cuidem, Berretini veio pra ficar.
    E nada mal,mas nada mal mesmo pra um “sempre fujão” dos torneios de grama pré Wimbledon, simplesmente vencer pela sexta vez o Slam Londrino e terceira vez consecutiva,o homi é simplesmente sen-sa-cio-nal, es-pe-tá-cu-lar,quer queiram,quer não.
    Simplesmente, Novak Djokovic…

  99. Maurício Luís *

    No meu entender, falta carisma à australiana Barty. Mas por outro lado é bom ver uma tenista com golpes tão variados chegar ao topo. Nunca se sabe o que é que ela vai fazer, ao contrário da Sabalenka, por ex, da qual só se espera pancadaria e cara de poucos amigos.
    Eu me lembro de quando o Jimmy Connors ganhou Wimbledon em 1982 aos 30 anos, e achei uma “proeza”. Agora os jogadores estão estendendo a carreira jogando em alto nível até lá pelos 40. Mesmo o Federer, chegar às quartas-de-final de um Slam às vésperas dos “enta”, não é pra qualquer um.
    Não me darei ao trabalho de ficar jogando confete em cima do Nole, mesmo porque o Paulo Almeida, Chetnik & Cia já o devem estar fazendo de montão. Mas foi merecido e incontestável.
    ****** Uma fazenda pra sogrinha*******
    A sogra do baloeiro ibérico chega exultante ao CST – Clube das Sogras dos Tenistas.
    – Meu genro disse que vai me dar uma FAZENDA de presente!! Disse que fica ali pertinho, do outro lado de Caronte.
    Nisso a sogra do Djoko, ligada em astronomia, logo vem com um balde de água fria:
    – Mas Maria… Caronte é satélite de Plutão! E é pertinho, nem 15 minutos daqui… desde que você embarque numa espaçonave à velocidade da luz…

    1. Maurício Luís *

      Uma correção: a luz do Sol leva cerca de 5 horas e meia até Plutão, e não “nem 15 min” com está acima.

  100. Jonas

    Por mim o Djokovic c… pras olimpíadas e focava nos eventos do segundo semestre, com destaque pro US Open.

    Mas aposto que o cara vai pra Tóquio. Acho uma besteira, mas o Djoko é assim, pra ele é algo relevante…

  101. Vitor Hugo

    Mas convenhamos, Novak só ganhou de galinha morta em Wimbledon. Geração fraca + Murray e Nadal bichados + Federer velho + lentidão dos pisos = um robô campeão

    1. Paulo Almeida

      Snif, snif.

      Galinhas mortas melhores do que quase todos da entressafra.

      A padronização ocorreu em 2002 (beneficiando o Federer inclusive), mas para o jogador mais completo e com a melhor devolução da história, qualquer velocidade é tirada de letra.

      1. Carlos Henrique

        Na verdade. Nole tem muita culpa nisso aí. Alugou uma mansão na mente do suiço com os MP salvos. rsrsrs

    2. Gustavo

      Esse é o cenário desde 2015.
      Por isso que tudo tem que ser analisado depois que passa, para poder ter isenção
      Daqui 10 anos todo reconhecerão isso

      1. Luiz Fabriciano

        Interessante esse cenário desde 2015.
        Mas desde 2011 até ontem, foram 19 GS para um só. O outro não dividiu esse bolo por que?

        1. Gustavo

          Até 2014 tinha competitividade.
          A partir de 2015 ficou muito fácil, a partir daí nenhum jogador com menos de 27 anos ganhou um slam
          Entressafra brutal
          Federer decadente, e não me venham comparar com o Djokovic de agora. Djokovic de agora é tão decadente quanto. O problema é que o Federer em 2015 tinha o djokovic com 28 anos, não era grande coisa mas pelo menos não era tão decadente
          O federer de 2015 no circuito de hoje estaria ganhando os mesmos títulos

          1. Luiz Fabriciano

            Não rirei por respeito.
            Mas Federer, só realmente é decadente agora, em 2021. E esse Wimbledon foi a prova disso.

    3. Alessandro Siqueira

      Tem horas que a Oração de São Francisco cai bem. O segredo é força para mudar o que pode ser mudado e resignação para aceitar o que não pode ser mudado. Junto disso, sabedoria. Sabedoria para saber onde cabe força e onde é devida a resignação. Vitor, o que não tem remédio já está remediado, daí o “aceita que dói menos” popularizado no funk. Não adianta ficar tentando desmerecer. O cara não tem nada a ver com a cirurgia do Murray, com os joelhos de Federer ou com a ausência de Nadal. Ele foi lá e ganhou. Agora tem 20 slams, caminha para passar o recorde geral de 377 semanas como #1, já tem 36 Masters, vai passar Sampras com mais temporadas em primeiro etc e tal. Nos números do esporte, Federer tem 237 semanas seguidas como #1 e deve manter. Fora isso, todos os outros devem cair. Parece que nada pode ser feito. “Então é isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte. Não tem o que dizer, são só palavras, e a REALIDADE não mudará…”

      1. Luiz Fabriciano

        Alessandro, imagino o nobre Vitor Hugo, se dirigindo ao teclado para escrever o que escreveu e pensando: “vou escrever uma bobagem aqui para zoar os caras da Kombi”. Mas tenho plena certeza que seus dedos tremem, lutando ferozmente em oposição a sua mente.

        1. Alessandro Siqueira

          Pois é. Ele pode negar todos os fatos, mas no fundo sabe que a negativa é inócua. Mas vai passar. Depois da negação a aceitação deve começar a chegar. É um processo quase terapêutico… rsrs

    4. Jeferson

      Chora,chora,chora mais…….Viva o Rei Djokovic,o maior,melhor e mais completo tenistas de todos os tempos!

    5. Renato Veneziano Toniol

      Puxa, Vitor!
      Qual a necessidade de depreciar a conquista do Djokovic?
      Sou federista tanto quanto você, e penso que Federer já nos deu muitas alegrias, e hoje, se tem os seus números alcançados e batidos, devemos enaltecer quem os obteve. As conquistas de Djokovic e Nadal não ofuscam em nada o brilho da carreira do Federer.

    6. Chetnik

      “Acima de Todos”.

      A você, que procura sempre a validação do Dalcim, só resta se calar e reverenciar o GOAT.

    7. Geailton

      Pois é. Chamam de amarelão alguns da nova geração que perderam pro sérvio a primeira final de GS que fizeram em suas carreiras. Como se chamaria então alguém que perde final com 2MP a favor, tendo experiência de dezenas de finais anteriormente? Roger BIG YELLOW Federer?

  102. Carolina

    De fato, “Djokovic acima de todos”. A superioridade dele ficou bastante clara neste Wimbledon. Apesar de algumas oscilações, nunca foi realmente ameaçado por nenhum dos adversários. No momento, parece haver um abismo entre ele e os demais. Talvez a tarefa no US Open seja um pouco mais complicada, afinal, existem mais jogadores capazes de boas performances em quadras duras. A única certeza é que as próximas oito semanas trarão ansiedade e muitas expectativas.

    Achei que as duas finais, tanto no masculino quanto no feminino, tiveram roteiros parecidos: jogadores tentando controlar os nervos no início, a qualidade das jogadas melhorando no decorrer da partida e vitória incontestável dos líderes do ranking e favoritos ao título. Em escalas diferentes, Djokovic e Barty fizeram história. E Berrettini e Pliskova merecem aplausos pela atitude positiva que demonstraram. Os dois deixaram uma boa impressão e ganharam a simpatia de alguns torcedores. Berrettini vem melhorando desde 2019 e pode evoluir ainda mais. E Pliskova, quem sabe, consiga outra boa campanha nas quadras duras do US Open.

    Outro destaque foi a vitória de Mertens / Hsieh nas duplas femininas. Jogo cheio de reviravoltas e uma bela celebração ao fim da partida.

  103. Vitor Hugo

    Bom, pra mim não há dúvidas que o melhor tenista da história é Roger Federer. Ponto. Mas se há um elogio que se deve ser feito ao sérvio, é a sua ambição, disciplina e determinação pra ser o maior vencedor da história, e creio que já é pelos feitos mencionados pelo Dalcim.

    Federer teve certa soberba e acomodação, o que o impediu de conseguir mais o que já tem, pois é muito mais talentoso e técnico que seus dois maiores rivais.
    Novak sempre quis mais, mais e mais, então é justo que consiga ter o que já tem e ainda vai ganhar.

    1. Tiago Ribeiro

      Respeito sua opinião, mas é baseada em nada, Djokovic já bateu Federer em todos os critérios. Pode até gostar mais de Federer, do estilo de jogo, achar que no auge foi melhor, etc, mas a grandeza de um atleta se mede pelas conquistas.

    2. Paulo F.

      Esse Federer, tão melhor assim, não deveria ter ganho ao menos UMAZINHA de Nadal em RG?
      Não deveria ter todos os M1000?

  104. Paulo Almeida

    Essa foi a quarta vez que o GOAT venceu 3 Slams seguidos, mas é óbvio que o fato dessa sequência ter sido em 3 superfícies diferentes torna o feito ainda maior. Aliás, é tanto recorde e feito que a gente fica perdido. Nem vou ficar repetindo tudo de novo.

    O sonho do Golden Slam continua!

    1. Paulo Almeida

      Ah, errei na final da Euro, mas o que importa é que a Itália perdeu no evento mais importante desse fim de semana!

  105. Jmsa

    Belo texto como sempre .
    Dalcim ,pra você qual a idade limite pra ser considerado next gen ?
    Pra mim só até 24 anos e pra você ?

  106. Sérgio Ribeiro

    Quem assistiu a partida inteira deve ter ficado impressionado com os deslocamentos do Sérvio cobrindo toda a quadra . Um físico e um jogo de pernas jamais vistos . Sem essa de geração Nutella e outras babaquices. As três conquistas de Novak na temporada foram contra eles . E o N 1 já brincou dizendo que a verdadeira Next Gen são os Titios rs. Ele vence os garotos porque é melhor . Simples assim . Com muito treinamento ele conseguiu melhora em TODOS os fundamentos como o próprio Suíço reconheceu. Falar repetidamente que Novak vence pelas “ amareladas “ dos garotos e ‘ não apreciar este Esporte maravilhoso. Tudo isso pra dizer que Novak Djokovic é o mais completo jogador com Backhand de duas mãos que vi jogar kkkkkkkkkk. Abs!

  107. Barocos

    É possível que este seja o último Slam com a presença dos geniais Djokovic, Federer e Nadal.

    Se alguém dissesse, há alguns anos, que tal situação, esta na qual nos encontramos agora, se concretizaria, seria motivo de chacotas infindáveis: “Como assim os 3 empatados com 20 dos títulos mais importantes do esporte cada um? Impossível!”. E eis-nos aqui.

    Para que a festa seja completa, deixo de antemão registrada minhas aspirações:
    1) Que o Federer esteja plenamente recuperado fisicamente e afiado tecnicamente para os embates;
    2) Que o Nadal recupere os seus lendários vigor, obstinação e apuro técnico;
    3) Que todos os membros mais talentosos da nova geração joguem muito bem o torneio;
    4) Que no caminho para o título, Novak enfrente em sequência, na semifinal e na final, Nadal-Federer ou Federer-Nadal em jogos de altíssimo nível, como os que assistimos no início da década passada;
    5) Que o sérvio triunfe e seja o 1° tenista em mais de 50 anos a realizar o feito extraordinário de conquistar todos os Slams em uma temporada juntamente com a conquista do ouro olímpico.

    Ex duris gloria, ex nihilo nihil fit, alea iacta est.

    Ajde, Djokovic!

    Saúde e paz.

    1. Willian Rodrigues

      Muito bom Barocos!
      São também os meus desejos…
      Espero que sejamos brindados com um US Open de altíssimo nível e partidas emocionantes.
      Torço pelo sérvio desde 2007. Porém, antes disso, tenho prazer em assistir a grandes partidas.
      Semana abençoada para todos nós!

  108. Denis

    Dalcim, novamente parabenizo a você e toda a equipe do Tênis Brasil por mais uma excelente cobertura de um grand slam. Excelente conteúdo diário produzido pelo blog e pelo site durante essas duas semanas.

    Aproveitando, deixo uma pergunta facinha pra vc: o que o Djoko quebra primeiro, o recorde de slams da Court ou o de semanas na liderança da Graf?? Kkkk

    Parabéns novamente!

  109. JHONNY

    E ele explicando que apanhou muito de nadal e federer durante 4 anos quando ele ao contrario do Nadal, que foi um fora de serie precoce, ainda estava se aprimorando (e ai quem fala que Federer e mais velho e leva desvantagem sobre isto esquecem convenientemente de lembrar que ele jogou com um nole ainda em evolução) e que graças a eles , o motivou a melhorar aperfeiçoou seus golpes, trabalhar o fisico o mental e etc, não lembro quem postou isto a um tempos atrás, mais lembro do cara dizer que Nole quando aperfeiçoa em algo este golpe passa a fazer parte do seu arsenal e mesmo assim ele vai buscando sempre aprimorar, algo que o separa de Federer e nadal, afinal porque aquele saque monstro do nadal no uosopen nao voltou mais? ´Porque Federer abandonou aquela características de receber o segundo saque mais perto da rede o que na epoca foi um martírio para quem enfretava ele?

    1. LION

      Djokovic foi precoce também. Ele ganhou o primeiro Grand Slam aos 20 anos. O que ele não teve foi a consistência espantosa de Nadal, que ganhou o primeiro aos 19 e não baixou mais a peteca.

    2. Luiz Henrique

      Nadal tb evoluiu absurdamente seu jogo ao longo do tempo, tanto quanto o Djokovic. Mas cada um tem suas limitações. Se em alguns Novak é muito melhor, crédito ao talento. Difícil alguém ter melhorado e trabalhado tanto no seu jogo como o Nadal. Se não tivesse evoluído, estaria aposentado há mais de 10 anos, ele só conseguiu prosseguir por conta dessas evoluções. E há que ser lembrado o tanto que as lesões atrapalharam a carreira dele.

  110. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim, se vc fosse o Djokovic, abriria mão das olimpíadas ou us open?(pensando em um cenário em que ele não tenha condições físicas para algum desses) tô pensando na hipótese de 2019 aonde ele fez um esforço enorme para vencer Wimbledon contra Federer, e chegou bem desgastado no us open e o corpo acusou.
    E segunda pergunta, Djokovic já é maior que o Sampras na grama?já é o segundo só atrás do Federer?e se empatar em títulos com suíço, você vê o sérvio como maior no piso pelas finais que eles tiveram?
    Parabéns pela cobertura.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho muito difícil Djokovic desistir de Tóquio – e a campanha de Wimbledon não foi tão difícil assim -, mas se tivesse de optar obviamente seria jogar o US Open e não ir aos Jogos. Não, acho que ele ainda não é maior que Sampras na grama, embora sejam épocas completamente distintas.

    2. Carlos Henrique

      Dando meu pitaco sobre Sampras e Nole na grama. Pra mim, mesmo que Novak vença mais 2 WB, igualando ao Federer e com um a mais do que o americano, não acho que seria suficiente para dizer que o sérvio é maior na relva.
      7 títulos em 7 finais é um número assombroso!

  111. Maratenista

    Não tem mais discussão: o melhor da história tomou definitivamente o trono hoje. Que seja longo seu reinado!

  112. Leo Gavio

    O DJokovic não é o melhor de todos é o mais genial de todos.

    O Federer foi muito feliz na entrevista quando disse: ele parece ter formas diferentes de vencer as partidas.

    O Nadal e o Federer geralmente gostam de condições adequadas ao jogo deles, reclamam da velocidade do jogo, da bola, do quique, e etc, o DJoko só precisa estar bem fisicamente e com tesão de jogar.

    Da linha de base o Djoko é melhor que os dois, pior que os dois no smash, melhor que o Nadal no voleio, melhor que os dois na devolução, e agora tem um saque um pouco inferior ao do antigo Federer, mas já é um saque, esquerda mais brilhante do circuito, e uma direita que faz de tudo, outras diretas podem ser mais potentes, mas nenhuma é utilizada de forma tão polivalente como essa do Djoko, nem nem a do Nadal, talvez a do Federer, mas aquela angulada marota no reves do Nadal, só o DJoko faz.

    E pra finalizar, tá cada vez melhor na rede, engraçado que ele faz os pontos mais difíceis e complexos na rede e erra algumas bolas tranquilas, Djoko seria jogador de qualquer época e velocidade de quadra, é só uma questão de foco e treino, ele tem facilidade em aprender. O drama dele é só o smash, não é firme e ele nao escolhe bem o lado. Porem, despiorou muito.

    1. Carlos Henrique

      Discordo de dois pontos:
      Nadal voleia mais que o sérvio, apesar que essa diferença diminui muito a partir do ingresso do Becker na equipe do sérvio.
      Por fim, o saque do sérvio ainda está longe do suiço no tocante ao segundo saque. Novak comete muito mais duplas faltas do que o suíço jamais cometeu. Agora quanto ao primeiro serviço, a diferença diminuiu muito.
      Os títulos em WB 2018 e 2019 passaram bastante por esse aspecto do jogo que o Ivanisevic melhorou.

    2. Marcelo-Jacacity

      Despiorou muito foi boa demais! hehehe. Pois é, o smash, de fato, está mais ok, vamos dizer assim, o Djoko não tem confiança nesse golpe. E hoje de forma inusitada, quem errou um smash bobo na rede foi o Berrettini, que por sinal smasha muito bem.
      Mas o jogo de rede e os toques do Nol1e evoluíram muito, cada voleio difícil que ele fez, incrível mesmo!

    3. Luiz Henrique

      Gavio, só não sei se concordo que ele seja melhor que Nadal no voleio e da linha de base
      Mas acho que o fato dele ser muito superior no saque e na devolução compensa e muito isso

      1. Leo Gavio

        Claro que o DJoko é melhor na linha de base que o Nadal, o Djoko faz bolas MUITO mais arriscadas, mais proximo da linha, pega na subida, ele é capaz de gerar potencia, de usar a força do adversario, ataca as paralelas, muda direção como ninguem.

        O que Nadal faz é colocar bola em jogo até sobrar pra matar o ponto, Djoko faz tudo, de contra-ataque a ataque, bolas planas, com spin, angulada, batepronto (nesse quesito o federer é o rei).

        O unico golpe da linha que Nadal é mais efetivo que o Djoko é o insdeout, no restante o Djoko apavora, principalmente a direitassa cruzada e o reves na paralela.

        1. Luiz Fabriciano

          Só o fato de Djokovic não arredar da linha de base, especialmente para receber saques, já o define (para mim) como superior ao Nadal nesse ambiente.
          Quando ao bate-pronto, é incrível o que o suíço faz.

          1. Luiz Fabriciano

            Sim Luiz, parte a devolução, mas permanece. Como sempre diz o Mestre Dalcim, a facilidade de pegar a bola na subida, é sua característica.

  113. Rodrigo Andrade

    Com a aposentadoria de Usain Bolt, Djokovic é o maior esportista, de esportes individuais, em atividade

    1. SANDRO

      Concordo plenamente!!!
      Djokovic é o melhor atleta de esoortes individuais da atualidade!
      E se jogasse DUPLAS seria também líder…

  114. Julio Cesar

    Parabéns pela cobertura e obrigado por disponibilizar o link de vídeo, que estava muito bom hoje, sem travar uma vez sequer.

  115. Jonas

    Danilo, depois atualiza aí pra gente sobre os tenistas com mais vitórias sobre top 10.

    Acredito que o Djoko irá superar o Federer neste quesito também.

  116. Leandro Augusto da Silva Costa

    Dalcim, minha pergunta seria sobre qual dos membros do Big 3 tem o melhor currículo na sua opinião, porém o texto em si já responde a pergunta e pelo meu humilde conhecimento sobre esse esporte com esse título não vejo margem para contestação e Djokovic confirmou hoje que é o melhor tenista da história.

  117. Barocos

    Dalcim,

    Como já é habitual, mais um grande texto, obrigado.

    Eu fico imaginando, o que significa o Djokovic para a Sérvia, uma região que foi assolada por uma guerra estúpida, como todas as guerras são, cujos habitantes foram tachados de cúmplices de genocidas e se viram na mesma situação que os alemães: enganados, manipulados e, por fim, soterrados pela vergonha.

    Para os sérvios, muito provavelmente, o Djokovic é uma espécie de redentor, o herói que permite sonhar com a glória, que possibilita que a auto-estima dos cidadãos de sua nação seja recuperada, que remove, ao menos em parte, as dores de acontecimentos terríveis, que impede que o passado trágico seja aquilo que os define. Não há tesouro no mundo que pague isto.

    Saúde e paz.

    1. R. Santiago

      Assino embaixo. O país ainda passa por questões delicadas, com o Kosovo, e com a rivalidade (ódio) estúpido que o povão da Sérvia e o povão da Croácia têm entre si. Aquele jeito meio torcida de futebol que eles têm se vocês falar em Djokovic num bar ou numa conversa com croatas.
      Porém, para muitos que pensam em trabalhar e ter uma vida melhor, sendo sérvios, Djoko deve ser uma inspiração e tanto.

  118. José Felipe Pereira da Silva

    Dalcim Boa noite suas análises são excelentes parabéns gosto muito.
    Queria saber sua opinião se o top 10 ou top 20 de hoje nesse domínio do Djokovic é mais difícil do que foi quando o Federer dominou? Eu acho que sim pelos tenistas da nova geração que são bons
    Mais também por tenistas muito bons e excepcionais como murray, del potro, wawrinka
    E outra estando todos com 20Grand slam( Djokovic, nadal e federer) qual você acha o maior feito? ou o mais difícil?
    Os 20 do Djokovic
    Os 20 do Nadal
    Ou os 20 do federer???

    1. José Nilton Dalcim

      É muito difícil comparar tais situações, José Felipe, porque Federer já atravessou três gerações, com grandes mudanças no circuito em termos de velocidade de pisos e equipamentos, e os adversários de cada um deles raramente foram os mesmos. Mas se pensarmos que Djokovic derrotou Federer em Wimbledon e Nadal em Roland Garros pelo menos duas vezes cada um, acho que a dificuldade do sérvio foi maior.

      1. Mauricio

        Dalcim concordo com o que vc escreveu e falou.. Mas a questão não seria a seguinte.. ao contrário do Federer que encontrou uma geração posterior à dele com 3 monstros (Djoko, nadal e murray) e outros bons jogadores como cilic e wawrinka, etc, a geração posterior à de djoko e nadal não surgiu ninguém de peso de vdd capaz de tirar eles do trono, e agora essa geração também não mostra ainda ninguém com força suficiente pra bater eles..
        O que vc acha?

        1. Mauricio

          Acredito eu que é muito pelo contrário do que o José Felipe escreveu, com todo respeito.
          O Federer se manteve no top 5 dos 35 aos 40 anos disputando poucos torneios.. pra mim a competição que não está à altura dos 3 já faz algum tempo..
          Não da pra esquecer tbm que ele chegou às quartas de final.. muito muleke novo ai nem isso conseguiu..

          1. Mauricio

            Na geração do Federer de vdd vc tinha lá juan carlos ferrero, hewit, safin, andy roddick tds ex n1.. Nadal por exemplo penava pra ganhar do coria, gaudio, nalbandian, david ferrer no saibro..

        2. José Nilton Dalcim

          Há diversas maneiras de encarar as carreiras, Maurício, e não acho que apenas uma seja certa. Por isso eu acho tão difícil fazer comparações o tempo todo. O mais correto é dar louvor ao que cada grande tenista tenha feito dentro das dificuldades do momento. Abs!

          1. mauricio

            Com ctz Dalcim… mas pra mim Federer está para o tenis assim como Pelé está para o futebol kkkk o nadal é o messi e o Djoko, CR7 kkk
            Com ctz Djoko será o mais vencedor de todos… É um monstro… Mas como disse o gasquet.. Federer é o tenis…
            Abraços Dalcim, seus posts são os melhores!

          2. Thiago

            mauricio, Gasquet disse isso antes de Djoko ganhar do Nadal na semi de RG e obviamente antes da vitoria de ontem em W

  119. Gabriel Maganha

    Agora não tem mais nenhum, repito, NENHUM argumento que se possa ter contra o fato de que Novak Djokovic é o Greatest Of All Time, o maior de todos os tempos – GOAT.

    Empatado nos Slams, porém superior aos demais em TODOS os quesitos:

    Slams:
    Djokovic 20
    Nadal 20
    Federer 20

    Big Titles:
    Djokovic 61 (62 se contarmos a ATP Cup!)
    Nadal 57
    Federer 54

    Masters 1000:
    Djokovic 36
    Nadal 36
    Federer 28

    Anos terminados como número 1:
    Djokovic 6 (e contando!)
    Federer 5
    Nadal 5

    Semanas como número 1 do mundo:
    Djokovic 328 (e contando!)
    Federer 310
    Nadal 209

    Confrontos diretos:
    Djokovic 30×28 Nadal
    Djokovic 27×23 Federer
    Nadal 24×16 Federer

    Sem contar que é o único tenista com:

    2 Career Slam (1 para Federer, 1 para Nadal)
    2 Golden Masters (0 para Federer, 0 para Nadal)
    Único capaz de ganhar do Nadal nos pisos mais lentos (saibro de Monte Carlo) e de Federer nos pisos mais rápidos (Cincinnati, Paris, Wimbledon, Finals), ou seja, HIPER COMPLETO.
    Maior premiação da história.
    Teve que enfrentar Federer e Nadal por praticamente toda a carreira, ao passo que os outros 2 tiveram apenas um ao outro como obstáculo por muitos anos.
    Ganhou Slams enfrentando saque e match-points contra na final – Federer e Nadal jamais conseguiram tal feito.

    MONSTRO COMPLETO!

    1. Jonas

      Esse ponto que você tocou acho relevante. Djoko jogou seu primeiro Slam em 2005, aos 17 anos.

      Ora, nessa época Federer estava no AUGE. Nadal venceu seu primeiro Grand Slam naquela temporada e é mais precoce que Novak.

      O Djokovic sempre teve a companhia dos dois, sendo que quando surgiu, os dois já estavam mais prontos que ele.

      Por isso ainda acho a temporada de 2011 um marco para comparações entre o Big 4. Um Nadal e Murray voando, da mesma geração do Djoko, resultado? Domínio amplo do sérvio.

      Um Federer voando, que chegou à final de Roland Garros com todos os méritos e ficou a 1 mísero ponto da final do US Open. Federer também venceu o ATP Finals em 2011. Resultado? Djokovic número 1 no fim da temporada.

      Então é complicado, o sérvio não tem vida fácil no circuito. Quando estava pra ter tranquilidade, o que aconteceu? Lesão e desmotivação. Ainda fico imaginando o que ele faria se não tivesse ocorrido tudo aquilo entre 2016-2018.

  120. Dário

    Incrível como Djokovic dominou Winblendow 2021. Nem pelo primeiro set perdido na final pode ser considerado risco, justamente pq parecia questão de tempo ajustar as devoluções no backhand limitado de Berretine.

    Muito se fala do jogo mental. Berretine parece nesta fase do circuito ser o que menos se abate com os momentos de pressão, se comparado com Medvedev, Tsitsipas, Rublev e Zverev, que são seus atuais adversários diretos.

    Assim como em RG, o que faltou hoje foi tênis mesmo, pois parece que os nomes citados estão, ou são, melhores tecnicamente que ele no conjunto de pisos do circuito.

  121. Everton Weslley

    Dalcim, primeiramente, parabéns mais uma vez pelo trabalho excelente em mais um slam. Que venham muito mais. Uma dúvida… Já temos data para o início do tênis nas olimpíadas? Grato.

  122. Claudio Bernardo

    Muito feliz hoje. ,cara, eh f***, amo ver Roger e Nadal, esses caras são lendas.
    Mas amo mais torcer para Djokovic. Novamente está acima, como é fácil torcer para ele.
    De 2011 pra cá tenho acompanhado mais e como tenho satisfação torcer para ele. Pode não ser o mais amado, mas o quanto isso realmente importa? Eu não me importo. Muito se discute isso aqui no blog. Nada muda para mim. E hoje, um passo para eternidade. Como é facil torcer para novak. Orgulho. Satisfação.
    Sou da kombi e não abro.
    Adje.

    1. Gildokson

      Fala Barocos!
      Só alegria pra vocês hein?!
      O Djoko acabou de vez com a brincadeira.
      Acho que não vou nem torcer contra ele no US Open, seria uma perda de tempo total kkkkkk
      Abs! E não vou nem dizer pra você curtir bastante essa vitória pq logo logo vem outra e outra… e outra… e outra….

  123. Luiz Henrique

    Será que Djoko pode igualar os 8 títulos de federer em Wb? O maluco n tem limite
    Será que Nadal para ele em Nova York? Difícil, mas não tão difícil quantos os jovens, aí sem chances

  124. Jonas

    Assim como o Roddick, o Berrettini não tem esquerda, mas trabalha bem com o slice. É um marreteiro, o saque e a direita do italiano são impressionantes.

    Só que é muito pouco para vencer um jogador completo como o Djokovic, que jogou a 70% de sua capacidade hoje e venceu.

    O título de hoje tem peso considerável para o sérvio por razões óbvias, mas o Djoko já venceu Majors com grau de dificuldade e peso maiores.

    Roland Garros 2021>Australian Open 2012>Wimbledon 2019>Us Open 2011>Wimbledon 2014. Esses para mim são os mais marcantes.

    Interessante que o Djokovic adora quebrar uma sequência de vitórias. Fez isso com o Medvedev no início do ano, que vinha de 20 vitórias seguidas, venceu Berrettini hoje que vinha de 11 vitórias. Sobre o Tsitsipas, bom…foi, salvo engano, o jogador que mais venceu partidas no saibro em 2021.

    1. Paulo Almeida

      Não adianta ser mais marreteiro e fazer o dobro de winners: a variação, a consistência e principalmente o desempenho nos pontos vermelhos contam muito mais.

      Sim, esses cinco são os mais parrudos, podendo a ordem variar ou não de acordo com a preferência de cada um.

    2. José

      Considero esses os mais marcantes também! Mas pra mim a ordem é outra: Wimbledon 2019>Roland Garros 2021>Us Open 2011>Wimbledon 2014>Australian Open 2012

    3. SANDRO

      A maior conquista de Djokovic foi, sem sombras de dúvidas, Roland Garros 2021, na CASA DO NADAL , com batalhas sensacionais e históricas contra o próprio Nadal, Barrettini e Tsitsipas.

  125. Paulo F.

    E aí Ronildo?
    Djokovic, com 3 Slams na sequência na conta, corre sérios riscos de perder o número 1 ainda em 2021 hein?
    Hahahahahaha!
    O nobre Luiz Fernando tem razão: aqui é diversão garantida!

    1. Enoque

      Alguns disseram que o Djoko só está na liderança por causa do atual sistema de pontuação, com a manutenção de 50% dos pontos adquiridos. O Djoko praticamente não se beneficiou desta regra. Tinha 1.000 pontos garantidos no AO, não utilizou, tinha 600 pontos em RG, não utilizou, tinha 1.000 pontos em WB, não utilizou. No USO não vai utilizar, já não tem nada lá.

      1. Luiz Fabriciano

        Uma perspectiva vista por poucos. Muito bem!
        Colocou a velha e boa pá de cal sobre esse assunto.

  126. Paulo F.

    E o Big-3 virou Big-2.
    Quem é o GOAT? Nadal ou Djokovic?
    No momento, há a vantagem do sérvio graças ao Double Career Grand Slam e ao Double Career Golden Masters.

    1. David Lopes

      Conforme o teu comentário, semanas como número 1, então, não conta pra nada, só Grand Slam ???!!! Vocês, torcedores da Kombi, precisam se definir. Uma hora, o tempo como número 1, é importante, outra hora, não vale nada?

      1. SANDRO

        Mais importante do que qualquer outros critérios é a quantidade de Grand Slams e depois a quantidade de Masters 1000.

        1. Rodrigo Azevedo

          Achei que o Finals era o torneio mais importante depois dos grand slams. Mas acho que eu estou errado.

      2. Paulo Almeida

        Número de Grand Slams, semanas como número 1, temporadas como número 1, número de Masters 1000, número de Finals e h2h são os principais critérios, nessa ordem.

  127. DANILO AFONSO

    Dalcim, o texto atual manteve a coerência seguida por você no texto especial que você escreveu sobre o Federer em 2009, quando na oportunidade você cravou que Feferer passava a ser o maior da história, mesmo com empate no número de Slam (14) entre o suíço e o Sampras, levando em considerações o conjunto de feitos do suíço, destacando o recém título em RG que fechou o Career Slam , algo que o americano não alcançou.

    Analisando o conjunto de feitos do sérvio, não resta dúvida que ele é o maior da história, e olha que tem outros feitos que são incríveis, como por exemplo ser único que venceu Nadal em todos Masters 1000 disputados no saibro e claro as duas vitórias em RG, algo que Federer nem chegou perto, e contra esse também foi o único que o venceu três finais em Wimbledon, algo que o espanhol conseguiu apenas uma vez. Não podemos esquecer tambem do Double Career Master Gold.

    Tendo em vista que o Medvedev defende muitos pontos no 2° semestre, DJOKOVIC tem tudo para conquistar outro recorde, o HEPTACAMPEONATO como n. 1 ao final do ano, deixando para trás a lenda Sampras.

    Saudações Nolistas !!!

    1. José Nilton Dalcim

      Exatamente, Medvedev tem muito pouca chance e vamos lembrar que Djoko ainda está quase zerado no US Open (180 pontos de 2019). Então só um Tsitsipas numa embalada absurda poderia ser uma real ameaça.

      1. Carlos Henrique

        Calma, Dalcim, pois a queda de Djokovic da liderança é questão de tempo em 2021, conforme sábias previsões feitas muitas vezes nesse nobre espaço
        rsrsrs

        1. José Nilton Dalcim

          Olha, se um tenista vence três Grand Slam na temporada e não merece ser número 1, então eu não entendo mais nada de tênis.

  128. Periferia

    Parabéns Dalcim…a cobertura foi (como sempre) espetacular….andei pelo site….muito legal.

    Bora para o UsOpen (20x20x20).

  129. Bruno

    Torço para o Federer e não gosto do Djoko, mas hoje, ao meu ver, acabou a discussão: Nole é o GOAT. Não é a figura mais simpática nem a mais exemplar para representar o nosso esporte, mas ele fez por merecer.

    O que ele fez na última década é algo sem precedentes, sobretudo pela sua contínua e avassaladora evolução, transformando seu talento natural, provavelmente inferior ao de Federer e Nadal, em uma capacidade única de domimar seus jogos em qualquer superfície, com pouquíssimos erros, muita regularidade e excelência nos aspectos tático, técnico, físico e mental.

    Que daqui em diante ele possa se inspirar nos ótimos exemplos dentro e fora das quadras de Federer e Nadal e mudar suas atitudes nos próximos anos de sua carreira, sobretudo porque passará a ser o principal nome do tênis masculino.

    Manter-se humilde mesmo estando no topo e saber valorizar as raras vitórias de seus adversários, sem precisar recorrer a abandonos e pedidos de atendimento médico, são alguns comportamentos fundamentais em qualquer modalidade esportiva e essenciais para que nossas crianças tenham bons exemplos a seguir.

    Concorda, Mestre?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele tem um espírito competitivo muito aflorado, e portanto às vezes extrapola em certos aspectos. Não gosto de algumas atitudes, mas quebrar raquete, gritar e jogar bola longe não é desonesto. Temos de ver o aspecto esportivo acima de tudo.

    2. Paulo F.

      Djokovic com menos talento que Nadal.
      Kkkkk
      Deve ser por isso que ganhou dele em RG duas vezes e o “talentosérrimo” NUNCA!

    3. Luiz Fernando

      Nao era vc q me criticava por dizer q eu não gosto do Federer? Quanta coerência hein!!! Aqui é diversão garantida kkk!!!

    4. Luiz Fabriciano

      Qual mais reconhece – muito bem colocado – as raras vitórias dos adversários?
      E que os mais sinceramente os cumprimenta?

  130. Paulo F.

    Só sobrará, para alguns daqui, a poluição com assuntos não relacionados ao tênis: filmes, músicas, livros.

  131. Sandra

    Dalcim, vc teria uma explicacao para o big 3 se enrolar na hora de fechar set ou jogo? Até Nadal que eu achava mais forte está se enrolando

  132. Werisleik Albuquerque

    Boa noite a todos, mais uma vez somos brindados com a excepcional cobertura de Winbledon por esse BLOG, Parabéns ao Dalcin e a todos que fazem desse canal o mais importante do Tenis no Brasil. Sobre o torneio deu a lógica, até mesmo os mais fanáticos torcedores de Mr. FEDERER e NADAL já sabiam disso. Djokovic é um atleta excepcional, Nadal e Federer também, sou fã dos 3 com predileção pelo Servio, por me identificar mais, não tenho a categoria do Federer e nem o físico do Nadal, sou um ser humano esforçado como o Sérvio, e talvez por isso, me identifiquei mais com ele. Sei que ele poderia ser mais simpático e não ter feito escolhas ruins como o torneio em plena Pandemia, mas ninguém é perfeito e acho que esses deslizes não comprometem a grandeza do atleta. Sou uma pessoa feliz por ser contemporâneo desses 3 monstros, não sei a quem agradecer, mas é bom ser contemporâneo do BIG3. Acho que a zoação é saudável, isso faz parte da alma do brasileiro, mas nao posso ser alienado a ponto de não admirar o tênis clássico de Roger ou o tênis pragmatico e físico de Nadal, pra mim inclusive, Nadal em RG é algo estupendo, jamais alguém será tão dominante em um piso como Rafa no Saibro. Podem falar que estou sendo demasiadamente político, mas é isso que eu acredito. Novak porém é dominante em todos os pisos, sua devolução, seu Backhand em paralela é algo excepcional, sua consistência é admirável e seu esforço pra se igualar a Rafa e Federer mesmo não tendo os atributos deles, me deixam encantado. Pena que daqui a 5 anos não teremos nenhum deles jogando, sabe-se lá Deus com o que teremos que nos contentar. E como NERD que sou, “Vida longa e próspera todos”.

  133. Fernando Peixoto

    “A discussão, pelo menos até o próximo US Open, se torna inócua.”

    Sim, até o US Open. Uma vitória do Nadal reacende essa discussão sem pé nem cabeça.

    A verdade: Rafa é o melhor da história no saibro, isso sim é incontestável. Na grama, Sampras, Federer e Djokovic dividem o posto. Na quadra dura, Djokovic é o melhor, embora Nadal o supere no US Open.

    1. Jonas

      Respeito muito o Nadal, mas ainda que ele vença o Us Open, na minha opinião o Djokovic continuará maior.

      Seu grande sucesso no Finals e a diferença gritante nas semanas como n1 fazem a diferença.

      Claro que…Nadal com 21, Djoko com 20 tem discussão sim, concordo.

      1. Jonas

        putz, repeti a palavra ‘diferença’ duas vezes, kkk, mas deu pra entender. Digitar pelo celular dá nisso, rs.

  134. Marcelo Costa

    O que defende o sérvio , mas isso não é só correr ele antevê a jogada, ele lê o que seu adversário irá fazer e naquele milésimo de segundo já sabe onde deve ir, como se ajustar e onde jogar. Aos jogadores tenham esse cara como exemplo, dentro das óbvias limitações físicas e técnicas tentem fazer o que o maior de todos faz.

  135. Paulo H.

    Formidável o feito conseguido pelo tenista sérvio no dia de hoje. Somos afortunados em poder assistir a história do tênis sendo reescrita a cada torneio em que ele participa. Para quem achava que já tinha assistido tudo que o tênis tinha para lhe oferecer, com Borg, Lendl, McEnroe, Sampras, Agassi, Federer e Nadal, chega Novak Djokovic e passa um rolo compressor sobre tudo que existia, somente para provar que os recordes existem para serem batidos.
    Alguns podem achar que o Berrettini jogou mal, ou que o Shapovalov amarelou na semifinal, assim como Tsitsipas em Roland Garros, mas a verdade é que o jogo sufocante do “modo Nole”, impede que os outros tenistas desenvolvam o seu jogo a contento. Eles são forçados ao erro, a todo instante.
    Espero que o público do mundo inteiro reconheça a grandeza de seus feitos e passe a apoia-lo nos torneios, em vez de torcer pelos “underdogs” ou next, next generation, em reconhecimento aos seus grandes feitos.
    Dalcim, agora nós podemos dizer que nunca vai haver um tenista como Novak Djokovic?

    1. José Nilton Dalcim

      No esporte a palavra ‘nunca’ é muito perigosa, Paulo. Mas será difícil, assim como outro Federer ou Nadal. São muito especiais.

    2. Julio Cesar

      mas é normal torcerem pelos underdogs, e esse é o “Dilema Djokovic”. Ele chegou depois que caras que chegaram muito forte e se consolidaram com as torcidas, passou a ter um domínio muito grande e isso desperta em muitos a torcida para que essa pessoa não ganhe tanto, ou para que menos “afortunados” ganhem dele.

  136. Mágno Lucas Sampaio

    Olá Dalcim, mais uma vez quero parabenizar vc e sua equipe pela cobertura maravilhosa que nos ofereceu nestas duas semanas de Slan, obrigado. Quanto ao Nole parece que não há limites para ele, apesar de não ter sido tão fácil como muitos achavam aqui, mas o importante é que veio o título e a igualdade dessas lendas na quantidade de Slan e principalmente a luta que ainda haverá entre eles, fantástico. Uma pergunta Dalcim, ao que vc credita o 1 saque do Nole sumir nos momentos em que ele mais precisa dele? Já agradeço de antemão.

    1. José Nilton Dalcim

      Geralmente, o saque dele chega na hora certa, mas neste torneio aconteceu algumas vezes de escapar. Acho que havia uma pressão enorme e portanto vejo como bem normal.

  137. Marcílio Aguiar

    O Djoko merece todas as honrarias. Os seus feitos são incontestáveis e a superioridade atual sobre os demais deve mantê-lo nessa caminhada por mais 2 anos, pelo menos.

    O italiano fez o que era mais ou menos previsto. Tirou um set do campeão e o fez da forma mais improvável, ao sair em desvantagem no primeiro set.

    Agora aguardemos ansiosamente o USOPEN, onde talvez o Medvedev e um Nadal descansado possam trazer alguma dificuldade ao sérvio nas rodadas finais.

  138. Sandra

    Dalcim, uma curiosidade , você viu se Guga parabenizou Djokovic em Roland Garros ? Senti falta de algum comentário a respeito !!!

  139. José

    Texto primoroso!
    Djokovic, na minha opinião, também se tornou hoje o maior tenista da história! Parabéns ao sérvio! Que carreira magnífica!

  140. Sandra

    Dalcim, o Berretine além da técnica não parece o Nadal em matéria de força física ? E eu que achei que Nadal não estava preocupado com o número de slams , rapidinho já está se preparando para o Us Open e ele vem com tudo,, não acha ? Quanto aos outro jogadores vão com tudo pra cima do Djokovic!,

  141. Marcelo F

    Hoje, sem dúvidas, Djokovic se tornou o maior de todos, pelo menos até o momento. E não há porque duvidar que continuará sendo. Com o carimbo do Dalcim. Como se precisasse…embora pra muitos aqui precise mesmo. Tantos relutarão em concordar com isso neste espaço. Como se, ao admitirem a superioridade do sérvio, fossem diminuir uma vírgula dos gigantescos jogadores que são Federer e Nadal. Torço e sempre torcerei pelo espanhol, mas reconheço que Djoko muito provavelmente será maior que ele ao final de suas carreiras. Pelo menos é agora. Tomara que seus torcedores daqui não fiquem intragáveis e pedantes como foram muitos do suiço por muito tempo, com louváveis exceções. A ver. Uma observação: sempre que tem a seção de palpites para grandes finais, é impressionante o número de leitores “desconhecidos” que aparecem. Eles nunca comentam por aqui, provavelmente porquê não gostam dessas discussões infantis e infinitas sobre seu jogador preferido, etc. O nível dos comentários poderia ser muito melhor, tenho certeza. No mais, parabéns a Nole e sua equipe. Trabalharam muito por isso. Mais que merecido.

    1. Julio Cesar

      eu tenho comentado com mais frequência, mas concordo plenamente quando vc fala sobre as discussões improdutivas. E eu não gosto, particularmente, quando alguns só se referem a um ou outro jogador de forma ofensiva. Uma brincadeira ou algo assim, vá lá. Mas tem gente aqui que é todo tempo.

      1. José Yoh

        Julio Cesar, praticamente todos federistas aqui já se renderam à grandiosidade do sérvio e alguns torcedores dele não param de despejar ódio contra o suíço. É algum problema psicológico mesmo.

        Até quando Nole ganha seus 20 slams inundam de provocações sem sentido. Nunca se tocam. Tornam o blog uma tortura para ler.
        Abs

        1. JHONNY

          Basta dar uma rapida olhada neste post e no outro para ver que alguns torcedores do federer continuam falando mal, e pior alguns que entendem de tênis, então sim a poluição de criticas sem sentido continuam de parte a parte

    2. Geailton

      Torcedores do sérvio não são seguidores de seitas. Por isso, mesmo que Nole termine na frente em num de slam (e torço pra isso), como vc mesmo disse, não apagará as carreiras magnificas e gigantes do Fedal

  142. LION

    Existe um vídeo bem engraçado circulando na internet onde John Mcenroe, em defesa de Djokovic, meio que tira uma onda com essa questões “subjetivas” que querem interpor nessa discussão em torno dos três. Vale a pena procurar e assistir. Federer é atleta, ele não é um filósofo, nem um pintor, nem um escritor, e nem um cientista, apesar de todos esses esforços bregas de querer torná-lo “algo mais”. Simples e direto: ele não é. Nem ele e nem nenhum outro esportista. Como lembra o Big Mc nesse vídeo, “at the end of the day”, o que contará e atravessará o tempo e espaço serão os feitos, e é por isso que Djokovic já ganhou essa parada, não importa o quanto se estrebuchem seus detratores. Outra lorota que estão falando muito é sobre a “fragilidade” da nextgen. Mas isso é só outra casca de banana na qual eles mesmos irão escorregar daqui a dez anos. Na verdade, esses jogadores da nextgen são, sim, excelentes, e irão construir uma notável carreira. Então, quando no futuro, Tsitsipas, berretine, Medveded, Shapovavlov, Zverev, Thiem, e etc tiverem, sei lá, 5, 8, 10, 7 GS ou algo assim, a grandeza de Novak será ainda mais ressaltada e mais uma malícia terá sido desmascarada. As pessoas olharam para esses múltiplos campeões de GS e dirão: “lembrem-se, Djokovic os derrotou lá atrás em finais de Slam!”.

    “I am inevitable!”, Novak Thanosvic. hahahhahahaha

    1. José Yoh

      Lion, sem dúvida os feitos do sérvio já estão maiores que do Fedal. Mas lá no futuro haverão outros campeões que irão dizimar esses números como os três fizeram. Isso faz parte do esporte e não tenho dúvida que acontecerá. Será mais ou menos como vemos Sampras, Borg ou Laver hoje.

      As questões subjetivas continuarão vivas entre nós torcedores dessa época maravilhosa. Cada um com seus argumentos muito válidos. Você verá que terá muito saudosismo e mais respeito que atualmente.

  143. JHONNY

    Dalcim alguns questionamentos sobre a briga pelo ranking.
    Caso Djokovic resolva jogar os jogos olímpicos (e claro ganhar ou chegar pelo menos na semi finais), na sua opinião ele deveria abrir mão dos 2 master 1000 nos EUA? eu na minha opinião é o que ele deveria fazer, caso ele faça isto o que é preciso fazer para se manter no ranking apos o USOPEN? ou o que o Danill Medvedev não pode fazer?
    Hoje ele pós e duvida a sua participação no jogos olímpicos pelas restrições impostas, algo parecido em partes que esta acontecendo com Gabriel Medina, considerando sua idade e que os proximos jogos olimpicos so ocorre em 2024 se vc fosse escolher entre tentar o USOPEN jogar ele descansado sem necessidade de adaptação de fuso etc, e tentar a gloria do GRAND SLAN REAL, ou arriscar ganhar o Gold Slan ?
    E se não tiver Nadal, Djokovic e possivelmente Federer quem você considera favorito aos jogos olímpicos?

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, muitas questões. Sobre o ranking, deixaremos para o próximo post. Sobre os Jogos, acho que é a maior chance de ele ganhar o ouro, então deve estar com muita vontade de ir. E talvez o ideal é só jogar Cincinnati e US Open. Sem Djoko, acredito que medvedev é o favorito em Tóquio.

    2. SANDRO

      Boa Noite JHONNY!
      Kyrgios disse q não vai a Toquio, pois pra ele não faz sentido se apresentar sem plateia.
      O tênis é uma arte, os tenistas são os intérpretes dessa arte que é o tênis, os jogos são espetáculos, e espetáculos sem plateia não fazem sentido.
      Nesse ponto, concordo com o Kyrgios.
      Por mim, Djokovic deveria desistir de ir perder tempo no Japão, e deveria se concentrar em torneios na América,
      Sobre a proibição de plateia nos Jogos de Tóquio, Djokovic afirmou: “Sim, isso não é uma boa notícia. Foi realmente decepcionante ouvir isso.
      “Eu também ouvi que haverá muitas restrições dentro da Vila Olímpica. Possivelmente você não seria capaz de ver outros atletas se apresentarem ao vivo.”
      “Não posso nem mesmo ter meu encordoador, que é uma parte muito importante da minha equipe. Estou limitado pela quantidade de pessoas que posso receber na minha equipe também.”
      A lista de tenistas que já recusaram as Olimpíadas só aumenta, vejam alguns deles:
      Rafael Nadal,
      Dominic Thiem,
      Roberto Bautista Agut,
      Denis Shapovalov,
      Casper Ruud
      Guido Pella
      John Isner
      Sam Querrey
      Dusan Lajovic:
      Federico Delbonis
      Ernest Gulbis
      Jil Teichmann
      Tamara Zidansek
      Roberta Vinci:
      Os principais motivos são:
      1. Não há premiação em dinheiro
      2. Não conta pontos para o ranking
      3 . O tênis não é o carro-chefe das Olimpíadas, é ofuscado por esportes genuinamente olímpicos
      4. O tênis não é o centro das atenções em uma Olimpíada, é, portanto, considerado por muitos um torneio de “exibição”.
      5. Especificamente em Tóquio haverá restrições desconfortáveis como limitações em componentes da equipe e até de familiares do atleta.
      Os depoimentos de Sam Querrey e Ernest Gulbis expressam bem o que muitos tenistas pensam sobre o tênis olímpico:
      Sam Querrey : “Não, eu não vou… Na verdade, estou focado no World Team Tennis a temporada inteira. Mesmo sem isso, eu não planejava ir para as Olimpíadas… Não fui em Londres, nem no Rio… Na minha opinião, eu estaria bem se o tênis nem estivesse nas Olimpíadas. Muitos dos meus amigos nem sabem que o tênis está nas Olimpíadas. É ofuscado por outros esportes. Eu prefiro conquistar qualquer Masters a uma medalha de ouro olímpica. Então, simplesmente não está no meu radar. ”
      Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”. “É como tênis para turistas”.

      1. Maurício SP

        Essa coletânea de declarações dos coadjuvantes do tênis tem pouca importância, pois são pessoas que teriam chances mínimas de conseguir uma medalha, então melhor jogar por dinheiro mesmo.

        Dizer que o tênis não é um esporte genuinamente olímpico não quer dizer muita coisa, a maioria dos esportes não são. O vôlei por exemplo também é recente (1964) e a medalha olímpica é mais valorizada que o campeonato mundial. E o Big 4 sempre deu muita importância ao torneio olímpico, o que o valoriza sobremaneira. Enfim, no tênis, a presença dos top 10 é que fará o torneio ser valorizado ou não, afinal esses é que devem acabar disputando as medalhas. Para os outros ficaria só a “alegria de participar dos jogos”, como os brazucas. Só que as condições do torneio esse ano estão minando toda essa festa, então fica realmente sem muito sentido para quem não for atrás de medalha.

      2. JHONNY

        De boa sandro neste eu tenho que concordar com o Sergio Ribeiro:
        Tirando o Nadal desta lista ai quem realmente fez algo de importante pro tênis?
        Se Federer desistir sabemos o motivo e para ele se preparar para ele pegar ritmo e confiança para o USOPEN e e se Nole desistir e que uma viagem desta em um ano pos pandemia e ainda tendo a chance de fechar o GS real e mais que justa, porém conhecendo o Nole e suas ambições ele so nao vai para Toquio se nao tiver jeito mesmo,
        O Kyrgios nao passe de um fanfarrão que precisa de holofotes de vez em quando e usa a escada do eu não treino a serio como desculpa, logo ele nao e o melhor exemplo para desistência.
        O resto desta lista de ausencias sao jogadores medianos com uma carreira mediana.

  144. Roberto Garcia

    Dalcim, uma sugestão do seu próximo desafio, poderia ser quem vai ser o vice do finals, vice do US Open e a medalha de prata na olimpíada KKK. brincadeiras à parte, é surreal o que o djoko tah jogando…. e ele disse na entrevista que não para por aí.duas perguntas básicas:
    1 – acredito que ele não perca o número 1 pelo menos até o próximo australian Open, mesmo se não ganhar mais nada por agora, confere??
    2 – qual o melhor site, bem atualizado, que vc usa para ver essas estatísticas todas de tênis, quais sejam, vitórias em GRAND SLAMS, aproveitamento contra top10, número de aces na carreira etc etc?

    Abraço e parabéns pelo blog!!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho bem pouco provável, Roberto, a menos que alguém como Tsitsipas comece a ganhar tudo. O site da ATP é sempre a fonte oficial. Há vários campos de estatísticas. Recomendo também o Tennis Abstract, onde se pode pesquisar muitas coisas legais.

  145. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, Parabéns pela cobertura e pelo incessante trabalho! Excelente post!
    Djokovic com 20 Slams? Juntamente com Nadal e Federer, simplesmente inacreditável.
    Ajde No1e! Parabéns a todos do blog e aos fãs do Djoker!
    Berrettini valorizou muito o título!

  146. Filipe Alves da Mota

    É algo inimaginável o que o sérvio fez. Lembro-me da alegria que tinha ao torcer com as vitórias do Guga, que foram espetaculares e que culminou com três Slams. Esse Djoko é uma máquina. Como pode ser possivel ganhar na era moderna três Slams consecutivos em 7 meses? A impressão que tenho é que esse cara é biônico. E nesse diapasão, faço loas também ao Federer e ao Nadal. O Big 3 simplesmente ganhou 60 Slams. Já pararam para pensar nessa conta? 60 Slams corresponde a 15 anos de vitórias consecutivas somente desses três nos quatro maiores palcos no tênis. É surreal o que acontece nos tempos modernos! Na era do Guga, ficávamos impressionados com o catarinense, com Leyton Hewwit, com Marat Safin, com Moyá. E agora, nos deparamos com esses semideuses do tênis atual. Amanhã começo minha dieta sem glúten adotada pelo Nole. Hahahaha!

    1. JHONNY

      Ja tinha feito esta conta e como se desde 2007 ate 2021 so os 3 ganharam Grand Slans, e considerando o primeiro titulo do Federer e o primeiro do nadal da pra ver que sobram poucos para os outros tenistas normais.
      Murray, Stan, Del Potro mereciam mais Grand Slans

  147. Chetnik

    Eu acho que o Pushkin vai ter que atualizar a previsão para a perda do número 1 do GOAT. Qual é o próximo prazo fatal? Kkkk.

    Já me adianto aqui: em 2025 ele certamente não vai ser mais o líder do ranking kkkk.

    1. Luiz Fabriciano

      De janeiro de 2020 pulou direto para janeiro de 2022.
      Porque o ano de 2021 está sendo um fiasco… para ele.

  148. Chetnik

    Devoluções monstruosas. Slices desconcertantes. Melhor jogo de rede do top 10. Faz de tudo com uma raquete na mão. Varia os golpes como ninguém. Berretini, quando não ganhava o ponto com o saque, não tinha nenhuma solução para o volume de jogo e variação, tática e técnica, do GOAT.

    E tem uns que o chamam de “limitado” kkkk. LF, me ajuda aí, esse blog é o que? Kkkk.

    PS: E pensar que alguns poetas, liderados pelo poeta-rei, o Pushkin tupiniquim, insistem que o Djoko tem “não consegue vencer os novatos” kkkk. Chegou até a dizer, em Cincinnati 2019, que o GOAT nunca mais venceria um dos “next gen” kkkkk.

    1. Renato Veneziano Toniol

      Devoluções monstruosas, não há o que contestar. Agora, slices desconcertantes e melhor jogo de rede do top 10 há não concordo contigo.
      O slice de Djokovic evoluiu sim nos últimos anos, mas como dizia o Dácio Campos, não era um slice com muita “graxa”. Ele se vira bem com o golpe, mas não faz nada de extraordinário com ele.
      Quanto ao jogo de rede, ele tem sim um bom voleio, mas o seu grande mérito está na preparação da jogada, na técnica em si do voleio, está alguns degraus abaixo do Federer.

    2. Rodrigo S. Cruz

      O slice continua uma PORCARIA!

      Não consegue ganhar um pontinho sequer quando tá disputando slice com alguém!

      Trocou vários com o Berretini e perdeu todas as disputas.

      O cara tem o slice mais inefetivo da história… Fato.

      Ainda bem consegue suprir essa notória deficiência com as pernas que o fazem chegar em tudo, e não se cansam jamais…

  149. Periferia

    4 pontos no Tênis Brasil do Dalcim (e nosso).

    1- O campeão juvenil de Wimbledon…Samir Banerjee…um americano filho de indianos…
    “Meus pais queriam que eu fosse para a faculdade e não apenas para o circuito profissional. Além disso, acho que seria uma boa coisa para construir o caráter, já que não tenho certeza se estou totalmente pronto para me tornar um tenista profissional ainda. A partir de agora, provavelmente vou direto para a faculdade”

    2 – Abedallah Shelbayh é o primeiro jordaniano a vencer um jogo de Grand Slam…considerando tanto juvenis como profissionais.
    “Antes de nós sairmos da academia e viajarmos para cá, o Nadal veio falar conosco. Ele sempre nos apoia. Não era uma tática propriamente dita, mas ele estava nos dando conselhos sobre o que fazer. Ele é muito experiente e já esteve aqui e jogou estes torneios várias vezes. Ele tem experiência suficiente para nos dizer como lidar com a pressão e nos deu algumas dicas que foram ótimas”….ele treina na academia de Rafael Nadal.

    3 -Ane Mintegi Del Olmo…primeira espanhola a ganhar um título juvenil em Wimbledon…
    “Todos os espanhóis são minha inspiração, mas especialmente a Carla Suarez. O fato de ela ter superado um período muito difícil e agora estar de volta à quadra é realmente inspirador”

    4 – Djokovic mostrando que sabe vencer…
    “Tenho que prestar uma grande homenagem ao Rafa e ao Roger como lendas do nosso esporte. Eles são os dois jogadores mais importantes da minha carreira, e é por causa deles que sou o jogador que sou hoje”.

    Assim é feito o esporte…
    Reconhecimento…dedicação…e respeito.

  150. Luiz Fernando

    Enquanto os b-b-s de sempre chamam os caras de maratenistas e outros absurdos mais, o Dalcim, que acho q entende de tenis ao menos um pouco, chama os caras de “fora de serie”. E, também de forma justa, nomeia Djoko como o GOAT. Algumas pessoas caracterizadas por arrogância desmedida precisam ler isto varias vezes, é, os membros de seitas messiânicas, aqueles q comemoram doença dos adversários e atribuem vitorias do oponente a doping, precisam se acostumar com essa realidade (e antes q haja mal entendidos, não me refiro ao Sergio Ribeiro)…

  151. André Barcellos

    O sérvio é espantoso.
    Sem dúvida que atingiu as principais marcas e agora é o maior.
    Mas a meu ver, no auge, Federer era melhor e praticou o tênis mais incrível que já se viu.
    Perdoem-me quem discordar, mas eu e meio mundo pensamos assim.

    1. Araujo

      O melhor nao pode ser surrado pelos seus 2 maiores rivais…Federer nao tem mais nenhuma estatistica relevante na disputa pelo GOAT. 20 slams os outros 2 tem tbm e vao aumentar. Semanas numero 1 Djoko vai chegar a 350 no fim do ano. confronto direto negativo contra os 2, totalizando mais de 50 derrotas.

      1. André Barcellos

        Não invalida o que falei.
        Surrado pelo Nadal no saibro.
        Perdendo para o Djokovic apenas depois que já entrou em declínio.
        Enfim, Federer no auge era melhor e surrava Djokovic.

        Essa diferença de 6 anos não permite comparar o auge dos dois.
        Mas é mperito do sérvio estar se mantendo competitivo aos 34 mais que Federer era aos 34.
        E Federer colhe os frutos da decisão de ficar no circuito mais tempo. Se por um lado quebra mais alguns recordes (relativos a longevidade), por outro se oferece fora de forma para ter o confronto direto desfavorável.

        1. Luiz Fabriciano

          A afirmação que Federer perdia para Djokovic apenas depois de seu declínio não é verdadeira.

        2. JHONNY

          So esquece que esta diferença de idade e uma via de mão dupla afinal quando Nole era novo e Federer um já multi campeão, foi onde Federer ganhou varias partidas, e convenhamos Federer agora que teve uma lesão seria que o tirou do circuito pra valer e eles sequer se enfrentaram, entao no frigir dos ovos o H2H se iguala.

        3. Araujo

          Isso é o que vc quer acreditar pra manter sua ilusão, se enganar…Entao o declinio de federer começou com 29 anos? Entao se vc quer desconsiderar as vitorias de Djoko sobre federer por dizer ele estar mais velho, entao tbm deve desconsiderar as vitorias de Federer no auge sobre Djoko em começo de carreira. Isso nao existe, escolher os dados que quer usar e descartar convenientemente os dados que são desfavoráveis. Se entrou em quadra, novo ou velho é porque tinha condçoes de disputar, logo foi dominado por Djoko e Nadal, que tomaram 90% dos seus recordes (todos os principais).

        4. Marco

          Federer teria clara desvantagem contra o melhor Djokovic.

          O grande cerne da questão é que Djoko consegue devolver o saque do suíço com qualidade e tem uma superioridade incomparável nos backhands.
          Federer jamais teria vantagem tendo um back frágil para esse nível que estamos falando.

          Lembrando que pós 2017 o backhand do suíço melhorou mt e mesmo assim era exposto todo jogo.

          Então, desculpa, vc pode preferir o tênis do Federer e até achar mais espetacular, isso tudo é subjetivo, quanto a melhor, tá meio que claro que ele teria desvantagem.

          1. Jonas

            É exatamente o que penso, Marco.

            O ápice do Federer se iniciou em 2005 e o do Djoko em 2011. O ápice deles não coincidiu.

            Porém…como você bem colocou, Federer melhorou absurdos o Backhand, já o Djoko investiu bastante no serviço.

            Acho que tivemos uma prévia em Wimbledon 2019. Um Federer completo, jogando demais e sendo derrotado no detalhe do detalhe. Só que, a meu ver, o serviço do Djoko evoluiu horrores de 2019 pra cá, assim como seu slice e jogo de rede.

    2. Luiz Fabriciano

      Prezado André, infelizmente o estágio de maior, não se atinge em seu auge e sim, se aproximando do final.
      Senna, foi à tão sonhada equipe, a melhor, em seu auge. Infelizmente, não conseguiu chegar ao maior.

  152. Rodrigo Figueiredo

    O PARTIZAN EM LONDRES

    Após a terceira rodada contra Denis Kudla, ao ser perguntado de onde provém a sua fome de animal, Djokovic respondeu “parte disso veio da minha experiência nas montanhas; passava muito tempo nas montanhas com lobos, então é uma energia de lobo. Eu não estou brincando!”. Essa resposta, jocosa, liga Djokovic a um dos seus famosos apelidos “aqui fora”: lobo. Sem apelar para comparações bobas, é inevitável apontar que o lobo é conhecido por viver sozinho. Um dos mais famosos livros do grande Herman Hesse nos remete diretamente à Djokovic: o lobo da estepe. Djokovic, de fato, vive sozinho. Ele tem uma família que o ama e que dedica boa parte das próprias vidas a ele; tem uma equipe de treinadores e preparadores físicos maravilhosa; tem, também, uma torcida barulhenta, dentro e fora da Sérvia. Mas, insisto, ele é sozinho, ele está sozinho. Por quê?

    Em Londres, Nole recebia do “exterior”, mais do que nunca, a pressão pela história. É possível que o sérvio nunca tenha sido tão favorito para um Major quanto o foi para esse; com Nadal fora e Federer em condições duvidosas, em um slam no qual os experientes costumam mandar, e, principalmente, depois do excepcional título na França. Parecia então uma “obrigação” o sexto título na grama de Wimbledon. E se não bastassem todas essas circunstâncias, ainda haviam todas as conversas sobre o Golden Slam e sobre o GOAT – conversas intermináveis e enfadonhas. No entanto, a verdade é que tudo isso é banal quando se trata de alguém dessa estatura. E, se é banal, é porque ele o faz assim. Djokovic assumiu para si e para o mundo que vive pelos recordes e pela história. O fez não por arrogância, mas por extrema confiança. Ele está fechado para o que vem de fora, tão confiante e pleno de si que é, junto de sua formidável equipe. Confiança no seu jogo, no que pode fazer, em como pode se virar nas circunstâncias delicadas de uma partida de tênis. Se a pressão é gigantesca, o “ombro” que a carrega é um ombro de gigante.

    É assim que retorno à pergunta com que encerrei o primeiro parágrafo. É claro que Djokovic, como qualquer outro ser humano, dependeu e sempre dependerá de uma série de circunstâncias para triunfar. Circunstâncias econômicas, políticas, familiares. Sortes, azares, a banalidade que distrai o oponente, a bolinha que acerta a juíza de cadeira, a queda de rendimento de um grande rival, uma pandemia. É assim para todos, por que não seria para um tenista, mesmo o maior? À despeito disso, insisto: ele está sozinho. Sozinho, pois isolado no Olimpo que criou para si mesmo, sozinho no Olimpo no qual, há quilômetros de distância, habitam outros poucos; esses, porém, não se comunicam, concentrados que sempre são em si mesmos. Comunicam-se, na verdade, em apenas uma coisa: a ânsia pela excelência, pelo máximo, pela ultrapassagem do limite. Djokovic, como os outros do Olimpo, tem a marca da obsessão pela grandeza, da obsessão em ser o melhor. É a marca que dá sentido maior à sua vida profissional, e, me arriscaria dizer, em torno da qual tudo ao seu redor funciona – inclusive sua família.

    De fato, ele não é o único a ter tamanha ânsia e tamanha qualidade. Em todas as atividades exercidas pelo ser humano existem aqueles que se destacam. Na sua área, Djokovic se destaca desde bem cedo, pelo menos desde 2007. Mas não é disso que eu falo. Falo de algo diferente, algo que ele tem, algo que Michael Jordan teve, assim como outros solitários absolutos em seus esportes: Schumacher, Senna, Pelé. Não é muito difícil ver que eles são e sempre serão diferentes do resto do mundo, tal como os maiores pensadores, os maiores artistas – Kant, Beethoven, Mozart. Eles vivem ou viveram por si mesmos, pela própria glória, pela construção de algo que, enquanto sonho, era separado de si mesmos e que, no final das contas, retornaria a eles, como parte integral daquilo pelo que são lembrados e eternizados. Buscaram estabelecer a si mesmos como deuses, sendo desafiantes eles mesmos de outros grandes, foram além de todos os desafiantes, de todos os obstáculos naturais e gigantescos próprios de quem situa sua vida no topo, na mais alta qualidade do agir humano.

    De todos os desportistas que acompanhei, Nole de fato tem algo a mais. Nunca acompanhei alguém que tenha levado tão longe o significado de “equilíbrio”. O equilíbrio do corpo, o equilíbrio entre o seu arsenal de golpes, o equilíbrio entre as aptidões nos diferentes pisos do circuito. Ainda mais do que isso, eu diria, o equilíbrio da sua própria vida. Djokovic vive, como ele mesmo declarou, de modo “holístico” – isto é, buscando sempre uma integração entre as diferentes coisas que acontecem para si. Tudo que ele faz é pensado, e a ideia de cuidado de si se torna, nele, uma verdadeira realidade posta à prova. Mais do que um tenista, é um homem que procurou e continuará procurando por tudo que possa melhorar o seu desempenho, a sua força vital e as expressões dessa força.

    Não é tão surpreendente que ele sempre reaja melhor nos momentos decisivos do jogo; que ele sempre pareça ter uma resposta nos momentos “de encrenca”. Acontece que Djokovic fez de si mesmo um experimento impressionante, um corpo tão habituado e treinado, um físico tão bem preparado e lapidado com o que há de melhor de variadas áreas, que o que demandaria um “pensamento”, uma dificuldade, um “a mais” para os outros, para ele é o normal. Esse é o significado da sua grandeza: tornar o anormal uma norma, a exceção como regra. Djokovic faz história, não só pelos seus números, já exaustivamente lembrados, mas principalmente pelo o que ele faz todos os dias, pela parte que nós, espectadores, não vemos e do que não temos mais que pequenas indicações em entrevistas, vídeos, declarações. Do que nos chega, temos uma impressionante arquitetônica do modo como ele integra os fatores que constituem um atleta, seu cuidado com o corpo, a alimentação, a prática de yoga, tudo isso se manifestando até mesmo em seu pensamento claro e límpido sobre os seus jogos, as qualidades suas e dos adversários. É surpreendente que alguém tenha chegado a tamanho autodomínio.

    Talvez, possamos pensar que seja esta a condição para estender o domínio “aos outros”, o que no tênis significa vencer os jogos e os torneios. O controle que ele tem sobre si mesmo, inclusive sobre seus desvarios, suas comemorações, sua personalidade intempestiva, tudo isso só é possível por uma espécie singular de autodomínio, montada e experimentada por ele e sua equipe. No final de cada jogo, em cada celebração pós título, lá está seu rosto, tranquilo e consciente, não exausto, mas simples e firme. A ponderação parece ser a grande chave para Djokovic, o mesmo imprudente que tanto já errou, desistiu de jogos, errou em seus rompantes e como humano que ainda é, em declarações e atitudes questionáveis. Em uma quadra de tênis, todavia, quando ele chega tão próximo do equilíbrio como parece ter chegado nos últimos meses, é difícil enxergar na frente algo maior, mais bem preparado e executado.

    Por isso, eu agradeço a ele. Djokovic é um exemplo, ao mesmo tempo que não é. Não é mesmo possível a qualquer fazer o que ele fez, ou o que os outros dois gênios fizeram. Acredito piamente que existem figuras únicas, pois são justamente essas as figuras que são capazes de por a si mesmas em jogo, em sacrífico absoluto e total, em moldar a si mesmas. Quantos estão realmente dispostos a deixar o resto da vida de lado, os prazeres fáceis, a companhia de amigos e cônjuge de lado, apenas para ser si mesmo, apenas estar junto de si e se tornar o que se é? Nole o fez, Nole continuará fazendo.

  153. Chetnik

    Por favor, alguém pode me dizer quais são os números que realmente importam no tênis? É que o cara que fazia a atualização diária sumiu…agradeço desde já.

    PS: Será que hoje assaram uma picanha na casa do cara que perdeu o cachorro na mudança?

  154. Jonas

    Djokovic bateu Federer e Nadal diversas vezes nos maiores palcos do esporte. Eu já achava o sérvio MELHOR que os dois, mas MAIOR eu não considerava.

    O recorde de semanas do Federer eu achava bem difícil de ser quebrado. Djokovic não só quebrou, como tende a aumentar ainda mais a distância para o suíço. E olha que estamos em um cenário de pandemia, o Djokovic deveria ter mais semanas no topo.

    Recorde de Slams? Esse eu achava o mais difícil, com certeza, até porque o Nadal está em atividade. Vamos lembrar que no início da temporada 2021 o cenário era Djokovic com 17 Slams, Medvedev ganhando tudo, Roland Garros ainda por vir e, claro, Federer e Nadal empatados com 20 Slams.

    Quem imaginaria que o Djokovic venceria os três primeiros Slams da temporada. O sérvio é um absurdo.

    Djokovic agora tem o mesmo número de slams, mais semanas e temporadas como n°1, mais masters 1000, único jogador a vencer todos os masters, único a vencer todos os slams pelo menos duas vezes cada. É uma máquina de quebrar recordes. Não é nenhum exagero hoje apontar Djokovic como o maior de sua geração e de todos os tempos, e ele pode almejar muito mais, impressionante esse jogador.

    1. Paulo Almeida

      Não sei se você lembra, mas eu estava completamente desanimado com o recorde de Slams depois de RG 2020. Disse à época que o Nadal ganharia pelo menos mais dois Abertos da França e o Djoko precisaria então de no mínimo mais seis.

      E não é que o cara fez esse ABSURDO em 2021, ainda mais depois daquele final de ano tétrico? JAMAIS duvidemos de Novak Djokovic.

      1. Jonas

        Nem fala, lembro sim, e eu fiquei puto com o Djokovic naquela final. Teve a chance de derrotar o Nadal em uma final de Roland Garros e jogou no lixo com uma atuação pífia.

        Também não esperava, ainda mais depois do grande final de temporada do Medvedev.

        O Djokovic é uma máquina, Paulo. Se ele quiser mesmo, focar nisso, vai chegar a 24 ou 25 Slams (superando a Court) e vai bater o recorde de 377 semanas da Graff. Abs!

      2. Luiz Henrique

        Mas cá pra nós, RG 2021 nem era necessário pro Djoko conseguir o recorde. Nessa sua conta, esses “mais 6” q Djoko teria q ganhar caso Nadal ganhasse mais 2 RG tá bem tranquilo pro sérvio conseguir ou até mais

        1. Paulo Almeida

          Tá agora depois do acontecido, né?

          Quando estava com 17 e jogando mal as perspectivas eram outras.

  155. Babidi

    Djokovic hoje se consolidou como o maior tenista de todos os tempos. E como ele mesmo disse na entrevista pós-título: “tem sido uma jornada incrível e ela ainda não está parando por aqui”

    Não é o meu tenista favorito, mas diferentemente de outros caras que adoram diminuir tudo o que ele fazem, eu sempre tive um enorme respeito por ele e admito que é sim o mais completo e o mais efetivo em todos os pisos. Os números estão aí pra provar

    Já no primeiro semestre de 2016 eu imaginava que esse dia certamente iria chegar. Talvez tenha chegado até mais tarde, porque ele esteve em baixa no segundo semestre 2016, 2017 e boa parte de 2018. Nesse período eu cheguei a pensar que ele não reencontraria tão facilmente o melhor nível de tênis dele. Eu estava enganado, porque muito rapidamente voltou ao topo, voltou a ter a fome de antes e enfileirou um Major atrás do outro. Tornou-se o rei da Austrália, o rei da grama de Wimbledon e conquistou o bi de Roland Garros. A cereja do bolo poderá ser o Ouro Olímpico e/ou o US Open de 2021

    Deixem a vaidade e o orgulho de lado. Temos sim que reverenciar essa lenda e aproveitar enquanto podemos. Parabéns, Nole! Você é gigante!

    OBS: bem que poderia ter simplificado a tarefa e ganhado o tiebreak do primeiro set pra me ajudar a ganhar a biografia hein.. kkk

  156. Chetnik

    Que fim de semana glorioso. Aconteceu tudo dentro do script, como eu queria.

    1. GOAT do tênis.
    2. GOAT do futebol
    3. GOAT das seleções europeias f. os ingleses.

    Já estou satisfeito com o ano. O que vier é lucro.

    PS: Azar de vocês que o Djokovic é bem mais faminto e insaciável do que eu. Então vocês ainda devem sofrer bastante kkkk.

      1. Rodrigo S. Cruz

        “Nobre Chet, nobre Tocaio, nobre isso, nobre aquilo”.

        Vai gostar de ser ENGRAXATE de co-torcedor assim lá em Belgrado!

    1. Barocos

      Chetnik,

      Torci pelo Djoko, torci pelo Messi, torci pela Itália. Este foi um fim de semana de imensa alegria.

      Não tenho raiva dos ingleses, não mesmo, mas eu adoro a Itália e, ainda por cima, tenho parentes por lá.

      Saúde e paz.

    2. Rafael

      Deixa eu ver se eu entendi. Você é brasileiro mas torce contra a seleção do seu país? Qual o sentido disso? Vai torcer contra nas olimpíadas também, síndrome de vira lata?

      1. Chetnik

        Vou torcer contra nas Olimpíadas também, pacheco. Quando você pagar as minhas contas, você dá pitaco sobre a minha vida.

  157. Rafael Novato

    Sofri um pouco torcendo pelo Djoko nessa partida, Berretini foi um adversário muito duro, mas o jogo foi bem controlado e diria que o Djoko foi melhor nos 4 sets, tirando a reta final do primeiro em que oscilou e deu brechas. Diria que o Shapovalov foi um adversário mais perigoso, mesmo que tenha perdido em três sets, jogou melhor que o Djoko em vários momentos da partida, inclusive foi muito mais perigoso nos games de devolução do que o Berretini foi hoje. Título merecido e finalmente podemos saborear o vigésimo Slam, o debate sobre o Goat acho interessante deixar para mais adiante, após o US Open pelo menos.

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