Djokovic completa a tarefa de Hércules
Por José Nilton Dalcim
13 de junho de 2021 às 19:50

O adversário era grego, mas os deuses do Olimpo permitiram que a justiça fosse cumprida. O homem que derrotou o rei supremo do saibro Rafael Nadal num jogo de tirar o fôlego jamais poderia sair deste domingo sem o título de Roland Garros. Houve o toque dramático a gosto de Zeus, mas os dois sets brilhantemente vencidos por Stefafos Tsisipas apenas aumentaram o tamanho da conquista de Novak Djokovic.

Pela segunda vez em seis dias, Nole virou um jogo em que saiu dois sets atrás frente a garotos talentosos e no curto espaço de três dias lutou mais de 4 horas diante do dois top 5 de vitalidade privilegiada. Nesta reta final de campeonato, foi obrigado a jogar 18 sets e barrou três dos 10 melhores do mundo. Acima de tudo, sejamos bem honestos, um jogador de saibro com as qualidades técnicas, físicas e psicológicas de Djokovic merecia muito mais do que um título em Roland Garros. E para ser sincero, ainda acho que dois troféus são pouco.

Djoko foi colocado à prova neste torneio vindo de uma temporada de saibro relativamente fraca para seu poderio. Perder de Daniel Evans ou Aslam Karatsev estava fora da lógica. Sofreu em Roma para ganhar do próprio Stef e fez uma final equilibrada diante de Nadal, sem conseguir interromper a série de derrotas. Havia muitas questões a ser resolvidas e duvido que não tenha passado por sua cabeça a decepção de 2015 ou principalmente a atuação desastrosa da final de 2020. Era hora de ele responder. E o fez.

Aos 34 anos e com longa permanência na liderança do ranking, nada indica que a vontade de vencer de Djokovic tenha diminuído. Muito pelo contrário, ele se alimenta do desejo por recordes, da meta de ser o maior de todos os tempos. Deu um passo enorme neste Roland Garros para isso porque, apesar do crescimento inexorável da nova geração e da capacidade inconteste dos outros Big 3, continua a jogar o melhor entre todos e em qualquer aspecto que se olhe o tênis moderno.

O ‘Goat’ é uma mera questão de tempo.

Uma final, dois jogos
A bem da verdade, temos de dividir a partida em dois pedaços bem distintos.

O primeiro set foi o melhor desta final, equilibrado o tempo todo, com alternâncias nas oportunidades. O grego conseguiu competir igualmente lá no fundo de quadra e repetia muito o que fez em Roma, quando era consistente com o backhand, aproveitava as chances de agredir com o forehand e o saque simplificava pontos importantes. Djokovic sacou incrivelmente bem, passou 13 pontos sem perder, mas quase o set escapou no 5/4. Em seguida, obteve a quebra e deveria ter fechado por 7/5, porém pela primeira vez sacou muito abaixo e Tsitsipas foi feliz nas devoluções. Veio o tiebreak e as chances se dividiram. Stef abriu 4-0, Nole virou e teve set-point que o grego evitou por milagre. Ai jogou muito e saiu na frente. O segundo set foi decepcionante. Djokovic perdeu totalmente a intensidade, se mostrava sem energia. Assim, apressava tudo e errava demais. Era um domínio inesperado do grego.

Aì vem o segundo capítulo. Ao voltar do vestiário,. Djokovic já era outro. O longo terceiro game foi o divisor de águas. Devoluções perfeitas pressionavam, mas Tsitsipas escapava da quebra com bolas de alto risco. Até que não aguentou mais. O sérvio ganhou o ânimo que precisava e pouco a pouco a partida mudou da água para o vinho. O quarto set repetiu o script e aí o destaque era a queda no número de erros do sérvio, ainda que ele continuasse a impor ritmo pesado. O grego pediu assistência para a lombar antes do quinto set, porém ainda assim voltou a perder o saque muito cedo e tudo que fez foi correr atrás e ainda evitar uma nova e desastrosa quebra no sétimo game. Assim como nos dois sets anteriores, jamais ameaçou o serviço sérvio. Obteve aliás um único ‘iguais’ já no game derradeiro, após salvar o primeiro match-point com backhand paralelo magistral.

A estatística individualizada nos dá uma visão magnífica. Nos dois primeiro sets, Djokovic teve média de acerto do primeiro saque de 66%, vencendo 71% deles. Anotou 21 winners mas 31 erros, tendo conseguido devolver apenas 14% do primeiro saque adversário. E nos três seguintes? Média de acerto do primeiro saque subiu para 70% (sendo 74% nos dois sets finais), dos quais ganhou notáveis 79% dos lances (e 85% nos dois sets finais). O saldo de winners-erros saltou para 35-19 (com meros 4 falhas no terceiro set) e por fim manteve 35% de pontos na eficiência da devolução do primeiro saque. Então não há o que contestar sobre quem mereceu a vitória.

O grego não precisa ficar cabisbaixo, apesar de obviamente a frustração da virada seja inevitável e justa. Fez um primeiro set do mais alto nível e talvez tenha acreditado que o jogo poderia acabar logo quando viu o Djokovic fragilizado do segundo set. Se ocorreu, é um erro a se corrigir e uma experiência a se guardar. No mais, lutou como pôde e acreditou até o fim, que são características essenciais no saibro e entre os grandes campeões. A meu ver, subiu ainda mais no conceito de que é o grande nome da nova geração e o mais indicado sucessor dos Big 3 à medida que eles declinem. Estou curioso para ver o que pode fazer na grama com os vários recursos que possui.


Comentários
  1. Alex

    Mestre Dalcim,
    Muito obrigado por esse texto primoroso.
    Tudo bem que estamos bem acostumados com o alto nível, dos seus textos e dos jogos.
    Mas desta vez os dois se superaram, seu texto e o jogo.
    Como é bom estar vendo a história ser feita com o blog do tênis fazendo sua parte.
    Muito obrigado!!

  2. Fernando Brack

    Ah, meu caro Arthur, aquele 7×1 só é eterno (ainda) porque até hoje não houve uma revanche robusta.
    Abraço

  3. Fernando Brack

    Sobre o Kyrgios, leio comentários de que ele é dos poucos que não tremem diante dos monstros sagrados. É verdade, mas quem não respeita a si mesmo nem ao esporte que é sua profissão não teria porque ter alguma dificuldade em desrespeitar adversários.

  4. Fernando Brack

    Dalcim, o Borg parecia um nanico no pódio entre Tsitsipas e Djokovic. Ele andou encolhendo? Rsrs!

      1. Rubens Leme

        Mas é normal que as pessoas encolham com a idade. Borg não deve ter mais 1,80. Fquei chocado em ver Clint Eastwood em A Mula. Aquele homem de 1,93 com braços e mãos enormes, quadris largos, peito imenso não deve hoje medir mais do que 1,80, se tanto. No filme estava todo curvado, seco, braços finos, afinal já chegou aos 90 anos.

        1. Julio Cesar

          Oficialmente ele tem 1,93m. Impressionante. Denzel Washington é um pouquinho mais baixo com 1,85. Só caras enormes. Eu sou um anão em comparação.

  5. Sérgio Ribeiro

    Quantas fará contra seu ídolo o “ Dupla falta Ali Acima “ ? perguntou o engraçado… Ele meteu 15 Aces a 3 , e DEZ WINNERS a mais , pra cima de Roger Federer no quintal de sua casa . Finalista na grama de Stuttgart semana passada , o jovem Canadense somente cometeu 2 duplas-faltas a 1 , contra o Craque Suíço. Fechou um game REAL sem Roger poder se mexer . Já perdeu OITO FINAIS em TODOS os pisos ? . E graças a elas ocupa o TOP 21 aos 20 anos. Treinado agora por Toni Nadal , muito mais encorpado e aprendendo a lidar com adversidades , tem muito ainda a crescer . Já o velho Campeão pelo seu semblante ao final da partida , provavelmente se despede ainda nesta Temporada . Um pouco mais de respeito a ambos neste momento, seria algo de bom grado para os amantes do Esporte . Abs!

    1. Fernando Brack

      Federer vai ter que mudar muito seu astral e disposição pra passar da 1ª semana em WB.
      Tá feia a coisa pro Mestre.

    2. Marcilio Aguiar

      Prezado Sérgio, também fiquei com a sensação que não veremos mais o suiço em quadra na proxima temporada. O abatimento era evidente.

      Pode ser que, ironicamente, a grama mais lenta de Wimbledon seja menos cruel do que Halle. Hoje ele quase não achou o saque do garoto, principlamente nos 2 últimos sets.

      Para descontrair… será que a verdadeira kriptonita do Federer é o Tio Toni (mesmo não estando presente em quadra, deve ter dado o serviço para o canadense). “A conferir”. rsrsrs

  6. Periferia

    Eric Clapton está abalado…depois de criticado por interpretar a música Stand And Deliver de Van Morrison (música de protesto contra as políticas de lockdown e distanciamento social).
    Foi levantado seu passado racista…
    Durante um show em 1976…ele pediu para que os estrangeiros que estavam na plateia levantassem as mãos…e pediu para eles irem embora…nao apenas do show…mas da Inglaterra…com um discurso de ódio…
    “Vamos impedir o Reino Unido de virar uma colônia negra. Expulsem os estrangeiros… mantenham a Inglaterra branca. Os negros…árabes e jamaicanos não pertencem a este país e nós não os queremos aqui”.
    E continuou:
    “Precisamos deixar claro que eles não são bem-vindos. A Inglaterra é um país para brancos…o que está acontecendo conosco?”.

    Pobre daquele que tem ídolo e é um fã…como sofrem…”ou não”…diria Caetano…

    1. Rubens Leme

      Van Morrison é meu cantor favorito, não apenas tenho tudo dele, como nos tempos das fitas cassetes fiz e intituladas Van Bowie, onde intercalava uma música dele e outra de David Bowie. Eram 3 fitas cromo de 90 e 100 minutos. Arrebentei muita correia de walkman com essas fitas pesadas. Ouvia sem parar.

      É triste ver nossos ídolos caminharem para trás. Até gosto do Eric Clapton (tenho tudo dele até o final dos anos 1980), mas ele sempre foi meio babaca.

      Aliás, outro cara que admirava, Jack Kerouac morreu de cirrose, de tanto beber, e aplaudindo Nixon e xongando seus fãs e jovens. Após sua morte, comentaram isso com Burroughs: “Jack sempre foi conservador, excessivamente cristão (e por isso nunca compreendeu totalmente o budismo) e tinha certeza que era politicamente reacionário. Ainda assim, eu o amava.”

      Pois lamento que Van seja negacionista. Mas ainda assim ama seus discos e sempre os ouço.

    2. Marcelo Costa

      Eric Clapton, pra mim o maior guitarrista de todos, Eric Clapton o pior ser humano pra muitos, pra mim inclusive.

  7. Bel Grado Fa

    E a cerveja ruim da galera do churras na laje já está fazendo efeito com 19 latinhas. Imagine com 20!

  8. Mágno Lucas Sampaio

    Fala Dalcim, O Podcast foi show!!! Mas muito mais por vc do que pelo Paulo, eu não o ouço muito e o achei amargo e indelicado em certos comentários, inclusive diminuindo o feito do sérvio, dizendo que ele “apenas” passou e venceu as sete partidas, nem deu muita bola para a partida entre Nadal e Nole. Quanto a Osaka então, concordo com um colega que disse que ele foi no mínimo simplório, sei que ele é respeitadíssimo, penso que por isso mesmo, necessário ser um pouco mais cuidadoso, só minha opinião, abs.

  9. Jonas

    Rapaz…parece que ninguém acertou o desafio. Apostei em 4h12 entre Tsitsipas x Zverev, porém com vitória do Alemão. Acabou que esse foi o tempo de duração de Nadal x Djoko.

    Pelo menos o placar acertei: 3 x 1 Djoko.

  10. Ronildo

    Meu odiômetro está medindo um alto grau de ódio contra um antigo colunista de tênis do Estadão que teve cadeira cativa destinada à imprensa por muitos anos em Wimbledon, até pedir cancelamento deste status. Por muitos, se não até hoje, dirigiu o departamento de tênis do clube Pinheiros, também organizando torneios. E por um longo período capitão da seleção brasileira na Davis e comentarista da ESPN. Treinador de Luiz Mattar ou Cassio Mota, ou dos dois. Entre outros notáveis serviços no universo do tenis brasileiro e mundial.

    1. Fernando Brack

      Caro Ronildo, Paulo Cleto é um dos comentaristas esportivos menos respeitosos que eu já vi e, por isso, tornou-se um dos menos respeitáveis. Sempre muito amargo, sempre muito crítico e ranheta. Não é à toa que desapareceu da mídia há um bom tempo já, ainda que conheça muito do esporte.

    2. Alessandro Siqueira

      Ninguém está com ódio do Cleto, mesmo porque parece improvável que alguém aqui tenha alguma relação pessoal com ele. O que se colocou, e de forma reiterada, foi a percepção de má-vontade do jornalista/treinador/blogueiro em relação ao sérvio, como se os feitos ou capacidade tenística de Novak fosse quase trivial. ‘Tá’ certo, ele não precisa ser fã de Djokovic, assim como Meligeni também não. O que não cabe, sobretudo a pessoas que vivem do tênis, é fazer pouco caso de uma história com 19 slams, 5 finals, 36 masters, finalizar 6 temporadas como #1 etc, etc. Fica parecendo dor de cotovelo, né?

  11. EDVAL CARDOSO

    Djokovic é dos humanos mais fortes fisicamente e mentalmente do planeta. Como qualquer pessoa tem altos e baixos nos jogos, mas dentro dele tem algo que precisa ser estudado. De alguma maneira consegue conectar os pontos certos para se organizar uma e outra vez nas dificuldades.

    Tenista tem a capacidade de entender momentos e absorver frustrações. Sabe viver no limite e aproveitar oportunidades. Mas isso é um tenista normal. E o Djokovic?

    Ele, além de tudo isso que falei, consegue ter um espírito de luta e de competitividade que ninguém tem. Consegue perceber momentos e aproveitá-los.

    Hoje depois de perder o primeiro set e enquanto jogava mal e distante decidiu desgastar o adversário. Muitas curtas. Trocas de direção, enquanto víamos um Tsitsipas intenso sem economizar nada.

    Pensei naquele game duro do terceiro ser. Se o grego perder sentirá pela primeira vez os efeitos do lado físico. Não deu outra. Djokovic se aproveitou da queda e nunca mais deixou o jogo escapar.

    Muitos perguntam se a parada para ir ao vestiário teve reflexo no resultado. Para mim, não, o que mudou o jogo foi a inteligência tática e o ficar até o fim. Característica espetacular de um gênio do tênis.

    Novak Djokovic tem um fogo interno que não se apaga, uma vontade que não cansa, um inconformismo que não o deixa aceitar a derrota, uma força mental que só aceita o sucesso.

    67 26 63 62 64

    Djokovic 19 títulos de Grand Slam. Ele chegou. E agora?
    Palavras de Fernando meligeni, as quais concordo em tudo.

    1. Maurício SP

      O problema dessas previsões sobre o futuro depois de uma grande vitória em um grande torneio é achar que isso vai se repetir por muito s anos. Talvez se repita algumas vezes, talvez não. Jogar no limite rende boas histórias quando no final se consegue ganhar. Mas muitas vezes sai derrotado e ninguém se lembra que talvez ele apenas jogava no limite (confiando que ao final venceria), como o jogo contra o Querrey em Wimbledon/16. Se tivesse completado a virada da partida, poderia mesmo ganhar o torneio e suas glórias estariam sendo contadas até hoje…

      Pela idade dele e dos seus adversários, é provável que ele cada vez tenha mais vantagem em relação ao Big 3, mas menos vantagem, até começar a perder os grandes títulos para os mais novos. O que pode acontecer no próximo Grand Slam ou daqui a alguns anos, não tem como prever. Medvedev, Tsitsipas e Zverev já têm experiência em finais de GS, provavelmente chegarão em outras e devem evoluir muito, especialmente na parte mental nessas partidas (os que não evoluírem serão substituídos por outros que assim o façam). Por mais que não devamos duvidar do Big 3, a possibilidade de perderem para os mais novos nos Grand Slams cresce a cada dia…

      Enfim, não custa lembrar que nesse Roland Garros, depois de 17 anos finalmente houve alguém fora do Big 4 (Medvedev) que entrou no torneio com possibilidade de sair de lá como o número 1 (e, além disso, dependendo apenas de si). Isso vai se repetir em Wimbledon e será cada vez mais frequente, até finalmente termos um novo número 1.

      1. Alessandro Siqueira

        Medvedev acabou de perder na primeira rodada na grama. Em tese, mas muito em tese mesmo, ele pode assumir o #1 em Wimbledon, mas a possibilidade é completamente remota. Teria de chegar, no mínimo, à final e torcer para Novak perder logo de cara, já que esse tem assegurado ao menos 1000 pontos pela regra de pandemia. Depois disso, no USOPEN, o russo defende a final de 2019, ao passo que Djokovic parou nas oitavas. Junto disso, ganhou Paris e o Finals. Portanto, não tem muito a somar depois da grama.

      2. Abel Jr.

        Na verdade a única chance de Medvedev sair número 1 em Wimbledon é tão improvável que nem dá para levar em conta.
        Ele precisa ao menos ser semi em Maiorca e vencer o grand slam.
        As campanhas dele por lá não são boas.
        Ainda precisa além disso que Djokovic não seja finalista.
        Lembrando: Djoko ainda manterá 1000 pontos independente de seu resultado na grama.
        Na boa, acho que se for alcançado, apenas após o Finals e ainda é bem complicado tendo em vista que Medvedev defende mais de 6700 pontos e Djoko 3770.

  12. ANTONIO GABRIEL

    Realmente o tal do Djokovic dobrou a meta, venceu o REI DO SAIBRO na “casa dele”, ganhando ainda dois jogos de 5 sets de virada, inclusive a final. Jamais vi tanta resiliência assim em um desportista como vi esta semana no Sérvio, superando todas as dificuldades que apareceram a sua frente. Realmente foi uma tarefa HERCÚLEA passar por Nadal e derrotar o Grego, para chegar ao topo do olimpo. O objetivo final esta cada vez mais perto, ou seja, a conquista do record de GS e depois dessa epopeia em RG já não acho que será uma tarefa assim lá tão impossível….

  13. José Eduardo Pessanha

    Dalcim,
    Quantas duplas faltas “Dupla Falta Ali Acima” vai cometer amanhã contra seu ídolo, mestre, guru e companheiro de aniversário? Acho que vai passar de 8, hein….kkkk

      1. Sandro

        Concordo…
        Lembro-me da época que o Zverev era o REI DA DUPLA FALRA… Hehehe, troco o 6 por meia dúzia de duplas faltas do Ali Acima…

    1. Barocos

      Pessanha,

      Não sei se você viu o Fedal2 (desta vez foi Federer x Aliassime -> Fedal e o 2 devido a quase o dobro de idade de diferença), mas, parece, o canadense dever ter lido o seu comentário e entrou mordido para o jogo. Sacou várias vezes acima dos 210 Km/h e devolveu muito bem. Federer não sacou muito bem e a recepção não estava lá muito boa, talvez até porquê o Felix resolveu não economizar no saque e só cometeu 2 DF.

      O velho leão vai precisar melhorar para ter alguma chance em Wimbledon. De verdade, eu adoraria vê-lo mais uma vez na final contra o Djokovic (claro, se ambos conseguirem chegar), até porquê seria um ótimo enredo para o Djokovic igualar o total de Slams (novamente, claro, se triunfasse), seria um evento apoteótico para os torcedores do sérvio.

      Saúde e paz.

    2. Marcilio Aguiar

      Pessanha, voce deu “sorte” para o garoto. Teve até game de 4 aces consecutivos. O Federer não viu a cor da bola.

      Infelizmente o fim do maestro está mais próximo do que eu pensava. Só um milagre para conseguir ganhar mais que 3 partidas em WB.

  14. Luiz Fernando

    Dalcim creio q a maior chance é de Rafa ir a W, pois a Nike divulgou hj o q ele usará no torneio. Será q fariam isso sem a concordância dele? Provavelmente não?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho muito difícil ele saltar Wimbledon, Luiz. Só se o problema lombar realmente estiver incomodando.

  15. Vítor Barsotti

    Bom, para mim Djokovic já conquistou os principais feitos do esporte e a ele já cabe a alcunha de maior de todos os tempos. Vejamos:

    Venceu Federer em seus principais domínios: WB, US, Finals, Cincy e Indian Wells.
    Igualmente o fez com Nadal: RG, Roma, MC e Madri.
    Manteve seu reinado sobre uma molecada que promete e vêm jogando muito.

    Os últimos 5 Grand Slam vencidos por ele pra mim são emblemáticos: Tri no AO sobre Nadal (mostrando sua inequívoca superioridade neste tipo de quadra), Thiem (quando este havia encontrado seu melhor tênis) e Medvedev (que havia ganho quase tudo nas duras e era o cara a ser parado); 1 WB sobre Federer (indiscutível, nesse jogo não houve clara vantagem física, e aí para mim determinou a ultrapassagem do sérvio sobre o suíço) e 1 RG (vencendo Nadal e o next gen com a melhor campanha no ano e no saibro, coroando uma façanha absurda, que foi onde, para mim, ele ultrapassou o espanhol).
    Detalhe: viveu de tudo nessas decisões: Atropelou o Nadal no AO, soube sofrer contra Federer em WB, foi extremamente inteligente contra Medvedv e ressurgiu no jogo contra Thiem e Tsitsipas.

    Do Big3, é o que menos gosto, torço sempre contra. Mas não há como negar, o sujeito é diferenciado: SABENDO que era impossível, foi lá e fez!

    1. DANILO AFONSO

      Parabéns pela argumentação Vitor !! Vou copiar e mandar em alguns grupos de Whatsapp, respeitando, é claro, o direito autoral…kkk

      Abs !!

  16. Jorge Diehl

    Mestre Dalcim! Vi no Instagram do dácio campos( include excelente seu podcast com ele), ele falando que djokovic era o tenista mais completo que ele viu jogar, Federer era espetacular e Nadal imbatível no saibro! Começo a concordar com ele. E não sua opinião qual tenista mais completo que viu jogar??? Abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não existe um tenista perfeito, Jorge. E ainda bem. Há sempre um golpe imperfeito, um buraco técnico ou tático. Seria muito chato se não fosse assim, embora todos lutem pela perfeição. Acho que tecnicamente o tenista mais completo que vi foi o Lendl, que tecnicamente era perfeito e capaz de jogar tanto num piso saibro muito lento como num tapete rapidíssimo.

      1. Rogério R Silva

        Concordo mestre.
        Ivan,o terrível.
        A assiduidade dele em fases finais era incrível.
        Pena não conseguir o tão sonhado Wimbledon.

  17. Rubens Leme

    Não existe nada mais traiçoeiro do que a memória afetiva. Dizem que ao longo dos anos adquirimos o hábito de adocicar lembranças não tão boas de nossa infância e adolescência apenas porque queremos recordar de uma era em que achávamos que a felicidade pertencia apenas àqueles dias.

    Bom, eu chorei, de derrubar lágrimas grossas, quando li que a Livraria Paraler estava fechando em Ribeirão Preto, há uns meses.

    Em 1981, eu tinha entre 12 anos e, ao contrário de qualquer criança, gastava todo o meu dinheiro em livros de Agatha Christie e do Georges Simenon. Meu primeiro exemplar foi Convite para um Homicídio, em um domingo de manhã quando fomos almoçar numa pizzaria do então recém aberto Shopping Ribeirão.

    Comprei por causa da capa, toda verde e nem sabia quem era Miss Marple. Nos anos seguintes, ia quase todo mês comprar um livro policial para a minha coleção. No Natal, era pior. Como recebia dinheiro dos meus pais e avós de Natal e de aniversário, me dirijia até a livraria e fazia um pacote de seis, sete livros.

    Minha mãe achava aquilo estranhíssimo e, de sacanagem, me mandava colocar os livros, ainda embalados, embaixo da árvore de natal e só depois disso poderia abrir.

    Em um destes Natais, um colega do meu pai, João Dib, passou a data conosco e viu um pacote imenso com o meu nome. Perguntou pro meu pai o que era.

    “Rubinho foi na livraria e comprou um monte de livro de mistério. É só isso que ele lê”.
    “Rubinho comprou livros como presente de Natal?”
    “De mistério, João. Só de mistério”.
    “E daí, Barbi? Renato mal consegue pegar um livro e você reclamando que ele só lê de mistério. Você deveria se orgulhar”.

    Em 2003 me mudei para São Luís e só voltei para Ribeirão duas vezes: 2010 e 2011, e mesmo assim, de passagem. Na segunda passada, fui ao shopping e entrei na Paraler. Não mais aquela pequena loja, onde eu me ajoelhava para achar os livros. Agora era uma megastore.

    Fiquei perdido ali e queria ver se achava uma cópia do livro que eu havia escrito para dar de presente à minha avó, que iria visitar (e seria a última que a vi). Para a minha surpresa, a mesma vendedora que me atendia em 1981, ainda estava lá, 30 anos depois.

    Me dirigi e disse que lembrava dela. Antes que pensasse mal de mim, expliquei que era cliente da Paraler desde menino. Ela fez aquela cara de “ah, me lembro de você!”, obviamente uma mentira, mas aceitei como uma celebração aos velhos tempos.

    Aproveitei e revelei tinha lançado o livro que estava levando.

    “Ah, então vou colocar aqui na frente. Precisamos prestigiar um autor local”.

    Sorri, paguei o livro, comprei um outro e fui embora. Nunca mais a vi. Nunca mais voltei à Ribeirão. Nunca mais vi meu pai. Ele nunca pode reclamar novamente que eu só lia livros policiais e enchia a casa com eles.

    E foi por tudo isso, por um tempo que não volta mais que as lágrimas desceram com o fim da Paraler. E, 40 anos depois e ainda continuo obcecado pelos livros, filmes e pelo universo da Rainha do Crime. São ainda meus melhores companheiros em dias difíceis.

    Envelhecer é ruim, sim, mas ao menos criamos memórias afetivas como esta. E estou errado em dizer que é doce?

    PS1: daqui uns dias, completará um ano de morte de meu pai. Não pude me despedir dele, por causa da pandemia ou dizer que até destes momentos de reclamação, sinto muita falta hoje.

    PS2: sequer me lembro o que comi ontem, mas me lembro cada segundo da minha infância. Por isso, sigo afirmando que Bjorn Borg é o Rei dos Reis. Quem foi mesmo que ganhou Roland Garros este ano? Me lembro do hexa do sueco em 1981, mas o de 2021….

    https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/lazerecultura/NOT,0,0,1564867,ja-desmontada-paraler-de-ribeirao-faz-bazar-de-livros-por-r-10.aspx

    1. Filipe Fernandes

      Meu caro Leme,

      Belo e comovente relato, sua ligação de toda uma vida com os livros (e com os filmes, com a música, os esportes) é, indubitavelmente, muito rica, vide os incontáveis momentos nos quais você já nos brindou neste Blog com suas impressões intimistas e profundamente apaixonadas a respeito desses tesouros especiais.

      Para um país como o nosso, o fechamento de uma livraria, de uma biblioteca e mesmo de uma simples papelaria sempre será um motivo de imenso lamento.

      Citando o nosso caro Peri (outro apaixonado pelos livros e pelas artes), puxe a sua cadeira.

      À lembrança do seu pai, uma música de um artista que você admira: https://youtu.be/EQH6qu2pHT8.

      Um grande abraço, caro Leme, e se cuide.

      1. Rubens Leme

        Agradeço, Filipe. Acho que ninguém mais lamenta o final das livrarias, porque não se lê mais ou todas as compras são viirtuais (como é o meu caso).

        Sempre esperava, ansioso, o dia de receber minha mesada ou salário para queimar tudo em discos, livros e depois cds. Até hoje queimo.

        E agradeço a música do Pedro Gabriel. OVO é um disco pouco conhecido.

        um abraço

    2. Fernando Brack

      Caraca, Leme! Que baita história! Magnífica! Vc fez eu me emocionar aqui.
      Também tenho apreço especial pelos livros, mas não me tornei escritor.

      1. Rubens Leme

        Sou um pseudo escritor, Brack, um so não conta. Tenho outros prontos, mas nunca encontrei quem quisesse lançar.

        Abraço

  18. DANILO AFONSO

    DJOKOVIC E O INSTAGRAM

    Fora das quadras Djokovic alcançou outra marca interessante no início desta madrugada. Pela primeira vez o sérvio ultrapassou o Federer no quantitativo de seguidores no INSTAGRAM, atingindo a marca de 8,4 milhões de seguidores contra os 8,3 milhões do suíço. Lembrando que há 4 ou 5 anos a diferença era enorme, na ordem de milhões de seguidores a favor do suíço. O espanhol ainda lidera este comparativo com pouco mais de 11 milhões, mas a diferença também já foi muito maior anos atrás.

    Tal rede social tem uma participação significativa de jovens quando comparada com a rede social facebook, demonstrando que o sérvio tem abocanhado uma fatia relevante dos novos amantes deste esporte.

    Os haters do sérvio alegam sem fundamento que ele não tem carisma e não é popular, mas quem acompanha as redes sociais, fóruns, blogs e outras plataformas digitais, onde é possível a interação do público, é fácil constatar que o sérvio vem “ganhando terreno” rápido e contínuo.

    Saudações Nolistas !!

    1. Sérgio Ribeiro

      Realmente pra alguém da sua dade isso tem muita importância, caro Danilo . . Pra mim nada significa . Vide o menino “ Ney “ nas redes sociais . Como Atleta o garoto Kylian Mbappe’ com apenas 22 já o deixou pra trás… Abs!

  19. Ronildo

    Paulo Cleto talvez seja o comentarista de tênis mais respeitável do Brasil. Acredito que praticamente todos os que acompanham tênis tem o maior respeito por ele. Ele junto com o Dalcim formam o Big 2 dos comentaristas de tênis no Brasil. Temos também o Sérgio Ribeiro. Talvez o Sérgio Ribeiro entenda e conheça mais sobre tênis do que o Cleto e do que o Dalcim. Aí teríamos o Big 3.

    Os comentários do Cleto foram uma ducha de água fria na histeria dos fãs de Djokovic: reconheu a grandeza, mas de forma sutil mostrou que não gosta. kkkkk

    Eis a grande questão: nós somos seres humanos! É por isso que há teatro, balé, ópera, música clássica, pinturas e todo tipo de arte!

    Não adianta aparecer dois fantásticos titãs que são os melhores do mundo na modalidade de dar e receber soco na cara até um cair! A grande maioria da população vai virar a cara. Vão preferir outro lutador que derrube o adversário com golpes tão fantásticos que o oponente cai sem saber o que o atingiu. Mesmo que este perca mais do que vença os dois titãs anteriores; final este terceiro tem golpes mágicos, uma arte! Não adianta um grupo minoritário tentar convencer a grande maioria de que Chuck Norris é maior que Bruce Lee porque fez mais filmes. Toda a questão ficou fechada em torno de Bruce Lee, eternamente pelo jeito.

    É assim que Federer está perpetuamente no coração da maioria absoluta dos amantes do tênis: o maior de todos, com ou sem recordes!

    1. Ronildo

      Queria dizer que Paulo Cleto é respeitado, não respeitável. Respeitável todos são e merececem igualmente nossa consideração.

    2. Carlos Henrique

      “com ou sem recordes!”

      A ficha demora, mas cai …
      Já está no último estágio do luto.
      hahahahhahahah

    3. Robson

      Nossa meu,um testão desse aí pra falar ou insinuar que o Cleto é Federista? Putzzzzz…
      Paulo Cleto adora tênis,vive o tênis e o tenista preferido dele é Rafael Nadal.

    4. Jonas

      Nem li esse tijolo por inteiro. Mas só para você saber. O Cleto já criticou Federer (seu Deus) diversas vezes e também o fez com Djokovic, inclusive em seu antigo blog.

      Quem o acompanha há tempos percebe uma certa identificação com Nadal. Nem acho isso absurdo, mas na minha opinião ele falou merda, só isso. Abs.

    5. Luiz Fabriciano

      Talvez se o Bruce Lee tivesse vivido até a idade do Chuck Norris em seu auge, essa percepção fosse diferente.
      Quanto ao Cleto, nem de longe ele pode ser comparado ao Dalcim. Muito chato e se expressa sempre como se fosse a última Coca-Cola (gelada) no deserto.
      De pouco tempo para cá, records e números não interessam mais.

    6. Chadwick Boseman

      Ronildo, tudo bem?

      Como vocês sabem, mesmo à distância e lutando não apenas para recuperar o que puder da minha saúde mas também, e por causa dela, com o desafio extra de continuar lidando com as dificuldades diárias relativas a trabalho, vida financeira, etc, tenho estado afastado, mas não deixei de acompanhar o Dalcim e vcs.

      Nessa luta, guardadas as devidas proporções com a de Djokovic, descrita como Hérculea, estou satisfeito com minha postura. Tenho dias ruins e outros menos ruins. Em outros, consigo dar risada.

      Dito isso, uma vez usei Paulo Cleto como referência de comparação ao tecer elogios ao Sérgio Ribeiro, muito antes d’ele emitir suas opiniões sobre Djoko, pelas quais vem sendo criticado, entre tantas outras que já emitiu na vida.

      No Brasil (pelo menos até onde conheço), o cidadão morre e vira santo, não importa o que tenha feito de ruim em vida. Não morri ainda, não sou e nunca serei santo, e não gosto de Paulo Cleto. Não me lembro de maravilhas que tenha feito quando foi capitão da Davis, nem de nada excepcional em sua jornada. Até aí tudo bem, viveu do jeito que conseguiu. Medíocre, na melhor acepção da palavra.

      O que me incomoda/va é sua postura volátil. Todos temos direito a nossas opiniões bem como a mudá-las, mas tenho comigo que figuras mais, vamos dizer, “públicas”, devam ser mais sensíveis ao fazê-lo. Não aprecio tipos públicos dados a histrionia. Até para ser polêmico precisa ter talento. Cleto passa pra mim uma sensação de falta de compromisso (com suas próprias teses), de incoerência; tirando sua dificuldade em articular ideias e expressá-las (novamente, aumento o grau de exigência pelo fato dele ter mantido um blog e se relacionado com o público, direta ou indiretamente, de outras formas), além de um jeito ácido/desinteressado. Não sinto empatia por parte dele. Nem simpatia por ele.

      Pode ser uma pessoa maravilhosa na intimidade, não o conheço, mas quando fala ou escreve sobre tênis, independente de quem ele goste ou não (na ocasião), pra mim Paulo Cleto é chato pra car***. Por isso, sendo coerente com o que expus, parei de acompanhá-lo há anos. Quando o Dalcim o convida para um podcast, não ouço (deu b uma chance a uma outra vez que o Dalcim o convidou para comentar um major em andamento, e vi que continuava chato igual). Assim, nem sei o que ele falou ou deixou de falar que anda irritando os Nolistas. Sou, como já disse antes, muito mais o Sérgio Ribeiro, quando se dispõe a analisar tênis. Além de saber MUITO, o Sérgio me passa paixão no que escreve. Cleto me passa tédio.

      Compará-lo ao Dalcim como analista soa até meio descabido para mim.

      Grande abraço a todos, tomei a primeira dose da vacina graças a um laudo feito pelo médico que cuida de mim, foi a da Pfizer, não senti nenhuma reação negativa.

      Saúde, saudaçôes Nolistas!

    7. JHONNY

      Aos 34 anos e com longa permanência na liderança do ranking, nada indica que a vontade de vencer de Djokovic tenha diminuído. Muito pelo contrário, ele se alimenta do desejo por recordes, da meta de ser o maior de todos os tempos. Deu um passo enorme neste Roland Garros para isso porque, apesar do crescimento inexorável da nova geração e da capacidade inconteste dos outros Big 3, continua a jogar o melhor entre todos e em qualquer aspecto que se olhe o tênis moderno.

      O ‘Goat’ é uma mera questão de tempo.

      Palavras do Dalcin que tambem é alguem respeitavel no mundo do Tênis.
      a verdade que para muitos que acham federer goat a vários que ja consideram que sera questão de tempo para perder esta posição.

  20. Orlando

    Gente, não vamos dar ouvido ao Paulo Cleto, ele foi no mínimo desrespeitoso com o Djokovic. Mais um fanático, que acha que o tênis deveria mudar de nome e ser chamado de Federer. O esporte (tênis) não se resume em Federer/Nadal. Deveria agradecer o sérvio, pois impediu o Nadal de quebrar o recorde de slans do Federer. Paulo Cleto, menos viu ! Foste de uma parcialidade absurda no podcast.

    1. Luiz Henrique

      Não achei que foi desrespeitoso ora nenhuma
      Dalcim parabéns pelo podcast
      Depois pergunta ao Cleto por mim como eu faço pra ter acesso ao arquivo de blog dele, se é q tem como

  21. Marcilio Aguiar

    Que bom ver o Murray de volta em Queens. Na torcida para que ele volte bem. Seria interessante ver logo nas primeiras rodadas um Murray x Djoko ou Murray x Federer.

  22. Groff

    Sensacional o resultado e parabéns à nação nolista! Um trabalho notável de foco de parte do Djoko e um dos maiores feitos de sua carreira, sem dúvida alguma. Tirar Nadal com aquela autoridade e ainda virar a final, simplesmente espetacular. De negativo só a postura do grego a partir do terceiro set. Ele deveria saber, como o mundo inteiro já sabe (no mínimo, desde aquela semi do US Open contra Federer, lá atrás), que poucas coisas são tão perigosas no mundo do tênis quanto o sérvio colocado “contra a parede”, por assim dizer. Acho que ele pensou que teria até o quinto set, como fez na semi, mas uma coisa é enrolar o Zverev, e outra bem diferente é tentar a mesma coisa com o Djoko ou outro membro do big 3. Aquele era o momento de colocar tudo no primeiro serviço e dar muito menos chance para o azar, mas não foi o que aconteceu. E também o que o Nole começou a devolver não está na escrita.

  23. Luiz Fernando

    Medvedev q estava com a rotina pouco salutar de eliminações precoces no saibro parece q gostou tanto q transferiu essa rotina p a grama também…

  24. Happy Together

    Situação hipotética:
    Vamo supor que Federer não fosse um cara que vacilasse muito, ai em 2009 ele ganharia aquele US Open, em 2005 o AO, e vc coloca mais uns 2 GS que ele poderia ter ganho, até o AO 2010, sei lá, RG 2004 e 2002, e põe aquele Finals de 2005 também.
    Vamo supor que após o AO 2010 ele tivesse 20 GS e 6 finals, e com 28 anos decidisse se aposentar. Hoje teríamos Djoko com 19 (20 por causa de Wimbledon) GS e 5 Finals, e Nadal com 20 GS.
    A pergunta seria: os números apenas serviriam pra comparar a carreira de Nole e Nadal com a de Federer?

    1. Luiz Fernando

      Precisamos raciocinar com fatos e não com hipóteses. E em qualquer tipo de esporte, as grandes conquistas são as mais valorizadas, pois tratam-se de algo palpável, e não de considerações subjetivas. Mas fique tranquilo, no futuro Federer não será o GOAT, mas sem dúvida será lembrado como um dos q tinham técnica mais apurada.

    2. Jonas

      Esse é o famoso “SE”

      “SE” Djokovic não perdesse pro Murray, Nadal e Nishikori no Us Open, seria Hexacampeão.
      “SE” Djokovic não perdesse pro Wawrinka no Australian Open 2014, provavelmente venceria Nadal na decisão.
      “SE” Djokovic não acertasse a juíza de linha no USO 2020, teria mais um título de Major.

      E por aí vai, colega. É como as coisas são, os torcedores do Nadal certamente lamentam algumas oportunidades que o espanhol perdeu, assim como fãs do Federer e do Djokovic.

      Imagina se o Djoko não se lesiona em 2017 ou não age como um “aposentado” no primeiro semestre de 2018. Infelizmente temos que nos ater aos fatos. Mas a imaginação dos torcedores vai longe, rs…

      1. Paulo F.

        Sim, os nadalistas têm que lamentar que Rafa poderia ser tetra em Wimbledon: desperdiçou 02 finas (2006 e 2007) contra o seu pato.

    3. Leo Gavio

      mais teta do que a entressafra, então era só entregarem as taças ao Rei da entressafra.

      Djokovic pegou a era mais encardida da historia do tenis, dominou, foi peitado, ressurgiu das cinzas, sempre com jogadores fortes na maioria dos titulos no seu caminho.

      não há nada mais o que dizer, só o fato de ter pelo menos 2 titulos em cada um dos grandes torneios, já é de fechar a conta, nem precisaria de 19 slams.

      Nem federer, nem Nadal conseguiram 2 titulos em cada um, alias, estao virgens em varios masters 1000 e o RG do Federer é completamente paraguaio.

      1. Dorival

        Confesso que quando Federer ganhou RG 2009 fiquei pensando “nossa, agora só daqui a 50 anos”, mas vou ser franco, hoje ganhar todos ou só ganhar em um vários tem a mesma importância.
        O piso não é mais tão distinto um do outro, hoje é tudo muito homogêneo, na época de Agassi não, ali ganhou na marra mesmo, pq o RG e Roland Garros era praticamente dois mundos, a pessoa tinha que escolher ou um ou outro, hoje em dia, apesar de ter diferenças, não se exige uma preparação como a dos anos 90, por isso o de Agassi é tão especial.
        Por exemplo, Tsitsipas, Zverev, Auger, Medvedev, Rublev, etc…desses, provável que um complete o career slam.
        Pra mim Djokovic vai se tornar o GOAT pelos 23/24 GS que vai ganhar, não por ter ganho ao menos dois em cada, pois isso já não é algo mais tão especial.

        1. Luiz Fabriciano

          Mas se ganhar ao menos dois de cada, não é algo tão especial, como se explica o gênio Roger Federer, com 20 anos de carreira plena não ter realizado esse feito? Abdicou da ideia?

          1. Dorival

            Claro que ganhar qualquer GS é especial, mas não vejo diferença mais entre ganhar 2 de cada e 8 em um.

  25. maurício

    Bom dia, Dalcim, ouvi seu podcast, quero lhe parabenizar por seu profissionalismo e por não aceita o caminho fácil da polarização e do ódio para atrair mais audiência, vc é uma pessoa iluminada. Agora, me permita diz uma coisa, a análise do Paulo Cleto, para um profissional do tênis de alto gabarito como ele é, chega a ser decepcionante, vc não acha que quando ele confessa, acho que até inconscientemente, que quase parou de assistir o jogo quando o grego começou a perder, já não dar uma nítida ideia que análise dele é toda viciada por sua parcialidade? lamentável. Um abraço e fique em paz, Dalcim.

    1. Paulo F.

      Também ouvi o podcat teu com o Cleto, Dalcim!
      Que resenha deliciosa para os ouvidos deste inesquecível Roland Garros (o masculino, o feminino foi um torneio sofrível).
      Obrigado novamente.

    2. Eduardo Carvalho

      Eu vi a declaracão dele pelo mesmo ângulo que vc. Tudo bem, a partida talvez a partir desse momento (inicio do 3 set) foi tomando un rumo diferente, mas me pergunto, pq no segundo set, que estava totalmente na mão do grego, o Servio completamente apagado, a partida para ele se mostrava interessante? E depois quando o grego começa a cair de rendimento ele se levanta.

    3. Luiz Fabriciano

      Maurício, não sou o Dalcim, mas concordo com você.
      Desde que vi o Paulo Cleto pela primeira vez, notei que ele trata o assunto não como analista, mas como torcedor ou como alguém que acha que sua opinião é a que deve prevalecer. Então, simplesmente comecei a não ouvi-lo mais.
      Nesse podcast, ouvi apenas até os 20 min de duração.

    4. Tiago Santana

      Apesar de todo o respeito e admiração que tenho ao Cleto como jornalista, confesso que também me surpreendi negativamente com as suas análises. O que mais me intrigou foi a forte opinião sobre a situação de Osaka, me parecendo, inclusive, “um pouco” leviana. Duvidar da situação alegada pela tenista com base em análises superficiais sobre suas finanças e seu sucesso esportivo é simplificar uma questão que me parece bem complexa. Acho até válida a contestação sobre a forma como a qual Naomi se expressou, apesar da possibilidade de até isso ter sido influenciado pela situação mental dela, concordo que possa haver divergência e descrença sobre a situação, faz parte, mas desqualificar categoricamente a situação como Cleto fez me parece algo incorreto e até desrespeitoso. Aliás, opiniões fortes não faltaram ao podcast, inclusive sobre Nadal, sobre o desafio eletrônico…rs.

  26. Filipe Fernandes

    “A busca desinteressada da verdade tem uma longa história; caracteristicamente, sua origem precede todas as nossas tradições teóricas e científicas, incluindo nossa tradição de pensamento filosófico e político. Penso que se pode remontá-la ao momento em que Homero decidiu cantar os feitos dos troianos não menos que os dos aqueus, e louvar a glória de Heitor, o inimigo e o homem derrotado, não menos que a glória de Aquiles, o herói de seu povo. Isso jamais acontecera em parte alguma antes: nenhuma outra civilização, por mais esplêndida que fosse, fora capaz de olhar com iguais olhos o amigo e o adversário, a vitória e a derrota – que desde Homero não se têm reconhecido como medidas últimas no julgamento dos homens, muito embora sejam definitivas para o destino das suas vidas. A imparcialidade homérica ecoa através de toda a história grega, e inspirou o primeiro grande contador da verdade factual, o qual tornou-se o pai da História: Heródoto diz-nos já nas primeiras sentenças de suas estórias ter-se decidido a impedir ‘os grandes e portentosos feitos dos gregos e dos bárbaros de perderem seu devido galardão de glória’. Essa é a raiz de toda a chamada objetividade – essa curiosa paixão, desconhecida exteriormente à civilização ocidental, pela integridade intelectual a qualquer preço. Sem ela ciência alguma jamais poderia ter existido.”

    Mestre Dalcim, essas palavras da grande Hannah Arendt (de um ensaio sobre a verdade) poderiam ter sido escritas para você, tal como o foram para Homero, tamanha a sua integridade na análise do tênis, “cantando” de forma digna as glórias justas dos gigantes deste esporte, por mais que em seu coração (e no meu e de inúmeros) pulse uma primordial admiração por um gênio tenista (como o era a Grécia para Homero; como o eram Ílion, Príamo e seu povo para Zeus, na “Ilíada”). Você demonstra não apenas a imparcialidade homérica, mas também, como se percebe, uma “paciência homérica”. A você e a sua equipe, Mestre, todos os parabéns pela cobertura do tênis, vida longa ao site e ao Blog.

  27. Oswaldo E. Aranha

    Os empedernidos detratores do Djokovic deveriam ver a reportagem da entrega da raquete que o sérvio fez a um menino na final de Roland Garros; poderão ver o lado humano dele, a alegria do menino e sentirem um pouco de vergonha pelas críticas infundadas e persistentes que fazem. Saudações aos participantes da kombi, que está se transformando em um vagão biarticulado.

  28. Luiz Fabriciano

    Passadas as horas mais eufóricas pós-RG, mais lucidamente consigo colocar as ideias em ordem e escrever algumas considerações sobre esse magnífico evento.

    Tenho guardado carinhosamente um print de uma tela aqui do blog, cujo conteúdo é, para variar, uma previsão de um contumaz blogueiro, que diz exatamente assim:
    “Murray, Nadal e Djokovic não estarão no circuito aos 35. Caso aconteça algum imprevisto e eles estejam em ação nessa época, estarão fora do top 10. Abs”
    Isso foi postado em 19 de março de 2017 às 16:54 – Notem que foi no calor ainda da conquista do AUSOPEN por Roger Federer e que o imprevisto a que se referia, era os citados estarem ainda em ação e não o contrário. Não era simplesmente uma previsão, mas sim uma baita torcida.
    Pretendia guardar até a chegada aos 35 do sérvio, mas o que ele fez nessas últimas 4 semanas, lhe dá crédito para essa antecipação, pois, se nenhum imprevisto verdadeiro acontecer, deverá terminar mais uma temporada no topo do ranking.
    Essa previsão partiu do nobre blogueiro José Eduardo Pessanha. Um dos grandes fãs de Roger Federer daqui, mas um tanto quanto menos preciso em previsões – Graças à Deus.

    Uns dados me puseram a pensar: como um limitado, com recursos inferiores a Pablo Cuevas – apenas um exemplo – pôde ter vencido Nadal e RG em sequência. Não bastasse isso, ainda é o único profissional a ter no mínimo 2 GS de cada e todos M1000 de cada duas vezes? E também, ser, junto com Nadal, o outro combalido, que fizeram uma semi daquele nível e o sobrevivente dela levantou a Copa dos Mosquiteiros no domingo?
    Ainda estou na dúvida se o tênis não me merece ou se realmente, nada entendo.

    Outra coisa a se destacar é que o “derrubador de Ibope” está quebrando a banca em tudo que é lugar do mundo. O Youtube só fala dele, sites esportivos, mídias diversas e grandes personalidades do meio não param de mandar mensagens, como Guga, Ben Stiller, Tom Brady, Totti, Seedorf, Dybala, Sabine Lisicki, Fognini (olha ele aí), Del Potro, Baresi, Billie Jean King, Mônica Puig, Mard Fish para ficar em apenas alguns.
    Grande abraço nobre blogueiro Rodrigo S. Cruz.

    Nunca comentei nada a respeito de Roger Federer não ter parabenizado o sérvio quando quebrou seu record de semanas na liderança do ranking, mas essa conquista em RG, acho que o suíço deveria lhe enviar uma caixa dos mais finos chocolates suíços (de cacau brasileiro) com as respectivas congratulações, afinal de contas ele evitou que Nadal se isolasse (ao menos eliminou essa possibilidade) na liderança dos GS’s.

    E para fechar, como é gostoso torcer por Novak Djokovic!

    1. Paulo F.

      Exatamente, Fabriciano!
      – Como alguém, que possui menos recursos do que um Cuevas pode ser BICAMPEÃO em Roland Garros e o “deus-supremo-da-técnica” Roger Federer, possuir APENAS UM???

    2. Robson

      Olha, não perca seu precioso tempo em responder federetes,esse tipo de torcedor quando não estão mentindo pra eles mesmos, estão apenas com provocações baratas.
      O cidadão ao qual vc se direcionou agora com essa resposta,a cada 10 “apostas” dele,ele perde 11, é recibo atrás de recibo.
      Quem torce contra Novak Djokovic,sofreu muito,sofre muito e sofrerá um absurdo ainda no mínimo pelos próximos 2 anos.

    3. José Eduardo Pessanha

      Fabriciano, o bordão que o Luiz Fernando tanto usa (Como os caras estão sofrendoooooo) não se aplica a mim, pois sempre disse aqui que o Cotonete é MUITO mais tenista do que o Nadal. Sempre disse que seria uma tragédia o Nadal ser recordista isolado do GS, pois é muito menos tenista do que Federer. Como eu vibrei com a derrota do Ogro na sexta…..mas vamos lá, o jogo é jogado e o lambari é pescado.
      Tsitsipas amarelou, mas mantenho meu palpite: Novak Djokovic e Rafael Nadal nunca mais ganharão GS na vida.
      Abs

      1. Luiz Fernando

        Vc sofreu também meu caro, não dissimule, vc é da época em que uma boa parcela dos participantes do blog considerava Federer imbatível e mais isso e mais aquilo, aí Nadal surgiu e destruiu toda essa narrativa repleta de fanatismo e insensatez. Abs.

  29. Bel Grado Fa

    Hoje eu vou falar sobre a diferença entre os números de Federer e Djokovic, utilizando a cerveja como fundo:

    – Djokovic: Aquela cerveja ruim do churrasco com amigos. Ela é a única disponível, já está quente, e o cara bebe algo entre 10 e 40 latinhas (mas no momento você está na latinha 19… e contanto). Você tem entre 18 e 30 anos. Fica bêbado com aquela porcaria e acha o máximo. Quando acaba, alguém corre na geladeira do posto 24 horas e compra mais dois engradados. Você faz números mas aquela porcaria é ruim mesmo e decididamente não vai te fazer bem no dia seguinte. E assim é o Servio (comedor de números, mas não empolga). Sem dizer que no outro dia, ninguém se recordará de nada, a não ser dos números.

    – Federer: Aquela bebida de boa qualidade (cerveja ou vinho), que você toma numa quantidade moderada, e acompanha um belo almoço, um belo jantar, uma carne bem feita na churrasqueira ou apenas para curtir com uma boa companhia e que te faz bem. Agente se diverte (porque afinal número não é o foco), as pessoas ao redor se divertem também (normalmente o foco delas também não são os números), todos curtem o momento e quando termina você nota que o tempo não passou e é inevitável pedir para marcar mais uma rodada num outro dia. Ao final, voltamos leve para casa, com a sensação de que deveriam existir mais dias iguais a este, e normalmente nos recordamos deste dia por muito tempo (basta ver a quantidade de vídeos disponíveis para rever os belos pontos e belas jogadas, ao invés de a única opção de você curitr o seu ídolo seja ir ao wikipedia ver os números do seu ídolo).

    1. Bel Grado Fa

      Além de beber muito e mal, no outro dia você não se lembra do que fez, por exemplo: deu bolada no churrasqueiro e foi expulso, bebeu sem máscara e compatilhou copo, além de alguém lembrar (dias depois) que você organizou um “churrasco na laje” no meio da pandemia e agora tem amigos e familiares com COVID.

      Mas tem gente que gosta disso. Não apoiamos, mas respeitamos

      ; – D

      1. Luiz Fabriciano

        Não apoiam e nem respeitam.
        E números deixaram de ser o foco de pouquíssimo tempo para cá. Interessante!

      2. JHONNY

        Ou o que passou é o fabricante da cerveja ruim porem popular, e altamente rentável não ficou satisfeito com apenas um quinhão do mercado, buscou produtos de qualidade com o tempo aperfeiçoou as técnicas pra fazer a cerveja contratou sommelieres capacitados e com isto foi ganhando mercado, enquanto isto a cerveja TOP da galactia achava que jamais poderia ser alcançada por outras marcas, no máximo perdia um mercado ali ou outro acola para uma cerveja considerada top 2, quando esta cerveja barata e popular começou a fazer frente a fabricante suiça ficou feliz em ver que a fabricante servia tirou mercado da cerveja espanhola, o que o manteria a anos luz na frente do mercado, porem a cerveja servia começou a incomodar a cerveja suiça e espanhola ao mesmo tempo começando ate um naquele momento improvavel queda do mercado e durante um tempo o negacionismo (em alta hoje) ignorou isto quando viram que a cerveja suiça perdia frequentemente o mercado para cerveja servia e pra piorar ainda viu a cerveja espanhola mantendo o seu mercado, resta dizer que é a melhor independente se vai perder o 1º lugar no mercado e quais são as provas disto?

        Minha cerveja suiça e fabricada na grama de winblendon, varios sommelier a consideram a melhor, e os sommelieres que nao concordam nao entendem de bebida ou tem inveja nao somos mais a fabrica que vende mais e nem o selo de qualidade nº 1 basta eu DIZER QUE SOU e ignorar os numeros (NUMEROS QUE EU DEFENDIA ATE OUTRO DIA)

        Enquanto isto a cerveja servia fez sua parte se aprimorou roubou mercados que a cerveja suiça sequer chegou a passar perto tem um mercado onde e dono tomou o mercado considerado sagrado pela cerveja suiça esta a um passo de conseguir todos os números.,

        Porem não e tão popular como a cerveja espanhola e suíça mesmo assim tem uma popularidade fiel e que a bebe e sabe saborear os momentos que o trazem realmente gosto e gosto continue vibrando com o recorde de twiiter face e instagram pois em breve so isto restara.

      3. JHONNY

        agora é inegavel que a cerveja servia da um efeito colateral
        ELA CAUSA DOR DE COTOVELO nos apreciadores da cerveja suiça.
        E isto e um problema sem solução

    2. DANILO AFONSO

      Não precisa ser um expert para saber que você nunca jogou tênis na vida e se jogou a sua visão parcial das coisas o faz ficar cego para o óbvio: o sérvio é sim muito técnico e versátil em quadra. Ele é muito mais que os números. É um gênio, mais precisamente detentor de uma inteligência espacial fora de série, que combinado com mental assustador, físico descomunal e ótima leitura tática, o torna o mais completo tenista que já pisou em uma quadra de tênis. Até o nobre hater e multiface VITOR HUGO reconheceu tal qualidade do sérvio em uma postagem no ano passado.

      Eu sei que deve ser difícil ver a história sendo reescrita e não poder fazer nada, tendo que apelar inutilmente para uma metáfora ridícula e que me fez ter vergonha alheia.

      Saudações Nolistas !!!

    3. Jean

      “porque afinal número não é o foco”

      Não existe limite pra cinismo. O que são então aqueles infinitos comentários que os federetes viviam dizendo há alguns anos atrás?
      302
      267
      17
      ou qualquer coisa assim, quando nadal ou djoko ganhavam slam atrás de slam mas ainda estavam na casa dos 12/13 slams?

      “basta ver a quantidade de vídeos disponíveis para rever os belos pontos e belas jogadas, ao invés de a única opção de você curitr o seu ídolo seja ir ao wikipedia ver os números do seu ídolo”

      Nossa, eu não sabia que no youtube só tinha vídeos do Federer… o que aqueles milhões de vídeos do djoko ou nadal ou qq outro tenista estão fazendo la?!

      Realmente gosto não se discuste. E tem gente que gosta de passar vergonha

      1. Julio Cesar

        Eu sempre disse, e repito: se o Federer nunca tivesse ganho 1 slam na vida pouco seria lembrado. Talvez como um jogador com um estilo “bonito” e só. O mundo só se importa com vencedores.

  30. DANILO AFONSO

    BIG 3 AOS 34 ANOS

    Nobres, abaixo atualizei o comparativo de performance entre os membros do BIG 3 usando como parâmetro a idade atual do sérvio, 34 anos e 24 dias. Nadal tinha esta idade em 27/06/2020 e Federer 02/09/2015.

    SLAM
    Djokovic – 19
    Nadal – 19
    Federer – 17

    FINAIS SLAM
    Djokovic – 29
    Nadal – 27
    Federer – 26

    JOGOS SLAM
    Djokovic – 355
    Federer – 340
    Nadal – 302

    VITÓRIAS SLAM
    Djokovic – 310
    Federer – 292
    Nadal – 275

    SEMANAS N. 1
    Djokovic – 325
    Federer – 310
    Nadal –209

    APROVEITAMENTO DE VITÓRIAS
    Nadal – 83,19% (990v/1190j)
    Djokovic – 83,13 % (961v/1156j)
    Federer – 81,82 % (1049v/1282j)

    OUTROS BIG TITLES (Masters/Finals/Ouro Olímpico)
    Djokovic – 41 (36/5/0)
    Nadal – 36 (35/0/1)
    Federer – 30 (24/6/0)

    Temporadas n. 1
    Djokovic – 6
    Federer – 5
    Nadal – 5

    VITÓRIAS TENISTAS TOP 10
    Djokovic – 222
    Federer – 191
    Nadal – 171

    Quando analisava a carreira do Federer em agosto de 2015, então com 34 anos, achava que o suíço detinha números inalcançáveis pelos demais membros do Big3, e que os recordes perdurariam por algumas décadas. Djokovic surpreendentemente ultrapassou todas as marcas do suíço no comparativo.
    Veremos se futuramente em um novo comparativo o sérvio manterá a dianteira dos recordes citados.

    Saudações Tenísticas !!!

    1. Gildokson

      Danilo, esse teu levantamento sempre vai ser pior para o Federer, pois mais uma vez eu repito. Djokovic e Nadal NÃO TEM 2 MONSTROS SAGRADOS mais jovens grudados nos seus calcanhares. Oq eles tem é aquilo ali que vimos domingo, um cara que tem 11 anos a menos de idade mas que termina o jogo menos inteiro que o sérvio, um cara que abre 2×0 e depois aceita passivamente durante 2 sets a reação do adversário, claro, bem mais jogador, mas ainda assim acho que não à comparação com a fase final do Federer e as fases finais de carreira de Nadal e Djokovic.

      1. Luiz Fabriciano

        Prezado, mas tudo na estatística do Danilo quis mostrar exatamente isso: DOIS MONSTROS SAGRADOS e não uma obra do acaso.
        Se não existe ao menos um dos dois, os números estatísticos do suíço estariam no mínimo, 10 x maiores.

    2. Barocos

      Grande Danilo!

      Excelente comparativo, mas não importa o que os números digam, as escolhas já estão feitas e aqueles que já manifestaram suas predileções não mudarão de opinião, mudarão os critérios, como camaleões que mudam suas cores para poder se adaptar ao ambiente, e tem sido assim por um longo, longo tempo.

      Saúde e paz.

      1. Paulo F.

        Exatamente, um famoso federista anti-djokovista daqui já diz que vale mais o número consecutivos de semanas como número 1 do que o total de semanas como número 1.
        Ele simplesmente ignora que sempre foi mais considerado o número TOTAL de semanas como número 1.
        rsrsrsrs Abs!

        1. Paulo F.

          Sem contar na patética tentativa de acharem de que quem ganha no tênis é quem faz mais slices bonitos e winners.

      2. Jose Yoh

        Exato Barocos. Eu mesmo faço isso às vezes.
        Complementando, alguns não mudam os critérios, mudam de torcida e de nick, rs.

    3. Luiz Fabriciano

      Ahhh meu prezado, números não importam para nada, afinal praticam um esporte que quem vence é o jogo mais bonito e a definição do confronto é subjetiva e não por quem faz o último ponto, que é um número.

      Sem ironia agora, de balaiada essa frente do sérvio.

    4. Leo Gavio

      excelente pesquisa.

      sempre disse aqui que, nos numero ponderados, Djokovic já era o GOAT, agora é uma questão de tempo mesmo, mais 3 slams disputados e ele chegará nos 21 ou 22.

      sem contar o fato que ele conseguiu a sequencia magica, vencer os 4 em sequencia, essa coisa de ser no mesmo ano é bobagem, pq o dificil é ganhar os quatro em sequencia e nao no mesmo ano precisamente.

    5. R.P.

      Danilão,

      Creio que a contagem de semanas como número 1 de Federer está errada, pois em 2018 se tornou o mais velho a ocupar este posto; logo, não poderia ter 310 semanas aos 34 anos.

      1. DANILO AFONSO

        Tem razão R.P.

        Eu já tinha corrigido em outras plataformas que mandei, aqui deixei de corrigir. Mas os outros dados mais complicados (porcentagem de vitórias, jogos e vitórias em Slam estão corretos).

        Valeu !!

  31. Paulo Almeida

    Não canso de rever os melhores momentos e DE LONGE aquele drop que fechou a segunda quebra no quarto set (3-0) foi a jogada mais bonita da partida, apesar do voleio que derrubou o Tripas no chão ter sido outra obra-prima. Repito: ninguém, absolutamente NINGUÉM, tem uma caixa de ferramentas superior à do Djokovic, a não ser o Nadal no saibro. Aceitem que dói menos.

    Como tenho o recurso Replay TV (que fica disponível durante uma semana), vou rever na íntegra e sem a tensão absurda do “ao vivo” a semifinal e a final no meu tempo livre. Eu também tive um desgaste mental enorme, assim como o Danilão relatou. Acho que nós torcedores sofremos tanto quanto os atletas.

    1. DANILO AFONSO

      Paulo, assisti aos jogos depois de saber o resultado favorável é muito bom. É mais prazeroso e fácil entender o que ocorreu no jogo. Na tensão ao vivo meio que não conseguimos pensar direito, e mais misto de comemoração e sofrimento…kkkkk

      1. DANILO AFONSO

        * Paulo, assistir aos jogos depois de saber o resultado favorável é muito bom. É mais prazeroso e fácil entender o que ocorreu no jogo. Na tensão ao vivo meio que não conseguimos pensar direito, é mais um misto de comemoração e sofrimento…kkkkk

      2. Paulo Almeida

        Sim, eu adoro ver os VT’s já sabendo o resultado e ainda assim me pego um pouco nervoso naqueles games mais disputados, kkkkkk.

        Vai entender…

      3. JEAN BRITO

        Sempre faço dessa forma … kkkkkkkk é menos sofrível. Quando o Djoko perde, deleto a gravação antes mesmo de assistir.

      4. Julio Cesar

        Eu vi o jogo no stream disponibilizado pelo TenisBrasil. O jogo só foi realmente nervoso no primeiro e até o segundo set. Depois foi bem estranho, até comentei na cobertura do Dalcim que foi anticlimático e com pouca emoção do terceiro set em diante. Parecia “favas contadas”. Até acho que se o Djokovic tivesse ganho o primeiro set (e teve bastantes chances) talvez o jogo tivesse se resolvido rapidamente.

      1. R.P.

        Até tentei ouvir todo o podcast, mas a parcialidade do sr. Cleto causa engulhos. Em suma:

        1. Quando Tsitsipas perdeu o terceiro set, a vontade de ver o jogo acabou;

        2. Djokovic voltou do vestiário jogando a mesma coisa; só venceu por que o grego “perdeu a confiança “;

        3. O título é mais demérito do derrotado do que virtude do campeão, que só trocou bolinha esperando o erro .

        Só não sei se dormiu chorando abraçado com a foto do suíço ou do espanhol.

        1. Robson

          Com todo respeito ao excelente profissional que é o Jose Nilton,eu consegui ouvir só até 20 minutos,a partir daí, não consegui mais,o senhor Paulo Cleto deixa muito a desejar,uma má vontade ímpar pra responder,análise bastante pobre de conteúdo.

        2. Sérgio Ribeiro

          E’ inacreditável o parceiro não saber que o ” Animal ” desde sempre foi o Cara pro P Cleto , caro R. P. Ele tinha total convicção que o Espanhol seria o tal ” goat ” com grande vantagem acima dos demais rs . Abs!

      2. Jairo

        Acabei de ouvir no trajeto do trabalho.

        É incrível como o Paulo Cleto é hater do Djokovic, não deu mérito nenhum ao sérvio pela conquista desse RG, zero. Disse que Djokovic foi campeão por que ganhou 7 partidas e pronto, e que teve que sobreviver. Nem na batalha contra Nadal o infeliz viu algo de positivo, apenas um Nadal cansado.

        Foi extremamente polêmico ao falar do caso da Osaka, concordo em partes com o que ele disse.

        Dalcim, você que conhece o Cleto, ele odeia mesmo o Djokovic?

        1. Jonas

          Ele não parece gostar muito do sérvio mesmo. Eu tinha essa impressão desde os tempos dele de ESPN.

          Acho que se identifica bastante com o Nadal. Mas eu discordo do que ele disse sobre o espanhol. Eu aposto minhas fichas q Nadal ainda vence 1 ou Grand Slams, e virão no US Open ou Roland Garros.

        2. Rodrigo Azevedo

          Não acho que é questão de odiar, é preferência mesmo. O sérvio é extremamente competente, mas não desperta aquela vontade de apreciar o jogo. Pegue o Twitter do Cleto, ele fala exatamente isso sobre a final.

        3. Miguel BsB

          Quem acompanha o Paulo Cleto mais das antigas, quando ele era comentarista na TV, sabe tb que ele nunca foi muito fã do Federer, sempre fez umas piadinhas com o suíço que “gosta de ficar arrumando cabelinho”, no sentido que ele dava umas viajadas na partida, se preocupava com o cabelo ao invés do jogo etc…
          Tenho a impressão que do Big3, ele é mais fã do Nadal.

          1. Robson

            Acompanhei o blog do Cleto de 2010 a 2013 e participei ativamente por aquelas bandas de 2011 a 2013,posso garantir com certeza,Paulo Cleto é Nadalista dos mais fanáticos.
            É nítida a decepção total dele para com Nadal,nessa entrevista no podcast.
            Ele falou que o Nadal morreu no 4° set.
            Ora bolas,morreu pq o adversário matou ele,simples assim.

      3. sander

        Por isso sou seu fã, Dalcim. Seus comentários são sempre técnicos, ponderados, polidos e nunca passionais. Acho que, apesar da bagagem do cleto, ele não foi feliz em algumas colocações, parecendo um pouco passional em dados momentos. Não é um podcasting agradável de ouvir. Eu percebo também que alguns profissionais não se adequam à nova realidade, à evolução do esporte. Outro dia vi um comentarista da ESPN dizendo que “basquete é pivô/garrafão/falta/lance livre; esse basquete de hoje, com vários tiros de perímetro e small ball não é basquete”. Já vi outros comentando que “Nadal e Djokovic acabaram com o tênis bonito” . Interessante como alguns ficam presos no passado. O esporte não é algo inerte, ele evolui, e temos de acompanhar!!!!!. Nisso, eu parabenizo você, Dalcim! Nunca vi você criticar o tênis atual, dizendo coisas como “tênis é saque/voleio, jogo de fundo de quadra é feito, jogo defensivo é feio, tenis de hoje é pobre, etc, etc, etc…”. Sei que vc viu deuses do tênis saque/voleio jogando (Borg, lendl, big mac, sampras, etc…), mas nunca vi você desmerecendo a nova geração e o tipo de jogo, mesmo, talvez, você tendo preferência pelo estilo antigo. Parabéns novamente!!! quem me dera todo jornalismo fosse como o do blog do tênis!!! abração e continue firme nos ajudando a aprender mais sobre esse esporte sensacional!!

        1. José Nilton Dalcim

          Obrigado, Sander. Mas não sou saudosista, a preferir saque-voleio. Eu aprecio a versatilidade dos estilos. Acho especialmente gostoso ver um jogo de ataque e defesa, tipo um Brown contra um Ferrer, em que cada um precisa tirar o máximo do seu estilo e achar uma forma de barrar o outro. Abs!

          1. sander

            Perfeito, Dalcim!! Concordo com vc! Acho que por isso que a rivalidade Federer x Nadal se tornou a mais celebrada e popular (e sou fã do Nole x nadal). Estilos totalmente diferentes a tornaram muito especial (além do talento óbvio dos dois, claro). Obrigado pela resposta. abração!

          2. Luiz Fabriciano

            E convenhamos Mestre, se defender de todos os lados, dentro de uma quadra de tênis, com uma bolinha extramente rápida e pequena, é para poucos.

  32. David Lopes

    Dalcim, a verdade é que as novas gerações amarelam perante o Big 3, diante da iminência de ganhar algo tão grande como um Grand Slam. O grego, a partir do terceiro set, começou a errar mais, o saque foi sumindo, o braço foi encolhendo e ficando travado, ora dando bolas curtas ou longas demais pra fora. Abaixou a cabeça, ficou passivo e nervoso, inseguro, e a confiança foi pro espaço. Falta a essa nova geração, sangue nos olhos, raça, gana. É a geração nutela. O Djoko, que não tem nada a ver com isso, percebeu o nervosismo do grego e virou um jogo que estava quase perdido. O que você acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que também existe o fator Big 3, David. O tenista sabe que está enfrentando um dos monstros sagrados, sabe que precisa jogar no limite do limite. O nível de exigência emocional é outro, não tenha dúvida.

      1. Arthur

        Na verdade, Dalcim, o único tenista dessas novas gerações que batia de frente com o Big 3 sem “respeitar” ou amarelar era o Kyrgios.
        Todo o resto ou respeitava demais (quase todos, mas especialmente o Thiem) ou simplesmente amarelava (caso clássico do Dimitrov).
        Se ele tivesse um mínimo de cabeça, já deveria ter aposentado todos eles e ter sido o grande bicho papão dos mais novos (e aí eu incluo todos: Thiem, Zverev, Tsitsipas, Dimitrov (risos), Nishikori (ainda mais risos) e Raonic (gargalhando))
        No entanto, infelizmente o australiano nunca mostrou ter o comprometimento necessário para ser um grande campeão.
        É uma pena, porque, disparado, ele é o mais talentoso dessa turma toda.

        Um abraço.

        1. Barocos

          Arthur,

          Há controvérsias a este respeito, só poderíamos afirmar tal coisa se o Kyrgios tivesse tido comprometimento com a sua carreira, coisa que não demonstrou. Já escrevi sobre isto uma vez, é fácil optar por fazer jogadas de efeito se você não está focado em vencer, até mesmo eu, que tenho duas mãos esquerdas sendo destro, já fiz algumas jogadas difíceis (para o meu nível, claro), é uma coisa completamente diferente se seu objetivo é a vitória acima de tudo.

          Saúde e paz.

        2. Robson

          Kyrgios nunca respeitou pq nunca teve compromisso com nada, responsabilidade com nada,foco nem objetivo de nada.
          Um completo kamikaze.

        3. Willian Rodrigues

          Nick Kyrgios tem um backhand relativamente limitado, por exemplo.
          Sua compleição física suportaria bem uma quantidade maior de jogos intensos? Ou sucumbiria como ocorreu com Andy Murray no auge de sua carreira?
          Sim, porque ao vencer maior nº de torneios ele teria maior nº de partidas disputadas ao longo do ano…
          Outro aspecto importante é que, assim como aconteceu com todo o Big 3, os oponentes estudariam as falhas de seu jogo e se aproveitariam delas.
          Não julgo plausível se afirmar que o australiano teria se tornado tão dominante assim, caso mantivesse o foco.

  33. Paulo Almeida

    Fregueser já sofrendo horrores no 500tinho de Halle. Não que isso seja importante, pois todo mundo só fala no Double Career Slam do GOAT Djokovic, porém fui humilde e gastei um minuto do meu tempo para lembrar do rei da entressafra.

    1. Arthur

      O Djokovic nunca foi um cara muito querido no circuito, mas às vezes eu me pergunto se isso é culpa dele ou dessa torcida detestável que ele tem.
      Haja recalque, viu?

      1. Paulo Almeida

        Não é querido porque ele incomoda demais com o tanto que venceu desbancando o Fedal, como bem destacou o Saretta. E eu já acho que boa parte da torcida freguesete (o Blog é uma boa amostra) que é detestável. Ficamos quites.

    2. Gildokson

      Boa Paulo, um pouco de humildade não faz mal à ninguém kķkkkk
      E em relação ao GÊNIO suíço, realmente acho que ja era, não deve atingir o nível necessário, não to gostando muito do que vejo não.

    3. Rodrigo S. Cruz

      Hahahaha

      Gastou esse minuto, assim como sabemos que gastará mais uma centena de outros minutos.

      Porque você, e boa parte da torcida nolista, não consegue tirar o suíço da cabeça…

      Aliás, parece até que importa infinitamente vê-lo mal, do que propriamente ver o Djokovic bem.

      Acho que nem Freud explica uma inveja como essa…

      Porque inveja, pra mim, não é necessariamente querer aquilo que o outro tem.

      Mas é NÃO QUERER que o outro tenha! rs

      1. Paulo Almeida

        De fato, a maioria de vocês não queria que o Djoko tivesse dois Roland Garros, mas agora está feito. Nem a inveja de milhões conseguiu evitar a “tragédia”.

        No mais, siga aí lamentando bastante e evite me citar.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Quanto a isso fique tranquilo.

          Foi porque você me respondeu num post meu também.

          Não tenho qualquer vontade de perder tempo com você…

    4. Groff

      Meu caro, um dos maiores feitos da carreira do Nole, ninguém comentando nada sobre o Federer e você nem assim para comemorar o feito do sérvio sem diminuir a carreira do suíço. Com todo o respeito, como deve ser triste essa vida em que a validação é necessária, não?

      1. Paulo Almeida

        Eu comemorei e sigo comemorando bastante; é só você ver nas últimas publicações antes de postar sem saber.

        Se os torcedores rivais não tiram o Djokovic da cabeça, por que não posso gastar um minutinho pra me lembrar do terceirino?

      2. Robson

        Meu,isso é provocação,resposta a provocações de federetes,nada a ver com Federer,vcs deveriam ficar policiando tb as asneiras ditas pelas federetes e tb repreende-las.
        Aliás,já está mais do que na hora do Dalcim começar a bloquear todos os comentários que não estejam relacionados com o assunto do Post da vez.
        Noletes,federetes,nadaletes,ronaldetes,Messizetes,e tudo quanto é “etes”,vivem de provocações,de zoeiras,de asneiras.

        1. Paulo Almeida

          Exato, Robson.

          Foi mais um capítulo da famosa “indignação seletiva”, mas penso que dessa vez a animosidade foi bem desproporcional, provavelmente motivada pelo luto pelo qual esses caras estão passando com o Double Career Slam do rei do tênis.

          Abs.

  34. DANILO AFONSO

    Vimos que neste último RG o sérvio bateu o recorde de vitórias no 5º set que pertencia ao suíço.

    Djokovic está muito próximo de bater outro recorde relevante: número de vitórias contra tenistas TOP 10.

    Atualmente o sérvio está a 3 vitórias de superar a marca do suíço (224 vitórias) mesmo tendo 5 temporadas a menos. Incrível !!!

    1. Luiz Fabriciano

      Para mim, outro feito incrível é que Federer chegou ao #1 8 anos antes do sérvio.
      Enquanto ele se manteve com 310, o sérvio já passa das 320.

      1. Cassio Carvalho

        Um recorde difícil de quebrar do Roger é as 36 QF consecutivas em Slam. O Nadal uma vez falou que esse era o recorde mais incrível do Federer.

  35. Augusto Montenegro

    Olá, Dalcim, tudo bem?

    Faz tempo que não posto aqui, apesar de continuar lendo suas magníficas análises.

    Gostaria de perguntar como funciona o exame de doping no tênis? É verdade que indo ao vestiário a mochila do atleta é revistada? Você acha que um medicamento pode agir tão rápido assim ao corpo? Se puder responder a uma dessas pergunta, de antemão, já ficarei muitooo feliz.

    Abraço.

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Augusto, não é revistada, a menos até onde eu sei. Ele é acompanhado para que não faça contato com qualquer membro da sua equipe. Agora, não existe doping milagroso que coloque um tenista em forma em 3 minutos. Doping no esporte é um processo gradual, no mínimo de médio prazo. A menos que estejamos falando de um forte estimulante, mas aí seria uma coisa completamente sem sentido. De qualquer forma, os tenistas fazem teste após cada partida e o uso de algo irregular seria detectado porque também não haveria tempo o suficiente para mascarar ou ser absorvido pelo organismo. Mas obviamente não sou especialista no assunto. Abs!

      1. Daniel

        A questão “dopping” significa “ilícito”.
        Se eles conseguirem consumir qualquer substância que melhore o rendimento e não seja detectada ou passível de punição, certamente vão tomar.
        Seja um ou outro. Sad but true.
        Ao longo dos anos vemos muitos jogadores com os olhos ARREGALAAAAADOS na quadra. O primeiro que me lembro de ter visto foi o Agassi, que declarou na sua biografia que a ATP fez vistas grossas para o uso de metanfetamina (rs).
        Nâo sei dizer qual efeito e qual a duração faria, por exemplo, cocaína numa partida de 5 sets, mas é certo que qualquer ser humano que usasse numa situação dessas sairia do vestiário “a milhão”.
        Verdade é que já vi o sérvio muitas vezes arregalado e já notei que o nível que ele joga uma final de slam é muito diferente de uma 02ª rodada de master 250.
        É só observar a velocidade, precisão, jogo de pernas, etc.
        Mas assim como o Nadal, (que me pareceu até mais evidente) anos atrás, não há como provar, quando sabemos que a entidade máxima do esporte faz vistas grossas em favor da lucratividade e dos ídolos.
        Lance Armstrong foi um bom exemplo do que acontece por aí sem que nós tenhamos ideia.
        Deixo claro que essa opinião não refere-se ao Djokovic, especificamente, mas todos. Quando um tenista chegou a 40 anos fazendo o que o Federer faz? Algo acontece, alguma evolução ocorreu no esporte. Se é lícita, nociva à saúde ou saudável, saberemos daqui a alguns anos.
        Vale observar que o chamado Big 3 tem 40, 35 e 34 anos, respectivamente. Um número 1 do mundo com 34 anos é fantástico e absurdo.
        Desculpe me intrometer no post do amigo, que perguntou direto ao Dalcim, mas quis expressar minha opinião.

        1. Augusto Montenegro

          Primeiramente, obrigado, Dalcim, pela resposta!!! Muito agradecido.

          Não, Daniel, de modo algum, sinto-me chateado. Seja bem-vindo! Apenas me interessei pela polêmica e quero acompanhar a repercussão dela, li a mesma discussão em outros sites, em inglês, e quero ver o desenrolar dessa história.

          Às vezes me incomoda um pouco a discussão de melhor tenista, à brasileira, como se fosse futebol. kkk

          Mas, faz parte! kkkk

          Abs

  36. Luiz Fernando

    José N. Dalcim: O GOAT é uma mera questão de tempo. Nossa, imagino os iludidos de sempre, os que vivem em mundos paralelos, caindo na realidade com estas palavras ditadas por bom senso e conhecimento, como deve ter doído…

  37. Alcides

    A partida da semi entre Nadal e Djokovic foi como eu esperava, Nadal começaria melhor e, com a chegada da noite, o jogo ficaria mais favorável ao sérvio. Na minha opinião, em locais como Paris e NY eles deveriam abolir os jogos noturnos, com a umidade lá em cima. O desgaste muscular é muito grande nessas condições, os jogos caem de qualidade e os jogadores se desgastam para o restante do torneio. Essa semi foi uma exceção, jogo de altíssimo nível, menos no último set, que o Nadal teve uma queda de rendimento. Djokovic me pareceu um pouco cansado na final, mas teve gás para fechar em 5 sets, nem sei como ele conseguiu se recuperar tão rápido, o homem não é desse planeta.

    1. Luiz Henrique

      Alcides, realmente esse aspecto fez diferença.
      Para Nadal chegar como top 2 era mais importante do que eu pensava, ele evitaria a possibilidade de jogar contra djokovic a noite.
      Mas que fique claro que não estou dizendo que djokovic teve sorte por jogar a noite, se a bola do Nadal machuca menos a noite é um problema que cabe ao próprio resolver
      Djoko se adaptou melhor e venceu
      A apesar de tudo não acredito que Nadal perderia para outro, mesmo a noite
      Só Djoko mesmo era capaz de vencer

    2. Jonas

      Prefiro jogos noturnos, kkkkk. Torço pro Djokovic, ele costuma jogar pior com muito sol e vento. Me lembro de uma SF de USO entre o sérvio e o Nishikori que, acredito, esse fator pesou contra o sérvio. Abs.

      1. Paulo Almeida

        A final do USO 2012 contra o Murray com aquela ventania horrorosa também. Era para DjokoGOAT ter levado esses dois no mínimo.

  38. Ronildo

    Legal a transmissão do jogo de Federer no site Tenis Brasil. Foi uma grata surpresa hoje de manhã.
    Vai fazer 40 anos em 2021 e está jogando de igual para igual com os mais jovens. Jamais se viu esta consistência aos 40 na história do tênis.

    Se Federer se esforçar, acredito que será campeão em Halle. Mas a impressão que dá é que ele está em ritmo de treino.

    1. Luiz Henrique

      “Jamais se viu esta consistência aos 40 na história do tênis.”

      Que nem em 2015 ninguém tinha visto essa consistência aos 34
      Aí em 2021….

  39. Fábio

    Federer é. Nadal poderia, pode ou poderá ser. Mas Dick Vigarista nunca será GOAT. Para ser o melhor de todos os tempos não bastam apenas resultados. Precisa muito mais. A idolatria que Federer tem e Nadal tb ( um pouco mais abaixo ), ele nunca terá. Ele pode ser reconhecido um dia como maior tempo como n° 1, maior ganhador de Slams, etc. Porém Goat nunca será. Não tem perfil. Além de atitudes que o acompanham até hoje que não condizem com quem quer ser o GOAT. Apenas minha opinião.

    1. Alessandro Siqueira

      Há anos Djokovic e Nishikori ganham MUITO mais que Nadal em termos de PUBLICIDADE. Acha mesmo que, se o sérvio fosse esse engodo que você parece querer acreditar, algum empresa ligaria seu nome a ele? Nishikori ganha milhões em publicidade por ser de um país com N multinacionais. O sérvio só ganha em razão de seus resultados dentro da quadra. Vem de um PAÍS PERIFÉRICO e sem qualquer tradição no esporte e sem grandes empresas. Tudo o que caminhou, caminhou abrindo caminhos.

      De fato, Federer é o jogador mais bem remunerado extra quadra, o que é natural. Ainda ostenta números destacados e vem da suíça. Não é difícil se imaginar os porquê de Rolex e Credit Suisse se ligarem a ele. Ademais, reinou praticamente sozinho por quase 4 anos, vide as 237 semanas consecutivas. Natural que tenha capitalizado isso.

      https://forbes.com.br/listas/2019/08/os-10-jogadores-de-tenis-mais-bem-pagos-de-2019/

      “Houve dez temporadas de tênis em que um jogador ganhou mais de US$ 12 milhões em prêmios. Djokovic levou sete dessas. Seus US$ 135 milhões em prêmios na carreira o deixam US$ 9 milhões à frente de Federer nessa categoria. O patrocínio da Lacoste é um dos negócios mais rentáveis do esporte.”

    2. Thierry

      Seguindo sua lógica, Michael Jordan não é o GOAT do basquete! Isso é besteira, o que importa é o melhor dentro de quadra, por mais tempo, e com mais feitos relevantes…

      Nadal: Maior Saibrista da História / Mais troféus de 1 único Slam
      Djokovic: 2x todos Slams / 2x todos masters 1000 / Mais semanas como N° 1 do mundo / Venceu os 4 Slams consecutivamente
      Federer: 6x campeão do Finals / Mais de 100 títulos na carreira

      Visto que o recorde de Slams pode empatar, ou alguém terminar com margem mínima acima, é um número que n terá relevância se for uma diferença de 1 ou 2 entre os 3.

      O desempate seria outros feitos, e Principalmente o H2H. Nadal massacra Federer, Djokovic também tem vantagem contra ele, fora que Nadal tem ouro olímpico em simples… O que na minha opinião faz a diferença é que Djokovic no auge dominou ambos de forma assombrosa, ganhou a maioria dos títulos na década, enquanto muitas conquistas de Federer Djokovic era um jovem promissor e Nadal não tinha jogo sólido fora da terra batida. As conquistas de Djokovic interromperam a ascenção de Nadal, e com o auge de ambos ao mesmo tempo, Djokovic foi mais dominante. Em 2010 lembro que Nadal parecia ter destronado Federer e que viria um reinado dele por longos anos, mas em 2011 perdeu 6 finais pro Djokovic, com a sétima seguida em 2012 na Austrália em 6h de jogo! Djokovic também venceu Federer 3x na grama, onde é considerado o melhor da história, inclusive uma em final com 2 Match Points salvos, e destronou Nadal 2x em Roland Garros, o que é ainda mais inacreditável, visto o histórico do Touro Miura. Outra questão é que a dupla FeDal não venceu Djokovic na Austrália.

      G.O.A.T não é B.O.A.T, sempre digo isso, pq maior e melhor são diferentes. Talvez o melhor piloto seja o Ayrton Senna, mas o maior é Schumacher, e acho que Hamilton já está roubando esse título. O melhor jogador de basquete sem dúvidas é LeBron, mas ele não consegue ser maior que Jordan pq perdeu muitas finais em sua carreira e Jordan tem muitos momentos icônicos. O que quero dizer é que pra ser o maior precisa de feitos, o melhor é quem atingiu o maior nível, e os maiores feitos e melhor auge foram do Djokovic… Por mais que eu seja muito fã do Nadal, ele fica em 3° por ter sido 2° do ranking no auge de Federer e de Djokovic por bastante tempo, Federer em seguida pela representatividade, longevidade e estilo de jogo. Mas o Djokovic é muito dominante, adaptou novas armas ao seu jogo ao longo dos anos e suas vitórias são as mais expressivas dos 3.

    3. Thiago Silva

      Ele vai ter os principais recordes do tênis, mas não tem “perfil”?
      O que seria esse perfil? Um slice bonito? É isso que vai definir o GOAT?

  40. DANILO AFONSO

    Voltando na “máquina do tempo” com intuito de ver algumas postagens de um passado recente, achei duas pérolas:

    PESSANHA – 16/04/21 às 15:23 (após Djokovic perder para o Evans em Monte Carlos)

    ” Rapaz, o Djokovic perdeu pra um cara que tinha ganho até então pouquíssimos jogos no saibro. Se contente, Djokovic não ganhará mais Slams.

    VITOR HUGO – 24/04/21 ÀS 21:28 (após perder para o Karatsev em Belgrado 1)

    “… E o sérvio chorão e reclamão, não vence mais nem Atpzinho nível challenger no barro”.

    Saudações Nolistas !!!

    1. Luiz Henrique

      Papelão total desses caras. Comemoraram tb um monte de derrotas de Djokovic no final do ano como se isso fosse parâmetro pro AO
      Até Viena os caras tavam levando a sério

    2. Paulo F.

      Apenas sei que, se Federer for eliminado brevemente em Halle, não cometerei a cagad… de não considerá-lo um dos favoritos em Wimbledon como os patetas alpinos fazem com o Nole.
      Aiiiiiiiinnnnn foi eliminado pelo Evans em Monte Carlo aiiiiiiiiiinnnnn não vai fazer mais nada no saibro.

  41. DANILO AFONSO

    Se a definição do GOAT fosse alcançada por meio de uma corrida (percurso) no Waze ou Google Map, ouviríamos, após a atualização do que ocorreu nos últimos 4 dias, o seguinte áudio:

    ” RECALCULANDO A ROTA. SIGA NA DIREÇÃO LESTE PARA BELGRADO”.

    Saudações Nolistas !!!

  42. André Barcellos

    Sobre a questão do GOAT, se for apenas numérica, Djokovic tem muitíssima probabilidade de terminar como o maior.
    Caso não seja numérica, a discussão se eternizará.
    Em tempo: alguém sem consultar o Google sabe quem era o recordista de GS antes de Sampras? Eu sei…e esse cara jamais foi sequer cogitado como o maior.

    No entanto se Djokovic detiver todos os principais recordes, o título terá de ser dado a ele.

    Federer piscou e perdeu terreno, de bobeira, nesse páreo. Perdeu várias partidas que poderia ter ganhado (pelo menos 3 em GS contra o sérvio, com Match Points), deixou de ganhar várias vezes jogos (com MP perdidos) que o manteriam na condição de número 1 por várias semanas a mais (até deixou de disputar torneios assim), como nas partidas em quadras duras de 2018 para o saibro (ficaria todos os meses do saibro, praticamente, em primeiro). Deixou de fechar anos como número 1 por detalhes, como em 2012 ou mesmo 2017, o que significaria uma pré temporada inteira de semanas na liderança, etc.
    Além do mais, “piscou”. brincando com a confiança, que como diz Paulo Cleto, é o maior bem do tenista. Sai do foco e acaba perdendo um jogo ganho, com isso perde a confiança e inaugura má fase…
    Enfim. Acho que Federer foi bajulado como o maior e melhor desde muito cedo (já em 2005 já se falava disso, e ele estava na casa de 5 GS- o que se explica pelo deslumbramento das pessoas ao ver alguém jogar de forma tão fluida e natural- de passagem se diga que aquele tenista era incrivelmente veloz e, apesar de agressivo, extremamente preciso ). Acomodou-se algumas vezes e deixou de evoluir em outras.
    Óbvio, compensou muitas vezes com o talento (o maior que eu já tenha visto numa quadra). Mas o mundo não é dos talentosos. É dos esforçados.
    Enfim, Federer não é o mais focado ou esforçado dentre os big 3. Mas considero ele o melhor tenista que já pisou numa quadra.
    Apesar de que não ser o maior seja uma questão de tempo.

    1. Marcelo Costa

      Seu texto é maravilhoso, uma síntese exata do que houve com o suíço, até hoje não vi melhor definição. Meus sinceros parabéns

    2. Jose Yoh

      Caro André. acho que essa aura de que ele é só talento é uma falácia. Não se chega nem ao top 100 só com talento. Veja só quantos “talentosos” tivemos durante tantos anos que sequer ganharam um M1000. São milhares.
      Na verdade exige esforço e muito, porém seu estilo tão vistoso nos fez imaginar que ele tem essa magia de jogar bem sem treinar – o que tenho certeza que é falso. Abs.

      1. Barocos

        José,

        Exatamente! Não sei porquê motivo, deve ser devido à estória envolvendo Arquimedes (Eureka!), eu acho, que as pessoas acreditam que os gênios prescindem de trabalho árduo. Nunca foi assim, basta ler a história dos grandes gênios da humanidade para descobrir que o tal “momento” de genialidade foi precedido por horas a fio de grande esforço e dedicação.

        Para ser sincero, tenho lá minhas suspeitas, inclusive, que alguns indivíduos presunçosos gostam de pensar que têm o tal “talento natural” e que só não foram mais longe por falta de empenho. Já que nunca se puseram à prova, se sentem confortáveis em não enfrentar a realidade e seguem em seus “confortáveis” mundos imaginários, onde teriam seus nomes gravados na história.

        Saúde e paz.

        1. Jose Yoh

          É Barocos… também tenho essas suspeitas com alguns tenistas. Em um mundo de tamanha precisão e cada vez mais sensível a erros (não só no tênis), é inadmissível alguém ficar confortável sonhando.

      2. André Barcellos

        Sim, mas em nenhum momento eu falei que ele só tem talento.
        Disse que superou algumas fases pelo talento. Mas deixou de evoluir – e complemento que deixou de evoluir no nível da concorrência- depois de algum tempo.
        Repare que disse que ele é o menos esforçado ou focado no big 3. Mesmo assim é um cara esforçadíssimo, num nível que muitos de nós sequer imaginamos. Mas Nadal e Djoko são ainda mais.
        Acho que o acalento das multidões o foi “domando” e aplacando sua fome, depois que conquistou o que conquistou. Só que a concorrência vinha logo atrás e, depois de um tempo (por causa da idade e de muitos outros fatores) não deu pra ele retomar o terreno que perdeu.
        Comparar Federer de hoje com os outrosd dois é um tremendo despropósito, haja vista que notoriamente o suíço está no fim de sua carreira.
        Só pra deixar claro, acho que Federer, além do talento único, tem (teve) uma técnica quase perfeita em todos os fundamentos e aliou tudo isso a resultados totalmente expressivos e inventividade, com jogo vistoso…enfim, um pacote que encantou mais que qualquer um outro na história.
        Em tempo: Vi o suíço jogando ao vivo algumas vezes (entre 2014 e 2015 – queria ter visto antes) …ele é um gênio. Maluco, eu achei, às vezes, por ir à rede em momentos em que ninguém hoje em dia iria…e mesmo assim ganhava os ponto muito mais que perdia.

        1. Jose Yoh

          Acho que você tem razão em relação à Nadal e Djoko serem mais esforçados e realmente você não disse que Federer não era, sorry.

          Eu entendo que Federer se esforçou um pouco menos talvez para preservar seu físico para os momentos certos, na tentativa bem sucedida de prolongar a carreira. Com relação à evolução, creio que ele até tenha tentado diversas mudanças no jogo como a raquete ou uma esquerda batida na subida (que deram muito certo), mas faltaram alguns pontos mais importantes que mesmo com sua genialidade ele não foi capaz de melhorar – por exemplo a devolução. Estou certo que ele tentou porque ele sempre foi bem assessorado (embora às vezes pareça ser meio teimoso, rs).

  43. sander

    Dalcim, parabéns mais uma vez pela cobertura!! Fantástica!! Uma dúvida: Wimbledon tem automia para colocar no famoso “ranking da grama” quem eles quiserem? Por exemplo: pode ser possível termos como cabeça um e dois, respectivamente, Djovic e Federer (por terem sido os ultimos campeões e vice, posto que em 2020 o torneio não ocorreu)? Ou existem outros critérios objetivos que impediriam isso?

    Novamente, parabéns pela cobertura e graaaaaande abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      O ranking da grama não existe mais, Sander, e portanto agora Wimbledon seguirá estritamente o ranking da ATP. Houve sim uma época em que ele se dava ao direito de escolher os cabeças pela ordem que quisesse. O ranking da grama veio justamente para diminuir isso e funcionava mesmo com um ranking, levando em consideração o histórico nos torneios dos últimos dois anos. Abs!

  44. Daniel

    O que me parece mais notável, é que faltou pernas ao grego de 22 anos e o Djokovic de 34 ganhou, muito em parte pelo físico.

    Torci pelo grego, não gosto da arrogância do Djokovic, mas não tem como não admirar as qualidades desse monstro.

  45. Fernando Brack

    A segunda coisa mais importante que Djoko conquistou ao vencer Nadal na semi (a primeira, por óbvio, foi a vaga na final) foi compensar o vexame na final do ano passado. Em qualquer campo, mas muito especialmente no esporte, uma revanche robusta costuma fazer sumir o vexame anterior.
    Se o Brasil tivesse vencido a Alemanha de forma contundente num torneio internacional após aquele pavoroso 7×1, é provável que ninguém mais lembrasse do desastre na Copa de 2014.

  46. Mágno Lucas Sampaio

    Olá Dalcim! Sou fã de carteirinha do Blog, apesar de quase nunca comentar. Mas em um momento como esse seria impossível ficar em silêncio, primeiro para felicitar toda a equipe do Tênis Brasil, pela entrega com toda a certeza da melhor cobertura do Slam do saibro e particularmente a vc pelos textos primorosos que levam leigos como eu a compreender um pouco deste nosso esporte maravilhoso. Parabéns aos torcedores do Nole pela conquista fantástica e hercúlea, numa jornada como bem dito no título deste Post. Verdadeiramente obrigado por nós mostrar a cada texto, que é possível sim admirar e respeitar as conquistas daqueles que talvez não sejam os nossos prediletos, por fim fico sim admirado pelo seu trabalho incansável em analisar e responder os comentários, as vezes muito tarde como foi de domingo para segunda, quero externar o agradecimento à sua família, que o apoia e nos empresta vc por muitas horas nestes dias, obrigado, obrigado e que DEUS continue abençoando vc, seu trabalho, sua família e os planos para o futuro!!!

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pelas palavras, Magno. Sou um verdadeiro apaixonado pelo esporte em si e acho que temos de colocar cada herói em seu devido lugar. Chegar ao topo de qualquer modalidade exige um esforço incrível, em todos os aspectos. Abs!

      1. lEvI sIlvA

        Dalcim meu caro, andou distribuindo “carteirinhas” e não recebi uma…?!?!?
        Assim não pode, assim não dá…!!!!
        Brincadeira, Dalcim. Rsrsrs
        De fato, uma coisa é certa por aqui. Torça pra que for do Big3, a gente está sempre no site e no Blog.
        Como sempre, está de parabéns por toda a cobertura de Rolland Garros! Outra coisa muito legal, foi fazer o Placar comentado pelo Blog, já que o Placar Uol foi descontinuado. Todos nós, só temos a ganhar, sempre!!!
        Cuide-se por aí, Dalcim, sempre…!!!
        Abraço!

  47. Fernando Peixoto

    Para ser o melhor de todos os tempos, precisa ultrapassar Rafa e Federer em conquistas de grand slam. O US Open parece o desafio mais difícil. Aguardemos.

  48. Jonas

    Títulos mais “pesados” do Djokovic;

    1 – Roland Garros 2021: A SF contra a lenda Nadal foi histórica. Um dos feitos mais difíceis do tênis é vencer Nadal em Roland Garros, e além de conseguir isso, provavelmente esgotado mentalmente, Djokovic ainda foi capaz de bater o tenista mais talentoso de sua geração, poucas horas depois. Detalhe: o grego foi o jogador que mais venceu jogos no saibro em 2021 e é 11 ANOS mais novo que o sérvio.

    2 – Australian Open 2012: SF de tirar o fôlego contra o Murray, mais de 5 horas de jogo. Na final, uma batalha de 6 horas contra o jovem Nadal. Não há muito que comentar aqui, nunca vi um tenista se superar desta forma.

    3 – Wimbledon 2019: Talvez a final mais marcante da carreira do sérvio. Federer veio mordido naquele dia, disposto a deixar tudo em quadra, e deixou. O suíço teve o ponto do título, jogou demais…mas Djokovic não só se recuperou no jogo, como dominou as ações no tie-break final, levantando assim seu 16º título de Grand Slam, em cima do Octacampeão.

    4 – US Open 2011: SF marcante contra Federer. Djoko vinha de derrota para o suíço em Roland Garros há poucos meses. Além de derrotar o suíço nesta SF salvando match point, ainda dominou Rafael Nadal na final em um jogo histórico.

    5 – Wimbledon 2014: Mais um título em cima de Federer, na “casa” do suíço. Jogo dramático, Nole havia sido derrotado pelo suíço na SF de Wb 2012. Este jogo deveria ter sido mais rápido para o sérvio, mas o suíço se recuperou bem e foi perder no 5º set.

    1. Willian Rodrigues

      Prezado Jonas, se me permitir, salvarei um print desse texto.
      Exatamente essa a gradação que eu faço em termos de relevância das vitórias do sérvio.
      Abs

  49. Adriano Souza

    Dalcin, o Djokivic disse que prefere jogar 5 sets com os mais jovens . Seria uma estratégia para cansa-los?

    Não significa que ele não quis ganhar os 2 primeiros sets
    Mas como ele já foi mais jovem , ele sabe como funciona a cabeça dos caras? Jogam com todo o ímpeto nos 2 primeiros sets e por isso não conseguem sustentar o mesmo ritmo e ficam cansados a partir do terceiro set? Pode ser isso né ? Precisam de uma melhor preparação para sustentar o ritmo de 5 sets com o Big 3

    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que seja isso que ele quis dizer, Adriano. A dosagem de energia num jogo de cinco sets é muito específica e os mais experientes sabem conduzir isso de forma mais sábia.

      1. Luiz Fabriciano

        Mestre, acho interessante quando dizem que os jovens dão tudo em dois sets esquecendo que o jogo terá ainda, no mínimo mais três.
        Ou seja, perece opcional, mas não é.
        Veja, se um Tsitisipas ou o Musetti não dessem tudo em dois sets iniciais contra um Djokovic ou Nadal, tomariam um 3 x 0 tranquilamente, certo?
        Então, dão tudo, porque são obrigados e vão ao terceiro, tentando algo para ficaram vivos e quem sabe, fechar por ali, porque se permitirem o quinto, a cabeça vai embora e sem cabeça, ficam sem pernas também.

        1. Jose Yoh

          É isso aí, Luiz. Ninguém vai jogar economizando contra esses caras qualquer set. Eles exigem o máximo de qualquer um o tempo todo, não menos que isso.
          Por isso é comum que depois de uma vitória contra eles haja uma derrota na rodada seguinte. Haja físico e mental.

  50. Emilio

    Concordo que o “Goat” é uma questão de tempo. Mas apenas em parte. Para mim ele, com o que fez em RG, já é. Vide https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/2021/06/14/11-motivos-para-acreditar-que-djokovic-pode-fechar-o-golden-slam-em-2021.htm
    Alem do que o Dalcim falou, esses onze motivos já fazem dele o Goat. Mas se ganhar mais de 20 slams, a maioria vai estar convencida disto. Se ganhar o Golden slam, vai ser praticamente incontroverso.

  51. André Barcellos

    Só vi os dois primeiros sets e depois tive de sair para um almoço familiar.
    Então não sei como foi nem o que houve, mas Djokovic e o grego estão de parabéns, até onde vi.
    No fim o sérvio se superou de novo! Que físico e que cabeça!
    Virou três jogos nessa campanha, sendo dois de dois sets abaixo.
    Temos de reconhecer o número um, com mérito.

  52. João Guilherme Pinto

    Está nova geração sempre Amarela , vai ser superada não só pela geração anterior , como por uma nova geração de vencedores

  53. Luiz Fernando

    O grego subiu no meu conceito, não apenas pelo tênis mas pela lealdade e sinceridade, não atribuindo sua derrota a problemas físicos.

  54. Vitor Hugo

    Luíz Henrique, djokovetes e demais fakes do sérvio,

    Continuarei escrevendo o que penso sem me me importar ou me preocupar com que A,B, ou C pensam, então, parem de chorar!
    Moderador só tem UM e ele é responsável por liberar o q nós comentamos.

    Uma dica pra vcs: Se não gostam do que eu escrevo, é bem simples, não leiam! Só passar direto qd ver meu nome. Eu faço isso com 2 ou três e posso afirmar q funciona.

    1. Luiz Henrique

      Cada uma
      Vc que não aguentou as respostas
      Pule as respostas que te deram então, se não gostou
      Simples

    2. Alessandro Siqueira

      Vitor, hoje sua fala me trouxe à mente uma canção do Cazuza: O TEMPO NÃO PÁRA/PARA. E não para mesmo, viu? O tempo levou até o acento do verbo parar, que só grafei acentuado para deixar evidente o caráter inexorável do “chronos”. Então, nem tudo é sobre o que eu quero, penso ou acho. Há coisas que são, e ponto final. Ou aceitamos isso, ou vamos seguir naquela de IDEIAS QUE NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS.

      1. Vitor Hugo

        Vc falando também fica estranho, né ? E o fake q vc fez pra comentar nas páginas do tenisbrasil!? Pois é…

      2. Rodrigo S. Cruz

        O que o Vitor fez foi se passar por pessoas diferentes, em épocas diferentes.

        E sempre escrever CONTRA o Novak Djokovic. Nada além disso.

        O que é sujo é você postar com dois nicks ao mesmo tempo, um concordando com o outro, para desqualificar o participante da outra torcida…

        Coisa que NUNCA eu vi um federista fazer aqui.

        Mas aí não é conveniente você reclamar, claro…

        1. JHONNY

          ok criar fakes esporádicos pode não e problema criar fakes para rebater o outro no mesmo post isto sim é errado.

          Realmente SE ele cria estes fakes é uma coisa ridícula tao ridícula como criar fakes de tempo em tempos.

          Realmente quem torce pro Federer nunca fez isto? discutível afinal tem nicks ai que usam o mesmo vocabulário so mudam o nick, porém considerando que vc esteja certo, pior do que criar fakes para ficar dialogando entre si e ou rebatendo, e criar factoides como acusar o tenista de doping como acusavam o nadal ate a pouco tempo e agora começam a acusar o nole.

  55. Marcilio Aguiar

    Federer sem ritmo, começou muito devagar, mas melhorou o suficiente para fazer 2 x 0.

    Dalcim, como tiebreak é “outro jogo”. O bielorusso sacou muito no primeiro set e permitiu no máximo 2 pontos a RF em 6 games de saque (ganhou quase todos de 40×0). Já o Federer sacou o set inteiro sobre pressão, teve até BPs contra , entretanto no tiebreak o suiço fez o suficiente para ganhar de 7×4, em um cenário prévio totalmente favorável ao adversário. Isso deve-se somente à parte mental ou quais outros fatores envolvem o desempate?

    1. José Nilton Dalcim

      Ah, é um dos momentos mais mentais do jogo, Marcílio. Difere muito de um game normal, então acho que pesou a experiência menor.

  56. Vitor Hugo

    Hj o GOAT ROGER FEDERER, MELHOR E MAIOR DISPARADO DA HISTÓRIA, venceu sua partida em Halle rumo ao slam mais prestigiado da história.

      1. Paulo Almeida

        Se nem o Djokovic, maior e melhor jogador de todos os tempos, pode ser sinônimo do esporte em si, muito menos o terceiro melhor de sua época. A declaração desses dois e nada significam a mesma coisa.

        Continue se descabelando por aí que nós adoramos, freguês eterno duplo 40-15. ????

      1. Gildokson

        Tu nunca disse isso sobre o sérvio que até anteontem estava numa situação parecida em relação à RG.
        Aproveitador nato!
        Aí os 100% justos do blog não falam nada…

        1. Paulo F.

          É que agora surgiu o fato novo para isso.
          Seguem os velhos fatos:
          – O “GOAT” e gênio Federer nunca derrotou Nadal em RG. Nadal derrotou Federer em Wimbledon.
          Para que JAMAIS esqueçam.

  57. Luis

    Dalcim Djokovic parece cara legal apesar umas polêmica,como Nadal e’ super Atleta mas ainda fico com a Magia do Federer rs,o que Acha e favoritos na grama? Abraço

  58. Tiago Santana

    Bom dia, caro Dalcim!

    Parabéns por mais uma competente e empolgante cobertura de Slam. A leitura do blog se tornou obrigatória após as partidas. Sou torcedor e admirador de Federer e admito que já torci muito contra o sérvio (como é difícil torcer contra esse cidadão!), pois não queria ver os recordes de Roger quebrados. Porém esse Slam me fez ver Djoko com outros olhos. Sempre o achei um atleta fenomenal, apesar de não admirar tanto a mecânica de seus golpes, porém o que ele tem feito no esporte é algo inacreditável e vai além de “apenas” quebrar recordes. Acho que nossa torcida muitas vezes atrapalha a análise de forma isenta, e nos impede de apreciar a história sendo reescrita, por isso ontem tentei me despir do “torcedor” e apenas degustei a partida. Fiz bem. Sobre o tão debatido GOAT, me dói admitir, mas acho que não há mais dúvidas sobre quem é o maior no tênis. Vencer Federer em finais de Wimbledon por tantas vezes e ser o único homem a derrotar Nadal por duas vezes em RG demonstra o quão forte esse cidadão é, e com muita lenha pra queimar ainda! Acho que em breve, se é que já não devamos fazer, passaremos a comparar Djoko a outros grandes nomes de outros esportes, à exemplo de Hamilton, Pelé , Jordan, Ali, dentre outros fenômenos que transcendem a própria categoria esportiva e se colocam como reis. Por fim, apesar de todos os elogios torcerei bastante para que Roger ganhe Wimbledon novamente e que seja em cima desse monstro que é o Djokovic (rs). Forte abraço!

    1. welington

      Concordo plenamente contigo. Sou torcedor do NADAL, mas para mim não resta mais dúvidas: DJOKOVIC é sim o maior tenista da história. Ninguém atingiu o nível de competitividade alcançado por ele. O último grande feito acabou de acontecer nesse RG, subjugar NADAL em seu habitat natural. Não vejo mais condições de NADAL ou FEDERER alcançarem o nível do DJOKO, não dá mais tempo. E a nova geração de tenistas ainda não consegue fazer frente a ele, principalmente em torneios GS, e isso perdurará pelos próximos 02 anos (pelo menos). Acredito que ele vai destruir os principais recordes do tênis (os poucos que ainda faltam).

    2. Rafael Azevedo

      Boa, Tiago. É isso aí, mesmo. A paixão de torcedor nos tira a razão.
      Dói enxergar a verdade, mas quem consegue fazer isso, fica mais leve, depois.

  59. Jeferson

    Parabéns Dalcim pela cobertura e pelo blog.Que emoção ver Djokovic campeão,demais,inexplicável,sensacional,a cada titulo uma emoção diferente,Vamos Nole rumo aos recordes de Slam!!

  60. JHONNY

    Primeiro tenista na era profissional a ter pelo menos 2 taças de cada grand slan
    Terceiro tenista incluindo a e era amadora a a ter pelo menos 2 taças de cada grand slan
    Primeiro tenista a ter pelo menos 2 Taças de Grand Slan, ATP Finals, Master 1000.

    E novamente foi claro e objetivo ao dizer que esta em busca de fazer historia seja o tao dificil GRAND SLAN Real, e o ainda mais dificil Gold Slan, e caso ele consiga isto já termina 2021 com os 2 recordes que para mim coloca ele como GOAT (que mesmo sendo torcedor do nole eu ainda considero o Federer como GOAT).

  61. sandra

    Dalcim , não posso deixar de agradecer o carinho com que você nos trata, sempre respondendo dentro do possível nossas perguntas, ainda mais em tempo de pandemia que não podemos nos comunicar com frequencia com as pessoas presencialmente , só nos resta a internet, gostaria de saber se o big 3 com a idade dessa nova garotada já não ganhava grande títulos, a mentalidade deles já não era diferenciada?

    1. José Nilton Dalcim

      Tivemos grandes campeões precoces no circuito, como Wilander, Becker, Chang, todos na casa dos 17 anos, Sandra. E isso foi bem antes do Big 3. Entre eles, Federer é quem mais demorou para ganhar seu primeiro Slam, aos 23 anos.

      1. Luis

        Dalcime comentando o Assunto a Sandra tá sempre blog,alguns deram sumida o Brack voltou,o Lógico é engraçado FEDEX DEUS DO TÊNIS kkk,Luiz Fernando é legal e Rodrigo Cruz até o Paulo é kkk,ia perguntar se Nadal foi mais jovem se destaca no tênis profissional não lembro foi 19 anos? Lembro que pensava quem é esse menino que tá jogando de igual com Federer que já era maior da atualidade,Hewitt tem marca mais jovem número 1 com 18 anos acho,Abraço

  62. Paulo F.

    Dalcim:
    Obrigado, como sempre, de nos brindar com as tuas fantásticas crônicas acompanhando cada evento tenístico, em especial os majors.
    Confesso que nesta última crônica, fiquei particularmente emocionado com o senhor trazendo justiça e enaltecendo as qualidades de saibrista que Novak também possui, mas que são muitas vezes ignoradas.
    Um fraterno abraço, bom descanso para ti e a tua equipe e que possas se reenergizar para o crème de la cème do tênis: Wimbledon.

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Paulo, mas é duro descansar. Já temos dois 500 nesta semana, e depois o quali e sorteio de Wimbledon. Ritmo alucinante esse esporte. Abs!

  63. Rafael Azevedo

    “O ‘GOAT’ é uma mera questão de tempo”

    Muitos se admiraram quando Federer tomou o posto de GOAT de Sampras, apenas alguns anos depois de sua aposentadoria, e com uma certa folga, para eliminar quaisquer dúvidas.

    Mas, surpreendente ainda é ver alguém tomar esse posto do Federer ainda competindo no circuito.

    INACREDITÁVEL. Essa é a palavra que eu uso para descrever os feitos do sérvio.

    1. Luiz Henrique

      Isso é verdade. Embora se Sampras tivesse jogado até a idade do Federer, Sampras seria ultrapassado jogando tb (supondo que ele próprio não ganhasse mais)

  64. Maurício SP

    Bom dia, Dalcim. Roland Garros não divulga quanto correu cada jogador na partida? Seria interessante saber quanto Djoko, Nadal e Tsitsipas correrram nas semifinais e final, o Djoko geralmente consegue fazer com quem os outros corram mais.

  65. Jonas

    Não acho que o Tsitsipas insinuou algo, ele disse algo como “He came back to me like a different player”.

    Sim, é fato que o Djoko voltou mais preciso e cometendo menos erros. Alguém realmente acha q o Novak iria deixar o grego atropelar? Tsitsipas simplesmente admitiu isso. Se ele falou alguém além disso, não sei mesmo, mas por essa simples frase, não achei nada demais.

    O que percebi foi um grego extremamente puto na entrega do troféu. Cara fechada e acho q tem que ser assim mesmo. Particularmente não gosto quando o Djoko perde e fica lá sorrindo pro adversário.

    Mas o grego foi até respeitoso com o sérvio. Ele disse algo como “espero fazer pelo menos a metade do que você fez em sua carreira”.

    Sinceramente acho difícil. Quando o Big 3 parar, creio q haverá uma divisão maior entre os vencedores de Slam, mas o grego tem bola pra no mínimo uns 5 Majors, sem dúvidas.

  66. Abel Jr.

    Olá Dalcim.
    Você se fosse do staff do grego, não o aconselharia a não jogar Halle?
    Acho que após esta derrota seria importante dar uma segurada. Não pela derrota em si, más pelo restante da temporada já que o calendário dele dever ser um dos mais pesados no circuito.

    Vendo um debate em um vlog de tenis espanhol, um dos comentaristas disse o seguinte:
    ” Djokovic nunca será considerado pela comunidade européia o maior jogador de todos os tempos. É muito mais que números e a quadra. Todos sabemos que ele é sérvio e sabendo o quanto aquele país fez de mal, as pessoas não aceitam bem que um representante deles seja elevado a este patamar”
    Ele falou incluindo jornalistas e até tenistas nessa visão.
    Faz sentido que exista um repúdio a Djoko por causa de sua origem e do passado de sua pátria?

    1. Abel Jr.

      Apenas para corrigir:
      O vlog não é espanhol.
      Ele é argentino e se chama BATennis.
      Quem fez o comentário é Luciano Cabeiro e pelo que ouvi, treinou Anna-Lena Grönefeld e trabalha com jogadores de base hoje.

      1. Chetnik

        Esse palhaço poderia comentar quando os compatriotas dele lançaram “pretos e índios” para o fronte da guerra do Paraguai desarmados. Como bucha de canhão mesmo, para que morressem.

    2. José Nilton Dalcim

      O grego sabiamente se retirou, não teria sentido jogar já na terça-feira. Quanto à questão sérvia, é difícil ter uma resposta clara, porque cada pessoa reage de um jeito. Não vejo Djokovic preterido pelos jornalistas estrangeiros, por exemplo, ao menos nas publicações que mais costuma ler, ou seja, as norte-americanas e britânicas. Mas acho algo muito ruim se transferir a uma pessoa o eventual passado de toda uma nação, como talvez detestar alemães porque Hitler existiu ou abominar russos devido ao regime comunista. Mas o ser humano é estranho, então acredito mesmo que exista muitos casos assim.

      1. Abel Jr.

        1 Minha questão ficou velha em menos de quarenta minutos em relação ao Tsisipas.
        2 Concordo contigo e não consigo entender como pode existir tantas formas de preconceito e de como tal sobrepõe ao esporte e o mérito.

    3. LION

      Tenho uma triste notícia para a “comunidade europeia”: existe uma “coisinha” chamada REALIDADE, e ela não se dobra a mesquinharias de jornalista aloprado…

    4. Sandro

      O nome desse sentimento contra DJOKOVIC se chama RACISMO, PRECONCEITO, DISCRIMINAÇÃO… Afinal de contas, DJOKOVIC foi uma das maiores VÍTIMAS DA GUERRA nos BÁLCÃS, inclusive perdendo vários entes queridos nessa guerra e tendo sua vida atingida diretamente afetada pelas atrocidades da guerra.
      A Espanha sequer foi atingida ou passou perto desta guerra nos Bálcãs.
      Se fôssemos pela lógica do PRECONCEITO, é estranho a HIPOCRISIA de um Espanhol falar mal da Sérvia e refletir esse preconceito e discriminação racista a todos os sérvios, sendo que em termos de abusos a Espanha causou muito mais danos em nível mundial do que a Sérvia…
      Será que esse Espanhol esqueceu a BRUTALIDADE com que a Espanha invadiu os Impérios Inca e Azteca, estuprando, dizimando populações, condenando Incas, Aztecas e outros povos da América a trabalhos forçados em condições subumanas?
      Pela lógica desse espanhol HIPÓCRITA deveria o Nadal, então, ser muito mais odiado que o Djokovic, pois a Espanha foi responsável por atrocidades muito, mas muito mesmo, maiores que a Sérvia, e a nível MUNDIAL e não apenas local como na Sérvia.
      O fato é que nem Nadal, nem Djokovic podem sofrer preconceito e discriminação por guerras e abusos do passado e que eles não tem nada a ver com isso.

  67. José Felipe Pereira da Silva

    Dalcim mais uma vez parabéns pelo seu ótimo trabalho gosto muito.
    Tenho 3 questões que gostaria da sua opinião
    Primeira Ganhar Roland garros é muito difícil e desgastante tanto física quanto mentalmente, ainda mais da maneira que o Djokovic ganhou esse ano, apesar de o Djokovic ser completo e muito fort
    Você não acha que tendo 2 semanas apenas para wimbledon pode acontecer como 2016 ou é uma situação diferente?
    Segundo ele não deveria focar mais nas olimpíadas medalha de ouro? Considerando que olimpíadas é de 4 em 4 anos e Grand Slam todo ano tem.
    Terceira eu gosto muito do Djokovic e torço por ele.
    Acho que ele poderia ter 20 grand Slan se não fosse desclassificado no Us open de 2020, o que acha? Será que no final pode fazer a diferença esse uso open?
    Desculpa se ficou grande demais o texto e muitas perguntas.

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, o tempo será pequeno e por isso é tão raro se ver campeões de Paris ganharem logo depois Wimbledon. Quanto às Olimpíadas, é uma questão complexa. Tenderia a concordar com você, mas acredito que hoje um Slam e um Wimbledon pesam muito para Djokovic e ele não iria abrir mão estando em tão grande fase. Por fim, sim, acho que dificilmente o US Open teria escapado dele, mas não acredito que fará falta na contabilidade para os 20 ou 21.

  68. Marcilio Aguiar

    Eu, o torcedor e a realidade.
    Eu sou múltiplo como pessoa. Tenho uma história, uma família, uma profissão, uma paixão. Tenho direitos e deveres como todo cidadão. Por conter emoções eu torço, sofro, praguejo e comemoro. Por ser imperfeito eu peco, minto, distorço e maldigo.
    Por ser tudo isso me dou o direito de tentar, errar, acertar, modificar, refazer e perdoar.
    Por ser tudo isso eu só não me dou ao direito de fechar os olhos para a realidade que se escancara à minha frente.
    Enquanto estou em um estádio esportivo, ou em frente à tela da TV eu sou um torcedor por inteiro, uma entidade tomada por pura emoção, sem concessões à razão.
    Finda a peleja eu não posso continuar na cegueira, o torcedor se recolhe e a razão tem que prevalecer.
    Eu raramente consigo assistir a uma competição esportiva se não estiver na torcida por algum dos competidores. A partir do momento que não identifico pender para um lado eu não vou a campo ou desligo a TV. Para mim, a neutralidade não combina com o esporte (na política também, mas isso não é tema para o momento), a não ser que a sua profissão assim o exija.
    No tênis a minha preferência hoje é por RF (já tive outras no passado) e não vai modificar enquanto ele estiver em quadra, por todo o conteúdo do seu jogo, pelas suas conquistas e pela importância que ele tem para o esporte. Por consequência, sistematicamente, torço contra os seus principais rivais e nesse domingo não foi diferente. Naquelas quatro horas de jogo eu tive todos os direitos consagrados ao torcedor: fiquei nervoso, xinguei, aplaudi, tive esperanças, desanimei, sonhei comemorar e no final me rendi, mas jamais distorci.
    Finda a peleja, logo volto à realidade e esta me diz que até hoje não vi jogador de tênis com mais atributos que Djokovic.

    1. Marcilio Aguiar

      Prezado Dalcim, um sugestão:

      Seria possível implementar um botão de “edição” enquanto o comentário está aguardando moderação?

      Eu faço uma revisão antes de publicar, mas às vezes passa algum erro que somente percebo após publicado. Talvez não aconteça com os demais, mas comigo sim rsrsrs.

      Nesse texto que publiquei as 7:20, por exemplo, eu escrevi no Word com espaçamento entre os parágrafos, copiei e colei no espaço do Blog, entretanto o espaçamento foi eliminado e o texto ficou muito “embolado” sem a estética que eu desejava.

      Desde já grato pela atenção, por nos oferecer informações de qualidade e dar espaço para nossas opiniões.

      1. José Nilton Dalcim

        Utilizamos a plataforma da WordPress e infelizmente não existe essa possibilidade de edição pós-envio, Marcílio.

    2. Barocos

      Marcilío,

      Grande texto, sábio na razão e sábio na emoção, e sim, é preciso ser sábio para se deixar convencer pelos fatos, a despeito de quaisquer que sejam nossas inclinações, e é, igualmente, preciso ser sábio para tentar entender a alma humana e aprender a perdoar as suas falhas – as dos outros e as nossas também.

      Saúde e paz.

    3. Luiz Fabriciano

      Prezado Marcílio, concordo plenamente com você no quesito “torcedor”.
      Jamais consegui me concentrar em um esporte onde não havia no mínimo empatia com um esportista. A neutralidade para mim não existe.
      Há os que dizem que somos torcedores do tenista, falando do tênis especificamente, e não do esporte tênis.
      Não contesto os argumentos de quem assim acha, mas eu, preciso de alguém para torcer.
      Acontece assim na F1 atualmente. Não a acompanho mais. Especialmente depois de sofrer muito com a retirada de Senna e a falta de títulos de Barrichello.
      Massa não conseguiu tirar aflição de mim.
      Grande abraço.

  69. Vinicius Souza

    Dalcim, não seria melhor para os jogadores se a distância entre roland garros e wimbledon no calendário fosse maior? E será que um dia veremos um masters 1000 na grama?

    1. José Nilton Dalcim

      A distância atual é de 3 semanas, uma a mais do que costumeiramente foi. Apenas encurtou neste ano devido ao recuo de Roland Garros.

  70. Aurélio Passos

    Grego perdeu match point em Barcelona contra Nadal, jogando muito mal o match point. Agora, perdeu de virada.
    Apesar de já ter vwncido Nadal e Nole mais de uma vez (e de já ter vencido um Masters 1000), tem que tomar cuidado pra não seguir outro “jogo vistoso” de backhand de uma só mão, o Dimitrov…

  71. Chetnik

    Não vou falar muito hoje. Uma Força da Natureza…

    Talvez seu maior título. Eu só não sei se ele venceu o título de mais winners hoje que, como todos sabemos, é o mais importante.

    Por fim, alguém pode me responder as seguintes perguntas?

    Quantos títulos de RG o Federer tem?
    Quantos títulos no saibro o Federer tem?
    Quantas vitórias sobre o Nadal no saibro o Federer tem?
    Quantas vezes o Federer venceu o Nadal em RG?
    Federer já venceu todos os títulos importantes de saibro? Derrotou o Nadal em todos eles?
    Agradeço desde já.

    PS: Grande Pessanha…mais uma derrota em final do Aliassime…me esclarece uma coisa…o seu principal critério de torcida por jogador é a fraqueza mental? Quanto mais fraco melhor? A tua sorte é que você é flamenguista rs.

    PS2: Tsitsipas é intragável. Sempre com esses ataques passivos-agressivos. Não foi o primeiro. Me lembra um outro senhor de backhand encurtado…além de tudo é hipócrita, porque é o jogador que mais vai ao vestiário no circuito. E é sujo também, sempre tentando enganar o juiz apontando para marcas erradas. Esse aí vou sempre torcer contra.

    1. Carlos Henrique

      De sujo eu não sou capaz de taxar o grego, sempre vou dar o benefício da dúvida. Mas é fato que ele já apontou para marcações erradas ao menos um punhado de vezes, inclusive, nessa final.

    2. Fernando Brack

      Chet, para um nolista, vc quer saber coisas demais sobre Federer. Tem certeza que vc não é federista?

  72. Marco

    Mestre Dalcin,

    Duas perguntas para vc:

    1 – Em que escalão coloca essa conquista do Djokovic dentre seus outros recordes (Pergunto como pacote completo, a vitória sobre o nadal, virada na final, título de RG e ser o único a ter dois do mesmo slam)?

    2 – Em que ranking colocaria o sérvio dentre os saibrista na história?
    Pergunto isso pq pra mim ele é o terceiro melhor da história deste piso, atrás apenas de Nadal e Borg, sendo o segundo se a gente contar apenas a era Moderna (já que fazer uma comparação com o Borg é um pouco complicada).

    Desde já agradeço e o parabenizo pelo blog.

    1. José Nilton Dalcim

      Duas questões bem difíceis. Acho que a conquista de Wimbledon-2019 foi extremamente especial e acho que manter a coroa no Australian Open deste ano após o que aconteceu no US Open de 2019 teve um papel ímpar para ele. Mas somadas as dificuldades talvez possamos mesmo considerar este como o seu maior título devido à façanha da semi. O ranking do saibro é complexo devido às eras tão diferentes. Acho que ele está certamente entre os cinco maiores, se pensarmos no conjunto da obra. Temos Lendl e Guga no mínimo para incluir ali, com tri em Roland Garros e outros feitos importantes no saibro europeu, sem falar em Vilas.

  73. Marco

    O mundo do Tênis em geral há mt tempo escolheu o seu cavalheiro de armadura brilhante e capa branca para ser o herói do livro que retrataria a sua história no século XXI.
    Esse cavalheiro, de origem agradável para a casta mais tradicional do mundo do tênis, abrilhantou o jogo e deu a este público o que eles tanto queriam.

    Pouco tempo depois surgiu um anti-herói, esse novo protagonista da história do tênis era espanhol (país que já vinha fazendo tradição no esporte), não possuía as qualidades estéticas e de gosto do público mais tradicional, entretanto, foi ganhando destaque no livro ao ponto de subjugar o grande herói com um estilo brigador, incansável e determinado. Uma parte do “público” o odiou, o chamou de dopado e anti-tênis, mas aos poucos a dicotomia de estilos para com o herói de armadura brilhante fez grande sucesso e este anti-herói se tornou bem querido por uma parte diferente do público.

    A “guerra” iria começar, qual o personagem seria o melhor, teria feito coisas maiores ao fim do livro?

    Porém, o mundo é cheio de surpresas, quis o destino que surgisse um outro personagem nessa história. Tal personagem era totalmente diferente dos outros dois, seja em sua forma de joga, seja em termos de personalidade. O personagem, cuja origem sérvia não ajuda para com aceitação por parte do público tradicional (e também imprensa no geral), foi crescendo e ganhando destaque, ao ponto que que o público fez o anti-herói espanhol se tornar um mocinho da história para que o sérvio sozinho viesse a ser o anti-herói.

    Quem ganha incomoda e o personagem sérvio de origem humilde e comum, foi subindo o Olimpo do Esporte nas custas de vitórias contra os protagonistas do livro. O público passou a se perguntar como era possível que o herói perfeito e aquele que até mesmo subjugou e se tornou seu herói não pudessem vencer aquele jogador espontâneo e que mais se parecia com o que é ser um ser humano em termos de comportamento.

    A moral da história é que, como disse o Sareta, o Djokovic incomoda pq vence e incomoda ainda mais por que vence aqueles que o “mundo tradicional” do tênis tinham escolhidos para serem os melhores. Paralelo a isso, a origem e a personalidade do sérvio incomodam, é diferente ser aceito sendo um suíço ou espanhol a ser um sérvio.
    Ainda, Djokovic não é um “dever ser” que fica na cabeça do público em geral como sendo o Federer, tampouco é o Nadal (embora nutra com este certas semelhanças), mas Djokovic incomoda ainda mais pq ele é o mais humano dos tenistas ao mesmo tempo que ele é o mais “divino” deles, seja em comportamento, feitos ou capacidades.

    O que resta saber é quanto tempo essas pessoas vão perder tempo não apreciando e o reconhecendo como o seu grande campeão, espero que não demore.

    1. Luiz Fabriciano

      Não assisti a transmissão pela BAND porque prefiro o Sportv, mas já li em diversos lugares sobre isso que o Saretta falou.
      E ele está certo.
      Enquanto o garoto Novak Djokovic servia apenas como diversão para alegrar a realeza e seus súditos, provocando risadas e bons jogos, era querido.
      Mas, quando ele começou a reclamar seu lugar, sua popularidade e aceitação caíram.
      Porém, justiça seja feita, seu comentário diz muito e ele cativa pessoas que o enxergam como deve ser, em todo o mundo.
      Nosso manezinho da ilha é apenas um exemplo delas.

  74. Rafael Novato

    Belo texto como sempre, como é bom ler alguém que entende muito do esporte e tem análises sóbrias sobre os atletas. Por mais que eu seja só um fã casual e recente desse magnífico esporte, me cansa toda essa briga de factóides sobre quem é ou será o Goat puxando coisas que acontecem fora da quadra ou pelo jeito de ser ou de jogar de cada atleta. Por isso sempre temos que elogiar quem faz análises sensatas, sem apelar para preferências de estilo, saudosismos ou o tão subjetivo carisma. Agradeço a cobertura de mais um Grand Slam excepcional feito de maneira sublime pelo site, e ainda mais pelos seus textos Dalcim, mesmo que eu não me manifeste nos comentários, sempre que estiver escrevendo por aqui, estarei disposto a ler e aprender com suas palavras.

  75. Flavio

    Mestre Dalcin, desculpa mas discordo de uma parte de você ,ok está certo que o Djokovic é um grande campeão e mereceu hoje pois mostrou + uma vez que em finais de Slam são muito acima dos demais, mas pra mim hoje foi o panaca cabeça de vento do Tsitsipas que entregou para o Djokovic, porque a incompetência do grego hoje foi grande de+ porque ele caiu facilmente no jogo do sérvio quando ele esfriou o jogo inteligentemente no terceiro set como já havia feito com o Thien no AO lembra-se? Pois é ele fez isso e deu certo de novo e conseguiu controlar e o que fez o imbecil Tsitsipas ,ou seja nada então deveria ter feito o mesmo no quarto ou quinto set e esfriar o jogo, mas não continuou e foi pirando de forma juvenil e aí aconteceu o que todos nós vimos,embora seja um bom jogador ficou evidente que o Tsitsipas é muito fraco mentalmenre e nunca ou melhor qualquer um deles (Tsitsipas,Medvedev,Zverev,Thiem ou outro) vai ganhar slam enquanto o big 3 estiver competindo, porque com uma vantagem de 2×0 em final de Slam a favor de Nadal,Djokovic e até mesmo do Federer eles não perderiam nunca essa chance e olha que o grego tinha a maioria da torcida a favor. Agora meu caro Dalcin haverá Winbledom e Usopen que ficará mais uma vez entre um dos 3 grandes, pois depois da pipocada feia do Tsitsipas hoje percebi que qualquer um dos três se chegar à final vai ganhar de novo pois o mental e a gana de ganhar deles é muito forte,e a nova geração não tem forças mentais contra eles concorda Mestre?Abraços.

    1. José Nilton Dalcim

      Wimbledon ainda me parece terreno para os experientes, Flávio. Mas tudo depende da chave, já que novamente poderemos ter o Big 3 todo de um lado ou principalmente Djokovic e Federer, o que deixaria novamente uma brecha para a nova geração.

    2. R.P.

      “Esfriar o jogo” é fazer uso do direito de vestiário entre os sets? Se for, acho q o colega não assistiu o jogo pois Tsitsipas além de ir ao vestiário após começar a tomar sacodes do Djoko, ficou “esfriando” com o fisioterapeuta uns bons minutos.

  76. Arthur

    Puro chute, Dalcim, mas eis minhas previsões sobre aposentadoria do Big 3 daqui pra frente:

    1 – Federer: Vai depender do WB deste ano. Se ganhar, continua pra tentar outro ano que vem. Se perder, aposenta no final do ano;

    2 – Nadal: Vai depender do RG do ano que vem. Se ganhar, estica até 2023. Se perder novamente, aposenta no final de 2022;

    3 – Djokovic: Não aposenta antes de 2024, no mínimo. Ainda mais com essas novas, novíssimas e “ultra-novas-estalando-de-novas” Generations, que são simplesmente inoperantes e incapazes de tirar um Slam dos caras.

    Mesmo que não ganhe mais nada este ano, claramente o sérvio tem gás pra ganhar pelo menos mais um Slam por temporada (especialmente o AO). Se – e ressalto aqui o SE – ele passar 2022 E 2023 sem ganhar nada, aí acho que parte pra aposentadoria em 2024, onde, claramente, vai continuar a ganhar dos meninos 20 anos mais moços nos jogos de cinco sets graças ao seu melhor físico (risos – *contém ironia).

    Um abraço.

    1. Fernando Brack

      Arthur, suas previsões não contemplam (e nem poderiam) o fator físico, incluindo possíveis lesões.
      Federer pode se aposentar logo após este WB, mesmo que ganhe, se sentir nova lesão nos joelhos.

      1. Arthur

        Sim, claro, Brack.
        As previsões que fiz são obviamente nas condições normais de temperatura e pressão.
        Se houver lesões mais graves, Federer e Nadal se aposentam ainda este ano, eu acho.
        No caso do Djokovic, dependendo do tempo do afastamento, acho que ele ainda arrisca uma volta pra ver qual é (eu também arriscaria, já que desses bebês chorões das novas gerações ele ganha até jogando de muleta).

        Um abraço.

  77. Rodrigo Figueiredo

    O PARTIZAN EM PARIS

    Novak Djokovic, um nome a ser repetido em exaustão. Hoje, com a glória absoluta, nome mais exaltado do que rechaçado. Sobressaltado, me pergunto: como explicar a força desse sérvio? Como expressar um fenômeno tão poderoso em palavras?

    Começo com o trivial: aos 34 anos de idade, Djokovic insiste em ser o número 1 do ranking da ATP; insiste, também e principalmente, em ser o vencedor dos torneios mais importantes do esporte, os Grand Slams.

    Djokovic é muito mais odiado do que amado. Nós, que torcemos para ele, não devemos nos enganar quanto a isso. Ele, acredito, há muito não se engana mais. Raras foram as oportunidades em que Nole teve a torcida a favor nas finais e jogos importantes dos maiores torneios. Muitas são as explicações possíveis para isso – talvez muitas dessas explicações tenham nos sido apresentadas nas últimas duas semanas. Se no Australian Open desse ano Nole incomodou muito ao ser campeão depois de ter sido posta em dúvida a sua permanência no torneio por uma lesão, nesta edição de 2021 de Roland Garros, por sua vez, o sérvio incomodou ainda mais. Como todos já sabemos, ele fez algo único nesse torneio, único até mesmo os seus padrões de excelência: venceu o maior jogador da história do saibro e, em seguida, sagrou-se campeão em uma. Até aí, tudo bem, vocês podem me dizer: só isso, sua glória, não basta para explicar a razão para esse tenista balcânico gerar tanto incômodo.

    Pois bem, trato de complementar a resposta, correndo o risco da fraqueza das palavras frente à força dos acontecimentos. Djokovic literalmente abalou as estruturas do esporte ao fazer o que, antes, parecia impossível, quase impensável. Federer, aquele que até hoje ostentou (para alguns ainda ostenta) o posto de maior tenista dessa geração, jamais fez parecido e jamais o fará. Não quero, com isso, desmerecer o tenista suíço – suas conquistas e sua popularidade falam por si só. Mas é preciso ir além do óbvio. O herói Federer, como qualquer herói, precisava do seu antagonista – não se enganem seus fãs que pensam que teria sido melhor se ele tivesse, sozinho, reinado com 30 slams. Nadal, por um tempo, cumpriu muito bem essa função; foi um belo vilão, com um estilo de jogo oposto, dominante no saibro, com um jogo baseado na força física. Mas se ele tão bem cumpriu tal função por um tempo, e se é ele o jogador que efetivamente mais atrapalhou a carreira do suíço, por que então o odiado se tornou Djokovic?

    Parece ser, afinal, porque Djokovic ostenta características que fazem dele o exato oposto dos dois. Ele, em sua ascensão meteórica de 2011 para cá, firmou-se como algo improvável; um convidado não grato que faz terra de uma bipolaridade enfadonha; um estranho que traz uma faceta a mais, como se fosse o terceiro vértice, fazendo daquilo que era uma linha um objeto estranho, inexistente na natureza: o triângulo. Djokovic não tem um comportamento de número 1 (é o que eu lia em 2011, dos fãs dos dois membros da dupla). Diziam: ele grita demais, quebra raquetes, seu box é indecoroso e seu pai é patético. Como aceitar esse estranho? Simples, ele não será aceito.

    Assumindo tal fato, e acredito que ele já assumiu, Djokovic teve a possibilidade, como o antagonista, de cumprir sua sina: receber vaias, torcida contra, críticas absurdas, e, diante disso, fazer o que toda a grandeza faz, o que ela sempre está destinada a fazer: se alimentar da dificuldade. Ninguém mais do que Djokovic, em qualquer esporte eu arriscaria, foi capaz de se alimentar tanto da hostilidade e dos problemas enfrentados. Desde a guerra na infância, passando pelo enfrentamento da geração dos maiores da história, chegando ao ódio xenófobo às suas origens e às suas controversas opiniões – Djokovic é o avesso. O avesso da ordem estabelecida do tênis. Sendo avesso, ele é aquele que vira partidas impossíveis, que “joga feio”, que escandaliza. Dono de físico portentoso, ele fez da hostilidade do seu corpo uma força: passou a ser dono do maior físico do circuito, quando, movido pela ânsia de ser maior, decidiu mudar a sua alimentação.

    É por isso que, hoje, ainda extasiado com o feito do partizan em Paris, termino falando disso que liga o avesso Djokovic aos anseios da sua pequena e barulhenta torcida. A ânsia pela glória, a vontade irremediável e assumida de ser o maior e melhor. Nole não nega mais, não desmente; está em sua cara, em sua feição extremamente concentrada: ele só vai parar quando for o maior. Para muitos, um horror. Como alguém pode querer ser o melhor, como alguém pode jogar pelo sucesso, pela história? Nole o faz, tal como faziam os grandes imperadores romanos, tomados pela cobiça, pela inveja, pela ira. Aqueles que constituíram a maior civilização da história do Ocidente pareciam, então com o atleta de tênis Djokovic – eles sempre queriam mais, e não hesitavam em fazer o necessário para consegui-lo.

    Para muitos deles, o fim era trágico. Para Nole, ainda não. Odiadores: por hora, o avesso é vencedor. Para nós, que o amamos, o avesso no topo mostra ainda algo mais. Mostra que o errado e incongruente pode vir a ser o certo. Djokovic mostra que com uma vontade absurdamente tenaz, com a disciplina e o foco próprios de um “além do homem”, é possível deixar, mesmo que por momentos, de ser homem, e ser algo mais. A dieta, o físico, o cuidado consigo mesmo. Djokovic nos ensina e nos inspira.

    Obrigado, Nole. Mais uma vez, pela segunda no ano, pela décima nona na história: Veni, vidi, vici.

    1. Luiz Henrique

      Gostei muito do texto, só acho que esse papo das origens, xenofobia blá blá uma baboseira e um drama total
      Mas de resto, concordo

    2. Fernando Brack

      Não é por nada, Rodrigo, mas acho que vcs nolistas criam um enredo dramático demais com essa coisa de ódio ao Djoko.
      Não acredito que alguém o odeie. Quando muito, antipatiza com ele, o que é absolutamente normal no esporte.
      Quem entende um mínimo de tênis sabe a dedicação exigida para se destacar no esporte. Não faz sentido algum odiá-lo.

  78. Helena

    Esses títulos são muito bons, sempre um show à parte. Agora espero o nobre colega Periferia fazer alguma alusão a Ícaro e ao grego que se deslumbrou com o alto que chegou.

    Quero deixar os parabéns a todos os demais fãs do Nole, que dia!!! Que torneio! Que vitória! Melhor seria se esse jogo tivesse sido uma semi e contra o Rafa a final, com certeza foi um jogo que me marcou mais. Ano passado foi um ano muito duro com a eliminação no US Open e a derrota acachapante para o Nadal. Quem não o acompanhava tão bem imaginou que ele poderia ruir, mas quem segue o Nole há um tempo sabe o quanto ele estava determinado a dar essa volta por cima. Meu maior medo do jogo de hoje era que ele entrasse menos ligado após a catarse com a vitória sobre Nadal. Enfim, vitória mais do que merecida. Seria extremamente frustrante perder a final após fazer o mais difícil.

    Deixo minhas saudações em atraso para os fãs do Rafa. Que maravilha de competidor! Não vejo razão alguma para desespero, Rafa sempre encontrou um jeito de voltar ao pátio das vitórias. Ainda espero muitas conquistas dele. Enfim, deixo os parabéns pelo belo torneio e a certeza de que não há motivos para preocupação.

    Iria falar sobre o grego e que apesar de ter levado uma derrota após abrir 2 sets, algo sempre muito duro, que tinha feito um papel digno. No entanto, após o papelão na coletiva espero que aprenda que perder faz parte do esporte e que respeitar os colegas de profissão é algo importante para a qualidade como ser humano.

    Voltando a falar sobre coisa boa, após RG, somos brincados com Roger Federer já na segunda de manhã. Maravilha!

  79. Alexandre Monteiro

    Salve Dalcim,
    Por favor receba um grande abraço aqui da Australia. Antes de mais nada queria me desculpar com voce. Recebi o seu livro ha mais de dois anos e nao tive a cortesia de te agradecer. Espero sinceramente que voce possa me perdoar.

    Voce e a sua equipe estão de parabéns pela cobertura de RG, mas o que mais me impressiona e a sua capacidade de inspirar outras pessoas a escrever e tentar, de certa forma, ser elegante e ao mesmo tempo poético na forma de se expressar. E muito legal ver que inteligência, bom senso e sensibilidade ainda sao coisas que podem motivar intensamente as pessoas. Inspiração!! E voce tem feito isso lindamente. Meus parabéns.
    Fica a minha sugestão, ainda como uma forma de me desculpar, para que voce escreva um livro com as estórias do seu blog! Possivelmente falando da evolução dos seus fans na forma de avaliar e entender de tênis e como isso, eu tenho a certeza, acaba por influenciar a sua própria maneira de de escrever e se relacionar como o que faz. Entre eles, os seus fans, eu humildemente me incluo. Sou mais um que nao pode perder os seus comentarios após as partidas e aprendo um pouquinho mais após ler cada um deles.

    Vida longa e muitas felicidades a voce!
    Abcs.

    1. José Nilton Dalcim

      Mais do que desculpado, Alexandre! Importante é que você tenha lido e gostado. E obrigado pelas palavras, são sempre um incentivo quando chegamos num final de Slam extremamente cansados. A ideia de reunir alguns artigos já está plantada. Fique certo que os parceiros aqui do Blog ajudam muito. Abração!

  80. Rodolfo silva

    Sempre recordo a tristeza do Djokovic nas olimpíadas, chegou às lágrimas ao perder a medalha de bronze para o Delproto.
    Nesse momento vi o quanto ele era especial e um impressionante competidor .

    1. Luiz Fabriciano

      E imagine o mesmo drama, novamente ao perder do mesmo Del Potro ainda na primeira rodada na última olimpíada?

  81. Barocos

    Este comentário eu dirijo a todos os foristas que acusam o jovem grego de lançar dúvidas sobre a integridade do sérvio: vejam e ouçam a entrevista original, não repitam os comentários levianos, tão comuns nos dias de hoje, que abundam nas redes sociais. Façam-no sem prejulgamentos. Não vi nada de anormal no comentário dele.

    Saúde e paz.

  82. Sérgio Ribeiro

    O Post retrata com extrema felicidade a realidade do Circuito. O Sérvio prova a cada momento que está a frente do seu tempo. Quem ama de verdade esse maravilhoso Esporte não tem muito o que discutir. Novak Djokovic é de longe o maior e melhor jogador do momento. Até gosto pessoal tem limites. ABS !

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Não poderia deixar de agradecer o Post de alguém que admiro desde sempre . O verdadeiro dono da “ Turbinada “ Romisetta . A que está a venda modelo 1959 , Vermelha , por 70000, 00 reais no Mercado Livre é fake ! Ela vale muito mais rs . ABS !

    1. José Nilton Dalcim

      Vamos ver primeiro como ele se sai em Halle. Tênis ele tem de sobra, e se adapta muito bem. Mas o ritmo, a confiança… Temos de checar.

  83. EDVAL CARDOSO

    Se a população brasileira mantivesse um distanciamento social igual os torcedores do Federer e do Nadal fazem dos comentários aqui do blog quando Djokiller ganha um majors, essa pandemia já teria sido controlada há tempos.
    Principalmente certo cidadão aí que chama o Djoko de bagre.

    1. Paulo F.

      Edval, tá difícil ppara secar o hômi.
      E o bicho virou sádico – quando já estão soltando foguetes e gritando “chupaaaaaa Cotonete fdp!!” o mito sérvio vai lá e tranca a goela dos haters.

  84. LION

    Essa geração de snowflakes acha que pode sair por aí fazendo as calúnias que bem entendem como se não fosse nada. Entendem agora porque o Medvedev quis dar uns “cascudos” nesse fulano?

    1. Carlos Henrique

      De fato, declaração lamentável do grego.
      Tênis tem de sobra, mas caso se enverede por essa via tortuosa acho pouco provável que dê o passo seguinte rumo aos troféus de Grand Slam.

  85. Murilo

    Desde 2011, Novak Djokovic venceu 18 Slams, 31 Masters, 4 ATP Finals e já tem garantidas ao menos 328 semanas como #1. Nesse mesmo período, Nadal e Federer, juntos, venceram 15 Slams, 28 Masters, 1 ATP Finals e somam 132 semanas na liderança. Li isso hoje em um comentario, é verdadeira essas estastísticas Dalcim???

      1. Alessandro Siqueira

        Dalcim, vi que o Nardini postou um gráfico de evolução dos slams e, a partir do gráfico, fiquei curioso no desenrolar das coisas pós 2011. Com isso fui até a página da ATP e também na Wikipedia para apurar o que foi feito desde a ascensão do sérvio. Acredito ter feito a apuração correta, tanto que postei aqui logo após a divulgação de seu texto. Se tem algum equívoco, é do tipo culposo. Apesar da torcida pelo sérvio, não iria distorcer números de forma deliberada.

        1. José Nilton Dalcim

          Eu confiei plenamente no seu levantamento, tanto que foi publicado, Alessandro. São contribuições como a sua que enriquecem o Blog. Abs!

    1. Aurélio Passos

      O Federer se impôs para ficarem lembrando dele nesse tipo de estatística, mas ele superou o normal, o que rle conseguiu depois de 35 anos é absurdo. Então, somar coisss do Nadak com Federrr é injusto pra mim.

    2. Luiz Fabriciano

      É bem fácil.
      Se ele tem agora 19 e o único antes de 2011, o primeiro foi na Austrália em 2008, então, de lá para cá, 18.
      Falando apenas de GS.

  86. Denis

    Dalcim, primeiramente parabéns pela EXCELENTE cobertura do blog e também de todo o Tênis Brasil em mais esse grand slam. Show de informação e conteúdo ao longo das duas semanas, com agravante de ainda trazer em paralelo a cobertura do torneio de Stuttgart (com mais um vice do Aliassime e título brazuca nas duplas) e demais torneios menores que envolviam os brasileiros.

    Em segundo lugar não sei se todos viram, mas o Stef fez um texto bem emocionado no seu Instagram informando que sua vó faleceu alguns poucos minutos antes do início da partida. Imagino como estava a cabeça do garoto durante todo o jogo.

    Por último, com essa vitória de hoje, alguma chance de mudança na liderança do ranking antes do US Open?
    Abraços

    1. José Nilton Dalcim

      Não fiz análise do ranking, Denis. Está um pouco mais complexo por causa das regras novas. Em breve vou dar uma avaliada, prometo.

  87. Fernando Brack

    E agora, hein, José? Vem aí o calendar Grand Slam do Djoko? E junto o recorde de Slams?
    Acho que ele chega babando em WB. Vai ser difícil pará-lo nos demais big titles este ano.

  88. LION

    Na realidade , o Djokovic é um baita de um bonachão, um sujeito boa praça. Se fosse eu, por exemplo, além de não dirigir-lhe mais a palavra, daria uma resposta bem atravessada ao Tsitsissy, do tipo “o que aconteceu após o vestiário foi que eu sou muito melhor do que você, que não ganhou p..nenhuma ainda”, uma resposta bem ala Romário. Tem que ser “amiguinho” de ninguém, não.

    1. Carlos Henrique

      Se o Novak nunca descascou um certo australiano fanfarrão daí se tira que não daria tal resposta ao grego.

  89. Adriano Souza

    O pai do Fedal vai bater todos os records
    O cara evoluiu tecnicamente
    Começou a variar um pouco mais as jogadas
    Sabe ler o jogo do adversário como nenhum outro jogador . Taticamente e tecnicamente está bem melhor depois dos 30 anos .

    Resta aos torcedores do Fedal só a lamentação e choro

  90. Paulo H.

    Dalcim, duas dúvidas:
    1) Você acha que o Federer se aposenta após o US Open desse ano?
    2) Se em 2022, o Nadal for eliminado nas quartas ou oitavas de RG, ele pode ser tentado a abandonar o tênis, considerando seu histórico de lesões?
    Acho que só o Jimmy Connors continuou jogando durante tanto tempo mesmo sem ter grandes resultados nos slams, passando a disputar torneios equivalentes ao ATP 250 de hoje e não sei se o perfil do Big 3 se encaixa nisso, uma vez que cada um parece se alimentar da carreira do outro, sempre em busca de mais e maiores recordes.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que depende de suas condições físicas, Paulo. Não, não os vejo jogando torneios pequenos só para esticar carreira.

        1. Luiz Fabriciano

          O Busta não venceu. Djokovic foi desclassificado, deves saber muito bem por que.
          Isso é completamente diferente. Fico admirado de ainda pensar assim.

          1. Maurício SP

            Ser desclassificado é o pior tipo de derrota. Tem todos os efeitos da derrota, inclusive nas estatísticas oficiais e h2h, além de outros mais. É só olhar no site da ATP quem foi o vencedor e quem foi o perdedor da partida. Se o jogo do adversário te faz perder a cabeça a ponto de descumprir as regras básicas do torneio, não tem como dizer que não houve derrota. Mas vi que depois ele venceu o Busta em RG, então deve ter se recuperado.

          2. Luiz Fabriciano

            O problema é que você distorceu todo o conceito que tu mesmo criaste no começo.
            Você disse que estava difícil derrotar o homem em 5 sets, lembra-se?
            E completou dizendo que só mesmo o Busta.
            Ele saiu derrotado do US Open, porém, não pelo Busta, por sua desclassificação, que aconteceu após o último ponto do PRIMEIRO set.
            Estatisticamente ele perdeu o jogo, o prêmio, os pontos etc.
            Mas não perdeu em melhor de 5 sets para o espanhol. O jogo foi interrompido por um ato disciplinar. Um foi eliminado e outro avançou à rodada seguinte.
            Saudações.

  91. Adriano Souza

    Já vi o Nadal indo ao vestiário algumas vezes (Inclusive no jogo contra o Djokovic , ele foi no vestiário. )

    O Tsitsipas foi no vestiário e pediu atendimento médico

    Mas as Federetes saltitantes só falam do Djokovic

    1. Luiz Henrique

      Normal, vc n se acostumou com isso ainda?
      São os reis do mimimi
      Na época que era o Nadal q incomodava mais, ganhava pq a quadra era lenta (qdo não comentários mais absurdos, do tipo que uma certa pessoa fez hoje tb
      Agora com djokovic tb inventam mil baboseiras
      Vai ver djoko ganhou pq Shapovalov não jogou o torneio, kkkkk

  92. Paulo H.

    E não poderia ser sem drama, a final que parecia já ter sido definida na SF contra o Nadal. Somente Novak Djokovic, para renascer das cinzas e fazer uma nova partida a partir de um 0x2. O grego (e todos que jogam contra ele, para ser mais justo) começou a apresentar os sinais do desgaste físico de correr durante mais de 4 horas, de um lado para o outro, para a frente e pra trás, daquele modo sufocante que seus adversários tão bem conhecem.
    Concordo que o Tsitsipas é um fortíssimo candidato a conquistar 3 ou 4 RG, depois da aposentadoria do Big 2 e até por isso, não gostei de sua atitude depressiva, sem sorrir em nenhum momento, nem para agradecer à festiva torcida grega que veio empurra-lo durante a partida. Para se tornar um vencedor, tem que saber perder também, entender melhor as derrotas e aprender sempre.
    O público francês, que deixou as arquibancadas antes da premiação, também foi deselegante. A verdade é que o Djoko vai pavimentando o seu lugar na história, como detentor de todos os recordes do tênis e o tempo fará um melhor julgamento sobre seu comportamento e personalidade, muito espontâneos, mas que desagradam grande parte do público que prefere alguém mais contido. O mesmo público que não respeita os tenistas, gritando na hora do saque e comemorando até bola na rede, como se fosse uma grande jogada.
    Djoko deve conseguir o primeiro Career Slam da era profissional (e nâo o Goldem Slam, citado em outra mensagem, que incluiria a medalha de outo olímpica) nesse ano, o que o deixaria isolado no panteão do esporte. A conferir…

    1. Fernando Brack

      De fato, o chamado Golden Slam é formado pelos 4 títulos de Slam + o ouro olímpico no mesmo ano, mas o Career Slam o Djoko já tem, que é quando o tenista conquista os 4 majors em sua carreira (por isso o ‘Career’), porém em anos diferentes.

      1. Aurélio Passos

        Tinham que criar o nome para o que o Nole fez já uma vez: vencer os 4 Slam em sequência, porém atravessando anos.

        1. Carlos Henrique

          Mas já tem nome. É o nome do tenista Slam.
          Lembro do “Serena Slam” entre 2002 e 2003. Não satisfeita, ela foi lá e repetiu entre 2014 e 2015.

        2. Fernando Brack

          A mídia tenística costuma apelidar o feito com nome do atleta: é o Djoko Slam. A Serena também tem o seu.

    2. Luiz Fabriciano

      Fala-se agora que o grego estava abalado também, pelo fato do falecimento de sua avó, sendo conhecido 5 min antes de iniciar o jogo.
      Não deixa de ter sua relevância – é lógico. E o mesmo já aconteceu com o próprio sérvio em uma edição de Monte Carlo, quando houve o falecimento de seu avô.

  93. Roberval Lofeu Junior

    Olá Dalcim! Fiquei muito feliz com o Djoko hoje e durante toda sua campanha. Ele é um predestinado ao Sucesso e a fazer história.
    Além do Djoko e Federer (em graus diferentes), caso Nadal vá a Wimbledon, acha que pode ser considerado também favorito?
    Acompanho o blog sempre e é incrível suas análises. Obrigado por trazer o tênis de forma simples e objetiva! Forte Abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Nadal é perigoso em qualquer piso e, após algumas campanhas fracas, ele fez semi em 2018 e 2019. Então nunca pode ser descartado. Acho no entanto que o problema com o saque pode dificultar as coisas para ele desta vez. E obrigado!

  94. Paulo F.

    Djokovic não é um jogador tão odiado?
    Então é o jogador mais observado do circuito se ele se dopa ou não!
    Ridícula essa acusação de dopagem de vocês por essas idas ao vestiário dele.
    Além do mais, ir ao vestiário é permitido pelas regras e ele também tem bexiga.
    Ou vocês querem que ele molhe de urina o saibro?

    1. LION

      Cara, além disso, tudo é checado. Todas as ações deles dentro do vestiario são monitoradas e vigiadas, bagagens são inspecionadas e etc…

    2. Luiz Henrique

      Rapaz, não leve a sério esses caras não
      São os mesmos que falavam absurdos em 2013 aqui
      Como já falei, por essas que não torço pro Federer, pq gosto de ver esses caras sofrendo
      Torço pro Nadal, mas entre DJoko e Federer, prefiro Djoko, por esse motivo
      E a pessoa que falou de vestiário fez todo um drama com as respostas que deram a ele, dizendo que era para pular os comentários dele
      Ele que pule as respostas então oras

  95. Jorge Luiz

    Eis os feitos que fazem do Djokovic o maior de todos os tempos:todos os GS, pelo menos 2 vezes, todos os masters 1000,pelo menos 2 vezes (Federer e Nadal não ganharam todos os master 1000) h2h superior sobre seus rivais, recordista de semanas como número 1 do mundo, 5 finals, 1 a menos que o Federer que é 6 anos mais velho, recorde prestes a ser igualado,terminou 6 temporadas como número 1,empatado com o Sampras, marcas que será batida esse ano, contra fatos não há argumentos, e o 20 GS virá já em Wimbledon.

  96. FILIPE

    Dalcim, uma pergunta já antevendo a possibilidade do Golden Slam: qual a diferença do piso do Aberto da Austrália para o US Open?

    1. José Nilton Dalcim

      São resinas diferentes, mas me parece que no ano passado a velocidade de Flushing Meadows estava maior. Acredito que estarão semelhantes em 2021.

  97. Lucas Leite

    Parabéns por outra bela análise, Dalcim!

    Obviamente o resultado é frustrante para o grego, pois querendo ou não fez um grande jogo em que teve chances. Mas acredito que para uma primeira final de Grand Slam, ele fez mais do que muitos teriam feito, ganhando dois sets do número 1 do mundo, que, diga-se de passagem, se aproxima cada vez mais dos números necessários para que seja considerado, de forma indiscutível, o maior de todos os tempos.

    Acho que a partir desse torneio o grego passará a ser visto de outra forma no circuito. E se tirar as lições certas, ficará ainda mais forte!

    Considerando que está bem perto do Nadal no ranking e com quase nada grande para defender até o ATP Finals, acho muito possível que o grego brigue pelo posto de número 3 e até de numero 2 do mundo. Principalmente, se pensarmos o quanto os outros jogadores no topo do ranking tem a defender (Medvedev defende ao menos final em todos os próximos grandes torneios de quadra dura até o fim do ano, Thiem defende seu título do US Open, Nadal tem títulos do US Open, Masters 1000 e SF de Wimbledon e Zverev defende duas finais de Masters 1000 e a final do US Open). As chances do grego decolar no ranking são grandes. Não acha, Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Ele vem muito bem na temporada, Lucas. Ranking é reflexo de regularidade, principalmente nos grandes torneios. Acho que ele sobe na experiência e tem jogo para todas as situações.

  98. rafael

    Mestre, muitos já falaram e eu vou repetir. Obrigado pela cobertura tenística. Você e a equipe do tenisbrasil são fantásticos.
    Quanto ao Djoko, não há muito o que falar. Ele é de outro planeta e serve de inspiração para muita gente nas mais variadas atividades.
    Sera que o Sérvio estará descansado para Wimbledon? Você acredita em título do Djoko?

    1. José Nilton Dalcim

      Ele está entre os favoritos e acredito que irá tirar esta primeira semana de folga e aí treinar firme na seguinte, o que será suficiente.

  99. Willian Rodrigues

    Lembro-me bem daquele período em que Nadal foi completamente dominante, e que alguns internautas insinuavam levianamente que o espanhol poderia estar se dopando…
    Curioso é que a mídia, com frequência, flagrava o Touro Espanhol pegando pesado nos treinamentos, um ou dois dias após sagrar-se campeão em determinado torneio. O cara treinava feito um “cavalo”, prescindia de quase tudo na vida pessoal e inventavam essas coisas. Extremamente desrespeitoso, desleal.
    Saibamos perder amigos! Menos, bem menos…

    Fiquei muito triste com as insinuações de Tsitsipas na coletiva após a partida. Já não contará com minha torcida após a aposentadoria do sérvio.
    Infelizmente, alguns maus perdedores aqui estão reverberando isso…

    1. Sandro

      Perfeito seu coomentário Willian!
      Também achei que Tsitsipas foi ANTIPÁTICO e deserespeitoso em sua entrevista após a derrota, da mesma forma que faziam insinuações contra o Nadal…
      Tsitsipas cresça e apareça e quem sabe num próximo Grand Slam vc tenha capcidade de ganhar…

    2. Luiz Henrique

      Vocês interpretaram que Tripas deu indiretas?
      Talvez eu seja inocente, mas não achei que ele quis dizer nesse sentido não

  100. Paulo Almeida

    Esse título do craque magistral supera o Australian Open 2012 de fato, pois foram quatro epopeias no piso em que não é rei contra aquelas duas diante de Murray e Nadal no seu território. Jonas está correto.

    O monstro sagrado tem agora 19 Majors (único com Double Career Slam), 36 Masters 1000 (único com Double Golden Masters) e 5 Finals, totalizando 60 Big Titles. Vai ultrapassar as 330 semanas como número 1 e deve até se motivar a alcançar o sétimo year-end, além de manter h2h positivo contra os arquirrivais. Nos critérios de desempate já fica na frente, apesar de um Slam a menos, mas a tendência é seguir ampliando os números.

    O mundo do tênis está muito feliz hoje, enquanto as seitas amargam um terrível velório, com o sabor cruel de três viradas históricas do maioral.

    Hail The King!

    1. Jonas

      Excelente comentário, Paulo.

      Mais um título parrudo pro DjokoGOAT (sim, GOAT), kkkkk.

      Espero que não saia do blog e ignore essas acusações ridículas de fake. Quem fala isso é pq perdeu o argumento. Um abraço!

  101. LION

    Parabéns ao Flávio Sareta. Pela primeira vez vi alguém na televisão tendo a coragem de jogar um pouco da “real” sobre porque Djokovic incomoda tanto. A toxidade dos torcedores pró-federer( entre leigos e dentro da imprensa) é um dos fenômenos mais imundos da história das mídias esportivas. E aqui eu até excluo boa parte dos fãs do Nadal, que já sofreram muito também com essa nojenteza…O espetáculo de insanidades ditas a respeito do sérvio é um autêntico prontuário de demência coletiva em grau avançadíssimo. Parabéns também ao Chetnik pelo fantástico texto no post passado acerca dessa rede de mentiras e mau caratismo patológico. Até o b… mole do grego quis entrar nessa…

    1. Sandro

      LION também achei ridículo e lamentável a atitude e insinuações de Tsitsipas na entrevista.
      Aliás tanto Nadal quanto Djokovic já foram vítimas dessas pessoas frustradas e fracassadas que não conseguem reconhecer os fatos como eles são.
      Eles não torcem, eles DISTORCEM!!!

  102. João Marcelo

    Genial, espetacular, fora de série, mas, perdoe-me, GOAT, não concordo. Quase seis anos menos necessariamente fazem diferença, no tocante a Federer. Porém respeito quem pense diferente.

    1. Sandro

      Essa desculpa de 6 anos a menos em relação ao Roger Fregueser não rola, até porque são DOZE anos de diferença entre Djokovic e Tsitsipas e ninguém lembra disso?
      Se ganha do Fregueser é porque ele é mais velho, se ganha do Musetti e do Tstsipas é porque eles são mais novos???
      Vamos dar um basta nessa desculpa das idades, não é mesmo?

      1. Carlos Henrique

        O que nos resta é rir dessa piada, caro.
        Federer é velho para sua seita desde a derrota para o Nadal em WB 2008. É mais de uma década usando a muleta da idade!! HAHAHAHHAH

    2. Paulo F.

      Falando em idade, azar do Federer que poderia ter uns RG a mais e não aproveitou quando o Nadal ainda era praticamente um adolescente.
      Que me desculpem seus torcedores, mas o magistral Federer deveria SIM ter aproveitado os anos de 2006 e 2007.

      1. Luiz Henrique

        Em 2007 não só não aproveitou, como devia ter perdido em casa também
        Nadal teve que jogar 6 dias na 3ª rodada pela chuva, e ficou nervoso no 5º set
        Nos 4 primeiros sets foram 4 quebras de Nadal e 1 de Federer, sendo essa 1 no 1º game de saque de Nadal no jogo

  103. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    E muito interessante a entrevista do Vadja hoje. Fazendo comparações com a dificuldade de vencer pela primeira vez diante do Wawrinka e jogando hoje muito mais calmo e já tendo vencido uma vez RG anteriormente. O treinador do sérvio disse ainda que Novak é um tenista bem mais completo que o do título de RG-16. Você concorda?

    1. José Nilton Dalcim

      Ahn não tenho dúvida, Marcelo. Djokovic melhorou em vários aspectos, ainda que não tivesse algo tão ruim. Seus voleios, slice, primeiro saque, forehand, tudo evoluiu.

      1. Marcelo-Jacacity

        Concordo, Dalcim.

        Evoluiu em todos quesitos técnicos, os voleios, deixadas, slice, saque e na variação de jogadas.
        Menos o smash…rs Quem sabe.
        De qualquer forma, como disseram no blog, desculpa, não lembro quem foi, o sérvio ganhou o AO e RG de 2021 num smash. Lembro que no USO-18 também.
        Nem Djokovic é perfeito, embora seja o mais completo, creio eu.

        1. Marcelo-Jacacity

          O forehand está melhor também e um pouco mais potente. Essas angulações com a direita que ele encontrou em RG foram inacreditáveis.
          Já o backhand não está tão explosivo como antigamente ia na paralela.

  104. Carolina

    Excelente análise da final!

    – O Djokovic foi mesmo impressionante nesta edição de Roland Garros. Principalmente na segunda semana com a sequência de vitórias sobre Musetti, Berrettini, NADAL e Tsitsipas.

    – O Tsitsipas confirmou o favoritismo que tinha na parte de baixo da chave e deixou uma boa impressão. A final não foi das mais emocionantes, mas o Tsitsipas conseguiu se manter competitivo e fazer um bom jogo.

    – O torneio foi meio morno. O grande destaque foi mesmo a semifinal entre Djokovic e Nadal e, provavelmente, RG2021 será lembrado por esse jogo.

    – Jogadores que ganharam minha torcida: Musetti (brilhante e instável em proporções semelhantes), Davidovich Fokina, Medvedev e Zidansek.

    – A temporada de grama já começou! Torcendo pelo sucesso de jogadores canhotos que não se chamam Nadal: Shapovalov, Kvitova, (espero que ela consiga se recuperar da lesão sofrida em RG) e outros tantos, incluindo os brasileiros e a nova geração (Leylah Fernandez!) . Quem sabe veremos um descansado Dominic Thiem aprontando boa uma surpresa. Finalmente, gostaria de ver o Kyrgios jogando Wimbledon. Imagina se ele pega qualquer um do Big 3 na primeira rodada. Outros “floaters” devem ser Murray, Cilic e Anderson.

  105. Renan

    Djokovic, the GOAT! Apesar de sucessivas quebras de recordes e novas páginas serem escritas pelo impiedoso sérvio, é impressionante como os haters erram as previsões há 1 década. Não cansam de passar vergonha?
    Mas calma, podem preparar a bundinha porque Djokovic não vai parar tão cedo de chicotear o ego e ódio de muitos que simplesmente não conseguem fazer o mais simples: apreciar o tênis e a história sendo escrita.

    Vida longa ao comedor de fígados!!

  106. Marcilio Aguiar

    Dalcim, você fala em expectativas para o desempenho do Stefanos em WB, onde ele ainda não fez boa campanha. Voce acha que para o USOPEN ele passa a ser o segundo favorito abaixo de Djoko e pouco acima do Danil, caso mantenha esse nivel?

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, temos muito chão até lá, Marcílio, e a começar pela forma com que o Stef vai absorver a derrota de hoje. Mas acho que ele tem um tênis bem completo para ser competitivo no US Open.

  107. Marcilio Aguiar

    Parabéns ao Djoko e seus torcedores. Vitoria extraordinária, valorizada pela atuação do grego que fez o que pode.

  108. Davi Poiani

    Magnífico torneio, a história do tênis sendo escrita diante de nossos olhos!

    Brilhante texto Dalcim, perfeita a metáfora com os mitos da Grécia, visto que até mesmo o adversário era grego. A tarefa ao longo do torneio, em especial na segunda semana, foi mesmo hercúlea. Merecia muito este troféu para coroar a vitória épica sobre Nadal na semifinal. Derrotou o rei do saibro com autoridade e em uma partida de tirar o fôlego, que vai ficar pra história como uma das mais memoráveis já feitas na Philippe Chatrier, por todo o contexto envolvido e a atmosfera eletrizante criada pelo confronto Nadal vs Djokovic.

    Por mais que o grego seja brilhante e tenha um grande futuro pela frente, seria um balde de água fria fora de contexto. A história do tênis pedia este desfecho, tamanha a importância do Big 3 e a rivalidade entre eles. Impressiona a capacidade de Djokovic de renascer das cinzas no meio de uma partida. Era preocupante seu semblante, sua movimentação e seu jogo no segundo set. Parecia estar exausto e derrotado. Qualquer outro teria, com exceção talvez de Nadal, teria sucumbido em tal situação. Mas o sérvio conseguir se reerguer e obter esta vitória histórica.

    Coloco aqui um fato curioso e até engraçado que foi notícia aqui do site, sobre o garoto que ganhou a raquete de Novak:
    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/86825/Fa-mirim-ganha-raquete-de-Djokovic-e-vai-a-loucura/

    Na press conference um jornalista perguntou e Novak explicou, vou traduzir o trecho: “Eu não conheço o garoto, mas ele estava ‘nos meus ouvidos’ a partida inteira. Especialmente quando estava perdendo por 2 sets a 0. Ele ficava me encorajando, na verdade ele estava me dando tática também, ele dizia ‘mantenha teu saque, consiga uma primeira bola fácil e então dite a jogada, ataque seu backhand’…., ele estava me dando coaching, literalmente…. Achei isto muito legal do garoto. Então senti que a melhor pessoa para eu dar a raquete era ele, depois do jogo. Então foi a minha gratidão a ele por ter torcido por mim e me apoiado”.

    Para quem quiser conferir em inglês, o trecho é este:
    https://youtu.be/aiKs4G5RoME?t=410

    Gosto muito de assistir a entrevistas do Big 3 nas Press Conferences. Mesmo sendo mais econômico nas palavras por não dominar tanto o inglês, o Nadal também diz coisas muito interessantes. Mas Roger e Novak dão uma aula sobre tênis nas entrevistas. É uma pena que às vezes o pessoal presta mais atenção em alguma picuinha aqui e acolá. Os caras são muito inteligentes e lúcidos na leitura do jogo.

    Mais ao final desta mesma press conference após a final de hoje, o sérvio disse algo muito interessante sobre a questão mental, em linhas gerais: “Na quadra você não tem muito tempo para ficar ‘pensando’ de certa maneira. Os pensamentos vem e vão muito rapidamente. Obviamente isto depende da pessoa, mas ao longo de minha carreira eu venho treinando muito a habilidade mental de ‘voltar ao centro’, por assim dizer, pro equilíbrio e pro momento presente, ao invés de permitir que meus pensamentos me puxem de um lado para o outro. Embora isto já tenha acontecido várias vezes e em algumas situações importantes… algumas grandes partidas que me lembro em Grand Slams nas quais eu perdi, porque aquele diálogo interno e a conversa consigo mesmo escapou mais para o lado negativo….”

    Mais adiante:
    “… se você não for capaz de dar um jeito de escapar (‘crawl your way out’) de certas situações tal como eu tive hoje, 2 sets abaixo, é isto aí… a partida vai embora. É por isto que eu sinto que o trabalho mental, o treino mental, é tão importante quanto o treinamento físico. E eu dedico muito tempo a isto também. E sou muito grato ao fato de que é algo que realmente compensa”.

    Esta aí, sempre falamos e reconhecemos o fato de Novak ser um gigante no aspecto mental. Pois bem, ele também treina e se dedica muito a isto. Bravo Nole e vida longa ao Big 3!!!

    1. Luiz Fabriciano

      Esse é um dos pontos pelo qual Novak Djokovic sempre atraiu minha atenção.
      Sua inteligência.
      Não basta saber bater na bola. Por essas e outras que o ótimo comentarista Dácio Campos sempre disse que o sérvio é o mais completo tenista que ele conhece.
      E ser completo inclui demonstrar frustrações – o que é humano!

    2. Jonas

      Cara, fantástico.

      Djokovic é mesmo um monstro mentalmente. Pra nós que temos a visão de fora, fica parecendo que isso simplesmente nasceu com ele, mas não é bem assim. Até o aspecto mental o cara treina. Estamos diante do jogador mais completo da história.

  109. Marcão

    O fim do erro. Talvez muitos aqui não saibam, mas houve um tempo em que palmilhava as calçadas tupiniquins um ser mitológico, digno de figurar, sem favor algum, no compêndio de seres extraordinários do Borges. Não falo do afiador de tesouras, do padeiro de charrete, do vendedor de mapas, seres igualmente exuberantes, hoje sobreviventes apenas no escaninho de memórias dos mais velhos. Falo do meteorologista. Ah, meus amigos, que tipo era aquele! Antes de qualquer coisa, o meteorologista de antanho era reverenciado como um sábio, pois até o vulgo das gentes intuía sabedoria na complexa arte de antever nesgas de sol ou humores de chuva debruçando-se tão somente sobre gráficos, fórmulas e termômetros. Todavia, o meteorologista das antigas não se distinguia das demais classes e faunas apenas por ser sábio. Havia ainda a distingui-lo outra característica: o erro. Sim, amigos, o meteorologista autêntico, o meteorologista de carteirinha, o meteorologista-raiz não acertava nunca, jamais! Se previa sol, chovia; se previa chuva, fazia sol. E aí residia o segredo que a sabedoria popular soube logo identificar: bastava trocar os substantivos vaticinados pelo meteorologista para que o acerto brilhasse feito pirilampo em noite de lua cheia. Onde se dizia sol, o povo interpretava chuva; onde se pronunciava chuva, o povo compreendia sol. E assim o erro, sagazmente retificado pela argúcia das gentes, transformava-se no mais puro e imaculado acerto. Por isso, no telejornal de sexta-feira à noite ninguém tirava o opala da garagem, afivelava as malas ou confirmava pescaria antes de ouvir a previsão do homem do tempo. Se o meteorologista, enfático, solene, anunciava chuva torrencial para o final de semana, famílias inteiras urravam de alegria, cachorros latiam emocionados, papagaios espichavam as asas e as pobres minhocas (porque alguém sempre há de perder) enterravam-se fundo no barro dos quintais…

    Digo isso, amigos, porque durante muito tempo foi assim também no tênis. Durante séculos Rafael Nadal desfilou seu galeão assombrado pelo oceano do erro alheio. Por incontáveis anos não lhe foi preciso fazer nada além de jogar a bolinha para o outro lado e aguardar com aquele sorriso de palito de dentes Gina que os erros dos adversários se transformassem em acertos. Essa alquimia macabra foi o pano de fundo da sua história de vitórias, de conquistas e de troféus. E se a ditadura do erro coroado, glorificado, promovido a acerto pelas avessas não aborrece o tênis até os dias de hoje foi porque Novak Djokovic decretou o fim do erro no ano da graça de 2011. Sim, naquele ano foram 70 vitórias, 6 derrotas e 10 títulos! Mais do que isso, 6 daqueles títulos foram conquistados em batalhas físicas e mentais contra Rafael Nadal. Ah, amigos, sei que muitos rotulam aquelas lendárias batalhas de maratênis, mas notem, não havia como dobrar o Rafael Nadal daqueles tempos se não pela árdua senda do sacrifício. Bastasse o talento e Roger Federer teria cuidado bem antes de encontrar a receita no seu baú de maravilhas. Não, a única forma de vencer aquela versão de Rafael Nadal era gotejando hemácias e neurônios.

    Bem sei que louvar ou detratar um membro do big-3 neste delicioso blog é como falar de corda em casa de enforcado, mas a inequívoca verdade é que graças a Novak Djokovic a aposta no erro hoje se revela mais ultrapassada do que a vitrine da Casa Edith. E se isso notoriamente fez bem ao tênis, fez bem também ao próprio Rafael Nadal que desde então vem acrescentando significativas melhorias no seu jogo, caprichando no saque, devolvendo mais à frente, atacando na primeira oportunidade e, pasmem, vencendo frequentemente mais por winners do que por erros não forçados.

    Entretanto, convenhamos, Djokovic abanava poeira na corrida que esses dois titãs vêm protagonizando desde 2011. O último jogo entre eles em Roland Garros, não esqueçamos, terminou em retumbante vexame para o sérvio. Isso porque, na atual versão, Rafael Nadal é um tenista incomparavelmente melhor. Vencê-lo, no saibro de Paris, tornou-se, como bem lembrou o blogueiro, verdadeiro trabalho de Hércules. Porém, na mítica semifinal de sexta-feira, Djokovic aprimorou a receita. Houve suor, houve técnica, houve coração, mas, sobretudo, houve acerto. Sim, amigos, foram 50 winners contra 48. No saibro! Ora, vocês sabem, sou passageiro da romiseta, mas não sou cego. Novak Djokovic é um fenômeno indiscutível. Afirmo, sem medo de errar, que é o tenista mais completo da história do tênis. E embora me agradasse a ideia de um campeão inédito em Roland Garros, mesmo que fosse para brindar a next-next-next gen com o querido Sergio Ribeiro, a definitiva certeza é que não havia como Djokovic ser superado nessa final. Não após haver destruído Rafael Nadal no seu palco predileto, não após estar tão próximo de uma nova façanha, não após haver ensaiado novo salto evolutivo. Por isso, quando o talentoso grego abriu inacreditáveis 2×0, me veio à memória aquele velho meteorologista, empertigado, fronte alta, anunciando sol para o fim de semana e estragando a praia do meu domingo.

    1. Willian Rodrigues

      Que texto espetacular amigo!
      Adorei a analogia com o meteorologista e concordo plenamente com sua análise.
      Não há como haver maior lucidez.
      Abs

    2. Barocos

      Grande Marcão,

      O texto, sem rodeios, é fabuloso, aliás, consistente com muitos outros que você já publicou aqui, e arrependo-me sobremaneira de não tê-los arquivado em algum dos cantinhos de bits reluzentes que mantenho em meu computador, coisa que, com a sua anuência, pretendo corrigir a partir de agora.

      Por favor, se algum dia resolver publicar um livro ou, imagino, uma antologia de suas mais preciosas composições, informe-nos, pois tenho certeza que muitos outros por aqui apreciam seu extraordinário talento literário, literalmente.

      Saúde e paz.

      1. Luiz Fabriciano

        Também tenho alguns guardados.
        Sobre o menino e o homem, em analogia à Djokovic e Murray, que detêm a mesma idade, é ótimo!

    3. Luiz Fabriciano

      Marcão, seu texto merece ser lido palavra por palavra, investindo o máximo de tempo em cada uma.
      E para mim, o mais fanático torcedor do sérvio que eu conheço, é um deleite.
      Vou ler novamente mais a noite.
      Obrigado.

    4. Jose Yoh

      Impossível não sorrir ao ler seu texto Marcão, como sempre.
      Independente de quem seja o mocinho da história! Abs

    5. Filipe Fernandes

      Meu caro Marcão,

      Bravo, simplesmente bravo. Como seus textos abrilhantam este brilhante Blog, e como fazem falta. Mas, quando os lemos, a lacuna do tempo é sempre recompensada. Partilho do anseio do caro Barocos (este, o sr. Darcy do Blog): havendo uma publicação futura de sua autoria, estarei na fila para você autografar o meu exemplar.

      Um grande abraço, caro Marcão, que textos tão belos como os seus, assim como os do Mestre Dalcim, dos caro Peri, Barocos, Marcilio, Rafael, Leme, Sérgio Ribeiro, entre muitos outros ilustres partícipes, continuem iluminando este precioso espaço.

    6. Robson

      Grande Marcão,que prazer ler seus comentários,que prazer ler tudo que vc escreve, parabéns pela lucidez plena, parabéns pelo alto grau de sabedoria.
      E feliz de quem convive com vc no dia a dia,que prazer deve ser.

  110. Arnon Louzada

    DALCIM,
    Ao ver os jogos de ‘Nole’ este ano no AO e em RG, cheguei à uma conclusão.
    Nadal e Federer, de certa forma, nasceram com talentos divinos ligados, se assim posso dizer, ao tênis e ao jogo em si mesmo, habilidades específicas etc.
    Djokovic, porém, nasceu com um talento, da mesma forma divina, mas não tão ligado à prática do esporte em si, mas a uma atitude, que neste caso é no esporte – tênis.

    Digo isto, com os seguintes argumentos:
    1. Nadal e Federer, desde os primeiros jogos, declararam ao mundo o tipo de jogo deles, e o que eles tinham de diferente, e por isso ganharam tanto slams tão novos – em especial o Nadal.
    2. Djokovic apareceu no tênis, com um incrível backhand, muito rápido, agressivo, uma boa devolução, porém de ânimo dobre, irritadiço e tal… seria um grande jogador, mas não um grande campeão como os outros dois. Se quisesse ser como eles, ele deveria conquistar e lutar por isso.

    3. Nadal e Federer, ao longo dos anos, ajustaram certos aspectos de seus jogos. Nadal, backhand, saque, agressividade e subida à rede. Federer, backhand. Entretanto, vendo eles jogarem, me parece que estes ajustes, são apenas ajustes. Eles foram necessários, e incríveis – em especial o “neoback” do Federer em 17~19 mas ao longo do tempo, não se tornaram parte natural do jogo deles.
    4. Djokovic, ao contrário deles, quando ajusta certos aspectos de seu jogo, tem a capacidade de tornar este ajuste parte de seu jogo como se ele tivesse nascido com aquela capacidade. E digo que este é o seu talento, e por isso ele é o mais provável a se tornar GOAT.
    *Em 14~16, ele assumiu como parte de seu jogo as devoluções absurdas. Neste caso, foi uma melhora. De fato, ele sempre teve grandes devoluções, mas neste período ele moldou este golpe, subiu o nível dele, e o tornou parte natural de seu jogo.
    *Em 19~21, ele assumiu como parte de seu jogo um grande primeiro saque e o forhand agressivo e angulado do Federer na corrida. Quando vi ele batendo a direita na corrida, em contra-ataque, vi o Federer fazendo aquilo.

    Em outras palavras, o grande talento do Nole, é ser um camaleão. Totalmente adaptável. Ele é como o homem de ferro x capitão américa, em Capitão América: Guerra Civil. Ele se adapta, faz a leitura do jogo e, como uma máquina, toma para si as mudanças necessárias, não importa quais (apesar dele ainda não ser tão em rebater bolas mais leves, slices etc.)
    Ele é o HOMEM DE FERRO do tênis. Eis o seu talento. Se ele fosse um jogador de futebol, seria um meio-campo moderno – joga de segundo volante, de meia-atacante, do lado esquerdo/direito… faz gol de cabeça, direita, esquerda e tudo mais…

    Enfim!
    Parabéns ao Nole pelo título!

    1. DANILO AFONSO

      Arnon, gostei muito da sua leitura sobre os ajustes e evolução do jogo do sérvio. Eu que gosto de assistir os jogos antigos do big3, é fácil constatar que o sérvio realmente é o camaleão do trio. Ele não só alterou o modo de jogar como também mudou nitidamente a forma de execução de alguns golpes. E isso só é possível porque o sérvio é um atleta obstinado e focado em aprimorar seu jogo.

      Saudações Tenísticas !

    2. Davi Poiani

      Muito bons os argumentos Arnon! Excelente leitura a respeito da jornada e das características de cada um dos três. Também tenho a impressão que Djokovic teve que se “forjar” um pouco mais do que os outros dois, por assim dizer.

  111. Bruno Macedo

    Parece que dos 3 filhos do tênis, o caçula será o maior de todos.
    Admiro muito o Federer, mas o título de GOAT vai para o Djokovic, questão de pouco tempo.
    Estou torcendo para que ele consiga os 4 grand slam do ano de 2021, o Golden Slam. Djokovic merece muito.

  112. Walter S.

    Eu sou fã do Djoko, mas nem eu mesmo acreditava. Quando terminou o 2° set eu desliguei a tv e fui pensar em outra coisa. Mais tarde fui dar uma espiada e pelo barulho da raquete tocando na bola eu senti que era outro jogador. Mesmo com toda historia de fênix dele parecia quase impossível reverter essa partida. Foi heróico.???

  113. Maurício SP

    A pergunta que não quer calar é o que acontece no vestiário durante essas paradas providenciais do Djoko! Acho que ele precisa recolocar por algum tempo o Anel, o “Precioso”, forjado pelo Senhor Sombrio, pra recuperar suas energias malignas…

  114. DANILO AFONSO

    Hoje foi uma montanha russa de emoções. Incrível que fiquei muito mais tenso do que na semifinal. Por diversas vezes sentado senti a palpitação do coração no pescoço e peito. Depois de 30 minutos do título, quando a adrenalina caiu, fiquei uns 45 minutos tonto de não conseguir andar direito pela casa e tive que ir de passageiro ao supermercado. Quatro horas de jogo arrebenta o psicológico de qualquer torcedor um pouco majs fanático.

    Esse texto do Dalcim está magnífico, está “phodástico”.
    Você e o sérvio sempre estão nos surpreendendo. Descreveu cronologicamente com muita precisão e detalhes o que ocorreu no jogão hoje.

    Saudações Tenísticas!!!

  115. Sandra

    Dalcim, existe treinamento para tie break ? Djokovic está perdendo muito tie break! E qual canal vai transmitir Wimblendon ? A espm não vai transmitir?

    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que os jogadores disputem tiebreaks como forma de exercitar, mas depende muito do emocional e uma das chaves do tiebreak é jogar de forma agressiva. Wimbledon será no Sportv e no Bandsports.

      1. Luiz Fabriciano

        Mestre, não seria a agressividade uma faca de dois gumes?
        A forma conservadora não seria a mais apropriada, haja vista que apenas um erro pode ser fatal, ou sempre dependerá do adversário?

        1. José Nilton Dalcim

          Acho que o tênis moderno não tem mais espaço para quem espera o erro adversário, Luiz. Claro que o tenista não pode arriscar todos os pontos o tempo inteiro, mas no mínimo precisa construir o ponto em busca da definição. Mesmo o Nadal, a quem muitos consideram apenas defensivo, joga sempre com a meta de ter uma bola mais curta para forçar o forehand ou vai à rede para concluir.

  116. Marcelo Costa

    Gostaria que os diretores de tv das transmissões, usassem mais a câmera no nível da quadra, ela da a dimensão dos golpes, o sérvio usou muito spin em vários pontos, e isso fica por seu domínio pleno dos golpes, muito claro ao ver o ponto da visão do jogador.
    Estamos sendo testemunha do surgimento do maior de todos, o sérvio cravou seu nome na sagrada terra francesa, na Sérvia deveriam erguer o Novak redentor.

  117. Paulo F.

    Pessanha:
    O domingo foi de sofrimento sim, mas para teu azar não foi com o desfecho por ti esperado.
    hahahahahaha
    Enquanto Federer se calibra na Alemanha, Djokovic sequer disputa torneios preparatórios na grama.
    Com toda essa calibração suíça, segue o placar em finais de Wimbledon entre eles:
    Roger Federer 0 x 3 Novak Djokovic

    1. José Eduardo Pessanha

      Veremos o que vai acontecer em Wimbledon. Com o Craque descansado e em forma, o título será dele.

      1. Sandro

        O craque que vc diz é o Djokovic ou o Nadal? Por quê não pode ser o Roger FREGUEser, não é mesmo? O FREGUÊS-MOR de NADAL e DJOKOVIC!!!

  118. Walter S.

    Dalcim, belo texto, como sempre. Tecnicamente falando, o que o Djoko mudou que deu certo, depois que voltou do vestiario, foi afundar mais as devoluções, voltar com aquela direita angulada lenta, que usou contra Nadal e, principalmente bolas muito altas no revés do grego. Ele batia visivelmente muito desajeitado com a bola à altura do ombro, típico de backs à uma mão. Concorda?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, mas também achei que Djoko passou a distribuir melhor a bola e várias vezes pegou Tsitsipas em posição defensiva no forehand aberto.

  119. Sandro

    Se Nadal é o REI DO SAIBRO, Djokovic, com certeza é o PRÍNCIPE DO SAIBRO, afinal não há na história dos torneios de saibro, saibristas melhores que Nadal e Djokovic.
    Inclusive, Roland Garros, é o torneio mais difícil de ser ganho pela NEXT GEN, justamente pela existência desses 2 saibristas fora de série que são Nadal e Djokovic.
    Eu creio que o título de Roland Garros só estaria liberado para a Next Gen, quando Nadal e Djokovic estiverem aposentados ou em caso de lesão deles.
    Até por isso, Tsitispas não deve ficar chateado com o vice, pois ele chegou até onde era permitido aos mortais, pelo menos em 2021, pois enquanto o BIG 2 estiver jogando o que joga, Roland Garros será ou de Djokovic ou de Nadal.

    1. Marcilio Aguiar

      Voce está falando somente dos jogadores em atividades ou de outras épocas também? O Nadal, incontestável, mas para segundo não se esqueça que existiu Bjorn Borg.

  120. Marcelo

    tem algo que acho muito curioso nisso tudo.
    Sérvio tem 19 títulos e 10 vices. Desses 10, 5 são pra Nadal, 3 em RG, ou seja, normal, e dois no US Open, mas aí tudo bem, maior rivalidade da história do tênis, certeza que Nadal iria ganhar fora de seu habitat pra ele alguns. Tem 2 vices pra Murray, também normal, tendo em vista que ele ganhou 5, ou seja, de 7 ganhou 5, o que parece mostrar a diferença de um por outro, aquele Finals ali foi exceção, não tinha como o sérvio ganhar daquele Murray, na melhor fase da carreira, tanto que depois daquilo não tinha mais gás. Tem 1 pra Federer, quando chegou na primeira final, e Federer tava naquela fase que todos diziam que ele já era o Goat, nesse caso, diferente de Nadal, não teve rivalidade, pois o sérvio fez o que quis contra o suíço na casa dele. Mas o engraçado é que o cara tem 2 finais perdidas de 2 pra Wawrinka, tipo, vitórias como a de hoje e a de 2020 contra Thiem no AO, mostram bem o que é Djokovic, porém nas duas vezes que pegou Wawrinka na final perdeu as duas, tipo, se tivesse perdido só uma o cara até entendia, mas as duas, nossa, fica meio estranho quando se olha o histórico do sérvio.
    Ademais, Federer deve se doer em ver como o sérvio e o espanhol não perdem as oportunidades que lhe aparecem, jamais perderiam um US Open como o que o suíço perdeu em 2009, Wmbledon 2019, nossa, esse nem se fala.

    1. Jonas

      Marcelo, o Wawrinka esteve absurdo em Roland Garros 2015. Acho que o Djoko poderia ter vencido, mas ele sentiu a pressão, enquanto do outro lado o suíço jogou demais.

      Poderia e deveria ter vencido o Murray no USO 2012, mas a derrota pro Nadal no ano seguinte (USO 2013), foi aquele tipo de jogo que vai para qualquer lado. Nadal mereceu, saiu de um buraco bem fundo no terceiro set e dominou no quarto.

      No USO 2016, um Wawrinka novamente iluminado, bolas pesadas dos dois lados e pra piorar o Djoko sentiu uma lesão.

    2. Barocos

      Marcelo,

      Se você realmente gosta de tênis, reveja a fatídica final de Roland Garros de 2015. Até o final do 1º set, tudo parecia estar caminhando para o resultado esperado. A partir do 2º, Wawrinak ligou o modo “Stanimal” e passou a utilizar o seu espetacular backhand de forma extremamente agressiva e precisa, fiquei em casa gritando para o sérvio parar de jogar bolas no backhand do suiço, ele não me ouviu. Djokovic não jogou mal, Stan foi sensacional.

      Wawrinka sempre foi um tenista muito bom e um dos seus maiores problemas foi a dificuldade em manter uma forma física ideal, sem a qual é muito difícil competir, ainda mais em um circuito com o Big4.

      Saúde e paz.

      1. Willian Rodrigues

        Prezado, tive a mesma visão acerca daquelas duas partidas.
        Nole não jogou mal. Ao contrário, valorizou e muito, os dois títulos do suíço.
        Wawrinka é que jogou de forma muito inspirada. Com certeza, foram as melhores partidas que ele fez em sua vida profissional.
        Abs

      2. Marcelo

        Então, ele jogou muito naquela final de RG, pena que Federer não se inspirou na postura do compatriota nas finais seguintes, e Wawrinka realmente não tinha o físico do big 4, fato que fazia basicamente ele focar nos GS, o que fez ele quase virar n1 (se tivesse ganho Wimbledon 2017 teria se tornado n1).
        Porém o que analiso é basicamente apenas o histórico de Nole, porque 4×5 em GS contra Nadal é mais ou menos o que foi a rivalidade entre os dois, Djoko poderia liderar isso, mas pegou Nadal em 3x em RG, assim como 5×2 contra Murray reflete a rivalidade entre os dois, Nole melhor, mas Murray com condições de ganhar algum, o 4×1 contra Federer ao meu ver não reflete, mas a postura do suíço contra o sérvio fez esse resultado acontecer.
        Mas aí você vê ele ganhando final pra Thiem, Medvedev e Tsitsipas, e das DUAS que teve contra Wawrinka ele perde as DUAS. Tipo, perder uma de uma tudo bem, uma hora o cara pode perder, então acaba perdendo pra alguém, agora duas? E justamente alguém que é tão cirúrgico em finais de GS?
        Eu não tô aqui dizendo que Wawrinka não tenha merecido aqueles títulos, muito pelo contrário, acho que ele mereceu demais, mas é muito estranho quando alguém olha e vê isso, pois perder uma final pode ser algo do acaso, mas duas aí já não é mais, e quando e olha o H2H aí que causa mais espanto.
        Tipo, se por exemplo, ele pegar Zverev em duas finais de GS e o alemão ganhar dele, alguém perfeitamente possível, afinal ele ganhou até Finals em cima do sérvio, você vai ter justificativa pra isso, tipo, Nole com 34/35/36 anos, Zverev no auge, meio que oq aconteceu com Sampras nos US Open’s de 2000 e 2001, mas no caso de Wawrinka, Djokovic tava no auge e ainda era mais novo, e Wawrinka passou quase toda a carreira sendo jogador de “meio de tabela”, não era nem top 10, só em 2013, com 28 anos que a chave virou.
        Por exemplo, aquela final bizonha que Federer perdeu no US Open de 2009, apesar do modo bizarro que ele perdeu (Nadal, DJokovic e Murray naquela final, naquela situação, teriam metido 3×0), tinha justificativa, Del Potro tinha 20 anos e já tava destruindo o circuito, fazendo semi de RG, por exemplo.

        1. Barocos

          Marcelo,

          Em 2015, não tem nenhum atenuante para a derrota do Djokovic, simplesmente, Wawrinka jogou melhor. Em 2016, comecei a escutar as primeiras declarações do Djokovic de como sentir dor seria algo normal para os atletas, não é bem assim. Foi um ano em que seu rendimento teve grande queda, você pode constatar isto pelos dados estatísticos. Se tivesse sido mais sábio, poderia ter se recuperado mais rapidamente da lesão que o tirou das competições por um longo período de 2017. Seus admiradores, e se você frequenta este espaço há mais tempo deve ter lido algo a respeito, registraram a sua insatisfação dizendo que o sérvio resolveu “abraçar árvores”, ao invés de basear suas ações na ciência. Muitos duvidaram que ele pudesse voltar a atuar em alto nível novamente, eu entre eles.

          Quando as pessoas aqui, principalmente o Dalcim, insiste em que números não contam toda a estória, imagino eu que seja por isto também.

          Saúde e paz.

          1. Marcelo

            Puts, eu contesto muito essa queda de rendimento de Nole em 2016, tanto que chegou no US Open com os mesmo 2 GS e 4 Masters 1000 que tinha chegado em 2015, e particularmente acho que ele ganhou aquele US Open 2015 porque na final tinha um cara com medo dele, se você reparar, parece uma piada a atuação de Federer na final, depois de ter destruído todo mundo rodada após rodada, provável que se tivesse pego Wawrinka naquela final teria perdido também. E nos 2 Masters 1000 seguintes foram derrotas pra grandes jogadores, no caso Bautista Agut e Cilic, em fase já aguda do torneio, no Finals tava voando, mas pegou Murray na melhor fase da carreira e perdeu.
            O sérvio perdeu aquela temporada porque Murray foi melhor, não por conta de queda de rendimento.
            Por exemplo, em 2017 pode-se dizer que Federer não terminou como n1 por excesso de cautela, deixou de jogar toda a temporada de saibro, e anos depois se viu que ele poderia ter jogado e seria competitivo, e aqueles pontos que ele deixou de ganhar no saibro acabaram sendo cruciais para ele não terminar aquela temporada como n1

      3. Luiz Fabriciano

        Foi bem isso Barocos.
        Eu também gritava, kkk.
        Wawrinka fez um winner de backhand (redundante falar isso) que acho que é o ponto mais bonito da história de jogos no saibro.
        Djokovic meteu uma direita de inside-out que quicou próximo a linha e Stan enfiou uma paralela com seu back, passando à meia altura entre o poste da rede e a caixa de publicidade, tocando o fundinho da quadra do lado do sérvio. Um espetáculo.
        A passagem dessa bola foi por trajetória única. Não havia outra rota para ela. É como aquele pouso que as aeronaves têm que fazer quando vão pousar na capital do Nepal. Ou vai por ali, ou bate na montanha antes (Deus nos livre).

          1. Luiz Fabriciano

            Veja no Youtube.
            Está classificado como entre os 5 aeroportos mais perigosos do mundo.
            O sistema de alerta do avião vai dando sinais o tempo todo de aproximação e o piloto apenas o ignora, fazendo as manobras no manual.

  121. Walter S.

    Alguém me explica como Djoko, com 34 anos, nos 5° sets vende energia e os garotos de 19(Musetti) e 22(Tsipas) estão se arrastando em quadra?

      1. Marco

        É mt mais que só preparo físico.
        Djokovic é inteligente para saber dosar qnd vai colocar uma carga maior de intensidade, administrando bem sua concentração, por assim dizer.

        Ademais, Djoko não joga contra ele mesmo. Digo isso, pois ele é o jogador que melhor e mais muda de direção a bolinha, fazendo o adversário se desgastar mt mais que ele. Então, mesmo que tenha um físico melhor que o dele, o desgaste do cara vai ser maior, fora a questão mental.

      2. Jose Yoh

        Preparo físico nesse nível é o máximo possível para os dois. É o que seria mais fácil e barato de obter, fora que a juventude conta muito nesse caso.
        Alguém imagina que Tsitsipas não se preparou ao máximo para esse torneio? Ou qualquer outro jovem?
        Acredito que o que faz mesmo diferença sejam alguns milhões de dólares a mais no bolso. E antes que os outros venham dizer que faço parte de qualquer seita, digo que a diferença do Big 3 (incluindo Federer) é esta.

        Eles tem acesso ao que os outros não tem, tênis, raquetes e cordas sob medida, encordoadores, preparadores físicos, nutricionistas, médicos, câmaras hiperbáricas, e porque não dizer, laboratórios. E isso não quer dizer que se dopam, apenas que tem acesso a drogas legais que os outros não tem. Medicamentos e suplementos que na geração anterior não eram utilizados porque não existiam ou porque eram muito caros para um atleta.

        É a única explicação que eu encontro para justificar jogar tão bem nessa idade. Nunca aconteceu antes desses três, não nesse nível.

    1. Alessandro Siqueira

      Jogos de 5 sets são como maratonas e em maratona ritmo importa mais que explosão. Jovens começam os jogos ligados no 220, como se fosse uma prova de explosão. Com isso o gás acaba. Dosar a energia é necessário.

      1. Thiago

        Boa!
        E, tb o que o Djoko falou e o Davi postou acima:

        “… se você não for capaz de dar um jeito de escapar (‘crawl your way out’) de certas situações tal como eu tive hoje, 2 sets abaixo, é isto aí… a partida vai embora. É por isto que eu sinto que o trabalho mental, o treino mental, é tão importante quanto o treinamento físico. E eu dedico muito tempo a isto também. E sou muito grato ao fato de que é algo que realmente compensa”.

    2. Willian Rodrigues

      Condicionamento físico privilegiado, trabalho espetacular da equipe de treinadores e fisioterapeutas, além de MUITA experiência em grandes torneios, grandes decisões, para dosar a energia a ser aplicada nos momentos cruciais das partidas. Leia-se, os chamados “big points”.
      De resto, são conjecturas, insinuações descabidas.
      Abs

    3. Sandro

      Explico: a força mental de Djokovic se reflete na resiliência, na capacidade de se reinventar, idependente de ele ser mais velho que os garotões que se perdem no descontrole emocional…

  122. Thierry

    Sou fã do Tsitsipas, mesmo n gostando do backhand de 1 mão que na minha visão n é tão versátil na defesa quando o de duas, acho ele completo demais. Ele é forte, rápido, saca bem, inteligente nos grandes pontos… Falta ter 26 anos pra ser extraclasse

  123. Jackson Scherer

    Parabéns pela análise. Muito triste termos que olhar os jogos onde narradores e comentaristas ficam torcendo contra por serem fans da dupla Fedal. Vamos aguardar que esse ano promete tanto para o Big 3 como para a nova geração chegando.

  124. Robson Couto

    Mais um slam que termina, porém acredito que nenhum deles teria o mesmo brilho sem o TenisBrasil. Agradeço muito a você Dalcim e toda a equipe por tanta dedicação e profissionalismo. Sempre adorei esse esporte mas seu trabalho me fez amá-lo. Tanto é verdade que durante os grandes eventos fica aquela ansiedade em ler o post do dia. Hoje não poderia ser diferente, após ler todas notícias fecho com a cereja do bolo: sua crônica sempre espetacular. Novamente obrigado e já começa a expectativa por Wimbledon.

    1. José Nilton Dalcim

      Um grande agradecimento de toda a redação a você, Robson. O pessoal realmente se esforça muito e a carga de trabalho é enorme. Também ansioso por Wimbledon, sempre meu torneio predileto. Abs!

    2. Luiz Fabriciano

      Concordo plenamente.
      Ontem fui dormir meio ansioso por não ter lido ainda o post sobre a Vitória de Hércules.

  125. Sandra

    Dalcim, existe alguma possibilidade de quando você pede para ir ao banheiro no meio do jogo, vc receber alguma instrução ou qualquer coisa parecida ? Até onde sei e do jogo , me pareceu uma atitude antipatica do grego , insinuando que não sabe o que aconteceu que ele votou mais forte !

  126. Luz de Júpiter

    Com pouquíssimas exceções, sempre tem um momento, quando o Djoko está atrás do placar, que ele não erra nada, contra-ataca de forma formidável e vai frustrando o adversário. No Tênis, a frustração de não capitalizar a vantagem que se possui é uma das piores que um jogador pode sentir. Federer, Murray, Nadal e muitos outros já sentiram esse gosto amargo de que poderiam ter vencido a partida.

    Na sexta mesmo, vimos Nadal com uma expressão de frustração e raiva durante o quarto set em que começou quebrando e depois não ganhou game algum.

    Tinha uma galera chamando Tsitsipas de amarelão, mas ele não amarelou. Só estava sentindo o gostinho amargo que ficou na boca quando o Djoko tirou o doce dela,

    Agora, tenho a sensação que se Nadal tivesse ganhado o AO, o fato de conquistar o double carer slam estaria sendo mais enfatizado. Inclusive só se comentava nisso quando ele chegava nas finais.

  127. Periferia

    Só que não

    Tsitsipas começou o jogo bem…Djokovic começou melhor ainda…mesmo assim quem ganhou foi o grego.
    O segundo set foi um passeio…Djokovic estava abatido…o grego não se fez de rogado…passou o trator no sérvio.
    O sérvio no intervalo do segundo para o terceiro set foi para o vestiário.
    Tsitsipas ficou em sua cadeira concentrado.
    Quando algo chamou sua atenção.
    Era seu pai…Apostolus…tentando dizer algo para ele.
    Tsitsipas não compreendia nada…estava longe e o pai de máscara dificultava ainda mais a comunicação.
    O grego se aproximou do pai…e disse.
    – o que foi???
    O pai baixou a máscara e gritou a plenos pulmões.
    -Vc vai ganhar meu filho…
    Tsitsipas voltou para sua cadeira…
    Não parava de pensar…
    Aquele match point de esquerda.
    Se jogando na quadra…com lágrimas pela vitória.
    O aperto de mão e um abraço no sérvio junto a rede.
    O público gritando seu nome.
    Borg entregando a taça…
    Ele beijando e erguendo o troféu como o rei do saibro.
    Aquela foto no dia seguinte com o troféu e a Torre Eiffel ao fundo.
    Quanto ouviu um barulho…era Djokovic voltando do para o terceiro set.

  128. Paulo F.

    Ronildo:
    Quase nove horas em quadra, somando a semi-final e final.
    Nada mal para um COMBALIDO campeão, hein?
    Outra coisa: Novak já tem os dois primeiros Slams na conta, vai ser difícil ele perder o número 1 até o final da temporada.
    Sinto muito, mas a matemática é implacável.

    1. Ronildo

      A condição de combalida era hipotética Paulo. Mesmo que Djokovic estivesse cansado no quinto set, no fim prevaleceu seu mental sobre o jovem Tsitsipas. O título valia muito mais para Tsitsipas do que para Djokovic.

  129. Anelio

    Go doko!
    Ontem chegou a biografia do dojo e nem li ainda , e tem o prefácio do dalcin , não sabia , eu queria saber de uma coisa , porque o dalcin não comenta no bandsports no lugar do Chiquinho , meu deus o cara é um anti-dojo demais , sei que o Chiquinho também escreve por aqui , mais sendo sincero , dalcin dá de 10 nele mesmo ele preferindo o Federer ele é isento , não comento quase nunca , mais leio todos os posts do dalcin , sou seu fã ,abçs.

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Anello! Não possuo procuração para defender o Chiquinho, mas te garanto: falo muito com ele e Chiquinho tem enorme admiração pelo Djoko. Abs!

  130. Melber

    Comentei aqui ,em meados de 2015,Novak vai terminar a carreira com 25 slams e 50 masters e mais de 450 semanas na liderança,sem adivinho,fato.

  131. Sandro

    5 sets contra o Musetti, 4 sets contra o Berrettini, 4 sets contra o Nadal e mais 5 sets contra o Tstsipas num total de “DEZOITO” sets disputados nesses últimos 4 jogos, sendo que 2 desses jogos chegaram a 3 horas e meia e os outros 2 jogos passaram das 4 horas de duração!!!
    Djokovic é um verdadeira “ATLETA” na maior acepção da palavra!!!
    O que Djokovic consegue fazer atleticamente com seus 34 anos, muito jovenzinho com 20 anos está abrindo o bico!!!
    E não é só a capacidade física não, mais do que isso conta a ‘CAPACIDADE MENTAL” de Djokovic que algo de fantástico!!!
    Aliás, o que faz Djokovic e Nadal serem o que são com 34 e 35 anos é sua imensa capacidade mental de sair de situações adversas e de se reinventarem dentro do jogo. Isso os tornam verdadeiros campeões!
    O que Novak Djokovic fez nessa edição de Roland Garros, com certeza, foi o maior feito da carreira dele até o momento, foi algo de absurdo e fantástico ao mesmo tempo. Esse cara é um EXTRA-TERRESTRE!!!

  132. Paulo F.

    Luiz Fernando:
    Obrigado pelas palavras dirigidas ao Novak Djokovic e parabéns pala altivez na derrota nas semis – mesmo que tu, um lúcido, sagaz, inteligente e o primaz nadalista daqui, sempre soube que ele sempre foi o único, verdadeiro e decente rival que Rafa teve no saibro.
    Conte com minha torcida para que Rafa ainda conquiste um Finals (menos contra Novak)! É abjeto e bizarro que o imenso e titânico Rafa se aposente sem que tenha um Finals em seu currículo.
    Espero que Rafa possa competir em Londres.
    Nos vemos lá em Wimbledon.
    Ótima semana, meu nobre!

    1. Sandro

      Paulo F., acho que para o Nadal é muito mais importante conquistar mais um Grand Slam e ficar com 21 na carreira do que o Finals… Aliás, Nadal nunca se importou muito com esse Finals, o foco dele sempre foi os Grand SLams e os torneios no saibro.

    2. Luiz Henrique

      Paulo, se for pra vc torcer por Nadal em alguma coisa, torça pra ele ganhar outro WB ou AO
      Isso vale mil vezes mais pra nós do que o Finals
      Com todo o respeito ao torneio

      1. Paulo F.

        Ah, meu querido, aí concordo contigo:
        Seria inestimável se Rafa se juntasse ao Djoko como tendo 2 majors de cada com mais um AO!
        Deixaria o fregueseão com seu mono RG terceirizado!
        Hhahahahahahahahaha !!!

  133. Fernando

    O comentário mais injusto que eu vejo nas redes é “O Djokovic tem muitas dificuldades no saibro”. Véi, todo mundo tem dificuldades no saibro. São jogos enroscados. Raramente se ganha ponto com poucas trocas. É dificílimo. Fora que sempre tem o Nadal pelo caminho, que é o deus desse piso. Tirando o espanhol, Nole é o que tem mais títulos e vitórias relevantes no saibro.

  134. FILIPE

    Mesmo tendo 19 contra os 20 dos demais do Big 3, esse feito para mim já o torna o maior de todos os tempos até o presente momento. Isso porque as vitórias nesse Roland Garros foram épicas e com direito a vitória enorme sobre o rei do saibro nesse torneio; some-se a isso, também teve vitórias formidáveis sobre Federer em Wimbledon. Por fim, tem mais vitórias nos confrontos diretos que seus oponentes maravilhosos, além de ser o único que venceu mais de 2 vezes todos os slams na era profissional, o único que venceu todos os master pelo menos 2 vezes, o que mais ganhou dinheiro em premiações da ATP e o que está há mais tempo com o número 1 do mundo. O cara é o Goat. Como ele não desabou mentalmente após o 2×0 contra o grego? Como possui esse físico capaz de competir e superar alguém 11 anos mais jovem? Porra, vou parar de comer glúten. Hahahaha!

  135. Edgard Upinho

    É preciso de muita consistência pra vencer djoko em melhor de cinco sets, e infelizmente o grego sucumbiu a exigência física, técnica e mental que o número impõe. E conforme o senhor destacou no texto, caro Dalcim, concordo que “apenas” dois títulos em RG sejam pouco diante do jogo e do volume de feitos extraordinários que este brilhante tenista já obteve. E embora não tenha ouvido ainda ngm dizer, temos a real possibilidade de djoko fechar uma temporada de sonhos caso conquiste o hexa em winblendom, o tetra nos Estados Unidos, o título olímpico e coroar o ano alcançando roger com o sexto título do ATP finals. É bastante coisa, eu sei, mas o novo campeão de RG é capaz de realizar todos esses feitos. Não acredito que conseguirá tudo isso, mas a possibilidade segue existindo. Imagino que o sérvio está especialmente motivado para mais uma vitória no US Open e o título olímpico. Tsitsipas me parece um jogador completo e com um futuro promissor. Talvez seja o tenista com mais potencial de dominar o circuito quando o atual big 3 perder a competitividade.

  136. Alison Cordeiro

    Tsitsipas seguiu a fórmula necessária para encarar o melhor do mundo: foi agressivo, arriscou, mostrou frieza. Mas cometeu o mesmo erro que muitos já cometeram: achou que estava tudo sob controle.

    Quando se enfrenta Nole, só depois que a última bola está definida se pode relaxar. Pois ele sempre acha uma resposta. Stan conseguiu em 2015 matar o sonho do primeiro título, mas o sérvio insistiu e sua consistência foi premiada. Ao levantar o troféu pela segunda vez este ano, acresce a sua coleção mais que um título: outro recorde. Insaciável.

    Outra vez Dalcim nos premia com uma cobertura sensacional. Volto a repetir: o ponto a ponto é uma aula de tênis. O olho clínico do especialista para todos os detalhes. Parabéns Dalcim!

  137. Paulo F.

    Vamos às atualizações no saibro em primeiro lugar, neste tópico eu vou floodar:

    NOVAK SADICOVIC:

    – DUAS vitórias sobre Rafael Nadal em RG.
    – OITO M1000 no saibro. Conquistou TODOS os M1000 do saibro E mais de uma vez.
    – Ganhou de Rafael Nadal em pelo menos uma FINAL EM TODOS esses M1000.
    – BICAMPEÃO de RG!

    ROGER FEDERER:

    – ZERO vitórias sobre Rafael Nadal em RG.
    – Conquistou apenas 03 M1000 de Hamburgo/Madri. Roma e Monte Carlo? Sequer sabe o que é troféu o “GOAT”….
    – Ganhou de Rafael Nadal apenas em Hamburgo/Madri. Roma e Monte Carlo? kkkkkkkkkk
    – MONOCAMPEÃO TERCEIRIZADO de RG.

    DOMINIC THIEM – O SEGUNDO MELHOR saibrista da Era Nadal, segundo o “genial” Marquinhos-Renato-Johhny-Vitor Hugo:

    – ZERO vitórias sobre Rafael Nadal em RG.
    – ZERO M1000 no saibro.
    – Duas vitórias sobre o mito Rafa (01 em Madri e 01 em Roma).
    – ZERO títulos em RG.

    1. Sandro

      Perfeito Paulo F.!!!
      Com certeza Nadal e Djokovic são os maiores saibristas de todos os tempos, não há como contestar isso!!!

    2. DANILO AFONSO

      Valeu PAULO pela compilação e comparativo.
      Essa estória do 2° melhor (Thiem) saibrista é um dos maiores absurdos que já ouvimos aqui no blog.

      1. Paulo F.

        Obrigado Danilo, meu estatístico favorito e mui nobre nolista!
        Essa falácia do Thiem segundo melhor saibrista foi uma das piores gambiarras de tentar desmerecer o sérvio.
        Eu inclusive acho que Thiem terá cada vez mais dificuldades em ser campeão de RG, ainda mais com o poder que Tsitsipas vem demonstrando no saibro.

    3. Rodrigo.a.almeida@globo.com

      Cara, faça uma pesquisa decente antes de postar qualquer coisa.

      Djokovic tem 10 Masters no saibro.

      Federer tem 6 Masters no saibro.

      Fica preocupado em falar groselha e passa informação errada.

      1. Rodrigo.a.almeida@globo.com

        Outra, o Thiem tem mais que duas vitórias sobre o Nadal no Saibro.

        Acho que estou exigindo demais.

  138. Luís Nascimento

    Pra mim, Djokovic passará ainda nesse ano Nadal e Federer em G.S. Ganhará Wimbledon, e o US Open.

    Em relação ao Jogo, começou estranho. O Djoko parecia longe da quadra, disperso demais. Quando voltou ao normal, mostrou porque é o maior jogador de todos os tempos. Um tenista que domina TODOS os pisos, só pode ser chamado de GOAT.

    Décimo nono título de G.S, e segue a contagem. Para desespero dos antis…rs!

    Obs. Tsipitas ao meu ver, será o único substituto do BIG 3. Joga muito, mas precisa domar a parte mental. É fraca demais.

  139. Gildokson

    Um grande problema no caso do grego ou um outro vai ser saber que está conquistando títulos por declínio físico e técnico de Nole e Nadal, ja que hoje ficou provado mais uma vez que bola para tomar a coroa eles não tem. Infelizmente.

  140. Barocos

    Mestre Dalcim,

    Aguardava, ansiosamente, um grande artigo: profissional, analítico, preciso. Mais uma vez, não me decepcionei. É raro que se encontre motivos para voltar sempre a um mesmo lugar, ler artigos do mesmo autor e se sentir recompensado em suas expectativas. Faz já alguns anos, é exatamente isto que encontro ao retornar ao tenisbrasil para ler sobre o coroamento dos grandes campeões do tênis. Obrigado.

    Para quem quer conhecer um pouco mais sobre “do que é feito” um grande campeão, eu sugiro que leiam o pequeno artigo cujo link posto aqui:
    https://www.bbc.com/sport/tennis/57257290

    Até onde sei, Rafael Nadal tem muitas características semelhantes, como a disciplina e a vontade de ferro. Tenho menos informações sobre o grande Federer, coisa que pretendo corrigir antes do início de Wimbledon.

    Hoje não trocarei mais provocações, não mais, hoje não.

    Saúde e paz.

  141. Mateus Moura

    Djokovic conquistando mais um GS será estatísticamente o melhor da história, independente se é o jogo mais bonito ou não. Ele tem todos os critérios de desempate mais importantes a seu favor, que ao meu ver são esses:

    . Maior número de semanas como número 1.
    . Mais temporadas encerradas como número 1 com 6( empatado com Sampras).
    . Maior número de Big titles (60 títulos).

    Façanha por façanha, todos do big 3 possuem várias e por isso a questão do Goat ficaria muito subjetiva analisando elas. Por isso listei aqueles 3 quesitos acima e acho bem justo, pois são relacionados a posição número 1 e o número de Big titles é claro que com certeza é um dos critérios mais relevantes.

  142. Sandro

    Boa Noite Dalcim e amigos do BLOG!!!
    Dalcim escreveu qeu Tsitsipas lutou como pôde e acreditou até o fim, que são características essenciais no saibro e entre os grandes campeões.
    Vi essas características de “CAMPEÕES”de lutar como podem e acreditarem até o fim tanto no Matteo Berrettini quanto no Stefanos Tsitispas, que fizeram partidas memoráveis contra o Djokovic e estão chegando perto, porém, ainda não o suficiente, mas sei que Berrettini e Tsitispas têm um futuro brilhante pela frente.
    O mesmo não posso dizer de Musetti, cuja atitude medrosa e covarde me decepcionou muito, Outra coisa que não gostei de ver no Musetti foi a cara de choro, de desespero, parecendo um bebê chorão. A atitude mental de Musetti faz-me crer que ele nunca chegará a ganhar um Grand Slam, a não ser que seja por W.O. porque o cara não tem fibra, nem estrutura mental para isso.
    Foram 3 partidaços Djokovic x Musetti, Djokovic x Berrettini e Djokovic x Tsitsipas, porém, o auge desse Roland Garros 2021 foi o “DUELO DE TITÂS” Djokovic x Nadal, um épico, uma batalha campal entre esses 2 monstros intergalácticos do BIG 2.
    Essa edição de Roland Garros 2021 só tinha 2 resultados possíveis: Djokovic campeão ou Nadal campeão, seja qual representante do BIG 2 fosse para a final, esse seria o Campeão!!!
    Vejam bem, estou elogiando a categoria e o nível de jogadores como Berrettini e Tsitsipas, em nenhum momento estou desdenhando da capacidade deles, mas tenho certeza que pelo menos nesse Roland Garros 2021, só catástofre tiraria o título de Nadal ou Djokovic!!! Acredito que futuramente Berrettini ou Tsitsipas possam erguer o troféu em Roland Garros, contudo, em 2021 ainda era muito cedo pra eles, pois os monstros do BIG 2 não deixariam.
    E o feito de Djokovic foi realmente “HERCÚLEO”, foram jogos longos e desgastantes contra Musetti, Berrettini, Nadal e Tsitsipas, e esse ‘HÉRCULES DO TÊNIS” foi fenomenal em tudo o que apresentou na sua APOTEOSE em Roland Garros!!!

  143. Rafael

    Mestre,

    GOAT só tem um. E é o Federer. Quem joga tênis sabe que só ele faz determinadas coisas em quadra. Se perguntar pros 100 primeiros do ranking quem eh o GOAT tenho certeza da resposta mais frequente.

    1. Luiz Fabriciano

      Corretíssimo.
      Realmente tem coisas que somente Federer faz em uma quadra.
      E tem coisas que só Novak Djokovic faz: vencer todos os GS ao menos duas vezes, incluindo, ao menos duas vitórias sobre Rafael Nadal em Roland Garros.

  144. Marcelo Calmon

    Excelente análise.
    Não vejo ninguém na nova geração capaz de ganhar do Rafa no saibro de Paris e do Djoko em todos os slams.
    A intensidade deles é impressionante. Ganhar 3 sets deles é muito difícil. Só num dia muito ruim dos 2 e um dia muito bom do adversário.
    Verdade que no 2º set de hoje o Nole parecia que ia baixar o nível, mas já aconteceu isso antes e ele se recuperou como hoje.
    Só acho que o Djoko complicou ao perder o 1º set. Teve chances de quebrar logo no 1º game. Depois obteve a quebra e quando sacava não tinha grandes problemas. Aí quando foi sacar pro set, jogou um game medonho, o Tsitsipas não fez nada de especial, foram erros que normalmente o Djoko não comete.
    Depois sacou em 5/6 e teve um SP set, contra que conseguiu salvar. No TB começou muito mal, com DF no 1º saque. Até se recuperou e parecia que ia levar o set, mas voltou a errar.
    O 2º set totalmente atípico, mereceu perder mesmo.
    Depois dominou facilmente e fez a grande virada.
    A rapaziada ainda tem que ralar muito. Só não incluí o Federer porque temos que ver se ele consegue jogar com intensidade em jogos de 5 sets bem disputados, mas na grama também não vejo nenhum jovem favorito contra ele.
    abs

    1. Luiz Fabriciano

      O que prejudicou o sérvio naquele game de saque para fechar o primeiro set foi claramente, sem trocadilhos, o sol na cara.
      Não é uma desculpa, pois estão acostumados, mas é evidente que ele não se preparou melhor para aquilo.
      Se fores rever apenas esse game, verás que não encaixou nenhum primeiro serviço e perdeu o game de zero.

  145. Ricardo

    Dalcim, findo o torneio, aproveito pra dizer: aquele game confirmado pelo sérvio para fazer 1-5 contra o espanhol no primeiro Set foi possivelmente o game mais importante da carreira do sérvio até agora.
    Creio que no futuro ele será bastante analisado assim como fizeram com o famoso “the return” contra o Federer na semi do US Open 11.
    O que achas?
    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, tirar o risco de um ‘pneu’ era moralmente importante. Mas me atrevo a dizer que o lance mais importante da partida foi o set-point que ele evitou antes do tiebreak. Claro que ainda poderia haver muita luta por dois sets, mas teria dificuldade demais as coisas diante de um Nadal confiante, ainda que já mais lento. Abs!

  146. Luiz Henrique

    Dalcim, se tivesse que apostar todas suas fichas em quem vai terminar este ano com 21 grand Slams, em quem você iria?

    1. José Nilton Dalcim

      Estaria entre Djokovic e Federer, mas talvez votasse no Federer. Mas isso só porque você pediu isso, em sã consciência não apostaria nada contra qualquer um deles. A minha impressão, e é apenas uma impressão, é de que os três terminarão o ano com 20.

  147. Hilton Rodrigues Moreira

    Ganhou quem Merecia ganhar Rolang Garros, depois de tudo que o Novak Djokovic fez no torneio, depois daquela partida épica com Nadal. Título muito merecido.

  148. Maurício Luís *

    A Bia Maia bem que merecia um convite pra Wimbledon. Tem até vitória sobre Garbine Muguruza… O maior problema dela é não ser inglesa. Ou francesa, porque já merecia um convite pra esse Roland Garros. Já vi jogadoras muito piores ranqueadas que ela serem convidadas. Como é difícil morar em país de terceiro mundo…
    Ainda sobre a semi com Nadal, interessante que até o número 1 do mundo disse que é difícil lidar com as bolas do jogo do espanhol, que são diferentes de todos os outros do circuito. Eu não daria meia pataca furada pelo sérvio quando ele perdia por 5 a 0 no primeiro set, prestes a reeditar o desastre de 2020, e ainda por cima com torcida contra. Então eu vejo assim: que ele tem poucos pontos fracos e o + forte dele é o mental.
    Já sai como favorito pra Wimbledon, mas tem um “porém”. Nadal também não era favorito pra Roland Garros? Se o sérvio pegar um supersacador que esteja num dia bom, e considerando o pouco tempo de preparação que ele vai ter, ele que ponha as barbas de molho.
    ******* O SUSTO DA PATROA******
    A Xisca quase que cai da cadeira ao ver o baloeiro chegando + cedo em casa.
    – O que aconteceu?? Cancelaram o torneio? Alguém pegou covid? Você pegou covid??
    – Não, querida. O Djokovic estrambecou comigo na semi.
    – Puxa, mas que pena. Mas aproveitando a ocasião, queria lhe perguntar: o que você acha da minha MÃE?
    E o baloeiro, olhando pro rolo de macarrão batendo na palma da mão da patroa:
    – Aah, eu acho uma gracinha! Um anjo de sogra! Educada, elegante, não é palpiteira muito menos fofoqueira… amo de paixão!!

  149. efraim santana silva

    Dalcim acho que o Nole chega 24 slan , mais 2 esse ano e 2 ano que vem e chega a 24 o que voce acha?

    1. Julio Cesar

      Um pouco otimista demais, eu acho. Mas a chance existe… ao mesmo tempo, pode acontecer que não ganhe nenhum também. Tudo faz parte das probabilidades. E no tênis, tudo, até Djokovic quebrar a maldição de Nadal, pode acontecer

  150. Willian Rodrigues

    Dalcim, parabéns a você e equipe por mais uma excelente cobertura de um grand slam!
    Obrigado por nos proporcionar esse espaço.
    Sinceramente, o Blog tem sido um alento nesse período sombrio de pouquíssima socialização…
    Minha leitura durante o jogo foi semelhante à sua, embora seja inevitável alguma tendenciosidade devido à torcida declarada pelo sérvio! KKKKK
    Algumas jogadas me pareceram muito mais “bunitas” do que realmente foram, dado o calor da emoção…

    Duas perguntinhas:
    Você acredita que essa derrota possa impactar no desempenho do grego em WB?
    Nadal deixaria mesmo de ir a Londres, dada a iminência do sérvio assumir a ponta em relação ao nº de slams?
    Abraços

    1. José Nilton Dalcim

      Dois ótimas questões, Willian. Acho que o grego vai absorver bem a derrota quando a poeria abaixar, mas Wimbledon é um torneio difícil mesmo para quem tem muitas habilidades como ele. Encarar um grande sacador logo de cara pode ser um drama nas primeiras rodadas. Em três tentativas, ele perdeu na estreia em duas, embora hoje esteja muito mais maduro. Quanto ao Nadal, tenho certeza de que ele vai tentar. Até porque, ainda como cabeça 3, ele pode novamente cruzar com o Djoko numa semi e tentar a vingança. Ou pode ficar do outro lado e torcer para Djoko pegar Federer nas quartas e Tsitsipas na semi. Há muitas possibilidades, será um torneio bem interessante.

      1. Wilson Rocha

        Mestre Dalcim,
        A chance de Nadal vencer Djoko fora do saibro, é mínima. Caso ele pense na revanche, vai ter que esperar por RG 2022.

  151. Werisleik Albuquerque

    Não costumo comentar por aqui, mas me divirto demais com as rivalidades e a inteligência de muitos e com as “presepadas” de outros. Falando do jogo, o Grego jogou demais e Djokovic mostrou mais uma vez resiliência e o seu poder mental absurdo, pouquíssimos jogadores conseguiriam se manter no jogo depois de perder 2 Sets.
    É lindo ver Federer com seu tênis clássico e plástico, é magnifico ver Nadal devolvendo tudo e não entregando nada, mas acabo simpatizando mais com Djokovic, apesar de não ter o jogo vistoso de RF e de não ter o jogo físico marcante de Nadal ele se destaca pela inteligência tática, pela força mental, pela dedicação e por jamais desistir, qualidades que eu, que não sou habilidoso e tal, valorizo mais por me identificar mais, sou como ele humildemente falando, um batalhador, e consigo ver beleza nas devoluções profundas, nos golpes precisos no saque eficiente.
    Pena que logo logo esses monstros “sagrados” do tênis nos deixarão órfãos dessas maravilhosas batalhas.
    Da Next-gen acho o Sinner o mais empolgante, embora falte resiliência em seu jogo.

  152. Geailton

    Crueldade. Foi assim que o sérvio tratou os haters e integrantes da seita caprina. Hoje foi mais uma prova que os argumentos de alguns aqui não tem nenhum senso. O sérvio ganhou de alguem quase 12 anos mais novo, mas uns bebezinhos aqui falam que 6 anos é muita diferença e por isso seu deus perdeu tanto pra ele. Realmente não tem discussão de quem é o GOAT, mas para o representante da seita o único significado é cabra mesmo.
    Mudando um pouco o foco, discordo de alguns comentários em outros locais de que o grego pipocou. Muito pelo contrário, não é qualquer um que consegue ganhar 2 sets do GOAT em uma final e jogar bem estes. Aliás ele pode dizer que este ano foi melhor do que o rei do saibro em sua casa. Tem tudo realmente pra dominar o circuito depois do big2.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Ultimamente quase todo comentário desse tal de Geaílton é agressivo e contém ofensa.

      E ainda abre a boca para chamar alguém de hater. Piada.

      Só sabe falar de “seita caprina” , seita isso, seita aquilo.

      Entenda que ninguém é obrigado a torcer pelo Djokovic aqui não, rapaz.

      Torce quem quer.

      Boa noite.

  153. LION

    Ganhou o título, ótimo, foi um susto danado e coisa e tal, mas…Bem, mas um superatleta como Novak não deveria ter nas condições climáticas uma “kriptonita” tão forte como, infelizmente, é o caso. Tem um djokovista meio troll no youtube, que embora seja trolador diz algo muito verdadeiro: o calor e o sol(também a humidade em outras situações) destroem por completo a stamina, o vigor do sérvio. De fato, já vimos isso diversas vezes. Com o solão dos dois primeiros sets, a impressão é que ele estava se arrastando e tomaria um 3 x 0 fácil. Acho chato porque isso é algo que inexoravelmente o leva a pedir vestiário, o que é um prato cheio para os chacais que o odeiam. O próprio Tsitsipas fez declarações no mínimo ambíguas a esse respeito após o jogo, na coletiva. De fato, se as organizações quiserem barrar mais títulos do Nole em GS, basta colocar a final bem cedo, onde o sol é mais quente. O homem literalmente parece que se derrete. A sorte dele é que no AO e USO as rodadas dos grandes jogadores são, em geral, noturnas, inclusive as finais, e que no período de Wimbledon não está quente em Londes. Enfim…

    1. Marco

      Acho que não tem relação com calor e sol, mesmo pq ele vai mt bem na Austrália.
      Acho que atrapalha mais é o vento, mt por isso ele não tem mais títulos no USO.

      No caso específico de hoje, mentalmente é difícil seguir forte depois de vencer o Nadal em RG. A queda foi normal, esperada até, tinha um pouco de vento tb e assim foi. Mesmo assim, ele deveria ter feito 1×0, não pode cometer esse tipo de erro.

  154. Ricardo

    O Ronildo é mesmo um ser único.
    Até quando ele acerta, acaba perdendo.
    Foi certeiro quanto à Rafa não ganhar RG, pena que esqueceu da parte do Djoko levantando o troféu. kkkkk
    Mas não se reprima, Ronildo.
    A campanha “RONILDO UMA HORA VOCÊ ACERTA” continua a todo vapor.
    Abs

    1. Ronildo

      Então, acertei que Nadal não ganharia RG e agora estou na espectativa de Djokovic perder o número 1 até o Finals, ou como último suspiro até ao final do AO 2022.

      1. Carlos Henrique

        Praticamente um Walter Mercado do tênis.
        Vou contribuir também. Até 2050 Novak Djokovic vai perder a liderança do ranking. kkkkk
        Até relógio parado acerta a hora, né.

      2. Luiz Fabriciano

        E a cada mês passado, há um acrescido no final, para que a profecia se concretize, não é meu caro?

  155. Jean Galvani

    Dalcim, obrigado pela excelente cobertura como sempre. Que tipo de terapia que o Djoko faz no vestiário pra voltar completamente novo e conseguir essas viradas “impossíveis”?! Impressionante como a postura muda da agua pro vinho

    1. José Nilton Dalcim

      É uma pergunta que só ele poderá responder, Jean, porque não temos acesso ao vestiário para saber. Talvez seja mais parte de um ritual, já que os tenistas em geral são muito supersticiosos e às vezes uma mera troca de cueca ou cor da meia lhes dão uma energia nova.

      1. Luis

        Até o Tsitsipas achou estranho e comentou na entrevista. Ele falou que o Djoko saiu e voltou um jogador diferente.

        1. José Nilton Dalcim

          Sim, eu li e não gostei, porque pareceu insinuação. Se for isso mesmo, o que o grego queria? Que Djoko desabasse no meio da quadra no terceiro set e abandonasse? Seria um título bonito? Ele poderia ter abordado a questão de outra forma, talvez seja inexperiência mas não me agradou mesmo.

          1. Helena

            Você é muito generoso, Dalcim. Infelizmente, conhecendo o currículo do grego, é mais uma pra lista de desrespeito após as derrotas.

            Só acho curioso logo ele falar isso, já que também pediu para ir ao vestiário após perder o primeiro set contra o Isner e após a reação do Sascha nas semis. Enfim, uma pena. Pelo que fez em quadra merecia ter saído como um digno derrotado, mas esse tipo de comentário é de uma infelicidade tremenda, baita desrespeito a um companheiro de profissão.

          2. Marco

            Mesmo por que o grego também foi ao vestiário durante o jogo, inclusive acumulando com um pedido de atendimento médico.
            O que é total direito dele, diga-se, mas pega mal quando fala da ida do sérvio.

          3. Marcelo Calmon

            Só vi agora na TV a entrevista do Tsitsipas e também achei bem deselegante o comentário dele sobre a volta do Djoko para o 3ª set.
            Mas não foi surpresa para mim. Comecei a torcer contra ele depois de entrevistas pós-jogo, em jogos que ele perdeu, onde ele não creditava nada ao vencedor, mas sim a falta de sorte, ao mau desempenho dele, etc. Muito marrento, mas pode ser que aprenda.
            E você não acha que o smash do Djoko não corresponde ao resto do jogo dele, que é excepcional ? Perdeu alguns pontos preciosos por não definir logo com um smash bem dado.
            abs

    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que ele seja introspectivo em quadra, Davi. E nem acho que tudo seja difícil para ele ou para qualquer outro. Há também momentos de sorte ou de facilidade, faz parte do esporte. Numa final de Grand Slam ou num duelo contra Nadal no saibro ou diante de Federer na grama, não se poderia esperar um jogo fácil e corriqueiro. Abs!

    2. Sandro

      Também não concordo que Djokovic seja introspectivo. E Roland Garros não é difícil só para Djokovic, é difícil pra qualquer tenista do mundo, afinal em mais de uma década de torneio e com 13 títulos em Roland Garros, Nadal tem apenas 3 derrotas lá, sendo 2 para o Djokovic. Então a dificuldade é realmente grande dependendo do adversário e do torneio.

  156. Marcelo-Jacacity

    Parabéns Dalcim, pela vasta cobertura!

    Obs. Quero dizer que não deixo de ler o blog durante nenhum dia, apesar dos meus comentários escassos. e não perco o podcast. Aguardo ansiosamente o próximo. Quando será?

    Saudações a todos do blog e aos fãs do Novak Djokovic!!! Ajde No1e!!!!
    Morri, mas passo bem! Muita emoção.

  157. Alessandro Siqueira

    Desde 2011, Novak Djokovic venceu 18 Slams, 31 Masters, 4 ATP Finals e já tem garantidas ao menos 328 semanas como #1. Nesse mesmo período, Nadal e Federer, juntos, venceram 15 Slams, 28 Masters, 1 ATP Finals e somam 132 semanas na liderança.

    A rigor, essa não é a era do Big 3, mas sim a dinastia Djokovic. Nada mal para quem já foi chamado de marmita da nova geração, né?

    1. Bruno Marcedo

      Muito boa essa avaliação. Ainda mais se considerarmos que nesse período Nadal e Federar estavam muito bem fisicamente e não eram velhos (velhos eles estão agora em 2021), ou seja, tinham plenas condições de terem número melhores, mas Novak Djokovic não deixou.

      1. Carlos Henrique

        O suiço é um jogador velho, para a parcela fanática de sua torcida, desde o segundo semestre de 2008.
        Depois da derrota em WB que começou a pipocar o argumento da idade hahahahaha

  158. Ronildo

    Realmente, para Tsitsipas, sentir dores lombares deve ter sido excepcionalmente frustrante. Achei que a maior falha dele foi não ter sido mais intenso no terceiro set para liquidar a partida. Era a maior chance dele. Infelizmente ele confiou na vantagem de ter sets a mais e deu gás para Djokovic.
    Quanto a Djokovic, está de parabéns pelo espírito aguerrido. É um cara que fez milagre com seu tênis feijão com arroz. Este talvez tenha sido seu último slan.

    1. Arnon Louzada

      Verdade!
      Ele parece ter entrado no 3º achando que tudo estava ganho, ainda mais com o sérvio entregando o último game do segundo set kkkk

      1. Luiz Henrique

        Com certeza ele não achou que tava ganho, ele nem comemorou após o 2º set
        Ele sabia que podia complicar
        Na própria semi complicou inclusive
        Mas só saber não foi o bastante

    2. Luiz Henrique

      Ronildo a salvação é Shapovalov e sua calibração de recursos! Vamos Shapovalov!!!!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  159. Jonas

    Não vou dar uma de Ronildo e cravar nada…mas o Djoko tem boas chances de chegar/passar dos 20 Slams.

    Na Austrália é um monstro, se sente bem. É onde costuma jogar seu melhor tênis.

    Roland Garros é de longe o Slam mais difícil pro sérvio. Marian Vajda admitiu isso hoje, e era até óbvio. Muito difícil mesmo.

    Então temos Wimbledon e US Open, dois torneios em que o Djoko tem excelente histórico. Mesmo sendo zicado no US Open, ele tem 3 títulos ali. Com 19 Grand Slams no currículo… sinceramente duvido que Djokovic vai parar até passar dos 20.

    1. Ronildo

      Possivelmente este foi o último de Djokovic. Em Wimbledon ele não vai chegar na final e no US Open tem candidatos mais fortes como Tsitsipas, Medvedev e Zverev.

      1. Carlos Henrique

        Verdade, caro forista.. É notória a decadência física, mental e técnica do ATUAL LÍDER da corrida para Turim. O sérvio deve ser descartado de todos os Slams desse ano e do próximo.

        Só não enxerga, quem não quer.

  160. Jonas

    Djokovic nunca venceu um Grand Slam tão pesado quanto este Roland Garros. Se superou demais, faltam até palavras para o que o sérvio fez neste torneio.

    Que nível de tênis, tecnicamente, mentalmente ele foi o melhor, sem qualquer dúvida. Venceu um grego no auge, com a confiança lá em cima. Acho difícil Tsitsipas jogar mais que isso, esse cara vai ganhar no mínimo uns 5 Slams.

    Mais uma vez fiquei impressionado com a força mental do Djokovic. É provável que esteve esgotado após a batalha contra a lenda Nadal. Imaginem a pressão que o sérvio tinha em suas costas ao entrar em quadra hoje. E ainda esteve 0 x 2 contra um rapaz de 22 anos, que venceu 22 jogos na temporada de saibro. Um absurdo o feito do Djokovic…

    Curioso que o Djoko reduziu o calendário. Jogou uns 5 torneios a menos que o grego, e ainda assim lidera a corrida para o finals rs…Ronildo vai dizer que o ranking é o injusto?

  161. Vitor Hugo

    O mistério do vestiário….

    Contra Mussetti, Nadal e Tsipas ,o sérvio estava sendo dominado, mas foi só dar um pulinho no cômodo dos atletas que voltou dominando….
    Será que é feito uma vistoria no local antes ou depois? De repente algum vestígio de ritual de magia negra, macumba ou até agulhas e seringas…. Ou é apenas para dar um migué e esfriar o adversário? Creio que não! O mundo tem um percentual muito grande de pessoas sujas, mal intencionadas e etc… Pra mim o negócio tá fedendo…..

    1. Luiz Henrique

      Voltamos a 2013. Esses caras não tem jeito. Por isso que sempre torci contra Federer, e prefiro o Djoko a ele. Por causa desse tipo de gente que torce pro federer. Claro que pode ter torcedor do Nadal ou Djoko chato tb, mas nesse nível aí, sem condições. Apesar de torcer por Nadal, reconheço que fico satisfeito de ver esse tipo de gente que faz esse tipo de comentário frustrado

      1. Carlos Henrique

        São pessoas que se derem um passo, caem da borda da terra plana. Imaginar que caras que estão há mais de 15 anos no circuito, sendo testados regularmente, vão ao vestiário da partida para se dopar beira ao patológico.

    2. Jean

      Sujo é quem usa inúmeros fakes pra degradar atleta profssional né Marquinhos/Johnny/Renato? Que vida triste cara. Uma coisa é tirar sarro na derrota e tudo mais. Acusar de fraude um dos atletas mais comprometidos com a carreira na história sem nem ter a mínima ideia de como as coisas funcionam lembra um certo presidente falando de eleições. Patético.
      Tanto federista quanto nolista/nadalista fanático aqui que realmente só polui o blog.

      Faltou você dizer que a terra é plana também

    3. roberto garcia

      Patético…. Honestamente, tenho pena de você…. Porque não vai assistir outro esporte já que, pra vc, só há um jogador que vale a pena acompanhar, e ele está praticamente aposentado, pelo tempo e pelas surras que levou…..
      Enquanto o cão ladra…. a caravana já passou kkkkkk. Destino: Winbledom!!! Segura o maior de todos os tempos e vai chorar na caminha, vai.

    4. Carlos Henrique

      HAHAHHAHAHAH
      É muita dor cotovelo. Imagino o trabalhão para enxugar a roupa de cama de tanto choro nessa madrugada.

    5. Paulo F.

      A decepção e amargura foram terríveis após o terceiro set hein?
      Aquele mesmo gosto de fel após os 4015 de 2019, não?
      Ou o mesmo gosto de fel na premiação do AO de 2009, talvez.

  162. Cleiton

    Caminhando a passos largos para ser o maior da história. E isso vai acontecer ainda esse ano. Pode anotar aí, ele vai vencer todos os slams esse ano e de quebra vai ganhar o ouro olímpico

  163. Luiz Henrique

    Ronildo9 de junho de 2021 às 22:41
    Estou curioso para ver qual dos dois sobreviverá para domingo fazer parte do espetáculo da vitória de Zverev ou Tsitsipas
    Ronildo8 de junho de 2021 às 20:37
    Exatamente, como eu comentei logo após o sorteio das chaves : foi uma pena Zverev e Tsitsipas terem ficado do mesmo lado chave. Era para pegarem os combalidos Nadal e Djokovic na semifinal e fazerem a grande final entre eles. A final entre Zverev e Tsitsipas seria um sinal para os incrédulos que ainda não acreditam que o Big 3 perdeu o domínio do circuito. Mas até o final do ano acreditarão .
    Responder ↓
    1. Ronildo8 de junho de 2021 às 20:43
    Não há Big3, nem Big2 ou Big1. Este ano iniciou-se um novo ciclo no circuito mundial de tênis.
    Ronildo12 de junho de 2021 às 22:30
    Se o Tsitsipas é talentoso e está com o físico em dia, naturalmente espero por uma vitória dele. Djokovic tem dificuldade em desenvolver seu jogo contra tenistas talentosos, pois são imprevisíveis. O jogo contra o Musetti mostrou isso de forma nítida. Se Musetti tivesse uma condição física um pouco melhor seria o fim do torneio para Djokovic.

    1. Ronildo

      Algumas destas consecuções previstas ainda estão em desenvolvimento Luiz Henrique. Porém Djokovic conseguiu se desdobrar e evitou a consumação exata segundo minha palavra. Apenas Nadal foi atingido em cheio de acordo com minhas previsões.

    2. Carlos Henrique

      HAHAHAHA
      Uma metralhadora de perolas. Um talento natural para a comédia.
      Imagino o sofrimento do personagem no domingo…

  164. Luiz Fernando

    “O GOAT é uma questão de tempo”, só um cego p não reconhecer isso em relação ao sérvio, temos q tirar o chapéu pro cara, e vai atrás do Golden Slam, aliás como favorito…

      1. Luiz Henrique

        Eu torço por Nadal, e pra mim o maior argumento pra ele ser GOAT foi ter ganhado 4 GS fora do saibro vencendo Federer/Djokovic e os outros 2 não terem ganhado um RG vencendo Nadal
        Outro argumento meu era Nadal ter 13 vezes mais GS no saibro que eles, e a proporção a menos nos outros pisos ser menor
        Mas tudo mudou agora, mudou muito
        Muitos falaram de Nadal ter que ganhar mais fora do saibro, mas eu nunca corcordei
        Pra mim não era Nadal que tinha que ganhar mais 1 AO ou 1 WB
        Era Federer ou Djoko que tinham que ganhar outro RG pra eu duvidar da minha posição
        E djokovic o fez. Não só fez como ganhou do Nadal. Então agora ele pode dizer que ganhou um RG ganhando de Nadal. E tem 2 RG
        Mudou tudo. Se todos parassem hoje, eu diria que ele teve a melhor carreira. Pode mudar ainda? Pode, mas acho difícil

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