Rublev garante mais renovação
Por José Nilton Dalcim
16 de abril de 2021 às 18:36

Um dia depois de ser sacudido pela inesperada queda do número 1 do mundo para um adversário de parco currículo no saibro, Monte Carlo assistiu ao domínio do tênis-força do russo Andrey Rublev sobre o multicampeão Rafael Nadal, justamente na mesma lenta quadra principal em que o canhoto espanhol ergueu seus 11 troféus. Foi na verdade a segunda decepção seguida de Rafa no Principado, já que em 2019 parou em dois sets frente ao eventual campeão Fabio Fognini.

Tal qual Novak Djokovic, o cabeça 2 viveu um dia difícil em primeiro lugar por conta de sua própria ineficiência. O saque funcionou muito pouco e isso permitiu que Rublev buscasse sempre o domínio dos pontos com seus espetaculares golpes de base. Pressionado o tempo todo, Nadal cometia erros com o backhand – gráfico da ATP mostra que 65% dos forehands do russo foram cruzados – e ficou à mercê de uma derrota ainda mais acachapante, visto que Rublev ficou pertinho de abrir 6/2, 4/1 com saque.

Curioso é que Rublev, ao invés de festejar o grande feito, preocupou-se em desculpar Nadal, lembrando antes de tudo que o espanhol joga sob enorme pressão no saibro europeu, como se fosse obrigado a vencer tudo e não tivesse o direto a um mau dia. Humilde, o russo admitiu que o adversário não jogou seu melhor, mas deu ênfase à forma com que segurou a cabeça. “Parecia irreal que eu tivesse 6/1, 3/1 e break-point”, disparou. Ele ainda chegou a fazer 4/2, teve bolas confortáveis para manter a vantagem, porém abriu mínima janela para o incansável Rafa e aí perdeu quatro games seguidos e o set. “Não podia mostrar emoções depois de perder o segundo set, e essa foi a chave. Controlei muito bem os nervos nesta semana”, ratificou, com toda a razão.

Para mostrar como o tênis é complexo, Rublev forçou muito mais da base, no entanto saiu com menos winners (23 a 25) e erros (28 a 36). Fato marcante, ganhou 23 dos 39 lances acima de nove trocas. Nadal perdeu sete vezes o serviço e cometeu sete duplas faltas, o que ainda não foi seu recorde pessoal (fez oito em Indian Wells de 2014). E olhem que coisa: Rublev também surpreendeu Roger Federer em Cincinnati dois anos atrás, torneio em que o suíço detém o recorde de sete conquistas. Este foi a terceira vitória do russo sobre um top 3, incluindo Dominic Thiem.

Seu desafio agora é a recuperação física, uma vez que vem de duas notáveis batalhas seguidas de grande tensão, como aconteceu diante de Roberto Bautista na véspera. Enfrentará o também jovem norueguês Casper Ruud, de 22 anos, que tirou Fognini numa atuação firme, em que combinou com muita eficiência o binômio saque-forehand. O italiano vinha bem até ter 40-15 para empatar tudo no 10º game, mas saiu repentinamente de jogo e ficou próximo de levar 4/0 no segundo set. Certamente, deve ter lembrado das incríveis viradas obtidas há dois anos, mas não foi desta vez. Ruud perdeu os três duelos diante de Rublev,

Backhans de uma mão duelam
A outra semifinal de Monte Carlo verá confronto entre backhands de uma mão, coisa pouco comum no saibro lento desde a final entre Federer e Stan Wawrinka de 2014. O grego Stefanos Tsitsipas surge agora como o mais gabaritado dos quatro postulantes ao título – é sua sexta semi de Masters, a terceira seguida que faz no saibro – e certamente estará muito mais inteiro do que o britânico Daniel Evans, que ainda por cima jogará também a semi de duplas.

Um dia depois de tirar Djokovic numa atuação incrível, Evans vacilou ao sacar com 5/4 e permitiu a reação de David Goffin. Aliás, o belga optou justamente pela tática que faltou a Nole, fugindo constantemente do backhand para arriscar paralelas firmes na direita do adversário. Mas Evans achou um jeito de ir mais à rede. Salvou três break-points no 1/1 e mais quatro num crucial 4/4 do terceiro set para dar outro passo.

Também neste caso, valem duas frases. Evans admitiu que sentiu muito mais pressão depois de eliminar Djoko – “estava difícil manter o foco” – e Goffin diz não compreender como o britânico perdeu 10 jogos seguidos no saibro antes do torneio deste ano: “Apenas ele não acredita que pode jogar bem na terra”.

Tsitipas leva todas as vantagens. Além de ter vencido os dois duelos contra Evans, disputou apenas 12 games antes do abandono do espanhol Alejandro Davidovich Fokina, com problema muscular na coxa esquerda.

E mais
– Os Masters 1000 terão um campeão inédito pelo segundo torneio consecutivo, repetindo o início de 2018 em que Delpo levou Indian Wells e Isner ganhou Miami.
– E como se vê, três dos quatro semifinalistas são da nova geração e há chance assim de acontecer como em Miami dias atrás.
– Nadal permanecerá no terceiro lugar do ranking, 360 pontos atrás de Medvedev, mas lutará para recuperar a vice-liderança. Basta conquistar o título de Barcelona na próxima semana, onde é o amplo favorito.
– Rublev assumirá inédito 7º posto do ranking se for à final de Mônaco, rebaixando Federer, e ainda poderá ser sexto em caso de título, superando Zverev.
– O russo também já é o número 2 do ranking da temporada e poderá chegar à liderança se for à final.
– Tsitsipas também pode superar Medvedev e subir para terceiro posto do ano. E se for campeão, também atingirá o número 1.
– Tal qual aconteceu após Miami com Hurkacz e Sinner, o top 20 pode ter mais duas inovações caso Ruud seja finalista e Evans, campeão.


Comentários
  1. Leo Gavio

    Tsitsipas é o grande favorito a reivindicar o trono de numero 1 do mundo quando Djokovic desistir de manter o posto. Talvez daqui 3 ou 6 anos. Vai depender do tesão do servio.

    A derrota pra Evans foi surpresa, mas pelo clima e a falta de disposição do Djoko, ficou claro que ele não queria se desgastar muito, foi uma mistura de depressão pós parto, a vitoria acachapante sobre a sensação do momento acabou tirando o animo da lenda servia.

    Acho que em torneios inferiores a GS Djoko oscila no animo e dedicação, em GS ele ganharia do Evans mesmo num dia ruim, mesmo com desconforto.

  2. Lola

    Fatos (por ordem de importância):

    Mesmo que Brasil comprasse todas as doses disponíveis de vacina para exportação no mundo (210.9 milhões), não seria possível imunizar nem metade da população (211 milhões de pessoas) (AIRFINITY INTELLIGENCE, 2021; McCARTHY, 2021; UNIVERSITY OF DUKE, 2021a);

    A cada 5 doses de vacinas exportadas no mundo, Brasil recebeu uma (20%) (AIRFINITY INTELLIGENCE, 2021; McCARTHY, 2021; UNIVERSITY OF DUKE, 2021a; MELO, 2021);Brasil tem mais doses per capita (0.2) do que União Européia (0.16), e outros países produtores, como China (0.08), Índia (0.05) e Rússia (0.08) (AIRFINITY INTELLIGENCE, 2021; McCARTHY, 2021; OUR WORLD IN DATA, 2021; MELO, 2021);

    Brasil possuía 43 milhões de doses de vacina no dia 31 de março de 2021, sendo a última parcela distribuída aos Estados no dia seguinte (MELO, 2021);De todas as vacinas do mundo, dois terços (67.9%) são retidas nos Estados que as produzem (AIRFINITY INTELLIGENCE, 2021; McCARTHY, 2021);Só um terço (32.1%) de todas as vacinas produzidas são vendidas para fora de seus produtores (AIRFINITY INTELLIGENCE, 2021; McCARTHY, 2021);

    Brasil foi o terceiro Estado não produtor a comprar vacinas (em 1º de agosto de 2021, contrato de Offset com a AstraZeneca) (UNIVERSITY OF DUKE, 2021b);

    Brasil é o quinto maior negociador de vacinas do mundo (atrás dos produtores União Européia, Estados Unidos, Índia e da compradora União Africana), com 578 milhões de doses negociadas (UNIVERSITY OF DUKE, 2021b);

    Brasil é o sexto maior comprador de vacinas do mundo (atrás dos produtores União Européia, Estados Unidos, Índia, Reino Unido e da compradora União Africana), com 370 milhões de doses compradas (UNIVERSITY OF DUKE, 2021b);

    Brasil dominará o ciclo completo de produção da vacina e do IFA no começo do segundo semestre de 2021, graças a um contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca, acordado em 31 de julho de 2020 e firmado em 8 de setembro de 2020 (AGÊNCIA FIOCRUZ DE NOTÍCIAS, 2020).

      1. Miguel BsB

        Perfeito Dalcim! Ia exatamente comentar sobre isso. Graças ao arqui-inimigo do Bolsonaro temos doses de vacinas…a grande maioria das vacinas aplicadas são a coronavac, referida pejorativamente como Vachina pelos bolsonaristas…ninguém esquece que bolsonaro desautorizou publicamente a sua compra pelo Pazzuelo.
        Mas creio que isso será devidamente investigado pela CPI.
        Agora os bolsonaristas querem se aproveitar do trabalho dos outros…sempre terceirizado culpados ou buscando créditos onde não tem….

    1. José Nilton Dalcim

      O texto deste domingo realmente atrasou devido a um problema técnico. Mas durante a semana? Acho que você andou vendo site errado. Abs!

  3. Rodrigo S. Cruz

    Bom,

    o GOAT acabou de confirmar as participações em Genebra e Roland Garros.

    Particularmente, eu não estou certo se tenha sido as escolhas mais acertadas.

    Haja vista que se escolhesse Madri, teria um pouco mais de tempo de descanso antes de Paris.

    Mas talvez o Federer tenha em mente que para pegar ritmo seja melhor jogar um torneio de chave mais fraca…

    O importante é que em breve veremos o craque em quadra exibindo a sua classe.

    Também estou ansioso para saber como o físico dele vai responder jogando no saibro…

  4. William Scapini de Almeida

    Os djokominion adoram supervalorização dos adversários do sérvio para eles o tênis foi fundado em 2011. Verdade que o Djokovic pegou um entressafra de de 2015 até agora, o rival do servio nas últimos anos é o federer beirando os 40 anos.

  5. Jonas

    Embora tenham tratado Rublev como um gênio, candidato a ganhar tudo no ano (alô Ronildo), deu a lógica. O grego, que é um tenista melhor, mais completo, venceu a final de MC, sem muitas dificuldades.

    1. José Eduardo Pessanha

      Você simplesmente omitiu a principal causa dessa derrota: o cansaço físico e mental que o Rublev sentiu por ter pego uma chave infinitamente mais difícil do que a do Fiuk Grego.
      Abs

  6. Ronildo

    Federer perdeu as primeiras duas partidas que fez contra Gilles Simon, de virada. Ficou empatado em 3 a 3 com o argentino Cânas. Das primeiras 8 partidas contra Murray, perdeu 6 e venceu 2. A primeira contra Murray foi em 2005 com placar de 6/3, 7/5 para Federer, que perdeu as 6 seguidas. Perdeu a primeira partida para Berdych em 2004 e a primeira para Delbonis no saibro de Hamburgo. Tem muitas derrotas para tenistas mais jovens quando estava dominando o circuito.

    O que mais me impressiona na carreira de Federer é como ele foi longe na maioria dos torneios que disputou, principalmente nos slans. Isso significa inúmeras vitórias difíceis sobre excelentes tenistas. Por exemplo, quando conquistou Wimbledom em 2012 venceu Djokovic na semifinal e Murray na final. E este padrão continua à beira dos 40 anos. A quantidade de finais, semifinais e quartas de final é assombrosa.

    1. Luiz Fabriciano

      Então, seu relato só reafirma que, ele reverteu os quadros negativos ao ficar mais velho. Especialmente contra o Murray.

  7. Sérgio Ribeiro

    Vão me sacanear , mas como gostaria de ver uma FINAL de MASTERS 1000 com o Craque com a mesma idade de seus oponentes. É o caso do Grego cheio de recursos com seu Back Simples, contra Rublev com seus tiros com Back de duas mãos . Cravo que mesmo no sufoco, prevalece as maiores variações de Stef Tsitsipas. Abs!

  8. EDVAL CARDOSO

    O fato de dar essas discussões sobre vencedor moral pelo fato de esse ou aquele ter tido mais winers durante uma partida se dá pelo fato de não se dar tanta ênfase aos erros forçados, que pra mim tem o mesmo peso de um winers. Se os dois forem colocados no scout, não acredito que teria essa diferença toda naquele fatídico Wimbledon de 2019, em que o Federer realmente teve quase que o dobro de winers em relação ao Djokovic.

    1. Jose Yoh

      O que seria um erro forçado, quero dizer, qual seria o critério para dizer quando é um erro forçado? Parece-me complicado de contar. Acho que até um erro não forçado é meio complicado. Um slice bem dado no pé ou um balão na esquerda podem ser os dois na visão de pessoas diferentes.

    2. Paulo Almeida

      Muito bem, Edval.

      Todo mundo que manja de tênis sabe o peso dos erros forçados, aspecto em que o Djokovic é mestre.

      O sérvio, mesmo jogando bem abaixo do que poderia, foi melhor no jogo: esteve sempre à frente no marcador e poderia ter encaminhado a vitória após quebra no quinto set abrindo 4-2 ou naquela maldita bola na rede para chegar ao match point no 6-5.

      O GOAT Djokovic é o vencedor moral e real, de fato e de direito.

  9. Eduardo

    Dalcim, ótimo texto como sempre.
    Apenas uma simples correção, se me permite, mas no fim você inverteu, pois Isner levou Miami e Delpo IW.
    Forte abraço

  10. Luis

    Dalcim 2 perguntas em 1 kk qual contribuição do big 3 crescimento do tênis ?que por bom tempo foi esporte de elite e se o que big 3 pode tá começando aparecer bons jovens tenistas que podem ameaçar o domínio de Federer,Djokovic,Nadal? Sempre tem pergunta da renovação talvez tá mais visível em 2021,mas big 3 ainda e’ melhor nos Slam talvez não tão favoritos desde anos 2000

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que houve contribuição tanto técnica, já que eles elevaram o tênis a outro patamar, quanto na popularidade, muito ajudados é claro pelas novas formas de comunicação, Luís.

  11. TENNIS FAN

    Adorei a vitoria de Rublev pra cima de Nadal na “casa” deste. Era ter sido um chocolate maior, esse moleque amassou a bolinha amarela, artilharia pesada.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Tsitsipas tem um pequeno favoritismo, Sandra, talvez 60%, ainda que o histórico entre eles seja rigidamente empatado. Isso por conta do evidente maior desgaste físico e emocional do russo na campanha.

  12. Rodrigo S. Cruz

    [Vitor Hugo]

    “Fui eu que me referi a Federer como ‘campeão moral’ de Wimbledon/19.
    Mas para alguns é difícil fazer entender”.

    Vitor,

    o Federer foi superior em vários momentos daquele partida. E o Djokovic sabe disso.

    Não vou me admirar se um dia desses o Djokovic relembrar essa partida e comentar alguma coisa do tipo.

    Claro que o Federer mereceu SIM, o título de campeão moral. Basta olhar para as estatísticas.

    Até nos erros não-forçados, em que o sérvio costuma fazer a diferença, o suíço cometeu só 10 a mais.

    Sendo que no número de winners foi uma humilhação: 96 a 52!

    Mas é claro que os Djokominions tentam DISTORCER qualquer coisa que a gente fala, e comparar coisas desiguais.

    Como esse Nole x Evans, por exemplo.

    O sérvio perdeu dele por 2 sets a 0, com duas quebras de saque, uma em cada set, contudo fez mais winners.

    Aí os caras querem colocar, de forma simplesmente cretina, a derrota do Nole e a do suíço em Wimbledon, na mesma prateleira.

    Ou seja, isso não vai colar nem com Superbond !!!

    kkkkkk

    Abs.

    1. Sérgio Ribeiro

      Tá bom , Rodrigo. Mas você anda mesmo parecido com o L. F. , ou seja , não lê todos os comentários rs . Ontem coloquei o que Novak disse na conferência pós jogo : “ Tive muita sorte pois não errei nada nos pontos importantes. Ele ( Federer) fez grande partida “ . Se isso não é reconhecimento de alguém que passou sufoco , então não sei mais nada rs . Só falta você dizer que o Sérvio foi muito “ confuso “ como costuma fazer o diversão garantida… rsrsrs. Abs!

    2. Jonas

      Opa, jamais concordei com essa conversa de vencedor moral. O que vale para mim é o resultado jogo. Eu entendo vocês não aceitarem que o Federer tenha perdido da forma que perdeu, mas aconteceu. Novamente, perdeu o jogo, perdeu os três tie-breaks, foi a terceira final de Wimbledon que perdeu para Djokovic. Estes são os fatos.

      Quanto ao Evans, eu simplesmente usei isso em tom de zoeira obviamente, o que ficou até claro, já tinha feito isso no jogo do Sinner. Mas digo novamente, Evans foi melhor que Djokovic e mereceu a vitória, tendo feitou + ou – pontos ou winners, pra mim isso não interessa, abs.

    3. Luiz Fabriciano

      Não é possível que essa história de vencedor moral vai ser tão longeva quanto a carreira de Roger Federer.
      Isso simplesmente não existe.

  13. Paulo Almeida

    Se o Tsitsipas já é bem inferior e saco de pancadas do Medvedev, que dirá perto do maior craque da história Djokovic?

    Dá pena do desespero da seita freguesiana, hahaha.

  14. Jonas

    Tem uma galera muito imediatista. Parece torcedor de futebol querendo mandar técnico embora por causa de um jogo.

    A tal “next gen” já ganhou de Djokovic, Federer e Nadal outras vezes. Rublev já derrotou Federer. Djokovic perdeu pro Zverev na final do ATP Finals 2018. São ótimos tenistas, que vão dominar o circuito algum momento.

    Só que esse domínio só vai ocorrer quando começarem a ganhar Grand Slam passando pelo Big 3, ou quando algum tenista fizer oq Djokovic e Federer fizeram: dominar o ranking com folga.

    1. Sérgio Ribeiro

      Aceita que dói menos , Jonas . Chegar a FINAL de SLAM já é muita coisa. Sem essa de ter que dominar com folga. O parceiro está se borrando com a hipótese de Nadal voltar a abrir TRÊS em RG , e a Nova Geração impedir o Sérvio de tirar a diferença. Futebol não tem nada a ver com as calças kkkkkkkkkk. Abs!

      1. Paulo Almeida

        Não, Ribeiro, quem estão se borrando são os federistas, uma vez que o título de RG do Nadal seria a pá de cal para tirar o Federer da disputa pelo GOAT: ele ficaria com menos Slams, menos semanas como número 1, menos year-end e menos M1000, além de levar fumo no h2h dos arquirrivais. Vão ter que secar demais!

        1. Jonas

          A verdade é que a torcida não é por uma renovação. Só querem q Djoko e Nadal saiam de cena antes de baterem mais recordes.

      2. Jonas

        Não. Se soubesse ler direito as coisas saberia que já cravei Nadal como favorito pelas próximas duas edições de Roland Garros, no mínimo. Abs.

  15. Periferia

    Legal a luta das meninas na BJK (Fed Cup).
    Laura venceu seu jogo ontem (1×1 contra a Polônia).
    Entrevistada após a partida revelou o orgulho de poder representar o esporte em uma competição internacional (ela sempre sonhou com a aportunidade…desde criança).
    Acaba (sem querer) fazendo um contra ponto com a atitude da Bia Haddad.
    Bia não aceitou o convite para fazer parte da equipe alegando que precisava melhorar seu ranking pessoal (essa semana perdeu na primeira rodada em um torneio em Portugal).
    Até aí tudo bem…o problema é que CBT investiu nela…mesmo depois de ser afastada por doping (ficou sem patrocínio)…nos últimos anos recebeu quase 400k de ajuda da CBT.
    A CBT também conseguiu convites para ela disputar torneios após a condenação(no retorno da suspensão) em parceria com a confederação portuguesa.
    Era o momento de retribuir todo investimento.
    Mas ela preferiu focar o lado individual.
    Muitas vezes achamos que o atleta não deve ser cobrado…ele é um sobrevivente…alguem que luta com poucas armas em um país com dificuldades básicas.
    Muitos realmente são “heróis.
    Nem todos.

    1. Barocos

      Periferia,

      Pois é, acho que ela pisou na bola. É difícil não ficar decepcionado num caso destes, mas, talvez, a gente não conheça toda a estória.

      Saúde e paz.

  16. Vitor Hugo

    Fui eu que me referi a Federer como ‘campeão moral’ de Wimbledon/19.
    Mas para alguns é difícil fazer entender.

    1. Luiz Fernando

      Aqui é diversão garantida, vc é tão fanático e sem noção q quer transformar uma derrota em vitória kkkk. Como alguns dizem, talvez no seu mundo paralelo quem faz mais winners vence, quem ganha mais sets perde kkkk…

      1. Paulo Almeida

        Essa de winner já era. Agora quem faz o slice mais bonito já é automaticamente o vencedor moral de qualquer partida.

      2. Chico Bioca

        Campeão moral porra nenhuma, aquilo ali deixou Federer patamares abaixo.
        Quando se analisa a carreira de Nadal diante de DJokovic e a de Federer diante do sérvio, da é vontade de chorar.
        Djokovic claramente superior a Nadal, seu jogo passou anos destruindo o espanhol, e este sempre se superando. Pra você ver, Djokovic ganhou 7 finais seguidas pra Nadal, 4 Masters 1000 e 3 GS, depois se viu Nadal se superando, ganhando 2 Masters 1000 e um GS, no caso em 2021, aí vão dizer “ahh mais foi no saibro”, não importa o piso, o que importa é que Nadal se impôs e não aceitou ficar sendo espancando pelo sérvio, e em seguida ainda veio aquela vitória história na semi de RG 2013, que na verdade foi uma final, pois o finalista foi Ferrer, uma vitória no US Open 2013 e uma vitória totalmente na marra, na coragem, na raça, colocando tudo em quadra e não aceitando ser espancado pra o sérvio naquele RG 2014, Nadal já decaindo, perdendo no saibro pra Almagro, só sendo campeão de Madrid pq Nishikori se machucou, perdendo a final de Roma pra o próprio sérvio, e na final de RG se impondo. Foi tão na marra que depois disso Nadal não conseguia ganhar mais set de Djokovic, tava claramente abaixo do normal, e então veio Carlos Moya e tudo mudou, voltou a ser número um, ganhou alguns jogos pra o sérvio, porém foi varrido na final do AO, mas o que fez no ano seguinte…varreu o sérvio na final de RG.
        Esse histórico mostra claramente que Nadal nunca deu a bunda pra bater, sempre se superou diante de Djokovic.
        Agora vamos para o “campeão moral de Wimbledon 2019”, ganhou muito de Djokovic quando o sérvio era ainda um iniciante, a partir de 2011 o negócio ficou num sarrafo mais alto, aí vão dizer “ahh mas Federer tinha 30 anos”, porém desde quando 30 anos é motivo pra se justificar uma derrota em uma semi de US Open em que você tem 2 match points e saque, inclusive perdendo um deles com erro não forçado?
        Todos viram ele perdendo 3 finais de Finals (uma nem entrando em quadra) e 3 finais de GS (em que Federer chegou na final jogando muito, não existindo qualquer justificativa pra idade).
        O que Djokovic fazia com Nadal, também estava fazendo com Federer, pois ganhar numa fase de Grupo de Finals ou num ATP 500 não é vingar uma derrota em final de Masters 1000, GS ou Finals, mas sim ganhar jogos em que “dá pra ganhar”.
        Porém anos depois o que vimos…a final de Wimbledon 2019, o momento em que Federer poderia ter feito como Nadal, não aceitar ficar apanhando para Djokovic, mas o que aconteceu…braço tremeu, e mais uma vez ele apanhou pra Djokovic. O que mais reflete isso tudo é 3×0 pra Nadal contra o sérvio em final de RG e 3×0 pra o sérvio contra Federer em final de Wimbledon, ou seja, Nadal no piso dele não tem medo de Djokovic, já Federer no piso dele nem com match point e saque consegue vencer.
        O que mais da raiva é você vê que até Murray se superou diante de Djokovic, mesmo com um H2H amassador do sérvio diante do escocês, no jogo mais importante dos dois na carreira, que por incrível que pareça não foi uma final de GS, foi aquele Finals 2016, onde o sérvio vinha de 4 títulos seguidos naquele torneio, um duplo 6×1 contra Nishikori na semi, e Murray simplesmente amassou o sérvio, numa fase espetacular não deixou o sérvio fazer nada, e ganhando o jogo mais importante entre eles, algo que Federer jamais iria fazer.
        Wawrinka nem se fala, né, basicamente quando foi jogo importante contra Djokovic ganhou, concertou tudo nesses jogos.

        Então não existe isso de “campeão moral”, existe na verdade um cara que foi bullynado por Djokovic, isso sim, que ficou apanhando e só restou baixar a cabeça e deixar ele bater, isso não é ser “campeão moral”, mas sim “perdedor vergonhoso”

        1. Sérgio Ribeiro

          Acredito que não foi Roger Federer que foi “ bulinado “ , caro Bioca rs . Deixando o papo de BUNDA de lado, aquela final de Wimbledon 2019 , foi considerada ÉPICA , pois ambos os jogadores jogaram uma barbaridade. E o Sérvio por ter levado um Título quase perdido , chegou com muita moral ao FINALS 2019 , na briga pelo N 1 com Nadal . Este estava tendo problemas no seu grupo com a Nova Geração ( foi eliminado ) . Bastava ao Sérvio passar por Federer rumo a Semi. Foi bulinado rs em Sets diretos sem ver a cor da bolinha . O N 1 caiu no colo do Espanhol por apenas 840 pontos . Acredito que o amigo Bioca saiba que o FINALS entrega 1300 pontos pra quem não leva de forma invicta, caso contrário 1500 pontos. Na boa , um texto enorme sem noção alguma . Abs!

          1. Jonas

            Neste jogo Federer dominou. Mas o colega acima se referiu a vários jogos. Ele pegou uma década de referência.

            Podem me corrigir se estiver equivocado, mas creio q na década ficou algo como 23 x 10 entre Djoko x Federer.

          2. Lulu Santos

            Puts…um jogo de fase de grupo de Finals, e ainda mais um Finals que Federer nem ganhou.
            Dizer que Federer “se vingou” porque tirou n1 de Djokovic é basicamente dizer que Federer é menor que Djokovic. Enquanto Murray se vinga sendo campeão do Finals e terminando a temporada como n1, Wawrinka se vinga ganhando dois GS em cima do cara, Nadal se vinga ganhando 4 GS em cima do cara, Federer se vinga eliminando ele tá fase de grupos do Finals…nossa, que bosta.
            Só falta dizer que toda essa jantada de Djokovic em cima de Federer aconteceu porque Djokovic nunca pegou Federer numa final de RG.

          3. Sérgio Ribeiro

            Na boa caro Robson, digo LULU , como comentarista de Tênis és um grande compositor. Reveja o jogo no YouTube . Federer mostrou para o MUNDO como alguém aos 38 , consegue eliminar um candidato a N 1 do seu MAIOR objetivo, simplesmente jogando mais que o próprio. Abs!

        2. Jonas

          Existe choro e muito mimimi, meu caro. Tudo que você falou de fato aconteceu.

          Mas, de longe, o choro mais engraçado é o da idade. Afinal, Djokovic e Nadal seguem vencendo Slams com 33 e 34 anos, respectivamente, sobre a geração mais nova tb, bom dizer. Mas Federer também se inclui, pois venceu Slam em 2017 e 2018, quando estava com uns 36 anos. Chegou em final de Wb 19 jogando muito tênis, tudo isso é verdade.

          Temos que ler aqui há anos que Federer está velho. Eu até entenderia se isto começasse em 2017, por exemplo, mas não, desde 2011 ou antes existe esse choro, e só de uma torcida, pois foi quando Djokovic doutrinou os 2, especialmente o Nadal, que foi massacrado naquele ano até em casa, mas não vejo seus torcedores chorando, vejo os do Federer, que ainda estava com 29 anos e só conseguiu vencer o Djokovic naquele SF épica em Roland Garros.

        3. Chico Bioca

          Sérgio, vê bem.
          Murray superou Djokovic ganhando a FINAL de Finals 2016 e com isso terminando a temporada como N1, que é oq estava em disputa entre os dois.
          Wawrinka superou Djokovic ganhando Roland Garros e US Open em cima dele.
          Nadal ganhou 3 RG e 1 US Open em cima dele depois de um 2011 humilhante pra o espanhol diante de Djokovic.

          Aí tu queres me dizer que Federer, numa fase de grupo Finals, superou 4 finais de GS perdidas e 3 finais de Finals perdidas, vencendo ele e tirando o n1 dele??? Desde quando fuder Djokovic se tornou mais importante do que ganhar um torneio??? E se é que dá pra dizer que um cara que foi jantado no próprio piso pode dizer que fudeu o cara num jogo irrelevante pra ele, afinal, na rodada seguinte ele foi eliminado

    2. Barocos

      Vitor Hugo,

      Para mim só existem 2 formas de vitória moral:
      – W.O./desistência;
      – erros do juiz determinantes para a declaração do vencedor.

      Estas opções não ocorreram na final de Wimbledon 2019, então, aceite a derrota e torça para um melhor resultado no próximo embate.

      Saúde e paz.

      1. Sérgio Ribeiro

        Desculpe , Barocos . Cláudio Coutinho ficou marcado ao utilizar o famoso “ Campeã Moral “ ao Final da Copa de 1978 , em que saímos invictos , ao contrário da Argentina. A FIFA permitiu que mudassem o horário de seu jogo contra o Peru pra depois de Brasil 3 x 1 Polônia. Sabemos que a Seleção Peruana foi recebida com seu povo jogando moedas no retorno pra casa depois do famoso 0 x 6 . E sabemos que foram os militares que agiram na mudança. Todos até hoje sacaneiam a frase de Coutinho rs . Abs!

        1. Barocos

          Sérgio,

          Repare que eu falei sobre “vitória moral” e não “campeão moral”. Sim, se em um torneio ocorrer de alguém entregar o jogo para que outro possa ser campeão, aí o que você bem lembrou se aplicaria.

          Parabéns pelo último título, tenho muita saudade das partidas do Flamengo do início da década de 80 (e olha que eu sou Botafogo), nunca mais vi um time com a qualidade que o elenco da Gávea ostentava na época, aquela equipe poderia ser a seleção de qualquer país, na minha opinião.

          Saúde e paz.

  17. Luiz Fernando

    Bela partida do grego, q em alguns momentos lembrou o jovem Nadal na defesa. Além disso, me pareceu perfeito na parte física e muito regular. Deve, se não houver surpresas, fazer uma final interessante c o russo.

  18. Daniel C

    É aquilo que eu disse na pasta anterior. Um jogador com mais recursos como o Tsitsipas não se deixa enrolar e desmonta um jogador como o Evans kkkkkk. Mas quando um jogador só sabe trocar bola de fundo, aí cai na rede desse tipo de jogador mesmo kkkkkk. Não adianta: certos jogadores podem ganhar um montão, nunca serão! Kkkk

    1. Luiz Fabriciano

      Para quem já usou um pouco do excelente Microsoft Excel, já deve ter visto também a referência circular:
      Djokovic toma pau de Evans, que toma pau de Tsitisipas, que toma pau de Djokovic.
      Mas no Excel, tenho que resolver o problema, não posso simplesmente dizer que um ponto no círculo é o tal e o outro não vale nada.

    1. DANILO AFONSO

      Um dos “NOSTRADAMUS” do blog.
      Só não sei quem há anos passa mais fome com as previsões: Ronildo ou Vitor Hugo.

    2. Barocos

      Ronildo,

      Continue postando as suas previsões, elas são ótimas para quem gosta de apostas, contanto que se lembre de realizá-las invertidas!

      Saúde e paz.

      Obs.: também acho um absurdo a tentativa (pífia) que muitos fazem de desconstruir a carreira do Federer, mas todos sabemos ser só pela provocação de torcidas mesmo.

      1. Ronildo

        Opa Barocos. Acertei no Tsitsipas. Mas ele era favorito mesmo. Quanto ao Casper Ruud, foi uma aposta num cara que vem melhorando a cada temporada.

      2. Paulo Almeida

        Caro Barocos das discussões jurídicas,

        Achei curioso você fazer esse pequeno desabafo sobre a desconstrução da carreira do Federer justamente com um dos que mais tentam desconstruir a do Djokovic, inclusive tentando dizer que o período de domínio do sérvio foi a verdadeira entressafra, além de também não aceitar o recorde justíssimo de semanas do sérvio. Teria feito mais sentido com algum dos isentos do Blog (claro que não sou eu).

        Abs.

        1. Barocos

          Paulo,

          Pode ser que eu esteja enganado, mas muito desta guerra de torcidas se iniciou justamente porque as provocações foram se exacerbando com o tempo. Você que gosta muito de filmes deve lembrar bem de Matrix: quanto mais forte Neo ficava, mais poderoso também se tornava seu inimigo Smith.

          Para falar a verdade, quando a coisa não descamba para o mau gosto, ou para as ofensas pessoais, até me divirto com a criatividade dos digladiadores. Por exemplo, “Era Bagreolítica” quase me fez cair da cadeira, e “Cotonete” sempre me fez sorrir. Me divertia muito com as postagens do Lógico também e todos nós sabemos que estas irreverências não deveriam ser levadas muito a sério.

          Como dizia um amigo que faz tempo que não vejo, cada um é cada um e, por um motivo que, sinceramente, me escapa, algumas pessoas se sentem extremamente ofendidas com algumas das brincadeiras. O homem, e mais ainda a mulher, são mistérios para mim.

          Saúde e paz.

    3. Enoque

      Em todos os comentários do Ronildo, a gente constata que o ponto de vista, tem sempre, uma colocação que possa valorizar o Federer, mesmo que remotamente e desvalorizar Djoko e Nadal, mesmo que indiretamente.
      Caper Ruud deve ganhar, porque o Rublev não é tão bom, e só ganhou do Nadal porque o mesmo tá em fim de carreira, o bom mesmo é Federer.
      Tsitsipas vai ganhar porque o Evans é fraco e só ganhou do Djoko porque o mesmo tá em fim de carreira, o bom mesmo é Federer.
      Um tornei atrás, ele ficou torcendo pro cara que eliminou o Federer, na segunda rodada, pra provar que isto aconteceu porque o cara é muito bom.
      Acho que nem o Federer se liga pra estes detalhes, agora deve estar a mil km de Mônaco, jogando vídeo game com as crianças.

      1. Ronildo

        Isso você acertou Enoque. O bom mesmo é Federer! ????

        Vou explicar para você o porquê de pensar assim:

        CAMPEÃO DO AO COM 37 ANOS
        FINAL DE WIMBLEDON COM 38 ANOS
        SEMI DE RG COM 38 ANOS
        SEMI DE AO COM 39 ANOS E COM LESÃO NO JOELHO

        Duvido que Nadal e Djokovic chegarão perto disso aí acima? sabe porquê? Porquê o bom mesmo é Federer!

        Por este motivo que alguns tenistas têm dito que FEDERER É O PRÓPRIO TÊNIS!

        Abraços!?

  19. João Guilherme Pinto

    Sempre a mesma coisa , chega no Grand slan amarelam, Natal vai em busca do Slan que o tornará o maior vencedor de slans

  20. Paulo Almeida

    Mimimi, o Djokovic não faz chip and charge, buá buá!

    E por que a melhor devolução da história precisaria desse recurso?

    Já faz winner ou devolve a bola no pé do sacador e começa a mandar no ponto, assim como fez com o Meddy no match-point do AO, por exemplo. Aliás, o Federer já fechou Slam com um skyhook smash?

  21. Marcos Ribeiro

    Rublev ganhou com muita autoridade! Se impôs no início, Nadal reagiu (com bastante dificuldade), Rublev se impôs de novo.

    Depois, na entrevista, mostra grande diplomacia e até maturidade.

    Este conjunto indica a presença de uma base sólida. Com méritos também para o seu treinador, o espanhol Fernando Vicente, eleito o melhor de 2020.

    Acho que o cara está entrando no grupo BIG. Que já foi 3, passou a 4, voltou para 3 e agora tende a mudar de novo.

  22. Alexandre

    Dalcim, Boa noite!
    Não sei não, mas acredito que em 2021 será a última chance do Nadal vencer mais um slam e se isolar na ponta.
    Acho q o páreo vai ser duro para o espanhol em RG, pois hoje foi o segundo jogo seguido q perde para a nova geração este ano.
    Dalcim, vc acha q ainda existe alguma possibilidade do Nadal ganhar algum slam após RG 2021???
    Abraços e parabéns sempre pelas suas matérias ?✌?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que é muito cedo para avaliar, Alexandre. Ele só jogou dois torneios na temporada e agora chega ao saibro, onde costuma crescer semana após semana. Não acho que ainda deveríamos descartá-lo ao menos para Roland Garros de 2022, embora as questões físicas pesem cada vez mais.

      1. Luiz Henrique

        O Nadal é o atual campeão de RG, inclusive sem ter perdido sets, aí vem um querer questionar se não ganha mais o torneio kkkk

  23. Roberto Rocha

    Nadal foi co laminado pelo vírus das duplas – faltas do Dimitrov! rsrsrsrs Fala sério! 900 duplas – faltas, jogando a maior parte do tempo com o segundo serviço, o retorno do bracinjo de T – Rex (bolas curtas)…dia pra ser esquecido. Ou lembrado… treinar saques, senhor Nadal.. .se deseja ainda mais 1 ano realmente competitivo, precisa encontrar alguma mágica para sacar melhor, ganhar pontos fáceis e economizar energias e joelhos…
    Quanto ao Rublev, atuação excelente!

    1. Jose Yoh

      O caminhão de duplas faltas foi algo bem espantoso, mas pior ainda foi que algumas vieram em breakpoints (pelo que eu vi duas).
      Sempre pensei que o melhor do Nadal fosse sua capacidade de reverter momentos ruins.

  24. rafael

    As derrotas do Djoko e do Nadal os motivação mais ainda para os próximos torneios. Tenho certeza que um dos dois ganhará RG. A next gen, mesmo evouindo, não tera chances nos Slams em 2021.

    1. Jose Yoh

      Acho que a coisa está complicando muito porque a quantidade de gente capaz de vencê-los está aumentando muito. E a velocidade e reflexos já parecem inferiores aos mais jovens.

      Para começar, será difícil Nadal e Djoko não caírem no mesmo lado das chaves nos slams, o que eliminaria pelo menos um (e desgastaria em caso de chegarem na final).

      As rodadas iniciais já não serão mais as mesmas porque sempre vai aparecer um que pode complicar as coisas. Das quartas em diante então nem se fala. Os jogos serão mais desgastantes também.

      Continuam favoritos, claro. Mas acho que o percentual de chance de sucesso caiu consideravelmente.

  25. Edgard Upinho

    Dalcim, Nadal voltou a ser o número 2? Hoje o vi reclamando, gritando, errando ataques de forehand … Será que não se recuperou completamente da lesão nas costas, daí porque sacou tão mal ? Ou foi falta de ritmo de jogo? muitas perguntas, mestre Dalcim e ficarei agradecido se puder responder todas. Abraço e parabéns pelo blog.

    1. José Nilton Dalcim

      Sobre o ranking, está no texto, Edgard. Quanto ao saque, realmente não foi bem. Não falou nada na entrevista, então talvez tenha sido mesmo uma questão de confiança, já que nos dois jogos anteriores o saque estava normal. Abs!

  26. Fabio Riella Fernandes

    DALCIM, VOCE ACHA QUE HOJE O RUBLEV É O JOGADOR QUE MAIS TEM CHANCES DE VENCER EM RG, FORA OS MONSTROS NADAL E DJOKOVIC?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, acho que o Thiem ainda está bem mais à frente, desde é claro que se recupere fisicamente.

      1. José Eduardo Pessanha

        Mestre, esse aí não ganha nem par ou ímpar em RG. Entre os dois, aposto tranquilamente em Rublev. Aliás, vou parar de chamar o Dominico de superesTHIEMado. A partir de agora, o chamarei de Aliassime Austríaco. Rs
        Abs

        1. Sérgio Ribeiro

          Tu és teimoso mesmo hein , conterrâneo rs. Por favor , não faça previsões para o nosso Rubro – Negro. A Liberta já começa na Terça rsrsrs. Abs!

  27. Miguel BsB

    Essa eu vou perguntar pro Dalcim, mas se os colegas quiserem opinar, são bem vindos.
    Mestre, quem tem o forehand mais potente? Delpo, González ou Rublev? Eu admito que conheço a ter dúvidas…
    Porque eu vou te falar, esse forehand do russo é uma monstruosidade…e ele ainda consegue ser muito consistente sem aliviar na marretada…
    Acho que logo logo o Rublev vai começar a aparecer naquelas listas de top 10 forehands mais poderosos…

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, é bem possível mesmo, Miguel. Mas hoje deram um ‘super forehand’ dele a 157 km/h, o que não chega a ser um assombro. O próprio Kyrgios já bateu um a 170 km/h. Mas é claro que estamos falando em constância do golpe e então eu ainda sou o Gonzalez, que batia de qualquer ponto da quadra o tempo inteiro.

    2. Sérgio Ribeiro

      Voto com o relator , caro Miguel. Fernando “ Mano de Piedra “ Gonzales conseguia de todos os cantos da quadra … Abs!

    3. JAN DIAS

      ? Foguete reto, chapado e muito potente.? mas o que me impressionou hoje, além da potência, foi a precisão: quase todos pertinho da linha…
      Uma atuação soberba…

  28. Ronildo

    E aí pessoal, tudo bem com vocês?

    Vou repetir o que eu havia falado anteriormente e fui chamado até de louco kkkkk:

    “A supremacia do Big3 acabou. No jogo já dá para notar isso. Porém a pontuação não revelou por causa dos cancelamentos de torneios ano passado, vários torneios cancelados; e a blindagem dos pontos este ano.”

    Mas não precisam acreditar se seus olhos não percebem e suas mentes não entendem: apenas observem à medida que o circuito prosseguir.

    Abram alas para a poesia! Alô Chetnik! Kkkkk

    1. Chetnik

      Você fala isso há 3-4 anos. Os últimos 2 GS foram vencidos pelo Nadal e o Djokovic, aí você vem e fala que eles estão acabados porque nenhum dos 2 ganhou Montecarlo kkkk.

  29. Wladner

    As quedas de Djokovic e Nadal revela como cada ano que ano passa vai ficar mais difícil para esses dois ganhar Slams. Essa ironia de dizer que Djokovic ganha pelo menos mais 5 slams começa se mostrar bem mais difícil que alguns pensam. Você consegue perceber esse sinal Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que precisamos avaliar 2021, Wladner, porque nos últimos três Slam ainda dois foram vencidos por Nadal ou Djokovic. Claro que há um sinal de que as contusões estão cada vez atrapalhando mais, porém ainda é cedo para avaliar. Abs!

      1. Wladner

        Acabei de lembrar que fiz alguma pergunta aqui pra vc Dalcim quando assisti lá em Nova York as duas quartas de final do US Open sendo o primeiro com à época supresa Rublev vs Nadal e a segunda Delpo batendo o Federer. Que saudade de estar lá vendo jogos ao vivo. Já esteve em algum grand Slam Dalcim? Abs

      2. Periferia

        Olá Dalcim.

        E dos últimos 18….17 foram vencidos pelo Big3.
        E o Slam vencido pelo Thiem…faltou 2 e o sérvio foi desclassificado (anormal).

        Abs

  30. Paulo Almeida

    Medvedev continua disparado o melhor jogador da NG com 3 M1000, 1 Finals, 1 ATP Cup e 2 finais de GS, seguido por Zverev, também com 3 M1000 e 1 Finals; o resultado de Monte-Carlo não mudará quase nada.

    Djokovic ostenta no momento o melhor retrospecto contra os mais novos: venceu as últimas quatro do Zverev, as últimas três do Tsitsipas, as últimas seis (todas) do Shapovalov, as últimas duas do Hurkacz, as últimas três do Fritz e as últimas de Medvedev, Sinner, Ruud e Tiafoe.

  31. Periferia

    Gostaria de parabenizar o Sérgio.
    Faz 5 anos que ele diz que a Next chegaria.
    Enfim chegou.

    Obs: Caso o Evans ganhe o torneio…retiro tudo que escrevi acima.

    1. Sérgio Ribeiro

      Mas aí qual é a vantagem , meu caro Periferia ? rsrsrs. Em 5 anos o Big 3 também envelheceu rs . Mas de boa , realmente considero esta Nova Geração ( até os 25 de MEDVEDEV) , superior a geração anterior . Todos sabemos que a ATP considera NEXT GEN até os 21 . A coisa é tão complicada que Dominic Thiem já e’ OITO anos mais velho que SINNER. Passa tão rápido que Dimitrov faz 30 agora em maio. E’ difícil acreditar num algo a mais pra essa geração do Búlgaro. Mesmo sem o BIG 3 . Abs !

          1. Sérgio Ribeiro

            Tem razão , Dalcim . E foi pra cima de Aliassime. Acho que pego no seu pé pois na Copa Davis , não aceitava jogar na Saibro. Murray tinha que se virar pra marcar os 3 pontos rs . Abs!

    2. Marcão

      Caro Peri, o conceito de next gen está tão distendido que se Daniel Evans ganhar Monte Carlo também será next.

      1. Jose Yoh

        Kkkkkkk é isso mesmo.

        Se os next gens fossem realmente gerações, teríamos algo assim:

        – Filho: Sinner, Shapovalov
        – Pai: Tsitsipas, Zverev,
        – Avô: Thiem, Medvedev
        – Bisavô: Dimitrov, Nishikori
        – Trisavô: Nadal, Djoko
        – Tataravô: Federer

    3. Luiz Fabriciano

      kkk
      Mas acho que ainda não chegou.
      Para mim o termômetro é: vai iniciar o torneio “fulano de tal”.
      Estão inscritos o Big3 e o resto do mundo. Um, que seja, da NextGen e não mais o Big3 e os “coroas” é o favorito para vencer o dito torneio.
      Ponto. Aí sim ela chegou.
      Grande abraço.

  32. Rodrigo S. Cruz

    O milongueiro sérvio, o rei das desculpas fajutas, caiu pro Evans ontem.

    E Nadal, o rei do saibro, caiu pro Rublev hoje.

    Claro que isso está longe de indicar uma ameaça ao domínio deles, mas esse resultado faz bem para o esporte.

    Esses tenistas que saem vencedores adquirem confiança para ousar mais, acreditar mais.

    Podem vir a pensar que mesmo esses “monstros” também sangram…

    1. JAN DIAS

      O BIG3 ainda vai ganhar torneios, mas acho que não vai + dominar ostensivamente como tem feito nos últimos 20 anos..
      A idade chegou e o número de derrotas vai aumentar cada vez mais..

    2. Luiz Fabriciano

      Imaginemos que Roger Federer jogasse esse Monte Carlo e pela primeira e inédita vez, o vencesse.
      Esse título faria bem ao esporte?

      1. José Eduardo Pessanha

        Claro que faria, seria um torneio ganho por um tenista com uma excepcional categoria, que é a síntese do tênis arte, tão maltratado hoje em dia.
        Abs

          1. Rodrigo S. Cruz

            Sim!

            E é lamentável que você não ache isso também, Fabriciano.

            Como pode um cara que admirava o Senna, preferir o insosso Djokovic ao espetacular Federer?

            ?

      2. Rogério R Silva

        Imagine que Michael Jordan ganhasse um título no beisebol.
        Faria bem ao esporte?
        Imagine que Pelé ganhasse uma medalha de ouro olímpica.
        Faria bem ao esporte?
        Imagine que o Bolt ganhasse uma medalha na maratona.
        Faria bem ao esporte?
        O que te falta tem nome :
        Respeito.

        1. Luiz Fabriciano

          Não sei se a resposta foi diretamente à mim, mas se foi, onde é que tem falta de respeito?
          Sugiro que leia a origem desse comentário. Talvez entendas.

    3. Rogério R Silva

      Boa Rodrigo.
      Se tem Nadal e Djokovic e eles saem da maneira como saíram e,ainda por cima,sem o Thiem realmente é muito claro que a nova geração chegou e esses dois monstros estão velhos sim e sangram.
      Lembrando que se machucam cada vez mais.
      Antes era certo Nadal tirar onda no saibro mas ele mesmo já notou as dificuldades.
      Perdeu por 2×1 mas se livrou de perder feio,mais por bobeira do Rublev.
      E Djokovic totalmente off.
      Se não tiverem sucesso no próximo torneio vão chegar em RG com muito peso nos ombros.
      Acho que a hora chegou.

  33. Paulo F.

    Quem diria….
    O mesmo cosplay de Salsicha que parecia uma criança assustada ao ver o bicho papão tamanha a nojenta covardia com que enfrentou Rafael Nadal no confronto no US Open de 2017, hoje vence o maior e melhor tenista de todos os tempos, no seu piso dominante e em um de seus torneios prediletos.
    Estupenda vitória Rublev. Parabéns!
    Espero apenas que a derrota do mestre de Roger Federer não tenha estragado o final de semana dos Fernandos – o nobre Luiz e o cheerleader Meligeni.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Correção da FAKE NEWS:

      Nem é maior, e nem é melhor.

      1) Não é maior porque divide, tão somente divide, com Federer a soma de 20 slams; nunca liderou semanas como número 1; é freguês do sérvio e até do suíço em quadras duras e de grama; está longe do recorde do Connors; e além de tudo tem 0 ATP Finals.

      2) Não é melhor porque não tem, nem de longe, o mesmo arsenal e categoria do Federer. Não tem o melhor saque, não tem o melhor voleio, e não tem o melhor slice.

      Abs.

      1. Marcelo F

        Rodrigo, concordo com suas duas afirmações, mas bem mais com a primeira. Quanto à segunda, quero lembrar que, ainda bem, tênis não é somente golpes. É também, em proporções bem altas, estratégia, preparo físico, resiliência, força mental, aplicação tática, empenho…além de golpes. Nada disso um cara como o Kyrgios tem. E um cara como o Ferrer tinha muito. Por isso o Ferrer vai ser, historicamente falando, um jogador mais vitorioso. É claro que o australiano talvez nem queira mudar. Quer ganhar só com seu talento. É direito dele. Mas o legal do tênis é um jogador ter o “direito” de compensar seu pouco talento com as características citadas. Isso vale pra profissionais e também para amadores pangarés como nós.

    2. Jose Yoh

      Desse jeito Nadal vai ser o maior e o melhor mesmo. Embora ainda ache que faltem conquistas e números fora do barro.

      Os Federistas defendem que o espanhol é grande porque foi o único que fez frente durante o auge do suíço. E não querem que Nole seja o novo GOAT.

      Os Nolistas acham que ao dividir o recorde de slams com Rafa – que muitos consideram o principal número – Roger deixou de ser o maior. E agora muito estranhamente alguns deles acham que o espanhol é o GOAT (?????!!!!).

      Que estranho o mundo do fanatismo.

  34. Jonas

    Nadal já calou a boca de tanta gente, que nem me arrisco a duvidar dele novamente.

    Pode tomar pneu, bicicleta, o que for antes de Roland Garros que não adianta. É o GOAT desse piso com muita folga e segue muito favorito, ainda que perca em Barcelona.

    Sobre Rublev, ainda acho que só sabe enfiar a mão na bola, mas com o tempo melhora. Grande atuação dele hoje contra um Nadal que tem uma postura estranha às vezes. Seus torcedores devem ficar irritados.

    1. Paulo Almeida

      Concordo com você, mas sempre que um desses caras bate um Big 3 são elevados a um patamar surreal.

      Rublev é sparring do Medvedev e tomou uma surra do Hurkacz há duas semanas, por exemplo. Vamos com calma.

  35. Daniel C

    Muito legal ver essa renovação gradual no circuito. É isso que se esperava há pelo menos uns 5, 6 anos: uma concorrência de maior peso para Nadal e Djokovic. Agora falta essa turma começar a ganhar dos dois em GS também.

    Só sei de uma coisa: quando esses jovens desenvolverem de vez a parte mental, vai ser lindo de ver eles esgotando Nadal e Djokovic fisicamente kkkkk

    1. Luiz Fabriciano

      Por que isolam Federer da concorrência?
      Ou realmente ele já é um aposentado há mais de 5-6 anos?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele tem chance, sim, Carlos, e talvez apenas Wimbledon seja mais difícil para ele, caso não aprimore a transição para a rede. Difícil falar em número, porque ainda acredito que todos os novatos irão evoluir consideravelmente nos próximos anos. Potencial para dois, pelo menos.

  36. Fernando Peixoto

    Acredito que a pandemia esteja deixando suas marcas também no tênis. Em condições normais, com ritmo de jogo, Rafa e Djokovic não perderiam seus jogos para Evans e Rublev.

  37. Marcilio Aguiar

    O mias incrível foi o russo sustentar e vencer ralis longos, em alta intensidade. Dalcim, as poucas derrotas de Nadal no saibro, em torneios importantes, acontecem quando o adversário utiliza extrema agressividade com alto grau de risco e precisão por um longo tempo. Essa combinação é rara, dai a dificuldade de vencê-lo em RG. Hoje o Rublev foi muito bem, também no mental, mas será que ele sustentaria esse desempenho em mais 2 sets (caso fosse em RG)?

    A história nos mostra que, apesar dessas derrotas em M1000, o Nadal ainda é disparado o maior favorito em RG. O que voce acha?

    Eu gosto mais dos estilo de jogo do Tsitsipas, mas se um dos outros três vencer o torneio estarei satisfeito porque passaram por provas dificílimas com mérito.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Nadal sempre será favorito em Roland Garros caso chegue sem problemas físicos, Marcílio. Quanto ao Rublev, ele parece cada vez mais em condições de competir num alto nível por tempo longo.

        1. Jose Yoh

          Um dia vou tentar fazer essa terapia de escrever uma piada com um nick e depois rir dela com outro… deve fazer bem!

  38. Michel

    Aqui em monte Carlo o Djoko e o Nadal participaram então o feito de três dos quatro semifinalistas serem da nova geração é muito mais inédito do que o que aconteceu em Miami dias atrás.

  39. JAN DIAS

    Hoje o RUBLEV foi o CZAR DO SAIBRO! ?

    O russo fez uma partida magistral, forehand-tijolada calibradissimo, defesas espetaculares e saques salvadores…
    Foi um partidaço! Melhor jogo do ano até agora. ?⚾️

  40. JAN DIAS

    ??? Eu apostei R$ 20,00 c/um colega que o RUBLEV ia ganhar do NADAL hoje!
    Porque eu não ganho na Mega-Sena???
    ???

  41. Rogério R Silva

    Novos tempos.
    Eles chegaram.
    Vão perder algumas.
    Vão ganhar outras.
    Mas vieram para ficar.
    Acredito que eles têm mais qualidades e, somado à idade do trio,forma um cenário claro de substituição.
    Já vimos isso diversas vezes com outros.
    Agora chegou a hora desses.

  42. José Alves Aragão

    Sempre fico achando o dia estranho quando o Nadal perde de um jeito que preciso vir aqui no Blog pra acreditar que ele foi eliminado.O jeito como Dalcim escreve faz qualquer jogo de tenis parecer épico e até nas derrotas os grandes merecem reconhecimento. Nadal vai se recuperar pra eu poder comemorar lendo o futuro artigo do Dalcim narrando o décimo quarto título de Roland Garros!

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