Djoko depõe ‘rei’ e tenta coroação contra Stef
Por José Nilton Dalcim
11 de junho de 2021 às 20:30

Novak Djokovic provou que é mesmo o único tenista em condições técnicas e físicas para barrar Rafael Nadal em Roland Garros. Pela segunda vez em seis anos, ele conseguiu ganhar aqueles três sets tão difíceis em cima do ‘rei do saibro’ e ainda o fez de virada, o que aumenta o grau de exigência de tamanha façanha.

Mas por incrível que pareça a tarefa ainda não terminou. No domingo, o sérvio volta à quadra para lutar por seu 19º troféu de Grand Slam, o bi em Roland Garros e o feito único de ter dois títulos em cada Slam na Era Profissional. O único que pode impedi-lo do novo salto no livro de história é o grego Stefanos Tsitsipas, em sua primeira decisão desse porte.

Apesar de ter tido ‘apenas’ quatro sets, a batalha desta sexta-feira na Philippe Chatrier talvez tenha sido um dos jogos mais intensos que Djokovic e Nadal já disputaram ao longo dos 58 duelos realizados em exatas 15 temporadas, principalmente quando se sabe que cada chance de ganhar um Slam agora parece crucial para eles. Havia tensão evidente no ar, o que não impediu um nível técnico excepcional.

Nole conseguiu reagir a várias situações tensas e por isso mereceu mais a vitória. Como aconteceu algumas vezes nesta temporada, teve um começo nervoso e, depois de ter chances de quebra logo de cara, perdeu um smash fácil e a confiança. Só foi reagir no sexto game e aí passou a mostrar um tênis mais consistente. Isso na verdade seria fundamental para lhe dar ritmo no segundo set, quando enfim atingiu seu melhor nível e a partida ficou eletrizante. O sérvio quase sempre tomou a iniciativa, procurando buracos, mas esbarrava nas defesas inteligentes do espanhol.

O terceiro set decidiu tudo. Extremamente equilibrado, pontos longos, games incríveis. Djokovic esteve por duas vezes à frente do placar sem conseguir capitalizar a diferença, principalmente quando sacou com 5/4 e viu um Nadal brilhante em suas paralelas de contragolpe. Pior ainda, o sérvio teve de salvar um set-point antes do tiebreak. E aí o desempate se mostraria crucial. Nadal errou um voleio incrivelmente fácil para permitir 5-3 e não deu tempo de se recuperar.

Lutador nato, Rafa ainda deu um último suspiro, ao abrir 2/0 no quarto set, empurrado pela torcida que foi autorizada a ficar depois do toque de recolher das 23h locais. Porém, ficou nisso. De forma surpreendente, não se mostrava mais veloz o bastante para acompanhar o ritmo do adversário, que abusava das paralelas ou de bolas muito profundas. O espanhol levou um ‘pneu moral’, o primeiro em seu invejável currículo em Roland Garros, como se Djoko quisesse se vingar da atuação tão sofrível da final de 2020.

Nesse épico de 4h10 e 266 pontos disputados, Djokovic terminou com 37 erros não forçados, mas o que precisa ser ressaltado é sua qualidade nos dois sets finais, quando falhou 10 vezes naquele tenso terceiro set de 80 minutos e apenas cinco no seguinte. Para um jogador que costumeiramente toma a iniciativa do ataque, inclusive a partir da devolução, é uma estatística digna de seu feito.

Momentos tenso para Stef
Tsitsipas por seu lado foi claramente superior a Alexander Zverev nos dois primeiros sets, em que procurou acima de tudo ser sólido da base e mexer o adversário. O alemão no entanto não se rendeu facilmente. Mudou a postura, ficou bem agressivo, foi à rede e pouco a pouco tirou a confiança do grego. Aquele bloco de gelo que Stef vinha se mostrando em toda a campanha destas duas semanas passou a reclamar, gritar e gesticular, sinal evidente de que estava sob pressão.

Por muito pouco Tsitsipas não perdeu o game de abertura do quinto set, o que poderia mudar completamente o rumo da partida, mas mostrou-se confiante e acabou premiado pela quebra no quarto game que abriria o caminho definitivo para a vitória, ainda que ele tenha precisado de cinco match-points. Ao final do jogo, falou ao público com extrema emoção, deixando claro o peso que carregou nessa luta pela primeira final de Grand Slam. Quem sabe, agora na decisão, consiga jogar mais solto para ser competitivo.

O retrospecto é favorável ao número 1, que venceu cinco dos sete encontros, incluindo a semifinal de cinco sets em Roland Garros do ano passado. O grego ganhou em 2018 e 2019, sobre quadra dura, no entanto pode se inspirar na recente quartas de final de Roma em que venceu o primeiro set e ficou muito perto da vitória diante de Djokovic.Quem vencer, será o líder do ranking da temporada. E se der Stef, ele também será o novo número 3 do mundo, superando o próprio Nadal.

A imprevisível decisão feminina
O título feminino de Roland Garros será numa final mais inesperada do que se pensava, entre duas jogadoras que hoje figuram fora do top 30: a russa Anastasia Pavlyuchenkova e a tcheca Barbora Krejcikova. É um confronto ainda por cima inédito no circuito e onde se acredita o controle dos nervos deve ser essencial.

Aos 29 anos, Pavlyuchenkova vem de uma incrível série de vitórias sobre Aryna Sabalenka, Vika Azarenka e Elena Rybakina, onde conseguiu sempre ser agressiva na hora certa, misturando bolas longas com curtas espertas. Precisou esperar 52 Slam para enfim chegar a uma final. É a tenista de fora do top 10 atual que mais vezes derrotou uma adversária entre as 10 primeiras, com 37.

Quatro anos mais jovem e apenas em seu quinto Slam de simples, Krejcikova talvez seja menos brilhante na parte técnica, mas se mostrou uma competidora de mão cheia. Duplista com títulos de Slam, sabe mudar o ritmo das trocas de bola e foi assim que passou por Elina Svitolina, Sloane Stephens, Coco Gauff e uma semifinal tensa diante de Maria Sakkari, em que salvou match-point. Aliás, a tcheca concorre também ao título de duplas desta edição, em busca do bi ao lado de Katerina Siniakova, o que a levará de volta ao número 1 do ranking na especialidade.


Comentários
  1. DANILO AFONSO

    Algumas considerações:

    1) Vi muita gente falando das deixadinhas fantásticas do NOVAK, mas ninguém citou as 3 “contradeixadas” geniais do NADAL matando o sérvio apenas na munheca, definindo a direção do toque no último instante;

    2) Se Ganhar do Nadal já é um feito relevante na carreira de qualquer tenista, ganhar 30 vezes é um feito extraordinário, quase o dobro de vitórias (16) que o Federer teve contra o espanhol;

    3) Os nolistas estão tirando onda com a vitória, mas acredito que muitos temeram um novo pneu na segunda quebra do serviço do sérvio no 1º set. Eu já estava imaginando a zoação aqui no blog e nos comentários do portal de notícias do Tênis Brasil. Eu pensei: “Djokovic vamos perder essa porra desse jogo com dignidade. Faz pelo menos um game caralho”. rsrsrsrsrs

    1. Barocos

      Grande Danilo,

      Faço minhas as suas palavras. Só me acalmei no 2º set. Não que o eu ligue muito para as brincadeiras, mas é péssimo ver alguém pelo qual se tem admiração perder de maneira vexatória, por questões emocionais, sabendo que a pessoa pode render bem mais.

      Saúde e paz.

  2. Vitor Hugo

    Dalcim, na sua opinião Federer x Nadal em 2008 e Borg x Big Mac em 1980 foram os dois melhores jogos q vc viu?

  3. Vitor Hugo

    Sério que alguém está convencido que Nadal jogou bem? Sacou de forma péssima, errou forehands como nunca, o back estava uma b…. até smash, que é o melhor, errou…
    Jogou uns 60% do que pode, e por incrível que pareça, estava cansado…
    Mas reafirmo: O baloeiro não ganha mais slam. Já era!

    1. Carlos Henrique

      Sacou de forma péssima = 6 aces (igualando o maior número até então conseguido, na partida contra o Dieguito) contra o melhor devolvedor do circuito.
      60%, 73% e 68%, de aproveitamento de primeiro serviço nos três primeiros sets, respectivamente.
      68%, 63 % e 63% de pontos ganhos com o primeiro serviço nos três primeiros sets, respectivamente.

      Você está coberto de razão.
      HAHHAHA

      Andy Murray não entende nada de tênis.

  4. Ulisses

    Dalcim,

    Eu notei uma queda na parte física do Nadal no final do terceiro em diante. Acho que conseguiu levar para o tie-break na raça mesmo, mas acabou perdendo o set e o físico no quarto set já era. Não estava conseguindo acompanhar o Nole.
    Em questão de velocidade eu vejo pouca diferença entre esse Nadal e o outro de 10 anos atrás, mas quando o jogo fica muito longo e exigente fisicamente o Nadal já não é mais o mesmo infelizmente. Vide semi do finals contra Mededev, AO contra o grego, e ontem.
    Na minha opinião se o Nadal não fizesse tanto aquelas fugidas loucas para bater de direita não o desgastaria tanto. Ele foge muito, e aqueles passos curtos se repetido por dezenas de vezes vai desgastando o espanhol, lembrando que ele já tem 35 anos.
    Dalcim na sua opinião se o Nadal tivesse o mesmo físico de anos atrás ele teria conseguido ganhar ontem, ou a derrota viria de qualquer forma? O que pensa mestre?

    1. José Nilton Dalcim

      Não dá para prever o que teria acontecido, Ulisses. Ele poderia subir o nível, mas Djokovic também. Mas com certeza faltaram pernas para o Nadal, que chegou algumas vezes um pouco atrasado nas bolas.

  5. Ronildo

    Eles dizem que o melhor Djokovic de todos os tempos foi o de 2011.

    Porém Roger Federer venceu Djokovic na semifinal de RG 2011.

    Depois Federer perdeu a final para Rafael Nadal.

    Em 2021 Djokovic com 34 anos venceu Nadal com 35 anos na semifinal de RG.

    Muitos estão dizendo que foi o melhor jogo de tênis que viram na vida!

    A LÓGICA:

    Em 2011 tanto Djokovic como Nadal eram tenistas melhores do que são hoje.

    Portanto aquele Roger Federer de 2011 venceria este Rafael de 2021 em RG.

    Tecnicamente, racionalmente, logicamente, cientificamente, não dá para explicar esta euforia toda!

    1. Sandro

      Se existe alguém que NUNCA foi racional aqui nesse blog foi vc Ronil… Sem falar das suas previsões FURADAS e ABSURDAS que dá até vergonha de ler!!!

  6. Orlando

    Olá, Luz de Júpter ! Cara, fiquei simplesmente estupefato com seu comentário que vc postou ontem aqui no blog. Ainda não tinha um lido comentário com tanta imparcialidade. Sou fã do Djokovic , adoro acompanhar meu time Santos F.C. pois moro aqui e todos os
    os torneios de tênis. TODOS ! Comecei a acompanhar constantemente quando surgiu o nosso Guga. Voltando a falar sobre seu comentário, pois como um todo é digno de aplausos, destaco uma frase que vc diz: “o que define um grande esportista não é sua técinica ou plasticidade, mas a capacidade de superar grandes desafios “. Só essa frase, valeu por tudo que escreveste. Meu parabéns, mesmo ! Seu comentário engrandece o blog do Dalcim. Por falar no nele faço a seguinte pergunta: Dalcim vc já não tá cansado de sempre estarem ti perguntado quem é melhor. Pessoal chato, né ? Leio o blog sempre e esse pessoal não cansa de fazer essa pergunta ! Abraço, Luz de Jupter e Dalcim !

  7. Paulo Almeida

    A diferença entre DjokoGOAT e suíço no saibro agora é abissal: enquanto o maioral ostenta OITO vitórias sobre o Nadal (2 em RG, 2 em MC, 1 em Madri e 3 em Roma), o terceirino do Big 3 sequer conseguiu tirar dois sets do espanhol no Major francês. Não dá nem pro começo.

    O grego jamais chegaria nas bolas em que o Nadal chegou ontem, de forma que o Djoko não precisará bater sempre uma ou duas bolas a mais. Seu físico também está impecável e logo estou confiante no Double Career Slam, mais do que merecido para o rei absoluto do tênis.

    1. Paulo Almeida

      Ah, claro que a final será durissima. Nada de jogo protocolar como em Rolanga 13 ou Wimby 18, mas o GOAT, que possui mais recursos e experiência, é o favorito.

  8. José Eduardo Pessanha

    É, Mestre, quem diria….. Dupla Falta “Ali Acima” tá na final contra o Cilic. Será que vai amarelar? Esse está devendo muito ainda.
    Abs

    1. José Eduardo Pessanha

      E Dalcim, os aniversariantes de 08/08 estão em rota de colisão em Halle. Federer e Aliassime.
      Abs

    2. José Nilton Dalcim

      Cilic é muito bom na grama, Pessanha. Já ganhou Queen’s duas vezes e fez final em Wimbledon. Se perder, não será nada além do normal. Claro, existe a frustração.

  9. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, se dJokovic vencer este ano os 4 grand slams será o único a ter esse feito ou outro tenista já conseguiu?

  10. José Eduardo Pessanha

    Os colegas Chetnik, Paulo F., Paulo Almeida, Luiz Fabriciano, Barocos, Danilo Afonso e Alessandro Siqueira terão um domingo de muito sofrimento. Faz parte.
    6/4, 6/2, 6/2 pro Sansão e taça na mão. Enquanto isso, um certo velhinho estará rindo muito na Alemanha e treinando seu vasto arsenal para copar Wimbledon 2021.
    Abs

    1. Alessandro Siqueira

      Pessanha, que você mantenha o grau de acerto profético, mais ou menos como vaticinou em relação ao Aliassime… rsrsrsrs

    2. DANILO AFONSO

      Poh PESSANHA, eu estava crente que você viraria nolista de “carteirinha” depois do pecado de ontem.

  11. Jonas

    Comentário bem interessante do colega “Luz de Jupiter”.

    De vez em quando penso nos Slams que Novak “desperdiçou”, “poderia ter ganho”, tanto faz, e me vem na cabeça US Open 2012, 2013 e a final de Roland Garros 2015.

    Os fãs do Nadal devem fazer o mesmo às vezes. O espanhol teve boas chances de vencer a SF de Wb 2018, por exemplo, era título certo.

    Mas quanto ao Federer, diria que ele “amarelou” naquela final de Roland Garros 2011. Sim, pode parecer absurdo, ele perdeu por 3 x 1 eu acho, mas pra quem assistiu o jogo, vai se lembrar da quantidade de bobagens que o suíço fez naquele dia, kkkkk. Inacreditável. Acho até que Nadal jogou pro gasto e venceu.

  12. Antônio gabriel

    Salvou dois match points contra Federer no quinto set em Wimbledon, com 5 títulos no GS sagrado do tênis;
    Ganhou duas vezes do Nadalito em RG, onde ele é praticamente um Deus;
    Está muito perto de ganhar 10 títulos na Austrália;
    Com exceção do erro em 2020, sempre vai bem no US Open e ainda vai faturar mais títulos por lá…
    Ou seja, Tragam dois troféus para este Sérvio, um de gênio e o outro, caso ele perda o primeiro…

  13. Marcos André

    Grande jogo no segundo e terceiro sets, o primeiro e o quarto nem tanto, Dalcim , na sua opinião quais foram os melhores jogos, este de ontem, a final de wimbledon de 2008, Nadal x federer ou a de 2019, djokovic x federer?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que esses foram mesmo os dois grandes jogos e obviamente acrescentaria a final de 1980 entre Borg e McEnroe.

  14. Kleber Araujo

    Grande jogo do Djoko… acredito que Nadal sim cansou, mas tbm tem relação com o modo como o sérvio jogou, o deslocando o tempo todo para os lados e frente (mesmo perdendo muitos pontos com drops, teve os dividendos no físico do espanhol).

    Pra quem gosta / acredita em coincidências e superstição, a final de amanhã é um prato cheio pra todas as torcidas.

    Pro grego, vale o fato de que dá outra vez que Nole bateu Rafa, perdeu na final pra um one hander que tbm havia tirado o cabeça #2 nas quartas de final em sets diretos (Stan).

    Pro sérvio, vale o fato de que no ano que venceu, encarou na final o mesmo adversário da semi do ano anterior, onde foi ganhar de 3×2 após abrir 2×0 (Andy Murray).

    Como bom nolista, torço pela 2a, mas acho que será um grande jogo (vide Roma há poucas semanas).

    Abs Dalcim, parabéns pela (habitual) excelente cobertura.

  15. Mateus Moura

    Ganhando RG amanhã, Djokovic será indiscutívelmente o maior tenista da história. Vamos as estatísticas:

    . Único a ganhar todos os Masters 1000, fora o fato de vencer pelo menos duas vezes cada um deles (Golden Master).
    . Maior vencedor de Masters 1000 de todos os tempos com 36 títulos (empatado com Nadal).

    . Mais semanas como número 1 (Ao meu ver tem quase o mesmo peso que o quesito número de GS).

    . Melhor H2H contra Nadal e Federer.

    . Venceu 3 finais de Wimbledon contra Federer em 3 encontros. (Outro quesito surreal levando em conta que a grama é a superfície sagrada de Federer).

    . Maior vencedor do Australia Open de todos os tempos com 9 títulos.

    . Ao ganhar RG amanhã, terá pelo menos 2 GS de cada 1.

    . Único a fazer todas as finais no mesmo ano dos GS e Master 1000 que disputou (Ano de 2015). Ganhou 3 GS, 6 Master 1000 e o ATP finals.

    . Um GS a menos que Federer e Nadal, porém isso pra mim torna-se irrelevante levando em consideração todos os pontos positivos acima.

    Obs: Pra mim será o maior da história até Wimbledon, porque se Federer ou Nadal vencerem o torneio, teremos que abrir a discussão novamente.

  16. Cassio Carvalho

    O abraço carinhoso e sensual de Zverev e Stefanos me fizeram feliz por ver uma geração nova de pessoas (e tenistas) que não são apenas rivais marciais. São mais que isso. São afetivos. É a esperança de uma masculinidade menos opressora.

    1. José Eduardo Pessanha

      Por isso, estamos caminhando para o fim. Estão acabando com a masculinidade. Não confundir masculinidade com machismo.
      Abs

      1. Alessandro Siqueira

        É sério que você acredita que um cumprimento afetuoso ao final de um jogo está acabando com o mundo? Nunca ouviu falar de amor além do eros? As variantes philos e agape não te dizem nada? Que mundo vasto… ???

  17. Sandra

    Me desculpe Dalcim , não paro de fazer perguntas , hoje reparando os técnicos da final feminina percebi que os técnicos eram um mais carrancudo que o,outro , a impressão que dá que o trabalho com elas parecem de quartel, sem nenhuma afetividade , gosto mesmo é da Bia Haddad, ela tem postura de tenista, vc não acha que ela pode ir longe ?

  18. Cassio Carvalho

    Sobre o carisma!
    O Stefanos tinha a torcida do lado dele contra o Zverev. Tem coisas que vem na pessoa. Acho que nenhum outro da nova geração tem tanta torcida como a que escutei a favor do grego. Digo isso porque não era torcida “em contra de um Big”. Era simplesmente a favor do Stefanos. Já tem muitos fãs. Não duvido que esteja pau a pau com a do Nole na final. O Nadal e o Nole dividiram a torcida na semi. Mas no Wimbledom 2019 era toda do suiço. É uma comparação só pra testemunhar esse efeitos da pessoa no público. Pra mim o Stefanos herdará a torcida do Federer. Por seu estilo e tb por seu carisma. Não é a toa que o Rolex o patrocina tb. Esses publicitarios apostam na imagem e num carisma específico.

    1. Maurício SP

      Nadal e Nole não dividiram a torcida na SF. A maioria estava claramente com o espanhol. E no domingo vai se repetir, o grego terá a maior torcida, pois terá a seu lado os fãs de Federer e Nadal. Mas Djoko sabe lidar com isso e se fortalece com sua pequena torcida, ainda que obviamente gostaria de ter a maioria. Se fosse americano, estaria sendo endeusado pela maioria da imprensa, mas sendo da Europa Oriental tem que se contentar em não ter a preferência do público e dos patrocinadores.

    2. José Eduardo Pessanha

      Federer tem 90% da torcida, no mínimo, em qualquer jogo que dispute. Por isso que disse que ele, SOZINHO, é mais importante do que a rivalidade Djokovic x Nadal. Incomparável.
      Abs

  19. JHONNY

    Considero que ontem finalmente Rafael Nadal foi derrotado em Roland Garros, a vitória de 2009 apesar de histórica foi claramente ocasioada por um Rafael Nadal lesionado (se não me engano ate operou depois disto: Confere Dalcin?). E a vitória de 2015 apesar de Rafael Nadal não esta lesionado ele claramente não era o favorito tanto que Nole venceu sem dificuldades.
    Portanto esta vitória ontem foi muito mais significativa.
    Sobre a final domingo e o dejavu de 2015, exatamente por aquela vitória nao ter sido no Nadal “normal”, nos enganamos e pegamos um Stan em um dia Stanimal que sequer deixou nos torcedores do Nole sonhar com uma reviravolta, porem esta final de 2021 temos um tenista que AINDA não tem as qualidades técnicas do Stan, jogara apenas a sua primeira final de Slan (o que algumas vezes faz o cara pelo nervosismo não jogar nada) e Nole não tem mais o fardo de nunca ter vencido em Roland Garros, Dalcin considerou 70% a 30% para o Nole, ,minha opiniao seria 60% a 40%, se o Grego entrar com um espirito vencedor, esquecer que é sua primeira final e que esta jogando contra o cara que venceu a lenda Rafael Nadal, tem sim boas chances de fazer um excelente jogo e vencer dado suas qualidades de golpes, e isto não tem nada haver com cansaço ou semi final desgastante.
    Já a Nole resta saber que falar em 2015 é apenas estatística, e que ele tem as armas pra vencer o grego tem a experiência o físico a sua devolução incrível sua capacidade de ler o jogo e fazer as mudanças necessárias e a expectativa de ser o favorito
    eu aposto em um 3 x 1 pra Nole.

  20. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim esse foi o maior/melhor jogo entre os 58 jogos que eles já se enfrentaram ou aquele do AO 2012 ainda é melhor ou maior para você?
    Na minha visão, se vc olha os 2 jogos de forma única, talvez aquele jogo do AO 2012 ainda seja maior, principalmente por ser uma final, porém, eu senti que tecnicamente o jogo de ontem foi melhor, e a importância dele também foi gigante, não só por um tirar a chance do outro de vencer Slam, mas também por tudo que significou após o fim da partida, aquela de 2012, sempre será lembrada como a maior final da história dos grand slam em duração, porém essa vai ser um impacto maior pelo Djokovic ter vencido pela segunda vez o Nadal em RG , após perder o primeiro set aonde o Nadal tinha 97 vitórias e zero derrotas após vencer o set inicial. Tudo tornou o jogo de ontem épico, o de 2012 foi o acaso de 2 jogadores emblemáticos, como amante de cinema o roteiro de ontem foi digno de Oscar.
    Qual sua opinião sobre tudo isso e também foi o melhor jogo tecnicamente entre eles?
    Eu gosto muito da SF de Wimbledon 2018, mas talvez pela excitação do jogo de ontem ainda, eu sinto que esse foi a melhor.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o segundo e terceiro sets chegaram no ápice técnico, mental e físico dos dois, mas o primeiro e o quarto acabaram não acompanhando, por motivos diversos. Então eu ainda ficaria com a final da Austrália de 2012, em que o nível técnico foi inferior, não resta dúvida, porém houve um equilíbrio constante e a imprevisibilidade até o último ponto.

  21. maurício

    Bom dia, Dalcim, assisti o jogo ao mesmo tempo que acompanhava vc comentando e vou falar para todos: é muito mais legal que ouvir os comentários da tv, recomendo a todos, parabéns, Dalcim. Agora, se vc me permite, queria te fazer duas perguntas, na entrevista pós jogo o espanhol deixou em dúvida sua participação em Wimbledon, vc acha que como ele precisa de uma preparação maior e o risco de derrota nas primeiras rodadas é significativo, o que pode abalar a confiança dele, ele pode realmente desistir da grama? A outra pergunta, o Djoko provavelmente não vai participar de nenhum torneio de preparação para a grama, mesmo assim vc ainda acha que o sérvio é mais favorito que o Federer, um abraço e fica em paz.

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, duvido que o Nadal não jogue, a menos que tiver mesmo com um problema físico relevante. Quanto do Djoko, é muito provável que não faça preparatórios e ainda assim estará entre os favoritos. Ele já fez isso antes e foi incrivelmente bem. Sua adaptação aos pisos é extraordinária, Maurício.

  22. Rodrigo Azevedo

    Nadal sem gás no final, os 35 está pesando para ele, para o estilo dele. Me lembrei do jogo contra o grego no AO, situação parecida.

  23. Maurício SP

    Os organizadores e patrocinadores devem estar frustrados com a final feminina (a empolgação do público e a comemoração do ponto final foram parecidas com a duma primeira rodada do qualifying de um challenger…) Duas tenistas feias, fora do top 30, de meia idade e de países da antiga cortina de ferro. Não poderia ser mais sem graça que isso.
    E eu me pergunto por que a ATP vai querer se fundir com a WTA… Pra dividir os melhores horários dos torneios de forma equitativa? Imagino o anúncio: Hoje teremos no horário nobre Pavlyuchenkova x Krejcikova, enquanto Djokovic x Nadal farão a preliminar (ou terão que jogar numa quadra secundária…)

  24. Luiz Fernando

    Esse tênis feminino é incrível. Quase sempre estivemos acostumados ao surgimento de uma menina pouco conhecida e q de forma inesperada levantava um GS, como a Iga no ano passado; desta vez foi uma moça de 25 anos, e não uma menininha. Sem dúvida algo q sempre surpreende e emociona, como nesse momento da entrevista na quadra.

  25. Edgard Upinho

    Dalcim, desde o inicio eu senti djoko firme e ciente do que deveria fazer. A primeira devolução do saque do espanhol, um backhand firme na região do T, que deslocou bem o espanhol, já era o prenúncio de mais uma batalha. E o sérvio conseguiu executar bem sua tática. Foi agressivo com a direita e soube forçar o jogo no backhand do espanhol, que nitidamente é o ponto mais fraco do touro. Nadal sempre tenta algum balão na paralela pra mudar a direção da bola adversária e encaminhá-la ao seu poderoso forehand, o que não funciona sempre com djoko , pois o sérvio tem a mesma capacidade de mudar a direção da bola e faz isso tanto na esquerda quanto na direita. Além disso, djoko soube variar bem as jogadas, usou curtas inteligentes e na medida certa, buscou o ataque sempre, impondo-se com devoluções profundas, sobretudo quando devolvia o segundo saque do espanhol, coisa que não vinha fazendo nas últimas derrotas. Acho que Nadal cansou já no terceiro set e pareceu perdido no quarto, afoito em muitos lances e fora do jogo. Daí porque levou o pneu moral de ter perdido os seis games após ter aberto 4-0 no set. Pra final de domingo, impossível não cravar o favoritismo do sérvio e uma porcentagem de pelo menos 60% de vitória para o mesmo. Imagino que dificilmente essa final escapará de Djokovic.

  26. Rafael Novato

    Não sou de comentar aqui no blog, mas essa vitória merece, foi uma emoção tremenda como torcedor ver essa quebra de tabu, a vitória de 2015 não teve nem de perto o mesmo valor dessa vitória. Agora é esperar domingo, a ansiedade já está bem grande, tomara que a decepção de 2015 não se repita.

  27. Luiz Correia

    Acompanho tênis há mais de 15 anos e vou falar uma coisa: nunca vi nada igual ao que foi o terceiro set desse jogo. Simplesmente fantástico, um espetáculo! Ali se decidiu o jogo, quem perdesse aquele set perderia o jogo. Depois de jogar tudo aquilo e ainda não levar o set, a cabeça e o corpo iriam pro espaço mesmo.
    Parabéns aos dois, um espetáculo inesquecível!

  28. Geailton

    A torcida suíça devia estar em parafuso durante a partida, pensando: e agora, pra quem torcer? Se o espanhol ganha ultrapassa meu recorde com certeza este fim de semana. Se o meu inimigo mortal ganha, vai se aproximar rapidamente de mim e escalar mais um degrau no panteão sendo único a ganhar ao menos 2x cada GS…..kkkkkkk
    Vitor Hugo, Rodrigo e alguns outros, lideres desta seita, desapareceram, devem estar sofrendo

  29. Jonas

    “You cannot play better clay court tennis than this. It’s perfect.”

    Será que o Andy Murray entende de tênis? Será que é um cara imparcial? rs…

    1. Sérgio Ribeiro

      Entende muito , caro Jonas . Mas o Saibro nunca foi o seu forte. Corria feito um doido mas foi se arrumar mesmo na GRAMA rs . Abs!

      1. Jonas

        Rapaz…sem fazer muita força.

        Murray venceu Roma 2016 em cima do Djoko. Fez SF em Roland Garros 2015 e final em 2016. Ruim sou eu! Kkkkkk

        1. Carlos Henrique

          Acrescente que já enceu Nadal em Madrid, já foi finalista em Roland Garros. Imagina se fosse um zé ninguém no saibro.

          HAHAHAHA

  30. Ronildo

    A grande maioria dos torcedores fãns de Djokovic apreciam muito mais o homem do que o próprio tênis. É visível a luta que travam e o árduo esforço que fazem para enaltecerem o homem Djokovic. São pessoas que comecaram a apreciar tênis em média à partir de 2010, depois passaram a apreciar somente Djokovic. Espero que quando Djokovic se aposente, continuem seu interesse por tênis.

    Sugiro que apreciem também o tênis feminino. É uma maneira de desencanar e continuarem felizes e produtivos após a aposentadoria de Djokovic. Assim o tênis não perderá esta pequena, mas importante parcela de público.

    1. Jonas

      Não existe ninguém aqui no blog mais fanático do que você em relação ao Federer. Até admitiu que trata o suíço como uma divindade. Está lá escrito, então menos. De imparcial e fã do esporte você não tem nada, vive diminuindo Nadal e Djoko, com suas previsões furadas desde 2018 ou antes rs…

    2. Enoque

      Torcer para o Djoko vem de uma sequência lógica para muitos. Comecei torcendo para o Borg, depois para os suecos, Wilander e Edberg. Só voltei a torcei, novamente, para o Guga e logicamente contra Safin, Rudick e principalmente Hewitt. Com a lesão do Guga, estava esperando que aparecesse alguém para combater estes 3. Quando apareceu o Federer comecei a torcer por ele que botou o 3 no bolso. Virei grande torcedor de Federer e obviamente contra a ameaça vinda do garoto chamado Nadal. Quando Nadal começou a dominar e ganhar quase todas do Federer, já comecei a esperar que alguém chegasse para reforçar o combate a Nadal. Aí em 2011 o Djoko demostrou que era o cara certo para receber o bastão do Federer, então comecei a preferir ver o Djoko na linha de frente e deixar de cobrar tanto do Federer. Virei torcedor do Djoko e admirador do Federer. E como no golfe, gosto do Tiger Wood, mas tenho expectativas de resultados.
      Resumindo:
      Guga – bom
      Hewitt – mal
      Federer – bom
      Nadal – mal
      Djoko – bom
      Medevdev – mal
      Tsisipas – bom

        1. Enoque

          Exemplo neste RG: Se o Federer tivesse chegado na semi em vez do Djoko, ele entregaria de bandeja pro Nadal e ainda daria tapinha nas costas de seu maior carrasco.

    3. José Eduardo Pessanha

      Nós torcemos para o Tênis, por isso somos Federer, e torcemos tanto para o suíço quanto para os seus filhos tenísticos (Musetti, Zverev, Tsitsipas, Aliassime, O Pecador, superesTHIEMado, Dimitrov, Gasquet, Tsonga, Wawrinka e muitos outros). O lado oculto da força torce apenas para os machos Alfas deles. rs. Nós, não. Torcemos para a Tênis, representado sobretudo pela presença D’Ele, o magistral Roger Federer.
      Abs

    4. Chetnik

      Ronildo, você sendo um apreciador do esporte tênis de longa data, me explica uma coisa, como é que você consegue falar tanta besteira? Você não acerta nada…tanto anos “apreciando” e ainda não conseguiu aprender nada.

    5. Luíza

      Ronildo, eu particularmente estou pouco me importando com o homem Djokovic e o que ele faz fora da quadra: se é pai, se trai a mulher, se toma vacina, se abraça árvore, se tem hábitos esquisitos, se tem a maior torcida… Nem se entre os pontos quebra raquete, placa de sinalização, se grita para seu staff (que sabe que ele precisa disso para superar algumas frustrações durante a partida). O importante é jogar bem tênis, ser um lutador, acreditar que pode vencer e continuar na luta, encarar grandes desafios e vencer grande parte deles.

      Sempre gostei do estilo saque voleio e do jogo do Federer, mas se não consegue superar grandes desafios, se apresenta um bloqueio contra grandes adversários, isso me faz preferir torcer por outro. Torci muito pro Federer até 2007, mas era triste vê-lo desmoronar frente ao Nadal… Como podia ser o melhor jogador do mundo se não conseguia encarar seu maior rival de igual pra igual? Pra mim, enfim, a torcida pro Federer virou uma antipatia pelo Nadal e com isso a procura por alguém que não amarelasse perante o espanhol.

      Em 2007 eu já tinha perdido as esperanças que o Federer conseguiria fazer frente ao Nadal. Então enquanto o grande Federer perdia inexplicavelmente em dois torneios consecutivos para o Cañas, vi surgir um garoto que venceu Miami, derrotando nas quartas Nadal, depois de ter perdido a final de Indian Wells pra ele duas semanas antes (quando também torci para ele, na primeira partida que o vi jogar, porque não queria que no Nadal vencesse). Foi aí em Miami de 2007 que senti que esse garoto era bom o suficiente, sendo bastante novo e com um físico apropriado, pra encarar o espanhol e passei a torcer pra ele, para que ele sucedesse o Federer como número 1. Teve altos e baixos, mais derrotas do que vitórias contra o então Big 2, mas a partir de 2011 estava pronto para enfrentá-los pelo menos de igual para igual. E a história mostrou que ele realmente tinha um melhor conjunto pra fazer frente ao Nadal.

      1. DANILO AFONSO

        Muito interessante seu relato Luíza. Eu antes de passar a torcer em definitivo para o sérvio em 2010, nos torneios preparatórios para o US OPEN, eu tinha uma grande admiração pelo Nadal. Aos poucos fui virando a casaca.
        Saudações Nolistas!!

        1. Luíza

          Que interessante, Danilo. Isso depois de eles já terem se enfrentado tantas vezes e o Nadal ter uma ampla vantagem! Percebeu que a maré estava começando a virar! Saudações!

        2. Luiz Fabriciano

          Sou Djokovic desde Miami de 2007 também. Não o conhecia antes. Meus amigos diziam que o Cañas era o favorito para a final.
          Apostei no sérvio.

        1. Enoque

          Aí Ronildo releia este texto da Luíza umas 10, 15, 20 vezes, caia na real e pare de encher o saco. Eu não tenho a mesma paciência pra tentar explicar tudo, tão bem, como ela fez.

  31. Rogério R Silva

    Muito bonito o que aconteceu,foi um jogão,Nole é técnica,física e mentalmente muito ou o mais capacitado, porém,eu digo porém,nada é absoluto.
    O grego sendo campeão tudo muda.
    Não ganhando Wimbledon tudo muda
    Nadal ganhando Wimbledon ou US tudo muda.
    Federer,admito menos favorito,ganhando Wimbledon também muda tudo.
    O que aprendemos é que esses três não cansam de nós surpreender e devemos apreciar e nos deliciar com eles.
    Única coisa absoluta é o termo cunhado pelo mestre :
    Nunca duvide do Big Three !

  32. Vitor Hugo

    O único tenista na história a vencer a melhor versão de Rafa no saibro foi Robin Soderling em 2009. A Vitória mais expressiva foi do sueco.

        1. Alessandro Siqueira

          No meu mundo, e no mundo do tênis, ninguém nega FATOS. Murray, Roddick, Del Potro, Schwartzman e um sem-número de grandes tenistas rendendo glórias ao espetáculo, e você em um casulo resolve que sua opinião suplanta a tudo e a todos. Será que pegou carona com Alice? Parece que sim. Segundo a lenda, Lewis Carroll faria uso de alguns ácidos. Foi assim que concebeu o País das Maravilhas.

    1. Paulo César

      Errado. O espanhol estava machucado. Sequer disputou Wimbledon naquele ano e perdeu a liderança do ranking para Roger Federer.

      1. Sérgio Ribeiro

        Errado . Foi uma partida sensacional com um Tiebreak de tirar o fôlego. Nos treinamentos para a gira de Grama quando precisa se agachar muito mais ,se lesionou no joelho e desistiu . Abs!

        1. Paulo César

          Cara, a reportagem diz que ele estava jogando com dores há meses. Qual é a dúvida? Antes da derrota para o Soderling ele já estava sentido o problema.

    2. Débora Motta

      Nadal estava lesionado naquele jogo!!!! Tanto que nem jogou WB onde defendia o título! Aceita que dói menos!

    3. André Barcellos

      Sou Federista e vi os dois jogos inteiros. Sem comparação. Nadal ontem estava jogando muito melhor que em 2009 naquela partida.
      Só que o sérvio jogou mais.

  33. Luiz Fernando

    Outro detalhe q eu creio q ninguém discute: esporte com público participante é outra coisa, muito mais emoção!!!

  34. Alison Cordeiro

    Uma batalha épica em mais um capítulo dessa história fantástica de confrontos. Djoko fez o impossível. Ganhar de Nadal em RG é um título em si. O touro é o Deus da Arena de Saibro, o desafio supremo de qualquer tenista. Vitória épica.

    Dalcim, você acha que a mudança de bola interferiu de alguma forma? O físico foi um fator importante, mas acho que o mental foi mais prevalente, não? Parabéns por mais uma cobertura sensacional. O ponto a ponto do jogo é uma aula de tênis!!

    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Alison. Acho que todo mundo percebeu ao longo da temporada de saibro que o Nadal nunca esteve tão ‘ganhável’ como em 2021. E nem só nas derrotas, mas até em algumas vitórias estavam claras as suas oscilações e principalmente a falta de um segundo saque mais contundente. Acho que o problema da bola pode afetá-lo na parte emocional, porque ela vai ficando muito lenta conforme se desgasta. Daí vermos como era difícil ‘matar’ alguns pontos no duelo épico de ontem e isso geralmente acontecia quando a bola já tinha alguns games de uso.

  35. Vitor Hugo

    Nadal fez uma das suas piores partidas no saibro na temporada. Novak também não esteve muito bem. Foi uma das partidas de pior nível técnico que eu já assisti em toda minha vida. O show de horrores de smashes e drops dos dois tenistas tornou o jogo um show de horrores! E os dois pareceriam cansados.

    Conclusão:

    Nadal não vai ganhar mais slam. Ponto final!
    Tspas vai ser campeão em Rg.

    1. Marcilio Aguiar

      Vitor, desculpe me intrometer no seu comentário. Não tenho a pretensão de mudar sua opinião ou a de ninguém, mas não parece ser uma medida inteligente insistir em depreciar o jogo do sérvio, diante de todos os feitos que ele conseguiu. Um jogo de tênis ou qualquer esporte não se faz somente de jogadas perfeitas. Também acontecem os erros. Acho mais louvável enaltecer o espetáculo que os dois ofereceram ontem. Eu, que não sou torcedor de nenhum dos dois, me vi empolgado com jogadas extraordinárias que ambos fizeram.

      Viva ao tênis e aos seus grandes jogadores. Abc.

    2. JHONNY

      Conclusao vc nao entende nada de tenis e so escreve asneiras.
      Chora pois os recordes do Federer vÃo TODOS CAIR POR TERRA

    3. Paulo César

      Não é a opinião de grandes representantes do esporte como McEnroe, Andry Murray e Chris Evert. Você está subestimando a vitória do sérvio. Nadal chegou a fazer 5 a 0 e Djokovic encontrou um modo de desgastá-lo e vencê-lo com a direita angulada e sem peso na esquerda de Nadal. Genial Djokovic! Fez duas vezes o que nenhum outro fez e bateu Nadal não só em Roland Garros, mas em todos dos grandes torneios de saibro: Monte Carlo, Madrid e Roma. Ninguém jamais sonhou em fazer isso contra o melhor da história no saibro.

    4. Luiz Fernando

      Pode até ser q não ganhe mais, mas se ele não vencer imagine outros, ou melhor, outro p ser mais exato…

    5. Alessandro Siqueira

      Todo o mundo do tênis dizendo que o jogo foi surreal, vide Murray, mas o que importa é a sua percepção. Quanta autoestima. Suzana Vieira seria mais humilde.

    6. Carlos Henrique

      “You cannot play better clay court tennis than this. It’s perfect. ” (Murray, Sir Andy)

      Dúvida cruel, qual o comentário mais abalizado? Do forista ou do britânico?
      Peço ajuda aos universitários.

      HAHAHAHHAHA

    7. André Barcellos

      Meu irmão… sou federista tambem. O jogo pode até ter começado nervoso, mas o segundo e terceiro sets foram espetaculares, fenomenais, bolas impossíveis sendo buscadas palmo a palmo.
      No começo Djoko estava pavoroso nos smashes e algumas jogadas que tentava fazer.
      Mas depois engatou um tênis muito difícil de ser jogado. Aliás, ambos.

  36. Di Cavalc

    Que jogo! Um prazer imenso em ter acompanhado esta batalha titânica!

    Acredito que vários fatores ajudaram Novak a ganhar ontem, mas penso muito na final de Roma, óbvio que o Sérvio gostaria te der ganhado lá também, mas pelo menos para mim, Djoko me pareceu muito calmo e sereno, como se estivesse guardando o golpe de misericórdia para o maior palco na maior das semi-finais. E aconteceu!

    Que jogo tenso. Quebras e erros não forçados, curtinhas, quebras de novo, break-point, 40×40, ad, 40×40, set-point… absurdo!
    Acompanhamos um nível de tênis muito elevado, ambos buscando alternativas o tempo todo, explorando o jogo do adversário e se adaptando as novas condições da quadra e do drama da própria batalha. É incrível essa capacidade de estar ali diante de uma possível quebra e ainda estar martelando na cabeça como salvar o set e ainda mudar o jogo a seu favor.

    Dalcin, parabéns pela cobertura de Roland Garros!
    Acho que ontem Nadal se desgastou muito para fugir do backhand para bater as bola no forehand , principalmente quando do outro lado Novak estava devolvendo tudo (e muito bem). O espanhol não estava num dos melhores dias , o que não desmerece em nada o plano tático de Novak Djokovic que insistia em mante seu forehand angulado na direita do Rafa, e o mesmo não estava com o golpe tão cirúrgico como de costume para sair da posição de defesa para o ataque e mudar a dinâmica do jogo. Somado isso a outros fatores deu Djokovic na final.

  37. Luíza

    Bom dia, Dalcim, parabéns pelo seu blog, é GOAT!
    Você que está por dentro de tudo, sabe porque este ano temos 5 top 10 em Halle e apenas um em Queens? Achei esquisito essa disparidade entre os dois ATP 500!

    1. José Nilton Dalcim

      Eu também achei bem estranho, Luiza, até porque a própria ATP procura equilibrar as listas dos torneios quando vê disparidades. Algo me diz que os alemães colocaram mais dinheiro, mas pode ser que alguns tenham preferido as condições climáticas melhores de Halle, que tem teto retrátil e assim não sofre com as interrupções tão comuns em Londres.

      1. Cassio Carvalho

        O fator “jogar contra Federer” não influi, Dalcim? Ele está indo embora, são as ultimas oportunidades de dividir a quadra com ele.

  38. Bel Grado Fa

    E o milagre (ou desastre) aconteceu (baseado num plano tático e execuções que beiraram a perfeição. Interessante que vencer RG abre caminho nao só para a conquista do Grand Slam em 2021… como também de um possível Golden Slam e expõe o real objetivo do Sérvio: “ser de fato e indiscutivelmente o melhor tenista de todos os tempos, tendo TODOS os recordes em mãos”. Pode até conseguir, mas por alguma razão, continuaremos preferindo o Federer.

    1. Ricardo Cardim

      Se for pra escolher alguém sem os recordes mas pela afinidade sou muito mais o Guga, esse sim era o cara!!!

      1. Bel Grado Fa

        Para deixar bem claro a voces a diferença entre Djokovic e Federer:

        Zeus apontou o dedo para Djokovic no plano mortal e disse:
        – A partir de hoje, você será “O Cara”.

        Já no caso do Federer, Zeus olhou ao redor e disse:
        – Cuidem do Olimpo, pois EU vou descer um pouco e volto mais tarde.

        Desculpe, mas sequer cabe comparação entre ambos.

        ;-D

  39. Sandra

    Dalcim , os pontos do grego com saque já não valem quase um set? Uma dúvida o grego devolve bem ou Djoko melhor ?

  40. Verdades que doem

    – Desde 2011, quando ele entrou no seu auge e destroçou o Nadal o ano todo, ele já mostrou que teria capacidade de levar vários Roland Garros. Não sei como só conseguiu 1 até então…
    – Djokovic caminha para a qualificação de goat, mas a bandeira do tenis, o tenista mais importante sempre será o Federer. A não ser que o Djokovic ultrapassasse muito os recordes.
    – O combustível do Nadal finalmente acabou. É impressionante que não tenha acabado antes, já que a idade limita o fator fisico, tão importante em Roland Garros
    – O caminho para o “goat” do Djokovic foi mais fácil, já que não surgiram grandes tenistas após ele. Apenas o Murray de melhorzinho, mas que parou cedo por lesão. Ele também não teve de enfrentar maiores variações de velocidades de jogo e pisos, que havia nas quadras.
    Ele também só venceu 1 atp1000 quando era em melhor de 5 sets.

    1. Paulo César

      Seu comentário não é justo. Djokovic, AO LONGO DE TODA A SUA CARREIRA, teve Federer e Nadal como adversários, além de Murray e uma geração recheada de talentos como Wawrinka, Del Potro e Tsongá. Ou seja, ao longo de toda a sua carreira teve que enfrentar os dois melhores da história, até então considerados. E os suplantou. Venceu Federer em três finais de Wimbledon e Nadal duas vezes em Roland Garros, além de ter batido o espanhol em todos os grandes torneios do saibro: Monte Carlos, Roma e Madrid.

    2. Carlos Henrique

      Verdade. Novak só teve que rivalizar com dois tenistas com 20 Slams e outros dois tenistas com 3 Slams.
      Até as pedras do caminho sabem que o circuito no período de 2003 a 2006 era incrivelmente mais forte que o circuito atual. Nessa período de tempo específico, tenistas hall da fama como Coria, Schüttler, Hemman e Nalbandian terminaram os anos de 2003, 04, 05 e 06, respectivamente, no top-6.
      Esse sérvio possui muita sorte!

      1. Sérgio Ribeiro

        Você é aquele engraçado sem sorte , caro Carlos. O mais velho N 1 da Era Profissional , vencendo SLAM , pegou as TRÊS gerações. Saberias dizer quem é ? Nadal será que volta ao N 1 aos 36 e 1/2 ? E Novak ? Abs!

        1. Carlos Henrique

          Ora, ora, temos um vidente no fórum. De fato, tudo leva a crer que Novak não terá sequer uma semana como líder aos 36 anos. Afinal, o circuito está dominado por outros tenistas kkkkk

    3. DANILO AFONSO

      Qualquer adversários que surgissem após o sérvio não teria a mesma dificuldade de ter um Nadal no saibro e o Federer que é rei da grama e até pouco tempo atrás o maior na hard,

      Acredito que se permanecece jogos melhor de 5 sets nos Masters, o sérvio iria se destacar da mesma forma, pois o físico e mental do sérvio é diferenciado, tanto é que as estatísticas demonstram que ele é o recordista de vitórias no 5° set nos Slams.

  41. Carlos Pereira

    No calor do jogo não vemos tudo. Revendo os highlights vi que o DJ foi minando a resistência do Nadal com um bombardeio em ambos os lados. O Nadal sobrevivia com alguns contra-ataques mortais. Jogo épico!

  42. Alexandre

    Olá Dalcim,
    Bom dia!

    Você concorda comigo que ontem definitivamente o Djoko conseguiu acabar com qualquer chance do Nadal voltar a vencer outro Slam?
    O sérvio está caminhando para ser sem dúvida alguma o maior de todos os tempos!!!
    Abraços!!!!

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Alexandre, eu jamais duvido do que o Big 3 possa fazer. Nadal se reinventa o tempo todo e nunca podemos descartá-lo sobre o saibro. Mas não há duvida de que Djokovic caminha para liderar também em quantidade de Grand Slam porque tem um jogo muito mais adaptável aos três pisos.

  43. Robson

    Que prazer imenso,que felicidade infinita e deliciosa de ser da mesma era que Sampras,Agassi,Guga,Nadal,Murray,Federer e principalmente Novak Djokovic,que alegria,obrigado Deus!!!!
    Que jogo,que jogaço,que partidaça de tênis nos proporcionaram esses dois MONSTROS do tênis mundial na Chatrier,que espetáculo.
    A organização acertou em cheio em não cumprir ontem o toque de recolher, parabéns a eles.
    Eu apostei 3/1 número 1 do mundo no bolão da rapaziada do grupo tênisbrasil, felizmente acertei e essa aposta eu fiz com o coração e com a razão,eu acreditava demais na vitória do número 1 do mundo,por uma série de razões,entre elas por Novak estar mordido pela surra que levou no último RG, óbvio demais que ele estava com aquela partida até ontem,entalada na garganta,aquela estravazada que Novak deu ao final do jogo contra Berretini mostra bem isso,o sangue nos olhos,a vontade imensa que ele tava de chegar até a semi,de chegar até Nadal.

  44. Luiz Fernando

    E nesse sábado ainda de ressaca infelizmente não teremos o desfile da Sakkari em quadra na final feminina p alegrar o dia…

    1. Robson

      Ainda bem que não.
      Prefiro mil vezes a Krejcikova e é ela quem está em pleno desfile deslumbrante nessa manhã de sábado.
      Pode até não vencer essa final,mas que mulher!

  45. Luiz Fernando

    Reitero q Djoko venceu c méritos, sempre foi o único real adversário de Rafa em RG e amanhã deve fazer história. Além de não precisar de terceiros pra ser campeão do torneio…

    1. Gildokson

      Tua raiva do Federer é tanta que chega a fazer uma afirmação dessa antes da hora. Volta aqui amanhã se ele perder a final ta?!
      Por enquanto o único título do sérvio em RG foi em um ano de desistência do Nadal, mas você (justo como sempre) nunca veio aqui com essa piadinha de “não precisou de terceiros para conquistar o título”
      Feia demais essa postura.
      Djokovic e Nadal são 2 monstros do esporte, o que faz a gente torcer mais contra eles são torcedores assim como você.

    2. Sérgio Ribeiro

      Esse “ terceiro “ bateu Nadal e confirmou no FINALS do mesmo ano . E no ano seguinte bateu Federer . Não foi tão fraquinho como o comentarista… Abs!

  46. Paulo F.

    Bom dia, Dalcim!
    Ainda extasiado pelo feito do Djokovic de ontem.
    Ninguém aqui está de modo algum subestimando Tsitsipas, mas se Djokovic manter o nível do que demonstrou ontem contra o Nadal, Tsitsipas terá uma tarefa bem difícil hein?
    Ainda mais se tiver que aguentar uma partida inteira de devoluções nos pés, que tanto incomodaram Rafa ontem.

  47. Barocos

    Mestre Dalcim,

    Primeiro, ficaram bem legais as suas intervenções no decorrer da partida, nada como ter um profissional analisando os detalhes para tornar menos difíceis a compreensão das táticas e a observação das nuances envolvidas nas batalhas esportivas, o quê enriquece sobremaneira o entendimento da dinâmica do espetáculo. E o texto do artigo corrente, que complementa e amplia o anterior, além, claro, de trazer importantes observações sobre os outros jogos e jogadores do torneio, ficou, igualmente, excelente. Meus sinceros agradecimentos e felicitações.

    Já que muitos usaram como metáfora a escalada de uma montanha para ilustrar a tarefa hercúlea de derrotar o excepcional Nadal, especialmente em Roland Garros, vou complementar esta abordagem apontando que não basta chegar ao cume, é preciso também voltar em segurança, o que, em si, constitui outro grande desafio, um em que o próprio Djokovic falhou em 2015.

    Tsitsipas não é Wawrinka e, na minha opinião, não tem um backhand de uma mão tão espetacular quanto o do suiço, mas tem um alcance maior e provou, para quem observou o jogo contra o Zverev, que desenvolveu uma formidável capacidade defensiva, alcançando diversas bolas de extremo grau de dificuldade. Além de possuir um arsenal muito bom e variado, seu forehand é excelente, o jovem grego, nestes últimos meses, desenvolveu o tão comentado super-físico que possibilita aos atletas de ponta permanecerem competitivos nas batalhas mais intensas, coisa que, por exemplo, faltou ao jovem Musetti.

    Para quem se lembra da dura derrota sofrida pelo sérvio contra o Stan em 2015, resta torcer para que Novak Djokovic jogue em alto nível e que o jovem Stefanos não esteja em um dia iluminado, como estava Wawrinka naquela final fatídica.

    Por fim, mas não menos importante, convém lembrar que, mais uma vez, quis o destino nos agraciar com a oportunidade de testemunhar o embate entre o novo e o antigo, entre a promessa e o consagrado. Qualquer que seja o resultado, e desta vez encontro-me entre os que torcem pelo favorito, que seja épica a batalha.

    Ajde, Djokovic!

    Saúde e paz.

    1. Sérgio Ribeiro

      Excelente sua análise , meu caro Barocos . Assino embaixo cada parágrafo de lucidez . E tens todo o direito de torcer desta vez para o grande favorito . ABS !

  48. Maurício

    O que me assusta nós seu comentários é sua parcialidade,não sou fã do Djokovic como pessoa,mas sempre quando fala do seu desempenho tem um ar de desdém.Ao falar do Federer e Nadal,exalta-os de maneira diferenciada.
    Se não fosse essa sua parcialidade,seus comentários seriam perfeitos.
    Há tempos venho acompanhando os textos.

    1. Julio Cesar

      Com o devido respeito à sua opinião, não vejo dessa forma, mesmo nos momentos “piores”, em que o Djokovic fez umas besteiras, o Dalcim não procurou desmerecer o sérvio.

  49. Leonardo Freitas

    Mais uma vez Djokovic provou ser o tenista da década passada.No auge é o melhor dos três titãs do tênis.Todos sabemos que Nadal e o maior tenista disparado de todos os tempos do saibro.Todavia ao seu favor Djokovic tem oito vitórias no saibro encima do Nadal e sendo duas em Roland Garros o que e algo gigantesco.Seu H2H no saibro e de Nadal 19×8 Djokovic o que mostra amplo domínio do rei do saibro.Se ponderarmos de 2006 à 2010 esse confronto era de Nadal 9×0 Djokovic.Portanto de 2011 em diante onde Djokovic realmente de fato virou um Big 3 esse confronto direto esta Nadal 10×8 Djokovic no saibro onde o Nadal e absoluto como maior de todos do piso.Sem mais delongas o que posso dizer que estamos acompanhando in loco para mim o que esta se transformando no maior tenista de todos os tempos.O mais completo e o mais adaptável tenista que consegue vencer Nadal oito vezes no saibro e alem que ele consegue equilibrar as ações.No saibro não tem discussão o Nadal e o maior jogador mas pra ser de todos os tempos e inevitável não vermos que o Djokovic fez os feitos mais notáveis.Hoje como estou falando apenas do saibro e muito grande o que esse sérvio fez e mesmo muito mais perdendo do que ganhando ele sempre impôs dificuldades ao Nadal.Com dúvida quase zero com essa vitória dou mão palmatória e ponderar que o sérvio esta caminhando para ser o maior da história do tênis.

  50. Marcos RJ

    Dalcim, qual dos finalistas masculinos sofreu maior desgaste ao longo do torneio, e especialmente na semifinal? Voce acredita que isso pode ser um fator relevante no domingo?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que em termos de desgaste há equilíbrio, Marcos. A parte emocional me parece mais relevante e vimos ontem que Tsitsipas estava muito tenso na semi e nem escondeu isso na entrevista de quadra.

  51. WILLIAM DE ALMEIDA

    Achei que o Nadal fosse levar fácil acabei quebrando a cara. Sobre final acredito que esteja em aberto, o djokovic precisou de uma demanda física altíssima hoje para vencer o Nadal, isso pode ter um preço alto para final, porém como estamos falando do iroman do tênis não duvido nada do sérvio.

    Falando do nível de ambos não achei nada absurdo os dois oscilavam demais, teve momentos que o espanhol sacou a 130 km isso é velocidade de saque do pessoal do clube, o servio também teve alguns primeiro saque a 150 km.

  52. Chetnik

    7 derrotas em RG. A surra com requintes de crueldade do ano passado. A aura de invencível do Nadal na PC. 0-5 pra começar o primeiro set…imagino o sentimento de déjà vu…mas ele nunca deixou de acreditar, de lutar. Sabia que podia fazer o impossível, pois sua determinação e resolução são inquebrantáveis, porque ele não é um homem. É uma Força da Natureza.

    Ele falou que iria para o bi quando venceu Belgrado – sempre foi sincero e transparente sobre suas intenções. “Obsessivo”, dizem alguns. Mas Forças da Natureza não podem ser definidas por conceitos humanos. Assim como a tempestade que tudo destrói não é maligna, o Djokovic não é obsessivo. Ele é uma entidade irrefreável. Mas todo mundo riu.

    Quando venceu o Berretini a entidade deu novo recado: “esse não é um jogo de cavalheiros, ou de ‘príncipes’, é uma batalha dos mais voluntariosos. E ninguém quer mais do que eu. Ninguém é mais forte do que eu e a minha vontade é indestrutível.” Novamente todo mundo riu, e ainda o chamaram de “maníaco, psicopata, doido, genocida, mau exemplo”. Mas ele ignorou, pois forças da natureza não se abalam pelo latido das cadelas.

    É a batalha de um homem contra o mundo. Mas o mundo não é forte o bastante. Porque ele é uma Força da Natureza.

    Djokovic é um super-homem. Ele não pode ser parado, e ele não vai parar até tomar tudo que é seu, porque ele é uma Força da Natureza. E é isso que Forças da Natureza fazem.

    E ao final, vai deixar um rastro de destruição e ruína para trás. O rei está morto. O reino está destruído. Os súditos do destituído estão em prantos e em desespero. O seu mundo acabou. O castelo de cartas ruiu. As ilusões se dissiparam. E todos saúdam o novo Rei regicida. Porque é isso que Forças da Natureza fazem.

    Esse vai ser o seu legado final. A destruição do reino da falsidade e da mentira e a construção do reino dos verdadeiramente grandes. E quando ele tiver terminado, e levantar o véu do delírio coletivo, a confusão mental de outrora será esquecida, será apenas uma memória remota, da qual os um dia súditos sentirão vergonha. E o mundo agradecerá de joelhos.

    Vida longa ao Rei!

    1. Barocos

      Chetnik,

      Sinceramente, seu tributo às qualidades excepcionais do Djokovic, que para mim vão muito além do universo do tênis, prescinde dos ataques que faz a outro jogador fantástico, dono do mais belo estilo que já tive o prazer de assistir, o magistral Roger Federer.

      Não, o suíço nunca foi uma miragem, nunca foi um embuste, nunca foi uma efígie de areia. Suas conquistas falam por si, seus oponentes, e Novak Djokovic e Rafael Nadal são dois gigantes que digladiaram em confrontos épicos contra ele, e as cicatrizes das batalhas atestam que seus triunfos aconteceram, que seus louros, lauréis e troféus são reais.

      Para mim, eles compõem uma tríade sem a qual nenhum teria atingido o nível que cada um deles logrou alcançar, eles se nutriram da rivalidade, da pressão, do estímulo para a superação e empurraram uns ao outros a seguir este caminho, e hoje, ao menos no meu entendimento, não só são parte do elenco dos melhores jogadores de todos os tempos, mas também foram os principais artífices da construção da melhor e mais grandiosa era do tênis que eu, como muitos, lembrarão com saudade, como a época de ouro do tênis masculino.

      Homenagens a grandes expoentes do esporte e das artes são justas, convém não diminuí-las com ataques sem sentido e impregnados de ranço ou injustiças.

      Saúde e paz.

      1. Gildokson

        Barocos, você é fantástico, lúcido e merece a alegria de cada vitória grandiosa do seu preferido.
        De quebra ainda tenta dar jeito onde não dá, ali é caso de psicólogo, só a viagem descrita no texto ja evidência o tamanho da obsessão, praticamente um estilo bolsonarista.
        kkkkkkkkkkkkk

      2. Rodrigo S. Cruz

        Barocos,

        esperar o que de alguém que tem coragem de escrever:

        “Djokovic não é um homem, é uma Força da Natureza” ?

        Quem chega num nível de adoração desses, não surpreende mais ninguém.

        Se ele escrever aqui que o Federer é um boleiro, eu vou achar que ele falou sério rs

  53. Ricardo - DF

    Foi um dos jogos mais emocionantes dos últimos tempos. Tecnicamente não foi dos melhores. Muitos erros de lado a lado. Djokovic sacando mal, inacapaz de finalizar bolas curtas, e com seu eterno problema com o smash. Nadal oscilando muito, errando bolas fáceis, mas acertando suas incríveis paralelas com o forehand. O saque, que vinha ajudando muito, parece que o abandonou a partir de certo momento do jogo. Nunca vi os reis do mental tão nervosos e inseguros.

    Sareta enfatizou uma estratégia importante do Djoko: cruzadas de direita, anguladas, com muito giro e sem peso. Forçaram o Nadal a avançar para bater, e o espanhol se embananou todo com essas bolas.

    Apenas no último set, no pneu moral, Djoko voltou ao seu alto nível, com aces e poderosos Winners. Mas, aí, Nadal já parecia entregue.

    Será que Nadal consegue se apresentar com melhores condições físicas no RG de 2022 ?

    Djokovic parece ter gás e potência para bater o recorde de slams. Mas os garotos estão cada vez mais perto. Vamos ver domingo, o que o grego consegue fazer.

  54. Sandro

    A épica batalha campal entre o BIG 2, Rafael Nadal e Novak Djokovic, atingiu níveis estratosféricos, ao ponto de até outros atletas se mostrarem absolutamente rendidos ao que se passou na quadra Philippe Chatrier.
    Diego Schwartzman declarou: “Nós tenistas jogamos o mesmo esporte que eles dois?”.
    Andy Roddick escreveu: “Até hoje , é uma das melhores partidas que já vii”.
    Andy Murray também ficou rendido: “Não dá para jogar melhor ténis no saibro do que isto. É perfeito”.

  55. Sandro

    Hoje tive o prazer de presenciar o mais lindo espetáculo esportivo da face da Terra!!!
    O embate entre o BIG 2 no saibro é a maior rivalidade esportiva do planeta!!!
    O mundo parou para ver estes 2 monstros intergalácticos em uma verdadeira batalha campal!!!
    Como sou grato por ver a história sendo escrita na frente dos meus olhos!!!
    Pra mim, o evento esportivo mais relevante que já vi na vida é esse embate entre Nadal e Djokovic no saibro, os movimentos no saibro são inigualáveis, são espetaculares!
    Além disso o saibro exige grande grau de concentração mental e resistência física dos jogadores e habilidade de deslizar para a bola, ‘surfar’ no saibro para marcar o ponto é uma das coisas mais lindas de se ver no tênis!
    Meus torneios prediletos no tênis são Roland Garros e o Masters 1000 de Roma. E, em 2021, tive o privilégio de ver 2 confrontos épicos tanto em Roma quanto em Roland Garros dos monstros sagrados do saibro que compõem o BIG 2, Rafael Nadal e Novak Djokovic, com uma vitória pra cada lado!!!
    Nenhum evento no esporte mundial me prende mais atenção do que ver Nadal e Djokovic duelando no saibro, nem Olimpíada, nem NBA, nem Fórmula 1, nada supera o espetáculo que Djokovic e Nadal me proporcionaram hoje no saibro de Roland Garros!!!

    1. Roberto Garcia

      concordo, prezado Sandro… ontem, o mundo do tenis e das pessoas que apreciam um bom esporte parou… isso, no Brasil, soh se viu na época das conquistas do Guga. torço para novo confronto épico, sou torcedor do Djoko, mas Nadal se reinventará e não deixará barato. esse Big2 ficará marcado para sempre na história, me perdoem os ostracistas, Federer já era, e. ninguém da NextGen terá a capacidade de providenciar um espetáculo igual a esse, aliás, nenhum esporte proporcionará o que vimos ontem.

  56. Abel Jr.

    Mais uma coisa grande Dalcim e me desculpe usar por outra vez este espaço.
    Para você e em sua visâo.
    Este foi até aqui o melhor jogo da década?
    pelo peso todo histyórico, é o grande jogo a lembrar e ter como uma referência de jogo no saibro?
    novamente um grande abraço…

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que isso também varia para cada pessoa, Abel. Achei o feito extraordinário, mas ganhar Wimbledon salvando dois match-points no saque adversário num quinto set de 25 games ainda me parece o jogo mais relevante da década.

  57. Rafael Azevedo

    Podem dar a faixa de GOAT para o Djokovic. Ele nem precisa vencer RG.
    Ter uma carreira tão vitoriosa na era FeDal, deter vários recordes importantes do tênis como o de big titles e semanas na liderança do ranking, e ainda vencer por 2 vezes o maior desafio da história do esporte (ainda que tenha perdido 8), que é vencer Nadal e RG…não tem outro. Esse é o cara.
    Torço pelo Nadal, mas não tenho nenhum problema em reconhecer que ele não é o maior. Até hoje de manhã, eu considerava o Federer, mas acreditava que o Nadal poderia assumir o posto. No início da noite, o sérvio fez uma ultrapassagem dupla (de terceiro para primeiro), segundo a minha visão.
    Só me resta aplaudir esse cara e agradecer por ter presenciado toda essa história fantástica que esses 3 tenistas escreveram.

      1. Paulo Almeida

        Rapaz, gostei da referência.

        A disputa pelo GOAT é um verdadeiro GoT, a melhor série da década passada, inclusive com muitos zumbis, kkkkkk.

  58. Marco

    Grande Mestre Dalça!

    Não acredita que o Djokovic possa sentir algum cansaço físico e mental na final? Afinal de contas, são 3h30 minutos em quadra, nas quartas, contra Berrettini e mais 4h10 de uma ” guerra” contra o Nadal. Vale lembrar que Djoko já não é nenhum menino.

    Você ja disse, em um dos seus sempre excelentes posts, que Tsisipas está muito bem fisicamente. Mesmo assim, você acredita em porcentagem de favoritismo do Djokovic superior aos 60%?!?

    Grande abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, eu daria até 70% a ele. Talvez seu maior problema seja lidar justamente com isso, a obrigação de vencer, mas ele me parece mentalmente forte o bastante para absorver isso.

  59. Rodrigo S. Cruz

    Bom gente, cheguei agora e não tive tempo ainda de ler os comentários.

    Mas forçoso dizer:

    não gosto muito do Djokovic, e sinto até “preguiça” do fanatismo de parte de sua torcida, mas hoje não darei desculpas.

    Jogou de modo surpreendente, e finalmente derrubou, com uma pedra de DAVI, o gigante GOLIAS do saibro…

    Bem diferente daquela vitória FAKE e esquecível de 2015.

    Hoje ele venceu, e convenceu.

    Agora são apenas dois os tenistas que entram no seletíssimo grupo dos que, de modo convincente, venceram o Nadal em Roland Garros:

    Novak Djokovic e Robin Soderling.

    Sem mais…

  60. Alex

    Dalcim, sinceramente, não creio que verei algum jogo melhor do que esse NadDjoko – DjoDal que acabamos de vivenciar.
    Vários pontos incríveis, que certamente entraram para os melhores do ano.
    E aquele com as curtinhas e o lobby do Djoko deve ter entrado para o top 10 das galáxias.
    Uma aula inesquecível. Sensacional.
    Na real, reunindo tudo que a partida proporcionou, alternativas, técnica surreal, intensidade, pressão, superação, etc etc etc, foi o melhor jogo de tênis que eu já vi.
    Exagero, mestre Dalcim?
    Gde abraço, e muitos cumprimentos pela magnífica cobertura.

    1. José Nilton Dalcim

      Gostei da definição do Murray de que foi o melhor tênis jogado sobre o saibro, e eu acrescentaria por dois sets. Se pensarmos no primeiro e no quarto, cada um falhou demais.

    2. José Eduardo Pessanha

      Foi um maratênis muito Maratênis. Agora se você quiser ver a perfeição em forma de tênis, assista Federer 6/3, 6/0, 6/0 em Del Potro no Australian Open 2009. E isso com barriguinha, raquete super ultrapassada, com a esposa grávida de gêmeas e sem técnico.
      Abs

  61. Abel Jr.

    Grande colega Dalcim:
    Tenho algumas dúvidas gerais.
    1 esta foi a maior vitória da carreira de Djoko? (tenho em minha mente outras três, porém quero repensar)
    2 O maior duelo do esporte é este entre Nadal e Djoko?
    3 Flavio Saretta disse que Djoko achou uma solução diferente para evitar o ataque de Nadal. Disse que nunca se havia explorado uma bola de “força média” de direita e na esquerda do espanhol com efeito para que ele pudesse ter que repensar o peso do golpe durante a execução. você concorda? (aqui também após ver trechos, tenho minha convicção de que faz sentido)
    4 O que poderia ocorrer para que Djokovic não conseguisse o seu sétimo número um de temporada agora? Medvedev possui força para tirar os louros do sérvio?
    5 Swiatek, Sakkari ou Gauff como acha que uma dessas pode ser a diferente do circuito em geral?
    Um abraço e paz e bem

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que em termos de importância, sim, por causa do que Nadal significa para Roland Garros e da importância da luta direta entre o Big 3 pelos Slam. Mas em termos técnicos, não. Puxa, maior duelo do esporte em geral é muito difícil de cravar isso, mas é um dos mais intensos e disputados. Concordo com o Saretta, mas acho que mais importante do que isso foi a angulação que ele obteve no backhand do Nadal. O ranking ainda está muito confuso, mas não vejo muita chance de o Medvedev brigar diretamente com Djokovic porque tem muito a defender na reta final da temporada. Das três que você citou, acho que a Iga tem mais chance de ser a diferente mas precisaria agregar vários componentes importantes. Abs!

  62. rafael

    Jogaço! Fantástico! Histórico! Que momento do tênis. Os dois jogaram demais e o Djoko mostrou porque é o n 1 do mundo! Gladiador! Se jogar metade do.que jogou hoje o grego não verá ” a cor da bola”!
    Mestre, algo em torno de 60% a 40% a favor do sérvio? Se ele ganhar, fará história, hein?
    Abraço e parabéns pelo blog! Gosto demais!!

  63. Luíza

    Bom, pro Djokovic, pensando em quem será o recordista em número de slams, o principal já foi feito, que foi eliminar Nadal de RG. Mesmo que perca a final, tem grandes chances de títulos nos outros 3 slams, mais do que seus adversários na manutenção do recorde. E pela idade, o grande adversário é mesmo o Nadal, então foi realmente um grande feito.

  64. Rafael

    Mestre,

    Parabéns pelo trabalho. Sempre ao final de um grande jogo eu corro pra ver se já tem um novo texto no blog. Você eh o GOAT do jornalismo sobre tênis. E haja paciência pra aturar o fanatismo de alguns leitores. Eu sou fã incondicional do Federer, mas com o tempo aprendi a apreciar o talento dos seus rivais. Apesar de ser seu admirador, não concordo com vc sobre o Tsisipas. Como alguns leitores falaram aqui, não vejo ele com nenhum golpe dominante. Se fosse apostar em alguém pra suceder o Big 3 não seria ele. Fora do saibro então vejo outros nomes acima dele. Abs.

  65. Josh

    Olá Dalcim, concorda com o quê Nadal disse?, ” Não acho que tenha sido o melhor Djokovic de sempre”. Achei meio estranho ele falar isso, desnecessário, pois cada jogo é um jogo. Se um ou o outro foi melhor ou pior, foi devido as circunstâncias do jogo, pois são 2 jogadores muito inteligentes, que não dependem muito mais do físico como 10 anos atrás. E quem aproveitou as chances levou, pois é um jogo de maestros, acho que quem erra menos leva, assim como o ocorrido.

    1. José Nilton Dalcim

      No ponto de vista puramente técnico, concordo. O sérvio foi muito bem na parte tática, superior no físico e fortíssimo no mental. Nadal também tecnicamente teve falhas e voltamos a ver as oscilações das outras partidas.

    2. Luíza

      Acho que o Nadal se lembra da final de Doha em 2016, quando perdeu por 6/1 6/2. Lá sim ele considerou que Djokovic foi perfeito e que nunca tinha visto alguém jogar assim: “I played against a player who did everything perfectly. I don’t know anybody who’s ever played tennis like this. Since I know this sport I’ve never seen somebody playing at this level. So I just congratulate him and that’s it.”
      https://www.atptour.com/en/news/nadal-lauds-djokovic-performance-in-doha-2016-final

      1. Josué borges

        I remember this enterview perfectly!!! And I guess tha he reminded this. And by the way, remarkable reminder!!!

  66. Adriano Souza

    Aquela pancada que o Natal deu fazendo o Djokivic se esticar todo , e o Djokovic conseguiu devolver , e depois executou o ponto com uma deixadinha magistral que deixou o Nadal rendido . SENSACIONAL ???????? Djokovic GOAT ?

  67. Daniel C

    Muito estranho ter uma percepção diferente da maioria. O mundo inteiro em êxtase: “jogo maravilhoso”, “incrível”, etc.

    Pode ter sido um jogo bom no quesito emoção, mas tecnicamente, só vi troca de bola, um tentando deslocar o outro e dando uma curtinha aqui e ali para surpreender. E um dos jogadores pregou já no 3o set. O Nadal de uns anos atrás (exceto o de 2015 que estava com problemas físicos) não perdia a gasolina tão rápido assim. Então hoje em dia vencer o espanhol em RG é mais fácil que antes.

    Há quem goste. Mas se esse Maratênis será coroado “o melhor tênis da história”, eu só tenho a lamentar. Aceitarei que será o tênis mais vencedor. Mas melhor, pra mim nunca será.

    Sobre a final, acho que o grego tem muitas chances. É mais jovem, está em grande forma, e tem mais recursos e um jogo mais variado que aquele que grita com boleiros. Só resta saber se o mental vai acompanhar. Vale a torcida!

    1. Sandro

      A INVEJA, sempre a inveja… Por quê tanta inveja do BIG 2???
      Dizer que Nadal está mais facil de ser derrotado é um absurdo!!!
      Antes do maior espetáculo esportivo da Terra, que foi essa partida Nadal x Djokovic, ambos estavam distribuindo PNEUS aos adversários. O BIG 2 é nitidamente superior!

    2. Luiz Fabriciano

      Quem tem mais recursos. O grego ou o troiano, ops, digo, o uruguaio Cuevas?
      Aliás, se fosse o Cuevas ontem, Nadal teria saído de triciclo da quadra, certo?

    3. JHONNY

      Primeiro era o argumento que as vitórias Novak eram mero acasos “acidentes de percurso” depois com as derrotas se titulos se acumulando e que apesar de tudo os recordes jamais seriam alcançados, agora vendo os recordes sendo quebrados e que o que temos nao e tênis, a proxima desculpa qual sera ? Mais torcedores no twitter? face? instagram?

      1. Sandra

        Não consigo entender esse percentual todo ? O grego está jogando bem , por Dalcim qual seria o defeito do grego ?

        1. José Nilton Dalcim

          Nunca ter feito uma final de Grand Slam e enfrentar Djokovic… já são problemas bem grandes.

          1. Sandra

            Fico com a pulga atrás da olheira, em razão dele ter ganho do Nadal e ter perdido para o Stan ! Será que ele pensa nisso? Qual foi outro slam que isso tbem aconteceu , ele ganhou na semi , não sei de quem é também não me lembro de quantos sets , mas perdeu para o Stan tsmbem

  68. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

    Nole e Nadal , por favor chega de mimimi.. Que partida.. Dois monstros sagrados do tenis .. eles não tem que provar mais nada pra ninguém… Nole deu um grande passo pra ser o maior da história, mas de forma alguma tira a grandeza do Rei do saibro, seus recordes nunca serão batidos!

  69. Efraim Oliveira

    Nós, nadalistas e federistas, torceremos fervorosamente para Tsitsipas. Certo? Ou algum de nós torcerá por Novak. Não vou mentir, torcerei pra Tsitsipas como se fosse torcida organizada rsrs.

    Na boa, sofri de mais hoje, o coração acelerou tanto… Que jogo, senhores!!! Ao meu ver foi mais jogão que a final de Wimbledon 2019.

      1. Sérgio Ribeiro

        Vais torcer pra Novak amanhã meu caro ? Terás assumido de vez o posto de NOBRE do P. F . ou enganando os bobos como sempre ? . A propósito , ao insistires em ” Aposentado ” desde 2013 , você o viu em RG 2021 ? Se não , vá ao noticiário do TênisBrasil e o veja treinando em Halle kkkkkkkkkkkkkkk. Abs !

    1. Paulo Almeida

      É o papel dos fregueses torcer contra o GOAT obviamente.

      Foi um dos melhores jogos da história, mas ainda fica atrás de AO 2012 ou WB 2019.

      1. Sérgio Ribeiro

        Errado : Atrás de WIMBLEDON 2008 e 2019 . Sem contar WIMBLEDON 1980 com BORG e BIG MAC . Já sei, o Coroa ainda não era nascido kkkkkkkkk. Abs!

    2. Luz de Júpiter

      Sou Tsitsipas desde criança.

      E outra, acho que ele merece

      E outra, minha preocupação não é bem Djoko conseguir o 19° canenco… É ele ter dois canecos em RG, rs.

  70. Dionathan

    Dalcim…
    só tenho mais e mais admiração pelo tênis do Djokovic.. ano retrasado ganhou do Federer em Wimbledon daquela maneira absurda..
    hoje começou o jogo atras, contra o rei do saibro, e reverteu..esse cara tem uma mentalidade inexplicável!

  71. Cassio Carvalho

    O fato dessa “simple vitoria” ser um feito ser HISTóRICO em sí é exclusivamente responsabilidade da GRANDEZA do proprio Nadal. Sem a grandeza dele não haveria o merito do Djoko. Respeitem.

    1. Luiz Fabriciano

      Se Nadal fosse um jogador comum, não haveria esse “frisson” todo, mesmo antes do torneio iniciar.
      Alguém disse algo ao contrário disso?

  72. marcos

    Tenho pouco mais de 60 anos. Portanto, quanto ao jogo de tênis e a tantas outras coisas, hoje tive a certeza de que sou um velho ultrapassado. Vi Ashe e depois Borg serem campeões de Wimbledon. Assisti aos voleios de McEnroe, Becker e Sampras. Vi quanto um jogo no saibro pode ser a representação de uma espécie de ballet de toques refinados com Gillermo Villas. O que assisti hoje, no meu ponto de visa, e me desculpando para quem admira esses 2 jogadores, não é tênis. É apenas uma disputa de quem corre mais e bate mais forte em uma bolinha . Embora não veja qualquer possibilidade de vitória, espero que a final de Roland Garros seja vencida pelo rapaz grego. Abraços ao Dalcim, que aprecia um tênis bem jogado.

    1. Leo Gavio

      Desculpe, mas o tempo não te ensinou muita coisa (como deveria), pelo visto.

      A guerra tatica, fisica e mental entre Djokovic e Nadal é simplesmente o ápice do tênis. Isso dificilmente vai existir novamente.

      A sua mente está presa em padrões antigos, ela não acompanhou as mudanças. O nome disso é saudosismo.

      Cada época deve ser apreciada com o seu contexto específico.

      O contexto atual exige fisico e mental de uma forma jamais vista e o grande responsável por isso é a lenda Rafael Nadal.

      Esse cara simplesmente elevou o tenis a um patamar aquém do que consideramos humano. O tenis não é só tatico e tecnico, hoje é fisico e mental, muito mais do que no passado. Não é uma nova categoria do tenis, é um novo patamar, muito mais exigente, é um sarrafo mais alto. E Djokovic aumentou ele mais um pouco.

      O que você disse poderia ser traduzido assim:

      “Esse Usain Bolt corre demais, não estou acostumado a ver corredores que correm demais, estou acostumado a ver corredores que vencem no photo finish”

      1. Sérgio Ribeiro

        Outra bobagem sem tamanho . O Espetáculo proporcionado na Final de WIMBLEDON 2019 , joga por terra cada parágrafo do seu comentário , caríssimo Léo Gavião . Aquela levou um público bem maior próximo ao Êxtase . Abs!

        1. Marco

          Desculpa, mas aquele jogo não foi tão bom quanto esse de RG.
          Wmbledon se resumiu e mt a saques, o que, de fato, tornou o jogo épico foram os MP salvos pelo sérvio.

          Se for ver em nível jogado, Novak não jogou nem perto do que jogou nessa sexta.

    2. Daniel C

      Marcos, eu sou mais jovem que vc e compartilho o mesmo sentimento. O tênis tem se tornado cada vez mais unidimensional, especialmente nos últimos 10 anos. Cada vez menos slices, voleios, chip & charge. Acho uma pena. Por isso que pra mim o Roger Federer sempre será o melhor da história: conseguiu aliar tênis arte a grandes resultados e conquistas. Infelizmente não foi o bastante para ser recordista por mais tempo, mas ele não pode reclamar: algumas derrotas bestas que ele teve para seus rivais hoje fazem a diferença. Faltou um pouco mais de inteligência tática para ele ao longo da carreira. Foi adquirir isso no estágio final, mas aí já era muito tarde. Abs

    3. Emerson

      Como você mesmo disse, você tem 60 anos e está ultrapassado. As coisas mudam, ou você se adapta as mudanças ou ficará eternamente vivendo do passado. Esse tênis “feio” que você disse, foi realizado “apenas” pelos dois melhores da história. Aceita, goste ou não!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ia ousar discordar . Mas é difícil perante um senhor de terno e gravata num fórum de debates sobre um Esporte Maravilhoso. Fica pra próxima lá no face TênisBrasil kkkkkkkkkkkkk. Abs!

      2. Daniel C

        Então só pq o tênis é praticamente pelos maiores vencedores, somos obrigado a apreciar e achar bonito? Lamento, mas não. E demonstre mais respeito pelos idosos. O moderno nem sempre é melhor. Não adianta, o Tênis do Federer sempre será considerado mais vistoso, independente dos resultados. Aceite que dói menos.

  73. Robson Couto

    Realmente hoje é para se comemorar! Nadal perdeu em RG em 2009, 2015 e 2021. Se a progressão aritmética se manter, agora só em 2027…

  74. Willian Rodrigues

    Dalcim, como ficará a pontuação do Nadal após esse torneio?
    Salvo engano, ele manterá 1000 pontos da conquista do ano anterior. Correto?
    Acha que essa derrota de hoje complicará a vida dele no chaveamento em Wimbledon?

    1. José Nilton Dalcim

      Djokovic mantém 1.200, mesma campanha do ano passado. Poderá subir 800 se for campeão. Nadal fez 720, mas como tem proteção do ranking de 2020, manterá 1.000 dos 2.000 pontos.

      1. Willian Rodrigues

        Obrigadíssimo, Metre Dalcim!
        E parabéns pela extraordinária cobertura do torneio, como sempre.
        Top demais!

    2. Alessandro Siqueira

      Nadal fez 720 para fins da corrida para Milão. De 2220 foi para 2940. Para fins de ranking anual, fica com 1000 em razão da regra da pandemia. Como defendia 2000, está perdendo 1000 pontos. Cai de 9630 para 8630. Não fosse a proteção de pontos, teria perdido 1280.

  75. Jonas

    Nadal continua um lutador, não desiste nunca, mas o físico está cobrando seu preço. O estilo dele é muito pesado pro corpo, é incrível ele ser top 5 brigando por Slam até hoje…

    No Australian Open perdeu para o Tsitsipas no físico, não tinha mais força para chegar nas bolas.

    Hoje ele deu tudo de si até o terceiro set, mas o Djokovic foi brilhante no tie-break. Nadal deve ter pensado, “agora f…de vez”. Até tentou, não é do tipo que desiste, chamou a torcida, vibrou bastante, mas ali já era, mesmo que vencesse o quarto, creio eu que seria atropelado no set final.

  76. Paulo Almeida

    E o CRAQUE ABSOLUTO, o maior e melhor tenista que esse planeta já viu, conseguiu DE LONGE a vitória mais convincente sobre o Nadal em Roland Garros, além de ter sido o único a batê-lo DUAS vezes por lá. Com isso, adia o 21º, aumenta o h2h pra 30×28 e fica com 7×10 em GS (7×5 desde 2011). Mais um argumento federete que vai pro espaço!

    Em relação ao jogo, o saque ficou abaixo, mas as esquerdas anguladas estavam maravilhosas. O problema foi que o espanhol se defendeu demais como sempre e ganhou vários pontos de contra-ataque. Porém, no final prevaleceu o melhor em quadra com um “pneu moral”, contrastando com aquele início tenebroso, levando logo 0-5. Claro que todos pensaram que lá vinha outro 6-0, inclusive eu, mas felizmente reagiu e perdeu só de 6-3. O Djokosmash até apareceu naquele momento, o que foi retribuído pelo Nadal no terceiro set (até mais feio), hahaha!

    RUMO À FINAL!!!

  77. DANILO AFONSO

    Djokovic pode até perder a final domingo, a exemplo de 2015, mas o sentimento que ele me proporcionou hoje foi incrível. Não pensei que ficaria tão feliz e orgulhoso como há quase dois anos no eterno WB19, e olha que hoje era “apenas” uma semifinal.

    Estava eu assistindo o jogo com meu filho de 7 anos, quando me vi algumas vezes lacrimejando no terceiro set, mas precisamente a contar do 5 x 4 até o fim do tiebreak. Ao ver a minha emoção, o meu menino perguntou por qual motivo eu estava daquele jeito, e respondi : ” Meu filho, o que os dois estão fazendo em quadra não é normal…”.

    Saudações Nolistas !!!

  78. Ricardo Cardim

    Nadal nunca mais volta a ganhar em RG. A troca de bolas da babolat para a Wilson matou uma parte do spin pesado dele em Paris.

  79. Paulo

    Dalcim, jogo fenomenal, como já prometia, desde o sorteio das chaves. Hoje, pela primeira vez eu assisti o Djoko jogar com bolas altas e profundas, desde a devolução do lado ímpar, fazendo o Nadal provar um pouco do seu próprio veneno. Só não era mais eficaz porque não eram bolas tão carregadas de topspin como as do espanhol, mas foi uma mudança interessante, que poupou o seu físico e impediu aquelas bolas superanguladas tão ao feitio do Rafa. O seu saque foi outro ponto muito superior ao do Nadal, principalmente nos dois últimos sets. Se o Rafa lamenta o voleio fácil que perdeu, Djoko perdeu outros dois, de costas, com a bola lenta parando na rede. Enfim, venceu aquele que procurou atacar na maior parte dos pontos e cometeu menor número de ENF, como já havia comentado ontem. Sobre o Tsitsipas, parabéns por ter chegado à final, mas não tem nem metade da capacidade de jogo demonstrada pelos dois do outro lado da chave. Não vejo espaço para zebras. Na final feminina, tudo é possível, mas vejo ligeira vantagem para a Pavlyuchenkova, que utiliza maior variação de jogadas, com curtinhas e golpes de slice. Não gostei da Krejcikova abusar dos balões no set final contra a Sakkari, que perdeu a paciência e o jogo ao tentar atacar todas as bolas. Espero que os dois próximos dias confirmem os prognósticos. Quais os seus palpites?

  80. Rubens Leme

    Esses grandes torneios e suas histórias fantásticas.

    Sabia que Wimbledon já teve uma “final comunista”? Pois é, em 1973, o tcheco Jan Kodes e o soviético Alex Metreveli decidiram o título, ficando com Kodes, por 3×0 (6-1, 9-8 e 6-3). Esse torneio foi interessante por alguns aspectos:

    1 – foi a primeira participação de Bjorn Borg, então com 17 anos e cabeça de chave 6. Ele caiu nas quartas-de-final para o cabeça 3, o local Roger Taylor, na famosa partida em que as garotas londrinas invadiram a quadra para consolar o sueco, enquanto o britânico e vencedor (não o confundam com o baterista do Queen ou mesmo do Duran Duran, até porque ambos eram Roger Taylor, mas não o mesmo Roger Taylor), ficava do outro lado, com as mãos no quadril, inconformado de sequer olharem para ele.

    2 – Nas semis, Taylor acabaria caindo para o campeão, enquanto Metreveli derrotou o norte-americano Sandy Mayer (irmão mais velho de Gene Mayer), num autêntico embate USA x USSR, se vingando da derrota do ano anterior (explicação abaixo).

    3 – E, essa poderia ter sido a segunda “final comunista” consecutiva, não tivesse o mesmo Kodes caído, nas semifinal, de 1972, para o campeão, o norte-americano Stan Smth, que derrotou na decisão o romeno Ilie Nastase, por 3×2 (4-6, 6-3, 6-3, 4-6 e 7-5).

    4 – Stan, aliás, “carimbou” os dois finalistas de 1973, pois além de Kodes, na semi, derrotou também Metreveli, nas quartas. Definitivamente, os soviéticos, que veriam o então imbatível Boris Spassky perder a coroa para Bobby Fisher, tiveram outra decepção esportiva (ainda que bem menor) frente ao Tio Sam, no ano de graça de 1972.

    E Stan, ao derrotar três “agentes do Império do Mal” (Metreveli, Kodes e Nastase), imagino, que deva ter virado herói nacional e eleito o “sexiest man alive” pela People Magazine.

    PS: além dos dois finalistas, o super Stan (não o Wawrinka, mas o nosso “exterminador de comunistas”) em sua caminhada ao título de 1972, também bateu o compatriota Sandy Mayer, semifinalista de 1973. Isso ocorreu na terceira rodada. Ou seja, dos quatro finalistas de 1973, apenas Roger Taylor escapou de sua ira, já que não participou da edição daquele ano.

    Na certa, Roger Taylor tirou um tempo para aprender a tocar seu instrumento favorito, a bateria com… Roger Taylor. Do Queen. Não o do Duran Duran, pois este Roger tinha apenas 12 anos na época e deve ter se apaixonado pelo instrumento ouvindo o Queen. E Roger Taylor.

  81. Leo Gavio

    Como eu tinha previsto o Djoko tá sobrando.

    As tropeçadas dele foram mais merito do adversario do que falha dele, Karatsev jogou muito em belgrado, evans incomodou demais com os slices em monte carlo, Tsitsipas deu um trabalhao em Roma e Nadal se aproveitou do desgaste.

    Em RG Djoko perdeu o saque poucas vezes, tá sacando muito e devolvendo bem, nesse jogo com o Nadal, nitidamente foi uma questão mental aquele primeiro set, teve chance clara de quebra, não quebrou, foi quebrado por erros próprios, errou um smash ridículo e perdeu a moral, veio o fantasma do ano passado. Depois, trazido pelo Nadal (sim, Nadal trouxe o Djoko de volta), acabou pegando o ritmo forte do primeiro game do jogo e depois foi ladeira abaixo, Nadal ainda tentou muitas artimanhas pra voltar no jogo, demora pra sacar, implicancia com juiza, baloes, defesas milagrosas, mas o volume de jogo do Djoko tava muito acima, só era equalizado pelo nervosismo.

    No mais, acho que a vitoria foi um teste mental incrivel, se DJokovic vencer no domingo, confirmando o titulo, o céu é o limite.

    A confiança do sujeito vai pra Lua. Eu acho que ele vence o tsitsipas sem maiores preocupações, o grego nao tem pernas pra aguentar o rojão. O bicho papão era o Nadal. Em 2015 o Wawrinka surpreendeu(comeu) o Djoko, mas o suiço joga muito mais que o grego, ja tinha vencido o servio na casa dele em 5 sets, sem desculpas, e ele ainda não tinha vencido RG.

    PS: Não tem como não considerar DJokovic o GOAT, a gente brinca com essa coisa de quem é o GOAT, mas o cara doutrinou o Federer na grama e nas hards e peitou o Nadal no saibro. É fenomenal, já e na Australia ninguem doutrina ele em semi e final.

    Uma lenda viva. Nadal é o big boss do video game e Djokovic é o hero. Essa imagem representa bem o papel dos dois. Federer só foi boss quando o circuito era uma bosst4. Com Bagthatis , Blake de numero 3 do mundo, Gonzalez, Roddick e Hewitt (mas ai até o nishikori seria Boss)

    1. Luiz Henrique

      Leo Gavio, parabéns pela vitória
      Dou quase como certo que Djoko termina como Goat
      Claro que sempre tem que esperar o final das carreiras, mas tem tudo pra ser
      Essa vitória conta muito, mas o resultado de amanhã tb conta muito
      Se Djoko confirmar, vai ter 2 RG e 1 deles vai ter sido conquistado vencendo Nadal no caminho
      Isso muda tudo

    2. Carlos Henrique

      “Uma lenda viva. Nadal é o big boss do video game e Djokovic é o hero. Essa imagem representa bem o papel dos dois. Federer só foi boss quando o circuito era uma bosst4. Com Bagthatis , Blake de numero 3 do mundo, Gonzalez, Roddick e Hewitt (mas ai até o nishikori seria Boss)”
      kkkkkk
      Aí pegou pesado, o japonês nunca se criou na grama. Colocasse o Tsonga eu concordaria hahaha

  82. Petros

    Mais uma batalha épica desses dois monstros do tênis.
    Djokovic hj conseguiu o que considero o maior desafio do tênis:
    Derrotar Nadal em Paris, jogando seu melhor tênis.
    Só uma observação, que pode ter sido pontual, mas vale a pena mencionar:
    Não me lembro de ter visto Rafa tão abaixo fisicamente e mentalmente em um set decisivo, como vi hj no quarto set.
    Repito que pode ter sido pontual, mas ficou nítido como o servio sobrou fisica e mentalmente no último set.
    Veremos os próximos capítulos…

    1. José Eduardo Pessanha

      Há muito tempo o físico do Nadal nao é mais o mesmo. Pra mim não foi nenhuma surpresa essa queda no quarto set.
      Abs

  83. Ricardo Cardim

    No 5×0 achei que seria um repeteco do ano passado. Mas aquele final de set deu muita moral pro djoko, que joga muito e deu um pneu moral no nadal. Estamos vingados do ano passado rapaziada! Chupa nadal seu porra!!! (Apesar de odiar o nadal ele valoriza demais a vitória dos adversários, precisa ganhar uns 3 pontos pra ganhar cada ponto, é inacreditável)

  84. Cristiano

    Há vários aspectos que impressionam no Djokovic: coragem, determinação, controle mental, consistência, técnica, condicionamento físico…mas talvez o que mais me chama atenção é a capacidade dele se alimentar da adversidade. Quando do início do jogo pareceu que iria se repetir 2020 e a torcida quase que completa contra, o cara consegue virar o jogo e vencer de forma brilhante com um pneu “moral”. Awesome!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele possui todas as chances de quebrar a maioria dos recordes importantes do tênis, Efraim, mais do que qualquer dos dois concorrentes. É um ano mais jovem e seu estilo não requer grandes modificações para um piso ou outro.

  85. Gildokson

    Dalcim, sabemos que o espanhol insiste em receber o saque a quilômetros de distância.
    Você acha que faria alguma diferença se ele desse ao menos um passo a frente hoje?
    Outra pergunta, você acha que essa atuação em um nível monstruoso como foi a do sérvio hoje pode desmotivar e fazer desacreditar um pouco o grego? Será que ele vai ter a confiança necessária depois de ver isso? rsrs

    1. José Nilton Dalcim

      Não, não acho que exatamente hoje faria diferença, seria uma mudança que teria de ter sido feita e testada antes. Acho que apenas no jogo do Dieguito ele tentou se posicionar mais à frente. Porém, até o Djokovic recuou para receber o primeiro saque, porque a meta dos dois era entrar nos pontos. Quanto ao grego, se ele tiver mentalidade de vencedor, se focará no seu próprio jogo e lembrar que já ganhou duas vezes do Djokovic e que há poucas semanas teve grande chance de vencer. Se ele pensar de forma negativa, vai ser um desastre.

  86. Luiz Evandro

    Como torcedor do Nadal, tenho que admitir que Djokovic jogou melhor hoje. Nadal durante a gira européia no saibro, perdeu para Rublev e Zverev, e Shapovalov e Tsitsipas perderam match point em Roma e Barcelona. Sinal que aquele domínio absurdo está diminuindo cada vez mais. Mas claro, ele ainda é um dos favoritos em Roland Garros.
    Dalcim, uma coisa me preocupa no Nadal. Em jogos de 5 sets, ele que sempre foi aquela fortaleza mental e física, nos últimos dois ou três anos perdeu quase todos estes jogos muito disputados em Slam (Tsitsipas AO, Thiem AO, Djokovic RG, Federer WB….), tem tido esta impressão também?
    Me parece que esta nova situação de jogos muito complicados em Slam tem mexido com a cabeça do Nadal. Ele sempre me parece mais cansado no 4º e 5º set.

      1. Carlos Henrique

        HAHAHAHA
        Deram sorte também de não encontrarem com o segundo melhor jogador de saibro no circuito, um certo austríaco.

  87. Gume

    Boa noite mestre.

    Tirando os 5 primeiros games em que Djoko se mostrou muito nervoso, partida impecável. Um jogo com todos os ingredientes.

    Parabéns ao sérvio.

    Mestre, você também achou que o Nadal cansou no último set?

    Abraços e parabéns pela cobertura.

    1. José Nilton Dalcim

      Eu já o achei cansado na metade do terceiro set, chegando um pouco atrasado em algumas bolas. Abs!

  88. Oto

    Nem na Capadócia a gente vê tanto balão. Na domingueira então nem pensar! São dois monstros sagrados. Dois gênios. Tinha todo o clima, todos os números envolvidos, mas que festival de balões. Tirem as paixões. Vejam friamente o resumo do jogo. O padrão foi bola passando metros da fita.

  89. Miguel BsB

    Que isso????
    Eu ia chamar o Djokovic de monstro aqui, mas ele muito provavelmente será o Monstro que derrotará o Grego, Stefanos Tsisipas….
    Hoje, Djokovic foi Teseu, o herói que derrotou o lendário ser, meio Homem meio Touro, o Minotauro em seu quase intransponível labirinto, o complexo de Roland Garros, depois de uma mitológica batalha!
    Parabéns Djokovic, esse feito será cantado em prosa e verso numa tenística Odisséia!

  90. Antônio gabriel

    Infelizmente não pude ver o jogo, vou procurar alguma reprise depois, mas não imaginava que Djoko conseguiria a vitória, pra ser sincero acreditava muito mais na vitória em 2020 do que neste ano, mas cada jogo é um jogo. A um passo da glória vai ser importante por a cabeça no lugar, pois em 2015 a vitória sobre Nadal parecia um título antecipado e ele não veio, mas vamos esperar pra ver como vai se comportar o grego em sua primeira final de Slan, sabendo que do outro lado tem um cidadão que poderá fazer história mais uma vez.

    1. Luiz Fabriciano

      A diferença desta vez é que o sangue ainda estará quente amanhã.
      Em 2015, deu tempo de esfriar…

  91. Paulo

    Venho de uma família de tenistas. Os maiores ídolos que já tive no esporte são michael jordan e roger Federer. No entanto, se nole for bi em rolanga , na minha opinião se torna o maior de todos os tempos. Que jogador. Já tive o privilégio de ver todos ao vivo e ao contrário do que muitos dizem, faz pouca força para jogar. Mas o ticketpara ve- los sempre será mais caro qdo o roger estiver em quadra, pois ele transcende qualquer esporte. Abs dalcim.

    1. Julio Cesar

      Pois é, rapaz! É muito torcedorismo que existe, e em muitos casos pra diminuir o jogador pro qual o outro torce. É preciso muita técnica pra fazer o que esses caras fazem.

    2. Paulo F.

      Olá xará.
      Tu afirmastes que Djokovic faz pouca força para jogar.
      Quem faz pouca força para jogar é alguém dotado de muita técnica, correto?

  92. Thierry

    Quando Djokovic chama a torcida ele nunca perde… Imagina esse cara jogando sempre com arenas lotadas gritando seu nome… Nadal monstro, começou no modo deus, ali eu pensei: Djokovic tá com uma cara mto tranquila pra quem tá tomando um passeio, vai tomar 3 a 0 já ja… Que nada! Acordou e os cara passam 2 sets trocando socos e break points (O terceiro set inclusive um dos melhores da história do esporte). O no final, Nadal sentiu o jogo.

    Apesar de tudo, Tsitsipas se tiver com o mental em dia vai vencer a final! Djokovic gastou tudo que tinha hoje, isso cobrou um preço mto alto em 2015, e o Tsitsipas está em um momento excelente. Djokovic tem que acabar com ele como fez com Medvedev, se for como ano passado mas semi finais o Grego n vai desperdiçar

  93. Jonas

    Nadal nunca havia perdido SEIS games seguidos em Roland Garros, duvido que aconteça de novo…atuação memorável do Djoko hoje.

    Pra mim a chave da vitória esteve no primeiro e no terceiro set. Nadal tinha 5-0 no primeiro, Djoko poderia ter largado ali e pensado já no segundo set, mas não, o sérvio continuou tentando ganhar cada ponto como se fosse um jogo equilibrado. Achei incrível o espanhol já ter sentido uma certa pressão no primeiro set, mesmo dominando amplamente as ações.

    Atuação soberba do Djokovic no tie-break do terceiro set. Poderia ter sentido a pressão, Nadal tinha crescido e Novak já tinha sacado pro set, 30-0, e ainda assim sofreu a quebra. Fosse um jogador comum ali, perderia a cabeça…

    O 2-0 do Nadal no quarto set pareceu não significar nada para o Djoko. Acho que ele percebeu q já tinha entrado de vez na cabeça do espanhol.

    Vencer Nadal em Roland Garros deveria valer um Grand Slam…é um esforço monstruoso que o tenista tem que fazer. Federer, que enfrenta Nadal ali desde 2004, sequer levou o espanhol a um 5° set. O que Djoko fez hoje vai ficar pra história.

        1. Jonas

          Impressionante! Aquela final foi no detalhe…

          E ainda temos que ler certas comparações descabidas por aqui meu caro, é dose rsrs…

    1. Sérgio Ribeiro

      Um dia o “ Rei do Saibro “ cometeria 54 ENFS e sacado como um Tenista mediano em seu próprio habitat, caro Jonas . A partida teve incríveis 91 ENFS ( 54 a 37 ) em 4 Sets . O que Novak tem a ver com isso ?. Nada até porque nos proporcionou lances brilhantes . O “ Rei “ na conferência não deixou de criticar seus erros bisonhos nos pontos importantes. Depois de vencer o Touro pela segunda vez em Paris , o Sérvio fez história realmente com todos os méritos. Mas nesse quadro essa partida não deve entrar entre as Três melhores da história. Acredito que Novak entre com total favoritismo contra o Grego ( 70 % a 30 % ) . Mas vejo TSITSIPAS, que não está pra brincadeiras rs , jogando solto , como uma Zebra viável. Ao menos a meu ver . Abs!

      1. Jonas

        O Djoko também começou a partida errando bisonhamente, com smashes ridículos. Nadal nem deveria ter feito aquele 2 x 0 no set inicial. A partir dali o Djoko desandou a errar, parecia muito tenso, nervoso e o Nadal bem solto…

    2. Rodrigo Coimbra

      Na final de 2012, Djokovic ganhou oito games seguidos sobre o Nadal antes da partida ser interrompida

      1. Jonas

        Não me lembrava disso, Rodrigo, e sim de ter ficado irritado neste jogo, muito!

        Foi um jogaço, mas ficou gostinho de quero mais, o Novak perdeu essa final com uma dupla-falta, é foda.

    3. Luiz Fabriciano

      Ele mesmo disse – e me surpreendeu – que sentia todos os golpes e que eles começariam a funcionar logo. Então, era apenas uma questão do acertar o ajuste fino.

  94. Oswaldo E. Aranha

    Djokovic manda um recado para seus detratores: vocês vão ter de aguentar o maior tenista da década!

    1. Alessandro Siqueira

      Das décadas, né? Porque da década passada não há dúvida e, na década que se inicia agora, a escrita está sendo mantida.

    2. DANILO AFONSO

      Poh Aranha !! Da década Djokovic já foi. Ou você pensa que Djokovic também será o melhor desta década ??? kkkk

  95. Luz de Júpiter

    Eu sou torcedor de Roger Federer.
    Mas sinto que Novak Djokovic mereça mais do que este o título de GOAT, principalmente depois de hoje.

    Não achei a partida espetacular. O estilo dos dois me cansam os olhos.
    Mas, o que define um grande esportista não é a sua técnica ou plasticidade, mas a capacidade de superar grandes desafios.

    A grande diferença entre Federer e os outros dois tenistas, é que Federer não foi capaz de superar seus grandes desafios. E, acredito, o seu ego receba uma grande parcela de culpa nisto. Federer nunca quis reconhecer que existia um enorme desafio a superar. Ele se considerava o desafio em si. Percebo isto na própria forma como ele lidou com o Fedal. E com a grande ascenção de Djokovic, não foram poucas as vezes que ele buscava transmitir a ideia de que Novak não era um rival a ser temido.

    Se Federer era o desafio, Nadal tem em sua história o fato de tê-lo derrotado em Wimbledon.

    Djokovic não apenas derrotou Federer em um Wimbledon, como se tornou o obstáculo maior para que o Suíço aumentasse seus títulos de Grand Slam.

    Djokovic superou duas vezes o “maior desafio do tênis moderno”, que é vencer Nadal no saibro.

    Acredito sim, que Federer tinha tênis para vencê-los. O que lhe faltou foi o espírito que todo esportista deve ter: a de que ele deve derrotar gigantes, derrotar quem está acima dele. O eterno mito de Davi e Golias.

    Federer não fez isso. Fez do seu nêmesis Nadal, um “amigo”. Tentou excluir dessa amizade o sérvio. E, agora, aos 40 anos, parece não perceber que o tempo passou a não há mais tempo para batalhas.

    Uma pena. Fico triste. Queria vê-lo no topo. Com seus recordes de semana e GS. Mas ele não tem mais nenhum dos dois.

    Nós, fãs, temos uma grande parcela de culpa. Pois sempre diminuímos nossos inimigos. Acreditávamos que, tudo bem perder algumas partidas, os números continuariam do nosso lado.

    Mas não estão mais.

    1. DANILO AFONSO

      Você foi perfeito nesta postagem. Ressaltou como poucos o conjunto de obstáculos que o sérvio foi capaz de superar ao longo da carreira.

      Uma pessoa com a sua lucidez deveria ser mais assíduo aqui no blog. Iria agregar muito.

      1. Sérgio Ribeiro

        Sério , Danilo ? . Somente pela introdução já se vê que nunca foi torcedor do Craque coisa alguma . Este proporcionou desde cedo um alto nível de competição com seus jovens oponentes. Basta ver suas reações em vitórias e derrotas para ambos. Na verdade o dono de 103 Títulos foi quem puxou os outros dois . Abs!

    2. Paulo F.

      Eu sempre disse que Federer desperdiçou de ganhar de Rafa em RG em 2006 e 2007, quando ainda era um bebê.
      Mas os zumbis alpinos ficam loucos comigo.

      1. Sérgio Ribeiro

        Bebê ? Já era o N 2 do Mundo desde 2005 . Acho que o Magistral comentarista se equivocou novamente. Quem apanhava da ” entressafra ” nesta época era um certo Sérvio . Abandonou RG 2006 após perder os dois primeiros Sets para o Touro . Nos outros SLAM caiu cedo em Todos kkkkkkkkk. Abs!

        1. Carlos Henrique

          Olha, mais um comentário lúcido!
          Nadal antes de RG 2006 nunca havia feito sequer quartas de final em qualquer Slam fora do saibro.
          Um currículo invejável! kkkkkk

          1. Sérgio Ribeiro

            Lucidez é afirmar que o já possuidor de 4 MASTERS 1000 ( DOIS nas Duras ) e já N 2 do Mundo , não passava das Quartas em SLAM , devido a fragilidade dos oponentes da tal “ entressafra “ . Abs!

    3. Maurício Luís *

      Ele ainda tem o recorde de GS, junto com o baloeiro. Tão aí os dois juntos. Só falta ficarem de mãos dadas.

    4. José Eduardo Pessanha

      Como não tem o recorde de Slams? Por acaso o recordista seria o nosso Gustavo Kuerten?
      Abs

      1. Sérgio Ribeiro

        Você já viu uma bobagem tão grande disparada por um ” torcedor ” do Craque Suíço , caro Pessanha ? . E prontamente aplaudido pela claque kkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

      2. Luz de Jupiter

        Quis dizer que esse recorde não é mais tão apenas nosso. Nadal também tem. Não é algo que, em comparação aos demais, podemos nos gabar.
        Aliás, é meio óbvio o sentido do que foi dito.

        1. Luz de Jupiter

          Eu sou torcedor do Federer sim, e se você for buscar meus comentários aqui, pelo nome “Ramon Assis Nuwanda” ou “Ramon A Oliveira” verá que comento esporadicamente neste blog desde 2011. Não sei quantas vezes defendi o suíço e só assisto tênis por causa dele. O maratênis me incomoda e muito.

          Mas, nobre Sérgio Ribeiro, fatos são fatos.

          Federer já venceu Nadal em Roland Garros? Não.
          Já venceu Novak Djokovic no Australian Open? Não.

          Federer não foi capaz de vencer os seus maiores desafios, quando surgiram.

          Nós não temos essa história para contar. Aquela que os torcedores do Nadal tem, quando ele venceu WB em 2008, impediu o Hexa do Federer.
          E as histórias que os torcedores do Djokovic mais possuem, que se tornaram até o “normal”, como por exemplo o pior dia da minha vida de torcedor, quando aquele dedo em riste da torcedora no All Grand Club não se concretizou em mais um título do nosso maestro.

          Federer perdeu a corrida e pronto. Fica pelo menos a doce lembrança do título do AO 2017.

    5. Robson Couto

      Muito boa sua análise, me lembro quando Federer perdeu para Tomas Berdych no USOpen de 2012 o narrador falava que com tantos recursos Federer ficava na pancadaria com Berdych e o comentarista destacou algo mais ou menos assim: “Federer não quer somente ganhar, ele procura vencer jogando no melhor estilo do adversário.” Todos sabem que tecnicamente ele é superior aos demais, porém taticamente ele somente começou a ser menos teimoso quando teve o Stefan Edberg como técnico. Infelizmente Paul Annacone não estava agregando, precisava mudar a raquete, mas ele demorou para enxergar isso. Talvez hoje, mais experiente, ele tivesse feito as coisas diferente, porém como não podemos mudar o passado, méritos para Djoko e Nadal que procuraram se reinventar antes e sempre foram muito inteligentes taticamente.

    6. Luiz Henrique

      Parabéns pelo comentário
      Eu como torcedor do Nadal, reconheço que Djoko é mesmo o mais completo
      Não tem como negar, até mesmo na sua quadra preferida Nadal teve dificuldades de se adaptar com as condições em que o quique é mais baixo
      Ele dependia de condições ensolaradas e rápidas mais do que eu pensava
      Isso só mostra como Djokovic consegue manter um nível absurdo em praticamente todas as condições

    7. Luiz Fabriciano

      Prezado Luz de Júpiter.
      Seu comentário me emocionou.
      Bateu com tudo que sempre achei do suíço.

  96. Ronildo

    Excelente o texto do Rubens Leme sobre a Osaka, a obrigatoriedade da entrevista e a depressão.

    Também fiquei enojado ao observar que a grande maioria dos homens que comentaram o assunto no Brasil usaram termos depreciativos contra ela. Uma demonstração de quanto o homem no Brasil é preconceituoso. Deve ser assim na maioria dis países mundo afora; uns mais outros menos. Infelizmente!

  97. Danilo BR

    Sem palavras pra esse jogo.. O Big 2 do tênis masculino, veJo Roger um pouco atrás desses monstros. O que faltaria agora pra Nole ser considerado o maior de todos os tempos, já que venceu pela segunda vez um dos maiores desafios do esporte (derrubar Nadal em RG)? Dalcim, concorda comigo que se ele confirmar o favoritismo no domingo e vencer os próximos Slams do ano ele atinge essa Glória definitiva? Me recordo que vc, Mestre Dalcim, alguma vez deu esse palpite aqui no blog de que o Big 3 empataria em 20 Slams…

  98. Ronaldo Oliveira

    Olá Dalcim, parabéns pela cobertura deste fantástico jogo!! Realmente foi demais, quase tão épico como a final de W19 ou AO12.
    Sei que não vai concordar, mas para mim a final do torneio foi hoje. Não acho que o grego consiga ganhar nem 3 games por set..
    Que venha Wimbledon!!
    Grande abraço!

  99. Renan

    Novak Djokovic formidável e matador. Já é possuidor de inúmeras façanhas ao longo da carreira e pode atingir no domingo a marcada de ter no mínimo 2 GS de cada um dos grandes torneios. E ainda mais, somará mais 800 pontos no ranking já que 1200 da final do ano passado ele já salvou. Djokovic vem com tudo para quebrar mais recordes. Parabéns ao Nadal que também jogou demais, porém sucumbiu aos golpes mortais e pelo mental frio e calculista de Djokovic.
    Federer que certamente assistiu o jogo, teve uma lição hoje de como derrotar Nadal em RG, coisa que jamais fez e fará.

    1. Paulo F.

      Federer, com sua empáfia e arrogância, desperdiçou as duas chances possíveis de derrotar Nadal em Roland Garros: 2006 e 2007.
      Nunca mais.
      Já Nadal levará para a sua história ter derrotado Federer em Wimbledon.

  100. Chetnik

    Eu fica imaginando a absoluta inveja e o despeito que os torcedores do desaposentado sentem em relação ao Djoko e seu torcedores. Ele venderiam a mãe para o fujão alpino ter 2% das bolas de aço do GOAT insofismável. Mas alguns nascem para Alfa, outros para Beta. Nunca serão!

    Quando você não foge dos torneios, luta e acredita até o fim, a despeito do aparente impossível, a recompensa vem. Mas o desaposentado e vocês nunca entenderão isso.

    E antes que eu me esqueça, ACABOU, ACABOU ACABOU! Djoko GOAT indiscutível. Maior vitória da história do tênis. A vocês, resta ficar lembrando do pneu do ano passado, o mesmo que o arregão também já tomou.

    Como deve tá doendo! Vigília de suicídio para vários. Vocês nunca mais terão paz por aqui.

    1. José Eduardo Pessanha

      Calma, amigo Chet. Quero ver você por aqui depois dos 3 a 0 que o Sansão meter no Djokovic domingo. Pior, o sérvio estará destruído para Wimbledon, que já está reservado para o Homi. Os Deuses do Tênis fizeram metade do trabalho hoje e farão a outra metade em Wimbledon.
      Abs

    2. Sérgio Ribeiro

      Jura que essa é a sua análise abalizada sobre a partida , caríssimo admirador do macho alfa ??? .kkkkkkkkkkkkkkkkk .Abs!

    3. Luiz Henrique

      Chetnik, acho Djoko favorito para terminar como Goat, mas não acho que da pra cravar ainda
      Ontem foi dado um grande passo, mas o passo de amanhã é até mais importante
      É o dia de amanhã que vai definir se ele ganhou mesmo um Roland Garros passando por Nadal
      Se ganhar, fica com 1 mão e 80% da outra mão no título de “Goat”
      Muita coisa vai ter que dar errado pra ele depois pra não ser o Goat, acho muito difícil

  101. Alessandro Siqueira

    Djoko ganhou de Nadal e de Federer nos domínios deles, mas segue intocável no Aberto da Austrália em relação aos principais rivais. Quer se gosto, quer não se goste, o cara é qualquer coisa de surreal.

    1. Jonas

      Ele perdeu pro Federer lááá em 2007 no AO…rs

      Depois disso houve um domínio, de fato: 2008, 2011, 2016, 2020…

      1. Alessandro Siqueira

        Em 2007 Djokovic não era ninguém na fila do pão e nem sonhava com reinado na Austrália. Era um adolescente de 19, tal qual Sinner hoje em dia. Tinha ido bem no USOPEN, mas nada que chamasse atenção da grande mídia. Nadal e Federer dividiam os holofotes e os demais pouco importavam. Quando falo de Djokovic, falo de um sérvio consolidado, sobretudo depois de 2011, embora já tenha levado o caneco canguru em 2008. Ainda assim, vocês têm razão. Conquanto o Djoko amadurecido não tenha dado brecha à dupla FeDal na Oceania, o adolescente sérvio perdeu para o suíço quando esse era #1 do mundo.

  102. Bruno Macedo

    Penso que dos 3 filhos que o tênis tem, Federer é o mais amado pelo papai. Acontece que o filho do meio e o caçula são absolutamente apaixonados pelo pai e fazem de tudo para serem amados também. E são.
    O jogo do Federer é o mais bonito de todos, o tênis tá dentro dele. Mas tudo indica que pelo números e records, Djokovic será o maior de todos os tempo.
    Se formos admitir que Nole vencerá no domingo, teremos de admitir também a possibilidade dele fechar os 4 grand slans esse ano, pois a maior barreira já terá sido vencida. Se isso acontecer, poderemos encerrar a discussão sobre quem foi o melhor da história.

  103. Luiz Gonzaga

    O grego não chegou a final por acaso, acho que a disputa tá muito parelha.
    Talvez se o jogo fosse longo contra Nadal, eu daria um pequeno favoritismo para o grego, porém Djokovic venceu em “apenas” 4 horas.

  104. Ronildo

    Bem, como eu havia previsto, Nadal não levou RG 2021. Naturalmente ainda será um dos favoritos em 2022 se decidir continuar mais uma temporada. Terá que dar total prioridade ao saibro, pois terá 36 anos. Se continuar competindo em 2022 estará entre os favoritos por causa de seu inigualável retrospecto no torneio. Mas eu pessoalmente não acredito que ele ganhará mais um RG. Porém só poderei dar a palavra final sobre esta previsão em maio de 2022.

    Agora é aguardar pacientemente Djokovic ser destronado do número 1 da ATP, o que certamente ocorrerá até o ATP Finals. Porém há chance ainda dele ter uma sobrevida até o AO 2022.

    Saudações Futurísticas!

    1. José Eduardo Pessanha

      Nenhuma chance de Nadal ganhar RG 2022 ou qualquer outro Slam, amigo Ronildo. Hoje foi a pá de cal. Espero que O Pecador tenha visto esse jogo e melhore pros próximos GS.
      Abs

    2. Luiz Fabriciano

      Para isso acontecer, o russo deverá, ao menos, fazer semi no US Open, vencer Paris e o Finals. Facinho, facinho.
      Será o #1 de verdade, tem todo o US Open de brinde para aumentar seus pontos.

    3. Carlos Henrique

      Sim, Ronildo, Novak está na final do segundo Slam na temporada, vencendo o detentor de 13 RG, é o segundo na” Race to London”, atrás apenas do Tsitsipas, aquele que tem como maiores resultados em WB uma quarta rodada e no US Open uma terceira rodada. Só posso concordar com esse seu raciocínio.

  105. Chetnik

    Será que os que se acham sábios, vão insistir naquela ABSOLUTA DEMÊNCIA que a rivalidade do DjokoGOAT com o Nadal no saibro é a mesma deste com o seu filho chorão? São os mesmos “sábios” que insistem que o Thiem é o “segundo maior jogador do saibro”.

    Que vergonha! Que vergonha! Que vergonha! Se eu fosse essa turma teria a dignidade de NUNCA MAIS aparecer por aqui.

    1. Jonas

      Eu acho bizarro isso. Merece umas risadas. Pior que apontamos os fatos, mas os caras seguem passando vergonha.

      Não tem como comparar Djoko e Federer contra Nadal no saibro, mas nem chega perto…

      Como o Dalcim comentou ““Nadal perdeu seu terceiro jogo em Roland Garros diante do homem mais capacitado a derrotá-lo numa quadra de saibro”.

      Cirúrgico.

    2. Carlos Henrique

      Chetnik, vejo que você lê jocosidades ao pé da letra.
      Relaxe e se deleite com os foristas que são talentos naturais para a comédia.

    1. José Eduardo Pessanha

      Amigo, o Federer sozinho tem mais impacto no mundo do tênis do que a rivalidade Nadal x Djokovic.
      Abs

    2. Sérgio Ribeiro

      Exato : 8 x 19 no Saibro e 20 x 7 nas demais superfícies. Isso realmente é uma grande rivalidade caríssimo P. F . Abs!

      1. Carlos Henrique

        Mais um comentário ímpar do forista
        Depois de Sinner “não fica nem um pouco longe” do que Murray e Novak presentaram Djokovic e Murray aos 19 anos, ter que ler tal comentário de alguém que venceu 9 dos embates que fez no saibro com o vencedor de TREZE Roland Garros é de cair da cadeira.
        Um talento nato paro o humor que infelizmente se esconde do grande público.

        1. Carlos Henrique

          Errata:
          Depois de Sinner “não fica nem um pouco longe” do que Murray e Novak apresentaram aos 19 anos, ter que ler tal comentário de alguém que venceu 9 dos embates que fez no saibro com o vencedor de TREZE Roland Garros é de cair da cadeira.

      2. Carlos Henrique

        Fui pesquisar o Head to Head da “maior rivalidade do tênis” no saibro. Sonoros 14 a 2 pro espanhol sobre o helvético.
        Tremenda paternida…, digo, rivalidade.

        kkkkkkkk

    3. Rodrigo S. Cruz

      Eu acho o Fedal é infinitamente mais espetacular, Paulo.

      Até pelo fato de se rum confronto de estilos diferentes, a ​exemplo de quando o Sampras enfrentava o Agassi.

      Mas claro que o suíço não é rival para o espanhol no saibro…

    4. Paulo F.

      Fedal só seria um pouco significativo perto Nadal x Djokovic se Federer tivesse ganho UMA partidinha em Roland Garros.
      Mas esse “clássico” sequer possui confrontos no Aberto dos Estados Unidos….
      Que rivalidade (paternidade, na verdade) meia-boca.
      Até a rivalidade Federer x Djokovic (que pouco falamos) é melhor que o tal de Fedal.

  106. Enoque

    Nadal, mesmo que ganhe Wimbledon, não assumirá a liderança do ranking. Por incrível que possa parecer, o Medvedev tem boas chances de liderar depois de Wimbledon, já que não defende quase nada lá. Seria mais legal se o Tsitsipas fosse o próximo a liderar, daqui uns 2 anos, quando encerrar a extensa dominação do Big 3.

    1. Alessandro Siqueira

      Não se esqueça que o russo fez um segundo semestre próximo da perfeição, viu? Defende Paris, Finals, semi do USOpen, além de ter ido à final na Austrália desse ano depois de ganhar a ATP CUP. Logo, ou soma na grama, ou depois não terá muita coisa a acrescer. Ao contrário, terá muito a defender e a descontar.

  107. Maurício Luís *

    Se o Lógico não aparecer agora soltando foguete pra tudo quanto é lado, é porque deve estar com algum corona da vida.
    Dalcim, acertei em cheio a duração da partida, 4h10min. Acertei também os ganhadores, e errei as parciais. Pelo menos desta vez não fiquei em último. To livre daquela cueca samba-canção do baloeiro.
    Em termos de ranking, não é surpresa o número 1 derrotar o número 3. Porém em se tratando de Roland Garros, é sim uma grande ‘zebra’. Certa vez um comentarista esportivo disse “Futebol é uma caixinha de surpresas”. Pois então… tênis também.
    Torcedores do Nadal podem ficar tranquilos, que hoje eu tomei o meu Rivotril e não vou ‘zoar’ com o pouca telha não… mesmo porque não vão faltar internautas fazendo isso de montão.
    Não gosto nada do jogo dele, mas há que se respeitar uma carreira tão vitoriosa. Aliás, não gosto do jogo, mas admiro o espírito de luta.

  108. MARCIO DE ARAUJO MATOS

    Êxtase, mestre. Não há outra definição para o que vimos hoje. Uma aula de tênis como há tempos não víamos. Ficamos vidrados na TV por 4 horas e até agora não baixou a adrenalina. Nole mereceu demais essa vitória. O único que se aproxima da perfeição nos 3 pisos, na minha opinião. Por isso o acho mais completo e acredito que finalizará a carreira a frente das outras duas lendas de quem é contemporâneo.

  109. Roberto garcia

    Dalcim, boa noite… que espetáculo do big 2…. E mais uma façanha do sérvio, jah vale por um título, na minha opinião… qual seria o percentual de favoritismo contra o grego?? uns 60 x 40??

  110. Sandra

    Dalcim, o que você acha que Djokovic tem que fazer para superar o Grego, que dificilmente perde o saque , aliás se fosse o Federer hoje tinha ganho do Nadal, nunca vi Nadal perder tanto saque ! Só espero que não seja na moedinha !! rssss e será que Djokovic vai se lembrar que ganhou do Nadal nas quartas e perdeu para o Stan na final ? Em resumo o grego tem algum buraco no jogo dele?

      1. LION

        “Certeza que vai ganhar”? Rsrs. Se não ficar muito ligado, vai levar uma chibatada domingo, como seu amigo russo no AO, kkk. Como Dalcim já escreveu aí em cima, as chances são ainda mais que 60-40.

    1. José Nilton Dalcim

      Djokovic certamente vai usar saque bem aberto e trocar bolas no backhand dele, Sandra. São os pontos básicos.

    2. Sandro

      Meu Deus do Céu! Dizer que o Federer ganharia de Nadal hoje é querer MATAR CACHORRO A GRITO!!! É cada absurdo sem tamanho que parece que a pessoa sequer assistiu ao jogo!!!

    3. R.P.

      “aliás, se fosse o Federer hoje tinha ganhado do Nadal”…

      Na internet costuma-se ler muita coisa sem sentido, mas esse comentário deveria ser emplacado. Superou todos os limites. Parabéns.

    4. Carlos Henrique

      ” Federer hoje tinha ganho do Nadal”
      HAHAHAHAHA
      A caixa de comentários é um livro do Ary Toledo.

    1. Gildokson

      Para o Djokovic com certeza, esse lance maldoso de torcer contra os rivais só nós federistas maldosos fazemos kkkkkkkkkkkkkkkk
      Sem contar que 70% da ala nadalista agora é meio nolista também neh kkkkkkkkkk
      Ahhh!!! e eles nem devem estar preocupados com recorde de Slam kkkkkkkk

    2. Robson

      E as FEDERETES? Irão torcer pra quem domingo?
      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  111. Periferia

    O Rei

    Melquior era um velho de mais de setenta anos…cabelos é barbas brancas…partiu de Ur…terra dos Caldeus.
    Gaspar era moço….vinte e poucos anos…robusto…partira de uma distante região montanhosa…perto do Mar Caspio.
    Baltasar era mouro…de barba cerrada…com quarenta anos…partira do Golfo Pérsico…na Arábia.
    Eles levavam consigo ouro, incenso e mirra.
    Ouro significa a riqueza de um rei (ele seria rico)
    Incenso simbolizava a seiva da vida (uma vida longa e de conquistas )
    A mirra servia para curar as feridas da vida (todos os traumas de uma guerra).

    O três seguiram para Belgrado…ali nasceria um rei.
    O nome é Djokovic…o apelido…Goat.

    22 de maio é Natal…para muitas pessoas.

    1. Willian Rodrigues

      Prezado Periferia, acompanhei seus lúcidos e isentos comentários hoje durante, e após a partida.
      Muito bom o reconhecimento sobre a grandiosidade de ambos, Djokovic e Nadal, mesmo não sendo seus tenistas prediletos…
      HOJE, 11/06/2021, realmente recebi um “presente de Natal” antecipado ! HeHeHe
      Essa vitória foi muito importante. Estava engasgada desde 2012 quando insisto que se não fosse o chuvisco e a “fuga” de Nadal para os vestiários, Djokovic teria levado.
      Mas, não “divinizo” ninguém. Apenas admiro…
      Abs

    2. DANILO AFONSO

      Nobre Periferia (Cláudio) com esse texto não tem como você não integrar a nação nolista.
      Será um honra eu dirigir uma das nossas milhares de kombis customizadas com você a bordo.

      Abs !!

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