Com justiça, Tsitsipas e Zverev lutam por final e 4º lugar do ranking
Por José Nilton Dalcim
8 de junho de 2021 às 19:29

Os dois jogadores da nova geração com melhor desempenho recente sobre o saibro irão decidir entre si quem fará sua primeira final em Roland Garros. Campeão em Monte Carlo, Stefanos Tsitsipas dará mais um passo de peso na sua curta carreira caso supere o vencedor de Madri, Alexander Zverev, que permanece o mais bem sucedido entre os jovens aspirantes do circuito.

Tsitsipas continua em excepcional momento, e isso vem desde a semi da Austrália, com uma ou outra semana menos brilhante. Saiu do sintético e manteve um padrão muito alto no saibro, o que lhe valeu o primeiro troféu de Masters e o coloca em condições de também fazer uma final inédita de Grand Slam. A atuação contra Daniil Medvedev teve é claro oscilações e forçou o grego a se mostrar frio em dois sets apertados.

O russo não conseguiu se impor lá da base no primeiro set e quase metade do segundo e aí mudou radicalmente de postura, o que merece rasgados elogios. Arriscou-se na rede – e fez excelentes voleios -, foi habilidoso nas curtas, dispõe-se a correr mais ao insistir nas paralelas e principalmente passou a jogar bem perto da linha, incluindo a devolução de saque. Reagiu, chegou a ter dois set-points e ainda liderou o terceiro set por 4/2. Ou seja, esforçou-se ao máximo para ser competitivo, mas o fato é que Tsitsipas fez quase tudo melhor e marcou sua terceira grande vitória, depois de tirar John Isner e Pablo Carreño.

Ao contrário do que se imaginava, Zverev acabou tendo a chave mais tranquila para chegar na semifinal, a ponto de perder apenas 12 games em seus dois últimos jogos. O esforçado espanhol Alejandro Davidovich teve todas as chances de complicar e levar ao menos o primeiro set, mas lhe faltam consistência e maturidade. A partir do momento que o alemão passou a sacar com maior efetividade – o set inicial viu tenebrosas sete quebras em dez games -, foi um massacre.

Zverev está assim na terceira semifinal de Grand Slam da carreira, e agora em três diferentes torneios, somando-se ao Australian Open e o US Open do ano passado. É a performance que se espera dele há tempos, já que o alemão se enfiou entre os grandes na metade de 2017 e nunca mais saiu do top 10, algo necessariamente elogiável. Vinha no entanto falhando na hora dos grandes torneios, onde a exigência emocional é mais intensa, aquela obrigação de manter o foco por muitas horas e achar diferentes soluções ao longo delas.

Sascha perdeu cinco dos sete duelos contra Tsitsipas, incluindo o único no saibro, e por isso o grego leva pequeno favoritismo. O alemão ganhou o primeiro, em agosto de 2018, e o mais recente, em Acapulco de meses atrás. Nem é preciso um incentivo a mais, porém vale saber que esse confronto ainda valerá o quarto lugar do ranking, rebaixando Dominic Thiem. O alemão já foi terceiro, o grego chegaria ao posto mais alto da carreira.

Feminino: até a última bola
Nenhuma das quatro meninas que foram à quadra nesta terça-feira está entre nomes badalados do circuito. E isso não tirou o brilho de dois jogos intensamente disputados, onde sobraram lances geniais e um enorme espírito de entrega. As vitórias acabaram decididas em dois sets longos e poderiam ter ido para qualquer lado.

A eslovena Tamara Zindansek é uma tremenda novidade. Aos 23 anos, chegou a Paris como a 85ª do ranking, nenhum título de WTA na carreira e apenas três vitórias em nível Grand Slam. Esteve a dois pontos de repetir a queda na estreia do torneio das edições anteriores, tanto no segundo como no terceiro sets frente a Bianca Andreescu, mas conseguiu levar com 9/7 no terceiro. Pouco depois, levou ‘pneu’ e novamente ficou perto da eliminação diante de Katerina Siniakova.

É assim uma tenista de altos e baixos, como vimos nesta terça-feira diante de Paula Badosa, em que os sets viram constantes reviravoltas no placar, a ponto de quem liderou primeiro cada um dos sets, perdeu. As duas bateram sem medo na bola, provocando diversos erros (39 a 47 para a eslovena) mas também um festival de winners (48 a 31), e muitos deles em momentos tensos. O crucial veio no longo penúltimo game, quando Badosa teve três chances de quebra e a eslovena se mostrou corajosa.

Sua adversária de quinta-feira será a russa Anastasia Pavlyuchenkova, bem mais rodada no circuito porém também em sua primeira semi desse porte. Ela tem 5 vezes mais vitórias em Paris do que Zidansek e oito vezes mais triunfos na carreira. E isso só para falar em simples. A trajetória nesta edição também tem sido muito mais relevante, já que passou por Aryna Sabalenka, Vika Azarenka e agora Elena Rybakina, todos no terceiro set.

A batalha de hoje foi notável. Rybakina começou melhor, abriu distância e a russa foi buscar, mas não impediu a queda no tiebreak. Pavlyuchenkova manteve o padrão, diminuiu os erros e a pressão deu certo. Ganhou fácil o segundo set e aí se viu uma guerra de nervos. Quatro quebras nos seis primeiros games, em que sacar parecia uma tortura. Por fim, as duas se estabilizaram e não houve uma única chance até surgir o primeiro break-point, lá no 16º game, que a russa aproveitou logo de cara. O jogo também viu grande quantidade de bolas vencedoras (46 a 44 para Rybakina), nova prova de que o tênis feminino ganhou uma nova e divertida roupagem.

Público cresce na grande quarta-feira
Com a flexibilização das medidas sanitárias na França, a segunda parte das quartas de final terá mais público, com autorização para até 5 mil na Philippe Chatrier, incluindo a sessão noturna. O jogo entre Novak Djokovic e Matteo Berrettini irá começar mais cedo, às 20h locais, porque o toque de recolher também foi esticado para as 23h.
– Mais um freguês, Schwartzman perdeu 10 dos 11 duelos frente a Nadal, sendo 5 dos 6 no saibro e os 2 em Paris, mas ao menos tirou um set em 2018.
– Nadal pode igualar seu recorde pessoal de 38 sets consecutivos e ficar perto da marca absoluta de Borg, que é de 41.
– Schwartzman também não cedeu set até agora no torneio, mas seu recorde contra top 5 no circuito é de 2-30.
– Só houve um duelo entre Djokovic e Berrettini, no Finals de 2019. O italiano ganhou apenas 3 games.
– Djoko tem agora o recorde de quinto set vencidos em Slam (31) e busca 40ª semi, atrás das 46 de Federer e acima das 34 de Nadal (que pode ir a 35).
– Único italiano a ganhar do cabeça 1 em Slam até hoje foi Panatta sobre Borg nas quartas de Paris-1976. Djoko já perdeu de um italiano, Cecchinato, nas quartas de 2018.
– Djokovic garantiu a 324ª semana como número 1 na lista da próxima segunda-feira e acrescentará pelo menos mais 4, já que nova ameaça de queda acontecerá somente após Wimbledon.
– Se não vencer Nadal, Schwartzman deixará o top 10, superado por Bautista. Davidovich sobe para 35º e está bem perto de ser cabeça em Wimbledon.
– Swiatek x Sakkari e Gauff x Krejcikova são mais duelos inéditos no circuito feminino neste Roland Garros.
– Polonesa está sem perder set há 10 jogos. Aos 19 anos, tenta ser a mais jovem bicampeã efetiva desde o tri de Seles, entre 90-92.
– Gauff é outra que ainda não perdeu set nesta edição. Aos 17, é a mais jovem americana nas quartas de Paris desde Capriati em 1993.
– Swiatek e Krejcikova também estão na semi de duplas. Pavlyuchenkova tentará sua vaga nesta quarta. Krejcikova será nova número 1 da especialidade se ganhar Paris pela segunda vez.


Comentários

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  1. Antônio Luiz Júnior

    Não há como cravar nenhum prognóstico num jogo deste tamanho. 58° confronto – 29 x 28 para o servio, aordar de 20 x 7 pata Nadal no saibro. Ambos oscilaram muito nos dois últimos jogos. Estranho a reação intempestiva de Djokovic no final do jogo. Sexta feira teremos a oportunidade de assistir mais um grande duelo entre dois monstros do tênis. Se Nadal jogar como jogou o quarto set hoje, será muito difícil sair derrotado, independente de quem seja o adversário. Mas, sabemos que é quase impossível manter o mesmo nível do início ao fim num jogo de 05 sets. Somos privilegiados…
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  2. José Eduardo Pessanha

    Saretta quase chorando no Ace Bandsports kkk
    Chegou a hora, Salsicha. Nem todos os demônios do mundo salvarão o Ogro dessa.
    Abs

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  3. Sérgio Ribeiro

    Que o Sérvio está numa forma espetacular ? Ninguém duvida . E o tal h2h em Paris não é problema ? Claro que não. Mas aproveitou pra novamente ao final do jogo com seus chiliques jogar a torcida TODA no colo do Espanhol. Uma coisa me parece certa . Novak Djokovic pode até não levar , mas outra surra ele não leva de jeito algum. O “ Rei do Saibro “ vai ter que botar pra fora toda o seu Arsenal pra finalmente não ser batido em seu habitat. Abs!

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  4. Efraim Oliveira

    Caraca, eu tava pensando algo no sentido de que o Diego estaria farto mentalmente de enfrentar Nadal em Roland Garros. Putz, né que pensei a coisa certa kkkkk. Ele disse que está farto de enfrentar Nadal, e que prefere enfrentar Novak. Foi num tom de brincadeira, mas… reflete bem o que é ter Nadal na chave.

    Torço pra Nadal mas deu dó dessa jornada do Diego.

    E sim, qualquer um prefere enfrentar Novak à Nadal em Rolanga.

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  5. Luiz Fernando

    Não foi tarde demais. Se mantiver o nível de serviço, q melhorou demais em relação ao set2, e esse FH continuar entrando, Djoko terá problemas. Set4…

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  6. Vitor Hugo

    A capacidade de cometer erros bizarros e fazer caga… do italiano é impressionante! É apenas um jogador de saque e forehand, só isso.
    Até o Raonic tem uma esquerda melhor que o Berretinni. O cara não consegue fazer nenhuma bola minimamente razoável na paralela.

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  7. Luiz Fernando

    Metade do set 3, finalmente o FH do italiano está entrando c regularidade, p compensar o BH falho. Será q não é tarde demais?

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    1. Sérgio Ribeiro

      Com certeza Mats Wilander descobriu o que se serve a bordo da “ Turbinada “ . Nunca vi ninguém se contradizer tanto . Parece até um certo Piloto kkkkkkkkkk. Abs!

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  8. Efraim Oliveira

    Nadal está negociando patrocínio com novas marcas, são elas: Pirelli, Michelin, Goodyear e Firestone.

    Caraca, que pernas lindas tem a Sakkari. Torci pra ela vencer só pra poder assistir o próximo jogo dela rsrs.

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  9. Marcelo Costa

    Após o jogo do Nadal, passou um lindo documentário sobre a sagrada superfície, onde o jogo é vencido pelos fortes de alma, onde é orgânico, natural parafraseando Noah.
    Quem ousa desdenhar não sabe o que é uma meia suja de saibro, não sabe o prazer de deslizar sobre um piso que traz em suas “imperfeições” o imponderável
    Quem detesta é a pobre patroa, que não sabe como tirar as manchas nas meias e bermudas.

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    1. Sandro

      Perfeito Marcelo! Não há nada como o saibro!
      Não há nada como jogar no saibro!
      Não há nada como assistir aos torneios de saibro!
      Inclusive, meus torneios favoritos são Roland Garros e o Masters de Roma que, pra mim, são a CEREJA DO BOLO do tênis!!!

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    2. Mendes

      Vc despreza quem usa termos pejorativos para as tenistas (vc usou o termo menina, mas elas são mulheres, então vc incide naquilo que critica), despreza quem ousa dizer que prefere as partidas do masculino mas quem lava as meias e bermudas sujas de saibro é a patroa??
      Convenhamos, Marcelo!! Vá colocar em prática o que vc crítica na teoria. E, tb, lave a própria roupa, né.

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  10. Luiz Fernando

    Rafa perdeu um set mas venceu a partida; pra evitar surpresas chequei o número de winners e ele fez mais também, fico mais tranquilo com isso. Outro detalhe positivo foi q a duração da partida não foi exagerada. Preocupante o detalhe das oscilações, mas no ano passado houve alguns jogos parecidos e na final ele detonou. Vamos pras semis…

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  11. André Eduardo

    Rafael Nadal está produzindo mais pneus do que a francesa Michelin, hein? O esforçado Dieguito ainda beliscou um set, mas ao final, não foi páreo para o Rei do Saibro.

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  12. Ruy Machado

    Que carne de pescoço esse Schwartzmann! Fez jogo duro com o Nadal, arrancou 1 Set e estava no páreo até o fim do 3° Set. Aí, cabeça foi para o espaço com a derrota da terceira parcial, houve perda de intensidade, Nadal passou a acertar tudo com FH na paralela e passou o carro com direito a pneu! Achei que o Espanhol forçou muito o BH do argentino e acabou levando contra golpes que poderia ter evitado se estivesse, desde o início do jogo, acreditando em seu FH na paralela. Até agora, os principais candidatos ao título triunfaram…

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  13. Paulo F.

    O “COMBALIDO” Nadal terminando a partida aplicando um pneu no bravo Dieguito.
    O nobre Luiz Fernando tem razão. Aqui é diversão garantida.

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  14. Luis

    Fiquei muito surpreso com a calma e a precisão do jogo do Tsitsipas, jogando muito e sem tomar riscos absurdos como faz o Thiem. Foi uma aula de tenis e um jogaço entre ele e o Madvedev que conseguiu se superar diversas vezes nesse torneio. Esses dois estão virando meus jogadores favoritos depois do espanhol

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  15. Rhenan Zimermann

    Nadal é Nadal, ainda mais em RG, jamais dá para duvidar dele. Hoje vejo que Djoko está um nível acima dele, caso ambos avancem as suas respectivas QF’s. Achei o título em Roma pra cima do Djoko, levantaria a confiança do espanhol nas alturas. Quero estar enganado Dalcim, e me corrija se estiver, pois não sou especialista com você, mas me parece que Nadal está jogando abaixo do que vinha no M1000. Sua direita está errática, embora não impeça de executar alguns ótimos golpes, mas não a nível do que conhecemos. Também me parece nítido que está mais lento do que ano passado. Pode ser que não seja nenhum problema físico, apenas a pressão pelo 21º colocando dúvidas em sua cabeça. Havia comentado durante o jogo contra Sinner, no Twitter do Saque e Voleio, que jogando da forma que vem jogando, Nadal sofreria e muito contra o El Peque, que há tempos já vem demonstrado que não tem o mínimo “respeito” pelo espanhol. Ganhou o 1º set no detalhe e o 2º set perdeu para o argentino. Peço licença para citar o colega de blog Sérgio Ribeiro: A conferir… o que acontece no restante do jogo.

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    1. Luis

      O Nadal que domina tudo, pode ser que a gente não veja mais. Uma parte por causa da idade outra porque realmente os outros jogadores melhoraram muito. Pode ser que agora vamos ver mais do Nadal que encontra soluções para os desafios, mas nem por isso é menos perigoso.
      O Djoko é o único do big 3 que não demonstra mudanças no fisico e concordo que é provável que tem mais chance de ganhar mais títulos daqui para frente, apesar de, ao contrário do que ele mesmo diz, a nova geração estar cada vez mais perto de ganhar deles.

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  16. José Eduardo Pessanha

    Rapaz, meu sonho é ver um jogo do Nadal sem Saretta e/ou Narck comentando? É constrangedora a torcida dessas crianças pelo espanhol.
    Abs

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  17. Carlos Henrique

    Esse espaço, de fato, é uma sessão de comédia.

    Ter que ler que o nível tenístico do Sinner “não fica nem um pouco longe” do que apresentaram Djokovic e Murray aos 19 anos é de cair da cadeira hahahhahahah

    O sérvio antes de completar 20 anos já era top 10 e tinha 5 atps na sacola, incluindo aí 01 Master 1000 em final de 5 sets. O britânico, por sua vez, tinha os mesmos 2 títulos do italiano (em cinco finais, enquanto o Sinner disputou 3), mas também já era top 10 antes de 20 anos.

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    1. Paulo F.

      Tem que dar um desconto, quem escreveu isso é uma pessoa incrédula que não entende e não se conforma do quão bom e quão vencedor é o Novak Djokovic.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Pesquise antes de postar bobagens , caríssimo Carlos . Em julho de 2006 ( na tal “ entressafra “ ) aos 19 , Novak venceu seu primeiro ATP no Saibro de Amersfoort batendo Nicolas Massu . Os direitos sobre este Torneio foram comprados pela família Djokovic e transferido para Belgrado 2018. Em outubro venceu o segundo em Metz na França batendo Melzer . Terminou a Temporada como Top 16 e Murray como Top 17 . O glorioso Baghdatis como Top 12 e Gonzales Top 10. No AOPEN 2006 estreou perdendo para Marat Safin. Em RG 2006 abandonou na segunda rodada por “ problemas respiratórios “ contra Coria . Em Wimbledon 2006 caiu na terceira rodada perante Grosjean . Em Cincy perdeu na estreia para Gonzales . No USOPEN 2006 caiu na terceira pra Robredo. E’ mole ou quer mais ? . Dançou aos 19 no meio da “ entressafra “ . Compare com JANNIK SINNER. Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Correção : Em RG 2006 foi abandono nas Quartas contra Nadal depois de 4 x 6 , 4 x 6 . Novak e’ de 22 / 05 / 87 e SINNER de 16 / 08 / 01 . Realmente se SINNER for mal em WIMBLEDON a campanha do Sérvio até os 20 será superior . Abs!

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      2. Carlos Henrique

        Caro Sérgio, sua veia cômica é ímpar. Um verdadeiro pândego. Novak nesse torneio tinha recém completos 19 anos. O Sinner vai fazer 20 anos daqui a 02 meses. Ele até lá vai ganhar algum Master 1000 e entrar no top 10?
        ahhahahhaha

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    1. Sérgio Ribeiro

      Sakkari, sacou uma barbaridade rs . Cinco anos mais experiente soube explorar o nervosismo de Swiatek que jogou o segundo Set com a coxa enfaixada. A sensação foi convidada por Andy Murray para treinarem na Grama Sagrada visando Wimbledon. Vida que segue. Nenhuma Ex- Campeã presente nas Semis de RG 2021. Abs!

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  18. Renan

    Particularmente eu creio que o campeão será Djokovic ou Nadal. Nem Zverev nem Tsitsipas conseguem duelar em melhor de 5 sets com os caras.

    Nadal amplo favorito e quem negar isso é maluco. Em seu caminho, apenas um cara pode atrapalhar que é o Djokovic que é tão “louco” como ele em sua vontade por titulos e ampliação de marcas já tão expressivas.

    Já desencanei da nova geração que pra mim vai ficar mais uns 3 anos lutando muito para tirar Djokovic e Nadal do trono na questão dos Grand Slams.

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  19. Luiz Fernando

    Voltando ao q interessa, ou seja, o q se faz dentro da quadra e não as piadas postadas nos comentários, creio q pela primeira vez partidas longas jogam contra Nadal e Djoko (mais prejudiciais p Rafa, por sinal), mostrando q de fato os mais jovens, mais especificamente o grego, q na minha visão está esbanjando bom preparo, estão a caminho p vencer seu primeiro GS, o q eu, sem nenhuma isenção e toda a torcida, espero q ocorra a partir de W…

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  20. Marcilio Aguiar

    O Medvedev foi a maior surpresa desse RG. Jogou muito além do esperado, sempre com reações divertidas em quadra. Hoje ele foi verificar um barulho que via do fundo da quadra e “deu uma bronca” em quem estava atrapalhando. E para coroar encerrou o jogo com aquele saque totalmente sem noção.

    Gostei dele nesse torneio e vou torcer para que vá longe também nos próximos.

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  21. Efraim Oliveira

    Vemos cada vez mais a nova geração chegar na parte decisiva dos slams, fazendo semis e finais. Me refiro ao Thiem, Medvedev, Zeverev e ao Tsitsipas. Acontece que em Wimbledon isso ainda não aconteceu. Mesmo Stan, campeão de três slams diferentes, não obteve sucesso por lá, onde o big 4 tem sido soberano desde 2003.

    O que explica esse fator? Será que dessa vez o cenário pode mudar? Haja visto que eles estão mais maduros.

    Aproveitei pra levantar dados sobre sobre o big 4 e sua dominância. Como Stan também conquistou a mesma quantidade de slams que Murray, levantei dados colocando ele no lugar do britânico. Uma espécie de big 4 genérico rsrs. Levantei dados de 2006 pra cá porque foi quando Nadal fez final fora do saibro e Roger fez final em Roland Garros, ficando assim mais claro o começo do domínio. Só abri excessão pro Austrália Open porque a era dominante de Novak começou em 2008, dando início também às finais decidas entre os big 4.

    Finais decidas entre o big 4… formado com Murray, total de 33 finais.

    9 Wimbledon
    9 Austrália Open
    8 Roland Garros
    7 Us Open

    Finais decidas entre o big 4… formado com Stan, total de 27 finais.

    9 Roland Garros
    7 Us Open
    5 Austrália Open
    6 Wimbledon

    Formando um big 5, foram realizadas 20 finais com pelo menos um deles de 2006 pra cá, enfrentando 17 tenistas diferentes. Roger foi o único a perder uma final de slam pra tenista de fora do big 5, sendo derrotado pelo Del Potro.
    Soderling, Thiem, e Del Potro jogaram duas finais.

    5 Wimbledon
    6 Us Open
    6 Austrália Open
    5 Roland Garros

    Obs: de 2008 pra cá foram três tenistas diferentes.

    Somente duas finais não tiveram membros do big 5, sendo as duas no Us Open, sendo uma em 2014 e a outra em 2020. No total, de 2006 pra cá, 19 tenistas + o big 5 decidiram os slams.

    Foram jogados um total de 60 slams de 2006 até o Austrália Open desse ano.

    Responder
  22. Dionathan

    Dalcim
    Eu ainda acho o Zverev o mais difícil pra se enfrentar em uma eventual final pro Djoko ou Nadal.. acho ele um pouco mais regular e preparado pra esses jogos grandes, visto que ja ganhou do Nole e Nadal no saibro.. sendo assim, vejo ele como uma ameaça real aos dois.

    Responder
  23. JAN DIAS

    Minha aposta furou, MEDVEDEV perdeu, justamente pelos motivos pelos quais o grego se destacou: consistência, regularidade, paciência e poucos ENF’s.
    Vitória merecidíssima..

    Responder
  24. José Eduardo Pessanha

    Rapaz, essa do Medvedev foi engraçada. O que me impressionou foi o modo como o Tsitsipas chegou na bola. Parece até que anteviu essa jogada. rs
    Abs

    Responder
  25. Julio Marinho

    Boa noite, Dalcim!

    Já que alguns comentários já antecipam cenários de final,
    Que eu também acho que será entre o grego e o espanhol, a pergunta é simples: você acha que o Tsitsipas tem consistência de 5 sets para evitar dar slices e suportar o forehand do Nadal no seu back. Eu não gostava do slice do Tsitsipas antes, por flutuar muito, mas isso já melhorou bem. Mas acho que ainda assim slice contra o Nadal é meio suicidio, pq ele vai fugir para o forehand mesmo se tá bola estiver na área de duplas do seu back (rsrs). A questão que ficaria é se você acha que o back dele está suficientemente sólido para aguentar os 1.000 spins que levará lá.

    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom, ele aguentou por mais de 3h na final de Barcelona e teve o jogo na mão, então ao menos por 3 ou 4 sets acredito que ele consiga ser competitivo, João.

      Responder
  26. André Barcellos

    Dalcim ou demais colegas do Blog:
    Quero fazer uma análise aqui onde posso estar vendo piolho em conta ou ter alguma razão.
    É sobre o jogo do Tsitsipas.
    Gosto do estilo do grego, obviamente.
    Primeiramente observo que ele é um cara bem alto que se mexe assustadoramente bem para 1,93. E não digo apenas velocidade. Parece que é um cara todo bem coordenado, atlético e muito ágil pra essa altura.
    Porém me incomoda a pouca efetividade (ou contundência) de qualquer dos seus golpes. Tem uma bela direita, uma boa esquerda e um bom saque.
    Bom slice também.
    Mas nenhum dos golpes é uma “arma”. Acho que ele ainda troca bolas demais até definir. Talvez eu esteja me forçando ver nele um Federer, que vai para as linhas (ou ia, quando jogava nos melhores dias). Talvez seja só isso.
    Um cara de 1,93 poderia ter um saque muito mais poderoso e/ou colocado.
    Enfim. Sempre falei isso aqui: eu não saberia por onde colocar o grego pra melhorar, mas sei que tem muito espaço ainda.
    Em tempo, ele voleia direitinho tb.
    Claramente ele alçou voos mais altos nesta temporada pelo incremento na parte física (resistência) e mental também. Mas não sei se houve o mesmo tamanho em evolução técnica.
    De qualquer modo aí vai uma opinião: acho que para o Djoko ele é o pior finalista (mais perigoso), caso passe do Nadal.
    Já para o Nadal talvez o Zverev num dia bom seja mais perigoso.

    Responder
    1. Julio Marinho

      Fale, André.
      Cara, eu até entendo seu ponto, mas acho o peso de bola do grego muito bom, porque ele consegue ser agressivo com enorme regularidade. Ele não é um Delpo ou Federer que são naturalmente mais potentes.
      Eu acho que ele pode até chegar lá, mas isso depende de ele vestir a camisa de #1 ou vencer um Slam, porque a confiança seria outra. Não tenho dúvidas que ele pode bater mais forte, mas a questão é a que preço? Quantos erros não forcados vão surgir daí e o quanto isso pode atrapalhar sua construção de pontos que é muito eficiente.
      Se voce reparar, Djokovic não parece nem um pouco mais potente que ele. Ele vai para a porrada apenas na bola certa.
      Enfim, considerando que a bola do grego tem ótima profundidade e colocação e tem um excelente trabalho de rede, de forma regular e efetiva, e em um potência bem aceitável, acho que ele está no caminho certo.
      Abraço!

      Responder
    2. Miguel BsB

      Acho que praticamente todos os golpes do grego são armas perigosas. E ele tem uma variada caixa de ferramentas.
      Mas, claro, nenhum dos golpes dele é o melhor do circuito, mas são muito bons. Com seu amadurecimento e melhora física, seus resultados estão cada vez melhores.
      E outra, essa variação de bons golpes que ele tem, o permite ser bem sucedido em todos os pisos, da grama, passando pelas Hard até o saibro…

      Responder
    3. André Barcellos

      Valeu pelos comentários, galera.
      Esse jogo atual do Tsitsipas, com confiança, é suficiente para vencer a maior parte do circuito como já tem acontecido.
      Só que pra dar aquele passo a mais ele teria de aprender a disparar algumas bolas mágicas, com frieza, em momentos decisivos.
      Acho que ele leva bem o jogo até ter condição de ganhar, mas aí está faltando aquele plus para fechar o jogo. Um ace, uma devolução vencedora, contra os big.
      Ah sim: ele pode melhorar muito ainda a devolução

      Responder
  27. Gustavo Luis

    Acredito em um jogo longo entre Zverev x Tsitsipas, e quanto mais longo for creio que seja melhor pro alemão, que tem mais físico que o grego e mais experiência nesses jogos de 5 sets.

    Responder
  28. Sérgio Ribeiro

    E realmente TSITSIPAS não está pra brincadeiras. Assisti a partida inteira e ele mostrou um foco que assustou o Russo. Quem não lembra dos tempos em que os Magistrais comentaristas diziam que era marrento demais e não ia longe . Mais um da geração nutela rs . E o tal h2h serviu pra que ? . O Grego entrou contra seu maior rival com 1 x 6 e derrota na única no Saibro em MC 2019 . Daí não acredito em favoritismo contra Sasha baseado em h2h dos fanáticos. O Post faz justiça a ambos ao citar os méritos dos vencedores de M C e Madri , pra estarem na Semi. Alguém está sentindo saudades de Dominic versão 2021 ? . Dito isto como sei que Back Simples não bate o Touro em RG vou de Zé Verev rs. Abs!

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  29. Lucas Leite

    Dalcim, parabéns pela excelente análise como já é costume!

    Eu acredito que muito se cobra da nova geração, dizendo que precisam fazer mais, mas na verdade acho que se deveria tratar mais de nomes específicos e menos de generalização a partir de agora, não concorda? Alguns deles não param de impressionar e o grego é com certeza um dos principais nomes.

    Não sei o que me impressiona mais:
    – 4ª SF de Grand Slam com apenas 22 anos
    – 4-0 em QF de Grand Slam (impressionante se manter invicto numa rodada de tão alto nível)
    – 6 segundas semanas de Slam.
    – 3 SF de Grand Slams seguidas (só Djokovic deve conseguir o mesmo ao vencer amanhã)
    – Esse ano, eliminou dois números 2 do mundo diferentes nos dois Grand Slams.
    – São 38 vitórias no ano e apenas 8 derrotas. Dessas 8 derrotas, 5 foram pra jogadores do Top 10, 7 para eventuais finalistas do torneio, sendo que 4 deles foram campeões.
    – Em 11 torneios no ano, chegou às QF em 10, sendo 7 SF e 4 finais (com mais uma possível se vencer).
    – Lidera a temporada em quantidade de vitórias, com 9 a mais que o segundo colocado, lidera entre os jogadores com mais títulos na temporada e é líder isolado em número de finais. Além de tudo, foi o primeiro jogador do ano a alcançar mais de 4000 pontos e assim lidera a corrida da temporada.
    – Se não fosse o bastante, nesse ano está tendo frequentes sequências de vitórias, começou o ano com 6 seguidas, depois teve incríveis 9 seguidas sem perder sets no início da gira de saibro e agora já tem mais 9.
    – Com a vitória de hoje, tem agora ao menos 2 vitórias sobre todos os membros do Top 10 que deverá figurar no ranking após Roland Garros.

    Acho que está de excelente tamanho e o grego não deve mais ser colocado no mesmo balaio da maioria dos outros jovens nomes. O que acha, mestre?

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    1. José Nilton Dalcim

      Você falou tudo, Lucas. Ele é de longe o maior nome da nova geração e a mais séria ameaça a Nadal e Djokovic no momento.

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      1. Willian Rodrigues

        Excepcional análise Lucas!
        Essa regularidade pode ser o melhor “termômetro” para se avaliar se o tenista tem condições de pleitear o posto de líder do ranking…
        Contudo, a programação de treinos e participações em torneios de inúmeros tenistas foi completamente atípica devido à pandemia.
        Não se pode tirar os méritos do grego, claro. Mas, Tsitsipas poderia ter enfrentado Nadal, Djokovic ou Medvedev (jogaram menos que o habitual) em mais oportunidades ou mesmo um Kyrgios da vida, que num dia inspirado, pode derrotar qualquer um.
        Outro fato a se considerar é que Indian Wells não ocorreu e alguns tops preferiram não participar de Miami.
        Vejamos se ele manterá essa boa sequência quando o circuito se regularizar…

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    2. Davi Poiani

      Excelente análise caro Lucas! O grego está jogando muito, mas muito tênis mesmo. Nadal e Djokovic tiveram que suar muito para derrotá-lo nos últimos confrontos. Além de ter um jogo bem completo com todas as armas, eu vejo também no Tsitsipas o potencial de um carisma, uma espécie de aura para ser uma das maiores estrelas do circuito por um bom tempo após a aposentadoria do Big 3.

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    3. Alessandro Siqueira

      O grego tem 3360 pontos na corrida para Milão e com a semifinal de RG chega a 4000. Ocorre que ele está completando 12 torneios na França. Djokovic tem 3170 tendo jogado 6 torneios, inclusive tendo saltado 2 masters 1000. Então, em termos de aproveitamento de pontos, o sérvio segue com uma margem maior.

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    1. José Nilton Dalcim

      Se ele for campeão e o Nadal parar na semi, ele passa o Nadal. Se ele for campeão em cima do Nadal, ficará 50 pontos atrás.

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      1. Cassio Carvalho

        Obrigado pela resposta! (e ainda teria um WIMBLEDON sem defender pontos… Será!? Fico imaginando o que representaria para um desses dois nomes da nova geração vencer uma eventual final com o Nadal. Um feito inédito no esporte. Os colocaria, moralmente em pé de igualdade com o Big 4. Moralmente. Uma oportunidade unica, somente pelo fato de Nadal ser invicto ali. É mais “poderoso” que ganhar qualquer outro Slam, mesmo que em cima do Big3. Acho que por circuito seria uma coisa incrivel isso acontecer. Abriria de vez a porteira dos novos campeões. Por isso gosto da ideia de um Rafa Nadal na final com os “moleques rapadura”. Abraço e obrigado pelas informações.

        Responder
  30. EDVAL CARDOSO

    Foi um papelão mesmo do Medvedev no Mach point contra, teve 40 a 0 e não fez saque por baixo, aí no último ponto inventou de fazer.
    Quem eu achei que faria era o espanhol que perdeu pro Zverev , jogo já tava perdido mesmo, fiquei esperando, mas ele não fez.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Débora, dou amplo favoritismo para Nadal e Djokovic, mas eles terão de jogar bem, é claro. Berrettini talvez seja mais perigoso devido ao saque que pode decidir muitos pontos. O Dieguito não tem essa arma e precisa jogar quase todos os pontos, o que não é fácil contra Nadal.

      Responder
  31. Rodrigo S. Cruz

    Grande Medvedev!

    Até que não foi lá uma ideia tão maluca essa de dar uma de Kyrgios, no matchpoint do grego.

    kkkkkkkk

    Se o GOAT tivesse optado por isso em Wimbledon-19, talvez não tivesse levado um prato para a casa…

    O que faltou para você foi habilidade que não é muito a tua praia.

    Precisaria pegar umas aulinhas com o Nick ou o Roger antes.

    kkkkkkkk

    Aliás, o Nick é outro que faz falta ao circuito, viu.

    Ainda bem a temporada de grama se avizinha…

    Responder
    1. Daniel C

      Rodrigo, bem pensado. Na final de WB19, o Roger foi fazer o arroz com feijão (colocar o primeiro saque na quadra, ficar no fundo da quadra) nos MPs, algo que o Cotonete adora, ao invés de ousar um pouco mais. Perdeu o título nessa bobagem. Talvez um saque por baixo, forçando o sérvio a jogar no quadradinho, onde ele tem menos familiaridade, daria mais resultado. Enfim, se o Federer chamasse mais para a rede os seus rivais, teria conseguido mais resultado, mas sempre foi teimoso! Abs!

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      1. Luiz Fabriciano

        Mas já houve que disse aqui que Federer não usava os drop-shots por respeito aos adversários. Imagine sacar por baixo.
        Bom, ou ele deixou de respeitar os adversários ou essa de respeito sempre foi argumento de fã – coisa que acho mais realista.

        Responder
        1. Chetnik

          Deve ter sido o mesmo que disse que ele “nunca” escolhia sacar primeiro porque na cabeça dele – do desaposentado – isso seria uma trapaça, e ele não trapaceia…

          Responder
  32. Denis

    Dalcim, considerando a atual forma fisica e perfomance nos últimos slams, vc acha que a serena ainda é capaz de empatar ou quebrar o recorde de slams da Margaret Court?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Cada vez mais difícil, Denis, embora eu torça muito para ela conseguir. Certamente quadras mais velozes podem ajudar, já que combina mais com seu estilo, mas tem muita menina sacando e devolvendo bem, mais velozes e cada vez mais experientes.

      Responder
      1. Denis

        Também estou na torcida para que ela consiga. Seria bem legal se isso acontecesse em wimbledon ou USOpen. Mas acho que hoje em dia ela depende de uma chave bem favorável, tipo aquela do Sampras no último slam que ele ganhou.

        Responder
  33. Maurício Luís *

    Vez por outra aparece gente reclamando que os jogos das mulheres estão “atrapalhando/atrasando” os jogos dos homens. Isso é questão de opinião. Eu gosto muito mais de ver as mulheres jogando.
    De modo que fiquem com os seu HOMENS… bom proveito… que eu fico com as minhas mulheres.
    Até por uma questão de beleza, mesmo. Esses marmanjos barbados aí, um tem cabeça de cotonete. O outro é pouca telha e se olhar no espelho, quebra na hora, fora os cacoetes. O outro parece o Tropeço, mordomo da Familia Adams. O Kyrgios e o Stepanek se ficarem no meio de uma plantação, não fica 1 passarinho. A colheita tá salva! E por aí vai.
    “Ah, mas eu gosto de força e de velocidade!”
    Tem campeonato de braço de ferro e levantamento de peso, onde não falta força. E tem 100 m rasos pra quem gosta de velocidade.
    Claro que também tem as tenistas da Graça. Sem Graça, Desgraça e Nem de Graça. Mas são exceções.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Mas tem umas tenistas, que dá graça ver.
      Tem uma francesinha, Caroline Garcia. Pena que não vence quase nada, mas só de ver andando em quadra, que espetáculo.
      O Murray até previu que ela seria #1. Acho que ele errou feio, bem o contrário da beleza da dita cuja, kkk.

      Responder
    2. Barocos

      Maurício,

      Pelo que você escreveu, eu apostaria que você não tem uma filha ou então que não a deixou chegar perto quando finalizou o último parágrafo, caso contrário, as bolsadas da sogra do Nadal seriam feitas de bola de sabão, quando comparadas com as que você receberia.

      🙂

      Saúde e paz.

      Responder
      1. Marcelo Costa

        A mudança está muito longe de ocorrer, vendo tantas respostas pejorativas com as meninas tenistas, que são avaliadas por atributos físicos , para o bem, e na avaliação deles para o mal
        .E depois interpolados justificam como politicamente correto, como são assim, se igualando a outros “ogros” famosos. Parecem ser esees “alfas” filhos de dois homens, tamanho rancor das mulheres.

        Responder
      2. Maurício Luís *

        Tem gente bonita e gente feia, independente do sexo. Claro que ninguém tem culpa de ter nascido do jeito que é. Tomei o cuidado de não mencionar nomes das tenistas, porque ofende. Já os homens costumam levar mais na esportiva.

        Responder
      1. Marcelo Costa

        Já respondi, mas a você não terão mais respostas, tenho total desprezo por pessoas assim como vocês, vou falar sempre, mas de forma indireta, pois, não me calo diante de guerras, só escolho minhas batalhas, e a batalha contigo, nasceu perdida, pois, realmente não vale a pena.
        Vida longa e sábia a você, se isso for possível é claro.

        Responder
  34. Sandra

    A boa noite, Dalcim, pelo visto Djokovic vai ficar com o prêmio de consolação não perdendo o número 1, rssss, gostaria mesmo que ele fosse campeão, mas tenho que cair na real, a minha pergunta mesma e , você acha que em uma final entre Nadal e o grego, do jeito que o grego está jogando ele ainda ganharia? E o grego joga muito , não tenho dúvidas, mas o que vc acha? Foi a chave dele que foi mais fraca para ele ter chegado aonde ele chegou , ou se ele pegar um Nadal ele perde ? O saque dele ,Nadal ou Djokovic conseguiria devolver ou o e indenfensavel?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele saca bem, mas não é tanto assim. Acho que ele tem chance, claro, mas nunca seria favorito nem contra o Nadal, nem contra o Djokovic. E se o grego usar isso a seu favor e jogar solto, suas chances aumentam.

      Responder
  35. Jorge Diehl

    Mestre Dalcim! Acho que o Djoko pegando Nadal na semi aumenta e muito, as chances dele, mesmo tendo sua experiência e sendo mentalmente forte! Nadal pra mim é mais fácil ser destronando nas fases anteriores do que na final onde é sua verdadeira casa! Concorda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que essa é uma teoria válida, mas também existe pressão sobre o Nadal para defender sua invencibilidade em finais.

      Responder
  36. Paulo Almeida

    Eu gosto mais do MedveDEVIL, mas o Tripas já ajudou o GOAT duas vezes em 2021 eliminando o Nadal no AO e agora o russo em RG. Com isso, o rei do hard e da grama bota uma vantagem expressiva e inquestionável de no mínimo 18 semanas sobre o GUAT, sem nem precisar entrar nos méritos de era fraca e era forte. 😀😀😀😀

    Responder
  37. Ronildo

    Exatamente, como eu comentei logo após o sorteio das chaves : foi uma pena Zverev e Tsitsipas terem ficado do mesmo lado chave. Era para pegarem os combalidos Nadal e Djokovic na semifinal e fazerem a grande final entre eles. A final entre Zverev e Tsitsipas seria um sinal para os incrédulos que ainda não acreditam que o Big 3 perdeu o domínio do circuito. Mas até o final do ano acreditarão .

    Responder
      1. Julio Marinho

        Concordo, Ronildo. A ideia do Big é que eles seriam favoritos absolutos. Em praticamente qualquer torneio. Tirando Nadal em RG, que ainda está alguns degraus acima do que qualquer outros, os outros torneios estão muito mais abertos. O favoritismo ainda existe, mas é bem mais próximo. Os Masters 1.000 e finals já evidenciam essa realidade. Parece que criou-se um manto de invencibilidade do ex-Big3 nos GS. A questão, mais do técnica e até mesmo que mental, sempre foi física. Até por isso que os torneios melhores de 3, a coisa já mudou e definitivamente os postulantes a títulos aumentaram. Mas vejo hoje Medvedev, Tsitipas e Zverev com boa condição física também para 5 sets. Se o seu jogo vai se declinando a partir do 3o ou 4o set contra Nadal ou Djok, eles rapidamente captam isso e te fazem sofrer até o fim. Veja mesmo o que aconteceu ao Musetti, totalmente incapaz de ganhar sequer pontos a partir do 3o set.
        A arte de dosar energia e adrenalina por mais de 3 horas deveria ser da cartilha oficial para aprender a jogar GS.

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        O Big3 não se resume a ter qualquer outro na final de GS. Esse título é vitalício.
        Para ter outro Big3 será necessário que três tenistas, à mesma época, vença no mínimo 60 GS no total.
        Tá fácil?
        E Nadal e Djokovic combalidos é ótimo. Rir para não chorar.

        Responder
    1. Luiz Henrique

      É o quê minino? A final seria sem Nadal nem Djokovic caso estivessem em lados opostos?
      Puxa!!!
      Shapovalov está calibrando seus recursos
      Suas pérolas não acabam KKKK, as desse ano vão acumulando pra serem relembradas ano que vem juntos com as de 2020 e 2019…

      Responder
    2. Sandro

      Meu Deus do Céu, em que planeta você vive?
      O BIG 2 , Nadal e Djokovic, acabou de fazer a FINAL DO MASTERS 1000 DE ROMA, o segundo torneio mais importante do saibro após Roland Garros, e vc vem com uma sandice dessas ???
      Quemaplica pneus em Roland Garros como Nadal e Djokovic é combalido onde???

      Responder
  38. Luiz Fernando

    Como citado ontem pelo Dalcim, q deu 60% p ele, o grego é mais jogador de saibro do q o russo. Mas eu esperava mais dificuldade…

    Responder
  39. Evaldo Moreira

    Que semifinal de responsa, aliada com as informações do Dalcim, show,……

    Terminei de ler as mensagens no post anterior, e ai há que mencione por lá, que o italiano Lorenzo Musetti simulou e por isso não conclui a partida, e acreditem, com medo de levar o clássico pneu……….bah bah…bah, pelo amor de Deus, temos babalorixá aqui no grupo rsrsrs e/ou mestres da adivinhação???

    Teve um que me perguntou assim: você assistiu ao jogo?. Ai eu respondo agora: sim ignorante e vi os dois tiebreaks de tirar o folego, e a pessoa disse ainda que o italiano passou sufoco nestes sets que ele (Musetti) havia ganhado, poxa vida, esse além de não ler direito o post anterior do mestre, bem como a resposta que ele (Dalcim) deu para alguns: ” o italiano entrou com o plano de jogo bem definido, e sabendo o que fazer, ou seja, leitura melhor que essa não há realmente.
    Dalcim, numa situação hipotética: entre Nadal e Djokovic, vou de 55 a 50, Nadal é Nadal, se bem que servio não fica muito atrás, e vc, qual o prognóstico, caso confirme essa semifinal?.
    Entre Tsitsipas x Zverev, pelo momento , vou também de 50 a 45 rsrsrs, a favor do grego, e você mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Quero saber onde você colocou os outros 5%… empate técnico? rsrs… Acho que 60-40 nos dois casos por enquanto seria meu palpite.

      Responder
    1. Barocos

      Vitor,

      Se você não tivesse escrito isto, juro que ninguém aqui adivinharia.

      😂

      Saúde e paz.

      PS.: se a final fosse entre o Djoko e o Nadal, você, muito provavelmente, iria torcer para os dois perderem. 🤣

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Nem Federer , Nem STANIMAL , Nem Thiem , ninguém. O Touro não admite back simples na quadra Central de RG. O Grego somente se for Novak o oponente … Abs!

      Responder
  40. Periferia

    Dos pecados capitais…aquele que mais sofro é a inveja.

    Tenho inveja da escrita do Filipe.

    Tenho inveja da pronúncia francesa da Paulinho.

    Tenho inveja da inteligência do Barocos.

    Tenho inveja dos argumentos do Yoh

    Tenho inveja do nome Gildokson.

    Tenho inveja da revolta politica do Leme.

    Tenho inveja dos “sorrisos” produzidos pelo Willian.

    Tenho inveja do bom senso do Miguel.

    Tenho inveja do filme que o Marcílio viu.

    Tenho inveja da relação do Maurício com a sogra do Nadal

    Tenho inveja da confiança do Sérgio nos garotos.

    Tenho inveja das estátisticas do Danilo

    Tenho inveja do “passaporte” do Pessanha (mesmo com carimbo de Buenos Aires).

    Tenho inveja da paciência do Dalcim .

    Mas nada é maior que minha inveja do harém do Vitor Hugo (Vitor…vc é o cara).

    É do Federer….Nadal…e Djokovic…não tenho inveja…terei saudades.

    Responder
      1. Gildokson

        Perifa! Eu vou fazer questão de mostrar isso para minha mãe kkkkk ela vai adorar.
        Ela inventou esse nome para um sobrinho, mas é claro que o cunhado dela não foi louco de permitir que o filho dele se chamasse Gildokson kkkkkkk então sobrou pra mim

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Muito engraçada essa história.
          Conheci uma pessoa chamada Remi.
          Pergunta sobre o motivo, disse ele que sua mãe queria que fosse músico, então ia colocar seu nome Dorré, mais aí o pai não gostou e ficou Remi, kkk.

          Responder
    1. DANILO AFONSO

      “Tenho inveja do “passaporte” do Pessanha (mesmo com carimbo de Buenos Aires).”

      Periferia ri muito aqui da sua tirada…kkkk

      Responder
    2. Miguel BsB

      Perifa!
      Tenho inveja não só de um, mas de vários dos atributos que você demonstra ter aqui no blog.
      Cultura, criatividade, civilidade, um Triplo C! rs
      Abs!

      Responder
      1. Barocos

        Periferia,

        Sigo quase integralmente a opinião do Miguel, apenas trocando o triplo C por um triplo A+.

        Você é um grande sujeito (mesmo se for baixinho)! 🙂

        Saúde e paz.

        Responder
    3. Willian Rodrigues

      Grande Periferia, essa não é a primeira vez que manifesto minha admiração pela sua inteligência e criatividade. Adorei suas tiradas!
      Também sentirei saudades desse período de provocações (algumas mais sérias do que deveriam) entre os torcedores do Big 3…
      Embora eu tenha a sensação de que daqui a 10 anos presenciaremos discussões tão agudas quanto sobre as rivalidades entre Musetti, Sinner, Tsitsipas, Shapovalov, etc. (antes que alguma polêmica se estabeleça, não ordenei por nenhum critério).

      Quanto aos “sorrisos” que quase sempre provoco (teremos agora mais um exemplo… Rrrsrs), creio que continuarei causando certo desconforto em alguns membros aqui no blog, a não ser que o espaço se torne menos democrático. HeHeHe

      Como não poderia deixar de ocorrer: o grande Sérgio Ribeiro (esse me adora), de acordo com alguns, o mais entendido de tênis aqui depois do Dalcim, lembrou bem do que usualmente ocorre no ATP Finals, com a substituição do atleta lesionado por outro não classificado entre os 8 melhores do ano; Koepfer teria sim méritos para prosseguir em RG após a “lesão” do “Maestro”… Uma regra passível de ser estendida a outros torneios… HeHeHe

      Abraços a todos

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Post Scriptum:
        Perdoem-me pela ousadia de complementar o brilhante (e engraçado) texto do Periferia, MAS:
        Tenho inveja da resiliência, da lucidez e dos valores do Rafael Azevedo, que sempre traz ótimas contribuições aqui no blog!
        Abs

        Responder
    4. Marcilio Aguiar

      Meu caro, as virtudes que tens lhe garantem o perdão por esse “pecado”.

      Também terei saudades do Big 3, como já tenho de Murray, Del Potro e Wawrinka, ilustríssimos “coadjuvantes”. A esperança de um futuro brilhante para o tenis masculino se reacendeu com o que estou vendo nesse RG, principalmente, em Tsitsipas, Zverev, Danil e Musetti.

      Abc

      Responder
  41. Daniel C

    Fico feliz de ver que teremos pelo menos um ótimo jogador da nova geração na final, o que “na teoria” não deve garantir vida fácil ao Nadal (provavelmente). Vamos ver se finalmente quebram o tabu onde importa (em GS) assim como já vêm fazendo em ATPs ou M1000. Apesar do histórico absurdo do Rafa no torneio, acho que qualquer um dos dois tem as armas e principalmente a vantagem física para conseguir a vitória. O problema é nunca ter vencido um GS, e espero que esse fator psicológico não afete como afetou o Medvedev na final do AO este ano. Vamos ver…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Felizmente, ainda, qualquer um que vá enfrentar Nadal, ao menos esse ano em RG é que tem que se preocupar.
      Cada um jogando o seu habitual, Nadal é favorito contra todos.

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Rapaz, depois do que Nadal jogou no 3º set contra Jannik Sinner, tenho a sensação de que se jogassem dois contra um ele ainda se sagraria campeão!!
        Não creio que haja em toda a história do mundo esportivo uma situação em que a expressão GOAT seja tão apropriada quanto para categorizar esse espanhol no saibro. Realmente, é um absurdo…
        Mesmo com o nível de tênis que Djokovic deu mostras de que pode atingir, é difícil manter-se otimista em melhor de 5 sets numa eventual semifinal contra o Touro.

        Responder
  42. Renato Toniol

    Primeiramente em relação ao Medvedev, vem aos poucos agregando novos elementos em seu arsenal, com voleios e drop shot, embora ainda precisa evoluir nesses fundamentos. Já o critiquei aqui algumas vezes por achar o seu jogo muito burocrático, embora super eficiente, mas hoje, mesmo sendo derrotado, é louvável a sua busca pelo aperfeiçoamento.
    Quanto ao grego, joga tênis fácil demais, sabe variar, tem boa mão para toques e voleios, mas me parece que carece de um pouco mais de potência nos golpes. O que acha, Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo falta de potência, Renato. Acho que ele joga na medida certa. Tem um forehand agressivo que solta na hora certa e seu saque é capaz de ganhar vários pontos fáceis. Mas sem dúvida sempre se pode progredir, isso tem de ser uma procura constante.

      Responder
  43. Rubens Leme

    Para bater os 41 de Borg, Nadal precisa ganhar de 3×0 amanhã, do Djokovid na semi e, pelo menos, o primeiro set, na final. E aí consolidará a previsão do sueco quando disse que Nadal venceria 14 x em Paris, quando o espanhol havia quebrado seu recorde, vendo o sétimo troféu.

    Aliás, Adriano Panatta tem uma marca impressionante: é o único tenista que tem vantagem sobre Bjorn Borg, em Roland Garros: 2×1. Venceu em 1973 e 1976 (quando foi campeão) e perdeu apenas em 1975. No geral. Borg venceu por 10×6.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      3×0 amanhã é bem provável, mas repetir contra o Djoko é bem mais complicado, ou melhor, vencer o cara é bem mais complicado…

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que os dois não gostam de piso muito lento, Edval. Preferem um saibro um pouco mais veloz. Então não vejo vantagem, nem desvantagem. O normal aliás é que façam o segundo jogo, porque terão menor tempo de descanso.

      Responder
  44. Rubens Leme

    Genesis – The Lamb Lies Down on Broadway (1974), ilustrado

    Eis uma ideia genial do desenhista Nathaniel Barlam: pegar o último álbum do Genesis com Peter Gabriel e fazer histórias em quadrinho de cada música, enriquecendo ainda mais o prazer de ouvir essa grande obra (https://www.youtube.com/watch?v=JszTrQdL314).

    Há ainda outro projeto com a mesma ideia, na suite “Supper’s Ready” do clássico Foxtrot (1972). O avatar do moço, aliás, é inspirado na capa do disco Peter Gabril III (1980), conhecido como “Melt” (https://www.youtube.com/watch?v=e4HfFwVy-h0).

    Responder
  45. Paulo F.

    Meu Deus! Que aula do que não fazer no tênis do match point contra do Medvedev….
    O Djokovic agradece! Não terá mais o número 1 ameaçado neste torneio.

    Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Mestre, então, independente de qualquer resultado em Londres, o #1 permanecerá no mesmo lugar?
        Porque no seu texto está escrito que briga pelo posto só após Wimblendon.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Exatamente, Djokovic ficará as duas semanas de Wimbledon na ponta e, conforme os resultados do torneio, a segunda-feira pós-Wimbledon poderia ter mudança. Lembremos que Nole não pode somar nada. Mas qualquer derrota até a semi lhe garante 1.000 pontos.

          Responder
      1. Waldyr

        2 pontos importantes no jogo entre Tsitsipas e Medvedev.
        Fiquei impressionado com a consistência do grego. Mesmo atrás do Placar ele manteve a tática e não baixou a guarda em nenhum momento. Louvável.
        Quanto ao Russo, claramente depois q perdeu o 1o ser ele foi pro all in. Como joga absurdo alguns pontos. Muito recurso, curtas, boleios, forehands backhands. Joga muito tênis ele. Faltou-lhe a consistência necessária para vencer no saibro um jogador extremamente consistente. Algo que ele precisa evoluir se quiser ter chance no barro em próximas temporadas. Mas claramente ele evoluiu seu jogo na terra batida, dará trabalho em próximos anos.

        Concorda Dalcim?

        Abs

        Responder