Murray vai por cima
Por José Nilton Dalcim
30 de junho de 2021 às 20:25

Andy Murray não poderia terminar sua heroica batalha de outra forma: dono do melhor lob que já vi no circuito, realizou dois seguidos em cima do grandalhão Oscar Otte, um jogador que surpreendeu pela disposição ofensiva apesar de suas evidentes limitações, e assim o escocês manteve sua sina de jamais perder antes da terceira rodada desde a estreia em 2005.

Murray, claro, está ainda longe do que pode realmente fazer numa quadra de grama, mas ele sabe achar atalhos e tira toda a energia possível da enlouquecedora torcida. São evidentes seus altos e baixos, a falta de pernas ou de confiança para meter mais a cara na rede, e aí o excessivo padrão defensivo acaba aflorando. De qualquer forma, há uma chance bem considerável de passar por Denis Shapovalov, canhoto com histórico pobre no piso, desde que consiga se recuperar fisicamente.

No começo do dia, Novak Djokovic deu mais um show. Foi tão superior que até parecia que Kevin Anderson não era um especialista na grama, com vice em Wimbledon. O sérvio tem exibido nestes dois jogos as qualidades mais especiais de quem se aventura na superfície: um saque devastador e devoluções milimétricas. Se mantiver o padrão, será praticamente impossível ganhar dele. Enfrenta agora Denis Kudla, que é um batalhador de bolas retas, e deve depois reencontrar Gael Monfils. O ‘freguês’ francês só beliscou oitavas em Wimbledon uma vez.

No outro quadrante, Andrey Rublev me causou espanto pelo tamanho do domínio sobre Lloyd Harris e é favorito natural contra Fabio Fognini e depois diante de quem passar entre Diego Schwartzman e Marton Fucsovics.

Já o setor de Murray tem ainda outra esperança local, Daniel Evans, que passou bem na estreia por Feli López e hoje ganhou com autoridade de Dusan Lajovic. Mas não será fácil cruzar com Sebastian Korda. Não ficaria surpreso aliás se acontecesse um duelo todo norte-americano, já que Frances Tiafoe fez outra ótima exibição diante de Vasek Pospisil e pode muito bem prevalecer em cima do pouco confiável Karen Khachanov.

Kyrgios lidera queda de cabeças
Nada menos que 27 jogos desta quarta-feira ainda foram válidos pela primeira rodada e entre eles alguns resultados relevantes. O destaque é claro foi Nick Kyrgios. Após cinco meses sem competir e apenas dois torneios disputados desde março do ano passado, fez um jogo de alto nível e tirou o embalado canhoto Ugo Humbert num emocionante quinto set, por 9/7. É um excepcional jogador sobre grama, com capacidade de alternar velocidades e efeitos, além do saque fulminante e enorme habilidade na rede. Tem chance real de passar por Gianluca Mager e dar trabalho a Felix Aliassime, que fez um jogo redondo e não deu qualquer chance a Thiago Monteiro.

Também caíram Pablo Carreño, Casper Ruud e John Isner entre os cabeças de chave. Semifinalista de 2017 e quartas em 2019, Sam Querrey nem de longe pode ser chamado de surpresa e venceu bem os três sets contra Carreño,. É perigoso. Com ‘apenas’ 1,70m e um tênis totalmente de contragolpe, o canhoto Yoshihito Nishioka fez 3 aces contra os 36 do gigante Isner, de 2,08m, e só ganhou 18% dos pontos como devolvedor, porém o japonês aproveitou dois de quatro break-points e ainda levou um tiebreak.

Notável a vitória em sets diretos de Kei Nishikori, ótima recuperação da esperança local Cameron Norrie e nova frustração para Jo-Wilfrid Tsonga, que também parece muito perto do adeus.E Matteo Berrettini está muito a fim de jogo. Todos os vencedores, mesmo os que fizeram cinco sets, têm de voltar à quadra nesta quinta-feira.

Campeãs de Slam dão adeus
Duas jovens e uma veterana vencedoras de Grand Slam já deram adeus ao torneio, mas foram surpresas pequenas em se tratando de grama.

Sofia Kenin caiu cedo pelo quarto Slam consecutivo diante da também americana Madison Brengle, repetindo a segunda rodada de Melbourne. Venus Williams também se foi, mas Ons Jabeur atravessa bom momento e varia muito bem seus golpes. Por fim Bianca Andreescu nem passou da estreia, com 34 erros e um placar arrasador imposto por Alizé Cornet.

Aryna Sabalenka, Iga Swiatek, Karolina Pliskova e Garbiñe Muguruza já estão na terceira rodada. A cabeça 2 precisou de virada e de paciência com a torcida, a polonesa foi muito firme e Muguruza já ganhou em Wimbledon e pode achar o caminho de sua recuperação.

Aliás, a grama também é ótimo lugar para Pliskova recuperar sua temporada instável, mas estou gostando mesmo é de Sloane Stephens. Ela não saca muito, nem bate tão forte, mas é uma jogadora taticamente muito aplicada e está num setor bem interessante da chave.

O feminino também teve 23 jogos ainda de primeira rodada, que marcaram estreia difícil de Elina Svitolina, quedas de Belinda Bencic e Anett Kontaveit e vitórias de Vika Azarenka e Anastasia Pavlyuchenkova.

Sustos e preocupação
Depois das contusões sérias de Serena Williams e Adrian Mannarino, que não conseguiram seguir em seus jogos na Central, o piso escorregadio causou várias outros sustos nesta quarta-feira. Djokovic, tal qual acontecera na estreia, foi ao chão algumas vezes e não se mostrou nada feliz. Isner e Kyrgios também sofreram quedas feias, que felizmente não causaram danos maiores, e o próprio Murray perdeu o equilíbrio e imediatamente colocou a mão na problemática virilha, um sinal de alerta temeroso.

Questionado sobre o problema, o All England Club colocou a culpa no excesso de umidade da atmosfera no período em que o piso foi cultivado. “Tivemos a maior umidade em uma década e assim o teto das quadras precisou ser fechado, o que isso influenciou no assentamento”, afirmou,  jurando que a preparação das quadras foi exatamente igual a todos os outros anos. “Conforme os jogos acontecerem, a quadra ficará firme”. Será?


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Grata surpresa c o Aliassime, assisti o último set e o achei firme, focado e acima de tudo com bons golpes e consistência. Claro q o adversário era fraco, mas quem sabe o Tio Toni não consegue reverter a tendência de baixa do jovem de 20 anos? Potência nos golpes e potencial não faltam…

  2. Marcilio Aguiar

    Roger hoje fez para o gasto contra o Gasquet. As dificuldades até o 6×6 do primeiro set foram mais pela instabilidade do suiço do que pelo jogo do francês. Dai em diante o Gasquet foi presa fácil, como de costume. Apesar de todas as incertezas tenho a impressão que a movimentação em quadra foi bem melhor.

    O próximo jogo deve ser mais exigente contra um canhoto acostumado à grama.

    Vamos aguardar!

  3. Barocos

    Gasquet está dando ao Federer justamente o que ele precisa: ritmo de jogo, coisa que não foi possível em Halle. Tudo bem que a chave de baixo é muito dura, mas achei um absurdo que tenham desconsiderado as chances do velho leão da montanha, o que cara não ganhou títulos de Slam em 2018 a troco de nada. Aconteceu a mesma coisa com o Nadal este ano e o espanhol, depois de pegar ritmo, jogou muito bem. Claro, a situação da volta do Federer foi muito complicada, mas Roger não é um jogador qualquer (Nadal também não).

    Sigo na torcida por mais uma batalha de titãs, mas, claro, vou torcer pelo 20° título do Nole.

    Saúde e paz.

    1. José Nilton Dalcim

      Gosto muito das devoluções do russo e acho que o Rublev também usa bem no segundo serviço, mas eu ainda destacaria o Nadal. Ainda que não seja tão ofensivo nem procure na maior parte do tempo matar pontos, ele consegue profundidade notável mesmo lá de trás da linha.

          1. José Nilton Dalcim

            Murray consegue ser mais agressivo na devolução nas quadras que se sente à vontade, como a grama ou um sintético veloz, mas no saibro ou no sintético lento eu o acho conservador. Quando deveria na verdade ser até o contrário.

      1. Carlos Henrique

        Destaco além dos atributos técnicos, a parte mental. Nadal sabe como poucos mexer com o psicológico do sacador. É useiro e vezeiro em catimbar nos breaks points. Mas não uso essa palavra na acepção negativa do termo. Isso é do jogo e cabe ao adversário não se deixar abalar.
        Concorda, Dalcim?

      2. Marcilio Aguiar

        Obrigado, pela resposta.

        Não é que tenha esquecido do Nadal. Pensava mais nos jogadores mais jovens em ascensão, mas como fiz a comparação com o Djoko a sua resposta é precisa.

  4. Luiz Henrique

    Bruno Louzada
    23 de novembro de 2015 às 14:05
    “Eu dominava o circuito feliz
    Numa época de entressafra,
    Daí veio o Djokovic
    E acabou com a minha farsa.”

    FEDERER, Roger.

    não podia deixar essa passar kkkk

    Ajde Djokovic

    José Nilton Dalcim
    23 de novembro de 2015 às 21:11
    AI ai ai… Como serão os versos de Djokovic aos 34 anos? rsrs

    Caramba, nem o Dalcim acreditava em Djoko com 34…kkk

      1. José Nilton Dalcim

        Nada, eu escrevo o que acho no momento que os fatos acontecem. Também não imaginava o Federer ter Wimbledon nas mãos diante do número 1 do mundo quase aos 38 anos. Ou o Nadal ganhando o 13º Roland Garros aos 34.

    1. Jonas

      kkkkkkkkkk

      Confesso que tb tinha minhas dúvidas, ainda mais depois que o sérvio resolveu abraçar árvores.

  5. Bel Grado Fa

    Murray vai por cima
    Federer vai por baixo.
    Nadal não vai.
    E Djokovic está jogando o fino da bossa.

    Periga Federer sequer terminar a carreira como “co-goat”

  6. Periferia

    Contexto histórico

    Para saber a importância de um atleta em seu esporte devemos não apenas tabular números…mas influência para aquele esporte.
    Michael Jordan nunca teve domínio dos números e recordes do basquete( Russel e Kareen dominam as estatísticas)…mas para muitos ele foi o maior jogador de basquete que já existiu…ele elevou o basquete a um nível jamais visto…transformando um esporte de drogados ( a NBA não tinha exame anti doping…com isso os jogadores abusavam das drogas) em um dos maiores eventos esportivos do mundo(contexto histórico).
    Assim foi com Muhammad Ali…que não domina os números do boxe (Marciano e Sugar Ray dominam os números)…mas foi o lutador mais importante que o boxe produziu.
    Ali tem uma importância que transcende o esporte…para muitos não foi o maior nome do boxe apenas…foi o maior nome do esporte em geral (contexto histórico).
    Jack Nicklaus tem o recorde de majors no golfe….mas Tiger Woods é considerado por muitos o maior jogador de todos os tempos…transformou um esporte de “nicho” em um dos grandes eventos do mundo (contexto histórico).
    Até o rei Pelé sofre com as estatísticas….muitas dela dominada por Cristiano Ronaldo e Messi….mas Pelé mudou o esporte…o futebol era usado o WM (inventado na década de 30 pelo inglês Chapman)…o futebol resgatou esse esquema na década de 60 para anular jogadores como Pelé (não adiantou)…mas o esquema…com algumas variações…resistiu até os anos 80 (contexto histórico)
    Muitos correram mais rápido que Jesse Owens…mas nenhum teve a importância histórica dele (contexto histórico).
    Mikhail Tal tem o recorde de vitórias (95 vitórias seguidas) Lasker foi o campeão mundial por mais tempo(27 anos)…mas Bobby Fischer é considerado o maior enxadrista que existiu…(contexto Histórico)
    Roger Federer é o maior jogador que o tênis produziu…sua importância para o tênis é compavel a todos os exemplos anteriores (contexto histórico).

    1. Rubens Leme

      Perferia, num contexto histórico o maior enxadrista é Garry Kasparov. Fischer é o protótipo do enxadrista antigo: anti-socia,l, dedicado apenas ao xadrez, quase um sociopata. Essa imagem é muito explorado no filme Lances Inocentes, quase todos os enxadristas são assim, rabugentos, aparência suja, louco… e a volta dele em 1991, apenas acentuou essa imagem.

      Ah, respondi no outro tópico, mas talvez não tenha lido. A música do Scott Walker fala sobre o avanço do Pacto de Varsóvia, na famosa Primavera de Praga de 1968. Eis a latra.

      I seen a hand, I seen a vision
      It was reaching through the clouds, To risk a dream
      A shadow cross the sky
      And it crushed into the ground, Just like a beast

      The old man’s back again
      The old man’s back again

      I seen a woman, standing in the snow
      She was silent as she watched them take her man
      Teardrops burned her cheeks
      For she thought she’d heard, The shadow had left this land

      The old man’s back again
      The old man’s back again

      The crowds just gathered, their faces turned away
      And they queue all day like dragons of disgust
      All the women whispering
      Wondering just what these young hot-heads want of us

      And entres vie he cries
      With eyes that ring like chimes
      His anti-worlds go spinning through his head
      He burns them in his dreams
      For half awake they may as well be dead

      The old man’s back again
      I see he’s back again

      I see a soldier, He’s standing in the rain
      For him there’s no old man to walk behind
      Devoured by his pain
      Bewildered by the faces who pass him by
      He’d like another name the one he’s got’s a curse
      These people cried

      Why can’t they understand
      His mother called him Ivan then she died

      The old man’s back again
      The old man’s back again
      I can see him back again

      1. Periferia

        Olá Leme

        Apesar de saber que vc foi (ou é) um bom enxadrista…Gasparov foi um gigante (jogou 2 vezes contra o super computador IBM…)…mas Gasparov é de uma escola russa…muito tradicional no esporte.
        Fischer não….fez uma nação apreciar o xadrez…e convenhamos….um cara que coloca o xadrez na primeira página de um jornal americano…ele pode ser considerado o maior….Fischer como ser humano era uma “tranqueira”…mas foi um grande enxadrista….mudou o esporte radicalmente….Gasparov não mudou o esportecomo Fischer.

        Num primeiro momento não tinha compreendido….a música.. será que como o Sétimo Selo ela é também de 1969?

        1. Rubens Leme

          O disco todo foi escrito e gravado naquela época. Scott partiu depois para discos experimentais, a partir de Climate of Hunter, é muito interessante se curte este tipo de som.

          Sob esse ponto de vista, concordo totalmente sobre o FIscher. Esse ano me dei de aniversário o box com todos os volumes Meus Grandes Predecessores, que o Kasparov escreveu (https://www.amazon.com.br/Meus-Grandes-Predecessores-Garry-Kasparov/dp/8598628999/ref=sr_1_2?dchild=1&qid=1625169851&refinements=p_27%3AGarry+Kasparov&s=books&sr=1-2&text=Garry+Kasparov).

          São cinco volumes onde ele analisa todos os campeões antes deles, cheios de diagramas de jogos e observações sobre cada um deles e não apenas como jogador. E também me dei uma assinatura anual do chess.com.

          Adoraria ser um bom jogador, perfeiria, me satisfaria sendo medíocre, sou abaixo da crítica. O que fiz (mais ou menos) foi escrever sobre o tema, na Folha, Lance! e Gazeta Esportiva, durante 5 anos.

          Podíamos marcar um dia de nos encontrarmos no chess.com e nos desafiarmos. Mas fique esperto com o meu xeque pastor, que já abreviou carreiras de enxadristas promissores (começando pela minha mesmo….rs) e com meus ataques de cavalos e torres.

          Abraço

    2. Vial

      discordo totalmente. Federer n dominou o tenis em sua época mais disputada assim como michael jordan fez.. N influenciou praticamente todos os jogadores que vieram pós sua aposentadoria. N foi decisivo em 6 finais e mvp em praticamente todas como jordan e etc.. Federer ne tem um h2h melhor contra todos.. n lutou pelos direitos dos negros como ali… Federer era o maior enquanto possuia todos os récordes. Assim que deixar de possuir.. N tem nada no contexto da história de federer que o permita continuar sendo o maior.. nada. N adianta forçar a barra. Michael jordan tem vários números individuais que o colocam como o melhor sim. sem contar que está misturando esporte coletivo e individual… Um time superior vai vencer independente da estrela que o outro tenha. Contexto histórico kkkkkkkkkk… que palhaçada tentar comparar Ali e seu histórico de luta e sua representatividade.. Com o Suíço federer….

      1. Periferia

        Olá Vial

        Vc vinha bem na sua argumentação…. Uma opinião respeitável.
        Mas no final vc não conseguiu segurar sua prepotência e nem a falta de educação.
        Chamar a opinião alheia de “palhaçada” não é um bom argumento (nem escrever kkkkk…isso denuncia a falta de ideias).
        Vc é daqueles que querem enfiar goela abaixo uma perspectiva de mundo (não apenas uma opinião).
        Aprenda a trocar idéias e pensamentos…a discordância é sempre boa…desde q com respeito (o que te falta).
        Nunca te vi por aqui (ou posso ter visto com outro nome)….mas não gostei do que vi.

        E ao invés de tchau….Vial.

    3. Bel Grado Fa

      Meu caro,

      Também em outras áreas, temos Fibonacci, Arquimedes, Pitágoras, Euclides, Poincaré, Galileu GAlilei, Petolomeu e Copérnico (apenas para citar alguns). Mas neste momento do tênis, Achenwall e John Graunt estão vivendo seu momento de glória.

  7. Ronildo

    Eu nunca vi um sujeito ter tanta sorte na chave de Wimbledom como o Djokovic. Lembrando que certa vez enquanto o Federer fazia semi contra Murray, ele fazia contra Casquet. Outro ano Federer fez semi contra Nadal e Djokovic novamente contra um tenista mais fraco. E agora este sorteio superou tudo. O único tenista melhorzinho do lado de Djokovic é o Rublev. Todos os outros super gabaritados estão do outro lado. O Tsitsipas seria um rival a altura se tivesse se preparado melhor.

    É de arrepiar! Acho que este ano ele vendeu a alma, o corpo, a fortuna e tudo o mais que o capeta pediu.

    1. Robson

      Meu,desencana, vá curtir o último ano do seu ídolo suíço no tênis.
      O número 1 do mundo um dia tb irá se despedir do circuito,o tempo passa pra todos.
      O número 1 do mundo,na minha opinião, só terá mais dois anos de alto nível no circuito,esse que estamos(2021) e 2022.
      Coisa estranha e de caráter ruim ficar com tanto odiozinho de quem nem conhece,de quem nem sabe que vc existe.

      1. Ronildo

        Eu sei que esta ferida é muito dolorida. Vou lembrar de não tocar mais neste assunto das chaves fracas que o Djokovic pega em Wimbledom. (Semifinais Djokovic vs Casquet e Federer vs Murray)
        (Outra semifinal Federer vs Nadal e Djokovic vs xxxxxx)

        1. Luiz Fabriciano

          Tocaste num ótimo tema:
          semi-finais: Djokovic x Gasquet – Federer x Murray.
          Djokovic e Federer engolem respectivamente seus adversários. Na final, Federer é engolido – pela idade. Pode isso?
          E não me diga que tu já não usaste desse expediente.

    2. Luiz Fabriciano

      Além da pressão do público nas costas de Federer, o Tsitisipas é agora o outro culpado pelo sucesso do sérvio.
      Por que será que o procedimento feito para definir quem enfrenta quem chama-se SORTEIO?

  8. Sandra

    Dalcim , nenhuma crítica ao Guga , pois passei a ter ídolos do tênis com ele , mas o problema do quadril dele e de outros jogadores que tiveram problemas no quadril e pararam e maior que o do Murray, mesmo
    hoje em dia a medicina ter avançado ? Por maior que seja a força do Murray deve ser insuportável jogar com dores !!

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, houve muitos avanços nesse campo, Sandra. A contusão no quadril era algo novo na época do Guga, com alguns casos começando a aparecer, como o Norman e o Hewitt. Como se tornou uma contusão muito frequente, houve estudos e avanços no tratamento. Hoje, Murray usa uma protése metálica que resolveu alguns problemas graves, principalmente o da dor. Não fosse isso, nem estaria jogando.

  9. Paul McCartney

    Uma coisa que eu acho interessante, acho que a pior característica de um jogador é a “amarelagem”. Kevin Anderson, por exemplo, um baita jogador, mas nunca evoluía porque na hora H sempre entregava, até pegar uma chave de ATP 500 no US Open e então conseguiu deslanchar na carreira, mas o fato de ele amarelar praticamente invalidava toda qualidade que ele tinha, e só depois dos 30 foi que realmente virou um jogador candidato a grandes campanhas (diferente de Wawrinka, pós 28 virou candidato a título).
    Pois bem, sendo a “amarelagem” a piro característica de um jogador, pois tudo o que ele adquiriu durante décadas de treino vai sendo jogado fora, acho engraçado que os fãs de Federer implicitamente exaltam essa característica dele. Quando dizem que ele foi campeão moral porque amarelou, tão no fim das contas exaltando o fato dele ter amarelado, quando na verdade ele foi vice campeão sem moral alguma, justamente porque na hora H jogou fora todos os treinos, a campanha e os pontos ganhos na partida, ou seja, tinham mais é que repudiar aquilo, e quando falassem da final de 2019 deveriam simplesmente ficarem calados.
    Por exemplo, creio que Tsitsipas vai tomar Roland Garros como ensinamento, e nunca mais passar aquela vergonha e vai evitar ao máximo aquilo, ele não vai se intitular o “campeão moral” porque tremeu depois de 2 sets a frente, ele vai tentar esconder ao máximo isso e tentar escrever uma outra página na sua carreira, mas pra os fãs de Federer amarelar é uma conquista.
    Puts…onde esse mundo vai parar

    1. Luiz Fabriciano

      Nenhum dos dois é considerado “campeão moral”.
      Perderam na bola mesmo.
      Quando citaste amarelagem de Kevin Anderson, talvez tenha esquecido que o mesmo virou um 0x2 sobre Federer, na própria grama do evento atual.

      1. Paul McCartney

        Sim, depois de ter feito final de US Open, ou seja, depois que começou a ter mais coragem após um resultado expressivo

    2. Gildokson

      Que comparação m… essa da final de WB 2019 com essa palhaçada de final de RG 2021.
      A pior coisa do Federer ter perdido aquela final é essa, da margem pra qualquer um vim aqui e escrever qlq m… sobre esse assunto e vender como verdade.
      Deixo uma pergunta pra ti sabichão. Onde fica os méritos do monstro sérvio em devolver bem e salvar os dois MP??

      1. Paul McCartney

        Pô…claro que o sérvio teve mérito, mas não tratar aquilo como amarelada significa que não existem amarelões no tênis.

        1. Gildokson

          Existe, vc mesmo deu um exemplo. O cara que esta jogando bem, abre 2×0 e depois passa os próximos 2 sets sendo atropelado e toma a virada como se fosse outro jogador de uma hora pra outra.
          A final de WB Federer jogou bem do início ao fim mas perdeu. Agora se você criticar os ties dele nessa final eu concordo.

      2. Luiz Fabriciano

        Diga-se de passagem nobre Gildokson, também não concordo com amarelagem e essa de 2019, não foi a primeira vez que Federer teve 40 x 15 para definir o jogo.
        Teve duas anteriores no US Open, em 2010 e 2011, onde a impressa internacional definiu a última, de devolução, como “the shot”.

  10. Rubens Leme

    Em homenagem ao Murray vou colocar uma coletânea de um grupo escocês que amo. Ouvia esse CD até quase furar na época.

    O grupo era o Lloyd Cole and the Commotions. Em 1997, acho, Lloyd Cole veio ao Brasil para shows solos, mas toda a casa pediu os históricos da banda. Eu gritei por Forest Fire e fui atendido.

    Essa é a típica coletânea que vc deixa rolar por horas. 1984 – 1989 é perfeita. A banda durou 3 belos LPs e Lloyd tem uma carreira longa, que segui apenas até seus 10 discos iniciais.

    https://youtube.com/playlist?list=PL6OK0Uib9rrE2XNDaLIOV9J3tS6XEW1d7

  11. WILLIAM ALMEIDA

    O Murray jogou muito tênis no 4 e 5 set. Contra o Shapo o Murray tem ferramentas para fritar a cabeça do Canadense quebrando o ritmo com slice. O Shapo gosta de socar a porrada, Murray é o mestre em enrolar esse tipo de jogador, acredito que se o Britânico tiver bem fisicamente tem boas chances de vencer.

  12. Carolina

    Na chave masculina, cinco dos 18 canhotos que entraram no torneio continuam na disputa após uma/duas rodadas:
    – Shapovalov venceu Kohlschreiber em jogo de cinco sets e passou diretamente para a terceira rodada após a desistência do Andujar. Agora vai jogar contra o Murray, provavelmente na quadra central. Considerando o estilo dos dois jogadores e suas personalidades peculiares, esse duelo gera enormes expectativas.
    – Koepfer venceu Opelka em sets diretos na R1 e precisou de cinco sets para passar por Kwon na R2. Enfrenta o vencedor de Kecmanović x RBA na terceira rodada.
    – Nishioka venceu Isner em jogo de cinco sets realizado na famosa Quadra 18. Enfrenta Bedene na segunda rodada.
    – Bolt venceu Krajinović em sets diretos e agora joga contra o também canhoto Norrie por vaga na R3.
    – Norrie virou contra Pouille e enfrenta Bolt amanhã.

    Curiosidades:
    – Shapovalov e Koepfer podem se enfrentar nas oitavas caso vençam seus jogos na R3.
    – Os canhotos Rafael Matos e Thiago Monteiro entraram de alternates na chave de duplas.

    Na chave feminina, apenas Voudrousova e Kristyna Pliskova passaram para a R2. Bom resultado para a Vondrousova, que venceu Kontaveit e agora enfrenta a britânica Raducanu, de quem nunca ouvi falar. Kristyna Pliskova joga contra a finalista de Roland Garros, Pavlyuchenkova.

    No mundo dos destros, destaque para Maria Camila Osório Serrano que venceu sua quinta partida em Wimbledon, sendo a segunda na chave principal. Vai jogar contra Sabalenka na sexta-feira.

    Finalmente, amanhã tem dois jogos na chave feminina que, no papel, parecem interessantes: Muchova x Giorgi e Kasatkina x Ostapenko. O problema é que Giorgi e Ostapenko são imprevisíveis. Então, resta esperar e ver o que acontece.

  13. Thiago

    A partir de amanhã, em São Bernardo do Campo, quem se recusar a tomar a vacina disponível no posto vai para o fim da fila – pode voltar para vacinar só depois do último adulto de 18 anos.

    1. Carlos Reis

      kkkkkk A melhor escolha que uma pessoa NORMAL poderia fazer, é RECUSAR o veneno estatal comprado da BigPharma, afinal, TODAS elas são EXPERIMENTAIS e potencialmente perigosas, talvez mais do que a própria doença.

      Boa Sorte a todos os corajosos, aposto que vão precisar.

      1. Maurício Luís *

        Muito obrigado pelos votos de boa sorte. Sugiro que compare: número de óbitos por causa da vacina x número de óbitos por covid-19.
        ” – Ah, mas vão ver daqui a uns 2 anos…”
        Caríssimo, não me parece que você seja vidente. Se assim o fosse, teria me fornecido os números da Megassena da semana que vem, coisa que lhe pedi em postagens anteriores e ainda não fui antendido.
        Estávamos chegando a quase CINCO MIL mortos por dia. Agora a média móvel caiu pra menos de 2.000. Obitos de idosos DESPENCOU.
        A turma do Movimento Anti-Vacina está perdendo terreno diante dos FATOS. Hoje já não enche uma Kombi. Cada vez mais falando sozinhos com seus argumentos nebulosos e alarmistas, baseados em livros e filmes de pseudo-Ciência.
        Agradeço também seu negacionismo por abrir vaga pra pessoas + jovens, que trabalham, querem e precisam se vacinar.
        E outra coisa: as vacinas não são “experimentais” como Vossa Senhoria escreveu. São emergenciais. Não vou perder meu tempo lhe explicando a diferença, uma vez que não vai nem se interessar em ler.
        Por enquanto, é isso. Não me queira mal por me opor ao seu negacionismo, apenas estou tentando mostrar o outro lado da moeda.

        1. Maurício Luís *

          Eu até acho que ele é bem intencionado, mas está perigosamente equivocado. Deseja “boa sorte” a quem vai tomar vacina, quando na verdade quem tá precisando de uma dose cavalar de sorte é ele. Já bem diz o ditado… ” De boa intenção, o inferno está cheio”. Desejo a ele o melhor, mesmo discordando frontalnente.

  14. Julio Marinho

    Oi, Dalcim! Boa noite!

    Não poderia concordar mais com o Murray sendo o maior lobador que já vi, mas gostaria de fazer uma menção honrosa ao Hewitt, que amava o golpe e o fazia magistralmente. Os dois são ótimos passadores também por baixo, mas se destacam pelo lob, tanto por fazerem tão bem como por utilizá-lo com muita frequência. Nos ilumine com outros mestres do golpe na sua opinião.
    Abraço!

  15. Rodrigo S. Cruz

    Que estranho.

    Por que será que só a quadra central está tão escorregadia assim?

    Confesso que, por um instante, perdi toda a esperança de ver o Kyrgios avançar quando ele caiu e fez aquela cara de dor…

    Felizmente, não foi nada grave. Ele seguiu na partida e eliminou o indigesto Ugo Humbert.

    O GENIAL australiano acabou se tornando a principal atração pra mim no torneio, tendo em vista a atual fase do Federer.

    E acho que a chave agora abriu para ele…

    Claro que não vejo Nick com chances de vencer esse torneio, mas só de assisti-lo por algumas rodadas está de bom tamanho. rs rs

    E voltando ao perigo dos tenistas se machucarem em quadra, fica o alerta:

    Roger Federer, dentre todos, precisa tomar bastante cuidado, já que vem de duas cirurgias no joelho.

    Deus o livre!!!

  16. Maurício Luís *

    Mannarino, Serena, Djoko, Murray e demais jogadores que foram ao chão: vocês estão precisando de contratar o NEYMAR como treinador. Não sei quanto que ele cobra, mas lhes dará uma aula e tanto sobre quedas. Ele é PhD no quesito e ainda tem mestrado em simulações avançadas.
    O embate entre o John Isner e o Yoshihito Nischioka foi uma versão moderna do episódio bíblico Davi x Golias. A diferença é que na Bíblia simbolizava a luta do bem contra o mal, e o Isner é do bem.
    Quanto ao Djokovic, caminho cada vez mais aberto. Mas é bom por as barbas de molho, porque ” Quanto + alto, maior a queda”. Nadal também era superfavorito em Rolanga, mas…

  17. Paulo Almeida

    O caminho do Berrettini até as quartas ficou incrivelmente fácil, aliado ao fato de estar jogando bem. Não duvido do italiano ser até finalista do torneio.

    1. Paulo Almeida

      Os lobs do Murray foram sensacionais mesmo, assim como o do Djokovic quebrando o Anderson no segundo set. O britânico foi um jogador fora de série em plena forma, o que contribuiu e muito para a parrudez dos títulos do gênio sérvio.

      E aquele SMASHAÇO do fundo da quadra??? Acho que foi o melhor que eu já vi dele, superando até aquele contra o Thiem no AO 2020.

      1. Luiz Fabriciano

        Paulo, jamais esqueça os dois, quase em sequência, sobre Federer, na espetacular final do US Open de 2015.
        Saudações nolistas!

        1. Paulo Almeida

          Está falando dos dois lobs em sequência no segundo set, né?

          Claro que jamais me esquecerei daquele show do mais talentoso da história DjokoGOAT!

  18. Miguel BsB

    All hail Sir Murray!
    O pessoal faz direto ranking dos melhores golpes, e esquecem o lob do Murray…
    O problema pode ser o físico contra o shapo, mas ainda tenho fé que dá…

  19. Marcelo Costa

    Como é agradável ver o kyrios jogar, tem potência, controle , um punho no revés que é impossível não encher os olhos. Sobre o que fala, eu posso ignorar, “mutar” mas não é possível negar que o cara joga muito.

  20. Paulo F.

    Sérgio Ribeiro, seu obtuso ser com dificuldades de interpretação: foram teus coleguinhas federistas que disseram que baseliners nunca teriam chances em Wimbledon pré-2002. E eu também sei que o pentacampeão de Wimbledon Björn Borg era um baseliner.
    Se for pegar no meu pé, ao menos não inverta os fatos, beleza?

    1. Sérgio Ribeiro

      Não vou responder no seu baixíssimo nível pois o Dalcim não merece . Eu tentei explicar ao mane’ o porquê das conquistas de Agassi, Connors e Borg , e o fato de Novak e Nadal poderem sim vencer também na Grama de outrora . O problema é que tu és fraquinho não somente de conhecimento. O resto não dá pra falar pois não passa na moderação. Vai sonhar com seus goats , vai rsrsrs Abs!

      1. Paulo F.

        Chama os outros de mané, sempre arrogante e prepotente e quer reclamar do nível dos outros? Não tem espelho em casa não?

        1. Sérgio Ribeiro

          Chama a mamãe, vai . Ficou zangadinho foi ? . Hoje a noite olha pros Posters dos “ goats “ que você se acalma . Afinal conseguiu postar algo sem falar em Federer , seu mane’ rsrsrs. Abs!

      2. Paulo F.

        Então vá explicar pros teus coleguinhas federistas que todos esses tenistas poderiam ter conquistado Wimbledon com a grama antiga, pois disso eu sei, seu mané sem capacidade de interpretação.

      3. Luiz Fernando

        Alto nível p vc talvez seja chamar o interlocutor de mané ou mostrar-se arrogante, q é s sua postura. Mas caras como vc agem sempre na base do faça o q eu digo mas não o q eu faço.

        1. Sérgio Ribeiro

          Bem aqui no Rio , mane’ é uma gíria bem humorada . Nosso grande Craque foi Mane’ Garrincha ( o segundo o “ Galinho “ ) . Mas da Turminha da Kombi ( com raras exceções) não se pode esperar grande coisa . Ainda mais de um carona que chegou ao ponto de “ Eu odeio Roger Federer “ , lembras mane ‘ ? rsrsrs. Abs!

    2. WILLIAM ALMEIDA

      Não acompanhei o BORG, porém acompanhando no youtube para jogar na grama ele precisava sair da zona de conforto e fazia saque e voleio não era totalmente baseline.

      De 1990 a 2001 Somente o Agassi sendo jogador de base venceu Wimbledon. Para jogadores da base vencer Wimbledon naquele período era um desafio como escalar Everest, tanto que o Agassi nunca mais venceu na relva.

    3. WILLIAM ALMEIDA

      E na minha opinião um jogador vencer Wimbledon nos anos 90 jogando na linha de base era uma tarefa impossível, conforme relatei acima somente o agassi em 1992 conseguiu vencer jogando na linha de base, depois disso nunca mais venceu.

      1. Paulo Almeida

        Se o Agassi venceu, o Djokovic poderia ter vencido também, pois tem a melhor devolução da história e um puta saque. Para o Nadal teria sido mais difícil, mas não impossível.

    4. WILLIAM ALMEIDA

      Fui eu que afirmei que achava difícil um jogador e base nos moldes do Djokovic e Nadal vencer um Wimbledon nos anos 90 devido ao contexto da época.

    5. Chetnik

      Ele tem uma enorme dificuldade de entender o que tá sendo discutido…acaba aproveitando qualquer oportunidade para nos brindar com os seus belos textos, sempre muito coerentes e conexos.

      1. Paulo F.

        Saretta só falou verdades, xará, e o senhor que se acha a verdade absoluta do tênis ficou todo pistola!
        Kkkkkk

        1. Sérgio Ribeiro

          Saretta no seu linguajar foi um “ bagre “ , caríssimo senhor . Nos seus comentários de que o Tênis melhorou com a padronização demonstra um total desconhecimento do Circuito. Basta ver que entre as TRÊS maiores partidas da história, um dos jogadores praticava Saque -Voleio . Ao menos ele deveria ter visto o filme . Abs!

  21. Periferia

    A Balada de Narayama …1983…Shohei Imamura

    Em um isolado e miserável povoado japonês do século 19…a tradição manda as pessoas que completam 70 anos saiam da aldeia em direção a montanha sagrada Narayama para morrer.
    O filme retrata Orin…uma anciã de 69 anos (perto de completar 70) que se prepara para seguir a tradição.
    Ela será carregada até o alto da montanha por seu filho mais velho…será deixada lá para morrer pacificamente…adormecendo na neve congelante.
    O filme faz vários paralelos com outros animais…deixando claro que o homem é apenas mais uma espécie.
    Uma grande reflexão sobre a finitude e as tradições.
    Tem a direção de um grande mestre japonês…pouco reconhecido por aqui…Shohei Imamura.
    Baseado no livro de Shichiro Fukazawa…ganhou a Palma de Ouro de Cannes.
    Teve uma versão anterior de 1959…quase um teatro filmado ( todo do filmado em estúdio)…dirigido por Keisuke Kinoshita.

    (No tênis….a idade para ir para o Monte Narayama…aparentemente é 40 anos)

  22. Jonas

    “Nesta fase da minha carreira, eu pretendo atingir meu pico nos maiores torneios do nosso esporte, que são os Grand Slam. Esses são os torneios que mais importam. É claro que os Masters 1000 também são importantes para que eu possa manter uma posição elevada no ranking”, explica o sérvio.

    Com essa declaração de hoje do Djoko, vemos o quanto ele se importa com Queens, Halle, kkkkkk…

    1. Paulo F.

      Jonas, o Guga é tricampeão em Roland Garros.
      Em Monte Carlo ganhou duas vezes.
      Em Roma e em Hamburgo (atualmente Madri) ganhou só uma vez.
      Ou seja, ganhou menos nos torneios menos importantes e ganhou mais no torneio mais importante.
      Baseado no raciocínio ribeirista para diminuir o Djokovic na grama, devo considerar Guga ruim de saibro?
      Rsrsrsrs Abs!

        1. Paulo F.

          Guga fujão no saibro! Ganhou menos em cada um dos M1000 preparatórios do saibro do que em RG!
          Rsrsrsrs Abs!

    2. Sérgio Ribeiro

      Agora aos 35 , ele pode até não jogar mais os ATP 250 de Belgrado , algo que eu duvido . Copiar o Calendário enxuto de Federer ele já faz há muito. Exceto o medo de apanhar nos preparatórios para Wimbledon , onde nunca venceu nos dois . Optou em fazer média com o Titio Toni e treinar nas Quadras ao lado. Já afirmei que é seu direito . Quem o chama de “ Rei da Grama “ são os manés seguidores do Piloto de outra galáxia rsrsrs. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Correção : 34 . O Espanhol é que cravou 35 e além dos preparatórios resolveu pular também o SLAM e jogar golfe na relva rs . Abs!

      2. Jonas

        “Copiar”

        Você acha que o Djoko é burro? O cara tá há anos no circuito, sabe se cuidar.

        A verdade que você se recusa a aceitar, é que o Djoko não se importa com esses torneios. Tanto faz pra ele ter um 500/250 a mais ou a menos.

        Pior que o cara já falou isso em entrevista diversas vezes, além de ser um tanto óbvio, mas você não aceita isso porque o Federer cansou de vencer em Halle.

        Sobre jogar Belgrado, é simplesmente por uma questão pessoal. É um torneio que até “pega mal” ele não jogar, mas ele sabe bem que Belgrado não é um Big Title.

        1. Sérgio Ribeiro

          Deixa de bobagem Jonas . Até por ser mais Velho , o Suíço foi o primeiro a pular MASTERS 1000 , SLAM , e o necessário pra atingir a longevidade. Novak passou a pular os preparatórios depois de perder TODAS as FiNAIS . Ainda joga ATP 500 na China e Nadal em Barcelona. Sem essa de que não dá importância. Estava fazendo o que com o Titio Toni ? . Não quis arriscar perder e somente jogou duplas num ATP 250 . E treinou a dar com o pau em quadras secundárias . . Sabia que Nadal estaria ausente do local. Abs!

  23. Reinaldo

    Hoje ficou claro como Murray faz falta ao circuito. Pena que já não seja o mesmo. Que a nova geração possa substituir esses tops de agora que estão desacelerando.

  24. Barocos

    Muito bacana o carinho e reconhecimento dirigidos ao Murray, que além de excepcional jogador, também é um dos mais “sintonizados” com os problemas relacionados as causas sociais, pelo que andei lendo, um grande sujeito.

    “Buaidh no Bs, Murray!” (OK, não precisamos ser tão dramáticos, não a este extremo, mas soa heroico, que é como Sir Andy tem se mostrado)

    Saúde e paz.

  25. Paulo F.

    Murray, sempre te admirei muito.
    Que coração!
    E, por aqui, sempre foram os federistas que te depreciaram.

    1. Sérgio Ribeiro

      Sinceramente cara . Tu és o sujeito mais estranho que conheci por esses lados . O que tem a ver os torcedores de Federer com as calças ? . SIr Andy Murray sempre fez parte do Big Four + Wawrinka. Alguns insanos é que reduziram pra Big 2 há muito. Abs!

      1. Paulo F.

        Não sei se tu acompanha o blog, mas muitos de vocês federistas, diminuíram algumas conquistas do Djokovic por terem sido em cima do Murray.

    2. José Eduardo Pessanha

      Pelo contrário, sempre dissemos que ele era – e sempre foi – muito mais talentoso do que Nadal e Djokovic. Perdeu uns 4 slams caindo na milonga do Cotonete.
      Abs

      1. Robson

        Pra alguns federetes até o LIMITADÍSSIMO Cuevas é mais talentoso que o número 1 do mundo.
        Entendem um absurdo,mas é de passarem recibos.

        1. Thiago

          sim. Tb por isso que nao faz sentido se revoltarem quando alguem diz que o Sinner é tao talentoso qto o Federer.
          Qdo eles dizem que o Cuevas e afins sao mais talentosos que o Djoko, tudo bem, nao é nenhum absurdo, mas se alguem ousa falar algo parecido em relação ao Federer, têm chiliques.

    3. Luiz Henrique

      Agora a coisa complica pro Murray, vai ter que encarar Shapovalov e seus mil recursos, o jogador preferido do Ronildo!
      Djoko deu sorte dele não ter jogado RG, mas está em WB, Vajda está se reunindo com Ivanisevic a base de tapas discutindo como Djoko fará para vencer Shapovalov mais adiante no torneio!!
      Kkkkkkkkkkkkkkk

    4. Ronildo

      Mentira, nunca houve depreciação do Murray neste blog. No máximo falaram que ele foi o mais fraco do Big4.

        1. Ronildo

          Bom Luiz Fernando, em meu caso acho o Murray um dos jogadores mais importantes do circuito. Super antenado na questões sociais.

    5. Marcilio Aguiar

      Desculpe Paulo, mas voce não consegue fazer um comentário neutro sem citar RF ou seus torcedores? No caso presente poderia dar os nomes, porque eu sou “federista” e não me incluo na sua tese. Nunca depreciei Murray ou qualquer outro tenista, seja ele top ou não.

      1. Paulo F.

        Marcílio tu nem precisa ter respondido, pois tu é um federista e apreciador de tênis cordato e racional. Considero tua resposta a mim, obviamente. Um fraterno abraço.

        1. Sérgio Ribeiro

          Então pare de generalizar . Fale da pessoa, e não da Torcida como é hábito do mane’ rs . Abs!

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