O rei ainda manda no saibro
Por José Nilton Dalcim
25 de abril de 2021 às 21:24

Chances para todos os lados. O que não faltaram nesta histórica final de Barcelona foram emoções e reviravoltas, em que jogadas espetaculares se misturaram a alguns erros de pura tensão, e assim era mais do que justo que o vencedor viesse num placar extremamente apertado, depois da disputa de 242 lances ao longo de uma maratona de 3h38 em que o campeão liderou por meros três pontos.

Stefanos Tsitsipas liderou por 4/2 o primeiro set e por 3/1 o segundo, nos momentos em que conseguiu jogar bem com o serviço e sustentar o ataque ao seu backhand, aproveitando as oportunidades que o segundo serviço irregular do adversário lhe proporcionava. Mas nessas duas desvantagens Rafael Nadal mostrou por que é o ‘rei do saibro’, colocando em prática sua capacidade de trabalhar pontos com enorme variedade de ângulos e de se defender com unhas e dentes.

Rafa engatou até cinco games seguidos entre o final do primeiro set e o começo do segundo, dando a impressão que iria dominar. Foi difícil para ele manter um padrão, sinal de que ainda não está seguro na terra batida como nos velhos tempos. Quando Nadal chegou a seus dois match-points, o que concluiria a partida num compacto 6/4 e 6/4, Tsitsipas mostrou como está confiante. O grego também não duvidou em ser agressivo quando se viu 2-4 no tiebreak, ganhou quatro pontos sucessivos e levou a um terceiro set que parecia improvável. Detalhe importante: nesses 13 games, Nadal cometeu meros 10 erros não forçados e o adversário, 12.

Já com 2h30 de esforço, o terceiro set viu sempre Stef mais apertado em seus serviços do que Nadal, mas o irônico destino deu justamente o primeiro break-point ao grego, que era na verdade um match-point.  Ele entrou no ponto, foi logo para o backhand do espanhol, que se livrou da bola com uma paralela sem pretensões, que resvalou na fita. Tsitsipas reclamaria mais tarde que lhe faltou sorte, mas depois reconheceu que poderia ter feito mais. Aliás, deveria ter feito mais no saque seguinte, em que acabou quebrado no quarto break-point diante de um Nadal incrivelmente veloz, forte e determinado, ainda que tivesse 12 anos a mais de peso a carregar.

Depois de evitar o empate e um novo tiebreak, Nadal venceu sua 12ª final em Barcelona e chegou ao 61º troféu sobre o saibro e aos 87 da carreira. O mais importante de tudo, no entanto, é encerrar o jejum de sete meses sem conquistas, deixar para trás a lesão lombar que ainda afeta claramente seu serviço e esfregar no rosto dos céticos que ele ainda é o jogador a ser temido sobre a terra. Mesmo que não jogue seu 100%.

Dou toda a razão a ele quando diz que o título veio no momento perfeito, logo depois da derrota em Monte Carlo e das atuações instáveis de Barcelona. Perder outro duelo para a nova geração seria um tanto frustrante e poderia causar aquela perigosa ansiedade. Agora, Nadal pode jogar mais solto, ainda que me pareça essencial dar um salto de qualidade principalmente em Roma, o último aquecimento de peso para Roland Garros.

Quanto a Tsitsipas, ao invés de lamentar a chance perdida, vale focar na firmeza e resiliência mental e física que demonstrou nestas duas semanas iniciais sobre o saibro. Ele é claro não deve estar no curto rol de favoritos para Roma ou Roland Garros, mas daqui em diante seus adversários entrarão em quadra com respeito muito maior.

O final de semana viu ainda o fim do jejum de títulos de Matteo Berretini, que venceu Belgrado em cima de um bravo Aslan Karatsev, que lutou mais 2h30 e só decepcionou mesmo no tiebreak decisivo em que não ganhou ponto. Já Ashleigh Barty marcou volta vitoriosa ao saibro, obtendo três viradas nas rodadas decisivas de Stuttgart, onde ainda foi campeã de duplas. É o início de sua trajetória para defender Roland Garros lá de 2019, já que no ano passado ela preferiu manter o isolamento em casa e não foi a Paris.


Comentários
  1. Ronildo

    Bem que o Federer poderia voltar em Madri. Só se ele sentiu um desconforto muito grande em quadra para adiar tanto a volta.

    1. Luiz Fernando

      Não deve ter sido isso, deve ter siso a consciência de q a possibilidade de ser eliminado na primeira rodada de M ou R é muito grande…

  2. Oswaldo E. Aranha

    Fiquei impressionado com o desempenho da Nadal na final de Barcelona, devoluções que ele fez, impensáveis. Tenho estado um pouco ausente porque acho que curtir a decepção pelos últimos péssimos resultados do Djokovic é questão que devo fazer sozinho e nunca passar as frustrações para os outros.

  3. Marcelo Costa

    Como se apegar em algo tão subjetivo como aspecto mental? Fazer análises longas ( até demais ) pra avaliar o que o tenista está pensando , sentido no momento do jogo, chegamos ao ponto de analisar torcida contra e a favor, e como isso impacta no jogador.
    Podemos medir até quantos giros a bola dá em um golpe, a velocidade a profundidade que atingiu, mas até ai querer determinar o aspecto mental é um exercício quase astrológico, onde a posição de Marte interfere no psique da pessoa.
    Não é um mental forte, é uma confiança de ter treinado o máximo, repetido o golpe a exaustão, e colocar estratégia em prática.

  4. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]

    ” Meu caro, acredito que não existe essa regra aqui na blog, devemos debater sem se ofender, isso é o principal”.

    Nesse ponto estamos de acordo.

    Entendo que uma provocação leve ou uma sátira são até divertidas.

    Não pode é deixar a coisa descambar para as ofensas pessoais…

    1. José Nilton Dalcim

      Os convites ainda não foram definidos, Joaquim. É a lista de inscritos, baseada no ranking. Outros franceses também devem ser convidados e modificar a lista.

  5. Periferia

    O Passeio do Dudu

    Dudu estava cansado de ficar em casa (lockdown não era com ele)…havia perdido uma “boquinha” de ministro (nunca esquecerá aquelas lagostas).
    Colocou uma bermuda…tênis e uma camiseta apertada que valorizava muito sua barriga (estufada de leite condensado).
    Saiu…percebeu muitas pessoas de máscara nas ruas.
    (estranhou…quando trabalhava no ministério tinha ouvido algo relacionado com máscaras…mas não lembrava).
    Resolveu parar em um camelô para comprar a desgracenta da máscara…olhou vários modelos.
    Quando iria comprar (suspense)…o vendedor disse que era de fabricação chinesa (produto chinês nem pensar).
    Avistou um shopping…ali acharia uma máscara do seu nível…entrou…parece que o segurança disse algo…ele passou direto.
    No interior do shopping…o único sem máscara era ele…aquilo despertou a curiosidade de todos (não tinha como contar todos …o senso do IBGE foi cancelado).
    Uma mulher toda de branco (roupa estranha…pensou ele…não deve ser alguém importante) apareceu do nada…e cedeu uma máscara descartável para Dudu.
    O pequeno Dudu pegou…colocou a máscara (na testa)…e saiu todo feliz…agora ele era como todos…tinha uma máscara.

    1. Barocos

      Periferia,

      Diante do sofrimento de tantos brasileiros, aquilo foi uma afronta, um escárnio sem precedentes, mas já sabemos que gente deste naipe não demonstra e nem sente qualquer apreço pela vida ou mazela alheia. Foi indicado ao cargo por possuir qualificação “superior” em logística, mostrou-se um péssimo intendente. Montou uma equipe que primou pela incompetência, que ignorou o aviso de cientistas, de pessoas e de empresas envolvidas com o fornecimento de insumos para o combate a esta doença terrível. Muitas perdas poderiam ter sido evitadas se possuíssem um mínimo de compaixão e preparo, demonstraram não possuir nenhum dos dois.

      Saúde e paz.

      1. Periferia

        Olá Barocas.

        Frase de outro Dudu e também general (ministro da Casa Civil) :

        “Tomei [a vacina] escondido, né? Porque a orientação era para não criar caso (com o presidente). Mas vazou. Não tenho vergonha, não. Eu tomei e vou ser sincero: como qualquer ser humano, eu quero viver, pô! E, se a ciência e a medicina está (sic) dizendo que é a vacina, quem sou para me contrapor?”

        Escondido general????

        Abs

      2. Carlos Reis

        kkkkkkkkkkkkkk Não usar máscara – inútil – é um CRIME para muita gente enganada pelo sistema. É impressionante como é fácil manipular as pessoas, até aquelas supostamente inteligentes. Uma prima minha usa máscara em casa, trabalhando em home office, porque tem medo de passar a Covid para o seu bebê, que nasceu bem no meio da Pandemia, os pais dela – isolados há mais de um ano – jamais beijaram o netinho. Eu fiquei indignado, sinceramente, não quero ter qq relação com gente doida assim.

        1. Maurício Luís *

          Ah, sim. Cientistas, médicos, muitos com pós-graduação e mestrado… OMS, estão todos errados. O certo é seguir o Sr. Carlos Reis. Este sim, quando diz que a máscara é inútil, é quem sabe das coisas. Misericórdia…

    2. Marcelo Costa

      80% dos municípios, não tem 400 mil habitantes, até quando vamos chorar mortes? O passeio é só mais um escárnio de quem teve ar pra respirar mas não tem alma.

        1. Luiz Fabriciano

          Vou me intrometer por ele e espero estar certo.
          Ele disse que é um absurdo, comparando que 80% do municípios não têm esse número, ou seja, quantos municípios foram extintos pela pandemia?

          1. Marcelo Costa

            Obrigado, hoje estamos tão polarizados que não interpretam, já saem pro embate, deixando o bom debate de lado. Obrigado pelo bom senso e respeito e claro a precisa interpretação

        2. Marcelo Costa

          Até quando vamos chorar mortes? Volte e leia, sobre os municípios é claro para dar a dimensão da tragédia. SIM é SUA impressão, muito leviana, mal intencionada e até desprovida de uma simples interpretação básica de texto ousar achar que mortes são poucas.
          Espero não ter mais que sequer debater isso contigo

          1. Maurício Luís *

            Realmente, interpretei errado. Mas foi por precipitação, e não por má intenção. E não cheguei a afirmar, tanto é que perguntei. Peço-lhe desculpas e fico feliz em saber que minha impressão estava errada.

        3. Carlos Reis

          Dependendo de quem partiu é pouco mesmo, eu lamento que os #11pilantras foram poupados, ainda. Espero que tomem a terapia genética da FAIZA, quem sabe assim nos livramos de alguns deles, principalmente o boca de caçapa, o boca de veludo e o kb$$a de ovo, que são os 3 piores entre os #11pilantras .

  6. Wilson Rocha

    Dalcim,
    A diferença na final de Barcelona foi mínima, definida em detalhes/centímetros. Caso Tsitsipas tivesse sido campeão, qual seria sua opinião? Ou não mudaria nem o título do post?

    1. José Nilton Dalcim

      Ah, com certeza Tstisipas teria sido o foco do post, Wilson. Ganhar dois torneios desse porte em semanas consecutivas no saibro é coisa que só Nadal faz. Curiosamente, esta foi a quarta vez que o grego chegou a duas finais seguidas (as outras três foram em 2019) e não consegue vencer as duas.

  7. Sandra

    Dalcim, uma curiosidade , muitas vezes mesmo com a tv ligada vendo os jogos de tênis, também fico vendo o flashe escore, então tem um jogador com vantagem, escrito A/40 , enquanto vejo o ponto , antes de terminar a jogada o jogador no flashe escore já fez o ponto, rsss , não sei se você entendeu alguma coisa ?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, isso se chama ‘delay’ (demora, atraso)… é o tempo que demora a imagem para chegar na sua televisão, Sandra. E se você estiver vendo o jogo por ‘streaming’ (ou seja, via internet), demora mais ainda. Eu estive cronometrando este fim de semana e o ‘delay’ entre a ESPN e o placar chegou perto de 30 segundos!

  8. Rodrigo S. Cruz

    Olha, há algumas boas ideias que podem ser aproveitadas do texto do Ronildo.

    Mas não integralmente…

    Porque fica complicado endossar a noção dele em relação à torcida pelo Federer.

    De um lado, o tenista que entra como franco-atirador as vezes pode sim transformar isso em vantagem psicológica.

    Só que nem todo mundo é capaz disso! rs

    E de outra banda, jogar também com a torcida contra pode ser igualmente difícil. E o sérvio lida com isso bem…

    Nesse ponto, mesmo eu que adoro pegar no pé dele, concordo.

    E mais importante: temos visto que o sérvio também tira de letra a pressão, quando o favoritismo também é dele.

    Então, não tem para onde correr, certo Ronildo?

    Mentalmente ele é forte mesmo.

    Mas deixo aqui essa ressalva: eu acho que ele só tem essa força toda porque o físico acompanha.

    Ou seja: sem super-físico, não haveria super-mental…

      1. Rodrigo S. Cruz

        Não, meu caro sofista de quinta…

        Sem nexo a tua comparação.

        Estou falando de um tenista profissional de alto rendimento, e que baseia o jogo dele no físico.

    1. Luiz Fabriciano

      Aí no final é chover no molhado. Sem físico apurado, nos tempos atuais, tenista nenhum se garante.
      O mental pode ser aço que será quebrado no final.
      No mais, tenho certeza que quanto mais apoio de fãs e torcedores, maior a motivação e vantagem do apoiado.
      Ou então, a frase “jogar com a torcida” não se aplica à Roger Federer.

      1. Ronildo

        Uma coisa é um time de futebol jogar com a torcida Fabrício. Nenhum jogador pega para si a responsabilidade exclusiva. A não ser que vá decidir a partida num pênalti aos 45 do segundo tempo. Então, outra coisa completamente diferente é um atleta saber que depende unicamente dele estar à altura das expectativas de legiões de fãs mundo afora; no estádio; sua reputação de melhor de todos os tempos; um adversário para quem já perdeu partidas importantes etc. Não há comparação nestas duas situações. Acredito que não há sensibilidade ou entendimento de muitos para falar com propriedade sobre este assunto, por isso a mistura de situações que são até mesmo opostas. Deveras, um time de futebol fica energizado com o grito da torcida. Um atleta de ginástica ou um tenista pode realmente ter afetado seu rendimento diante das expectativas de um grande público por um resultado vencedor da parte dele. No futebol, a única coisa que se assemelharia aos sentimentos que o tenista pode ter é realmente se for cobrar um pênalti para decidir a partida.

        1. Luiz Fabriciano

          Ronildo, deixe o futebol lá no estádio.
          O tenista que puxa a pressão para si e não dá conta, o problema é só dele. Contrate alguém para ensina-lo a lidar com isso.
          Olhe o que o Djokovic diz fazer: onde ouvi-se “Roger”, entenda-se “Nole”. É barato e eficiente, kkk.
          Agora tentar justificar derrotas por esse motivo, sinceramente, achei que não voltaria mais à esse tema.

      2. Jose Yoh

        Mas entao Federer, ja desprovido de seu melhor fisico não sofre com o mental?
        São sempre varios fatores. Nunca um Só.

      3. Rodrigo S. Cruz

        O físico dele não é apenas apurado, Fabriciano.

        Como eu disse acima: é um super-físico!

        Além disso, ele baseia o jogo dele mais no físico em comparação a outros tenistas…

    2. Ronildo

      Perfeito Rodrigo

      Também concordo com você de que sem super-físico não há super mental.

      Quanto à torcida em si, vou responder uma questão fundamental que levantaram lá embaixo. Eu não me refiro exclusivamente a uma maioria da torcida torcendo por determinado tenista. Me refiro à condição deste tenista estar ciente da elevadíssima popularidade que ele tem no mundo inteiro e de como as pessoas ficam frustradas com suas derrotas. Recentemente Federer disse que ainda recebe mensagens de incentivo por causa da perda de Wimbledom 2019. Falou que para ele isso é coisa do passado (duvido que seja) e que não entende porque as pessoas continuam com isso na cabeça (Não é que não entende, o caso é que ele não gostaria que as pessoas continuassem frustradas com isso). É um assunto que incomoda ele, senão não falaria disso. Nós sabemos que tênis é um esporte que exige muito do mental do atleta. Certa vez Federer falou que o que deu força para ele no AO 2017 foi a raiva da história se repetir novamente contra Nadal em decisões (certamente ainda estava bem fisicamente, porque se estivesse cansado demais a frustração só aumentaria). Se em Wimbledom 2019 ele ficasse imbuído de sentimentos assim, jamais perderia aqueles match-point, porque na verdade nem chegaria ao quinto set, seria 3 sets a zero para Federer!

      Se tênis fosse um esporte de circuito fechado, onde os competidores não tivessem contato com o público, se fizessem parte de uma competição para apostadores no mundo inteiro, por exemplo. Num ambiente onde os competidores pensassem exclusivamente nas partidas, estratégias, etc…neste caso acredito que o rendimento de Roger Federer seria bem superior ao que foi nos confrontos com Nadal e Djokovic.

  9. Ronildo

    Dalcim, já pensou em se associar a um site de apostas? No caso o Tenis Brasil fazer uma parceria com um site de apostas?

    Ou nunca pensou nisto por ser contra a lei brasileira?

    1. José Nilton Dalcim

      Já tivemos propostas e não aceitei. No máximo, publicidade desses sites, que agora foram legalizados no Brasil.

      1. Ronildo

        Entendi Dalcim

        Às vezes dá uma vontade danada de apostar em alguns jogos. Já iniciei duas vezes o cadastro em um site, mas no fim acabo desistindo por receio. Receio de estar lidando com um site internacional. Se houvesse a garantia de um site brasileiro confiável daí sim, acredito que seria diferente para mim. Claro, sei que o site brasileiro não interfiriria no caso do cadastro. Mas apenas o fato deste site brasileiro confiar, já seria suficiente para mim.

        Nos jogos recentes eu ganharia no Sinner contra o Rublev. Porém perderia com o Nadal vs Tsitsipas e Djokovic vs Karatsev.

        Obrigado Dalcim 👍

        1. José Nilton Dalcim

          Há vários sites internacionais muito confiáveis, Ronildo, bem mais antigos e tradicionais que os que estão aparecendo no Brasil. Recomendo que você faça isso por diversão, não na ideia de que vai ficar rico com isso… rsrs…

        2. Marcão

          Prezado Ronildo, antes de concluir o cadastro, saiba que apenas 3% dos apostadores são lucrativos. E a maior parte da receita desse feliz universo de 3% não vem de aposta direta, mas de produção de conteúdo, venda de cursos e mercado de tips. Porém, se ainda assim estiver disposto a apertar o botão confirma, não coloque o dinheiro que não possa perder porque no doloroso processo de aprendizagem vc certamente irá perdê-lo.

      2. José Alves Aragão

        Muito bem Dalcim! Faz certo em reservar suas análises geniais apenas para o seu público do site! Parabéns !

  10. Periferia

    Bonnie & Clyde….1967…Arthur Penn.

    Filme baseado no casal de criminosos dos anos 30… Clyde Barrow e Bonnie Parker.
    Um dos filmes mais importantes da cinematografia americana.
    Inaugura o movimento Nova Hollywood que mudou a estética de como realizar filmes (para o bem e para o mal)….diminuindo o poder dos produtores e assumindo um cinema mais autoral.
    Com influência da Nouvelle Vague francesa e diretores como Mulligan (O Sol é Para Todos)…Aldrich (O Que Terá Acontecido com Babe Jane) e Cassavetes (Shadows).
    O movimento revelou novos diretores…como Coppola…Scorsese…Spielberg…Cimino…De Palma…Lucas.
    Em 2019 foi lançado o filme Estrada Sem Lei…estrelado por Kevin Costner e Woody Harrelson…interpretando dois ex Texas Rangers que perseguiram e mataram o casal.

      1. Periferia

        Olá Marcilio.

        Gostei do filme…dentro das limitações….ele consegue dialogar com nosso clássico (Bonnie & Clyde)….complementa.

        Abs

  11. Luiz Fernando

    Dalcim como vc esta encarando a ausência do Djoko em Madri? Pessoalmente vejo a ausência do cara como um certo desinteresse no numero um ao final da temporada e um foco em RG.

    1. José Nilton Dalcim

      Ele já cansou de dizer que o foco dele são os Slam, Luiz, e sabemos que Madri é o saibro ‘anômalo’ do circuito. Então não vejo qualquer absurdo nessa decisão dele de pular Madri e aí se concentrar em Roma. Achei um tanto estranho ele ir a Belgrado na semana imediatamente anterior, quando na teoria estaria treinando e se adaptando em Paris, mas não é também o fim dos tempos. Exceto é claro pelo risco de uma contusão.

        1. José Nilton Dalcim

          Porque é muito mais veloz do que os demais, Paulo. Sem falar que ainda pode ser coberto (há teto retrátil), o que o deixa ainda mais veloz. Abs!

  12. Maurício Luís *

    Na casa de apostas, apostei que o Rafa ‘balão’ Nadal cai na primeira rodada de Roland Garros e que o Federer vai ser campeão.
    Daí chamaram a ambulância do Hospital Psiquiátrico.
    . Aos amigos do blog aviso que o horário de visitas é das 8h às 11h e das 14 às 16, em Franco da Rocha, ala dos loucos mansos.
    Quem puder me traga uns salgadinhos, de preferência assados. Que a comida daqui é muito sem graça.
    Obrigado desde já.

    1. Luiz Fernando

      Fique tranquilo meu caro, lá vc não estará só, no mínimo o Lógico e a sogra do Nadal lhe farão companhia…

  13. Paulo Almeida

    Se visualizarmos a carreira do Djokovic como uma função matemática, encontraremos um máximo local em 2011, um máximo absoluto em 2015 (auge), um mínimo absoluto no início de 2018 e outro máximo local em 2019, após emendar três Grand Slams seguidos. Agora ele segue abaixo do que já apresentou, mas ainda em alto nível e longe de ser um coitado.

    É óbvio que são várias variáveis envolvidas, porém fica mais fácil uma representação no plano xy bidimensional mesmo.

    1. Jonas

      Em outras palavras: podemos dar risada sempre que alguém disser que o Djoko vive seu auge, porém ele continua jogando muito tênis, fazendo algumas partidas em altíssimo nível.

  14. Alessandro Siqueira

    Vejo muitas pessoas colocando Djokovic como carta fora do baralho no saibro. Parece claro que os resultados esse ano não são os melhores do mundo, mas vale lembrar que o sérvio perdeu para Dimitrov na segunda rodada de Madrid em 2013 e logo na estreia de Montecarlo em 2016 para o Vesely. Em 2013 Novak foi à Final de RG e em 2016 levou o Slam francês. Portanto, vamos dar tempo ao tempo. O Guerreiro dos Balcãs não se entrega assim facilmente. Não é à toa que lidera a contagem dos grandes títulos.

  15. Paulo Almeida

    A estratégia do GOAT de jogar muito atrás da linha de base já pensando em uma forma de bater o Nadal custou um desgaste enorme e ainda a derrota.

    Em RG, saiu inteiraço depois das 4 horas contra o Tsitsipas, que foi quem pôs a língua pra fora. Aí agora apenas seis meses depois se cansa em três. Claro que ele estava com muito mais ritmo, mas parece que assim vai correr muito mais riscos contra outros adversários e nem chegar para enfrentar seu maior rival em uma eventual final.

    Eu ainda não disse que o Sylvio Bastos foi uma baita aquisição da ESPN: manja muito e não cansou de dizer o quanto o sérvio é um GÊNIO.

  16. Ronildo

    Ouvindo o Podcast entre Dalcim e Nadal sobre a última semana do circuito de tênis da ATP, notei que o Paulo Cleto abordou aquele assunto que eu levantei aqui no passado: a influência da torcida que lota um estádio para ver determinado tenista vencer, o que acarreta sobrecarga mental para este tenista. No caso específico Cleto comentou que é mais difícil para Djokovic manter a mesma desenvoltura habitual dos grandes torneios em casa, mesmo sendo um ATP 250.

    Isto não é uma tese, é um fato comprovado em todos os esportes.

    Durante mais de uma década pessoas acusaram Federer de ter um mental fraco, comparado ao de Djokovic e Nadal. Porém na mesma linha deste raciocínio, levando em consideração esta carga emocional citado por Cleto, Federer enfrentou estes dois tenistas ao longo de sua carreira sempre na condição de número 1 ou de “melhor tenista de todos os tempos” E, para complicar ainda mais, sempre com estádios lotados com a ampla maioria dos expectadores torcendo e esperando por uma vitória dele.

    Trocando em miúdos, a pressão e responsabilidade que Djokovic sente quando joga em Bucareste é a pressão e a responsabilidade que Federer sentiu em todos os estádios por onde jogou depois que tornou-se o tenista mais popular de todos os tempos!

    Federer lidou muito bem com tudo isso ao longo de sua carreira, embora tenha derrotas para inúmeros tenistas. Porém para onde pendeu esta equação quando ele enfrentou estes dois tenistas (Nadal e Djokovic) tão eficientes quanto ele, porém com bem menos carga emocional ao longo de suas carreiras?

    As carreiras de Federer, Nadal e Djokovic parece uma corrida ciclística de longa distância (Volta da França). Federer sempre na frente e Nadal e Djokovic logo atrás na rabeira, protegidos pela presença do ponteiro, prontos para darem o bote no sprinter final.

    1. Daniel C

      Comentário muito interessante, Ronildo.

      Além disso, acrescentaria o fato do público ter tido sempre a expectativa de que o Federer “daria show” nas grandes finais que disputou contra seus rivais. E num ponto importante, para alguém com tantos recursos como ele, imagino como devia ser difícil mentalmente executar um winner sob pressão, nessas condições de torcida a favor, ainda mais contra rivais que se defendiam muito bem. Cansei de ver o suíço jogar muito, fazendo as melhores escolhas, para chegar num ponto chave que decidiria muita coisa, e justamente nesse ponto, pecar na execução ou na escolha da jogada. Enquanto isso, seus rivais simplesmente colocavam a bola em jogo, com margem de segurança, procurando deslocar o suíço de um lado para outro, afinal esse sempre foi o DNA do jogo deles

      Enfim, todo esse contexto contribuiu para algumas derrotas do suíço perante seus rivais que hoje estamos vendo que podem fazer a diferença na questão dos recordes. Mas mesmo assim, o Federer continuará sendo o maior que já vi, e estou tranquilo com a perda dos recordes.

      Abs

      1. Luiz Fabriciano

        Agora que não entendi nada mesmo.
        “E num ponto importante, para alguém com tantos recursos como ele, imagino como devia ser difícil mentalmente executar um winner sob pressão, nessas condições de torcida a favor,…”
        Como o melhor jogador de tênis da história teria dificuldades em fazer um winner, sob pressão, com torcida a favor?
        Talvez ele não seja o maior mesmo… sei lá.

    2. Jonas

      Foi feito um ranking aqui sobre mental uma vez. Nem me lembro quem ganhou, mas acho q ficou entre Nadal, Borg e Djokovic. Federer ficou entre os 5, acho.

      Essa questão de torcida, já houve uma discussão aqui tb e acredito ser muito subjetiva. Eu penso que é muito mais complicado vc jogar com a torcida contra. Imagina ir para um segundo serviço, enfrentando um break-point, sabendo que a torcida tá contra você e corre o risco de um babaca gritar para te prejudicar. Eu acho bem complicado, mas você entende de outra forma. Tudo certo.

      Quanto ao Federer cara, diria o seguinte…era GOAT quase incontestável em 2009, 2010…mas então seguiu perdendo para os principais rivais com frequência.

      Contra o Nadal ele era um fiasco, tinha muita dificuldade, mas de 2015 pra cá se recuperou um pouco, ainda que tenha um retrospecto pra lá de estranho no Australian Open. E contra o Djoko, sabemos que dominou até 2010. O problema é que além de ter uma dificuldade histórica contra seus maiores rivais, ele tb está sendo batido nos recordes. Hoje já não é praticamente “incontestável” como costumava ser.

      1. Sérgio Ribeiro

        “ Se recuperou um pouco “ ? Na boa , caro Jonas . Desmemoriado e sem noção. Foram SETE Vitórias em TODOS os pisos exceto uma derrota na Semi de RG 20119 . Somente jogaram até hoje 4 partidas na Grama ( 3 x 1 ) contra 16 no Saibro ( 2 x 14 ) . Roger Federer é o único Tenista na Era Profissional a bater N 1 com 38 anos de idade . Coisa que dificilmente será repetido . O Suíço continua indiscutível como o maior representante deste Esporte . Se a Turminha da Kombi não admite , o Mundo está se lixando. No máximo em dois anos ao se retirar terás essa noção. Como diz vários e agora Fognini, “ Federer é o próprio Tênis” . Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Correção: 2019 e mantendo a supremacia nas outras superfícies. E’ o parceiro quem define o significado de Goat ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

          1. Paulo Almeida

            Mantém a supremacia no hard com menos GS, menos Masters 1000 e sendo freguês no h2h?

            Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

        2. Jonas

          Continua freguês no geral (24-16), mas até 2014 era ainda pior: 23 x 10 para espanhol. Antes que venham colocar a culpa no saibro, lembro que Djoko também é freguês de Rafa ali e, no geral, está 29 x 27 para o sérvio.

          1. Paulo Almeida

            Federer levava 9×7 do Nadal no hard até 2017, quando conseguiu virar pra 11×9. É uma vantagem bem pequena comparada com os 20×7 do Djoko sobre o espanhol, fora que terá que amargurar pra sempre o 3×1 no Australian Open.

          2. Jonas

            Rapaz, nem lembrava desse 20 x 7 de Djoko sobre Nadal, que surra! Enfim, Federer realmente ainda carrega essa freguesia, praticamente impossível de reverter, abs.

        3. Rodrigo S. Cruz

          De fato. Ele não se recuperou um pouco, ele se recuperou MUITO.

          Saiu de 23 x 10 para 24 x 16.

          E desde então, o Nadal perdeu TODAS fora do saibro! São 7 ou 8 derrotas.

          Aí, ele ainda veio com essa: “embora o retrospecto na Austrália seja estranho”.

          Lógico, né? Depois do AO 2017, eles não se enfrentaram mais na Austrália!

          1. Jonas

            Pense da seguinte forma, Nadal é o melhor no saibro com muita folga, enquanto Federer e Djokovic são os melhores nas hards, concorda né?

            Australian Open é um torneio onde Federer é especialista no piso e hexacampeão, porém possui sim uma freguesia contra o Nadal. Ora, eles se enfrentaram quatro vezes na Austrália e Federer só venceu uma, a mais recente. Isso significa que, quando Federer era novo, como vocês adoram dizer, não conseguia bater o espanhol em Melbourne, ele só conseguiu tal “feito” aos 35 anos.

            Sobre se enfrentarem na Austrália após 2017, quem garante pra você que Federer venceria? A única vitória do suíço na Austrália foi conseguida com muita dificuldade, pois ele precisou se recuperar de quebra no 5° set e já carregava três derrotas no mesmo torneio, o que é muito.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Mas antes de 2014, o Nadal levava a melhor mesmo. Ninguém disse o contrário.

            Só que em 2017, esse ciclo foi quebrado pelo Federer.

            E hoje em dia podemos dizer que o suíço é favorito sobre o Nadal na Austrália também.

            Independente do Touro liderar o h2h.

          1. Sérgio Ribeiro

            Deixa de conversa mole . Nadal somente tirou o N 1 de Novak no MASTERS 1000 de Paris . Partiram pra decidir no FINALS e mesmo o Espanhol tendo sido eliminado cedo pela Nova geração, Novak caiu em Sets diretos para Federer. No primeiro jogo depois da FINAL de Wimbledon 2019. O N 1 caiu no colo do Espanhol . Abs!

          2. Luiz Fabriciano

            Vixe, então quer dizer que o record que pertencia à Federer de ser o único a derrotar um #1 do mundo, aos 38 de idade, foi por água abaixo?
            Minha nossa!

          3. Paulo Almeida

            Que bom, acabou de confirmar que o GOAT era o número 2 no Finals e jogou por terra sua mentira de que um jogador de 38 anos tinha batido o número 1 do mundo, kkkkkk.

            Já respondendo aqui mesmo: 12×11 em GS, 26×22 em M1000 e 20×18 no h2h com 7×4 em Majors no hard; na grama 8×5 (3×5 enfrentando Big 3) e 1×3 em Wimbledon, que é o que interessa. Supremacia, hahaha.

            Largue esse trauma de chamar todo mundo de coroa pra lá, a idade chega para todos!

            Abs!

          4. Paulo F.

            kkkkkkkkk
            Para quem tanto se julga conhecedor de tênis, tentou emplacar o embuste de que Federer ganhou do n°1 no Finals de 2019, sendo que ele era o número 2?
            Que vergonha!

          5. Sérgio Ribeiro

            Errado como sempre L. Fa. Federer bateu os DOIS N 1 de 2019. O Espanhol e o Sérvio. Um em WIMBLEDON e outro no FINALS . Numa das maiores amareladas que vi do Sérvio. Aceita que dói menos pois o 38 aconteceu em 2019 rsrsrs. Abs!

    3. Chico Bióca

      Não, a diferença é que quando Federer tem match point e saque numa final no “seu piso”, ele não consegue fechar contra DJokovic, já Nadal quando tem um match point e saque no “seu piso” contra Djokovic ele mete um ace, não está relacionado com pressão, torcida, ou etc, e sim com a postura.
      Quer pressão maior do que a que Murray sentia pra ganhar Wimbledon? Pegou Djokovic e meteu 3×0 com essa pressão toda, já Federer em vez de meter 3×0 tem é 3 finais perdidas.

      1. Sérgio Ribeiro

        Errado caríssimo Bioca rs . Roger Federer destronou Pete Sampras há 20 anos em 2001 por 3 x 2 , Pistol Pete era o HEPTA Campeão de WIMBLEDON. Em 2012 , aos 31 , ele bate Novak na Semi e Murray na FINAL em Wimbledon. Estava em jogo o N 1 com o Sérvio. Este que eu saiba em 14 participações na Grama Sagrada levou 5 Títulos. Sampras continua com SETE e Federer com OITO . Pesquisar um pouquinho, sem preguiça, não custa nada “ sábio” Chico rsrsrs. Abs!

      2. Jonas

        Você parece torcer para o Murray, raridade…rs. Concordo que o Murray passou por umas situações de pressão complicadas, mas superou. Venceu as Olimpíadas de Londres 2012 sobre Federer e bateu Djokovic no mesmo ano, naquele final tensa no Us Open. Em Wb 2013, imagino que tbm havia muita pressão em cima dele mesmo.

        1. Sérgio Ribeiro

          Realmente é problema de memória, caro Jonas . Mas na boa , não me lembro de tu neste fórum em 2012. No início de Julho Federer bateu Novak na Semi e Murray com facilidade na FINAL de Wimbledon. No fim do mês Murray bateu em Sets diretos Novak na Semi Olímpica no mesmo palco. E Roger Federer naquela que foi sua MILÉSIMA partida , venceu Del Potro na Semi Olímpica por 3 x 6 , 7x 6 e 19 x 17 em 4 horas e 26 min , RECORDE absoluto de duração em partidas em melhor de 3 Sets . Murray passeou na FINAL Olímpica em Sets diretos . Entrou sem pressão nenhuma no All England Club. Com essa vitória chegou confiante pra vencer Djokovic na FINAL do USOPEN 2012 ( seu primeiro SLAM ) . . O mesmo Servio que perdeu o Bronze pra Del Potro . Existem maneiras diferentes pra contar a mesma história, concordas ??? kkkkkkkkkkkkkk . Abs!

          1. Jonas

            Sobre sua primeira frase, creio que não, mas que diferença faz isso? É cada uma rs…

            A final de Wimbledon 2012 foi vencida com facilidade? Sua memória não é lá essas coisas não hein, placar: 4-6, 7-5, 6-3 e 6-4 pro Federer.

            Você se confundiu com a final olímpica entre Murray e Federer, que foi 6-2 6-1 6-4 pro Murray, um atropelo. “Realmente é problema de memória, caro Jonas”, kkkkkk, tô vendo, rs.

            Que diferença faz eu ter citado o Djokovic ou não? Meu comentário foi sobre Murray e sim, ele venceu Olimpíada em cima de Federer e Us Open em cima de Djokovic.

          2. Sérgio Ribeiro

            Leia o comentário até o FINAL , caro Jonas . “ Murray PASSEOU na Final olímpica em Sets diretos “ . . E’ o que está escrito no MEU comentário. Passas recibo todo dia . Parece que isso pega kkkkkkkkkkkkkk . Abs!

          3. Jonas

            “No início de Julho Federer bateu Novak na Semi e Murray com facilidade na FINAL de Wimbledon”

            A afirmação acima não foi sua, Sérgio? Rs. Além do placar, longe de ser fácil, foram 3h24min de partida, então você errrou, kkkkk, acontece.

            Bem, penso que enfrentar Federer na grama já é uma grande pressão. Além disso, Murray jogava em casa, então houve sim pressão sobre ele. Discordo de você novamente quando diz “Entrou sem pressão nenhuma no All England Club”. Abs.

          4. Sérgio Ribeiro

            Cara , raciocine um pouquinho. Foi o mesmo que TSITSIPAS fez com Rublev. Depois das maratonas consecutivas do Russo , o Grego entrou a vontade na Final do MASTERS 1000 de MC . Murray já vinha confiante ao bater o Sérvio em Sets diretos . Depois daquelas quatro horas e vinte e seis min de Federer x Del Potro tu achas mesmo que ele entrou pressionado … ? Pra cima de mim cumpadre ? kkkkkkk. Abs!

      3. Jose Yoh

        Não concordo com essa afirmação. Todo grande campeão sabe lidar bem com essas coisas. Uns mais outros menos, mas todos muito acima da média.

        Nas 23 vitórias do suíço sobre o sérvio, aparentemente ele não sentiu a pressão de um match-point, senão não ganharia. Destas, 15 foram sem perder sets. Várias em finais. Só não tem mais vitórias em finais porque dificilmente os dois caiam em chaves diferentes já que normalmente eram número 1 e 3 e vice-versa, então eles se enfrentavam nas semis.

        Infelizmente, até 2012 eles não se enfrentaram na grama. Novak normalmente caia antes. Mas nesse ano, foi 3 a 1 para o suíço. Após 2014, Novak dominou por diversos motivos (adaptação, auge, lentidão da quadra, lesões, etc.). Em alguns poucos casos acho que possa ser pressão mesmo.

        E também acho bem difícil Nadal fechar uma final com um ace, ainda mais em cima do Djokovic no saibro. Sinceramente não me lembro disso.
        Acho que seria mais plausível Federer fazer isso na grama.

          1. Jose Yoh

            Foi mal, não sabia.
            Falei apenas pq saque não é a praia do espanhol, e no saibro é mais difícil ainda para todo mundo. Na grama faz mais diferença.
            abs

        1. Chico Bioca

          Vou responder esse comentário e o de Sérgio.
          Se você for ver, até 2010, quando Djokovic sequer sonhava em ser n1, Federer costumava ganhar dele, depois disso, basicamente o que aconteceu foi, os jogos menos importantes Federer ou Djokovic ganhavam, e os jogos mais importantes só DJokovic ganhava, tanto que ficou 4×0 em finais de GS, 3×0 em finais de Finals e 4×2 em finais de Masters 1000, o resto era Federer ganhando em ATP 500 ou fase de grupo de Finals, exceto uma semi de RG em que no mesmo ano ele perdeu duas outras semis de GS, uma com 2 match points, e outra semi de Wimbledon que foi a exceção da exceção, pois acho que essa postura do suíço contra o sérvio nunca vi em outro jogo.
          Só por isso da pra dizer que nem rivalidade existe, pois nos momentos importantes Djokovic sempre ganhou, mesmo Federer tendo MATCH POINT E SAQUE ele perdeu, ou seja, claramente sem força mental pra matar o sérvio (o famoso amarelar).
          Em relação a não se enfrentar antes em 2012 em Wimbledon, lembre-se que o sérvio fez semi em 2010 e foi campeão em 2011, e nessas duas edições Federer caiu nas quartas, ou seja, não foi “culpa” do sérvio eles não terem se enfrentado.
          Em relação a Federer vs Sampras em 2001, se aquele destronou o americano em Wimbledon, alguém me explica o que foi que o sérvio fez com o suíço, porque se ganhar em uma oitavas de finais de GS em que o cara na outra rodada perdeu é “destronar”, ganhar 3 finais contra o cara no melhor piso dele é o que?
          E eu não tô dizendo que Federer não saiba lidar com a pressão, com certeza sabe, assim como Verdasco sabe, Kevin Anderson sabe, Almagro sabe, caso contrário não teriam sido top 10, porém contra determinados jogadores, ou em determinadas situações, eles tendem a amarelar, como Coria em Roland Garros 2004. Por exemplo, a pressão de um 6-5 num tie break do terceiro set da primeira rodada do Brasil Open é uma totalmente diferente de um 6-5 de um tie break de um quinto set de uma final do US Open, a questão é, quem aguenta a pressão dos dois? Tenho certeza que Anderson, Almagro e Verdasco sentem muito menos no primeiro caso, mas e no segundo.
          E aí chega no ponto que quero falar, Federer tem TRÊS jogos de GS com Djokovic em que tem match point, desses 3, dois com o saque e um em uma final na grama, ou seja, no piso mais fácil pra meter um ace, muito provavelmente se fosse um 6-5, 40-14 do segundo set de uma final de um ATP 500, Federer conseguiria ganhar mas era uma final de GS e contra DJokovic, e quando se olha todo o histórico se ver que cada vez mais o braço pesa pra Federer nesses momentos contra o sérvio, só analisar, 5-4 do quinto de Wimbledon 2014 ele cometeu 4 erros não forçados com saque e perdeu aquele campeonato, US Open 2015, somados Cinc e US Open ele tinha sido quebrado duas vezes, só no primeiro set da final ele foi quebrado 3x, quando se começa a somar tudo se chega a uma lógica, do mesmo jeito que não se pode dizer que Anderson é amarelão só por um jogo, mas sim por um conjunto, não se pode dizer que Federer amarela pra DJokovic por conta daquela final, mas sim por um conjunto.
          Ai vai pra Nadal contra Nole em RG, o sérvio ganhou uma vez nas quartas de 2015, na fase em que eu achava que Nadal tava preparando a aposentadoria, todos os outros jogos ele ganhou, os quatro mais importantes fora 2012, 13, 14 e 20, os 3 primeiros foram no saque de Djokovic, e o outro foi no saque de Nadal e ele meteu um ace, mas no piso dele não perdeu nos jogos importantes.
          Pode botar a lentidão que for, a bola que for, em final de RG, não tem chances, Nadal vai crescer e vai ganhar de quem for, e se vier um “paredão” como Djokovic, no saque o espanhol mete um ace e acaba com a conversa, assim como em final de AO não dá, pode botar Murray na melhor fase, no caso 2016, Nadal maratonista, 2012, Thiem jogando muito ou Medvedev embalado com uma porrada de vitórias, seja quem for, na marra o sérvio vai ganhar. Agora pode-se dizer a mesma coisa de um cara que perde a final no seu piso com 2 match points e saque e com o histórico de já ter perdido duas do mesmo adversário?
          E isso de não aceitar perder eu vi muito no jogo desse domingo, de Nadal contra Medvedev. Ali se viu claramente que o espanhol não tava “afim” de perder, não importa quem fosse. Sim, Nadal tem várias derrotas em finais pra Djokovic no saibro, mas muito mais vitórias, claro que se se enfrentam muito algumas o sérvio vai ganhar, mas o que se viu no domingo é que Nadal não aceita ser dominado no seu piso, não aceita que qualquer um seja campeão em cima dele (estranho é que talvez tenha perdido uma final pra o pior de todos que enfrentou).
          E aí chegamos num outro momento, o problema é pressão ou falta de imposição? Pois quer pressão maior do que ser 11 vezes campeão de um torneio e ter um match point contra e mesmo assim ganhar? Quem pressão maior do que ter 8×0 em finais de AO ou 12×0 em finais de RG? A questão não é a pressão que Federer recebeu a vida toda, passa muito longe disso, a questão é quando Federer age sob pressão contra Nadal e principalmente contra DJokovic, que são caras do mesmo nível dele ou maior.

          1. Sérgio Ribeiro

            Na boa , Bioca rs . Sampras estava há 4 anos invicto ou TRINTA e DUAS partidas sem perder em WIMBLEDON. Jamais o Heptacampeão levou novamente . Se isso não é destronar … Parei de ler o tijolo ali . Quando o Sérvio chegar a SETE conquistas voltamos a conversar. Você viu agora jogando em casa porque o Sérvio tem apenas 6 x 19 em conquistas na Grama . Perdeu todas as Três FINAIS que fez na Grama rápida fora de Wimbledon. Será porque Halle e Queen’s são ATPQuinhentinhos , ou porque o cara foge mesmo kkkkkkk. Abs!

          2. Jose Yoh

            Como falei, pode ser que algumas vezes realmente ele sentiu a pressão. Poucas.
            Pode ser que Nole seja mais forte nestes momentos. Nunca saberemos.
            Mas quis dizer que houve muitos outros fatores, um deles a idade e a lentidão das quadras.
            Que você desconsidera. Os nolistas dizem que é desculpa. Eu digo que faz muita diferença.

            Quando jovem, nas vitórias, houve vários match points convertidos, inclusive em finais e em GSs.
            Estes você não conta.

          3. Chico Bióca

            Puts, idade não cola, muito menos grama lenta, não da, por exemplo, a única tese aceitável pra aquele Wimbledon 2019 é a de que Federer amarelou, simples. Quantos games de saque ele confirmou naquele jogo? Aí ele não confirma justamente o que ele tinha 40-15 pra acabar o jogo? É como falo, aquelas jogos contra o Fedal de 2019 demonstram bem o que é a rivalidade de Djokovic contra eles:
            vs Nadal – AO 2019 – passou o carro, é mais jogador, e na quadra dura, sem chances, 6×3 6×2 6×3, tem nem como contestar
            vs Nadal – Roma 2019 – saibro, Djokovic desgastado, tem nem perigo, vitória de Nadal, não vai vacilar
            vs Federer – Wimbledon 2019 – Federer tem 5×3 no tie do primeiro, set point no terceiro set e dois match point’s e saque no quinto, e perde, representa bem o que é a rivalidade entre os dois, momentos importantes em jogos importantes Federer toda vez vai amarelar, braço vai encolher
            vs Federer – fase de grupo do Finals 2019 – Jogo quase que irrelevante, quem ganhasse ia pra semi, e aí, por não ter um peso de uma final de GS ou de FInals, Federer conseguiu vencer.

        2. Paulo Almeida

          Você começou bem no primeiro parágrafo, afinal um grande campeão sabe lidar com pressão (Ronildo deve estar tentando se enganar mais uma vez), mas depois passou algumas informações erradas.

          Federer não ganhou várias finais do Djokovic (foram apenas 6 contra 13 perdidas, fora o Finals 2014 por W/O). A suposta lentidão (pra mim mais uma desculpa esfarrapada) começou bem antes de 2014 e o sérvio já tinha feito semifinal em 2007 e 2010 e fora campeão em 2011. E, por último, o Nadal fechou Roland Garros com um ace em 2020.

          1. Sérgio Ribeiro

            Acho que o Coroa ainda não entendeu. O grande Campeão é o que tem mais conquistas. Federer OITO em WIMBLEDON e SEIS no FINALS. Sem contar os famosos VINTE SLAM . Que eu saiba o Sérvio ainda está atrás . Infelizmente as 237 Semanas CONSECUTIVAS no TOPO, o Sérvio já não tira mais … kkkkkkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

          2. Kayser Naxin

            Eu acho que a grama tá mais lenta sim, mas isso não pode ser desculpa pra um cara que teve 2 match points e saque e só tinha sido quebrado duas vezes em uns 25 games de saque no jogo inteiro.

          3. Jose Yoh

            “Nas 23 vitórias do suíço sobre o sérvio, aparentemente ele não sentiu a pressão de um match-point, senão não ganharia. Destas, 15 foram sem perder sets. Várias em finais. ”
            Seis finais ganhas (em outros tempos) não é um bom número para servir de argumento para a frase acima?
            Lentidão não faz diferença? Então porque cada vez que fica mais rápida todos tenistas reclamam que mudou?
            Sobre RG, perdão, não sabia. Mas convenhamos que é bem pouco provável.

          4. Paulo Almeida

            José Yoh, não foram exatamente em outros tempos: foram 2 em 2015, uma em 2012, uma em 2010, uma em 2009 e uma em 2007. E convenhamos que seis perto de treze/catorze é pouco sim. O domínio do sérvio em decisões é absoluto.

            Vocês forçam a padronização como se ela tivesse transformado todo o circuito em saibro. A relva continuou rápida (menos), mas posso usar o “pusher” Hewitt campeão em 2002 sem saque na tal grama mais rápida para derrubar esse argumento. Tenho certeza de que Djokovic não teria tido problemas, afinal joga bem em qualquer superfície, com títulos em Monte Carlo, Roma, Cincinnati e Xangai.

            Quanto à idade, já falei várias vezes: Federer não perdeu todas aquelas finais por conta disso, mesmo porque chegou atropelando todo mundo antes. O problema era o sérvio mesmo.

    4. Miguel BsB

      Não é Bucareste, é Belgrado.
      E, se fosse pior jogar com torcida a favor, nenhum time ou atleta de qualquer modalidade preferiria jogar em casa…mas é justamente o contrário.

      1. Ronildo

        Mas Miguel, o foco é a responsabilidade pessoal, não coletiva. Como Messi sentiu diante do povo argentino, Diego Hipólito, Dayane Santos etc. Tempos atrás Barty falou como foi difícil lidar com a pressão para vencer na Austrália. Quanto à Federer, quem presta atenção em fatores que não seja apenas o jogo em si, sabe o quanto sempre houve expectativas das multidões em assistir uma vitória sua, principalmente nas finais, independente de quem fosse o rival! A questão é: Federer era alienado à respeito destas expectativas das multidões que lotavam os estádios para ver ele vencer? Federer sempre se mostrou uma pessoa emotiva. Sendo assim é evidente que de alguma maneira ele sentia temor em não satisfazer as expectativas do grande público. Evidentemente que estes sentimentos inibidores da fluidez de seu jogo aumentavam nos pontos importantes contra Nadal e Djokovic.

        A grande legião de admiradores que Federer conquistou foi exatamente por causa de sua personalidade, muito mais do que por causa de suas vitórias.

    5. Luiz Fabriciano

      Bucareste, não.
      Vamos voltar à essa tese novamente, já que insistes, trazendo Paulo Cleto como aliado.
      Quantos troféus Federer tem em sua casa, Basel? Se assim fosse, não teria nenhum.
      E você força sua tese em terrenos neutros. Se falarmos de casa mesmo, tanto Federer quanto Djokovic têm muito mais vitórias que derrotas em suas respectivas.

    6. DANILO AFONSO

      Ronildo, não concordo com a sua tese de que o Federer teve um obstáculo maior na carreira pela pressão de ter que corresponder a expectativa de vitória dos expectadores dos estádios, que na maioria das vezes era a seu favor.

      Por mais que o Federer sinta essa responsabilidade de vencer, não acredito que tal fator supere o benefício de jogar com torcida a favor.
      Se a torcida a favor já é importante nos outros esportes em que atleta pode trocar um feedback com a comissão técnica e/ou demais companheiros durante os jogos, no tênis onde o atleta fica SOLITÁRIO por horas e fleta com vários sentimentos negativos e destrutivos, a torcida a favor tem um papel ainda mais relevante, tanto para se manter focado enquanto vence quanto nos momentos de dificuldade no jogo em que normalmente a confiança e dúvidas surgem.
      Apesar do tênis exigir que a torcida permaneça em silêncio durante os pontos, a energia e motivação da torcida antes e depois de cada ponto é muito benéfica para o atleta.

      Sinceramente não consigo imaginar o Federer ou outra tenista crendo que nos jogos da ATP ou na antiga Copa Davis o fator torcida a favor traga mais prejuízo do que benefícios durante os jogos.

      Nos esportes de alto rendimentos e com grande competitividade, qualquer fator, por menor que seja, que traga vantagem para um atleta e desvantagem para o adversário, faz diferença, principalmente nos jogos apertados definidos nos detalhes.

      Ademais, há várias estatísticas no esporte comprovando que a torcida a favor é sim um benefício para o atleta ou time, resultando no melhor aproveitamento de vitórias do que quando tem torcida contrária.

      Ronildo, por isso que entendo que alguns títulos do DJOKOVIC tem um peso muito especial nos torneios que venceu enfrentando Federer e/ou Nadal, pois são poucos tenistas que suportam a pressão de “jogar contra” a grande maioria dos expectadores tendo um dos dois como adversário, a exemplo da final do US OPEN 2015 e WB 2019.

      Saudações Tenísticas !!

    1. José Nilton Dalcim

      Bom, se for na questão de lutar por todos os pontos, até cabe alguma comparação. No restante… rsrs

  17. José Eduardo Pessanha

    LF, já que pediste….Nadal perderá em Roland Garros para o Zé Verev. O que será uma vergonha. rs
    Abs

    1. Luiz Fernando

      Pode até ser, mas com o seu pé quente habitual nas previsões as chances do GS 21 aumentaram razoavelmente kkk. Abs.

  18. Vitor Hugo

    Rafa é um grande tenista, o segundo maior da história muito atrás d Roger. E os dois muito à frente de Sampras, Borg e Laver, formando o grupo dos 5 maiores de todos os tempos.

    Mas Rafa continua sendo um baloeiro…..

  19. TENNIS FAN

    Esse ano o bicho vai pegar. Next gen embolou de vez a coisa, os cara estão evoluindo e amassando a bolinha. Enquanto os maiorais estão numa guerra pelos recordes e com certa idade. Não tem favorito em torneio nenhum.

  20. Sandra

    Dalcim , apesar de torcer para o Djokovic quebrar todos os recordes , reconheço que ele está mais para Kyrgios ultimamente , mas será que ele ainda tem preocupação de ser número 1 , já não bateu o recorde ! E vc acha possível alguém quebrar esse recorde que não seja o Federer ?

  21. Wilson Rocha

    Mestre Dalcim,
    o que ficou claro no jogo de ontem, é que fora do saibro, as chances de Nadal ainda conquistar algo relevante são bem pequenas, uma vez que a concorrência nos outros pisos é grande. Claramente Tsitsipas prefere os outros pisos, mesmo assim Nadal levou sufoco e ficou muito perto de perder.

  22. Ricardo

    Dalcim, logo após a final de RG no ano passado, Mouratoglou afirmou (e acho que acertadamente) que o Djokovic não entrou preparado para trocar bola de fundo com o Nadal. E, realmente, o sérvio estava com um jogo muito claro. Isto é, abusando das deixadinhas e sempre procurando encurtar os pontos.
    O problema é que isso pode funcionar com 99% do circuito, mas, claramente, não funciona com o Nadal.
    Então, acho que o Nole vem dando um passo atrás neste ano com um único objetivo de aprimorar seu jogo de fundo e ganhar confiança. Sinceramente, acho que para ele os resultados por agora não significam muita coisa. O que vale é chegar confiante em RG.
    Inclusive, essa “estratégia teimosa” que ele vem adotando me lembra o que ele fez na grama em 2018 em que jogava pregado no fundo buscando reganhar confiança em seu jogo. Uma obra do Vajda que, como a história mostra, deu muito certo.
    A ver se funcionará em Paris.
    Abs

  23. Paulo Sérgio

    Dalcim, Nadal venceu mas não convenceu. Inseguro, errático, visivelmente descalibrado, ainda sem ritmo de jogo.

    Você acha que um cara do porte dele reconhece isso e sabe que para os dois próximos M1000 vai precisar melhorar bastante? Ou o fato de ter ganho esse ATP500 apesar de tudo isso faz com que esses graves defeitos sejam perdoados e dessa forma ‘vai levando, deixa como está para ver como fica’?

    Às vezes acho aquela equipe de Nadal meio cansada, pouco inovadora, preguiçosa. Tenho a impressão de que quem carrega o piano é o próprio Nadal e eles ficam por ali, só existindo. Você teria alguma opinião sobre isso?

    1. José Nilton Dalcim

      Pelo que conhecemos do Nadal, jamais ele ficará acomodado com o título de Barcelona. Ele certamente sabe que apresentou algumas deficiências importantes e que precisará evoluir. Talvez ele aproveite Madri para forçar mais o saque e as devoluções, sem tanto compromisso com o título.

  24. Miguel BsB

    Eu também achei uma partidaça! E não só por tudo o que a gente viu…(o grego tem um jogo muito vistoso, agressivo, vai pra rede sem nem titubear na menor oportunidade, faz saque e voleio, curtinhas…
    Mas porque, afinal, vimos que esses caras, principalmente o monstro sagrado Nadal, são humanos, no fim das contas…
    Joguei alguns sets pela manhã de domingo no clube, e corri pra ver a final. Depois de eu ter jogado contra um amigo, jogo parelho, em que eu saquei 6/5 pra fechar o jogo, titubiei, fiquei nervoso, braço travado para atacar, dupla falta, e perdi o game (por sorte consegui vencer o tie break rs), vejo o Nadal e o grego com a mesma “síndrome”. Segurando o braço, medo de soltar o forehand, Nadal cometendo dupla falta, Tsisipas com medo de ser agressivo no forehand que lhe daria a vitória, e, mesmo assim, conseguiram manter-se no jogo e o espanhol foi o campeão, pra variar…
    Acho que nós, reles mortais, deveríamos prestar atenção nessas nuances mentais de partidas desse quilate, ver que eles tb passam pelo que nós passamos, mas conseguem lidar melhor com esses nervosismos. (Claro, a escala deles é muito maior que uma partida parelha de clube)
    Esse lado, junto com a técnica e plástica do jogo, me chamam muito a atenção também.

  25. Sandra

    Dalcim, qual a diferença de ser 1 ou 2 ou seja lá o que for no ranking da temporada ? Seria na hora da chave do finals ? E como o russo entrou na chave de Belgrado ? Pelo ranking ou convite ? Acabou com a festa do Djokovic rsss

    1. José Nilton Dalcim

      A diferença é que ser número 1 é mais importante que ser número 2… rsrs… mas em termos de sorteio de chave, não muda nada mesmo. O russo era 28 do mundo, Sandra!

  26. Danilo BR

    Vejo Nadal no saibro atualmente como um grande elefante se equilibrando de forma muito valente no alto de uma árvore frondosa. Pode até demorar… demorar muito… mas uma hora finalmente vai cair, e eu torço muito… mas muuuuito por isso. Para o bem do esporte.

    1. Marcelo Costa

      Se quem criou a internet, soubesse que daria voz a pessoas como você, eles iriam repensar.
      Mas é seu direito sagrado e inalienável de passar a vergonha que quiser, não perca esse direito.

    2. Luiz Fernando

      Vc deve estar sofrendo há uns aninhos, uns bons aninhos, oh dó, preciso dizer pra quem vc torce kkkk?????

  27. Barocos

    OK, sei que este comentário é meio ridículo, mas que a foto do Nadal abraçado à taça no artigo do tenisbrasil está lembrando muito o “Tank Evans” da animação “Tá Dando Onda” (“Surf’s Up”), isto está. Resta saber se a Xisca tem motivo para ciúmes ou não.

    🙂

    Saúde e paz.

  28. Eder Soares

    Que jogo senhores!!!! Quão felizardos somos em ter vivido este período. Federer, Nada, Djoko monstros e como fizeram o tênis evoluir. Torço para Federer, porém Nada é um ser humano que inspira por sua determinação na busca de objetivos. E agora vemos sim uma nova geração com capacidade de competir com Nadal e Djoko. Acredito que 2022 seja o ano da troca da guarda.

  29. FERNANDO/MG

    Prezado Dalcim, antes de qualquer coisa, parabéns pelo excelente site e pelo blog, sempre imperdível…Prezado, uma coisa me chamou a atenção, no jogo de ontem, se formos levar em consideração Federer, Thiem e Tsitsipas, jogadores com o backhand usando apenas uma das mãos, me pareceu que no saibro o jogador que o Nadal menos “machuca” é a esquerda do Tsitsipas, pois é notório o desconforto do Federer e também do Thiem, com aquelas bolas altas com muito spin na respectiva esquerda, fato que o Tsitsipas se saiu muito bem, vide pelos poucos erros não forçados num jogo tão longo. Então mestre, isso seria fruto de uma melhor adaptabilidade ao saibro e consequentemente ao estilo Nadal? O que não me parece ser muito plausível, uma vez que o Thiem é um saibrista nato, e seu jogo não encaixa contra o Nadal nesse tipo de piso. Qual a sua avaliação acerca disso, prezado Dalcim? Creio que estamos muito perto de novamente assistirmos uma tenista com back de uma mão, voltar a vencer no saibro de Paris, eu apostaria no Tsitsipas.

    1. José Nilton Dalcim

      Preciso discordar de você, porque o Thiem tem quatro de suas seis vitórias sobre o Nadal em cima do saibro, em torneios como Barcelona, Roma e Madri. A diferença básica entre Thiem e Tsitsipas, a meu ver, é a distância que cada um joga da base. O grego joga mais perto da linha e consegue assim golpear mais na subida, na tentativa de cortar o efeito topspin, mas esse mesmo padrão tende a gerar mais erros de precisão. Thiem deixa a bola cair um pouco mais e é mais paciente, entrando na bola em momentos escolhidos. Também acho o backhand do austríaco mais ‘pesado’, ou seja, tem combinação força-efeito maior. De qualquer forma, o grego se saiu muito bem e já tinha também vencido Nadal no saibro de Madri. Abs!

      1. Miguel BsB

        Concordo Dalcim! Não vejo o BH do Thiem ser tão machucado quanto o do Federer, e até mesmo o do Wawrinka, pelas bolas do Nadal. O do Thiem é mais pesado mesmo do que o do grego, até porque ele tem mais tempo de prepara-lo e ´”rodá-lo” pra encher de spin…
        Mas gostei muito do desempenho do grego nessas bolas, acho que ele segurou bem uma tática característica do espanhol, que machuca demais os one handers.
        Outra coisa, acho que tb, por o Tsisipas ser mais alto que os mencionados, 1,91m, se não me engano, talvez o spin do Nadal não suba tanto acima do ombro dele como normalmente ocorre com outros jogadores…

        1. FERNANDO/MG

          Creio ser muito pertinente sua observação com relação a estatura do grego… Me surpreendi com os poucos ENF do Tsitsipas, pelo fato do BH de uma mão, no saibro contra o Nadal num jogo longevo. Tbem concordo que o Thiem tem um BH mais potente, mas em contrapartida comete um caminhão de ENF.

          1. Miguel BsB

            Mas foi exatamente o que quis dizer Luiz. Que até o backhand do Wawrinka foi judiado pelo Nadal, principalmente nessa final de RG…

          2. Sérgio Ribeiro

            Acredito que o comentário do Miguel também foi muito “ confuso “ . Ele realmente não disse o quão sofrem Federer e Wawrinka rs . . Somente tem uma coisa . Dominic não consegue bater tão forte lá de trás sem sofrer o dobro de Nadal. O destro que joga como canhoto , usa uma empunhadura tão radical quanto Thiem. Mas bate com bem mais facilidade possivelmente devido ao o dobro de treinamento. Daí comete também muito menos ENFS … Abs!

  30. Daniel

    Tsitsipas melhorou em muitos aspectos, principalmente mental.
    Porém fica claro que o Nadal jogou abaixo, sacando a 160/170 km/h.
    Ele parece que tem um pouco daquela coisa que o Murray tinha, de não se sentir confortável em atacar quando está à frente no placar.
    Tem que trabalhar isso.
    Slice horrível, tem que melhorar muito. Pra ganhar do Nadal no saibro sem usar um slice inteligente em alguns momentos é muito difícil.
    Quanto ao Nadal, que cara incrível! Não larga o osso. Parabéns a ele.
    Eu dizia, esta semana, que o grego estava voando, mas ainda assim o Nadal tinha 60% de chances.
    Os grandes campeões se destacam por ganhar sem jogar tão bem.

    1. Miguel BsB

      O slice do grego não é dos melhores, mas ele utilizou muito bem as curtinhas…
      E como tem repertório. Vai pra cima, vai pra rede na menor oportunidade, voleia muito bem, executou ótimas curtinhas. Saque e voleio tb.

  31. Maurício Luís *

    Nos últimos anos, Roland Garros tem sido um campeonato pra ver quem é o vice do baloeiro. Vá jogar assim no saibro lá do outro lado da Lua!
    A sala de trofeus já não cabe + nada. Agora vai ter que guardar o próximo em baixo da mesa da cozinha da casa da sogra. Virou campeão emérito.
    Seu jogo único – canhoto com balão de super topspin – já de saída dificulta muito pra quem o enfrenta da primeira vez, o que lhe dá uma vantagem enorme.
    Mas o grego caiu de pé e jogou de igual pra igual. O duro é que Roland Garros é em 5 sets. Não há tatu que aguente tanto balão de canhota somado a um super preparo físico .
    O negócio pra quem torce contra é esquecer o saibro e esperar pela grama, onde ele tem + chance de “pastar”.

  32. Renan Vinicius

    Disparado o melhor jogo do ano até agora. O nível de tênis que esses dois mostraram foi absurdo, com um detalhe: Nadal não jogou em seu melhor nível, tanto mentalmente, quanto tecnicamente, devido à mudança no saque, enquanto Stef estava em sua melhor forma, passando por cima de todos.
    Conclusão: Acho muito improvável alguém tirar o 21° título do Rei em RG. Thiem ainda volta de contusão, djoko levando pau em atp 250 em casa. Só não concordo com o Dalcim, pois o grego demonstrou que tem jogo, físico e cabeça pra aguentar o Nadal em 5 sets, difícil, mas acho o único com mais chances. O sérvio, se pegar o espanhol, toma outro pneu.

  33. Tiago

    Apesar dos números do Djokovic serem muitos expressivos, inclusive no H2H contra Nadal, esse espanhol demonstra mais uma vez porque é o monstro mais temível do circuito. Não há do que duvidar, ele é o mais completo mesmo sem sombra de duvidas. Nesta mesma semana, vimos um Djokovic arrasado pelo Karatsev, enquanto na final de Barcelona, vimos um Tsitsipas disposto a destronar Nadal a qualquer custo…quase conseguiu, digo que até era merecido ganhar o título por seu assombroso jogo e disposição, mas não foi isso que aconteceu. Foi porque tem um jogador surreal do outro lado da quadra, com uma força física e principalmente mental fora de série. Confesso que nunca fui fã do Nadal, na verdade sempre gostei do Federer e Djokovic, mas o que esse espanhol faz em quadra é coisa de outro planeta.

    1. Jonas

      Discordo, Tiago.

      Nadal, fora do saibro, não é o mais temível. Há discussão se ainda é o Djokovic ou outro talento (Tsitsipas, Medvedev, Rublev…), coisa que veremos durante o ano, mas Nadal manda no saibro, apenas, é o GOAT ali com muita folga, mas tenho minhas dúvidas se ainda consegue ser número 1…

      Não sei se você se referiu à história, se foi isso talvez sim, ele tenha sido o mais “temido”, mas há discussão. A meu ver, faltou ao Nadal ser número 1 do mundo por tanto tempo como fizeram Djoko e Federer.

  34. Ronildo

    PORQUE DJOKOVIC NÃO BERROU:

    Os campeões dos torneios do ano passado precisam defender apenas 50% dos pontos. Como todos sabem, antes da pandemia tinham que defender 100% os pontos. Certamente à partir de 2022 o circuito voltará ao normal
    Deste modo os líderes do ranking ganharam 50% dos pontos conquistados ano passado sem precisarem jogar. Se esta regra tivesse em vigor quando Murray destronou Djokovic no ranking, Murray jamais seria número 1 do mundo!

    Nunca esteve tão difícil conquistar o número 1 da ATP e nunca esteve tão fácil manter o posto de número 1da ATP!

    1. Rafael Azevedo

      Ronildo, acredito que sua lógica está correta, mas só uma correção: não é apenas o campeão que tem 50% dos pontos garantidos, são todos os tenistas que conquistaram algum ponto no torneio. Claro que o maior beneficiado será o campeão, já que terá mais pontos garantidos.
      Mas, pense por outro lado, se o Djokovic está sendo o maior beneficiado com a nova contagem dos pontos, é porque ele venceu mais torneios. O mérito é dele!

      1. Ronildo

        Exatamente Rafael, esse é o ponto: em minha visão Djokovic foi o maior beneficiado porque o valor do que ele luta para manter é muito superior ao de qualquer tenista que venha atrás dele no ranking.

  35. Ernesto Nery

    Dalcim, o Nadal falou Dô Bernardes na premiação? Vc reparou nisso? Eles já tiveram problemas, não?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, TenisBrasil publicou até o vídeo da premiação, onde ele se diz feliz por rever Bernardes depois do susto em Melbourne. E afirmou que ele é uma pessoa muito querida no circuito. Mais uma grande atitude do Rafa, esquecendo do que ouve entre eles no passado.

      1. Thiago Silva

        As encrencas deles eram pelo estouro do tempo do saque do Rafa, agora com o shot clock acabou o motivo das brigas.

  36. Yan Almeida

    Dalcim, será que você poderia me explicar como funciona o sistema de SE? Veja que o Taro Daniel entrou direto na chave de Munique como SE, mas oq significa isso e como funciona? Pelo que entendi, o jogador precisa fazer semi no torneio da semana anterior, certo? Mas como ele entra direto na chave da semana seguinte? Ele precisa estar inscrito no quali desse torneio? Ao entrar nessa vaga, ele tira a vaga de um cara do quali?

    1. José Nilton Dalcim

      o Special Exempt existe para beneficiar o tenista que esteja numa semifinal na semana anterior (geralmente um sábado) e assim não teria condições de jogar o quali no mesmo dia. Mas o SE precisa ser de um torneio de mesmo porte ou do maior para o menor. Ou seja, um ATP 250 não dá SE para um Masters, por exemplo. Não, o tenista não precisa estar inscrito previamente, mas ele na quinta-feira precisa indicar para qual torneio quer concorrer ao SE. E não, o SE não tira lugar do quali. Os torneios que oferecem obrigatoriamente SE (Munique e Estoril eram obrigados devido a Barcelona e Belgrado) têm uma lista de entrada direta menor. Caso não exista SE, entram mais jogadores diretamente e assim se ‘salvam’ do quali. Por isso é que o SE tem que ser pedido na quinta, para não atrapalhar a chave sorteada do quali no dia seguinte. Abs!

  37. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]

    “Não adianta, o único rival decente que Rafa teve no saibro em sua.carreira foi o Nole”.

    Sim, o último PNEU que ele tomou em Roland Garros mostrou essa “decência”

    1. Jonas

      Acredito que o Paulo se referiu ao histórico geral, não a este jogo específico que foi mesmo uma surra.

      Evidente que o Nadal é um monstro no saibro, mas creio que o Djokovic foi mesmo o único rival “decente” para o espanhol neste piso. Hoje não é mais, óbvio, por mais que você negue isso. É claro que, ao menos no saibro, o Djokovic já jogou muito mais tênis.

      Nenhum outro tenista venceu Nadal em duas finais seguidas no saibro (Madrid e Roma 2011). Nenhum outro foi capaz de derrotar o espanhol em Monte Carlo duas vezes, uma delas em 2013, auge do espanhol. Salvo engano, Nadal tb perdeu a final de Roma 2014 para Djokovic e voltou a perder para o sérvio em Roma 2016.

      Considerando que Nadal tem cerca de 90% de aproveitamento neste piso, o retrospecto de Djokovic é bem respeitável.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Ele te deu procuração para falar em nome dele?

        De todo modo, o histórico geral do Djokodal no saibro é uma merda também, só o do Fedal é pior.

        O Djokovic é um freguezaço do Nadal no saibro e pronto.

        Não adianta tergiversar…

        1. Jonas

          Você é dono do blog por acaso? Falou merda vou lhe responder. A pergunta é: quem não é freguês do Nadal no saibro, meu caro? Tenho mais uma: quem é o maior rival do Nadal neste piso?

          E tentar colocar Federer e Djokovic no mesmo patamar em relação a Nadal no saibro só pode ser piada. Se não me engano o suíço tem duas vitórias. A última foi em 2009.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Você é que fala merda. Essa é só mais uma.

            E acho melhor você tomar uma maracugina.

            Já reparei que além de fazer panelinha, você anda dando muito piti…

          2. Jonas

            Aqui podemos debater sobre tênis com outros colegas. Há um moderador, logo os comentários passarão desde que não haja ofensas a outros participantes, como alguns membros já fizeram aqui…então não vejo como “piti”. Você escreveu uma grande bobagem, a meu ver, e eu te respondi, colocando fatos, inclusive. “Piti” eu daria se editasse teu comentário e fizesse um textão a fim de aparecer. Voltando ao assunto tênis, vou colocar da seguinte forma: embora Federer seja freguês do Nadal no saibro, é um dos poucos que já fez alguma coisa contra o espanhol ali, apesar de ter apenas duas vitórias. Só que não dá para colocar no mesmo pacote do Djokovic, que tb é freguês (normal), porém fez mais do que Federer, vencendo em Monte Carlo (2 vezes), Madrid (1 vez) e Roma (2 vezes), fora Roland Garros, onde o sérvio já havia chegado muito perto de vencer em 2013, e conseguiu uma vitória em 2015 por 3 x 0, embora o espanhol estivesse longe de sua melhor forma.

          3. Rodrigo S. Cruz

            Não. Editar o comentário, nada tem nada que ver com dar piti, meu caro.

            Dar piti é responder de forma grosseira como você fez acima.

            Não adianta você querer chamar mesa de cadeira. Mesa continuará sendo mesa.

            Agora, você achar que edito textos para aparecer é um direito seu.

            Coisa que eu estou pouco me lixando, e continuarei editando do mesmo jeitinho.

            Abs.

        2. Paulo F.

          Uma merda?
          Me diga quantos além dele possui retrospecto superior no saibro?
          Dos últimos 30 anos só o próprio Nadal e o Guga.

        3. Paulo F.

          E outra coisa: o Jonas tem toda a liberdade em falar em meu nome quando ele julgar procedente.
          Um abraço.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Pronto!

            Então agora ele tem procuração.

            Essa panelinha de vocês da ala xiita, é a coisa mais patética desse blog.

            Obrigado por provar isso… rs

          1. Paulo F.

            Rodrigo, na boa, vá se enxergar.
            Pois tu vive adulando aquele cidadão portador do Transtorno Dissociativo de Identidade.

          2. Jonas

            Estranho, você respondeu o comentário do Sérgio logo acima, sendo que ele havia respondido o meu comentário antes. Posso chamar isso de panelinha também, rs. É cada uma…kkk. Meu caro, acredito que não existe essa regra aqui na blog, devemos debater sem se ofender, isso é o principal. Abs.

      2. Jose Yoh

        Um pouco de pimenta no assunto. Para os que gostam de números.
        Histórico no saibro:

        – Nadal vs Djoko: 18 a 7 (28% de vitorias do Djoko).

        – Nadal vs Fognini: 6 a 3 (33%)

        – Nadal vs Thiem: 8 a 4 (33%)

        – Nadal vs Gaudio: 3 a 3 (50%)

        Abs

    2. Paulo F.

      Ninguém nunca negou que o Djokovic foi atropelado ano passado em Paris.
      Eu me referi à TOTALIDADE da carreira do maior e melhor tenista de todos os tempos, o suserano e mestre de Roger Federer.
      Então tu poderias me responder quem foi melhor do que o Djokovic para enfrentar o Nadal em toda a sua carreira no saibro?

      1. Sérgio Ribeiro

        Você deve mesmo está caducando rs. Afinal é Nadal ou Novak o melhor de todos , guri ? Você muda toda hora pois nunca teve a coragem de assumir alguém que não vence Novak ( desde 2013 ) e Federer ( desde 2015 ) , fora do SAIBRO. Daí fica de um lado pro outro quando lhe convém. Não enganas a ninguém kkkkkkkkkk. Abs!

        1. Sérgio Ribeiro

          Outra , Novak não pode ver Thiem nem pintado em RG . E muito menos Nadal. O Sérvio possui apenas 15 Títulos no Saibro. Contando DOIS no fortíssimo Belgrado kkkkkkkkkkkkk. Abs!

          1. Paulo F.

            Só que destes 15, “apenas” 11 big titles.
            Sendo 2 Monte Carlo e 5 Roma, onde o freguesão Federer não tem uma mísera conquista!
            Grande “GOAT”….

  38. Nelson

    Um amigo meu torcedor do genial Federer disse em várias ocasiões que o Nadal estava acabado. A primeira vez comentou em 2008. Já se passaram 13 anos e o velho Nadal continua firme em busca de recordes. Se nada de anormal acontecer o tenista espanhol poderá vencer novamente R. Garros.

  39. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,falando dos novos jogadores,ao contrario do Tsitsipas,Rublev,Medvedev que foram evoluindo continuamente ao longo do tempo,percebo que o Zverev parece estar num processo de decadencia…Ele ganhou 2 masters 1000 em 2017,e 1 masters 1000+atp finals em 2018,porem nao ganhou mais titulos relevantes…Ao que se deve essa queda geral do alemão?Será que mentalmente ele caiu quando viu que os outros jovens estavam passando ele?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o jogo dele ficou bem marcado pelas adversários e ele não evoluiu no mesmo padrão, embora ainda seja um top 10 muito respeitável, Lucas. Ele entrou 2021 com um padrão diferente, forçando os dois saques e indo mais à rede. Parecia uma alternativa interessante. Mas não jogou bem depois de Acapulco e ainda não veio ao saibro. Vamos esperar.

    2. Rafael Azevedo

      Vale ressaltar que ano passado tivemos pouquíssimos torneios. Acho que teve uns 3 M1000, apenas. E o Zverev foi finalista de GS.

    3. AKC

      Acho o mental do Zverev um dos mais fracos da nova geração. Caras como Sinner que são mais novos tem um mental melhor….

  40. Sacha Pontes

    Lembra há alguns anos que comentei sobre os jogadores que tem a direita com o braço esticado? Eles cansam menos. E na minha opinião esquerda de uma mão também desgasta menos. Aí falei que o Tsitsipas provavelmente seria o candidato mais forte para o número 1 pelo potencial de constância de resultados. Djokovic é incrível ao meu ver, mas essa turma nova tá muito forte e isso pode atrapalhar os planos dele de ser o maior ganhador de Majors. Eu não entendo porque não tem muito mais jogadores com a direita com o braço esticado.

    1. Miguel BsB

      Porque a grande maioria do circuito usa empunhaduras extremas, de semi western extrema a full western, aí batem com o braço “virado” mesmo…
      Não concordo muito com essa sua lógica, porque, na minha opinião, se tem um forehand que deveria cansar mais o jogador, seria o ganchão do Nadal, mas não é isso que vemos…
      Djokovic tb bate o forehand “virado”, e é talvez, junto com o Nadal, o tenista mais capaz de aguentar fisicamente partidas desgastantes e longas.

    2. Jose Yoh

      Posso estar enganado, mas a parte física de aguentar correr alguns quilômetros batendo com força acho que está bem resolvida pela maioria dos profissionais. Tanto que uma câimbra é raríssima.
      O que realmente desgasta são as partidas seguidas de muitas horas e as dores das lesões decorrentes, que não saram de um dia para o outro. E também a pressão psicológica nos mais novos – nisso o Big 3 leva vantagem. Certamente a pressão não é a mesma.

  41. Sérgio Ribeiro

    E o “ Rei do Saibro “ não admite perder nunca . Ainda mais pra alguém com um grande Arsenal mas com Back Simples tentando invadir sua Praia rs . Roger Federer chegou a ter claras oportunidades ( levou dois MASTERS 1000 com direito a Pneu em Hamburgo) , e só. O Espanhol sempre sabia que tiraria um coelho da cartola e o cara cedo ou tarde perderia o Time de seu golpe. Stef TSITSIPAS chegou a perder hoje e reencontrar seu Back , mostrando que está realmente amadurecendo rapidamente ( não sei se a Gata no seu Box o fez deixar seu Pai de boa rs ) . Depois deste Post excelente do Dalcim não tem muito o que acrescentar e discordar . Mas pra não perder a pose , e sei que Dominic Thiem faz muito esforço pra jogar ou seja, precisa estar 110 % , me atrevo a colocar Stef logo abaixo de Novak para RG . Já Rafa Nadal é de outra galáxia. Abs!

  42. Rafael Azevedo

    Nadal é espetacular! Sua capacidade de realizar reviravoltas e vencer partidas contra adversários que estão em um momento melhor é coisa de cinema. Não entendo como o Periferia considera suas partidas “mequetrefes”. Pra mim, são obras de arte, em todos os sentidos (técnica e emocionalmente).

    E como joga esse grego. Eu sempre fui um crítico dos que o colocavam no mesmo patamar de Thiem, Medvedev e Zverev, devido ao seu currículo bem inferior, mas perece ter finalmente chegado. E aparentemente não vai sair do pelotão da frente.

    Que belos embates o Nadal e o Tsitsipas têm nós proporcionado nós últimos anos. É uma partida melhor do que a outra. Se o espanhol não fosse tão “velho”, acho que estaria se desenhando uma rivalidade espetacular em quadra.

  43. Luis

    Dalcim acha mais difícil jogar em uma quadra de grama ou o saibro? Federer faz falta o melhor da história rs,mas acho poderia voltar só na grama,Nadal e’ um monstro no Saibro

    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se você se refere a tenistas em geral, a jogadores profissionais ou especificamente ao Federer. Para os normais, a grama é obviamente mais difícil. Para os profissionais, os poucos que ainda adotam um tênis muito agressivo certamente preferem a grama, tipo Isner ou Karlovic. Quanto ao Federer, não há qualquer dúvida… rsrs

  44. Aurélio Passos

    Desde 2005… só deixa migalhas para os demais no saibro…
    Tem pessoas que acham isso legak, outras que acham monotonia…

    Já eu sinto estar vendo repetições de Sessão da?Tarde a cada partida do Nadal no saibro, há 16 anos… físico incomparável, cruzadas com spin turbinado, grunhidos altíssimos, mordida no troféu… oponentes nas poucas vezes que quebram primeito tem de ganhar logo de 62 61, senão a quebra é devolvida e já era…oponentes com match points ou set points ou break points que misteriosamente fazem tudo errado na hora H, tremendo ante a lenda viva do saibro. Tudo muito bizarro.

    Obs: o match point na paralela do Nadal que tocou na fita caiu no T, era um drop tranquilo de forehand, ou um indide out de forehand, ou um approach de slice baixinho… (claro, Nadal poderia passá-lo). Mas não: como o pior que acontece às vezes no feminino, o grego bateu uma bola alta sem peso e voltou correndo pra linha de base. Aí Nadal assumiu o controle.do ponto. Ainda assim, o backhand fatídico dava para ao menos clarear a rede.

    Texto do Dalcim bom, mas aquele trecho “esfregar na cara dos céticos” não condiz com o Dalcim… enfim… jogo que segue.

    1. Gildokson

      Você descreveu perfeitamente o exato momento em que o grego perdeu o título.
      Como diria Luxemburgo ” o medo de perder tira a vontade de ganhar”

  45. Luis Felipe F9

    Sabe oq eu acho engraçado, é ver como Nadal é foda no saibro a ponto de só 4 caras terem ganho final pra ele, e o mais engraçado é você vê que os 4 são Federer, Djokovic, Murray e…Zeballos.
    É tipo dar o prêmio de melhor do mundo em um ano pra CR7, no outro pra Messi, no outro pra Lewandoski e no outro pra Caça-Rato, aquele negócio totalmente esquisito que você não entende.
    100 caras melhores que Zeballos no saibro, porém ele ganhou final contra Nadal e o resto não

  46. Cadu

    Se o Nadal tivesse perdido, diriam que ele não é mais o mesmo, que não é mais o rei do saibro, que já tá em decadência, que a renovacao no saibro chegou, que o tsipas é melhor next gen da vida bla bla bla

  47. Wadih

    Ola Dalcim, se o Federer jogar com Medvedev, Tsisipas, Rublev ou Swartzman, vc acredita que o”possa ganhar de algum desses em melhor de 5 sets em RG?

    Outra pergunta, um pouco fora do contexto das finais de hoje. Vi que o Bellucci nao ta conseguindo evoluir. Eu gostava do jogo dele, mas tem perdido direto em primeira rodada de quali de challengers, sem nem ganhar sets. Um cara que foi perto do top 20 e endurecia pra cima dos tops, nao desaprende a jogar ne? Sera que eh so mental isso? O que ele deveria fazer na sua opiniao? Parar? Mudar de tecnico? Voce acredita que vale realmente continuar insistindo? Acredito que hoje ele deva estar pagando pra jogar nao?

    Sei que as perguntas nao tem uma resposta precisa, mas voce tem muita experiencia e costuma ser muito assertivo, por isso sua opiniao sempre eh muito importante pra nos que adoranos tanto o tenis qto seus textos maravilhosos. Grande abraco…

    1. José Nilton Dalcim

      É difícil responder sobre o Federer, ainda mais com preparação mínima que fará no saibro. Mas em dia inspirado ele pode sim competir com Medvedev e talvez até enrolar o Rublev, mas acho mais difícil suportar Tsitsipas ou Schwartzman, nos exemplos que você citou. Se ele tiver uma boa chave, pode ganhar três ou quatro jogos. Quanto ao Bellucci, é difícil uma resposta única. Ele claramente perdeu confiança depois da suspensão por doping, teve poucos momentos realmente animadores. Acho também que seu jogo estacionou, o saque não funciona mais e o backhand erra muito. Também vejo calendário maluco, cada hora jogando num piso, e nunca entendi por que ele não tenta jogar duplas para achar confiança e ritmo. Certamente, está pagando para jogar, mas ele diz que isso não o incomoda. Acho que ele tentará mais este ano, no máximo, e torço para que ache um rumo. Abs!

  48. Jonas

    “Rafa é uma grande fonte de inspiração para mim. Nunca vi alguém lutar tanto em quadra. Ele odeia perder mais do que qualquer outro”, afirmou o número 5 do mundo.

    O grego falou tudo. Não torço pelo Nadal, mas pra mim ele é o jogador mais forte mentalmente da história, superando inclusive o Djokovic. Nunca larga o osso, sempre coloca aquela bolinha a mais, é fantástico…destaco aqui um jogo que me deixou p… da vida, mas mostra exatamente isso. Na final do US Open 2013, terceiro set, o Djokovic estava surrando o Nadal, tinha quebra de vantagem e teve mais três oportunidades de quebra para encaminhar o set (0-40). O Nadal salva os break-points, consegue devolver a quebra e ainda vence o set, incrível.

    No quarto set o Djokovic nem entrou em quadra, foi um passeio. Me lembro que o Paulo Cleto até comentou algo como “o Djokovic mentalmente fritou, não dá mais”. Bem, isso mostra quem é o Nadal, muitas vezes vence jogos, torneios, que em situações normais, perderia.

    1. Marcilio Aguiar

      Concordo plenamente. O Djoko consegue virar jogos incríveis mas o Nadal é o que mais faz em momento absolutamente improváveis e em jogos que esta sendo amplamente dominado. Chega a ser irritante rsrsrs.

    2. FELIPE EDUARDO DE SOUZA ROSA

      Eu estava no Arthur Ashe esse dia, Jonas. Esse lance do 0-40 foi num 4 a 4 do terceiro set, nesse momento não havia quebra de vantagem e o Djoko não estava amassando o Nadal, o jogo estava MTO bom. Nesse game (0-40), o Nadal escorregou feio e perdeu um ponto ganho (0-30), o set parecia perdido mesmo, mas aí ele virou (magicamente), inclusive com o único ACE que fez nessa partida foi nesse 30-40, salvo engano. Nessa hora (ACE), olhei pro meu sócio e falei “Esse jogo acabou aqui!” Dito e feito, após salvar este game, queboru o Djoko e atropelou no quarto set, chegando a abrir 5-0. Absurdo o poder mental.

  49. Paulo Almeida

    Djoko deveria jogar Madrid para ganhar ritmo e, é claro, tentar mais um Big Title.

    Vamos aguardar sua decisão.

  50. Barocos

    Dalcim,

    Parabéns por mais um excelente artigo.

    Este é um ano com um cenário muito mais dramático do que os anteriores, por vários motivos: a nova geração está melhorando a olhos vistos; Djokovic e Nadal estão às portas de superar o recorde mais importante do Federer; para dois dos componentes do Big3, esta talvez seja a última oportunidade de conquistar uma medalha dourada nas Olimpíadas. Três excepcionais jogadores tentando gravar em troféus e na história do esporte suas ambições e grandiosidade.

    Este ano promete, e muito.

    Saúde e paz.

    1. Sandro

      Que importância tem a Olimpíada no tênis? Pra mim, nenhuma! A Olimpíada pode ter relevância até em outros esportes, mas no tênis, ao meu ver, uma medalha olímpica, não quer dizer nada! Prefiro que Nadal e Djokovic se concentrem em ganhar o Masters de Madrid, o Masters de Roma e Roland Garros, a ficar perdendo tempo pensando em Olimpíada! Andy Murray é bicampeão olímpico e isso o torna maior que Nadal, Djokovic ou Federer? Óbvio que não! Marc Rosset da Suíça foi ouro olímpico em simples e isso o torna maior que seus compatriotas suíços Federer e Wawrinka? Pra mim, é lógico que não. O tcheco Miroslav Mecir também ganhou o ouro olímpico, mas isso também não o faz maior que os também tchecos Ivan Lendl e Petr Korda. Ao meu ver, um título agora no Masters de Madrid, no Masters de Roma ou em Roland Garros valem muito mais para Nadal e Djokovic do que a Olimpíada.

      1. Rafael Azevedo

        Acho que o lance das Olimpíadas é o cara conseguir terminar a carreira com pelo menos 1 título lá. O maior vencedor de olimpíadas, no Tênis, realmente não importa.

        Como é um torneio que ocorre de 4 em 4 anos, é muita demanda pra pouquíssima oferta. Fatalmente, conquistar uma olimpíadas quase implica que o seu rival não vai conquistar. Por exemplo, imagino que Tóquio será a última chance de Federer e Djokovic (talvez, o sérvio ainda tenha mais uma chance…talvez), logo um dos 2 terminará a carreira sem esse título. Em resumo, tem aquele status de: “eu consegui e vc não”.

        P.s.: Temos que admitir que o senso de patriotismo têm crescido no Tênis, que é um esporte individual. Atualmente, os tenistas estão mais interessados em conquistar um título para o seu país. Por consequência, o interesse pelas olimpíadas aumentou (não é m consenso geral, mas aumentou).

      2. Miguel BsB

        “A Olimpíada pode ter relevância até em outros esportes”
        Parei por aqui. Sem comentários…
        A internet aceita de tudo mesmo…

      3. Sérgio Ribeiro

        Ainda bem que foi você a postar essa asneira pela milésima vez . Não existe um só Tenista de ponta que não sonhe com o Ouro Olímpico nem que seja em Duplas . Tu já tinhas visto Novak sair de quadra aos prantos após uma derrota como na a Rio 2016 ? O espírito Olímpico não entra na cabeça de pessoas incrivelmente individualistas como tu . Mesmo com todas as dificuldades de Tóquio 2021 , verás as grandes feras de todas as modalidades presentes. E ninguém com o pensamento mesquinho e infantil de ser melhor do que ninguém. Abs!

  51. Rodrigo Keke

    Mestre, Rafa Nadal não vai acabar nunca em uma quadra de saibro, não acha? Ano após ano essa é a mensagem que ele passa para mim… mas quero perguntar mesmo é sobre a WTA. Ash Barty já é a favorita maior para RG a seu ver? Considerando que Halep não está fazendo grande temporada até aqui e a polaca Iga parece estar sofrendo um pouco a “síndrome de Ostapenko” (embora eu ache ela bem mais jogadora que a letã), essa varrida da aussie em Stuttgart virando as partidas que virou em cima de fortes adversárias me soa como uma avant première para o grand slam do saibro. Quem seriam as suas três favoritas para RG?

    Abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Rodrigo, acho que ainda é cedo. Tivemos apenas Stuttgart realmente expressivo. Mas sem dúvida Barty deu um passo à frente das concorrentes, tanto na qualidade como na confiança. Não descartaria a Halep, vejo a Sabalenka evoluindo e acho que a Swiatek ainda tem tempo hábil para reencontrar o caminho. E gostei da Svitolina em Stuttgart, mas ainda temos de ver seus próximas semanas.

    1. Maurício Luís *

      O Lógico costuma aparecer nas derrotas do Nadal em Slam. Ou pode ser que tá com covid…mas espero qure não. Vulcanos devem ser imunes, acho.

    2. Rafael Azevedo

      As vezes, eu suspeito que o Lógico seja um personagem (pra não dizer Fake…mas, já dizendo, rs) de um certo participante do Blog… só suspeito!

        1. Luiz Fabriciano

          Todos, todos, não!
          Não posso gostar de quem investe todo seu tempo em tentar denegrir a imagem de um atleta como Nadal, mesmo tentando levar com humor (ferino), apesar de muitas inverdades.

  52. Fabio Riella Fernandes

    Ontem havia dito que a semi de Belgrado, Djoko x Karatsev foi um jogaço. Pois hoje Nadal x Tsisipas acho que foi até agora a melhor final do ano. Concordas Dalcim?

      1. Sandro

        Sem dúvidas, as melhores partidas de 2021, até o presente momento, foram Djokovic x Karatsev em Belgrado e Nadal x Tsitsipas em Barcelona! E olha que Madrid, Roma e Roland Garros ainda prometem muitas emoções nestas batalhas de Nadal e Djokovic contra os mais novos…

        1. José Nilton Dalcim

          Você não deve ter visto os jogos do Australian Open… rsrs… Kyrgios x Humbert também foi excelente.

          1. Sandro

            Bom dia Mestre Dalcim, é que eu me recuso a assistir partidas inteiras do Kyrgios, porque o ar de deboche, o desrespeito, as palhaçadas e as grosserias dele com os adversários e com a arbitragem, me desestimulam a continuar assistindo partidas dele, pois não me sinto bem com isso, acho o cara mau caráter e acabo trocando o canal ou vendo outra partida.

  53. Roberto Rocha

    Sobrenatural…esse é o termo para o que esse espanhol consegue realizar em uma quadra de saibro…
    Ano passado eu tinha certeza de que perderia para Djokovic na final de Roland Garros. Resultado: 3 x 0 com direito a pneu… hoje eu tinha certeza de que O grego levaria fácil, com um duplo 6 x 2 ou 6 x 3…
    Mas o espanhol corre, luta, não desiste e encontra meios de vencer, mesmo quando o adversário está claramente em momento superior. Daqui pra frente, mesmo que ele não vença mais nada no saibro, ele contará com o meu profundo respeito. É impressionante o que Nadal joga sobre o saibro.
    Quanto ao grego, tem todas as qualidades para se tornar um grande campeão. E está amadurecendo rapidamente. Seu futuro é promissor. Parabéns para ele pela temporada que vem fazendo.

    1. Luiz Fabriciano

      Não sou torcedor do espanhol Nadal, mas, não sou dos que acham que isso tudo que você escreveu aí não seja habilidade.
      O esporte tênis exige tudo isso e não há como ser um grande campeão, sendo diferente.
      Muitos acham que habilidade é só “jogar bonito” e fazer jogadinhas para o público aplaudir.
      Não vi o jogo. E nem precisava para saber que para vencer Nadal em qualquer ambiente, tem que fazer o impensável, especialmente se esse ambiente for o saibro, mais especialmente ainda em Barcelona.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Esse Matteo Berretini é um dos tenistas mais monótonos do circuito.

      Mas é que o sérvio incansável DRENOU todo físico do Karatsev, e isso favoreceu o italiano.

      O tênis do Djokovic é 70% físico, 25% mental e 5 % técnico.

      O problema é que no dia que o físico dele cair, o mental “will quickly follow”.

      Nessa hora, o único caminho será aposentadoria…

      Abs.

  54. Luis

    Oi Dalcim, você comentou da lombar do Nadal, é por isso que o saque esta tão inconstante? Ou você acha que tem mais alguma coisa?

    Obrigado

    1. José Nilton Dalcim

      Eu acredito que ainda seja isso, porque forçou ele mudar pequenos detalhes na execução para evitar a dor.

  55. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

    Melhor jogo do ano Dalcim? Que tensão e que qualidade, como você escreveu 10 e 12 EF num ser daquele é muito pouca coisa.

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, é sempre difícil essa avaliação, principalmente se compararmos com os Grand Slam. Thiem x Kyrgios em Melbourne foi um jogo absolutamente fantástico, por exemplo. Ou a vitória de Tsitsipas sobre Nadal também em Melbourne tenha sido tecnicamente melhor. Mas penso que tenha sido a melhor final, aí sem dúvida.

    2. Sandro

      Concordo que, até agora, este foi sim o melhor jogo de 2021, porém, estamos apenas em Abril ainda, e espero por jogos incríveis em Madrid, Roma e Roland Garros…

  56. Luiz Fernando

    Primeiro o nosso caríssimo Pessanha apadrinhou o Aliassime (aliás eu também punha muita fé nele, hj acho q o Tio Toni terá q fazer milagres c o rapaz) e depois o abandonou, agora o novo ídolo é o Karatsev, que hj perdeu p o italiano sem BH, só falta dizer q vai vencer RG sem perder sets kkk. Vamos ver quanto tempo durará o entusiasmo com o novo “pupilo”. Reitero o pedido feito anteriormente: por favor diga q Nadal não tem chances no saibro francês…

    1. Barocos

      Luiz,

      Meus sinceros parabéns ao torcedor mais consistente do espanhol por estas bandas. Em raríssimas ocasiões o grandioso Rafael Nadal deixou de fazer saber ao adversário que venderia uma eventual derrota caro. Isto ficou mais uma vez evidente neste jogo e, como costuma ocorrer em mais de 83% das vezes, restou ao adversário torcer por mais sorte na próxima vez.

      Saúde e paz.

  57. Lucas Leite

    Dalcim, achei o jogo todo uma experiência excelente pro Tsitsipas. Jogando seu décimo jogo em 13 dias, muitos não teriam força para voltar pro jogo após perder vantagem e perder o primeiro set. Achei impressionante o quanto o grego acreditou no seu tênis, não parou de lutar até o fim e nos proporcionou grandes jogados. Acho que esse espírito de acreditar até o fim, mesmo em uma situação tão desestimulante como estar um ser abaixo contra o Nadal no saibro na final de um torneio em que ele nunca perdeu uma decisão, esse comportamento do grego é um de seus grandes diferenciais. Não acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, ele próprio declarou que foi uma experiência dolorosa, mas que acrescentará muito, Lucas. Também acredito nisso.

  58. Leandro Guimarães

    Boa noite. Dalcim, dos jogadores da nova geração , vc acredita que algum possa ser dominante? E outra: Nadal não está na sua melhor condição técnica; vc vê alguém em condição de batê-lo em melhor de 5 sets ?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, não acredito num dominante, embora seja cedo ainda para isso. Acho que Djokovic, Thiem e até mesmo Tsitsipas possam sim.

  59. Jonas

    Nadal foi absurdo hoje, não está em sua melhor forma e lógico que tá bem longe do auge, rs, mas venceu alguns pontos que mostram porque é o GOAT deste piso. Aquele match point contra q ele venceu no terceiro set foi milagroso, nem dá pra jogar a culpa no grego, que foi ofensivo, fez o que deveria fazer…mas tinha que combinar com o Nadal…

    1. Sandro

      Por enquanto, Nadal é o GOAT do tênis e não só “deste piso”, Djokovic é o que tem condições de chegar mais próximo do atual GOAT Nadal, mas, para isso, precisa tentar vencer pelo menos uma final de Roland Garros contra Nadal e também alcançar Nadal em Grand Slams, até isso acontecer, Nadal é o GOAT do tênis.

      1. Sérgio Ribeiro

        Eu chego a conclusão que somente existe um Goat . Você mesmo a nível de postar asneiras . Existem várias superfícies e Rafa Nadal está bem longe de ser o melhor nas demais . Não tem nem mais idade pra tentar sê-lo . E ele tem a humildade de perceber isso. Terminará sua carreira como o “ Rei do Saibro “ , e o maior competidor deste Esporte . Abs!

  60. Luiz Henrique

    Só não concordo com o post na parte que Tsitsipas não estará no curto rol de favoritos.
    Claro que Nadal, Djokovic e Thiem, caso se recupere, tem que respeitar, mas Tsitsipas tá ali no meio, fez semis em 2020 perdendo em 5 sets para Djoko, em 2019 perdeu em 5 sets para Wawrinka, sendo que entre ele, Wawrinka e Federer, qualquer dos 3 que chegasse a semi seria justo pelo nível de jogo, Federer chegou com méritos, mas não seria surpresa se fosse Tsitsipas.
    Isso sem mencionar essas 2 campanhas iniciais no saibro.
    Rublev e Sinner tem que ficar de olho tb…e até Federer apesar de tudo tem q respeitar

    1. Lucas Leite

      Eu acho que quando Dalcim disse curto rol ele estava pensando em Nadal, Djokovic e Thiem (se melhorar seu nível até o Grand Slam) mesmo. O quarto nome na lista para mim seria o Tsitsipas também. Apesar de o Thiem não estar em bom momento, ele pode crescer em produção até o Slam e aí estaria a frente do grego, por já ter atingido duas finais. Foi isso mesmo, Dalcim?

      1. José Nilton Dalcim

        Apesar de eu gostar demais do Tsitsipas, não dá ainda para colocá-lo no mesmo patamar dos outros três, Lucas.

    2. Barocos

      Luiz,

      Também acho isto que você pontuou. O grego é um jogador muito habilidoso e com aquela aversão a perder que supera a vontade de ganhar, como todo grande campeão tem. Este ano promete.

      Saúde e paz.

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