Nadal abandona quadras rápidas
Por José Nilton Dalcim
17 de junho de 2021 às 11:51

Num anúncio que considerei surpreendente, Rafael Nadal desistiu de competir na grama de Wimbledon e na veloz quadra dura de Tóquio, onde poderia disputar suas quartas Olimpíadas. Se a saída do Slam britânico já havia até sido ventilada por ele após a queda em Roland Garros, saltar os Jogos foi totalmente inesperado porque Rafa sempre se mostrou muito ligado às competições nacionais e ao clima olímpico.

Algumas considerações são possíveis, ainda que não se possa cravar. A primeira é física, já que percebemos um Nadal desgastado no quarto set diante de Novak Djokovic em Paris. Também não se pode eliminar a questão lombar que o incomoda desde o Australian Open e o forçou a mudar o movimento de saque. No entanto eu ainda destacaria a questão técnica, porque o segundo serviço do espanhol não se mostrou grande coisa ao longo de toda a fase do saibro e sem ele ficaria ainda muito mais difícil competir em pisos velozes.

Por fim, ir a Tóquio significaria viagem longa, fuso horário sempre difícil e o evidente desconforto frente à pandemia e a uma família olímpica de 10 mil atletas. Também complica calendários. Os Jogos terminam apenas uma semana antes do Masters de Toronto e a sequência daí em diante é apertada, com Cincinnati imediatamente a seguir e o US Open sete dias depois, ou seja, são três grandes torneios em cinco semanas. Para quem sempre criticou Nadal por não espaçar melhor sua agenda, seria insensato pensar agora que, com a idade e a resistência menos apurada, ele se sujeitasse a uma maratona dessas.

Esta será a quarta vez que o bicampeão Nadal não vai a Wimbledon. A primeira foi lá no começo da carreira, em 2004, quando também não conseguiu fazer o que seria sua estreia em Roland Garros devido já ao problema no joelho. Depois, firmado como um dos grandes do circuito, saltou 2009, em situação parecida com esta agora, já que vinha de campanha frustrante em Paris devido ao joelho, e mais tarde em 2016, agora com fortes dores no punho que o haviam forçado a se retirar na 3ª rodada de Roland Garros.

O canhoto espanhol é o Big 3 que mais deixou de disputar Slam, se considerarmos seu início no US Open de 2003, em que já tinha ranking para entrar e foi até a terceira rodada. Além desses dois em 2004, que não podem ser muito considerados já que ele ainda era juvenil, faltou também a dois importantes Australian Open (2006 e 2013) e a três US Open (2012, 2014 e 2020). Ou seja, perdeu oito chances na sua melhor vida útil e dez no total.

Novak Djokovic, por exemplo, só deixou de disputar um Grand Slam desde que entrou na chave principal do Australian Open, em 2005. Foi o US Open de 2017, quando estava com o cotovelo lesionado. Aliás, desde então ganhou sete troféus nesse nível dos 13 disputados.

Já Roger Federer chegou a ser recordista de Slam consecutivos a partir da Austrália-2000, interrompendo a série quando resolveu cortar Paris do calendário (2016 a 2018). Faltou ao US Open em 2016 e 2020 e Roland Garros também do ano passado, além da Austrália em fevereiro, estes provocados por artroscopia nos joelhos. Portanto, pulou seis Slam que poderia ter jogado na sua carreira adulta.

E mais
Murray ganhou convite para Wimbledon, mas só ganhou um jogo em Queen’s e foi facilmente batido por Berrettini com um segundo saque muito lento. O Big 4 vai definitivamente fragilizado para Londres, à exceção é claro de Djokovic.
– O sérvio aliás aproveita o torneio próximo de casa e jogará duplas em Mallorca como preparativo para Wimbledon. Sérvio tem uma mansão em Marbella, avaliada em 10 milhões de euros, e fixou residência lá depois de 15 anos morando em Monte Carlo.
Wimbledon anunciou lotação total para a Central nas rodadas finais, ou seja, 15 mil assistentes. A corrida por ingressos começou hoje, mas o site de venda ficou instável. Ao mesmo tempo, dará 5% a menos de premiação, reduzindo quase 30% dos campeões.
– Já o US Open embalou na flexibilização total de Nova York e festeja ‘vida normal’, com venda máxima de ingressos. O torneio costuma ter mais de 700 mil visitantes nas duas semanas.
– Felipe Meligeni conseguiu vaga e assim fará companhia no quali de Wimbledon a Wild, Menezes e Bia. Só Monteiro está direto.
– Para quem não leu, nota curiosa sobre um universitário que ajudou Djoko a se preparar na semi contra Nadal.
– Vice juvenil de Wimbledon em 2018, o canhoto Jack Draper, agora 19 anos, tirou Sinner e Bublik e virou sensação em Queen’s. O britânico não ganhou sequer future nesta temporada e é hoje 309º do ranking.


Comentários
  1. Willian Rodrigues

    Alguns argumentam que o torneio olímpico seja, via de regra, relativamente fraco, desinteressante, pela ausência de muitos jogadores top…
    Isso se deve a uma série de fatores. Muitos jogadores prescindem da disputa porque não há premiação em dinheiro ou pontuação no ranking da ATP (já houve em torneios anteriores). As regras estabelecem cotas para cada país, o que implica a classificação de atletas com ranking mais baixo. A Federação Internacional de Tênis permite, no máximo, 6 homens e 6 mulheres por país. As regras permitem até 4 atletas por categoria individual e até duas equipes por cada chave de duplas.

    De fato, em 2016 tivemos uma campeã no individual feminino que nunca mais logrou êxito em nenhum outro torneio importante após aquele evento.
    Eventualmente, as rodadas iniciais de todas as categorias envolvem tenistas com nível de jogo bastante discrepante.

    PORÉM, devemos considerar que as Olimpíadas ocorrem apenas de 4 em 4 anos… Isso aumenta muito a dificuldade para se conquistar uma medalha e torna sim o “ouro olímpico” algo muito especial!

    Se, por coincidência, o “grande tenista” não estiver em uma boa fase à época do torneio, terá que aguardar outro ciclo para então fazer nova tentativa!!
    Talvez não seja o caso de Federer e Djokovic, que fracassaram na disputa mesmo estando em boa forma física em pelo menos três oportunidades. Saibamos reconhecer isso…

    Outro aspecto envolve o tipo de piso e condições climáticas que podem desfavorecer muito determinado atleta. Uma enorme salva de palmas para Rafael Nadal que conquistou o ouro em 2008 fora do seu habitat natural!

    Desse modo, acho um feito espetacular o bicampeonato consecutivo de Andy Murray!! Sim existiu um “BIG FOUR”…

    E estou torcendo muito para que Novak Djokovic finalmente obtenha a sonhada medalha de ouro, único BIG TITLE que lhe falta. Ainda que tachem o título de “pouco parrudo” pelo esvaziamento ainda mais retumbante do torneio devido à pandemia, comemoraremos muito!
    Estaria pintando um Golden Slam por aí…??
    Ajde Nole!

    1. Sérgio Ribeiro

      Rodadas iniciais são fracas até em SLAM , caro Willian. Começam a disputa 162 Tenistas . Em Londres 2012 a Semi reuniu Murray x Novak e Federer x Del Potro ( jogo quebrou Recorde de duração pra partidas de 3 Sets ) . Quem foi a Rio 2016 teve o prazer de assistir Del Potro x Novak ( para o Argentino sua melhor atuação na carreira ) . Os Semi Finalistas foram Del Potro x Nadal e Murray x Kei Nishikori ( Federer não foi por lesão) . Quem viu como Novak saiu de quadra entende o porquê dele jamais ter pulado alguma . O espírito Olímpico não está nem aí pra jogadores Caça-Níqueis . A zebra Puig se deveu a Amarelada de duas TOP 10 ( Angelique Kerber e Petra Kvitova . As recordistas absolutas são as Irmãs Willians ) .A maioria dos fanáticos torcedores que tem pôster de Tenistas em seu quarto é que desdenham do Ouro Olímpico. Convido o parceiro para uma olhadinha no YouTube e ver como as feras ficam até com o Ouro em Duplas . Abs!

  2. Fernando Brack

    Estranho, muito estranho, e estou falando de mim mesmo. Embora eu seja um federista de primeira hora e de carteirinha, eu não tenho problema nenhum, mas nenhum mesmo em admitir que Djokovic já possa ser considerado o GOAT do tênis. Sinceramente, acho que ele faz muito por merecer, mas isso não me tira por um segundo a preferência por assistir Federer em quadra. São coisas muito diferentes.

    Aos que se engalfinham todo santo dia aqui no blog em torno de argumentos, eu acredito que a alcunha deve ser concedida ao tenista que detenha os maiores resultados do esporte, em particular os títulos de GS. Todos os demais argumentos – e eles pesam para torcedores conforme o gosto de cada um – são subjetivos.

    Outra coisa, eu não entro nessa pilha de entressafra de jeito nenhum. Tenistas excepcionais fazem seu auge parecer uma entressafra simplesmente porque são muito melhores do que os que compartilham o período com eles. Isso é mérito do cara e não demérito dos outros. Quando ele não se destaca tanto, isto é, quando há no circuito outros tenistas a lhe fazer frente, é óbvio que o período fica mais competitivo e o acúmulo de títulos mais difícil.

    1. Luiz Fernando

      Boa Brack, vc sempre teve bom senso, entre algo objetivo e algo subjetivo a maioria absoluta fica com o primeiro…

  3. Rubens Leme

    Meu caro Maurício Luís, uma pergunta técnica: seria correto dizer, no caso da Xisca, que ela pegou o touro à unha e fez dele um stromboni?

    1. Maurício Luís *

      ?Parece que sim… Essa é porreta! Inclusive o baloeiro viu um disco voador pousar na sua frente. ” – Leve-me ao seu líder” disse o ET.
      Ele apresentou o alienígena à Xisca…

  4. Rubens Leme

    THE DISCO YEARS – VOLS 1 A 7

    Nos anos 1990,a gravadora Rhino lançou uma série fabulosa de 7 CDs dedicados aos anos disco, The Disco Years (https://hercshideaway.blogspot.com/2013/09/rhinos-disco-years-1990-1995.html).

    Eu tive todos e os levava nas festas em que era convidado para fazer som. No início deste século, quando fiquei desempregado e vendi 90% da minha coleção, eles foram juntos com incontáveis LPs, singles, cds, boxes, etc.
    Bom, desde 2010 venho refazendo minha coleção e sofrendo para achar algumas coisas. Mas, por causa da pandemia, alguém colocou os 7 volumes, importados, em perfeito estado, por 150 reais, no Mercado Livre. Ha! , nem pensei. Hoje, eles chegaram.

    Então, meio que entrevado da coluna, com o joelho esfolado e exausto, vou ligar um som, fingir que tenho 30 anos a menos e que ainda sou capaz de jogar 4 horas de futsal e ir dançar depois a noite toda.

    Para começar, colocarei uma das melhores canções do lote – https://www.youtube.com/watch?v=JIN36NweL6I

  5. Rodrigo Lightman

    Outra coisa, o Wild não perde para o argentino nessa segunda rodada do qualy de Wimbledon nem jogando com a mão esquerda.

    1. Barocos

      Rodrigo,

      Me faça um favor, declare: “O Djokovic não ganha mais um título sequer nem em mil anos!”. Estamos precisando de mais clarividentes para fazer companhia ao Peçanha e ao Ronildo.

      😉

      Saúde e paz.

    2. Bel Grado Fa

      Enquanyo seus contemporaneosDavidoch Fokina e Casper Ruud properam, brasileiros segiem forte com foco na namorada influencer… ficou para trásl

    1. Rodrigo Lightman

      Nah… jogos olímpicos não valem nada no tênis. Do jeito que a coisa vai, até torneio de par ou ímpar vai ser introduzido nos jogos.

    2. Sérgio Ribeiro

      Não entendi , caro Thiago. Novak Djokovic jamais pulou alguma e está pouco se lixando pros Tenistas que não querem enfrentar a enorme bolha em Tóquio ( 10000 pessoas ) . Abs!

  6. Maurício Luís *

    Gostaria de saber se a Bia Maia e o Tiago Monteiro ainda estão namorando. Pode parecer coisa fútil, mas num torneio como esse, com tantos estrangeiros, o apoio mútuo faz muita diferença. Diversos fatores extra-quadra costumam interferir no desempenho, tanto pra melhor quanto pra pior.

      1. Rubens Leme

        Já tô vendo um post do Maurício falando que o Nadal tem um caso com a Bia e a sogra quase os flagra no pulo.

  7. Rubens Leme

    E o Brasil tem nova dupla sertaneja e bem ao seu gosto, Dalcim: LAZARO e LAZARENTO. O primeiro está sendo caçado em Goiás, o segundo o Lira não deixa ser cassado, mas precisamos insistir nisto.

    Como diria um antigo amigo gótico: Tem que DARK certo.

  8. Paulo Almeida

    O Double Career Slammer ganhou uma sobrevida e seguirá se divertindo na terra do seu maior rival, enquanto aguarda o sorteio de Wimbledon.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Como já dizia um filósofo, caro Paulo F :

      ” o sábio pode mudar de ideia, já o idiota nunca”.

      Estou certo de que com essa recente vitória expressiva do Djokovic sobre o Nadal, em RG, o Vitor mudará de posição.

      Portanto, dê você primeiro o exemplo, e pare de escrever tantas besteiras contra o Federer também…

          1. Rodrigo S. Cruz

            Olha aí.. ta vendo? rs

            Sempre as mesmas babaquices:

            ” monocampeão terceirizado, pato do espanhol”.

            Você não muda… quer reclamar do Vitor o que então?

  9. Rubens Leme

    Em meio a inúmeros problemas pessoais – e que estão longe do fim – resolvi rever, nestes dias, duas séries da Amazon, que abordam meus períodos históricos favoritos: a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.

    A primeira delas foi Treadstone, uma extensão do universo Jason Bourne, lendário personagem criado pelo falecido Robert Ludlum e que teve algumas histórias publicadas por outro autor, o que considero lamentável. Mas, enfim.

    Treadstone foi abortada ainda na primeira temporada, por ser uma série complexa demais para o público médio e com baixas audiências. Uma pena, pois foi extremamente bem filmada, produzida, com bons atores, bom enredo. Talvez o grande problema dela tenha sido demonstrar o quanto o grande inimigo que todos os governos vendem não são os “esquerdistas, os comunistas”, mas eles mesmos.

    O retrato cru e assustador de como o Tio Sam usa assassinos treinados, submetidos à torturas inconcebíveis em benefício próprio e para derrubar outros governos pelo planeta, mostra como o poder e a ganância se escondem atrás da “segurança nacional” (hum, já vimos isso em algum lugar recentemente…).

    Falada em vários idiomas – inglês, russo, coreano, chinês, alemão, espanhol – Treadstone assusta por talvez não ser totalmente ficcional e por trazer personagens pertubados, amargos e nenhum momento de comicidade ou leveza.

    A outra série foi Hunters. Confesso que tinha odiado da primeira vez, mas desta vez gostei. Embora me incomode profundamente a lenga lenga do “olho por olho” e a desculpa “estamos justificados pelos seis milhões de judeus mortos” (em alguns momentos viram 11 milhões”), a série é também muito bem produzida, com bela trilha sonora da época e mistura humor em certas passagens, intercalando produções Bs, que Quentin Tarantino aprovaria.

    É desconcertante ver Al Pacino, pequeno, curvado, rosto imenso, mais parecendo um hobbit do que Michael Corleone de outrora, mas a série foi um sucesso, tanto que deve voltar nesta temporada trazendo uma das atrizes mais versáteis, bonitas e interessantes surgidas na geração 1980 que é Jennifer Jason Leigh.

    Enfim, são duas séries longas, o que não me impediu de assisti-la da única maneira que sei fazer, que é non stop, embora com ocasionais paradas para resolver os pepinos.

    Já que a concentração para a leitura anda difícil, rever essas séries me ajudou bastante.

    1. Periferia

      Olá Leme

      Hunters daria um ótimo longa metragem…com direção do Tarantino…é claro (a serie é a cara dele).
      Apesar dele ter passado pelo assunto em Bastardos Inglórios.
      Mesmo Spike Lee saberia fazer algo legal.
      Como série não tem fôlego…mas tem um início muito bom…e um final surpreendente (o problema é o meio).
      Sobre o período da Guerra Fria…vem a memória 2 filmes.
      Adeus..Lênin (lembro de vc ter escrito sobre ele)…e A Vida dos Outros….coincidentemente dois filmes made in germany.

      1. Rubens Leme

        Adeus, Lênin, é um grande filme, embora aborde mais a queda do Muro, do que exatamente a Guerra Fria. É uma comédia criativa, original e uma grande carta de amor de um filho à mãe e um dos filmes que sempre revejo pela inteligência e sensibilidade.

        O então desconhecido Daniel Bruhl (que aliás, é catalão) tem seu melhor papel, muito antes de ser aceito em Hollywood, em produções dos Vingadores, ou vivendo Nick Lauda, em Rush ou trabalhando com Tarantino em Bastardos Inglórios ou na série O Alienista.

        O filme também aborda, ainda que de maneira pouco crítica, pois não era a intenção dele, as dificuldade dos alemães orientais em conseguirem emprego e verem suas vidas despedaçadas, especialmente os mais velhos e que tiveram uma vida toda em seviços ligado ao partido.

        Ali, percebe-se professores sem perspectiva e que sofrerão com os altos custos de vida capitalistas pós-unificação, operários que observarão suas obsoletas fábricas serem fechadas e farão desta única Alemanha um pesadelo que até hoje não foi bem resolvido e os familiares que se reunirão após o muro ter sido erguido.

        Sobre esse último tema, há uma história fantástica envolvendo o U2. A banda havia alugado uma casa imensa em Berlim Oriental, no dia da queda do muro e Bono dormia numa cama que era usada por ninguém menos que Leonid Brejnev.

        Certo dia, ele ouve uma algazarra no andar de baixo e desce nu, coberto apenas por uma camiseta quando observa um senhor de idade e outras pessoas berrando. Bono grita de volta e manda saírem daquela casa, porque ela estava alugada. Pois, o homem o pega pelo pescoço e disse que aquela casa era dele antes de irem visitar um parente na véspera do muro ser erguido e não conseguirem mais retornar, passando 30 anos longe de sua residência.

        Bono acaba sendo chutado da casa e, ele e o grupo, ficam sem um local para ver a celebração do evento em uma Berlim forrada de turistas.

        A história abre a biografia Until the End of the World, de Bill Flanagan. O livro é um achado para quem curte a banda e mostra os problemas enfrentando pelo grupo entre 1989 e 1993 e como quase tudo fui para os ares, antes de abandonarem o rock de arena americano e abraçarem suas raízes europeias.

        De longe, a melhor bio deles.

    2. Paulo F.

      Leme, que o maior torneio do esporte que nos une, que está por vir, lhe traga algumas horas de uma boa distração e talvez inspiração para que resolvas teus problemas.

  10. Barocos

    Como as Olimpíadas de Tóquio estão bem perto, vamos todos concordar que o ilustríssimo José Nilton Dalcim já fez por merecer a Medalha de Ouro e o Título Mundial da prova “Paciência de Jó” por antecipação, prova esta acirradíssima, haja vista que quase 210 milhões de brasileiros, e isto contando apenas os membros de nossa sofrida nação, estavam na disputa por ter que aguentar as sandices diárias do lunático e incompetente “des-Governo” atual. Parafraseando outro ser que eu gostaria de ver fora da política brasileira, mas que receberá meu voto, a contra-gosto, se a disputa se restringir a estes cidadãos, “Nunca antes na história deste país …”.

    Já que muitos por aqui estão distribuindo fartas quantidades de groselha, quero deixar minha mais que conhecida contribuição também, como forma de aumentar o sofrimento com o intuito de engrandecer os esforços do Dalcim e, ainda, garantir o seu lugar no Céu, e com louvor – summa cum laude. :p

    1 – Nunca saberemos como teria sido a rivalidade Federer x Djokovic se estes tivessem idades próximas;
    2 – Nunca saberemos se os membros da geração da era “bagreolítica”, nas palavras do Paulo Almeida, se equiparam ou não à geração atual de promessas do tênis, que eu, particularmente, acho muito boa (Tsitsipas, Zverev e Medvedev, principlamente) e à geração de novíssimas promessas (Sinner, Musetti e Aliassime), que também me parece muito boa, já que ocorreram mudanças nos equipamentos, no treinamento e na “altura inicial do sarrafo”;
    3 – Todas estas afirmações de que A derrotaria facilmente B, e que só existem na mente de pessoas tentanto justificar suas posições, não passam de especulações baratas sem qualquer vínculo com a realidade (vide final do item 2);
    4 – Acho indesculpável que deixem de citar Del Potro, Wawrinka e, principalmente, Andy Murray, quando insistem que Djokovic e Nadal quase não tiveram concorrência que não a do Federer e a do outro membro do Big3;
    5 – No final das contas, no apagar das luzes, ficarão os recordes. O grande Roger Federer sabe disto, Rafael Nadal também e idem para Novak Djokovic;
    6 – Quem viu o Big3 jogando, vai poder usar argumentos “escolhidos a dedo” que fundamentem a entrega da titularidade de GOAT ao seu favorito;
    7 – As próximas gerações olharão os números e as jovens promessas irão mirar as principais marcas, para eles, quem detiver a maioria dos principais recordes, será o tal GOAT;
    8 – Respeito é algo em que raramente se peca por excesso.

    Saúde e paz para todos, principalmente para aqueles que se sentem gratos por presenciar as ferrenhas disputas proporcionadas pelos excepcionais integrantes do Big4.

    1. Maurício Luís *

      Perfeito, também acho. Mas torcedor é assim mesmo. Sempre puxando a sardinha, distorcendo números e sobretudo imediatista. Ganhou, é o maior de todos, é o heroi. Perdeu em seguida, é o perna-de-pau, o cabeça de bagre, nunca me enganou… bem que eu falei… Em qualquer esporte é assim. Torcedor fanático segue esse comportamento padrão.

    2. Rafael Azevedo

      Sobre o item 4, vale salientar que Nadal e Djokovic também tiveram que enfrentar um ao outro. Isso faz uma diferença enorme na discussão. A turma as vezes considera que Nadal e Djokovic são um só (DjoDal) e “não tiveram adversários à altura, além do Federer velho”. Mas, enfrentaram um ao outro…além dos brilhantes jogadores citados aí.

      1. Paulo Almeida

        Parfait.

        Djokovic e Nadal se enfrentaram quatro vezes em Slam desde 2018, mas jogam sozinhos no circuito. Lógica brilhante.

    3. Jose Yoh

      Parabéns pela lucidez caro Barocos.

      A próxima geração, e talvez somente a próxima porque teremos outros que baterão estes recordes cada vez mais inflados, realmente balizarão pelos números esta escolha tão subjetiva que é o GOAT.
      E nós continuaremos a discutir quem é o GOAT pelas nossas preferências (subjetivas), seja entre o Big 3 ou entre os novos detentores de recordes. Com os mesmos argumentos de sempre…

      O que eu acho que será difícil de repetir será a magia desse momento com as três lendas jogando quase que na mesma época. Então, aproveitemos.

    4. Paulo Almeida

      Barocos,

      Com relação ao item 2, considero o trio Medvedev, Tsitsipas e Zverev substancialmente superior aos caras da “era bagreolítica”, tanto na consistência no fundo de quadra como na potência dos golpes. Já em relação ao item 4, realmente é difícil ler algo mais patético do que chamar de entressafra os anos de 2015 (Federer, Murray e Wawrinka em alto nível) e 2016 (Federer no AO, Murray, Wawrinka e Del Potro jogando muito). Também reitero que ninguém ganhou um título tão parrudo quanto esse Roland Garros do Djokovic (nem ele mesmo) na tal “entressafra” atual e desafio qualquer um a provar o contrário.

      Abs.

      1. Periferia

        Olá Paulinho

        Apenas um contra ponto…
        Os três (Medvedev…Zverev…Tsitsipas) tem mais consistência no fundo da quadra por que os pisos com o tempi ficaram mais lentos?
        Todos jogam no fundo da quadra até por necessidade.
        Não acha que os jogadores se tornam mais rápido e mais fortes com a passagem do tempo?
        Todos batem mais forte na bola….é a evolução física do esporte…amanhã eles irão bater mais forte do que hoje.
        Vc pega um jogador como o Medvedev…ele tem grandes limitações técnicas…ele nao vence em outros pisos por nao ter golpes para isso…um marreteiro…como um jogador assim pode ser segundo do ranking …caso o sérvio dê uma bobeira…ele seria primeiro do ranking…..diria o Datena…”um tapa na cara da sociedade (tenística)”.
        Zverev não consegue sacar (o golpe mais básico do tênis).
        Tsitsipas que tecnicamente é o melhor deles…não tem resultados (ainda) e muito menos consistência (o rapaz nunca passou de uma terceira rodada na grama)…. tem dificuldades no jogo mental (quando sai do jogo…é como as férias do Paulinho em Paris…não volta…rs)
        Acho um desaforo comparar os três “ursinhos” (rs) com a velha guarda.

        E realmente foi um título “parrudo” do sérvio…maior que qualquer outro título dele (venceu Nadal em Roland Garros…um feito e tanto).

        Abs

        1. Jose Yoh

          Perfeito Periferia. O tempo e a evolução mudam a técnica, os pisos e os recursos.
          Os jogadores sempre serão bons o suficientes de acordo com o que o estilo da época exige.
          Por isso não existem períodos “bagreolíticos”.
          Abs

          1. Luiz Fabriciano

            E por isso não devemos dizer que Djokovic não venceria na grama dos 80’s e Borg, também não, na atual.
            Cada um modou-se à sua época.

        2. Paulo Almeida

          Olá, Peri.

          Bom, não é qualquer jogador que possui a solidez/consistência dos três no fundo para bater de frente com Djokovic e Nadal, independentemente da suposta lentidão (desculpa que pra mim não cola). Na verdade, o tênis é mais dinâmico hoje em dia, como já demonstrou o Danilão. Também não são todos que batem mais forte, sendo que alguns são bem fracos nesse quesito mesmo atualmente e por isso não brigam por nada.

          Medvedev tem limitações na rede, mas é ótimo no saque, nas devoluções, nas mudanças de direção e para achar as linhas na paralela.

          Como assim Zverev não sabe sacar? O alemão tem um dos saques mais potentes do circuito, apesar dos seus problemas com dupla falta.

          Calma, o Tsitsipas ainda é jovem e tem muito tempo para conseguir grandes resultados…

          Eu não sei quem você inclui na “velha guarda”, logo fica difícil saber se é desaforo ou não, rs.

          Abs!

          1. Periferia

            Olá Paulinho…

            O Medvedev é um marreteiro…se tirar a raquete dele e colocar uma frigideira no lugar…ninguém vai notar a diferença…nem ele…rs.
            Quando o Zverev não está fazendo dupla falta…ele saca direitinho…o problema é que sempre está fazendo dupla falta….rs
            O Tsitsipas….tem futuro…com um bom técnico (nepotismo é Grand e na Grécia) ele vai chegar lá…indico um técnico de gabarito….Freud…rs
            Estou sacaneando eles….são bons jogadores.
            Agora….as quadras estão lentas…comparativanente…nem o Danilovic conseguiria mudar a situação….se as quadras fossem um pouco mais rápidas…Dustin Brown (esse joga pra frente) já tinha levado pelo menos 5 Wimbledon.

    5. Arthur

      Assino embaixo, Barocos.
      O comentário que escrevi vai mais ou menos nessa linha, mas você foi mais preciso na avaliação geral. 😉

      Um abraço.

  11. Luiz Fernando

    Mais um trintão baleado, Wawrinka, no esporte de alto nível a idade compromete a performance de uma forma inexorável, acho q só agora alguns aloprados estão vendo isso, aqueles q achavam q um jogador quarentão voltaria vencendo tudo…

    1. José Eduardo Pessanha

      Mas o Wawrinka é bruto, assim como Nadal. Federer é de outra estirpe. Muito mais habilidoso e leve em quadra.
      Abs

    2. Evaldo Moreira

      Bom…….
      Falou e falou, e não compreendi a sua fala , Prezado Luiz Fernando, como são inúmeros comentários, você me dizer de onde surgiu isso: que um certo quarentão voltaria ganhando tudo, é de um ignorância que disse, não me refiro a você, mas de quem de fato esboçou isso, ou você mesmo é que está dizendo isso, caro Luis Fernando.

      1. Luiz Fernando

        Se vc tiver o cuidado de pesquisar, no inicio do ano, verá quem postou essa asneira. Inclusive recentemente postaram q a prioridade era W, apenas não deixaram claro até qual rodada seria essa prioridade. Mas como vc bem conhece as federetes, sabe do q elas são capazes no seu endeusamento habitual…

  12. Arthur

    Dalcim,

    Lendo aqui os comentários de vários colegas do Blog sobre a eterna discussão do GOAT – qual critério a ser utilizado, se Djokovic é maior que Federer, etc., etc., etc. – venho aqui deixar humildemente três palavras sobre esse “não assunto”.
    Primeiro, acho a discussão estúpida porque você nunca vai conseguir comparar tenistas de gerações diferentes. E as razões são várias: questões técnicas (tecnologia das raquetes, por exemplo); velocidade das quadras (absurdamente diferente ao longo dos anos); e evolução da medicina esportiva (recuperação física das partidas, longevidade da carreira, etc.). Você mesmo já explicitou isso algumas vezes por aqui, ao falar por exemplo do Borg ou mesmo da incrível temporada do McEnroe em 1984 (e ele jogava simples E duplas).
    Segundo, discutir qual seja o “melhor tenista de todos os tempos” é, inerentemente, uma questão de gosto. Números por números, já era possível dizer que o Djoko teria superado o Federer há uns dois anos, se o critério fosse só baseado em questões “objetivas”.
    Por fim, é simplesmente bizarro discutir quem ganhou ou deixou de ganhar títulos em “entressafra”. No fundo, no fundo, o tênis vive uma GIGANTESCA entressafra desde que o Federer despontou no circuito. Essa entressafra só não foi completa justamente porque surgiram Nadal e Djokovic, que impediram o suíço de ganhar uns 60 Slams nesse período. Não por acaso, somados os três, temos 59 Slams, quebrados por uns três ou quatro tenistas somente.
    Como já disse em outras ocasiões, a grande discussão quando esses três caras se aposentarem não será saber quem foi o maior deles. A questão vai ser saber se eles de fato foram tão acima da média em relação a outras eras do tênis, ou se o sucesso absurdo deles deve ser creditado em sua maior parte à incompetência generalizada desse monte de pangaré e/ou bebê chorão que foi incapaz de destroná-los nos grandes torneios.

    Um abraço.

      1. Helena

        Acho que o pior mesmo é porque ela é interminável e pra lá de repetitiva.

        Só de ler os comentários fica difícil saber qual o tema do post. Uma pena.

  13. Pepeu Gomes

    Dalcim, você acha que Wawrinka ainda consegue fazer algo relevante no circuito? Não será que chegou a hora dele parar?

    1. José Nilton Dalcim

      Mais um cirurgia realmente complicou demais para ele, Pepeu. Acredito que ele ainda tentará fazer uma temporada em 2022. Uma pena.

  14. Carolina

    Semana interessante na WTA com títulos inéditos para Jabeur e Samsonova. A Jabeur já é um nome consolidado do circuito, mas fiquei surpresa com o sucesso dela na grama. A Samsonova é uma novidade para mim. Lembro de ter visto o nome em alguns live scores, mas não consigo lembrar de nenhum jogo dela. As adversárias que ela venceu rumo ao título tornam o feito ainda mais impressionante.

    E o Alex Bolt venceu o Challenger em Notthingham e ganhou convite para a chave principal em Wimbledon. Curiosa para vê-lo jogar na semana que vem.

  15. Maurício Luís *

    Já não começa com vida fácil a Bia Maia no quali de Wimbledon. Pegar a campeã juvenil… mas quem quer furar o quali, não pode escolher adversária.
    O Nadal, o tempo vai dizer se isso de pular Wimbledon foi uma coisa pontual, ou se ele vai virar um Roger Federer ao contrário, que passou a evitar Roland Garros sucessivamente.
    ***** TÚNEL DO TEMPO***
    O ano é 2027. Nadalzinho Jr, 5 anos, pergunta pro paizão se quando a vovó era moça, o pessoal também jogava tênis.
    – Ah, jogava sim, meu caro. Mas só que era um pouco diferente.
    O aro das raquetes era de pedra, igual os Flintstones. A bolinha era um ovo de dinossauro. O Cristo Redentor do Rio era ainda uma criancinha! Ficava lá no Corcovado, bracinhos abertos, um pirulito numa mão, uma chupeta na outra. Quando fazia frio, a mamãe dele subia lá pra por uma blusa. A Baía de Guanabara era ainda um olho d’água. O Rio Amazonas não passava de um córrego. As piramides do Egito estavam em construção…
    NISSO, entra de repente a D. Maria, com cara de poucos amigos. E o baloeiro logo emenda:
    – … E aí, quando ele falou tudo isso da sua vó, meti-lhe a mão na cara!

  16. Denis

    O número de grand slams e semanas na liderança sempre foi o argumento fácil pra torcida do Federer colocá-lo à frente de Nadal e Djoko na eterna discussão do GOAT. Mas desde que o Nadal empatou na quantidade de slams e o Djoko passou nas semanas na liderança, temos visto a mais variada lista de absurdos para justificar a perda, cada vez mais próxima, do titulo de melhor de todos.
    Agora estão falando em plasticidade, tamanho da torcida, pegando frases soltas de anos atrás de tenistas importantes, recorde de quartas de finais, etc. Tem gente fazendo até analogia com cerveja pra justificar a opinião enviesada. No final das contas, o que vai valer são os números e recordes de cada um. O restante são fatores subjetivos que podem ser ordenados de acordo com a cabeça e conveniência da sua torcida.

    1. Thiago Silva

      As pessoas normais vão aceitar que o Djokovic é o GOAT, os fanáticos vão ficar dando mil voltas e apelar pros critérios mais bobocas possíveis pra não aceitar o óbvio.

  17. Júlio

    Enquanto muitos tenistas nao irao a Tokyo (Sandro, entendo teu ponto de vista), aqui vai a atualização da seleção americana pras Olimpíadas: Lillard, Harden, Durant, Tatum, Beal, Booker, Green, Adebayo. Faltam 4 vagas. Aceita aí, Curry.

    1. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

      se o Curry aceitasse seria demais, o melhor time de todos os tempos ,com estes que vc citou!

    2. Sérgio Ribeiro

      Entendes , mas torces contra ? . As grandes feras de TODOS os Esportes estarão presentes na busca pelo OURO . É Torneio do Mickey Mouse ? . Não falta é Pateta pra afirmar esta asneira rsrs .Abs,!

    3. Júlio

      Convocação atualizada:

      ?? Bradley Beal
      ?? Damian Lillard
      ?? Jayson Tatum
      ?? Draymond Green
      ?? Devin Booker
      ?? Kevin Durant
      ?? Bam Adebayo
      ?? James Harden
      ?? Khris Middleton

  18. DANILO AFONSO

    Faltam 52 semanas (1 ano) para Djokovic superar a marca da tenista Steffi Graf como maior recordista do esporte em semanas na liderança do ranking.

    1. Alessandro Siqueira

      É, Danilo, com a contagem oficialmente agora vai. Era só isso que faltava para Djoko carimbar mais essa faixa. Ah, vale sempre se lembrar que, não fosse a pandemia, mais 22 semanas já estariam oficialmente contadas.

  19. Alessandro Siqueira

    E sobre a discussão do GOAT, a matéria do Bola Amarela traz o seguinte:

    “Sobre a questão do GOAT, Annacone não tem grandes dúvidas sobre a história recente. “Desde 2011, Djokovic ganhou 18 Grand Slams e Rafa e Roger juntos ganharam 15. Ele ganhou 31 Masters 1000 e o resto 28. Tem 4 ATP Finals, enquanto Fedal só tem uma. Ainda tem muitíssimas semanas como número um do mundo e poucos podem lutar olhos nos olhos com ele. O que quero dizer com isto é que Djokovic foi o jogador mais dominador na última década. É assim que as coisas são”, disparou.”

    1. André Barcellos

      Caracas, não entendo qual é a ligação de “última década” com GOAT.

      Claro qeu Dkojo foi mais dominante, assim como na década anterior ele não era ninguém.

      Goat é outra coisa. “All TImes” quer dizer “todos os tempos”.

  20. Maurício SP

    Dalcim, os americanos já desistiram do Tiafoe, que era considerado o de maior potencial entre a next gen americana?

  21. Periferia

    Cesta…

    Em Munique…em 1972…ocorreu aquele que é considerado o maior jogo de basquete de todos tempos…pelo menos o mais polêmico.
    Os americanos venciam por 50×49 faltando 3 segundos.
    O jogo chegou a ser encerrado 3 vezes (mas sempre tinha um problema com o cronômetro…)…os americanos chegaram a comemorar a vitória.
    Era época da Guerra Fria…existia uma rivalidade gigantesca ente as duas potências.
    Os americanos nunca haviam perdido uma final olímpica desde Berlin 1936 (quando o basquete estreou nas Olimpíadas)…foram 62 vitórias e sete medalhas de ouro consecutivas.
    Numa cesta incrível do pivô Alexander Belov os russos conquistaram a maior vitória olímpica do consagrado basquete soviético (50×51)…para desespero dos jogadores dos Estados Unidos.
    Os americanos recusaram receber a medalha de prata…não participaram do pódio.
    Alguns deixaram em testamento o desejo de mesmo após a morte…ninguém da familia receber a medalha de prata.
    Até hoje aquele jogo não acabou.

  22. WILLIAM ALMEIDA

    Top 10 de 2004 inicio da era Federer

    1 – Roger Federer.
    2 – Andy Roddick,
    3 – Hewitt.
    4 – Marat Safin.
    5 – Carlos Moya.
    6 – Tim Henman.
    7 – Guilermo Coria.
    8 – Andre Agassi.
    9 – David Nalbandian
    10 – Gaston Gaudio.

    Nada mal o top 10 da “Suposta” entressafra do período de 2004 a 2007.

        1. Luiz Fernando

          E acima não foi conversa fiada? E será q a opinião do maior campeão excluindo o Big3 não conta? Acorda cara…

          1. Paulo Almeida

            A opinião do Sampras não vale, mas sim a de jogadores ínfimos como Fognini e Gasquet.

            Diversão garantida sempre!

    1. Sérgio Ribeiro

      Então , caro William . Desses ” bagres” , TODOS fizeram FINAL de SLAM . Exceto o grande Tim Henman , que fez SEIS SEMIS . Dizem que não deixam nada a desejar aos componentes de outros Ranking da ATP . O problema é que o N 1 e o N 2 a partir de 2005 , nem no Saibro davam mole pros caras rsrs . Abs!

    2. Robson

      Eu pra comparações,costumo pegar o top 10 de 5 em 5 anos e somar,quantos grandes títulos tinham/tem o top 10 de cada 5 em 5 anos,quantos tenistas desse então top 10 tinham sido liderado o ranking da atp,qual o nível de domínio de cada um do top 10 referente aos demais tenistas do circuito,enfim.
      Por mais forte que fosse o top 10 em 2004 e era,o top 10 por ex de 2010 era muito,mas muito mais forte,o top 10 de 2015 muito,mas muito mais forte.

      1. WILLIAM ALMEIDA

        Concordo Robson. Em contra partida esse top 10 de 2004 é mais forte que os top 10 dos últimos 5 anos (2017,2018,2019 e 2020)

    3. DANILO AFONSO

      Bons nomes William, mas nenhum próximo do nível que Djokovic veio apresentar anos depois na grama e principalmente na hard.

      Não houve entressafra, mas o espetacular Federer não tinha um adversário do mesmo nível de excelência que o impediria de conquistar Slams em sequência na hard e grama e liderar o ranking por muitas semanas.

      Já postei aqui no grupo alguns textos do DALCIM afirmando no final da década retrasada que o suíço finalmente tinha encontrado um adversário com a ascensão do Djokovic. Não podemos ignorar também a evolução do Nadal nos outros pisos a contar de 2008.

      Saudações Tenísticas!!

      1. WILLIAM ALMEIDA

        Faz parte surgir novos adversários que façam frente isso que da graça ao tênis. O top 10 são de tenistas qualificados acontece que para alguns (não generalizado todos) cria uma narrativa que o Suíço só enfrentou “perna de pau”.

        Djokovic e Nadal são tenistas superiores, entretanto o top 10 demonstra que não tivemos uma “entressafra”, o Suíço que era um tenista superior a sua geração (tenistas nascido entre 1980 a 1982) e tenistas experientes como Moya, Henman e etc.

      2. Gustavo

        Foi ótimo Federer ter tido um rival com a ascensão de Djokovic
        O problema foi Djokovic nunca ter visto a ascensão de ninguém de grande nível até hoje
        Inclusive Federer e Nadal versões 2015 em diante não seriam top 10 em 2004 (Nadal talvez pelo saibro)

        1. WILLIAM ALMEIDA

          De fato o Federer teve um Djokovic, Nadal e Muray surgindo para tirar esse domínio entre 2004 a 2007. No Período de 2018 até o momento não surgiu um tenista para fazer frente ao Djokovic e deixar a disputa emocionante Seria interessante para o circuito surgir fora do escopo federer e nadal o antagonista para criar dificuldade ao Sérvio.

      3. Sérgio Ribeiro

        Se Nadal já havia vencido o MASTERS 1000 do Canadá , o ATP 500 de Pequim , MASTERS 1000 de Madri ( Agassi , Coria e Ljubicic ) em 2005 nas duras e o ATP de Dubai ( Federer ) no início de 2006 , o cara não estava apto a jogar os SLAM , caro Danilo ? . Ou ele caia mesmo precocemente pros “ bagres “ de vocês da Kombi ? . E’ muito fácil dizer que Espanhol somente “ aprendeu “ a jogar nas Duras TRÊS anos depois em 2008 e que existia “ entressafra “ . Vamos combinar que Novak ficou de 2008 a 2011 caindo precocemente em SLAM a dar com o pau. E os oponentes eram rigorosamente os mesmos … Abs!

        1. WILLIAM ALMEIDA

          Em 2007 o Djokovic teve as seguintes derrotas em GS.

          AO – Federer.

          RG – Nadal.

          Wimbledon – Nadal.

          Us Open – Federer

          O Sérvio não estava no auge, entretanto quem acompanhou o Sérvio nos GS já notava que jogava em alto nível Inclusive na minha opinião em 2007 o Sérvio jogava em GS melhor que em 2009 e 2010.

          Para afirmar minha tese acima pega derrotas do Sérvio em 2009 e 2010 em GS.

          2009.

          AO – Roddick.
          RG – kohlschreiber
          Wimbledon – Tommy Haas.
          us open – Federer.

          2010

          AO – Tsonga.
          RG – Melzer.
          Wimbledon – Berdych.
          Us open – Nadal.

          1. Jonas

            É sério isso? Djokovic tinha a idade do Sinner em 2007. Auge do sérvio se iniciou na temporada de 2011 (aos 23 anos). Sim, evidente que já estava em alto nível, só não havia atingido seu ápice.

            Por que você acha que Federer não ganhou tantos títulos até 2003?

            Porque ele também era “novo” embora já fosse um profissional. Tanto que venceu Sampras em Wimbledon 2001, tinha enorme talento, mas não se sagrou campeão de Wimbledon nem na temporada seguinte.

            Em seu primeiro Slam Federer tinha 21 anos, mas há um consenso que o auge do suíço ocorreu a partir de 2005, quando tinha 23-24 anos.

        2. Luiz Henrique

          Concordo com o Sérgio, inclusive o masters do Canadá de 2005 foi uma performance muito boa do Nadal, perdeu o saque poucas vezes
          Na final ele derrotou Agassi que depois fez a final do USO
          Então sem dúvida em 2005 Nadal já tinha condições de brigar pelo USO, mas pegou um Blake inspirado

    4. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Tenistas excelentes.

      Alguns deles, grandes competidores como Hewitt, e outros, imensos talentos como Safin e Nalbandian.

      Por outro lado, pros detratores vale tudo:

      até chamar alguém como Bautista-agut, de craque kkkkkk

      Porque para os fundamentalistas é muito cômodo dizer que foi entressafra e pronto.

      Acuse-os do que você faz, chame-os do que você è.

      Entressafra de verdade é o que vemos hoje…

      1. Gustavo

        A maior prova da entressafra da geração mimimi, nutelinha, celularzinho, foi o USO 2020
        Zverev chega na semi e praticamente entrega pro Carreno Busta, que abriu 2 sets a 0
        Depois virou, pq Carreno Busta é fraco demais, mas ele conseguiu a proeza de ficar 0x2 abaixo com Carreno numa semi de USO
        Aí chega na final, o Thiem, q tava jogando bem o torneio, AMARELA por 2 sets contra o Zverev
        Depois o Zverev por sua vez, AMARELA por 3 sets e entrega o título pro Thiem
        Eu não duvido o Baghdatis de 2006 ganhar esse título aí não
        O baghdatis não teve uma grande carreira pq era uma espécie de Kyrgios, não levava a carreira a sério7
        Mas no único ano q levou a sério teve ótimos resultados, e poderia ganhar esse USO de 2020 em que cada um queria entregar pro outro

        1. WILLIAM ALMEIDA

          Falando em Kyros no history do Instagram ele postou jogando um jogo de vídeo game de tiro e pelo jeito era bem tarde. Infelizmente o australiano não leva carreira a sério, tinha muito potencial pelo saque e jogo junto a rede de vencer Wimbledon.

        2. Gildokson

          Perfeito!!! Mas como o momento é do Djokovic ele nunca vão admitir essa verdade. Ahhh! e sempre terão o eco repetitivo e agulha presa de uns nadalistas/nolistas neh
          kkkkkkkkkkkkkkkk

      2. Thiago

        Para os detratores, Vale tudo mesmo, até dizer que números não ditam quem é o maior e melhor mas que plasticidade sim

        1. Rodrigo S. Cruz

          Só números, isoladamente, não ditam mesmo não.

          Do contrário não teríamos ATÉ HOJE tenista profissionais como Fognini e Gasquet dizendo que “Federer é o tênis”…

          Assim como não dá pra brigar com números, não dá pra brigar com isto.

          1. Thiago

            Fognini e Gasquet disseram isso antes de RG
            E outra; enquanto federer detém os recordes de números, o critério é número. Qdo ele não mais os detém, aí o critério muda?

          2. Luiz Fabriciano

            Engraçado que o que Fognini e Gasquet disseram vale repetições todas as semanas. O que Sampras disse é conversa fiada (em resposta ao P. Almeida), kkk.
            Mas sobre a opinião do Fognini, escolhi ficar com a mensagem que ele enviou ao Djokovic após o jogo contra Nadal, na última semi de Roland Garros.

    5. Paulo Almeida

      Bem ruinzinho mesmo, de acordo com o Sampras. Lembrando que Safin era só o número 84 do mundo no Australian Open 2004.

      1. Paulo Almeida

        Aliás, quando eu vi o servebot Roddick em segundo e o passador de bolas Hewitt em terceiro, já comecei a dar risada. ??????

        1. Babidi

          Andy Roddick tem mais vitórias que Djokovic no confronto direto. Jogou 24 vezes contra o Federer é ganhou 3 partidas. Jogou 9 vezes contra o Djokovic e ganhou 5.

          Já entendi qual é o motivo do seu problema com o “servebot”, nobre Paulo

          1. Luiz Fabriciano

            O próprio Roddick já disse várias vezes que a única forma de manter h2h positivo contra Djokovic é se aposentando, evitando enfrentamento.
            Tem um australiano fazendo isso sempre. O Karlovic também se aposentou antes.

          2. Paulo Almeida

            Quantas vezes o Roddick enfrentou o Djokovic a partir de 2011, Babidi?

            Eu respondo: só uma e foi varrido sem piedade na grama do All England Club por 6-2 e 6-1.

            Só assim mesmo para o servebot desengonçado manter um h2h positivo, como já explicou o Luiz Fabriciano.

      2. Sérgio Ribeiro

        Não sei a idade do rapaz quando Marat Safin bateu Pete Sampras em Sets diretos na FINAL do USOPEN 2000 ? . E Lleyton Hewitt repetiu a dose no USOPEN 2001 . Como o Norte-americano ainda venceu o USOPEN 2002 e se aposentou precocemente aos 31 , ou ele surtou de abandonar os tais “ bagres “ e depois assim como vocês, afirmar que não haviam oponentes… Simplesmente ele caiu pra TOP 17 quando resolveu largar . Esse papinho de vocês não cola mesmo, caso contrário o tal “ goat “ e Murray teriam vencido muitos SLAM entre 2007 e 2011 ( já eram N 3 e N 4 ) . Abs!

        1. Paulo Almeida

          De novo confundindo o Sampras analista com o ex-jogador, que perdeu sim pro fraco pusher Hewitt, pois seu estilo saque-voleio já estava condenado à extinção, além de estar sofrendo horrores com dores nas costas no final da carreira. O resto do seu argumento possui uma “lógica” totalmente incompreensível, então vou deixar pra lá.

  23. Emerson Nogueira

    Podemos dizer que a história no tênis será contada de forma objetiva por Nadal e Djokovic e subjetiva por parte de Federer.
    Daqui a alguns anos dirão “Ou Nadal ou Djokovic é o melhor da história, mas Federer poderia ter sido”.
    Talvez, digo, talvez, se Federer viesse numa safra posterior a do Big 2, poderia ter vacilado menos, títulos como o do US Open 2009, Finals 2005, AO 2005, etc, não teriam escapado, tamanha a necessidade de tentar igualar o recorde que Nadal e Djokovic irão conseguir.
    Porém, eu digo, porém, se Nadal e Djokovic tivessem as oportunidades perdidas que Federer teve na carreira, muito provavelmente estariam com 25 a 30 GS, 10 Finals, uns 50 Masters 1000 e uns 150 títulos, ou mais.

    Mas aí vem outra questão, precisão nos momentos importantes é um atributo do tenista ou algo que vem do além?
    O lado mental conta na disputa para Goat? Isso é um fato que também não podemos ignorar, o fato de Federer ter perdido diversas oportunidades, e o Big 2 ter aproveitado todas elas faz na verdade esses dois maiores do que já são de Federer. Esse talvez seja o principal atributo de um tenista, como ele age nos momentos importantes. Enquanto Federer num match point manda uma direita qualquer e depois fica vendido na rede levando uma passada, Djokovic joga uma bola afastando o cara da quadra e sobe na rede só para conferir. Uma qualidade dessa diferencia ainda mais os jogadores, isso não faz deles mais próximos, faz deles mais distantes.

    Djokovic e Nadal serão (ou já são) maiores que Federer porque dominam o atributo que fez muito ai não conseguirem sair do n500, 600, 800, 1000, etc do ranking, a personalidade para nos momentos importantes se diferenciar dos adversários.

  24. Emerson Nogueira

    O Félix talvez quaando ganhar um simples ATP 250 pode vir outros.mas nem nas duplas faz acontecer.tem muito jogo falta lapidar,consistência mas sinceramente ele não tem um olhar de Campeão um verdadeiro Campeão. Toomara que aconteça me patece um cara de moral.

          1. José Eduardo Pessanha

            Emerson Nogueira, Gilçon de Jesus, José Eustáquio, Mário César Rodrigues.. e ainda tem um outro fake, que é de uma mulher kkk
            Abs

    1. Sérgio Ribeiro

      Pergunte a seu parceiro Sandro do TênisBrasil rs. Seria o Espanhol especialista na Grama ? , Ou o Torneio do Titio Toni é no Saibro ? . Ou o resultado é ” arrogante ” e foi forjado ??? . Abs!

      1. Luiz Fernando

        Todo mundo sabe q é na grama, tanto q o Djoko jogará duplas. Agora vc não sabe o q quer, se eu posto q ele é perdedor vc reclama (kkkk), se eu posto q ele perder me surpreendeu vc também reclama (kkkkk), na próxima vou postar q ele vai empatar, criando um novo resultado no esporte kkkk. Aqui é diversão garantida kkkk. Abraços…

  25. Nattan Labatto

    Um recorde quebrado, uma desculpa diferente, assim fica difícil! Vejamos, antes o critério para GOAT era ter mais semanas como number one, big titles e quantidade de Slam na conta. Tava tudo acertado assim e era o Federer o detentor desses números e até aí tudo certo, tudo bem e todo mundo de acordo.

    Então quando Novak Djokovic ultrapassou a dupla FeDal na quantidade de Big Titles ficou acertado que somente o número semanas como n° 01 e Slam eram os recordes que poderiam apontar o verdadeiro e incontestável GOAT. Até aí tudo bem, tudo certo e todo mundo de acordo.

    Só que o sérvio é cri cri, rapadura quente, bombom de alho e, apesar de não ser brasileiro, não desiste nunca. Passou pelo deserto em 2017 com lesões e derrotas inesperadas, voltando a vencer a partir de WB 2018, vencendo Rafa Nadal em uma semifinal memorável (pra mim a final antecipada daquela edição de WB). Depois daí, parceiro, não parou mais, não tinha lesão e nem Guru, e para a minha inexistente surpresa bateu o recorde de semanas como n° 01 em março deste ano (O que deveria ter feito já em 2020 caso essa Pandemia chinesa não tivesse surgido). Mas mantendo o foco no que interessa, depois de se tonar o MAIOR N° 01, ficou acertado que o único critério para apontar o GOAT é a quantidade de Slam na prateleira. Até aí tudo bem, tudo certo, todo mundo de acordo e não se fala mais nisso.

    Só que, caríssimo Paulo Almeida e nobres nolistas frequentadores deste seleto Blog, Novack Djokovic ganhou mais um título PARRUDO, vencendo Rafael Nadal na semifinal de RG deste ano (Outra final antecipada), alcançado seu 19° Slam e se tornando uma ameaça concreta para a dupla FeDal. Sendo assim, o discurso de muitos mudou (principalmente da torcida federista) alegando que somente o estilo de jogo bonito, clássico e acrobático pode apontar o real e incontestável GOAT e, pior ainda, afirmando que somente um jogador é detentor de tal estilo, e este, segundo ELES, atende pela alcunha de Roger Federer, sem levar em conta a subjetividade da beleza, da estética e GOSTO, pois como assíduo telespectador e jogador amador de tênis, ainda não vi jogo tão prazeroso de se assistir como os do big 3 e, principalmente, do Djokovic.

    É, senhores, diante do exposto, já tentaram de tudo, comparações com cerveja, doping, ibope televisivo, personalidade dos jogadores, analogias mirabolantes, comparação de gerações, idade etc. Confesso que essa da cerveja foi uma das mais mirabolantes e engraçadas que li (tô digitando rindo esse techo kkkkk).

    Até entendo a galera mimizenta que não gostar do estilo de jogo do Sérvio, e não levar em conta que ele é:

    1. O único a ser o detentor de todos os M1000 por duas vezes;
    2. O único a dos 3 vencer os Slam em sequência (WB 2015 a RG 2016);
    3. O único a vencer os todos os Slam’s por duas vezes;
    4. O maior número 01 em números de semanas;
    5. H2H favorável frente aos big 3;
    6. A fazer a maior quantidade de pontos em uma temporada em 2015;
    7. A vencer o Rei do saibro por duas vezes em RG e um dos Reis da Grama em 3 finais em WB;
    8. A ter o recorde em terminar a temporada na ponta (divide com Sampras);
    9. Recordista em Big Titles (todos PARRUDOS);
    10. O cara a fazer a mais bela, eficiente e perfeita temporada em 2015.

    Olha que mensurei somente esses dez destaques pois os números do sérvio não cabem no Gibi. E sim, senhores, eu até ENTENDO, mas não sou obrigado a concordar. Logo estaremos com mais de 400 semanas na ponta e 25 Slam na prateleira, e as desculpas e o mi-mi-mi serão os mesmos (as).

    Abs

      1. Luiz Fabriciano

        Bombom de alho deve ser “osso” hein?
        “Confesso que essa da cerveja foi uma das mais mirabolantes e engraçadas que li (tô digitando rindo esse techo kkkkk).” Ou de ressaca né meu caro?
        Para mim, tem dois records insuperáveis de Roger Federer: o de madeiradas e o único (dos Big’s) a ter quatro filhos, sendo dois pares de gêmeos, com duas meninas primeiro e dois meninos por último.

        1. Sérgio Ribeiro

          Recordes de madeiradas é o que o guri mais se recorda ,,? Na boa L. Fa. Da’ uma de santinho mais és um pouco do mesmo. Tão fanático quanto os que poluem sistematicamente este ambiente. De vez em quando não consegues segurar a recaída . Não merecias mas vou te ajudar devido a fraquíssima memória. Recorde de SLAM e Semanas CONSECUTIVAS no TOPO ainda pertencem ao Rei das Madeiradas . Os 103 Títulos de ATP pelo que eu saiba ainda estão com o Pai de 4 filhos.O de recalque ? Sem dúvidas está contigo rs. Abs!

      2. Sérgio Ribeiro

        Contra a história e o legado , não existe acerto entre amigos , caro Nattan . Saberias dizer quem teria sido o ” goat ” , entre Laver , Sampras e Borg ? . O melhor entre Connors , McEnroe e Lendl ??? Sabes ? . Não vão ser fanáticos ( não todos ) dentro de uma Kombi que irão decidir. Exemplo : Os tais Big Titles da gloriosa ATP sem MASTERS 1000 na GRAMA, não e’ tudo isso que arrota o Piloto de outra galáxia rsrs . Abs!

        1. Marcelo Costa

          Acho empolgante seu empenho em defender o suíço, nobre ranheta, mesmo o texto do cara ser tão preciso. Ver você apelar a história, misturar Sampras com Borg, décadas distintas pra elucidar sua vã tentativa e uma clara soberba que lhe é peculiar.
          É uma enciclopédia, mas usar seu conhecimento pra tentar desmentir números , não dá, prefiro o ranheta sábio, ao soberbo iludido.

          1. Sérgio Ribeiro

            Ranhetas foram os que elegeram Laver , Borg e Sampras os melhores em SUAS ÉPOCAS, meu caro Costa . A “ mistura “ está na cabeça de quem não conhece a história do Esporte . Acredito que seja o caso do parceiro… Abs!

          2. Jose Yoh

            Caro Marcelo, desmentir argumentos com números nesse caso também não é possível. Não é uma ciência exata.

            Nunca teremos um martelo batido sobre quem é o GOAT, pelos motivos temporais e de gosto (sim, gosto) que eu já andei falando neste post. Com ou sem números, é um título totalmente subjetivo. Nunca saberemos se Borg seria melhor que Djoko ou Federer. Nunca saberemos se o Federer de 2006 ganharia do Nole de 2011 ou 2015. Só suposições.

            Pelé foi eleito atleta do século, e logo em seguida já tínhamos milhões de opiniões contrárias bem argumentadas, com números e tudo mais (e veja os números do garoto). Algum fã dele mudou de opinião?

            O lance é que Federer, em seus bons tempos, tinha números imbatíveis e também o estilo que tanto agradou milhões de seguidores. Por isso até hoje muitos ainda o consideram o melhor. Assim como Borg, Laver ou Sampras.

            Então não adianta argumentar, assim como nunca adiantou com os torcedores do sérvio ou do espanhol em um passado recente, mesmo com números massacrantes. É uma questão de gosto.

    1. DANILO AFONSO

      Nattan, além dos “critérios” estilo de jogo bonito, clássico e acrobático citados por você, faltou mencionar carisma e popularidade…kkk

      Saudações Nolistas !!!

      1. Jose Yoh

        Caro Danilo, creio, e só creio, que se fizessemos uma eleição do GOAT no mundo inteiro, Federer ganharia.
        Justamente pelos dois itens que você citou: carisma e popularidade.
        São coisas importantes em qualquer atividade esportiva ou não.

    2. Jonas

      Esse foi o título mais pesado dele com certeza. Foram 4 partidas muito difíceis em sequência e 3 viradas incríveis. A força mental do sérvio é impressionante.

      Wimbledon 2019 foi pesado, muito por conta do que o Federer trouxe para a final, mas acredito que o Djoko se superou mais nessa. Penso que o saibro limita muito o jogo do Djokovic, mas ainda assim ele venceu seu segundo Roland Garros da forma que foi, fechando com chave de ouro com uma vitória sobre um top 5 de enorme potencial, anos mais jovem.

      Sobre os recordes, o Luiz Henrique deve ter diversos prints bem interessantes de 2017 pra trás…onde só se falava em 310>17>237 rs…

      Para esse pessoal, os números só valem quando convenientes. Abs.

      1. Groff

        Eu queria muito entender o porquê dessa necessidade de torcer só por torcer e ficar usando o espaço para falar de feitos e recordes, seja de qual lado for. O post é sobre a gira de quadras rápidas ora em andamento e a ausência, muito sentida, do Nadal em Wimbledon. Eu gostava do tempo em que o pessoal se mantinha em foco e eu não precisava ler dez mil linhas sobre os feitos do tenista preferido de um e de outro antes de conseguir ver os comentários efetivamente relacionados ao assunto em voga. Com todo o respeito, é chato e repetitivo, não importa se de um tenista que eu admiro (caso do Djokovic, por exemplo) ou não.

        1. José Nilton Dalcim

          Qualquer dia vou escrever um post sobre a vida sexual dos cangurus no Sul da Austrália e tenho certeza de que ainda alguém virá discutir quem é o Goat…

          1. Luiz Fabriciano

            Muito espirituosa tua resposta Mestre, rsss.
            Mas o assunto acima é Tênis, tenistas, records, perspectivas, ou seja, tudo a ver com o site e o blog. A ausência de Nadal nos dois mais importantes e próximos eventos, acredito que não haja mais nada de novo a acrescentar.
            Esse blog ficou tão bom e frequentado, que se não sai assunto novo todo dia, o pessoal estranha.
            Grande abraço.

        2. Jonas

          Oxi, respondeu o cara errado amigo, nessa resposta nem falei sobre a questão do GOAT. O autor do textão sobre o Djoko foi o Nattan.

          1. Nattan Labatto

            Deve ser pessoal, Jonas! Rs

            Apesar da demagoga resposta do Dalcim, eu creio que este espaço é para discutir e debater os variados assuntos tenisticos. Ainda mais sobre o Djokovic que acabou de fazer algo inédito no circuito profissional.

            Enfim, não vejo motivos para a censura e acidez do nobre colega Groff, mas respeito o direito democrático de resposta, indignação e contra-resposta.

            Abs

          2. Jose Yoh

            Caro Nattan,
            Demagoga? Conte quantos comentários repetitivos temos sobre a escolha do GOAT temos hoje e em posts anteriores. Todos com os mesmos argumentos. Basicamente é uma praga que invadiu o espaço.
            O Dalcim precisa ler todos, alguns de mais de 40 linhas e de complexo entendimento. Com ofensas variadas a jogadores e leitores do blog.
            Nenhum referente ao tema do post.
            Não vejo demagogia nenhuma nisso. O que eu vejo é uma paciência de Jó com comentários ofensivos até ao próprio Dalcim (como chamá-lo de demagogo), que inclusive ele aprova.
            É necessário bom senso pessoal.

      2. Paulo F.

        Pois é, se o Luiz henrique tiver tempo, podeia trazer algum dia de novo aquelas postagens antigas: “seguem os números: 310-237-18-6 etc”
        kkkkkkkk

    3. Marcelo Costa

      Três pontos:
      1 – irretocável seus números , o sérvio é o maior da história, inegável, impossível e leviano debater contra isso.
      2- escrever um texto deste tamanho no celular, é penitência.
      3- desnecessário citar a “suposta” origem do vírus , trazer o assunto Naomi não cabe mais, a fila andou, a ela desejo melhoras, sucesso e luta pela saúde mental.
      Ter opiniões distintas, não impede de reconhecer o quão assertivo foi ao citar o “bode” sérvio.

  26. Fernando Brack

    Muito feia a reação do Rublev com a derrota em Halle. Não tem jeito de caras assim terem a minha torcida.

  27. Thiago Silva

    E o Félix, o Monfils da nova geração, dessa vez não conseguiu o vice de simples mas conseguiu o de duplas rs.

  28. Sérgio Ribeiro

    Que Torneio e que partida excelente fez o garoto UGO HUMBERT , no fortíssimo Halle 2021 . Ao bater em Sets diretos na rapidíssima grama , o Russo Rublev e seus fortíssimos mísseis , provou o porque de tantos cabeças ficarem pelo caminho perante os dois jovens . Pra ATP a sensação de mais um mico por não promover este Torneio a MASTERS 1000 , com os Alemães com uma espetacular quadra Central pra 12300 espectadores com Teto Retrátil que pode ser fechado em 88 segundos. E’ utilizado pra vários eventos esportivos ( Basquete , Vôlei , Boxe ) com aquecimento. Tá bonito os Três em sequência no Saibro rs. Na semana seguinte ainda temos o Torneio do Titio Nadal . E’ mole ou quer mais ? . Olho no garoto que mostrou ser grameiro de nível e que já chegou as Oitavas da lenta WIMBLEDON 2019 … ABS !

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Menção honrosa pra Berrettini que mostra que os fujões do tradicionalismo Queen’s ( desde 1890 ) , não sabem o que perdem . A Grama cada vez mais próxima a WIMBLEDON, tem um Pentacampeão chamado Andy Murray. O N1 prefere ficar invicto jogando duplas com o Titio Toni rs . Jamais será Rei da Grama . Até Andy tem 8 x 6 em conquistas na superfície rs . Abs!

        1. Gildokson

          Segundo o critério da ala “pauleista” não adianta nada ele ser penta e o Murray ser bi, ja q na final disputada entre os dois o sérvio tomou sonoros 3×0 se não me engano kkkkkkk

      1. Paulo F.

        Acho que Djokovic prefere ser o Rei dos Torneios, onde em TODOS eles ele é bicampeão, do que ser Rei da Grama.
        Rsrsrsrsrs Abs

      2. Paulo Almeida

        O único torneio que interessa na grama, terceiro piso mais importante do circuito, é Wimbledon.

        O rei do hard, da grama e do tênis em geral sempre faz o correto: descansa depois da gira de saibro ou brinca em exibições ou torneio de duplas.

        Abs!

        1. Rodrigo S. Cruz

          Pfff

          Non-sense.

          O piso mais importante do circuito é, foi, e sempre será a grama, que é o piso natural do tênis.

          E isso é um fato que até o Dalcim já cansou de repetir aqui…

          1. Rafael Azevedo

            No atual circuito, é óbvio que a grama é o piso menos importante. Tanto é que a “next gen” (Medvedev, Thiem, Zverev, Tsitsipas, etc.) está em ênfase no circuito sem nenhum resultado expressivo na grama. É o piso com temporada mais curta e, de longe, com menos pontos a se somar.
            Por mais que WB tenha todo o glamour histórico, ele permite os mesmos 2000 pontos de qualquer outro Slam, e nem é o torneio que melhor paga premiação (salvo engano, é o USOpen).

          2. Paulo Almeida

            O hard contempla 70% do calendário, o saibro 20% e a grama 10%, em números arredondados. Mais uma vez não adianta chilicar contra o óbvio.

            A grama foi o piso mais importante em um passado remoto e só.

          3. Rodrigo S. Cruz

            Eu não “chiliquei” contra ninguém.

            Apenas dei a minha opinião.

            E estou muito bem acompanhado, pois o Dalcim concorda comigo.

            Abs.

        2. Sérgio Ribeiro

          Brinca ? Jura ? . Ele foge das rápidas onde perdeu TODAS as TRÊS FINAIS , e treina em alguma semelhante a WIMBLEDON . É seu direito mas somente possui 6 conquistas nesta superfície. O resto é choro Kkkkkk. Abs!

          1. Paulo Almeida

            Juro. Na verdade ele joga esses torneios quando está em má fase, como em 2017 e 2018.

            O GOAT tem cinco Wimbledons parrudos. E o GUAT?

          1. Paulo Almeida

            Obrigado, querida Manu, mas nao é pra tanto. FIque à vontade para criticar (construtivamente) quando necessário.

      3. Chetnik

        Pois é, negócio do DJoko são os big titles. os torneios mickey mouse ele deixa para o Murray e o desaposentado.

        PS: “Nos vemos” em WB.

        1. Luiz Fabriciano

          E olha que o sérvio é fã do Mickey Mouse. Basta ver que sempre está treinando com uma camiseta estampada com o mais famoso camundongo do mundo.

      4. Jonas

        Você poderia dar umas dicas por tal “fujão”. Até hoje ele não superou Queens 2018. Dizem que até trocaria pelo título de Wimbledon daquele ano, coitado.

        1. Paulo Almeida

          O GOAT acabou de ganhar Rolanga tendo ficado mais de 15 horas em quadra na reta final e os caras querem que ele dispute um 500tinho mequetrefe logo na semana seguinte.

          Fujão de verdade nós vimos em Paris.

          1. Jonas

            Ainda que tivesse plenas condições físicas, acho que nem perderia tempo. Já falei sobre isso antes: o Djoko hoje em dia (34 anos) só está focado em Big Titles. A única exceção parece ser Belgrado, por razões óbvias.

            E não adianta o Ribeiro chorar, a real é que o Djoko só tá pensando em Wimbledon, lógico. Djokovic não é Berrettini, entendeu Ribeiro?

        2. Sérgio Ribeiro

          Quem consegue TRÊS FINAIS e perde TODAS opta em jogar duplas com o Titio Toni . Isso não é de hoje , caríssimo fujão Kkkkkk. Abs!

      5. Paulo F.

        A falta de argumentos é tanta contra o Djokovic que precisam se agarrar aos não-obrigatórios torneios nível 500…

      6. Luiz Henrique

        Murray não fez mais nem do que Nadal na grama, quanto mais Djokovic
        Só pelo critério títulos+finais de WB Nadal fez mais q Murray
        Ainda pra completar tem 3×0 no h2h com Murray e ganhou final do Federer
        Ah, já que os federistas gostam de longevidade, Nadal fez semis com 32/33, Murray não, pra completar

        1. Sérgio Ribeiro

          De tanto remexer besteiras no passado , esqueces do principal , caríssimo L . H . Será que Nadal além de vencer duas vezes WIMBLEDON , também venceu o Ouro Olímpico dentro do ALL England Club ? Com direito a bater Novak na Semi e Federer na FINAL em Sets diretos ? . E ser PentaCampeao de Queen’s , o segundo Torneio mais importante na Grama Sagrada ? . O problema de vocês é o mesmo , a desinformação . Andy Murray possui 8 Títulos na superfície . Nadal a metade , simples assim. E tu me vens com h2h
          ????. kkkkkkkkkkk. Abs!

          1. Luiz Henrique

            Sérgio, h2h é desnecessário
            5 finais de wimbledon mata a charada
            Sobre as olimpíadas na grama, foi um torneio específico, esporádico, e que Nadal não jogou, por sinal
            É um título que conta demais pra carreira do Murray, mas não pra uma discussão de quem é melhor no piso
            E Queens, não vale nem comentar
            Número de títulos, cada uma, eu não fiz uma pesquisa, mas é capaz do Almagro ter mais títulos no saibro que o Federer
            Teria sido melhor então? kkkk

    2. Jose Yoh

      Verdade Sérgio. Um M1000 iria bem ali. Triste sensação de que a ATP só mantém a grama por causa de WB… Seria uma tentativa de enfraquecer o mais tradicional slam e ter só dois pisos no tênis? Meio teoria da conspiração mas sempre suspeitei disso já que não estimulam torneios na grama. Dalcim, poderia enriquecer o debate?

      1. Paulo Almeida

        Não, já faz várias décadas que o circuito é assim.

        A ATP não vai acabar com a grama, mas ela nunca mais terá a importância da era amadora. Não adianta chorar.

        1. Sérgio Ribeiro

          Você com certeza é o cara mais mal informado que arrota por aqui. Mesmo a Grama sendo muito mais difícil na conservação , a ATP está cogitando em finalmente colar o MASTERS 1000 nesta ícone superficie. Pelo jeito além de despejar sem ler os Posts , faz questão de ser um alienado e com seguidores … rs. Na boa , fala de música que se sai melhor rsrs. Abs!

          1. Paulo Almeida

            Já incluiu o Masters 1000? Já aumentou o número de semanas durante a temporada? Não.

            Enquanto o calendário da ATP estiver no formato atual, a grama será o terceiro piso em importância. Sem choro.

            Observação: Wimbledon, apesar do peso menor da relva no circuito, vale tanto quanto os outros 3 Slams, ou seja, 2000 pontos.

        2. Jose Yoh

          Chorar???? Seria por causa do Federer?
          Que eu saiba o favorito na grama hoje seria o sérvio.
          Não teria motivo nenhum para eu querer um M1000 na grama por questão de torcida.

      2. Sérgio Ribeiro

        MASTERS 1000 em MC e Roland Garros . Austrália e Inglaterra somente SLAM e sem MASTERS 1000 . Espanha e Itália somente MASTERS 1000 . Já USA , TRÊS MASTERS 1000 + SLAM . Alemanha , Zero nos dois . Acho que já passou da hora da ATP rever seus conceitos , caro Yoh. Abs!

      1. WILLIAM DE ALMEIDA

        Nessa grama rápida de halle com quick baixo humbert seria um adversário duríssimo para o Big 3.

        1. Sérgio Ribeiro

          E você acha mesmo que esse cara tem noção sobre o que falas , caro WILLIAM. Somente sabe repetir a ladainha de Goat . Sobre como era o piso antes da padronização ??? . Pra ele somente existiam ” bagres ” e ” fetos ” . É um marmanjo com mania de guri engraçado KKK .Abs!

    3. Marcelo F

      Fortíssimo Halle? Desculpa aí, Sérgio. Concordo com 90% das suas opiniões, mas nessa você exagerou, não? Abs.

      1. Sérgio Ribeiro

        Então , Marcelo. Basta comparar o Número de Top 10 presente em Halle com o tradicionalissimo Queen’s . Foi um vareio do primeiro mesmo com Tsitsipas largando no dia. Basta uma olhadinha nas chaves no TênisBrasil. Abs!

  29. Aurélio Passos

    Se o Rublev vencer Halle, será o primeiro campeão desse torneio na grama veloz fazendo zero voleios…

    Afi… o jogo do cara é marretada do fundo o tempo todo.

  30. WILLIAM DE ALMEIDA

    Hoje assisti a semi final Agassi vs rafter Wimbledon de 2000, visível a diferença de sutileza e categoria dos jogadores do passado frente aos tops atuais. Compara a sutileza do rafter com um zvrev, rafter parece outra classe. O tênis pode ter evoluído no preparo físico e potência nos golpes de base, porém os jogadores do passado em termos de sutileza
    e inteligência dao de 10 a zero nos tops atuais.

    1. Marcílio Aguiar

      Eu era fã do tênis do australiano. É uma pena não termos alguém com esse estilo nos dias atuais. Os jogos ficam muito iguais…só jogo da base

      1. WILLIAM DE ALMEIDA

        Era demais o rafter, foi o maior voleador que assisti em quadra. O australiano não tinha um saque tao potente como do sampras mais fazia chover na rede. Poderia dar aulas de voleios para os tops atuais.

        1. Paulo F.

          Sem dúvidas, Rafter era um voleador absurdo.
          Acho que era o único praticante do enfadonho saque-voleio que eu apreciava jogando.

        2. Luiz Fabriciano

          Também apreciava muito o seu jogo.
          Mas ele tomou uma chuva de passadas e aces de Guga, na longínqua Cincinnati de 2001 que deu gosto de ver o Manezinho da Ilha naquele jogo.
          Um verdadeiro show!

      2. Sérgio Ribeiro

        E a ” entressafra ” era tão grande que Patrick Rafter foi o N 1 com menos tempo no Posto. Mas quem não lembra a surra que ele e Hewit deram aqui em Floripa pra cima de GUGA e Fino . 5 x 0 pela Copa Davis . Jogavam pouco rs. Abs!

  31. Sérgio Ribeiro

    Não é tão simples afirmar que Rafa Nadal “ pulou “ as Olimpíadas de Londres 2012 , como disse um certo “ Rei “ do vernáculo neste Post . Seria o Porta bandeira da Espanha novamente nesta edição. Para surpresa da maioria caiu na segunda rodada de Wimbledon 2012 em 5 Sets para Lucas Rosol . Com os jogos colados neste evento , a se iniciar em 27 de julho , o Espanhol alegou uma “ tendinite no joelho “ . Mas incrivelmente Federer e Murray fizeram a FINAL de ambos os eventos. O Suíço levou WIMBLEDON ( tirando o Sérvio na Semi ) e Murray levou o Ouro ( tirando o Sérvio em Sets diretos na Semi ) . O Português continua ruim , mas a informação correta. Abs!

  32. Rubens Leme

    KATE BUSH – HOUNDS OF LOVE (1985)

    Os anos 80 (o certo seria dizer, talvez, anos 1980) foram generosos em termos de ícones. Por exemplo, todos nós (“os acima de 40 anos”) se lembram, com saudades, da fase material girl da Madonna, que com suas roupas justas, seu rosto perfeito, olhos azuis e suas curvas, que preenchiam o sonho de 10 entre 10 fãs da música pop.

    Eu gostava dela, mas tinha duas outras musas: uma era a baixinha, igualmente loira e de olhos azuis Maria McKee, a voz do simpático grupo Lone Justice, que começou um como uma banda cow-punk, embora nunca tenham sido punk. Maria tinha uma voz rouca, perfeita das cantoras country e no palco se mexia com uma energia de corar a própria Madonna, muito mais feroz e espontânea, enquanto ajeitava sua linda juba loira. Não havia como tirar os olhos dela.

    Um pequeno vídeo de 30 minutos de um show do Lone Justice – perdido nas inúmeras mudanças que fiz -, importado, que comprei pagando os olhos da cara, era visto assiduamente naqueles dias.

    A outra musa era diferente: britânica, morena, com uma beleza clássica, hipnótica. E uma voz que te provocava calafrios: Kate Bush.

    Kate é uma destas forças da natureza. Aos 11 anos, escreveu suas primeiras músicas e aos 16 anos seus pais financiaram uma demo tape com cerca de 50 composições próprias. Todas as gravadoras a rejeitaram, até ela cair nas mãos de David Gilmour, o guitarrista do Pink Floyd, que ficou mesmerizado com o que ouviu e ajudou a fazer outra demo, mais profissional, com tudo correndo às suas expensas.

    Kate era uma garota diferente. Além do gosto musical refinado, era uma compositora talentosa, praticante de caratê (teve aula na mesma escola onde seu irmão John era instrutor) e, como se ainda fosse necessário, absolutamente linda.

    Em 1978, lança seu primeiro disco, The Kick Inside, que ficou famosa pela canção “Wuthering Heights”, hit que a fez ser a primeira mulher a chegar ao topo da parada britânica com uma composição própria.

    O LP vendeu mais de 1 milhão de cópias, apenas no Reino Unido. Seis meses depois (ainda em 1978) era editado o segundo disco Lionheart. O sucesso dos dois álbuns rendeu a primeira e última turnê promocional de shows, a The Tour of Life / Kate Bush Tour, em 1979. Foram apenas 24 apresentações espalhadas pela Inglaterra, Escócia, Suécia, Dinamarca, Alemanha, França, Dinamarca e Holanda.

    O terceiro disco, Never for Ever (1980), trazia outro hit internacional, “Babooshka” e em 1982 é a vez do quarto trabalho, The Dreaming. Depois desta sequência, Kate resolve investir mais em um estúdio próprio de 24 canais, construído em um celeiro perto da casa de seus pais. Ali nasce seu trabalho mais maduro: Hounds of Love.

    Foram 18 meses trabalhando, no começo sozinha, usando apenas um sintetizador Fairlight CMI. Aos poucos, o trabalho ia se desenvolvendo, misturando músicas irlandesas, instrumentos russos, camadas e mais camadas de vozes e muita experimentação. Por causa disso, ela resolveu assumir as rédeas de todo o processo, sendo também a produtora do trabalho.

    O resultado final é espantoso: dividida em duas suítes – “Hounds of Love” no Lado A e “The Ninth Wave” no Lado B – o trabalho mostra Kate uma artista difícil de ser catalogada, muito longe do rótulo de rock progressivo que a crítica a colocava por causa da sua ligação inicial com Gilmour. Além de escrever, cantar e produzir, participou ativamente da confecção dos vídeos e das coreografias dos mesmos, uma liberdade que só Prince desfrutava na época.

    Hounds of Love fez sucesso modesto na América – algo absolutamete normal -, mas chegou ao topo da parada inglesa, desbancando a material girl e seu Like a Virgin do Olimpo. De quebra, quatro músicas – todas no Lado A – viraram hits: a arrepiante “Running Up That Hill (A Deal with God)”, “Hounds of Love”, “The Big Sky” e “Cloudbusting”, vendo mais de 600 mil cópias.

    Hounds of Love fecharia o momento de maior sucesso comercial. Após ele, Kate lançaria apenas cinco discos nos próximos 30 anos, preferindo a reclusão familiar, cuidar dos filhos, aumentando ainda mais o mistério e a curiosidade dos fãs, até reaparecer em 2014 para uma segunda tour.

    O retorno aos palcos apenas mostrou a saudade dos fãs. Inicialmente, seriam apenas 15 apresentações (intitulada Before the Dawn), todas no Hammersmith Apollo, de Londres, que viu os ingressos de todas as apresentações se esgotaram em 15 minutos.

    Para diminuir a frustração dos fãs, outras sete datas foram anunciadas, igualmente vendidas em poucos minutos. A apresentação acabou rendendo um disco duplo ao vivo, em 2016, de mesmo nome.

    https://www.youtube.com/watch?v=cO80PF9MMAE

    1. Carolina

      Que boa surpresa ver um post sobre a Kate Bush neste blog. Ela é uma artista única e fascinante! No meu caso, só tomei conhecimento do trabalho dela após ouvir a versão de Wuthering Heights gravada pelo Angra.

  33. Fedex

    Dalcim, o Federer conseguiu chegar na segunda semana em Paris, provavelmente ele chegará na segunda semana em Wimbledon, aí já terá bem mais ritmo, experiência e certamente não vai vender barato ia derrota. Chegando na segunda semana em Londres, dependendo do sorteio, ele pode biliscar uma vaga nas quartas ou até mesmo na semifinal. Na realmente eu não duvido do Federer em Wimbledon.
    O que vc acha das possibilidades do suíço em WB?

    1. José Nilton Dalcim

      A avaliação mais concreta precisa ser feita em cima do sorteio da chave. Há muitos jogadores bem perigosos para se cruzar nas duas primeiras rodadas, a meu ver. Mas claro que Federer domina muito bem a grama, então jamais pode ser descartado.

    1. WILLIAM DE ALMEIDA

      Você não anda vendo os jogos do torneios ,o humbert é um excelente jogador na grama tem mais afinidade que o rublev com o piso, hoje o francês ganhou em dois sets e não era uma zebra para final do torneio.

  34. Luiz Fernando

    Dalcim como vc a perspectiva futura p o Berrettini? Esse rapaz parece jogar bem em todos os pisos, me parece estar conseguindo elevar o nível do seu BH, cuja qualidade era muito desproporcional ao FH, serve bem e está com um jogo de muita variação. Vc o vê competindo por GS com o grego, o russo e o alemão a curto prazo?

    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, ele tem feito progressos, mas ainda não o vejo com um título de Slam. Acho que ele pode ir longe em todos, mas até uma semifinal.

  35. SANDRO

    Com finais de torneios em SAIBRO, GRAMA e QUADRA DURA…
    RUBLEV tem se mostrado muito mais versátil que seu compatriota MEDVEDEV!!!

  36. Paulo F.

    E Felix? Ganhou do freguesão do Rafa e nem para a final foi?
    Tenho que acompanhar mais o esporte, algo não está certo.
    Rsrsrsr abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Já que não assistes coisa alguma , ao menos leia a excelente reportagem do TênisBrasil. Garanto que se surpreenderas com o espetacular equilíbrio da partida . Assim na próxima evitas de postar suas costumeiras m**das diárias …rsrsrs Abs!

      1. SANDRO

        O fato é que o Roger FREGUESer vendeu MUITO BARATO a derrota para o ZERO TÍTULOS AUGER ALI ACIMA, a derrota estava na promoção, na Black Friday…
        Que mal costume o seu de dizer que os outros escrevem M… Então vc é a sabichona do blog?
        Vc está é passando vergonha tentando justificar TODAS AS DERROTAS do FREGUESer que virou a maior marmita da garotada.

        1. Sérgio Ribeiro

          Que papo é esse de sabichona? . Desde que chegou aqui só postas groselhas . Mais respeito aos Tenistas a começar pelo Craque Suíço. Fique frio que a cada bobagem que postares terá uma resposta no seu nível . Abs!

      2. Paulo F.

        Assisti a partida inteira e justamente por isso não deveria ter existido equilíbrio algum, já que Félix é tão fenomenal e derrotou Federer ué?
        Rsrsrsrs abs

    1. SANDRO

      Inesperadas por quê? Pra mim não é surpresa Berrettini e Rublev estarem na FINAL, ficaria surpreso, sim, se Murray e Federer estivessem nas finais hoje!!!

  37. Periferia

    O Escafandro e a Borboleta…2007…Julian Schnabel.

    Filme baseado na vida de Dominique Bauby…editor da revista Elle.
    Após um derrame que paralisa todo seu corpo…menos a pálpebra do seu olho esquerdo…Dominique mesmo limitado…cresce em sua humanidade.
    Cheio de monólogos (todos belíssimos) o filme é baseado no best-seller escrito pelo próprio Bauby…com cada letra produzida por uma piscada.
    Bauby explora o que lhe resta…a memória…a imaginação…as boas lembranças…os erros….em um corpo morto…com o intelecto intacto.
    Alguém diz para ele “agarra-se à sua humanidade e sobreviverá”.
    Ele faz isso com maestria.
    A borboleta (leve e bela) habitou o escafandro (pesado e opressor).
    Dez dias após o lançamento do livro…Bauby morreu (o livro era sua missão).

    “Longe desse escarcéu, no silêncio reconquistado, posso ouvir as borboletas voando pela minha cabeça. É preciso muita atenção e até certo recolhimento, pois o seu adejar é quase imperceptível. Uma respiração mais forte basta para abafá-las.”
    (Sejamos uma borboleta…antes que o escafandro nos prenda)

    1. Filipe Fernandes

      Meu caro Peri,

      Filme e livro, ambos são maravilhosos, de uma sensibilidade ímpar, para serem revistos e relidos (na exata acepção de Ítalo Calvino). Bauby atravessa uma experiência aterradoramente limite, que nos faz refletir a fundo sobre a sua condição e até sobre a nossa própria, sobre todas as possibilidades criadoras que se esvaem ou que deixamos (muitas vezes cegamente, estupidamente) esvair de nossos dedos, que ainda se movimentam. Um dos momentos mais tocantes no livro é quando ele fica sabendo que algumas pessoas, ao irem a restaurantes, o comparam, rindo maliciosamente, a um “legume” (ou seja, vegetal), por seu corpo estar praticamente inerte; e mesmo assim ele sente uma alegria radiante no dia apenas por receber cartas de amigos e familiares escritas com carinho e ternura imensos, desejando-lhe melhoras e relembrando fatos da sua vida. No filme, é comovente a cena em que ele, “conversando” por telefone com o pai em lágrimas (a quem havia barbeado cenas antes), não pode sequer ‘dizer’ um simples “oi” (dois fonemas, que estariam tão prenhes de sentido naquele momento, impossibilitados por um obstáculo intransponível). Belíssima lembrança da sua parte, meu caro.

      Recentemente, há um mês, assisti a um filme coreano absolutamente mágico, chamado “Certo Agora, Errado Antes” (2015), do renomado diretor Hong Sang-soo. Está no Prime Video. Queria vê-lo desde 2016, mas só agora consegui. Ainda tenho tentado encontrar palavras para expressar tudo o que senti quando o vi. Um cineasta, indo a uma palestra sobre a sua obra, conhece por acaso uma aspirante a pintora, e eles passam a conversar de repente sobre várias coisas, e nitidamente uma atração mútua nasce e cresce, todavia… ah, e se a franqueza, a mais pura honestidade, com todos os seus riscos assumidos, brotassem inicialmente e com coragem num encontro inesperado, mesmo que não levassem a nada – mas já significando assim a “segunda chance” dada pela vida… Recomendo a você, Peri, é um filme que vale assistir.

      Um grande abraço, meu caro, e saúde.

      1. Rubens Leme

        Indo no mesmo caminho (mas sem a mesma verve dos dois) recomendo um livro do escrtor japonês Haruki Murakami, com um título sugestivo para os dias de hoje, embora nada tenha a ver com o momento: Minha querida Sputnik.

        Outro excelente livro é Uma Outra Juventude, do romeno MIrcea Eliade, filosoofo e professor de religiões (com vários livros sobre o tema). Sao dois contos, sendo o primeiro (o que dá nome ao livro) tendo sido adaptado por Francis Ford Coppola, em 2007, no filme Velha Juventude, com Tim Roth. O livro é muito superior e mostra um autor, mais conhecido no mundo acadêmico, brilhando como contista e romancista.

        1. Periferia

          Olá Leme

          O escritor romeno conheço bem…ate por ser casado com uma teóloga…rs.
          O conto do MIrcea Eliade foge um pouco (ou muito) da obra dele ….é um escritor de manifestações espirituais…(Antunes Filho lia muito o “professor”…usava muito no teatro as ideias dele).
          É quase um daqueles livros latinos americanos de literatura fantástica…(acho mesmo por ser romeno…e a língua ser de origem latina tem algo que liga os dois mundos…mas é apenas um chute).
          E o autor tem um passado complicado…principalmente com o extremismo (é outra coisa interessante…a religião está sempre nos extremos…nunca onde deveria ficar…no meio).
          A outra sugestão vou procurar….estou numa fase de descobrir “coisas”….antes que comece a esquecer “coisas”….rs

          abs

          1. Rubens Leme

            Periferia, do Haruki Murakami recomendo ainda Norwegian Wood (sim, a música dos Beatles), Kafka à Beira Mar e o Sono.

            Outro autor muito interessante que teve dois livros vertidos pro cinema pelas lentes do inglês Stephen Frears é o inglês, de origem paquistanesa Hanif Kureish: Minha Adorável Lavanderia e o Sammy and Rosie Get Laid (um dos meus filmes favoritos, mas jamais editado em DVD).

            Dele, temos em português O Buda do Subúrbio (que virou minisérie na BBC, com trlha sonora feita por David Bowie), Intimidade, No Colo do Pai, O Álbum Negro, O Corpo e Outras Histórias, entre outros.

            Kureish fala da Inglaterra dos anos 70 e 80, mistura lembranças da juventude, romances, racismo e imigração. Buda é um livro extremamente interessante.

            Também estou como você na fase de descobrir coisas, antes que comece a esquecer. Aliás, perder a memória é um dos meus pesadelos.

      2. Periferia

        Olá Filipe.

        Hong Sang-soo é um cineasta lendário no chamado circuito de “arte” (Berlin…Cannes).
        É um cineasta da palavra…da câmera parada (usa apenas o “zoom” como arma dramática).
        O filme em questão (Certo Agora…Errado Antes ) é um filme de “alternativas” e “abordagens”.
        Difícil…porque tem que aceitar um cinema fora da caixinha…além da cultura muito diferente…a estrutura do filme surpreende …não é um filme para todos os paladares…e percebemos como é fácil fazer cinema (dois atores e uma câmera)…ao mesmo tempo como é difícil (existe a necessidade do conteúdo).
        Se muda uma frase…uma palavra… tudo se modifica…o título do filme mostra essa dualidade…
        Obrigado pela sugestão…vi ontem (esta no Prime Locke)…gostei muito… é uma idéia de cinema diferente ( onde a narrativa é a própria imagem )…o cinema sul coreano está em ótima fase …(Parasita levou um Oscar).

        Abs

        1. Filipe Fernandes

          Meu caro Peri,

          Puxa, você descreveu tão bem a essência do filme, os detalhes que o tornam tão interessante, mesmo deslumbrante. Confesso que terminei de vê-lo com o coração caloroso. E o zoom, bem observado por você e utilizado de forma por vezes serena, imprime uma sutileza central em várias cenas.

          Fico realmente feliz por ter gostado, Peri, eu acreditava que você poderia apreciá-lo.

          Caro Leme, muito obrigado pelas dicas de leitura, Murakami é um escritor que está na minha lista de livros há tempos, sem ainda o ler, e Elíade é um autor de quem sempre ouço boas impressões. Agradeço mesmo.

          Um grande abraço, meus caros, saúde e boa semana.

    2. Marcão

      Prezados colegas, grato pelas referências. Algumas já havia lido ou assistido, outras acrescentei à minha interminável lista. Sim, é muita arte para pouca vida, mas confiemos na distância da derradeira sinapse.

  38. Sandro

    A lista de tenistas que já recusaram as Olimpíadas só aumenta, vejam alguns deles:
    Rafael Nadal,
    Dominic Thiem,
    Roberto Bautista Agut,
    Denis Shapovalov,
    Casper Ruud
    Guido Pella
    John Isner
    Sam Querrey
    Dusan Lajovic:
    Federico Delbonis
    Ernest Gulbis
    Jil Teichmann
    Tamara Zidansek
    Roberta Vinci:
    Os principais motivos são:
    1. Não há premiação em dinheiro
    2. Não conta pontos para o ranking
    3 . O tênis não é o carro-chefe das Olimpíadas, é ofuscado por esportes genuinamente olímpicos
    4. O tênis não é o centro das atenções em uma Olimpíada, é, portanto, considerado por muitos um torneio de “exibição”.
    Os depoimentos de Sam Querrey e Ernest Gulbis expressam bem o que muitos tenistas pensam sobre o tênis olímpico:
    Sam Querrey : “Não, eu não vou… Na verdade, estou focado no World Team Tennis a temporada inteira. Mesmo sem isso, eu não planejava ir para as Olimpíadas… Não fui em Londres, nem no Rio… Na minha opinião, eu estaria bem se o tênis nem estivesse nas Olimpíadas. Muitos dos meus amigos nem sabem que o tênis está nas Olimpíadas. É ofuscado por outros esportes. Eu prefiro conquistar qualquer Masters a uma medalha de ouro olímpica. Então, simplesmente não está no meu radar. ”
    Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”. “É como tênis para turistas”.

    1. Sérgio Ribeiro

      Mesmo numa Olimpíada totalmente atípica devido à Pandemia, muita gente boa estará presente . Inclusive um conhecido N 1 do Mundo. Gulbis quem ???. Esse seria um verdadeiro Turista em Tóquio pois cairia de cara . Naomi Osaka que largou SLAM já confirmou presença. Argumentos pífios como sempre … Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Todos sabem que a retirada de pontos pela ATP é semelhante ao boicote da FIFA . As entidades querem seus grandes nomes longe de um evento desta magnitude. Abs!

      2. SANDRO

        Esses não são argumentos, são fatos!
        Você não sabe a diferença de argumentos de fatos?
        Você gosta de insinuar que os comentaristas são burros e só vc é o sabe tudo…
        O que eu escrevi não são argumentos meus, são motivos que muitos tenistas disseram por se recusarem a ir à Olimpíada.
        Grandes coisas a pirracenta mimada da Osaka jogar a Olimpíada, porque pra mim o que ficou marcado foi o papelão que ela fez em Roland Garros fazendo pirraça pra não dar entrevista.
        Pífio é você, que vive com baixarias escrevendo que os outros só escrevem besteiras, m…, asneiras etc… Como se só vc fosse o sabe tudo.

  39. Maurício SP

    Dalcim, eu havia feito uma pergunta, acho que caiu no seu spam… Era sobre qual das SF de RG entre Nadal e Djokovic (2013 x 2021) você gostou mais.

    1. José Nilton Dalcim

      Não apareceu mesmo, Maurício. Olha, acho que o segundo e terceiro sets de 2021 foram muito especiais. A de 2103 foi muito mais emocionante, ainda mais com tudo aquilo que aconteceu no quinto set. Eu particularmente ficaria com 2013.

      1. Maurício SP

        Pois é, a de 2013 foi muito mais emocionante, totalmente indefinida até o final. E acho que o Djoko atacava muito mais, entrava mais em quadra, Nadal se defendia e contra atacava com muita resistência velocidade, o que não conseguiria hoje.

        Mas o Murray exaltou muito a partida deste ano… o terceiro set realmente foi especial.

        Quando você e outros listam as melhores partidas de tênis que assistiram, geralmente se concentram em Wimbledon e na Austrália. Seria legal listar as melhores partidas no saibro, fica a sugestão!

        1. Luiz Henrique

          No 5º set Nadal fez uma quantidade razoável de winners a mais
          Ele foi pro risco e se deu bem, arriscou tudo em algumas bolas
          Aquele game 1×3 foi o mais decisivo

  40. Thiago Silva

    Ainda tá cedo pra aposentarem o Nadal só por causa de uma derrota em que ele jogou muito bem, em janeiro sem saque chegou nas quartas do Australian Open e perdeu pro Tripas provavelmente por problema físico, deve ter sentido a lesão agravar e preferiu não forçar tanto, também teve muito pouco tempo pra recuperar e nem se recuperou direito já que sacou mal toda a temporada de saibro, se ele tivesse sacando igual ano passado teria jogado pelo menos 5 sets nessa semi e talvez perdido ou ganhado no detalhe. Mas eu duvido muito que de um ano pro outro o Nadal tenha decaído tanto fisicamente, ele ainda tem muita resistência, aquele cansaço que ele demonstrou naas duas derrotas em slam parece ter sido mais desânimo pelas limitações do que falta de energia. Acredito que essa pausa longa pra recuperar vai trazer um Nadal mais parecido com aquele de 2019.

  41. Paulo Almeida

    Estou preocupado: faz uma semana que o Djoko não vence o Nadal no saibro…

    Sorte de quem não o vence há mais de 12 anos e em melhor de três!

    1. Paulo F.

      kkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Tocaio, e o discípulo de espanhol ganhou do Rafa em Hamburgo/Madri.

      Como é o histórico da marreca dos Alpes contra o Rafa em Monte Carlo, Roma e Paris?

      O monocampeão terceirizado de RG tem ao menos UMA MÍSERA vitoriazinha sobre o Rafa nesses torneios?

      hahahahahahahahahah

      1. Paulo Almeida

        3 derrotas em Monte Carlo, 2 em Roma e 6 em Paris, com direito à maior humilhação já sofrida por um número 1 do mundo em 2008.

        O retrospecto do patão é pavoroso diante de um dos seus pais. ?????

        1. Jonas

          E ainda tem “especialista” no assunto afirmando que esse retrospecto do suíço contra Nadal é bem “próximo” ao do Djokovic. Isso me rendeu boas risadas, admito.

          1. Paulo F.

            Comparar Federer com o Djokovic, NO SAIBRO, é como comparar o River Plate do Piauí com o River Plate de Buenos Aires.

      2. Rodrigo S. Cruz

        “marreca dos Alpes”.

        Que fase esta tua, hein Paulo F. Que fase….

        Só comentário depreciativo contra o GOAT.

        E ainda usa o substantivo feminino, como se o Federer fosse afeminado ou coisa que o valha.

        Que ridículo…

          1. Sérgio Ribeiro

            Quantos Paulo F . existem ??? Cada um deles tem um “ goat “ diferente rs. Lá no face TênisBrasil aparecem pra mais de doze rsrsrs. Abs!

          2. Paulo F.

            Não sei se tu acompanha muito este blog, mas este Paulo que vos fala sempre disse que Rafael Nadal é o GOAT depois que o mesmo alcançou seu vigésimo Major no Roland Garros de 2020.
            srsrsrsrsrs Abs!

  42. WILLIAM ALMEIDA

    Dalcim, percebo que Halle está com quick baixo e é muito mais rápido que Queen. Qual é a diferença de grama utilizada em Queens e Halle?

      1. WILLIAM DE ALMEIDA

        Dalcim, dei uma pesquisada acredito que halle é mais rápido que queens em virtude do corte da grama ser mais baixo, Acredito que seja isso.

    1. Arthur

      Sempre foi mais rápido, na verdade.
      A grama de Queen’s é quase igual à de Wimbledon e, portanto, bem mais lenta.

  43. Marcilio Aguiar

    Dalcim, não fiz nenhuma pesquisa aprofundada, mas puxando pela memória (que ja esta falhando) eu percebo que os franceses, em geral, vão melhor em WB do que em RG. Depois do título de Noha em Paris, me lembro de Pioline em final de WB, Gasquet, Grosean e Tsonga (com direito a virada sobre Federer) em semifinal. Teve ate o Arnaud em final na Austrália, mas nunca fez nada em RG.

    O Mahut vai bem em Londres também e agora o Humbert indo bem em Halle. Isso não é uma ironia? A que se deve? Seria o peso da responsabilidade quando jogam em RG, porque deveriam ser mais afeitos a quadras de saibro, não?

    1. José Nilton Dalcim

      Monfils fez semi, Leconte foi vice… mas acho que houve poucos franceses realmente especialistas em saibro.

    2. Paulo F.

      Se lembrarmos do feminino, temos a Mauresmo e a Bartoli campeãs em Londres, Marcílio.
      Espero ter colaborado.
      Abraço.

      1. Marcilio Aguiar

        Bem lembrado. Pelo menos para os franceses parece que vale o ditado.. “santo de casa não faz milagres”, alias, desde 2003 para cá, no masculino, so me lembro de vitória “em casa” do americano Roddick vencendo um USOPEN e o Escocês Murray vencendo dois WB. No feminino acho que so as Williams e a Stephens venceram em casa nos últimos 20 anos.

  44. Carlos Bicalho

    Bom, eu não acho que H2H reflita bem o que seja uma dominância no tênis, ao meu ver, H2H é o menor dos fatores, basta vê como é parelho o H2H entre Djokovic e Federer, mas então você se depara com 4×1 em GS (o que o suíço ganhou foi na primeira final de DJokovic, no ano em que entrou no top 10) e 3×0 em Finals.
    Porém, uma observação importante que se pode fazer é em relação ao Suíço e como ele nunca parou de apanhar para alguém. No seu período de dominância, sempre apanhou de Nadal, e pós ainda continuou apanhando, e depois quando o espanhol começou a cair de rendimento, ele então começou a apanhar sequencialmente de Djokovic.
    Reparem entre 2005-2013, o suíço era saco de pancadas do espanhol, e em que pese em 2014 o espanhol ter ganho RG, dava pra ver fácil que ele já tava mau das pernas, ganhou aquele RG na marra, viu que o sérvio tava tremendo e engoliu. E de 2014 em diante o suíço virou saco de pancadas do sérvio.
    Aí é que vem a pergunta. Se o suíço sempre foi saco de pancadas ou de Djokovic, ou de Nadal, e esses surgiram até mais novos que Federer, um se classificou pra o Finals com 19 e o outro com 20, sendo que o suíço se classificou a primeira vez com 21, qual seria justificativa para que com a mesma idade, Federer levasse mais vantagem em relação aos dois?
    O que se mostra na verdade é que Federer só ganhou o que ganhou porque era mais velho que estes, principalmente que Djokovic.

    Evidentemente que é uma hipótese dentre várias. Por exemplo, se Wawtinka tivesse contratado Magnus Norman com uns 23 anos, provável ter chegado a mais umas 4 finais de GS e tirado mais uns 2 títulos de Djokovic nisso aí. Ou se Murray não tivesse acabado a carreira pós Finals 2016, provável ter terminado 2017 também como n1, tirando o “título da temporada” de Nadal.

    1. José Eduardo Pessanha

      Rapaz, se o Federer tivesse trocado de raquete uns 5 anos antes, teria uns 8 GS a mais. Qualquer um que entenda minimamente de tênis sabe disso. E isso é mais uma prova de seu gênio, pois foi multicampeão utilizando um instrumento de trabalho totalmente obsoleto. Os Cotonetes sabem que Djokovic nunca será o maior tenista de todos os tempos. Esse posto será para sempre de Roger Federer. Por isso não param de espernear por aqui. rsrs Se sentissem que o sérvio é merecedor de tal honraria, certamente encheriam menos o saco do dono do Blog e de seus assíduos leitores. Como não tem a mínima certeza de que Djokovic será o GOAT, ficam nesse lenga lenga que polui o Blog. Chupa que é de uva. kkk
      Abs

      1. Luiz Fernando

        Só 8 a mais? Talvez uns 20, claro, desde q a entressafra do inicio da década de 2000 estivesse nas finais kkkk. Abs.

        1. Sérgio Ribeiro

          Início da década de 2000 com Sampras levando o USOPEN 2002 , Agassi levando o AOPEN 2003 e se tornando o mais Velho N 1 do Mundo até então. O mesmo garoto que bateu Pete em Wimbledon 2001 , derrubou Andre na FINAL do FINALS 2003 se tornando TOP 2 do Mundo. Isso a sua estória idiota não conta . Disputa junto aos “ nobres “ Paulos , o título de maior passador de recibo diário neste fórum rs . Abs!

          1. Luiz Fernando

            Vc nesse quesito não tem adversários. Chuta resultados, erra, não admite e ainda critica os demais. Maior do q seus erros e sua falta de bom senso só sua arrogância…

          2. Sérgio Ribeiro

            Depois que postas suas costumeiras groselhas vem com papinho de arrogância. Não tem nenhum resultado forjado . Federer acabou com a longa invencibilidade de Pete Sampras por 3 x 2 em Wimbledon 2001 . E bateu Agassi no ATP FINALS 2003 por 3 x 0 com direito a Pneu . Cresça e apareça rs . Abs!

      2. Thiago Silva

        Ele é um gênio e usou por cinco anos um equipamento obsoleto? Hã? Na final de Wilmbledon 2019 ele jogou com a raquete velha pra ter mais graça?

      3. Paulo Almeida

        Muito pelo contrário, Pessanha.

        Nós já sabemos que o Djokovic é o GOAT desde 2016 quando fechou o Nole Slam. Vocês que estão esperneando contra os fatos, cada vez mais cruéis. O tiro de misericórdia foi dado com o Double Career Slam.

        Abs.

      4. Ronildo

        Exatamente Pessanha

        Estes caras sabem que Federer está para o tênis assim como Freddie Mercury está para a música. Não adianta Amado Batista ter gravado mais músicas.

      5. Bel Grado Fa

        Na verdade, pouco importa quantos GS ou quantas semanas fique na liderança. Djokovic nunca vai passar do “tenista que lidera as estatísticas”. E os torcedores nao passam de pessoas que gostam de comparar dados de eatatísticas. Sao os cientistas de dados (ou papagaios repetindo o óbvio: “que o Djokovic lidera ou vai liderar uma estatística”.)

  45. Barocos

    Sei não, esta longa parada do Nadal, me parece, tem um dedo da Xisca. Ela deve ter lembrado ao grande esportista Rafael Nadal que o tempo não para e, caso ele queira ser competitivo, vão ter que se esforçar. Só para lembrar, a situação atual é a seguinte:
    – Federer: 4 (com bonificação por pontos em dobro em duas partidas);
    – Murray: 4 (nada mal, Sir Andy Murray, nada mal);
    -Djokovic: 2 (lembrando, conforme reportado anteriormente, que este já manifestou sua intenção de buscar este recorde também);
    -Nadal: 0 (está na mesma situação que possui no Finals, zerado, nada, zilch. Vamos lá Nadal, estamos na torcida!).

    Saúde, paz e amor!

    1. Thiago Silva

      O Nadal sabe que se tivesse um filho o tênis ia ficar em segundo plano, ele é muito ligado a família, não conseguiria imaginar ele largando a mulher com bebê no hospital pra disputar um slam.

      1. Paulo F.

        É, pode ser uma boa explicação para ele ainda não ser pai. Além do mais todos têm o seu tempo para iniciar a paternidade e não esquecendo que Rafa já tem um filho suíço adotado bem crescidinho! Kkkkkkk

    2. Maurício Luís *

      Mas faz pouco tempo que ele casou… E a sogra D. Maria foi pega pelo Catavelho ibérico 3 vezes e obrigada a ficar sob custódia dele. Daí ela vive atrapalhando o romance.

  46. Periferia

    Tenho percebido no blog um discurso de ódio…alguns podem pensar que é um direito de expressão…que é um exagero…afinal…é uma “simples” opinião ( opiniões nunca são simples).
    Ser violento na forma de argumentar…passa a ser uma qualidade…o popular “ele pegou pesado mas tem razão”.
    Existe uma inversão ética.
    A necessidade de desconstruir e desqualificar é maior do que o reconhecimento que alguém fez por merecer…existe uma busca ensandecida pela desconstrução…uma satisfação pelo grotesco…pelo ridículo.
    Muitos não querem universalizar o debate…eles querem apenas ampliar o particular.
    Nesse contexto…não há mais o “nós”…apenas o “eus”.
    Como se o indivíduo falasse…”abre a boca que quero enfiar goela a baixo o que penso”.
    O ser humano só se humaniza com o outro.
    Certa vez alguém escreveu que o papel da sociedade é viabilizar e apoiar o ser humano…ser um fator de comunhão e cooperação…superando a visão do outro como inimigo.
    Não devemos nos enganar…no fundo…no fundo…reproduzimos aqui o que acontece hoje no país…
    Como sociedade….a essência é ruim.

    ( …fecharemos a semana com 500 mil mortos…a sociedade brasileira sabe absorver números…)

    1. Marcelo Costa

      Como não possua seu afiado texto, escrevi abaixo uma síntese sobre esse desmedido e gratuito ódio. Como chegamos nisso?

      1. Jose Yoh

        Caro Marcelo, creio que sejam os ciclos históricos o motivo desta situação de carência, ódio, covardia (sim, somos covardes com a máscara da Internet) e polarização geral.

        Durante muito tempo, tentamos soluções de meio termo e bom senso. Parece-me que quando há bom senso o ser humano se acomoda aceitando mais opiniões contrárias e fazendo menos para resolver as situações que vão se agravando com o tempo. É com muita tristeza que eu digo isso.

        Com esse agravamento da situação, a tendência é ficar insustentável e começa a união em torno dos radicais que desejam mudar à força o sistema. O “eu” se torna mais forte porque prevalece a lei da sobrevivência. E surge a polarização, o ódio e tudo que o ser humano guarda para os momentos de estresse. Até que de alguma forma o sistema se rompe, muda radicalmente de acordo com o desejo de algum maluco que se desgasta e cai do poder e as coisas voltam para o início. Isso acontece em ciclos na humanidade.

        E esse radicalismo chega aqui no blog em forma de recalque. Puro reflexo da situação atual de polarização.
        Minha atual torcida não é mais por tênis, é por um dia melhor.

        1. Fernando Brack

          Muito bem colocado. Concordo muito com o que vc, Marcelo e Perifeira (e o Leme aí abaixo) dizem.
          Gostava muito de participar do blog, mas a rivalidade entre torcidas passou do limite do aceitável.

          1. Jose Yoh

            Grande abraço Brack, apareça por aqui. As coisas passaram dos limites, mas faz parte da Internet.
            E, queira ou não é uma espécie de vingança pelo que alguns federistas fizeram no passado. O importante é a gente tentar manter o nível até o Big 3 aposentar. Aí quem sabe o saudosismo mude um pouco as coisas, tipo Piquet e Mansell.

    2. Barocos

      Periferia,

      Nas sociedades, sempre existiram grupos de pessoas voltadas apenas para o “eu”. Costuma ser fácil identificá-los: não demonstram pudor em ofender outras pessoas, não mostram arrependimento pela dor que causam, têm convicção absoluta sobre a veracidade de suas opiniões, não há empatia ou compaixão em suas ações, o sacrifício alheio é justificável para a conquista de seus objetivos. Quando um membro destas bestialidades chega ao poder, costuma levar com ele outros psicopatas com visão semelhante sobre a vida e, então, desnudam e amplificam o que há de pior nas sociedades que tragicamente os alçaram ao poder. Todos os crápulas do passado possuíam estas patologias de caráter, a diferenciá-los, o número de seguidores infelizes que conseguiram arrebanhar e a dimensão da tragédia que desencadearam em nosso mundo.

      Onde não há respeito, não há fundação, sem fundação há a queda no abismo.

      Dias melhores virão.

      Saúde e paz.

      1. Rubens Leme

        Esse ódio acontece aqui no blog há tempos e é o que mais faz ir e vir. Há uma ala que entra apenas para fazer piadas infames, ofender, desmerecer. São facilmente reconhecíveis pelos montes de “kkkk” que escrevem e por serem completamente esquecíveis. Alimentam-se apenas do ódio (especialmente dos fãs do Federer) e incapazes de mostrarem empatia ou ter uma discussão racional (como a ala bolsonarista deste país, da qual muitos devem ser eleitores).

        Eu entro aqui para conversar com quatro ou cinco participantes e ler os posts do Dalcim, mas é cansativo ter que atravessar um monte de bobagens para comentar as pessoas de quem gosto.

        Enfim, a gente vai ficando velho e cansado e aprende a filtrar o que valhe a pena e deixar o restante na lata de lixo.

        Resistimos, periferia, porque é o que nos resta. Aos poucos simpáticos à minha pessoa, aqui deixo minha saudação.

          1. Sérgio Ribeiro

            Desculpe , Leme . Eu pedi ao Dalcim para suprimir esse comentário totalmente equivocado. Foi um erro imperdoável de interpretação. Abs!

        1. Luiz Fabriciano

          Falando em simpática, seu comentário vai na contra-mão desse atributo. E falar que há ódio especialmente aos fãs de Federer, não é especialmente verdadeiro. Uma pena não existir uma balança de três pratos, pois se existisse, notarias o equilíbrio.
          Abraço à todos.

          1. Jose Yoh

            Caro Fabriciano, a simpatia e ódio normalmente são frutos da lei da ação e reação. Por isso pessoas odiadas por alguns são amadas por outras.
            Sem querer parecer um hippie ou um ser politicamente correto que eu não sou, mas esse é o motivo de tantas ofensas por aqui.

            Sobre a balança de três pratos, digo que você está absolutamente certo. Não há diferença de comportamento entre as torcidas. Até as técnicas de fakes, argumentos, etc.
            Abs

        2. Thiago

          Ain, como vc é evoluído.
          Quero lembrar que até a pouco tempo atrás vc não interagia com quem respondia os teus comentários. Faz um ano mais ou menos (ou menos) que passou a conversar principalmente com o periferia, Filipe e Marcílio.

  47. Aurélio Passos

    Nadal venceu dois torneios em 5 no giro do saibro, e por pouco foi zero (salvou match points em ambos os títulos). Claro, o que vale é o resultado, mas está claro que está penando…. Em RG, vinha passando por 3×0 em todos, aí pegou um melhorzinho no saibro (o Schwartzman) e perdeu um set, aí chegou Nole e já era…

    1. Jose Yoh

      Caro Aurélio, nunca é fácil. A idade pesa é claro, mas a diferença é que ele consegue jogar bem os pontos importantes e tem um mental muito bom, por isso não costuma perder no seu território.

  48. Mágno Lucas Sampaio

    Dalcim tudo bem? Pensando da maneira que Nadal está fazendo e mesmo o Federer tentando voltar mas com parcimônia, te pergunto: Se vc fosse o técnico do Nole um calendário daqui até o final do ano com Wimbledon, Olimpíadas, Cincinnati, Us Open e Torneio dos oito melhores seria o ideal? Parabéns mais uma vez pela agilidade em trazer o que está acontecendo de mais importante no tênis mundial, abs.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que seria o mais lógico, Magno. Não tem como ele deixar de participar desses torneios. Cincinnati talvez, mas é um preparatório bem importante para Nova York. Acho que também não dá para saltar do US Open para o Finals, então no mínimo Paris. Abs!

  49. Luiz Fernando

    Vejo a desistência de Rafa de W e das Olimpiadas como triste p o esporte e o público mas compreensível. Primeiro ele teve uma derrota completamente inesperada (para ele claro) em RG, o q certamente abalou sua confiança, isso me parece óbvio; depois, sabe q na grama ele não é favorito, em especial frente a Djoko, embora esse atual Federer pudesse ser perfeitamente batido; por fim o “corpo”, não custa lembrar q não participou da ATP Cup, depois teve os problemas de coluna no AO, isso talvez tenha influenciado seu movimento de saque com as várias duplas faltas, enfim, esse conjunto minou suas chances nestes dois pisos rápidos. Melhor se resguardar, tem 2 W e 2 medalhas de ouro olímpicas, se recuperar e encarar o segundo semestre mais saudável e descansado. A parte ruim é q lá se vai mais um GS não disputado…

    1. Fernando Brack

      Acho que um tenista de ponta como Nadal não pode pular um GS, ainda mais WB, apenas porque avalia que suas chances de ganhar não sejam boas. Se isso fosse verdade, seria quase uma admissão de covardia. Também não acho que ele tenha entrado em depressão por ter perdido RG. Não acredito que ele pense ser um semideus que não pode ser batido em Paris. Isso é totalmente antidesportivo, o que não é o caso do espanhol.

      Eu só entendo ele querer se poupar se ele e seus médicos julgarem que ele está para se estourar.

  50. Arthur

    Esse abandono do Nadal reforçou ainda mais minhas convicções sobre a aposentadoria do Big 3, Dalcim.
    Federer joga WB e, dependendo do que acontecer, nem termina o ano; já aposenta logo depois.
    Nadal talvez jogue o US Open porque, enfim, pode ser que dê uma doida e ele consiga avançar no torneio, mas é pouco provável.
    Toda a energia do espanhol agora se volta para RG 2021. Se novamente não for campeão, duvido que retorne em 2022. Deve jogar mais alguns torneios até o final do ano que vem e encerra a carreira em seguida.
    Se o Djokovic não se lesionar ou esses meninões cronicamente incapazes das novas gerações não amadurecerem de uma vez, não será nenhum espanto ver o sérvio chegar a uns 25 slams, pelo menos. Afinal, vai concorrer praticamente sozinho.

    Um abraço.

  51. Vitor Hugo

    O colega abaixo está certíssimo, é das piores safras da história do esporte!
    Há se Federer tivesse a mesma idade do Covidiota…. Bateria no cara em qualquer canto, pois é muito melhor tecnicamente falando…

    1. José Nilton Dalcim

      Mais uma vez, peço que respondam dentro do espaço correspondente. Não dá para soltar frases soltas, confunde o debate.

      1. Luiz Fabriciano

        Além de confundir, ofende o tenista (Covidiota). Ou não é esse um dos critérios para ter comentários moderados, Mestre?

        1. José Nilton Dalcim

          Realmente passou e peço desculpas. Tomarei medidas cabíveis. Estou farto de ter que vigiar marmanjos o tempo todo.

    2. Paulo César

      Sei. Em 2011 Federer tinha 29 indo para 30 e não prevaleceu. Em 2014 não tinha completado 33 quando perdeu em Wimbledon. Por que será? Claro, a idade. Sem dúvida, como nao percebemos isso?. Em 2017/2018, exatamente quando Djokovic e Murray estavam fora de combate por lesão, prevaleceu, apesar da idade. Claro, um gênio. Claro, claro, evidente.

    3. Thiago Silva

      Cada um com sua estressafra, o Federer devia ter aproveitado melhor a dele e vencido o AO 2005 e o US Open 2009. Agora vai ter que ficar chupando o dedo vendo o sérvio acumular um punhado de slams seguidos e passar de 400 semanas na liderança.

    4. Julio Cesar

      quando não se tem argumentos decentes, parte-se pra ofensa pessoal. Depois, fala-se mal dos bolsonaristas (fazendo o mesmo do que acusam aos outros). Radicais existem em todos os lugares, seja na “extrema direita” ou na “extrema esquerda”.

  52. Helena

    Achei triste, mas compreensível a decisão de Rafa.

    Para os jovens, chegar a uma semifinal é uma maravilha, uma demonstração de força e crescimento, mas pra um campeão feito Nadal é pouco. Ele não sairia satisfeito de fazer uma semi ou ser vice, ele quer ganhar. Então, sentindo que do jeito com o está não é possível vencer, melhor parar e se preparar pra um torneio onde tem chances reais de ser campeão, como o US Open.

    Vai fazer muita falta, mas entendo sua decisão. Uma pena mesmo é que o novo normal é ser mais comum não ter nenhum do Big 3 do que os três juntos no mesmo torneio.

    1. Fernando Brack

      Um verdadeiro esportista – e Nadal é um dos maiores de todos os tempos em todos os esportes – não participa de uma disputa apenas se achar que vai ganhar. Eu acho que ele entende perfeitamente que perder em qualquer torneio é sempre uma possibilidade. E a derrota deve ser assimilada. É da vida do esportista. Afinal, não são batalhas contra inimigos e as derrotas não são o fim da vida.

  53. Carolina

    Ótima semana para os canhotos na ATP: Shapovalov (venceu Feliciano Lopez), Norrie e Draper jogam quartas de final em Queens e Humbert (!) em Halle. Que eu lembre, também teve Pella, Moutet e Nishioka em Halle, e Ramos Vinolas, Tabilo, Mannarino e Broady em Queens.

    Qual deles têm melhores chances em Wimbledon? Shapovalov e Humbert?

      1. Carolina

        E agora está na final em Halle! Torcendo por ele amanhã.
        Só espero que o jogo seja em um horário com menos sombra na quadra. Foi difícil acompanhar o jogo de hoje, principalmente no primeiro set.

        1. Carolina

          E a grama em Queens é mais mais verde do que em Halle. Deve ser por causa da chuva.

          Ainda não sei se gosto ou desgosto do Cameron Norrie. O jogo dele não é tão vistoso quanto o do Shapovalov (ou do Humbert), mas ele vem tendo grandes resultados ultimamente, com vitórias sobre jogadores melhores ranqueados e com mais recursos. Parece ser um daqueles jogadores esforçados (tipo Alex De Minaur, eu diria). Difícil imaginar que ele tenha chances contra o Berrettini em condições normais.

          Um jogador agradável de assistir na grama é o Aliassime. Não acompanho muito ele, mas gostei mais do que vi na grama do que em quadras duras ou no saibro. Na minha opinião subjetiva, acho que ele se movimenta com elegância. Antes da vitória contra o Federer em Halle, ele já tinha ido bem em Stuttgart.

          Falta ver o Rublev. Não tinha muitas expectativas com ele na temporada de grama, mas ele está na final em Halle. Veremos o que ele apronta amanhã.

  54. Paulo Almeida

    Já consegui rever a semifinal Djoko X Nadal na íntegra e foi, sem a menor dúvida, a melhor partida já disputado em Roland Garros. Foi um absurdo o quanto o Big 2 se superou técnica, física, tática e mentalmente ao longo das 4 horas e 11 minutos. Em breve, deleitar-me-ei com a final, também estonteante, porém claramente abaixo da contenda das 48 horas precedentes.

    E o GOAT incontestável já está treinando na grama e babando pelo HEXA em Wimbledon, que na realidade deveria ser HEPTA, haja vista os infelizes ingleses lhe terem tirado essa possibilidade em 2020, quando era franco favorito.

    Gildokson, o Federer não ganhou em Roland Garros do Nadal em forma, fora de forma, cansado, descansado, chateado, desmotivado, lesionado, de muletas, de cadeira de rodas, de jeito nenhum! E sem uma vitória sequer sobre o espanhol em sua casa (só tirou míseros 4 sets em 4 jogos diferentes), fica quase impossível ainda querer bater de frente com o monstro sérvio! ??????

    1. José Nilton Dalcim

      Mais uma vez você responde a outros sem seguir a ordem dos comentários, Paulo. Por favor, siga a ordem natural do Blog.

      1. Paulo Almeida

        Dalcim, me desculpe, mas a maior parte do comentário foi acerca um novo tema; somente no último parágrafo “peguei o gancho” de outro da pasta passada quando citei o Gildokson. No entanto, evitarei essa manobra para que tudo fique sempre bem claro.

        1. Oswaldo E. Aranha

          Por isso que eu acho que seria melhor os comentários serem com o Facebook, acho muito ruim assim.

    2. Jonas

      Aquele terceiro set definiu o jogo. É pra botar em um quadro porque foi foda demais o que esses dois jogaram.

      Fico muito irritado quando o Djokovic insiste em dar deixadinha contra o Nadal, mas nessa SF funcionou. Ele veio com um plano de jogo bem definido, e ainda acho que perdeu aquele primeiro set de bobeira, já que começou com uns vacilos bizarros, errando tudo que tentava.

      1. Paulo Almeida

        Sim, o Nadal é rápido demais mesmo com 35 anos, mas o Djoko acertou drops maravilhosos, especialmente o que fechou 5-2 no quarto set.

        Ele perdeu a confiança depois de isolar aquele smash no primeiro game e só foi crescer depois do 0-5 de fato.

    3. Chetnik

      Almeida, quanto você acha que o desaposentado – ou é aposentado de novo? – pagou para a inglesada cancelar WB, sob pretexto da covid? Ele vai fazer qualquer baixaria para impedir o inevitável…mas ele não pode parar uma Força da Natureza.

      1. Paulo Almeida

        Aí já acho que é muita teoria da conspiração, caro Chet, kkkkk.

        Os ingleses já se deram bem com a grana do seguro.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Concordo!

        Você tem Absoluta razão, Chetnik!

        Os ingleses tem mais medo do Covid do que de ver uma “persona non grata” como o Djokovic ganhar Wimbledon de novo! ?

        O Djoko consegue ter mais rejeição dos ingleses do que um vírus. Puta merda.

        Hahahahahaha

  55. Rafael Azevedo

    Fiquei decepcionado com as desistências do Nadal. Se ele quiser voltar a disputa do GOAT, não basta ser o maior vencedor de Slam. Ele tem que fazer o que o Djokovic fez: vencer o arquirrival no seu lugar de domínio. Atualmente, Djokovic domina WB e AO. Nadal tem que tentar vencer o sérvio em WB. Já venceu no passado, mas em uma época em que ele não era ninguém na grama sagrada de Londres.
    Talvez, o foco seja o Finals (outro torneio que o Nadal precisa vencer, se quiser ser o GOAT). Vejamos o seu calendário após as Olimpíadas.

    1. Gustavo

      Isso tudo é besteira, Nadal não tem chance de brigar pelo GOAT
      A disputa é entre Federer e Djokovic, mas Djokovic se beneficiou da entressafra
      Isso de que Nadal tem que ganhar do Djokovic sei lá onde, cara, só Nadal estar jogando ainda é um milagre
      Todo mundo achava que ele ia parar nos 14 GS
      Além disso, pelas suas limitações, sem saque, sem devolução, poucas semanas no topo, desempenho fraco em indoor, já é um milagre que ele tenha atingido o que atingiu
      Nem de longe pode brigar pelo Goat, mas há de se reconhecer que foi quem mais ganhou acima de suas capacidades, o que mais saiu no lucro na carreira

  56. Bruno Marcedo

    O Thiem desistiu de novo das Olimpíadas, já não havia participado aqui no Rio. Que cara mala! Que diferença para Djokovic, Nadal, Federer e Murray. Um atleta que desconsidera a importância das olimpíadas me parece apenas um mercenário mimado. Não entende a essência do esporte e nem o senso de patriotismo.
    Não gosto dele e acho q só ganhou um grand slam pq o zverev é meio zé mané, eles disputaram para ver quem perderia o jogo e não quem ganharia. Acho q foi o primeiro e último grand slam da vida desse austríaco chato.

    1. F.R.

      Sim, tipo o Medina que tá tendo chilique e quer colocar (no típico jeitinho brasileiro) a sua esposa Yasmin com função técnica para poder ir a tokyo com ele

    2. Sandro

      Deixa o Thiem em paz cara, ele não tem obrigação nenhuma de disputar essa gincana olímpica ridícula que chamam de tênis olímpico!
      E o Grand Slam que o Thiem tem no currículo vale pontos no ranking premiação em dinheiro e supera qualquer medalhinha sem sal do tênis olímpico!!!

        1. Marcelo Costa

          Você está enganado, afinal não tem certeza, mas se disse algo deselegante, preconceituoso, desrespeitoso ou coisa parecida, cite, vamos melhorar, afinal o ódio desmedido é combustível pra uma geração que não vê bom senso.
          Diga quando houve o tal ato, vamos evoluir.

  57. Abel Jr.

    Olá Dalcim:
    Acho que Nadal não está focando em estar “pronto” no giro do US open e nem para este fim de ano.
    Ele disse que é pensando em médio e longo prazo, nada porém impede que faça campanhas boas até porquê a maioria dos adversários mais complicados já rodaram muito nessa temporada e creio em uma queda física de alguns nomes.
    Penso que entregou tudo o que podia na temporada de saibro e pôs as fichas em Roland G. como já vem fazendo e comprometeu sua parte física desta vez mais que em anos atrás porém sem alcançar o que era esperado além do tempo menor entre Paris e Londres.
    Eu acredito em um retorno mais incisivo em 2022, aproveitará para aprimorar principalmente os ajustes de seu jogo e o saque é o mais visível para ter chance de uma temporada toda forte. Sabemos que não é tão rápido para esse tipo de ajuste, dois meses é pouco.
    Não digo que ele não tem chances de beliscar um torneio ou outro como Canadá que ele gosta.
    Acho que ele pula Cinci e vai sentir como estará no fim de temporada após o US open.
    E se vencer ou for semi em Nova Iorque, ele não joga mais no ano. Ou desiste do Finals.
    Ele já fez antes nos finais de temporada.
    Será que há algum fundamento nesse meu achismo.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele pode até economizar o calendário, fugindo por exemplo do eventual circuito asiático. Mas não imagino que os objetivos dele sejam tão limitados. Se ele se classificar ao Finals, irá.

  58. ANTONIO GABRIEL

    Mestre, sem o Nadal, acredito que agora a torcida do Federer é para que não caia no mesmo lado que Djoko, certo ? Além de torcer também para não cruzar com nomes em ascensão creio eu.

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, é difícil torcer por tantas coisas, Antônio. Acho que se ele ficar no lado oposto do Djoko, já estará satisfeito.

    1. José Nilton Dalcim

      Tomara que ele esteja fazendo esse forehand só de diversão, Ricardo, porque está bem longe de ser o padrão.

  59. Majô

    Boa noite a todos!Nadal está certíssimo, seu giro no saibro foi desgastante,já tem medalha Olímpica individual e simples.Wimbledon definitivamente é arriscado .Melhor mesmo dar um descanso ao corpo.Sempre que Nadal descansa vem um monte de besteiras,é a lombar,é porque está com medo etc.Ô gente,parem de comentários de videntes,olhemos as evidências. Ora,se não está bem,e a pandemia espremeu todos os torneios,na idade do Nadal faria o mesmo.Espero que o mestre Federer faça o mesmo.No mais Saúde a todos eles a nós também.

  60. Sandra

    Dalcim, não sei se você viu um vídeo do filho do Djokovic jogando tênis , independente dos pais serem ou não tenistas , e tão fácil assim uma criança jogar ?

    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza ele assiste a muitos jogos, vê o pai treinar e jogar… natural copiar e se entusiasmar. Tomara que siga os camianhos do pai!

      1. Carlos Reis

        Uma criança NÃO vacinada tende a ser mais saudável e mais inteligente, deve ser o caso do filho do Djoko, que pesquisando muito sobre SAÚDE, descobriu que vacinas não são essa maravilha toda. Eu quando descobri isso, fiquei P da cara, pois vacinei meus filhos achando que estava fazendo o certo, além de ser obrigatório, o que é um ABSURDO. Meu filho aos 5 anos já havia tomado 30 doses de diferentes “vacinas”. A BigPharma compra consciências e engana idiotas.

          1. Carlos Henrique

            HAHHAHA Claro que não tem., Dalcim.
            Até em fórum de tênis brota anti vax. Que faseeeee….
            Dalcim, dos finalistas dos 500s da grama, quem você crê que terá vida mais longa em WB? Claro que o sorteio será importante, mas vejo o italiano com um tênis bem sólido…

          2. José Nilton Dalcim

            Olha, de todos eles estou surpreso mesmo com o Rublev, que quase não vai à rede e não tem slice. Acho Berrettini bem perigoso, porque tem boas armas e pode depender menos do backhand batido. E o Humbert, além de canhoto, está sacando muito bem.

        1. Maurício Luís *

          “Uma criança NÃO vacinada tende a ser mais saudável e mais inteligente” – Existem casos de pessoas paraplégicas porque os pais não as vacinaram contra a polio quando crianças. Seguiram conselhos de pessoas como Vossa Senhoria. Felizmente a poliomielite foi erradicada das Américas. Mas NAO graças ao movimento anti-vacina.

  61. Marcilio Aguiar

    O Nadal está certíssimo em evitar maior desgaste neste momento. Provavelmente ele esta visando uma boa preparação para o USOPEN, onde tem bom histórico e, quem sabe, chegar ao Finals em condições de ganhar.

    É a marcha inexorável do tempo. O Federer já no ocaso, o Nadal se aproximando, o Murray, Tsonga, Wawrinka e Delpo vencidos pelo desgaste do corpo que não responde mais às exigências do circuito. Uma geração que nos proporcionou grandes espetáculos está chegando ao fim. O Djoko se manterá firme até quando?

  62. Sérgio Ribeiro

    Muito fácil de entender Rafa Nadal . Aos 35 , ele não esconde mais algumas das limitações de seu corpo observadas pelos mais atentos na Gira de Saibro. E também não deixou de se assegurar ( Halle ) que além de Federer estar fora da briga por SLAM , pular Wimbledon e às Olimpíadas pode ser garantia de chegar inteiro onde a confiança parece maior , o USOPEN. Se um entusiasmado Novak não cair perante a Nova geração na Grama Sagrada ( pouco provável mas não impossível) , na pior das hipóteses chega aos 20 SLAM . E este sem dúvidas não vai deixar de se desgastar buscando o Ouro em Tóquio. Já pulou OITO SLAM em sua trajetória, mais um , quando realmente não pensa mais em N 1 , não parece ser coisa de outro mundo. E estar no TOPO novamente aos 36 e 1/ 2 , parece um trabalho Hercúleo para o “combalido” Espanhol para alegria do nosso caro Ronildo rsrs . Abs!

    1. Fernando Brack

      Mas, Sérgio, se ele tem limitações físicas, e é natural que as tenha aos 35 anos, ele deveria ajustar seu calendário de acordo. Não faz mais sentido ele jogar tudo no saibro como fazia quando tinha vinte e poucos anos. Acredito que este ano ele ter jogado tudo na gira, e vencido 2 torneios, acabou lhe prejudicando um pouco em RG. Além do mais, Slams são os torneios que mais importam para um gigante como ele. A Olimpíada eu entendo ele pular.

      1. Sandro

        Não prwjudicou em nada o Nadal fazer o que ele ama que é jogar no saibro!
        Se vc realmente assistiu a Roland Garros 2021, viu que Nadal humilhou todos os seus adversários, distribuiu pneus e só perdeu pra Djokovic numa partida épica!
        Quem vencesse de Nadal x Djokovic seria o Campeão de Roland Garros, e foi o que aconteceu!
        Se Nadal fosse pra final, Tsitsipas não ganharia também!

        1. Fernando Brack

          Bom, se não prejudicou em nada, ele agora quer se recuperar do quê exatamente?
          Ah, sim, também acho que se ele passasse por Djokovic, ele ganharia RG de novo.
          E a semi foi sim um grande jogo, que Nadal jogou muito bem até o 3º set.

      2. Thiago Silva

        Ele devia ter pulado Madrid, mas é muito patriota, dificilmente deixaria de jogar um torneio no país dele.

    2. Fernando Brack

      Na verdade, acho que Nadal se abalou emocionalmente com a derrota em RG e quer se recuperar disso.

      1. Sérgio Ribeiro

        E nada como numa Pandemia deixar Novak se desgastar em Tóquio. Ele venceu o USOPEN 2019 , teve que pular o de 2020 , e agora corretamente priorizou o USOPEN 2021 . A meu ver tudo certo, caro Brack. Abs!

      2. Sandro

        Nadal está é se preparando para os torneios da América com foco no US Open, duvido que ele perca o tempo dele remoendo derrotas…

    3. DANILO AFONSO

      Muito bom Sérgio !! Prefiro quando você posta aqui diretamente sua visão sobre o tênis do que quando você comenta (as vezes de maneira ríspida) sobre os comentários dos outros participantes….rsrsrs

      1. Sérgio Ribeiro

        Estamos num fórum de debates , caro Danilo . A recíproca é verdadeira . Se não gostas que tal o face TênisBrasil e aquele monte de fanáticos ? rs . Abs!

  63. Willian Rodrigues

    E Sebastian Korda vem chegando…
    Mais um nome de destaque da novíssima geração.
    Pareceu-me que o jogo dele se encaixa bem nas características das quadra de grama.
    Gostou do que viu, Dalcim? Acha que ele chegará bem para a gira americana?

    1. José Nilton Dalcim

      Já li muita gente nos EUA apostando que ele é o nome mais cotado para brilhar, William. Gosto sim do jogo dele e vejo o apoio e experiência do pai muito importantes.

      1. Willian Rodrigues

        Obrigado Dalcim!
        Seria muito legal se ele se firmasse no circuito… Mais um para brigar pelos grandes títulos.

  64. Enoque

    Não acho que Nadal abandona as quadras rápidas, pelo contrário, ao não participar de Wimbledon e das olimpíadas (que não oferece pontuação), vai ter um tempo razoável para se preparar para o USO, jogando em Toronto em 09/08, pulando Cincinati e chegando descasado e treinado para o USO. Ao passo que o Djoko pode chegar um bagaço, depois da maratona de julho.

  65. Willian Rodrigues

    Repercutindo ainda algumas postagens na pasta anterior:

    Em alguns aspectos, o TÊNIS lembra muito as partidas de XADREZ: é necessário utilizar-se de estratégias bem contrabalançadas de ataque e defesa, boa capacidade de leitura do jogo para perceber como o adversário planejou e está executando as jogadas para envolve-lo, além de raciocínio rápido para realizar os contra-ataques. É uma verdadeira batalha intelectual e emocional…

    Obviamente, Tênis também envolve ARTE, com as magníficas jogadas de efeito que Federer, Dustin Brown, Kyrgios, Monfils e tantos outros realizam ou já realizaram. O que seria do esportes em geral sem esse “tempero”? Não consigo imaginar partidas de futebol sem dribles ou jogadas diferenciadas… E não se trata apenas da beleza envolvida nisso! O lance inusitado é que muitas vezes decide uma partida…

    Porém, em sua essência, em seu âmago, tênis é um ESPORTE!! Sem condicionamento físico apropriado, sem inteligência emocional (força mental) mudanças repentinas de estratégia seriam improváveis; em parte, isso seria devido à lentificação do raciocínio pela hipoxemia cerebral relativa. Tampouco as mais belas jogadas seriam executadas.

    Em um ESPORTE onde sequer se admite o empate numa partida, os NÚMEROS definem tudo…
    Isso mesmo pessoal, os NÚMEROS!

    Lembro-me bem do dia em que Marisa Monte (admiro demais) recebeu o Prêmio Multishow de Música Brasileira. Ela subiu ao palco e disse a seguinte frase: “Música não é competição… É arte… Espero que todos aqueles com quem eu concorri a esse prêmio sintam-se igualmente agraciados.”

    No dia em que o Tênis deixar de ser um ESPORTE competitivo e for visto como ARTE PURA, aí sim, essas subjetividades que a torcida federista do Blog insiste em sobrepor aos demais aspectos, terão de fato, uma relevância maior!

    Por ora, o que determina “o maior”, “o melhor”, ou seja lá o que for, são mesmo os recordes!

    Lamento muito se Maradona não foi tão focado, tão disciplinado em sua carreira. Ele é bem menor que Pelé, ou mesmo Cristiano Ronaldo!! O mesmo se aplica a Bjorn Borg… Vai lá saber se houve envolvimento com drogas ilícitas, mulheres, etc., conforme boatos. Não merece a honraria maior… É fato.

    Mesmo nas artes, empenho e talento caminham juntos. Após assistir ao filme “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, fiquei interessado e fui pesquisar mais a respeito de Buddy Rich, famoso baterista de Jazz. O filme retrata parcialmente o seu grau de dedicação e sacrifícios para atingir o maior nível.
    Eventualmente, outros de seus contemporâneos poderiam até ser mais talentosos. Se não obtiveram o mesmo destaque é porque foram menos competentes em algum quesito. Simples assim!

    Ajde Nole! Rumo a todos os recordes e à honraria de GOAT!

    1. Sérgio Ribeiro

      Falou , falou e não disse o principal , meu caro Willian . Tu podes ser HEXACAMPEÃO do AOPEN , OCTACAMPEÃO de WIMBLEDON, PENTACAMPEÃO do USOPEN, CINCO VEZES FINALISTA de RG , HEXACAMPEÃO do ATP FINALS e apresentar ARTE pura dentro de uma quadra de Tênis sendo altamente COMPETITIVO. Isso é pra poucos , parceiro rs . Abs!

      1. Willian Rodrigues

        Prezado Sérgio, de modo algum Federer é “arte pura” dentro de uma quadra!
        Extremamente competitivo como todo campeão tem que ser…
        Se fosse preciso “jogar mais feio ainda” para derrotar Nadal em Roland Garros, ele o teria feito!
        O problema é que ele mal conseguiu tocar na bola durante aquelas partidas! KKKKKKKKKK

        No momento, estou sem ânimo para levantar todas as conquistas do sérvio que foram exaustivamente apontadas aqui nos últimos dias.
        E com muito “tênis arte” envolvido sim…
        Vocês terão que se contentar com muito poucos, e bem menos relevantes recordes. Rrrss…
        Abs

    2. Periferia

      Olá Willian.

      Na realidade o filme não retrata o baterista Buddy Rich….ele é apenas o ídolo da personagem Andrew Neiman (Miles Teller) adorava o músico.
      Buddy Rich está mais para Federer…nasceu com o dom…desde criança já era considerado um prodígio.
      Tocava bateria como Federer bate com a direita…sem suar.

      Abs

      1. Rubens Leme

        E Periferia, Buddy Rich e Gene Kruppa eram dois dos maiores bateristas de jazz, com suas brig bands, Rich era ídolo do comediante Jerry Lewis.

        Neste vídeo abaixo há um duelo entre Kruppa x Rich, que gravaram um LP juntos – https://www.youtube.com/watch?v=BZ5B7yqDYbA

        E neste há um hilário entre Rich x Jerry Lewis – https://www.youtube.com/watch?v=xkdzo9dYLcA

        PS: a música que o personagem de Miles tenta tirar e Whiplash! é Caravan, que virou um disco com o sensacional Art Blakey &The Jazz Messengers – https://www.youtube.com/watch?v=DGJRJTOE4pY. É marvilhoso.

        1. Periferia

          Olá Leme.

          Inclusive as fotos de Buddy Rich…com certa idade…ele parece demais com Jerry Lewis (fisionomia).
          Ele participou da big band de Tommy Dorsey….quando Sinatra era o cantor da banda…grandes jazzistas participaram dela…a banda participou de alguns filmes de Hollywood…geralmente comédias suaves.

    3. Jose Yoh

      Eu (e vários federistas), não discuto mais sobre o GOAT, maior, melhor ou qualquer outro adjetivo que seja apenas definido por questões subjetivas e temporais. Nos números – importantes claro – Nole está bem perto de ter os melhores e ponto final (embora falte o recorde de slams).

      Essa discussão é eterna. Por ex. Borg ainda é o eleito por muitos, apenas por vencer em uma época muito competitiva, com raquetes de madeira, pisos tão distintos, especialistas, etc. Coisas que os mais novos não imaginam como era – creio que vários aqui não sabem o que é jogar em carpete. Jogou uns dez anos a menos que Federer e ganhou 11 slams. Duvido que ele perdesse para o Djoko naquela época e também duvido que ganhasse do mesmo Djoko se fosse hoje.

      A questão para mim não é mais o adjetivo, que creio já estar perdido. Pode ficar com eles. A questão é quem eu prefiro assistir e que estilo de jogo eu e um ENORME número de torcedores gostam. Isso não há como mudar com números.
      Abs.

      1. Luiz Henrique

        Jose, acho que você não precisa se preocupar em ficar “justificando” porque prefere o Federer mesmo que ele venha a perder seus recordes
        Oras, acho que todo mundo tem direito de admirar quem quer que seja, independentemente de quaisquer números
        Qualquer coisa diferente disso, significaria que a pessoa não admira a pessoa/atleta, e sim unicamente seus resultados
        O jogador de basquete que mais admiro é o argentino Ginobili, já aposentado, e ele provavelmente não é nem top 20 da história do esporte
        Embora se a gente considerar só jogadores nascidos fora dos EUA, aí ele estaria entre os melhores, mas pra mim tanto faz
        Eu gostava do estilo de jogo dele e da personalidade dele
        As pessoas ficam levando essas discussões para um nível pessoal, como se a derrota de um jogador que vc gosta fosse uma derrota pessoal do próprio torcedor
        A gnt vê muito isso em torcida de futebol tb
        E se alguém disser que o jogador que mais admirou no tênis foi o Gasquet ou o Ferrer? Essa pessoa não tem que ficar “se explicando” pra ninguém não

        1. Jose Yoh

          Caro Luiz, há uma ala nolista e também nadalista que parece querer convencer a todo custo que o atual GOAT é o sérvio. Quanto aos números, acho que isto está bem próximo de acontecer embora não seja fato consumado, então já desisti de argumentar.

          Estes números são coisas tão subjetivas e relativas quanto o slice mais bonito. Borg poderia ter mais uns 10 slams se os pisos fossem mais padronizados ou se a raquete fosse a de hoje em dia. Justamente por isso, a discussão é eterna e para bater o martelo sobre o GOAT teríamos que mudar o gosto das pessoas, coisa que para mim parece estarem tentando fazer.

          Por isso que eu justifico e digo que meu gosto não vai mudar. O GOAT pode mudar sem problemas para todos, já que para mim (e para muitos outros) também não vai mudar.

          1. Luiz Henrique

            Entendi José
            Mas no fim das contas, ainda que vc chegasse a conclusão que Federer não seja o GOAT, isso mudaria sua admiração por ele?
            Acredito que de alguma forma vc se identificou com a forma que ele joga e/ou a personalidade dele
            O Leo Gavio mesmo, por exemplo, eu me lembro dele fanático por Djokovic há mais de 10 anos, e ele estava bem longe de números pra se falar sobre Goat
            O mesmo com Nadal que tinha torcida aqui no blog em 2006, numa época que ninguém achava que ele fosse ganhar um slam fora do saibro
            Teve até um post do Dalcim em 2007 eu acho dizendo que a tendência era que repetisse Guga e RG fosse o único dos 4 majors que ganharia
            Mas ele já tinha torcida, pelo seus estilo e personalidade
            Tenho ctza que tem muitos torcedores do Nadal que, mesmo que ele não voltasse mais a ganhar GS depois de 2009, como se ventilou que pudesse acontecer, o admirariam da mesma forma até hoje, independentemente dele ficar bem pra trás nos números

    4. Thiago Silva

      Mas os números já valeram bastante também, até 2019 era uma arrotação de números sem fim aqui no blog que agora incrivelmente sumiram e deram lugar ao slice mais bonito.

      1. Thiago Silva

        Os números só não valiam muito quando era exposto o H2H, aí já era relativizado, entrava questão de idade e tralalá.

  66. Marcelo Reis

    Eu não sei vocês, mas com Federer combalido e Nadal pulando torneios desse porte, já começo a sentir uma nostalgia antecipada. O tempo é brutal.

  67. Evaldo Medeiros

    Com essa ausência anunciada de Nadal em Wimbledon, ele deverá cair logo logo mais uma posição no ranking. Pela primeira vez vejo a carreira do Nadal começar uma trajetória de declínio, pois a medida que ele for perdendo posições no ranking, ficará cada vez mais difícil ele chegar nas finais dos torneios mais importantes. O maior exemplo disso foi Roland Garros. Nadal entrou como o número 3 do ranking e caiu já na semi diante de Nole. Na minha opinião, esse último torneio RG foi um marco na carreira do Nadal. Ali tudo indica que começou o início do ocaso de sua carreira. Com o Federer esse marco foi Wimbledon 2019, naquela fatídica derrota também diante de Nole. Ali foi o prenúncio do fim do grande Roger Federer. De lá pra cá Roger não ganhou mais nenhum torneio relevante se não me falha a memória.

    1. Fernando Brack

      Eu acho que Nadal ainda tem lenha pra queimar e virá forte em mais um punhado de grandes torneios.
      Quanto a Federer, seu declínio começou bem antes. 2016 foi um ano muito ruim pra ele, como já havia sido 2013, mas, como gênio que é, teve vários lampejos nos últimos anos (vitórias no AO 17 e 18, em WB 17 e finais em WB 14, 15 e 19). O que talvez se possa dizer é que este WB 19 tenha sido seu último lampejo de genialidade, pois 2020 lhe quebrou totalmente o ritmo, dificilmente recuperável em sua idade e com os joelhos remendados.

    2. Sérgio Ribeiro

      Menos , caro Evaldo. Depois da fatídica derrota rs , o Craque teve tempo de eliminar o Sérvio da luta pelo N 1 no ATP FINALS na sequência, entregando no colo de Nadal. A prenúncia foi ser obrigado a fazer outra cirurgia em sequência…( duas no mesmo ano) … E obviamente ser 5, 6 anos mais velho. Vide agora o Espanhol com apenas dias de 35 aninhos … Abs!

      1. Sandro

        Nadal e Djokovic com 35 e 34 anos estão vencendo caras 12 anos mais novos em fases decisivas dos principais torneios e vc vem com esse papinho furada de diferença de 5 anos do FREGUESer para o BIG2… Pedante…

        1. Gildokson

          E quem são os caras 12 anos mais jovens que eles estão vencendo? Esses cérebros gelatinosos incapazes de vencer Slam a não ser por uma bolada dada em juíza de linha?
          Posso até estar sendo injusto com os next gen, mas também não adianta vocês agirem como se fosse gigantes esses caras. Djokovic e Nadal estão disputando os Majors entre si, isso sim.

          1. Sandro

            Os caras mais novos que Nadal e Djokovic ganham deles são os mesmos que estão eliminando o Roger FREGUESer dos torneios…

          2. Paulo Almeida

            Esses caras 9,10,12 anos mais novos já são maiores do que Baghdatis, González, Philippoussis, Blake, Nalbandian, Ljubicic, Gasquet e Davydenko e serão maiores do que Roddick, Hewitt e Safin no futuro. Tenho certeza absoluta disso.

            A questão é que Djokovic em primeiro e Nadal em segundo são as maiores lendas do esporte.

          3. Sérgio Ribeiro

            O rapaz do face TênisBrasil, não tem a menor não sabe mesmo o que posta , caro Gildokson. O desesperado não vê que os garotos 12 anos mais jovens são quase DEZOITO anos em relação a Federer … Abs!

  68. Ronildo

    Dalcim, e qualquer outro que possa responder:

    Faz tempo que eu estou inculcado com uma coisa, mas agora bem mais depois da cirurgia e longa parada do Federer.

    Os treinos do Federer, os que aparecem nas redes sociais, nunca se parecem com ambientes de jogos. Faz tempo que eu percebo isso. Ele simplesmente não recebe nos treinos as bolas que receberia nos jogos. Tenho certeza que os treinos do Nadal são bem diferentes.

    Só para citar um exemplo tem um treino no link que dá a entender que é intenso, mas intenso é a última coisa que se vê nos treinos do Federer. Assim ele realmente não tem como pegar ritmo, a não ser que vá passando as fases de um torneio.

    https://youtu.be/S0DxTKm8IzM

    1. Ronildo

      Quer dizer, isso não é uma pergunta, é um comentário e um pedido para que mais pessoas comentem sobre este assunto, que acho bem curioso.

      1. Sérgio Ribeiro

        Então, Ronildo . O número de Sparrings utilizados pelo Suíço é enorme . Desta vez , para RG , foi o jovem Suíço Ex-Campeão juvenil do ano anterior . A simulação de partidas é acompanhada in loco por Ivan Lujibicic . Este antes da Cirurgia, levou pra Dubai , Félix Aliassime durante semana .., rs . Abs!

    2. Fernando Brack

      Como eu nada sei dos treinos do Mestre, só tenho um comentário: vc tá encucado e não inculcado. Rsrs!!

  69. Edgard Upinho

    Dalcim, como tenho conhecimento muito elementar do tênis, gostaria que esclarecesse se os estilos de Tsitsipas e medvedev são adequados para que possam peitar djokovic em winblendon. Obrigado.

    1. José Nilton Dalcim

      Tsitsipas com certeza, Medvedev tenho muitas dúvidas devido ao quique muito baixo da bola, apesar de o russo ter um primeiro saque pesado. É um tanto essencial dar bolas baixas e tentar mais voleios na grama, Edgard, coisas que o russo não faz tão bem.

      1. Rafael Azevedo

        Essas análises são complexas.
        O Nadal, por exemplo, não tem um saque potente e não gosta de bolas baixas. Teoricamente, não se daria bem na grama. Mas, é bi campeão em WB em 5 finais, além daquela “final antecipada” de 2018, que quase venceu.
        Essa nova geração ainda não faz nada de relevante na grama. Nem uma mísera semi final
        Não é apenas uma questão de definir estigmas sobre estilos de jogo que se adequam ao piso. Seja com bolas baixas, saques potentes ou voleios, o tenista tem que fazer o ponto e não entregar ponto ao adversário. Os melhores tenistas sabem fazer isso em qualquer lugar. Claro que com mais facilidade ou dificuldade em diferentes ambientes, mas eles sabem vencer.

        1. José Nilton Dalcim

          Você está tentando equiparar um fora de série com os demais mortais. Nadal fez algo extraordinário ao ganhar Wimbledon, tal qual Borg ou Agassi.

  70. Sandro

    Nadal disse: “O objetivo é prologar a minha carreira e continuar a fazer aquilo que me deixa mais feliz: competir ao mais alto nível e lutar pelos meus objetivos pessoais e profissionais. O fato de haver apenas duas semanas de intervalo entre Roland Garros e Wimbledon não ajudou o meu corpo a se recuperar. Foram dois meses muito duros”
    No meu ponto de vista, nenhuma medalha olímpica vale mais do que qualquer um dos 13 títulos de Nadal em Roland Garros…
    Sam Querrey também já havia afirmado que não pretendia ira à Olimpíada: “Não, eu não vou… Na verdade, estou focado no World Team Tennis a temporada inteira. Mesmo sem isso, eu não planejava ir para as Olimpíadas… Não fui em Londres, nem no Rio… Na minha opinião, eu estaria bem se o tênis nem estivesse nas Olimpíadas. Muitos dos meus amigos nem sabem que o tênis está nas Olimpíadas. É ofuscado por outros esportes. Eu prefiro conquistar qualquer série Masters a uma medalha de ouro olímpica. Então, simplesmente não está no meu radar. ”
    John Isner e Bernard Tomic também não tinham vontade de participar dos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
    John Isner diz que a ausência de pontos no ranking foi “fator muito, muito importante” para sua decisão de não jogar no Rio, assim como seu interesse em não ficar de fora do torneio da ATP em Atlanta, no qual ele venceu três títulos consecutivos antes da Olimpíada do Rio. Isner lembrou que dois outros americanos, Andy Roddick e Mardy Fish, recusaram-se a jogar as Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012.
    John Isner não jogará as Olimpíadas de Tóquio porque prefere jogar o Torneio de Atlanta, que vale pontos para o ranking da ATP e tem premiação em dinheiro, e ficar perto de casa com sua família no final de Julho: “Eu certamente amo passar o verão na América e vou me concentrar nisso… Vou ficar mais perto de casa e com minha família e me concentrar nos eventos dos Estados Unidos”
    John Isner tem status de estrela da Universidade da Geórgia e não abre mão de jogar o torneio de Atlanta na Geórgia, no qual é o recordista de títulos com seu Pentacampeonato em Atlanta.
    Roberta Vinci: “Se você pensa em um grande torneio de tênis, provavelmente pensa em Wimbledon, Roland Garros, mas não a Olimpíada”.
    Também concordo com o ponto de vista de Gulbis, Isner e Tomic que não quiseram perder tempo e dinheiro na Olimpíada que não tem premiação em dinheiro e nem dá pontos no ranking da ATP.
    Nesse ponto Gulbis tem razão quando afirma que o tênis olímpico é um torneio de exibição para “turistas”.
    Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”, disse Gulbis. “É como tênis para turistas”.
    Casper Ruud: “Depois do Aberto da França, passei alguns dias pensando e, após uma avaliação cuidadosa com minha equipe, chegamos à conclusão de que não haverá Olimpíadas de Tóquio para mim.”
    Roberto Bautista comunicou que seu calendário não inclui a participação no evento olímpico, porque prefere jogar no saibro no torneio de Kitzbühel na Áustria, que vale pontos para o ranking da ATP e tem premiação em dinheiro.
    Dusan Lajovic: “Depois de conversar com a minha equipe tomamos a decisão não jogar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021. Prefiro ficar na Europa e continuar jogando torneios em quadra de saibro “.
    Federico Delbonis anunciou que não quer ira aos Jogos Olímpicos de Tóquio, para se focar nos torneios do calendário ATP , que valem pontos para o ranking e têm premiação em dinheiro, no melhor ano da sua carreira.
    Jil Teichmann anunciou que não quer participar da chave feminina dos Jogos Olímpicos de Tóquio.
    Tamara Zidansek tmabém disse que não está nos seus planos jogar a Olimpíada.
    É importante o desconforto de muitos tenistas em jogar as Olimpíadas sem que valha pontos para o ranking ou sem premiação em dinheiro.
    Pra mim, Olimpíada não tem nada a ver com o tênis. Nas Olimpíadas originais os esportes mais praticados eram as corridas, as lutas, os saltos em distância, os lançamentos de discos e os lançamentos de dardos, esses são os esportes “raizes” do esporte olímpico na Grécia, e o tênis não tem nada a ver com nenhum desses esportes olímpicos originais…
    Por isso concordo com Roberta Vinci e Sam Querrey que não associa tênis a Olimpíada, mas sim a grandes torneios como Roland Garros e Wimbledon.
    A primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 776 antes de Cristo na cidade de Olímpia.
    O tênis só começou a fazer parte do programa Olímpico mais de 2600 anos após os primeiros Jogos Olímpicos. Mesmo assim, o tênis só foi um esporte Olímpico entre 1896 e 1924, pois logo após os Jogos Olímpicos de Paris em 1924, o tênis deixou de ser um esporte olímpico. Depois de ser retirado do rol de esportes olímpicos, o tênis passou 64 anos fora dos Jogos Olímpicos até retornar a faze parte do programa olímpico a partir de 1988 nos Jogos Olímpicos de Seul.

    1. Sérgio Ribeiro

      Parei de ler quando postastes sobre o que significa o Ouro Olímpico pra essas feras . Realmente mais um tijolaço fora da realidade do que sempre disse o porta-bandeiras Espanhol desde molequinho. Vale tanto ou mais que um SLAM pra esses caras e Novak vai te fazer calar novamente. O Espanhol não vai porque não pode . O que importa é o que diz o super medalhista Olímpico Sam Querrey e seus Blue Caps a lá Dominic Thiem . Sabes nada kkkkkkkkkkkk. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. E o guri ainda não se tocou que após a liberação dos profissionais pra TODOS os Esportes inclusive o Tênis, até as feras da NBA montaram Dream Time .. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Ps 2 . Sem esquecer que na volta em Seul 88 , teve a Muilti-Campea Steffi Graf levando o Ouro. Sem contar mais a frente as recordistas Olímpicas , as Irmãs Willians . Como o “ goat “ ainda não levou … rsrs. Abs!

        1. Sandro

          Acha que perco meu tempo assistindo a esse torneio patético de basquete olímpico???
          Basquete pra mim é NBA ou a Liga ACB Espanhola.
          Basquete olímpico, não assisto, futebol olímpico, não assisto tênis olímpico não assisto, são gincanas pra mim, não perco meu tempo!!!

    2. Abel Jr.

      Uma lista para depois chegarmos a uma conclusão
      1988 Miroslav Messir ( duas vezes finalista de GS) / Steffi Graf e Gabriela sabatinni Prata
      1992 Marc Rosset ( 1 slam duplas) / Jennifer Capriatti ( que venceu slans)
      1996 Andre Agassi / Lindsay Davemport ( só não venceu Rolanga)
      2000 Kafelnikov / Venus Willians
      2004 Nicolas Massu (que até alí era o único medalista da história de seu país e eliminou Guga) / Justine Hennin
      2008 Rafael Nadal / Elena dementieva ( duas finais de simples e N° 3 do mundo)
      2012 Andy Murray / Serena Willians
      2016 Andy Murray / Monica Puig ( primeira e única medalhista de ouro do seu país)

      Destes todos o único nome que não lembro é o de Miroslav Messir.
      Os dois únicos que não foram tenistas importantes do ponto de resultados para o circuito, são heróis nacionais.
      A quantidade de Slans que estão nessa lista me diz que os pontos distribuídos apesar de importantes (eram 750 ao campeão para homens e 685 para mulheres em 2012) não seriam tão importantes para a maioria dos nomes.
      É bem curioso ver que Federer, Boris Becker e Wawrinka entre outros jogaram duplas para ter ouro olímpico.

      Os nomes que citou em seu comentário tem mesmo que jogar por pontos. São tenistas que não serão mais do que são na carreira e precisam juntar grana e pagar as contas pois são comuns.
      Não anseiam nada na carreira “curricular” pois sabem que se um dia fizerem história será uma “zebra”., então que fiquem em casa e deixem que dispute o torneio ou quem vai por alguma questão de honra ou por saber o que representa um título desses.
      Os nomes que venceram e tantos outros que tentaram falam por sí.

      1. Sérgio Ribeiro

        Miroslav Mecir , caro Abel , compatriota de Ivan Lendl e N 4 do Mundo. Vencedor do ATP FINALS 87 pra cima do Big Mac e derrotado pelo próprio Lendl nas FINAIS do USOPEN 86 e AOPEN 89 . Abs!

        1. Abel Jr.

          Caro Sérgio,
          Obrigado pela atenção.
          leio bastante sobre tênis e estatísticas esportivas em competição individual.
          É um nome que eu realmente não lembrava (conhecia).
          Vou procurar mais sobre.
          Abraços.

    3. Thiago Silva

      O Big4 entende a importância da olimpíada, não é porque o tênis ficou fora por 64 anos que o esporte é irrelevante pro torneio, muito pelo contrário, ser parte da olimpíada é uma honra pro esporte.
      Quem liga pra opinião de Querrey, Bautista? São a rapa do tacho do tênis, jogam exclusivamente pelo dinheiro das premiações.

  71. Paulo Almeida

    Esse tal de Gustavo que apareceu não deve dormir direito desde domingo, quando o GOAT Djokovic ganhou o Double Career Slam.

    Vou lhe explicar uma coisa: a entressafra foi de 2003 a 2007, quando o Federer só enfrentava os bagres fáceis liderados pelo Roddick e um Nadal feto no saibro. Captou, amiguinho?

      1. Paulo Almeida

        Não, bagres fáceis são aqueles que levam bicicleta em final de Slam ou que sequer ostentam um título em nível ATP 1000. ???????

    1. Fernando Brack

      Esse papo dá enjoo. Sempre há uma entressafra quando o tenista que não é o seu preferido ganha muito.

  72. Euro Oscar

    Olá, Dalcim, tudo bem?
    Hoje, 17 de junho, o Meligeni estaria no 217º lugar e Jack Draper no 250º. Sabemos que o ranking atualizado é publicado nas segundas-feiras. Porém a contagem é diária e o ranking atualizado dos dois citados seria como supracitado. Sei que você sabe de tudo isso, mas fica registrado como curiosidade para outros que leiam este comentário.
    Um abraço!

  73. Santos

    Até perder na semi de RG, Nadal era o cara a ser batido. Estava voando vindo da conquista de Roma e sem perder sets em RG. Ninguém falava de desgaste físico dele. Agora, é só problemas. Estranho não ? Porém, a decisão do espanhol parece certa e/ou estratégica. Vai descansar durante torneios que ele não tem muita chance, por serem pisos rápidos, e chega para o US Open renovado e descansado enquanto seus principais adversários poderão ter sofrido as consequências do desgaste físico e mental de não parar. O GS Americano é o mais difícil porque pega os jogadores já desgastados pelo número grande de jogos do ano até então.

    1. Fernando Brack

      É bem por aí, Santos. Não tem nada de físico nessa estória. Ele poderia ir a WB e fazer um bom torneio.
      O que ele quer mesmo é se recuperar da chapoletada emocional que levou em RG.

    2. Gustavo

      Uma correção aí, Nadal perdeu set na rodada anterior
      Ele pode até não estar lesionado, mas fisicamente não chega perto do preparo atual do Djokovic, inclusive na semi, sem saque, teve que correr demais e ao final do 3º set estava acabado
      Acho até que Djokovic ganharia o jogo mesmo se perdesse o 3º set, porque o sérvio aguentaria jogar muito tempo ainda
      Não sei se Nadal tem condições de ter a resistência tão grande como antes, pra ele é fundamental recuperar alguma velocidade no saque se quiser sonhar em ganhar outro RG

  74. Gume

    Boa tarde mestre.

    Uma pena a ausência do Nadal nestes torneios. Fara falta.

    Os big3 não jogam só pelo troféu, eles jogam pela história.

    Abraços.

  75. AKC

    Dalcim, tudo bem? Vc viu uma entrevista recente do Federer, em RG, em que ele afirma ser um mito essa história de que o saibro é lento? Ele disse que as quadras de saibro são mais rápidas em dias quentes que a maioria das sintéticas. https://www.youtube.com/watch?v=6MhhjYOQd2A Se a rapidez ou lentidão não é critério para definir um especialista em saibro, o que seria então?

  76. Carlos Henrique

    Dalcim, Nadal pulou as Olimpíadas de Londres, não?
    Uma dúvida, Murray só pode ir a Tokio se receber convite? Esse convite é do COI, da ITF ou da ATP?

  77. DANILO AFONSO

    Qual a sua RAQUETE ?

    Nobres, seria legal que os membros do blog que jogam tênis postassem, a titulo de curiosidade, a raquete que usa, padrão de encordoamento, qual corda, tensão da corda, empunhadura etc. Eu uso a seguinte configuração:

    Raquete Wilson Blade 98 V7 L4
    Padrão de Encordoamento16x19
    Corda Luxilon Lxn Smart 16l 1.25 Prata
    Tensão 50 libras
    Antivibrador: Sim
    Forehand empunhadura (grip) Semi-Western
    Backhand duas mãos

    E vocês nobres ??

    1. Marcilio Aguiar

      Danilo, a minha técnica é sofrível. Somente comecei a jogar aos 52 anos, então tenho muita dificuldades em alguns fundamentos (no slice e no smash estou no nível do Djoko, como dizem alguns aqui rsrsrs), mas eu te garanto que não entrego a rapadura . Mesmo com quase 63 ainda dou canseira em jovens de 45 rsrsrs.

      Raquete Babolat Aero pro Drive ( ja tive Head e Dunlop), mas me adaptei melhor com a Bbolat.
      Cabeça 100
      Peso 310 g
      Corda (não me lembro o nome)
      Tensão 56 libras
      Antivibrador: Sim
      Forehand empunhadura (grip) Semi-Western
      Backhand duas mãos

      1. DANILO AFONSO

        Tu está escondendo o jogo.
        Do jeito que tu é inteligente deve ter um bom controle, slice no backhand encardido , saque slice aberto matador, muito spin dos dois lados e deixadinhas desconcertantes executadas do fundo da quadra….kkkkk

        1. Marcilio Aguiar

          Voce esta descrevendo um campeão de Slam. Não conta os meus segredos, porque assim eu não ganho de mais ninguém, hahahaha.

    2. Julio Cesar

      Raquete matadora de mosquitos
      Encordoamento de metal
      Forehand qualquer empunhadura
      Backhand de uma mão.

    3. Renato Toniol

      Olá, Danilo.
      Gostei da sua sugestão, então vamos lá…
      Jogo com a Babolat Pure Aero 2019.
      Peso: 300 gramas
      Padrão de cordas: 16×19
      Tamanho do grip: L2
      Empunhadura: western de forehand
      Backhand de uma mão
      Corda: MSV Hepta Twist
      Tensão: 53 libras

    4. Rafael Azevedo

      A minha é uma Wilson 94, Danilo. E fora isso, eu não sei mais nenhum informação dela…kkk
      Eu fiz aula de tênis na minha adolescência (com essa raquete), mas depois migrei para o vôlei até o fim do ensino médio. Depois da fase adulta, voltei a jogar tênis, mas sempre com uma frequência baixa. Acho que faz uns 2 anos que não jogo, mas é maravilhoso.

      1. DANILO AFONSO

        Eu crente que você fã do espanhol tinha raquete, configurações, traje completo do Nadal e soltava uns berros ao bater na bola para assustar os adversários…kkkk

        1. Rafael Azevedo

          Ah. E o meu Backhand é de 2 mãos, mas de vez em quando eu arrisco umas surpresas com apenas 1 mão. Na maioria das vezes da errado. Kkkk

        2. Gustavo

          Falando em assustar, qualquer gritoi de “C´mon do Hewitt faria a nextgen ficar sem dormir por dias de tanto medo

    5. Luiz Fabriciano

      A única coisa que sei dizer é que jogo atualmente com uma Wilson NBlade (bem velhinha), mas já usei Head Speed (Djokovic) e tentei Babolat, mas achei leve demais.
      Sobre as outras características, para mim, não fazem diferença, porque o diferencial mesmo está do final do cabo dela para frente, kkk.

    6. Miguel BsB

      Boa Danilo, gostei!
      Jogo com uma Aeropro drive ou Pureaero.
      Padrão de cordas é 19×16
      51 libras
      Não jogo sem antivibrador. Não aguento o som de arame sem ele rs
      Corda RPM Blast 51 libras de tensão
      Empunhada de forehand semi western
      Backhand de uma mão

      1. Miguel BsB

        Ah peso da raquete.
        Depende do dia. Tenho uma regular de 300 gramas sem corda, mas, se estiver num dia que quero mais potência, principalmente no saque, jogo com a Pureaero que botei uns chumbos às “10h e 2h”, aumentam uns 16 gramas na raquete.

        1. DANILO AFONSO

          Miguel, eu ainda tenho uma resistência em colocar as fitas de chumbo para não perder o controle, mas se eu vier a colocar será 3h e 9h.

    7. Marcelo Costa

      Head ti tire
      265 gr peso na cabeça
      46 uma 54outra
      Corda: mais barata Rsrss
      Western direita esquerda uma mão western também.

  78. Wilson Rocha

    Desistiu de Wimbledon porque viu que não teria chance de título, caso contrário, iria com certeza, uma vez que tem como meta ser o tenista com mais slam.

  79. Rubens Leme

    As rádios rock morreram e com ela uma tradição que boa parte de nós (e me refiro aos acima de 35 anos) cultivou com muito carinho.

    Tenho um colega que faz, todo sábado, um programa dedicado aos anos entre 1960 e 1969, em todos os estilos, passando por rock, jazz, soul, tropicalismo, MPB, Festivais da Record, etc…

    Sempre gostei da cultura de rádio e me lembro quando acessava a BBC online para ouvir os programas que Bob Dylan fez como DJ por alguns anos. Ele trazia músicas esquecidas e contava grandes histórias.

    No Brasil, o mais famoso era o Kid Vinil, de quem fui amigo pessoal, visitei sua casa umas três vezes, participei de um programa dele na Brasil 2000, quando levei um CD do Paul Westerberg para que tocasse e depois me deu uma carona até a Avenida Paulista, pois eu morava ali perto.

    Logo após sua morte todos seus programas online pela Brasil 2000 e pela 89 FM foram tirados do ar e os links remvidos. Eram quase 200. Uma tristeza. No Brasil não há espaço para memorabilia deste tipo, se o cara morreu, tchau, que venha outro.

    Conversar com Kid era divertido não apenas porque ele contava muitas histórias, mas por causa das peregrinações que fazia atrás de vinis das bandas punks e new wave inglesas no exterior. Ele tinha compactos que nem as bandas conheciam. Me lembro de dois pacotes que recebi de aniversário dele, LPs raros e compactos do exclusivos do Bowie lançados no Record Store Day.

    Fiquei roxo de inveja quando recebeu o baú comemorativo especial (e era realmente em formato um bau gigante) que trazia os mais de 70 shows do Grateful Dead da tour Europe 72, todos cds eram duplos ou triplos, ou sejam mais de 300 horas de som.

    Ele comprava tanto que, não raramente, a portaria de seu apartamento ficava abarrotada com seus pacotes, pois ia quase uma perua dos correios exclusivamente com suas encomendas semanais (isso nunca aconteceu comigo, não é justo!). E ele ainda se queixava dos atrasos do restante!

    Trocávamos e-mails sobre novos lançamentos na Amazon, xingávamos os correios e seus atrasos (“estou louco de tensão porque não chega meu box do Revolver, dos Beatles!”) e trocávamos figurinhas.

    Tive privilégio de escrever as letras das duas músicas que gravou, em seu derradeiro compacto – “Beatriz” e “Música Panfletária” (o nome original era “Eleições” – e ele sempre me falava de novidades, viagens, shows.

    Não acreditei quando morreu, pois havíamos nos falado uma semana antes. Fico imaginando se sua coleção ainda existe ou se o parceiro começou a vendê-la. A minha, vou deixar em testamento para algumas pessoas e o resto deixo com minha esposa para decidir o que fará, imaginando que eu vá primeiro.

    E por que pensei nisso? Por causa da nossa adoração por Rory Gallagher e porque hoje resolvi pegar o box de 7 cds com todos os shows da Irish Tour, gravado em 1974 e lançado em LP e filme (hoje existem em CD e DVD), na época.

    Um dos nossos últimos papos foi justamente da ida dele à Irlanda, onde compareceu a um festival tributo à Rory, que também adorava livros de mistério e da Guerra Fria e escreveu canções inspiradas nelas, como “Continental Op”, nome de um livro de Dashiell Hammett), teve uma caixa editada com as músicas que escreveu sobre o tema: Kickback City (https://www.discogs.com/…/Rory…/release/5250378).

    Nela, além das canções, há um HQ caprichado de uma história noir muito bacana (“The Lie Factory”, de Ian Rankin), além de um disco, onde a história é narrada pelo ator Aidan Quinn.

    Então, ficamos assim: Rory no fone de ouvido e como não sou egoísta, compartilho esse mestre irlandês do blues rock e os sete cds da caixa especial e suas 56 faixas. Ouçam quem quiser, mas ouçam bem alto!

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_kTnq6WwFcxJlQ1VTUQvZtugjc79tJ_Ju4

  80. Fernando Peixoto

    Será curioso ver Rafa nos próximos masters e US Open. Serão torneios que falarão muito sobre a continuidade ou não da sua carreira. Eu aposto que a questão principal é física. Vi Nadal mancando no final do quarto set em RG diante do sérvio. A bola em Wimbledon quica baixo e o espanhol já confessou que isso o incomoda hoje, inclusive reclamou dos jogos à noite em Paris. Reitero aqui o que já disse. Acho que 2022 será a temporada final da carreira deste fantástico tenista espanhol, o melhor da história em quadras de saibro. Também deverá ser a temporada final de Federer, o melhor jogador de todos os tempos!

  81. Oswaldo E. Aranha

    Publicaram indevidamente em meu nome matéria que começa citando os Beagle, não escrevi, não
    menosprezo outros tenistas, muito menos Federer e Nadal; só reclamo quando atacam sistematicamente e sem sentido o Djokovic, por aprecia-lo como pessoa e como atleta.

  82. Luiz Evandro

    Difícil entender esta decisão do Nadal sobre Wimbledon. Eu vejo ele em forma, fez um jogaço contra o Djokovic, poderia ao menos arriscar um descanso maior para iniciar os treinos na grama. Pegaria ritmo nas 3 primeiras rodadas de Wimbledon. Se perder, paciência, ao menos tentou. E desistiria das Olimpíadas, claro.
    Como o staff do Nadal não vaza nenhuma informação, ele poderia sim estar machucado (lombar que acusa desde o AO como menciona o Blog), aí sim entenderia esta decisão.

    1. Fernando Brack

      Concordo plenamente! Também vejo ele em plena forma física. No máximo, um pouco cansado, mas quem não tá?
      Eu não me conformo em ver tenistas pulando WB, a menos que estejam lesionados. Já a Olimpíada é outra conversa.

  83. Davi Silva

    Quando o big3 parar de vez haverá um grande gap no circuito, a next-gen tem pouco carisma e pouca força mental, provavelmente terá vários campeões de grand slans, quem tiver em uma melhor semana leva

  84. joão felipe

    Boa tarde Dalcim!
    Sabe me dizer como será o sorteio de WB ? vai pelo ranking da grama ou pelo oficial?
    Obrigado e Abs!

  85. Ruy Machado

    Boa tarde, Dalcim! Obrigado pelo texto e observações que eu não havia notado… Realmente, o fato das Olimpíadas terminarem há uma semana da gira na América do Norte, devem ter pesado (e muito) para o Nadal não participar de Wimbledon e Tóquio. Já é conhecido por todos que a grama sagrada afeta seus joelhos mais que as outras superfícies, além do Espanhol já ter a medalha olímpica. Desta forma, acaba sendo prudente se preservar e apostar em Toronto e US Open, onde sempre foi muito bem sucedido. Grandes chances de chegar inteiro ao final da temporada para disputar o Finals. Bola para frente, superar a decepção em RG e partir para novos desafios! Eu acredito no recorde de GS! Abc

  86. Davi Poiani

    Caro Dalcim, pelo que sabemos, após Djokovic viver por 15 anos em Monte Carlo, ele se mudou para a cidade de Marbella, que fica na costa sul da Espanha. Mallorca não é tão longe assim, pelo fato de pertencer à Espanha, mas a ilha natal de Rafael Nadal também não é tão perto assim de Marbella. Um abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Verdade, Davi. Realmente fiz contusão com as duas cidades. Obrigado pela correção oportuna!

  87. Sandra

    Dalcim, sempre achei que Nadal não desse muita bola para quem ganhasse mais grand slams, mas dessa vez achei que ele ficou muito mordido com a derrota em Roland Garros! Será que ele quer ganhar o 21 de qualquer jeito e resolveu parar para poder voar no Us Open? E você não acha que Djokovic corre o mesmo risco indo as olimpíadas e voltar para o Us open ?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, essa a impressão que também tenho, Sandra. Nadal deve acreditar que suas chances são bem maiores no US Open, caso chegue descansado e bem treinado, com provável presença no Masters canadense. Djokovic fará uma aposta mais complicada, com calendário bem cheio.

    1. José Nilton Dalcim

      Até agora ele está inscrito no ATP de Mallorca. Caso desista, duvido muito que tente Wimbledon.

      1. Helena

        Já desistiu.
        Há boatos de que está se preparando para ser eliminado na terceira rodada do Austtalian Open 2022 ?

        1. Sandro

          Boa Helena!!! Esse fanfarrão psicopata do Kyrgios adora ser eliminado na terceira rodada, é o currículo que ele tem, só isso…

  88. Rubens Leme

    Wawrinka, Murray, Del Potro, Tsonga, Kevin Anderson, Raonic, Nishikori e, já já Federer e Nadal. A lista dos trintões que vão deixando os grandes títulos e finais escaparem nos mostram que o tempo realmente não para.

    Poderiam ter feito mais? Poderiam, sim, mas deixaram grandes partidas. Tsonga jamais será esquecido pela surra que deu em Nadal, nas semifinais de 2008, do Australian Open, em um dos desempenhos individuais mais espetaculares que vi. Wawrinka fez o mesmo com o sérvio em duas finais. Até Murray soube conter seus fantasmas, amparado por Lendl e teve seu momentos de glória.

    Del Potro poderia ter ido mais longe tivesse cuidado melhor do físico e o mesmo vale para o conterrâneo Nalbandian. Grandes tenistas, grandes momentos.

    Que a atual geração consiga chegar perto deles é o que espero. Não acho que teremos alguém vencendo 7, 8, 10 Slams, imagino vários campeões, como ocorre hoje no feminino.

    E, vamos torcer pro Leo Borg quebrar a maldição de filho de tenista, pois se tem um esporte onde a máxima “filho de peixe, peixinho é”, não cola, é no tênis. Claro que não espero o mesmo desempenho paterno, mas se beliscar um Master aqui e uma final de Slam ali, já terá cumprido seu papel.

    1. José Nilton Dalcim

      Mas o Sebastian Korda está quebrando essa máxima, Leme. Claro que Petr não foi um megacampeão, mas ganhou Slam e foi vice-líder do ranking.

    2. Miguel BsB

      Concordo contigo Rubens. Aquela vitória do Tsonga em cima do Nadal foi uma das melhores atuações que já assisti. Deu um show de efetividade, agressividade e voleios. De vez em quando revejo essa partida no youtube. Ali o francês começou a fazer a sua fama, que, agora sabemos, não se concretizou como se esperava…

  89. Eduardo Carvalho

    Creio que Nadal pegou “pesado” na gira de arcilla. Jogou como se tivesse 20 e poucos anos, quero dizer, jogou vários torneios, pq jogar Barcelona?!?!. Mas certamente ela sabia o que estava fazendo. É uma pena, afinal nas últimas edições esteve muito bem.

  90. Vitor Hugo

    Sobre Roger Federer: O suíço não jogou nenhum torneio preparatório para RG, e foi muito bem dentro das suas possibilidades, condições e por não ser seu piso favorito.
    Apesar da derrota pra Felix, creio que com uma boa chave, Roger tem sim condições de fazer um bom torneio no slam inglês, onde é rei e o melhor de todos disparado!

    Sobre Nadal: Tinha nadalete dando piti quando disse que Rafa não tinha chances de vencer Wimbledon. O próprio tenista sabe que não tem, então por isso desistiu. Simples.

    Sobre seita alpina: Quando alguns ‘torcedores’ de um certo tenista ameaçam de MORTE uma juíza de linha, é SEITA ou BANDO?

    1. Paulo César

      Melhor disparado?????!!!!! Cara, o melhor disparado perdeu três finais na grama sagrada para um tal Djokovic, três finais, uma delas com DOIS match points na mão, sacando e todo mundo levantando o dedinho. Perdeu inclusive para Nadal, na grama. Talvez seja até o melhor na grama pelo conjunto da obra, mas melhor disparado não dá.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Exatamente, Vitor.

      Nunca vi nenhum federista nenhum ameaçar ninguém de morte.

      Nem aqui, e nem lá fora.

      Isso sim revela o quão nociva e perigosa pode ser a ala ultra-fanática nolista.

      Isso sim me parece coisa de seita…

        1. Rodrigo S. Cruz

          Nunca vi o Vitor usar mais de um nick, num mesmo post, para denegrir participantes.

          Se for para medir o Vitor com a tua régua, meça primeiro quem faz isso…

      1. JHONNY

        Em compensação acusar tenistas de doping temos vários torcedores do suíço fazendo isto.
        Cansaram de insinuar isto do Nadal
        e agora começaram a insinuar do Djovick

      1. Carlos Henrique

        “A informação que recebi AGORA é MUITO BOA. Assustadora, mas é boa. Ainda preciso verificar os detalhes, o resumo é esse: Federer ganhou WB 2019, mas quis provar a fraude que é Novak Djokovic. Para provar, precisou “deixar” o inimigo “agir” para provar.”

  91. Renato Veneziano Toniol

    Dalcim, permita-me lhe corrigir.
    No texto você diz que Nadal iria disputar as suas quartas Olimpíadas consecutivas, mas ele não participou dos jogos de Londres em 2012, portanto seria a sua quarta presença (estreou em 2004 jogando apenas duplas), porém não de forma consecutiva.
    Abraços.

  92. Maurício Luís *

    Vai fazer falta o baloeiro em Wimbledon e Olimpíadas. De quem que eu vou falar mal??
    O Lógico, então, agora que ele some de vez. Minha teoria é que ele parou porque algumas das suas besteiras não devem ter passado pela moderação, então ficou bravinho.
    Mas tem o lado bom pro Nadal. Vai ficar + tempo perto da sua amada Xisca e principalmente da não menos amada sogrinha.?

      1. Maurício Luís *

        Leonardo, não sei se você está se referindo ao Nadal ou ao Lógico. O Nadal eu não me refiro aa pessoa, e sim ao jogo dele que eu detesto e falo mal mesmo. Ja o Lógico, eu deixei bem claro acima que é um palpite. Pode ter saído por outro motivo.

    1. Sandro

      Em Wimbledon eu sentirei falta de Nadal, com certeza, mas na Olimpíada… Eu sequer assisto ao tênis olímpico, que, pra mim, é uma gincana para turistas, não vale ponto para o ranking e não tem premiação, além de ser ofuscado por outros esportes… Os torneios que eu mais gosto de acompanhar são Roland Garros e o Masters 1000 de Roma, e depois os torneios de saibro da ATP em geral…
      Das olimpíadas gosto de acompanhar as corridas, o atletismo em geral, e, principalmente as lutas.
      Futebol olímpico não vejo, prefiro Champions League, Libertadores etc…
      Basquete olímpico não assisto, prefiro NBA…
      Tênis olímpico eu nunca assisti, e não vai ser em Tóquio que eu assistirei…
      Na Olimpíada só assisto mesmo ao Atletismo e às lutas, preferencialmente, Judô, Tae Kwon Do, Luta Livre e Luta Greco-Romana.

  93. Fernando Brack

    Difícil de entender Nadal. Aliás, sempre foi difícil entendê-lo nessa questão do cuidado físico. Vem com a conversa de preservar o corpo nessa fase da carreira, o que faz sentido, mas joga tudo o que pode no saibro europeu. O cara se esfola de tanto jogar, prejudicando até mesmo seu desempenho no torneio preferido.

    1. Paulo F.

      Concordo, Nadal não alivia nem o torneio de Barcelona.
      Um torneio que, na minha opinião, Rafa já deveria parar de disputar a esta altura da carreira.

      1. Sandro

        Parar de disputar Barcelona não dá Paulo F.
        Barcelona é a cara do Nadal, um dos torneios que ele mais gosta…

    2. Sandro

      Não vejo dificuldade nenhuma de entender o Nadal, desde sempre ele priorizou torneios no saibro e isso sempre foi bem claro pra mim, o saldo foi pra lá de positivo em 2021, pois Nadal foi Campeão em Barcelona, foi Campeão em Roma derrotando Djokovic na final em jogaço incrível e em Roland Garros estava ótimo, distribuindo pneus, e só perdeu para Djokovic na semifinal num jogo épico, numa batalha espetacular. Portanto, pra mim, o saldo do Nadal está muito positivo e ele merece descansar um pouco para se preservar e dar sequência à carreira como ele próprio disse: “O objetivo é prologar a minha carreira e continuar a fazer aquilo que me deixa mais feliz: competir ao mais alto nível e lutar pelos meus objetivos pessoais e profissionais. O fato de haver apenas duas semanas de intervalo entre Roland Garros e Wimbledon não ajudou o meu corpo a se recuperar. Foram dois meses muito duros”.
      A prioridade de Nadal sempre foi o circuito no saibro e foi isso que ele fez em 2021, priorizou os torneios de saibro e agora vai descansar para recarregar as baterias e voltar com força TOTAL!!!

      1. Sérgio Ribeiro

        “ A prioridade de Nadal foi sempre o circuito de Saibro “ . Nada disso meu caro do face TênisBrasil. Ele quebrava recorde de Torneios disputados por Temporada daí a chegar sempre mortinho no ATP FINALS onde continua Zerado . Não sei a sua idade mas pelas bobagens que postas diariamente, não percebestes que o Touro precisou pular o USOPEN 2020 depois de vencer em 2019 . Possui mais Títulos que o Sérvio em Nova York , e esse será seu maior objetivo ainda 2021 , simples assim . Sua necessidade infantil de sempre elogiar o Espanhol e denegrir o Suíço , parece clara em TODOS os seus divirtuados comentários infelizmente diários rs . Abs!

        1. Sandro

          Quem é vc pra dizer que escrevo bobagens? É o dono da verdade?
          Vc no seu fanatismo pelo Roger FREGESer quis menosprezar varias vezes o verdadeiro BIG 2, Nadal e Djokovic que está fazendo jogaços até hoje, fazendo final em Roma, semifinal em Roland Garros, enquanto o Roger FREGUESer é eliminado até em Halle pelo “ZERO TÍTULOS” Ali Acima…
          E vc vem falar de FINALS??? Nadal Kga pra FINALS!!! Que é FINALS pra quem tem 13 Roland Gartos??? Depois ainda me acusa de escrever bobagens??? Quer bobagem maior que essa sua deFinals ??? Nadal não troca nenhum título dele de Roland Garros por esse Finals ridículo!!!
          E uma coisa vc nunca mudará que é a condição de Roger FREGUESer ser o FREGUÊS-MOR do BIG 2, Nadal e Djokovic!!!

          1. Luiz Henrique

            Concordo com Sandro, e se fosse pra tirar um torneio, deveria tirar Madri. Finals n é obsessão nem pra Nadal nem seus torcedores. WB ou AO, devido ao longo tempo sem ganhar, seria incrível. N estou diminuindo a importância do finals, mas n se compara a euforia q ficaríamos se ele ganhasse WB ou AO

      2. Fernando Brack

        Normal! É comum a gente entender o ídolo, não importa a besteira que ele faça. Acontece que essa conversa do Nadal é incoerente. Se ele diz que precisa preservar o corpo para alongar sua carreira, ele não deveria enfiar um torneio atrás do outro na gira de saibro. Claro que ele gosta do piso e sempre foi muito bem sucedido nele, mas vencer torneios desgasta o tenista. É muito possível que este ano a sequência de jogos o fez chegar em RG meio estafado, embora eu não acredite nisso. Ele jogou muito bem o torneio, só perdendo num confronto espetacularmente bem disputado.

  94. Gustavo

    Nadal está certo, ele sabe que no saibro, se ele se preservar, ele ainda é uma força relevante,
    Fora do saibro, faz anos que ele só tem bons resultados por conta dessa entressafra atual.
    Olha só a mamata que Djokovic vem tendo: o único que deu trabalho em Wb 2018 foi justamente Nadal, mais velho que o próprio Djokovic (embora só 1 ano mais velho), só que já desgastado e só chegando na semi por conta da entressafra.
    Em 2019 único adversário foi Federer, já velho.
    “se está velho, pq chegou na semi?”. Simples, a entressafra é tão grande que Nadal e Federer mesmo sem ser sombra do que eram (a não ser Nadal no saibro, que ainda mantém um nível alto), chegam nas semis de WB
    Djokovic basicamente vem cumprindo tabela desde 2015, Feijãozinho com arroz e GS pra conta
    Se já tava bem tranquilo pra ele, agora vai ficar mais. Porque Nadal, que já não era mesmo uma força fora do saibro, agora é menos ainda. Federer então, nem sombra do que era faz tempo, e agora não é nem sombra do que era de 2017 a 2019, em que ele já não era sombra dos bons tempos
    E pra completar tinha uma geração intermediária que ainda fazia alguma coisa de vez em quando, mas agora ficou só a geração nutella/mimimi/celularzinho. Ficou fácil demais.

    1. Geailton

      Kkkkk a piada do ano. Torcedor do Federer falando de entressafra no período atual. Os caras se superam…

    2. LION

      O cara me vem com um xôrôrô federal desses e ainda tem a pachorra de chamar outros de “mimimizento”. Kkkkkkkk. Tu és só mais da matilha ladrando enquanto a caravana dispara!! Au, au, au, au, au, au….kkkkkkk

    3. Jonas

      Essa geração que tá aí é muito superior àquela de Nishikori, Dimitrov, Raonic etc, tem nem comparação. Fazer o que se eles tem que competir com Djoko e Nadal.

      “Ah mas o Nadal foi semi em Wb 2018”. Sim, mas perdeu pro Djokovic, que já havia passado dos 30 e hoje tem 34 anos. A idade não serve pro sérvio?

      “Ah mas o Federer tava velho em 2019”

      Rapaz, quanta merda. O que Federer apresentou em Wb 2019 foi muito, mas muito acima do que em Wimbledon 2014 e 15. E…adivinha, ele perdeu o jogo tendo match point.

      É sério que você (Federete) quer vir com esse papo, sendo q o suíço venceu Slam em cima do Baghdatis?

      1. Julio Cesar

        é legal que o nome Baghdatis lembra mais Baghredatis, lembrando dos que gostam de chamar um ou outro tenista de bagre.

      2. WILLIAM DE ALMEIDA

        Jonas para falar isso provalmente você não assistia os jogos do Federer em 2004, 2005 e 2006.

        1. Jonas

          A comparação foi feita em relação ao que Federer apresentou entre 2014 e 2015, William.

          Federer virou número 1 em 2004, mas jogou ainda mais tênis nas temporadas seguintes.

    4. Rodrigo Azevedo

      Federer em 2019 jogou RG de forma despretensiosa e chegou na semi! Isso diz muito sobre o circuito atual.

      1. Gildokson

        Não adianta insistir nesse assunto, os caras estão por cima e a razão está com eles, Djokovic vem ganhando tudo e vai continuar, e o fato dele ter vencido os 2 maiores rivais permite que a teoria dos caras seja pregada como verdadeira.
        Zverev, Medevedv, Tsitsipas, Shapovalov, Aliassime, Thiem = 1 Slam
        Roddick = 1 Slam
        Hewitt = 2
        A entressafra.

          1. Gildokson

            Com certeza refaço, e corro o risco de me ferrar nos números, mas vai ser pelo simples fato de não haver mais nenhum Big 3 disputando com eles, aí sim esses caras podem ter mais Slans que Roddick, Hewitt e Safin juntos.
            Por enquanto eles só se mostraram incompetentes na hora de ganhar um Slam, e qualquer um que assistiu a final do Us Open sabe que o Thiem só venceu pq era o Zverev do outro lado da rede.

    5. DANILO AFONSO

      Eita que o sofrimento está grande neh Gustavo ? Deve ser difícil torcer contra o sérvio. Tem uma frase que é a sua cara: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. Uma hora alguém que não é torcedor do Federer irá acreditar nesta tua conversa fiada de “entressafra”…kkk

      Para te acalmar e relaxar a mente, sugiro que você assista todos os jogos de 2013 a 2020 entre o suíço e o sérvio nos Slams. Depois tu me conta como foi a experiência.

      Abs !!

    6. Paulo César

      Federer, em 2019, jogou o melhor tênis de sua vida, como ele mesmo disse, e perdeu tendo 2 match points. Se fosse velhinho como vc diz, não teria chegado ao quinto set em condições de ganhar. Perdeu porque enfrentou um jogar capaz de superar qualquer adversidade e foi melhor que ele nos momentos decisivos. Em 2014 e 2015, tinha apenas 33 e 34 anos, respectivamente e perdeu duas finais consecutivas para Djokovic em Wimbledon. E agora o sérvio superou Nadal mais uma vez no saibro e faturou o título. E venceu Nadal em todos os torneios importantes no saibro: Monte Carlo, Roma, Madrid e Roland Garros.
      Esse papo furado de entressafra não tem nada a ver. Djokovic arrebentou Nadal e Federer em 2011 e eram muito jovens ainda à época. Aos 33-34 anos o sérvio tem vencido jogadores muito bons, até 12 anos mais jovens, como Tsitsipas. Na verdade, Djokovic construiu toda a sua história convivendo com os dois maiores jogadores da história, até então. Além de Murray, Wawrinka, Tsongá Del Potro e outros. O nível de facilidade que Federer encontrou entre 2003 e 2007 foi muito maior, seguindo o seu raciocínio. Para mim, Federer é um gigante e um dos melhores da história, inigulável na elegência e estilo, mas não dá para minimizar os feitos do sérvio.

      1. Gustavo

        Sobre 2011, todo o crédito para Djokovic
        E mais: todo o crédito por 2011, além de ter sido número 1 durante quase todo o período até 2014
        Mas a partir de 2015 começou uma entressafra gigantesca
        Mas veja que quando o circuito era competitivo, só em 2011 Djokovic ganhou mais de 1 GS
        De 2012 a 2014 não conseguiu ganhar mais de 1, embora tenha se saído bem
        Mas desde 2015 tem bastado só o feijão com arroz
        Só em 2011 que ele realmente precisou jogar muita bola pra ganhar como ganhou

        1. Jonas

          Pô Gustavo, que exagero.

          O Djokovic de 2015 foi um monstro, venceu 4 Grand Slams em sequência (considerando o primeiro semestre de 2016).

          Em 2015 o Nadal estava em baixa, verdade, mas lembre-se que um tal de Federer tentou de tudo para barrar o Djokovic e não conseguiu, exceção feita a alguns torneios menores tipo Dubai.

          Veja que você mesmo afirma “De 2012 a 2014 não conseguiu ganhar mais de 1, embora tenha se saído bem”, mas há quase um consenso que o Djoko de 2015 supera, com muita folga, sua versão de 2012 a 2014.

          Não que ele tivesse alguma limitação nesses anos, mas 2015 é histórico, é tido por muitos como o auge do sérvio. Não fosse um Wawrinka iluminado em Roland Garros, seriam 6 Slams seguidos para Djokovic.

      2. WILLIAM DE ALMEIDA

        você não assistia os jogos do federer em 2004, 2005 e 2006, provavelmente começou a acompanhar o circuito em 2010.

    7. Carlos Henrique

      Ué, um certo tenista foi eliminado de virada pelo sul africano derrotado por Novak na final e um ano depois teve dois matchpoints.
      Entressafra curiosa kkkkkkkkk

    8. Carlos Henrique

      Semifinalistas de Wimbledon em 2018: Nadal, Djokovic, Isner e Anderson
      Semifinalistas de Wimbledon em 2019: Nadal, Federer, Djokovic e Bautista-Agut

      Semifinalistas de Wimblendon 2003: Roddick, Federer, Grosjean (risos) e Philippoussis
      Semifinalistas de Wimblendon 2004: Roddick, Federer, Grosjean (risos) e Ancic
      Semifinalistas de Wimblendon 2005: Roddick, Federer, Hewitt e Johansson
      Semifinalistas de Wimblendon 2006: Nadal , Federer, Baghdatis e Björkman

      HAHAHAHAHAHAHAAHAHHAHAHAHAHHAHA

      1. Sérgio Ribeiro

        Ah , Ah , Ah , o que caro C . R . Brito ??? Já eras nascido pra ver os citados jogando ? kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Carlos Henrique

          Não entendi esse dialeto. Seja mais claro, de preferência, na língua vernácula desse país, caro forista.

    9. Sandro

      Não vem com esse papinho furado não, porque Djokovic ganhou Wimbledon do Roger Fregueser quando este era mais novo do que Djokovic é agora com seus 34 anos e já com o Australian Open e Roland Garros (batendo o monstro intergaláctico do saibro o Nadal) conquistados em 2021!!!
      Além disso, não faltam talentos emergentes nessa nova geração dando o sangue para vencer o BIG 2, Nadal e Djokovic. Até por isso, Nadal resolveu dar uma pausa pra vir com tudo pra cima dessa garotada!!!

      1. Willian Rodrigues

        Em minha opinião, o Touro está querendo mesmo é chegar à gira americana em condições de competir pelos títulos, especialmente no US open.
        Nessa idade em que ele se encontra, há necessidade de intervalos maiores para completa recuperação da musculatura e ligamentos.
        Algo que já foi ostensivamente discutido aqui no blog: em 2017, Federer se beneficiou de uma pausa um pouco mais prolongada.
        Vejamos…

    10. Jeferson

      Marquinhos,Renato,vitor hugo e agora gustavo??A cada titulo do Rei Djokovic um nome diferente kkkk.Como fã do esporte tenis uma pena Nadal fora de wimbledon e o federer capenga deste jeito,estamos vendo o fim de uma era do Big 3,Djokovic campeão é sempre maravilhoso e em cima de Federer e Nadal melhor ainda mas em Wimbledon não será assim pelo visto.Na torcida para Djoko fazer mais história e fechar o Golden Slam!!

    11. Paulo F.

      Essa geração que está aí é muito superior ao que o entressafreiro enfrentou.
      Cito apenas um, o Dominic Thiem – que é campeão de Grand Slam.
      Coisa que a “trinca magistral” Baghdatis, Gonzalez e Philipoussis não conseguiu.

      1. David Lopes

        Thiem ganhou o USOpen, porque ninguém do big3 participou. Djoko jogou fora sua participação naquela besteira de acertar a bolada. Thiem, como os demais, amarelou nas finais contra Djoko e Nadal. Não adianta vocês quererem esconder, as novas gerações amarelam e a verdadeira entressafra está aí faz tempo. Aceitem que doi menos.

      2. WILLIAM DE ALMEIDA

        compara o Curriculum do thiem com o do hewitt e safin. Quem foi mais tenista? Ou você acha que hewitt foi menos tenistas que o thiem? Aposto que você nem acompanhava o circuito lá no começo dos anos 2000, quando o hewitt com 20 anos venceu us open em cima do sampras. Alguém imagina o thiem com 20 anos desbancando o recordista de gs da época?

        1. Paulo F.

          Onde eu comparei o Thiem com o Hewitt?
          Hewitt era fera!
          Eu comparei Thiem com os “Três Reis Magos” (Baghdatis, Philipoussis e Gonzalez).

        2. Jonas

          Comparação descabida.

          Thiem está na ativa, tem 27 anos ainda, apesar da má fase. Não sabemos o quanto ainda vai alcançar.

          Mas a concorrência que o Thiem pegou até então, tem nada mais nada menos que Djokovic, Nadal e Federer.

          No saibro tem o Nadal, mas ele também já perdeu final de Slam para Djokovic, que é dono de 9 troféus em Melbourne. Será que o Thiem é fraco mesmo? Na minha opinião, a concorrência é muita dura pra ele.

      3. Gildokson

        Se for pela tua teoria que é bem aproveitadora e citou 3 adversários vices do Federer que não tem Slam.
        Medevedv e Tsitsipas tbm não tem, e o do Thiem a gente sabe como foi neh? Esses acabaram de perder finais para o monstro sérvio.
        Nunca fiz o levantamento, pq não é minha praia, mas talvez dos Big 3 o Federer seja oq mais foi campeão em cima de jogadores que em algum momento da carreira tbm venceu um Major, ao menos por enquanto. Safin, Roddick, Hewitt, Cilic, Agassi, Nadal, Djokovic e Murray foram uma bela lista do “entressafreiro”
        Kkkkkkkkkk

      4. WILLIAM ALMEIDA

        Paulo F vou mostrar as derrotas em wimbledon do Philipoussis que você que fala que é “ruim” logo abaixo:

        1998 – Sampras.
        1999 – Sampras.
        2000 – Agassi.
        2001 – Não disputou.
        2002 – Richard Krajicek.
        2003 – Roger Federer.

        Só gente “fraca” hein? acredito que você é mais um daqueles que acompanha o circuito faz pouco tempo.

        1. Paulo F.

          E cadê as outras finais de slam, além das contra o discípulo de espanhol, dos outros dois Reis Magos, Gonzalez e Baghdatis?

    12. WILLIAM DE ALMEIDA

      Concordo! Compara o Curriculum do roddick,hewitt e safin com 22 anos frente a suposta geração forte atual tisipas,meedevd e zvrev não tem nem como comparar. Tem muita galera por aqui que começou a ver tênis em 2011.

      1. Bruno Tinoco Santana

        Roger Federer – O maior tenista de todos os tempos!!!!!
        Djokovic- O melhor tenista de todos os tempos!!!!
        Nadal – Um guerreiro do tenis ( o rei do saibro)!!!!!

Comentários fechados.