Os melhores do ano
Por José Nilton Dalcim
18 de abril de 2021 às 21:17

Quem diria, a fase europeia de saibro deu largada com o favoritismo natural dos velhos heróis, mas, ao fim de oito dias de interessantes batalhas e consideráveis surpresas, colocou dois nomes da nova geração no topo do ranking da temporada.

O campeão Stefanos Tsitsipas é agora o tenista mais bem pontuado de 2021, 140 pontos à frente do cada vez mais confiante Andrey Rublev. Deixaram para trás o número 1 do ranking tradicional, Novak Djokovic, que aliás não conseguirá recuperar o posto nem mesmo com o eventual título em Belgrado.

Jogador de muitos recursos, a lista de seis troféus do grego inclui agora o Finals de Londres, na quadra dura coberta, e o Masters de Monte Carlo, no saibro lento e úmido. Seus outros títulos são de nível 250, mas ele já fez outras duas decisões em nível Masters, no saibro rápido de Madri e no sintético mediano do Canadá, sem falar dos vices nos 500 de Barcelona,  Acapulco, Dubai, Pequim e Hamburgo. É um currículo respeitável para seus 22 anos.

É bem verdade que a trajetória da semana no Principado foi menos espetacular do que a de Rublev. AInda assim, teve vitórias impecáveis sobre Aslan Karatsev e Cristian Garin, antes de se favorecer do abandono de Alejandro Davidovich e ver Daniel Evans sem pernas.

Seu ligeiro favoritismo sobre Rublev vinha justamente do esforço muito maior que o russo fez para chegar na final, com  batalhas notáveis em cima de Roberto Bautista e Rafael Nadal antes de dois sets também exigentes frente a Casper Ruud.

Confesso que é um tanto frustrante ver o homem que parou Rafa não levar o título, porque talvez fosse o resultado mais justo. Porém, Rublev não teve jogo de cintura para achar uma forma de segurar Tsitsipas. O grego entrou muito firme e agressivo, dando pouco espaço para o conhecidíssimo adversário – duelam desde os tempos de juvenil – disparar seus poderosos golpes de base. Stef sufocou, variou, se antecipou. E o placar mostra de forma cristalina a diferença entre os dois neste domingo.

Gostei também de ver que os dois confirmaram presença em Barcelona, mostra de que não estão acomodados. E podem se cruzar de novo, mas agora na semi. Em Barcelona, o piso é um pouco mais veloz e exigerá adaptações. O grego pode ter maior dificuldade diante de Denis Shapovalov ou Felix Aliassime e Rublev tem no caminho o mesmo Bautista ou Jannik Sinner.

Se mantiverem o alto padrão de Monte Carlo, Tsitsipas e Rublev terão assim chance de desafiar Nadal na decisão. O espanhol buscará o 12º troféu e a recuperação. Vê no seu setor especialistas como Garin, David Goffin, Diego Schwartzman ou Fabio Fognini, o que tende a exigir o máximo de sua competência.

Djokovic, por sua vez, é o dono da casa em Belgrado e sua missão de manter o amplo favoritismo parece bem menos trabalhosa, ainda que tenha Karatsev numa possível semi e veja Matteo Berretini e o amigo Dusan Lajovic do outro lado da chave.

Por um triz
Surpreendente e animadora campanha das meninas brasileiras na repescagem da antiga Fed Cup, agora chamada de Billie Jean King Cup. Elas tiveram de encarar um piso sintético coberto na Polônia, mas gostaram de ver que a quadra não estava tão veloz assim e com isso tiveram excelentes atuações, principalmente se consideramos que Carol Meligeni e Laura Pigossi estavam jogando no saibro. Cada uma venceu um jogo de simples e a definição foi para as duplas, onde entrou a experiência de Luísa Stefani ao lado de Carol. Venceram com autoridade o primeiro set e lutaram ponto a ponto no terceiro, antes de enfim caírem.

É provável que a presença de Bia Haddad tivesse dado ainda mais volume de jogo ao time brasileiro, que tentava vaga no qualificatório do Grupo Mundial, em fevereiro. Mas a ausência da nossa tenista mais experiente teve seu lado positivo, porque deu espaço para Carol e Pigossi brilharem. Quem acompanhou as partidas pode ver falhas, é claro, mas um incrível espírito de luta e de união. Isso certamente fará muito bem a elas na dura retomada do circuito tradicional, onde ainda tentam furar a faixa de top 200 para aventuras maiores.

P.S.: Peço desculpas pelo atraso na publicação do texto, mas houve instabilidade no servidor até que enfim o texto conseguiu ser publicado.


Comentários
  1. Sérgio Ribeiro

    E não é que num ATP 500 dentro de casa, o Espanhol já passou mais sufoco do que em muito MASTERS 1000 ? . E esses L.Fs, P.Fs , L.Fas , reforçados por MAGISTRAIS comentaristas do face TênisBrasil, insistem em não entender que dependendo da Chave isso já cansou de acontecer na história. Um Bi –campeão do Torneio, Kei Nishikori , desta vez surgiu logo na segunda rodada. Daí afirmar que ATP 250 vale mais que um 1000 é coisa de mane’ de carteirinha rsrsrs. Rafa Nadal está em companhia de Rublev, TSITSIPAS, Aliassime, Schwarzman , SINNER… Se não subir o nível dança. Simples assim , o que não mudaria nada para RG , a meu ver. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. SINNER bate 3 consecutivas em AGUT , em pisos diferentes, mostrando que o TOP 10 não pertence a ninguém rs. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        De tanto evitar texto ” confusos ” você não progride rs . Se agarrou a turma da Kombi por total falta de alternativa. A tua última desculpinha ” Eu trabalho , logo não posso assistir nada ” , ou seja , não acrescentas absolutamente nada neste Fórum a não ser o fato de adorar ser baba ovo. Nisso diversão garantida , és insuperável kkkkkkkkkkkkkkkkklkk . Abs!

    2. Luiz Fernando

      Eu em geral evito seus textos confusos pois em geral são são sem pé ou cabeça, mas esse me deixou feliz demais, pois vc poderia me por ao lado de caras arrogantes e sem noção como o SR (kkkk), o q me deixaria realmente preocupado (kkkkkkk). Com as pessoas citadas me sinto a vontade. Abs. PS (não custa esclarecer q não se trata de nenhum membro do blog kkkkkk): seus textos são diversão garantida pois não deixa de ser engraçado ler o q uma pessoa q se julga melhor do q os demais posta kkkk…

      1. Sérgio Ribeiro

        Deixa de ser repetitivo , mané . Um cara que diz apreciar o Esporte bosta ,digo posta , ” Eu odeio Roger Federer ” , dá pra esperar o que de tu ??????????? Kkkkkkkkkkkkkk. És MAGISTRAL kkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

  2. DANILO AFONSO

    Assistindo um pouco do jogo do NADAL em Barcelona, me fez lembrar a sensação incrível que tive quando o vi pela primeira vez na final deste mesmo torneio em 2012. Na época ele estava voando em quadra e era o primeiro membro do BIG 4 que via ao vivo. Apesar de já adulto, a emoção e empolgação era semelhante a que tinha quando criança assistindo aos super-heróis nos filmes e desenhos. Lembro como seu inconfundível grito ecoava alto no estádio a cada golpe desferido no silêncio entre os pontos. Antes de enraizar a minha torcida no Djokovic em 2010, eu já admirava muito a garra do espanhol na segunda metade da década retrasada.

    Duas das fotos que tirei na época:

    https://www.facebook.com/photo?fbid=471964362832240&set=a.471962959499047
    https://www.facebook.com/photo?fbid=471963766165633&set=a.471962959499047

  3. Oswaldo E. Aranha

    e esse negócio de alô boy e alô girl só pode ser conversa de telefone; assim disse o poeta da Vila, Noel Rosa, em uma de suas músicas. Vamos então louvar uma música autenticamente brasileira, o choro, em seu dia nacional, 23 de abril, em homenagem ao aniversário de Pixinguinha. No blog é diferente, o choro é todos os dias, patrocinado pelos torcedores que não aceitam que seu tenista idolatrado não tem mais o melhor desempenho e ficam, às avessas, tentando deslustrar outros tenistas.

  4. Ronildo

    Nadal teve uma sorte danada no sorteio da chave de Barcelona. Todos os tenistas que poderiam vencer ele ficaram na parte de baixo da tabela. Com sorte (para Nadal), farão uma semifinal de suar sangue e o sobrevivente chegará já abatido para a final.

  5. Luiz Fernando

    Quem trabalha não tem como assistir partidas ao vivo, mas quando vi o set1 60 imaginei: grande atuação de Rafa, tudo voltou ao normal. Quando vi o segundo, observando cerca de 14 ou 15 oportunidades de quebra (no total dos 2 sets, claro ) pensei: que desastre deve estar sendo isso. Aí aparentemente as coisas melhoraram no derradeiro set e ele vaneceu, mas pelo visto e pelo q li na matéria do site Rafa está a léguas de sue melhor nível. Mas como a prioridade é RG (kkkk, aqui é diversão garantida mesmo, vou imitar alguns membros do segmento xiita com essa balela da prioridade, que nada mais significa do que a impossibilidade de vencer grandes eventos a curto prazo) , o cara tem tempo…

    1. Sérgio Ribeiro

      Na hora de tirar um dez .,. A prioridade foi determinada tanto por Federer quanto por Nadal. Os SLAM e as Olimpíadas, mane’ . Daí até o próprio Espanhol pular MATERS 1000 . E essa tua babaquice de xiita , já deu guri. Cresça e apareça kkkkkkkkkkkkkk . Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Correção: MASTERS 1000 , que aliás Novak também pulou caríssimo diversão garantida kkkkkkkkkkkkk. Sabes nada . Abs!

  6. EDVAL CARDOSO

    Não sei porquê diabos uma emissora compra os direitos de tudo quanto é torneio de tênis se não vai passar?

  7. Periferia

    Mephisto….1981…István Szabó.

    Começo dos anos 30 na Alemanha…ambicioso ator que não se interessa por politica…nem pelas transformações que o país passa.
    Com a chegada do nazismo encontra uma oportunidade de ascensão…interpretando peças de propaganda nazista e outras autorizadas pelo governo ( Fausto de Goethe).
    Logo…se torna o ator mais popular do país.
    Filme baseado em Doutor Fausto de Klaus Mann (filho de Thomas Mann).
    O personagem principal foi inspirado em Gustaf Gründgens (cunhado de Klaus Mann)…um dos atores mais famoso do século 20 na Alemanha…sendo símbolo cultural do regime nazista.
    Com grande atuação de Klaus Maria Brandauer (Entre Dois Amores) o filme venceu o Oscar de filme estrangeiro e roteiro em Cannes.
    Participou da Mostra de Cinema de São Paulo em sua 5° edição.

  8. Marcelo Costa

    Ao invés das discussões sobre: auge, entressafra, campeão moral, pai do servio, tio do espanhol, esposa do suíço entre tantas sandices, porque não se debate estratégias de jogo, empunhaduras top spin, slice, backhand uma mão vs duas, ou seja, debater sobre o esporte e suas incríveis variáveis.
    Eu prefiro ler aqui comentários políticos a discutir se houve um campeão moral, que perdeu pra alguém quê tá no auge, que respondeu que não busca recordes. Sonhar é de graça

    1. Renato Veneziano Toniol

      Marcelo Costa, concordo plenamente contigo.
      As ideias de debates que você pontuou são pertinentes, e pode-se incluir também diferentes tipos de raquetes, customização delas entre outros assuntos que iriam gerar um ambiente agradável e também aprofundar o conhecimento de cada um de nós, ao invés dessas discussões que só geram discórdia.
      Quanto a debater política, que você citou, ai já não concordo rs. Política e religião não se discute kkkkk.

    2. DANILO AFONSO

      Marcelo, eu gostaria de debater esses aspectos técnicos e táticos de jogo, pois treino duas vezes na semana e jogo também no clube, mas acho que aqui temos poucos praticantes regulares do esporte e/ou quem joga não gosta de falar sobre isso. Esse tipo de postagem não rende muito, inclusive nos texto que o Dalcim aborda sobre esses detalhes técnicos não temos tantos comentários.

      Meses atrás falei sobre o saque “kick” e dificuldade dos “domingueiros” de executarem o golpe. Na oportunidade soubemos que o nobre MIGUEL era especialista neste fundamento. Mas realmente dificilmente abordamos esse tipo de assunto. A audiência aqui concentra muito nos assuntos que envolvam o “BIG 3”, tema que confesso que gosto muito…kkkkk

    3. Marcelo F

      Marcelo Costa, o motivo para não haver esse debate é que, eu creio, mais da metade dos que comentam aqui não joga regularmente. Outros jogam pouco. E muitos nunca jogaram. Alguns não praticantes são bem óbvios. Todo mundo tem o direito de gostar de tênis e comentar a respeito, mas se soubéssemos quem joga (não importa o nível) com certeza muitos comentários deveriam ser bastante relativizados, embora respeitados. E também tenho certeza que há muitos que jogam, entendem e assistem, mas são somente leitores.

      1. Marcelo Costa

        Compreendo sobre a prática ou não do esporte, mas ficar dias discutindo algo tão subjetivo é no mínimo desonesto. Eu não me importo quando minimizam um tenista que lhes desagrada, mas chamar saibro de barro, acho uma afronta imperdoável.

  9. Luiz Fernando

    Rafa está uma incógnita nesse momento, com serviço pífio e nivel de jogo medíocre. Resumo: não se pode esquecer q é o maior saibrista das galáxias, mas no momento não faz jus a essa fama e tudo pode acontecer nas suas partidas!

    1. José Eduardo Pessanha

      Nadal está sentindo no corpo o esforço de jogar dias seguidos em Masters. Se fosse ele, eu pularia Madrid e jogaria somente Roma, antes de Roland Garros.
      Abs

  10. Rodrigo S. Cruz

    Piada da década dos nolistas, ainda que apareçam isentões para lhes dar aquela “força” (rs) :

    ” o Djokovic não está no auge”.

    kkkkkkkkkk

    Afffe… Só rindo mesmo dessas Marias Deslumbradas!

    O cara que já se provou com físico superior ao de qualquer cara mais jovem.

    E que acabou de ser campeão de Grand Slam e recordistas de semanas!

    Só que ele não vive o auge, “magina”… rs

    Acho que quem deve viver o auge sou eu mesmo, ou então o meu avô.

    kkkkkkkkkkkk

    Sei lá, mano.

    Esses caras devem achar que o sérvio sem-graça is a demigod, or something…

    1. Jonas

      Cara, você viajou nessa análise de auge. Auge do Djokovic já passou tem tempos. Óbvio que ele continua jogando demais, o Nadal tb.

      Acredito que vc não acompanha os jogos o sérvio, pois existe uma diferença grande entre oq ele apresentou entre 2011-2016 e o que apresenta hoje. Isso é muito claro.

      1. Jonas

        Isso é o mesmo q eu afirmar para um fã do Nadal, que o espanhol está no auge. Se eu fizer isso, vão rir da minha cara com certeza.

      2. Gildokson

        Sinceramente Jonas, não vejo essa diferença toda entre Nole 11 a 16 para o Nole de agora, pode ser que não seja o auge, mas do jeito que vocês falam parece que ele ta jogando bem menos, o que não é verdade. Se a temporada passada fosse normal ele era o principal candidato a tudo fora RG.

        1. Jonas

          Djokovic hoje em dia oscila bem mais Gildokson. Eventualmente ele faz umas partidas fantásticas como a final do Australian Open, em nível assombroso. Porém, auge técnico dele já passou, ele era muito mais constante, entrava pra ganhar todos os torneios. Isso já passou, normal, nenhum dos 3 está mais no auge, ainda que joguem em alto nível.

      3. Sérgio Ribeiro

        Não tem um simples comentário de vocês da Kombi , que não digam Nadal também… . Coisa nenhuma Jonas , a necessidade de arrumar simpatizantes pro Sérvio beira o ridículo. O Espanhol não vence o Sérvio desde 2013 fora do Saibro , e vocês vem com esse papinho furado . Nem na Terra batida Rafa Nadal ainda mostrou ao que veio em 2021 . Caras tipo L .Fs da vida já moram dentro da Turbinada rsrsrs. Abs!

      1. Jonas

        Felizmente ele não tem como apagar o comentário, Thiago. Eu tive mesmo que ler um sujeito afirmando que Djokovic tá jogando o melhor tênis de sua vida. Se eu afirmar que o Federer tava no auge em 2015, 2017 e 2018 (quando foi n1 inclusive), esse cara aí vai surtar comigo, dizendo que o suíço já estava decadente, aposentado etc. Mas nós somos os fanáticos, no mundo dele.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Nunca vejo coerência nenhuma da ala “encostótica” também.

            Salvo honrosas exceções, são uns sofistas de primeira.

    2. Enoque

      Quem acompanha o ténis deste Jimmy Connors e Bjon Borg, constata que o auge dos grandes, foi na faixa dos 21 a 26 anos. Aqueles que permaneceram no topo acima desta idade, foi por falta de renovação, momentânea. O Federer teve seu auge entre 2004 e 2007. O Nadal em 2008 e Djoko em 2011. Depois disso, só permanecem por falta de renovação, à altura.

    3. DANILO AFONSO

      RODRIGO, acho que você está esquecendo do significado da palavra “AUGE”.

      Auge = Ponto mais alto; pico, cume. No grau mais elevado; ápice.

      Você não pode confundir alto nível com auge. Djokovic está jogando em alto nível ? Sim, há anos. Porém não podemos dizer que atualmente ou nas duas últimas temporadas ele alcançou seu auge.

      Há quase um consenso que o auge ocorreu na temporada 2011 ou 2015. A primeira quando bateu uma das melhores versões do Nadal em seis finais, inclusive no saibro, e Federer (4-1) ainda jovem (29/30 anos). A segunda quando em alto nível técnico fez a melhor temporada na ATP após 1969, quebrando o recorde de pontuação do ranking.

      Na sua argumentação você afirma primeiramente:

      “O cara que já se provou com físico superior ao de qualquer cara mais jovem.

      Sim, o físico do sérvio ainda é superior a maioria dos tenistas. Entretanto, o apogeu do seu condicionamento físico não é agora aos quase 34 anos. Não consigo imaginar o sérvio emendando novamente 88 jogos em uma temporada, faturando Masters e Slam em sequencia em vários pisos, e nem repetindo e suportando a intensidade da batalha insana de quase 6 horas que travou contra a versão jovem (25 anos) do Nadal no AO 2012.

      Você também argumenta que:

      “E que acabou de ser campeão de Grand Slam e recordista de semanas! “

      O fato de ganhar o último Slam e alcançar o recorde de semanas não nos faz concluir que o auge do sérvio ocorre nesta temporada. Seguindo essa sua lógica, poderíamos afirma equivocadamente, também, que o auge do Federer se deu no início da temporada 2018, quando então ampliou o recorde de semanas como n. 1 e era o atual campeão do último Slam disputado (Austrália Open). Percebe como não tem lógica o seu raciocínio?

      O recorde de semanas do sérvio foi conquistado nesta temporada, contudo o feito foi construído aos poucos durante várias passagens intercaladas, principalmente quando estava no auge anos atrás.

      Diríamos que a visibilidade e status do tenista Djokovic está no auge em razão dos recordes recentes, grandes rivalidades e carreira consolidada nos seus quase 18 anos de temporada como profissional, o que é bem diferente de afirmar erroneamente que ele atualmente está no auge da sua competitividade como jogador (tecnicamente e fisicamente).

      Saudações Tenísticas !!!

      1. Jonas

        Muita boa sua argumentação, sem ironias e direto ao ponto. Difícil discordar, até pq você apontou FATOS e contra fatos não há argumentos. Mas ainda assim acredito que o sujeito vai seguir com o brilhante pensamento, muito bem fundamentado aliás, resumido em “Não, não, não…o sérvio é n1, então ele tá no auge pq eu quero!”

        1. Gildokson

          Pegando carona nessa discussão e concordando um pouco com ambos, Rodrigo e Jonas, é bom deixar claro que Djokovic não está no auge, porém ainda próximo dele, e o suficiente para ainda ser o melhor tenista em atividade, e ja que estamos falando disso… bom que agora vocês sabem que Djokovic teve brilhantes vitórias contra o suíço num período onde ele estava no auge e o suíço não teve tantas oportunidades de fazer o mesmo quando esteve no seu. Foi o confronto de um jovem na ascendente contra um quase coroa na descendente. Tenho dito!!!
          kkkkkkkkkkk

          1. Jonas

            kkkkkk

            Ainda não cheguei ao ponto de dizer que Novak está velho rsrs, acho q ele ainda tem muita lenha para queimar. Agora, concordo que de vez em quando ele faz umas partidas que lembram muito o auge mesmo. Talvez esta seja a principal diferença, aquela consistência de antigamente não existe mais.

        2. Sérgio Ribeiro

          E quando e’ tu que apontas Fatos , caríssimo desmemoriado Jonas ? rs . Sabes quantas vezes já dissestes que o Sérvio já batia sem do’ no Suíço com este aos 29 ? . Que idade Federer tinha quando retomou o N 1 de Novak ao batê-lo na Semi e Murray na FINAL de Wimbledon 2012 ? E em seguida fez a FINAL Olímpica com Murray que tinha eliminado Novak ?. E’ óbvio que sempre existe argumentos com Fatos forjados . A única coisa de tanta besteira que não é forjada , e’ o FATO do Sérvio ter disparado o melhor físico da história da Era profissional. Só que foi absurdamente imaturo entre 2008 e 2011 quando seu contemporâneo Nadal jogou muito mais que ele . Contra Fatos VERDADEIROS não há argumentos rs . Abs!

          1. Jonas

            “Sabes quantas vezes já dissestes que o Sérvio já batia sem do’ no Suíço com este aos 29 ”

            Quantas vezes eu disse não faço ideia, Sérgio, rs. Mas é fato, tirando o “bater sem dó” que é coisa de torcedor, zoeira, aos 29 Federer perdeu mesmo para Djoko no Australian Open, Dubai, IW e perdeu no US Open tb. Só não lembro se ele já tinha feito 30 anos. É fato ou não é?

            “Que idade Federer tinha quando retomou o N 1 de Novak ao batê-lo na Semi e Murray na FINAL de Wimbledon 2012 ”

            Acredito que tinha 30 anos, pois fez 31 em agosto de 2012. Jogava muito tênis ainda, o que, na minha opinião, mostra o quanto a concorrência de Djoko já era forte na época. Além disso, havia os “fracos” Nadal e Murray, não é mesmo? Este último foi campeão olímpico em cima de Federer e no mesmo ano campeão do Us Open em cima do Djoko.

            “Só que foi absurdamente imaturo entre 2008 e 2011 quando seu contemporâneo Nadal jogou muito mais que ele ”

            Concordo plenamente, até 2010 o espanhol era muito mais jogador q o sérvio, fato! Mas, até onde queres chegar com isso? rsrs. Eu falei algo contra isso? Creio q não, abs.

    4. Luiz Fernando

      Rodrigo, numa boa, não vejo nenhum dos componentes do Big 3 no auge na atualidade, estão todos na descendente, claro q uns mais outros menos…

    1. Miguel BsB

      Luiz, já vimos esse filme antes. Nadal patinando nos torneios anteriores a RG, chega na França e…mais um título de Grand Slam. Rs

  11. Luis

    É aquilo que eu disse na pasta anterior. Um jogador com mais recursos como o Moutet não se deixa enrolar e desmonta um jogador como o Evans kkkkkk. Mas quando um jogador só sabe trocar bola de fundo, aí cai na rede desse tipo de jogador mesmo kkkkkk. Não adianta: certos jogadores podem ganhar um montão, nunca serão! Kkkk

  12. Luiz Fernando

    Que atuação vergonhosa do Nadal nesse primeiro set, algo de muito errado está acontecendo c ele, parece estar c a confiança lá embaixo, movimentação péssima, parece o Jogador de 2015…

  13. Rafael Azevedo

    O poder do jornalismo:

    Nadal destaca obsessão de Djokovic por recordes, e sérvio explica: “É paixão” (chamada do Globo Esporte)

    Rafael Nadal accuses Novak Djokovic of being ‘obsessed by the race for grand slam titles’ (chamada do The Telegraph)

    1. Luis

      Caro Rafael, realmente não dá pra levar a mídia britânica a sério. Uma palavra para defini-la: nojenta.
      Foi este mesmo jornal que disse que Wimbledon deveria ser em três sets somente para preservar a carreira do Federer.

      1. Rafael Azevedo

        Caro, Luis.
        Eu não acompanho muito esse jornal britânico e nem mesmo o Globo Esporte para notícias relacionadas ao tênis. Eu normalmente fico por aqui mesmo, no Tênis Brasil.
        Mas, meu intuito era destacar que a forma como um evento é noticiado influencia nossas percepções da realidade. E nos dias atuais, onde o mundo está polarizado, isso tem se tornado comum e sério. O jornalismo detém um poder absurdo nas mãos de influenciar toda uma população de espectadores.
        O que de fato o Nadal quis dizer e como de fato o Djokovic entendeu a declaração do espanhol? Não sabemos, mas a depender do jornal que acompanhamos, teremos uma percepção boa ou ruim sobre esses tenistas.

        1. Sérgio Ribeiro

          Discordo em gênero , número e grau , caro Rafael . O jornalismo está longe de influenciar tanto como as fake news e os fajutos grupinhos de Whats App. Lembremos que Globolixo foi uma invenção do PT , e repetida anos depois na maior cara de pau pelos débeis bolsonaristas. Quem assistiu a cobertura da Pandemia do seu início até os dias de hoje , observa que o JN manteve uma postura de total isenção. O mesmo serve em relação a mais que batida declaração de Novak quanto aos recordes em vários veículos. O Sérvio sempre colocou-os sempre acima de qualquer outra coisa no Esporte. A idade o fez perceber que se tanto ele quanto o Espanhol , não seguissem a cartilha do Suíço utilizada a partir dos 30 ( no máximo 18 a 19 Torneios / ano ) , não chegaria nem perto de seus objetivos . Nadal somente repetiu as afirmações de Novak. Se algum dos dois deixar de saber conviver com as derrotas mais frequentes que por ventura virão, aí saberemos quem terá mesmo mais apetite. Até porque a nível de físico , Novak Djokovic é inigualável a meu ver , em toda a Era Profissional. Abs!

  14. Sandra

    Dalcim , vc não acha que a pandemia afeta alguns jogadores emocionalmente mais que outros ? Thiem , Fogni , Paire , eles parecem bem mais afetados que o big 3

    1. José Nilton Dalcim

      Sinceramente, não acho que eles estejam afetados pela pandemia, Sandra. Talvez o Paire, que gosta de festas.

      1. Sandra

        Não pelas festas em si , mas pelo medo de pegar Covid , pela situação mundial toda , eu vou a rua mas tenho receio, não sei você !

        1. José Nilton Dalcim

          Entendo o que você quer dizer e, sim, sinto o mesmo. Mas não acho que seja esse o caso desses jogadores.

          1. José Nilton Dalcim

            Que boa notícia, Sandra! Eu já tomei as duas doses, felizmente. E aguardando para tomar a da gripe tradicional.

  15. Ronildo

    A vitória do Djokovic está pagando 1 centavo por dólar apostado. Já a vitória do coreano está pagando 21 dólares por dólar apostado. Que vontade de pegar os duzentos dólares de bônus do site e apostar no coreano, afinal ele já venceu tenista gabaritado como Lajovic. Seria 4 mil e 200 dólares de ganho caso o coreano vencesse.

  16. Sérgio Ribeiro

    Repetindo , o atual Top 20 ( Campeão juvenil de RG 2013 ) , já possui 5 ATPs nesta superfície. Pesquises pra cima de quais oponentes, para entender que esse especialista na superfície , poderia sim bater um Roger retornando sem ser grande surpresa. Assim como outros que estarão presentes em Genebra . Afirmar que não, e’ comprovar que acompanhas outro esporte , meu caro. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Correção: Depois de MC , Top 22 . Não eu imaginava que JANNIK SINNER já apareceria como TOP 19 nesta segunda a frente de STANIMAL e Aliassime. Abs!

    2. Luiz Fernando

      Nossa um jogador pode ganhar do outro? Não sabia! Que comentário abalizado hein, até o Bello pode ganhar jogos, mas o q realmente interessa é a probabilidade disso acontecer no contexto aventado. Digamos q deve ser bem baixa, ou será q é elevada? Vc sabe disso, mas como sua especialidade é incomodar os outros posta estas obviedades…

      E por favor responda quantas partidas o Federer vencerá em Genebra e RG, faltou esta resposta abaixo. Discrimine com sua bola de cristal infalível (kkkk) as 6 partidas q ele fará em ambos os eventos. Quando se posta bobagem o melhor é ficar quieto não é?

      1. Sérgio Ribeiro

        Um jogador pode mesmo ganhar do outro , mané ?kkkkkkkk . És um fraquíssimo comentarista pois além de não acompanhares nada ,não sabes nem quem é Cristian Garin. Federer pode perder em Genebra e não fazer os 4 jogos ,guri. Depois acredito que faça aos menos 4 em RG. E’ tão confuso assim caríssimo diversão garantida ???? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkko. Abs!

  17. Rodrigo S. Cruz

    Santo Deus!… Só agora é que eu fui ver isso.

    kkkkkkkkk

    Que nível ORDINÁRIO que ficou esse ATPzinho da Sérvia, hein?

    Tirando a sensação Karatsev, e o próprio Djokovic, acho que não sobra ninguém!

    Vejam como ficou essa porcaria, na segunda rodada:

    Kwon
    Riderknech (who?)
    Kecnamovic
    Bedene
    Popyrin
    Mager (who?)
    Millman
    Daniel
    Delbonis
    Lajovic
    Krajonovic
    Milojevic (who?)
    Cecchinato
    Berretini

    Meu Deus… isso é a própria visão do inferno (rs)

    Colherei ASSINATURAS para rebaixar isso pro nível Challenger, imediatamente!

  18. Maurício Luís *

    Esse papo furado -fazendo niver- de que o Federer foi vencedor “Moral e Cívico” de Wimbledon, jnformo a quem tem menos de 50 anos que nem é novidade. O técnico do Brasil Claudio Coutinho foi quem deixou a expressão ” campeão moral” célebre na Copa do Mundo de 1978 na Argentina.
    Desconheço alguém que tenha taça de campeão moral. Ou é campeão, ou não é.

    1. Sérgio Ribeiro

      Lês também poucos comentários , caro Maurício . Esta estória foi contada inteira há dois Posts. Somente esqueci de lembrar que esta Seleção INVICTA , bateu na disputa do terceiro a Seleção Italiana de Paolo Rossi e CIA . Com um gol espírita rs de Nelinho pra cima de Zoff . Na Copa seguinte sabemos o que a mesma aprontou pra cima do Timaço de 82 rs. Abs!

    2. Paulo Almeida

      Naquele caso, a Argentina foi beneficiada por ter jogado já sabendo o resultado do Brasil e, apesar de nunca provado, a seleção peruana parece ter entregado a partida. No entanto, a seleção canarinho não fez seu papel de vencer os hermanos também.

      Bom, se alguns já ridicularizam aquela declaração do Coutinho, imagine quando o atleta perde na bola, sem qualquer tipo de benefício escuso. Os poucos fanáticos que pensam assim vão seguir passando muita vergonha.

  19. Paulo Almeida

    O fato é que essa pequena troca de farpas entre Nadal e Djokovic foi totalmente desnecessária, mas o sérvio se saiu muito bem na contrarresposta.

    Quanto ao ATP de Belgrado, este servirá principalmente como uma forma de valorização da terra natal do maior e melhor tenista de todos os tempos.

  20. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]

    “Não ignorei auge em momento algum. Aliás, o auge dos três já passou. O problema é usar isso como desculpa, algo que não vejo as torcidas de Djokovic e Nadal fazer. ”

    Ignorou sim.

    Porque o auge dele não PASSOU COISÍSSIMA nenhuma!

    Coisa que você sabe muito bem, mas você nega, e de forma descarada…

      1. Rodrigo S. Cruz

        Devolvo-te a afirmação:

        Você e boa parte da “Kombi” não acompanham esse esporte.

        Você acompanham o Djokovic.

        Porque isso que vossas análises são tão míopes…

        1. Jonas

          Meu caro, definitivamente vc não assiste a nenhum jogo do Djokovic.

          Neste caso é fanatismo mesmo. Nem com o Danilo desenhando pra vc logo abaixo…mas não me surpreende, assim como o mimimi eterno da final de WB 19. Abs.

    1. DANILO AFONSO

      Rodrigo, o auge do Djokovic não passou ??

      Faz muito tempo que auge dele ficou para trás.
      Falo isso tanto no seu nível de jogo quanto de resultados.
      No segundo semestre de 2015 ele alcançou um equilíbrio altíssimo no aspecto físico e técnico. Aos 28 anos tinha uma intensidade e explosão fisica próxima das temporadas 2011/2012, e tecnicamente atingiu o ápice no período reportado acima, pois tinha um jogo de rede muito mais consistente e executa melhor as transições, influênciado, é claro, pelo técnico Boris Becker.

      Hoje é menos raro vermos Djokovic oscilando fisicamente. Ele ainda se encontra acima da média neste aspecto, mas distante do seu auge.

      Atualmente acredito que ele atenuou as “baixas” com um saque mais consistente e um jogo mais cerebral.

      Em termos de RESULTADO é nítido que o dominou não é mais mesmo. Djokovic quando esteve no auge ou próximo disso:

      – dominava os dois Masters americanos (Indian Wells e Miami) após conquistar o AO. Fechou a trinta por 3 vezes seguidas (2014 a 2016);
      – reinou absoluto no Finals no intervalo de 2012 a 2015. Já são 5 anos sem faturar o torneio;
      – e teve excelentes resultados nos dois últimos Masters da temporada (Shangai e Paris) . Faturou entre 2012 e 2015, 6 dos 8 Masters disputados.

      Enfim, Rodrigo, é inegável que o atual tênis praticado pelo sérvio está longe do nível alcançado em outras temporadas.

      1. Jonas

        Danilo, a afirmação desse cara é uma das maiores bizarrices que já vi por aqui. Entendo que ele não goste do Djokovic, então nem deve assistir aos jogos do sérvio. Sem ir muito longe, Djokovic no auge JAMAIS perderia para o Medvedev em sets diretos e em uma quadra rápida. Isto não significa que o sérvio está velho, pelo contrário, ele aparenta ter muita lenha pra queimar por alguns anos ainda.

        1. Jonas

          Um fã de carteirinha do Federer afirma que Djokovic está no auge, aos 33 anos (34 em poucos dias). Este mesmo fã usa desculpinha esfarrapada de idade (há anos) em relação a Federer, pois coloca todo tipo de derrota do suíço na conta de idade e mononucleose, mesmo com fatos esfregando na cara dele que o suíço já era dominado pelo sérvio aos 29 anos. Realmente, é totalmente imparcial esse rapaz que usa outro argumento (tb 100% imparcial) sobre um tal de “vencedor moral”.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Que isso, Danilo…

        Acho que a maioria dos nolistas estão completamente loucos pelo fanatismo!

        Dizer que um cara que é número 1 do mundo, campeão na Austrália, com uma sequência de vitórias quase “imparável”, e que acabou de quebrar o recorde do Federer, não está no auge?

        Vindo do Jonas, eu acho normal. Pois ele sempre foi conhecido pela desonestidade intelectual.

        Mas até tu, Brutus?

        1. Jonas

          “Dizer que um cara que é número 1 do mundo, campeão na Austrália, com uma sequência de vitórias quase “imparável”, e que acabou de quebrar o recorde do Federer, não está no auge?”

          Essa lógica sua é brilhante. Posso afirmar então que Nadal estava no auge em 2019, já que terminou o ano como número 1 do mundo. Vou além, Federer foi número 1 em fevereiro de 2018, então tb estava no auge né gênio?

          “sequência de vitórias quase imparável”

          Acabou de provar que não acompanha mesmo os jogos do sérvio. Quem tinha um sequência de vitórias quase imparável era Medvedev, não Djokovic. O Russo era o tenista do ano até ser superado por Djokovic no Australian Open.

          Na boa, poderia admitir que se equivocou nessa, porque a cada vez que tenta “melhorar” só se enrola ainda mais.

          Já sabemos que você não gosta do Djokovic, então é pedir muito que você assista a algum jogo do sérvio. Essa de dizer que Djoko está no auge, ou seja, jogando ainda mais que em 2011, por exemplo, foi de doer em qualquer um que acompanhe o sérvio. Aposto que vai copiar essa resposta, editar e fazer um textão em cima. Sim ou claro? Abs.

  21. Luiz Fernando

    Saindo um pouco do tenis, não gostei dessa ideia da Super Liga com 12 dos grandes clubes europeus. Aparentemente os 6 times ingleses já estão pulando fora, o q, se confirmado, fatalmente implodirá esse projeto estranho e sem nexo, de uma competição paralela aos principais torneios do continente, sem respaldo da UEFA e da FIFA. Florentino Perez, presida do meu segundo time de coração por sinal, deve estar precisando de um psiquiatra, sua mania de grandeza parece ter excedido todos os limites. O que vc achou disso Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Caíram fora porque a pressão popular foi gigantesca… ah se tivéssemos isso aqui no Brasil, tanto no esporte como na cultura e na política! Achei um tanto fora de propósito, Luiz. Momento errado para uma tentativa de mudanças.

  22. Débora Motta

    Boa noite, Dalcim!
    Gostaria de fazer um off topic para pedir a ajuda dos colegas leitores do seu blog!
    .
    Oi amigos, sou Débora e venho em primeiro lugar agradecer toda a ajuda que tenho recebido desde que pedi ajuda através dos amigos!

    Minha mãe está precisando fazer hemodiálise e as sessões custam em torno de mil reais, ela faz duas vezes por semana!

    Graças a ajuda de amigos conseguimos já que ela possa fazer pelo SUS, que começará dentro de alguns dias.

    Até lá, o tratamento particular precisa ser pago e nos falta R$4.580,00 que precisamos arrecadar com urgência até o dia 25 de abril!

    Estou abrindo meu coração e pedindo a quem ler essa mensagem que, se possível, ajude com qualquer valor! Estamos aflitos! Tem os medicamentos que são caríssimos e os demais médicos que a estão acompanhando!

    Peço também orações! Ainda há o momento pandêmico que tem dificultado tudo, sou professora universitária e estou desempregada no momento!

    Peço aos amigos que se puderem podem ajudar via
    Pix: 944.400.425-20
    Conta bancária
    Bradesco
    Ag:3673
    Conta:54204-4
    CPF:944.400.425-20
    Débora Maria Motta
    Gratidão a todos
    Deby
    WhatsApp:(71)992520275

    Clique para falar comigo: https://api.whatsapp.com/send?phone=5571992520275

    Por favor, compartilhem com seus amigos também!?

    1. Rafael Azevedo

      Cara, Débora.
      Vai dar tudo certo. Vcs vão passar por essa aí.
      Vou ver o que eu posso fazer por aqui para tentar te ajudar.

  23. Aurélio Passos

    “Se mantiverem o alto padrão de Monte Carlo, Tsitsipas e Rublev terão assim chance de desafiar Nadal na decisão.”
    ?????? Isso quer dizer que Nadal já está na decisão, mesmo sem ainda ter jogado nenhuma partida no torneio?

    “Confesso que é um tanto frustrante ver o homem que parou Rafa não levar o título, porque talvez fosse o resultado mais justo. ”
    Isso quer dizer que o vencedor justo para o Australian Open seria o Tsitsipas (pois venceu Nadal naquele torneio).????

      1. Miguel BsB

        Nossa! O cara quer comparar enfrentar o Nadal no Ausopen: 1 titulo
        Com enfrentar o Nadal no saibro lento de MC: 11 títulos…

  24. FERNANDO/MG

    Dalcim, pelo amor de Deus, nos socorra, fico intrigado com a semelhança dos terraplanistas, defensores da Hidroxicloroquina, com os torcedores do sérvio Novak, meu Deus, não se pode emitir nenhuma opinião acerca do sérvio, que os caras ficam ensandecidos, como ficam a turma que querem implodir o STF, o que tem demais no fato do Nadal, do Federer ou de qualquer outro tenista emitir alguma opinião sobre o Dojokovic? da mesma maneira o que tem demais se o sérvio emitir suas opiniões ( e ele gosta tanto quanto seu papai) sobre qualquer outro tenista…Onde o Nadal faltou com respeito ao Sérvio? Aí já li cada teoria que faz o Olavo de Carvalho parecer até sábio…Um dos comentários diziam que o Nadal quebra raquetes no vestiário (que não é santinho), outros, que o espanhol não quer ter filhos, por causa da sua carreira, outros dizem ainda que ele tem medo, inveja, rancor, do Djokovic… Cada uma… Mas enfim, daqui a pouco eles vão dizer que o monotítulo do Djoko em RG, vale mais que os 13 do Nadal, que os titulos dele em Londres, são mais importantes que os do Federer, que os M1000 ganhos pelo sérvio foram os mais importantes, e por aí vai…só que no Tênis, diferente das política, uma mentira contada 100 vezes, jamais se tornará verdade…Alías os fãs do sérvio parecem adorar o autor dessa frase…

    1. Marcelo Costa

      Neste espaço tem gente que diz que o saibro é barro, o problema não é o big3, e sim os fãs. Brigar por cada entrevista dada pelo pai de um, ou opinião de outro, é caso de Sonia Abraão, BBB, ou Nelson Rubens. Vou repetir tênis é maior que tenistas, o que vocês farão após o seu ídolo parar? Eu vou jogar e admirar quem estiver jogando.

    2. Barocos

      Fernando,

      Com todo o respeito, alto lá. Sou torcedor do sérvio e não me lembro de jamais ter tentado diminuir a importância dos seus dois maiores oponentes.

      Primeiro porquê não há como, é inquestionável que eles fazem parte do seleto grupo dos melhores tenistas de todos os tempos. Ainda que eu não gostasse do estilo de jogo, do comportamento, das declarações ou mesmo da aparência, os números por eles alcançadas já falam por si só, ainda mais se lembrarmos a qualidade de muitos dos seus oponentes (para deixar claro, aprecio o tênis praticado, e muito, por ambos os jogadores).

      Segundo porquê fazendo isto estaria diminuindo a excepcionalidade do atleta que tem minha preferência, ou seja, não faz nenhum sentido.

      Por último, moderação nas interpretações não faz mal a ninguém. Muito do que se posta aqui é fruto da famosa “guerra de torcidas”, com todo o exagero, achincalhe e brincadeiras que este tipo de embate produz.

      Saúde e paz.

    3. Ricardo

      Que coisa baixa, cara. Comentário simplesmente ridículo.
      Dalcim, não sei se você acabou não lendo tudo, mas repare bem na última frase do cidadão: “só que no Tênis, diferente das política, uma mentira contada 100 vezes, jamais se tornará verdade…Alías os fãs do sérvio parecem adorar o autor dessa frase…”
      O autor da frase é ninguém menos que Joseph Goebbels.
      Desrespeito imenso.

  25. Luiz Fernando

    Se eu fosse um general manager de algum esporte gostaria de contar com atletas ambiciosos, conscientes de q o realmente conta é vencer, e quanto mais se vence os recordes naturalmente vem. Por isso q essa declaração do Djoko “https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/85148/Djokovic-rebate-Nadal-e-diz-nao-ter-obsessao-por-nada/” também me parece ter pouco sentido, a exemplo da anterior feita por Rafa. Ambos são ambiciosos e almejam recordes, tudo me parece muito claro, não entendo essa dissimulação infantil…

    1. Sérgio Ribeiro

      Os três já revelaram que um puxou o outro ao longo da carreira . Sabemos que o Suíço soube lidar com derrotas para a Nova geração , e principalmente para os dois principais rivais , sempre atingindo um altíssimo nível de jogo mesmo no seu ocaso aos QUARENTA. O mesmo não aconteceu com Borg em relação ao Big Mac e Sampras mesmo vencendo seu último SLAM ainda aos 32 , se perturbou muito com quase ano e meio sem vencer um simples Torneio. Safin , Hewitt e Roddick , além do surgimento do jovem Suíço, o fez optar pela aposentadoria precoce . Veremos a diferença entre Novak e Nadal , quando as derrotas para a Nova Geração se tornarem muito frequentes . A conferir . Abs!

      1. Luiz Fernando

        Nos esportes de alto rendimento o mais jovem tende a substituir o mais velho, ninguém questiona isso. Creio q esse momento ainda não chegou p Nadal e Djoko, mas vamos aguardar os resultados dos próximos torneios p termos uma noção correta se o momento da futura vantagem dos mais jovens está mais ou menos próximo. Só não entendi o q o seu comentário tem a ver com a ambição por recordes de ambos, algo q eles não sei por que negam, que foi o foco da postagem…

        1. Sérgio Ribeiro

          Somente se atinge recordes maiores se tu continuares jogando. Se fizer como Borg e Sampras que não resistiram a pressão, alguém tende a te superar mais facilmente. Isso e’ mais claro que a tua dificuldade em interpretar qualquer texto . E’ mais fácil dizer que está muito “ confuso “ rsrsrs. Abs!

  26. Sérgio Ribeiro

    A escolha de um Canhoto Campeão Juvenil de RG 2020 para Sparring para tantos dias não foi à toa pelo Craque . E pra sua sorte o Next Gen Stricker é também Suíço. Se estiver fisicamente como deseja , as possíveis 6 partidas somados Genebra com Paris , pra chegar na conta em Halle , tem tudo pra dar certo. E o papinho de ATP 250 sempre é divertida . Olha -se a Chave e o veredicto : “ Se não levar e’ melhor se aposentar “ . Basta pegar um especialista como Garin pela frente e fim de papo rs. Na boa , é mais fácil conseguir fazer 4 partidas em RG somente na habilidade… rs. Ao menos , a meu ver. Abs!

    1. Luiz Fernando

      Seis partidas somando Genebra e RG? Quantas partidas vc acha q ele fará em cada torneio? Eu acho q a tendência clara é mais do q 6 na soma, mas talvez vc esteja mais pessimista do q eu. E me desculpe, Garin não pode ser considerado um grande adversário frente a Federer…

  27. Miguel BsB

    Dalcim, acabei de ouvir o podcast sobre o Tsisipas…
    Muito interessante!
    A relação dele com o pai é realmente muito intensa. É difícil não ter o pai por perto…por ser seu pai, óbvio, por ter sido seu treinador desde sempre, por ter investido tudo na carreira do filho, e até a questão de ter o salvado do afogamento.
    Eu sou um que defende que ele deveria se afastar da parte técnica da carreira do filho em favor do Moratoglou, treinador experiente e campeão. Acho que as desavenças entre pai e filho dentro de quadra atrapalham sua trajetória.
    Esse seria o lógico, sendo extremamente profissional.
    Mas, como afastar seu próprio pai, seu mestre desde sempre, além de tudo a pessoa que salvou a sua vida? É muito difícil tomar essa atitude, e provavelmente ele nem queira. Imagino que a cultura grega talvez se aproxime da nossa cultura Latina, de estar sempre em volta da família.
    Analisando todas as informações que você descreveu, acho que eles vão manter a parceria por toda ou quase toda a carreira, para o bem e para o mal…

  28. Rodrigo S. Cruz

    [Rafael Isentedo]

    “Daqui a pouco essa ridícula história de “vencedor moral” e “mais winners” faz aniversário…
    Ainda estão defendendo isso?? Que papelão”.

    Já fez, e fará muitos outros aniversários.

    Porque boa parte dos comentaristas, dentre os quais eu me incluo, continuarão achando isso.

    Abs.

    1. Vitor Hugo

      Federer não fez apenas o dobro de winners que o sérvio, fez também mais de dez pontos que o oponente.
      É sim o vencedor moral de Wimbledon/19

        1. Jonas

          Vou tentar ser breve…o Big 3 melhorou em alguns aspectos sim. No caso do Federer, é evidente como melhorou muito o backhand. Djokovic melhorou bastante o serviço. Mas isso não significa que estejam no auge, abs.

    2. Marcelo Costa

      O incrivel do esporte, é essa magia, onde vence quem é melhor, quem faz o último ponto, que no fim comemora, levanta o troféu. Aos números, cabe a análise fria, aos vencedores cabe a alegria, aos perdedores cabe a lição de transformar neste caso winners em vitórias, jogar melhor e fazer o último ponto, pra daí sim erguer troféu. Aos fãs cabe a passionalidade de não admitir o resultado legal, tentando trazer um resultado moral, que de moral nada tem a não ser trazer um falso alento do que deveria ter acontecido.
      Na disputa de quem tem a maior raquete, perde o tênis, mas tivemos uma final incrivel em monte carlo sem o big3, espero que seja cada vez mais comum essas finais.

      1. Luiz Fabriciano

        Além do mais, se o resultado fosse o contrário, essa longeva história já tinha sido esquecida desde o dia seguinte.

    3. Barocos

      Rodrigo,

      OK, já que é assim, e em sua homenagem, resolvi que é mais do que justo que o suíço, como campeão virtual, receba o seu troféu, também virtual:

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      Antes de enviar para o endereço virtual do suíço, peço que não esqueça de gravar a placa virtual com o nome do campeão virtual de Wimbledon.

      ?

      Saúde, paz e risadas!

      1. Paulo F.

        O que Federer recebeu em Wimbledon foi uma BANDEJA e ponto.
        Azar o dele se o AELTACC não grafou “Champion of winners of 2019 Edition” nessa, repito, BANDEJA.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Obrigado, barocos!

        Vou mandar um e-mail para ele.

        Só não sei que se ele irá responder.

        kkkkkkkkkk

  29. Arthur

    Super feliz com esse torneio de Monte Carlo, Dalcim.
    Parece que enfim o Big 3 vai ter que suar a camisa nos grandes torneios para poder vencer.
    Felizmente, a geração de Tsitsipas, Rublev e Medvedev resolveu bater de frente com esses caras sem ficar “respeitando” nem ficando de mimimi, como aconteceu com a tristíssima geração de Dimitrov, Nishikori e Raonic.
    E olhe lá se eles não atropelarem também a “antiga novíssima geração”, formada por Thiem, Zverev e Kyrgios.
    O austríaco, apesar de ter ganhado quase de graça um US Open, ainda não conseguiu mostrar a que veio nos outros torneios (parou em Nadal todas as vezes em RG).
    Zverev, então, nem se fala, pífio que é seu desempenho nos Majors.
    E o Kyrgios… Bem, é o Kyrgios…
    Oxalá a renovação tenha vindo pra ficar e nós saiamos dessa mesmice que perdura já há uns 15 anos.

    Um abraço.

    1. Luiz Fabriciano

      Tu achas mesmo mesmice o que ocorre há quinze anos?
      Eu acho fantástico!
      Ter em um esporte tão individual – o treinador não pode nem fazer um gesto durante o jogo – atletas tão dominantes.
      E o melhor, eles vão sair de cena, logo logo – gostaria que ficassem mais.

      1. Arthur

        Não me entenda mal, Luiz Fabriciano.
        Não é que eu ache ruim que Federer, Nadal e Djoko ganhem.
        O que me incomoda é que SÓ ELES ganhem.
        Faça um apanhado de todos os Slams desde 2005 pra cá. Só deu Federer, Nadal e Djoko em quase todos, salvo Murray (3), Wawrinka (3), Delpo (1), Cilic (1) e Thiem (1) – me corrijam se eu me esqueci de alguém.
        É pouco, muito pouco, pouquíssimo. Isso depõe contra a competitividade do circuito e até mesmo coloca em xeque o “outro patamar” em que supostamente estão os três do Big 3. Se os caras só brigam entre si e nunca são verdadeiramente desafiados pelos jogadores mais jovens, como é que se pode afirmar que eles são os melhores de todos os tempos?
        Sei que essa opinião é polêmica e eu mesmo não estou certo sobre ela, mas é algo que só vamos conseguir analisar verdadeiramente depois que todos se aposentarem.

        Um abraço.

        1. Luiz Fabriciano

          Não te entendi mal, caríssimo Arthur, pelo contrário.
          Apenas discordei.
          O que me fascina é exatamente isso: três caras apenas são as figuras carimbadas dos eventos – mas vai passar.
          E também discordo quando dizes que é simplesmente porque não há concorrência – não há mesmo. Esses três são surreais.
          Quando passarem (o Big3) a ver o tênis pela TV, verás como a concorrência será acirrada.
          Outro abraço para você também.

  30. Paulo Almeida

    O Liquid Tension Experiment acabou de lançar seu mais novo álbum de estúdio agora no dia 16 de abril com o título de Liquid Tension Experiment 3, após um hiato de mais de 20 anos.

    Inicialmente se tratava de um projeto paralelo de dois membros do Dream Theater (o guitarrista John Petrucci e o baterista Mike Portnoy), com as participações do tecladista Jordan Rudess e do baixista “multibanda” Tony Levin, que já tocara com Peter Gabriel e foi visto recentemente no Rock in Rio 2019 com o King Crimson. Eles lançaram o LTE e LTE 2 respectivamente em 1998 e 1999 e Rudess finalmente decidiu fazer parte do principal expoente do metal progressivo no excepcional Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory, também de 1999. O soberbo tecladista havia recusado o posto em 1994, após a saída do competente Kevin Moore da banda, mas o fato é que hoje ele é um membro consolidado e o Portnoy um ex-membro desde 2010.

    Todas as faixas são instrumentais, mesclando o melhor de progmetal, jazz fusion, virtuosismo e o inconfundível feeling arrepiante do Petrucci nos solos. LTE 3 é mais um prato cheio para quem, assim como eu, gosta de música complexa e bem tocada.

    1. lEvI sIlvA

      Tenho os 2 primeiros do Liquid Tension. Há uma faixa curta, e muito tranquila, creio que do 1° CD, acho-a algo surreal. Não sabia desse novo, vou atrás aqui. Grato pela notícia, P. Almeida.
      Cuide-se por aí, sempre…!!!

      ******”

      Dalcim, por favor, alguma notícia do nobre Rafael? Creio que muita gente por aqui, esteja saudosa do colega de Blog…

      1. Paulo Almeida

        Você deve estar se referindo a State of Grace, uma bela balada de fato. Eu, por outro lado, prefiro as mais rápidas Paradigm Shift, Kindred Spirits e Universal Mind do début, que, aliás, é meu favorito. O LTE 2 também é top, do qual destaco Acid Rain, Biaxident e Another Dimension. Obviamente os dois álbuns da gravadora Magna Carta também fazem parte da minha coleção!

        Queria adquirir a edição especial do terceiro, mas ficará bem salgado com esse dólar nas alturas. Vamos ver…

        Corra atrás nas plataformas digitais de áudio que vale a pena, nobre Levi.

        Abs!

  31. Jonas

    Claro que iriam polemizar a fala do Nadal, mas não falou nenhum absurdo. Djokovic quer os recordes, admite isso. Nadal tb quer, mas parece mais tranquilo se não os conseguir. Até acho q Djokovic já foi vítima dessa busca, pois isso causa enorme pressão em cima dele. Se não estivesse tão irritado no Us Open, por exemplo, muito provavelmente teria chegado à final com grandes chances de título, levantando em conta o nível pífio daquela final.

    1. Sérgio Ribeiro

      No aspecto emocional aquela FINAL não foi nada pífia , caro Jonas . O excesso de vontade levou os dois oponentes a exaustão atrapalhando o lado técnico. Aproveito para te convidar pra voltares mais abaixo quando consegues falar em ÓDIO quando discutimos rivalidades … Abs!

    2. Paulo Almeida

      Realmente foi uma das finais mais medíocres dos últimos tempos.

      Djoko jogou fora aquele US Open e foi muito prejudicado com a ausência de Wimbledon em 2020, onde teria sido o grande favorito, provavelmente fazendo a final contra o Nadal.

  32. Paulo Almeida

    “Jose Yoh
    18 de abril de 2021 às 18:26

    O que seria um erro forçado, quero dizer, qual seria o critério para dizer quando é um erro forçado? Parece-me complicado de contar. Acho que até um erro não forçado é meio complicado. Um slice bem dado no pé ou um balão na esquerda podem ser os dois na visão de pessoas diferentes.”

    Na verdade é muito simples, de acordo com a seguinte equação: erros forçados do jogador B = pontos totais do jogador A – winners do jogador A – erros não-forçados do jogador B.

    Pode haver subjetividade em raros casos, mas no geral é fácil fazer a distinção. No futebol é mais complicado, bem mais.

    1. Jose Yoh

      Eu havia imaginado que poderia ser com essa matemática também. Realmente acho que a maioria das bolas seriam fáceis de classificar. O duro é que os golpes estão cada vez mais firmes e bem colocados, e o que seria uma bola de ataque há alguns anos atrás, hoje provavelmente é fácil de devolver e não pode ser chamada de “forçada”. Creio que o tempo vai mudando esses critérios.

  33. Abel Jr.

    Olá Dalcim, como vai indo?
    Gostaria de saber se estou correto.
    Djokovic manterá ao menos 600 pontos em Paris e 500 em Roma. (são 500?)
    E apenas em Madri joga todos os pontos (1000).
    Tendo em vista o atual ranking, dá para dizer que o sérvio será número um até o final de Wimbledon mesmo que Nadal ou O improvável Medvedev ganhem tudo?
    Afinal, em nenhum torneio que jogará o espanhol faz pontuação cheia.
    Estou com alguma razão ou errado?
    um abraço.

    1. José Nilton Dalcim

      Djokovic manterá pelo menos os 500 de Madri e 500 de Roma e os 600 de Roland Garros pelas regras atuais, ou seja, caso não repita as campanhas poderá perder 1.600 pontos durante esses torneios. Nadal por sua vez não pode aumentar em RG e Roma, mas pode somar 640 em Madri e 320 em Barcelona. Assim, matematicamente Nadal tem sim uma chance de recuperar a liderança em Roland Garros. Caso Djokovic ganhe os 250 em Belgrado, aí Nadal não terá mais essa chance teórica. Claro que ainda teríamos de ver se algum deles vai jogar algum dos 500 da grama antes de Wimbledon, mas de qualquer forma a chance de Nadal é pequena.

  34. Ronildo

    Que coisa! Thiem deu entrevista falando sobre aflição mental depois da conquista do US Open. Disse que tem dedicado uns 15 anos de sua vida ao tênis e agora está considerando as prioridades da vida.

    Foi isso que entendi da parte dele.

    Bom poderia dar um tempo para voltar mais forte mentalmente. Até a Serena fez isso certa vez. Por isto que a Wozniacki conseguiu ser número 1.

    Sinceramente, embora ele não tenha dito acho que uma coisa que contribuiu para afetar ele mentalmente foi a perda do Finals para Tsitsipas. Faz uns 4 anos que ele é apontado como candidato a ser número 1 depois de Djokovic e quando tudo estava se encaminhando surge um rival do gabarito de Tsitsipas! Teve ainda Medvedev. Mas não lembro se Medvedev chegou a ganhar alguma partida de Thiem.

    De qualquer forma aprecio muito o tênis de Thiem, além de seu caráter.

    1. Jose Yoh

      Tem alguns fatores que acho que desanimam as novas gerações.
      Um é o fato de terem poucas oportunidades contra o big 3, e o caminho para chegar até essa oportunidade normalmente é muito árduo. Com poucas horas de jogo contra esses caras, e além disso muito cansados, é impossível pegar as manhas para vencê-los. Fora a enorme pressão psicológica.

      Outra coisa desanimadora é que os recordes estão cada vez mais elásticos e por isso vejo menos gana deles serem um dos grandes nomes do tênis. Ganhar um slam já parece uma tarefa de outro mundo, imagine 20.

      E o principal fator acho que são as lesões. Acho que este é um dos maiores diferenciais do big 3. Não parecem se desanimar diante das sucessivas lesões e continuam suas carreiras com a mesma motivação. Claro que muito se deve aos milionários tratamentos e condicionamentos, recursos que os mais jovens não tem.
      E essa diferença de premiações e recursos os fazem desanimar mais ainda.

    2. Jonas

      Surpreendente. Para mim isso evidencia a enorme pressão que esses caras sofrem e o quanto o Big 3 é espetacular neste aspecto.

  35. Daniel C

    Declaração interessantíssima do Nadal sobre a forma como ele e o Djokovic enxergam os recordes. Apenas confirma a minha visão sobre o sérvio: ele é tão frustrado por ser menos popular que o Nadal e o Federer (mesmo vencendo muitos torneios e tal) que busca com afinco ser o detentor dos principais recordes para lidar com esse sentimento. As declarações do pai dele também apontam para isso. Só não sei se ele busca ser mais admirado com a conquista dos recordes ou simplesmente é uma forma de se “vingar do mundo” que prefere os outros dois (algo na linha do “vocês vão ter que me engolir como maior vencedor da história”). Em ambos os casos, continuará sendo alguém bem frustrado pois: continuará sendo menos popular e não será considerado o melhor da história por muita gente (como eu).

    Enquanto isso, Nadal e Federer seguem sendo duas pessoas bem resolvidas, com uma legião de fãs, que se respeitam, e o principal, que jogam por amor ao esporte e não por resultados para satisfazer o ego ou alguma frustração pessoal. Em relação ao espanhol, ele inclusive me surpreendeu com o amadurecimento dele como ser humano fora das quadras nos últimos anos. Resumindo, eu acredito que lá no fundo, o Nadal está sendo sincero na declaração dele, pois suas atitudes dentro e fora da quadra apontam para a mindset que ele diz ter sobre recordes.

    1. Luiz Henrique

      Concordo com o seu comentário, principalmente no que diz respeito a sinceridade do Nadal
      E não acho que ele “julgou” Djokovic, e nem eu vou julgar
      Eu tenho uma mentalidade parecida com Nadal
      Na minha vida, dificilmente fui pra frente querendo ser melhor que os outros. Sempre me dei melhor quando foquei em ser o melhor que poderia ser, e esquecer os outros
      Se vc foca em determinada pessoa, sempre vai se sentir frustrado se ela for melhor do que você
      Então a maneira dele de pensar faz sentido pra mim
      Mas não quer dizer que quem pensa diferente está errado
      A cabeça de cada um funciona de um jeito
      Então não julgo quem pensa diferente
      Mas em geral, acredito que ficar se comparando demais aos outros, tende a fazer mais mal do que bem
      É preciso seguir seu caminho

    2. André Barcellos

      Vejo bem por aí mesmo, até mesmo pelo que ele demonstra em quadra dentro ou fora dela.
      Sem dúvida o sérvio é obstinado por uma razão também emocional, diria.
      Não tem como crescer dentro daquela psicologia dentro de casa e não ser afetado.
      Apesar dele discordar de várias declarações do pai, ele mesmo tem um ressentimento interior por, inclusive, ser bem vaiado quando enfrenta um dos dois (já vi isso ao vivo, in loco)

    3. Abel Jr.

      Então pela sua lógica podemos dizer que Ayrton Senna era um frustrado com o mundo já que competia exatamente como o sévio compete?
      Todos que o acompanharam, de adversários a chefes de equipe o viam assim.
      querer sempre vencer é uma forma de vingança ou uma ambição tão válida quanto os que querem apenas não ter mais que um chãozinho para bater bolas com os filhos?
      Em resumo: Como diabos uma pessoa pode julgar outra porque ela quer mais na sua área de trabalho fazendo tudo dentro das regras e do que pode?

      1. Rodrigo S. Cruz

        Essa comparação é péssima.

        Porque diferente do sérvio insosso, o Ayrton Senna foi de longe, o piloto mais carismático de sua era!

        Aliás, até hoje, se comenta sobre o fascínio que o carisma dele despertava ao redor do mundo…

        E o carisma é um dom inato.

        E que independe de estatísticas. Pois o Schumacher ganhou muito mais, e foi adolatrado muito menos.

        O Djokovic, portanto, é bem diferente do Ayrton.

        Deve ser uma enorme frustração para ele ver o ESTÁDIO INTEIRO de Wimbledon torcendo para o Federer…

        Abs.

        1. Abel Jr.

          Eu achava que estávamos falando de esporte de alto rendimento, e não de concursos de Miss.
          Se um estádio me vaia ou me idolatra e ainda sim, eu individualmente quero ser o maior, melhor e tudo o mais que me adjetivarem, não sou eu que vou determinar.
          Se Senna era queridão e Piquet não por exemplo, o que vai ficar é a história firmada e não o mito criado.
          Mitos ficam entre torcedores, religiosos e suas paixões, para os profissionais de um nível o que vale é o que são e o que foram dentro de seus meios.
          Assim como popularidade não faz de ninguém mais talentoso, também não importa para quem sabe que não depende de ninguém além de sí para chegar onde acha que pode as vaias ou impopularidade natural ao ver o seu campeão caído: diz-se que as vaias nasceram em torneios de gladiadores onde os preferidos eram mortos por rivais e estes não adotavam a clemência. (é uma das teses)
          O que vale é o que se faz. O restante é opinião ou mera torcida que não muda números, eventos e realidade.
          um abraço.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Muito pelo contrário, meu querido!

            O que vai ficar pra história é o MITO mesmo!

            Da figura e dos feitos míticos que o povo se lembra, e não de título sem sal e sem açúcar de esportista sem apelo.

        2. Luiz Fabriciano

          A comparação não é péssima não.
          Djokovic é tão carismático quanto o Senna foi. Quem não gosta dele é que não acha.
          E Senna apesar do enorme carisma, tinha adversários superiores à ele na questão pilotagem.
          A cara do Djokovic indo à rede cumprimentar o tri-vice naquela ocasião mostrou bem a frustração que ele sentia, pelo estádio todo gritando o nome do outro. Qual sensação tu gostarias de gozar? ouvir o estádio ou pegar na mão de seu algoz?
          Não me canso de rever aquela cena.

          O comentário vinha em outra vertente, por isso, cabia a comparação.
          Abraço.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Que loucura!

            Não se salva porcaria nenhuma no que você escreveu agora…

            Primeiro que ninguém jamais superou Senna em termos de pilotagem.

            Segundo que menos ainda o Djokovic se equipara ao Senna em termos de carisma.

            O Prost viveu a frustração de ver a PRÓPRIA torcida francesa torcendo pro arquirrival dele.

            Enquanto o Djokovic viu todo o estádio de Wimbledon torcendo pro Federer.

            Se o Djokovic é menos popular até do que o Nadal e o Federer, de que jeito se compararia ao Senna que foi proporcionalmente mais carismático do que todos os citados?

          2. Sérgio Ribeiro

            Impressionante a declaração do novo Piloto da Ferrari , Carlos Sainz , sobre Ayrton Senna e a magia que ainda mantém sobre os demais. “ Nasci no ano de sua morte , mas cada vez que procurava saber um pouco sobre Senna , cada vez me impressionava mais o olhar de todos os antigos chefes de equipe , enumerando seus incríveis feitos “‘. Correr novamente em Imola emociona a todos nós sem exceção. Até os caras da Moto GP , há começar por Valentino, sempre o citam. Todos sabemos o que Lewis Hamilton sempre disse sobre a sua incrível idolatria ( aqui com Pedro Bial foi emocionante) , daí que não fica difícil para o Inglês bater no muro , e voltar de Ré para a pista , incorporou rs . Mesmo sendo membro da scuderia do Cavalinho Amarelo , o Piloto e’ mais um que não quis saber de comparações. Incrivelmente aqui no Blog , temos uns experts da mesma Turminha , que ainda teimam em não admitir. Vida que segue … Abs!

      2. Luiz Henrique

        Vc está certo, mas quem julgou?
        Não achei que Nadal julgou
        De fato cada um tem sua maneira de se motivar e não há mal nisso

    4. Miguel BsB

      Lá vou eu mais uma vez defender o Sérvio (ele não me deu nenhuma procuração pra isso rs).
      Primeiro, não acho que a sua torcida e popularidade sejam assim tão menores que a de Federer/Nadal.
      Ele “chegou” depois mas se impôs de tal forma que amealhou enorme torcida. É um dos maiores, mais bem sucedidos e mais conhecidos atletas do planeta. Fala diversas línguas, muito fluente em inglês, portanto, consegue ser entendido por grande parte do mundo. Se expressa muito bem.
      Possui sim também uma popularidade gigante.
      Chamá-lo de frustrado é um absurdo.
      Um supercampeao, já cogitado por muitos como possivelmente o maior de todos. Detentor de grandes recordes do esporte. Multimilionário. Com toda certeza o maior atleta da história de seu país. Como chamar um esportista desse quilate de frustrado?
      Nessa briga eterna de torcidas aqui no blog, o bom senso e a ponderação muitas vezes passam longe…

      1. DANILO AFONSO

        Miguel, depois desse comentário já reservamos seu lugar em uma das Kombis Vip da nação Nolista.

        Depois que o Federer se aposentar, daqui uns 2 anos, venha fazer parte desse “bando de louco”. Eita !! Não ficou legal esse final para um Palmeirense…kkk

        1. Miguel BsB

          Kkkkkkkk
          Bando de louco tô fora Danilo! Mas no Kombão do Djokão dou um rolê sem nenhum problema rs
          Assim como no Aston Martin Federista (o cara é a elegância em pessoa) e no Jipão do Nadal (não tem barro que o segure) hehe…

      2. Jose Yoh

        Assino embaixo.
        Ele pode até ter alguns ressentimentos com o Federer por causa de um tweener (rs) mas frustrado não é com certeza! Aliás já devolveu esse tweener com juros faz tempo.

        1. Miguel BsB

          Rapaz, esse Tweener, ou seria um Grand Willy?, é talvez a jogada mais bonita da história do tênis…

      3. Barocos

        Miguel,

        Você disse tudo o que há para dizer. A idolatria de alguns fãs os cega e as divagações que surgem em sua mentes embotadas carecem de uma boa dose de bom senso.

        Saúde e paz.

      4. Rogério R Silva

        Basta o Nadal dar uma opinião pra muita gente acreditar cegamente.
        Sempre achei e continuo achando que o Djokovic é simplesmente 100% sincero sobre os recordes e o Nadal 100% falso.
        Simples assim.
        Muito falso quanto a isso e não vê quem não quer.
        E ele é um ser humano.
        Somente isso.

        1. Jose Yoh

          Falso talvez, mas eles são assessorados a falarem o que é necessário, mesmo que às vezes seja uma mentira ou bobagem.
          Se os três fossem sinceros com tudo que pensassem, não teriam mais admiradores. Ia atrapalhar muito a carreira deles.

    5. Geailton

      Sim. Ele é muito frustado mesmo. Liderando quase todos os principais recordes do tenis, encabeçando listas de maiores de todos oa tempos, milionarios, etc. Vou nem contrariar, vai que é doença. É cada uma.

      1. Aurélio Passos

        Pois é…. Djokovic , o “frustrado”….
        Obtendo sucesso vindo de país devastado por guerras e racismos históricos… com dois belos filhos e família apoiadora, números incríveis…

  36. DANILO AFONSO

    NADAL – 1º SERVIÇO

    Vimos na última derrota do espanhol que o saque foi um golpe que esteve abaixo da média. No duelo contra Rublev, o espanhol colocou o 1º serviço apenas 59% das vezes, bem abaixo da sua média histórica de 68,25%. Pode parecer pouco a diferença, mas essa oscilação fez muita diferença nos games em que esteve pressionado.

    Ao pesquisar essa média histórica do 1º serviço do espanhol, fiquei surpreso ao descobri que dentre os tenistas em atividade no circuito, o espanhol é o 2º tenista que mais joga com o 1º serviço, ficando atrás apenas do americano John Isner com seus 69,14%.

    Se contarmos desde 1990, Nadal figura na 20ª posição dentre todos tenistas nos últimos 30 anos, ficando em 1º entre os que possui Slam no currículo.

    Interessante que mesmo com a elevada porcentagem de 1º serviço, o espanhol nunca se destacou no aproveitamento de aces, ficando apenas na 443º posição nas três últimas décadas.

    Apesar do espanhol não ter um saque contundente, jogar com o primeiro serviço é sempre muito importante nos jogos apertados e para chegar na reta final dos principais torneios menos desgastado fisicamente e mentalmente ao finalizar os jogos mais rápido.

    Com o circuito cada vez mais veloz e com o físico longe dos tempos áureos, Nadal necessita cada vez mais manter a elevada porcentagem de 1º serviço para manter o dominou dos pontos e evitar a devolução agressiva dos adversários.

    1. Jose Yoh

      Embora tenha feito grande diferença o aproveitamento do primeiro saque, fiquei preocupado com as duplas faltas em momentos críticos (breakpoints). Ele pareceu sentir a pressão. Sempre admirei Nadal pela sua incrível capacidade de reverter momentos ruins.

      Mas pode ser também que ele esteja tomando ritmo no saibro ou priorizando RG, não jogando com a máxima concentração. Ele sabe que se ganhar todos os torneios até RG, não vai aguentar o slam inteiro.

      E já vimos temporadas do saibro em que ele começou ruim e o final todos sabemos.

  37. Renato

    Rublev não se encontrou no jogo. Talvez tenha faltado pernas. Talvez tenha sido em função de ser sua primeira final de Masters 1000. Ou os dois, quem sabe. Fato é que ele joga um tênis cada vez melhor, mas parou num adversário quase perfeito no jogo final.

  38. Luiz Fernando

    Federer anunciou que jogará em Genebra e não nos nos M1000 remanescentes de Madri ou Roma. Inesperado? Sim, normalmente os grandes campeões procuram os grandes eventos. Mas no caso em questão achei uma decisão lógica, creio q ele está ciente q não tem grandes chances de ir longe nesses eventos maiores, está com o fisico em duvida e sem ritmo de jogo, e no momento o q conta para ele é jogar, e claro q num evento esvaziado como um ATP 250 ele deverá ir bem longe, sendo o grande favorito ao titulo. Alem, disso, ajuda no seu objetivo de igualar ou superar Connors…

    1. Vitor Hugo

      Federer está interessado em jogar na grama, que é o piso mais tradicional, que tem o slam mais importante, que ele é o melhor e onde tem mais chances.
      Saibro é para os robozinhos, passadores de bolas e dependentes do físico turbinado.

      1. Luiz Fernando

        É mesmo? Sua opinião é muito relevante p mim kkk. Vc poderia fazer uma enquete com o Marquinhos, Renato e o Johnny, quem sabe eles não tem uma visão diferente kkk.

  39. Lucas

    Vi os jogos do Rublev contra Nadal e a final de ontem. Sobre o espanhol, não me lembro de tê-lo visto tão incomodado e pouco concentrado, inclusive ao ponto de ter proferido xingamentos por alguns erros. O russo me lembra o Thomas Enqvist, nenhuma variação de golpes, não faz deixada, não dá slice, é pancada atrás de pancada e mais nada. Teve um voleio horrível dele na final, acho que no 1×4 ou 1×5 do 1º set que primou pela bizarrice. A tal next gen segue sem encher os olhos. Inexiste algum jogador com variação tática interessante (Sinner ainda vai crescer), com mentalidade forte (Aliassime…) ou que você olha e pensa logo de cara: ”esse cara aí dá pra assistir todos os jogos”, como foi no passado com del Potro, Wawrinka, Murray, Tsonga e Dimitrov por exemplo. Talvez seja saudosismo, vá lá.

    Por outro lado, deve ser a 1ª vez em muito tempo que o tênis feminino é mais empolgante que o dos homens. Andreescu, Barty, Osaka e Svitolina sempre trazem algo diferente em seus jogos. A next gen é uma pancadaria sem fim no fundo da quadra e nada mais.

  40. Periferia

    O Mágico de Oz….1939….Victor Fleming

    Dorothy e seu cachorro Totó são levados para o Mundo de Oz por um tornado.
    Em um mundo de dificuldades e caos…de líderes inúteis e de “seguidores crédulos”…tudo muito colorido (até certo ponto de gosto duvidoso)
    Lá encontra um espantalho que quer um cérebro…um homem de lata que quer um coração e um Lyon medroso que quer coragem.
    Todos recebem o que desejam…menos Lyon.
    Para ele foi dado uma poção…que não iria retirar o seu medo ( O medo dele estava relacionado com seu orgulho).
    Lyon que sempre acreditou no poder do Mágico de Oz…no final descobre que ele é uma farsa…como sempre foi.
    Filme atual.

  41. Luiz Fernando

    Discordo do exposto p Rafa: https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/85120/Nadal-diz-que-Djokovic-e-mais-obcecado-por-recordes/. Vejo-o com o mesmo objetivo de Djoko, ser dono dos principais recordes, algo q não entendo pq ele sempre teima em negar. Claro q o número de semanas na liderança é algo inalcançável p ele, mas ser o maior vencedor em GS e M1000 é algo absolutamente possível. Me parece uma frase q visa tirar um pouco da sua responsabilidade de vencer, tentando passar uma imagem, falsa eu creio, q joga para competir e não para vencer…

    1. Abel Jr.

      Bem, eu não discordo de que Djokovic é o tenista que mais busca abertamente recordes. porém assim como Rafael Nadal não acho isso algo ruim.
      Me faz lembrar muito do que diziam adversários de Ayrton Senna sobre a sua vontade de vencer e de como até era obcessão.
      É até comum no esporte caras assim: o Hamilton é assim, o Tom Brady é assim, o Cristiano Ronaldo é assim.
      Há realmente caras que querem vencer más não colocam isso em primeiro plano.
      No caso de Nadal por exemplo, acho que a obcessão dele em termos do esporte é o saibro.
      Há os que só querem estar no bolo dos vinte melhores, os que só querem fazer bons torneios…
      Cada um com aquilo que pensa poder alcançar.

    2. Jose Yoh

      Entendi que ele quer os recordes sim, mas é mais relaxado quanto a isso. Talvez porque alguns serão mais difíceis de serem atingidos. Também porque ele deve estar de saco cheio de tudo isso.

      O circuito não é nada fácil, nem os treinos, nem as lesões, nem a fama. Aos 30, o atleta já está farto de tudo e não encontra mais motivação para seguir competindo.

      Os três só estão na ativa ainda porque ninguém quer largar o osso. Cada um quer os recordes sim, acima de tudo. E penso que a grande motivação é o ego de ter escrito com letras garrafais seu nome na história.

      1. Luiz Fabriciano

        Prezado Yoh, para mim, Nadal é o menos relaxado dos três.
        Djokovic ao abraçar calorosamente um adversário vencedor em uma final de GS (RG 2015), mostra o quanto absorveu sua incapacidade de vencer aquele jogo.
        O cara que menos demonstra frustrações em quadra é o que está mais concentrado em acertar, consequentemente, o menos relaxado.
        Sempre o vi dessa forma.

        1. Jose Yoh

          Eu quis dizer relaxado em relação à obsessão em bater recordes. Em quadra ele leva tudo no limite e quer vencer tudo, claro.
          Mas qualquer um dos três quer muito o máximo de recordes que conseguir porque senão não estariam prolongando suas carreiras.

    3. Rafael Azevedo

      Ele não disse que não tem esse objetivo. Pelo contrário, ele disse que quer ter esse recorde. Ele apenas falou que está bem resolvido, caso não os tenha.
      Achei uma declaração bastante legal.

      1. Rafael Azevedo

        Porém, achei desnecessário o que ele falou sobre o Djokovic. Apesar de ele ter dito que não enxerga a ambição do sérvio de forma negativa, soou como uma negativação.

  42. Rafael Azevedo

    Daqui a pouco essa ridícula história de “vencedor moral” e “mais winners” faz aniversário…
    Ainda estão defendendo isso?? Que papelão!

    1. Paulo Almeida

      É o que vai sobrar pra torcida do terceirão do Big 3, Rafa.

      Vão comemorar winners, slice mais bonito, jogo plástico e toda essa bobajada em detrimento do que realmente interessa apenas para enganarem a si mesmos.

    2. Jonas

      O pior é desconsiderarem alguns pontos do jogo que de fato ocorreram, exemplo: Djokovic venceu o primeiro set, tinha 4-2 e saque no último set, venceu os três tie-breaks, ou seja, foi melhor q Federer nos Big Points. Federer tb jogou demais, melhor q em 2014 e 2015 e ainda assim n venceu, fazer o que.

    3. Luiz Fernando

      Será q a prioridade agora vão ser os ATP 250? Aí no mínimo muitos winners serão alcançados…

  43. Thiago Silva

    Rafa já fez fiascos bem maiores antes de Roland Garros e mesmo assim venceu. Em 2014 só venceu Madrid e tava sendo amassado até o japa se lesionar. Em 2020 só jogou Roma e ainda perdeu pro Diego jogando absurdamente mal. Esse ano ainda vai ter bastante tempo de preparação pra pegar ritmo e os principais concorrentes também tão com problemas pra resolver.

  44. Barocos

    Ainda acho que o Nadal está mais “pesado” do que de costume, talvez até tenha ganhado mais massa muscular, mas isto nem sempre é vantajoso e pode prejudicar muito o esforço gasto nos movimentos. Nada que uma dieta e jogos mais frequentes e vigorosos não possam corrigir.

    Djokovic, me parece, continua com a mentalidade de “vamos terminar com isto o mais rápido possível” quando enfrenta oponentes de menor calibre e se irritando em demasia quando as coisas não dão certo. Aconteceu no US Open e aconteceu de novo. Está mais do que na hora de colocar a cabeça no lugar para não fazer como em 2016 e 2017, quando desperdiçou um período que poderia ter sido muito mais frutífero devido a abordagens inapropriadas. Estas oportunidades podem fazer muita falta lá no final da carreira para as suas aspirações.

    Saúde e paz.

    1. Paulo Almeida

      Barocos,

      Vou pegar o gancho do seu post (não tão espetacular quanto o skyhook do GOAT no match point do Australian Open) pra dizer que não sou tããão fã de cinema assim (talvez tenha me confundido com outro membro), mas lembro sim da trilogia Matrix e foi uma boa analogia com a guerra entre torcidas. Meu negócio é mais música e deixo a sétima arte para alguns experts do Blog.

      Abs.

  45. Gildokson

    Declarações interessantíssimas do Nadal a respeito de suas ambições e de Djokovic nesse momento das carreiras de ambos, reflete bem o que ja enxergamos faz tempo neles.

  46. Luiz Fernando

    Sem enrolação, fiquei decepcionado com Nadal nesse M1000. Sem o Djoko, foi uma oportunidade perdida p vencer mais um M1000. O pior é q o achei lento em alguns momentos, e lentidão no saibro é fatal para quem tem o estilo dele, que é essencialmente um jogador de defesa e contra-ataque; o serviço deficiente é um problema cronico, mas não duplas faltas, e por isso creio q esse é um problema menor. Vamos ver como as coisas ocorrem em Barça, mas não foi um bom começo da temporada de saibro.

  47. Maurício Luís *

    Bom dia. Dalcim, uma dúvida.
    O que aconteceria se o Nadal perdesse nas rodadas iniciais de Roland Garros? Os pontos do ano passado seriam descontados?

    1. José Nilton Dalcim

      Não. Pelo regulamento excepcional da ATP, ele tem garantidos 50% da pontuação de 2020, portanto 1.000 pontos. Assim, perderá 1.000 pontos com qualquer campanha até a semi. Se atingir a final, perde 800. Se for campeão, mantém os 2.000.

  48. Rafael Azevedo

    Ano passado, vi o Nadal fraquejar mentalmente em alguns momentos, diante de Thiem, Zverev e Medvedev. Esse ano, ele disputou 2 torneios e ainda não foi bem, demonstrando fraquezas mentais e até físicas…
    Será que o espanhol está começando seu declínio físico e mental?

  49. Luiz Fernando

    Voltando ao tenis, vitória indiscutível do grego, jogador q tem mais recursos do q o russo e vem com boas campanhas no ano. Julguei q Rublev seria mais competitivo na final, mas talvez o desgaste dos jogos longos tenha interferido em sua performance. Vamos p Barça…

  50. Marcos RJ

    Merecidíssimo que Tsitsipas e Rublev sejam os dois líderes da temporada. Estão jogando com muita personalidade, técnica, e preparo físico apurado.
    Verdade que o russo teve o caminho mais difícil, pois ainda que m Nadal não estivesse nos seus melhores dias, ainda exige um esforço extraordinário dos adversários – especialmente no saibro lento.
    Apesar das diferentes trajetórias até a final e do equilíbrio no confronto direto até então, é notável que o grego tem recursos bem mais variados do que o russo. A final mostrou que Tsitsipas usa diferentes opções como drop shots, slices, voleios e trocas de direção na linha de base, que não tem tanto a ver com o desgaste físico. Claro que Rublev tem muitos méritos, como o FH devastador e solidez dos dois lados, mas ainda parece muito dependente da pancadaria de fundo. A variação me pareceu ser um dos maiores diferenciais nessa final – além do evidente desgaste físico.de Rublev.
    De qq forma, o título – e o futuro – parece estar em boas mãos.

    1. JAN DIAS

      Concordo 100%.
      RUBLEV precisa de + variação, mas nesse torneio teve 1 caminho muito mais difícil q. o do grego: AGUT, NADAL e RUUD ?engrossaram bastante pro russo, enquanto TSIPAS ganhou uma desistência e um “jogo treino” na semifinal..

  51. José Eduardo Pessanha

    Dalcim,

    Está se armando um cenário interessante pra Roland Garros. Com Federer participando, teremos o Big 3, o Thiem e o quarteto de rapazes promissores completando o top 8 (Medvedev, Zverev, Tsitsipas e Rublev). Tirando Medvedev, os outros 7 têm chances de fazer um grande torneio. E o legal é que o provável desequilíbrio do Medvedev como segundo ou terceiro do ranking provavelmente será compensado, pois ele seria derrotado por alguém do fortíssimo chaveamento do quinto ao oitavo pré-classificado ou até mesmo antes disso, e aí o equilíbrio do torneio seria retomado.
    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Verdade, vamos aguardar as próximas semanas para ter um quadro mais definitivo, Pessanha, mas tudo indica um Roland Garros bem interessante.

  52. Periferia

    Um Relato Sobre a Banalidade do Mal

    “Devemos distinguir os chefes responsáveis das pessoas como eu…que foram forçadas a servir como simples instrumentos entre suas mãos”

    “Fui uma pessoa sem importância que foi vítima dos acontecimentos políticos”

    “Eu não era um chefe responsável…então não me sinto culpado”

    “Não tive nada a ver com assassinatos…nunca matei um ser humano”

    “Não posso reconhecer como justo o veredicto do tribunal e peço…senhor presidente…que exerça seu direito de conceder o perdão e ordene que a pena de morte não seja aplicada”

    Você pensou que era Eduardo Pazuello se defendendo?

    Não…

    …é Adolf Eichmann perante o tribunal em Jerusalém.

    Sigamos

    1. Abel Jr.

      Eichman era um burocrata em um regime que tinha em sua estrutura basilar pensamentos sociais cunhados não pelo nazismo, sim por um século inteiro pré terceiro Reich.
      Não pense que o pensamento das pessoas é moldado por um líder político ou religioso apenas, ele está sempre rondando o cenário e seu despertar é uma tempestade perfeita: pode ser provocado por pandemias, decisões judiciais escandalosas, por ex presidentes corruptos que voltam ao jogo político contra a vontade popular e as leis…
      Muitas coisas podem causar a naturalidade do hediondo.
      se você leu realmente o livro de Hannah Arendt, não entendeu o foco e a resposta que ela mesmo admite não poder dar em relação a um homem. Ela chega a construção do mal como uma cultura.
      E no fim é covarde pagar de intelectual e usar como base um texto referente a algo que não se compara com nada que o ocidente tenha vivido no tempo contemporâneo, o nazismo não matava por erros, tinha conciência exata dos atos. Agora não podemos comparar com o que vivemos.
      E lembre-se: as dissidências que levaram a massacres na África e Oriente médio por questões étinicas resurgiram em parte desta “provocação” de querer instalar no outro todo o mal que existe.
      Torça muito para que daqui a cinco anos ou menos não estarmos a ver ações terroristas baseadas em dissidência política. quando ocorrer lembre da comparação que fez e se julgue culpado dessa construção também.

    2. Abel Jr.

      Aliás, acho que este depoimento está em “Eichmenn em Jerusalém”, e não em “banalidade do mal”, más já que faz tempo que os li, não tenho certeza.
      Mas em “Banalidade” ela com certeza deixa claro que a maldade social é uma construção que depende inclusive de como tratamos os adversários. Se os julgamos como inomigos, eles nos julgarão assim.

      1. Periferia

        Olá Abel

        Acredito que o livro de Hannah Arendt humaniza Eichmann (mas não o obsolve).
        Mostra um homem comum…um burocrata (como escreveu)…alguém normal…com esposa e vários filhos.
        Eichmann não era um carrasco monstruoso…com chifres e unhas pontiagudas.
        O subtítulo do livro faz a pergunta que é o cerne da obra…
        “Como pessoas comuns são capazes de praticarem o mal ilimitado?”
        Elas são capazes…todos podem (alguns até se esforçam).
        Na realidade todas as frases colocadas no texto…escritas por Eichmann (que incomodam alguns) foram tiradas de uma carta enviada pouco antes dele ser enforcado (pedindo clemência).
        Usei o título do livro da Hanna simplesmente porque na carta… Eichmann confirmava o estudo profundo da alma humana feito pela escritora (Muito criticada por humanizar um “monstro”…logo ela uma judia).
        Sim…o Estado moldou Eichmann…colocou nele a falta de empatia…o Estado é sempre culpado.
        O paralelismo com aquilo que vejo (basta perceber o incômodo do texto…um grita socorro para o Dalcim….o outro ruge que levarei um processo…e terceiro nem sabe do que se trata…para ele é pandemia).
        É uma visão pessoal…acho até que é mais que uma visão…é um sentimento resultante da observação.

        Abs

        Abs

        1. Abel Jr.

          Então temos que entrar no cerne: Qual a motivação de fazer analogia entre um oficial burocrata de um estado de regimento fascista, altamente hegemonizado pela vingança, com a autoridade única ( já que a alemanha era uma ditadura onde não havia tribunais independentes) com um ministro de um país onde até onde vemos os poderes são independentes, as pessoas possuem a liberdade de pensar diferente e em que seja como for, quem você cita sequer foi citado como investigado ou réu?
          Passei do tempo de defender homens e governos, más vejo que as pessoas usam muito mal o censo da opinião. O peso não cabe.
          E como disse, depois não entendem de onde surge a maldade.
          Hannah que possivelmente foi a maior filósofa mulher que viveu até hoje, não aprovaria a medida do seu peso.
          Era uma pessoa que adorava a pluralidade independente do quanto ela fosse distinta.
          Não posso concordar que você proferiu simples opinião, foi um julgamento do que você quer.
          isso é opinião.

          1. Periferia

            Olá Abel

            Estamos em cerne errado caro Abel.
            O cerne não está na analogia.
            Nem tão pouco em um oficial burocrata de um estado fascista…nem pela vingança ou muito menos por um ditador.
            Devemos voltar um pouco.
            Os atores do enredo que vc coloca foram formados “antes” do cenário colocado.
            Hitler antes de ser um ditador foi um chanceler…antes de ser hegemônico foi aliado de Hindenburg (todos nadando na Republica de Weimar)…onde os tribunais eram independentes.
            A comparação (ou analogia com vc diz) esta na formação.
            Vc prefere argumentar sobre um cenário completo (fascismo…burocratas…ditaduras..tudo que a história oferece).
            Eu…assim como Hanna…procuro no processo o cerne…como acontece essa transformação.
            Em que momento uma sociedade perde o seu maior valor ?
            Em que momento as pessoas ficam anestesistas?
            Como pessoas de bom nível se deixam levar por um discurso populista cheio de hipocrisia?
            Estamos nesse momento…em um processo parecido…a serpente está entre nós (Não existe ovo mais)…podendo fazer de homens bons…em participe de acontecimentos que podem transformar toda uma sociedade (a maldade está nessa transformação ).
            Não saberia dizer se Hannah foi a maior filósofa mulher (filosofia não tem gênero…é apenas filósofia).
            Acho que sim…Hannah aprovaria…pelo simples fato dela “adorar a pluralidade independente de quando fosse distinta”.
            Toda e qualquer opinião é um julgamento privado de assuntos públicos.
            Devemos tentar entender o processo (os atores são secundários).

            Abs

  53. Marcilio Aguiar

    Para mim, o Tsitsipas e o Zverev são os mais gabaritados das novas gerações. Pecam ainda um pouco pelo aspecto mental, mas se conseguirem adquirir maior estabilidade emocional tendem a ser os lideres do circuito com a concorrência dos Russos e Sinner. Acho que o Federer se despede neste ano, o Nadal e Djoko mais uns 2 pela frente, mas não terão vida fácil. O bastão será passado para ótimas mãos e continuaremos a ter um tênis de altíssimo nível, a despeito dos “20 anos dourados” estarem próximos do fim.

      1. Luiz Fabriciano

        Por contrato sim.
        Djokovic também já havia confirmado que iria tentar defender o título de Wimbledon 2019, em 2020, e…

  54. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fernando]

    “Cretino é o seu comentário dando corda p esse absurdo…”

    Bom, eu não fiz NEM UMA referência a você, fiz ?

    Portanto, não tô nem aí se você não gostou. rs rs

    E reitero:

    cretino é comparar um jogo super duro de 5 sets, com dois matchpoints, e todos os “STATS” indicando que o derrotado fora superior, com qualquer tipo de derrota, por mais medíocre, do tenista que fez mais winners e foi pior em todo resto!!!

    A questão não são os winners, mas o TODO.

    Se você não enxerga assim, ok. Eu respeito!

    Agora trate também de respeitar a visão dos outros…

      1. Sérgio Ribeiro

        E no POST anterior a figura afirma que Federer “deveria “ ter 36 quando bateu NOVAK no FINALS que se iniciou em 10 / 11 / 2019 . O Craque Suíço é de 08 / 08 / 81. Sem sua costumeira preguiça , faça as contas . Sabe quando Novak Djokovic vencerá um N 1 ( era candidato rs ) em Sets diretos nesta idade ???? .Tu como Co-Piloto da Kombi, sabes que esta possibilidade INEXISTE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        1. Jonas

          Sinceramente, não sei pq vcs valorizam tanto isso. Boa parte da torcida do Federer o julgava aposentado depois q ele virou trintão e não parou de tomar pau do Djokovic (com raras exceções).

          Se ele jogou em alto nível nesta idade, isso só prova que vcs estavam bem errados. Afinal, em 2017 ele venceu Slam em cima do Nadal, coisa que raramente aconteceu quando ele era “novo”. E outra, só pelo fato de o Nadal jogar oq joga aos 34 anos já deveria ser uma vergonha pra vcs, que tentam usar idade como desculpa há anos. Abs.

          1. Jose Yoh

            Jogar em alto nível significa jogar no limite de seus reflexos, força física, resistência e até visão, audição, sentidos.
            Uma mínima diferença entre os adversários e uma bola é perdida ou … um match point é jogado fora.

            Se Federer até seus 29 anos ganhava consistentemente do Djokovic tendo a mesma diferença de idade, significa que idade faz sim muita diferença na vida de qualquer atleta. Seja no início ou no fim da carreira. É por isso que temos o “auge”.

            Bem, veja a si mesmo e perceba a diferença entre seus 25 e 35 anos.

            Ignorar que o auge de um atleta existe é ignorar a própria natureza dos animais. Todos temos um momento da vida onde rendemos mais fisicamente.

          2. Jonas

            Não ignorei auge em momento algum. Aliás, o auge dos três já passou. O problema é usar isso como desculpa, algo que não vejo as torcidas de Djokovic e Nadal fazer. Abs.

          3. Jose Yoh

            Jonas, escrevo aqui pq não tem campo de resposta.

            Se não ignora o auge, então não pode achar que o suíço iria continuar vencendo tudo depois do auge, correto? Ainda mais no auge do sérvio.

            E porque ignoram a fase onde Djokovic era “jovem demais” para ganhar do Federer? Ser jovem demais não é o mesmo que não estar no auge também?

            Não é uma desculpa esfarrapada do mesmo quilate também?

          4. Jonas

            Jose, me desculpe, vi tua resposta apenas agora. Vou responder abaixo do meu comentário pq não há mais espaço.

            Há um “bom senso” em dizer que o auge de Federer foi entre 2005-2007, Nadal 2010-2013, Djoko 2011-2015. Acredito que a maioria dos torcedores desses tenistas concorda com isso.

            Não acho q Federer deveria vencer TUDO após o auge, mas ainda era jovem o bastante para competir no circuito sim, afinal tinha 29 anos quando foi dominado por Djokovic. O suíço ainda era muito competitivo. Qual a limitação física e técnica que ele tinha em 2011? Nenhuma.

            Sobre ignorar a fase de Djoko 2005-2007, não me incluo, até pq não gosto de dar desculpas. O sérvio era novo? Sim, tinha 19-20 anos em 2007. Federer começou a dominar o circuito aos 22-23 anos e Djoko aos 23. Ainda assim, os dois não se enfrentaram no auge, então não sei quem venceria.

          5. Jose Yoh

            Até 2010 (já depois de seu auge), Federer dominava os encontros com folga. Período normalmente ignorado pelos nolistas. Até 2010, Djoko também não tinha nenhuma limitação física para ganhar do suíço. Não ganhava porque não estava no seu auge.

            Após 2011, no auge do sérvio e já na descendente do suíço, acho que foi coerente o sérvio passar a ganhar mais.

            Agora seria uma incoerência compará-los em WB19 e achar que a idade é uma desculpa como muitos ainda fazem aqui. Mais que evidente que fez diferença. Um Federer com 29 anos dificilmente perderia aquela partida.

            Veja que em nenhum momento falo que um é melhor que o outro, apenas que esse argumento da idade é bem válido sim. E, como você falou, nunca saberemos quem venceria se os dois fossem realmente da mesma época.

        2. Jonas

          “Mas Federer também se inclui, pois venceu Slam em 2017 e 2018, quando estava com uns 36 anos.”

          Foi isso que eu escrevi, meu caro, e não errei. Federer completou 37 anos em agosto de 2018, ou seja, quando venceu o Australian Open 18, tinha 36 anos, fez as contas?? O ódio é tanto que esquecem de conferir as coisas. Abs.

          1. Sérgio Ribeiro

            O parceiro acha mesmo que alguém que teve a sorte de ter TRÊS grandes ídolos jogando entre si pode ter ÓDIO de alguém ? . Eu consegui secar Pistol Pete Sampras contra GUGA e Roger . E sequei Federer contra o Manezinho da Ilha em Indian Wells 2003 e RG 2004 e deu certo !!! . O Craque é freguês do Mane’ rsrsrs. E mais emocionante que qualquer partida contra Novak , foi ter o enorme prazer de assistir GUGA bater Sampras e Agassi no mesmo FINALS 2000 e virar N 1 do Mundo !!! . O teu fanatismo e’ que te dói … rsrsrs. Abs!

          2. Jonas

            Tá bom, Sérgio. Embora não faça sentido algum o que vc acabou de escrever em relação ao q eu postei, reconheço que vc não é um Federista fanático, tampouco tem ódio, ok? Abs.

    1. Luiz Fernando

      Respeito a visão de de todos mas todos devemos respeitar o direito dos demais refutarem o postado, ou não? Expor q alguém por fazer mais winners independentemente do número de sets jogados é um “vencedor moral” enquanto o “vencedor real” é desvalorizado só pode ser encarado como piada. Se ao invés de Djoko campeão de W2019 fosse o contrário, com o sérvio c mais winners e Federer campeão, será q vc e o VH diriam isso? Sinceramente duvido…

      1. Rodrigo S. Cruz

        Faça-me o favor de citar um único jogo em que o sérvio sem-graça tenha feito mais winners do que o Federer.

        Pode procurar…

        1. Luiz Fernando

          Nem vou procurar pq isso é irrelevante, acho q 99.9% das pessoas se preocupam com quem vence mais sets numa partida, isso é o q conta…

        2. Luiz Fabriciano

          Rodrigo, qual a importância disso?
          Num esporte secular, não há planilha que caiba jogos em que o perdedor faz mais pontos vencedores que o ganhador e no final, o vencedor foi o melhor jogador mesmo. Como isso é possível? Você sabe.
          Voltando ao eterno jogo de 2019 – o sérvio venceu três tie-breaks, isso quer dizer que foram parelhos em dois e venceu o que menos errou e aproveitou os pontos mais importantes, exceto no quinto set, onde o sérvio teve quebra de vantagem, podendo liquidar a fatura mais cedo (esse lado da torcida ignora esse fato), porém, permitiu que o suíço fosse buscar, que também vacilou quando chutou da marca do penalty para fechar e falhou.
          Saudações.

    2. Abel Jr.

      Não comento muito porém sempre leio os comentários e de uma coisa tenho certeza:
      Esse é um daqueles jogos que nunca vai acabar….

  55. Marcelo Barros Pereira

    A campanha das meninas foi digna de aplausos, até porque muitos esperavam uma surra de zero. Tomara que sigam tendo apoio da CBT, porque podem alçar vôos maiores e furar a barreira do Top 200. Pena Stefani não estar num bom dia no jogo de duplas. Mas só uma correção: Laura não venceu seus dois jogos. Cada uma das nossas simplistas, Laura e Carol, venceu um jogo e perdeu outro.

  56. Lucas Leite

    Parabéns pelo texto Dalcim! Na minha opinião foi muito justa a vitória do grego, talvez as vitórias tranquilas façam parecer que a trajetória foi mais fácil, mas o mérito foi dele ao saber lidar com o confiante e agressivo Karatsev e o perigoso especialista na superfície, Garin. Sem falar na facilidade ao neutralizar a variação do Evans que tanto incomodou. Hoje foi intenso do começo ao fim, não oscilou mentalmente e esteve bem em todos os quesitos. É certo que Rublev estava mais cansado, mas se Stefanos tivesse lhe dado chances de voltar pro jogo, tudo podia mudar. O grego provou hoje não só ter a mentalidade e garra de um campeão, como aprender com seus erros e derrotas anteriores. É bem verdade também que, em parte, o russo estava mais cansado por sua própria culpa. Foi muito instável no saque no jogo contra Bautista, perdendo oportunidades valiosas que poderiam ter lhe ajudado a fechar o jogo antes. E teve quebra para vencer Nadal em sets diretos, óbvio que Rafa no saibro é sempre difícil de bater, mas a queda de nível do russo no fim do segundo set foi muito mais responsável pelo prolongamento do jogo, já que Rafa se mostrou errático como quase nunca se vê e com muita dificuldade ao sacar.

    O grego vinha de duas outras finais de Masters na carreira, em que assim como Rublev, teve muito mérito ao eliminar membros do Big 3 e mesmo assim acabou derrotado (por outro deles) na final. Achei justo que dessa vez o grego prevalecesse. Não nos esqueçamos que em sua primeira final de Masters, com apenas 19 anos, no Canadá, Tsitsipas venceu 4 top 10 para chegar à final. Há campanha mais difícil? E mesmo assim o grego perdeu a final ao enfrentar o 5º top 10 seguido no torneio, coisas do tênis. Acho que até aqui o grego tem muito mais gabarito, afinal é top 10 há mais tempo, top 5 do mundo, tem três SF de Slam, um Finals, já tinha duas finais de Masters, 6 semis e mais de uma vitória sobre todos os membros do Big 3, isso só com 22 anos. Acho muito justo que ganhe um Masters 1000 antes, até porque Rublev ainda não tem tantos feitos nos grandes palcos, estando na elite da ATP a menos tempo.

    Acredito que será uma rivalidade ainda muito vista, não acha Dalcim?

    Parabéns pela seriedade, qualidade e sábias palavras de sempre, mestre Dalcim!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a nova geração pode dar excelentes duelos nos próximos anos, Lucas. É bem curioso que vamos vários casos em que eles duelam desde juvenis. E vemos na maior parte do tempo muito respeito entre todos, o que também é muito positivo.

  57. Julio Marinho

    Fale, Dalcim!

    Boa noite! Sempre imaginei que eu mais cedo ou mais tarde iria ver um post seu como título “O fim do Big3”. Nesse caso, cada vez mais tarde, considerando o domínio que esses caras estabeleceram. O quarto elemento Murray já saiu há algum tempo. Federer, como você mesmo já escreveu recentemente, talvez esteja mesmo vivenciando o fim. Idade chega, não tem jeito. Os temas dos posts se aproximam para cada vez mais para “O fim do Big3”. Não no sentido de que Nadal, e sobretudo Djokovic, não possam vencer mais, longe disso, mas acabou aquele favoritismo absoluto, até mesmo de Nadal em RG, que é o domínio mais absurdo que já existiu. Se antes, você pensava nos outros precisando vender no mínimo 2 dos gigantes para levar o título como algo hercúleo, hoje vejo que o big2 em situação igualmente difícil tendo que enfrentar 3 entre Medvedev, Tsitsipas, Thiem, Rublev e Zverev, para ficar apenas nos mais rodados. Será que li certo “O fim do Big3” nas entrelinhas Dalcim?
    Abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      De forma alguma, Júlio. É um erro apostar no fim deles, porque são jogadores muito diferenciados.

      1. Julio Marinho

        Oi, Dalcim.

        Talvez não tenha me expressado bem. Não acho que é o fim dos jogadores, mas o fim do domínio absoluto (3/4 Slams por ano, 6/7 Masters, o finals já tem algum tempo que não vencem). Ganhar eles podem, estão na lista de favoritos, mas o cenário do Big3 hoje é bem mais difícil.
        Abraco!

        1. José Nilton Dalcim

          Ah, aí sim concordo com você, Marinho. Acho que 2021 pode marcar uma virada, mas os Slam ainda são um terreno em que eles levam vantagem e precisaremos ver em que medida os novatos conseguirão administrar isso.

  58. Leo Pio

    Fiquei bem.feliz com as meninas, Dalcim… é também com o Tsisipas.
    Falando de Federer no saibro: o que vc achou da escolha dele para o saibro (Genebra e RG)?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele pensou em Genebra pela altitude, onde a bola anda um pouco mais. Por enquanto, ele ainda manteve a inscrição em Madri, que tem essa mesma característica. E acho ótimo ele voltar a Roland Garros, ainda que isso lhe dê menor tempo de treino para a grama.

  59. Brício Cunha Fagundes

    Meu caro Dalcim, permita-me uma pequena correção: a Laura não venceu seus dois jogos de simples, ela venceu um e perdeu outro, assim como a Carol. Sou leitor assíduo do seu blog há mais de uma década, parabéns pelo ótimo trabalho. Um abraço!

  60. André Melo

    Laura ganhou os seus dois jogos?? Não, ela ganhou o primeiro contra Radwanska e perdeu o segundo contra a Frech. Fomos para a definição da dupla porque Carol perdeu para Frech, mas venceu o seu segundo contra a Kawa.

  61. Ruy Machado

    Boa noite! Grande atuação de Tsitsipas! O Rublev não jogou mal, na minha opinião. O problema que o grego não deu chances de qualquer tipo de reação (acho que não teve o saque ameaçado em nenhum momento), ganhando o torneio de MC com sobras. Vamos ver como ambos se sairão na “casa” do Touro Miúra a partir desta semana. Abc a todos!

    1. Flavio

      Concordo com você Dalcin sobre o seu ponto de vista sobre Rublev e Tsitsipas, e eu sempre critiquei o mental do Tsitsipas aqui mas na final de domingo se controlou e aproveitou do cansaço do Rublev, então Mestre se ambos se controlarem o mental eu acho que eles podem ser o futuro do tênis porque ambos têm talento, então concorda?Abraços.

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