Caminho aberto para Djoko, chave dura para Federer
Por José Nilton Dalcim
25 de junho de 2021 às 12:16

O sonho nada impossível de conquistar seu terceiro Grand Slam da temporada cresceu para Novak Djokovic depois da formação da chave de Wimbledon. O número 1 do mundo tem teoricamente caminhada muito tranquila até a semifinal, com um ou outro desafio menor até quem sabe chegar no reencontro com Stefanos Tsitsipas.

Curiosamente, a estreia de segunda-feira pode ser o momento mais especial da primeira semana para o sérvio. Ainda que seja totalmente inexperiente em grandes torneios, Jack Draper é britânico e canhoto, o que quer dizer um tenista habituado à grama como mostrou em Queen’s na semana passada, quando venceu Jannik Sinner e Alexander Bublik. Ainda assim, é apenas o 250º do ranking.

Djokovic pode ainda reencontrar Kevin Anderson, que é um adversário gabaritado na grama mas anda muito fora de ritmo. Nole já ganhou três vezes dele em Wimbledon, incluindo virada de dois sets atrás em 2015. Viriam a seguir  Alejandro Davidovich Fokina, Gael Monfils ou Cristian Garin e nas quartas Andrey Rublev, finalista em Halle no domingo sem dar dois voleios por jogo.

Tsitsipas, diga-se, é incógnita neste Wimbledon. Embora tenha estilo apropriado à grama, só ganhou jogos em 2018, quando chegou nas oitavas e parou em John Isner. Não fez também qualquer preparatório nestas semanas e a trajetória parece mais exigente. Estreia diante de Frances Tiafoe, com prováveis duelos seguintes frente a Vasek Pospisil, Karen Khachanov e oitavas contra Alex de Minaur, Daniel Evans ou os não pré-classificados Sebastian Korda e Feliciano López. Se chegar nas quartas, o canhoto Denis Shapovalov ou os sacadores Pierre Herbert ou Reilly Opelka devem estar ali. Andy Murray ficou nesse quadrante e não acredito que consiga superar qualquer um desses.

Do outro lado da chave, Roger Federer encontrará muita dificuldade para repetir a final de 2019. Mesmo fora de sua melhor forma, será favorito contra Adrian Mannarino e Richard Gasquet antes de cruzar com mais um canhoto, Cameron Norrie, que foi muito bem em Queen’s e já representa perigo. Viria nas oitavas Pablo Carreño ou Lorenzo Sonego, com pequena chance de Sam Querrey surpreender. As oitavas têm muitas alternativas, passando por Daniil Medvedev, Maric Cilic e Grigor Dimitrov ou uma surpresa como Jan-Lennard Struff e Alexander Bublik.

Essa parte inferior da chave também tem Alexander Zverev e Matteo Berrettini. Prevejo dureza para o alemão se Ugo Humbert mantiver o embalo e a ótima adaptação mostrada em Halle, enquanto o italiano pode ter de encarar Isner já na terceira rodada. Ficaram nesse meio Felix Aliassime e Nick Kyrgios. O canadense será o difícil adversário de estreia de Thiago Monteiro e o australiano pegou logo Humbert. Estou achando que nem vai aparecer.

Feminino: desafios para Serena
A chave feminina ficou bem interessante. Sem jogar nada na grama até agora, Ashleigh Barty tem no caminho Johanna Konta e Barbora Krejcikova, a campeã de Paris cujo estilo se encaixa bem nos pisos mais velozes. Bianca Andreescu e Vika Azarenka podem duelar nas oitavas, mas são incógnitas pela parte física. Serena Williams, que à semelhança de Federer aposta todas suas fichas em novo Slam neste Wimbledon, também ficou nesse lado superior e seus desafios são grandes: Angie Kerber na terceira fase, Coco Gauff ou Belinda Bencic nas oitavas e Elina Svitolina ou Anastasia Pavlyuchenkova nas quartas. É um setor com várias meninas correndo por fora, como Amanda Anisimova e a ótima sacadora Camila Giorgi.

Aryna Sabalenka pontua o outro lado e seria empolgante ver um confronto com Maria Sakkari nas oitavas. Para as quartas, Garbiñe Muguruza não está jogando bem, mas seu currículo é muito superior na grama ao de Iga Swiatek e Ons Jabeur. O melhor quadrante no entanto reúne Sofia Kenin, Karolina Pliskova, Petra Kvitova, Alison Riske, Jessica Pegula e sacadoras como Kaia Kanepi, Mona Barthel, Polona Hercog e Danielle Collins, sem falar na experiência de Sloane Stephens e Madison Keys. Não arrisco qualquer palpite.

Não perca
A lista de jogos imperdíveis de primeira rodada é bem grande. No masculino, Djokovic x Draper, Tsitsipas x Tiafoe, Evans x Feliciano, Korda x De Minaur, Shapovalov x Kohlschreiber, Murray x Basilashvili, Karatsev x Chardy, Nishikori x Popyrin, Aliassime x Monteiro, Kyrgios x Humbert, Federer x Mannarino, Querrey x Carreño, Verdasco x Dimitrov e Struff x Medvedev.

Já entre as meninas, Barty x Suarez, Andreescu x Cornet, Svitolina x Van Uytvanck, Pegula x Garcia, Kvitova x Stephens, Collins x Hercog, Muguruza x Ferro e Rybakina x Mladenovic.


Comentários
  1. Antonildo S Costa

    Boa noite mestre. Depois de alguns anos fora do melhor do blog de tênis no Brasil, aqui estou de volta. Qual seria os seus 5 principais favoritos na masculina? De já agradeço, desejando tbm muita saúde à todos os participantes do blog.

    1. José Nilton Dalcim

      Seja bem vindo! Tarefa difícil, mas eu colocaria Djokovic, Medvedev, Tsitsipas, Zverev e Federer.

  2. Paulo Almeida

    Eu falei sério quando disse que o Draper pode ser um adversário complicado, já que o canhoto britânico possui ótimos golpes de base e não tem nada a perder, ao passo que o GOAT não está com ritmo na grama e, mesmo não transparecendo, deve estar de ressaca ainda com o bi de Rolanga. Todo cuidado é pouco e não espero nada fácil amanhã.

  3. Carolina

    Adorei o uniforme que a Barty vai usar em Wimbledon em homenagem ao primeiro título da Evonne Goolagong. Mais uma bola dentro da Fila, que tem acertado a mão recentemente nos uniformes vestidos por Barty, Pliskova, Kenin, Bertens, Opelka e Schwartzman, entre outros.

    A título de curiosidade, o vestido original usado pela Evonne Goolagong em 1971 foi criado por Ted Tinling, uma das figuras mais fascinantes do mudo de tênis e criador de vestidos icônicos usados por várias estrelas, incluindo Billie Jean King e Maria Esther Bueno. No site “mariabueno.org” tem uma pequena biografia do Tinling. Aparentemente, além de jogador de tênis e estilista, ele também atuou como espião. Tinling foi vivido pelo ator Alan Cumming no filme “A Guerra dos Sexos”.

    Continuando nos assuntos “fúteis”, o vestido usado pela Camila Giorgi em Eastbourne na semana passada também estava glorioso e ela jogou bem durante a semana antes de abandonar na semifinal.

    Abaixo o link para a biografia do Ted Tinling:
    http://www.mariabueno.org/indextemp.php/fashion-icon/

  4. Leandro martins

    Há muito tempo federer não chegava tão sem confiança e ritmo para o torneio,mas teu jogo pautado as transições à rede podem torná_lo perigosíssimo se passar das primeiras 3 rodadas,ainda mais se houver teto retrátil!!!É inegável que é o jogo mais bonito de se ver no piso,vamos aguardar porque djokovic tb é um monstro apesar de não ter a mesma plasticidade nos golpes,os big 3 são incriveis,grande Era vividas por nós amantes do esporte!!!!

  5. Mateus calado

    Boa tarde Dalcin seus comentários são o melhor parabéns , acabei ver seu Podcast com Paulo Cleto e achei ele não simpatiza com Novak , vc sente isso também ou foi só uma impressão minha, porque ele fala que só os dois primeiros sets foram bons

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Mateus! Olha, ele já falou num podcast anterior que o estilo do Djoko não é o seu preferido. Mas acho que é só isso, nada mais pessoal.

  6. Sandra

    Dalcim, até que ponto o excesso de confiança pode atrapalhar uma vitória ? O Kyrgios está até certo em falar que ele pode ganhar das metades dis jogadores na grama ,inclusive do Djokovic ! Mas não é perigoso independente do jogador se achar Comigo ninguém pode !!!

  7. João ando

    Dalcim. Max purcell é filho do americano mel purcell tenista da década de 80.esse Max e australiano. Jogou o atp de eastbourne

  8. Paulo F.

    Dalcim, bom dia.
    Djokovic disse, entre outras coisas na sua primeira coletiva de imprensa em Wimbledon, que RG foi muito desgastante para ele fisica e mentalmente.
    Pode até ser, mas acho que é discurso para retirar um pouco o favoritismo de si.
    Concorda?

    1. Helena

      Nadal, Federer e Djoko são tudo raposa velha. Se Rafa estivesse aí tentaria jogar todo o favoritismo pro Djoko. Eles são diferenciados até nisso.

      Aí você olha pra os nextgen bobinhos (ou sem saber lidar com o próprio ego) e no lugar de jogar todo o peso nas costas de Nole, ficam dando declarações que vão tentar ganhar dele e bla bla bla. Até nos mindgames o Big 3 é superior.

  9. Periferia

    V de Vingança 2005…James Mcteigue.

    Adaptação cinematográfica do clássico dos quadrinhos criado por Alan Moore.
    Um retrato complexo e por vezes forte contra o fascismo.
    O filme mostra claramente que o totalitarismo odeia…acima de qualquer coisa o estudo e o conhecimento…a ignorância é o alimento dos facínoras e genocidas.
    Com uma montagem espetacular de Martin Walsh…roteiro das irmãs Wachowski (Matrix)…o filme é cheio de citações…de Goethe até Shakespeare.
    Com grandes imagens…como a do parlamento inglês indo aos ares ao som de Tchaikovsky (o personagem V usa uma máscara de Guy Fawkes…um anarquista que tentou explodir o parlamento inglês em 1605)…ou mesmo V imitando Edmond Dantès personagem de Dumas.
    Tem frases famosas…como…
    “O povo não deve temer seu estado. O estado deve temer seu povo”.
    “Ideias não são só carne e osso…ideias são à prova de balas”.
    É um filme transgressor e de resistência…diria necessário por aqui.

  10. DANILO AFONSO

    PLATINO, vi na outra pasta a pergunta que você fez para o Dalcim.

    “Dalcim,
    Pode-se dizer que iDjokovic já é maior que Nadal e Federer?
    Senão, o que falta? Não creio que um GS vá fazer essa diferença toda nesse comparativo.”

    Com relação ao comparativo Djokovic e Nadal, acredito que a resposta você terá lendo o texto do Dalcim em 21/10/18, quando relacionou os 20 maiores tenistas de todos os tempos. O mestre fez no texto uma observação em que considerava DJOKOVIC (3° na relação) muito próximo do NADAL (2°). Vejamos a observação dele:

    “…– Considero Djokovic muito perto de superar Nadal. Ainda que tenha menor quantidade de Slam, seu largo histórico no Finals e a soma superior de semanas na liderança são fortes indicadores…”.

    PLATINO, na época o sérvio estava 3 Slams atrás do espanhol, não liderava ainda os big títulos, era apenas tetra como n.1 ao final da temporada, não era recordista de semanas como n. 1, tinha “apenas” UM Career Golden Masters e não tinha o Double Career Slam.

    O Dalcim faz certo em não ficar atualizando a lista a cada marca relevante do Big3, mas acredito que ele já considera o sérvio maior que o espanhol e está “centímetros” de superar o suíço.

    Saudações Tenísticas !!

  11. Rubens Leme

    Dr. Feelgood – Down by the Jetty (1974)

    Banda pouco lembrada, o Dr. Feelgood nasceu no começo dos anos 70, mas muita gente gosta de associá-los erroneamente ao movimento punk. Primeiro porque, conceitualmente, a banda lembra mais os Faces ou os Stones do começo de carreira, com seu som forjado no blues e r&b. Segundo, porque, os dois clássicos LP iniciais foram lançados em 1974 e 1975.

    Este quarteto trazia duas figuras centrais, o vocalista Lee Brilleaux. um carismátco e elétrico frontman, da velha escola, e a assustadora figura do espetacular guitarrista Wilko Johnson.

    Wilko é um caso à parte, não apenas pela sua movimentação única no palco, andando para frente e para trás em movimentos duros, tensos e incapaz de parar um segundo e tirando um som forte, seco da sua Telecaster. Segundo, porque sua vida possui lances incomuns.

    Wilko ficou pouco tempo no grupo, o suficiente para lançarem três discos de estúdio, um ao vivo e virar uma influência monstruosa para vários ícones do movimento punk como Paul Weller (The Jam), Stranglers, Clash, Sex Pistols, Madness, etc.

    Além da música, estreou na carreira de ator em Game of Thrones, já que os produtores queriam alguém com uma aparência feia e sinistra, como ele próprio conta, entre risos. Wilko apareceu em quatro episódios no papel de Ilyn Payne.

    O mais incrível é que Wilko já deveria ter morrido, pois em 2012 foi diagnosticado com um câncer no pâncreas em estágio terminal. Os médicos lhe deram, no máximo, oito meses de vida. Ao invés de ir para casa e morrer em paz, resolveu fazer uma tour de despedida, gravou um excelente disco ao lado de Roger Daltrey, do The Who (Going Back Home, lançado em 2014) e… não morreu!

    Isso porque novos exames descobriram que seu câncer era menos agressivo do que se imaginava. Wilko se submeteu a um tratamento radical e uma cirurgia de 11 horas, onde perdeu seu pâncreas, baço, parte do estômago e intestinos. Ao final, um tumor de quase 3 kg foi arrancado. Desde então, Wilko disse que se sente feliz apenas por estar vivo e que não faz mais planos para o futuro.

    Se não tem ideia do futuro, o passado foi brilhante, como mostra essa deliciosa estreia do Dr. Feelgood, Down by the Jetty.

    https://www.youtube.com/watch?v=k9VBQW08JLw

  12. Filipe Fernandes

    Caros e caras, boa noite.

    Mestre, se me permite compartilhar aqui, revi hoje pela segunda vez a excelente matéria que você fez em 2015 percorrendo o Museu de Wimbledon e esquadrinhando lá a rica história deste torneio, com o seu princípio, a criação das regras do jogo, os equipamentos antigos, as vestimentas, o antecessor “real tennis”, as várias mudanças pelas quais passou e vem passando desde então.

    Achei bem legal ainda a sua visita à charmosa livraria Tennis Gallery Wimbledon (uma espécie de Shakespeare in Company do tênis), e o simpático dono foi muito gentil ao explicar o intuito do nascimento dela e ao falar um pouco das suas características principais. (Será que ela ainda existe? Tomara que sim, talvez um dia passemos por lá.)

    (https://youtu.be/pc17IIGLuxo)

    Enfim, uma matéria que expande o conhecimento não apenas sobre a grama mítica de Wimbledon, mas sobre a grandiosa história deste esporte.

    Um grande abraço a todos e tenham um inesquecível Slam.

      1. Paulo Almeida

        Também quer discutir com a matemática mobral de que 70 > 20 > 10?

        Não estamos mais nos tempos do Laver, amigo Gildokson.

        1. Gildokson

          Paulo, quantos Chevrolet Onix e quantas Ferraris existem no mundo?
          Quantidade é uma coisa, qualidade é outra… ctza que tu ja ouviu isso em algum lugar.
          Abs!

          1. Paulo Almeida

            Não discuti a qualidade do torneio de Wimbledon em nenhum momento, apenas o peso da grama no calendário, que continua pequeno. É óbvio.

            O Major inglês pode ser uma Ferrari, mas os outros três também são carros de luxo e não Ônix.

        2. Sérgio Ribeiro

          E graças a Deus nem no seu . Leia ao menos o Post seguinte do Dalcim pra ver como postas groselhas . Ter menos Torneios e por isso ser menos importante é coisa de mobral. Tudo mundo sabe que a manutenção da Grama requer um Zelo muito maior. Vais passar pela vida tentando comparar uma Ferrari com o número de fuscas … Abs!

          1. José Nilton Dalcim

            Há entrevistas bem curiosas no TenisBrasil sobre o assunto, Sérgio. Tsitsipas, Barty, Medvedev… gerações novas que mal conheceram a grama mas rendem um tremendo respeito e admiração por ela. Djokovic aliás repete que o sonho de sua vida era ganhar Wimbledon.

          2. Paulo Almeida

            Bom, pra mim e pro Rafael Azevedo é uma coisa lógica/mobral. Se pra você e outros não é, paciência…

            Se a grama fosse tão importante assim e de interesse geral, os custos de manutenção seriam compensados com público, patrocinadores etc. Mais uma desculpa esfarrapada para não enxergar que o tempo passou e superestimar o piso onde o Federer teve mais sucesso. É o que sobrou.

          3. Sérgio Ribeiro

            Cara, na boa . Você representa o tempo todo . Faz um tipo . E o pior é que acha que tantas groselhas agradam a alguém . Não conheces absolutamente nada da história do Esporte. Somente pensa em “ goat “ . Muito antes de Federer nascer , WIMBLEDON sempre foi o grande sonho de consumo de TODAS as gerações de Tenistas . Vá estudar e cresça e apareça, mane’ rs . Abs!

  13. Helena

    Se o Djoko ganhar esse Wikbledon vou sentir um pouco do gostinho do que os torcedores do Rafa sentem. De ser claramente favorito e sair com o troféu. Espero que aconteça.

    Se não for possível mais um Djoko x Federer, adoraria um Djoko x Berrettini. O italiano bem muito bem, já mostrou muito mais na grama que outros next gen, mas segue subestimadíssimo.

    Quanto ao Federer, ao contrário da maioria, eu sigo bem confiante para WB. Grand Slam é outra história, e se ele conseguiu chegar nas oitavas de RG, não vejo como não fazer melhor em Wimbledon. Acredito que uma boa primeira semana pode enchê-lo de confiança para ir mais longe. De uma forma geral, me parece mais sensato fase uma previsão para a primeira semana e só depois uma para as rodadas finais, especialmente porque WB é traiçoeiro com os novatos.

    Sobre o Murray, tá longe de ser o meu jogador favorito, mas o circuito sente muito a sua falta. Sinceramente, acredito que vá ser eliminado logo na estreia, mas espero que chegue pelo menos até a terceira rodada.

    De resto, Medvedev segue bem caminhando por fora e também aposto em um bom torneio para ele.

    Gostaria muito que a garotada canadense e o Sinner fizessem bons torneios, vamos ver.

  14. lEvI sIlvA

    Dalcim, agora já sorteada a chave se Kyrgios desiste, Humbert vai direto a 2R, ou puxam alguém de looky looser?

    1. José Nilton Dalcim

      Se houver qualquer desistência na primeira rodada, entrará um lucky-loser, com certeza. Eles podem entrar até um minuto antes de uma partida, caso a desistência aconteça antes de qualquer jogador entrar em quadra.

  15. Luiz Fernando

    Vamos parar c essa balela de q Rafa perdeu em RG por contusão, perdeu pelo fato do adversário jogar melhor, ele próprio admitiu isso…

    1. Gildokson

      Não vai mudar nada se ele estava sentindo algo ou não (principalmente quando pediu atendimento pra tirar aquela botinha) assim como não adiantava nada dizer que ele estava machucado em 2009, mas até agora tem “nobres” dizendo isso por aqui.
      O que interessa é o resultado e a história.

      1. Luiz Henrique

        Em 2009 ele estava machucado sim
        Em 2015 e 2021, não
        Em 2015 o que ele tinha era má fase
        Em 2021 o que ele teve foi o Goat do outro lado da rede

      2. Sérgio Ribeiro

        Não adianta , Gildokson. Quem assistir de novo a partida no YouTube, principalmente os dois Tie- breaks , vai ver que Sodetling mandou ver sem ter medo de ser feliz . E o Sueco repetiu no FINALS do mesmo ano. Repetiu tirando Federer no RG seguinte. O cara se lesionou nos preparativos pra Grama. É mais fácil dizer que o Espanhol estava a mil em RG 2021 e perdeu porque era pro tal ” goat ” . Recalque sobra até nos seus próprios torcedores… Abs!

        1. Luiz Henrique

          Nadal sem lesões contra Soderling: basta assistir RG 2010, WB 2010 e RG 2011
          É isso que acontece
          Nadal em 2009 deverá ter saído de RG igual a 2016, e ter ficado 7 meses fora igual fez em 2012/2013
          Mas não tinha maturidade pra fazer isso

    2. Bruno

      Concordo,
      Não tinha contusão ,mas também já não está mais no esplendor de sua forma.
      E ele em forma ,não perderia para ninguém.
      Isto não tira os méritos de ninguém mas é fato.

  16. Robson

    Eita Rafa Nadal,contundido e lá vai vc disputar torneio de golfe,eitaaa…
    Aliás Nadal anda se lesionando bastante,pq pulou US.Open do ano passado,pulou Cincinnati tb que foi disputado no complexo do US.Open, não disputou nenhum atp 250 preparatório pro AO esse ano,depois do AO,pulou todos os torneios, inclusive Masters 1000 de Miami até enfim voltar a competir já no Saibro, aí venceu Barcelona,Roma e chegou a semi de RG e disparou vários pneus durante essas disputas, inclusive pneu pra cima do número 1 do mundo em plena final do M1000 de Roma e outra,esteve 5/0 no 1° set da semi de RG contra o número 1 do mundo,ou seja,quase sapecou o 3° pneu seguido pra cima do número 1 do mundo,mas aí de novo se lesionou e acabou levando a virada e foi eliminado de RG, aí de novo larga o circuito pq está lesionado.
    Pra atropelar a galera, inclusive sapecando pneus e inclusive pra cima do número 1 do mundo, aí não tá lesionado,mas se perder e perdeu na semi de RG,pronto,tá lesionado,quebrou a perna,ou quebrou uma costela, heheheeee…

      1. Luiz Fabriciano

        Estão ironizando o Vitor Hugo, em mais uma tentativa dele em diminuir a vitória maiúscula do sérvio.

    1. Luiz Fernando

      Ele nunca disse q perdeu por estar contundido, acho q vc deve curtir o momento do Djoko e não encher o saco…

      1. Robson

        Manera aí filhão, não falei com vc nem pra vc.
        Me dirigi aos antis,aos haters que vivem procurando pelo em ovo pra conversar fiado.
        É óbvio que Nadal não está lesionado.

      2. Paulo F.

        Eu entendi o deboche do Robson, nobre Luiz Fernando.
        Foi uma ironia dirigida àquele segmento de torcida que tu detesta.

        1. Sérgio Ribeiro

          Não entendeu nada . Ele não iria debochar de torcida que fez parte muitos anos da sua vida kkkkkkkk. Abs!

  17. DANILO AFONSO

    Outro feito interessante do sérvio: é o único tenista que possuí no mínimo 6 finais de Slam em cada torneio. Ha duas temporadas Federer e o Nadal dividiam a marca de 5 finais nos Slams.

    Como diz meus amigos cariocas: ” Esse sérvio é sinistro”.

    1. Luiz Henrique

      É um belo feito
      Mas o que me impressiona no Djoko não é nenhum dos seus números
      Até pq, se fosse pra eu me encantar por números, eu a vida toda teria achado federer melhor que Nadal, mas nunca achei
      Pq Nadal sempre foi o cara que superou os maiores desafios
      O que me impressiona no Djoko é que ele se tornou o grande superador de desafios
      Hoje reconheço que até nesse quesito ele superou Nadal
      3 finais de Wb contra Federer, várias vitórias contra Nadal no saibro, ganhar 4 GS seguidos, vencer com torcida contra, vencer salvando match point, fechar 2018 como nº 1 sendo que estava até fora do top 10
      Ele vai ser o melhor tb nos números, mas o que me impressionou mesmo foi ele o o maior na superação de desafios

  18. Maurício Luís *

    Começa Wimbledon, e lá vem os tradicionais videntes do blog dando já o troféu pro Djoko com antecedência. Lembro aos colegas que era quase unânime já darem o troféu de Roland Garros pro Nadal… e olhem o que aconteceu. Eu mesmo fui um que caiu na besteira de achar que o 14 tava no papo.
    Acontece que Wimbledon é o Slam onde mais acontecem surpresas nas rodadas iniciais. Piso irregular, poucos especialistas no piso, e os supersacadores assombrando os superfavoritos.
    Pros que gostam de previsões, fiquem à vontade pra passar vergonha. Já vi esse filme antes.

    ****** Eleição no Clube das Sogras *******
    A sogra do Murray teve que se afastar temporariamente da presidência do CST – Clube das Sogras dos Tenistas – pra ajudar a cuidar dos netos.
    As sogras do Federer, Djoko e Nadal, pra variar, não estão se entendendo sobre quem assume de substituta.
    – Eu acho que tem que ser aquela do genro que joga + bonito e que tem a maior torcida.
    – NÃO senhora! Tem que ser aquela que o genro é recordista de semanas como número 1.
    – NANANINANÃO! Na minha nada suspeita e imodesta opinião, tem que ser aquela do genro + malhado e que dá mais BALãO do que os outros!
    Nisso, quem aparece pra apaziguar os ânimos? Ele mesmo. O baloeiro ibérico.
    – Senhoras, senhoras… Vamos resolver de forma racional. Já que faltei de Wimbledon, vou ajudá-las. Vamos consultar o regulamento do CST. Tá aqui, ó… cap. XXIII (dois xis três pauzinhos), parágrafo primeiro: ” Em caso de vacancia, a mais * V E L H A * assume o cargo.”
    Uma olhou pro teto; a outra olhou pro chão; a outra se lembrou de um compromisso urgente… Cargo vago até hoje.

  19. Luiz Fernando

    A presença de Federer nas Olimpíadas seria apenas na base do “nunca descarte RF”, difícil imaginar no atual momento do cara boas campanhas em 2 torneios praticamente seguidos. Melhor se poupar p as quadras duras americanas. Claro q se ele naufragar cedo em W, algo q pela chave acho improvável, a chance de ir a Tóquio aumenta muito…

  20. Vitor Hugo

    Wimbledon é o MAIOR TORNEIO DE TODOS, e Roger Federer é o MAIOR E MELHOR DISPARADO NA GRAMA!
    Oito títulos em Wimbledon, 10 em Halle, e o detalhe de ter vencido 5 vezes seguidas o torneio entre 2003 e 2007, antes da padronização, que era mais difícil ainda vencer.

    1. SANDRO

      Vc só esqueceu de dizer que o Roger FREGUÊSer perdeu TODAS as finais de Wimbledon contra Djokovic…
      Que Roger FREGUÊSer perdeu TODAS as finais de ROLAND GARROS contra Nadal…
      Que Roger FREGUESer foi eliminado de Halle pelo ZERO TÍTULOS AUGER AKI ACIMA…

      1. Sérgio Ribeiro

        E esqueceu de contar que na briga de novo pelo N 1 em WIMBLEDON 2012 tivemos , Federer 6 x 3 , 3 x 6 , 6 x 4 , 6 x 3 Djokovic na Semi FINAL . Não é OCTA por acaso. . Na Final bateu o dono da casa Andy Murray por 3 x 1 . Com Nadal em 4 venceu 3 na Grama . Assim como o Sérvio o Espanhol resolveu “ desaparecer “ dos preparatórios para Londres onde o Craque acabou DECACAMPEÃO. Pra variar não postas nada que preste . Canta a musiquinha que pagas menos mico .., rsrs. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Será que depois de 2011 o Sérvio ainda era um “ feto “ em 2012 como sempre dizem alguns fanáticos da Turma da Kombi ( não todos ) ??? …rs . Abs!

        2. Paulo F.

          Caso Queens ou Halle fossem M1000, tu irias veruitos outros choros do suíço por conta do mestre espanhol dele e do Novak.

      1. Paulo Almeida

        Em 2008 aconteceram duas coisas terríveis: todos os pisos viraram saibros disfarçados e o Federer ficou velho. Só isso explica a perda do domínio do circuito pelo suíço a partir de então, caro Rafa.

      2. Sérgio Ribeiro

        Levou mais TRÊS. E’ um Octacampeão com todos os méritos. No total são DEZENOVE Títulos na superfície. Bem a frente de Pistol Pete Sampras o segundo colocado com Sete em Wimbledon e DEZ no total. Cuidado que os manés de sempre vão arrumar um h2h também pra Pete contra Novak rs . Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . Somente BORG e Federer possuem CINCO conquistas Consecutivas na rápida em Wimbledon. Sampras deu azar que um certo garoto de 19 o impediu em 2001 . Até hoje o Norte-americano não se conforma e prefere afirmar que o rapaz não tinha oponentes a sua altura . Pelo jeito e’ elogio … rs . Abs!

    2. Paulo F.

      Eu adoro Wimbledon, lá Nadal ganhou de Federer seu primeiro W e o suíço nunca o derrotou em RG.
      Além disso, o mito sérvio nunca perdeu uma final lá para o suíço.

      1. Sérgio Ribeiro

        E lá Federer possui OITO conquistas. Daí gostar tanto de WIMBLEDON. O Espanhol nem aparece mais por aquelas bandas . Prefere jogar golfe . Ao menos continua sentindo o cheirinho da relva kkkkkkk. Abs!

        1. Paulo F.

          Pois é, até nisso o “craque” é terceirão.
          Atrás das NOVE de Nole na Austrália e das TREZE de Rafa na França.
          rsrsrsrs Abs!

  21. Carolina

    Fiz a lista dos canhotos que vão disputar o torneio masculino. Contei 18 no total, o que corresponde à aproximadamente 14%. Embora concentrados em algumas seções ( Berrettini e Federer), esses jogadores estão bem distribuídos entre os quadrantes. Curiosamente, não haverá nenhum duelo entre canhotos na primeira rodada.

    Os jogadores estão organizados por quadrantes e as colunas estão separadas da seguinte forma:
    Jogador (idade) / Ranking (WC: wild card) / Melhor Resultado (ano) / País / Observações

    Quadrante 1 (Djokovic – Rublev)
    – Draper (19) / ATP no. 250 (WC) / Primeira aparição / Reino Unido / Vice-campeão júnior (2018)
    – Broady (27) / ATP no. 144 (WC) / R2 (2015) / Reino Unido / Vice-campeão júnior (2011)
    – Vesely (27) / ATP no. 71 / R4 (2016, 2018) / República Tcheca
    – Ramos-Vinolas (33) / ATP no. 40 / R3 (2016, 2017) / Espanha
    – Delbonis (30) / ATP no. 48 / R1 / Argentina

    Quadrante 2 (Tsitsipas – RBA)
    – Lopez (39) / ATP no. 90 / QF (2005, 2008, 2011) / Espanha / Seis títulos na grama; campeão em Queen’s (2017, 2019); bate o backhand com uma mão
    – Shapovalov (22) / ATP no. 12 / R1 / Canadá / Campeão júnior (2016); bate o backhand com uma mão
    – Koepfer (27) / ATP no. 63 / R2 (2019) / Alemanha / Jogou tênis universitário nos EUA
    – Bagnis (31) / ATP no. 91 / R1 / Argentina

    Quadrante 3 (Berrettini – Zverev)
    – Pella (31) / ATP no. 59 / QF (2019) / Argentina
    – Moutet (22) / ATP no. 85 / R2 (2019) / França
    – Nishioka (25) / ATP no. 57 / R1 / Japão
    – Monteiro (27) / ATP no. 81 / R2 (2017) / Brasil
    – Humbert (23) / ATP no. 25 / R4 (2019) / França / Campeão em Halle (2021)

    Quadrante 4 (Federer – Medvedev)
    – Mannarino (32) / ATP no. 42 / R4 (2013, 2017, 2018) / França / Único título da carreira conquistado na grama (‘s-Hertogenbosch, 2019)
    – Bolt (28) / ATP no. 150 (WC) / R1 / Austrália / Ganhou convite para a chave principal por ter vencido o Challenger de Notthingam (Notthingham II)
    – Norrie (25) / ATP no. 34 / R2 (2019) / Reino Unido / Vice-campeão em Queen’s (2021); jogou tênis universitário nos EUA
    – Verdasco (37) / no. 102 / QF (2013) / Espanha

    Nota: Não faço ideia se qualquer um desses jogadores é destro / ambidestro como Nadal e Kerber.

    Infelizmente, não acredito que qualquer um desses jogadores consiga passar das oitavas de final e não ficaria surpresa se todos caíssem antes da terceira rodada. Vários desses jogadores não estão em boa forma (Pella, Verdasco) e os que vêm jogando bem (os cabeças-de-chave Shapovalov, Humbert, Norrie) pegaram chaves teoricamente complicadas. Broady e Vesely caíram na seção encabeçada por Sinner e Schwartzman e podem surpreender. O Feliciano Lopez tem um currículo que impõe respeito, mas joga contra o Evans na estreia. Delbonis, Bagnis , Ramos-Vinolas (esse chegou duas vezes na R3) e Monteiro têm melhores resultados no saibro. Draper e Mannarino jogam contra Djokovic e Federer, respectivamente. Nishioka e Koepfer pegaram os sacadores Isner e Opelka. Moutet e Bolt, caso passem da primeira rodada, estarão no caminho de Isner / Berrettini e Norrie / Federer, respectivamente.

    Curiosidades:
    – Cinco canhotos foram campeões na era aberta: Laver (1968, 1969), Connors (1974, 1982), McEnroe (1981, 1983, 1984), Ivanisevic (2001) e Nadal (2008, 2010). Neste período, houve três finais entre jogadores canhotos: Laver x Roche (1968) e Connors x McEnroe (1982, 1984).
    – Jogadores que fizeram pelo menos quartas de final nos últimos 10 anos: Nadal (F, 2011; SF, 2018 e 2019), Lopez (QF, 2011), Verdasco (QF, 2013), Muller (QF, 2017) e Pella (QF, 2019).

    1. Carolina

      No torneio feminino contei 12 canhotas (9%). Metade dessas jogadoras está no quadrante encabeçado por Svitolina e Serena Williams, incluindo a campeã de 2018 Angelique Kerber. Petra Kvitova (campeã em 2011 e 2014) é a única no quadrante encabeçado por Karolina Pliskova e Sofia Kenin.

      As jogadoras estão organizadas por quadrantes e as colunas estão separadas da seguinte forma:
      Jogadora (idade) / Ranking (Q: Qualifying, PR: ranking protegido) / Melhor resultado na chave principal (ano) / País / Observações

      Quadrante 1 (Barty – Andreescu)
      – Vondrousova (21) / WTA no. 40 / R1 / República Tcheca
      – Fernandez (18) / WTA no. 68 / Primeira aparição / Canadá

      Quadrante 2 (Svitolina – Serena Williams)
      – Teichmann (23) / WTA no. 53 / R1 / Suíça
      – Kristyna Pliskova (29) / WTA no. 45 / R3 (2015) / República Tcheca
      – Ellen Perez (25) / WTA no. 231 (Q) / Primeira aparição / Austrália
      – Trevisan (27) / WTA no. 98 / Primeira aparição / Itália
      – Kerber (33) / WTA no. 28 / Campeã (2018) / Alemanha / Finalista em 2016
      – Pera (26) / WTA no. 71 / R1 / EUA

      Quadrante 3 (Karolina Pliskova – Kenin)
      – Kvitova (31) / WTA no. 12 / Campeã (2011, 2014) / República Tcheca

      Quadrante 4 (Swiatek – Sabalenka)
      – Buzarnescu (33) / WTA no. 148 (PR) / R3 (2018) / Romênia
      – Rus (30) / WTA no. 84 / R3 (2012) / Holanda
      – Doi (30) / WTA no. 83 / R4 (2016) / Japão

  22. André Barcellos

    Um fora de série em ótima forma sem concorrentes.
    O gênio suíço de 39 (outro fora de série) está na última das últimas.
    O outro fora de série não vai participar do torneio.
    O bom Thiem (único ganhador de GS relativamente novo) também não participa.
    Dos jovenzinhos todos, nenhum amadureceu o suficiente pra ganhar um Slam na grama.
    Alguma dúvida que a entressafra é agora?

    1. Gustavo

      Não é só que não amadureceram.
      É que são nutelinhas mesmo.
      Medvedev no AO só jogou por 1 set, bastou perder que ficou piradinho
      O outro agora só consegue jogar ganhando, bastou ficar 1 quebra atrás no 3º pra ficar piradinho e entregar no começo de cada set uma quebra
      Acho q se o Hewitt voltasse da aposentadoria faria um papel mais digno

        1. Rodrigo S. Cruz

          Talvez no dia de SÃO NUNCA!!! rs rs

          Ou então no dia em que o Alex ” di menor” conseguir a façanha de ser:

          *Campeão do US Open derrotando Pete Sampras na final.

          * Campeão de Wimbledon derrotando Nalbandian na final.

          * Bi-campeão do ATP Finals.

          * Número 1 do mundo por OITENTA SEMANAS, simplesmente o nono maior da história!!!!

        2. Sérgio Ribeiro

          Cara tente postar algo que realmente aconteceu no Circuito. Nada bate em 90 % das suas gracinhas . Rafa Nadal jamais escondeu que se espelhou no estilo guerreiro do mais jovem N 1 de toda a era profissional. Tanto no estilo de chegar em TODAS e até no seu comportamento em quadra . Como tu provavelmente não eras nascido não vistes o Espanhol copiar até a comemoração de frente para o Oponente. Depois Rafa se tornou um jogador mais completo que o AUSTRALIANO. Este até hoje permanece no TOP 10 de mais tempo no Posto de N 1 , apesar de suas mil cirurgias. Chama atenção sua incapacidade de respeitar até mesmo grandes Campeões. Abs!

    2. Paulo Almeida

      Não era você que dizia que o Djokovic teria muita dificuldade para chegar nos 20 Slams no final do ano passado? Mudou de ideia?

    3. DANILO AFONSO

      Tu está falando isso porque o sérvio voltou a dominar o circuito após o 2° semestre de 2018. Alguns meses antes deste período o suíço e o espanhol estavam papando os Slams e não lembro de você falando citando a palavra “entressafra” e confessando o buraco e facilidade dos dois sem o sérvio competitivo.

      Fique bem claro um detalhe: Federer e Nadal com 30 poucos é um desafio maior que qualquer “novinho” que viesse a se destarcar, pois os dois para compensar a menor intensidade física, melhoraram muito tecnicamente.

      1. André Barcellos

        E eu tenho que ficar falando de entressafra?
        É um papo ressentido e invejoso, né?.
        Comecei a falar agora porque é a palavra que mais se ouve no blog, mas já tenho visto isso acontecer a tal falta de competitividade em Slams há algum tempo. Mas é muito chato mesmo. Esse é o argumento dos nolistas quanto às conquistas do craque suíço. Só que é mais fácil desmerecer a história quando ela está distante, no passado.
        Falei de entressafra por ironia, mas não deixa de ser verdade e também fato é que nenhum grande campeão está em forma plena, hoje. Nadal mesmo furou o pneu no último set de Rg a olhos vistos. Não era lesão. Era falta de pique.

    4. Robson

      A única dúvida que eu tenho, é qual entressafra é mais fraca,se a de 2018 até hj ou se a de 2004 a 2007.

      1. Gustavo

        A de 2015 até hoje é a pior
        E sim, Federer e Nadal tb se beneficiaram. Não há problema em se reconhecer
        Apenas se beneficiaram menos que Djokovic

        1. WILLIAM ALMEIDA

          Eu li o Livro do Agassi Open o americano era massacrado com 20 anos pela imprensa por não ter vencido um GS, enquanto você ouve alguns jogadores sendo chamado de “nova geração” com 23 e 25 anos.

          Na minha concepção esses jogadores jovens ganham muito dinheiro novos ai não vê motivação em treinar melhorar para vencer um GS, veja no livro open do agassi com 19 e 20 anos a imprensa massacrava ele por não ter um GS e você via que o americano ficava insatisfeito fazia de tudo para melhorar e levar o seu slam. Olha que na época tinha Becker, Sampras, Lendl, edberg, mc enroe uma forte concorrência para o americano desbancar na caminho do primeiro slam.

    5. Gildokson

      Eu ja falei sobre isso em outra pasta.
      Hewitt, Roddick e Safin = 5 Slans
      Medvedev, Tsitsipas, Zverev e Thiem = *1 Slam
      kkkkkkkkkkkk
      Vou nem citar o craque Bautista Agut. kkkkkkkkkk

        1. Gildokson

          Eu espero que você leia essa resposta que eu dou com tdo gosto Paulo F.
          os 3 reis magos tem a mesma quantidade de Slans que Tsonga, Anderson e Medvedev, oras!!! kkkkkkkkkk

    6. Paulo César

      Entressafra ocorreu em 2017/2018 com Djokovic, Murray, Wawrinka, Nishikori e Raonic todos lesionados ou se recuperando de lesão. Para chegar ao seu segundo Roland Garros o sérvio teve que bater o maior jogador disparado da história do saibro. É preciso reconhecer. Simples assim. Construiu toda a sua carreira, desde 2008, se defrontando com o maior jogador da história da grama, e com o maior jogador da história do saibro. Além de Murray, Wawrinka, Del Potro e Tsongá. Maior grau de dificuldade nunca houve na história do tênis na era profissional.

  23. Periferia

    De uma perspectiva da psicologia….o verde é um grande equalizador de emoções…sendo responsável pelo equilíbrio entre o cérebro e o coração.
    Para aqueles que gostam de mistura…o verde engloba a clareza mental e otimismo do amarelo com a calma emocional e discernimento do azul.
    O verde significa esperança…também é a cor da fertilidade.
    O dólar é verde…
    No dia dia vemos ele nos semáforos indicando ” siga em frente”…nos levando para frente…
    O trevo de quatro folhas…é verde.
    No Islã o verde é sagrado…Maomé usava vestimentas verdes.
    O contrário de maduro (velho) é verde (novo).
    Em Londres…os suicídios caíram 34% quando a ponte de Blackfriars foi pintada de verde….diz-se que a cor acalmava as pessoas que iam ali pular…
    Em Londres também ocorre o torneio de Wimbledon…o torneio mais tradicional do mundo…o piso??
    Verde.

    Federer vendo Djokovic jogar na grama sagrada de Wimbledon…não resiste e diz:
    – A grama do meu vizinho é mais verde…mas na minha há flores.

    1. Rubens Leme

      Essa história de que o verde acalma as pessoas só funciona lá em Londres, porque se os caras fossem palmeirenses, veriam que a verdade é bem diferente, Periferia. O Palmeiras é o time que mais arranja crises internas, mesmo em épocas boas.

      Aqui até um diretor proibiu o time de treinar no gramado do Parque Antarctica nos anos 80 e obrigou a equipe a trabalhar atrás dos gols das piscinas e na pista de atletismo, alegando que o gramado pertencia a ele e não ao clube, em um daqueles procesos bizarros que só os clubes brasileiros conseguem.

      Se a tal ponte viesse para cá, ela que se suicidaria com essa diretoria.

      1. Periferia

        Olá Leme.

        Na realidade…bem lá no fundo…o Palmeiras é um tricolor.
        Em 1914…o estatuto do clube dizia que verde…branco e vermelho eram as cores oficiais do recém criado Palestra Itália (homenagem a bandeira italiana).
        Inclusive já teve a Cruz de Savoia (vermelho e branco) no lugar do distintivo.
        Com a Segunda Guerra se retirou o vermelho e o clube passou a se chamar Palmeiras (1942)…ano que sagrou-se campeão paulista com o novo nome (Avallone diria que o Palestra entrou triunfante no Pacaembu em 42 com a bandeira brasileira carregada por guerreiros palestrinos).
        Um pouco da história de um dos mais tradicionais clubes brasileiros.
        A camisa palmeirense tem “manifestações” italianas…por isso tanta confusão…mas tudo se resolve com macarronada e vinho (não nessa ordem)…

        1. Rubens Leme

          Obrigado pela aula sobre o meu clube, Periferia. Antes de ser Palmeiras foi também Palestra São Paulo e o Palmeiras nasceu no dia da final do Paulista de 42, quando derrotou o São Paulo 3×1, que deixou o campo após ter um jogador expulso. Dali, nasceu uma frase linda: “morreu líder (Palestra Itália) e nasceu campeão (Palmeiras)”.

          O Palmeiras jogou muito neste século com uma camisa azul e com a Cruz de Savoia. Em algum momento, essa camisa virou a número 2, praticamente aposentaram a branca, porque a 3 era aquela coisa pavorosa daquele amarelo cítrico.

  24. Djokovista

    Por que você acha que o jogo do Tsitsipas é tão bom pra grama? Pelo visto até hoje me parece com menos afinidade nela que Aliasisme e Berrettini da vida

    1. José Nilton Dalcim

      Porque ele possui os golpes mais essenciais do piso. A grama ficou muito mais afeita aos golpes de base na última década, mas hoje o grego mostra que também elevou esse padrão.

  25. Rubens Leme

    Dalcim, olhando a chave de Wimbledon de 1981 (última final do Rei dos Reis Bjorn Borg e o primeiro dos três títulos de John Patrick McEnroe), vi algumas coisas legais:

    1 – nosso Carlos Kirmayr chegou à terceira, caindo para o australiano Rod Frawley, que chegou às semifinais, quando foi derrotado por Big Mac. E o brasileiro fez bonito, pois havia eliminado na segunda rodada ninguém menos do que o oitavo do mundo e vice-campeão em Londres, em 1979, o supersacador Roscoe Tanner.

    2 – Borg chegou às semifinais sem perder sets, quando fez um jogo maluco contra Jimmy Connors. Venceu de virada, após sair perdendo de 0x2 e com um detalhe: nos dois primeiros sets, Jimbo fez 6-0 e 6-4. Pois Borg devolveu exatamente os mesmos placares no quarto e quinto set, respectivamentes.

    3 – Neste torneio também começam a aparecer quatro jovens suecos que fariam muito sucesso, ainda na década de 1980, entre eles o qualifier de 16 anos Mats Wilander, que chegou à terceira rodada.

    Os demais foram todos duplistas vencedores de Slam: Anders Jarryd, com oito troféus, sendo dois em Wimbledon – 1989 e 1991; Joakim Nyström que venceu seu único Slam justamente em Londres, em 1986, ao lado de Wilander e, por fim, Hans Simonsson, campeão em Roland Garros (1983, ao lado de Jarryd). Borg saiu de cena, mas deixou vários herdeiros talentosos e olha que nem falei do Stefan Edberg.

    4 – O domínio ianque era avassalador: apenas Borg e Ivan Lendl não eram norte-americanos entre os oito primeiro cabeças de chave. O tcheco (campeão juvenil do torneio, em 1978) e 4 do mundo, caiu ainda na primeira rodada e não se juntou ao sueco, McEnroe e Connors (os três primeiros) nas semifinais.

    5 – John McEnroe ganharia seu segundo título em duplas masculina e conseguiria algo nunca mais igualado: nos três anos em que venceu simples (1981, 1983 e 1984), também levou o título ao lado de Peter Fleming. No total seriam cinco títulos como duplista, sendo o primeiro em 1979 e o último, em 1992.

    6 – Outra curiosidade: na final de duplas, bateu Robert Lutz e Stan Smith, justamente os dois que havia derrotado, em simples, na terceira rodada e nas oitavas.

    7 – Big Mac venceu o título de simples e duplas num dia ideal para os norte-americanos: 4 de julho. Não podia querer mais do que isto.

    1. Marcelo F

      Muito legais essa informações, Leme. Acompanho tênis há uns quase 35 anos (na medida do que era possível ter informações antigamente). Infelizmente não vi Borg jogar, mas gostaria muito de ser contemporâneo de sua carreira. Mas vi McEnroe, Connors (já mais velho), os jovens Becker e Edberg, Wilander. O meu primeiro tenista favorito foi o grande Ivan Lendl. E depois ainda vi Sampras, Agassi, Courier, Chang, Bruguera, Muster, Rios, Kafelnikov, Guga, Rafter, Henman, Pioline, Moyá, Corretja e outros. Até o o surgimento de Federer…Sem saudosismo (considero o big 3 melhor que todos esses) , mas são tempos memoráveis, com certeza, pra quem viu.

      1. Rubens Leme

        Pois é, Marcelo, esse eram os tempos em que o Dalcim tinha uma cabeleira igual a do Vitas Gerulaitis, sonhava com o saque do Roscoe Tanner, como o voleio do Rod Laver, com o jogo de fundo de quadra e a frieza de Borg e as namoradas do Connors.

        Mas, ele viu que tudo isso era pouco e montou o melhor blog do país, para nossa alegria. Abriu mão de Slams e da Chris Evert por nossa causa. Um santo homem.

          1. Rubens Leme

            Um possível GOAT!

            E além de Chris Evert, iria conhecer o jet set internacional, fazer uma ponta em Miami Vice e em As Panteras e se aposentar aos 42 anos, jogando duplas mistas em Wimbledon com a namorada, um jovem tenista argentina de nome Gabriela Sabatini.

          2. José Nilton Dalcim

            Puxa, acho que a Gabi nunca iria curtir ser minha namorada… rsrs… Posso trocar pela Seles?

          3. Rogério R Silva

            Muito legal esse papo.
            Se me permite também preferia a Selles,mas teria um divórcio por causa da Elena Dementieva.

          4. Rubens Leme

            Se fosse para perder a cabeça que fosse pela Kournikova. Mas, não o Dalcim. Seus títulos, sua fama e seus look Jesus Christ Star quarentão fariam com que tivesse flertes rápidos com algumas atrizes tipo Jennifer Jason Leigh, Diane Lane, Elizabeth Shue, Gillian Anderson, Cameron Diaz, Julie Delpy, entre outras.

            Após levantar seu quarto US Open e Slam de número 12, surrando Andre Agassi (6-1, 6-1, 6-2), nosso heroi concede uma coletiva, para negar tudo: “Somos apenas bons amigos!

            Ainda assim foge da pergunta do possível rebento de Halle Berry ser seu:

            “Eu e Halle apenas jantamos uma vez, em uma mesa com outras pessoas, não ouve nada além disso”.

            “Nem um convite para tomar um café, depois?”

            “Odeio café de noite, me tira o sono!”

            “Mas quem iria querer dormir de noite com a Halle ao seu lado?” – continua, ácido, o repórter;

            “Sem comentários”, diz, Dalcim e deixa a coletiva.

            Sai correndo irritado com essa imprensa marrom e pensa que está na hora de pensar em outra vida, talvez montar um blog de tênis. Mas, antes precisa surrar mais uma vez Pete Sampras em Wimbledon, conquistar a quinta taça em Londres e aí, sim, o adeus.

            E talvez, só talvez, mais uma festinha de arromba com suas “amigas”. E como estava encantadora a Halle naquela noite. Mas aquele garoto definitvamente não é meu!

  26. Paulo F.

    Ah, adoram colocar o Kyrgios como o cara para derrotar o Djokovic.
    Vamos ver então se o “genial” é “talentosíssimo” paspalho chega na final no seu lado chave.

    1. Jonas

      Kyrgios vai é focar em jogos online. Esse aí não tem mais volta. Talentoso, porém é um adolescente.

      Quem é pior, Kyrgios ou Tomic?

  27. Paulo F.

    Olha, o jogo se segunda rodada contra o Kevin Anderson poderá reservar alguma surpresa.
    Mas se Djokovic passar, aí sim estará na semi.

  28. Luis

    Dalcim parece que é até foi bom sorteio pro Federer como disse Nando acho que Federer conseguiria com até tranquilidade pelo menos uma semifinal em Londres e até final mas Suíço ainda tá abaixo torcemos ache bom tênis na grama talento tem de sobra rs

  29. Gustavo

    Para quem ainda não entendeu que a entressafra começou em 2015, trago algumas postagens bem interessantes feitas pelo próprio Dalcim neste blog, e alguns comentários:
    O herdeiro
    Por José Nilton Dalcim
    14 de setembro de 2015 às 21:42

    Djokovic foi a natural evolução do tênis, o sucessor de dois dos maiores tenistas de todos os tempos, ainda que Federer e Nadal ainda estejam em atividade e lhe tragam desafios. A distância no entanto está ficando maior, porque o tênis nunca se baseou tanto físico e isso o diferencia ainda mais dos 34 anos de um e das contusões do outro.
    O quanto vai durar o domínio de Djokovic? Não consigo ver uma volta ao passado.
    Sugiro então olhar para a frente. Pode ser que Andy Murray ou Stan Wawrinka impeçam a soberania total porque são dois tenistas de grande potencial técnico e físico. A nova geração ainda não desabrochou, mas nunca se sabe quando isso pode acontecer.
    Djokovic pode superar Federer e Nadal pela 1ª vez
    Por José Nilton Dalcim
    31 de janeiro de 2016 às 13:05
    Faltam, é claro, cinco meses para Roland Garros e muita coisa pode acontecer até lá. Se nos basearmos unicamente na forma que está o circuito de hoje, é fácil dizer que nunca a chance foi tão grande. Porque Nadal não tem sido mais o mesmo, Federer nem está levando o saibro a sério e Murray… Bem, acabamos de ver a distância para o vice-líder do ranking. Talvez a barreira maior seja o instável mas atual campeão Stan Wawrinka.
    Com esse pé e meio no livro de história, Djokovic nem precisou jogar seu melhor tênis para chegar ao hexa em Melbourne e ao 11º Grand Slam, igualando-se a Borg e Laver, o que não é pouca coisa. Como era previsível, o primeiro saque, o forehand e a firmeza mental são diferenças gritantes para Murray. O primeiro set do escocês foi pífio, à exceção do primeiro game, quando deu pinta que jogaria agressivo. Novak baixou a intensidade na outra série e por fim houve algum equilíbrio, mas logo o forehand irregular permitiu a quebra.
    Recuperou a quebra e levou ao tiebreak, mas aí jogou como um top 100. Ou pior. Medroso, errático, indeciso. O quinto vice – o quarto diante de um adversário tão superior – ficou de tamanho justo.
    Paulo Lino2 de fevereiro de 2016 às 23:03
    Caro Dalcim, acredito que Djokovic superará Nadal e Federer com certa facilidade.
    É preciso ressaltar que quando Federer tinha idade que Djokovic tem hoje, olhava para trás e via dois moleques voando: Djokovic e Nadal.
    Hoje, Djokovic olha para trás e não vê ninguém chegando.
    Portanto, vai dominar o circuito por longos anos.
    Abraços, Paulo Lino (Rio de Janeiro – RJ).
    Marcus2 de fevereiro de 2016 às 20:28
    Quando jogamos no clube, o que acontece quando chegamos uma fração de segundo atrasado? Bingo: a nossa bola encurta.
    É claro que o Nadal pode vir a brigar por grandes conquistas. Torço demais pra isso – é um atleta magnífico. Mas isso vai depender de sua capacidade de adaptação, e não de consultas a um psicólogo para voltar a ter um “mental” forte.
    Federer diz que pode correr 5h. É lógico que pode, e irá poder até quando tiver 45 anos. Mas os reflexos, a precisão e a chegAda na bola poderão estar frações de segundo atrasados. E ainda vai ter gente que vai dizer aue o problema é tudo menos o físico, pois ele pode correr atrás da bola e nem terminou jogo cansado! Ã?
    Djokovic não tem nada a ver com isso e esbanja tecnica, força, precisão e físico. Parece que a guerra só vai começar quando alguém da nova geração puder ter a consistência necessária para desafiá-lo.
    Luis2 de fevereiro de 2016 às 16:44
    Dalcim por que e’ tão difícil atualmente aparecer um tenista que ameace o domínio do Djokovic alguém da nova geração tem faltado um pouco ousadia boa nos garotos que tão surgindo( algum garoto que enfrente esses 4 tops e pense que pode vencer) de repente apareceria um grande tenista
    1. José Nilton Dalcim2 de fevereiro de 2016 às 21:42
    A nova geração ainda está muito crua, não tem consistência.
    Gildokson1 de fevereiro de 2016 às 11:54
    Falando sério agora, como ele não vai ter nenhum adversário no nível que o Federer teve que enfrentar depois dos 29/30 as chances de ele alcançar os recordes de Nadal e Federer são muito grandes.

    1. Paulo Almeida

      Rapaz, não adianta mandar tijolos desesperados.

      Djokovic é disparado o maior detentor de títulos parrudos e nunca esteve sozinho no circuito.

      Abs.

      1. Bruno

        Federer provavelmente fora das olimpíadas,Nadal também,então ,Djokovic pode ganhar tranquilo que não será computado como título parrudo.

    2. Luiz Henrique

      Gustavo, esquece isso cara
      Aceita que Djokovic vai mesmo ter os melhores números
      Eu mesmo torço por Nadal mas já aceitei isso aí desde 2015
      A partir dali ficou claro que ele terminaria na frente mesmo
      E vc pode continuar admirando Federer e sua carreira, o mesmo com Nadal, Andujar, Kohlschreiber etc
      Cada um pode admirar e torcer pra quem quiser
      Desencana disso cara
      Vc só admira federer se ele tiver os melhores números ou for considerado isso ou aquilo? Então vc nunca admirou ele

      1. Flavio

        Concordo, particularmente gosto muito do Sampras mesmo ele tendo números inferiores ao big3.
        Mania que o povo tem de querer desmerecer quem obteve sucesso na sua área de atuação.

        1. Luiz Henrique

          Então Flávio, acho que se trata de frustação por não ter feito grande coisa na vida, aí cria uma fantasia de achar que ele próprio é o fulano que teve sucesso, e fica desmerecendo todos os demais
          Enquanto isso os 3 nadando em rios de dinheiro sem o menor interesse no que esse povo escreve

      1. Luiz Henrique

        Tb acho
        Pra mim nunca houve nem haverá entressafra alguma
        Cada um ganhou o que ganhou, com todos os méritos

        Djokovic será o maior tanto nos números, quanto na questão de superação de desafios
        Se for olhar só números, Federer seria o 2º
        E se for olhar a questão de superação de desafios, Nadal seria o 2º

    3. Paulo César

      Djokovic não foi o sucessor de Federer e Nadal. Disputou sua carreira toda, desde 2006, com os dois melhores da história, até então. E os superou em tudo. Simples assim. Bateu Nadal duas vezes em Roland Garros e Federer em três finais de Wimbledon. Incontestável. Não há argumentos em relação a isso.

  30. Vitor Hugo

    O título de Novak em RG foi legítimo, pois ele venceu o melhor que tinha de rivais disponíveis e não tem nada a ver se Nadal estava machucado. Mas a Vitória sobre o espanhol foi quase tão fake como a de 2016, pois claramente Nadal estava longe do seu melhor.

    1. Paulo F.

      Se Nadal estivesse machucado, jamais daria um pneu em Schwartzman.
      Não cola.
      Djokovic é que moeu o Touro fisicamente, deixou o Nadal na capa da gaita no quarto set.
      Foi o toureiro que o monocampeão terceirizado nunca foi e NUNCA SERÁ!

      1. Luiz Fabriciano

        Cara, até ontem falavam que Djokovic, apesar de o único, ao lado do Soderling, a ter vitória sobre Nadal em RG, não valia porque em 2015 o espanhol estava bichado, de tudo o que é zica. Engolimos à seco isso durante 6 anos.
        Agora, o sérvio pegou o touro à unha, dentro do seu curral.
        Como Rocky Balboa, soube apanhar até o limite, administrando suas forças e traçando um plano tático de contra-ataque, o que resultou em um “pneu moral” no set final, e ainda tem gente que quer que ele ganhe de Nadal mais duzentas vezes para admitir o óbvio.
        Nem assim dará, porque ano que vem, mesmo que aconteça novamente, Nadal estará um ano mais velho, … aí já viu né?

    2. Paulo Almeida

      Djokovic tem duas vitórias REAIS e MARCANTES sobre o Nadal em Roland Garros e ambas estão devidamente registradas e documentadas.

      Se alguém achar um triunfo do Federer diante do espanhol em Paris, pode desconfiar na hora de que se trata de uma montagem das mais ordinárias. ??????

      1. Luiz Henrique

        Só pra provocar: Nadal tem 2 finais de GS na hard vencidas contra Djokovic, em 5 disputadas (40% de aproveitamento)
        Estão devidamente registradas e documentadas.
        Já Djokovic tem 0 finais vencidas contra Nadal em 3 disputadas no saibro
        Se alguém achar um triunfo do Djoko diante do espanhol na final em Paris, pode desconfiar na hora de que se trata de uma montagem das mais ordinárias

        rsrs

        1. Paulo Almeida

          Verdade, Luiz, mas final é questão de sorteio e a casa do Djoko é Melbourne (infelizmente o sérvio é zicado em Nova York). Se você achar uma vitória do Nadal em cima do sérvio na Austrália, pode desconfiar que é fake/montagem, kkkkkk.

  31. Jonas

    Realmente a chave do Djoko parece tranquila até a SF. É verdade que ele é o grande favorito, mas o sérvio não pode cometer o mesmo erro de 2016.

    Houve naquele ano uma queda absurda de rendimento e falta de motivação. É claro que o Murray teve seus méritos, afinal papou tudo quanto é título naquele segundo semestre, mas o Djoko deu aquela “ajuda” básica, pois não jogou nada.

    Em condições normais, o Djoko teria terminado aquele ano como número 1 do mundo, mas temos que nos ater aos fatos. O sérvio teve um rendimento ruim no final de 2016 e foi bizarro em 2017/início de 2018.

    Creio que hoje, aos 34 anos, ele sabe que não pode cair na armadilha de “sou o melhor do mundo”. É preciso continuar focado. Me lembro que o Becker, antigo treinador do Djoko, até admitiu que o sérvio não estava nem treinando direito naquela época, e preferiu abraçar árvores. Felizmente o sérvio voltou a tempo, espero que não cometa o mesmo erro.

    1. Emílio Surita

      Puts, o cara pós Wimbledon ganhou Toronto, e fez final de Finals e US Open.
      Por essa lógica vai se começar uma corrente de que em 2011 Djokovic só ganhou oq ganhou pq não pegou Nadal na sua melhor fase, afinal, em 2010 ele tinha ganhou Roma e Madrid, e em 2011 não ganhou, assim como não ganhou WImbledon e US Open, e não fez final de Finals.
      Ou seja, Djokovic só terminou como n1 naquele ano porque Nadal tava em má fase, pois não havia conseguido manter os títulos da temporada anterior.
      Essa lenda de 2016 Djokovic tava em má fase é tão igual quanto a da idade pra Federer ter sido humilhado pra Djokovic de 2014 em diante.
      Entendam, Djokovic não terminou como n1 em 2016 única e exclusivamente porque Murray foi melhor, simples, não tinha má fase porra nenhuma, tava jogando muito, apenas o britânico jogou mais.
      E Djokovic tava jogando tanto que poderia ter terminado o ano como n1 se tivesse ganhou o Finals, porém o britânico vingou as derrotas do AO e de RG ganhando o Finals e terminando a temporada como n1 (aprendam federistas, isso é vingar uma derrota em Finals, ele ganhou a FINAL e terminou como n1 PORQUE GANHOU A FINAL).

      1. Jonas

        Sim, Djokovic jogou demais hein, nossa…

        Conseguiu perder pro Querrey em Wimbledon e pro CILIC, em Paris. Até pro Agut ele perdeu, em Shanghai.

        Deu uma sorte danada de ter chegado à final do US Open, com uma chave ridícula, enfrentando o Monfils em uma SF (jogo horrível).

        É óbvio que um tenista que vence tudo tem seus méritos, e Murray fez sua parte, jogou demais. Aí você olha pra campanha do Djokovic, que vinha de 2 Slams conquistados sobre o mesmo Murray no primeiro semestre, o cara vai lá e começa a perder jogos que não perderia em condições normais.

        E a fase do Djokovic só piorou, claro, vimos isso na temporada seguinte. O próprio Murray baixou DEMAIS o nível no ano seguinte, só que esse aí infelizmente jamais voltou a ser o que era.

        1. Paulo Almeida

          Exatamente: só chegou à final do USO por causa de três desistências e mais três adversários medíocres.

        2. Luiz Fabriciano

          Complementando, chegou à final do US Open, superando uma tremenda catimba do Monfils e dois W.O’s no caminho.
          Grande campanha, que só não foi melhor porque o Wawrinka mais uma vez mostrou os dentes.
          Grande abraço.

      2. Paulo Almeida

        Ganhou um Toronto esvaziado sem outros membros do Big Four. O sérvio já estava entrando na má fase.

    2. Luiz Henrique

      Essa discussão pra mim n tem sentido
      Djoko ganhou 2 GS, Murray 1, em 2016. Djoko foi o nº 1 moral, pelo menos pra mim
      Pra mim vale mais o que Djoko fez em 2016 e 2019, ganhando 2 GS e sem terminar como nº 1, do que 2012 e 2014 que ganhou 1 GS e terminou como nº 1

      1. Jonas

        É bem por aí mesmo. Só que no tênis não existe vencedor moral.

        Se você der mole, alguém te passa. Djoko tinha tudo, a pontuação dele era larga, mas Murray o passou.

        Em 2019 o sérvio tb perdeu o número 1 no detalhe, ficou a poucos pontos de vencer o Thiem e confirmar mais 1 ano na ponta.

        Bom, não dá para reclamar, o sérvio fechou vários anos como o melhor. Só comentei a situação porque em 2016 ele também vinha de conquistas seguidas (AO e RG) e acabou se perdendo.

      2. Emílio Surita

        Não existe n1 moral, é um critério objetivo, do mesmo jeito que Federer não foi campeão moral de Wimbledon 2019, poderia ter sido campeão, mas amarelou.
        E são coisas totalmente diferentes, n1 da temporada e número de GS, mas tudo entra no conjunto pra se saber quem foi o GOAT, eu, por exemplo dou muito mais valor no n1 da temporada de Murray do que nos seus 3 GS.
        Mas se ficar com esse negócio de dizer que só ganhou porque Djokovic tava em baixa, então vejam bem, Federer em 2005 perdeu 4 jogos, 2006 perdeu 5, entre 2004-2007 ganhou 11 GS, e depois não conseguiu mais repetir isso, pela análise de vocês, aí ta dando pano pra manga pra os federeristas cegos, porque se você diz que o cara que não repetiu os números da temporada anterior tava em má fase, você basicamente ta dizendo que Nadal e DJokovic só ganharam oq ganharam pq Federer tava em má fase pós Finals 2007, pois no AO de 2008 já não chegou na final.
        Se mantiverem esse argumento, vão tá involuntariamente dizendo que Federer é o melhor da história, pois vão tá condicionando o sucesso de Djokovic e Nadal a uma queda de rendimento de Federer.

        1. Jonas

          Concordo que não exista vencedor moral, isso chega a ser ridículo.

          Mas não há problema algum em admitir situações óbvias.

          Exemplo: é evidente que Nadal esteve em má fase em 2015 e que Djoko não jogou nada no primeiro semestre de 2018.

          Isso acaba gerando vários “SE”, mas no fim temos que nos ater aos fatos. Murray foi o melhor tenista de 2016? Na minha opinião foi sim, os números mostram. Djoko caiu de rendimento? A meu ver, caiu.

          1. Emílio Surita

            Veja bem, o cara falou lá “queda de rendimento” e “falta de motivação”.
            Vamos aos fatos, queda de rendimento é algo até natural numa temporada desgastante como é a da ATP, logo, quem chega como n1 no fim do ano chegou por méritos, não por queda de rendimento de um tenista, no caso, Djokovic só teve gasolina até certo tempo, depois o físico já não ajudava mais, isso porque usou tudo no primeiro semestre, mas falta de motivação, isso jamais.
            Se for analisar Djokovic quando chegou no US Open e ganhou, vai ver que das 3, duas chegou baleado, e a outra só ganhou (2018) porque jogou muito pouco no primeiro semestre, então chegou zerinho lá. 2011 ele só ganhou porque Federer amarelou, no caso na semi, e só ganhou em 2015 também porque Federer amarelou, chegou jogando muito e quando viu que o adversário era Djokovic, tremeu mais que britadeira, e assim perdeu metendo mais de mil erros não forçados.
            Ou seja, o tênis de Djokovic, se jogado em alto nível sem parar, vai acarretar em ele chegar no US Open já baleado, ou seja, chegou no limite, isso não é má fase, é apenas o estoque de gasolina que não tá mais cheio, pois usou quase tudo.

  32. Rubens Leme

    Marillion – Afraid of Sunlight (1995)

    Sempre que uma banda que possui um vocalista marcante, como foi o caso de Fish no Marillion, você pensa que os novos trabalhos sem ele serão chatos. Mas aí eu comecei a comprar os discos com Steve Hogarth e percebi que isso não aconteceu.

    Os dois possuem técnicas diferentes e Hogarth ajudou a afastar a (má) fama do Marillion ser uma cópia do Genesis, culpa, em parte dos vocais de Fish se parecerem excessivamente com os de Peter Gabriel e até com Phil Collins.

    Season’s End, a estreia de Steve, e Afraid of Sunlight são belos discos. Sem os hits oitentistas como “Kayleigh”, mas que levaram o grupo em outra direção, talvez mais madura.

    E o mais curioso é que Steve citou três influências como cantor, nomes desconhecidos e estranhos para os fãs de rock progressivo: a classuda banda pop The Blue Nile, Paddy McAloon (líder do Prefab Sprout) e Mike Scott, dos Waterboys, grupo que fez dois dos meus discos favoritos desde a adolescência: This Is the Sea (1986) e Fisherman’s Blues. Gosto tanto destes discos que tenhho duas cópias em vinil de cada um, além dos cds da época e edições duplas comemorativas.

    Ou seja, deste ponto de vista meu gosto bate mais com Steve do que Fish, embora eu adore quase tudo que Peter Gabriel gravou. No final, o que vale é a música e ouvir todos estes grandes discos e artistas.

    https://www.youtube.com/watch?v=R9Qv4hK8bmQ&list=PLDD6nAEVVZxHSXXfquESN7oW95rEYw6RF

    1. lEvI sIlvA

      Leme, o Afraid quase não dá em nada. Muito, por toda a pressão que a EMI fez sobre a banda pra lançar as pressas esse disco, pois Brave tomou 1 ano e meio entre composição e gravação. Curioso que, ambos os álbuns foram bem musicalmente e na crítica, embora particularmente eu torça o nariz pra isso. A gravadora, nem fez muito caso e dispensou o Marillion logo após (o disco de 1995 encerrava as obrigações contratuais). Em 1997, dois anos após, a EMI completava 100 anos de estrada, um marco sem dúvida.
      Irônico como possa soar, o “descartável” Marillion sacado sem nenhuma cerimônia do seu cast, segue na ativa e sendo relevante (são mais de 30 anos, quem diria…?!?!) já a EMI, a centenária EMI… tornou-se apenas história! Isso, apesar de nomes de peso no seu rol de contratados, muita gente boa que segue fazendo boa música e vendendo como nunca!!!
      Ironias, ironias…!!!
      Abraço e cuide-se por aí.

      1. Rubens Leme

        Bom, Levi, a EMI dispensou o grupo, mas relançou os álbuns várias vezes em reedições, além de coletâneas. Particularmente, achava legal essas ligações de bandas e gravadoras – visto pelo lado de fora, claro, porque os artistas reclamavam muito dos grandes selos – e acho que a música tomou um rumo horrível, porém, irreversível.

        A geração atual não se importa mais com o formato físico e nem de álbuns. Hoje existe apenas o formato single – geralmente, uma canção mesmo, não um compacto de dois lados ou mais, como antes – e tudo é muito pobre e derivativo. Essas bandas antigas sobrevivem basicamente de shows – o que não existe mais desde o ano passado – e de direitos autorais.

        Se pudesse adivinhar que os tempos atuais seriam estes, teria curtido bem mais aqueles dias.

        um abraço.

        1. lEvI sIlvA

          Leme, meu caro, de fato a EMI relançou os 8 primeiros álbuns da banda. Foi uma grata surpresa que iniciou em 1997 ano em que faziam 100 anos e foi assim, até 1999 quando saiu os 2 últimos, Clutching at Straws (Fish) e Afraid of Sunlight (Hogarth). Foi uma grande sacada sem dúvida. Mas não sei se sabe, não partiu da própria gravadora essa idéia. Em 1996, creio eu Lucy Jordache, que trabalhava na EMI e entusiasta do trabalho do Marillion, se propôs a pesquisar, entrevistar e colher material (fotos, entrevistas etc com os menbros e ex da banda) que seria base pros livretos dos CDs duplos comemorativos. Felizmente, conseguiu algum apoio e foi em frente, mas foi ela quem fez tudo. O resultado foi tão positivo, e sua relação com a banda ficou tão estreita, que a partir de 2000, saiu da EMI a convite do Marillion e está, desde então, trabalhando com eles. Que história, e reviravolta, não é mesmo?!?!

      2. lEvI sIlvA

        Correção…
        O Marillion, completa 40 anos de estrada, não 30 como havia escrito…rsrsrs
        E a gravadora EMI, faliu deixando o seu valioso catálogo distribuído entre Universal Music e Warner Music.
        Rapaz, o quê, a falta de sono não faz com a gente….!!! (Dois dias de trabalho das 8am as 20pm sem parar…???)

        1. Rubens Leme

          E sabe quem era uma das maiores acionista da EMI? A Rainha Elizabeth. Aliás, tem uma história que ela chegou a boicotar um disco ou uma canção – não me lembro agora – do nosso Bituca, MIlton Nascimento.

          Milton bateu o pé, mandou o empresário dele sondar outras gravadoras – era o auge dele, nos anos 70 – e a EMI acabou cedendo. Ou seja, nosso mineirinho mostrou quem é que manda para aquela come e dorme.

          Bela história, náo?

  33. Jonatã Lopes

    Dalcim.

    O que achou do jogo de hoje entre Kerber e Kvitova, que fora decidido no Tie-break do terceiro set?

    1. José Nilton Dalcim

      Não pude assistir a esse jogo, Jonatã. Mas gostei de ver Kerber reagindo de novo. Ela andava precisando de um resultado convincente!

  34. Edgard Upinho

    Chave bem aprazível para o sérvio, isso é inegável. Porém, jamais devemos descartar Roger Federer, sobretudo na grama sagrada de wimblendon. Estou curioso pra conhecer a performance do Tsitsipas, pois conforme dito no texto, o estilo dele se coaduna muito bem com o da grama. Dalcim, em caso de semifinal entre djoko e o Tsitsipas, acha que slices e forçar o jogo na esquerda do grego seriam uma boa tática para o sérvio? obrigado.

    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que slices seja a tática ideal para o Djokovic. Acredito que ele tentará manter o padrão de sempre. Deslocar o adversário na grama é muito eficiente, porque é um piso de difícil movimentação.

    2. Rodrigo S. Cruz

      O Slice é um dos piores golpes do Djokovic.

      E aqui não estou provocando absolutamente ninguém.

      Estou só atestando um fato…

  35. Marcilio Aguiar

    Sou péssimo em palpites, mas, pelo histórico recente, não restam dúvidas que o Djoko estará na final. Todos os demais “favoritos” são incógnitas e acho que o Federe nem chegará às quartas.

    Espero estar errado.

  36. Denis

    Lembrei da Lisicki, vendo esse video sobre os ataques mais fortes da historia de wimbledon. O que aconteceu com ela Dalcim? depois de perder aquela final pra Bartoli acabou sumindo do circuito aos poucos. Ainda esta em atividade?

    1. José Nilton Dalcim

      Carreira cheia de lesões, Denis. Tentou voltar no ano passado, jogou dois torneios e acabou rompendo ligamento, o que obrigou cirurgia. Não voltou ainda.

  37. Nattan Labatto

    Sorteio super equilibrado! O Federer de 2019 já estaria com os dois pés na final. Falando em final, tomara que os deuses sejam generosos e permitam uma final nos moldes de 2019, com o suíço e o sérvio duelando ponto a ponto… Certeza de espetáculo!

    Ah, srs, li outro dia a lista do GOAT levando em consideração plasticidade, acrobacias, efeitos e carisma. Ficou assim:

    #1 Tio bigodudo que faz exibição na grama.
    #2 Gael Monfis
    #3 Dolgopolov
    #3 Grigor Dimitrov
    #5 Kyrgios

    Parece que o Big 03 ficou de fora dessa vez ???

    Abs

  38. Paulo Almeida

    O cracaço sérvio precisa abrir o olho contra o garoto britânico e depois contra o sacador Anderson na segunda rodada.

    O rei também das chaves difíceis não tem um minuto de sossego!

  39. Rubens Leme

    Quando David Byrne resolveu escrever e dirigir True Stories (que também seria nome de um disco dos Talking Heads naquele mesmo ano, 1986), não estava sendo exatamente um pioneiro. No mesmo ano, Prince lançou umm longa que tomou várias pauladas – Under the Cherry Moon, mas que rendeu um belo disco, Parade, com o hit “Kiss”.

    Mas True Stories foge completamente do escopo, até mesmo para Byrne, pois o filme toda se passa na ficcional Virgil, no Texas E David Byrne é escocês de nascimento.

    Segundo ele, o filme nasceu de uma coleção imensa que manteve de histórias bizarras que recortava de jornais ao longo dos anos e que resolveu colocar todos esses seres em uma narrativa só, estrelando o filme ao lado do excelente John Goodman, um dos atores coadjuvantes mais versáteis e carismáticos que Hollywood tem.

    O filme chegou a causar pequena comoção aqui, participou de um festival de cinema no Rio, onde Byrne tomou um soco de um taxista e deu uma longa entrevista para a extinta revista BIZZ, que acabou sendo invadida por Paulo Ricardo, no auge de sua fama com o RPM.

    Sempre quis o filme, mas nunca o encontrei até hoje, após longos anos de busca e cinco meses de espera para ser entregue. True Stories não mudou muito do que eu me lembrava – não o via desde aqueles tempos – e segue sendo um curioso retrato que poderia perfeitamente ter sido escrito e dirigido pelos irmãos Coen.

    E, mais uma vez, sinto uma bruta saudade da década de 1980. Pudesse voltar e ela com a experiência de vida que tenho hoje, iria correndo e quebraria a máquina do tempo para não ter o perigo de retornar.

  40. FLAVIO

    Mestre Dalcin permita discordar um pouco de você a respeito da chave do Federer, pois até os 3 primeiros jogos não vejo muita dificuldade assim a ele, mas vai depender como estará o seu rítmo e como vai reagir a esses jogos, pois se chegar as oitavas com pouco desgaste, ou seja vencendo com placares de 3xo,ou até um deles de 3×1 aí sim acho que pode avançar um pouco mais no torneio, mas também acho uma incógnita a sua campanha até no primeiro jogo porque a eliminação cedo no torneio de halle pode assombrar a sua performance, bom mas como disse antes vai depender muito como ele vai reagir nas fases iniciais do torneio, ok mestre, então mais uma pergunta tu acha que se ele passar bem da primeira fase(3 jogos iniciais) você acredita que o maestro pode ir longe no tradicional Slam inglês? Abraços.

    1. José Nilton Dalcim

      É uma grande incógnita, Flávio. Tênis e experiência ele tem de sobra, mas precisamos ver como ele estará fisicamente. Ideal seria não se desgastar nessas primeiras rodadas.

  41. Dionathan

    Dalcim..
    Tô achando que Andy Murray vai surpreender positivamente nesse Wimbledon… é onde ele se sente mais em casa, concorda?

    1. Flavio

      Quem sabe Dhionatan?Mas vou torcer por ele para que possa de recuperar porque é um talento que nem é o Big 3 e Warinka que infelizmente vem sofrendo com lesões.

  42. Rodrigo S. Cruz

    Não fosse essa má fase, achei a chave do Federer até razoável.

    Esperava dificuldades muito maiores.

    Só tem esse Cameron Norrie que foi muito bem em Halle, e obviamente o Zverev, numa eventual semi.

    Já o Djokovic é brincadeira, né?

    Que chave mais ridícula, dá até raiva.

    Se fosse eu que tivesse organizado o torneio, botaria ele pra jogar só a partir da semifinal mesmo.

    A chance dele ganhar Wimnledon com um caminho desse é de uns 90%.

  43. Luiz Fernando

    Djoko é favorito contra qualquer um da primeira até a ultima rodada, mas convém lembrar q Rafa também era tido assim em RG e perdeu, embora em W não haja ninguém para se ombrear ao sérvio como ele se ombreou e superou o espanhol. Federer também seria franco favorito contra esses caras listados na matéria, mas em uma situação normal, no atual momento ele pode perder de qualquer um e em qualquer rodada, em especial em partidas de até 5 sets. Um jogo mais longo e bye bye. O grego deve ir bem, pois joga bem em qualquer piso, mas é difícil imagina-lo como campeão de um GS na grama.

  44. Henrique Cipriano

    Djokovic só não ganha esse torneio se algo muito extraordinário acontecer. Tá moleza pro sérvio.

  45. Periferia

    Quando saiu o sorteio de Roland Garros…a impressão que passava é que ninguém teria condições de parar Nadal e Djokovic….acabaram ficando do mesmo lado da chave.
    Tirando os dois…os outros eram apenas coadjuvantes (inclusive Federer)…o que se confirmou.
    Agora a mesma coisa…tirando Djokovic e o Federer (mais pelo histórico do que pelo momento) …não tem outros…
    Estamos falando do saibro e da grama…dois pisos tradicionais do tênis…nem especialistas temos mais (antigamente existia um Muster no saibro..ou Ivanisevic na grama).
    E ainda tem o Austrália Open…que é dominado (decadas) pelo sérvio e o suíço .
    Três diferentes pisos onde não existem surpresas (consequentemente não existe renovação).
    Apenas o USOpen é terra de ninguém…onde tudo pode acontecer.
    E caso….Wimbledon tenha uma final entre Djokovic e Federer…os Slam (s) não precisam de uma chave com tantos jogadores….

    1. Jose Yoh

      Penso que o USO e o Finals são os torneios mais imprevisíveis porque nunca temos os 3 em boas condições físicas. Normalmente ganha aquele que está melhor ou alguma zebra.
      No Finals, a coisa é pior ainda porque são 3 sets e eles estão mais desgastados ainda. Veja só a quantidade de surpresas que tivemos nos últimos anos.
      Nadal este ano foi esperto e creio que será o favorito no USO.

  46. Gildokson

    Desânimo total, depois da ultima derrota em Halle e vendo essa chave não consigo ver o GÊNIO passando das quartas. Mas bora lá neh, quem sabe na base do sobrenatural kkkkkkk
    Go Roger!!!!

  47. SANDRO

    A final mais interessante para este torneio seria Djokovic x Berrettini. Esses dois já fizeram um jogaço espetacular em Roland Garros, em Wimbledon poderiam nos brindar com mais um outro jogaço!!!

  48. Daniel

    Tenho certo medo dessa primeira rodada para Djokovic. Vem um menino acostumado com a grama e sem nada a perder. Não bobeia, Nole!!!

  49. Sandra

    Eu posso até estar errada Dalcim, mas não acredito que Federer vai muito longe apesar de seu piso predileto, quando falam em favoritismo , só consigo pensar em Nadal em Roland Garros vc acha mesmo que Federer aguenta independente da chave ?

  50. Nando

    Mestre, essa chave do Federer é “difícil” mais pelas condições dele no momento, do q pelos adversários na minha opinião.
    Se fosse o Federer de 2019 pra trás, seria td moleza até no mínimo as quartas…mas o cara é incógnita total, ainda mais agora do jeito q ele está. Resta torcer, e mto.
    Já a chave do Cotonete é mamão com açúcar…acredito num favoritismo de 90% pra ele no torneio.

  51. Gabriel Maganha

    A chave ficou realmente interessante para Djokovic.
    Dalcim, acha que se Djoko vencesse Wimbledon e a partir daí, ninguém mais do Big3 ganhasse nenhum outro título, ficando os 3 empatados em 20-20-20, Djokovic seria considerado o maior de todos, pela quantidade de big titles, semanas como número 1 e confrontos diretos? Ou restaria ainda algum argumento contrário a este?

    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, são muitos ‘achismos’, Gabriel. Acho que precisamos esperar para ver o que cada um vai fazer nesta reta final das carreiras. Certamente, Djokovic está com tudo para superar os dois.

  52. Evaldo Aparecido Moreira

    Olha,
    Promessas de grandes jogos realmente, chave fresca para Nole até as semi-finais como o Dalcim mesmo abordou.
    Para Federer fiquei na dúvida sobre a chave, a depender de dos franceses (Maraninno e Gasquet), o problema é a terceira rodada a seguir.
    Achei interessante as chaves, e muitos jogos de bom nivel, vou torcer para que Murray siga adiante, pelo que vi dos jogos dele em Queens, tá claro a falta de ritmo, e isso é evidente, fato.

    Dalcim,
    Se Federer vencer os dois jogos contra Marinno e Gasquet, com certeza pegará ritmo e confiança, principalmente se o1º saque entrar, tenho convicção que Roger vai tentar encurtar os pontos ao máximo, e pelo que vi dos jogos dele, de Dubai ate Roland Garros, teve altos e baixos, o que mostra mesmo aos 39 anos, Federer tem jogo e margem para mais, como você ver neste momento mestre a real situação dele, e até onde ele poderá ir?

    Murray, sempre admirei pelo entrega e acima tudo espírito de competividade, os teermos técnicos nem se discute, eu arriscaria , se for o caso, ele indo até a 3º rodada, o que viu você viu mestre Dalcim( os jogos dele, caso tenha visto), acha que poderá chegar a 3º rodada ou não…..!?

    1. José Nilton Dalcim

      Ainda é difícil avaliar Federer. Eles fez poucos jogos, esteve ganhando todos os que perdeu. Em alguns momentos pareceu faltar confiança, em outros pernas. Teremos de aguardá-lo jogo a jogo, a meu ver

  53. Gustavo

    Qualquer chave que Djokovic pegue vai ser fácil
    Quando jogar com Tsitsipas, no momento decisivo, ele vai estar pensando se alguém respondeu um determinado zap dele
    Zverev vai estar pensando qual danone ele vai comer depois do jogo
    Mais fácil o wawrinka com o pé operado ter chance do que essa turma

    1. Helena

      Parece brincadeira, mas o grego demorou pouco mais de um minuto pra postar no Twitter após aquela derrota para o Coric. Ou seja, deu realmente a impressão de que no rir-break a cabeça dele já estava nas redes sociais, e não no jogo. Surreal!

      1. Gustavo

        Pois é, depois não entendem o que eu falo
        O circuito de 2004 a 2007 era muito, mas muito mais competitivo

        1. Helena

          Acho que o problema dessa comparação é que normalmente é feita por torcedores, então ao ler sobre qual a época que a pessoa chama de fraca, é interessante perguntar pra quem essa pessoa torce.

          Invariavelmente a resposta vai ser:
          Reclama dos últimos anos = Torce para o Federer
          Reclama do período 2004-2007 = Torce para Djoko ou Nadal

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