Federer cai feio e agora é Djoko contra sonhadores
Por José Nilton Dalcim
7 de julho de 2021 às 17:44

Horas depois de marcar virada notável sobre o número 2 do mundo, o polonês Hubert Hurkacz avisou: “não vou tremer diante de Roger (Federer)”. E cumpriu com máximo louvor. Jogou de forma sólida, aproveitou todas as chances de ser agressivo, foi preciso nos contragolpes e não se importou com o natural apoio da torcida ao multicampeão. Encerrou a atuação de gala com um histórico ‘pneu’ em cima daquele que o inspirou a jogar lá na infância. E diante da qualidade demonstrada, sua primeira semi de Grand Slam pode não ser ainda seu limite neste Wimbledon.

Hurkacz tem tido uma evolução constante, mas nem sempre tão vistosa. Ganhou seu primeiro ATP às vésperas do US Open de 2019, mas dois meses antes havia levado Novak Djokovic a um duro quarto set lá mesmo em Wimbledon, já mostrando qualidades sobre a grama. No final de 2020, juntou-se a Felix Aliassime para conquistarem o primeiro Masters 1000 da carreira e isso parece ter dado confiança ao polonês. Em março deste ano, faturou outro Masters, desta vez em simples, em cima de Stefanos Tsitsipas, Andrey Rublev e Jannik Sinner, pouco depois de ganhar Delray contra Sebastian Korda.

O polonês – que não tinha currículo expressivo nos Slam, com apenas seis vitórias em 18 jogos até este Wimbledon – chama a atenção pela mobilidade em quadra, mesmo com 1,96m. Além de um saque afiado, possui golpes firmes dos dois lados, devolve com categoria e sabe se virar muito bem junto à rede. Contra Federer, mostrou algumas vezes também habilidade, como um lob milimétrico ao buscar uma bola curta e baixa, além de disparar perfeitos drop-shots.

Cruzará na sexta-feira pela segunda vez com outra sensação deste Slam, o italiano Matteo Berrettini, que repete campanha do US Open do ano passado e obviamente sonha com sua primeira grande final. Os duelos anteriores foram na quadra dura, com vitória do italiano no quali do Australian Open-18 e vingança do polonês em Miami-19. Apesar de ter cedido um set ao amigo Felix Aliassime e passado alguns apertos com o ataque constante a seu backhand, Berrettini soube ter paciência para achar a hora certa de fulminar seu magnífico forehand sobre o jovem canadense. Mas os dois erraram muito:  45 a 41.

O futuro de Federer
E claro fica a pergunta: o que será de Federer após sua pior derrota em Wimbledon e o quinto 6/0 sofrido em toda a carreira? Imagino que sua equipe terá a dura missão agora de motivá-lo, porque após a queda no tiebreak do segundo set vimos um suíço muito semelhante àquele que desabou no terceiro set de Halle frente a Aliassime, ou seja, total falta de poder de reação.

E muito mais do que física, ainda que tenha ficado evidente sua falta de pernas para fugir de determinadas bolas ou chegar inteiro em outras, a parte mental de Federer nunca pareceu à vontade neste Wimbledon. E isso tenho destacado desde a estreia. Seus primeiros sets contra Richard Gasquet, Cameron Norrie ou Lorenzo Sonego não pareceram naturais. Demorou sempre para ganhar confiança e desta vez Hurkacz o abafou e não lhe deu o tempo imaginado. A imagem do set final não foi ruim apenas no placar, mas principalmente na atitude perdida, sem alternativa tática.

Teremos de esperar para ver se ele realmente vai confirmar a presença em Tóquio, o que exigirá viagem longa, troca de fuso e adaptação ao terceiro piso diferente em seis semanas. Quem sabe, no entanto, o clima da família olímpica não lhe dê a descontração necessária para finalizar a temporada de forma positiva. Apesar de eu imaginar que este Wimbledon tenha sido sua última chance de levantar um troféu de Grand Slam, boas campanhas no piso duro norte-americano podem fazê-lo acreditar em 2022.

Faltam só mais dois para Djokovic
Com 15 sets vencidos seguidamente com pouquíssimos sustos desde o ligeiro tropeço lá da estreia neste Wimbledon, o hexacampeonato se aproxima e com ele o tão sonhado 20º troféu de Grand Slam. Talvez por isso, e somente por isso, Novak Djokovic tenha mostrado pequenas oscilações na sempre traiçoeira quadra de grama. Mas o número 1 está sobrando em qualidade e confiança. Atingiu nesta sexta-feira mais uma série de números arrepiantes: 100 vitórias na grama, 10 semis em Wimbledon e 41 semis em Slam, agora apenas cinco atrás do recordista Federer.

A atuação contra Marton Fucsovics foi até um tanto burocrática e por vezes o jogo se tornou mera troca de bolas de fundo de quadra. Nole sabia que nesse tipo de situação o húngaro dificilmente teria regularidade para ameaçar. E assim disparou com 5/0 antes de enfim o adversário arriscar mais e diminuir a surra. O sérvio soube esperar o momento da quebra no segundo set, forçando devoluções, e já abriu a série final com quebra para liquidar as esperanças do húngaro, que ainda assim lutou até o fim. Economizando energia, Djokovic fez até menos winners (23 a 24) e quase os mesmos erros (30 a 31).

Para atingir sua sétima final em Wimbledon, vai encarar um jovem ‘freguês’, o canhoto e habilidoso Denis Shapovalov, a quem já derrotou por seis vezes. Aos 22 anos, o canadense é outro em sua primeira semi de Slam e tem feito uma campanha admirável na grama, um piso que combina com seus golpes ousados mas onde raramente havia obtido sucesso. No Club, havia ganhado uma só partida até 2021, mas desta vez conseguiu controlar a impetuosidade exagerada, mostra um backhand muito mais sólido e não deixa de aproveitar qualquer chance para praticar seus voleios tão bem feitos.

Ganhou de Karen Khachanov no segundo jogo de cinco sets deste torneio com estatísticas novamente expressivas: 17 aces (mas 10 duplas faltas), 63% de primeiro saque (com 86% de pontos vencidos), 5 de 19 break-points aproveitados, 59 winners e 48 erros, com 29 pontos em 40 subidas à rede. Será um volume capaz de ser competitivo diante de Djokovic? Os dois se cruzaram em fevereiro na ATP Cup e o sérvio ganhou por duplo 7/5. O confronto pode ser um espetáculo se Shapovalov sacar muito e suportar as bolas pesadas nas trocas.

Grandes semifinais femininas
Embora duas postulantes ainda sonhem com o primeiro Slam e apenas uma tenha chegado à final de Wimbledon, as semis femininas reúnem jogadoras bem experientes no circuito. Como bem destaca Mário Sérgio Cruz no TenisBrasil, elas acumulam 50 títulos de WTA e 125 semanas como número 1. E todas têm estilo muito adequado ao jogo sobre a grama.

Ashleigh Barty e Angelique Kerber fazem o duelo das campeãs de Slam. A australiana de 25 anos busca o segundo troféu e a canhota alemã, de 33, o quarto e o segundo em Wimbledon. Os confrontos empatam por 2 a 2, todos na quadra dura e nenhum depois de 2018. Completamente aberto, já que as duas adoram trocar o ritmo e os efeitos.

Aryna Sabalenka e Karolina Pliskova tentam o primeiro Slam. Para a tcheca de 29 anos, a espera é mais penosa. Ela já decidiu o US Open em 2016 e liderou o ranking. Seis anos mais jovem, a bielorrussa nunca chegou tão longe num Slam e leva vantagem de ter vencido os dois duelos anteriores. Gostam acima de tudo de espancar a bola e rapidamente definir os pontos, então vai depender muito do dia mais feliz.


Comentários
  1. Ronildo

    É totalmente percebível uma alienação em alguns torcedores do Djokovic. Não conseguem entender um ponto chave em uma linha de raciocínio e as discussões viram um negócio como ensinar cor para cego. Que coisa foi essa de comparar Federer à beira dos 40 em Wimbledom com Sampras que parou aos 32 anos, tirando como base o 6/0 que Federer recebeu?

    Depois vem um cara dizer que não importa a idade porque ninguém está obrigando Federer a jogar!!!!????

    Citem por favor qualquer atleta de uma modalidade individual e de grande exigência física que parmaneceu com a mesma qualidade que tinha aos 32 quando estavava com 39 anos!!!!????

    Diacho, insistir nesta comparação parece ou não parece que a pessoa tem problemas com seu raciocínio?

    É verdade que cada um pode pensar de um jeito, mas tem coisa que são imutáveis como a degeneração do corpo humano que abala tanto o físico quanto o mental!

    Eu vejo tanto Sampras como Djokovic perdendo algum set de 6/0 num jogo hipotético em Wimbledom aos 39 anos.

    Se perder de 6/0 fosse uma coisa absurdamente vegonhosa a Pliskova jamais iria levantar sua moral para decidir Wimbledom no próximo sábado.

    Ainda bem, para ela, que os atletas não pensam como torcedores cujo raciocínio é no mínimo ilógico.

    1. SANDRO

      Quem é vc pra falar de raciocínio lógico? Logo vc q fazas previsões mais absurdas e vexatórias do blog…

    2. Carlos Henrique

      Kelly Slater foi campeão mundial aos 39 anos.
      Ah, o surfe não tem exigência física, por certo…

  2. Adriano Souza

    O comentarista Chiquinho do BandSport disse que o Federer estava com sorte de campeão kkkkkkkkkkkk

  3. Bel Grado Fa

    A placa que nosso amigo postou e diz: “GOD MADE ROGER FEDERER” está errada. O correto seria:

    “GOD DECIDED TO COME AND SHOW BY HIMSELF HOW TO PLAY TENNIS, AND THEN LEAVE”.

  4. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, não consegui saber o horário do jogo de Djokovic amanhã, poderias dizer? Obrigado desde já.

    1. José Nilton Dalcim

      Depois do primeiro jogo, que começa 9h30. Então algo entre 11h30 e 12h, em situação normal.

  5. Nando

    Mestre, acredito q ontem tenha sido o fim de uma Era…a Era Federer. O cara q mais jogou “bonito” nos últimos 30 anos, q fazia magia em quadra, parecendo ser fácil…aliando isso a recordes e mais recordes, alguns já batidos e outros tantos ainda pertencentes a ele.
    Vc no lugar dele, o q faria? Tentaria mais um pouco ou aposentaria?

    1. Danilo Santos

      A era Federer acabou em meados de 2010/2011 quando Nadal e Djoko atingiram o ápice no que diz respeito a jogar tênis.

    1. José Nilton Dalcim

      Que diferença o cumprimento entre a Kerber e a Barty, sorrisos, abraços e beijos, com a frieza absurda da Sabalenka com a Pliskova.

  6. Maurício Luís *

    Gostei do ” Djoko contra sonhadores”. É bem por aí.
    E o baloeiro – que não vai às Olimpíadas porque não o deixaram levar a sogra querida junto – talvez ainda se equilibre precariamente no terceiro lugar do ranking. Não tanto por si, mas porque os seus perseguidores + próximos se *estrumbicaram* em Wimbledon. Não se sabe quem foi pior. Talvez o grego…
    E ainda não tem pontos a defender no US Open, podendo assim “brindar” os americanos com seus tradicionais e sonolentamente repetitivos balões.

    1. Enoque

      Nadal defende 2.000 pontos no USO, dos quais 1.000 está garantido. Ou seja, não tem como acrescentar pontos e pode perder 1.000, se não jogar a final.

  7. Paulo Almeida

    O Djoko é mais jogador do que os outros três que restaram, mas é bem verdade que só encantou nas duas primeiras rodadas. Jogou mal contra o Kudla e pro gasto contra Garín e Fucsovics.

    Amanhã terá que subir o nível (e ele sabe disso), mesmo porque os últimos dois confrontos diante do Shapovalov não foram fáceis. Acredito num jogo de quatro sets.

  8. Nattan Labatto

    A pergunta dirigida ao sérvio foi capciosa:
    “Como é ser considerado como um ‘vilão’ perseguindo Roger e Rafa por todos esses anos?” indagou um jornalista.

    A resposta foi tão magistral quanto a biografia do atual number one:
    “Eu não me considero um ‘vilão’ e essa é apenas sua opinião. Mas não estou perseguindo ninguém, estou construindo o meu próprio caminho, a minha história e no meu ritmo”. Novak Djokovic.

    A resistência por parte da mídia em reconhecer o que o Nole fez e vem fazendo, é enorme. Isso reflete na indignação e comentários maldosos de muitos torcedores, principalmente os da linha federista, haja vista que foi este o mais “prejudicado” na segunda ascensão do Djokovic (2014 pra cá). Na primeira ascensão foi o touro (só no ano de 2011 foram 7 derrotas amargadas).

    Enfim, segue as fases da aceitação:

    * Negação: “Isso não pode estar acontecendo.”
    * Raiva: “Por que? Não é justo… 40/15 ??.”
    * Negociação: “Meu ídolo poderia vencer mais um big titles antes de se aposentar. Mas o meu ídolo tem mais torcida, joga bonito, é acrobático, gera IBOPE etc.”
    * Depressão: “Estou tão triste. O tênis perdeu o sentido.”
    *Aceitação: “Tudo vai acabar bem. Meu ídolo fez uma carreira brilhante e certamente estará entre os maiores.”

    Só resta saber em qual fase cada torcedor se encontra. A dica que eu dou é: APROVEITEM E APRECIEM ESTE ESPORTE e cada minuto dos nossos ídolos em quadra, na vitória ou na derrota, pois acima de tudo, somos humanos e tudo passa, logo virá ou big2, 3, 4 e na história estarão os feitos de cada um.

    Abs

  9. Rafael Azevedo

    Meus palpites: Djokovic vence tanto a semi quanto a final de 3×0, seja quem for. Mas, acredito que será o Berretini.

    Minha torcida: Shapovalov. Tô com Dalcim.

  10. Rodrigo S. Cruz

    Bom,

    passada a imensa raiva e CHOQUE pela infame derrota (e não tem outra palavra) do Federer ontem, vou tecer algumas considerações.

    Primeiro -Não venham aqui falar que o Federer perdeu porque o Hurcarz era um cara encardido, e que jogou próximo da perfeição, etc.

    Pois isso é balela!

    Detectou e explorou sim a NÍTIDA instabilidade emocional do suíço no primeiro e segundo sets, para obter a vantagem de 2 x 0.

    Também contou um pouquinho com a sorte naquele escorregão que o suíço deu, no tie-brea.

    Mas, fora isso, acho que apenas fez a parte dele no jogo.

    Não vi nada de espetacular em sua atuação.

    Imaginem se o Federer tivesse pegado o Djoko, então? Teria saído de quadra guiando um triciclo…

    Até o JÔ SOARES, ou o REI MOMO, com raquetes em mãos, derrotariam o apático e desistente suíço naquele terceiro set.

    Só não sei se dariam um pneu, como fez o Hurcacz…

    O que me deixou realmente puto foi a falta de garra, e o medo PARALIZANTE do Federer, no terceiro set.

    Ali, ele simplesmente foi bisonho, e de uma maneira incompreensível.

    E desta vez não há desculpas! Pois não foi um problema físico ou cansaço.

    Poderia ter pensado assim:

    “poxa perdi os dois primeiros sets, em grande parte por pura indecisão minha. Vou agora soltar o braço e pagar de franco-atirador. Não tenho nada a perder”.

    Mas, não.

    O que ele parece ter pensado foi: ” buá, buá, perdi os dois sets. Mamãe me ajuda.”

    Ficou parecendo o Daniel Larusso em KARATE KID 3, que depois de ser surrado e humilhado por Mike Barnes ficou pateticamente pedindo pro senhor Myagi levá-lo embora pra casa…

    kkkkkk

    Bom, sempre continuarei torcendo pro Federer até o fim de sua carreira, e admirando todo seu talento e classe.

    Também concordo com aqueles que dizem que ele não tem mais nada para provar a ninguém.

    Mas nem por isso vou deixar de criticá-lo quando se apresentar da maneira que foi ontem…

  11. Rodrigo Lightman

    Dalcim, que ano melancólico! Federer e Nadal dando adeus. Nadal em Roland Garros e Federer em Wimbledon. É Leão da Montanha, é Touro Miúra, tá chegando a hora.

    Outra coisa, só existe entressafra porque existem Federer, Nadal e Djoko, ah claro, e o fanatismo barato de alguns aqui.

  12. Luiz Fernando

    Creio q Rafa jogue em W, No Canadá e no USO. Não acredito q vá pra Ásia. Por sinal em Washington não terá moleza…

  13. Alison Cordeiro

    Acompanhei todos os jogos de Federer neste Wimbledon e em todos os jogos era visível as qualidades que o tornaram o gênio que é e as limitações que a idade e as contusões/cirgurgias lhe trouxeram. Me lembrei de muitas peladas que joguei em que minha cabeça sabia exatamente o que fazer, mas o corpo não acompanhava a medida que a idade progredia. Se no futebol sem compromisso isso já frustra, imaginem no esporte de alto nível.

    Ainda assim, ele achou formas de se manter no jogo ontem. Foi crucial perder a vantagem no segundo set e depois a queda (literal) no tie break quando tinha uma bola que mataria fácil acabaram por mostrar que desta vez a montanha era alta demais mesmo para o leão.

    Mas fica a sensação que os Master 1000 estão ainda a seu alcance, jogos de 2 sets, em pisos que ele domina. Mas ele terá que mentalizar que derrotas vão acontecer pelo caminho. Se conseguir trabalhar isso, tem condições de seguir no circuito, afinal é notório que segue acima da grande maioria ainda.

    Para Djoko não muda nada. Ainda que Federer pudesse sonhar com uma possível final, no atual estado não seria páreo para o sérvio. Entendo que a ansiedade pode ser agora um grande adversário para Nole. A chance de chegar ao 20o. slam é gigantesca, mas como foi no USO do ano passado, quando era favorito destacada e foi desclassificado por perder a cabeça, o risco é ele mesmo.

    Mas um fato é claro, amigos: os maiores titãs que o tênis já tinham visto finalmente vão se tornando mortais. Quem viu, viu.

    1. José Nilton Dalcim

      Melancólico? Acho que ele estava encarando o jogo com a maior seriedade e estava certamente frustrado com o vento. Ele também não gosta nada de jogar nessas condições.

  14. Marcelo Costa

    O argumento idade somado a cirurgia do suíço, pode ser usada ao britânico Murray? Afinal ele passou por algumas cirurgias imensamente mais graves,já disse que sente dores terríveis, e chegou nas oitavas do torneio. Está ótimo ao Escocês que luta contra dores lancinantes, para fazer o que ama, e não pensa em parar.

  15. Sandra

    Dalcim , porque vc acha essa a pior derrota do Federer ? Ele vinha de um ano parado ! A pior derrota dele não foi em Wimbledon 2019 na final ? Não foi ali que ele teve a maior chance dele?

  16. Maurício Luís *

    O Federer precisa de tempo pra pegar ritmo, e isso ele não teve. E o Big 4 vai previsivelmente entrando em contagem regressiva. Primeiro a contusão do Murray; depois a do Federer; Nadal caiu em Roland Garros e deixou a vice-liderança do ranking. Resultado: de Big 4 virou só Big.
    O último que sair, feche a porta e apague a luz.
    Eu particularmente gosto de renovação. Lamento as contusões, mas não fico endeusando ninguém não.

  17. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, ontem postei um comentário, pegando um ganho de seu texto, sobre Federer e seu espírito olímpico, mas não foi publicado.
    Não chegou para ti ou foi “tesourado”?

        1. José Nilton Dalcim

          Minha resposta foi dada às 19h47 de ontem… Isso é muito normal para os atletas muito assediados, Luiz. Quase todos os tenistas famosos fizeram isso. Independente disso, o clima olímpico está em ver grandes exemplos de superação, de determinação, de vitória. Isso talvez seja mais importante do que tirar selfies… rsrs…

  18. André Barcellos

    Infelizmente eu estava certo. Federer podia perder pra qualquer um num dia em que seu jogo não entrasse.
    Sem querer dar algum mérito para o polonês, claro.
    Mas desde a primeira partida se via ele errático, demorando a se encontrar em quadra, burocrático. Difícil.
    Triste ver Federer cair desse jeito. Não é esse o cara por quem torci 20 anos…
    Agora é saber como parar. Não creio que ele vá pretender se esforçar demais para retornar a jogar bem com os resultados demorando tanto a aparecer. Se ele trabalhar muito duro pode ser que voltasse. Não o que era. Mas um nível aceitável.
    Engraçado que, o que para ele é o fim, seria motivo de comemoração pra maioria dos tenistas (imagina Tiago Monteiro passando 3 rodadas em RG e 4 em Wimbledon?)
    Mas Federer não é um mediando.
    Está acostumado a ser efetivo até as rodadas finais. Mesmo quando faz final não é campeão não saí feliz.
    Isso não o ajuda na motivação.

  19. Bruno Costa

    Dalcim, é Wimbledon 2021 a pior edição de um Grand Slam dos… sei lá… últimos dez anos? Não sei você, faz não lembro de ter assistido um Major ( pelo menos na edição masculina) tão sem emoção e de baixo nível técnico como este.

    1. José Nilton Dalcim

      É, não tem sido um dos torneios mais brilhantes ou emocionantes, mas ainda temos algumas rodadas pela frente e talvez fique interessante. Espero um jogo bem legal entre Djokovic e Shapovalov.

  20. Luiz Fernando

    Algumas pessoas mostram realmente quem são na derrota, é claro q desaparecem, se o Djoko perder vão postar mil vezes aqui…

  21. Paulo F.

    Enquanto uns levam pneu de Rafael Nadal na casa dele, outros levam pneu de Hurkacz na sua própria casa.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Sim.

      Mas quando o Djokovic tomou o pneu do Nadal, você não falou porra nenhuma.

      Tá aí a diferença… rs

  22. Diego Bezerra

    Não é fácil parar por quase 2 anos e chegar arrebentando….mas nós amantes desse esporte maravilhoso queríamos que assim fosse, afinal trata-se de Roger Federer! Em 2017 aconteceu algo surpreendente, formidável e magnifico em sua volta!
    Agora a beira dos 40 anos a situação é outra…Ainda assim, chegar nas 8as e 4as de Slams são bons resultados pra quem vem de lesão e sem tanto ritmo… Federer coloca uma enorme pressão em si próprio….ele e a sua equipe sabem do que precisam, faltam encontrar soluções para chegarem lá….. Creio que Roger jogue até 2022 e ainda apresentando um bom nível de tênis!!!
    O polonês mereceu e muito a Vitória, foi bastante consistente e sacou demais…ganhou do russo não foi a toa não.

  23. SANDRO

    Aryna Sabalenka é um trator!!! Bate muito forte!!! Porém, só FORÇA BRUTA não ganha títulos, ela tem que ter mais foco e por a cabecinha no lugar pra não ter só força física, mas também força mental.

  24. Alice

    Parabéns pelo post, Dalcim. Muito bom!. Tenho 2 perguntas, que estão mais pra opiniões pessoais.

    Djokovic venceu 7 dos últimos 11 Grand Slam que participou, o que nunca havia feito em toda sua carreira. Podemos dizer que ele está vivendo seu “auge” ? Claro, pergunto em termos de resultados.

    E se em todas essas décadas grandiosas que ti acompanhou tênis, imaginava ver alguém com a possibilidade de terminar 7 temporadas como número #1 do mundo e se acreditava que iria ver algum tenista que fizesse o que Rod Laver fez, de ganhar os 4 Majors no ano…o que Djokovic pode vir a realizar…

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que temos de considerar esta a melhor versão do Djokovic, principalmente pelos novos elementos técnicos que ele incrementou (o primeiro saque, as deixadinhas, o jogo de rede). Isso aliás o ajudou também a simplificar a parte tática e reduzir o desgaste das trocas excessivas de bola, daí também algo bem adequado à idade e a dureza do circuito. Esperar esse domínio dos Slam nesta altura da carreira realmente é um tanto surpreendente e vemos que Djokovic não tem tido adversários à altura nos diferentes pisos e isso passa não apenas por sua extraordinária estabilidade mas também pela má fase dos concorrentes diretos, ou seja, tem dado tudo certo na hora certa.

  25. Carolina

    Talvez o Federer tenha entrado com expectativas muito altas nesse Wimbledon e acabou se frustrando contra um adversário que, além de estar jogando melhor, mostrou proficiência na grama. Em Roland Garros, onde o objetivo era apenas jogar e entrar em forma, ele conseguiu aquela vitória suada sobre o Koepfer em condições teoricamente mais desfavoráveis: saibro, rodada noturna, ausência da torcida. No fim das contas, apesar da decepção com a performance no jogo de hoje, oitavas em Roland Garros e quartas em Wimbledon são resultados bastante decentes. Além disso, acredito que essas inconsistências sejam normais para jogadores que já passaram do auge (vide os últimos anos das carreiras de Connors e Agassi). Tomara que o Federer consiga traçar objetivos mais realistas e, quem sabe, jogar com menos pressão no verão norte-americano.

    Impressionante que essa foi apenas a quinta vez que o Federer perdeu um set por 6/0. Ele deve ter feito uns 1500 jogos na carreira.

    Com relação aos jogadores que ainda estão no torneio, Shapovalov e Hurkacz nas semifinais são duas gratas surpresas. Principalmente o Shapovalov com seus imensos altos e baixos. Acredito que o Hurkacz ainda tem possibilidade de ir um pouco mais longe. O Shapovalov, por sua vez, precisa de um alinhamento planetário. Mas quem sabe acontece.

    No feminino, acho que estou torcendo por Pliskova.

  26. Maratenista

    Que dia!

    Comecei a torcer pelo Djokovic recentemente, por achar injustificados a maledicência e ódio contra ele. Ódio este motivado não por seus defeitos, mas por suas virtudes, o que é muito pior.

    Dito isso, não sei se é meu pessimismo crônico, mas não estou vendo o Djoko com pinta de campeão. Parece triste e desinteressado em quadra. De outro lado, virá um Shapovalov extremamente motivado, na ponta dos cascos. Espero estar muito errado novamente.

    Como nota final, fica minha tristeza ao ver o Federer tomando um pneu. Torci contra ele, como sempre, mas foi duro ver um grande campeão sair de forma melancólica de seu torneio favorito. Não merecia.

    1. Jairo

      Torço pro sérvio desde 2011, quando muitos achavam que aquela fase seria fogo de palha, quando na verdade de lá pra cá temos a dinastia Djokovic diante de nossos olhos.

      Também não estou muito confiante nele neste torneio, não pegou nenhum adversário de peso, e se Shapovalov estiver num bom dia talvez consiga incomodá-lo. O jeito vai ser forçar na esquerda do canadense que não é nenhum Wawrinka da vida e vê o que acontece.

      Faltou o sérvio enfrentar algum adversário como o Berretini em RG, aquele berro ao final do jogo mostrou a vontade que ele tinha de vencer aquele torneio, me espantei até com a calma como ele lidou com a partida final, sem gritos, sem nervosismo, nem esboçou quebrar raquete nem nada.

      Mas o sérvio é desse jeito, já ganhou muitos torneios aos trancos e barrancos.

  27. Mario Cesar Rodrigues

    Sinceramente não precisa essa vontade de encerrar carreira estes internautas se quer sabe o que é uma vida de um tenista como Federer mais de um ano sem jogar.era para ter saido contra o Mannarino é a realidade porra deixa o cara jogar se assim o desejar.Rafa está perto também do ano que vem não passa Nole uns dois anos pq a gana em continuar é pq o outro ainda tá jogando chega Rafa jogando 7 torneio ate ano que vem está ótimo. deixa o federer em paz até a Rolex tá pegando mal na propaganda.

    1. Paulo César

      Boa! A Rolex está fazendo uma propaganda tentando mostrar que números não importam tanto assim para definir a grandeza de um jogador, ou seja, estão admitindo que será superado por Novak, e tentam minimizar esse fato.

  28. Daniel

    Boa Noite José, acha que amanhã dá pra Kerber ou Barty leva ?
    Na torcida pela alemã, bom jogo pra nós!!

    1. José Nilton Dalcim

      É um jogo bem equilibrado e sem favoritas, Daniel. Realmente, a experiência da Kerber no torneio pode pesar.

  29. José

    Pra mim o Berretini tem os golpes parecidos com o Tiafoe, o Tsonga e o Blake. Um jeito diferente, sei lá.

  30. Paulo H.

    Wimbledon chegando ao fim, com algumas certezas:
    – Djoko deve igualar o número de títulos de GS no Big3, apesar do jogo burocrático de hoje, onde culpou o vento pela dificuldade em se sentir confortável em quadra. Poderia ter fechado o primeiro set com um pneu, mas deu uma viajada e permitiu o crescimento do Fucsovics. Não vejo nos outros 3 semi-finalistas, qualidades que possam tirar o seu sexto título no torneio.
    – Berrettini leva vantagem sobre Hurkacz por sofrer menos em seus serviços, graças ao melhor saque, podendo devolver mais e dificultar o jogo do polonês.
    – Sobre Federer, acrescento que aquela marca de relógios suiços deve mudar seu slogan para “The times they are a-changing”, pagando os devidos direitos autorais ao Bob Zimmerman e fazer um upgrade em seu arquivo de imagens, que fica cada vez mais parecido com uma retrospectiva de museu do tênis, sem o sérvio e a australiana, atuais números um do esporte.

  31. Denis

    Dalcim, acho que no terceiro set o Federer estava esgotado mentalmente e sem força para buscar uma virada, o que justifica a atuação abaixo da critica. Mas nos dois primeiros sets você acha que o nivel dele foi abaixo do que vinha mostrando nos ultimos jogos, ou mesmo em Halle ou em Paris? Pra mim ele deu sorte na chave até as oitavas, e quando pegou um adversario mais solido, acabou mostrando a fragilidade do seu jogo atual.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele jogou o primeiro met de forma irregular, como aliás fez em todo o torneio. Mas depois subiu de nível e teve boas chances de ganhar o segundo set, tanto no 4/1 como depois no tiebreak. E aí me parece que ele desabou mentalmente, enquanto o polonês ganhou confiança enorme e jogou muito bem.

  32. WILLIAM ALMEIDA

    Estão aposentando o Federer desde 2013 quando perdeu em Wimbledon na segunda rodada de um ucraniano que esqueci o nome. Claro que o contexto hoje é diferente, Federer perto dos 40 vindo de cirurgia no joelho mais quem deve definir quando parar e o suíço quando senti que não é mais capaz de competir em alto nível. Quem sabe ano que vem com uma pré temporada para gíria de 2022 e com maior números de partidas jogados o Suíço não possa fazer um torneio atuando em nível melhor.

  33. Gustavo dorea

    Dalcim meu caro, ja vi vc usar essa expressao algumas vezes e por isso pergunto: o tenis do Federer envelheceu? Obs: alias eh exatamente o que penso, e infelizmente pra os fãs do jogo espetacular do suico , como eu. Parabens seu blog eh sensacional!!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que na parte técnica ou tática, não. Ele conseguiu se reinventar a partir de 2017, quando também trocou de raquete. No entanto, o físico tem demasiada importância no circuito de hoje e aí ele fica fragilizado. Algo que precisamos levar em consideração é que, quando o tenista não confia totalmente no seu físico, a parte mental automaticamente fraqueja e isso por vezes se reflete na parte tática que ele acaba adotando.

      1. Luiz Henrique

        Isso que o Dalcim falou sobre o físico refletir no mental, é uma grande verdade
        Nadal nunca mais foi o mesmo mentalmente depois de se lesionar na final do AO 2014
        Foi ali que a regularidade dele acabou, começou a perder de Almagro e Ferrer no saibro
        De lá pra cá teve lampejos, mas passou mais tempo com problemas do que tendo sequência em alto nível

      2. Paulo César

        Sem querer tirar os méritos de um jogador tão extraordinário e gigantesco como Federer, é necessário lembrar que Djokovic estava lesionado, assim como Murray, seus principais obstáculos em qualquer torneio, além de Nadal é claro. Isso não retira os méritos de Federer, assim como a ausência de Nadal e a má fase de Federer não tiram o mérito de Novak no atual Wimbledon.

  34. Roberto Rocha

    …e o Big 3 virou Big 1…
    Fim da linha para Federer. Nadal também já era. Desse jeito, Djokovic ainda vence mais 3 ou 4 Majors… será o maior dos 3 sem sombra de dúvidas.

  35. Rubens Leme

    Os Picaretas (1999)

    Frank Oz é uma lenda dentro do cinema, não apenas por ser a voz de Yoda, mas por trabalhar em Os Muppets e em outros quase 150 filmes.

    Mas, pouca gente sabe que é um ótimo diretor de algumas das melhores comédias dos anos 1980 e 1990. Quatro delas se destacam: Os Safados (1988), com Michael Caine, a bela e recém-falecida Glenne Headly e Steve Martin; Nosso Querido Bob, com Richard Dreyfuss e Bill Murray (1991); Será Que Ele É (1997), com Tom Selleck, Joan Cusack e Kevin Kline e, finalmente, Os Picaretas (1999), novamente com Steve Martin e Eddie Murphy.

    Essa última, cujo título original é Bowfinger, conta a história de um ator/diretor fracassado, Bowfinger (Steve Martin), que resolve fazer um filme após ler um roteiro chamado Chuva Gordinha. Aí começa uma das maiores sátiras já feitas sobre Hollywood e como usará o “ator de filme de ação mais quente do momento”, Kit Ramsey (Eddie Murphy, sem ele saber que está no filme.

    Repleto de cenas absurdas, traz como destaque a cadelinha Mindy, no papel de Betsy, a mais simpática atriz do filme e que merecia, pelo menos, um Globo de Ouro.

    Os Picaretas, assim como os filmes acima citados, são perfeitos para uma tarde de diversão e muitos risos.

    Dois anos depois, Frank Oz feito outro filme interessante, A Cartada Final (2001), uma história razoável, mas que juntava dois ícones de Hollywood (Marlon Brando e Robert de Niro) com o bom Edward Norton.

    Com esses cinco filmes no currículo, quem se lembra ou precisa de Frank Oz como Yoda?

    Quem quiser ver o filme, eis o link: https://www.superflix.net/os-picaretas-assistir-filme-online-dublado-legendado/

    Para assistir, escolha a opção dublada ou legendada, clique no botão play e abrirá uma outra página. Nesta, basta clicar em um anúncio qualquer e o filme começará na hora.

    Recomendo a dublagem nacional, do clássico período: sem ele, perde-se muito da diversão, como por exemplo ouvir a expressão “Chuva Gordinha”.

    PS: até hoje procuro uma cópia do filme “Falsas Bolsas Ninjas”. Quem tiver, me avise, por favor.

    1. DANILO AFONSO

      Rubens, só pude ler agora o que você respondeu lá abaixo. Concordo com o que você disse. Abs !!

  36. Ricardo

    Vi pouco do jogo do Federer, mas, pelo que vi, concordo plenamente com você, Dalcim. O problema dele nesse Wimbledon foi sim a parte mental. Deve ser muito difícil para um jogador do nível dele não conseguir fazer as coisas que estava acostumado a fazer. Isso o deixa visivelmente desanimado (o que, aliás, não deveria acontecer para um jogador com a experiência que ele tem). Fiquei bastante desapontado, não com o placar em si mas com a postura pouco profissional dele no terceiro set. Me pareceu que não queria mais jogar.
    De todo modo, considerando que ele estava parado há 1 ano e meio, chegar às quartas de Wimbledon nessas circunstâncias, pode-se dizer que ele fez um torneio de regular para bom, apesar do início vacilante e desse último set terrível. Mas acho que, se ele ainda tiver vontade, pode conseguir bons feitos. Precisa de mais treino e ritmo de jogo. Com isso, penso que a confiança tende a voltar. No mais, diria que o Djokovic já tá com nove dedos na taça. Só alguma contusão ou um dia péssimo tira esse título dele. Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Na entrevista oficial, Federer falou que mentalmente seu esforço tem sido muito grande, porque as coisas não saem mais de forma natural, que ele precisa pensar demais o tempo inteiro. Acho que a explicação dele é bem razoável, Ricardo.

  37. rafael

    Vi o fim do 1 set e o 2. Achei que o polonês jogou bem, mas nada de extraordinário. Se o Federer estivesse realmente em forma teria ganho por 3 x 0 sem sustos. Infelizmente, o tempo chegou para o suíço bem como para Valentino Rossi, Fernando Alonso ou Cesar Cielo.
    Mestre, acredito numa final Djoko x Berretini. O que acha?

      1. Barocos

        Dalcim,

        Achei que você gostaria de ver a história sendo escrita, mas pelo jeito, acho que você prefere ela renovada. 😉

        Ajde, Djokovic!! Ideeemooooo!!

        Saúde e paz.

  38. RIcardo Cardim

    Na minha opiniao Federer vai se aposentar quando não tiver mais jeito, e chutaria que será aos 42 anos, assim como o Rogerio Ceni, que nunca teve historico de lesoes durante a maior parte da carreira mas proximo dos 40 teve uma atras da outra e finalmente parou pq nao dava mais.

  39. Paulo Almeida

    Realmente há uma diferença abissal entre Djoko e Federer: 18×4 em Slams nos últimos 11 anos.

    Vitor Hugo/Marquinhos/Renato estava coberto de razão.

  40. Franco Tassi

    Só espero que o Federer saiba quando parar, ganhar um Grand slam não vai ganhar mesmo, mas não importa, ele junto com Djokovic, Nadal, Sampras e Connors foram os melhores tenistas que vi jogar. Pobre tênis brasileiro , que me desculpem, Saretta, Kyrmair, Tavares, Onsis, Feijão, Menigeni, Cássio Motta, Givaldo Barbosa e outros, mas tivemos só dois tenistas, Guga e Koch.

  41. Maurício SP

    Me pareceu que aquele escorregão no tiebreak na hora de um voleio fácil foi o ponto crucial do jogo. Roger errava bastante mas conseguia devolver minibreaks até com alguma facilidade, mas aquele escorregão mostrou que os deuses da grama já não estavam mais a seu lado… Se tivesse ganho aquele ponto, é bem possível que ganhasse o tiebreak e teria muito ânimo para a virada. Com 0x2 em sets, já não acreditava mais.

    Com essa dura derrota, acredito que não vá a Tóquio. Num piso com vários especialistas e ele não estando entre os quatro principais cabeças de chave, chegar à semifinal provavelmente exigirá vencer uma quarta-de-final bem complicada. E as rodadas finais lá serão em dias seguidos, o físico não vai aguentar, ele sabe que tem chances remotas de medalha. Irá só se for por conta dos compromissos com o patrocinador.

    1. Marcelo Costa

      Ele errou um fácil swing voley, antes do tal escorregão, então não é correto achar que aquele ponto foi crucial, sendo que ele havia errado de forma quase grosseira pra alguém como ele uma bola antes.

  42. Bel Grado Fa

    Pra quem acha que o ciclo termina com ‘My Way’. Não: ele termina com a marcha fúnebre mesmo, quando muito, e com algum polaco que você sequer conhece direito te empurrando para dentro da cova. E com todos a sua volta torcendo para que você deixe o máximo de legado possível para ser dividido. E embora superficialmente lamentando, por dentro estão rindo a toa da curta existência alheia, sem se darem conta de que serão (seremos) os próximos, e talvez nem deixem o espetáculo na mesma tua condição.

    E assim todo e qualquer ciclo de triunfo termina: num sonoro “6×0”.

    Enquanto isso, na sala de imprensa:

    “Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu ‘cadáver tenístico’ dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.”

    RF

  43. Luiz Henrique

    Eu devo ser o único aqui que acha que, na verdade, a última chance do federer nunca foi em 2021, e sim em 2022 (ou até mais a frente)
    Como que um cara dessa idade ia voltar após mais de 1 ano parado e do nada ganhar um slam? Tudo bem q em 2017 surpreendeu no AO, mas dessa vez foi bem mais tempo parado
    Pra mim 2021 deveria ser só uma transição pra 2022, mais nada
    Em 2022 sim vamos pode ter uma noção melhor das condições dele

    1. Sérgio Ribeiro

      Então, caro Luiz Henrique. O comentário mais lúcido que li hoje neste fórum. E não tenha dúvidas que acertastes na mosca . Assim que a poeira baixar , o Suíço e seu Staff de primeiríssima linha chegarão a mesma conclusão. A conferir. Abs!

    2. LION

      Verdade, ele vai voltar ano que vem, um ano mais velho e vai papar tudo, vai fazer o Grand Slam, e ainda vai faturar mais uns 7 Slams nos anos seguintes!!!! Hehehehehehe

      1. Luiz Henrique

        Claro que não é pra tanto
        Mas acho que vamos poder avaliar melhor a condição do federer no ano que vem
        Acho muito cedo pra cravar que ele ou nadal estejam próximos de parar
        Acho q o segredo pra ambos é jogar menos torneios
        O duro é convencer Nadal a jogar 1 torneio a menos no saibro, diminuir de 5 pra 4 na gira européia

    3. Gildokson

      Gostaria muito que você estivesse certo, mas falta agilidade ao velho atleta Roger Federer.
      Pra mim no tênis de hoje em dia acho que o limite dele foi até aquela final de 2019.

  44. efraim santana silva

    Fica evidente que o Federer se pegar um jogador mais completo não tem chances.fato.aposenta que fica mais bonito.

  45. Carlos Augusto

    Uma outra que coisa que acho importante destacar nesse ocaso da carreira do suíço.
    Federer se formou no tênis ainda num tempo em que Sampras e Agassi estavam bem. Era um outro tênis. Foi Federer quem mudou o tênis e o colocou em outro patamar. Nadal, embora muito precoce, e principalmente Djokovic foram formados num tênis que já tinha sido modificado por Federer.
    Federer quebrou todos os recordes naquilo que foi a sua geração, conquistou alguns grandes titulos naquilo que já seria a geração de Djokovic e ainda se manteve competitivo numa terceira geração. Não podemos esquecer que na temporada antes de sua última parada por contusão, chegou a ter match point em slam e bateu Djokovic no Finals. Só seu gigantesco talento permitiu ainda estar disputando títulos de grandes torneios tanto tempo depois daquilo que foi a sua geração.

    1. Ronildo

      Por tudo isso e muito mais: o maior tenista de todos os tempos. Mesmo que a grande pressão em que se colocou para agradar a grande legião de fãns durante toda a carreira tenha tenha sido um obstáculo maior do que seus principais rivais.

  46. Carlos Augusto

    Dalcim, sou mega fã do Federer e se eu pudesse dar um conselho a ele seria: jogue as Olimpíadas, principalmente por ser no Japão e por ter um caráter de união de povos, mas anuncie a aposentadoria logo a seguir.
    Daqui pra frente me parece que Federer tem mais a perder do que a ganhar se extender a carreira. Djokovic está em formidável forma e aparentemente ainda tem muita lenha pra queimar. Nadal também ainda está bem, e a nova geração cada vez mais experiente e subindo o nível. Mas o pior mesmo para Federer é sua idade e condição física. Para ganhar grandes torneios quase sempre em pelo menos um jogo o jogador é exigido ao extremo pelo adversário, e só talento não basta.
    Ele deveria aproveitar para parar antes que seja ultrapassado em número de slams.
    Muitas de suas marcas já foram batidas e outras ainda serão, porém, vai ser difícil aparecer um outro jogador com tanta torcida e tão amado. Mérito por seu imenso talento, pelo seu jogo maravilhoso e por seu caráter espetacular.

  47. Majô

    É com tristeza que vi Federer jogar hoje.Penso que nós federistas, ficamos sonhando alto.Federer levar um pneu em Wimbledon, nem em sonho!Enfim,está acabando.Dalcin,você sabe se ele vai as Olimpíadas?Gostaria que não fosse,vai ser outra amargura.
    Penso que ele deveria encerrar sua belíssima carreira fazendo um jogo exibição com Nadal,já que eles tem boa relação além de terem dado vários shows em quadra.
    Federer será sempre Federer!!
    Embora reconheça que não pudemos ver os três grandes.

    1. José Nilton Dalcim

      Ele disse que irá decidir nos próximos dias, mas eu particularmente não acredito que vá.

  48. Ricardo

    E dalcin, qual sua opinião sobre o mental do Federer ao longo da carreira, eu pelo menos sempre achei q ele deixa a desejar nesse quesito, os entusiastas dele culpam sempre mais o físico e a idade quando ele perde especialmente pra nadal e federer, eu culpei sempre mais o lado mental.

    1. José Nilton Dalcim

      Não dá para culpar o mental de quem tem números tão espetaculares na carreira, Ricardo, mas se fizermos uma comparação com Nadal ou Djokovic, por exemplo, é certo que Federer é mais emotivo. Mas isso também é característica das pessoas que não se adaptam tão bem às rotinas.

  49. Ruy Machado

    Quando vi o Federer escorregando no TB do 2° Set para matar um ponto no voleio, ali me pareceu que ele desabou mentalmente… Não sei se ganhando o Set e indo para 1×1 poderia mudar algo. Eu cheguei a me iludir que ele poderia ter ido mais longe em WB. Só resta aos fãs curtirem o pouco que resta e acho muito difícil vir a conquistar algo relevante… Por favor, é apenas uma opinião onde eu gostaria de estar errado.
    Respondendo ao LF a pergunta que ele fez ao Dalcim em relação aos treinos do Nadal na hard, SIM! Ele voltou a treinar! Vi hoje no Instagram dele (nos vídeos de Reels).
    E, finalizando… Fora Ceni!
    Abc

  50. Ricardo

    Dalcin, o teto retrátil começou a fechar acho q no início do terceiro set ou final do segundo, mas creio q alguém apertou o botão sem autorização, vc não percebeu?

  51. Fernando Peixoto

    Acredito que a aposentadoria de Federer seja mera questão de tempo. Não o vejo mais com chances nos grandes torneios. Quanto a Rafa Nadal, já disse e repito: deve se despedir no próximo ano, possivelmente em Roland Garros. A porta está aberta para Djokovic alcançar todos os recordes com os quais sempre sonhou. Em números, o sérvio pode até se tornar o melhor de todos os tempos. Porém, em carisma e importância para o esporte, a dupla Federer / Nadal é insuperável.

    1. Alessandro Siqueira

      Ainda bem que o troféu de miss/mister simpatia não existe no tênis e, ao que consta, a ATP não adota como big título.

      Esse papo de simpatia é uma forma de tentar diminuir o sérvio, mas não cola há bastante tempo. Tem anos e anos que Djoko ganha mais em publicidade que Nadal. Você acha mesmo que alguma marca pagaria mais para o sérvio se ele não gerasse engajamento? Em relação ao suíço, vale lembrar que ele nadou de braçada por anos e o país dele tem N multinacionais, vide Credit Suisse e a Rolex, duas das grandes empresas por trás dele. Novak vem de um país periférico e nunca pôde contar com o “stablisment”.

    2. Paulo César

      A porta está aberta agora? A porta está escancarada desde 2011. E só não superou todos os recordes ainda pela contusão que teve em 2017 e parte de 2018.

    3. Danilo BR

      Não consigo entender onde está o carisma de Federer e Nadal… e também não consigo compreender pq Nole é tão injustiçado por torcedores e pela mídia. Nadal sempre foi o mais antipático dos 3, sempre se achou dono de um torneio (o Roland Garros), e Nole mostrou a todos agora em 2021 que não é bem assim. Os jogadores passam e os torneios ficam. Nadal é um esportista arrogante que não aceita as derrotas, tanto que fugiu desse Wimbledon por causa da derrota em RG. Nem titio Tony entendeu… Bem feito! Tive a minha maior alegria no esporte em toda a minha vida com aquela derrota de Nadal kkkkkkkkk. Dalcim, pela sua experiência vc vê esse carisma da dupla Federer/Nadal se sobressair com relação a Nole ou concorda comigo que pegam muito no pé dele?

      1. José Nilton Dalcim

        Não posso concordar com você. Nadal é talvez o mais carismático do Big 3, um tenista que se identifica com o público pelo espírito de luta, pela forma mais emocional que joga e obviamente por seus resultados e feitos espetaculares.

        1. Luiz Fabriciano

          Discordo, com todo respeito.
          Jamais vi Nadal “abrir” a cara durante um jogo, se mostrar mais humano. Talvez, pelo espírito de não se entregar nunca, como podes justificar, mas isso o sérvio também faz. E outro ponto, seria a torcida que se identifica com ele, justamente pelo espírito de luta e não ele que se identifica com a torcida, como escreveste.
          Tem duas imagens que jamais esqueço: final do US Open de 2010 – Nadal e Djokovic sorridentes, cada um com seu respectivo troféu; final do US Open de 2011 – Nadal carrancudo e Djokovic sorridente, cada um com seu respectivo troféu.
          Notória diferença.
          Grande abraço.

      2. Marcelo Costa

        Certa vez teve uma mega enchente na cidade de Mallorca, onde Nadal tem uma academia, ele a abriu para a população dormir e foi filmado com barro no joelho, um rodo na mão limpando junto aos seus pares.

  52. Rubens Leme

    Dalcim, Abel Ferreira mandou passar aqui para deixar o seguinte recado: “Rubens, avise nosso amigo que não vejo ninguém à minha frente”.

    Recado dado, meu caro José Nilton.

  53. Marcelo Costa

    Disse que não houve, há ou haverá alguém com o talento do suíço, pelo simples fato do jogo que se faz hoje, com tanta intensidade, com a base sendo o lugar onde se joga, com deslocamentos laterais, e isso dificulta demais o tenista com o punho, preciso do suíço pois, a força supera e muito a técnica, o talento. Não digo de forma saudosista, afinal a evolução do esporte é inevitável.

  54. Periferia

    Ella e John….2017…Paulo Virzì

    Um road movie diferente.
    Um casal de idosos com problemas de saúde saem em viagem num antigo trailer.
    O casal (Hellen Mirren e Donald Sutherland…com atuações soberbas) demonstram uma afinidade comovente.
    Tem uma direção segura…quase um observador.
    O filme não procura os clichês…pelo contrário.
    Uma das gratas surpresas dos últimos anos.
    Um filme imperdível…principalmente para aqueles que já passaram dos 50.

    Está no catálogo da Netflix

    1. Rubens Leme

      No seu auge, Helen Mirren foi a atriz mais bonita do cinema, até mesmo aos 60 anos. Donald Sutherland é um ator muito melhor do que se imagina. Por causa dos dois, vou assistir.

    2. Rubens Leme

      Bela sugestão de filme, periferia. Donald Sutherland é um gigante. Um ex-professor de literatura que fala o tempo todo de Joyce, Hemingway, Melville e que não se lembra o nome dos filhos ou de onde está, mas reconhece uma ex-aluna de 25 anos antes e sua melhor amiga.

      E o Rotten Tomatoes ainda classifica o filme como idiota e de final previsível, o que mostra a tragédia que os filmes de Vingadores e derivados estão fazendo com o cinema e até a literatura.

      Uma pena que essa geração não poderá mais atuar em breve. Menos mal que ainda os temos e os filmes antigos.

      1. Periferia

        Olá Leme.

        Um daqueles filmes que tem muito (mas muito mesmo) a dizer….de uma ternura desconcertante.
        Só de John recitar Hemingway (O Velho e o Mar) já vale o filme (Santiago).
        Fiquei pensando no filme várias dias…como estou com 55 e tenho uma relação de 25 anos com minha esposa (muito boa diga-se de passagem)…o filme bate forte.
        Mesmo em época do Thanos…ainda temos coisas belas.
        O filme é uma delas.

        1. Rubens Leme

          Bom, eu tenho 52, faço 19 de namoro em dois meses, 18 de convivência, 14 de casamento e completaremos 20 Natais agarradinhos . Estou chegando perto.

          Impagável a cena em que ele toma um tapa na cara do bandido e responde: “não precisa me bater só porque desconhece gramática”.

          Acho curioso as pessoas acharem o filme chato e previsível. Os 10 minutos finais, incluindo a revelação que ele fez, foram desconcertantes.

          Um homem que cita de cabeça Hemingway e Joyce, mas não se lembra do nome de quem está com ele. O cérebro é algo muito complexo.

    3. Filipe Fernandes

      Meus caros Peri e Leme,

      Hoje também vi o filme, e que filme, que pequena joia! Um filme realmente muito comovente (e cômico por vezes), que ilustra bem a triste percepção da desintegração da consciência, a perda das memórias construídas e compartilhadas ao longo da vida, a grave doença sob discreto disfarce; mas ao mesmo tempo revelando aos poucos uma linda história de amor entre Ella e John – a qual resiste insistentemente a essas marcas dolorosas. As fotos de família e de fases da vida vistas à noite no projetor, em cada parada – como esses momentos são bonitos.

      E algo que me chamou muito a atenção foi a atenciosidade demonstrada por muitos jovens ao escutar o que os dois tinham a dizer, sobretudo com o John. Digo isso porque esse período de pandemia me reservou muitas desilusões a respeito de nós como sociedade e sobretudo como seres humanos, algumas relacionadas ao escancarado descaso com os mais idosos.

      Um dos momentos mais belos do filme: ao conversar com uma atendente num Café, John não consegue se lembrar da frase final de “O Velho e o Mar”, e a moça, extremamente gentil (e estudiosa do Hemingway), declama a frase para ele, que transborda de alegria.

      Agradeço pela preciosa dica, meu caro Peri, mesmo. Um grande abraço aos dois.

  55. Bruno Marcedo

    Foi realmente assustador ver o Federer tomando um pneu. Não pelo pneu em si, mas por tudo o q pode representar nesse final de carreira. Pneu em Wimbledon parece um aviso dos céus. Não que eu saiba alguma coisa da vida, apenas temo que o Federer não reconheça o momento de parar. Esse camarada ama tanto o tênis que não quer se despedir, parece com um cirurgião que aos 70 anos não quer admitir que as mãos estão tremulas ou um professor que não quer aceitar que seu pensamento não é mais tão linear a ponto de ser compreendido com clareza. Muitas vezes é difícil entender que chegou o momento do fim.

    Mas, sinceramente, espero que Federer continue enquanto estiver sentido prazer em jogar, perdendo ou ganhando. Depois de todos os shows que ele e o tênis nos proporcionaram, não me custa nada continuar aplaudindo esse gênio, mesmo nas derrotas inevitáveis.

  56. Marlon

    Alguém tem notícias do Chiquinho? Sabe dizer como ele está? Ele nem deu mais as caras aqui no blog! Coitado do Chiquinho! Pra quem ele vai torcer agora? Eu acho que ele poderia se aposentar junto com Federer!

  57. Leo Gavio

    Vitor Hugo, Rodrigo S. Cruz.

    Anotem esses dois nomes ai, vocês nunca mais vão ver por aqui.

    Essa derrota do Federer foi bem merecida, não pra ele, mas para os seus fãs. Os fanáticos torcedores do Federer agora vão dormir dias e dias com um pneu na grama da quadra central de Wimbledon, numa fase final, não foi no inicio do torneio, nao estava lesionado, não foi contra um top 10 e etc.

    Quem chama Federer de Rei da grama, tá de brincadeira né? Rei da grama chama-se Pete Sampras, zero derrotas em 7 finais, e acredito que jamais tenha levado um pneu na quadra central.

    Quando eu digo que a entressafra foi a mina de ouro, as pessoas insistem em dizer que Hewitt e Roddick eram adversarios de peso kkkk. Faz-me rir.
    Hewitt seria marmita dessa next-gen ai. Não seria top 10 e Roddick não seria top 5.

    1. Gustavo

      Hewitt e Roddick se jogassem hoje estariam com chances de ser nº 1 do mundo
      Sampras parou com a idade que Federer tinha em 2012
      Em 2012 federer tinha 7 títulos em 8 finais, e nenhuma derrota para Djokovic
      Por sinal, se Nadal tb tivesse parado com a idade de Borg, ou até 3 anos mais velho, teria 0 derrotas pra Djokovic em RG
      Djokovic é o cara que ganha dos outros muito após o tempo deles, e que não vê ninguém bom surgir no seu tempo
      Daqui a pouco eu ganho de Sampras na grama ou Borg no saibro numa pelada e apareço aqui pra dizer que sou Goat

      1. Alessandro Siqueira

        A diferença de idade entre Nadal e Djokovic não chega a um ano. É sério mesmo que vai fazer esses recortes? A gente sabe que a estatística é a arte de espancar os números até que confessem o que nos interessa, mas torturar já é demais. Sobre Federer, vale lembrar que o suíço é de 08/08/1981. Novak é de maio de 1987. Portanto, quando o sérvio nasceu o helvético ainda tinha 5 anos. Do sérvio para Tsitsipas, por exemplo, são mais de 11.

        1. Gustavo

          Por mais que fiquem chateados, a verdade é que quando Djokovic despontou em 2011, já vinham 7 anos da Era Federer, e Nadal foi um participante desta Era e que já tinha conquistado tudo na carreira antes de 2011
          Então sim, o “tempo” de federer e nadal foi antes de 2011
          Depois veio a era djokovic e federer e nadal participaram, mas o tempo de auge deles foi antes
          A era Djokovic foi de 2011 a 2014
          A partir de 2015 foi a era da entressafra

      2. Paulo César

        2011. Um ano fantástico para o tênis, com uma das melhores perfomances de todos os tempos de um tenista! No início do ano de 2011 Federer estava com 29 para 30 anos e Nadal com 24 para 25. Você só pode estar de brincadeira.

      3. Paulo Almeida

        “Hewitt e Roddick se jogassem hoje estariam com chances de ser nº 1 do mundo”

        ??????????????????

        Parabéns pelo bom humor depois de um dos piores dias da sua vida de torcedor. Fiquei rindo uns 15 minutos sem parar!

      4. Carlos Henrique

        “Hewitt e Roddick se jogassem hoje estariam com chances de ser nº 1 do mundo”
        Confesso que dei uma gostosa gargalhada!
        Hewitt era um pusher do início da padronização do circuito. Com seu jogo obsoleto seria engolido pelo circuito atual. Número 1? kkkk Sim, assim como o Agut e o Carreno Busta tem chances.
        Roddick possuía um excelente serviço e uma ótima direita. Seria um dos cotados em WB e, muito talvez, no US Open. Isso é suficiente para ser número 1?KKKKKKk

      5. Thiago Silva

        Mas o Federer se manteve no top 10 até 2016, saiu por lesão e depois voltou e virou número 1 em 2018, se ele chegava em semis, finais e ganhava slams até 2018 é porque ainda estava em altíssimo nível, o Sampras em 2002 tava dando o último suspiro.

    2. Ronildo

      Não tem sentido comparar os jogos de quem se aposentou com 31 anos com quem, com quase 40 anos ainda está jogando. Como saber quantos 6/0 o Sampras iria tomar do Roddyck, Nalbandiam, Hiewtt e do próprio Federer em Wimbledom se decidisse jogar até os 39 anos? Outro cara fez esta mesma comparação no outro post, pra mim uma comparação destas é absolutamente ridícula.

      1. Alessandro Siqueira

        O suíço não está sendo obrigado a jogar. Ele se coloca em quadra porque deve acreditar ter chance de ganhar, né?

      2. Luiz Fabriciano

        Dessa vez concordo plenamente.
        Que mania que as pessoas têm de dizer que se Sampras parou com 31 e Federer ainda joga aos 40, um tomaria pau de todo mundo e outro é o tal.
        Da mesma forma que acham o Laver o maior de todos. Ganhou tudo na época dele, mas acredito que nem ele mesmo se garantiria na era atual.

      3. Carlos Henrique

        Nobre, não comparei.
        Atestei um fato. Sampras tem 0, zero, nada, nenhum pneu sofrido em WB.
        Além de 7 títulos em 7 finais.
        Enquanto o REI DA GRAMA (risos) possui um monociclo e quatro pratos!

    3. Paulo Almeida

      Sábio Gavião, o Hewitt era o pior dos pushers: com certeza absoluta seria surrado pelo Agut e até pelo Busta.

      1. Sérgio Ribeiro

        Esses caras não teriam a menor chance . Hewitt 4 x 4 Agassi , Hewitt 5 x 4 Sampras, Hewitt 6 x 7 Safin . Sabes nada “ sábio “ Paulão rs. Abs!

        1. Carlos Henrique

          Ué, o nobre forista, que sempre torceu o nariz pra h2h e é useiro e vezeiro na bengala da idade colocando confronto direito do pusher Hewitt contra os americanos Agassi e Sampras?!?

          HAHAHHAHAHA
          IMPAGÁVEL!

    4. Sérgio Ribeiro

      Sempre a mesma bobagem . Quando e’ que tu vais entender que Sampras tentava se igualar o Björn Borg com CINCO conquistas consecutivas e exatamente Federer com apenas 19 anos o bateu em Wimbledon 2001, há exatos 20 anos . Daí pra frente Federer se igualou ao Sueco com as mesmas CINCO conquistas. E levou mais TRÊS. E’ o Tenista que mais JOGOU e mais VENCEU em WIMBLEDON com CENTO e CINCO Vitórias . Quando digo Leo Gavião e’ o Nick que passa de mão em mão pensam que estou de sacanagem . Como Sampras pode superar o maior vencedor disparado nesta superfície ??? rsrs Abs!

      1. Carlos Henrique

        Ué, nobre forista. O Connors tem 102 triunfos no US OPEN. Ele é o Rei do Slam americano???
        KKKKKKKKK

        Diversão garantida….

        1. Sérgio Ribeiro

          Não sei a sua idade , mas já vi que tem uma dificuldade incrível de entender os FATOS . Procure saber quem é o segundo em Vitórias em WIMBLEDON e nos outros Torneios na superfície. Vai se surpreender. Roger Federer é disparado o maior vencedor na Grama Sagrada com DEZENOVE Conquistas e 192 VITÓRIAS. O rapaz já e’ engraçado no face TênisBrasil e agora faz questão de aqui ser a garantida kkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

    5. Chetnik

      Uns anos atrás, o Marquinhos – não lembro qual nick estava usando na época -, que sempre adorou validar as suas opiniões fazendo perguntas para o Dalcim, perguntou para este o que seria do titânico Hewitt nos tempos de hoje.

      A resposta foi simples, clara e direta: “Brigaria para ficar no top20”.

      A cara de cachorro que caiu da mudança do multifacetado foi um dos maiores momentos da história do blog kkkk. Por falar em “cachorro que caiu da mudança”, por onde anda o cara das picanhas dominicais? Kkkkk.

      1. Carlos Henrique

        HAHAHHA

        Excelente registro. Relembrei agora do momento.

        E o Dalcim foi muito do generoso com o c´mon aussie.

      2. Augusto Montenegro

        Meu amigo, esse Marquinhos era chato viu! kkkkk
        Eu admirava o Marcão! Esse sim era top, torcedor de Murray. kk

  58. Thiago Silva

    Eu lamento pelo Federer, ele tá no fim da carreira e claramente fora de forma e com os joelhos estourados nessa idade é praticamente impossível vencer um slam, mas acho bem feito pra torcida inglesa mal educada e pros fãs arrogantes.

  59. Jonatã Lopes

    Dalcim

    Não acha que o Federer deveria jogar torneios menores (ATP 250) com chaves acessíveis , a fim de ganhar ritmo e confiança para os Grand Slams?

    Se for o caso, acho até que ele deveria sacrificar as Olimpíadas . O que acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho bem provável que ele não vá a Tóquio e talvez dispute mesmo algum dos torneios anteriores ao Masters canadense.

  60. Paulo Almeida

    Que delícia essa surra acachapante que o terceiro definitivo do Big 3 levou na sua antiga casa, lá na famigerada era bagreolítica. Depois virou residência do craque. Pneu em Wimbledon e ainda pensa em Slam? Kkkkkkkk

    E os membros da seita ultrafanática não aparecem nem se o GOAT inconteste não for campeão, hohohoho!

  61. Periferia

    Não deu…
    Acho mesmo que nem é a condição física…apesar de existir…mas não está sendo o fator dominante.
    O mental está pesando…ele está percebendo que não é o mesmo…que pode perder para “qualquer” um…em qualquer torneio.
    A realidade é dura para um gênio como ele…
    Ele necessitava da “inconsequência”…entrar em uma quadra sem nenhum compromisso com a vitória ou títulos.
    Bater na bolinha sem medo de ser feliz (acertando ou errando).
    Nunca mais Federer será Federer…não no nível que conhecemos.
    Mas ele pode ainda oferecer momentos de grande qualidade (até com cem anos).
    E pode ser feliz jogando assim (o que importa).
    As pessoas teimam em querer aposentar os ídolos…até por uma autodefesa (ele é maior que tudo…diria o fã cego).
    Não é bom ver o ídolo em baixa (imagine o torcedor do Dustin Brown).
    Acho que Federer deveria jogar enquanto desejar…ganhando ou perdendo…desde que se sinta feliz segurando uma raquete.
    Serve para Nadal….serve para Djokovic…serve para todos (quando o momento chegar).
    O tênis é um esporte maravilhoso.
    Em muitos momentos Federer foi maior que o tênis.
    Chegou a hora de retribuir…
    Fechando uma carreira com prazer…e satisfação…trocando bolas com garotada…
    O tênis agradeceria.

    1. Paulo Almeida

      Sinto muito, Peri, mas absolutamente ninguém é maior do que o tênis ou qualquer outro esporte. Nisso concordo com aquele que diz que jogadores são efêmeros.

      1. Periferia

        Olá Paulinho

        O Federer ganhou 4 Laureus seguidos….entre 2005 e 2008…foi algo extraordinário….naquele momento ele chegou a ser maior que o esporte que praticava.
        Assim como Tiger Woods….Schumaquer…Usain Bolt…mas é apenas naquele momento…o tempo faz o esporte assumir seu verdadeiro lugar (em alguns momentos….o esportista supera o esporte que pratica….o que não é ruim…bom para o esporte e seus pseudos deuses).

        Abs

      2. Sérgio Ribeiro

        Tu com esses papos repetitivos a exaustão do tal “ goat “ acha que os jogadores são efêmeros ??? És uma piada “ sábio “ Paulão rsrsrs. Abs!

        1. Marcelo Costa

          Nobre ranheta, ontem o suíço perdeu, e pasme teremos a continuidade do torneio, então sim o tenista é passageiro (vou mudar a palavra), o tênis fica. Mas quando o suíço parar, eu espero que você pare de seguir, jogar, comentar, assistir tênis.

          1. Sérgio Ribeiro

            Deixa de postar bobagem rapaz . De Borg , passando por Sampras e GUGA e chegando ao melhor de Todos , o Tênis nunca deixou de ser meu esporte predileto . E vai continuar com a nova geração. O seu caso já e’ de mudar o disco que já deu no saco rs . Abs!

  62. Alessandro Siqueira

    “Você pode até dizer que eu estou por fora
    Ou então que eu estou inventando
    Mas é você que ama o passado e que não vê
    É você que ama o passado e que não vê
    Que o novo, o novo sempre vem”.

    É isso, Belchior, ou aceitamos a passagem do tempo, ou aceitamos a passagem do tempo. O novo sempre vem, gostemos ou não. O tempo é inexorável e “não dá para procurar queijo onde não existe mais queijo”, parafraseando Spencer Johnson.

    1. José Yoh

      Alessandro, essa frase seria para os torcedores ou para o Federer?

      Os torcedores ainda tem o privilégio de ver um senhor de 40 anos, recordista de Slams e vários outros recordes jogar com gente 20 anos mais nova e ganhar, com muitas jogadas interessantes. Só existem dois jogadores na ativa com currículo parecido.

      Se for para o Federer, ele ainda chega em quartas de um slam. Coisa para umas 20 pessoas desse planeta. Tem um patrocínio milionário em suas mãos, um dos maiores do mundo – o que significa que ainda é muito importante para o esporte. Seus jogos atraem o interesse até de quem não torce para ele e vão continuar atraindo por décadas.

      Creio que nenhum federista achava que ele pudesse ganhar WB. Ninguém nega que o tempo chegou, apenas aprecia a magia de vê-lo em quadra. Isso é curtir o presente antes que ele aposente, não é ficar amando o passado.

      1. Alessandro Siqueira

        A música se aplica a todos nós e apenas quer dizer que o tempo passa. Cabe a nós aceitar, e sofrer menos, ou entrar numa espiral de narrativas.

  63. Julio Cesar

    Djokovic jogou de freio puxado? Sem brilho, e o saque anda menos eficiente com o passar do torneio.

  64. DANILO AFONSO

    Incrível Djokovic alcançando 41 semifinais de Slam. Federer com a mesma idade tinha 38 semifinais e Nadal 33.

    Calma Sérgio !! Apenas uma estatística simples.

    1. Ronildo

      Qualquer comparação com o Federer realmente é incrível!

      Porém não há muita diferença entre 41 e 38.

      Mas falando assim, você certamente concorda comigo que ser vice é uma consecução. Chegar na final é maior do que chegar a semifinal certamente. Embora evidentemente a frustração de perder na final seja maior.

  65. Roberto

    Federer está no final de carreira. Difícil se manter ainda competitivo, o tempo vai cobrando. Desde o retorno não se encontra em quadra. Improvável que consiga mais um grande título.
    Nadal está no mesmo caminho. Surpreendeu muitos com a carreira tão longa. Ficará a expectativa para o saibro no próximo ano.
    Djoko continua voando e vai colecionar recordes, não sobrou adversários para barrá-lo consistentemente. Derrotas eventuais vão acontecer, mas ele próprio e o tempo serão seus reais adversários.

  66. Flávio

    Boa noite!

    O que você achou da organização do torneio fechar o teto sem motivo aparente?

    Obs: Admiro muito o Roger Federer (antes que eu seja massacrado.rs)

      1. Luz de Júpiter

        O povo está dizendo que o teto foi fechado por causa de um comentário errôneo do comentarista do Sportv que, numa cena em que mostrou o céu, achou que o teto estava se movendo.

  67. Luiz Fabriciano

    “…Teremos de esperar para ver se ele realmente vai confirmar a presença em Tóquio, o que exigirá viagem longa, troca de fuso e adaptação ao terceiro piso diferente em seis semanas. Quem sabe, no entanto, o clima da família olímpica não lhe dê a descontração necessária para finalizar a temporada de forma positiva.”
    Mestre, pode ser que Roger Federer, agora, em fim de carreira, sinta o clima da família olímpica, coisa que para mim, ele nunca sentiu.
    Haja vista que em 2008, em seu auge, preferiu um hotel 5 estrelas à vila, onde realmente o clima se estabelece.
    Saudações.

    1. José Nilton Dalcim

      Isso é muito normal para os atletas muito assediados, Luiz. Quase todos os tenistas famosos fizeram isso. Independente disso, o clima olímpico está em ver grandes exemplos de superação, de determinação, de vitória. Isso talvez seja mais importante do que tirar selfies… rsrs…

  68. Luiz Fernando

    Aproveitando o ensejo e imitando o Ronildo, previsões p sexta e domingo: Djoko 3×0, Berrettini 3×1, Djoko campeão 3×1. E aí teremos o maior USO de todos os tempos em matéria de público e apelo de mídia, com os caras do Big3 disputando o título 21…

      1. Alessandro Siqueira

        O que impediria o canadense estar bem? Na idade dele o corpo se recupera com extrema facilidade.

      2. Barocos

        Ronildo,

        Obrigado! Nada como as suas previsões e as do Pessanha para tornarem o dia dos torcedores do sérvio mais feliz!

        USOpen vem aí, talvez a última vez em que todos os 3 estarão em quadra no mesmo torneio, quiça Murray e Wawrinka também, vamos torcer, o resultado seria o menos importante. Parece mesmo que esta época de ouro está chegando ao fim, vou continuar assistindo, claro, mas que vai bater uma nostalgia gigante, isto eu sei que vai.

        Saúde e paz.

  69. Luiz Fernando

    Dalcim tenho visto em perfis do Instagram de comunidades de torcedores do Nadal vídeos dos torneios de golfe intercalados com treinos em quadra dura, vc sabe se ele está intercalando golfe e treinos no momento ou estes vídeos são antigos? Nem sei se vc está a par disso, se souber agradeço a resposta…

    1. José Nilton Dalcim

      Realmente não sei, Luiz, mas seria bem lógico que ele estivesse já treinando para a quadra dura.

  70. Willian Rodrigues

    Quanto as colocações de alguns colegas ainda na pasta anterior, creio que os torcedores do suíço deveriam estar orgulhosos e felizes! Esse pneu não representa nada… Um atleta que atinge quartas de final de Wimbledon aos 40 anos, obrigando adversários (não importa quem sejam) a jogar muito se quiserem a vitória, é algo digno de nota. Mesmo cambaleando ainda faz jogadas belíssimas! É preciso reconhecer a grandiosidade do sujeito, mesmo sem apreciar sua personalidade ou qualquer outro aspecto mais subjetivo.
    Claro, o nível ABSURDO de tênis que esse cara sempre jogou acaba estabelecendo expectativas sempre muito elevadas…
    Eu próprio já estava imaginando uma nova final épica entre ele e o sérvio.
    Sempre torci contra Federer! Todos aqui sabem disso. Porém, por tudo que realizou em sua carreira e sua contribuição ao esporte, ele merece uma despedida mais gloriosa, mais digna. Seria muito legal se ele encerrasse vencendo algum título importante, assim como fez Sampras.
    Quem sabe em Cincy?

    1. Augusto Montenegro

      Roger FEderer é foda! Desculpa o palavrão. É um espetáculo vê-lo jogar. Só de pensar que no meio esportivo o cara está com 40 anos. É como você disse um gênio como ele, a gente sempre espera um pouco mais. Vamos aproveitar o máximo os jogos desses 03 grandes jogadores, como disse o Saretta, eles farão muita falta em breve.

    2. Barocos

      Willian,

      Belo comentário, sem nenhum ranço devido às brigas entre torcedores.

      Faz 20 anos que o Federer encanta o mundo e, nestes vinte anos, como para qualquer outro atleta de ponto, sempre existirão dias ruins, mas não é isto que define as carreiras dos mesmos. Roger é gigante e continuará gigante.

      Saúde e paz.

  71. Arthur

    Mero chute, Dalcim, mas eis meu prognóstico para o Federer depois deste WB:
    Abandona os Jogos Olímpicos, talvez – e bem TALVEZ mesmo – jogue o USO e depois larga a temporada.
    Ano que vem, vem pra uma despedida em WImbledon and that’s it.
    Roger Federer: quem viu, viu. Quem não viu, vai ter que viver de vídeos no YouTube daqui pra frente.

    Um abraço.

  72. Geailton

    A seita e seu lider Roger BRIDGESTONE Federer foram humilhados. O suíço é o campeão mais covarde que eu vi. Quando está perdendo o cara se entrega, desiste de bolas alcançáveis, não tem sangue nos olhos pra virar uma partida, bem diferente dos seus rivais, que mesmo perdendo de 2 sets a 0 não desistem e buscam alternativas. Por isso nunca me agradou. Logo o
    Rodrigo SUMITOMO Cruz, Vítor Hugo CONTINENTAL e demais fakes vão trocar seu nickname e voltar aqui escrevendo suas bobagens, tentando disfarçar

    1. Chetnik

      Kkkk. O ciclotímico vai voltar a ficar taciturno e rabugento, querendo moderar as mensagens alheias kkkkk. Uma pena, estava ficando “soltinho” novamente nos últimos dias kkkk.

      1. Paulo F.

        Hahahahahaha!
        Sim, é a face que ele demonstra nessas épocas ruins de Federer: querer dar uma de moderador.

    2. Alessandro Siqueira

      Eis que Geailton entrou ON FIRE-stone. Uma pedra de fogo, mas bem que poderia ser o bola de fogo já que o frio tá de matar…???

  73. Luiz Fernando

    Achei a entrevista pós-partida do Federer acima de tudo lúcida, mas também muito triste, como não poderia deixar de ser. Ele está ciente q no momento não tem como competir com uma serie de jogadores e por isso acho bem improvável q vá a Tóquio, creio q a tendência é q retorne apenas em Cincy, q sempre teve um piso mais adequado ao seu estilo, e USO. Mas grandes campeões não foram feitos para serem derrotados em seu “quintal” como ele foi hj e em Halle, e isso certamente o abateu demais, principalmente pq ele não ve uma luz no fim do tunel, e creio q maioria absoluta dos q tem lucidez pensa da mesma forma. Tão lúcida quanto a entrevista foi uma resposta do Dalcim a um questionamento do post anterior, quando disse: joga por amor ao tenis, e nas entrelinhas penso q o caro jornalista acha bem improvavel novas grandes conquistas por parte do suíço. Uma coisa estou certo: ele não se prestará a exibições como foi postado aqui há uns dias, lendas vivas como ele não nasceram pra perder…

    1. Bruno Gama

      Bla bla bla bla bla bla bla, odeia o Federer e fica se fazendo de imparcial, dá vergonha alheia quando você fica discorrendo sobre o Federer.

      1. Luiz Fernando

        Já disse aqui e repito: não gosto do Federer, sempre torço contra ele e sempre vou provocar seus torcedores. Mas não sou cego como vcs, não tenho hábito de atribuir as vitórias dos adversários a doping e sei perder e reconhecer méritos dos demais.Isso me diferencia de caras como vc!!!

  74. Willian Rodrigues

    Não pude assistir aos jogos de hoje. Mas, ao analisar os highlights, fiquei com a nítida sensação de que Federer pode estar sentindo aquela mesma instabilidade no joelho que ele relatou em entrevista há alguns anos antes de passar pelo primeiro procedimento.
    Apesar da idade, o condicionamento físico parece estar em dia, tanto que ele encarou muito bem alguns jogos mais longos com 4 sets.
    Fica a impressão de que ele está lento, sem explosão, mas creio que seja receio de fazer uma lesão mais grave.
    O suíço simplesmente abdicou de alguns drop shots feitos pelo polonês.
    Reparem também no saque… O movimento me pereceu alterado em alguns momentos…
    Além disso, ele bateu firme com a sola do pé esquerdo alguns momentos, ao final de alguns pontos, como se estivesse testando a estabilidade da articulação do joelho.
    De forma alguma quero tirar os méritos do Hurckacz que jogou muito bem. É apenas uma lebre que estou levantando…

  75. Jmsa

    Dalcim ,você acha que o Djokovic fecha os slams este ano ou pode ter surpresa ?
    Excelente texto como sempre.

  76. Paulo F.

    Vou preferir curtir a vitória do monstro sérvio: faltam 2, Nole!
    Digo BEM FEITO pela eliminação do Roger à apenas 3 daqui: Bruno, Sérgio Ribeiro e Marquinhos-Renato-Johnny-Vitor Hugo.
    À todos os outros federistas, minhas sinceras condolências. Parece que o fim infelizmente está realmente próximo.

    1. Sandra

      Dalcim , quero muito que Djokovic ganhe , não para calar a boca dos outros torcedores , pois torcida faz parte do jogo , mas sim para calar a boca dos jornalistas fanáticos , que querem colocar Federer em um pedestal , ele e tão humano quanto Djoko , Nadal e outros , todos podem perder ou ganhar ,espero que ganhe do canadense , essa garotada e muito arrogante

    2. Sérgio Ribeiro

      Eu tou muito preocupado com recalcados tipo tu. Se gostasses mesmo do Esporte teria lido sobre o que postei antes do jogo , sobre o jovem Polaco , Campeão do MASTERS 1000 de MIAMI 2001 , e a comparação com Sonego. Em nenhum momento pus Federer favorito. Mas isso é tipo de coisa que não te interessa. Tua praia são os posters do teu quarto rsrs. Abs!

  77. Chetnik

    Os caras estavam se iludindo mesmo por causa daquelas partidinhas vagabundas contra uns jogadores de 5a nível kkkk. Falando até em final e título kkkkk. E toma pneu! Kkkkk.

    Eu avisei aqui que depois da pouca vergonha de RG a justiça divina não falharia. Veio em Halle e duplamente em WB. Também alertei que toda a tramoia do AELTC seria severamente punida – já que tem um pessoal metido a cinéfilo aqui, qual o nome do filme? “Toda Safadeza Será Castigada” kkkk – assim que enfrentasse um adversário que soubesse empunhar uma raquete. Chetnik, o Oráculo. Fica o aprendizado para o Pushkin tupiniquim, que não acerta uma kkkk.

    Mas não chorem, não se desesperem. Vocês ainda tem a propaganda da Rolex para celebrar o bode kkkk. A gente sabe que é isso que importa. Não os títulos e as vitórias kkkk.

    PS: Um quiz para os colegas: Devo chamá-lo agora de “aposentado” ou “desaposentado”? kkkkk.

    1. LION

      A propaganda da Rolex foi uma das coisas mais bisonhas da história da publicidade mundial. Coisa de reloginho mequetrefe de fundo de camelô…

    2. David Lopes

      Chame do jeito que melhor satisfazer esse ódio enorme que tem dentro de você. Mas vamos combinar apenas uma coisa, volta aqui no blog dentro de 6 anos, quando o Djokovic também estiver com 40 anos, pra conferir se o mesmo consegue chegar nas quartas de Wimbledon. Tenho certeza de que você não será homem suficiente pra fazer isso.

      1. Alessandro Siqueira

        Quando Djokovic tinha 28 se dizia que ele não chegaria aos 34 em alto nível. De tanto falarem sobre o futuro, uma hora irão acertar.

        1. Carlos Henrique

          HAHAHAH
          De novo, Siqueira.
          Você tá demais nessa desconstrução, rapaz. Dá uma maneirada…

      2. Chetnik

        Daqui 6 anos o Djoko já vai estar devidamente aposentado com TODOS os recordes do tênis. O Djokovic sempre foi transparente e sincero quanto a seus objetivos. Ao contrário de um tenista que joga sem joelho, tendo 4 filhos para cuidar, porque está desesperado com a iminente perda de todos os seus recordes, ainda mais para alguém que sempre odiou e desprezou, ao passo que finge que ainda joga por “amor ao esporte” kkkk.

        Mas tem quem acredite, né.

    3. SANDRO

      Parabéns CHETNIK!!!
      Estou rindo até 2032 deste seu comentário cheio de humor!!!
      Tô garagalhando até agora com “Toda Safadeza Será Castigada” kkkk
      Eu acho que o vexame do 6×0 que o Roger FREGUESer tomou do Polonês virgem de quartas de final em Wimbledon é pior que o 7×1 que a Seleção Brasileira levou da Alemanha!!!

  78. Daniel

    Perfeito, só não concordo com “ter perdido a última chance de ganhar um slam”.
    Infelizmente, gostaria que fosse, mas estava muito longe disso.
    Hoje o Federer não mexeu as pernas bateu muitas bolas no pé da rede.
    Não parecia ser problema físico, mas um cansaço dos jogos acumulados.
    Não à toa, nunca ninguém da idade dele chegou antes nessa rodada em Wimbledon.
    O cara é um dos maiores fenômenos da história, mas o tempo é implacável.

    1. Julio Cesar

      Eu ouvi a entrevista original e, se não me engano, ele falou que era um pouco de mental devido ao fato de ter que fazer sempre um esforço extra a mais. Ele, que sempre jogou aparentando não fazer muito esforço, agora tentando readaptar a uma nova realidade com um condicionamento uns dois graus abaixo.

  79. Marcel Azevedo

    Dalcim, afinal o que houve com o Federer que ganhou tão bem do Sonego nas oitavas??

    Você acha que ele não recuperou tão dele depois desse jogo?? Ele estava andando em quadra.

    Boa noite e Parabéns pelo Blog

    1. José Nilton Dalcim

      Ele encarou um adversário que jogou melhor, devolveu firme e se mexeu muito bem, Marcel. Houve a meu ver ainda o favor vento, e Federer detesta jogar com vento e acho que não conseguiu se adaptar. Mas acho que os créditos têm de ser dados ao adversário. Hurkacz jogou muito bem.

  80. Chetnik

    “Nunca duvide de Roger Federer”.

    De fato, ele sempre arruma alguma outra forma pior de passar vergonha kkkk.

    1. SANDRO

      KKKKKKK
      Hehehehe
      Nunca duvide de Roger FREGUÊSer…
      O tombo pode ser maior ainda…
      Depois de ter sido eliminado pelo ZERO TÍTULOS AUGER ALI ACIMA em Halle, o vexame com esse 6×0 para o virgem de quartas de final em Wimbledon Hurcakcz, foi pior ainda!!!

  81. Luz de Júpiter

    O Federer não jogou uma única partida acima da média neste Wimbledon.
    Muitas pessoas estavam exagerando no otimismo, o que só fez alimentar os torcedores de Djoko, em sua maioria (no site, aqui no blog nem tanto) sem lá muita etiqueta, gostam de termos como “humilhar e destruir”, enfim.

    Federer não foi humilhado ou destruído, nem nada disso. Só essa leva nova de torcedores que pensa assim. Qualquer pessoa que assistiu a partida e tem o mínimo de bom senso sabe que Federer perdeu como perdeu por causa das circunstâncias. A derrota de 2019 foi muito mais dolorida do que esta, em termos de resultados. Esta dói no sentido da nostalgia mesmo.

    Por ironia do destino, a grama se mostrou um piso bem difícil para este Federer. A grama é traiçoeira, exige reflexos rápidos, respostas rápidas.
    Federer jogou melhor no saibro pois o Saibro lhe dava mais tempo.

    O fato de a grama não estar tão rápida esse ano ajudou um pouco. Mas o primeiro tenista que jogou de forma mais agressiva, com um saque potente, acabou sendo demais para ele.

    Enfim, hoje é uma dor diferente.

    Infelizmente os 4 jogadores que sobraram ficam trocando bola na base.
    Não vou ter um pingo de paciência para assistir as próximas partidas.

    Acompanhar pelas notícias, aqui no site.

    1. Gildokson

      Concordo com você, por vezes durante tdos esses jogos parecia que faltava reflexo em vários lances, movimentando mal e atrasado e outros, mas a gente ja sabe que isso é normal nessa fase da carreira infelizmente.

    2. Luiz Fernando

      Meu caro, arrogância e falta de um bom senso mínimo sempre caracterizaram o segmento federista deste blog, não todos, mas uns poucos, infelizmente c o beneplácito de um certo contingente, caras q instituiram aqui a indignação seletiva, q é a materialização do velho ditado “faça o q eu digo mas não faça o q eu faço”. Djoko, q hj é o foco de ranço e inveja dessa turma, foi o maior ídolo deles quando freou as conquistas do Nadal em 2011-12, e veja como se referem ao cara hj, em quais termos. A hora de pagar a fatura por essas baboseiras chegou, e tudo indica q será bem mais cara do imaginavam…

    3. Paulo Almeida

      É, ser varrido de quadra com um Pirelli não é humilhação nem destruição. É uma condecoração!

      1. Luz de Júpiter

        Teria sido, se tivesse sido dois anos atrás.

        Mas com 40 anos, um ano e meio sem jogar… A pessoa tem que ser realmente muito frustrada para achar que alguém foi humilhado.

        Ainda bem que o público inglês ovacionou o Federer quando ele deixou a quadra. Todo mundo sabe que ele nem precisava estar lá.

        1. Paulo Almeida

          Pneu na Quadra Central de Wimbledon é humilhação em qualquer circunstância, ainda mais em uma quarta de final depois de ter iludido seus torcedores. Não tente varrer pra debaixo do tapete.

    4. Paulo F.

      Então vá no YouTube assistir os “cracaços” do saque e voleio como Wayne Arthurs, por exemplo.

  82. Ronildo

    Bom, tomara que Federer continue no circuito até 2022, mas sem auto-cobrança.

    E tomara que decida não participar da Olimpíada.

    Bom, se fosse para fazer dupla com a Martina Hingis na Olimpíada, seria fantástico.

  83. Marcelo Reis

    Um homem pode mudar tudo: o rosto, a casa, família, esposa, Deus … mas tem uma coisa que ele não consegue mudar: suas paixões.

    Essa frase clássica de um grande filme argentino de 2009, para mim, aplica-se perfeitamente a Federer. Ele ama jogar e não quer parar. Quis se testar depois de uma longa e penosa recuperação. Deu uma chance a ele mesmo. Levando em conta o pouco que jogou esse ano e as limitações físicas, saiu-se até que bem, chegando na 2ª semana.

    Se o resultado de hoje o motivará/desmotivará para o que vem pela frente, só o tempo irá dizer. Espero que fique mais um pouquinho.

    1. Jonas

      Ele ama jogar sim, mas acredito que ele foi pra Wimbledon confiando que tinha chances de vencer o torneio este ano. Demorou tanto pra voltar, se preparou especificamente para esse torneio. Se ele vencesse, creio que anunciaria a aposentadoria.

      A cada ano fica mais difícil, mês que vem o cara já faz 40 anos. Ele, juntamente com sua equipe, deve estar discutindo algum torneio para se despedir. Só me vem à cabeça Basel ou Wimbledon mesmo.

    2. Barocos

      Marcelo,

      Faço minhas as suas palavras com uma ligeira modificação: espero que sejam ainda muitas partidas e alguns títulos.

      Saúde e paz.

  84. Sandra

    Dalcim, você disse que o Félix ganhou algum master? Fiquei sem entender ! E o polonês ganhou um ou dois Masters?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, Vinicius. É até verdade que o Delpo passou a dar mais slices depois das cirurgias no punho, mas o backhand dele é muito superior e ele geralmente batia muito bem.

  85. Sandra

    Dalcim, você não acha que a mídia faz muito oba oba em cima do Federer? Ninguém discute as qualidades dele , mas acho que ele vai no embalo da mídia e acaba acontecendo essas quedas!!! Já estou até com dúvidas se Djokovic ganha do canadense ? Por favor você poderi me explicar seu comentário acima ? O Félix já ganhou algum master? E o polonês ganhou um ou dois Masters?

  86. Marcílio Aguiar

    Era esperado que o Federer teria muitas dificuldades nessa partida, mas eu não esperava que fosse um derrota tão melancólica. Como bem disse o Dalcim, não parece que seja somente o físico. Estava totalmente apático, sem reação.

    A bem da verdade o polonês se impôs do começo ao fim e ganhou com propriedade.

    Roger tem todo o direito de continuar no circuito e parar a hora que bem quiser, mas alguém da sua estirpe suportará mais derrotas dessa natureza, que se tornarão frequentes nas primeiras rodadas dos torneios? Isso só explicaria por uma tremenda vontade de continuar jogando, porém não faz sentido jogar por jogar, sem ser competitivo.

    Acho que o final está mais próximo do que imaginava.

    1. Barocos

      Marcílio,

      Quero crer que você esteja errado. Eu adoro ver o Roger jogar, ainda que tenha predileção pelo Djokovic. Seu estilo é único, seu movimento de saque, os voleios e os slices são fantásticos.

      Só ele e sua equipe sabem quais são as suas reais condições físicas e o quanto tem se esforçado para se apresentar com um preparo adequado.

      Hoje pode ter sido um dia ruim para o Federer, e não tenho dúvida que foi um dia inspirado para o Hurkacz. De mais a mais, pelo tempo que ficou parado, acho até que ele evoluiu rápido. Se você não se lembra, o Djokovic demorou um bom tempo para engrenar depois de um período de inatividade bem menor e com bem menos idade.

      É muito cedo ainda para saber o quão competitivo ele pode tornar-se novamente, qual o nível que pode atingir, e espero que, de cabeça fria, possa reajustar as suas expectativas e planos e nos brindar com mais partidas, sem tanta pressão, o que pode torná-lo bem perigoso.

      Saúde e paz.

  87. Manollo

    Tenho Federer como ídolo no tênis, mas melhor parar para não passar vergonha, nada irá manchar sua vitoriosa carreira, ficar tomando bomba dos adversários não é legal, já deu, seu nome está escrito como um dos 3 melhores de todos os tempos, não tem que provar mais nada!

  88. Rubens Leme

    Dalcim, Federer deve terminar o ano fora do Top 100, mesmo tendo o ranking congelado os pontos pela metade este ano. Se bobear, fica atrás do Murray até.

    1. José Nilton Dalcim

      No momento, ele está no exato 40º posto no ranking da temporada, ou seja, sem considerar os pontos congelados.

    2. Maurício SP

      Mesmo perdendo hoje ele ficará com 600 pontos em Wimbledon até 2022. E também terá até o ano que vem 720 do Australian Open, 180 de RG e 500 de Miami, dentre outros. Só aí são 2000 pontos, ou seja, mesmo não jogando mais nada ele deve acabar o ano dentro do top 30.

  89. Thiago Silva

    Puts, é hoje que o rapaz camaleão se esconde num buraco e fica 3 meses sem aparecer até voltar com nome novo.
    E outro falou aí que o Rafa tava jogando golfe, melhor que passar vergonha contra o Hucrskrakcsz.

    1. Sérgio Ribeiro

      Depois do jogo é fácil ” camaleão ” que vai e volta do face TênisBrasil rs. Lá os caras te sacaneiam com razão. Rafa é CINCO anos mais jovem. Cedo pra fugir sem estar lesionado. Não vence fora do SAIBRO o Titio desde 2015 . E o Servio desde 2013 . Já que perdeu até em casa de repente o fanático apoia sua fuga pra outra relva rsrsrs . Abs!

      1. Thiago Silva

        A carapuça nem era pra você, mas já que vestiu, começo até a desconfiar que o dono de todos aqueles fakes seja você com um perfil mais hardcore. 2015? Que eu saiba a rivalidade vem desde 2004, não gosto de me gabar das vitórias do Nadal porque foi ele que ganhou e não eu, ao contrário de vocês que ficam citando os recordes do Federer como se tivessem alguma participação nisso kkk. Mas já que é pra se gabar, ainda tá 24×16, se é pra fazer um recorte que favoreça meu tenista preferido, vamos fazer até 2014 que eram humilhantes 23×10 quando os confrontos aconteceram no auge da carreira de ambos.

  90. Rubens Leme

    Li que Berrettini e o Ali acima (morro abaixo), além de serem grandes amigos, também têm coincidências no namoro, pois a namorada do canadense é prima da tenista Ajla Tomljanovic, paixão do italiano.

    Será curioso o próximo jantar coletivo do quarteto.

  91. Rubens Leme

    Se Wembley estiver precisando de grama nova antes da final da Euro, o pessoal pode ir até o All England e arrancar a grama após o T em todas as quadras, afinal elas estão virgens, intocáveis, já que Wimbledon virou um Monte Carlo verde.

    Ridículo o que os organizadores fizeram com o torneio. Antigamente, baseliners como Borg e Lendl treinavam muito voleio e iam para frente e liquidavam pontos. Já hoje…

    1. Marcelo Costa

      Hoje por curiosidade, fui ver o wb de 1996, a grama no T era toda gasta, onde se venciam os jogos, onde eram decididos os títulos. Hoje a base onde se joga com potência e externa regularidade, deixa tudo igual, e tem gente ainda que acha saque e voleio chato, quem pensa assim, não joga, jogou ou jogará tênis.

    2. DANILO AFONSO

      Rubens, mesmo que a velocidade da grama fosse mais rápida, ainda assim teríamos um jogo predominantemente de fundo de quadra. Antes mesmo da suposta padronização, os tenistas já subiam menos à rede. E isso ocorreu em razão da melhor preparação física dos tenistas que conseguem cobrir a quadra com mais eficiência, chegando mais inteiros na bola para eventual passada nos jogadores que ousam volear. Além disso, as raquetes e principalmente as cordas evoluíram tanto que propiciam e encorajam a adoção de um jogo baseline. Mesmo em Halle onde a grama é muito rápida, os tenistas buscam ir à rede “somente na boa”.

      Enfim, mesmo que a superfície de Wimbledon estivesse muito veloz, a grama próxima da rede estaria em ótimo estado, muito verde. Felizmente ou infelizmente esse é o tênis moderno. Aos amantes saudosistas do padrão “Big Game”, só resta reviver este estilo de jogo no youtube.

      1. Rubens Leme

        Danilo, tudo isso eu sei faz tempo, o que não me impede de odiar esta situação. Como sou o único daqui que torce declaradamente pelo passado, fico sossegado em criticar seja o “perseguido, paranoico e mal amado” Djokovic, ou “o baloeiro” Nadal ou “o aposentado” Federer.

        Como veterano no esporte, acho patetico essa coisa de “meu macho é melhor do que o seu”. No meu tempo, sentávamos numa mesa de clube e discutíamos os jogos, tínhamos nossas preferências, mas ninguém perdia tempo em ridicularizar o Borg, o McEnroe, Connors, Lendl.

        Acho que isso ocorre porque essas agressões são virtuais, porque ninguém aqui tem peito em falar isso ao vivo, numa mesa de clube. No mínimo seria chamado de crianção e expulso dela e nunca mais receberia um convite para retornar.

        Até o futebol era mais divertido e olha que não conheci um corintiano ou tricolor mais fanático do que eu pelo Palmeiras. Mas o que corria era uma gozação e segue a amizade. Gozar sim, humilhar e ridicularizar nunca, ou era motivo de briga certa.

        Infelizmente, as pessoas entram aqui babando para ridicularizar o outro lado e os nolistas, ao invés de mostrarem uma certa fleuma ou elegância neste momento de tamanha superioridade, agem como ressentidos, exatamente como Djokovic se sente em relação ao Federer e ao Nadal. Ele até deixou bem claro isso dias atrás.

        Repito: não torço para nenhum dos três e sequer me importo com os recordes, como pouco me importo com os números de Lewis Hamilton, na F1, nem de longe, o maior nome da categoria. No fundo, o que sinto falta é do espírito de camaradagem, que tanto existia quando era mais novo.

        É por isso que quando Marcílio, Periferia, Barocos, Filipe, Marcão e outros falam de outros assuntos, respondo. Nesta hora sai essa coisa xiita e infantil e o assunto corre de uma maneira civilizada. Se somos melhores que os outros? Não, não somos, apenas apreciamos mais a vida e outros lados dela por sermos mais velhos e sabermos que, no fundo, o que importa é se divertir, seja na vitória e na derrota.

        Se concordam (você e quem ler) comigo ou se responderão agressivamente e com vários kkkks é com vocês. Fico apenas com o esporte que aprendi amar aos 10 anos e gostaria que as quadras voltassem como antigamente, diferentes, cheias de especialistas e até com a volta dos carpetes ultra rápidos, afinal, esse foi o tênis pelo qual me apaixonei.

        Um abraço.

        1. Chetnik

          Ué, mas eu me divirto à beça. Aliás, como o LF magistralmente cunhou: “esse blog é diversão garantida” kkkk.

        2. José Yoh

          Danilo e Rubens, parabéns. Dois pontos de vista muito além da pobreza de espírito reinante aqui no blog.
          Abs

        3. Marcelo Costa

          Você caro Leme, como tenista das antigas que é, como eu ,sabe da dificuldade dos golpes saque e voleio, ainda mais somando ambos pra matar o ponto, então não está sozinho nesse saudosismo, onde a grama era surrada por inteiro.
          Sobre a passionalidade juvenil do big3, não são jovens neste espaço, são homens de meia idade o que é assustador.

          1. Rubens Leme

            Marcelo, descoheço a idade e sequer se são reais ou apenas robôs (essa praga do século XXI). Há vários aqui que defendem essa segunda hipóetese.

            Estava terminando de ver o filme que o periferia recomendou, Ella e John e que saudades me dá em ver pessoas como eles, um professor com demência mas que ainda se lembra de todo O Velho e o Mar, do Hemingway e que o fala para todos que encontra. A maioria o olha como se fosse apenas um velho gagá e é assim que me sinto, neste mundo.

            Tudo é tão estranho e sem sabor hoje, que não sei se converso com pessoas reais ou imaginárias. No fim, me reúno para trocar umas ideias e dar umas risadas. Preferia a época onde se escrevia pensamento e os debatia, mas parece pedir muito em um país onde a cultura e informação viraram fake news e kkks.

            Enfim, resistimos.

            PS: assista o filme na Netflix, que tem essa mania maldita de não nos permitir ver o filme ate o fim. Quando começam as legendas a tela fica pequena e entra uma atração que geralmente nada tem a ver com o filme assistido. Nem ver até o final e curtir os créditos podemos mais.

          2. Luiz Fabriciano

            Vai uma dica aí Rubens Leme:
            Quando entrar os créditos finais dos filmes na Netflix e aparecer logo em seguida, janelas com opções de outros filmes cobrindo os créditos, basta, no controle remoto, usar a tecla de setinha à esquerda, que sairá das janelas dos filmes, depois, setinha para cima até chegar à opção créditos. Aí, clica e volta a tela grande, normal, novamente.

          3. José Yoh

            Marcelo, creio que entra nessa conversa a dificuldade de dar uma passada ou um bom lob naquela época.

            Gosto de saque e voleio, porém não chego a ter saudosismo. Mas não fico comparando eras diferentes porque cada um dos grandes tenistas jogou de acordo com o que seu tempo exigia e possibilitava.

            Por isso vejo como totalmente infrutífero esse papo de GOAT, entressafra, etc. O tênis vai mudando e tornando impossível comparar qualquer tenista de épocas diferentes.

            É tudo subjetivo, inclusive os números.
            Abs.

        4. LION

          Quando o Djokovic demonstrou “ressentimento” em relação aos outros dois? Que mentira deslavada. E ainda fala de “fake news”. Típico…

      1. Israel Gilmar de Paula

        É até engraçado ler reclamações de velocidade de quadra. Na visão de vocês, Federer não é o cara mais talentoso que empunhou uma raquete? Por que ele não se adapta a qualquer condição.

    3. Roberto

      Também notei. Antigamente havia um desgaste da grama além da linha de base. Hoje em dia praticamente intocada.

    4. LION

      Fantásticos passadores de bola como Djokovic, Nadal e Murray hoje em dia comeriam com farofa os voleadores.

      1. José Yoh

        Por outro lado se fosse na época do Borg ou do Sampras a coisa ia ficar bem mais complicada.
        Para começar nenhum deles jogaria nesse nível após os 30 anos de idade. Iriam parar lá pelos 10 slams no máximo.

        A equação não é simples, Lion. Por isso ninguém resolveu até agora.

    5. Jose Yoh

      A lentidão da grama entendo que foi para melhorar o espetáculo porque muitos achavam chato um jogo com poucas trocas. Compreensível.

      Quando os três pararem, o tênis acho que deve cair muito de audiência. Primeiro, por falta de estrelas e depois porque os jogos estão longos demais.

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