Façanhas do ranking independem da pandemia
Por José Nilton Dalcim
16 de março de 2021 às 18:23

Em apenas duas semanas, a história do ranking masculino foi chacoalhada por dois grandes momentos. No dia 8 de março, ratificando-se seu título no Australian Open, Novak Djokovic quebrou um recorde que se pensava inalcançável e superou as 310 semanas que Roger Federer havia passado como número 1. Sete dias depois, Daniil Medvedev ganhou Marselha para coroar a quebra de uma longa hegemonia do Big 4. Desde julho de 2005, nenhum outro que não se chamasse Federer, Nadal, Djokovic ou Murray figurou no top 2 da lista.

Muitos apressadinhos correram para dizer que o congelamento do ranking feito pela ATP em março, em função da pandemia e a paralisação do calendário até agosto, teria sido essencial para que essas incríveis marcas caíssem. Como se sabe, a ATP também mudou a fórmula de contagem a partir da volta dos jogos e passou a considerar um ranking de 24 meses, ou seja entre março de 2019 e de 2021. E apenas há poucos dias fez pequena alteração, forçando descontos de 50% dos pontos de 2019 e mantendo até agosto a possibilidade de cada tenista somar seu melhor resultado, sem descontos de campanhas.

Uma rápida análise matemática do ranking entre 15 de março de 2020 e de 2021, no entanto, mostra que não há qualquer sombra de dúvida do mérito de Djokovic e Medvedev nas posições alcançadas. Se utilizarmos o critério tradicional do ranking de somar apenas os pontos dos torneios efetivamente jogados entre Acapulco/Dubai do ano passado até o último domingo, Djokovic ainda lideraria com certa folga (5.830 pontos) e Medvedev estaria realmente à frente dos demais (5.585).

Nessa hipótese, o verdadeiro prejudicado é o também russo Andrey Rublev. Com 3.915 pontos somados nesta sua arrancada técnica, ele seria o terceiro colocado, deixando Rafael Nadal para trás (3.800). Outra troca de posição aconteceria entre Alexander Zverev e Stefanos Tsitsipas. Vejamos como está essa pontuação, considerando-se os oito tenistas que disputaram o ATP Finals de Londres:

1. Novak Djokovic – 5.830
2. Daniil Medvedev – 5.585
3. Andrey Rublev – 3.915
4. Rafael Nadal – 3.800
5. Dominic Thiem – 3.535
6. Alexander Zverev – 3.410
7. Stefanos Tsitsipas – 3.095
8. Diego Schwartzman – 2.210

Então, caros amigos, não me parece haver qualquer razão para se contestar o recorde histórico de Djokovic, que na verdade poderia ter alcançado a marca de 310 muito antes, em outubro, não fosse a pandemia. E hoje já estaria com pelo menos mais 20 semanas. De qualquer forma, a ATP já calculou que não há qualquer risco de o sérvio perder o posto antes de 26 de abril.

Medvedev agora se tornou a maior ameaça a ele, principalmente porque o russo só fez 90 pontos em Miami em 2019 e assim poderia acrescentar 910 num eventual título. Ainda não se sabe se Nole irá para Miami, mas de qualquer forma ele só teria a perder 45 pontos (metade dos 90 de 2019) caso prefira continuar sua recuperação na Europa, à espera do saibro. Chegaria a Monte Carlo com 1.113 pontos de vantagem sobre o russo e todos sabemos que a terra batida está longe de ser a praia do Urso.

Nadal avisou nesta terça-feira que não irá para os EUA, como era de se imaginar. Bem preparado, ele poderá recomeçar a somar pontos em Monte Carlo, Barcelona e Madri, onde terá a descontar 900 de 2019 e poderia fazer 2.500. Ranking no entanto me parece ser a última das preocupações do canhoto espanhol neste momento. Antes de tudo, vem a melhor forma física para o esforço sobre o duro calendário que sempre faz no saibro europeu. E em seguida ganhar toda a confiança para atingir a meta primordial de defender Roland Garros e chegar ao 21º Grand Slam. Por tudo isso, é mais do que correta sua decisão.

Aliás, mesmo antes de outra decepcionante atuação, em Dubai, Dominic Thiem se juntou a ele e a Roger Federer e também não irá a Miami. O Masters norte-americano pode assim ter Medvedev, Tsitsipas, Zverev e Rublev como os quatro primeiros cabeças de chave. Isso sim que é renovação.


Comentários
  1. Paulo Almeida

    Que grata surpresa essa final entre Karatsev e Harris em Dubai. É, o russo está provando que não foi semifinalista na Austrália por acaso.

    Não gostei do GOAT ter desistido de Miami, mas paciência; ele sabe o que faz e talvez ainda não esteja 100% recuperado da lesão, além das questões de família, viagem, pandemia etc.

  2. Barocos

    Sempre tive para mim que o mais importante em qualquer relação, seja entre pessoas, seja entre o Estado e seus cidadãos, é o respeito, a observação de regras apropriadas de conduta e trato, as quais acabam por definir direitos e deveres.

    Nunca esperei ser testemunha de governos isentos de falhas ou contradições, isto é impossível, haja vista não só as deficiências na formação do indivíduo, algo inerente ao homem, como também em face aos inevitáveis conflitos de interesse que a vida social apresenta. Como diria meu antigo professor de OSPB, sociedades são o resultado da construção do possível em comunidade, nunca do ótimo.

    Eis-me aqui, neste tempo tão sofrido, analisando o que nos trouxe a este momento. Devo confessar que foi com grande tristeza que presenciei fatos e comportamentos que resultaram na eleição do atual mandatário, um sujeito que berrava, desrespeitava, afrontava, mentia e omitia em público, alguém que nunca vi demonstrar compaixão ou empatia e parecia se orgulhar disto.

    Não, não votei em ninguém do PT, não o faço desde o escândalo do mensalão e mesmo na única vez que votei em seus representantes, não nutria qualquer ilusão sobre a qualidade de seus gestores, apenas torcia pelo melhor, ou ainda, para não assistir ao pior.

    Eis-nos aqui, nesta situação calamitosa, ainda escutando os descalabros do tal sujeito eleito e me perguntando como pudemos descer tão baixo.

    Nunca na história deste país, tanto no qual vivo e vivi, quanto sobre o qual aprendi, vi tanta insensatez, ignorância, truculência, incompetência e maleficência miscigenados com o destino dos filhos desta nação.

    A todos que eventualmente lerem estas linhas, suplico que perdoem meu desabafo inapropriado pare este espaço.

    Saúde e paz para todas as pessoas de bom coração.

  3. Leo Gavio

    Djokovic e Nadal vão jogar em alto nivel por mais 5, 6 anos. Djokovic deve continuar sendo o tenista a ser batido fora do saibro e o segundo a ser batido no saibro.

    DJoko tem muito a evoluir, aumentar um pouco mais a agressividade com a direita e voleios, já evoluiu muito com o novo saque, deve ser cada vez mais favorito na Australia, Wimbledon e USo. O que vai retirar dele a pressão por RG e talvez melhorar o desempenho dele lá. Jogando menos torneios, deve passar Nadal e Federer até o Aopen 2022 e finalizar a carreira com 27 slams.

    Djokovic tem potencial pra 27 slams (2 por ano), Nadal para 23 e Federer para entrar no Cirque du Soleil.

    Não tem outra alternativa, se Djokovic realmente confirmar o espetacular saque do Aopen e mantiver a agressividade da semi e da final, esqueçam Wimbledon, Federistas, Aopen e Uso tambem. Vão ter de torcer, vergonhosamente, por contusões como em 2017.

  4. periferia

    ” O terreno fértil para a ditadura é a miséria, a fome, a pobreza, onde o homem com necessidade perde a razão. Estão esperando o que? Vai chegar o momento?
    Gostaria que não chegasse, mas vai acabar chegando esse momento… ”

    Uma política genocida…onde todos são ameaçados…
    Brasil…virus…contágio..mortes…. oportunidade.

    Sigamos

  5. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fernando]

    “Quando faltam argumentos as coisas complicam hein Rodrigo. Se há algo q ninguém nega é a qualidade de ambos, agora os exemplos ruins, as vezes péssimos, suplantam isso…”

    Ah, ta! Então acho que foi um simples problema de comunicação entre nós.

    Você se referia a personalidade deles, certo?

    Eu havia pensado que você estava colocando em dúvida a qualidade deles como jogadores.

  6. Jairo Silva

    “A facilidade de Roger em praticar este esporte é incrível e estou interessado em ver o que ele poderá fazer em seu retorno às quadras. O lance do Rafa com Roland Garros é simplesmente incrível, com todo mundo com quem converso fica a dúvida de como ele consegue aquela loucura. E Djokovic tem conseguido ser o melhor nos melhores momentos de Federer e Nadal e isso mostra sua grandeza”.

    “Honestamente, acho que Djokovic permanecerá na elite por mais cinco anos e espero que Roger e Rafa tenham partido (neste período). Minha sensação é que Thiem, Zverev, Tsitsipas e eu estaremos lá no top 5”, encerrou.

    Concordo totalmente com o sincero Russo. NOLE já vem doutrinando Rafa e Roger há muitos anos, e ainda vejo o sérvio dominando o ranking e os SLAMS por um bom tempo, quem sabe uns 4 anos…mesmo com a idade avançada.

  7. Rubens Leme

    Queen – Live At The Rainbow ’74

    Antes do Queen explodir mundialmente com o LP A Night at the Opera (1975), a banda já fazia um sucesso imenso na Inglaterra, com seu pesado e mesclando o visual exagerado e glam de Freddie Mercury (além do seu vozeirão e seus dentes de coelho), com a guitarra pesada de Brian May e a cozinha eficientíssima do discreto baixista John Deacon e o técnico e sólido baterista Roger Taylor.

    Seus três discos iniciais – Queen (1973), Queen II (1974) e Sheer Heart Attack (1974) – eram álbuns muito pesados com uma sonoridade próxima ao heavy metal da época e que não seria repetida depois pelo quarteto, quando começaram a emplacar hits em profusão nos EUA a partir do quarto de A Night.

    Este disco traz show dos dois últimos discos desta fase inicial – cada CD cobre o show respectivo dos dois discos no Rainbow – e mostra o Queen em excelente forma. Não espere ouvir “We Are the Champions” ou “Don’t Stop Me Now”. Segundo Brian May, o grupo tinha uma influência nítida de The Who ou Led no segundo LP, embora ele trocasse os “power chords” de Pete Townshend por mais camadas e texturas na guitarra.

    Ainda assim, as harmonias vocais de fundo de May e Taylor está lá, assim com a voz inconfundível de Freddie e toda a diversão que o Queen sabia exalar em seus shows.

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_l691BlDbzf0SDl2baT1qrwlvBDqX-zAG8

    1. Gume

      Caro Rubens:

      Conheci o Queen exatamente no disco A Night At The Opera que você citou. Fiquei fascinado por eles. Na primeira oportunidade que tive, comprei os LPs anteriores para conhecer melhor o grupo. Confesso que adorei. A partir dali, comprei todos os discos do Queen a cada lançamento e montei a única coleção de vinil que possuo. Tenho tanto ciúmes dela que ninguém aqui em casa pode por a mão. Tenho muitos discos legais mas estes são especiais. O Queen é bem maior que seu sucesso comercial com inúmeros tesouros fora dos seus grandes sucessos. Grande lembrança!

      Abraços.

  8. Luiz Fernando

    Sinceramente não acredito em mais 5 anos de Djoko no auge, mas talvez 3 ele encare. Vejo Rafa com boas possibilidades de manter alto nível em 2021 e 2022…

  9. Rubens Leme

    John Cusack foi um ator que teve 15 excelentes anos na carreira, desde os filmes teen de John Hughes, até o seu auge, quando trabalhou duas vezes com Woody Allen, duas com Stephen Frears, Spike Jonze, Clint Eastwood e outros.

    No final dos anos 1990 montou sua própria produtora, New Crime Productions, que estreou com o ótimo Matador em Conflito (filme que vejo neste momento), uma comédia de humor negro que mostra um assassino profissional, voltando ao lar para matar o pai da ex-namorada que abandonou no baile de formatura.

    Embalado, comprou os direitos do livro Alta Fidelidade, do londrino Nick Hornby, a adaptou para sua amada Chicago (onde são feito a maioria dos seus filmes), chamou velhos amigos, entre eles Tim Robbins, e brilhou como o vendedor de discos Rob Gordon (era Rob Fleming no livro), onde desfila seus fracassos românticos com listas de discos.

    O bom momento ainda continuaria na comédia sobre ácida sobre os astros de Hollywood, Os Queridinhos da América, ao lado de Julia Roberts, Catherine Zeta-Jones, Hank Azaria, Stanley Tucci, Christopher Walken e performances brilhantes de Billy Crystal e Alan Arkin (ainda que breve).

    Tenho esses três filmes sempre ao lado do aparelho e os coloco em momentos de depressão ou para começar bem o dia enquanto tomo café. São ótimos para levantar o astral.

    Depois disso, Cusack entrou em uma espiral de filmes poucos inspirados, fracos e medonhos, trilhando um caminho parecido ao de seu amigo, Nicolas Cage. Alguns filmes recentes são tão ruins que chegam a ser inacreditáveis para um ator que nunca foi brilhante, mas sempre descolava bons e sólidos papeis. Muito se deve às suas posições políticas e suas pesadas críticas ao mundo de Hollywood, que detesta.

    Além dos três citados, sempre revejo o maravilhoso Tiros na Broadway (obra-prima de Woody Allen) e Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal, de Clint Eastwood.

    Seus filmes sempre contaram com parentes e velhos companheiros, como sua irmã Joan Cusack (que trabalhou em 10 filmes do irmão), além de Tim Robbins, Hank Azaria, Jeremy Piven, Alan Arkin e tantos outros.

    1. Rubens Leme

      Em 2004, os irmãos Coen fizeram o ótimo Matadores de Velhinha. Mal eu sabia – talvez o Periferia, sim – que era uma refilmagem de um antigo filme inglês
      de mesmo nome – The Ladykillers (https://en.wikipedia.org/wiki/The_Ladykillers) – com Peter Ustinov, Alec Guinness, Peter Sellers e o pouco lembrado Herbert Lom, o inesquecível inspetor Charles Dreyfuss, da série Pantera Cor de Rosa. Aliás, a dupla Sellers e Lom é uma das minhas favoritas.

      Estou assistindo agora e curtindo mais do que a refilmagem feito com Tom Hanks.

      1. Rubens Leme

        Ops, citei Peter Ustinov no filme sem que ele esteja, apenas o Peter Sellers, talvez o maior comediante que já viveu.

      2. periferia

        Olá Leme.

        Aqui no Brasil ganhou o título de O Quinteto da Morte…é um filme que foge um pouco da época (anos 50) em que o cinema inglês era pesado…sério.
        Outra curiosidade é o roteiro…feito por Willian Rose…que depois faria o bombástico (para época) Adivinhe Quem Vem Para Jantar com Sidney Poitier.
        Interessante como os irmãos Coen se apropriam de outras ideias e fazem algo personalíssimo…os filmes deles vc reconhece rapidamente…tem uma assinatura.
        Vi essa semana Fargo….nele está todos os “truques” da dupla (personagens patéticos…ironia…tomadas silenciosas para o sujeito respirar…e atores bem dirigidos…roteiro imprevisível).
        Não gosto muito do Tom Hanks como ator…ele é um daqueles atores que são maiores que qualquer personagem…como Mel Gibson…Denzel Washington…Paul Newman ….eles sempre serão eles mesmo….sendo Hamlet (Gibson)…Don Pedro (Denzel)….ou um personagem de Tennessee Willians(Newman).

        1. Rubens Leme

          É esse mesmo, teho o dvd e gosto muito do filme. Concordo que os irmãos Coen deixam sua marca, meu favorito deles é O Grande Lebowski que tem uma base de fãs tão apaixonados que criaram uma convenção anual da película. Gosto do Tom Hanks, porque foi um dos atores simbólicos do final do século passado (somos velhos né?) e nesse filme ele faz um personagem bem divertido.

          Vc devia aproveitar esse tempo de caos e escrever um livro de cinema.

  10. Rodrigo S. Cruz

    Mais uma figura conhecida, vítima do Covid-19.

    O parlamentar Major Olímpio é o terceiro senador a morrer da doença.

    Mesmo eleito na esteira do bolsonarismo, ele não se submeteu ao papel de vassalo, lambe-botas!

    Não vendeu a própria consciência…

    E por essa razão tornou-se um opositor e crítico do presidente.

    Pela traição da pauta anti-corrupção, e pela sabotagem criminosa do combate à crise sanitária.

    Descanse em paz, senador..

    https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2021/03/18/senador-major-olimpio-morre-apos-complicacoes-de-covid-19.htm

  11. Rubens Leme

    Estamos falando de filmes clássicos aqui, mas quero abaixar um pouco o nível e falar um do Stallone de 1981, Falcões da Noite, onde ele caça o terrorista Rutger Hauer, que fazia sua estreia no cinema norte-americano e viria a se tornar um dos grandes vilões icônico dos anos 1980 (Blade Runner, A Morte Pede Carona, entre outros).

    Só por abrir com ele vestido de mulher e fechando a película também disfarçado da mesma maneira, já valeria. Porém, o filme é um thriller bem construído, filmado em Londres e Nova York. Há também a participação da Mulher Biônica Lindsay Wagner.

    O típico filme que passava no Corujão nos meus tempos de criança.

    https://www.imdb.com/title/tt0082817/

    1. Marcilio Aguiar

      Acho que foi nesse mesmo ano que ele foi “ofuscado” por Pelé em “Fuga para a vitória”. O nosso rei do futebol fez o papel de um jamaicano, vejam só.

      1. Rubens Leme

        Fuga para Vitória saiu em DVD, mas fizeram uma meleca monstruosa com o filme, desde legendas, imagens. É impossível de ver. Tinham feito o mesmo com a Honra do Poderoso Prizzi, mas, por sorte o relançaram. Já o Fuga, nada.

        Já Paul Verhoeven emplacou vários hits. Além destes citados, faltou o O Vingador do Futuro e Showgirls, sempre gostei dele.

        1. Rubens Leme

          Ops, parece que tem outro DVD de Fuga á venda. Vou arriscar e comprar. E, sim, é outro filme de John Huston. Duvido que alguém o tenha citado tanto em um site de esportes como o fizemos estes dias.

    2. periferia

      Olá Leme.

      Hutger Haeur que ajudou trazer o conterrâneo holandês Paul Verhoeven.
      Na estreia em Hollywood fizeram Conquista Sangrenta…um filme fora dos padrões americano.
      Depois Verhoeven continuou chocando os americanos…com Instinto Selvagem (Sharon Stone cruzando as pernas)…Robocop (violentissimo)…Tropas Estelares (levou o Franboesa de ouro de pior filme).
      O estranho…a filmografia dele na década de 70/80 era um sucesso no circuito de arte (filmes cult)…muito elogiado em festivais pelo mundo (inclusive no Brasil)
      Fez os excelentes… O Quaro Homem…Louca Paixão…Soldado de Laranja…produções holandesas.

      1. Rubens Leme

        Neste momento estou assistindo O Ano do Dragão, de Michael Cimino, com Mickey Rourke. Confundia este filme com outro de Rourke, Coração Satânico, ambos violentíssimos, mas no segundo com Robert de Niro se passando pelo tinhoso e diriigido por Alan Parker.

        O Ano do Dragão teve roteiro de Oliver Stone que ficou impressionado com Cimino, do seu domínio de todas as técnicas. Cimino é considerado o responsável por implodir a Nova Hollywood, com O Portal do Paraíso, que foi um fracasso absoluto. Nesta época do Dragão já estava em baixa, mas fez um filme profundo, complexo, muito longe de ser apenas um filme de policial contra a máfia.

        É uma película longa – quase 140 minutos – lenta, lindamente filmada e com cada cena perfeitamente delineada. A crítica estava ainda furiosa com ele e o filme foi indicado a cinco Razzle Awards, incluindo pior diretor e pior roteiro. Ele ficou mais de 10 anos sem falar com a imprensa norte-americana.

        Problema deles, porque é um ótimo filme.

        Rourke estava no auge de sua carreira, emplacando grandes papeis. Em cinco anos – de 1983 a 1988 – fez Rumblefish, Nos Calcanhares da Máfia, este Ano do Dragão, 9 1/2 Semanas de Amor, Coração Satânico, Prece para um Condenado, Barfly e Chance de Vencer.

        Era um dos atores mais interessantes de sua geração, embora não tivesse grande técnica, mas instintivo. Já Cimino, laureado com dois Oscars em Franco Atirador (1978), teve a carreira definhada fazendo apenas mais 6 filmes, até 1997, quando se aposentou (ou foi aposentado).

        1. Marcilio Aguiar

          Leme, Ramble fish e Outsiders (Vidas sem rumo), ambos de Coppola, estão em minha memória afetiva, preciso revê-los. Neles estão Matt Dillon e outra musa Diane Lane. Em outsider houve a estreia de muitos jovens que tiveram carreiras bem sucedidas.

          Coração satânico, também é outro que quero rever com o De Niro diabólico.

          No ano passado revi o Portal do Paraíso, porque não me lembrava de quase nada quando assisti no cinema. Muito confuso e com um final sem qualquer sentido, para mim. Vale a pena só pela ótima Isabelle Hupert. O fracasso foi tão grande que arrebentou o estúdio, No brasil recebeu o Portal do Prejuízo.
          Abc

          1. Rubens Leme

            Marcílio, Diane Lane era deslumbrante nesta época e o mais curioso é que era filha de uma cantora e modelo da Playboy ( Colleen Leigh Farrington), mais bonita do que ela. Teve uma vida complicadíssima e se mandou com 15 anos para Nova York para tentar a carreira como atriz, mas sofreu muito pra se firmar.

            Coração Satânico é um filme que tenho um certo medo de rever até hoje. E Portal do Paraíso está no Prime Amazon, mas faço questão de passar longe dele..rs

          2. Luiz Fabriciano

            Rapazes, para mim,Coração Satânico é o melhor filme do gênero.
            Dá medo.
            Diferente dos Sextas-feiras 13’s que sabemos tudo o que vai acontecer, Coração põe nosso coração à prova a cada minuto que a trama se desenrola.
            E no final…

  12. Luis

    Men’s grand slams must be three sets – it is the only way to save Roger Federer and Andy Murray
    Best-of-three-sets until fourth round, and then best-of-five: how to still enjoy elder statesmen yet help younger players flourish better

    A imprensa britânica é nojenta.
    É uma pena que não dê pra ler a matéria toda, mas só pelo título dá pra perceber o tom do texto.
    Querem apostar quanto que quando o Djoko deu sua opinião a favor dos 3 sets nos GS’s o nobre colunista foi contra?
    E o pior é dizer lá no fim, quase em letras minúsculas, que a medida iria “ajudar os tenistas mais jovens a se desenvolverem melhor”.
    Kkkkkk Uma verdadeira piada.
    Mas meu medo é que Wimbledon (e todos nós já vimos atitudes no mínimo incoerentes do torneio) dê ouvidos a essas sandices.

  13. Luis

    Vocês viram isso? KKKKKKK

    https://twitter.com/katpijetlovic/status/1368634830120968196

    A explicação da foto: For those unfamiliar with this story – years ago, Federer celebrated 311 weeks as nr 1 in advance, right before playing a match with Borna. Absolute disrespect to opponent who then beat him and he never reached 311 weeks. Novak now did and broke his historic record of 310 weeks.

    É… precisamos falar sobre o ego do suíço….

    1. Willian Rodrigues

      Essa eu adorei !!
      Quer dizer então que o “pai da humildade” chegou a celebrar a 311ª semana na liderança antecipadamente…?
      KKKKKKKKK
      Queria demais um pedaço desse bolo…

      1. Sérgio Ribeiro

        Tu não tomas jeito mesmo caríssimo “ professor “ . Procure saber dos fatos antes de suas costumeiras … Abs!

    2. Sérgio Ribeiro

      Você acha mesmo que foi Federer quem encomendou o bolo caríssimo, Luís ? rs . Na semana anterior ele tomou o N 1 de Nadal ao vencer o ATP 250 de Stuttgart ( 310 semanas ) . E chegou na semana seguinte a sua Décima Segunda Final em Halle onde é Rei , mas defendendo 500 pontos do ano anterior quando bateu Zverev . Duvido que tenha se tocado que se a Zebra ( Borna Coric ) passeasse , ele somente marcaria 300 pontos e o N 1 voltaria pra Nadal. Ao emendar esses dois torneios com Wimbledon perdeu pra Kevin Anderson e deixou o Sérvio levar no colo o Título. Os Alemães fizeram média e ele não fez o dever de casa rsrsrs. Abs!

    3. Paulo F.

      E ainda são os torcedores do Federer os que mais torpedeiam o caráter de Djokovic.
      Nada como um dia após o outro.

  14. DANILO AFONSO

    JOGOS BIG3 POR TEMPORADA

    Nobres, fiz um comparativo da quantidade de jogos por temporada entre os membros do BIG 3.
    A contar do primeiro confronto entre os membros do BIG 3, no FEDAL de 2004, já ocorreram ao todo 146 clássicos entre trio, sendo 56 duelos entre Djokovic x Nadal, 50 entre Djokovic x Federer e 40 FEDAL. Vejamos abaixo a distribuição dos clássicos:

    2004 – 01 ( 1 FEDAL _ 0 DJO x NAD _ 0 DJO x FED );
    2005 – 02 ( 2 FEDAL _ 0 DJO x NAD _ 0 DJO X FED );
    2006 – 09 ( 6 FEDAL _ 1 DJO x NAD _ 2 DJO x FED);
    2007 – 16 (5 FEDAL _ 7 DJO x NAD _ 4 DJO x FED);
    2008 – 13 (4 FEDAL _ 6 DJO x NAD _ 3 DJO x FED);
    2009 – 14 (2 FEDAL _ 7 DJO x NAD _ 5 DJO x FED);
    2010 – 09 (2 FEDAL _ 2 DJO x NAD _ 5 DJO x FED);
    2011 – 15 (4 FEDAL _ 6 DJO x NAD _ 5 DJO x FED);
    2012 – 11 (2 FEDAL _ 4 DJO x NAD _ 5 DJO x FED);
    2013 – 12 (4 FEDAL _ 6 DJO x NAD _ 2 DJO x FED);
    2014 – 09 (1 FEDAL _ 3 DJO x NAD _ 5 DJO x FED);
    2015 – 13 (1 FEDAL _ 4 DJO x NAD _ 8 DJO x FED);
    2016 – 04 (0 FEDAL _ 3 DJO x NAD _ 1 DJO x FED);
    2017 – 05 (4 FEDAL _ 1 DJO x NAD _ 0 DJO x FED);
    2018 – 04 (0 FEDAL _ 2 DJO x NAD _ 2 DJO x FED);
    2019 – 06 (2 FEDAL _ 2 DJO x NAD _ 2 DJO x FED);
    2020 – 03 (0 FEDAL _ 2 DJO x NAD _ 1 DJO x FED).

    OBSERVAÇÕES:

    – Na temporada 2007 tivemos a maior quantidade de confrontos (16) entre os membros do BIG 3, seguida pela temporada 2011 (15) e 2009 (14);
    – Em 2015 Djokovic x Federer protagonizaram a maior quantidade de confrontos (8) entre membros do BIG 3 em uma única temporada;
    – O clássico Djokovic x Nadal há 15 temporadas seguidas tem pelo menos um confronto;
    – O clássico Fedal não ocorreu nas temporadas 2016, 2018 e 2020;
    – O clássico Djokovic x Nadal teve a sua maior quantidade de jogos nas temporadas 2007 e 2009;
    – O clássico Fedal teve a sua maior quantidade de jogos na temporada 2006;
    – Somente na temporada 2017 que não tivemos um confronto do clássico Djokovic x Federer;
    – A contar de 2016 os jogos estão cada vez mais raros, muito em razão das lesões e redução do calendário dos membros, bem como menor domínio do BIG 3 sobre os demais tenistas nos torneios de porte inferior aos Slams;

  15. Valdir'

    Discordo que a pandemia não influenciou nesses resultados de ranking. Sem Pandemia, teríamos tido um fluxo normal do circuito e é impossível dizer o que teria acontecido. Nadal jogaria a temporada de saibro completa e não apenas 2 torneios onde não tinha como somar pontos, por exemplo. A pontuação do espanhol seria bem maior. Ele também teria jogado o UsOpen.
    Não tem como saber tudo que aconteceria nesses cenários, então não acho correto dizer que “mesmo sem pandemia as marcas teriam caído”.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que você não compreendeu o artigo, Valdir. Ninguém em sã consciência diria que, se não houvesse a pandemia, teria acontecido isto ou aquilo. O que está escrito é que as mudanças feitas no ranking em função da pandemia acabariam não alterando as duas marcas obtidas. Abs!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o torneio ficou um tanto isolado no calendário, secou sua premiação e quem está na Europa parece pouco disposto a ir tanto pela viagem e fuso, mas principalmente por conta da pandemia. É minha impressão. Houve uma debandada geral dos franceses, aliás, exceto Paire, que está em Acapulco.

  16. Rubens Leme

    BLACK SABBATH – TYR (1990)

    Dalcim, às vezes coisas boas acontecem neste período incerto. Fiz uma troca de CDs, com um colega: ele pegou dois que estavam na casa de um colega em SP e, em troca, me mandou os dois discos de estúdio do Black Sabbath que me faltavam para completar a coleção, o Headless Cross (1989) e o Tyr (1990).

    Ambos foram lançados pelo selo independente IRS, que promoveu os primeiros álbuns do R.E.M. e pertence a Miles Copeland, irmão de Stewart, baterista do Police. Iommi estava sem contrato após ser dispensado pela Warner e Miles ofereceu um a ele, alegando que o guitarrisa sabia muito bem escrever canções e tocar guitarra, então seria uma honra tê-lo no selo.

    Assim, o novo Sabbath – além de Tony, tinha o baterista Cozy Powell, o baixista Neil Murray (apenas em Tyr), o tecladista Geoff Nicholls e o vocalista Tony Martin – fizeram dois álbuns bem musicais, embora longe dos melhores momentos com Ozzy e Dio.

    Os discos acabaram tendo péssima divulgação e distribuição e Iommi reclamava que não os encontrava em loja alguma nas cidades em que o Sabbath tocava. O álbum seguinte Dehumanizer (1992) contaria com uma breve volta de Dio, que logo deixaria o grupo novamente, retornando Tony Martin. E ele está certo, porque estes discos são difíceis de achar pra vender e quando se encontra uma cópia pode chegar fácil a 200 reais.

    Ignorado por boa parte do público, Tyr mostra que Miles Copeland estava correto ao dizer que Iommi ainda era capaz de escrever boas músicas e tocar como ninguém.

    E Tony Martin merece ser reverenciado como um membro importante do Sabbath, afinal, foi o vocalista em sete álbuns: The Eternal Idol (1987), Headless Cross (1989), Tyr (1990), Cross Purposes (1994), Cross Purposes Live (1995), Forbidden (1995) e a coletânea The Sabbath Stones (1996).

    https://www.youtube.com/watch?v=DtWQ4MB99E0

    1. Paulo Almeida

      Tony Martin, claramente um vocalista bem superior ao Ozzy, foi e continua sendo muito injustiçado. A questão é que o Sabbath 1970-1978 possui a maioria dos grandes clássicos e sempre falará mais alto para a maioria dos fãs ou para atrair novos. No entanto, uma análise fria e imparcial pode colocar tranquilamente álbuns como The Eternal Idol e Headless Cross acima de Technical Ecstasy e Never Say Die.

      Já citei o Cozy Powell entre músicos vítimas de acidentes automobilísticos e a sua contratação visava dar credibilidade ao Headless Cross, pois o ex-baterista do Rainbow era um “nome de peso” (vi isso num documentário da banda que saiu em DVD). Porém, a realidade não foi bem assim nem para ele e nem para o TYR, como já exposto. Outro fator que pode ter contribuído para este último ter passado batido foi a avalanche de lançamentos marcantes de 1990, principalmente Painkiller (Judas Priest), Rust in Peace (Megadeth), Seasons in the Abyss (Slayer) e Cowboys From Hell (Pantera).

      P.S.: Apesar das desavenças passadas, não quis perder a oportunidade de comentar sobre uma banda que me interessa bastante.

      1. Miguel BsB

        Dehumanizer é o disco que mais gosto pós Ozzy do Sabbath, até porque foi o primeiro disco de metal que ouvi, um vizinho tinha, a capa me chamou muito a atenção …concorda nessa Paulo?
        Depois, vieram discos do Iron, Powerslave, e Chaos AD, Sepultura. Master of Puppets, Rust in Peace e Cowboys from Hell na sequência. Discaços! Com D maiúsculo! Clássicos absolutos do Metal!

        1. Paulo Almeida

          Nobre Miguel,

          O Dehumanizer é um ponto fora da curva naquele período da banda e para mim está no mínimo entre os cinco melhores lançamentos, juntamente com Heaven And Hell, Paranoid, Master Of Reality e Sabotage (e veja que deixei de fora The Mob Rules, Sabbath Bloody Sabbath, Black Sabbath, Vol. 4 e Born Again). Talvez seja mesmo o melhor pós-Ozzy, estando no mínimo empatado com o Heaven.

          Além dos clássicos que já citei, 1990 ainda teve: Lock Up The Wolves (Dio), Empire (Queensrÿche), Spiritual Healing (Death), No Prayer For The Dying (Iron Maiden), The Eye (King Diamond), Slaves & Masters (Deep Purple), entre alguns outros. Foi um ano e tanto!

  17. Luiz Fernando

    No tenis atual temos dois jogadores com grande habilidade mas fanfarrões, Fognini e Kyrgios, que agregam derrota atrás de derrota. Algo idêntico ao observado com outro fanfarrão de marca maior, Gulbis, há uns anos. Serão jogadores, em especial o australiano, q no futuro serão lembrados mais pelas atitudes do q pela qualidade do tenis q tem…

    1. Rodrigo S. Cruz

      De jeito maneira!

      Vão ser lembrados JUSTAMENTE pela qualidade do tênis deles.

      Não confunda qualidade com resultados.

      Apesar de não serem tenistas de grandes resultados, são tenistas de IMENSA qualidade!

      E o inverso também vale para o segmentos de vocês:

      não gosto do tênis do Nadal e nem do Djoko, mas não sou louco de dizer que tenha pouca qualidade…

      1. Luiz Fernando

        Discordo veementemente, atletas vivem de atitudes, resultados e conquistas, claro q a habilidade maior ou menor leva a estas conquistas e angaria torcedores, mas um atleta sem conquistas e com maus exemplos sempre ficará em segundo pleno. É o caso dos citados, lembrados invariavelmente pelos maus, algumas vezes péssimos, exemplos!!!

        1. Rodrigo S. Cruz

          Blz.

          Então siga com essa falácia de que Fognini ou Kyrgios são tenistas sem qualidade.

          Apoio da claque é o que não irá te faltar.

          1. Luiz Fernando

            Quando faltam argumentos as coisas complicam hein Rodrigo. Se há algo q ninguém nega é a qualidade de ambos, agora os exemplos ruins, as vezes péssimos, suplantam isso…

          2. Luiz Fabriciano

            Rodrigo, o xará não negou a habilidade TENÍSTICA de ambos. Talvez a qualidade, por agregar um conjunto de valores, sim.
            Agora, cá entre nós, o Fognini perto do Kyrgios é uma criancinha, no outro quesito.

        2. Jonas

          Ainda que eu ache Kyrgios um desperdício para o tênis, reconheço que ele é muito habilidoso. Mas para por aí.

          Para ele marcar época e ser lembrado, vai precisar conquistar algo ou ser número 1 do mundo por um bom tempo. E eu não creio que ele vá conseguir…falta mental, físico, garra etc. Nem vejo Kyrgios como um tenista muito técnico, só que ele tem bastante facilidade pra jogar e saca muito bem. Tem talento de sobra.

          Agora, fala muita merda, fala mais do que joga. É muito imaturo, não dá cara, duvido que ele será lembrado.

          Pior que ele tem uns argumentos ridículos, do tipo “ganhei duas vezes do Djoko então sou melhor”. Porra, imagina se cada maluco que tem duas vitórias a mais que Federer ou Nadal no H2H fosse levar a sério esse argumento. Teríamos vários GOATS por aí, pra dizer o mínimo rsrs…

          Ele também já afirmou que não gosta de jogar tênis, então eu me pergunto o que ele está fazendo aí ainda. Não é fácil treinar todos os dias e figurar no top 100, tem muita gente boa ralando pra estar nesse seleto grupo. Se realmente fosse uma tortura pra ele jogar, treinar e viajar, dificilmente estaria entre os top 200.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Aqui no blog você não opina, cara. Você vota!

          Parece até um ROBÔ de internet. kkkkk

          Um comportamento tribal e tão desonesto que você tem, que nem vale a pena…

  18. Rodrigo S. Cruz

    ” O cara tem o tênis como refém. É o que eu digo, esse sujeito faz um mal tremendo para o esporte” (Chetnik)

    “Eu adoraria ver o Roger novamente porque sou um grande fã dele, desfruto muito ao vê-lo jogar.
    Desculpem ter que dizer isto, mas ele é o tênis” (Fabio Fognini)

    É… eu acho que vou pegar a segunda opção.

    1. Rogério R Silva

      Rodrigo,boa noite!
      Como disse há pouco tempo,o tal do Chetnik eu conheço desde o tempo do blog do Paulo Cleto.
      Era nadalete e agora é nolete.
      Nunca gostou do Federer.
      Tem esse mau gosto mas ao menos é coerente.
      Mas gostei do seu comentário sucinto e bem humorado.
      Forte abraço

      1. Chetnik

        Blog do Paulo Cleto? Kkkk. Nunca vi mais gordo. E antigamente eu ODIAVA o Nadal kkkk.

        Esse aí não sabe nem que dia é hoje kkkk. Não tem nenhum zumbi normal por aí não? Kkkk.

  19. Paulo Almeida

    Gostaria de falar um pouco de Dire Straits hoje, ao invés de bandas menos conhecidas.

    Na infância/adolescência, ficava impressionado com o solo do Mark Knopfler em Sultans of Swing; mal sabia o que guitarristas virtuosos eram capazes de fazer “estuprando” suas guitarras, de modo a torná-lo quase uma brincadeira de criança, de tão “fácil” (rs).

    Meu álbum preferido é o Love Over Gold, cujas faixas Telegraph Road, Private Investigations e It Never Rains flertam satisfatoriamente com o rock progressivo. Obviamente o Brothers in Arms, que mais se parece com uma coletânea, sempre será a maior referência da banda, mas creio que, nos dias de hoje, a faixa Money For Nothing (talvez o hit de todos os hits) sofreria sérias restrições, uma vez que possui uma estrofe bastante homofóbica. Entretanto, uma tentativa de condená-la com os valores atuais seria apenas anacronismo e consequentemente não é crime continuar gostando desse clássico absoluto, não só rock, como da música em geral.

      1. Paulo Almeida

        Valeu, grande Chetnik.

        Foi uma pena o Mark ter encerrado a banda tão precocemente (são apenas seis álbuns de estúdio) e partido para a carreira solo em meados dos anos 90; poderiam ter oferecido muito mais.

    1. Rogério R Silva

      Boa tarde Paulo !
      Sou um grande fã do Dire Straits.
      Meu primeiro LP foi o álbum de estreia deles.
      Apaixonei na hora.
      Hoje tenho a coleção completa em vinil e cd.
      Acompanho também a carreira do Mark Knopfler,acho o cara muito elegante nas letras,voz e guitarra.
      Fiquei muito feliz em saber que,embora torçamos para tenistas diferentes,temos o mesmo gosto musical.
      Forte abraço.

      1. Paulo Almeida

        Boa noite, Rogério!

        Também tenho todos os CD’s, o DVD Alchemy Live e alguns álbuns solo do Knopfler.

        Bom, não sei se temos o mesmo gosto musical, mas pelo menos quanto aos Straits nós concordamos!

        Abraço.

  20. Filipe Fernandes

    Caro Peri, boa noite.

    Recentemente assisti a dois bons filmes e me lembrei de você por diferentes razões: primeiro, você recomendou certa vez a ótima série “O Gambito da Rainha” (cuja recriação de época é primorosa, bem como a abordagem de temas para além do xadrez – infância, orfandade, maturação pessoal, alcoolismo, Guerra Fria), e há um filme na Netflix que versa de maneira bem interessante sobre o universo do xadrez: “Lances Inocentes” (1993), que segue um menino prodígio de sete anos, fã do enxadrista Bobby Fischer (o qual tem a sua vida repassada em várias cenas) e que possui o incentivo de um pai inteiramente deslumbrado com o seu talento.

    Em outro momento aqui no Blog, você disse, se me recordo bem, que o livro “Patrimônio” foi muito importante em um período da sua vida; não ouso de jeito nenhum perguntar por quê (e peço que me perdoe se, apenas com essa menção, eu já estiver sendo invasivo), mas aquela afirmação me veio à memória ao ver o filme “Campo do Sonhos” (1989), no qual um homem simples, fazendeiro, passa a ouvir vozes que lhe pedem para construir um campo de baseball em meio ao seu milharal, e em seguida os ídolos deste esporte da sua infância e, principalmente, do pai precocemente falecido começam a aparecer no campo, até que… bem, meu caro, é um filme muito emocionante, realmente onírico, sobre perdas, dores, mas sobretudo esperanças. Um filme mágico.

    Se não os viu, recomendo (e a todos do Blog). Um grande abraço, Peri, se proteja e fique bem.

    1. Marcilio Aguiar

      Caro Felipe, eu também gosto muito do “Campo dos Sonhos”. Eu o revi no ano passado aproveitando o maior tempo que ficamos em casa. É tudo o que voce disse e ainda com toques de humor como na cena em que Terence Mann expulsa o Ray do seu apartamento, aspergindo uma bomba de “flit” como uma mosca vinda dos “mofados” anos 1960.
      Uma abc e Saúde.

      1. Filipe Fernandes

        Caro Marcilio,

        E eu já não vejo a hora de revê-lo, tornou-se um dos meus filmes favoritos. Sim, aquela cena é realmente engraçada, e é notável como Mann, inicialmente um homem bem refratário, vai aos poucos se tornando uma figura afável. As abobrinhas que os jogadores falam durante os jogos e treinos no campo também são bem engraçadas.

        Um grande abraço, meu caro, e saúde também.

    2. periferia

      Olá Filipe.

      Bobby Fischer é um protagonista de Lances Inocentes…ele está em toda parte do filme…mesmo o filme não sendo diretamente sobre ele.
      É um daqueles filmes com revestimento “sessão da tarde”…quando nos deparamos com ele percebemos como é algo profundo.
      Certa vez perguntei para o Dalcim se pudesse construir uma quadra de tênis em um milharal…quem ele chamaria do passado para jogar nela ( “construa que ele virá”).

      Estava no hospital Paulistano…perto da Paulista…acompanhando minha mãe que foi diagnosticada com um câncer.
      Quando do diagnóstico…resolvi acompanha-la nessa jornada…mesmo sabendo que as chances de cura não eram boas…me afastei da empresa e fui caminhar com ela no vale da morte.
      Em uma sessao de químio…em um dia ruim (teve dias muito ruins) deixei-a fazendo químio e fui andar na Paulista…entrei em uma livraria modesta (um pequeno sebo).
      O livro Patrimônio praticamente me achou…esbarrei nele…comprei pensando que seria um livro de aventura (tinha lido um livro do Philip Roth anteriormente muito movimentado)…lembro de ter pago 5 reais.
      O livro incrivelmente dialogava com o meu momento…o livro não era ficção…era algo visceral….pesado…incômodo…ao mesmo tempo verdadeiro.
      Ele me ajudou muito…a compreender certos sentimentos que tinha muita vergonha (muitas vezes vc quer que a pessoa descanse…nao por ela…não por um sentimento altruísta….mas por vc…é algo egoísta… vc acaba tendo vergonha desse sentimento em relação a alguém que vc ama muito).
      Desculpe o texto longo…mas se vc reparar amigo Filipe…os 3 assuntos estão ligados.
      Lances Inocentes….pai e filho
      Campos dos sonhos…pai e filho
      Patrimônio…..pai e filho.

      Abs

      1. Filipe Fernandes

        Caro Peri,

        Muito comovente seu relato. De fato, há momentos na vida em que nutrimos certos sentimentos conflitantes e incompreensíveis para os quais nos faltam formas de expressão. E às vezes ocorre de algo externo (um livro, um filme, um acontecimento fortuito, um exemplo humano, uma amizade, uma experiência vivida) fornecer-nos as palavras.

        Meu caro, de toda forma, muito obrigado pelo tocante relato. Tal como nas dolorosas e sensíveis páginas de “Patrimônio”, você tem a sua história com a sua mãe, com A mãe.

        Sabemos que se defrontar com o câncer é, em geral, lidar com uma batalha excruciante – para os familiares e, sobretudo, para quem sofre dele. Como você bem disse, o reflexo da mortalidade é inevitável.

        Uma frase desse livro é um dos lemas que levo em minha vida: “Estar vivo é ser feito de lembranças”. Assim, espero que as muitas e calorosas recordações da vida compartilhada entre vocês dois permaneçam, meu caro.

        É muito legal saber que já viu os dois filmes. Um grande abraço, Peri, fique bem.

        1. Barocos

          Filipe e Periferia,

          Muito tocantes ambas as interpretações. Se ser um humano já não é muito fácil, e ser parte da sociedade torna as coisas difíceis, a finitude, nossa e de tudo que amamos, acaba por cobrir tudo com cores extremamente dramáticas. Este é um tema que a maioria de nós prefere não confrontar ou delega sua contemplação para alguma religião. O Relógio, de Cassiano Ricardo tem sido minha poesia favorita desde os tempos de minha adolescência, apresentada que foi por um professor de literatura que tinha minha admiração (mestre Aurélio, onde quer que permaneças, um grande abraço).

          Sou agnóstico e tento não ser apenas um tolo, o quê, confesso, jamais consegui lograr. Gosto de jogar jogos mentais e um dos meus favoritos é “e se eu fosse Deus”, debruço-me então sobre como eu gostaria que o universo se comportasse. Nada de Big Bang, mas ciclos de renovação localizados espalhados por todo o universo (o que exige sucessões de estados de equilíbrio e desequilíbrio), previsibilidade para grandes sistemas e relativa imprevisibilidade para os pequenos, o que já ocorre, e vida, para tornar tudo menos monótono, bem, na verdade, para tornar tudo interessantíssimo. Perfeição, então, deixa de ser uma meta, ao menos na forma imaginada por nós, imperfeição é o que é perfeito para nós. Neste ponto, surge, então a grande questão: mesmo sendo Deus, devo eu salvar tudo e todos que têm vida? Se sim, isto implicaria em duplicar uma parte do universo a cada mudança, o infinito, então, torna-se infinitamente maior (como quando se analisa cardinalidade de conjuntos). Devo salvar uns poucos? Não me parece muito justo. Não salvar ninguém, nem os filhos mais queridos, talvez seja a possibilidade mais lógica, renovação em tudo, mas também extremamente dolorosa, como o é para nós mesmos, só que com o agravante de se prolongar por um tempo infinito para este Deus imaginado.

          A conseqüência (gosto de tremas) maior deste exercício mental, de certa forma, me aproxima dos ensinamentos religiosos, “trate o próximo com todo o respeito e consideração possíveis e, se puder, o ajude em suas necessidades.”, mas isto nada tem a ver com recompensas celestes ou qualquer coisa do gênero, mas porquê cada linha de vida, de cada coisa que vemos e das que não vemos, pode ser única, única, e ninguém que tenha um mínimo de sensibilidade deseja que esta seja miserável, não gostaria de colaborar para tal ocorra e, por certo, faria, dentro de suas limitações, o que fosse possível para aliviar a dor e espelhar momentos de felicidade.

          Conclusão: a vida e tudo que nos cerca não é mesmo para amadores ou para principiantes, ou como bem notou Kubrick, “Por mais vasta que seja a escuridão, devemos fornecer nossa própria luz.”

          Saúde e paz.

          1. periferia

            O Relógio

            “Diante de coisa tão doida
            Conservemo-nos serenos

            Cada minuto da vida
            Nunca é mais, é sempre menos

            Ser é apenas uma face
            Do não ser, e não do ser

            Desde o instante em que se nasce
            Já se começa a morrer.”

            Cassiano Ricardo

          2. Filipe Fernandes

            Caro Barocos,

            Antes de escrever ao nosso caro e estimado Peri ontem, estava refletindo e relendo algumas passagens de três obras de três dos meus heróis pessoais: Carl Sagan (“Bilhões e Bilhões”, em que revela ao final a sua luta contra a mielodisplasia), Siddhartha Mukherjee (autor do brilhante “O Imperador de Todos os Males”, que li há poucos meses por causa de duas pessoas e também movido por uma genuína curiosidade a respeito do assunto) e Oliver Sacks; e este último, ao anunciar, em um curto mas profundo ensaio (‘My Own Life’) do seu pequeno livro “Gratidão”, a descoberta de um câncer metastático que o vitimaria meses depois, aos 82 anos, nos oferece um conjunto de palavras nas quais, mesmo reconhecendo as agruras que também fazem parte da vida, pontifica – tal como as suas palavras, meu caro – a inerente e raríssima preciosidade desta. Se o mestre Dalcim me permitir, gostaria de trazer a passagem final delas. Um grande abraço, Barocos, e saúde e paz para você também. Proteja-se.

            “Já faz uns dez anos que ando cada vez mais consciente de mortes entre meus contemporâneos. Minha geração está na reta final, e sinto cada morte como uma ruptura, como uma parte de mim que é arrancada. Não haverá ninguém como nós quando partimos, mas pensando bem nunca uma pessoa é como outra. Quem morre não pode ser substituído. Deixa lacunas que não podem ser preenchidas, pois é o destino – destino genético e neural – de todo ser humano ser um indivíduo único, encontrar seu próprio caminho, viver sua própria vida, morrer sua própria morte.

            “Não consigo fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é a gratidão. Amei e fui amado, recebi muito e dei algo em troca, li, viajei, pensei, escrevi. Tive meu intercurso com o mundo, o intercurso especial dos escritores e leitores.

            “Acima de tudo, fui um ser senciente, um animal que pensa, neste belo planeta, e só isso já é um enorme privilégio e uma aventura.”

          3. Barocos

            Filipe,

            Compartilhamos a admiração pelo saudoso Carl Sagan, foi um herói para mim por seu conhecimento, entusiasmo pela ciência e deferência pela vida, apresentados na belíssima série Cosmos, na minha opinião, bem melhor do que a nova versão, com o Neil deGrasse Tyson.

            Meus amigos mais íntimos costumam dizer que, para alguém que se declara agnóstico, sou uma pessoa com uma “religiosidade” muito desenvolvida, ao que costumo retrucar que basta amar a vida, os vivos e observar a singularidade do conjunto para possuir tal característica. Meu professor de literatura e muitos outros mestres me guiaram por este caminho (a maior parte deles, claro, só conheci no papel), desde minha pré-adolescência.

            Tenho certeza que passaremos a comungar também a admiração pelos autores citados por ti, os quais ainda não conheço, algo que tenho a intenção de retificar o mais brevemente possível.

            Saúde e paz.

    3. Rubens Leme

      Sabe o que é curioso sobre o Fisher? Os jogadores respeitam o gênio, mas detestam a pessoa e uma certa má fama que deu ao esporte, por te4 criado esta fama de louco e excêntrico.

      Convivi 5 anos no meio, com jogadores de vários países e são pessoas normais, apenas com grande habilidade e agilidade mental e Bobby deu a eles um ar doentio. Um dos pontos altos do Lances Inocentes é exatamente isto, mostrar que o Josh era um garoto como outro qualquer, de grande coração e que tinha outros interesses, além do xadrez.

      1. periferia

        Olá Leme

        Tem o documentário Bobby Fischer Contra o Mundo.
        O final da vida dele foi muito ruim…sumiu….apareceu Japão …o EUA pediu sua extradição…acabou na Islândia.
        O documentário é muito bom…faz um apanhado da vida dele (desde criança).
        Mostra o gênio e o monstro.

        1. Rubens Leme

          Periferia, eu pedi uma entrevista com ele quando ele esteve em Buenos Aires, mas me negaram. Eu jogo xadrez desde os 15 anos sou fascinado pela figura dele, mas ele e o Mequinho sempre foram visto com reservas entre os brasileiros. Cheguei a conversar com o Mecking duas vezes, mas tinha muito de um lado místico, teológico e era mais chegado aos demais, como Gilberto Milos, Rafael Leitão, Giovanni Vescovi, etc.

          Xadrez é um assunto fascinante demais.

          1. periferia

            Olá Leme.

            O Mequinho cheguei a conhecer…ele participou de uma apresentação contra vários “mini” jogadores no Centro Empresarial ( zona sul de São Paulo)…foi em uma época que ele estava doente…depois entrou numa coisa mística…conversei com ele…no dia…parecia ter tomado um daqueles chás do Tim Maia.
            O Rafael Leitão tinha (ou tem) um site muito interessante …outro dia estava pesquisando o Alekhine e o Capablanca (Não pelo jogo…pela personalidade…figuras interessantes).

      2. Filipe Fernandes

        Caro Leme,

        Você descreveu bem o garotinho e o seu mundo. O momento em que ele se recusa a enxergar os enxadristas da praça com preconceito é uma das ocasiões em que demonstra seu grande coração.

        Um grande abraço, meu caro, se cuide e fique bem.

        1. Rubens Leme

          O Leitão e o Vescovi dividiam um apartamento em Americama, onde moravam, e jogavam pela.cidade nos Jogos Abertos do Interior. Fui lá umas 2x e em uma oportunidade fiz uma matéria falando do dia a dia deles e publiquei mo Carnaval de 1998, no Lance com o título de Eu sou normal.

          O pessoal da redação adorou o título porque diziam que o anormal da matéria era eu, pelo meu jeito de ser.

          Filipe, muito importante também era o papel da mãe, que não permitiu que o professor vetasse Josh de ir ao Parque, ela brigpi muito pela alma do filho.

    1. Barocos

      Grande Danilo!

      Além de craque em estatística, o que por si só já vale muitas tulipas de chope em conversas, ainda demonstra grande sensibilidade. Não resta dúvida, és um Grande Homem.

      Lembro-me, faz um bom tempo, de ter comentado como o sofrimento, estampado no rosto e nas expressões nervosas da Mirka, quando Roger estava em desvantagem, sobretudo contra Novak, era um bom indicativo do tamanho do amor que ela nutre pele suíço. Tive a sorte de experimentar este tipo de conexão algumas vezes, la joie de vivre et l’apogée de l’existence, o entorpecente dos poetas.

      Saúde e paz.

    2. Sérgio Ribeiro

      Então, Danilo. A grande maioria tem horas que não consegue segurar suas emoções. Pra quem assiste todas as FINAIS , não se surpreende . Infelizmente alguns idiotas que não assistem nem as do seu preferido , e há anos sacaneiam com “ bailarina chorona “ e outras babaquices, esse link demonstra que a maioria ( exceto Björn Borg ) , em vários momentos não fazem diferentes derrotas e vitórias. ABS !

    3. DANILO AFONSO

      Curioso deste vídeo que a maioria dos que choraram na derrota, conseguiram no ano seguinte levar o título, demonstrando porque são atletas especiais.

      Federer perdeu em WB em 2008 e levou o título em 2009;
      Federer perdeu no AO em 2009 e elevou o título em 2010;
      Murray perdeu em WB 2012 e levou o título em 2013;
      Stan perdeu no AO 2013 e levou o título em 2014;
      Djokovic perdeu em RG 2015 e levou o título em 2016;

      Uma pena que Roddick não teve outra oportunidade em WB.

    4. Gildokson

      É esse tipo de emoção que nos faz ser tão apaixonados por esse esporte. Nesses momentos sentimos as alegrias e as tristezas deles como se fossem nossas. É lindo como acima do dinheiro e da fama está a paixão deles pelo esporte e por vencer.

  21. Miguel BsB

    Leme, Periferia, Marcílio.
    Eu fico muito admirado mesmo com o vastíssimo conhecimento de vocês sobre cinema. Discutem com grande propriedade sobre filmes, atores, diretores, das mais variadas épocas, e dos mais diversos países…
    Quando leio os textos e comentários de vocês, vejo que sei muito pouco sobre a sétima arte.
    Parabéns!

    1. Marcilio Aguiar

      Prezado Miguel, muito obrigado. Na realidade eu sou apenas um “rapaz baiano” amante da sétima arte desde criança. Na minha juventude era um “rato de cinema”. Ir aos cinemas de rua de São Paulo, em média 2 vezes por semana, era um programa prazeroso. Via quase tudo, de todos os gêneros e de todas as origens, mas não tenho o conhecimento técnico para avaliar com profundidade todos os aspectos de um filme. Vou mais por aquilo que a obra provoca em meu coração e mente. Depois da explosão dos cinemas de shopping e também da oferta infinita na TV e nos streamings eu fiquei meio enfastiado. Hoje assisto muito poucos filmes novos, embora reconheça que tem coisas de muita qualidade. Tanto no cinema como na musica popular em geral, sou meio refém do que foi produzido na segunda metade do século XX, especialmente no período 1960 a 1990. Pode ser uma patologia ou coisas da idade, mas me sinto bem assim.
      Abs e saúde.

          1. Luiz Fabriciano

            Obrigado pelo retorno.
            Sou baiano também, de Itapetinga, bem distante, mas vivo mais distante ainda, no extremo sul, em Teixeira de Freitas.

          2. Miguel BsB

            Lugar fantástico a Chapada Diamantina! Eu tb acho que esse excesso de oferta de filmes e séries tá cansando mesmo…mas claro que há vários de qualidade!
            Eu sou assim tb com a música, consigo gostar de pouca coisa produzida atualmente, sou muito apegado aos clássicos, muitos artistas e bandas de épocas que inclusive eu nem era nascido…

    2. Rubens Leme

      Agradeço, Miguel. Não tenho procuração para falar em nome dos outros, mas no meu caso é tempo livre.em excesso pra ver e ficar pesquisando sobre o tema.

    3. periferia

      Olá Miguel

      No meu caso…eu não lembro do almoço de ontem.
      Mas lembro da estreia da Lilian Gish….rs

      Abs

  22. Chetnik

    Alguma dúvida que esse congelamento sem fim de pontos é para ajudar o desaposentado? O cara tem o tênis como refém. É o que eu digo, esse sujeito faz um MAL tremendo para o esporte. O pior é que é tão egocêntrico e vaidoso que sequer percebe – ou liga – e fica aí figurando e embaçando o circuito, ao invés de tomar a atitude digna – eu sei que é muito para esperar dele.

    1. André Barbosa

      Alguma dúvida que essa perseguição sem fim ao Federer é mais uma tentativa frustrada de destruir a reputação de um esporte tão bacana como o tênis? O cara (vulgo Chetnik) tem o blog como refém. É o que eu digo, esse sujeito faz um MAL tremendo para esse espaço. O pior é que é tão egocêntrico e vaidoso que sequer percebe – ou liga – e fica aí figurando e embaçando a sessão de comentários, ao invés de tomar a atitude digna – eu sei que é muito para esperar dele.

      =====================================================================

      Viu? Com um pouco de imaginação seu comentário pode ser utilizado de várias formas. A diferença é que pode conter uma informação verdadeira ou não.

    2. Sérgio Ribeiro

      Sinceramente não acredito que li esse post . Mesmo vindo de um burro velho como tu, que não postas nada que acrescente ao Esporte . Lembra da tua ridícula “ Bailarina chorona “ ?. De uma olhadinha neste link do Danilo Afonso um pouco abaixo… Abs!

    3. Gildokson

      Federer faz mal ao esporte? kkkkkkkkkkkkkkkk
      Ja pensou tu diz isso numa sala repleta de especialistas que cobrem o tênis? kkkkkkkk
      Não, sério! Imagine a cena… moh silêncio na sala, dão a voz a vc e tu vai e me emenda uma “pérola” dessas.
      “Esse sujeito faz mal ao esporte”
      Kkkkkkkkkkkkk As gargalhadas seriam infinitas! kkkkkkkkkk

  23. Rubens Leme

    É tanta desistência no M1000 de Miami que daqui a pouco recebe wild card e entra como cabeça de chave, Dalcim.

  24. Paulo Almeida

    Com a queda dos casos e óbitos em velocidade estrondosa nos EUA, não vejo muito risco para os tenistas. O Brasil, graças ao desgoverno Bozo, vai viver muitas semanas ou meses de trevas ainda, segundo as autoridades da Ciência.

    É uma pena que o Masters de Indian Wells não ocorra nesse momento, mas, pelo menos em Miami, o rei disparado do hard terá a oportunidade de conquistar mais um Big Title. Aliás, são dois Indian Wells e um Miami que o sérvio não teve a oportunidade de disputar, nos quais seria amplamente favorito. De qualquer forma, continua o maior vencedor dos dois torneios, já considerando como critério de desempate em IW os 3×0 contra o Federer.

    1. Gildokson

      No começo do teu comentário tudo indica que não haveria em nenhuma linha o nome Federer. Mas é mais fácil a população brasileira ser toda vacinada em 2021 do que você comentar algo sem que lembre do GÊNIO. kkkkkkkkkkkk
      Abs!!!!

  25. Paulo

    Oi Dalcim! Estou animado com essa nova nextgen, o Sinner e Musetti parecem ter mais bola e mental do que a geração atual, falta evoluir no físico. Claro que não devem chegar no nível do atual top 3, mas melhora muito o cenário para os próximos anos. Imagine o Medvedev dominando o circuito com o Thiem irregular e o Zverev pifando mentalmente, eu desistiria de assistir tenis e arranjava outro esporte, kkkkkk.

    A última vez que eu tive essa esperança foi em 2014, quando o Zverev surgiu.

    O que tu pensa deles, muito cedo para se animar? Abraços!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o Sinner já provou que é um tenista bem competitivo, Paulo. Já o Musetti ainda tem muita coisa a melhorar, mas é gostoso de vê-lo jogar, tem versatilidade e ousadia. Acho que Rublev, um pouco mais velho, pode ainda fazer muito se investir na transição para a rede.

      1. Renato Toniol

        Dalcim, na sua opinião, o que acha que falta evoluir no jogo do Musetti?
        Concordo que ele tenha um estilo muito agradável de assistir.
        Abs.

        1. José Nilton Dalcim

          Tecnicamente, acho que o slice flutua um pouco demais, o segundo saque é um tanto lento. Taticamente, ele ainda joga de uma forma um tanto juvenil, por vezes acelerando o jogo na hora imprópria ou tentando se livrar dela mais cedo. Claro que ele precisa de rodagem e estou surpreso por sua atuação nesse piso rápido de Acapulco, já que quase todos seus bons resultados vieram no saibro, inclusive uma vitória anterior sobre o mesmo Tiafoe. O que mais gosto dele é a atitude: corajoso, vibrante e criativo. Ele fez lances incríveis nessas duas vitórias de Acapulco, chegou a ver?

          1. Renato Veneziano Toniol

            Sim, Dalcim, cheguei a ver os highlights no youtube desses jogos dele em Acapulco, além de alguns jogos em challenger, e gosto muito da versatilidade que ele apresenta, além de ter um backhand de uma mão, que junto a Shapovalov, nos dão esperança desse golpe não cair no esquecimento.
            Quanto a acelerar em momentos impróprios, creio que isso seja pela pouca idade, o que é bem aceitável, e até prefiro que ele seja mais ousado a ter estilo monótono de mero passador de bolas. Até vemos pelos resultados dele o quão ele tem oscilado, ora vencendo os tops, ora perdendo para tenistas de ranking bem inferior ao seu, o que também é aceitável nessa fase de transição do juvenil para o profissional.
            Ademais, mais uma vitória maiúscula dele, dessa vez frente a Dimitrov, e agora terá uma semifinal frente a Tsitsipas, sendo dois tenistas com bastante ousadia e versatilidade. Será um duelo muito legal de assistir.

  26. Rubens Leme

    O Emissário de Mackintosh (1973)

    Um filme de John Huston, com Paul Newman, James Mason, o ótimo Harry Andrews e a líndissima Dominique Sanda.

    Newman reclamou do roteiro confuso, sem sentido e que a montagem de Huston não ajudou muito a esclarecer. Estava certo e errado. O filme começa de uma forma estranha, uma narrativa não-linear, mas aos poucos vai se desenrolando em u thrier com um final inesperado.

    Com um roteiro de Walter Hill- diretor de sucessos nos anos 1980, como 48 Horas – Huston fez um filme de espionagem à sua maneira, pouco convencional e com seu senso de humor macabro e por isso se tornou uma de suas obras menos lembradas, mas, de forma alguma, ruim.

    1. periferia

      Olá Leme.

      Huston considerava seu pior filme .
      Walter Hill (do bom Selvagens da Noite) fez o roteiro em cinco dias (adaptou o romance The Freedom Tap ) seria seu último trabalho para Warner .
      Na segunda semana de filmagens…Hill largou o filme..
      Huston assumiu o roteiro com muita má vontade.
      O filme é bem aceitável…uma trama de espionagem que Paul Newman esperava reerguer a carreira (desde de Butch Cassidy que não fazia algo de sucesso).
      Ainda bem que logo em seguida apareceu Golpe de Mestre.

    2. Marcilio Aguiar

      Rubens, não me recordo de ter assistido ao “Emissário..”. Lembro-me vagamente do título. Quanto a Dominique Sanda, me recordo dela belíssima em 1900 de Bertolucci, ao lado de De Niro, Depardieu, Burt Lancaster e Donald Sutherland. É uma saga que contrapõe a amizade e a luta de classes na Itália do inicio do século XX.

      1. Rubens Leme

        Sim, eu sei que Huston o detestava, mas o talento dele compensava tudo. Esse filme tem duplas curiosas. A primeira é James Mason e Paul Newman, que iriam se rever em O Veredito e, a segunda é o Harry Andrew e o próprio Mason, que fariam juntos, Chamada para um Morto, inspirado no livro de John Le Carré. Ambos os filmes foram dirigidos por Sidney Lumet.

        E é Andrews um dos arponistas de Moby Dick, feito também por John Huston e versão nunca igualada, mesmo tantas décadas e refilmagens depois.

        1. periferia

          Olá Leme.

          Iria escrever que Moby Dick era o melhor filme do Huston….mas refuguei (Huston tem tantos filmes bons..O Tesouro de Sierda Madre…Relíquia Macabra…O Homem que Queria Ser Rei…Uma Aventura na África).
          Adaptado pelo próprio Huston e pelo renomado escritor Ray Bradbury (Fahrenheit 451)…o filme tem algo existencialista (Melville iria gostar).
          O filme tem várias cenas inesquecíveis…entre elas um Orson Welles… pregando sobre o personagem bíblico Jonas (aquele que foi expelido do interior de uma baleia) em um púlpito em forma de ponta de navio.
          O filme foi um fracasso na época do lançamento (diziam que Gregory Peck ficou parecido com Abraham Lincoln…e Ahab não combinava com o “bom mocismo” dele) …com o tempo o filme mostrou sua força.

          1. Rubens Leme

            Sim, é impossivel dizer ser se é o melhor dele, mas eu digo que a baleia está perfeita, mesmo 60 anos depois ainda não foi igualada. Moby Dick é um livro pesado, denso, difícil de ler, o que as pessoas conheçam é quase a versão para crianças, porque o livro é realmente complicado. A participação do Welles quase rouba o filme, mas na verdade o filme todo é uma maravilha.

            Outro filme que adoro dele é o último de Clark Gable e Marilyn Monroe, Os Desajustados. Clark morreria logo após as filmagens e MM não filmaria mais nada.

  27. Sérgio Ribeiro

    O Post irretocável . E o problema fica pra conta dos apressadinhos rs . E os ATP 500 sem a presença do Big 3 , que antigamente faria a festa dos Trintões da geração perdida , virou um pesadelo. Quem observou a velocidade do piso desde o AOPEN , passando por Doha , Roterdã , Dubai e Acapulco, se delícia com a impossibidade daquela trocação sonolenta, para tentativas claras de ir pra bola vencedora. E fora Zvervev que caiu cedo e reclamou muito em Dubai , os outros garotos mandando os coroas cedo pra casa. Essa partida de hoje com a apertertadissima vitória do moleque SINNER sobre Bautista Agut , foi um verdadeiro Colírio. Miami desta vez poderia finalmente aderir. Novak não terá nenhum problema a meu ver. Abs!

    1. Barocos

      Sérgio,

      Que os outros trintões já estavam enfrentando problemas sérios com os garotos já era claro há muito. O que todos estão tentando entender é se os membros do Big3, e especialmente Novak e Nadal, vão demorar muito ou não para começar a se tornar vítimas frequentes também. Por que não estendi para o Federer? Porquê acho incrível que ele consiga fazer frente a jogadores muito bons que têm quase idade para serem seus filhos.

      Quando comentam aqui sobre a longevidade do Lebron James e do Tom Brady (que jogam no máximo duas vezes por semana), sobre os milagres da novíssima medicina esportiva, e fazem suposições sobre o tênis, se esquecem que em muitos torneios de tênis se joga dias seguidos, com pausa de um dia apenas para a final. É muito pouco para que corpos já desgastados em batalhas de 1.5+ ou mais horas, e sem direito a substituição, consigam se recuperar. Na minha opinião, não tem comparação, tanto é que o tênis costuma ter uma das menores médias de idade para a aposentadoria (natação e provas de velocidade sendo outras conhecidas, no caso da segunda, por contusões sucessivas com a consequente perda de velocidade, na natação não sei o motivo, deve ser porquê é muito chato ficar com a cara na água por seis horas seguidas durante os treinamentos, fora o tempo em academia, falo isto porquê já nadei muito nesta vida).

      Por este motivo, costumo dar um desconto na desvantagem que os veteranos têm no Finals, haja vista que chegam lá em piores condições já que seus corpos precisam de mais tempo para uma boa recuperação.

      Não acredito que será este o ano em que veremos a passagem do “bastão”, mesmo porquê o quê o tempo tem demonstrado é que, sim, Federer, Djokovic e Nadal são excepcionais jogadores, mas também tem físicos privilegiados, disciplina sobre-humana, fome de vitórias e recordes e muita vontade de se por a prova.

      Saúde e paz.

      1. Marcilio Aguiar

        Prezado Barocos. Além de tudo que voce comentou, outro fator que torna injusta a comparação entre os esportistas mencionados é que, em esportes coletivos, um grande atleta pode viver um dia ou em uma fase ruim e mesmo assim sair-se vencedor, porque conta com outros de alto nível para “carregá-lo” nessas ocasiões. Já nos individuais o atleta tem somente a si para resolver todos os problemas sem ninguém a socorre-lo. Um queda de rendimento ou uma lesão vai influenciar totalmente nos resultados.

        Quanto à passagem de bastão concordo que o Nadal e principalmente o Djoko não vão cair de rendimento a ponto de perderem a competitividade, pelo mens até o final deste ano. Para conseguir suplantá-lo em 2021 os novatos vão ter que melhorar muito.

        Abc e Saúde!

        1. Barocos

          Marcílio,

          O que você disse é muito verdade e não faltam casos no futebol, basquete e vôlei onde algum atleta em má fase se sagrou campeão.

          Saúde e paz.

      2. Sérgio Ribeiro

        Boa , meu caro Barocos ! Mas você há de concordar que sair de 0 x 2 contra Nadal , virar pra 3 x 2 e ainda tomar o N 2 do Espanhol depois de um SLAM , foi um grande feito de um membro da Nova geração pra cima do Big 3 . E valeu também por botar ordem na casa rs . O Tênis é um Esporte Individual de altíssima precisão. Os caras insistem em compará-lo com a longevidade que o Esporte Coletivo e suas possíveis substituições permitem . ABS !

      3. Marcelo Costa

        Nba se joga algo em torno de 60 jogos na regular e a série eliminatória é em melhor de sete jogos, com dias seguidos, com uma intensidade única, na nfl, o jogo tem tanto contato físico, que os atletas usam toda a espécie de proteção, mesmo o futebol onde a carga do joelho é extrema. Então acho o ufanismo de achar um atleta de 39 anos ser o supra sumo, haja vista que serena é mais velha, foi mãe e tá lá chegando longe e não há o mesmo empenho em justificar.
        Sabe o big3 é imenso, mas comparar um em detrimento de outro não cabe, fica passional demais a discussão. Então sim disputar um playoff dia sim dia não, contra uma equipe tão capacitada é mais difícil quê jogar um torneio de tênis.

        1. Barocos

          Marcelo,

          Não é em detrimento, é uma comparação, e sim, mesmo sendo um esporte de tremenda precisão, o tênis, por ser um esporte individual, sem substituições e, como disse, com vários torneios onde se joga dia sim e outro também, é mais exigente. Por quê?

          https://www.runnersworld.com/runners-stories/a20805366/the-distance-run-per-game-in-various-sports/
          https://headsup.scoutlife.org/far-pro-athletes-run-games/

          Não estou entrando no mérito do contato nos esportes, mesmo porquê lesões por choque são frequentemente mais graves e implicam no afastamento do atleta por vários jogos para que possa ocorrer a recuperação. No tênis, o afastamento só ocorre nos casos extremos e implica na eliminação/desistência de torneios. Nos esportes coletivos, a equipe segue competindo e reintegra o atleta quando for possível.

          Isto significa que os tenistas que conseguem atingir os postos mais altos do ranking precisam jogar muitos torneios e, para tal, permanecer suficientemente saudáveis para competir.

          Saúde e paz.

        2. Luiz Fabriciano

          Marcelo, em esportes como vôlei e basquete, o jogador pode até se dar ao luxo de descansar e voltar ao jogo. No futebol, não é possível, mas pode “descansar” dentro de campo mesmo.
          No tênis, é ele, apoiado por ele, contando com ele mesmo.
          Se um cisco cair no olho e não puder continuar, topo o planejamento feito para esse torneio, foi às cucuias.

  28. Luiz Fernando

    Dalcim o q vem acontecendo com o Thiem? Esse rapaz não consegue emendar uma sequencia positiva de resultados, uma hora ele diz q está limitado pelas bolhas aí perde e diz q elas não interferiram, incrível…

    1. José Nilton Dalcim

      Até nas declarações ele está instável, Luiz, rsrs… Acho que claramente ele não está fisicamente bem e isso é crucial no seu estilo de jogo. Thiem precisa sempre jogar muito, treinar muito e ter um ritmo forte para seu jogo produzir. O ideal mesmo é que ele dê uma parada agora e tente se reencontrar no saibro.

  29. Mário Cesar Rodrigues

    Dalcim muito cedo ainda está falando de projeções estou para te falar que este Ranking irá mudar novamente,e Rafa vai jogar saibro todo almejando ganhar mais um RG,depois tentar ganhar WB esqueçam Olimpiadas.e Usopem é o que pretende jogar na minha opinião.

    1. José Nilton Dalcim

      Não há qualquer projeção nesse artigo, Mário. São números puros e simples do que cada tenista fez nas últimas 52 semanas. Claro que Nadal jogou pouco, principalmente no saibro, devido a uma série de fatores. E obviamente Nadal sempre será favorito para a próxima temporada de saibro.

  30. Rodrigo S. Cruz

    Afffe.

    Praticamente todo tenista que presta desfalcando Miami.

    Daqui a pouco vai ficar em nível de challenger ou então de Future.

    kkkkk

    Terreno fértil para o Novak ampliar o seu recorde de Masters.

    O bom é que dessa vez não precisa simular lesão…rs

  31. Rubens Leme

    The Pretenders

    O movimento punk consolidou o papel das mulheres no rock, antes relegadas basicamente a serem as cantoras, fosse pela beleza ou pela voz, ou uma combinação das duas coisas.

    Em 1975, Patti Smith lançou Horses e escancarou a porta: uma cantora de bela voz, exímia poetisa e com uma postura extremamente provocante e sensual. Seus quatro discos da década – além de Horses, Radio Ethiopia, Easter e Wave – a consolidaram como o modelo a ser copiado e não apenas pelas mulheres, pois Morrissey e Bono (respectivamente os frontmen dos Smiths e do U2) foram profundamente afetados pela obra e postura, que só voltaria em 1988, com Dream of Life.

    Outro nome fundamental neste processo, foi uma jornalista de Akron, Ohio (mesma cidade onde nasceria, anos depois, o R.E.M), de nome Chrissie Hynde. Cansada da América, se mandou de mala e cuia para Londres, em 1973, arranjou espaço nos tabloides musicais New Musical Express e Melody Maker, ficou amiga de todo mundo importante do movimento punk – Sex Pistols, Clash, Siouxsie and the Banshees, Damned, e principalmente, de Lemmy, do Motorhead e resolve montar sua própria banda, os Pretenders, nome tirado do hit “The Great Pretender”, dos Platters.

    Para isso, convida o baixista Peter Farndon, que traz junto, o guitarrista James Honyeman-Scott e o baterista Martin Chambers. Em 1980, lançam o disco de estreia apenas com o nome da banda e já chocam na faixa de abertura “Precious”, quando Hynde solta um “fuck off”. O som é uma mistura de punk com power pop. Farndon e Chambers formam uma cozinha sólida e pesada, com Hynde mostrando talento enorme como cantora e letrista – era apenas uma guitarrista razoável – e com Scott dando o molho mais pop em sua guitarra, influenciados por Nick Lowe, Elvis Costello e Billy Bremner.

    O disco traz três grandes sucessos – “Stop Your Sobbing”, de Ray Davies, líder dos Kinks e com quem vivia na época -, “Kid” e “Brass in Pocket”.

    Em 1981, o segundo e último petardo com o quarteto clássico, Pretenders II, um disco mais pesado e novamente inspirado – “Message of Love”, “I Go to Sleep”, Talk of the Town” e “Day After Day”.

    Logo a fama, dinheiro e as brigas viram rotinas e Farndon seria demitido pelo comportamento violento, aumentado pelas de drogas. Pressionada pelo guitarrista James Scott (“é ele ou eu”, ameaçou), Hynde não tem outra solução e demite o ex-namorado. Scott, no entanto, surpreende e morre primeiro, de overdose, aos 30 anos, em 16 de junho 1982, dois dias apos a demissão de Farndon, que havia completado 29 anos, no dia 12.

    O baixista ainda demoraria mais um ano (14 de abril d 1983), quando montava uma nova banda com o ex-baterista do Clash, Topper Headon, o primeiro guitarrista do Police, Henry Padovani, o tecladista Mick Gallagher e o vocalista Steve Allen. O grupo se chamava Samurai.

    Sem os dois, Chrissie convidaria um dos ídolos de Scott – Billy Bremner – para tocar em um novo compacto:”Back on the Chain Gang”, lançado em 1982, uma homenagem ao antigo parceiro. A música se tornaria um clássico e entraria no novo disco, Learning to Crawl (1984), começando a segunda fase dos Pretenders.

    Abaixo, o link dos três primeiros discos:

    Prenteders (1980) – https://www.youtube.com/watch?v=h60IldgnBP8&list=PLslP6t8iBtVEoE4TSjeOydydzTDfbJ9Us

    Pretenders II (1981) – https://www.youtube.com/watch?v=ZVnhgVN4-OE&list=PLdB2qly-JTgC5rOwRte9KmRAh3i8I518L

    Learning to Crawl (1984) – https://www.youtube.com/watch?v=YJfSmCyEwXk&list=PLNitVGYNCIxFiNpwCcJP8eDFfXu8EYRvN

    1. Marcilio Aguiar

      Prezado Rubens, você tem um conhecimento profundo de música no geral e de rock em particular, aqui demonstrado com sobras. A formação do meu gosto musical foi através do velho e bom rádio, principalmente nas décadas de 1960 e 1970. Mais tarde, a partir dos anos 1980 eu tomei contato mais profundo com o Jazz e a musica erudita, que aprecio tanto quanto a popular. Com essa história o meu conhecimento de rock é ínfimo diante do que tenho lido aqui, divulgado por você sobre várias vertentes e por outros que demonstram serem especialistas em heavy metal.

      Devido a esse histórico a minha preferencia foi direcionada para os grupos mais conhecidos e populares do progressivo, do rock tradicional, do pop rock (eu acho) e alguns new age. Nessa linha eu tenho curiosidade sobre sua opinião para alguns discos que são bem comerciais, mas eu gosto muito.

      1) Al Stewart – Indian Summer – um disco duplo com uma parte em estúdio e outra ao vivo. Ele aborda temas históricos na maioria das canções. Além das bem conhecidas The Year of the Cat e Time Passages, eu gosto muito das outras: Nostradamus, Roads to Moscow, On the border, Merlins Time, etc. Tem mais duas de outro vinil Timelss Sky e End of Tthe Day que eu curto também.

      2) O duplo ao vivo de Simon and Garfunkel no concerto do Central Park – para mim é um dos discos mais queridos (tenho vinil , cd e dvd). Todas as musicas ao vivo eu acho muito superiores às gravações das mesmas em estúdio. Além das bem famosas, tem umas pérolas como Sacarborough Fair, April come she will, Old Friends, American Tune, Feelin’ Groovy, Homeward Bound e a dançante Late in the evening, com uns metais de primeira.

      3) Curto também 4 vinis do Supertramp. Me identifico bastante com a temática existencialista que eles abordam na maioria dos albuns: Crime of the century (Rudy e Schoool são minhas preferidas), Even in the quietest moments, Brekfast in Ameria (uma capa muito criativa) e Famous last words. Acho que não há uma canção nesses quatro discos que eu não goste, apesar da voz esganiçada do Roger Hodgson.

      Abc.

      1. Rubens Leme

        Eu tenho uma coletânea do Al Stewart, ganhei de uma amiga que o confundiu com o Rod Stewart. Eu gosto dele.

        O Supertramp entrou na minha vida com os hits oitentistas “It’s Raining Again” e “My Kind of Lady” e depois fui conhecer os clássicos mais antigos de “The Logical Song” para trás. Gosto do Roger, com aquele eterno visual “bicho grilo papo cabeça”, com suas letras existencialistas e inteligentes. Tenho todos os discos deles até Free as a Bird, de 1987 e adorei como Paul Thomas Anderson usou “Goodbye Stranger” e “The Logical Song” no filme Magnolia.

        Simon & Garfunkel é um daqueles duos que cativaram pelas harmonias vocais. Esse concerto do Central Park se tornou um dos eventos mais comentados da década de 1980, porque era um show comemorativo em que esperava reunir umas 50 mil pessoas no Central Park e o público chegou a 500 mil e se tornou uma grande celebração. Tenho o vinil da época, com o encarte completo e o cd, mas prefiro mais os discos de estúdio, especialmente “Sounds of Silence”. A faixa-título é uma destas obras-primas feitas por Paul Simon e também magnificamente usada no filme Watchmen.

        1. Marcilio Aguiar

          Rubens, obrigado pelo retorno. Sem dúvida “Sound of silence” é uma verdadeira obra prima assim como “The boxer”. Eu quis enfatizar outras menos divulgadas e que são belíssimas, também. Tirando a preferência pela gravação ao vivo, no mais estamos de acordo sobre S&G. Abc.

          1. José Nilton Dalcim

            Curiosamente, desci a Serra na segunda-feira ouvindo justamente esse ‘live’ do Simon&Garfunkel, que não ouvia há anos.

          2. Rubens Leme

            Música é um assunto fascinante, porque as possibilidades são infinitas. Acho legal o Dalcim dar este espaço, porque nem frequento mais grupos de música e imagino que ele deve estar cansado de olhar um texto meu e falar “lá vem o Rubens falar de música e de cinema novamente”, mas no final acho que ele se diverte um pouco.

            Particularmente eu adoro quando um filme usa músicas que adoro. Já assistiu Donnie Darko? Os caras abrem a película tocando “The Killing Moon”, do Echo and the Bunnymen. Fica impossível não querer ver o filme depois disso.

      2. Paulo Almeida

        Caro Marcilio,

        Eu gostava bastante de Supertramp na infância/adolescência, especialmente dos álbuns Crime Of The Century e Even In The Quietest Moments; meu pai inclusive me levou a um show do Roger Hodgson.

        Com o tempo, fui procurando bandas que ofereciam um pouco mais de complexidade, porém ainda os ouço de vez em quando. Considero a faixa Fool’s Overture disparadamente a melhor que produziram.

        1. Marcílio Aguiar

          Beleza Paulo. Também acho fools overture a mais elaborada da banda, embora eu curta todas dos 4 vinis que tenho. Quanto a bandas que oferecem mais complexidade acredito que se refere ao aspecto instrumental/sonoridade. De fato tem para todos os gostos. Se for em termos de letra eu fico com o senhor Robert Zimmermann. Abs e saúde.

  32. Jorge Diehl

    Dalcin! No meu ponto de vista para as disputas de GS, a briga continua mesmo entre Nadal e Djoko…pois acho que são os únicos capazes de fazerem façanhas! Acho que Djoko tem condições de bater Nadal em RG, assim como Nadal bater ele em Winbledon!!! Feder está muito abaixo…assim como Thiem e Cia nesta temporada que está por vir! Então acho que mudanças na ponta só na temporada de 2022, até lá ficará Djoko número 1 e Nadal 2! Abraço

  33. Rubens Leme

    2798 mortos hoje. Estamos chegando perto do ATP, Dalcim. E até agora nem 5% da população foi vacinada. Neste ritmo, só terminaremos de vacinar todo mundo em 2025, com sorte.

    1. José Nilton Dalcim

      Quero ter esperança no novo ministro, Leme. Que ele não siga a cartilha do governo e tenha liberdade para trabalhar.

      1. Rubens Leme

        Ministro indicado pelo filho Flávio, porque a cardiologista que deveria ser, não só fugiu como agora anda de carro blindado tamanho o terrorismo que fizeram com ela no final de semana.

        Sinceramente, tenho nenhuma.

        1. José Nilton Dalcim

          Até onde li, ele é um nome respeitado e isso já é coisa importante. Resta saber se vai fazer o trabalho de forma independente.

  34. Alessandro Siqueira

    Dalcim, Federer tinha 311 semanas? Não seriam 310? Tenho para mim que ao completar 311 o sérvio superou o suíço.

  35. Marcilio Aguiar

    Quanto ao ranking, concordo que de certa forma não distorceu muito a posição dos primeiros, mas talvez o Nadal tivesse ido ao USO, caso os pontos de 2019 tivessem sido descontados.

  36. Marcilio Aguiar

    Dalcim, nesse caso Miami seria o primeiro grande torneio incluindo GS e M1000 sem nenhum dos componentes do BIG 3 desde o início do século?

  37. Rubens Leme

    Dalcim, em 2001, cheguei na redação e me perguntaram qual tinha sido o pior lateral-esquerdo que vi jogar no Palmeiras. Nem pensei e disse “Biro, disparado” e aí me mostraram que o Mustafá tinha contratado o Pantera Donizete e o Biro, que tinha sumido do clube em 1990, 1991.

    Não acreditei, pensei que era uma piada.

    Mas, sempre se pode fazer pior, e o SPFC contratou hoje o William “Coração de Leão”, jogador do Palmeiras que teve um problema cardíaco e foi jogador do Emerson Leão em 2005 e o Tite, em 2006. Era um ponta-esquerda medonho, que só teve chances por causa da história trágica, quando quase morreu juvenil e passou por cirurgia e tudo. E hoje vejo que ele assinou por dois anos com a Vila Sônia.

    Rapaz, vou ligar pro Muricy e falar que o Jorge Preá, indicado pelo então diretor César Sampaio, está desempregado. Nem faço ideia se ainda está vivo ou se ainda atua, mas se serviu pra nós por volta de 20007 ou 2008, deve servir como uma luva pro Crespo, que ao final do contrato se chamará Careca. Bianchesi?

  38. Lulu Santos

    Desculpa Dalcim, mas vou ter que descordar.
    Uma temporada com 9 Masters 1000 é diferente de uma com 3, do mesmo jeito que os mais novos podem jogar o calendário completo sem problema, já Djokovic tem que priorizar torneios.
    Tomar como base apenas os pontos somados é algo muito simplista, o certo seria fazer projeções, e ainda assim não sei qualquer seria a mais justa.

    1. José Nilton Dalcim

      Projeções do que poderia ter acontecido se aproximam muito do achismo. O que de fato aconteceu para mim é a realidade e prefiro trabalhar com isso.

      1. Paulo Cesar

        Você tem toda a razão em sua análise. E tem outra coisa: quem era o tenista invicto, com os melhores resultados quando começou a pandemia? E quem alcançou os melhores resultados depois da volta? Não há a menor dúvida que a façanha de Djokovic é merecida e digo mais, talvez chegue a umas 400 semanas como número 1 para encerrar de vez qualquer dúvida. Como você mencionou, o sérvio ainda foi prejudicado pelo congelamento, pois perdeu 22 semanas na contagem. Pelo desempenho dele ante e depois da pandemia, é indiscutível o seu merecimento.

  39. periferia

    Zelig (1983)…Woody Allen
    Woody Allen com o diretor de fotografia Gordon Willis criam um documentário falso (mockumentary).
    O filme na época de lançamento foi pouco compreendido.
    Vendo hoje percebemos o vanguardismo do filme.
    A busca pela aceitação…a necessidade de ser amado…ouvido…mesmo tendo de negar a personalidade e assumir aspectos…pensamentos e comportamentos de outras pessoas…transformando-se em um camaleão.
    De certa forma é um paralelo com os dias de hoje nas redes sociais…não sabemos quem somos.

    This Is Spinal Tap (1984)…Rob Reiner.
    Falso documentário (mockumentary) sobre uma banda rock em turnê pela América.
    Quando lançado as pessoas acreditavam que o filme era um verdadeiro documentário.
    Com o tempo o filme virou cult…muito famoso no meio musical…apreciado por grandes nomes do rock (muitos se identificam com o filme).
    Filmado livremente sem amarras ou roteiro…o filme acabou se transformando em uma fotografia de seu tempo.
    Rob Reiner foi um bom diretor de comédias românticas e ator (o pai de Leonardo di Caprio em O Lobo Wall Street).

    1. Rubens Leme

      Zelig demorou doias anos para sair porque os negativos tinham que sofrer um processo caro e complicado para a época. Enquanto isso ele fez “Broadway Danny Rose”, um filme pequeno e adorável, meu favorito de Woody. E sem Zelig não haveria Forrest Gump.

      Gordon Willis, O Príncipe da Escuridão, lendário pelos O Poderoso Chefão I e II foi o diretor de fotografia que mais filmes trabalhou com Woody. Foram 7, entre 1977 e 1985 e, ao contrário, dos momentos de ódio mútuos entre ele e Coppola, a relação com Allen era levíssima.

      Para Woody, trabalhar com “Gordon era trabalhar com as duas mãos no bolso, porque Willis sabia tudo”. Foi dele, por exemplo, a ideia de colocar uma divisória de madeira na cena de Annie Hall, em que Diane Keaton e Woody falam com seus respectivos psiquiatras, ao invês de filmarem separados e depois editarem.

      E, para Gordon, “Woody era um verdadeiro artista, um grande comediante e que me ensinou muito sobre cinema.”

  40. Sandro

    O maior bendeficiado com esse novo ranking da ATP foi o Federer, e, na verdade, ainda continua sendo, pois Federer se deu ao luxo até de dispensar o torneio de MIAMI. Já Djokovic foi prejudicado com esse congelamento do rankinng pois teria a marca de 310 semanas muito antes, em OUTUBRO dE 2020. E, além disso, já estaria com 20 semanas a mais na liderança hoje em dia.

  41. Sandra

    Dalcim, Djokovic não vai a Miami ? Eu li dizendo que ele iria , mas desde já concordo com você , não deveria ir

  42. Rubens Leme

    Acho que já dá pra dizer que 4/5 da geração que enfrentou Nadal, Federer, Djokovic e Murray já acabou, certo, Dalcim? Del Potro quer voltar, mas mal consegue andar Murray vai sofrer muito pra voltar ao top 100. Tsonga, idem, e até mesmo o suíço, que segundo você, estaria abaixo do Top 600 no ranking antigo. Nishikori é outro.

    Aliás, é bizarro ver o Delpo ainda entre o top 200. Esse ranking congelado ainda vai mostrar essas excentricidades por um tempo e, só por isso alguns ainda apareceram com um ranking aceitável.

  43. Maurício Luís *

    Pra mim, o Federer voltou exigente demais. Não foi pra Austrália por causa do isolamento; não vai pra Miami sabe-se lá por que. Vai ver não gosta do sol quente. Não vai pra Monte Carlo porque o piso é lento.
    Daqui a pouco, vai querer, além do cachê, ar condicionado, caviar, lagosta e suíte presidencial pra dar o ar da graça.
    E os fãs crentes que ele vai pra temporada de grama voando baixo. Eu acho que não, pela falta de ritmo.

    1. Sandro

      Entendo perfeitamente o fato de o Federer não querer ir para aquela lucoura “PRISÃO NA SOLITÁRIA” que foi na Austrália. Por mim, o AUSTRALIAN OPEN de 2021 poderia ter sido transferido para DUBAI… Federer não tinha obrigação de expor sua família a essa prisão domiciliar ridícula da Australia. Mas para MIAMI acho que Federer poderia ir sim, sem problemas. Entendo também o fato de Federer não querer ir para Monte Carlo, pois é um torneio muito árduo e desgastante e acaba com o fôlego de qualquer tenista, se o cara ainda não estão 100% fisicamente, Monte Carlo se torna um fardo muito grande a se carregar. Mas, repito, aacho que Federer poderia sim disputar MIAMI.

    2. Miguel BsB

      Nada disso. Ele não está indo a esses eventos simplesmente porque ainda não se sente competitivo, isso pra mim é claro.
      Agora, suíte presidencial, lagosta e ar condicionado o suíço tem a disposição há muito tempo…rs

      1. Sérgio Ribeiro

        Mas o que não falta é Torneio pra se preparar, caro Gildokson. Madri , Roma , RG , Stuttgard , Halle . Em 2019 antes de WIMBLEDON jogou 4 destes ( pulou Stuttgard ). Depois do que vimos em Doha , acho que acertou em não ir às duras de Miami . A conferir. Abs!

      2. Sandro

        Tem uns fanáticos dissimulados de plantão aqui no blog que não só acham que o Federer chegará voando em Wimbledon como será Campeão do Torneio batendo Djokovic na final, Nadal na semifinal, Thiem nas quartas e Rublev nas oitavas… Aí eles acordam e vêem que Federer está sendo eliminado de ATP 250…

        1. Sérgio Ribeiro

          Para variar postando bobagens . Acho que o rapaz já não sabe se está no Blog do Dalcim ou no face TênisBrasil rs . Não vi ninguém postando essa asneira que Roger Federer próximo aos 40 , vai vencer os citados pelo Pato Mane’ . E nem que e’ favorito para Wimbledon. Todos viram seus problemas em Doha e os cancelamentos de Dubai e Miami. Devolve o Nick pro papai pra não continuar a passar recibos duplos kkkkkkkkkkkkk . E outra , caso Novak o ex-lesionado , for mesmo a Miami , azar o dele . Provavelmente dará a interessante revanche a MEDVEDEV. Abs!

    3. Marcilio Aguiar

      O Federer sabe o que faz, mas eu gostaria de ve-lo em Miami. Como no inicio os jogos dos cabeças de chave não são em dias consecutivos, ele teria chance de avançar pelo menos até as quartas sem se desgastar muito.

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